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Estúdio Câmara | Viajar ou guardar dinheiro?
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Estúdio Câmara | Viajar ou guardar dinheiro?

68 views Publicado 03/07/2025 HD · 1:00:18

Descrição do vídeo

Viajar ou guardar dinheiro? Eis a dúvida que ronda jovens, casais, famílias e até aposentados em um mundo onde as experiências são exaltadas, mas a instabilidade econômica exige cautela. No episódio desta quinta-feira do Estúdio Câmara, trazemos um debate atual e necessário: como equilibrar o desejo de viver o presente com a responsabilidade de planejar o futuro? De um lado, viajar transforma: amplia horizontes, fortalece laços, cria memórias. Do outro, poupar e investir garante segurança, tranquilidade e proteção diante dos imprevistos. E no meio disso tudo, há ainda a pressão das redes sociais, que vendem a ideia do “viver intensamente” a qualquer custo, mesmo quando o bolso não permite. 👥 Para ajudar a refletir sobre esse dilema moderno, recebemos dois convidados especiais: 🔹 Diego Leme de Souza – Sócio-proprietário da Calamares Viagens e STB Turismo e Intercâmbio, traz a perspectiva de quem vê de perto os sonhos que se realizam por meio de viagens bem planejadas, inclusive de intercâmbio, e fala sobre a transformação pessoal e profissional que o turismo pode proporcionar. 🔹 Josi Miranda – Psicóloga clínica com expertise em saúde mental, analisa o impacto emocional de abrir mão de experiências ou viver em constante cobrança por produtividade e sucesso financeiro. Ela nos ajuda a entender como as escolhas influenciam o bem-estar e como lidar com a ansiedade diante das pressões sociais. 📊 O que é mais inteligente: juntar para viajar agora ou investir para o futuro? 💰 Como organizar as finanças sem deixar de viver? 💼 Quais os impactos emocionais de adiar sonhos ou de viver no limite financeiro? 📱 E como as redes sociais influenciam essa disputa interna entre viver e economizar? 👉 Este é um episódio essencial para quem quer entender como equilibrar sonhos e responsabilidades, memórias e patrimônio, emoção e razão. 💬 Participe do debate: Nos comentários, conta pra gente: você prefere colecionar memórias ou acumular patrimônio? Já adiou alguma viagem por questões financeiras? Ou já se arrependeu de ter gasto demais para viver uma experiência? 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios. 👍 Curta o vídeo, compartilhe com os amigos e ajude a ampliar esse diálogo tão atual! ✅ Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [Música] tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo. O Estúdio Câmara já está no ar. Nós estamos falando da TV Câmara Campinas. E você como está, hein? Hoje é quinta-feira, dia 3 de junho de 2025. Estamos na metade do ano e a galera está de férias. E olha, hoje nós vamos falar sobre um dilema que está na cabeça de muita gente. Me conta, vale mais a pena viajar e viver experiências ou guardar dinheiro e pensar no futuro? A decisão não é simples e envolve sonhos, planejamento, limites financeiros e até saúde mental. Hoje a gente conversa sobre isso com dois convidados que vão nos ajudar a refletir sobre prioridades, escolhas e os impactos emocionais e econômicos de cada caminho. E você que tá aí do outro lado, a gente agradece a sua audiência, a sua companhia. Fique com a gente e não esqueça, você pode compartilhar com o seu colega este programa também no YouTube, tá certo? Vamos lá, então, atualizando algumas informações, a previsão do tempo para você desta quinta-feira e daqui a pouquinho a gente vai para o nosso tema central: Viajar ou guardar dinheiro. Eis a questão. Olha gente, férias aí, né? Minicidade da INDEC é opção educativa e gratuita para as crianças agora nas férias. Durante esse período de julho, período de férias escolares, a minicidade da Indec se destaca como uma opção gratuita e educativa para crianças de 5 a 11 anos aqui em Campinas, tá? Eh, essa mini cidade fica na sede da INDEC, na vila industrial. O espaço simula uma cidade em miniatura, com calçada, eh, ciclovia, ruas, também pontos de ônibus, ônibus, semáforos e placas de trânsito. A proposta, clara, é ensinar a turminha de forma lúdica sobre a mobilidade urbana e a circulação segura, né? A visita dura cerca aí de 30 minutos, é acompanhada por agentes e educadores da INDEC. As crianças, elas podem andar de bicicleta no local e embarcar em um ônibus imaginário, aprendendo sobre o trânsito enquanto se divertem. As visitas, elas são realizadas às terças e quintas com agendamento prévio obrigatório, tá? Feito com 72 horas de antecedência. Cada responsável pode levar até quatro crianças. Os agendamentos são gratuitos e podem ser feitos pelo site da INDEC. Então você pode acessar lá endec.com.br/ br/minicidade ou também pelo aplicativo da Indec no botão visita educativa, uma ótima opção para as férias da turminha. E olha só, Campinas realiza a cerimônia cívico-militar pelos 93 anos da revolução de 1932. acontece na próxima terça-feira, dia 9, aqui em Campinas, essa tradicional solenidade cívico-militar, eh, em homenagem, né, aos 93 anos da Revolução Constitucionalista de 1932. Esse evento, gente, ocorre a partir das 9 da manhã no mausoléu do soldado constitucionalista no cemitério da saudade. Essa cerimônia busca preservar a memória dos excbatentes paulistas que lutaram por uma nova constituição durante o movimento armado contra o governo de Getúlio Vargas. Durante o ato também será entregue a medalha constitucionalista, a honraria concedida pela Sociedade Veteranos de 32 MMDC, com o apoio do governo do estado de São Paulo para personalidades e instituições que contribuem para a valorização da história e também dos ideais de 1932. A iniciativa tem o apoio da Polícia Militar, do núcleo MMDC Campinas, dos escoteiros do Brasil e também da prefeitura. Essa cerimônia é aberta ao público, faz parte do calendário oficial aqui do município, combinado? Previsão do tempo. Bom, quinta-feira teve sol, né, ao amanhecer e aí a gente tem um dia entre com sol entre nuvens aqui em Campinas. Mínima foi de 12, máxima chega a 18º. Hoje tá frio, gente. E aí, pancadinhas de chuvas isoladas, né? Eh, durante todo o dia aqui na nossa cidade, tempo nublado e à noite nós temos tempo firme. Essa é a previsão do tempo, de acordo com o climatempo aqui para a nossa metrópole. Muito bem, vamos ao nosso tema central. Viajar ou guardar dinheiro. Eis a questão. De um lado, a vontade de viver experiências, conhecer lugares e aproveitar a vida. do outro, o cuidado com o orçamento, né? A necessidade de pensar no amanhã e garantir segurança financeira. Gente, que dúvida, hein? Para nos ajudar nessa conversa, a gente recebe no estúdio o Diego Leme de Souza, sócio proprietário da Calamares Viagens e da STB Intercâmbio. Seja muito bem-vindo. Como vai você? Tudo bem? Prazer te receber aqui. Obrigado, Rúia. Obrigado, Rúbia, pelo convite. TV Câmara também. Ah, é um prazer estar aqui, principalmente para falar de um assunto tão gostoso como viagem. Nossa, quem é que não gosta de viagem, né? E a viagem tem um impacto na nossa saúde mental, tem um impacto no nosso emocional. E é por isso que a gente precisa, para completar o nosso time de hoje, de uma psicóloga e ela está com a gente direto de Portugal. É a psicóloga clínica Josi Miranda. Ela tem uma atuação voltada à saúde mental e vai nos ajudar a entender o impacto emocional das nossas decisões de consumo e a escolha, né, eh, que a gente decide aí entre viajar ou guardar dinheiro. