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83 views Publicado 28/03/2025 HD · 57:38

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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[Música] Olá, bom dia. Seamos, estamos começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Vamos lá, sexta-feira. Como que você está? Tudo bem por aqui? Tudo ótimo. O tema do nosso estúdio Câmara de hoje é fofoca. Fofoqueiro. Fofoqueira. Que coisa, hein? Você sabia que fofocar pode ser considerado normal? É, faz bem, faz mal. Será? É benéfica ou maléfica? O ato de fofocar ou compartilhar informações de terceiros é uma prática muito comum, né, entre muitos povos e culturas, embora frequentemente vista de forma negativa, né? A fofoca leva alguém a ser fofoqueiro. Essa qualidade, essa eh o que que será que é considerado isso, né? qualidade você ser fofoqueiro para e pensa aí. Você sabe que isso tem uma explicação científica. Hoje a gente vai conversar com a psicóloga Joyce Evelyn, está com a gente aqui no estúdio e também com a jornalista e radialista Milena Barros tá com a gente aqui no estúdio também. Essas mulheres vão falar sobre fofoca, elas, tá? Eu não. A gente já começa convidando você para fofocar com a gente, aliás, para participar com a gente, né? Que que você acha? Vem fofocar conosco. Manda aí a sua mensagem. 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, fofoca conosco. Manda aí uma fofoca. Qual que é a fofoca do dia? Cuidado com que você vai mandar, hein? Mas olha, vamos atender você. Vamos bater um papo bem legal nesta manhã de sexta-feira aqui no estúdio Câmara. Agora vamos atualizar as notícias enquanto você vai mandando a sua mensagem e interagindo com o agente, tá bom? A Câmara de Campinas realiza audiência pública na próxima segunda-feira para discutir mudanças no plano de medicamentos dos servidores por meio da Comissão de Constituição e Legalidade. Tá bom? Essa reunião acontece na segunda às 10 da manhã. A audiência pública vai debater o projeto de lei de autoria da prefeitura, que altera a Lei Complementar 415, que fala sobre o plano de medicamentos para servidores públicos ativos, inativos e também pensionistas. Essa audiência será presidida pelo vereador Oto Alejandro. Essa lei prevê alteração pelo projeto eh que autoriza a prefeitura a contratar um plano de medicamentos para servidores públicos, ativos, inativos e pensionistas, que recebam aí proventos e e pensões cujo valor não ultrapasse três vezes o piso salarial dos servidores do município. A alteração prevista estabelece a contraprestação fixada por beneficiário do servidor ativo, inativo e pensionista no valor de R$ 104,42, reajustada anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, tá? A participação popular neste debate é importante para aprimorar o atendimento aos servidores, também otimizar os recursos destinados a este plano de medicamentos. Você que é servidor público, fique atento. A audiência pública vai ser realizada na segunda-feira, né, às 10 da manhã, no plenarinho, tá? A entrada é pela Avenida da Saudade, 100, no bairro Ponte Preta. E você pode participar presencialmente ou então acompanhar a transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas. Estamos em três sinais, tá? 11.3 Canal aberto, quatro net e Vivofibra e também pela TV Câmara no YouTube, combinado? Então, segunda-feira, 10 da manhã, não perca audiência pública. Bom, eh, sábado amanhã, Joaquim Egídio vai receber um treinamento para combater dengue e incêndios. A capacitação é promovida pela Prefeitura de Campinas e é aberta ao público e vai ser realizada na subprefeitura de Joaquim Egídio amanhã às 9 da manhã. Esse evento, gente, é o sexto de uma série que propõe aproximar o poder público das lideranças e também dos moradores de bairros para debater as ações necessárias diante de das mudanças climáticas e também para integrar as novas estratégias eh da administração para o enfrentamento à dengue e também as outras arboviroses agora em 2025, tá? É importante que a população participe para receber orientações sobre como se proteger, também o que fazer nas situações de emergência, né, como incêndios. Além disso, quem participar vai receber informações sobre a melhor maneira de eliminar os criadores do Aeds Egipt, que é o transmissor da dengue. Essa iniciativa tem como objetivo alertar sobre medidas de segurança em meio ao contexto de mudanças climáticas, cada vez mais frequentes por conta do aquecimento global. E olha só que interessante, os participantes vão receber um certificado, tá bom? Amanhã às 9 da manhã, Prefeitura de Joaquim Egídio deu uma passadinha por lá. Participe. Previsão do tempo para o final de semana. Estamos no outono e aí hoje, sexta-feira, né, temos aquele solzinho de manhã, aumento de nuvens à tarde, pancadinhas de chuva também à tarde e à noite nós temos nuvens, porém sem chuva. Hoje, de