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Estúdio Câmara | Por que reclamamos tanto? Entenda as emoções por trás da queixa
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Estúdio Câmara | Por que reclamamos tanto? Entenda as emoções por trás da queixa

28 views Publicado 05/08/2025 HD · 1:01:35

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🚦 Seja do trânsito, do trabalho, do tempo ou das pessoas... reclamar se tornou quase um ritual cotidiano. Às vezes, nem percebemos, mas uma queixa escapa — ou vira assunto principal. Mas o que está por trás desse comportamento tão comum? Reclamar é desabafo, vício ou um pedido de ajuda disfarçado? No Estúdio Câmara desta terça-feira, 05 de agosto de 2025, vamos falar abertamente sobre esse hábito que muitos brasileiros incorporaram à rotina — e que pode revelar muito mais do que simples insatisfação. Para essa conversa, recebemos duas especialistas que nos ajudam a entender as origens emocionais e sociais da reclamação: Fabiana Lúcio, psicóloga com abordagem teórico-prática, que explica como a queixa frequente pode estar ligada a padrões de comportamento, frustração acumulada e necessidade de validação emocional. Fernanda Lira Garcia, psicóloga junguiana e terapeuta familiar, que traz uma análise mais profunda sobre como a reclamação atua como mecanismo de defesa e o que ela representa nos relacionamentos familiares e sociais. 🧠 Durante o programa, refletimos sobre: O que leva uma pessoa a reclamar o tempo todo? Reclamar é um problema ou pode ser saudável em certas situações? Existe diferença entre desabafo e negatividade crônica? Como lidar com pessoas que reclamam constantemente? Quais estratégias podemos usar para substituir a reclamação por atitudes mais positivas? Qual a ligação entre o hábito de reclamar e a saúde mental? 💬 Além disso, vamos analisar a função social da reclamação: será que ela cria vínculos ou afasta as pessoas? E qual o impacto desse comportamento nas famílias, no trabalho e na convivência coletiva? 📌 Este episódio é um convite à autopercepção. Pode ser que você descubra que reclama mais do que imagina — ou aprenda a acolher melhor quem está tentando expressar algo por trás de uma queixa. 🎥 Assista agora ao Estúdio Câmara e participe da conversa! Deixe seu comentário: você reclama muito? Ou já aprendeu a transformar a queixa em ação? 📌 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Ai que Olá, muito bom dia. Está no ar mais uma edição do nosso estúdio Câmara aqui pela TV Câmara Campinas. Hoje é terça-feira, dia 5 de agosto. E aí, tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo. E eu já pergunto para você, você já se pegou reclamando do tempo, do preço do café, do trânsito, ou talvez você tenha respondido, vamos indo né, quando alguém te perguntou se tava tudo bem. Pois é, reclamar parece ter virado hábito, mas a gente se pergunta até que ponto isso é normal ou saudável. Esse é o tema do nosso programa de hoje, por reclamamos tanto e a gente quer saber de você aí de casa, você se considera uma pessoa que reclama muito? Já foi chamado de eh reclamão por alguém? Então participa com a gente pelo WhatsApp, tá? O número tá na sua tela. Manda seu comentário, sua dúvida, seu desabafo. Nós estamos aqui com as nossas convidadas e daqui a pouquinho a gente conversa com você. O telefone tá na tela 1997829377. Estúdio Câmara só está começando. Tem muito papo para rolar hoje e vamos falar sobre reclamação. Mas antes vamos com a previsão do tempo pra gente saber como é que tá aí o tempo lá fora, dar uma olhadinha no nosso tempo de Campinas, né? Hoje é terça-feira, gente. A previsão é de céu parcialmente nublado, tá? Nós temos aí possibilidade de chuviscos isolados no decorrer do período. Mínima 13, máxima 25. Na o dia hoje tá meio emborradinho, né? Tá meio cinza. E a previsão para a semana parece que nós vamos ter aí uma frente fria e possibilidades de chuva, mas olhando para hoje, possibilidades de chuviscos, né? E o tempo vai ficar nubladinho hoje, tá bom? Então, repetindo, mínima 13, máxima 25º. Muito bem, a gente continua por aqui. Quero mandar abraço aí para todo mundo que tá acompanhando o nosso estúdio Câmara. E temos agora algumas atualizações, algumas informações para você. Campanha Agosto Dourado mobiliza unidades de saúde aqui na cidade de Campinas. Os centros de saúde da cidade iniciaram esta semana então uma série de ações especiais em apoio à campanha Agosto Dourado, que é voltada para o incentivo ao aleitamento materno. Até o fim do mês, as unidades de saúde vão promover atividades educativas sobre os benefícios do leite materno e da chamada hora de ouro. O primeiro contato entre mãe e bebê logo após o parto. A cor dourada foi escolhida pela Organização Mundial da Saúde por simbolizar o leite materno como um alimento de ouro. No Brasil, a campanha foi oficializada por uma lei federal em 2017. E aqui em Campinas, as ações nas unidades básicas incluem decoração temática, distribuição de materiais informativos, rodas de conversas com gestantes, puérperas e orientações com profissionais da saúde. Então, a programação completa será realizada a que será realizada ao longo do mês, você pode acessar no site da Prefeitura de Campinas, combinado? Muito bem, mais informação chegando e olha só, um curso de parentalidade responsável segue com inscrições abertas aqui na cidade. A escola do governo de desenvolvimento do servidor e a Elecamp, a Escola do Legislativo de Campinas, estão com inscrições abertas para o curso Parentalidade Responsável. A formação será presencial, tá, nos dias 6, 13, 20 e 27 deste mês de agosto e 4 de setembro, sempre das 8:30 da manhã até meio e3 no plenarinho da Câmara Municipal, tá? O curso é obrigatório para pais que desejam estender a licença paternidade de 5 para 20 dias, mas também é aberto a familiares e cuidadores, mesmo que não sejam servidores públicos. A proposta inclui temas como paternidade ativa, cuidados congistantes e recém-nascidos, equidade de gênero e comunicação afetiva. As inscrições podem ser feitas pelo links.campinas.sp.gov.br. Muito bem, vamos ao nosso tema central de hoje. Todo mundo tem suas reclamações. Eu tenho a minha, você tem a sua. Mas por que será que isso virou um comportamento tão automático? Você percebeu que a gente reclama de tudo? Às vezes reclamar faz parte da natureza humana ou é sinal de que estamos sobrecarregados emocionalmente, hein? Vamos descobrir para falar com a gente sobre esse tema reclamação. Temos duas especialistas incríveis aqui no estúdio Câmara. Fabiana Lúcio, psicóloga. