Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[Música] Olá, bom dia. Estamos começando mais uma edição do estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. E hoje já é quinta-feira, dia 10 de abril de 2025. Gente, olha que legal. Hoje é dia da engenharia, do engenheiro militar também. Hoje é dia de mandar um abraço pro nosso amigo engenheiro metalurgista e dia mundial da homeopatia. Nosso respeito, nossa consideração a todos esses profissionais. Bom, a adolescência segue sendo assunto aqui no estúdio Câmara e dessa vez nós vamos falar sobre economia. Nós vamos abordar sobre o dinheiro na adolescência, tendo como base o projeto de lei Larissa Manuela, que foi aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 25 e agora segue para a votação no Senado. A proposta, gente, tem como objetivo punir a gestão indiscriminada de bens de crianças e adolescentes por seus responsáveis. E a lei eh estabelece novas regras para o controle de recursos financeiros de menores, visando proteger seus interesses. O projeto surgiu após a atriz Larissa Manoela revelar que renunciou a 18 milhões para evitar uma disputa judicial com os pais que administravam sua carreira e fortuna desde a infância. Para esse debate. Nós já estamos com eles aqui no estúdio. Os nossos convidados, a psicóloga especialista em crianças e adolescentes Fabiana Lúcio. E também estamos com o nosso professor de economia Fabrício Pessato, que daqui a pouquinho vai conversar com a gente, vai interagir com você que tá em casa, tem dúvidas, perguntas, né? Tem depoimentos, já sabe. Quer co tá na tela, é só apontar a câmera do seu celular ou então manda aí a mensagem direto, já anota o nosso WhatsApp aí, deixa no seu contato salvo 97829377, manda pra gente, interage conosco, porque daqui a pouquinho a gente começa a interagir com você e responder as suas perguntas. Enquanto isso, você vai mandando sua mensagem. Eu vou atualizando as notícias porque os vereadores aprovaram o projeto de lei que prevê atendimento prioritário a pacientes com câncer. A proposta altera a lei 14.789 de abril de 2014 sobre o atendimento prioritário no município de Campinas. A legislação atual, que regulamenta o atendimento prioritário prevê o benefício a pessoas com deficiência física, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, lactantes, pessoas acompanhadas de crianças de colo, doadores de sangue, pessoas com obesidade grave ou mórbida, ou pessoas inscritas no Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea. E olha, gente, o Cambuí terá avenida bloqueada para evento gastronômico. Então você que circula por aquela região, atenção, porque o bloqueio vai ocorrer entre o trecho que vai desde o cruzamento com a Avenida Coronel Silva Teles até a altura da rua dos Bandeirantes, nas imediações da Praça José Alves Teixeira Nogueira. A interdição organizada pela INDEC, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, começa amanhã às 7 da manhã e segue de forma ininterrupta até o final do sábado, tá? O evento acontece eh no sábado das ao meioia do meio-dia, aliás, às 22 horas, esse evento gastronômico e a interdição antecipada tem como objetivo viabilizar a montagem da estrutura. Os motoristas deverão utilizar as avenidas Coronel Silva Teles, José de Souza Campos, a norte sul e João Mendes Júnior, como rotas alternativas. Já os ônibus, né, farão desvio pelas vias Antônio Lapa dos Bandeirantes e João Mendes Júnior. Não há pontos de parada no trecho interditado. Importante essa informação para você que circula aí eh na região do Cambuí. Previsão do tempo. E aí, como é que fica? Será a nossa quinta-feira hoje, hein? Ontem deu uma chuva, né? Nós estamos no outono e hoje, quinta-feira, a previsão traz para você eh céu parcialmente nublado, sério mesmo, com chuvas a qualquer momento do dia. Então é isso, gente. Chuvas podem ser recorrentes ou persistentes e ocorrer de forma eh como pancadas ou mesmo temporais que podem resultar em períodos de chuva intensa, raios e rajadas de vento, tá? Então, fique atento, a mínima 19, a máxima 27. Você que vai para o trânsito de Campinas, preste muita atenção, né? Com chuva o trânsito fica um pouquinho mais delicado. Então, atenção, tranquilidade e devagar você também chega, tá certo? Vamos lá. 199729377. Esse é o nosso WhatsApp para você mandar a sua pergunta, mandar o seu depoimento, porque nós vamos relembrar o caso de Larissa Manuela. A atriz, ela rompeu a relação com os pais, que até então eram os administradores de sua carreira, que começou ainda na infância. A polêmica teve início quando Larissa abriu uma auditoria contra a mãe em 2023 para investigar a suposta venda de uma mansão em Orlando, o que foi negado pelos pais. Em entrevistas, ela revelou detalhes sobre o caso e também contou que, mesmo após completar 18 anos, ela não era informada sobre suas questões financeiras. Por esse motivo, a artista passou a questionar a situação de maneira incisiva em 2022. Ela contou que recebia apenas uma mesada dos pais e em um trecho da entrevista, todo mundo acompanhou isso na época, né? Ela mostrou um áudio enviado ao pai, onde ela pedia dinheiro para comprar um milho durante a ida a uma praia. Delicado isso, né, gente? Bom, para conversar conosco sobre esse assunto, nós estamos recebendo aqui no estúdio a psicóloga especialista em crianças e adolescentes. Seja bem-vinda. Obrigada pela sua presença. Fabiana Lúcio, bom dia. Bom dia, R, muito obrigada. Obrigada pelo convite. Prazer estar aqui com vocês. Vamos lá, vamos conversar a respeito disso daí, do que mais vier dentro do tema. maravilhosa. E com a gente também nós teremos uma aula, com certeza, né, nosso professor de economia, Fabrício Pessato. Muito bom dia. Bom dia, Rúbia. Bom dia aos telespectadores. Muito obrigado pelo convite. Maravilha. Olha, gente, vamos lá. O texto eh do projeto da lei Larissa Manuela define abusos de pais na gestão do dinheiro dos filhos menores e permite que a justiça limite o uso desses recursos para proteger o interesse de das crianças e dos adolescentes, né? Na época, mesmo sendo adulta, Larissa dependia dos pais para pequenas despesas cotidianas, o que gerou um debate sobre o limite da autoridade parental no controle financeiro e em outros aspectos da vida eh dos filhos menores, né? Esse caso expõe aí um problema real. Hum. E aí a gente pergunta eh para o nosso professor de economia, até onde os pais devem controlar o recurso, né, e também a vida dos filhos? Nossa, essa é uma pergunta interessante, né? Do ponto de vista da economia, de maneira geral, você tem várias correntes de pensamento. Uma delas diz que somos indivíduos e os indivíduos têm direito às suas escolhas, escolhas racionais que vão permear o a a vida da pessoa. Nesse caso da Larissa Manuela em particular, é um caso inverso, né? Na verdade, ela era a fonte de receitas da família e a gente pode até falar que houve uma certa usurpação do seu dos recursos da pessoa, do indivíduo, Larissa Manuela, pelos pais. A, o debate que a gente tem normalmente dentro da economia, quando a gente trata de finanças pessoais e comportamentais, é o contrário. os pais são os provedores. E a a grande discussão que se faz é de que forma a gente consegue atender aos interesses das crianças, de que forma a gente consegue trabalhar com eh com a formação