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Olá, [Música] muito Bom dia, seja bem-vindo. Estamos chegando com mais uma edição do Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é segunda-feira, 14 de julho, aniversário da cidade. Parabéns, Campinas. Hoje celebramos aí 251 anos de uma cidade que pulsa inovação, história e diversidade. Campinas é ciência, é cultura, é gente que transforma, né, dos trilhos do passado a tecnologia do futuro. Nós seguimos construindo uma cidade viva, inteligente e cheia de orgulho. Parabéns, Campinas. O estúdio Câmara, gente, dá início a esta semana comemorativa pelos 251 anos de Campinas com uma edição especial. Durante toda a semana nós vamos voltar os nossos olhos a diferentes diferentes aspectos, né, que ajudam a contar a história e mostrar a força dessa cidade que não para de crescer. Então, cada programa da semana vai trazer um tema que revela um pouco mais do que faz Campinas, uma metrópole vibrante, diversa e cheia de potencial. Hoje nós abrimos a série, então, falando de tecnologia e inovação. E vamos entender porque Campinas é referência nacional nesse setor com um ecossistema pulsante que une universidades, centros de pesquisas, startups e grandes empresas. Nossos convidados já estão aqui no estúdio e daqui a pouquinho a gente começa então a falar sobre tecnologia e inovação aqui na cidade de Campinas. E você também pode participar com a gente, envie sua mensagem, dê parabéns para a cidade de Campinas, conte o que a cidade representa na sua vida. WhatsApp tá na tela, tá bom? 199729377. Enquanto você manda suas mensagens, a gente passa algumas notinhas para você e daqui a pouquinho também previsão do tempo. Vamos lá. Chefes Campinas reúne 17.000 pessoas e celebra aniversário da cidade com gastronomia, cultura e sustentabilidade. Foi a 12ª edição do tradicional Chefes Campinas, que olha, foi realmente um sucesso de público. Reuniu cerca de 17.000 pessoas ontem, 13 de julho, na Praça Carlos Gomes, centro da cidade. Esse evento já faz parte da programação, né, oficial da cidade e comemora os 251 anos de Campinas e levou ao público uma experiência gastronômica diversa, acompanhada de atrações culturais e ações de sustentabilidade. Durante o evento, o público cantou parabéns pela cidade e foi surpreendido com a entrega simbólica de um bolo em comemoração ao aniversário de Campinas. O festival trouxe o tema Campinas, cidade cosmopolita, uma cidade aberta para o mundo que integra diferentes culturas, povos e modos de vida. A iniciativa reuniu 21 restaurantes renomados e 10 cervejarias artesanais do polo cervejeiro da região metropolitana de Campinas. O evento foi na Praça Carlos Gomes e celebrou aí os 251 anos da metrópole. Eu estive por lá, adorei. Muito legal. família sentada na praça. Olha, tudo de bom, gente. Vamos lá. Uma nota especial para você que utiliza o aplicativo da Indec. O chatbot da Indec fica em disponível hoje, tá? A partir das 8 da noite, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas em DEC vai realizar uma atualização na plataforma de atendimento ao público hoje, segunda-feira, a partir das 8 da noite. A intervenção será executada pela informática de municípios, a imã e tem como objetivo garantir mais segurança, estabilidade e eficiência, tá, no sistema. Então, durante o processo de atualização, o chatbot disponível no site da INDEC ficará temporariamente indisponível, tá? Neste período, os usuários não poderão utilizar o assistente virtual para enviar mensagens, solicitar informações ou realizar atendimentos online. Canais alternativos continuam funcionando mesmo com a suspensão temporária, tá, do chatbot e as demais formas de contato para seguem index seguem funcionando normalmente. Então você pode, se precisar de atendimento, pode utilizar o o telefone 118, tá? o canal fale conosco ou então o WhatsApp da Indec que é o 37312910, tá? Que também aceita chamadas de outros DDDs e cidades. Previsão do tempo para segunda-feira. Semana começando. Ao que tudo indica, a semana vai ser ensolarada aqui na metrópole, né? Que legal. Previsão do tempo para hoje, gente. O dia segue firme, né? O tempo, aliás, segue firme o dia também. Sol entre nuvens, mínima foi de 13, máxima de 24º. Céu Azul de Brigadeiro na Metrópole. Boa semana para você. E agora sim vamos ao nosso tema central. Vamos falar sobre os avanços, desafios e perspectivas da tecnologia em Campinas. E para isso nós recebemos dois especialistas que atuam diretamente no ecossistema de inovação da cidade. Boas-vindas ao sócio diretor e vice-presidente da inovação corporativa da Ventury Hub Hub, José Eduardo Azarit. Seja bem-vindo. Muito bom dia. Bom, primeiro super legal estar aqui com vocês, uma honra no aniversário de Campinas, né? o berço da inovação, o berço das andurinhas. Então assim, é uma honra estar aqui com você hoje e muito legal tá no aniversário de Campinas falando de tecnologia e inovação, que é um tema que me é grato já há muito tempo. Eu sou, eu vim de Catanduva para cá para estudar na Unicamp, então eu sou fruto desse ecossistema, então é muito legal contar um pouquinho dessa aventura campineira. Maravilha. E com a gente também para completar o time tecnológico de hoje, vice-presidente da Ecossistema de Inovação e Transformação Digital do Campinas Tec. Seja bem-vindo, Eduardo Marquezini. Bom dia. Bom dia. Também me sinto honrado de hoje estar aqui com vocês no aniversário de Campinas com a Zarit, que eu admiro muito, assim como ele também não sou de Campinas e isso é uma característica muito interessante aqui, né, do de Campinas que ela acaba agregando e acaba trazendo essas pessoas que acabam trabalhando com ciência, tecnologia e inovação. e a gente acaba se encontrando por aqui, se apaixona e aqui a gente fica. Então, não é a cidade que eu nasci, mas foi cidade que eu escolhi que minha filha nascesse. E é um prazer estar aqui hoje com vocês. Ai, que maravilha. Prazer é todo nosso. Eu também não sou de Campinas, mas Campinas me escolheu. Amo esse lugar e a gente fala dessa cidade com todo o carinho do mundo e muita gratidão. Agora, a vocação tecnológica de Campinas não é recente, né? A presença da Unicamp, do CPQD, do CNPEN e do acelerador de partículas sírios transforma essa cidade em um verdadeiro celeiro de ideias, pesquisas e soluções de impacto nacional e internacional. Vamos lá então, Azarite. Qual que é o diferencial de Campinas no contexto da inovação tecnológica no Brasil? O que que Campinas tem que outras cidades não tem? Olha só, eh, Campinas é uma cidade que teve uma vocação para isso. E vamos falar um pouquinho da história do Brasil, né? Sim. Eh, quando Dom Pedro II resolveu fazer o primeiro instituto de pesquisas para desenvolver coisas ligadas a café, ele escolheu Campinas e criou o