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua participação. Gratidão receber você. Eu que agradeço. Tô muito feliz de estar aqui de volta. Gostei muito da primeira vez que eu vim. quando me chamaram. Pode vir. E esse tema me adorei, me apaixonei por ele já. Muito bem. E a gente fala também com a nossa psicóloga e terapeuta familiar, a Fernanda Lira Garcia. Seja muito bem-vinda mais uma vez aqui no estúdio de Câmara. Prazer. Ob pela oportunidade, tá, de estar aqui novamente. É muito bom estar aqui, gente, falando tema tão agradável. Muito bom, né? com essas duas profissionais e com você aí de casa, a gente já inicia o nosso bate-papo, porque começar reclamando pode até parecer uma piada, mas eu pergunto para você, Fabiana, existe uma explicação neuropsicológica para essa tendência ao negativo? Por que que a gente foca tanto no que tá errado? Bom, na verdade a gente precisa muit das vezes reclamar como forma de desabafo, né, pra gente poder tá tentando ali reorganizar as ideias, identificar o problema à nossa frente, o desafio. Prefiro chamar de desafio do que o problema. Sim. E aí você desabafa. desabafando, você se ouvindo, seja principalmente na psicoterapia que a gente espera ou às vezes com o familiar, com alguém de sua confiança, a pessoa ao se ouvir, ela começa ali já a formar as soluções. Agora, quando isso é sempre, né, a pessoa para cada solução que você apresenta, a pessoa te traz um problema novo, aí a gente tem que ficar alerta, quem tá à volta é a própria pessoa também. Sim. Aí se torna um problema, porque ou é distimia ou é alguma outra coisa ali que não tá em ordem, não tá em equilíbrio. Muito bem. Agora, Fernanda, na sua experiência clínica, né, existe um padrão de comportamento nos pacientes que reclamam muito? Isso pode estar ligado à autoestima, transtornos de ansiedade, depressão? Ou a gente tem aí algo eh eh no cérebro como uma recompensa de estar reclamando tanto? Qual a sua avaliação sobre essa reclamação que às vezes é tão automática que a gente nem percebe? Neuropsicologicamente falando, quando a gente reclama, quando a gente põe para fora alguma coisa que está nos atrapalhando, eh, a gente, o cérebro libera dopamina e essa dopamina ela vai nos dando prazer. E se a pessoa não prestar atenção, ela vai começa a reclamar, reclamar, reclamar para ela ter esse momento de prazer. Uhum. Lógico, a gente tem que prestar atenção, porque às vezes quando a pessoa reclama muito, a gente tem que ver, avaliar se não está ligada a uma depressão, a uma ansiedade, a uma carência muito grande da pessoa. Pessoas às vezes que reclamam muito é porque ela quer atenção, porque ela não é ouvida normalmente no dia a dia, então ela passa a reclamar porque assim as pessoas vão dar atenção a ela. Então, a gente precisa avaliar muitos comportamentos e coisas que estão acontecendo, porque a a reclamação, se tomar cuidado, ela se torna um vício. Uhum. Por causa da liberação da dopamina. Então a pessoa passa a reclamar de todo, de tudo e de todos, né, o tempo todo. É, é uma, além do vício, é a questão do comportamento, né, fica ali condicionado aquilo, né, vira já já é da aquilo que o pessoal costuma falar no, né, no no popular, é da pessoa, né, ela toma como para si, como sendo a característica dela e não é. Então, né, mas foi muito bem explicado por você agora, porque assim, às vezes a gente convive com pessoas que reclamam de tudo, mas quando eu digo de tudo é tudo, literalmente tudo. Você tá com o carro, parou no sinal, a pessoa olha pro sinal e fala: "Poxa, esse sinal tá fechado". É óbvio que está fechado. Ele fecha, ele abre, ele fica no alerta e aí você vai reclamar do sinal por se é uma coisa do seu cotidiano que você sabe que que acontece, né? Eh, aí a pessoa tá reclamando, tá explicado o que acontece. A pessoa que tem aí esse esse hábito de reclamar, ela tem uma recompensa. É igual fazer um exercício físico, por exemplo, você, né, tem uma recompensa no cérebro e aí você acaba tendo, entre aspas, um vício. Por isso que as pessoas reclamam demais. Agora, quando uma pessoa nem percebe mais que ela tá se queixando, né? Nem percebe mais que ela tá reclamando, esse hábito, ele pode ser inconsciente, Fabiana. A gente pode reclamar sem perceber. E aí, às vezes, quando alguém fala assim: "Poxa, você só reclama". A pessoa fala: "Mas eu nem tô reclamando". Mas no fundo ela está reclamando, é inconsciente, a gente acostuma. Sim. É o que a Fernanda muito bem falou também, né? a respeito do vício, o que eu trouxe também da questão do comportamento, fica tão enraizado, tão enraigado na pessoa, enraizado, né, que ela passa a qual o sol tá tá tá forte, tá tá tá ruim, tá chovendo, tá ruim, né? O meu, a comida que tá um pouco mais temperada, tá ruim, a comida mais, então ela vai falar o tempo inteiro, passa a ser inconsciente mesmo. Ou muit das vezes também tem a ver, a gente precisa, nesse caso dessa sua pergunta, é interessante também a gente abrir um pouco mais e perceber se quem tá ouvindo é que também tá julgando como reclamação, porque às vezes vai do tom da palavra, o jeito da pessoa falar. Uhum. E as pessoas no entorno, como, né, já tão ali no dia a dia também com as suas reclamações, também com as suas questões, acabam ouvindo isso como uma reclamação. E às vezes é só uma pontuação, é somente um comentário. Tem esse outro lado também. Bem, bem bem pontuado. Eu achei bem interessante isso também, né? Eh, porque, Fernanda, às vezes eh depende também como eu recebo a fala da outra pessoa. Da outra pessoa. Aham. né? No social a gente diz assim que a reclamação ela pode ser também um início de uma conversa. Você entendeu? A pessoa querer puxar uma conversa com a outra pessoa, ela pode falar do trânsito, ela pode falar do tempo, ai olha, o tempo hoje tá ruim, né? Mas isso é até para puxar uma conversa com alguém, para iniciar uma conversa. Então o o reclamar às vezes não é de todo uma coisa pesada, né? De de falar: "Ah, aquela pessoa só reclama". Mas ela faz isso até para chamar uma conversa, né, no grupo ou entre duas pessoas que estão olhando paraa outra. Então vamos falar alguma coisa e começa a falar do tempo, mas não como um intuito de reclamação. Muito bem. Chamar atenção para si ali na conversa, né? Às vezes ela tá meio ali sem jeito. Aham. É exatamente. É até um clichê falar do tempo. É. Nossa, você viu? Hoje tá chovendo. Ai a minha roupa no varal. Ai eu queria passear. Aham. É, é isso mesmo. A pessoa começa, é uma maneira de você chamar a pessoa para uma conversa, às vezes é uma reclamação, né? Mas é para ela interagir com o outro, né? Que é aquelas pessoas às vezes muito solitárias. Isso a gente pode ver em pessoas até mais velhas, mais solitárias, que elas estão sempre reclamando. Uhum. Mas essa reclamação é uma reclamação para ela ter uma conversa com alguém, para ela puxar a conversa com alguém, para ela interagir com o outro, né? uma necessidade de interagir com o outro, às vezes vem por uma reclamação e até também para poder tentar trazer um certo poder, porque enquanto ela tá reclamando, às vezes na cabeça de algumas pessoas mais velhas, elas têm para si que aquilo ali é como se elas estivessem supervisionando. Uhum. Hum. Exato. Controlando. Ainda estão no controle, ainda estão no jogo da vida, ainda estão vivendo, ainda estão podendo tá ali também na ativa. Muito bem. Agora, esse negócio de de reclamar, né? A gente nós falamos aqui de pessoas