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A gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque hoje 14 de julho, Campinas completa 252 anos e hoje pela manhã aconteceu a cerimônia de entrega da primeira fase da obra de conversão da estação de tratamento de esgoto em umas para a estação produtora de água de reúso. Foi realizada a cerimônia de entrega da primeira fase da obra de conversão da estação de tratamento de esgoto para a estação produtora de água de reuso. a entrega da conclusão da obra civil dessa estação que vai, que é a maior estação de tratamento de esgoto e produção de água de reúo da América Latina, é que produz mais, vai produzir mais água de reúo e sem dúvida é um presente não só para Campinas de hoje, mas principalmente para Campinas do futuro. A partir do ano que vem, nós teremos aí e estaremos transformando 52% do esgoto tratado em água de reuso. Nós estamos presenteando Campinas, a a cidade atualmente, mas mais o presente pro futuro, reduzindo as perdas na distribuição de água, chegando a 15% de perda, que é um o índice é fantástico em qualquer cidade do Porte Campinas no mundo, preservando aí os nossos mananciais e dando segurança aí de capacidade. O maior projeto nosso de educação ambiental que a gente faz com as crianças e adolescentes no centro de conhecimento da água ou museu da água, como é mais conhecido, que fica ali no Parque das Águas, né? eh eh no Jardim Nova Europa, a gente trabalha com as recebe as crianças e mostra para eles a importância de não descartar eh eh papel higiênico, não descartar eh fraldas nas redes de esgoto. Às vezes até a gente usa e eh acha outros tipos de produto mais com com agressão mais grave ao meio ambiente. E tudo isso, o maior problema não é nem ele chegar na estação de tratamento, porque isso a gente consegue retirar, é que ele entope as redes no caminho e o esgoto acaba vazando ou retornando pra própria casa ou pra casa do vizinho. Então a gente faz esse trabalho com as crianças e as crianças são polos multiplicadores porque eles chegam em casa e contam isso pros seus pais, pros seus avós, pros seus tios, pros seus vizinhos e nos ajudam a multiplicar essa conscientização ambiental. Tudo isso faz parte do aniversário de 252 anos de Campinas. O presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, destaca o importante papel que o legislativo tem tido nos últimos anos. A importância da Câmara é que você sabe que fui eu lá em 89 que coloquei uma emenda na lei orgânica obrigando o município de Campinas a tratar 100% do esgoto, né? Isso acabou fazendo com que a prefeitura e a Sana em 99, quando Campinas só tratava 5% do esgoto, firmasse um termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público que moveu uma ação e ali foi apresentado um plano de saneamento e hoje Campinas tem capacidade para tratar 100% do esgoto e além disso ela está modernizando o processo de tratamento, melhorando ainda mais a qualidade do de da água depois de tratada, né, do esgoto. Eh, esse é Campinas, né? O investimento total é de 230 milhões de reais. essa estação de tratamento que tá sendo eh mudada, modificada do sistema, eh que vai se transformar numa estação de produção de água de reuso, ou seja, todo o esgoto que chegar aqui vai ser devolvido pro rio com 98% de potabilidade. Só não é uma água potável, mas assim melhora muito a qualidade e das águas do dos nossos rios e ribeirões aqui. Agora, nesse caso em homas, o maior ganho é para o meio ambiente, paraa sustentabilidade. Nós estamos fabricando água aqui. Nós estamos transformando esgoto em água e e devolvendo pros rios uma água mais limpa do que o que a gente capta. Mas sobretudo também a possibilidade de utilizar essa água em usos nobres, como falou aqui o companheiro de vocês, para indústrias para que usam e essa água no resfriamento de suas máquinas. Nós podemos utilizar essa água para lavagem de praças e eh a gente pode utilizar, como já utiliza hoje também para combate a incêndio. Tudo isso é água potável que você tá economizando. Na sequência, no local foi feita a cerimônia de celebração do aniversário de Campinas. Eu sou