Instituto Agronômico. Isso lá nos idosos de 1800 e alguma coisa.7 1887. Obrigado. Dão, o que que acabou acontecendo? A gente tinha aqui no Instituto Agronômico nessa época um gabinete onde Dom Pedro vinha aqui e despachava de vez em quando, dada a o o apreço que ele tinha pelo desenvolvimento tecnológico. Então, já começa lá atrás essa questão dessa vocação de Campinas, né? Quando a gente vai andando um pouquinho mais adiante, eu como sou um dinossauro da inovação, eu conto história, né? Eu sou um um aficcionado por isso. Então, o que que a gente percebe numa fase posterior foram sendo criados coisas no entorno disso, né? Coisas são escolas, coisas. Você tem, por exemplo, o nosso querido eh, como chama aqui? A, a, bom, depois eu vou lembrar o nome da escola, mas enfim, nós temos escolas que já são tradicionais, onde estudaram personalidades, né? Então, a educação mais a vocação para ciência começam a trazer para Campinas um jeitão voltado para gostar de tecnologia, né? Muito bem. Pouquinho mais adiante você mencionou CPQD. Eu trabalhei no CPQD durante 32 anos de estagiário. Eu fui até a ser vice-presidente de desenvolvimento de negócio comercial lá. O que que aconteceu quando criaram o CPQD? Várias iniciativas aconteciam no Brasil na criação de centros de pesquisas na área de infraestrutura. Uhum. Criaram o SPS lá no Rio para trabalhar com petróleo, criaram o CPEL lá no Rio para trabalhar com energia elétrica. E aí, depois de muito estudo, Campinas era próximo de São Paulo, onde tinha USP, tinha uma Unicamp muito forte. Então, onde se escolheu fazer o Centro de Pesquisa da Infraestrutura de Telecomunicações Campinas? Aí criou-se CPQD, que agora tá próximo de fazer aí 40, 50 anos, né? Então é um negócio muito legal que acontece com Campinas. Já tem uma vocação lá do tempo de Dom Pedro que depois foi reforçada por correr atrás de fazer tecnologia voltada paraa tecnologia da informação e comunicação, tanto com o CPQD como o Instituto Renato Archer. E no entorno disso vários outros aconteceram. Então hoje Campinas tem cerca de 40 instituições de ensino e pesquisa, né? A gente tem universidades vibrantes e a gente forma uma coisa que eu acho muito importante, que é difícil no mundo, a gente forma gente de qualidade. Muito b. Então, em Campinas a gente tem muita formação de recursos de qualidade. Maravilha, né? Olha só, eh, você sabendo um pouquinho mais sobre essa tecnologia que tem aqui na cidade de Campinas, né? Em 2021, Campinas instituiu a lei 16.165 165 de 2021, conhecida como a lei da inovação, né? Essa lei foi criada para estimular o empreendedorismo tecnológico na cidade, atraindo startups e investimentos em inovação e tecnologia, né? Já em 2024, mas presente eh precisamente 26 de junho, a Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade o projeto de lei eh 3680 de 2023, de autoria do deputado Jonas Donizet, que concede a Campinas o título de capital nacional da ciência e tecnologia da inovação. O projeto de lei segue paraa análise do Senado. Agora pergunto pro Eduardo, né, de que forma você acredita que o reconhecimento de capital nacional da ciência, tecnologia e inovação, se confirmado, pode impactar aí a efetividade prática de políticas eh eh públicas eh para que Campinas ela seja ainda mais pujante nessa questão da tecnologia e da inovação. é importante e esse essa honraria, podemos dizer assim, sem dúvida, traz uma visibilidade muito interessante pra cidade, porque que nem o ASA tinha comentado, a gente já tem essa característica aqui dentro de Campinas, não só de eh criar esses profissionais, como a gente também acaba atraindo, porque Campinas ela tem uma característica um pouco diferente de outros ecossistemas de inovação, porque justamente por esse essa essa contextualização incrível que o ASA fez. Eh, criou-se aqui uma densidade de institutos de pesquisa e universidades e centros de desenvolvimento de empresas. Alguns deles se desdobraram em centros de pesquisa posteriormente, que você encontra em poucos lugares do mundo. Uhum. Hum. E para coroar, a cereja do bolo tem um acelerador de partícula de nível quatro que só tem três no mundo. Uau! Um deles está aqui. Então, trazendo este título para Campinas, ele essa característica, o que que ele traz de diferente de outros e? A gente acaba trabalhando em sinergia com outros ecossistemas. digamos que um cientista ou uma startup ou uma empresa de outras regiões, às vezes eles vêm para cá, desenvolvem parte do seu produto, sua pesquisa, eh, do seu serviço e aí acabam retornando paraas suas áreas, mas muitas vezes acabam ficando por aqui. Então, é interessante que você vai andando pelo ecossistema de Campinas. A gente é muito diverso, que nem você falou na abertura aqui. Então você ouve sotax do Brasil inteiro. Total. Aham. Então, e em todos os as posições possíveis, das mais altas à mais baixa. Então, tem um ciclo de pessoas vindo do Brasil inteiro aqui para buscar conhecimento, fazer desenvolvimento, fazer ciência, tecnologia e inovação e às vezes voltando paraas suas regiões, às vezes acabou ficando, que é o caso meu do Azarite. E e uma coisa que eu acho muito importante a gente pontuar também que uma coisa que a nossa secretária de desenvolvimento econômico aqui de Campinas, Adriana Flos, ela sempre fala que a gente chegou nesse patamar apesar das da questão política, né? E hoje eles falam: "Não, a gente agora quer ajudar". Então, eh, com esse tipo de honraria que foi feita, eu acho que a gente começa a utilizar essas essas ferramentas políticas para conseguir trazer mais recursos e disponibilizar essa estrutura, infraestrutura incrível que a gente tem pro Brasil inteiro, né? Exatamente. Importante e interessante a história, né? Como foi se desenvolvendo essa questão da tecnologia e da inovação aqui na cidade de Campinas. Agora, eh, tem uma equipe aqui de Campinas que venceu um uma das maiores competições de inovações do mundo, né? Inclusive, eh, é NASA Space Apps Challenge 2024, Eduarda, é isso mesmo. E foi a equipe do Campinas Tec. Eu eu tava fazendo uma pesquisa e sobre, né, tecnologia e inovação. Eu tô aprendendo, gente. Olha, nós estamos aqui com duas pessoas que são experts no assunto. Eu dei uma estudadinha, eu falei: "Gente, o que que eu vou falar nesse programa, né?" Mas aí eu comecei a buscar e falei: "Olha só que maravilha. Me conta essa participação aí nesse e esse concurso, esse o que que foi essa foi um pessoal da Unicamp, né? Foi um time da Unicamp, inclusive aí o professor Renato Lopes, que que encabeça o Inova hoje, né? Aham. Ele ele comentou que mandou o coordenador deles lá, o Vital, para conversar com com os meninos e tentar convencer eles Uhum. a pegar todo esse essa capacidade que eles possuem, né? essa essa inclusive essa visibilidade que eles conseguiram, né, com