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua participação. Obrigada. Eu que agradeço o convite. Acredito que vai ser um debate muito rico, né, sobre essas dualidades aí do ser humano, que é viveu hoje ou se planejar para amanhã. E vai ser um papo bem legal. Ah, eu tenho certeza, né? Eu estou optando por viver um dia de cada vez, mas eu vou te contar que um planejamento também faz parte e viajar é maravilhoso, mas você ter aí é um dinheirinho guardado no banco também faz bem, né, paraa sua saúde mental. E agora viajar muitas vezes é visto como um luxo, gente, mas há quem diga que é investimento em si mesmo, tá? E de fato, quando a gente olha eh para o que a gente aprende com uma viagem, né, para eh o quanto a gente se desconecta da rotina, parece mesmo que não é só gasto, gente, é transformação. Mas e agora? Vamos lá. Viajar ou guardar dinheiro? Diego, já vou com você. Eh, viajar ficou mais acessível nos últimos anos, né? Eh, pelo que a gente percebe, então, quais são os maiores mitos que as pessoas ainda acreditam sobre custo de viagem? é que hoje assim com o a popularização da viagem, né, pegando qualquer tipo de nível social, qualquer tipo de lifestyle, acabou abrangendo um pouquinho a facilidade em poder estar em outro lugar, né, seja outra cidade, outro país. Ah, hoje o segredo da viagem, na minha opinião, né, ah, é basicamente um bom planejamento. Uhum. que nem a Rúbia falou, acho que é muito importante também a questão do da do investimento, deixar também para futuras emergências dentro do banco. Então, é sempre um equilíbrio, que nem a gente tava conversando antes de entrar no ar, ah, um equilíbrio justamente dos dois pontos entre viajar e ter um planejamento financeiro, não só pra parte de viagens, mas pensando na parte familiar também, na parte de saúde, é muito importante, né? Eu acho que a viagem compõe um lifestyle de vida, é um dos pontos que compõe. Então, eh, não é o extremo e também não é o zero, é justamente o que encaixa dentro do seu padrão financeiro, junto com suas vontades e, principalmente, desconectar desse ambiente de trabalho que a gente tem que diariamente correr atrás para suprir toda a família. É verdade. A gente ficou assim, a gente tá trabalhando mais, né? A hora passa muito mais rápido, tá todo mundo meio que robotizado, né, automatizado. Infelizmente essa é a realidade, a gente não pode fugir dela, mas o que a gente pode é mudar essa realidade de vez em quando com uma viagem, né? Aí eu pergunto pra Jose, a nossa psicóloga, eh, a busca por experiências tem substituído aí o desejo por bens materiais, principalmente entre os mais jovens, né? Como é que isso reflete na autoestima e na construção da identidade, né? Eh, o pessoal tá querendo se desconectar um pouco mais e qual que é a importância disso, Jose? Sim, eu acho que esses temas se conectam diretamente, porque muitas pessoas usam a viagem como esse recurso de uma busca por autoconhecimento, né? Uma busca de ter contato com outras culturas, outras linguagens, né? No caso de pessoas que fazem viagens para fora do país, mas mesmo dentro do nosso país, que é o Brasil, um país continental, né? Você vai pro norte, você vai pro sul, tem culturas diferentes em trocas e muitas pessoas se encontram, né, se reencontra a identidade através desse contato com outras pessoas, outras formas de viver. E o próprio cérebro quando ele sai daquela rotina, né, daquele looping, a gente tem melhores insightes, né, tem melhores aí possibilidades de autoconhecimento mesmo, de ter contato com emoções, que ali trabalho, casa, estudo não é tão fácil assim de acessar. Muito bem. Agora, eh, digo, como é que o setor do turismo ele vem eh, percebendo essa tendência eh eh de valorização das experiências, né? Como que vocês têm percebido, qual que é a visão desse setor? Eh, vamos colocar aqui um ponto bem específico que eu acredito que isso deve ter melhorado após a pandemia, porque o pessoal na pandemia todo mundo ficou recluso, né? E aí com medo de não saber o que vai acontecer amanhã. E aí depois o pessoal resolveu viver um pouco mais. Então como é que o setor de turismo tem visto essa eh esse esse essa valorização mesmo, eu acho, de guardar experiências com viagens? Bom, Rúbi, o que você comentou é muito engraçado, né? Eu acho que a pandemia foi um ponto mais marcante pro pro setor. Uhum. E pós pandemia, justamente a eu senti que os viajantes, os meus clientes, sentiram mais a vontade de viver, né, a vida, né? Quando a gente fala de viver a vida, obviamente não se trata só de viagens, trata-se de realmente viajar em família, sair um pouquinho do ambiente que você vive, mas a viagem entrou em foco porque ah eu considero que o Brasil adotou a viagem hoje como ponto obrigatório no seu lifestyle pós-pandemia. Uau, né? Hoje a gente sabe que a viagem já é algo muito presente, principalmente em continentes a norte, no hemisfério norte, como parte de Estados Unidos, Canadá e Europa, que já tá habituado a, né? Eh, que nem a Jos comentou, nem sempre uma viagem trata-se de mudar de país e sim de viver uma cultura interna. Hoje, ah, para mim, Brasil é uma das culturas mais diversas que tem, né? Quando a gente fala não só de sotaque, mas a história do Brasil aconteceu paralelamente com diversos povos, né? E Brasil cresceu muito, cerca de 30% do turismo foi direcionado pro Brasil durante a pandemia e esses mesmos 30% continua, né, no crescimento da agência, né? H, antes da pandemia, obviamente, eh, tinha mais ou menos um público mais internacional voltado para eh principalmente Estados Unidos e Europa. E hoje eu tenho um público muito diverso. Ah, os viajantes passaram a querer descobrir novos lugares, né? Então, hoje a gente trabalha exatamente os cinco continentes. Todos os meses eu vendo os cinco continentes, né? Pontos fortes hoje, pontos altos de viagem. Além do Brasil, África tem sido um destino muito legal pro por iseições de visto. O sudeste asiático é algo que agrada bastante. Então a gente acaba analisando ah uma mudança até no comportamento dos viajantes em buscar algo diferente, né? Então quando você fala de experiência, né? É justamente o que a agência busca, né? Por que que existe uma agência física hoje, né? existe justamente para conseguir desenvolver a parte de experiências, porque hoje o core de um business de uma agência não é mais uma passagem aérea, não é mais um hotel, não é mais um transfer, seguro viagem, é como que uma agência entrega uma experiência pro cliente, quais são os melhores restaurantes de cada cidade, que cultura e história teve naquele lugar, né? Recentemente eu tive com a minha esposa no Peru e a gente consegue realmente estando no país viver um pouquinho de história, um pouquinho de geografia e o mais importante que é se desconectar do mundo. Então hoje a experiência é base principal, né? Hoje a gente vê