do caráter da criança de uma maneira que ela entenda qual é o valor do dinheiro, de que forma o ela vai conseguir ter os os ganhos da vida dela e eventualmente também trabalhar uma questão de cooperação, Porque o dinheiro muitas vezes ele eh ele é um facilitador das trocas, uma um facilitador da da intermediação financeira e tudo, mas muitas vezes dependendo da forma como se aborda isso, principalmente aí depois a a psicóloga eh Fabiana que pode depois me dizer se eu não tô falando nenum besteira, né? Mas a a formação do caráter da da criança que ocorre nessa idade entre 5 e 10 anos. É isso mesmo, né? sete, sete por aí, né? Aí que a gente vai anos. Então, eh, dependendo da forma como o dinheiro vai ser usado na na na relação dos pais com a criança, isso pode definir um rumo ou outro rumo na na própria formação do caráter da criança. Então, precisa ser só ter, não existe resposta certa. Uhum. Eh, o que precisa é que os pais estejam conscientes que no momento que eles fazem determinada escolha, ele pode puxar o caráter da criança mais para um lado ou mais para o outro. Vou dar um exemplo prático. Se os pais entendem que eh é importante que a criança saiba que o valor do dinheiro venha do trabalho e coloque a criança para fazer as atividades caseiras em troca de uma mesada, isso vai desenvolver um valor, OK? o trabalho da criança, por outro lado, pode gerar n na criança uma sensação de que ela só faz as atividades mediante remuneração financeira. Então, isso pode gerar uma relação eh de certa maneira doentia com dinheiro, dependendo de como isso acontecer. Por outro lado, você pode ter uma outra abordagem. Qual abordagem? Os pais podem pensar o seguinte: "Olha, independentemente de você receber ou não dinheiro, você como integrante da família, você precisa colaborar com as atividades caseiras. Então você não vai receber uma mesada fixa, mas quando você que tiver interesse em alguma coisa, dependendo logicamente do orçamento da família, nós vamos tentar viabilizar para que você tenha aquela coisa que você quer ou um sorvete ou um brinquedo, uma coisa mais cara. Hoje em dia os tablets e os celulares da vida, que as crianças hoje em dia tão eh eh aficcionadas nisso, sem que necessariamente você tenha uma relação de troca envolvido, porque aí eu vou expor a minha visão particular. Essa relação de troca, ela tende a gerar um uma deformação na percepção das pessoas com relação à aquilo que é a sociedade. Agora eu tô saindo um pouquinho da minha praia de economia, tô pensando mais na na forma como a gente enxerga a sociedade hoje. Então, quer dizer, a gente acaba pensando o seguinte: "Não, tudo gira em torno do dinheiro. Então, eu só colaboro, eu só faço alguma coisa mediante uma relação econômica financeira envolvida. Se não houver essa relação econômica e financeira envolvida, eu simplesmente não faço. Então, eh, é só um risco que eu tô colocando aqui para que as pessoas, eventualmente, os pais, principalmente, que estão pensando se dão mesada ou não pro filho, reflitam a respeito disso. vale a pena eu dar uma mesada fixa e e colocar a criança nessa situação de de dizer que ela tem que participar das atividades por uma relação de eh troca financeira ou é melhor que ela não tenha uma mesada especificamente e que aprenda a colaborar. Então, de novo, não tem resposta certa. Aí vai de cada família, de cada um, dizer como é que vai perceber essa relação. Muito boa fala do nosso professor de economia. Agora a gente parte pr pra psicologia, né, a formação do indivíduo, porque tudo a gente percebeu nesses três eh eh programas que nós falamos, abordamos a questão adolescentes, adolescência, né, que tudo inicia eh eh sempre na infância. O o serzinho, ele vem pra gente, ele não sabe nada, ele não sabe nem comer, né? Então nós vamos construir um ser, né? E esse aí o sucesso desse ser depende da da construção, da criação dos pais. Então, na questão da economia, eh como o professor abordou, eh eh eu acredito que seja também desde muito pequeno, explica pra gente como que a gente deve construir esse ser humaninho para para ser uma pessoa que que saiba gerir o seu a sua vida financeira. É, aí começa também com a questão do limite, né? Não só eh eh lá na frente, quando a criança começa a ter contato com com o dinheiro, mas antes disso começa lá na naquelas primeiras eh eh horinhas em que a criança tá chorando, fazendo uma lógico, de início a criança não vem com manual manutenção né? Pai e mãe nasce com cada criança que que tá ali, né? Mas é importante saber mais ou menos, né? um limite igual a no início a criança tá mamando o tempo inteiro, depois vai diminuindo a mamada, por favor. E às vezes o pai e a mãe com medo de vizinho, é porque a criança tá chorando, vou lá e começa a mamar aí. Tá aí parte pra época das birras. É normal, criança e birra é quase que sinônimo. Uhum. Né? E às vezes a criança vai fazer uma birra por conta de uma chupeta, por conta de de uma mamadeira, depois por um brinquedo e ali já começa a dar o limite. Não, não, agora, depois, né? Agora você tem outras coisas e aí quando parte pra questão mesmo do dinheiro, isso talvez fique um pouco mais fácil, porque a criança já veio acostumada com não, né? A gente precisa frustrar, ser frustrado, né? Os traumas, alguns deles, eles são necessários pra gente poder crescer. Porque se a gente não é traumatizado, se a gente no sentido bom sentido, vamos dizer, isso é que pode se dizer, né? Quando a gente é frustrado, quando alguém diz não pra gente e sabendo por que tá dizendo não, né? Não é uma um não aleatório. Ai, se eu tô cansada, não vou te levar no parquinho. Não, não, não vai agora, né? Hora tá chovendo. Aí que que acontece? A criança vai ficando sem limite e aí entra a questão do dinheiro. E aí eu queria só eh dar uma uma um também um testemunho pro pessoal, né? Assim, antes de ser, bem antes de ser psicóloga, né? Eu sempre tive uma relação muito interessante com o dinheiro. Eu eu tinha mania de vender os meus brinquedos pro meu pai, porque eu gostava de de comprar umas coisinhas. E aí no final a gente brincava de lojinha e eu depois recolher meus brinquedos, mas eu não devolvi o barão, que eu sou da época da notinha do barão. Meu pai deixava uns trocos lá comigo que sabia que eu ia comprar bala. Depois comecei a vender perfuminho na escola, aquela coisa toda. E minha mãe e meu pai sabendo disso, quando infelizmente teve uma época que a gente não poôde ter empregada, aí de início eu fui ajudando. Aí eu concordo plenamente com o que o Fabrício falou, né? Tarefas de casa, todos moram naquela casa, todos vão cuidar daquela casa. Pai, mãe, o filho que já tá ali começando a ter uma certa autonomia, OK? Vamos nos cuidar. Só que no meu caso, teve uma época que eu tive que cuidar foi de tudo. Além de levar meus irmãos na escola, eu tinha que arrumar cozinha, fazer tudo o que a a moça até então fazia. Aí eu combinei, falei assim: "Então tá, já que agora eu não vou fazer só uma coisa, que tal?" Eu sempre fui da turma do do do argumento, sempre eu fui muito argumentativo com meus pais e aí eu consegui fazer uma, na verdade, eu tinha uma semanada. Uau, olha isso. É, é. Ele dividiu porque assim, não vai ficar, vai ficar difícil para você pagar todo mês, você esquece, então você me dá toda semana, mas isso é uma um caso à parte