este com esse evento. Sim. Sim. E aí e aí cai uma situação difícil que que esse é o ponto em que a gente fortalecer o ecossistema e fazer esse tipo de iniciativa que a prefeitura, o governo precisa fazer. A gente unir os talentos com as possibilidades de negócio. Sim. Então acontece que são pessoas extremamente técnicas, extremamente habilidosas, que não querem empreender. Então, muitas vezes, o que a gente tem que fazer aí que entra um ponto de pessoas, por exemplo, Aventury Hub, que é um acelerador incrível, de unir essas pontas, a capacidade técnica de um lado com as pessoas de negócio do outro lado. Uau! Porque o que acontece, a gente fica aqui em Campinas, isso que é uma coisa muito interessante, a gente fica na fronteira entre essa parte de inovação, mas a parte também de criação, né, de ciência, né, de base. Então, quando a gente consegue conectar essas duas pontas, que a gente consegue criar soluções disruptivas que podem mudar o mundo literalmente. Poxa vida. É um foi um foi aconteceu esse concurso aí, mas agora o sonho é fazer com que isso vire é coisas práticas, né? Tem coisas super interessantes. Acho que pegando o gancho do a Campinas tem um nível de amadurecimento ao longo do tempo que tá super interessante, né? Eh, como a gente tem escolas que fornecem aí a base para você ter bons laboratórios, boas coisas, você gosta muito de fazer coisas assim malucas, tipo essa que virou aí do Nas Space Apps, né, que é é um trabalho que é rotineiro, todo ano tem lá na NASA e tal. E Campinas teve agora a oportunidade de aparecer nessa nessa parada aí, né? Então é bem legal. Mas olha só que interessante, eh, ao longo do tempo a as universidades formam pessoas com talentos para ciência, né? Uhum. Aqui em Campinas a gente teve a sorte, eu não dis que depois de muito trabalho vem a sorte, né? Eu brinco com isso. É verdade. Mas a gente teve a sorte de que a as instituições aqui elas começaram a perceber a importância do DNA empreendedor no pesquisador. O que que significa isso, né? Ah, eu, pela minha história, participei de desenvolvimento da fibra ótica aqui em Campinas, né? Então foi, era uma turma da Unicamp que tinha um viés empreendedor e transformou toda uma cadeia de valor e a gente teve fábrica de fibra ótica aqui em Campinas. A gente tem ainda hoje fábrica de equipamentos para comunicações óticas e tudo isso por profissionais formados no entorno aqui de Unicamp, depois trouxemos de Campina Grande, trouxemos do Ceará, enfim, a gente montou times fantásticos aqui para desenvolver isso. Então o que que acaba acontecendo? Criou-se já um viés empreendedor que era da ciência criar um protótipo, um produto mínimo viável que depois virou um produto industrial. Quando você faz virar um produto industrial, você gera o quê? Empregos, gera impostos, você fecha o ciclo virtuoso da inovação, né? Então o que que acaba acontecendo? Campinas pegou essa carona de uma maneira legal. Então, por exemplo, pouca gente sabe, o iFood nasceu dentro da incubadora da Unicamp. O precursor do iFood era uma empresa pequena, formada por dois ex-alunos da Unicamp, o Fábio Póo e o Fabrício Bloise, que ficavam incubados dentro da incubadora e tinha uma empresa que eu nem me lembro o nome, que não tem nada a ver com iFood. Sim. Comera era o nome da empresa desses dois meninos. E hoje, olha que interessante, o Fabrício, ele é o CEO do fundo que investiu no próprio iFood, então ele tá além fronteiras, tá lá na Holanda. Então o que que acaba acontecendo? Esses meninos que conseguem transformar ciência, tecnologia em business, tem o que a gente chama de DNA empreendedor. Só que não é natural. O quinto andar aconteceu a mesma coisa. Aceitei a todos aqui do nosso entorno. Esses nomes que eu tô falando não é coisa de muito longe, é tudo daqui. E aí o que que é legal? As universidades começaram a empreender programas que fomentam o empreendedorismo. Eu me lembro quando eu fui presidente da vice-presidente da Campinas Tec, eu era, vamos dizer assim, como dinossauro era precursor do Edu. a gente falava em como que a gente pode levar esse viés empreendedor para os estudantes. Então, hoje a gente vê um trabalho fantástico sendo realizado na PUC, no espaço Mescla. A PUC hoje tem programas que formam estudantes com cabeça empreendedora. Maravilha, né? Então a gente começa a ver isso aí. Você vai numa kenze, você tem isso. Você vai lá na Mandic, você tem isso. Você vai na Unicamp, nem se fala, né, com os programas que o Renato e o pessoal da Enova toca. Então o que que acabou acontecendo? Nós tivemos lá atrás aquele viés de ter ciência na cidade e nós estamos começando um movimento agora e a Campinas Tec é fundamental nisso, de levar esse espírito empreendedor. Sabe aquela coisa do jogador de futebol que jogava na Vársia e um dia ele conseguiu cair lá no brinco de Ouro da Princesa e jogar o seu primeiro clássico com a Ponte Preta e Guarani? Uau, hein? Ele realizou um sonho. A gente vê realizar o sonho da ciência e tecnologia quando a gente vê empresas que impactam a sociedade. Uhum. Tô falando de iFood, tô falando de quinto andar, tô falando da da Padtec, que é lá do CPQD, que faz comunicações óticas pro mundo. Tô falando de uma CIT que é daqui de Campinas, também incubada na Unicamp, ficou lá no polis do CPQD e agora fez o IPO na NASDAQ. Quer dizer, nós estamos falando de coisas maravilhosas que aconteceram aqui em Campinas. São meninos, ex-alunos da Unicamp, ex-diretores da Campinas Tecaram dos programas de Raton lá da do tempo do onça, né? Então, enfim, eu acho que esse ciclo é um ciclo que faz o quê? é a base pra gente ter tido essa honraria que o deputado Donizete fez e a Câmara propou por unanimidade. Ou seja, eu me lembro, tava comentando com o Edu ainda há pouco, a em 2017 eu dei uma entrevista na numa TV local. Me lembro que inclusive a Rose, que hoje é secretária de comunicação lá na prefeitura, ela que fez a entrevista. E a gente falava que Campinas, naquela época eu falava assim, Campinas não sabe cacarejar, tem tudo isso e não se fala, né? Então é muito legal quando a pauta do seu programa hoje é a pauta da inovação e do empreendedorismo. Faz o seguinte, você percebe que nessa entrevista mesmo eu falo que o meu sonho era quando eu pudesse chegar num ponto de ônibus e eu escutar um cidadão falar que mora na cidade da tecnologia. Hoje nós estamos chegando perto disso, né? Então, acho que é muito legal essa história e por isso que é importante espaço como esse, porque dentro de Campinas as pessoas não entendem a joia que é essa cidade. Exato. E e se a gente que nem se falou, a gente não sabe cacarejar, né? Todo mundo quer quer ser o vale do silício, mas e a gente tem uma infraestrutura aqui que master é absurda. Eu vou, se a gente começar a falar o o os centros de