paulistano, mas sou campineiro de coração. Sou cidadão campineiro. Assim como Campinas me acolheu e eu amo essa cidade, ela acolhe a todos que vieram para cá, todas as nações, nacionalidades, raças, gente diferentes partes do Brasil. e que toda essa missigenação fez Campinas essa cidade que é essa sociedade que é acolhedora, que é pacífica, né? Mas de um povo trabalhador. Essa é a característica da nossa cidade. Então, entregas como essa só demonstram o potencial de Campinas, né? uma cidade que é desenvolvida, que é próspera e que tá preparada também para enfrentar o futuro. Nestes 252 anos, Campinas é conhecida como uma cidade acolhedora e hoje é referência no estado de São Paulo quando o assunto é acolhimento. reconhecida pela infraestrutura de média capacidade, o município também conta com uma legislação que incentiva a instalação de novos empreendimentos, o que tem atraído investimentos e empresas estrangeiras. Ponto de descanso na rota dos bandeirantes no século XVII, com pequenos descampados naturais que existiam no meio da densa floresta que cobria a área. Depois, freguesia de Nossa Senhora das Campinas do Mato Grosso, vila de São Carlos e, finalmente apenas Campinas. Fundada em 14 de julho, a cidade completa 252 anos, mantendo esta vocação, ser lugar de acolhida para quem procura uma nova oportunidade. Do ponto de vista econômico, você tem muita oportunidade, né? Então, Campinas eh teve uma alta aqui nesse último ano de 45% eh a mais de número de empresas abertas. Isso no saldo entre empresas abertas e fechadas entre de janeiro a abril em relação ao ano passado, né? 45% a mais. Também é é um PIB per capta bastante relevante, segundo PIB per capita do país e o 14º PIB hoje eh do Brasil. Então você tem um volume de empresas que vem para cá e que acabam atraindo porque você tem muitos empregos. A lei 16.000 1174 de 2021 instituiu um programa de atração de novos investimentos e geração de empregos, prevendo incentivos fiscais para empresas que venham se instalar ou para as já instaladas no município e que venham a se expandir. A partir de um determinado investimento, você pode ter de 6 a 20 até chegar a 20 anos de isenção de IPTU, né? ISS de 5 passando para 2%, isenção de TVISes, isenção das taxas municipais, quer dizer, é da isenção também do ISS da obra, é muito atrativa, obviamente isso para grandes empresas virem se instalar. E com isso, trazendo grandes empresas, você traz também as pessoas, porque elas geram emprego. Mas verdadeiramente o que mais gera emprego são os pequenos negócios em volume de emprego, né? Então você, esse aumento aqui significativo de 45% em relação ao ano passado é o é é a base da pirâmide, que são eh os pequenos negócios e que dão muitos empregos. Eh, nos bairros, né, no centro da cidade, nos shoppings. Campinas recebe cada vez mais imigrantes atraídos por seu desenvolvimento econômico, infraestrutura tecnológica, universidades e a expansão do setor de serviços. A metrópole, considerada um dos maiores polos industriais e de inovação do país, também vê crescer o trabalho formal de estrangeiros na cidade. Segundo os dados do Sistema de Registro Nacional Migratórios da Polícia Federal, Campinas já recebeu este ano 1894 estrangeiros de diversas profissões, entre eles arquitetos, engenheiros, diretor ou gerente ou proprietário, economista, contador, administradores, médicos, dentistas, professores, vendedores no comércio, sem contar os estudantes. pelas estradas ou pelo aeroporto. A cidade que faz aniversário hoje também recebe refugiados. Em 2025 contabilizou 452 solicitações e até abril deste ano 387, o que representa, segundo dados do estudo, Refúgio em Números 2026, elaborado pelo OBMIGRA, o Observatório das Migrações Internacionais, em parceria com o Ministério da Justiça, o volume corresponde a 86% dos números do ano passado. Neste total, 143 pedidos são de haitianos, o que representa 36.9% do total, seguido de pedido de pessoas vindas de Cuba, Gana, Togo e Benim. Aqui eles são atendidos no CRIA, o Centro de Referência do Imigrante Refugiado e a Pátrida, Serviço Público da Prefeitura. voltado à integração social, defesa