uma movimentação muito grande ah no mundo, principalmente na parte gastronômica, né? que ao mesmo tempo você tá comendo prato, tá curtindo o prato, tá vivendo a história e conhecendo mais o país. Então hoje a experiência é totalmente o foco dos viajantes em qualquer tipo de viagem, seja nacional ou internacional. Olha só, né? Experiência, né? conhecimento é algo que você vai levar pra vida, só que você precisa de planejamento. Agora eu pergunto pra Joia, nossa psicóloga, o seguinte: eh como que o medo, o medo do futuro e da instabilidade financeira pode afetar a capacidade da gente de viver o presente? O ponto alvo é o equilíbrio, né? Mas esse medo eh eh até que ponto ele é bom? O medo é uma emoção, né? Uma emoção primária que ela vem aí desde homens para proteger a gente, né? Para ajudar a gente a fugir, a lutar, se planejar, enfim. O problema é quando esse medo ele tá em desequilíbrio e muito associado a isso que você falou do futuro. E aí a pessoa deixa de viver o hoje, né? deixa de fazer planos de curto prazo e passa a projetar as coisas no futuro de seja para o que ela pensa que é benéfico paraa própria vida, né? Como sei lá, eu vou pensar na minha aposentadoria, eu quero muito comprar uma casa, eu quero muito comprar X coisa e acaba deixando de viver hoje por esse medo do que pode acontecer no futuro, se caso ela não tomar essa decisão de se privar hoje para viver o amanhã. Só que isso do ponto de vista psicológico não é saudável, porque o que você falou, é uma busca do equilíbrio, né? Os extremos na saúde mental eles nunca nunca são saudáveis. Então é uma busca pelo caminho do meio entre a a porcentagem que eu vou dedicar à minha energia psíquica, o meu dinheiro, o meu tempo pro futuro e pro presente. Então buscar esse equilíbrio aí entre as coisas, né? É verdade, né? Porque tem aquela questão também, você faz o planejamento, daí você vai, viaja, aí depois volta, fica se culpando, né? Então você tem que realmente definir se isso eh é eh tá de acordo com o que realmente você quer. Tem um perfil mais propenso assim a investir em intercâmbio e como que a gente faz para lidar com esse medo, Diego? Acho que a palavra desse ponto é planejamento, né? a gente consegue trabalhar hoje várias variáveis hoje de uma viagem intercâmbio, quanto tempo, onde, quanto quer gastar, tem visto ou não. Então essa flexibilidade trouxe uma abertura maior para qualquer pessoa, mas independente disso, ah, quanto maior o tempo que você já planeja e você investe nisso, ah, melhor, né? A gente fala que uma viagem não é só uma passagem hotel, né? Parte dos 40% de um gasto total, da totalidade de uma viagem é na gastronomia. eh em transporte, eh em passeios, em tours. Então assim, quando a gente fecha uma viagem, a gente não planeja só os itens principais, os essenciais, a gente planeja como 360, né? É muito importante, como a Jos falou, ter esse equilíbrio, principalmente saber a sua alçada, quanto você pode gastar e até onde você pode ir, né? A gente sabe que hoje o mundo de luxo, de viagem, é algo infinito, né? a gente consegue fazer qualquer tipo de experiência, desde um transporte simples, táxi aéreo, como também aluguel de um IAT, mas também algumas coisas a gente consegue retroagir no sentido de não é o luxo que transforma uma vida e sim a experiência que você vive. Então assim, um papel bom de um agente de viagem é conhecer muito com quem você conversa, né? Com quem você tá vendendo, com quem você se conecta, né? Por isso que a premissa da minha empresa é basicamente a gente ter uma humanização extrema no atendimento. Hoje a gente não tem vendas online e a gente tem sempre o contato humano, sempre priorizando um telefone, a voz, o presencial, porque conhecendo bem o diagnóstico bem feito, a gente entrega muito bem, né? Eh, óbvio, eh, que eu vivo disso. Essa é a minha vida ao longo desses 13 anos de de presença no mercado e de 40 da empresa hoje que eu que eu que eu tô junto. Mas é muito a questão do planejamento, né? A a pessoa sabendo o seu limite, como qualquer coisa que a gente cumprir hoje, desde um bem material, né, uma viagem, né, a gente pensa num carro, casa, eu sinto um imediatismo muito grande inteir as coisas, né? Eu vejo isso na viagem, né? Então assim, o o despacito, o devagar é muito importante para, enfim, você dominar o medo, porque quando você domina o medo e domina a situação, o medo assim ele cai bastante. Então é para mim o segredo é esse, é planejamento e ter uma clareza muito grande até que ponto você pode chegar no investimento de uma viagem. Perfeito. Olha só. E você aí de casa, né, tá pensando em viajar? Nós estamos nem férias, nós não, né? As nossas crianças. E é isso. Colocou a turminha já para viajar. É bem legal essa questão de de viagem eh desde a infância, né? Tem as crianças que que fecham o pacote, que vão é, pra Disney ou, enfim, vai ali também na casa da avó, na outra cidade. Isso também é uma viagem, isso faz muito bem. Agora eu pergunto pra Jose, o impacto emocional negativo, Jose, para quem abre mão eh do lazer para guardar dinheiro, né? Porque é é um é um negócio assim bem eh que faz a gente parar para pensar, eu não vou viajar e vou guardar dinheiro, mas aí você passa o ano inteiro trabalhando, guardando dinheiro, chega final do ano, você fica em casa, o dinheiro fica lá, o ano que vem você tá guardando dinheiro. Daí, né, é bom, é legal você construir. Mas e aí como é que fica a questão emocional, né? Então, por gentileza, fala pra gente se tem um impacto negativo pra gente ficar guardando, guardando, guardando dinheiro e não tendo experiências de vida. Sim, isso tem uma grande frustração no aqui agora, né? Porque imagina, a pessoa trabalha, trabalha para viver um futuro que ela não tem evidências de que vai acontecer, porque o futuro a gente não controla, a gente pode tentar planejar para prever, né? Mas o controle nós não temos. E e pegando esse gancho do imediatismo, né, que o Diego falou, é a questão da ansiedade, né? Tanto a ansiedade pelo resultado do que tá no futuro. Então eu estou guardando dinheiro, seja para um projeto, para uma casa X. E aí eu quero muito que o tempo passe rápido para que eu chegue e só consiga ter prazer, consiga desfrutar daquilo no futuro. Então isso no presente gera uma tensão emocional, um estresse, uma frustração, porque o nosso cérebro ele precisa de uma recompensa imediata, né? Claro, não exagero, mas nós precisamos ter uma recompensa imediata que seria como um fruto ali do nosso esforço, do nosso trabalho. E muitas vezes a viagem pode entrar aí nessa recompensa, né? Como seja uma viagem curtinha ou com bom planejamento, como já foi falado, pelo seu trabalho, pelo fruto do seu esforço e no futuro você projetar, sim, né? Mas se você não viveu agora também questões de saúde mental com certeza aparecerão, né? É, exatamente. E a gente precisa cuidar da nossa saúde mental, tentar manter o equilíbrio. Aí vamos lá. A saúde mental também envolve a questão da economia, porque você precisa ter uma estabilidade financeira para que você possa viajar. Não é assim, pegar todo o dinheiro que você tem, investir numa viagem e depois como é que vai ficar? Você vai voltar e quando você