pesquisa que a gente tem aqui, eh, a maioria dos campineiros não sabeem que a gente desenvolve tecnologia de ponta a nível mundial mesmo. É, é no literal, tô falando, vem cientistas do mundo inteiro para utilizar o acelerador de partículas. A gente trouxe eh 12 e 13 de maio, trouxemos aquela delegação do pessoal de Singapura, Japão e Israel para cá e você vê a reação deles entrando de um acelerador de partículas e o queixo dele caindo. Nossa, porque ele e a gente tá falando de países de ponto em inovação e não tem e aqui a gente tem. E o campineiro não sabe a joia que tem aqui. Então tem coisas incríveis e o espaço como esse é importantíssimo. E na linha que você até falou de cultura, de empreendedorismo, inovação, tudo mais, é um trabalho muito gratificante esse trabalho que a gente faz de fomentar a inovação, a tecnologia e tudo mais. uma um iniciativa que é extremamente importante que a gente teve recentemente, o Campinas Innovation Week. Isso. Aham. Eh, encabeçado inclusive pela pela Ventury Hub. Eh, e é interessante você ver, por exemplo, do a filha do Duran, o outro vice-presidente da Campinas Tech, ela estuda no Bentão, eh ela tá fazendo técnico em eletrônica. Uhum. E ela, eles estão abrindo uma startup e estavam expondo lá no Campinas Innovation Week. Então você vê a semente que a gente vai plantando com eventos importantes como esse no nosso ecossistema, a gente vai plantando essa sementinha e aí vira um iFood, vira uma CIT e vira essas coisas incríveis que às vezes o campineiro nem sabe o que é daqui. Olha só, né, gente? Isso é é maravilhoso quando a gente fala é de incubadora, né? que que eles eh entram ali, ficam praticamente incubados mesmo, né? Aprendendo, trabalhando, exercitando todo tudo que tem esse ecossistema, esse mundo da tecnologia e da inovação para depois sair para esse nosso mundo real aqui e e virar eh exemplos, né? eh, para muitas pessoas que investem, gostam da tecnologia e da inovação. Adorei ficar sabendo eh da questão do iFood, não sabia, né? Não sabia que era aqui eh eh de Campinas. E assim, acredito que como eu não sabia, você também de repente pode ser que não saiba, né? Porque a gente precisa de mais espaço para falar sobre a inovação, sobre a tecnologia, porque é isso que move acredito que o segmento é um segmento para para quem tá começando agora, né? As crianças estão indo pra escola, estão aprendendo, acredito que vai para esse campo da tecnologia, da inovação. E a gente precisa falar e explicar que sim, é possível. Você também pode, né? Por que não? E aí, Campinas Innovation Week, gente, foi falado demais esse Campinas Innovation Week, né? Eh, a nossa equipe foi lá, fez cobertura também. Eu gostaria que vocês trouxessem pra gente um resumo, né, eh, do Campinas Innovation Week, que foi, qual que foi a expectativa? Foi superada, era tudo aquilo mesmo? E, e qual que é a expectativa aí pro de 2026, né? Todo mundo já mal acabou de 2025, pessoal já tá falando de 2026. Isso significa que foi um sucesso tremendo, né, Zarite? Sim. Olha só, eu tive primeiro a honra de tá ter participado como um dos coalizadores do evento, né? A gente ajudou bastante, mas eu queria aqui ressaltar a importância de alguns atores do ecossistema local, né? Uhum. Eu acho que o papel da prefeitura municipal como um elemento articulador foi essencial, né? na pessoa do prefeito Dário, na pessoa da da secretária Adriana Flos, eles foram essenciais no sentido de dar o o a dinâmica necessária pro evento, né? Eh, nós tivemos um papel importantíssimo, né, da Fundação Fórum, da qual eu fui presidente há alguns anos atrás e que começou com um pequeno evento lá nos ídos de 2012, 2010, né? Eh, queria também reforçar aqui a importância da da Fundação Fórum, hoje presidida pelo Eduardo Gurgel, que trouxe a Fundação Fórum, ela congrega os 40 instituições de ensino e pesquisa, então ela traz o viés da academia, né, o viés desse diferencial de tecnologia. Uhum. E nós tivemos a a Ventory Hub, né, como um dos participantes da da realização, que a gente traz o quê? a gente traz o viés da da da do empreendedorismo. O que que tá no entorno do empreendedorismo? Eu tenho que ter capital e capital privado, né? Não apenas o capital público de incentivo, mas o capital privado dos investidores, dos ventor capital, etc. A gente trouxe essa visão. A gente tinha que trazer também o papel das empresas, né? Porque não pode ser só o poder público, estarupando fazer acontecer. As empresas têm que vir. Então, a gente trouxe a questão da gestão da inovação sobre a ótica das empresas como conteúdo. A gente teve que trazer também aquilo que transforma o que é tecnologia e impacto pra sociedade. E hoje não tem mais. A inteligência artificial veio para atropelar todo mundo no sentido de quem ficar parado vai ficar para trás, né? Então a gente trouxe um dia inteiro da AI Brasil Day, que tivemos o tempo todo, né? na parte que tem a ver com o empreendedorismo, depois vou deixar pro Edu falar, mas teve um uma arena de startups muito legal, com várias startups expondo, né? Ele trouxe o exemplo aqui da dessa que tinha a ver com eles desenvolveram uma solução que tem a ver com pisicultura, então monitoramento de de água, peixe, não sei o quê. E o que eu achei muito legal foi que o prefeito Dário teve a a curiosidade de lá entrevistar esses meninos, né? Ou seja, lá na base você tem a sendo incentivado pelo poder público, né? Então é muito legal isso aí. Nós tivemos também algumas coisas que eu achei fantásticas, né? A gente trouxe a trilha do empreendedorismo feminino, Elas Connecton. Muito bom. O Elas Connecton é aquilo que dá o protagonismo do ponto de vista de ciência, tecnologia, inovação e o protagonismo nas empresas, né? Então, a gente trouxe aí, isso foi uma trilha liderada pela Dayane Té lá da PUC junto com a Adriana Flos. Então, foi muito intenso em termos de conteúdo, foi muito legal. Nós trouxemos vários órgãos de governo, mas no âmbito municipal, estadual e federal. Por quê? Naquela linha do cacarejar, é importante o Brasil ver Campinas. E também tivemos duas trilhas que eu achei assim, eh, que elas fizeram uma bifurcação de Campinas em termos de protagonismo, né? É uma trilha dos ecossistemas regionais. Então, nós trouxemos aqui para discutir ecossistemas regionais Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte e vamos debater a partir de Campinas como é que pode haver o quê? Que nem o Redu falou, né? Nós temos vários vales do silício aqui. O dia que esses vales se unirem, te cuida a Vale do Silício. Estamos chegando. Uau. Temos que nos unir. E isso foi muito legal com os ecossistemas regionais. E aí na linha do cacarejar nós tivemos uma iniciativa e aí eu queria agradecer muito o professor Yog, um parceiraço, foi um dos embaixadores desse desse evento. Professor