mais velhas, né? Os jovens reclamam, gente, todo mundo reclama, né? Agora, eh, a gente pode perceber que a internet, as redes sociais, elas se tornaram um local que é muito fácil reclamar e apontar, né? Sobre vocês, na avaliação de das duas, né? A rede social, ela trouxe aí eh à tona um, entre aspas, um poder da reclamação. Qual que é a avaliação que você faz, Fabiana? Eu, para mim, a questão do algoritmo também, a partir do momento, né, que você começa ali, tem a rolagem da desgraça, tem o termo até em inglês, é don stroke, esqueci o, não sei, vamos me perdoar agora, esqueci o tempo. Sei que traduzindo pro português é a rolagem da desgraça. Isso começou muito na época da pandemia, que a gente começou a querer saber o que que tava acontecendo, essa rolagem da desgraça, mas essa coisa da internet deu voz a todo mundo, né? Então as pessoas às vezes para chamar atenção começam a reclamar porque dá o tal do engajamento. Às vezes ela fala de uma coisa que tem mais pessoas que também naquele momento estão vivenciando e aí começa, aí vira esse vício na internet. Ou você vai reclamar ou você vai aparecer de uma alguma outra forma. Mas a reclamação é impressionante. E ali você também, quando você vai pros comentários, sai daqui, né, da do vídeo e vai pros comentários, você não tem eh eh muuit das vezes você não tem rosto. Então você pode falar, você vai reclamar que que a, por exemplo, se alguém tiver assistindo, não façam isso, porque o negócio tá legal aqui, mas vamos falar ai, mas a conversa tava ruim. Ah, mas a luz não tava boa, não tava favorecendo nenhuma das três, não sei o quê, entende? Então, às vezes, a pessoa vai ali, eh, ó a vida, ó, céus, lembra, né, da da Ó Cés, ó vida, ô azar, ou então é a síndrome do Calimero. Pois é, é só remar mais um pouquinho. É só remar mais um pouquinho, já chega na ilha, né? E aí, como é que faz? Vamos reclamar. Tá lá a ilha lá na frente. E aí, ó, céu, ó de, ó, vida, né? E a internet, como eh quem está atrás do computador, né, não é visto, sim, fica mais fácil essa reclamação. E aí eu acho que a pessoa tem prazer mesmo, que é a questão que você falou da dopamina, né, F? Da dopamina de ela reclamar, de ficar falando às vezes. Aí você tem que ver uma coisa, gente, se a gente vai reclamar ou falar da vida do outro. É, tem uma diferença também, né? Porque reclamar a gente reclama de alguma coisa que está nos incomodando. Uhum. Entendeu? Agora a a internet a pessoa já vai para criticar o outro ou para falar do outro. Eu acho que aí a gente não pode colocar como uma reclamação. E a reclamação ela é uma coisa muito engraçada, porque a gente tá colocando a reclamação como uma coisa ruim às vezes, né? Isso. E mais existem países que a reclamação ela é bem-vinda. Eh, a pessoa quando reclama, a pessoa eh, principalmente os países individualistas como os Estados Unidos, a França, a Alemanha, a reclamação é um poder que a pessoa tem de se colocar no mundo. Ela pode falar livremente, ela pode falar o que ela pensa, entendeu? Ela pode reclamar sobre o governo, ela pode reclamar sobre os preços, ela vai reclamando, entendeu? Porque isso te dá dá para ela, pro cidadão, uma autonomia. Uhumé. Então, não é, a reclamação não é vista só como uma coisa ruim, porque a reclamação também ela é tida como uma oportunidade de você se colocar no mundo. Quando você reclama de o dos preços ou você reclama, você participa da sociedade e se você se coloca na França, eles acham que a reclamação é uma coisa eh sofisticada, porque aquela pessoa que reclama é uma pessoa que ela está por dentro do assunto, ela está a par do que está acontecendo, ela está vivenciando a ali a vida, né, o o que tá acontecendo no governo, no país dela. Então, existem lugares onde a a reclamação ela é bem-vinda, é uma maneira de eles se melhorarem. Então, se você reclama do transporte, o transporte não tá muito bom, tal, aquela reclamação, ela vai ser estudada, ela vai ser acolhida para saber o que que nós vamos fazer. Então, há reclamações que elas são bem-vindas, elas não são de todo ruim. Uhum. Agora existem países asiáticos, por exemplo, que ali é um tabu você reclamar, porque ali eles estão mais preocupado com a comunidade. Então, uma reclamação, ela vai trazer uma desharmonia na comunidade, vai trazer a individualidade, vai, vai ressaltar a individualidade. Então, tem várias maneiras de você ver a reclamação. Uhum. Muito bem. Você não pode ver a reclamação como uma coisa só pejorativa ou ruim. Sim. A reclamação ela também ela é boa pra gente se melhorar, entendeu? Para as pessoas melhorarem. Às vezes você falar do do que está se passando no seu país, a gente como a gente que reclama dos preços, a gente reclama às vezes vamos reclamar, reclama do trânsito. O problema da gente é que a gente não pode ficar só na reclamação. A gente tem que ter uma atitude, a gente tem que agir. Eu que eu comentei com vocês, né? Eu tenho um horário que eu tenho que sair da minha casa para chegar no consultório. Eu tenho que sair 6:30 porque se eu sair 6:40 eu pego o trânsito parado. É. Para eu vir para cá também. Aham. Entendeu? Então o que que eu faço? Eu tenho que desviar do trânsito parado. Então eu tenho que sair mais cedo ou mudar minha rota. Então a gente tem que tomar atitudes para não ficar ai todo dia eu pego esse trânsito, esse trânsito, entendeu? Mas você fazer com que isso se modifique, não fique só na reclamação. É usar a reclamação como ponte para você realmente ver, né, a solução daquilo ali. Eu costumo dizer, se você só reclama e não traz uma sugestão e não vê o lado positivo, o lado bom daquilo ali, não tira um proveito daquilo ali para você, aí entra nisso que a gente tava falando no início, né, do vício, daquela coisa ali pedante, maçante. Não, a reclamação se serve às vezes, né, para poder ajudar a, vamos trazer a questão do transporte público. A partir do momento que as pessoas começam a reclamar, as empresas, as prefeituras, elas ficam de olho. Se são boas administrações, elas vão ali tentar resolver o problema da população, né? E não é reclamação à toa, é reclamação. Igual, por exemplo, a gente enfrentou há um tempo atrás aí, o problema que os ônibus daqui de Campinas não estavam adaptados. Aí não todos. para aquele calorão que começou a fazer, né? Que bom que as pessoas reclamaram, que as pessoas vieram a público, né? Manifestar a sua eh eh insatisfação com aquele serviço. E aí agora já tá começando a vir frota nova. Uhum. Né? Já adaptada já com com mais com com os ares ar condicionado, com ar condicionado. Então eh esse tipo de reclamação acaba sendo uma reivindicação, né? revindicam uma atenção e a partir dessa reivindicação tem a ação, né? Então a a o reclamar, reclamação, né? Então tem uma ação no final. Então você reclama, quem reclama reclama, então clama duas vezes, né? e o final tem a ação. Então você clama duas vezes, mas tem que tomar uma atitude. É mais ou menos isso. Agora, por que, Fernanda, que eh se você conversa com as pessoas, o pessoal fala assim: "Ah, o brasileiro, o brasileiro tem cultura. É, é, é cultura, já nasce reclamando." Por que que a gente tem isso enraizado na gente? O que que acontece? Por que que todo mundo fala que o brasileiro ele é é cultural do brasileiro reclamar? Não é só do brasileiro não. A América Latina toda, eles têm esse hábito do do de reclamar, né? Eh, mas a gente tem justamente essa reclamação já vem também como colocando como um hábito a própria criação, a vivência, as pessoas, elas estão acostumad tá sempre reclamando, tem alguma coisa para reclamar. Aham. Né? E também é uma das coisas que é interessante você colocar é para ter assunto, para ter pessoas conversando, você entendeu? É para puxar assunto. A sua visão assim abre um leque quando a gente fala de reclamação, né? Porque fui estudar sobre a reclamação, enfim. E aí você traz esse ponto da do assunto de querer chamar atenção. De repente a pessoa tá precisando conversar e ela inicia com uma reclamação, mas a gente não tá preparado para isso e não tem essa visão psicológica que vocês têm. Vem por trás, né? É. E daí fala: "Poxa, tá reclamando. Só reclama, só reclama". Então, é importante também a gente se atentar eh eh na forma que a pessoa está se expressando. É isso sim. Até porque também hoje a desculpa, é fi à vontade. Vocês, eu fico muito feliz quando as convidadas interagem assim, porque eu fico só olhando vocês dando show. Vai, manda ver. Porque tem também a ditadura da felicidade ultimamente, já há um tempo, né? a cultura do narcisismo junto com a ditadura da felicidade. Você não pode reclamar, você não pode estar triste, né? Então você tem que estar sempre com sorriso maravilhoso, né? De de propaganda de creme dental, tudo é lindo, tudo tudo é bonito, né? Então, quando você traz o lado negativo de algo que tá todo mundo fingindo que tá bom, aí você vira o chato, aí você vira o reclamão. É, tem esse outro lado também. também tem esse lado, né? E tem esse lado que quando a pessoa ela é muito reclamona, aquela pessoa que toda hora tudo reclama, tudo reclama, que ela tá que a gente ainda coloca assim, né? Eh, que ela é pessimista, tudo tá ruim, tudo reclamando, ela começa a ficar sozinha. Sim. Porque as pessoas começam a se afastar, as pessoas começam a não querer, ah, aquela pessoa é muito chata, ela só reclama, ela reclama de tudo, tudo, ela põe defeito. Uhum. Né? E aí a pessoa vai se isolando. Isso é um problema social, porque acontece muito. Uhum. De pessoas que elas mais elas acabam se isolando, né? As pessoas isolam aquela pessoa, mas no fundo às vezes o que ela quer é justamente participar, tá junto, sabe? tá ali, ela tá precisando de um acolhimento e aí ela não sabe ainda se colocar ou tem problemas para se colocar e ela acaba uma pessoa que é uma reclamona, ela não sabe pedir ajuda, ela não sabe pedir ajuda, entendeu? É interessante, às vezes a pessoa ela é tão assim para ela não se colocar como o problema é dela, eh, ela acaba colocando o problema no outro. S. Então, ela reclama do transporte, ela reclama do de esperar lá, vamos pôr o INSS. Eh, aconteceu até uma coisa assim, eh, eu acordei de sexta, de sexta para domingo, para sábado, sexta para sábado, com dor de garganta, uma garganta assim. Eu falei, ó, quer saber? Eu vou ali no ponto de socorro antes que esse negócio pior, porque eu tava vendo um monte de gente gripada. Uhum. Uhum. Todo mundo tava com negócio de gripe, gripe, gripe. Eu falei: "Eu vou ver logo isso". E chegou um senhor, eh, e eu fui no pronto socorro da Unimed, né? E aí ele chegou um senhor que ele chegou com a esposa dele que caiu, quebrou o braço. Uhum. Mas esse homem reclamou, reclamou, reclamou e ele tava assim, eh, que ele queria um atendimento rápido, tá ligado, né? Porque tava quebrado, tal, não sei o quê. Mas ele reclamou e ele falava, olhava paraas pessoas sentadas que estavam esperando a Maura, né, que uma hora chamava para tomar remédio, para ser atendido, tá? E esse homem começou a reclamar alto e falando assim: "Vocês não vão reclamar? Tem que reclamar, tem que a gente tem que reclamar porque aqui é aqui não é ele, né? Ele colocando aqui não é INSS, a gente paga, tem que reclamar, tem que reclamar". Ele tava assim reclamando e incentivando as pessoas a reclamarem. Ah, mas ele falou assim que era a primeira vez que ele tava sendo atendido ali, entendeu? Então a gente que sabe como é, tem um tem uns protocolos deles da maneira lá do atendimento tudo, né? Então eu vi nessa nessa pessoa a necessidade dela da de ela querer reclamar era porque ela não tava suportando a dor da esposa. Era um grito de socorro, né? Era um grito de socorro porque ela tava gemendo, ela tava chorando de dor e ele tava agoniado porque ele queria sanar a a situação dela. É como se fosse a voz dela, né? A segunda, o ego auxiliar dela. Ele pelo amor de Deus, veio. Veio porque era a dor dele era você via ele queria, tava reclamando porque ele queria que aquilo se ajeitasse. Uhum. Ele queria resolver porque ele não aguentava ver o sofrimento da esposa de dor. Poxa, e olha só a visão, né? Como é importante a gente estar com profissionais que nos ampliam a visão. Gratidão por isso, porque a gente precisa aprender a olhar um pouco mais, né? Eh, eh, com uma visão ampliada as situações, né? Acredito que muita gente que que presenciou esse fato, né? pode ter falado: "Nossa, mas esse homem só reclama, não para de reclamar, é assim mesmo, vai ter que ficar aí e depois vai ser atendido, porque tem os protocolos, né, emergência e tal, né, e de repente e você falando, ele estava pedindo um socorro e às vezes as pessoas não vê dessa forma. E é importante a gente se atentar porque assim, eh, excesso de reclamação pode afetar diretamente as relações familiares, pode afetar as relações profissionais principalmente, né? Mas aí tem essa visão ampliada da reclamação. Agora, como é que o ser humano vai aprender a ter essa visão, né, Fabiana? Porque como eu disse antes, você começa a reclamar, a pessoa fala assim: "Ah, só reclama, só reclama". Por quê? Quem reclama só reclama e quem não reclama diz que o outro só reclama. Percebeu? Ex. E acaba reclamando também do outro? Não, tá reclamando do outro e vai naquela coisa. Mas aí é a questão do ouvir. Eu costumo dizer que tem coisas que você não precisa ser psicólogo para poder saber, né? E para poder fazer. Uma delas é ouvir, aprender a ouvir, a olhar quem tá, a olhar mesmo. E hoje em dia a gente tá tão aqui que a gente esqueceu. Então, mas é ouvir, aprender a ouvir nas entrelinhas. Exatamente. Com maior sensibilidade, né? Tenta e ouvir para entender. Aí você consegue ouvir nas entrelinhas. É, é treinar o seu ouvido, né, para você acolher. Uhum. E o acolhimento é tudo em todas as profissões, em todas as áreas. Se você não acolhe, né, quem tá ali com você, a a interação não não acontece. Por mais que você a outra pessoa reclame do tempo, do que for para puxar assunto, se não há acolhimento. É aquela pessoa fala assim, né? Nossa, o tempo tá feio hoje. Uhum. É. Aí a