voltar o bicho vai pegar. E aí, como é que você faz, né? Então, o que que os viajantes precisam considerar, Diego, ao planejarem em termos de segurança financeira, né? Você falou lá do planejamento, tal, mas a além disso, né? O que que mais que a gente precisa considerar na questão da segurança financeira para o planejamento de uma viagem? Hoje é, eu costumo dizer pros viajantes que no máximo 15% da renda tem que estar comprometida com viagens. Uhum. Porque hoje ficou muito flexível. Você escolhe a temporada, uma baixa temporada já cai cerca de 30% do valor que você investe. O destino é muito importante, né? Hoje quando um viajante chega pra gente não tem uma premissa de lugar e sim de investimento, a gente já consegue fazer um 360 desse desse investimento que ele tem justamente para chegar num destino que possa atingir as expectativas dele, né? Eh, mas a questão principal é eh você até comentou de ficar em casa assim, é realmente a pessoa entender o que vai suprir a necessidade dela, né? É que hoje a viagem acaba sendo tratada como algo especial, porque você tudo que você vive numa viagem é considerado novo, né? Acho que a Jose pode complementar depois sobre isso, mas o novo é muito bom, é, no sentido que qualquer coisa que venha a acontecer supre a expectativa das pessoas, né? Então assim, essa questão de dessas jogadas, de escolher o destino, ah, realmente analisar a temporada que você está indo, né? Então, vou fazer um parâmetro aí do que eu mais trabalho hoje, que é roteiros personalizados paraa Europa. Ah, a gente acaba direcionando pessoas não só pelo investimento, mas também para baixa temporada, para uma melhor vivência, né? A gente sabe que o Eurossummer hoje é algo extremamente procurado pelo mundo inteiro e não só por brasileiros. Então, pegando meses estratégos, estratégicos como abril, maio, setembro, né, início de outubro, final de agosto, já é um grande passo para você conseguir ter uma economia, ao mesmo tempo ter uma vivência mais intimista, né? Ah, outro ponto importante é é até que ponto você precisa eh mudar de continente, até que ponto você precisa investir numa diferente moeda, né? Hoje a questão financeira, a gente consegue analisar países que o que o real tem um poder de compra maior, como também o inverso disso. Então, a gente acaba analisando ah todas essas variáveis como temporada, poder de compra e gasto em loco. Foi o que eu falei para vocês, né? Todo mundo pensa que o mais caro é avião e hotel, não, né? Se você contar hoje mais ou menos eh uma viagem internacional de hemisfério norte, Estados Unidos, Canadá, Europa, o Japão, China, a gente sabe que pelo menos 30% de todo o investimento é focado nisso, né? Ah, hoje a personalização trouxe ah um aumento do custo, porque a gente deixa uma pessoa 100% dedicada a esses turistas com o local para viver, né? Então é é realmente é é a pessoa ou viajante se conhecer muito e quem está vendendo essa viagem conseguir entregar um diagnóstico bem legal para juntar o útil agradável. Muito bem. É isso que a gente precisa aprender, juntar o útil ao agradável, né? E a Jose fala pra gente sobre a experiência, Jose, eh, de uma viagem, né? O que que isso traz pro nosso nosso psiquê, pro nosso cérebro, nossa saúde mental? Quais são os benefícios, né? E isso tem um, tipo assim, a gente viaja, fica uma semana viajando, depois eu volto e eu reconectei, né? Eu, eh, eh, recarreguei as minhas baterias. Isso faz a diferença no nosso dia a dia. O que que traz de benéfico paraa nossa saúde mental e o nosso desenvolvimento, seja ele profissional, eh eh pessoal e familiar, enfim. Sim, a viagem ela é um reencontro, né? Eu acho que é um reencontro com eh você mesmo. Se você estiver disposto a entrar naquela cultura, na no que é novo, né? Eu eu escutei uma frase que é assim: que você nunca perca o olhar de turista. Porque qual é o turista? É é ver as coisas com encantamento, né? É ver as coisas como novidade. Aquele brilho no olho que você chega e vê uma paisagem linda, uma ponte, você fala: "Uau! que que magnífico está aqui. Vem aquela alegria, aquele sentimento e muitas vezes a gente perde o olhar de turista, né, pelas coisas que vão acontecendo na vida. Então esse esse link de de da viagem da saúde mental é muito importante, né? Aqui na clínica nós recebemos muitas pessoas eh brasileiros, né? Porque nós atendemos brasileiros que moram no exterior, diferentes países e continentes, e que a motivação para mudar inclusive, né, aqui paraa Europa ou para outros continentes, foi porque veio como turista, viu, né, a cidade, o país como turista, se encantou e quis continuar ali. Claro que a vida de imigrante tem os seus desafios, né? Mas eh nunca perder esse olhar de turista é importante também para manter o equilíbrio da saúde mental. Então dos benefícios que você falou, tem muito essa coisa da de conectar com o outro, de aprender coisas que você não aprenderia se continuasse na sua cidade, né? Se caso não tivesse tido esse eh essa alegria, essa motivação de viajar, né? Nossa, que legal, né? E você tá falando direto de Portugal, como é que tá Portugal hoje, né? Como é que tá a Europa? Tá muito calor por aí? Conta pra gente aí. A gente com esse olhar de turista, a gente quer saber um pouquinho. Sim, sim. Tá, tá no alto verão europeu, né? O verão acabou de começar aí, então tudo fica. Eu moro atualmente em Porto, Portugal, então tem muitos eventos culturais, muitas atividades, né, gratuitas ou pagas, enfim, porque realmente o sol vai se pôr aqui 9:30, 10 horas da noite, né? Ainda tem sol muitas vezes. Então as pessoas aproveitam ao máximo mesmo depois do trabalho, quando pode ir num parque, quando pode fazer uma atividade física. Então o clima que tá bem de férias, né? entrou agora em recesso, as férias escolares, universidades, enfim, então a cidade fica mais agitada e tem aquele clima. Mas tem o contraponto que o Diego falou que é altíssima temporada, então cabe analisar aí também, vir para cá nessa época, né? Sim. Agora, uma curiosidade que me bateu, como é que você chegou em Portugal? Você, por um acaso, foi fazer um turismo e aí ficou ou você já tinha planejado? Olha, eu já tinha planejado, eu vim para fazer um mestrado, né, em psicologia clínica e da saúde, que é a minha área de especialidade, e para viver também essa emoção de viver no exterior e ser imigrante, porque o público que eu atendo na minha clínica são brasileiros imigrantes. Então eu pensei, eu preciso viver essa experiência para entender na pele literalmente o que é ser um imigrante, né? e tem sido transformador assim para mim ter contato com outras culturas, não só a portuguesa, mas como aqui na Europa tem um intercâmbio muito grande entre os países, né, ter a oportunidade de conhecer pessoas da Romênia, de outros países, enfim, é gratificante. Então, eu vim para fazer o mestrado e pretendo ficar aí durante algum tempo. Que legal, né? a gente aqui em Campinas, eh, conversando lá do outro lado, né, com com uma psicóloga e que foi para Portugal e está lá atendendo, né, os migrantes, atendendo brasileiros e falando pra gente da importância de viajar, a importância de de viver novas experiências, né? E aqui uma pessoa