Yog do Sul é uma das pessoas mais conectadas com ecossistemas brasileiros e com os grandes eventos, Web Summit, Salt Summit, os summits em geral. Então o que que nós fizemos? Nós criamos um momento fechado onde nós discutimos a possibilidade de integração entre os summites brasileiros e internacionais. Para que isso, né? Pra gente levar uma proposta de colaboração extrema, no sentido de aí sim a gente não ter 10, 12, 15 vales do silício brasileiro e sim um Brasil forte, pujante, porque aí eu digo, se segura o Vale do Silício que nós estamos chegando. Muito bem, né? É importante a gente mostrar, né, mesmo pro Brasil, pro mundo, né, o que temos de tecnologia e inovação aqui. Eu acredito que Campinas é Innovation e que é eh é algo que eh teletransporta Campinas para esse mundão, né, Eduardo? Ah, questão eh da participação de grandes empresas nesse ecossistema de inovação eh em parcerias com as startups e também eh eh a participação aí de todo esse pessoal, né, do Brasil. todo no Campinas Innovation Week. Sim. Eh, eh, eu acho que é muito que o ASA comentou mesmo da gente entender qual é a nossa vocação como ecossistema e o que a gente pode contribuir com os outros ecossistemas. E aqui o que eu gosto muito de Campinas, que a gente eh tem pessoas muito engajadas, né? Então a gente, por exemplo, ele já sentou na cadeira que hoje eu estou de vice-presidente do Campinas Tec de vice-presidente de ecossistema de inovação do Campinas Tec e é um trabalho para Bono, a gente não recebe nada. O ASA cansou de fazer mentoria, eu adoro fazer mentoria. A gente faz muita mentoria, na maioria das vezes pro bono, a gente não recebe R$ 1. Muito pelo contrário, a gente precisa se deslocar, a gente gasta dinheiro. Mas o por que que a gente faz isso? A gente faz porque a gente acredita de verdade, de coração, e aí eu posso falar pelo ASA também, que a gente acredita que inovação é um motor poderosíssimo de transformação social. Uhum. Eu sou um cara que eu vi, eu vim da engenharia, eu sou engenheiro de controle de automação, aí eu fiz o mestrado, tô no meio do doutorado, mas enfim, eu sou de uma época que para você criar soluções incríveis, você tinha que estar dentro de uma GE, de uma Siemens, de uma grande empresa. E hoje você pode criar eh criar grandes coisas dentro da sua casa, iniciá-las dentro de casa. E para isso o empreendedor, o que que ele precisa? do ecossistema disponível para ele. Então, ele vai precisar de mentor, vai precisar da incubadora, vai precisar da aceleradora, vai precisar de cientista, vai precisar de pesquisador. E isso que a gente, como agente do ecossistema, a gente tenta fazer, unir as pontas e ajudar no possível que essa que isso aconteça. nosso, aí falando um pouco de Brasil, o nosso ecossistema, a a inovação, ela é uma é um pouco imatura se a gente compara com outros países. Esse é o ponto que o ASA tá falando. No momento que a gente atingir uma maturidade, a gente pode criar coisas incríveis em um nível absurdo mesmo. Uhum. Ah, por exemplo, a maior em termos de valor na bolsa, a maior eh montadora do mundo hoje é a Tesla. era uma startup. Hum. A Apple era uma startup, Microsoft era uma startup. Então, assim, em outros ecossistemas, esse entendimento que a startup pode se tornar algo monumental, como iFood, CIT, isso já é consolidado e hoje em dia ainda existe algum tipo de preconceito com relação a isso. Aham. E é o que a gente luta todos os dias, ajudando o empreendedor, ajudando o startupiro ali, tirar a ideia dele do papel e criar algo incrível que muda não só a vida dele, né, como de todo mundo em volta e da cidade também. Isso traz uma mudança de paradigmas pra cidade, pra comunidade, pra sociedade de uma forma geral. Maravilha. Agora, a gente falando aqui, né, de startup, de incubadora e tal, eh, tem muita gente que vê, ouve a gente falar, mas não entende. Então, assim, eu gostaria que vocês resumissem eh a questão da incubadora, da startup e da necessidade de ahã um um empresário, uma empresa acreditar naquilo que foi incubado, naquilo que foi estudado para poder fazer virar o empreendimento. Então tem alguns caminhos que devem ser seguidos, né? Eu já vi, já fiz reportagem de incubadoras e e de startups e de empresas que eh empreendedores que começaram ali na incubadora e que decolaram também na região sul do do país lá em Cascavel, né? E temos lá bastante também eh eh startups e empresas que alavancaram. Então, só que tem um caminho certo a ser seguido. Então, às vezes as pessoas estão assistindo a gente, fala: "Mas que que é esse negócio de incubadora, né?" Então, vamos explicar para você aí de casa bem certinho, em poucas palavras, o que significa e e qual que é o caminho que deve ser seguido para chegar no iFood da vida. Bom, ah, é complexa a pergunta para ela ser curta. É, ex. Vamos lá. Vamos resolver possível. Olha que interessante, a palavra chave é ecossistema. Uhum. Eccossistema é um lugar que a natureza ela ela abriga diferentes espécies, né? Então eu tenho no Pantanal, eu tenho jacaré, eu tenho não sei o quê, eu tenho um monte de coisa lá, eu tenho passarinho, eu tenho borboleta. Cada um tá na sua cadeia de suprimento ali, tem que ter o o que necessita para sobreviver. Então é mais ou menos a mesma coisa. A incubadora, ela pega o ovinho super frágil, ainda não tem certinho para onde vai, mas ele pode ter um animal fortíssimo lá dentro, mas por enquanto ele tá ali. Então a incubadora, ela normalmente ela usa recursos públicos. Uhum. Né? Normalmente ela tem uma universidade ou uma prefeitura por trás do poder público. Então a incubadora é aquele ente que faz o empreendedor em fase bem inicial vir fazer os primeiros testes da sua ideia. Uhum. Totalmente durango. Esse cara não tem grana, né? Então ele chega ali precisando de um apoio, ou seja, é o que mais precisa de apoio. É o bebê recém-nascido. Só que o que que acaba acontecendo? rapidamente e ou ele vai dar certo ou ele vai dar errado. Então, na incubadora é importante você ter métricas para deixar ele um tempo suficiente para ele testar se ele vai crescer ou não. Expõe ele, joga ele na água, vê se ele sai nadando. Então, a incubadora faz os primeiros testes de risco e testes de sobrevivência, normalmente com dinheiro público e muito apoio. A fase seguinte dele é uma fase que muitas vezes ele vai pedir grana. Uhum. Aí ele pede grana para quem? Pai, tio, né? O dinheiro da poupança, ele gasta ali e tal. Então ele usa uma grana própria para dar um passo de risco que normalmente ele ainda pode ficar na incubadora, mas ele começa ele gastar grana, né? Então ele vai pondo, ou seja, é o skin de game que a gente fala, né? É aquela coisa de você pôr a sua pele no jogo, né? você tá, vou queimar ali. Beleza. A partir daí você começa a precisar de grana. Uhum. E essa