de direitos e regularização migratória. No caso dos haitianos, por exemplo, eh em alguns casos, a a cidade de Campinas é uma cidade de passagem, caracterizada como um lugar de passagem. Então, muitas vezes eles vêm para migrarem para outros países, por exemplo, né, ou para outras localidades, principalmente por conta aqui do nosso aeroporto internacional, que acaba atraindo também uma presença grande, mas nem todos permanecem no município. Por outro lado, tem aqueles que permanecem, né? E os que permanecem, a cidade ela é um polo, né? Tem aí um polo tecnológico, é um polo educacional. Muitos chegam solicitando autorização de residência, eh, outros solicitam refúgio. Isso depende muito das tratativas de legislações, né? Eh, tanto de acordos como a gente tem aqui origens, países de origem Mercosul ou outros acordos bilaterais. historicamente, né, nós temos uma presença muito grande, é uma das maiores presenças aqui de migrantes internacionais no município. É, a gente sabe que lá tá ocorrendo uma crise gravíssima, né? Uma crise humanitária, né? Um uma nação ainda sem país, né? Com muitas ganges escutando os espaços, né? Então eles tentam fugir da situação de crise humanitária, buscando uma acolhida e um novo lar, né, para viver. Quem buscou um lar para viver e está na cidade desde 2011 é o Guerb, geógrafo haitiano, que quando chegou ao Brasil descobriu que seu destino era continuar os estudos na Unicamp. Quando for diretamente na embaixada do Brasil e aí o programa foi me aprovou, eu vi lá que meu nome tá selecionando na Universidade Estadual de Campinas. Eu mesmo também tá figurando no meu visto. Tem um ônibus que sabe direto da Unicamp, foi levado lá no centro de São Paulo, Guauros, pegaram os estudantes, não só eu, tem vários mas na verdade quando chega desde no aeroporto no ônibus tive Joana que nos ajudar a mã como e aitiano também que já tava na Unicamp de patada de fiche lá e daí nos acolheram. Mas depois eu vi uma visão totalmente diferente, sabe? O lugar que nós nascemos e quando você muda, sabe? Produzir muita dificuldade com a barreira da língua, já que a nativa dos haitianos é o e o francês idioma do colonizador, Gerb que a recepção e os esforços foram muitos para superar este primeiro momento. Aqui é bem recepível, porque a documentação é mais fácil, sabe? E outra, os também não tem nenhuma outra perspectiva, porque quando deixa Campinas norte-americanos, não tem documentação lá, sabe, o pessoal tá escondendo dentro da casa, mas o Brasil é diferente. Campinas, quando você fora na Polícia Federal, exemplo é o grupo que chega lá 2012, o primeiro grupo que passa da fronteira lá chegando no Brasil, nem falar a língua. Na verdade, até eu não consegui falar muito bem essa época, mas a poia federal faz tudo que puder, a tradução, colocar rádio na boca dessas pessoas para conseguir traduzir, quando conseguir entender direto eu que falá. tem um trabalho voltado para a questão da regularização do documento, eh, a inclusão dessas pessoas em cursos de letramento de português, né, para facilitar, inclusive contribuir para que ele possa acessar um trabalho, conseguir se, né, se localizar dentro da do município, né, eh, através da língua. ao imigrante é garantido os mesmos direitos como qualquer outro brasileiro, né? Os direitos no campo social, direitos humanos. Então, acesso à escola, a gente tem aqui uma perspectiva de trabalhar bastante a questão da autonomia e da cidadania. O haitiano também fundou uma associação que atende a refugiados do seu e de outros países de origem, com o apoio da cidade e o trabalho, mantém a cultura e mostra que é possível estar tão longe, mas se sentir pertencente. Nós temos que montar uma associação para conseguir apoiar Merial, uma coisa que é reconhecido, tem reconhecida, papel normal para conseguir dar uma assistência social, não só na documentação, apoiando também no curríco, na Polícia Federal, mas nós temos que fazer uma ação social. Tanto não só o exemplo mostrando que tem exemplo, às vezes nós fizemos evento sobre direitos humanos. evento de lírios dos trabalhadores também quando chegar 18 de maio, 17, no dia 17 