do meu lado, Diego, que trabalha eh favorecendo e facilitando essas novas experiências, né? Ô, Diego, é, eu ia pegar o gap da Jose porque realmente quando a gente compara algo a lazer pro acadêmico muda muito as pretensões, né? Hoje eu considero o intercâmbio um um um fator mais sensível, porque de um intercâmbio pode ir a uma imigração, né? Eh, não é só a questão do novo, mas é de viver realmente um lifestyle totalmente diferente, né? a gente sabe que cada país consequentemente tem sua cultura, seu tem seu dia a dia e essa questão do intercâmbio tem crescido bastante. Então a gente vê tanto nessa sequência que você falou de um turista conhecer um país e passar a investir em intercâmbio pra estadia, como também uma experiência curta de quro semanas paraa especialização, como também pessoas que já se jogam em países que legalmente falando aceitam já o os viajantes no sentido de se você estudar você pode trabalhar até x horas semanais. Então é uma abertura que os países têm oferecido, né, para outros, por exemplo, como o Brasil, para realmente viver o novo, né? A gente sabe hoje que destinos como Austrália, Nova Zelândia, Canadá tem crescido bastante, né? São países que a missegenação tá crescendo demais, né? O governo apoiando essa essa essa essa mudança, essa viagem, né? Então, assim, eu vivo histórias lindas diariamente, né? O turismo já mostra isso, só que o intercâmbio sempre tem um pouquinho mais da questão sensível de assim, eh, mudar a língua, né, mudar a moeda, mudar a cultura que você vai viver, né? Eu tenho recentemente uma história muito bonita de uma família muito estavelmente eh falando, financeiramente, socialmente falando, ah, que morava aqui em Campinas, né? era um casal por volta dos seus 33 anos. Ah, a filha deles tinham por volta de 7 anos e já tinha ele tinha 8 anos de uma empresa muito conceituada. Ela era empreendedora no Brasil no Ram Test. E assim eles mudaram totalmente a vida deles, né? Hoje eles estão na Austrália, né? Ele trabalha com a parte de logística, ela tá empreendendo na parte de importação. Ah, e a Antonela, que é a filha deles, hoje vive num ambiente totalmente diferente, galera falando inglês, ela já tá com sotaque australiano e o engraçado é não é sobre dinheiro, é sobre o que você busca pra sua família, o que você busca pra sua filha, né? Então, intercâmbio, a gente acaba vivendo isso porque a gente expõe muito as pessoas ao sensível, né? Elas ficam muito expostas ao novo. A gente sabe que hoje a gente sente 100% seguro, vamos falar 99% seguro no nosso porto seguro, que é onde a gente vive, onde a gente é nativo. Então eu eu já vivi essa experiência também, que nem eu contei para você antes de entrar aqui. Eh, vivi um ano nos Estados Unidos e claramente você entende o que faz parte de você e o que não faz parte, né? Essa troca para mim, depois eu queria até a opinião da Jose, ah, traz uma empatia gigantesca, né? traz uma força muito grande e eu costumo até brincar com meus estudantes de high school, que é quem faz o ensino médio exterior, é um perrengue chique, porque os pais envias tem muito, mas eles choram muito lá também, imagina, né? Porque tem muita coisa, não tem a mãe, mas para chorar, a questão da autorresolução de crise, de problemas, vem muito deles. Então a gente fala, né? Hã, que vai menina, que vai garota e volta mulher, vai menino e volta homem, porque realmente eles acabam passando por algumas coisas que só no desmame dos pais eles conseguem realmente entender um pouquinho da realidade da vida, né? Porque nada mais a gente quer criar os filhos pensando nos outros e não em nós, porque a hora que tem esse desmame e essa separação paterna e materna que a criança começa a sentir realmente o que é a vida. Exatamente, né? Ô Jose, você ouviu o Diego falando do perrengue chique, né? E e a viagem em si, o intercâmbio traz pra gente aí a oportunidade eh de sair da zona de conforto, né? E quando a gente sai da zona de conforto, a gente já eh eh deu um grande passo e aí quando a gente retorna depois a gente percebe que uau, se eu não tivesse saído, né? eh é a importância dessa eh dessa atitude de uma atitude, acredito que seja muito positiva, né, de força, de vontade e de busca pelo novo para para a nossa a nossa saúde mental, porque você é psicólogo, então a gente tá colocando aí a conexão entre viagem. E aí a gente fala de viagem de férias, a gente fala de viagem eh eh de um intercâmbio também e conecta eh esse tipo de ação de atitude na nossa saúde mental. Qual que a importância de sair aí da zona de conforto quando a gente fala da viagem eh referente a intercâmbio, como o Diego eh muito bem colocou aqui. Sim, a viagem intercâmbio, né? mesmo um período mais longo, fora da sua origem, do seu país, da sua zona de conforto, é a construção de uma nova identidade. Porque a nossa identidade, a nossa personalidade, ela é construída através do cultural, através do padrão ali da família, né, de relacionamento. E com tudo isso que existe ao nosso redor, nós vamos incrementando, introjetando aí essas características de personalidade, de ser uma pessoa mais extrovertida, uma pessoa mais introspectiva. E quando acontece o intercâmbio, essa vivência fora do país, eh, ou do seu estado, que seja, a pessoa tende a construir novas características. Por quê? Porque ela precisa se adaptar. Então, às vezes, uma pessoa que era super extrovertida quando vai para um país que ela não domina muito bem o idioma, começa a ter características de introversão, de ter medo de se expor ou aquela dificuldade de criar, fazer novos amigos, né? E aí é que entra o trabalho da psicologia, né? fazendo com que essa pessoa fortaleça aí a autoestima, tenha ferramentas práticas e técnicas para lidar com o outro, para lidar com a nova cultura, entender, eu não vou abrir mão da minha cultura, mas também eu preciso me adaptar a essa nova cultura e qual meio o caminho para que eu tenha um equilíbrio aí físico, mental dessas coisas. de verdade, eu acho que a experiência mais transformadora que alguém pode ter é fazer um intercâmbio, é morar em outro estado, em outro país. Aí, pegando esse gap, Jose, eh, assim, pelo menos uma vez na vida, a pessoa precisa ter contato com outra cultura. Essa é a minha opinião, né? Eu falo muito de família, né? Eu estive em 30 países, minha irmã teve 30 e tantos países. Eu sou do perfil em estar no Brasil e viajar, fazer cursos curtos acadêmicos. E minha irmã já teve a posição de morar fora, né? Hoje ela tá há 8 anos já na Nova Zelândia. Eh, eh, é um país totalmente diferente, uma cultura totalmente diferente, né? Então assim, é muita questão do perfil, mas o o se desafiar, seja pro intercâmbio, uma viagem, saindo um pouquinho da zona de conforto, é muito importante para você se conhecer, né? Eu eu eu eu comento muito do fato de ser curioso, né? Hoje o ser curioso é muito importante, porque a partir do momento que você começa a dar esses passos fora do da sua bolha, da sua vida, da sua rotina, você conhece o dobro, você sabe o que você gosta mais, o que você não gosta. E um ponto muito importante nisso é a parte vocacional. né? As nossas crianças hoje a entre os seus 16 e 18 anos tem uma pressão