e foi muito bem, né, direcionado pros meus pais, né, eles faziam, falei: "Então tá". Então tinha o cofrinho da caixa, então eu tinha que colocar lá na caixinha, né? Fizeram uma um um cofrinho, eu tinha que colocar lá meu dinheiro. Eu poderia gastar sim, porém, né? Eu tinha que trabalhar, fazer cumprir toda aquelas a as as regras. Nós ti eh nós três conversamos e combinamos. Uhum. Aí, OK. Percebe que sempre essa questão do direcionamento, né? Ali você vai direcionando a criança e depois o adolescente. Isso quando eu comecei a a assumir totalmente lá, eu tinha 12 anos. Uhum. Então eu já 11 para para 12 anos. E aí sim, mas mesmo assim eu eu não tinha total controle do meu dinheiro, porque eu também não podia sair toda hora também para comprar. Tinha que esperar a hora que eles fossem a a ao centro da cidade comprar alguma coisa, aí eu ia com o meu dinheiro e eles foram você realmente, você quer isso aqui? OK, o seu dinheiro dá. E aí? Aí eu já é, não dá. Eu também não tenho. Às vezes eles tinham, mas eu também para mim também não dá para eu comprar. E aí a questão do limite, aí eu fui, né, ali, foi tá bom, frustrava, ai meu Deus, não dá para comprar, mas tá bom. Que que eu fazia? Juntava, não gastava com outras besteiras para mim, como eu queria Exat, por exemplo, ah, eu queria, ó, eu sou da época do disco do Dominó, sou da época do Dominó, né, Tiafá? É, é, eu queria comprar um disco do Dominó, um LP do Dominó. Eu sabia o preço. Eles iam comigo na loja de disco, eu sabia o preço. Então eu fazia a a as minhas economias para eu conseguir comprar o disco. Tudo programado, né? Tudo eh, exato. Controlado, tudo dentro do limite. É, é assim que a gente precisa, acredito que eh dar sequência na vida eh eh dessa da criança, né? essa esse ser humano, que vem pra gente tão puro e que vai se envolvendo, né, com esse mundão de meu Deus e que a gente cria filho pro mundo e a gente precisa sim ter aí um direcionamento. Agora, a questão envolvendo crianças que trabalham hoje é bastante delicada e vem crescendo cada vez mais por conta da internet. Até quando uma criança ou um adolescente começa a trabalhar, seja em filmes, publicidade, tal, eu gostaria de perguntar pro nosso professor qual que é o papel dos pais na administração desse dinheiro? Porque hoje a gente vê, a gente falou sobre a atriz Larissa Manoela, porque a gente quis dar uma base, né, eh, referente a a dinheiro entre eh eh de adolescentes e administração dos pais, mas hoje eh natural porque tem essa questão de influência e tudo. Então, a o adolescente ele começa a ganhar dinheiro dessa forma e tem gente que acerta tanto e que ganha um dinheiro bom. E aí vem a administração dos pais. Como é que o pai deve administrar o dinheiro desse adolescente em uma fase da vida que ele ainda não está preparado para trabalhar com a economia? Professora, tem que ver se os pais também têm essa com a rua. Exatamente. Bem lembrado. Bem lembrado. A gente eh eu sempre ouço, eu vou criticar um pouco aqui os tais dos coaches de finanças, sabe? Sabe aquele pessoal que fala assim, não, se você colocar R$ 100 por mês, guardar R$ 100 por mês, em 10 anos você consegue ser milionário, essas coisas assim, né? Então tem que ter muito cuidado com isso. O Brasil é um país no qual a gente viveu, conviveu, eu sou um pouco menos novo que vocês assim, né? A gente conviveu com uma inflação muito elevada. A gente viveu um período de hiperinflação e por conta desse período de hiperinflação, as famílias recebiam um dinheiro no quinto dia último do mês, elas tinham que no dia quinto do último do mês aos supermercados tocar. Uhum. Verdade, porque no dia sexto já tinha perdido 5% do valor. Exatamente. Então às vezes o pessoal quer a o brasileiro não entende de finanças não não entende as finanças pessoais. Lógico, né? a gente eh durante décadas a gente conviveu com uma inflação muito elevada e o sentido do receber dinheiro era pegar o dinheiro, correr pro supermercado tocar. Isso tem uma influência eh até na arquitetura das casas desse período, que você tem lá uma dispensa. Onde é que você tem dispensa? Em que país você tem dispensa? basicamente dois tipos de países. Países que t invernos muito rigorosos, que exigem uma dispensa grande para poder estocar alimento. E o outro tipo de países são países em guerra. Então, países em guerra, países que têm inverno rigoroso e aqui é são os países que acabam entrando nessa situação. Então, os pais muitas vezes não estão preparados para lidar com os recursos que as crianças event, né? E a gente precisa também qualificar, né, que tipo de trabalho é esse que nós estamos nos referindo. a gente tem esses pequenos youtubers que tão recebendo eh um volume gigantesco de dinheiro que é que é bastante desproporcional, mas infelizmente no Brasil ainda é uma realidade de crianças que trabalham eh não por uma questão de poder ter acesso a alguma coisa eh como um youtuber para poder enriquecer, mas sim para complementar a renda familiar. Uhum. Então, a gente já tem assim e eh essa realidade do das crianças como a Larissa Manuela, como esses pequenos youtubers que estão recebendo um volume muito grande de dinheiro, uma realidade muito pontual, muito específica, que não retrata a realidade do Brasil como todo. Sim, esses casos eles são mais fáceis de serem tratados porque aí você pode ter a contratação de eh equipes de finanças especializados para lidar com finanças, equipes de escritórios de advocacia que vão fazer uma gestão inteligente dos recursos da família para poder eh deixar a situação como como um todo favorável de de tal maneira que eh nem que a criança acha que possa tudo. Mas também não pode, já que tem os recursos, não frustrar de tudo. Então, achar o caminho do meio é uma coisa muito difícil do ponto de vista. Aí eu não vou entrar na minha área, né? Aí a área da Fabiana, tá? Mas assim, do ponto de vista da gestão das finanças, quando você tem uma um excedente de recurso, isso é muito mais fácil. E lógico, você tem aqueles casos de famílias que t muito muitas postes e estão endividadas e não tem nenhuma reserva financeira. Mas aí é são questões muito específicas que não correspondem à realidade do povo brasileiro. A realidade do povo brasileiro é receber um salário baixo, né, em média. eventualmente você vai ter crianças que vão entrar no mercado de trabalho, eh, muitas vezes saindo da escola porque precisa e não porque você tem a possibilidade de um acesso a um meio específico que faz vai fazer com que a criança consiga ter eh o o a possibilidade de tá no YouTube, de estar num canal de TV ou alguma coisa desse tipo, recebendo muito dinheiro por isso. E aí lidar com essas questões é uma tarefa de você separar o que o que é o que a gente chama, né, de eh casos pontuais eh que a gente chama de anóticos e aquilo que tem uma relevância estatística do ponto de você pensar em, por exemplo, em políticas públicas. E aí isso é mais delicado desse ponto de vista. Agora, do ponto de vista de uma vez que a a família tem condições de ter acesso a a esse recursos financeiros, se a família não sabe como lidar com essas finanças, o mais recomendado é procurar ajuda de um profissional de finanças pessoais, né, que você tem inúmeros profissionais sérios que fazem a coisa de uma forma transparente, que faz eh explica quais são as