acordo com a previsão do tempo, mínima 19, máxima 32, né? Então, outono tá fresquinho de manhã, à tarde fica um pouquinho mais quente e à noite vai diminuindo a temperatura. Eh, para sábado, gente, previsão do tempo é de sol, aumento de nuvens de manhã, pancadas de chuva à tarde e à noite também. Sabadão, mínima 33, máxima. É mínima 19, máxima 33. E para domingo, como é que será que fica o domingão, hein? Domingo nós temos sol, muitas nuvens durante o dia, períodos de céu nublado, né? Eh, e e noite com muitas nuvens também. Então, resumindo a previsão do tempo para domingo, dia nubladésimo, né? Muito nublado. Aí é bom para você ficar de boa, ficar em casa, assistir um filme, descansar bastante, só que a temperatura a mínima 20, o máximo a 33. De acordo com a previsão do tempo, então dia nublado, um calor, né, na cidade de Campinas no domingão. Final de semana também prevalecendo aí a mesma previsão, né, durante hoje, amanhã e domingo. Vamos lá, manda sua mensagem pra gente, conta sua fofoca aí. 199729377. Você é fofoqueira? Você é fofoqueira? Você sabia que a nossa existência depende do outro? E a gente já nasce sendo falado. É, parou para pensar. Ah, nasceu o bebezinho. Ah, olha, vai nascer, né? Antes mesmo do nascimento, a gente já é nomeado, né? E inserido na linguagem e na expectativa de quem nos cerca. Percebe como é que vai ser o nome? Ah, é menino ou menina? É, então assim a fofoca precede a nossa existência no sentido de que somos seres construídos pela interação com os outros. Parou para pensar nisso? Hoje nós vamos fofocar, opa, hoje nós vamos falar sobre fofoca e para isso, claro, nós convidamos a psicóloga Joyce Evelyn, que vai falar eh da questão psicológica da fofoca. Joyce, bom dia, seja muito bem-vinda. Bom dia, bom dia, muito obrigada pelo convite. Maravilhosa. Vamos fofocar hoje. Vamos fofocar e aprender muito. Isso. Fofocar e aprender muito. Agora eu não sei o que que as pessoas têm de achar e falar que jornalista é fofoqueiro, né? Mas tirando isso, eu tenho a satisfação de receber aqui no estúdio a radialista, jornalista, mãe das meninas, a Milena Barro. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Tudo bem? Você já foi fofocar lá no meu Instagram, né? Que na outra vez que eu já é a segunda vez que eu venho. Muito obrigada novamente pelo convite. Amo vir aqui conversar com a Rúbia. uma energia muito boa, ainda mais o sexou começando aqui no meio de mulheres pra gente agitar muito esse final de semana. E aí da outra vez que eu vim ela me apresentou de uma forma diferente. Hoje ela já falou: "Mãe das meninas, o Instagram tá aí para realmente ajudar a gente nas fofocas, né?" Ex, mas aquelas meninas são sensacionais, né? É, imagina que quarteto fantástico. Vamos lá, gente. Olha só. Eh, há uma frase atribuída a Freud que determina: "Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo." A frase significa que quando falamos de outra pessoa, existe algo nosso naquilo. Em outras palavras, projetamos nos outros aquilo que já temos dentro de nós. Nós. A fofoca ganha mais força quanto mais passível de ser ouvida, já que o que sustenta a fofoca é a resposta de quem está ouvindo. A TV aberta brasileira é dominada por mexeritices, né, fofoqueiros. Daqui a pouco a gente vai mostrar os jornalistas considerados fofoqueiros de primeira. Mas agora eu quero perguntar pra J. Eh, fofoca. Na psicologia, qual é a visão da pessoa que tem a necessidade de estar falando do outro tempo todo? Então, eh, o ato de fofocar, bem como Freud explicou, né? Eh, a psicologia ela tem essa visão de que quando nós fofocamos, nós estamos falando mais de nós do que do outro, né? E a fofoca, ela dá uma falsa sensação, uma sensação momentânea de superioridade. Então, quando eu comento sobre algo, eu me coloco numa posição superior ali, né? porque eu estou de fora da situação e aí eu coloco os meus julgamentos, as minhas críticas, os meus apontamentos, o que eu faria diferente e critico o outro e aponto os erros do outro sem perceber que eu também cometo esses erros, que eu também tenho isso na minha vida. Por isso essa projeção que Freud fala, né? Eu coloco no outro como se fosse um projetor literalmente, mas também está falando de mim. E por dar essa falsa sensação, essa sensação momentânea de prazer, né, de falar do outro, de julgar o outro, por isso que é tão comum a gente ver a fofoca por aí. Fofoca na no seu ponto de vista é considerado algo bom? Tem uma parte boa da fofoca ou é considerado algo muito ruim? Como é que a gente pode avaliar a fofoca, equilibrar nessa nessa nesse quesito bom e mau? Eh, a fofoca ela ao dentro do aspecto psicológico, ela não tem tanto uma visão tão boa, né? Ela é mais maléfica. Por o indivíduo quando ele pratica muito a fofoca, ele tende a desenvolver inveja, ele tende a desenvolver comparação. Então, comparar a vida dele com a do outro, invejar o outro, né? Aquela coisa