gigantesca falando de high education, de ensino superior. Então assim, o ser curioso, quais profissões existem, né? Como que as pessoas operam, como que é um negócio meu no exterior, hoje é um fato muito importante para qualquer pessoa, nesse sentido de se você não conhece o novo, se você não se desafia, você acaba ah ah se estabilizando, se acomodando numa situação única. É. Exatamente. A tal da zona de conforto, né? A gente tá acostumado e tá tudo bem, mas não. Que tal viver novas experiências? Daí você fala: "Poxa, mas eu não consigo, né? Eu eu tenho as minhas contas para pagar, as minhas e eh as minhas pendências." Mas espera aí, claro que você consegue, porque hoje tá bem mais fácil do que antes viajar. Aí, sem contar que você pode parcelar aí. E claro, tem que ter o compromisso, ótimo. Mas quando se você faz uma viagem e parcela, você vai pagar durante um ano. Quando você terminou de pagar, você vai executar a viagem e aí tá tudo bem, tá ótimo. Você vai ver como valeu a pena. Precisa sim encontrar, claro, um equilíbrio, né? Um ponto de equilíbrio saudável aí entre poupar e viver. Mas é, você precisa viver, né? É importante viver. E Jose, um fato importante que eu senti nos últimos dois anos do comportamento do consumidor. Uhum. É que a gente tá falando tanto de planejamento aqui. Sim. Mas as pessoas têm fechado cada vez mais próximo do embarque, né? É um fato que eu ontem eu conversei com o meu time, eu falei: "Gente, a gente fala tanto de planejamento aqui, mas eu acho que as pessoas vêm se planejando financeiramente, né? com o desejo de fazer intercâmbio e viajar e com a concretização realmente do que você esperava guardar, aí sim eles dão um passo a frente, né? Interessante também, né? Antes a gente sentia muito pessoas fechando 10 meses, 9 meses de antecedência. Hoje assim a gente tem pessoas fechando um uma Ásia, né, que é que é algo mais complexo, com quro meses de antecedência, três meses de antecedência. Sim. É que já se planejou antes, né? Talvez é isso, eu não sei eh falar com propriedade, mas assim, analisando assim as minhas vendas, assim, viagens internacionais e grandes que antes eram planejadas com 10 meses de antecedência, três meses eles estão tomando essa decisão. Olha só, né, gente? Ai, viajar é muito bom. Agora a gente precisa salientar também aqui. Nós estamos falando de intercâmbio, viagem internacional, mas uma viagem pode ser eh a 30 km, né, de de distância de você. O negócio é o que a Jose falou, não perder o olhar de turista. Gente, o olhar de turista pode estar dentro da sua própria cidade, né? E isso traz um benefício pra sua saúde mental magnífica. Eu tenho olhar de turista, eu gosto de contemplar assim, às vezes eu tô andando e aí dou uma olhada, fala: "Nossa, olha que lindo, que maravilhoso". Então, tenha um olhar de turista. Aí, se você de repente não tem condições de fazer uma viagem nesse momento, uma viagem internacional, uma viagem mais longa, né, se programe para iniciar com pequenas viagens, né, com viagens mais curtas, mais próximas a você, para você eh sentir o que esse movimento traz, né, porque você tem eh cultura em todos os lugares. Então, se você vai fazer uma viagem numa cidade vizinha, explora essa cidade vizinha, porque vai adquirindo gosto de viajar, porque é algo que quem não fez, não teve essa experiência ainda, às vezes pensa: "Ah, vou viajar ali, vou voltar, vou gastar um dinheiro, vou voltar e daí vou ter que continuar trabalhando, gente. A experiência magnífica, né?" É, pegando o gap da Jose, é o que você falou, não precisa pegar avião necessariamente, né? Eu tenho uma rotina com a minha esposa que assim de quatro a cinco vezes por ano eu vou para Monte Verde. Monte Verde é 2 horas de Campinas. E pegando o que a Jos falou, é uma desconexão do do meu dia a dia, da minha rotina, né? Lá é um lugar de descanso. Normalmente eu durmo 11 horas lá, 8 horas da noite eu já tô dormindo, acordo cedo, faz uma caminhada, faz um esporte, vai pro centrinho. Então não é sobre investir mais, você vai viver mais, é sobre realmente você conhecer. Se eu não te se eu não tivesse dado esse passo à frente de conhecer Monte Verde, eu não teria mais esse lifestyle. Então é, é, não é quanto vai investir, sim. onde você se conecta. É verdade. E essa conexão eh traz pra gente, além de conhecimento, né, Jose, um momento ã de descompressão. É isso mesmo, né? Dá uma parada, descompressão. Você utilizou muito bem a palavra, porque aí você imagina descomprimindo tudo, né? Você relaxa para você poder voltar. E essa esse momento de descompressão, ele faz parte e é necessário, principalmente na vida que a gente tem levado hoje em dia, que tá todo mundo correndo, feito louco para lá e para cá, sem tempo para mais nada. E quando você tira um momento desse, faz traz um benefício muito bom, né, Jos? Gostaria que você falasse dessa importância. Sim. É, acho que a palavra é essa mesmo, descompressão. É tirar o seu cérebro daquele looping que muitas vezes fica na nossa rotina de dar conta do trabalho, né, para quem é mãe dá conta dos filhos e e obrigações e estudo. Então, quando você viaja, mesmo que seja pro município, vizinho que tem um parque diferente, uma lagoa, né? E acho que esse contato com a natureza traz essa essa coisa eh pros nossos sentidos e pro nosso cérebro também de estou num ambiente seguro, estou num ambiente que me transmite paz, que me transmite alegria e e é também é uma escolha de se priorizar, porque o que que eu vejo muito que acontece, né, principalmente nós mulheres, nós temos a tendência de querer dar conta de tudo, dos filhos, da casa, do trabalho, eh do estudo. E aí a gente se esquece, se esquece da gente, cuida de todo mundo, mas quem cuida de quem cuida, né? Fica a pergunta. Então é é esse movimento também de se priorizar e tirar. E não precisa ser longos períodos como intercâmbio. Pode ser um final de semana, pode ser até um domingo, uma tarde de domingo, né? A questão é não ficar estagnado, não ficar parado. É isso mesmo. Fazer um movimento, né? Agora, eh, o mercado de turismo, ele se adaptou para atender quem busca experiências, mas o orçamento tá reduzido. Você falou, eh, de pessoas que às vezes chegam falando: "Olha, eu tenho esse orçamento, para onde eu consigo ir com isso?" Como é que vocês se adaptaram assim para poder fazer esse esse trabalho para oferecer para aquela pessoa que pensa em iniciar aí uma trajetória de viajante, né? Mas não tem tanto recurso. É, acho que é é duas partes eh paralelas nesse sentido. Uma é carga horária de trabalho que aumentou, né? Seja de empreendedores, seja realmente de qualquer classe nesse sentido, eh tendo uma necessidade eh maior de diminuir a viagem e viver mais, como também do outro lado, a questão orçamentária, né? A gente sabe hoje que eh que a vida é muito cíclica. Então assim, quando você passa de uma pessoa solteira para casada e da casada pro filho, que eu acho que é a maior troca hoje de de ciclo de uma vida, ah, você passa a a ter prioridades, né? Ah, então é muito importante entender nesse sentido e já era uma cultura da da das agências se adaptarem aos orçamentos, mas hoje não é só questão de orçamento, é o lifestyle