pessoa Uhum. Uhum. Nossa. Aí a pessoa vê ela e fala assim: "Tá demorando para passar o tempo". Pois é. E a pessoa tá tentando puxar reclamando ali do tempo, reclamando das horas, reclamando para ver se a pessoa faz fala alguma coisa com ela e a pessoa só faz o fim. Uhum. Tá também lá no tal do celular. Então eh essa falta de comunicação entre as pessoas, tá? a tá atingindo muita gente, porque as pessoas não se percebem que ficam muito tempo no celular, né? E aí que a gente fala assim: "Ah, você tá reclamando que você tá no celular?" Porque não é reclamar que você tá no celular, é que a gente tá vendo que o mundo tá se perdendo, não tá se vendo mais. Aham. É porque a pessoa não tá sendo escutada ali. Então ela começa a reclamar para chamar atenção para ela, para que as pessoas olhem para ela. Quem sabe eu reclamando, a pessoa começam a olhar para mim, que nem a o exemplo que eu dei, a pessoa tava ali, todo mundo tava vendo que a mulher dele tava chorando, todo mundo tava vendo que ela tava ai ai, entendeu? Mas ele não aguentou, ele começou, ele ficou em pé falando: "Isso é um absurdo, a gente tem que tá aqui, vocês não vão fazer nada". Ele queria que todo mundo seja, queria aliados. É, é. Vamos, vamos nos aliar. Se eu sozinho não tenho força, né? Socorro, porque eu preciso que alguém tome uma atitude agora para aliviar a dor da minha esposa, né? É. E salvo esse esse caso que a Fernanda trouxe, essa questão da gente tá na urgência de todo. Então, às vezes a gente reclama, né, do trânsito, então que alguém atravessou na sua, você só dá 13 para você ver de sábado querendo fazer algo rápido ou atrasado. Você ou desce ou tenta subir ou tenta descer, você não vai conseguir porque é o momento no sábado que tá lotado, o povo tá ali passeando por um monte de gente e aí e a gente tá naquela pressa do agora. A gente quer tudo para agora. Então o trânsito sim vai atrapalhar, né? E aí entra essa outra questão também do agora do imediatismo. Achei a palavra do imediatismo. Muit das vezes também a gente reclama por conta do imediatismo, que era tudo para agora. Para ontem. E se não acontecer também vou reclamar. Vou reclamar. Eu quero num clique que a coisa chegue. As coisas se modernizaram tanto, né? Queria te falar assim, antes, se você precisava levar um documento em algum lugar, você tinha que contratar um office boy. Verdade. E esse office boy ou ele ia tomar um ônibus para chegar, né, a gente colocava, era aquela coisa toda. Hoje depois veio, né, o fax, já melhorou um pouquinho, tal, venho melhorando. Hoje você fala aqui, você manda o negócio ali, não tem um segundo, já tá do outro lado do mundo. Exato. Uhum. E as pessoas estão correndo, gente. Aham. E a gente reclama e a gente reclama a gente até que nos passou rápido, não tem tempo para elas mais, porque elas estão sempre correndo, correndo, correndo, né, e reclamando. E aí entra a questão da regulação que a gente trouxe no início, né, que a gente cada uma ao seu modo trouxe a reclamação para isso, pra gente fazer isso, dá um alívio, né? Eu vou reclamar. É tipo assim, é uma sensação igual dar um grito, dá um, né? É. É. Aham. Sabe, é um alívio momentâneo, mas é a dopamina que tá lá, né? Alvân. Você falou o cérebro eliminou a dopamina. Alivia. Alivia. É, a gente só precisa cuidar do que reclamamos, né? Eh, quando reclamamos e também ter a ação depois de clamar duas vezes, né? Tá reclamando, tem que ter ação. Reclamar só não adianta também não, né? Tem que fazer alguma coisa. É igual reclamar do trânsito, sai mais cedo, né? Reclamar do supermercado que tá muito caro. Ah, de repente espera para ir em dia de oferta. A gente precisa ter ação, porque senão também a gente vai ficar só reclamando. A gente vai acabar ficando sozinho, como a Fernanda trouxe aqui. Eh, a reclamação também pode afastar as pessoas do nosso convívio. E aí a gente precisa ficar atento a essa questão do isolamento, porque fica ruim, né? Você vê as pessoas se afastando de você pelo fato de você ser uma pessoa reclamona. Agora, tem como a gente consertar isso com a gente mesmo? Tipo assim, eu eu vou Tem como a gente se ver reclamando, né? O que que precisa? Como é que a gente vê que a gente reclama demais? Mas esse reclamar que eu tô dizendo aqui não é a reivindicação nem a questão lá do senhor lá do centro de saúde, não. Essa reclamação xarope que às vezes a gente faz nem percebe. Como que nós nos percebemos reclamões, Fernando, a gente tem que perceber isso. Eu estou reclamando porque é de fato uma reclamação ou eu estou reclamando porque eu quero a atenção. Uhum. Isso é um ponto que a pessoa tem que perceber. e prestar atenção na reclamação do outro. Quando a pessoa fala: "Não, você tá reclamando demais, então opa, ah, mas daí já fica bravo, fala: "Eu não estou reclamando". Mas é uma forma de você falar assim: "Nossa, ele falou, chamar atenção, por que que eu tô reclamando tanto, né? Qual é eh qual é essa minha necessidade de reclamar? Por que que eu tenho que reclamar tanto? Será que é uma reclamação ou é outra coisa que tá mexendo comigo?" Final de tudo, gente, a gente tem que se conhecer. A gente tem que saber quem eu sou, por que que eu tô reclamando, o que que eu tô sentindo falta, qual é o meu vazio. Uhum. Sabe por que eu tô me sentindo assim? Então é a hora que a gente busca o auxílio de uma psicóloga, né, de uma terapeuta, pra gente tá sabendo o que que tá acontecendo com a gente, que a gente tá reclamando tanto, que a gente só tá olhando o lado ruim da vida. Uhum. Por que que a gente não começa a perceber que a vida tem o lado bom e é muito melhor, né? Que tem aquele filme, O lado bom da vida, né? Que a gente começa, a pessoa começa a falar e a reclamar só a parte ruim. Esse é um ponto que para trabalhar, né, como você colocou, a parte da reclamação, a gente tem que começar a ter gratidão, agradecer o que a gente tem hoje, agradecer o que aconteceu hoje, sabe? a gente tem que começar a colocar agradecer. Por quê? Quando a gente começa a agradecer, o cérebro ele começa a ver coisas boas, porque o nosso cérebro ele foi programado para trabalhar as coisas ruins, sabe? Para tudo que é ruim, você pode perceber, tudo que é ruim, a gente logo pega aquilo, né? Coisa ruim e tal. Então, o cérebro ele já foi programado para isso, para ele ver as coisas ruins, para ele focar nas coisas ruins. Agora, se você muda essa atitude, se você começa a agradecer, se começa a ver o lado bom da vida, entendeu? Começa a perceber essas coisas boas, você começa a trabalhar o cérebro, porque somos nós que temos que colocar as coisas dentro do cérebro. Nós que temos que começar a pensar nas coisas boas, trabalhar as coisas boas e parar de reclamar, mas de tomar atitude para que as coisas melhorem. Exatamente. Porque o cérebro ele tá programado para que você sobreviva e nessa da sobrevivência ele vai ficar em alerta com aquilo que te traz perigo. Uhum. E aí que a gente começa a reclamar. E aí entra uma outra coisa dentro que a Fernanda tá dizendo, a gente