aplicações, que não vai entrar em criptomoeda jogando dinheiro, dizendo, achando que vai ficar bilionário, não vai. Uhum. Então, e só esses cuidados básicos que tem que ter, saber diferenciar quais são o as aplicações financeiras, ter os objetivos estabelecidos de curto, médio, longo prazo, que é finanças pessoais básicas, né? Você tem precisa ter os recursos de curto, médio e longo prazo, que que eu preciso, quais são os meus planos financeiros paraa vida. E outra coisa que a gente precisa saber também, quais são os riscos envolvidos em determinadas aplicações financeiras que você efetua, umas vão vão ter um risco maior, outras vão ter um risco menor. vai depender do perfil de quem está gerenciando os recursos da família e a aí a forma como isso vai ser repassado a criança vai depender da da própria dos próprios valores familiares, vai depender da eventualmente se a pessoa não sabe lidar com isso, também procurar ajuda profissional para para lidar com o caso, né? É aquela história, se a gente não sabe, não tem condições de lidar com alguma coisa, existem sempre profissionais que vão saber lidar com isso. Então, procurar ajuda profissional. E eu posso fazer até, mas eh e nessa de procurar uma terceira pessoa, né, o profissional talvez possa vir também a a ajudar a evitar esse conflito que houve, como lá no caso da da Larissa, porque talvez se eles tivessem desde o início, né, eh dado essa essa função, essa responsabilidade para algum escritório, né, de contabilidade, de economia para poder gerir a a as finanças dela, talvez vez essa, porque aí entra aquela questão também da hierarquia familiar, né? Eu sou sua mãe, sou seu então sou seu pai, eu que mando, eu mando em você, por enquanto você tá aqui. Então, só que foi tomando uma proporção tamanha, no caso dela ali sem retorno, é que foi dar na questão do milho da da praia, né? Passar. E mas assim, isso acontece também mesmo quando não envolve dinheiro. A gente vê às vezes na na prática clínica que as pessoas já estão a alcançando uma certa já alcançar a maior idade e os pais ainda querem controlar as decisões, a vida, às vezes até a a decisão profissional, qual a carreira que aquela pessoa vai eh eh trilhar, né, sem considerar o que ela quer. Ah, mas é tradição familiar. E às vezes a pessoa não quer, ela quer, às vezes, né, a tradição familiar é de serem todos eh eh da gastronomia, é a pessoa quer fazer outra coisa, quer ir pro direito, quer ir pra economia, pra psicologia, enfim, né? E aí às vezes usa do dinheiro. Uhum. Também é uma forma também de você ali controlar a pessoa. Agora, eh, Fabiana, eu te pergunto, essa questão psicológica, né? que tem uma questão psicológica envolvida nisso tudo, eh, principalmente quando se fala em dinheiro, porque o dinheiro ele alimenta um ego, ele alimenta um poder, né? Então, a a criança ela ela ela ainda não tem noção sobre esse superego, esse poder e de repente o que o dinheiro pode proporcionar para ela. Mas ela vendo, porque a criança é espelho, então ela vendo as atitudes dos pais, que são os administradores, né, ela pode eh direcionar para um caminho. Eu gostaria que você explicasse rapidamente, porque já são 8:32 e nós temos perguntas dos telespectadores. tá participando com a gente. Então, gostaria que você explicasse pra gente eh a questão psicológica, como deve ser a abordagem e quando a família ela precisa entender que é necessário buscar uma ajuda psicológica para a gestão da economia da casa quando a gente trata de dinheiro, eh recurso oriundo vindo, né, de trabalho da criança e do adolescente. Quando eu digo isso é nessas questões, no caso da Larissa Manuela, no caso desses youtubers que que são crianças, mas que estão sim trabalhando e ganhando dinheiro, né? É quando o dinheiro começa a interferir de forma negativa na relação pai e filho, mãe filho, mãe e filha, né? Você tá perdendo a mão ali e tá aí você tem que ser muito humilde, né? enquanto pai e mãe, enquanto ser humano e perceber, olha, a minha relação tá começando a ficar meio estridente, ele tá tá começando a arranhar um pouco com meu filho, com a minha filha e procurar ajuda. Aí é interessante, vai para uma terapia familiar, vai para uma uma terapia individual, né, caso seja necessário. Geralmente quando a gente faz terapia de casal ou terapia familiar de grupo, as pessoas envolvidas, é bom também que faça individual. Uhum. É interessante e lembrar que são pais, não são donos daquela criança, daquele adolescente e daquele filho. Muito bem. Como você bem disse, a gente cria filho pro mundo. Os filhos não são nossos, eles estão sobre as sobre nossa responsabilidade. E o vínculo ele vai pra vida inteira, o vínculo afetivo, mas eles não são nossos, não são propriedades nossas e o dinheiro deles também acaba que também não. A gente tá ali para ajudá-los. orientá-los a como investir esse dinheiro, como gastar e lembrar que eh o poder ele tem sempre duas faces, né? Ele traz essa coisa assim que a gente acha que pode ganhar o mundo, porém contudo, todavia traz também responsabilidade e muita responsabilidade. Quem tá no poder, quem tá no comando, tem responsabilidades maiores do que quem tá sendo comandado. Isso é óbvio. Maravilha. Que fala magnífica. Por favor, professor. Vamos lá. parte aqui também. Claro, claro. Eh, e vou falar um pouco de finanças comportamentais também, que é uma uma parte que muitas vezes as eh quando se trata de finanças pessoais, a gente também tem que falar da parte de finanças comportamentais. Uhum. E é interessante essas teorias econômicas, eh, e da do teoria do marketing em geral, que diz o seguinte: eh, o marketing, a economia, ela não cria necessidades. As necessidades elas estão aí colocadas e aí essa simplesmente o a economia, o marketing e tal, vai fazer com que você redirecione os produtos e os serviços para atender a essas necessidades, certo? Não é isso que se fala? É bem, é, exatamente. Então, o problema é que eu vou ser um pouco crítico dessa linha econômica, não é bem assim, tá? Eh, agora vou falar um pouco da história da economia capitalista do eh do início do século XX, né? Eduard Burnis, não sei se vocês já ouviram falar nessa pessoa, Eduard Burnes. Mas você certamente conhece o tio do Eduard Burnes, se chama Simon Freud. Aham. Acho que conhece, né? Um pouquinho, um pouquinho, né? É, é um conhecido muito muito querido. Um pouquinho, né? Aham. Então o que que acontece? O Edward Burnings, ele é considerado o pai das relações públicas. Ele pega toda a teoria do Freud e adapta isso para canalizar todas as frustrações, todos os sentimentos negativos que as pessoas têm para o ato do consumo. Ele direciona toda aquelas frustrações e tudo. Então, as pessoas muitas vezes não entendem que elas estão sendo bombardeadas diariamente por um volume gigantesco de marketing, de publicidade, propaganda, para fazê-la se convencer de que eventualmente ela precisa comprar um produto ou um serviço que de verdade ela não precisa daquil. Uhum. Então, muitas vezes as pessoas aí que tem a questão comportamental, né? Uhum. Quando a pessoa vai comprar por impulso, e é isso que exatamente as empresas querem, elas não querem que as pessoas pensem no que elas estão comprando, elas querem que as pessoas comprem por impulso, que ela passe na frente de uma loja, veja um produto e vai lá e compra