da pessoa, né? Eu tenho boa parte de clientes médicos lá. E quando a gente pensa numa vi vida médica, questão socioeconômica, né, por mais que eles trabalham muito e são bem remunerados nesse sentido, 80% das minhas viagens dos médicos sempre é Brasil. Então eles preferem ficar qu dias no Nordeste num bom hotel, né, com bons serviços do que alongar esse esse período, né? Então é muito de entender o que que a pessoa busca. Eh, a premissa nossa é quanto maior a conexão, né, maior o entendimento que a gente tem das necessidades. E aí falando de frases, tem uma frase que eu carrego muito comigo, que aprendi com a minha mãe, que é viagem é a única coisa que você investe, que deixa você mais rica. Mas eu sempre complemento, né, com o planejamento, porque nada do que a gente acaba passando na nossa alçada, ah, é saudável, né? Hoje a gente sabe que uma dívida, né, que um problema, qualquer coisa do âmbito negativo, tira muita gente do centro. Então, até que ponto você vai pra frente no investimento de uma viagem, de uma casa, de um carro para se comprometer não só financeiramente falando, mas na na minha no no meu conceito é quanto melhor a cabeça, mais sobre você toma as decisões, né? sentiu que um trabalho não tá legal, sentiu que uma rotina não tá legal, o quanto antes você se ajustar, mais você consegue ter sobreedade justamente de tomar decisões. Então assim, eh, eu acho que a Jose pode complementar nesse sentido, que eu acho que a galera além do imediatismo, tá tomando muitas decisões com base em terceiros, né, em redes sociais, em tendências, mas quem é você, né? Eh, pegando o gap também que ela falou, eh, mães, né? Além de mãe, ela ela também é uma mulher, né? Então, uma tendência muito grande, viagem de mulheres independentes, né? Eu vejo no mercado grandes trabalhos de uma amiga muito conhecida minha, de uma agência de Minas, que só trabalha com um grupo de mulheres. E assim, eu não conheço muito bem todas as clientes, mas nitidamente, pelo menos metade ou 60% já são mães. Então, assim, eh, é muito importante isso aí. É verdade, né? viagens e esse esse grupo que que está se formando agora de mulheres. Eu andei dando uma pesquisada também, tem muito grupo, tem muita mulher viajando, viagens de mulheres independentes e e que assim eh tem até hotéis dando descontos para pra mulher que chegar e falar: "Olha, eu sou viajante, né?" E e aí dá o desconto então é eh é está crescendo mesmo essa essa tendência. E aí a Jos completa paraa gente o raciocínio que o Diego trouxe eh aqui dessa questão, né, eh de de viajar, planejar e sair da zona de conforto. Que legal e essa esse esse esse novo que tá acontecendo, né, das mulheres que estão acostumadas a lidar com tudo, a dar conta de tudo, a fazer tudo hoje, entendendo que sim, elas precisam desconectar, porque desconectando você vai recarregar suas energias e volta bem melhor para enfrentar os desafios do dia a dia, né, Jos? Sim, com certeza. Eh, essa coisa que o Diego falou, né, da tomada de decisão, porque é uma tomada de decisão para que destino, para onde eu vou viajar, né? E a motivação, que é o motivo para entrar em ação. Uhum. Que a pessoa tem que ter muito claro se é por ela mesma ou se é por uma comparação ali do do filtro, da foto da rede social, que ah, porque a fulana foi. E eu achei fantástico esse lugar. Mas às vezes, sei lá, fulana tirou a foto no museu e você nem gosta de museu, você gosta de cachoeira, você gosta de serra, né? Mas tá lá você escolhendo o que quer ir pro museu, porque você viu um recorte de um momento ali na rede social, se comparou, achou, né? E vem a tomada de decisão muitas vezes por impulso, como o Diego falou, muitas vezes fecha, talvez pode ser o indicador de impulso, né? Ai, vou fechar, vou virar assim porque eu mereço. Enfim, e não para para pensar um pouco mais racionalmente o porquê dessa tomada de decisão. Porque eu costumo brincar que motivação é igual unicórnio, é muito bonito de se ver, mas não existe. Então, se você não tiver muito claro o porquê das coisas, você vai voltar frustrado. A sua expectativa prévia era uma. Quando você chega lá no destino, não era tudo aquilo que você esperou, porque você tava vendo através dos olhos de outra pessoa, né? E aí muitas vezes pode vir sim uma frustração ali, mesmo depois de ter escolhido o destino, né? É verdade. Essa questão da rede social a gente precisa tomar muito cuidado, até porque nem tudo que se posta é a realidade, né? Então, a rede a rede social ela influenciou bastante essa essa tomada de decisão. Então, é referente à questão de viagens. Qual que é a relevância da rede social para vocês que trabalham com turismo? Hoje total. A influência da rede social no turismo é muito ah importante. Uhum. Porque com a globalização, né, com a dissipação de dessas grandes redes sociais, você consegue ter acesso a um chinês que tá num lugar super local na China. Você tem acesso a alguém que está no interior da Tailândia conhecendo um lugar único, né? A globalização trouxe um conhecimento muito amplo do fora do óvio, né? Fora das capitais do mundo, fora dos destinos mais conhecidos, né? Então a gente vê uma migração muito de destinos, né? A questão da tendência existe muito, né? A gente claramente vê, não só no Brasil, mas como no mundo, né? tal cidade é extremamente visitada no ano 2024, 2025 já mudou a cidade. Então assim, ah, as pessoas têm eh se municiado de muitas informações, né? Hoje com a entrada da inteligência artificial acaba trazendo eh mais informações, né, em menos tempo e com um pouquinho mais de clareza, porque já é trabalhado sobre a sua personalidade, né? Então esse ponto é muito importante porque é algo no sentido de você, é que nem a Jos comentou, você tem que buscar o que você é, né? O ecoturismo cresceu muito. Eh, eu acredito que seja para essa questão do da desconexão. Então, não é só Monteverde, né, no Internacional, pessoas quando vai paraos Estados Unidos, hoje vou falar um estado que tá crescendo muito, é o estado de Colorado, né? Estado Colorado é muito conhecido pelas montanhas, né, pelo ecoturismo, pelo treking, pelo glamping, né? E o glamping, para quem não sabe, é algo que tá crescendo muito, que é um um acampamento de luxo. Uau! Então, ao invés deles pegarem uma estrutura regular de alvenaria, de um chalé, eles ficam num iglu transparente, eles ficam numa estrutura de camping de luxo com água quente. Então, assim, ah, muda muito, ã, anualmente, por conta das redes sociais e celebridades, os destinos de escolha dos viajantes. Olha só como influencia, mesmo. Influencia demais, porque a exposição de ambas as partes que eu falei, tanto pessoas, celebridades, quanto redes sociais, é mundialmente conhecido. Hoje eu pego no meu algoritmo do das redes sociais, pessoas da Rússia, pessoas dos Estados Unidos, pessoas da África. Então essa troca, essa conexão traz muita coisa. Então hoje assim, eu trabalho muito com o Ladmel. Uhum. Assim, a primeira referência que alguém entrega para mim é algum vídeo, alguma foto de um lugar que eu nunca vi na vida, né? E eu falo com o meu time assim, não caia na pressão do cliente achar que a gente tem que conhecer os 396 países do mundo. Assim, hoje