perceber se o vazio muit das vezes é um vazio enorme. Que vazio é esse que tá dentro de si mesmo, né? Que precisa ser preenchido. Ora com doce, com comida, com bebidas, com imagens e com a reclamação? Que vazio é esse? Eu costumo dizer pros meus pacientes que a gente não tem controle sobre o que, quais os pensamentos que vão vir. Uhum. Mas a gente não pode dar café com bolo. Eu do café com bolo. Não dê café com bolo para pensamento e sentimento ruim. Coloque uma cadeirinha para ele se sentar na sua frente para você ter coragem de conversar com esse sentimento, com esse pensamento, para entender o que que tá se passando aqui e aqui. A reclamação, ela pode ter passagem, mas ela não pode ter morada. Exatamente. É igual aquela visita chata que não tão longe para poder chegar de malo e não tão perto para chegar de chinelo. Olha aí. Eu aqui aqui que eu digo, né? Não pode, a gente tem que prestar atenção aqui no cérebro e aqui no coração. O que que tá se passando, né? Às vezes você vai sim precisar de um de um psicólogo, de um terapeuta. Sim, de preferência, né? Porque o amigo do bar, a a manicure, o cabeleireiro, a cabeleireira, o barbeiro, o, né, podem ser muito bons para ouvir naquele momento, mas não como a nossa escuta, como a escuta de um profissional que tá ali treinado para não te eh julgar. A escuta, a escuta nossa é de não julgamento e sim de entendimento para junto com a pessoa buscar novas saídas, né, novas respostas. A visão de vocês é magnífica. Isso. A gente tem aqui eh todos os dias eh eh visões de de de profissionais que ampliam a nossa visão. Isso me deixa muito feliz porque todo dia aqui é um aprendizado, gente, é um aprendizado assim maravilhoso. E que bom que a gente tem vocês, né, para nos ensinar em um programa ao vivo. Pessoal tá em casa, tá acompanhando. A gente tá falando de reclamação e aqui a gente já pode perceber que reclamar faz parte. sim, eh, do nosso, do nosso dia a dia, mas a gente precisa tomar uma ação mediante a reclamação e que também de repente alguém que reclama muito, ela pode estar querendo chamar tua atenção, né? E chamar atenção às vezes pode ser um pedido de socorro. Então, a gente precisa analisar com mais clareza, olhar com outros olhos, com mais carinho, com acolhimento. Isso mesmo. Olha aí que abraçar com o ouvido, né? Muito bom. Agora, quando a pessoa não para de reclamar nemum segundo, você chega e fala para ela, porque a sinceridade também é tudo, né? Chega e falar assim: "Ô, amigo, você tá reclamando demais, você percebeu?" Aí a pessoa vai falar: "Eu reclamando não tô". E aí, de repente pode ser que você vire uma chave. Agora não sei que chave vai virar, né? Aí é com as nossas profissionais aí, porque eu tenho até até medo desse negócio de virar chave e de falar, porque assim, e é legal falar, porque a sinceridade é interessante se você tem eh um vínculo com aquela pessoa. Agora, se você não tem, também pode ser uma questão um pouco agressiva você falar que a pessoa tá reclamando. Então, a gente fica meio que de mão atada. O negócio é a gente ter autoconhecimento e ter auto. Também acho que tudo depende do grau de de de intimidade, né? você você tá reclamando ou até você numa conversa, pode conversar com a pessoa a partir da reclamação dela, esmiuçando aquela reclamação para saber aonde vai chegar essa reclamação. Exato. Dá, dá uma, dá uma atenção, mas já lhe direcionando, direcionando aquela atenção, entendeu? Por, né? Como que você percebe isso? Ou de repente até desfazer aquela reclamação, né? Tipo assim, a pessoa ah, é igual um tal do IP. né? Eu, eu, eu o IP, o IP é lindo, florido. E tem gente que curte aquelas flores, né? A árvore do IP, ele é lindo, florido, tem gente que curte as flores, deixa cair no chão e deixa lá, depois limpa. E tem gente que olha o IP florido e fala assim: "Pô, daqui a pouco vai começar a cair as flores aqui". Tá reclamando, né? Então, é onde eu moro tem muitos pássaros e tem maritaca, né? É. Fala entre os casais de papagaio e eu acordo com eles, né? Tem aquela confusão e eu eu às vezes Maria a gente brinca que a gente fica escutando eles fal a festa foi boa ontem. Ela tá brigando que chegou tarde, tá? A gente começa a brigar. E aí um dia eu escutei lá no condomínio um senhor falando que ele dava tiros. Uau. Para espantar os passarinhos. Ah, meu Deus. E aquilo me doeu, sabe? E aí eu falei assim: "Gente, como é que pode? É tão bonito a gente acordar Uhum. com os passarinhos cantando, né? E uma pessoa reclamar do canto do passarinho, porque os passarinhos ficam cantando de manhã e perturbava ele, ele tava dando tiro. Você acredita? Isso, né? Olha só, é, são as escolhas. É questão de escolha. O que que você vai escolher ver, né? Por que que ele tava reclamando do canto do passarinho? Qual que você vai, o que que você vai escolher hoje? Reclamar dos passarinhos, reclamar do IP ou de repente chegar pros passarinhos, né? Como bom dia. Eu falo, eu em casa tem duas, todos os dias quando amanhece elas começam a gritar. Acho que deve ser um casal, né? Aí eu vou lá fora, falei: "Eê galera, vocês já estão brigando já?" Daí elas param, daí eu falo um pouquinho mais daí, sabe? Então assim, e tá tudo bem, já virou cotidiano, cotidiano é natural, elas estão ali e que bom que a gente ainda tem esse privilégio, né, de ver. Então, olhar de repente com uma visão macro, ao invés de uma visão micro e e reclamar de tudo que acontece, comemorar as pequenas vitórias. Pequenas vitórias e você tá ali escutando, o, nossa, eu tô escutando os pássaros. Olha, eu tô vendo esse essa árvore linda, florida, entendeu? e as coisas da natureza que é maravilhosa e as pessoas às vezes reclamam. Exato. Então, se você olhar, às vezes ela está, ela tá jogando, reclamando daquela natureza, mas o problema não tá na natureza, o problema tá nela. alguma coisa que tá sufocando nela, mas ela não consegue se encarar, ela não consegue olhar para dentro dela. Exato. Ela foge si mesmo olhando pro mundo. Olhando pro mundo. Então ela critica o outro, ela reclama do outro, ela reclama não é só da do trânsito, ela reclama do pássaro, ela reclama da flor. Então é aquela pessoa que reclama de tudo porque ela não consegue se encarar. É, ela tá escolhendo fugir de si mesma. É a questão da escolha. E a questão da reclamação também é o bom senso. Você tem que ter o bom senso para tudo, não só para não só pr pra reclamação, mas para tudo. O bom senso. Igual, por exemplo, eu atendo online e na avenida em que eu eh moro, que é onde eu atendo online, às vezes passa os entregadores à noite. Então é uma maravilha. Aí eu costumo, eu chamo eles carinhosamente filho de Deus. Eles são filho de Deus, né? Porque eles precisam trabalhar, né? E eu também. Exato. E às vezes eles estão passando justamente no horário em que o paciente tá trazendo algo mais Uhum. pesado e às vezes eu f calma, respira. Eles já até sabem, filho de Deus tá passando. Aí a gente aproveita para respirar, aí a gente dá, tem hora que dá, tem hora que eu também me pego, reclamo. Falei: "Poxa, mas custa, né, arrumar esse escapamento? custa só trabalho, não precisa sair avisando que você tá passando. Mas por outro lado é a escolha dele, né? E a minha escolha é o que eu já fiz lá, já fiz lá em casa, é tentar colocar o inibidor de som. Como é que chama? Sim. É um um abafador mesmo, né? Isso. Um abafador. É, né? Na época do calor não dá muito certo, mais que tem ar condicionado dentro de casa, aquela coisa toda, mas você fica, né? Sim. Mas aí o que que você fez? Você tomou uma atitude para algo que tá te incomodando, porque você sabe que reclamar vai adiantar, pessoal tá trabalhando, eles vão passar, a rua é pública, enfim, então ele tem que fazer alguma coisa. E foi lá e tomou uma ação mediante a sua reclamação. É. E me adaptei. Brinco com isso. Às vezes eu brinco com os meninos, com as meninas. Ó, ó o filho de Deus passando. Calma. Passou. Continueando. Pronto. É isso. 8:53. Solução, né? Exato. É o que tem, é buscar a solução, não é ficar imerso ao problema ali, né? Reclamando. É só reclamar não adianta, né? É. Ou quando a pessoa tá reclamando, você falar: "Tudo bem, você tá reclamando aí a solução que você vai dar para isso." Exato. Numa solução. É porque reclamar é fácil, né? Eu costumo dizer que falar até papagaio fala. Mas e aí, né? Vamos procurar uma solução para isso. Exatamente. Ex. Qual qual a sugestão que você dá? Esse é a falam. O paciente trouxe isso, que ele faz isso também no trabalho dele. Quando tem algum colaborador que tá reclamando demais, OK? Ele escuta, ele acolhe. Sim. E qual é a sua sugestão? Importantíssimo, porque se de repente eh dependendo são são várias eh várias formas de reclamação que a gente tá abordando aqui, né? E aí dessa reclamação, eh, se você tá reclamando, você tem uma sugestão, porque senão você não estaria reclamando. Então, traga a sugestão e a sua ação para resolver a reclamação. Pronto. É isso, né, gente? Muito bom. Que bate-papo gostoso, né? E e é bom que transforma, porque a gente vai eh ouvindo elas falarem, a gente vai entendendo, a gente vai ampliando e a gente vai aprendendo. E esse é o nosso propósito, falar de comportamento humano aqui no nosso estúdio Câmara, aqui na TV Câmara Campinas 2:54 já. Vamos atender o pessoal que tá em casa. Vamos lá então. Pode colocar a produção, passar rápido. Tá vendo só a gente batendo papo aqui, ó? Vai que vai. O Ricardo Mendes do Cambuí. Reclamar vicia ou eh ou chega uma hora em que o cérebro exige externalizar a frustração para aliviar a tensão. Então a reclamar vicia a partir do momento que a dopamina, né, a gente vai liberando dopamina a partir que você vai reclamando, tá? Eh, agora e que como é que ele colocou? É colocar para fora a frustração para aliviar atenção, igual dar um grito assim. Isso. Então é são as duas coisas. É, são as duas coisas que se coloca, porque vicia, se você toda hora tá ali reclamando para ter esse prazer no na da dopamina. Aham. Né? Então, a pessoa ela tem que externalizar também essa frustração que dá esse alívio momentâneo, né, de uma uma reclamação que ela tá tendo ali, dá esse alívio, mas vicia porque a pessoa fica toda hora eh querendo ter esse alívio e reclamando, né? Então, fique atentos. em reclamar. É uma coisa que eu trouxe no início que eu falei rapidinho, mas é da distia, que é aquela depressão, é o estado depressivo em que é mais prolongado, porque a depressão e a ansiedade elas têm um características mais bem pontuadas, né? Mas é, mas é o transtorno de humor também, né? Exato. É um trans e ele é mais longo. Então às vezes a pessoa você começa a perceber, busca distimia na internet, vamos usar, né? A a a internet é a nosso favor para buscar esse tipo de informação também para você dar esse suporte, para você acolher e orientar a pessoa a procurar um psiquiatra, a procurar um psicólogo, um terapeuta para poder estar tratando disso também. É importante, não adianta ficar só reclamando, né? Não, vocêalce erradoxa vida, né? Vai conversar com profissional, uma pessoa que entende que pode te dar um direcionamento para que você tenha mais qualidade de vida. Isso é tão bom. Esse é tão bom. É bom demais, gente. Vamos lá. 8:56. Tem mais perguntas pra gente? Vamos ver quem tá conosco. Hum. Vamos lá. Juliana Castro do Jardim Guanabara. Reclamar de pequenas falhas dos outros pode ser estratégia inconsciente para evitar olhar para as nossas próprias falhas pessoais. É, então vamos lá. Examente. É aquela coisa antiga, né, de sentar, né, do macaquinho que senta em cima do rabinho para falar do rabinho dos outros, né? Às vezes é isso. Você tenta se camuflar. Apontando o erro do outro. Você tá dizendo ali da sua insegurança também. Você tá dizendo ali da sua insatisfação com o seu desempenho, aí você começa a falar que é o outro, você cai nessa nessa questão do vitimismo, né, da síndrome do do patinho lá pretinho lá com com a casquinha de ovo, não, com a casquinha de ovo na cabeça. Eu esqueci. É, é um é um desenho antigo, mas que eh calimero que ele chama. Então, é o vitimismo. Tudo dá errado, não por culpa dele, da é culpa, é culpa dos outros. E é essa questão de esquecer de olhar para si mesmo. Juliana, a talvez a o antídoto para isso é aquilo que a gente tá dizendo aqui do autoconhecimento, de você parar um pouco, né? Você não você, Juliana, tá? Você no geral, tá gente? Parar e se perceber um pouco mais. Importante, né? É importante a gente ressaltar que às vezes eh eu não vejo um defeito em mim, mas eu vejo o meu defeito no outro. Transferência é transferência, né? Isso existe bastante, né, Fernanda? Muito, muito. Quando você tá reclamando do outro é porque aquilo que incomoda no outro é o que você tem. Exato. Ou que você gostaria de ter. E aí você começa a falar que tá ruim, que você faz melhor. Não, você não consegue nem fazer o que ele faz. Nossa, ser humano é uma caixinha de surpresas, né? Uau! 8:58. Vamos lá. Manda mais, produção. Manda mais. A gente atende você que está acompanhando o nosso estúdio Câmara. Na manhã desta terça-feira, 5 de agosto. A gente tá falando de reclamação. Por que que a gente reclama tanto? O Marcos Antunes do Jardim Nova Europa. Reclamação constante, desgasta relacionamentos. Que passos a gente pode preservar? ajuda para preservar a convivência quando o outro vive transformando tudo em queixa ou em reclamação. E aí, que que a gente deve fazer, né, na questão do relacionamento? Aí é bem delicado isso, porque acaba eh colocando em em choque aí a convivência falta de de diálogo. Por quê? Quando a gente começa a reclamar do outro, né? É porque a gente não tem coragem de sentar e falar: "Vem cá, vamos conversar isso, né?" Então eu na hora que eu falo isso tá me incomodando, mas por que que tá me incomodando? Então a gente vai se abrir, a gente vai falar o que tá incomodando. Uhum. Entendeu? A gente vai se conhecendo. Então a necessidade de um relacionamento, a gente ter essa abertura, a gente poder conversar, porque senão essa reclamação fica um pano de fundo que eu falo, entendeu? Você