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Hora das notícias do legislativo. Primeira parte da 32ª reunião ordinária aborda as novas técnicas de tratamento para a doença de Parkson. A primeira parte da 32ª reunião ordinária contou com a presença de integrantes da Associação Campinas Parkson que abordaram a incidência, prevalência, causas e reforçaram a importância do fortalecimento das políticas públicas para o avanço da saúde pública na cidade. Atualmente, mais de 10 milhões de pessoas vivem com a doença de Parkson no mundo e as projeções internacionais demonstram um crescimento alarmante. Então, esse cenário reforça a urgência do fortalecimento das políticas públicas, das redes de apoio e das estruturas de acolhimento e reabilitação. O Parkson deixou de ser uma pauta isolada e passou a representar uma importante questão de saúde pública. Isso é importante lembrar porque não é só o tremor. A pessoa pode ter dificuldade para engolir, disfagia, pode estar dormindo mal, né? Hipotensão postural, ansiedade, depressão, psicose, né? Então existe ceborreia, alteração de couro cabeludo e até quadro demencial. Então nós temos que tratar disso tudo e mais os sintomas motores. A iniciativa foi do vereador Luís Iabico, que apontou a importância da evolução da medicina nas medidas atenuantes para quem tem a doença de Parkson. É importante a criar-se políticas públicas para atender pessoas com doença de Parkinson. Esse foi um tema hoje trazido aqui à mesa. A médica com a evolução da medicina eh poderão se descobrir medidas atenuantes para quem tem doença de Parkinson. Mas a Câmara tem o papel de debater esse assunto e cob a nós tratar desse assunto hoje pela primeira vez. E nós estamos procurando levar esse assunto mais profundamente nas comissões permanentes. O seminário Mulher, Mãe e Profissional Conciliar Resistir e Evoluir foi realizado aqui na Câmara de Campinas. O encontro reuniu especialistas e autoridades para discutir os desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade e no mercado de trabalho. Promovido pela Escola do Legislativo de Campinas, o seminário Mulher, Mãe e Profissional Conciliar, Resistir e evoluir debateu os desafios enfrentados pelas mulheres na conciliação entre maternidade, vida pessoal e carreira profissional. Hoje celebramos mulheres que todos os dias transformam desafios em força, amor em propósito e dedicação em inspiração. Porque ser mulher é resistir, ser mãe é reinventar-se diariamente e ser profissional é conquistar espaços com coragem e competência. Nós precisamos provar todo dia que a gente é capaz, muito mais do que os homens. Infelizmente a gente ainda tem esse cenário. O evento também abordou temas como saúde mental, sobrecarga feminina e a participação das mulheres nos espaços de liderança e decisão. um evento pensado que para além da gente falar sobre maternidade e a gente dividir as nossas dificuldades que a gente já sabe quais são, para além disso é a gente pensar o que que a gente pode fazer para tentar facilitar, para viabilizar, né? Cada uma, cada uma de nós exerce a maternidade de uma forma diferente, com as suas seriedades diferentes, né? E e para além disso, como a gente consegue, o que que a gente pode fazer dentro do legislativo? para viabilizar isso, quais são os mecanismos, quais são as formas. E as escolas do legislativo, elas vêm com esse papel exatamente da gente, para além do conhecimento técnico, que as escolas também têm o dever de de fundamentar, de compartilhar, para além disso, a gente precisa de rodas de conversa. Para além das das dos do conhecimento técnico de treinamentos técnicos sobre processo legislativo, sobre licitação, a gente precisa falar daquilo que é do nosso dia a dia, daquilo que é da nossa realidade. O seminário também promoveu a troca de experiências e reflexões sobre equidade e participação das mulheres nos espaços públicos. Para o presidente da Câmara, vereador Luís Rossini, são esses momentos que contribuem para ampliar a conscientização sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade. Eu acho que esse tema é muito é mais do que atual, né? Os tempos mudaram, alguma e várias conquistas foram sendo eh logradas pela luta das mulheres, né? Mas a gente ainda tem que avançar muito. A gente sabe que ser mulher não é fácil. Ser mulher e ser profissional, ter que trabalhar, conciliar as atividades, não é fácil. Ser mulher na política é mais difícil ainda, né? Mas eu acho que seminários como esse permite a gente refletir sobre se a realidade e pensar como é que a gente pode tirar essas travas da discriminação, da violência e outras coisas que dificultam a trajetória da