grana vem o quê? Dessa galera de casa. Mas num passo seguinte que você começou a dar meio certo, você vai precisar de muita grana. Aí o tio vai falar: "Opa, agora já não vou dar mais a grana". Então você tem que procurar uma aceleradora. Uhum. Hum. Ou buscar estar num num ecossistema, tipo o que é um ecossistema, por exemplo, na PU tem a a fase incubação, não sei o quê, pré-aceleração e depois você tem a residência, que é onde você aí sim já começa a ter que se preocupar em buscar recurso de investidor, recursos, etc. Então, sai da incubadora, passa por uma aceleradora e começa a precisar de capital. Então, quando eu falei de ecossistema lá atrás, o bom e que é o que tá se transformando Campinas, é onde tem tudo isso e mentores, sim. Caras que podem te ajudar a te alertar. Então, quando eu falo da incubação, cara, o Brasil tá cheio de incubadora. Aí eu te pergunto, quais criaram seus iFoods? Pouquíssimos. Uhum. Por quê? O ecossistema não tava organizado para dar o suporte. Porque a exemplo daquele que foi lá paraa incubadora, o resto da jornada você também precisa de apoios, só que vão largando a sua mão cada vez mais até a hora que você fala se vira por aí, né? Então assim, a incubadora é a fase bem inicial, né? A a toda protegida, né? Eh, tá toda cheia de cuidados, grana que não é sua, né? Só que ela tem que ser curta. Por que a ideia é que seja curta? Você tem que criar senso de urgência, senso de risco o mais rápido possível na cabeça do empreendedor para ele virar um iFood, porque ele começa a testar, riscar, pegar grana grande e aí ele vai dando certo, ele vai catapultando, ele vai dando errado, ele quebra o os founders do Food erraram 30, 40 vezes antes de acertar. Então é porque eles testam rápido, erram rápido e mudam de caminho. Isso é método. E método vem de mentoria. Uhum. Vem de você ter uma escola empreendedora que te ajuda. Lá na incubadora tem que ter capacitação. A incubadora tem muita capacitação, muito curso, muita mentoria. Essa ajuda que eu falo que é para ajudar a cabeça de caras que serão águias, né? E não caras que serão patinhos ali na lagoa, aquela coisa toda, né? Vai lá no taquaral e tal. É maravilhoso, né? Você falando assim, passa um filme na minha cabeça e a gente vê o boom que pode acontecer, né? Então, por isso que é importante eh o investimento, eh importante também a divulgação, né? e trazer, mostrar pras pessoas o que temos aqui nessa cidade cosmopolita, pujante e que é é o berço. Eu, pelo que vocês falam aqui, eu eu pude e eh perceber que a gente pode falar que Campinas é o berço da da tecnologia, da inovação, eh porque transforma, né, Eduardo? Transforma, transforma. E e até seguindo nessa sequência que o ASA passou, essa transformação de errar, errar rápido, aprender com erro, né? Aham. E fazer as correções, né? Eu trabalho, que nem eu falei, é trabalho voluntário, né, no Campinastec, mas eu trabalho no Bom, que é o hub de inovação da Claro. E e aí eu trabalho na outra ponta, que é é a empresa do do tamanho da Claro, gigantesca, que ela busca soluções para suprir demandas de clientes internos ou externos. Uhum. Então o que acontece quando você pega uma empresa que passou por toda essa trilha de incubação, aceleração, criou produtos robustos da maneira correta, é a hora que empresas, como a Claro, elas buscam no mercado soluções robustas que possam resolver esses problemas. E aí que você tem a sinergia de uma grande empresa que pode alavancar uma empresa que tem uma solução incrível e aí você criar uma solução gigantesca. Na Claro, sem querer falar muito tecnics, né? A gente não acredita em inventory capital, que é só colocar o dinheiro, fazer só investimento. A gente acredita em inventory building, que é colocar eh construir junto com a startup aquela solução, né? a gente acredita muito em ventory building e utilização de fund, né, recursos governamentais, eh, de várias linhas de fomento, seja FAPESP, eh, PIP, enfim, recursos governamentais de várias esferas. Então, a gente tenta criar essas soluções juntos ali dentro. E aí é é esse é o último ponto dessa cadeia que o ASA comentou, desde o ovinho até ele acelerar, se transformar em numa ave ali pujante. Falou: "Não, beleza, agora você já pode entrar no nosso time aí e e aí você cai dentro de uma empresa como claro e aí consegue te dar o que a gente chama de escala, né? E aí você consegue ter uma escala nacional, global através dessa cadeia. Então, por isso que é importante você estar no ecossistema, porque é o ecossistema que vai te ajudar a sair da casquinha, que vai ajudar você dar as primeiras braçadas no mar, vai te ajudar a crescer e finalmente tá preparado para fazer a revoada ali com o time grande ali no final. Nossa, e que time grande, hein, gente? Que maravilha. Que gostoso o programa de hoje, gente, falando de tecnologia e inovação aqui na cidade de Campinas, né? Eh, não é muita gente que entende sobre, mas eu vou dar uma dica para você. Vai dar uma estudada, vai dar uma pesquisada, você vai se apaixonar. Isso aqui é maravilhoso. Eu estou estudando aos poucos, tô buscando informação, né? Porque é muita coisa, é muita coisa para ser dita, é muita coisa para ser falada e muita coisa para ser divulgada. E a gente precisa aí de muito tempo para ficar falando sobre tecnologia e inovação aqui na cidade de Campinas, gente. Então agora 8:51, vamos abrir espaço aos nossos telespectadores. Eu sei que tem muita coisa para ser dita ainda, mas a gente daqui a pouco tem que entregar. Mas é é bom que fica um gostinho de quero mais. E aí você vai lá e vai acessar, né, Campinas Tec, vai acessar eh o Ventory Hub e aí vai descobrir, vai descobrir um pouquinho, um pouquinho do que tem sobre tecnologia e inovação, sabe? É bom demais. Então fica aí os três pontinhos para você, tá? Então agora 8:51, a gente atende os nossos telespectadores. Pessoal tá participando com a gente, então vamos dar aquele bom dia especial para você que tá aí do outro lado. Olha só, a Carla do Jardim Chapadão, ela diz assim, ó: "Quais são os próximos passos concretos para Campinas ficar ainda mais tecnológica, com internet mais rápida, semáforos inteligentes e espaço para mais startups?" Ô, Carla, olha aí, quais são os próximos passos concretos? Faço concreto. Já passou na Câmara o que se chama do sandbox regulatório. Está em fase final de desenho, né? Porque precisa criar uma comissão, os comitês técnicos. O que que é o sandbox regulatório? de forma muito resumida, é um, digamos, a gente dá uma certa flexibilidade em algumas regras jurídicas para permitir que empresas como o Nubank, por exemplo, ele foi criado a partir de um sandbox regulatório. Então, o que acontece hoje? no bank é o maior, em termos de valor é o banco mais valioso do Brasil e começou com sandbox regulatório. Olha