aquele produto mesmo sem estar precisando. Isso afeta diretamente as finanças pessoais. Então, um convite que eu faço para as pessoas toda vez que eu vou tratar de finanças pessoais e comportamentais é refletir sobre o ato do consumo em si, porque a gente vive num sistema econômico que a gente é compelido a consumir toda hora, né? Tem os presidentes de todos os países querendo que os seus cidadãos consumam. Não, vai lá comprar, compra e compra, porque o consumo das famílias é aquilo que gira as engrenagens do sistema econômico. Mas muitas vezes o consumo ele é efetuado de uma forma irracional, irrefletida. E isso não é uma coisa acidental, isso é uma coisa propositalmente construída. Então o convite que eu faço para as pessoas é o seguinte: quando você quiser consumir algo, né? Então é a base de tudo, né? Faça o seu planejamento familiar. Hoje tem aplicativos para celulares que ajudam no controle das finanças pessoais. Baixem esses aplicativos, pode confiar. Eh, os nossos dados estão expostos aqui. Ah, não, não vou expor meu dado não. Se seus dados já estão já esse, esse navio já partiu faz uma década pelo menos, né? Então, a gente, infelizmente, tem os dados expostos. Então, já que a gente tem os dados expostos, pegue um aplicativo ou usa o Excel ou usa o na na anotação do do da do do ali no lápis, na ponta do lápis, e faça o controle das suas finanças pessoais e planeje o seu ato de consumo, planejamento. Planejamento. É que tem uma coisa que eu sempre falo que é o seguinte: quando você for comprar alguma coisa, pergunte-se o seguinte: se eu não comprar essa coisa, o que que acontece na minha vida? O que muda na minha vida? Se a resposta for nada, provavelmente você tá efetuando um ato de consumo por impulso, que pode ou não ter implicações na sua vida pessoal. Então, a gente tá vendo que a o endividamento das famílias chegou a um volume de 77%. Uhum. Isso significa que as pessoas estão se endividando para eventualmente comprar coisas das quais precisam e eventualmente coisas de que não precisam. Esse é o ponto. É. E entra uma outra coisa também, quem esbarra na adolescência. A gente quer ser aceito, a gente quer fazer parte do grupo. O ser humano, por mais individual que nós sejamos, cada um de a gente tem a nossa individualidade, mas a gente quer sempre fazer parte do grupo. Então a gente tem que pra gente fazer parte daquele grupo, o que que a gente precisa fazer? E muit das vezes passa pelo consumo, né? Então eu tenho que ter o Nike, eu tenho que ter o Mizuno, sei lá, aí uma marca para fazer parte daquela tribo. Marca, exatamente. Ou então aquele tipo de botton. Aí eu também costumo falar isso com meus pacientes. Isso que você vai comprar vai influencer de que forma no seu dia a dia? Você precisa mesmo disso? Eu faço isso, né? Aí entra essa questão também lá da dos meus pais também da criação, né? Que aí vamos lá de novo, né? Você realmente tá precisando? Se você colocar isso aí que você vai tirar o quê, né? Para onde você vai usar? Onde você vai comprar? Você tá precisando. É, é assim, né? Você gasta o dinheiro que você não tem para comprar uma coisa que você não precisa, para agradar uma pessoa ou para mostrar uma pessoa que não sabe nem que você existe, né? só para poder alimentar e fazer parte de uma tribo. Então, a gente precisa parar, prestar atenção e a fazer uma análise, né, na hora do gasto aí pra gente poder ter uma economia eh que que faça parte do da sua realidade. Agora eu vou ter que cortar vocês porque assim, ó, nós temos que responder os nossos telespectadores. Aí a gente vai fazer o seguinte, 8:41, a conversa tá maravilhosa, o bate-papo tá muito bom, mas 9:5 a gente tem que entregar o programa. Eu, por mim, ficaria aqui o dia todo conversando com vocês, né? Falar sobre economia, falar sobre comportamento, é tudo muito bom, mas a gente precisa seguir aqui as nossas regras. Então, a gente tem que entregar o programa 95 e os nossos telespectadores estão aguardando a resposta de vocês dois. Então, o que que a gente vai fazer? Eh, uma pergunta, um responde, outra pergunta, outro responde e responder da forma sucinta paraa gente poder até 9:5 atender o máximo de telespectadores que a gente puder. Aí depois vocês vão ficar para gravar as respostas dessas perguntas que a gente, né, eh, eh, não não vai conseguir atender porque a gente, claro, não vai conseguir atender todo mundo porque tá chovendo. Pergunta lá e a produção tá desesperada. Manda ver, produção. Vai mandando pra gente aí. O Lucas do Jardim Chapadão. O que você acha mais eficaz para ensinar adolescentes a cuidar do dinheiro? Mesada com regras ou liberdade total de uso? Essa pergunta vai para o nosso professor. Então, novamente, né, Lucas? Lucas, eh, isso vai depender de que tipo de valores familiares você pretende passar para os seus filhos, né? se os seus valores eles vão mais na linha da da questão do dinheiro como mecanismo de compensação, então a mesada seria mais eficiente. Agora, se a sua ênfase é na colaboração, no papel da integração na família e na sociedade, talvez eh a mesada não seja a forma mais eficiente, né? Talvez a forma mais eficiente seria eh convencer a a criança de que ela deve participar das atividades da família, independentemente dela ser ou não remunerada financeiramente. Muito bem, 8:42. Seguimos. Produção, pode mandar a Mariana do Cambuí. Quais são os efeitos psicológicos em adolescentes que percebem que seus pais usam o seu dinheiro de forma abusiva? A nossa psicóloga responde a Mariana. A os mais nocivos, Mariana, né? a pessoa vai se sentir infringida tal qual como qualquer outra pessoa que se percebe abusada, né? Vai se sentir invadida, né? ali desrespeitado nos seus direitos, no seu direito à individualidade, a direito à decisão. Então é interessante, né, que não isso não ocorra, mas infelizmente o dinheiro, por essa questão do poder, ele costuma às vezes provocar isso. Os pais vão, né, tentar manipular a criança, o adolescente ali, controlar através do dinheiro. Então é o mesmo efeito de uma pessoa de qualquer idade que passa por abuso, infelizmente. E é em ajuda profissional em cima principal, né? de uma psicológica. É uma ajuda profissional. Vamos lá. 843. Diego da Vila Industrial. Como a educação financeira na adolescência pode ajudar a prevenir dívidas e dificuldades na vida adulta? Professor Diego, muito obrigado pela pergunta. Essa é muito boa, né? A gente muitas vezes não lida, não sabe lidar com dinheiro, porque aquilo que eu havia explicado, né? a gente passa ao longo da vida, eh, tem as questões, eh, sociais e econômicas na formação do da da própria economia brasileira, isso muitas vezes dificulta o entendimento. Então, o aí você tem vários aspectos a serem considerados assim eh da da não capacidade da criança, do adolescente lidar com o dinheiro. Primeira questão básica, matemática, tá? Então, eh, uma das sugestão que eu dou sempre é que as pessoas aprendam matemática financeira e que aprenda matemática financeira, principalmente para saber de que lado você tá do muro, se você tá do lado do muro daqueles que você tem uma sobra financeira para aplicar a juros ou se você tá do lado do muro que você precisa captar dinheiro emprestado de instituições financeiras para remunerar aqueles que estão do outro lado do muro e principalmente o