mulher na sociedade. Em Campinas, estudantes de escolas públicas e particulares vão ter uma oportunidade por meio do Parlamento Jovem, o programa da Elecamp, a Escola do Legislativo da Câmara Municipal. Esta iniciativa aproxima os jovens da política, da cidadania e do funcionamento do poder público. Quando você era criança, já imaginou como seria sentar na cadeira de um vereador e ajudar a decidir os rumos da sociedade? Graças ao Parlamento Jovem promovido pela Elecamp, a Escola do Legislativo de Campinas, essa experiência está prestes a se tornar realidade para dezenas de estudantes da cidade. Parlamento Jovem, ele é um programa de educação política e cidadã desenvolvido aqui pela nossa escola do legislativo, ELECAMP, eh, e que ele tem por objetivo, como você mencionou, trazer conscientização sobre o funcionamento da democracia representativa, da política e, principalmente, da Câmara Municipal. Ele é essencialmente um programa de simulação parlamentar, ou seja, os participantes que o público alvo aqui são estudantes, né, da da das escolas de educação básica aqui do município, eles têm a oportunidade de simular como que é o trabalho de um parlamentar aqui numa sessão ordinária. Nós tivemos a inscrição de 29 escolas nesse momento, cada uma delas vai trazer que o seu jovem parlamentar que vão ter a oportunidade de eh serem diplomados e tomarem posse aí nas próximas semanas. O mais próximo, então, que a gente consegue chegar do plenário que a gente vê toda segunda e quarta-feira. Você citou aí também a questão da diplomação desses jovens. Exatamente. Eles vão ter oportunidade de passar por uma cerimônia de posse, tal qual acontece aqui no dia primeiro de janeiro, com toda a cerimônia, com, né, mestre de cerimônias, toda a pompa. Podem convidar as suas famílias, os seus os seus amigos para comparecerem aqui. A gente estabelece ali um limite por escola, porque o nosso plenário tem uma uma capacidade de de 300 pessoas. Então, eh, é um momento muito significativo para eles, né? E passar na TV, eles gostam disso tudo. A partir do dia 9 de junho, os jovens eleitos em suas escolas começam uma jornada pelo universo da política. Durante os encontros, eles vão conhecer de perto como funciona o trabalho dos vereadores. Então, no dia 9 de junho, pela primeira vez, os jovens parlamentares de todas as escolas participantes vão se encontrar aqui e vão poder trocar ideia, quebrar o gelo a respeito do do que se espera que eles façam aqui dentro da Câmara. E isso vai ajudar com que a gente chegue na etapa final, que é efetivamente a simulação de uma reunião ordinária do plenário para discussão dos projetos de lei. Além de debater ideias e questões do dia a dia, os participantes também vão criar projetos de lei e participar de uma sessão simulada no plenário. Uma oportunidade para descobrir na prática que política não é assunto só de adulto, mas um espaço que também pode ser ocupado pelos jovens. Ao invés de nós termos um único projeto, um projeto de lei para cada jovem eh parlamentar, nós temos o trabalho que simula ali o das comissões permanentes da Câmara. É mais ou menos essa a similaridade que nós estabelecemos, porque a gente foi vendo com o passar dos anos que muitas vezes os projetos acabam ficando um pouco repetitivos, né? A gente identificou, por exemplo, que questões de saúde mental na adolescência, que hoje estão gritando, eh, muitas vezes eram objeto de vários projetos parecidos, muito semelhantes, e que muitas vezes eles não se conversavam. Então, desde o ano passado, nós adotamos uma sistemática de separar eles por grupos com temas sorteados, como eu mencionei. E aí, a partir disso, as escolas constróem entre os seus jovens um único projeto de lei. Então, isso já exige nessa etapa do programa, na etapa da elaboração dos projetos de lei, uma série de competências que fazem parte da vida democrática, que é convencer o outro, porque às vezes você tem uma ideia interessante, o outro colega também tá certo que ele tem uma ideia interessante. Então eles precisam chegar num consenso de qual projeto de lei vai prevalecer. Mais do que ensinar como funciona a política, o parlamento jovem busca formar cidadãos mais conscientes, participativos e engajados. da nossa percepção enquanto enquanto educadores ali da escola do legislativo, a gente percebe que o Parlamento Jovem se incorporou ao calendário de atividades de parte das escolas aqui do município. Então nós temos escolas que você fala: "Vai abrir a inscrição no dia tal, 10 minutos depois que abriu a inscrição, você tem a escola ali já engajada fazendo a inscrição paraa participação, porque já virou um projeto, parte do projeto