aí, então houve todo um trabalho que começou com o professor Nton, o Infratesc, eh, junto com a Adriana Flos, e o pessoal da Secretaria de Desenvolvimento passaram na Câmara isso já e a gente já tá trabalhando aí para colocar na prática esse sbox. Qual que é o objetivo? pra gente permitir que as startups daqui ou de outros locais consigam criar soluções mais inovador e inovadoras utilizando esse sandbox. Então, soluções como essa que ela falou de seja qual solução, por exemplo, semáforo inteligente, ó, a produção voltou lá pra gente, internet mais rápida, semáforo inteligente. Dando um exemplo prático, digamos que a gente quer criar semáforos inteligentes em Campinas. A gente cria um edital específico para essa linha. A gente cria, pode trazer fomentos e flexibilidades nas leis pra gente trazer startups daqui ou de fora para criar soluções de semáforos inteligentes. Olha aí. E isso para qualquer problema que o município tenha, a gente consegue criar essas editais de uma maneira muito prática. Muito bem, valeu. Quer completar, por gentileza? Complementando, você mencionou logo no início do programa uma determinada lei de 2021. Ela foi a precursora disso e depois dentro do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia junto com o professor Nilton Fratesque foram feitas as providências para que muitas das coisas que precisavam de regulamentação começassem a ser feitas, né? E o Sand Box é uma delas. Então é é é Campinas que inclusive essa lei que você mencionou foi a primeira lei de startups formalizada no Brasil, né? Sim. Então, a gente sempre na dianteira e naquela linha, né? A gente tá vendo que as políticas públicas voltadas para inovação, empreendedorismo, elas vêm já há bastante tempo. Então, é uma sequência à prova de mandatos. É isso que tá sendo legal, né? A gente já tá aí há 12, 13, 15 anos acontecendo coisas em modo sinérgico, né? Muito legal. Independente de quem esteja, a gente precisa avançar nessa questão, né? Essa visão é uma visão importante. É importante. É verdade. 8:54. Dá tempo para mais uma pergunta, produção? Vamos lá, então. O Diego de Barão Geraldo. Alô, Diego. Alô, Barão Geraldo. Olha aí, ó. Com a inteligência artificial avançando. Vamos ver serviços públicos usando mais inteligência artificial em breve aqui na cidade de Campinas. Azarite, vamos lá. Olha, eu costumo dizer o seguinte, eh, quem não embarcar na onda da tecnologia artificial para valer, vai ficar para trás. E vai mesmo, né? Então, o que que a gente tá vendo hoje? Tá muito fácil com a inteligência artificial generativa. A democratização do uso da inteligência artificial foi um negócio fantástico nos últimos dois anos. E aqui na administração pública, certamente, pela quantidade de dados que são gerados a partir da interação com o cidadão, a partir de dados de transparência, etc., Existe uma oportunidade única para que o poder público possa se utilizar aí da daquilo que é a pujança da imã, por exemplo, para usar cada vez mais dados voltados à qualidade de vida do cidadão usando inteligência artificial. Eu não tenho a menor dúvida que isso já está acontecendo e já mesmo. Então, se você eh ainda não se adaptou, né, é legal começar a fazer uns cursinhos. Tem um monte de cursinho gratuito por enquanto, né? Então, para quem não conhece, não sabe mexer, vai devagarzinho, né? Vai ali no primeiro degrau, você vai ver que é importante, a gente precisa se atualizar, a inteligência artificial veio para ficar e aos poucos você consegue, né? Tem gente que tem muito eh eh é meio resistente essa questão da inteligência artificial, né? Mas é legal começar no primeiro degrau ali, busca, faz um cursinho aqui, aprende a mexer ali, aí depois você vai ver quão grande é essa tal de inteligência artificial que veio para ficar. Agora 8:56. Dá tempo para mais uma. Vai. Vamos lá. Tá gostoso a interação do nosso público, os nossos telespectadores com a gente. Pode mandar produção. Vamos lá. Tecnologia, inovação, aniversário da cidade. Ó lá, ó, Gabriel de novo. Ah, Innovation Week cresce todo ano. Como escolhe os temas para que startups iniciantes e veteranas sintam que vale a pena participar de novo? Ah, os temas da Innovation, como é que são escolhidas? os temas. Nós temos uma curadoria de conteúdo, tá? Essa curadoria liderada pelo professor Nilton Fratesc. Somos quatro membros, né? Nesse nesse nesse comitê. Temos a Ventory Hubres mais start to etc. Nós temos a Sara Milan da Asique, que cuida da parte mais voltada ao varejo, etc., né? Que tem a ver com o uso de inteligência artificial, dados, etc. Nós temos o Eduardo Gurgel, que traz mais o lado da academia e o professor Nilton junto com a com a equipe dele faz a consolidação toda. Então assim, é uma curadoria estratégica para não ficar batendo cabeça, etc. Mas qual que é a ideia? Ela falou de startups iniciais e veteranas, né? Depois eu vou até deixar pro Edu fazer um rebate, mas assim, a gente tem a arena das startups para exposição, a gente tem um palco exclusivo para startups, onde fica rodando o tempo todo, né? E eu quero falar uns números antes até da gente acabar dos do Innovation aí, que eu acho que faz todo sentido. Uhum. Em relação ao ano passado, a gente teve um crescimento grande, né? Esse ano, o ano passado, a gente teve eh perto de 14.000 inscritos e tivemos 8.000 1800 chequins no dia, né? Os dias lá, ou seja, presentes. Esse ano nós tivemos perto de 28.000 inscritos. Perto de 28.000 inscritos. Detalhe, desse porte, o único evento gratuito do Brasil. Nossa, que para a população, para esses tartupeiro que tá em início de carreira, para esse curioso que quer saber a inteligência artificial, para quem quer ver como é que a robótica tá ajudando nas empresas. a gente tinha robozinhos andando, tal, para o estudante de base. A gente viu tanto estudante de ensino médio ali, a gente já plantando a semente do empreendedorismo, da tecnologia. Então assim, que que fez? Aí eu vou mencionar, eu tenho um tempo para falar uns números importantes. Pode falar, pode falar. Vamos lá. O ecossistema de Campinas, ele tá nesse mexe mexe desde os anos 2000, né? A gente vai e tal e não cacareja tal. Quando a gente teve o Campinas Innovation Week o ano passado, foi um marco. Esse ano ele se se consolidou e ampliou. Mas que que foi legal? Existe um relatório mundial que faz o seguinte, ele mede os ecossistemas de startups e seus pilares. Uhum. Tá? Então ele analisa 100 cidades do mundo, né? Países, etc. O Brasil manteve do ano passado para esse ano a 27ª posição. O que que se mede ali? Se tem universidade, se tem mão de obra, se tem capital privado, se tem capital público. Ou seja, são parâmetros para ver se o ecossistema é legal para startupiro que quer começar uma jornada ou para aquele que já tá crescendo, tá? Olha, Campinas. Então, Brasil 