celebrando a nossa bandeira, fiz o evento maravilhoso, sabe? Maravilhoso lá. E aí a partir e de 21 nós organizamos um outro evento que é Vozes que cruzam fronteiras. O que é interessante a convivência social, social entre nós fortalecemos, mas quando nós estamos juntos podemos fazer muita coisa. Posso dizer quando chegando lá no Brasil em Campinas passei mais ou menos 14 anos Barão Geraldo, sabe? de Campinas, não ouvi nada da Unicopol, mas o acolhimento da Unicop foi genial, departamento geografia foi muito boa, saber os professores, alunos, colegas de sala me receberam muito bem, mas até então como se fosse uma referência no laboratório, entendeu? Mas na verdade o Campinas aberto para todo mundo, como se fosse Canadá e Estados Unidos. Mas aqui é bem receptivo. Julho está sendo de muito cinema gratuito aqui em Campinas. O Museu da Imagem e do Som preparou uma programação especial com filmes para todos os gostos, reunindo clássicos, documentários, produções contemporâneas de diferentes países. As sessões acontecem ao longo do mês e são a oportunidade para o público conhecer grandes obras da sétima arte e sem pagar nada. O Museu da Imagem do Som de Campinas preparou uma programação diversificada para o mês de julho. Para julho, nós temos, pensando-se na no aniversário da cidade, uma exposição fotográfica que abrange o centro da cidade, mas uma narrativa um pouco especial desse centro, porque ela mostra a as diversas faces do centro com seu patrimônio histórico, com todas as suas narrativas e principalmente com as pessoas que moram ou passam pelo centro. que gostam do centro, que vem ao centro de Campinas. São pessoas, vamos dizer assim, pessoas como nós, pessoas comuns, não são famosos, mas são muito especiais, porque são eles que dão esse encanto todo ao centro da cidade. Bom, e quem vier aqui, olha só, vai encontrar muita coisa legal, muita coisa bacana, com exibições gratuitas que contemplam diferentes estilos, épocas e nacionalidades do cinema. Ao longo do mês, o público poderá conferir clássicos, documentários, filmes contemporâneos e produções de destaque em sessões promovidas por cineclubes, também por ciclos temáticos. A programação reúne obras de diretores consagrados que vai de terça-feira a domingo. Essa programação reúne, vamos dizer assim, clássico cinema, Hollywood, eh, impressionismo, expressionismo, neorrealismo, cinema novo e também o, falando em cinema novo, cinema novíssimo, ou seja, o cinema que tá sendo produzido hoje na nossa cidade durante alguns dias, durante alguma da nossa programação, a gente recebe aqui o pessoal que tá fazendo filme agora, que precisa de um espaço para lançar esse filme, para ver esse filme, chamar o público para assistir o filme e depois conversar sobre filme, porque o movimento cineclubista é isso mesmo, é assistir e conversar. Onde tá aqui a equipe do filme, tá? O diretor, o roteirista, os atores, as atrizes, maquiadores, isso é muito legal, cria-se um vínculo muito bacana. As sessões acontecem na sede do Miss Campinas, oferecendo ao público uma programação voltada tanto para os amantes dos grandes clássicos, quanto para quem busca conhecer diferentes linguagens, culturas e perspectivas por meio do cinema. A gente tenta abrir oportunidade para as pessoas divulgarem a arte, né? Porque a gente acredita que com com o museu eh não é só expor uma obra que a gente chama já de sacramentada. O museu, museu de mais de Campinas, ele pensa principalmente no futuro. E o futuro é quem tá produzindo essas coisas, sabe? São as crianças que vêm aqui, que a gente abre espaço para eles conhecerem vinil, ouvirem vinil, ouvirem fita cassete, verem um gramofone, uma televisão antiga, como que era. A gente conta a história, a gente conversa e a gente tem parceria com o programa Cinema Educação da Secretaria de Educação. Então isso aqui tem dia que tem criança para todo mundo da lá. Isso é uma maravilha. A gente gosta muito. Mais de 4.000 mortos, 16.000 1 feridos e um rastro de destruição. Esse é o cenário enfrentado pela Venezuela após os terremotos registrados no país no dia 24 de junho. Aqui em Campinas, uma campanha de