topo da pirâmide, que são as grandes instituições financeiras. O nosso sistema econômico empurra o máximo de pessoas possíveis do pro lado do mundo em que elas precisam se financiar para poder exercer o ato de consumo. Então assim, o que eu faço falo sempre é o seguinte: pense bastante a respeito do da sua relação com o consumo, principalmente para que você não precise ficar do lado do muro no qual você precise pegar dinheiro emprestado. Brasil, campeão mundial dos juros no mundo. Então, eh, frustrações, né? Você vai ter frustrações porque você, o dinheiro não vai chegar no final do mês, né? Que a gente fala que é o, o sobra mês no final do salário e não o salário no final do mês, né? Então, quando isso acontece, isso vai gerar, como é que é aquela história? dinheiro não traz felicidade, mas a falta do dinheiro pode trazer problemas eh psicológicos, problemas no casamento, problemas familiares. Então, e todo esse tipo de coisa pode acontecer se eh desde a adolescência as pessoas não se não se prepararem para enfrentar o o futuro, a vida com relação à gestão dos seus recursos financeiros. Muito bem, professor 846, abraço grande para você tá acompanhando, né, o nosso estúdio Câmara. Hoje nós estamos falando sobre economia, eh adolescentes que ganham dinheiro com redes sociais podem desenvolver eh distorções sobre valor pessoal e sucesso. Au, Patrícia, boa pergunta. Ela é do Taquaral e a nossa psicóloga responde a você, Fabiana. pode, não só pelo dinheiro em si, mas por essa questão da exposição, né, da gente se sentir poderoso conversando com o público e o público respondendo. Lógico que vai vão ter aqueles lá que vão tá eh falando, criticando, mas não é só o dinheiro, sabe? Vai mais além o dinheiro e essa possibilidade de você de tá moda, de tá comportamento, porque os influenciadores eles fazem isso também, né? A gente vem a a aquela menina, a a nora do do Leonardo, ela tá com a linha de maquiagem e aí todo mundo saiu comprando para ficar parecido com ela, né? A gente teve a a Todinha por muito tempo, ela também foi influenciando as pessoas ali a consumirem, a comprarem, a agirem de determinada forma. Até que ela mesmo acabou escorregando, derrapando um pouco aí e agora ela tá um pouco, acho que cancelada, cancelaram ela, né? chega nela, mas para você ver, vai além do dinheiro. Exato. Exatamente. Ele é só mais uma ferramenta desse poder, dessa esse poder, esse mundo, né, que que é um mundo assim que a gente precisa ter um certo conhecimento pra gente não derrapar e não escorregar. Vamos lá, professor. 30 segundinhos de segundinhos de complemento. Vai lá, professor. Esse negócio dos influenciadores digitais é muito interessante, né? Tem um vídeo que tá circulando na internet que pegaram vários desses influenciadores digitais que estavam no evento e foram perguntar para esses mirins, né, crianças e tal. Geralmente é filho de pessoas muito ricas quanto é que era o salário mínimo do Brasil. Ah, eles falavam 20.000, eh, 15.000, 30, uns valores assim. Então, eh, é uma uma assim uma distopia total, né? Uma dissonância, foi distopia errado, né? uma dissonância total com relação à realidade brasileira, né? As pessoas não sabem que o salário mínimo é R$.00, né? Então, muito cuidado até com isso, porque essas pessoas, esses influenciadores, principalmente os mirins, eles não têm a mínima noção da realidade e eles passam essa falta de noção da realidade para os seus influenciados. Então isso gera uma relação doentia até com relação às finanças. Muito bem. É, é isso mesmo. Vamos lá, gente, continuando por aqui. É, a hora passando rápido demais, hein? Que coisa. Rafael do Jardim Olina, é recomendável abrir uma conta bancária no nome do filho para que ele comece a controlar os seus próprios gastos. E aí, professor, hein? É bom, não é? Até que Rafael, muito cuidado com isso, tá? pode ser uma boa se a criança ou adolescente, né, já tem maturidade suficiente para lidar com o dinheiro, mas isso pode ser também um um tiro no próprio pé, no sentido de que se a criança se des o adolescente, né, se eh não conseguir gerenciar isso, isso pode gerar além de uma frustração psicológica, pode gerar um problema financeiro, porque eventualmente você tem lá um cheque especial, a criança, né, e hoje em dia, assim, por exemplo, tem um problema certo que é o problema as bets. Então, e isso de novo, aquela questão do impulso, né? A pessoa entra naquelas bets por impulso, achando que vai ter uma um ganho fácil de dinheiro e a banca sempre ganha, tá? O você isso é uma uma máxima, né, dos jogos. Então, muito cuidado com isso. Ter, você pode ter a sua conta bancária da oferecer a possibilidade da da do adolescente eh gerenciar a conta bancária, mas é prudente que se isso for feito, que haja um um acompanhamento bem de perto pelos responsáveis, porque isso pode gerar um problema financeiro. Eh, aí talvez seria interessante então até a conta poupança, até resgatar a questão da poupança, porque aí talvez eles vão ter um pouco mais de limite, a criança ou adolescente e os próprios pais também um pouco de controle, porque se dá, né, um cartão, por mais que você coloque um limite no cartão um pouco menor, às vezes a criança tem lá o jeito, principalmente o adolescente, o jeitinho a tal da mãha para conseguir aumentar. E tem alguns cartões que oferecem se você vai lá e aumenta. Uhum. o limite dele de, né, de compra, né, da época do cheque, né, cheque, você tem que fazer o cheque e anotar no canhoto quanto que você tinha gastado, né? Sim. E aí a gente, muitas vezes a gente não não anotava no canhoto. Hoje em dia isso é tudo digital, mas isso não necessariamente vai significar um controle dos gastos, porque a pessoa vai passando, mesmo que seja catampans, ela vai passando achando que se não houver o controle estrito, a pessoa pode entrar no não que entre em em juros de cheque especial, mas vai acabar com dinheiro. Exatamente. Aí entra numa outra coisa também, porque a minha língua tá costando desde a hora que a gente começou também. É a questão do vazio, o vazio existencial é o tal do vazio. Porque às vezes quando você vai comprar alguma coisa, adquirir, você tá querendo tampar um vazio. É. E um vazio que não vai ser tapado com a compra. Com dinheiro, com aquela compra, né? Isso é culpa do Edward Burns. É. Não, nossa, do tio dele, de todos a questão do Edward, o tio dele olhava ele. É, né? Aí a questão do aí é a importância do autoconhecimento, de você saber seus valores, saber os seus limites, saber quem é você no mundo ali, né? Ter essa noção. Lógico que com o tempo você vai, não é assim e não é o processo de autoconhecimento, não é algo que que não seja dolorido. É muito dolorido você ter contato com as suas sombras. E não é dando um docinho para si mesmo, né? Ou seu pai ou sua mãe de início dando esse docinho, água com açúcar. Aí depois você começa a comprar um negocinho aqui, um tênis, um relógio, uma um bottom, uma maquiagem que vai fazer você melhorar. É a questão do autoconhecimento e lembrar o vazio. Às vezes ele é importante porque para ter coisa nova, para você adquirir conhecimento, precisa est vazio. Olha aí, muito boa fala. Vamos lá, perguntas, perguntas. Manda ver a produção 8:52. Pessoal lá trabalhando bastante, né? É nosso grupo mais trabalhando e atendendo você. Olha aí, ó, a produção