fica reclamando de ai toda vez que ela chega ela coloca aquela bolsa em cima da minha da cadeira do escritório ou ah ele coloca a toalha molhada. Mas não é isso. Essas pequenas reclamações eu chamo de pano de fundo. Não sei Juliana como é que você chama, mas eu chamo de pano de fundo. Tem uma coisa mais por causa da bolsa ou tem uma coisa mais por causa da toalha. Então, essas pequenas reclamações é pano de fundo. Tem uma coisa lá que a gente tem que investigar. É, eu chamo de alerta pano de fundo também. E também a gente tem que tomar cuidado para não virar arma na mão de um e do outro. Eu reclamo de cá, você reclama de lá e começa aí. Quem que aguenta viver desse jeito? Porque a base de qualquer relacionamento, né, de qualquer encontro de dois é o olhar um no olho do outro, né? Eu arrancarei os teus olhos e colocá-los no lugar dos meus e arrancarei os meus e colocá-los no lugar dos teus. Então você vai me ver com os meus olhos e eu vou te ver com os meus. É ouvir e ver o outro. O diálogo, qualquer relacionamento que seja de amizade, de pai, mãe, de marido e mulher, de namorado, de amigos, tudo é a é o diálogo, é o ouvir. Olha, gente, muito bom. Agora 9:1. Vamos lá então, né? Daqui a pouco a gente vai para o encerramento. Produção, manda mais uma pergunta pra gente, por favor. Se tiver pode mandar aí, ó. E tem sim. O André Luiz do Proça. Eh, com tantos likes para posts de desabafos, as redes sociais não estariam reforçando o hábito de reclamar? Ah, estão, né, Fabiana? Então, estão reforçam isso. A gente vê exatamente isso. Você tem alguns eh perfis que a pessoa enquanto tá mostrando o sol, tá mostrando aí, ninguém tá nem aí. começa a reclamar para ver, amor. Pronto. E por conta disso, de você muit das vezes, André, não ter rosto ali no nos comentários e aí você se identifica e começa. Ah, eu também eu há um tempo atrás falando de rede social, esses dias eu rolando lá no Instagram, eu vi um post muito interessante de um perfil lá em que as pessoas estavam reclamando de um de hotéis. Sim. Então foi feita uma pesquisa, né, nesses sites de hotel Trivaga, enfim, dessas coisas de de viagens aí de de de hospedagens. E aí teve uma reclamação que foi muito interessante. Os hóspedes falar, o hotel estava ótimo, as acomodações, os funcionários, porém não nos esperaram para poder saltar os fogos de artifício. Isso foi no de uma hospedade no reveol. Então assim, a os alecrins dourados, né, podem ficar ali no quarto tanto que eles quiserem e a meia noite e o mundo inteiro ali, o que esperar estarem resolverem, tá pronto. Então pera lá, né? E aí vão pra internet e falando há um tempo atrás uma outra moça reclamando que ela descobriu que a garagem dela, o carro dela ficava na garagem do subsolo, que isso não condizia com algumas eh eh crenças dela pessoais. Você comprou o apartamento na planta ou antes disso você foi lá ver o imóvel, se você viu, né, que tinha essa possibilidade, não compre, não precisa de ir pra internet pedir apoio, engajamento, né? Pedir aliados para poder falar daquilo. É, gente, as facetas e as faces das reclamações, né? Né? E somos nós que mandamos no algoritmo, porque a partir do momento que você clicou uma ou duas vezes, você faz isso. Par. Exatamente, né? Aí vem outras coisas. É isso, gente. Olha, 9:4 a gente vai já se encaminhando para o final do programa. E reclamar é humano, mas viver reclamando pode nos aprisionar, tá? Como a gente percebeu hoje. Reconhecer esse hábito é o primeiro passo para transformar. Então, que tal começar a reparar no seu discurso? Hum. E tentar focar no que dá para mudar, né? A gente lembra que a reclamação é você clamar duas vezes e também ação. Então, reclame. Clame, mas aja, né? Faça acontecer, porque se ficar só reclamando também não adianta. E aí, se você só reclama, só reclama, qual a solução você tem para isso? Porque você tá reclamando do quê? Então, tomamos uma solução, né? eh, desse jeito. E também aprendemos aqui que a gente também eh deve estar atento às pessoas que reclamam e a forma que reclamam, porque também podem estar precisando de um acolhimento. Então, se você entender e ver dessa forma, né, ajude, acolha e indique um profissional para que possa ouvir essa pessoa da forma que ela precisa ser ouvida. Então, a gente agradece as nossas convidadas. Fernanda, obrigada pela sua participação. Muito obrigada por estar aqui novamente. Foi muito bom. E eh vamos olhar mais para as reclamações, porque assim, a reclamação ela não precisa também ser uma coisa tão ruim. A gente também pode reclamar de coisas que possam nos ajudar, ajudar a nossa comunidade, ajudar o nosso país, entendeu? Então a gente tem que ver o que estamos reclamando. Agora é como a Rúbia falou, se você ficar só reclamando, reclamando, não dá. a gente tem que levantar uma bandeira ou levantar uma reclamação, mas ter atitude para resolver essa reclamação, entendeu? Muito obrigado pela oportunidade e, né, e tá muito bom estar aqui com você novamente. Ah, gente que agradece você sempre muito sábia, né, nas suas colocações. Muito obrigada, viu? Obrigada mesmo. E a gente agradece também a Fabiana Luz que tá com a gente. Obrigada, viu? Vocês já são de casa. Eh, gratidão a receber você novamente e você sempre assim assertiva também nas suas colocações e ajudando, né? Eh, colaborando, levando informação para nós, paraas pessoas de casa e para que a gente possa fazer uma mudança pequenininha que seja aquele negócio, comemorar as pequenas vitórias, né? Exatamente. Ter o bom senso, né? De se ouvir e de ouvir o outro. Isso é essencial. Maravilhosas. Muito obrigada. E é isso, gente. Olha, a gente agradece a sua audiência, a sua participação, a sua companhia e se você perderu um trecho, tá? Eh, desse nosso bate-papo, quer rever esse nosso bate-papo, é só você acessar as nossas redes sociais, tá? É o YouTube da TV Câmara Campinas. E antes de encerrar, eu convido você a ficar ligadinho, porque logo em breve aí a Íria está chegando. Aí é inteligência artificial aqui da TV Câmara Campinas, ela chega com os destaques do legislativo, do Brasil e do mundo daqui a pouquinho, direto da Central IA. E também temos o Câmara Notícia eh ao meio-dia com informações do Legislativo de Campinas e também de toda a nossa metrópole. E amanhã nós temos Estúdio Câmara ao vivo novamente a partir das 8 da manhã e vamos falar sobre organização compulsiva, saúde mental e os limites entre o cuidado e o exagero. Você aí de casa tem mania de limpeza ou só gosta de tudo no lugar, hein? É, então tudo isso e muito mais amanhã, a partir das 8 da manhã, você tem mania de limpeza? conta pra gente, já vai preparando o seu comentário para estar conosco, tá bom? É ao vivo amanhã às 8 da manhã. Esperamos por você e agradecemos então a nossa equipe, a sua audiência, a sua companhia. Entrego agora e daqui a pouquinho nós temos a Ilha direto da Central e a de notícias aqui na TV Câmara Campinas. Valeu, gente. Ótima terça. Fique bem.
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