arrecadação busca levar ajuda às famílias atingidas. Há quase 7 anos, Maria Eugênia precisou deixar a Venezuela para reconstruir a vida no Brasil. Em Campinas, ela encontrou o acolhimento, abriu a própria padaria e transformou o recomeço em uma nova oportunidade. Agora, a empreendedora volta os olhos para o país de origem e lidera uma mobilização em apoio às famílias afetadas pelos terremotos que atingiram principalmente as regiões de Caracas e Laguaira. Os abalos foram os mais fortes já registrados no país em mais de 100 anos. Ninguém esperava isso. E o rápido que foram os dois terremotos, primeiro foi 1,39 segundos, depois vino o segundo e as consequências foram sumamente críticas, sumamente desvastadoras. Já o número de mortos sobrepassa aos 2000 e o número de desaparecidos está perto dos 50.000. Ou seja, aí imagina a quantidade de pessoas que estão eh sobrevivientes, que estão precisando muito de nossa ajuda neste momento. Esta acção está coordinada por missão pais, eh, on humanidade mais que fronteiras, tá? E abra vem a sociedade de brasileira de venezuelanos. Segundo Maria Eugênia, a mobilização conta com diversos pontos de arrecadação em todo o Brasil. Em Campinas, porém, a padaria dela na Vila Industrial é o único local que recebe os donativos. Estamos trabalhando, unindo esforços para ajudar a nosso povo. Cabe destacar que a maioria dos centros de Acópio eh são empreendedores, são locais de empreendedores venezuelanos que estamos fazendo vida aqui em Brasil há certo tempo. Quem quiser ajudar pode doar itens de primeira necessidade, como produtos de higiene, kits de primeiros socorros, alimentos não perecíveis e roupas. E todo o material será encaminhado para as vítimas. Também estamos recebendo doações de roupa, mas não é eh a emergência, tá? Eh, brinquedos para nossas crianças. Los que han acompanhado a tragédia com a mídia han percebido de que han quedado muitas crianças sozinhas, onde os pais não han sobrevivido. E em meio de tudo isso, é necessário preservar essa inocência e preservar essa infância. É importante para eles, em meio de todo isto recibir um mimo, recibir um brinquedo, não somente o o sabonete, o algodão ou a seringa para curativos do corpo, tá? Precisamos também para os curativos do alma de essas crianças. A iniciativa também procura sensibilizar a população para a importância da solidariedade. Eu falo para o povo de Campinas, que é um povo muito muito querido, que qualquer ajuda será bem recebida aqui por nossa irmã, porque é um sentimento de ajuda, mas ao mesmo tempo sentimento de fraternidade. O Brasil é um país que sempre acolhe, sempre tem as portas abertas para nós e nós somos agradecidos. Um terremoto movimentou nossa vida em menos de um minuto, mas os sentimentos de ajuda movimenta toda a nossa ação como solidaridade. E eu convite para vocês doar qualquer coisa que sirva como contribuição para eles. Porque além de uma crise que já estava existente, agora est uma crisis que a natureza ninguém pode lutar contra ela. A venezuelana conta que os primeiros itens doados já chegaram ao destino e estão sendo utilizados para dar suporte às equipes de bombeiros que atuam nas áreas mais afetadas. Nós temos termos de transparência de mostramos como se está distribuindo o dinheiro. Já os primeiros doativos recibidos foram enviados eh para Venezuela, para o Corpo de Bombeiros da Universidade Central de Venezuela para comprar máquinas de oxicorte e muitas coisas e já estão trabalhando e estão resgatando vidas. Os donativos de você estão resgatando vidas. O ponto para doação fica na Avenida Dr. Carlos de Campos, número 327, no bairro Vila Industrial. E as contribuições continuarão sendo recebidas enquanto houver necessidade. A maioria das pessoas vem presencialmente. Agora se a pessoa não se pode mobilizar, nós vamos e pegamos o donativo. Se ativo é bastante grande, tá? e eles não têm como mobilizar. Nós vamos até lá e pegamos. Nós estamos ubicados na Avenida Dr. Carlos de Campos em Vila Industrial, número 327. Esse é o número de de nosso nosso endereço. E aqui estamos de portas abertas de segunda a sexta, de 8 da manhã a 8 às 6 da tarde.