trabalhando muito do outro lado. Atainá para Geraldo. A forma como os pais falam sobre dinheiro em casa influencia na autoestima e no senso do valor dos filhos? Vai lá, Fabiana. Ah, sim, né? Toda e qualquer fala dos pais a respeito do dinheiro, do trabalho, vai influenciar sim, né, a criança, o adolescente na relação tanto com o dinheiro quanto com o trabalho. Essa coisa, ai a gente nunca tem dinheiro, ah, eu nunca tenho dinheiro, ah, pede pro seu pai, pede pra sua mãe, aquela coisa toda. Então, a criança vai se sentindo insegura, pô, a quem eu vou recorrer? Quem é que vai suprir as minhas necessidades ali? Ah, a gente não não tem dinheiro para isso, não tem dinheiro para aquilo, mas você vê dinheiro entrando em casa, né? Então é preciso chegar e conversar. A gente tá perdendo isso aqui, ó. O olho no olho, cada vez mais. Aí você soca um celular na criança que ali vão ter propagandas, que vão est ali estimulando ela adquirir aquila que que é interessante ligado à aquele joguinho, aquele desenho que ela tá vendo. E aí e o olho no olho. E aí a relação do dinheiro fica como? Tal qual a relação interpessoal. E às vezes no lugar de você olhar pro seu filho, conversar com ele, você dá um dinheiro, você coloca para ele colocar comprar um acessório novo pro para um joguinho do do bonequinho do joguinho pra criança te deixar em paz. E aí lá na frente isso pode ser devastador, porque, né, a gente vai envelhecer e a gente não criar vínculo, já vamos dar um salto, 10% para dar um salto lá na frente. Lógico que nem todas as pessoas que estão numa casa de repouso, elas estão ali, né, porque foram simplesmente abandonadas, mas porque talvez muuit das vezes elas não ensinaram os filhos a cuidar de si mesmo e cuidar deles. Não teve esse vínculo essa relação. Então, quando esse pai e essa mãe envelhece e ficam debilitados, ai meu Deus, aí colocam no asilo. Muit das vezes colocam mesmo, eles não vão lá visitar, que é diferente daqueles que vão morar no asilo, entendeu? Percebe que é uma coisa que a gente tá aqui conversando sobre a adolescência, falando sobre o financeiro, mas a gente tá indo lá na frente. Exato. E e olha como que tudo reverbera, tudo tá muito interligado, não tem como desmembrar. Então é bom de vez em quando a gente dar essas pinceladas e lembrar que a gente tá indo. É verdade. Vamos lá. 8:55. Vamos lá então, produção. Manda ver. Tem perguntas, tem perguntas caindo sem parar e a produção. Uau. Vamos, vamos então. Vamos. Carlos do Jardim Nova Europa. Existem ferramentas digitais que ajudem pais e filhos a organizarem juntos um planejamento familiar, financeiro, né? Tem, né, professor? Tem sim, tem sim. Carlos, boa pergunta. hoje em dia, né, aquela história, né, o o a evolução da tecnologia, ela pode servir tanto pro bem como pro mal. Você tem a tecnologia servindo pro mal, eh, com essas redes sociais, com esses controles que estão, eh, fazendo as pessoas brigarem, perderem os almoços de família, perderem o a convivência, atrapalhando a vida psicológica e tudo, né? Então, conforme a social, conforme a Fabiana que falou, mas também existe a aspectos positivos. Você pode usar, tem inúmeros aplicativos para celulares que ajudam no controle das finanças pessoais, de uma com notificação, vai dizer se você eh aí você estabelece eventualmente as metas que você quer ter para ter o o gasto, que é aquela história, né? Se você sair com R$ 50 no bolso de manhã, você volta de tarde acabaram R$ 50 e você não sabe onde gastou, né? Isso e se é exatamente, né? Então, eh, o controle hoje em dia, como eh tem Pix, essas coisas todas, eh, essas ferramentas de dos aplicativos celulares hoje em dia ajudam bastante no controle das finanças pessoais. Basta que a pessoa se informe aí quais são os aplicativos. Não vou fazer propaganda de nenhum porque, né, mas aí a pessoa faz as pesquise quais são esses aplicativos para celulares e usem a tecnologia em seu favor. Muito bem. 87. Dá tempo para mais uma, produção? Dá. Então vamos. O Eduardo do Jardim Proença. Até que ponto os pais devem interferir nos gastos dos filhos adolescentes com o próprio dinheiro? Bom, aí tá falando dos gastos, né? Então, eh, aí pelo jeito é tipo assim, eu quero comprar um negócio aqui, quero comprar um iPhone, né? O dinheiro é meu, vou lá e compro, vamos planejaros, né? É, é aquilo que eu contei da minha experiência pessoal, o seu, o dinheiro que você tem agora dá para comprar, você consegue e se você comprar o iPhone, vamos usar o iPhone. Se você comprar o iPhone e de repente quiser comprar um pudim para você comer, você vai ter dinheiro pro pudim também? Não. Então vamos lá. Então vamos devagar, vamos poupando, vamos estabelecendo, estabelecendo prioridades. Uhum. Aí é a questão da orientação, não é a imposição. Muito bem. Fazendo a criança refletir, né? Umação, não imposição. Gostei. Muito bom. Muito bom. 8:58. Produção, vocês que mandam aí, vai lá, vai mandando que a gente vai falando aqui. Caio do Parque Prado, como os pais podem ensinar sobre investimentos básicos para adolescentes sem tornar o assunto complexo demais, sem ficar muito pesado, né? Vamos lá. ensinar, a gente vai falar com o professor. Ih, Caio, é uma notícia para você. Investimentos assim, bom, primeiro matemática, né? Matemática. E aí tem as pessoas que têm facilidade com a matemática e tem outras pessoas que têm dificuldade com a matemática. Então, eh, o que é básico para uns pode ser não básicos para outros. Então, quem tem dificuldade com matemática básica, eventualmente vai ter dificuldade para compreender os investimentos. eh como ensinar eh a os adolescentes a a questão da dos investimentos, né? E aí quando você fala investimento, eu tô supondo que você tá falando de aplicações financeiras. E aí hoje em dia tem que tomar muito cuidado porque tem, como eu falei no início do programa, aqueles coaches de finanças que vão, que passam naquelas propagandas das plataformas dizendo assim: "Não, se você colocar R$ 100 aqui, eu prometo para você que em em 5 anos você vai estar milionário." Hum. Pode acontecer, pode acontecer, mas é aquela história do da eh que a gente chama da da diferença entre um caso anedótico, que uma pessoa conseguiu isso e aquilo que é estatisticamente relevante para toda a sociedade. Então, o que é relevante estatisticamente para para toda a sociedade diz o seguinte: você precisa ter o controle das suas finanças pessoais em primeiro lugar, saber exatamente quanto que você ganha, quanto que você tá gastando e aí envolver o adolescente nisso, porque muitas vezes os pais querem eh até meio que por medo mesmo. Não, não posso falar pro meu filho, que eu tenho medo que ele fale pro vizinho, fale para uma outra pessoa, mas não precisa envolvê-lo, explicar, olha, eh, papai e mamãe tem esses valores que estão entrando, mas a gente tem esses gastos com moradia, com transporte e tal, tal, tal. Então, a sobra no mês ali é isso aqui. Mas a gente precisa também ter uma programação financeira, porque eu não posso gastar tudo e ficar sem uma reserva financeira. a gente costuma falar o seguinte, em finanças pessoais, o primeiro gasto que você deveria fazer e que as pessoas não fazem, ou porque não tem condições, porque os o salário é muito baixo, ou porque não pensam a respeito disso, é pagar o que a gente chama de o seu você amanhã. Pague