é muito mais um network, uma conexão global com pessoas que sabem melhor do que você, do que conhecer tudo, né? E recentemente a gente tá desenhando uma lua de melo, de Japão, né? Hoje a gente tem os principais, né, que é Kyoto, Tóquio, Osaka, mas assim, eles chegaram com uma praia que eu nunca tinha visto na vida. E hoje eu sei que o Japão entrega uma praia tão bonita quanto o México, quanto a costa ah do Caribe. Então assim, eh mudou toda a história do turismo essa questão da globalização, principalmente incidência da das redes sociais. Ai que legal, né? algo bom que a gente pode trazer referente à à globalização e essa questão da internet, a rede social que vem crescendo cada dia mais, cada dia que você dá uma olhadinha, você vai pesquisar, tem algo novo e algo novo e e que legal que pode eh trazer eh benefícios, principalmente nessa questão da viagem, né? Olha só, viajar ou guardar dinheiro, né? Experiências ou segurança financeira, que que você prefere, né? Parou para pensar? Bom, estamos na metade do ano, literalmente, né? oficialmente metade do ano. Então, de repente você tem aí mais 6 meses para eh fazer um planejamento para viajar final de ano ou então para o início do ano. Importante que você se planeje, né? Mas não deixe de viajar, nem que seja ali a 20 km da sua casa, 30, na cidade vizinha, e tenha olhares de turista. Eu tenho certeza que vai fazer muito bem. Eu falo isso porque eu sou suspeita, eu adoro viajar, adoro pegar estrada, ir de avião, enfim, independente do transporte, né? E daqui ali já faz toda a diferença, dá um um um ressignificação muito boa. Agora, guardar dinheiro, sim, claro, importante, a gente precisa sobreviver, a gente precisa ter aí uma reserva financeira, né, educação financeira, mas você consegue conciliar as duas coisas tendo um planejamento que foi muito bem dito aqui, né, pelo Diego, também pela nossa psicóloga. Eh, a Jose, eu gostaria já de ir para as considerações finais e Jose, eh, eu gostaria que você deixasse, então, uma dica, eh, da visão, né, psicológica para as pessoas que hoje estão, eh, pensando em investir em uma viagem, mas estão com medo por conta da questão financeira, né? Qual o caminho que a gente precisa? Qual o primeiro passo que a gente precisa dar e o que que a gente precisa pensar eh quando a gente busca esse equilíbrio, viajar e guardar dinheiro? Sim. Eh, será que a gente tem que decidir entre um e o outro? Será que eu tenho que decidir ou eu viajo ou eu guardo dinheiro? Será que dá para fazer as duas coisas, né? Eu eu opto pelo caminho do meio, né? Que dá assim para fazer as duas coisas. E eu gostaria de deixar aí uma orientação, né, de um olhar paraa saúde mental e para essa tomada de decisão, como sempre sendo algo particular, algo seu. O que você espera, qual a sua expectativa pro destino, pra viagem ou qual a sua expectativa pro futuro, seja comprar uma casa, um carro ou pra sua aposentadoria, pra sua reserva de emergência, mas anotar mesmo, porque o nosso cérebro ele é muito visual. Então, se você tem um estímulo ali, às vezes tem pessoas que gostam de imprimir, né, a paisagem do destino ou a casa que queria comprar, então aquilo vai te dando motivos para ação, né, e ajuda o seu cérebro a ser um pouco mais racional e tomar uma decisão, sim, com base nas emoções que você quer sentir, mas também ter um equilíbrio racional para que seja uma decisão acertada, que não seja uma decisão por comparação de outras pessoas ou da sociedade. mas que seja algo seu, porque afinal de contas as consequências, sejam elas positivas ou negativas, quem vai arcar é você. Faz sentido? Super, faz sentido. Muito obrigada pela sua participação com a gente aqui no estúdio Câmara. Foi maravilhoso. E maravilhoso também foi você, viu? Obrigada, eh, Diego, pela sua participação. Acho que trouxe pra gente uma visão bem ampla, né? eh da importância de se desconectar um pouco e fazer um planejamento para que a gente possa realizar os dois sonhos, né? Às vezes ter uma um um uma a uma viagem de sonho faz parte da nossa vida, é só a gente se planejar. Então, obrigada pela sua participação, deixa uma super dica aí. Eh, você que é especialista em viagens internacionais, nacionais, intercâmbio, deixa uma dica paraa turma que tá assistindo a gente e quero que você fale, todo mundo pode, né? É verdade. Todo mundo pode. Vai, vamos lá. Eu sou do time da Jose também. Acho que o equilíbrio é muito importante, né? Porque não adianta uma boa viagem, uma saúde mental, né? Afetada. Então, é muito dessa questão do do equilíbrio. E a questão é a o mais importante é procurar ajuda, né? Essa questão da psicologia é extremamente importante hoje, não por um rendimento só eh eh familiar, mas também profissional, né? Eh eh procure também pessoas especializadas em viagem, que nesse sentido ela pode te guiar da melhor maneira. E hoje a gente sabe também, né, a Rúbia que pediu uma dica, é tem empresas especializadas em programar sua vida financeiramente, né? Hoje a minha empresa atende algumas empresas de finanças e uma delas ela é focada 100% em pessoas físicas ou jurídicas para atender pessoas. o quanto você quer gastar em viagem, o quanto você quer guardar, o quanto você deixa paraa saúde, o quanto você deixa pra parte acadêmica dos seus filhos. Então assim, acho que a palavra desse programa inteiro é o planejamento, né? Ou com ajuda ou não, o importante é saiba e tome as decisões com base em você, que nem a Jose comentou. É muito importante a sua vida e não de terceiros, porque cada um tem seu lifestyle, né? Então, se planeje, porque viagem hoje já é eh já faz parte do povo brasileiro. E eu tenho certeza que a matên só vai crescer, porque o maior meio de desconexão hoje de um ser humano é você conseguir viver o novo com quem você ama. E o estúdio Câmara de hoje, a gente termina ele com a certeza de que viver bem não é só uma questão de números, né? sobre escolhas conscientes que respeitem seus limites, seus sonhos e sua saúde mental, seja guardando ou viajando. Que então que você consiga aí fazer o que te move com responsabilidade, com propósito. Adorei, já quero programar mais uma viagem. E amanhã, gente, o Estúdio Câmara traz um tema que fala diretamente com a realidade de muitas mulheres, tem conexão com o programa de hoje, tá? Porque a gente fala sobre trabalho, filhos, casa e a culpa por não dar conta de tudo. A gente vai conversar sobre a sobrecarga, a autocobrança e o peso invisível de tantas mulheres, né, que elas carregam no dia a dia. E aí, de repente uma boa opção seria um planejamento paraa viagem. Então, amanhã a gente conversa sobre isso, a gente conta com a sua audiência, com a sua companhia. Continue ligadinhos aqui na programação da TV Câmara Campinas, sempre preparada com muito carinho, especialmente para você. E amanhã, a partir das 8 da manhã ao vivo, temos mais Estúdio Câmara. Fique bem, planeje sua viagem, tenho certeza que você vai voltar reconectado, combinado? Valeu os nossos entrevistados mais uma vez. Valeu, produção, pessoal de casa. Tchau, tchau. Beijinhos. Se cuidem. Tchau, tchau. Até amanhã. [Música] [Música] [Música] [Música]
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