pedagógico da escola." Então isso tem sido algo muito significativo pra gente, porque a gente tem cultivado aí eh parcerias de longa data e que percebemos que muda o contexto da escola, faz com que a escola se agite, que os jovens fiquem animados em participar, em compreender como é que funciona a Câmara. realmente eh desperta essa esse lado da das paixões, digamos, relacionado ao funcionamento do nosso sistema político. Campinas já tinha uma lei de 2024 do dia da força expedicionária brasileira, mas uma atualização proposta pelo presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, determina que Campinas tenha a semana da força expedicionária brasileira com diversas atividades para lembrar a luta da delegação que lutou ao lado dos aliados durante a Segunda Guerra Mundial. A Lei 16.925 de 1 de junho de 2026 inclui no calendário oficial de eventos de Campinas a Semana da Força Expedicionária Brasileira, a FEB. Ela foi publicada no Diário Oficial do Município de 2 de junho. O autor da lei, vereador Luiz Rossini, fala da importância da corporação composta por mais de 25.000 homens e mulheres que lutou ao lado dos aliados na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A participação da FEB, a força expedicionária brasileira foi decisiva, né, paraa reconquista, pra liberação da Itália, né, do julgo do chamado eixo nazi fascista, né, Alemanha, Itália e Japão. E essa semana e ela tem por objetivo a gente relembrar isso e valorizar a memória daqueles que foram lá lutar por ideais que a gente acredita até hoje, né, de democracia, de liberdade, de soberania, de justiça, de igualdade. Há uma gratidão enorme do povo italiano a FEB. E a gente quer aqui que isso recontar a nossa história. Poucas pessoas sabem disso, conhecem essa parte da história do mundo e da história do Brasil. Então, essa semana tem esse objetivo. De acordo com a lei, a semana da força Expedicionária Brasileira poderá ser comemorada com a realização de workshops, feiras, atividades desportivas, reuniões, palestras e seminários, entre outros eventos. E a Associação dos Expedicionários eh campineiros, ela tem a todo ano feito ações nessa semana que envolve o dia 8 de maio, que é o dia da vitória, né, quando teve o final da Segunda Guerra Mundial, para lembrar e fazer memória mesmo aos expedicionários brasileiros e particularmente aos campineiros que integraram aquela força expedicionária. É, a FEB foi criada no governo Getúlio Vargas em 1943, eh, depois de navios mercantes brasileiros terem sido afundados, né, por pela Marinha do eixo alemã, Itália, tal. Então, o governo reagiu a isso, criou a força expedicionária brasileira que se juntou aos aliados para enfrentar o nazifascismo na Itália. E foi impressionante assim a participação, deixou um legado. Meio-dia mais 26 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo e como hoje é quarta-feira, é dia de reunião ordinária, a 34ª do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar sete projetos. Para você ficar muito bem informado, ó, site da Câmara Aberto, campinas.sp.lege. Aqui você já consegue conferir os sete projetos que serão discutidos e votados. Olha só, tem um destaque aqui, ó, um projeto de lei de autoria do vereador Roberto Alves, que estabelece diretrizes para a utilização da videochamada como ferramenta complementar ao atendimento telefônico que já realizado pelo serviço. Este projeto estabelece que essa videochamada pode ser utilizada em ocorrências de urgência e emergência para auxiliar o médico regulador na avaliação da situação em tempo real. E a proposta também prevê que o envio da chamada seja feito por meio de um link seguro encaminhado por SMS ou aplicativos de mensagens, dispensando a instalação de aplicativos específicos pelo cidadão. Os vereadores também vão discutir e votar um projeto de lei de autoria do vereador Paulo Hadad. É uma proposta que pretende priorizar o atendimento de reconstrução facial e dentária a vítimas de violência doméstica em pronto socorros, atendimento médico ambulatorial, unidades básicas de saúde e unidades de pronto atendimento às UPAs da rede de saúde municipal que possuam serviços em saúde bucal e também facial. Então você que está nos acompanhando, só entrar no site da Câmara no campinas. sp.lege.br e você consegue na íntegra acompanhar estes projetos que os parlamentares vão discutir e votar a partir das 6 horas da tarde. Se você quiser, pode assistir a reunião ordinária aqui do plenário, entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mange, número 66, no bairro Ponte Preta. Se não tiver condições, continue com a gente, porque a TV Câmara Campinas transmite ao vivo. Вот. เฮ