o seu você amanhã. O que que é pagar o seu você amanhã? é pegar a primeira parte do dinheiro e guardar para eventualidade. Você pode ficar doente, precisar de um remédio mais caro, você pode ficar desempregado, você pode ter um problema na família, você pode ter n fatores e eventualmente se você guardou o dinheiro, você vai ter de onde tirar o dinheiro. Se você não guardou o dinheiro, você vai ficar numa situação muito difícil. Eventualmente você vai entrar na daquele lado do muro que eu falei que não se deve entrar. Mas assim, aplicações financeiras, você tem basicamente alguns fatores que você tem que considerar, que são as aplicações financeiras de baixo risco. Baixo risco costumam ter também baixo retorno, de médio risco e de alto risco. E aí você tem que estabelecer os seus objetivos. O que que você quer? Você quer comprar um carro? Você quer comprar um apartamento, uma casa, você quer viajar? Que que você quer fazer? Qual quais são? Então, traçar objetivos paraa sua vida e com base naqueles objetivos procurar eh esclarecimentos. E aí você pode procurar plataformas de investimento que tem vídeos explicativos, sérios, não esses coaches de finanças, tá? E aí procurar informação. Tem livros especializados a respeito. Então, educação, né? A gente faz sempre isso, conhecimento é libertação. E o conhecimento te aprisiona na ignorância e te aprisiona para você ser escravo, por exemplo, de pagar juros para instituições financeiras ficarem multimilionárias. Então, a resposta, infelizmente, é essa. Não tem resposta fácil, simples, eh, é complicado mesmo. E a gente precisa ir desvendando isso e explicando para adolescente. Os pais muitas vezes não sabem, né? Verdade. Gente, a última pergunta 92. Última pergunta considerações finais. Vamos lá. Bianca do Jardim Garcia, como calcular uma mesada adequada para adolescentes, levando em conta a idade e necessidades pessoais? Uau, calcular uma mesada. Boa pergunta. Vai lá, então, professor, rapidão, pra gente encerrar. respond ab rapidamente, eh, faça o planejamento familiar, veja quanto que você tem de disponibilidade para fazer o o pagamento daquela mesada, se assim você desejar. Então, pegue, primeira coisa, faça o planejamento familiar, entradas, saídas fixas, saídas variáveis e aí você coloca um percentual da daquele valor que você considera adequado dentro daquele valor. Não tem um valor máximo, não tem um valor mínimo, mas é um valor que não comprometa a saúde financeira da família. Muito bem, professor Fabrício falando pra gente sobre economia, né, sobre a vida financeira e em especial para os adolescentes. E conosco também a nossa psicóloga Fabiana, trazendo informações preciosas aí pra gente adaptar na nossa vida, no nosso cotidiano. Eu quero agradecer a participação de vocês. Então, considerações finais. Fabiana, você viu que foi muito rápido, a gente não conseguiu atender nem metade do pessoal que tá participando, mas a gente precisa entregar. O legal é que vocês vão ficar para poder responder essa galera. Então, desde já, meu muito obrigado. Eu que agradeço. Agradeço. Eu quero também agradecer uma pessoa que ela confiou em mim, né? A Karen, a gente trabalha juntas e ela falou: "Sendo no topa aí tudo, né? e que talvez iríamos ou eu ou ela e acabou vindo eu. Eu adorei tá aqui. Meio foi muito bico, né? Também por mim teria ficado mais tempo, porque isso rende assunto, né? Rende conteúdo pra gente. Quanto mais informação melhor. E o que eu posso falar para as pessoas é assim, conheçam-se, né? É, é, é aquela coisa lá de trás daquele nosso querido filósofo lá. Conheça-se a ti mesmo. Isso é a base. Você, quanto mais você se conhecer precisando, use da psicoterapia, né, da do serviço dos psicólogos, dos terapeutas aí, que hoje tá mais ampliado. Mas a partir do momento que você se conhece, conhece as suas necessidades reais, né, subjetivas, as concretas, você vai longe. Principalmente você adolescente, você não fica refém das outras pessoas. Hum. Aquilo que a mãe da gente sempre diz, você não é todo mundo, leve a sério, você vai ver, vai por mim, dá muito bem, dá muito certo. Maravilhosa. Muito obrigada pela sua participação, professor. Gratidão e olha, muito boa a sua aula pra gente aqui hoje. Obrigada pela participação, considerações finais. Muito obrigado, Rúbia, pelo convite. Obrigada a equipe da TV Câmara Campinas. E meu recado final é isso, é complementando o que a Fabiana falou, uma vez que você conseguiu se conhecer, conheça suas finanças pessoais, tá? Conheça. E e assim, é interessante. Eu já dei aula várias vezes em em cursos assim de finanças pessoais e muitas vezes eu dou aula em laboratórios de informática. Eu falo assim, ó, eu não vou chegar perto de vocês, eu só vou te passar uma planilha, você vai preencher essa planilha, não, não quero receber, você vai colocar o quanto que você recebe, quanto que você tá de gasto aproximadamente, né? E é muito interessante você vê assim as pessoas fazendo assim as contas assim e aí vai saindo o número em tempo real. Aí você vê as caras das pessoas assim: "Nossa, eu não tinha noção de que era tudo isso que eu tava gastando". Então, conheça-te a ti mesmo e conheça os seus gastos para você não entrar no no do lado do muro em que você vai ter que pagar juros para enriquecer uma plutocracia. Muito bom, hein? Que maravilha, gente. É fundamental aí que os pais se mantenham atentos, né, aos riscos do mundo digital e não deixe de exercer a sua autoridade, pois a negligência pode ser prejudicial ao desenvolvimento da criança, né? Então, o equilíbrio entre supervisão e respeito à privacidade é a chave para uma boa relação de autoridade. A gente agradece você que tá aí do outro lado, a gente agradece os nossos convidados, a nossa equipe, né? Ninguém faz nada sozinho, não. Você não tem noção. A galera trabalhando e falando aqui no meu ouvido, ó. É o pessoal do grupo. Mais obrigada, gente. E amanhã nós temos estúdio Câmara. Amanhã é sexta-feira, sexamos, a gente encerra a nossa série de adolescência e amanhã a gente vai falar de guarda compartilhada, mas é diferente. É uma guarda compartilhada de animais. é um acordo, né, entre os tutores que define como será a divisão dos cuidados com o animal em um caso de separação e que tem se tornado cada vez mais comum, especialmente em situações onde o bem-estar do animal é uma prioridade. Esse é o nosso tema de amanhã e o programa de hoje a gente vai entregando 97 atrasadrima, mas super valeu a pena. Um beijo grande para você que tá ligadinho na TV Câmara Campinas. Continue, a programação está sensacional. ao meio-dia nós temos eh o Câmara Notícia e, claro, trazendo informações do legislativo campineir, de toda a nossa metrópole, pessoal do grupo Mais fazendo aquela programação bem legal, trabalhando bastante para que você seja muito bem informado e tenha um entretenimento de qualidade, combinado, gente? Beijo grande para todo mundo, nossos convidados, nosso. Muito obrigada mais uma vez você de casa. Super valeu por nos ajudar a completar aí a nossa missão. E não esqueça, as suas respostas vão passar na programação aqui da TV Câmara Campinas porque eles vão ficar para responder você, combinado assim? Beijo grande, até amanhã. Fica com Deus e se cuida. Vamos prestar atenção aí nas suas finanças. Valeu. Tchau. Tchau. [Música] [Música]