27º se manteve. Eu não vou falar qual a posição de Campinas, eu só vou dizer que de 24 para 25, um relatório que é encabeçado pelo MIT, pela Crunch Base, pelo Boston Consulting Group Internacional, tá? Campinas cresceu 289 posições. Hum. Nossa, no Brasil Campinas subiu quatro posições, passou o Recife e passa a ser a oitava principal cidade e primeira não capital em qualidade para o ecossistema de startups. Então eu diria que o Campinas Innovation Week foi a nossa cacarejada. Uau, hein? Funcionou, funcionou, né, Eduardo? Funcionou demais. Não, e essa importância que o ASA comentou que vai muito além dos números que a gente pode, isso é o que a gente pode ver quantitativamente. Uhum. Mas o reflexo disso a gente só pode imaginar, porque que nem ele comentou, é um evento que estão ali grandes empresas, a Claro, esteve presente, por exemplo. Sim. Eh, mas tem ali a a até criança, às vezes a gente vê o pessoal do colégio técnico que tá querendo decidir o que vai fazer da vida. E aí ali desperta essa curiosidade, esse interesse e e ele entende que ele consegue criar coisas incríveis utilizando esse ecossistema que a gente tem aqui em Campinas. E isso cria um vai plantando essa sementinha que vai criando essa esteira que vai começar desde o pequeno até terminar ali no iFood. e sem contar com a importância da gente promover o ecossistema até como suporte para outros ecossistemas e empresas e outros países. Então, a gente teve participação de outros países aqui, pessoal da Itália, China, Malásia, Bélgica, eh, Inglaterra, Inglaterra, Suíça, enfim, a gente vai criando esses laços e mostra que Campinas ele pode eh eh prover o que é necessário pra gente fazer esse intercâmbio com outros lugares, outros países. e sem nunca deixar de lado essa sementinha que a gente vai plantando ano após ano, que a gente só pode imaginar o que vai acontecer daqui décadas, né? A gente já cria a realidade, esses números são expressivos, no presente já traz resultado, mas o resultado que vai dar lá no futuro, a gente só pode imaginar. Uau, né? A gente imagina já se vocês falando aqui, dá para imaginar aí um resultado magnífico, né? exuberante. Muito bem, 9:03. Bom, a gente precisa encerrar, mas é o que eu falei, né? Fica os três pontinhos, porque aqui foi só uma pincelada sobre tecnologia e inovação na cidade de Campinas com essas duas pessoas magníficas aqui que detém a informação, que estão envolvidas nesse ecossistema, né, a há décadas. Então, é importante a gente trazer pessoas que realmente sabem o que está o que estão dizendo e eh, deixam para você essa sementinha, né? Tem uma ideia, tá estudando, bora, vamos lá, vamos transformar, vamos inovar, vamos crescer. É tecnologia, é inovação aqui na cidade de Campinas. E a gente, o programa de hoje, acredito que foi bem gostoso para mim, para você aí de casa, porque nós estamos falando do aniversário da cidade de Campinas, estamos falando dessa cidade que cresce, né, a cada dia e é uma cidade cosmopolita que recebe várias pessoas de de várias eh etnias, né, e pessoas de lugares assim eh do Brasil, eh pessoas de lugares fora do Brasil com todo esse carinho, né, todo esse conforto e que transforma realmente. Eu quero agradecer a sua participação, Zarite, eh, o compartilhamento das informações, né? Esse programa aqui é um programa bem popular, sabe? É para as pessoas que estão em casa agora, que estão assistindo, às vezes nem tem noção do que a gente falou direito aqui no programa, mas que eu tenho certeza que agora vão lá, vão acessar, vão querer saber o que que é incubadora, vão querer saber como é que que Campinas tá aí nesse nesse boom da tecnologia. Isso é importante. A gente lança sementes, de repente a gente pega uma pessoa aí que tá pensando em empreender, fala: "Ah, não, mas eu vou por esse caminho". E é bom demais. Então, obrigada pelo compartilhamento das informações que vocês repassaram aqui hoje. Gratidão. É um grande prazer. Sempre à disposição. Maravilha. Eduardo, obrigada também pela sua participação, né? Você que trabalha aí com a galera que tá tá iniciando, né? E traçando caminhos aí, dando dando oportunidade para esse pessoal crescer. Obrigada mais uma vez também. Gratidão pela sua participação e por compartilhar conhecimentos com a gente de inovação e de tecnologia. Muito obrigado pelo convite e se você precisar de alguma coisa do Campinas Tech para acessar qualquer coisa do ecossistema, seja uma grande aceleradora, uma incubadora, um centro de pesquisa, conta com a gente aí. É só me buscar aí nas redes sociais ou no Campinastec lá que a gente tenta ajudar e disponibilizar tudo isso que a gente tem de incrível aqui em Campinas aí para todo mundo. Maravilha. Ô, deixa eh @ de vocês lá no Instagram para para o pessoal acessar se quiser procurar, se quiser saber mais, de repente quiser, ô, tô precisando de uma ajuda aí, manda lá, lá, Zarit, olha lá no no nosso site é o ventoryubventure.se Se e o nosso Instagram é Ventory Hub Acc. Maravilha. Acessa lá, tenho certeza que você vai gostar, viu? Vai lá, Eduardo. Qual que é? Campinastecitou ali Campinastec ali no Instagram, tá fácil ali. Eu já fiz os testes, tá? Tá fácil. No no LinkedIn também. Então entra em contato com a gente lá, a gente vai ter maior prazer de ajudar. Maravilha, gente. Nossa, agradecendo, né, a os nossos nossos telespectadores, agradecendo os nossos convidados e é tão bom, né, a gente ter conhecimento e essa visão tão inspiradora sobre o futuro de Campinas. A gente termina o programa de hoje com a certeza de que a cidade segue no rumo certo quando o assunto é transformação, conexão e inovação. E o programa de amanhã a gente segue então com especial de aniversário e tenho certeza que você vai gostar. Nós vamos falar, continuar falando então dos 251 anos de Campinas e de como essa cidade é uma cidade que transforma, né? Afinal de contas, Campinas é a cidade de Fênix. Ela ressurgiu das cinzas e a gente fica muito feliz em saber disso e eu fico feliz em fazer parte agora também desta cidade pujante. Feliz aniversário, Campinas. Obrigada a você que esteve conosco e não esqueça, hoje meio-dia nós temos Câmara Notícia vai trazer aí eh tudo que aconteceu no final de semana que na cidade de Campinas. Teve muito evento, muita coisa boa. A nossa equipe esteve na rua e você confere tudo no nosso Câmara Notícia, o nosso jornal do meio dia e claro, temos a programação da TV Câmara Campinas que está feita com muito carinho, especialmente para você que tá aí do outro lado. E amanhã ao vivo a partir das 8 da manhã mais um Estúdio Câmara nessa pegada falando da nossa cidade de Campinas dos 251 anos. Um ótimo dia para você. Obrigada pela sua audiência, pela sua companhia e até amanhã, se Deus quiser. Valeu. Feliz aniversário, Campinas. [Música] [Música] [Música]