da grama do vizinho é mais verde que a minha, mas eu não sei o que o vizinho fez pra grama estar mais verde, né? Eu estou de fora. Então ela é mais maléfica do que benéfica, porque eu paro de olhar para minha vida e fico olhando só a vida do outro. Menino, Milena lascou. É o seguinte, eu eu eu quis que ela falasse primeiro a parte psicológica. foi embora. Obrigada. E aí eu e Milena ficamos olhando aqui pra Joyce, eu e a R trocando olhares aqui falando: "Então, Milena, me conta eh qual a sua avaliação sobre fofoca, hein?" Ah, eu não vivo sem fofoca, né, gente? Porque na verdade assim, eh, o próprio jornalista, o o radialista, o comunicador, de uma forma geral, a gente precisa desses conteúdos para poder trabalhar, né? Então assim, a gente divulga as curiosidades daquele artista eh que a pessoa gosta, nem sempre ele faz coisas boas. Então você falar que um cantor tá cantando num show e ele cantou muito bem, não tem muita relevância, né? Agora que o cantor tacou um galho, né, na outra e aí a mulher viu e tava no carro da frente, então gera ali um conflito, o todo mundo para para ouvir e a gente até segura a audiência com isso. Então a gente dá uma manchete, olha, daqui a pouco a gente vai falar de um cantor que vocês não acreditam, casado há muitos anos e ele É isso mesmo que vocês estão pensando. Fica aí. Então a gente aí a gente segura e o povo assim eh faz mal, mas o povo quer saber. E assim a minha avaliação, não sou psicóloga, não sei, mas assim, a gente tem tanto problema nosso e a gente não consegue resolver muitas vezes que até essa a gente se compara pro bom que a gente fala: "Nossa, não tô conseguindo chegar aí". Eu acho que isso é muito perigoso mesmo. E as redes sociais estão aí para isso. Muita gente fica em depressão, né? fica olhando a vida do outro, fala: "Ninguém vai postar as coisas ruins, né? Postam sempre as coisas boas". Mas ao mesmo tempo, quando acontece alguma coisa ruim, você fala assim: "Nossa, não é só comigo, pelo menos, minha vida tá um pouco melhor". Você fala: "Nossa, aconteceu com o outro também". Você viu? Tá vendo? Às vezes a gente até usa para se justificar. Então eu acho que são vários ângulos e fatores que que fazem da fofoca um sucesso que ninguém vive sem, né? Eu tenho um tio meu que eu vou na casa da minha tia, às vezes a gente tá conversando sobre a família, às vezes algumas coisas assim, ai você viu que não se assim, você viu? É, ai você viu que fulano ai nem te conto menina, preciso te falar uma coisa. E aí ele fala quê? Ele nem sabe o que é assim. E os homens são fofoqueiros também, viu? Então, ele fala assim: "O qu?" Ela fala: "Você nem conhece. Tá bom, mas o que que foi?" Então, todo mundo se interessa, homens e mulheres, né? E eu acho que também é um início de conversa. Exato. Sabe assim, então assim, eh, ah, você gosta de artista, você viu que ele fez tal coisa, tal coisa, tal coisa, tal coisa. Então eu acho que é um assunto ali também para para conversar. Eu eu trabalho com isso, né, gente? Falar que eu não gosto, eu gosto. Ai, olha só que que beleza, né? Olha o contraponto, né, que nós temos aqui. Que maravilha. E você sabe que a produção tá avisando que já tem perguntas, já tem pessoas interagindo com a gente. A gente fica muito feliz que você tá aí prontinho para fofocar conosco nesta sexta-feira gostosa. Mas, ó, fofocar assim, daquela maneira bem sutil, bem tranquila, bem gostosa, tá? Não é aquela fofoca que judia, não. Tá bom? Vamos lá. Tem participação, manda pra tela, produção. Vamos embora. Daqui a pouquinho a gente vai mostrar para você os jornalistas considerados maiores fofoqueiros da história. Silvia do Jardim Chapadão. Como a gente deve lidar com fofocas ou boatos sobre nós mesmos, principalmente no ambiente de trabalho. Nossa, pegou bom aí, hein? Tem alguma forma de se proteger disso sem piorar a situação? Claro que a Joyce vai responder a nossa telespectadora. A gente tá falando de fofoca dos dois pontos, né? a da parte assim interessante, legal da da parte do do da fofoca do fuxico assim de de famosos. É isso que acontece, gente. E também da outra parte que é a parte psicológica, a parte que a gente precisa ficar atento, né? Porque a situação não fica legal. Nessa situação que a Silvia acabou de colocar pra gente, no ambiente de trabalho, a fofoca, meu Deus, é destruidora, né, Joyce? Como a gente se proteger disso sem piorar a situação? Sim. Então essa pergunta é interessante porque mostra esse lado negativo da fofoca, né? Boatos, ou seja, geralmente boatos tem a ver com coisas eh ruins, né? Falando mal de mim no ambiente de trabalho, né? Então, seria interessante buscar saber eh da onde que está vindo, qual é a fonte, né, desse boato, falar com o superior ali no ambiente de trabalho. Olha, eu soube que estão falando de mim, chegou aos meus ouvidos que estão falando certas coisas de mim. Geralmente boatos são mentiras, né? Aquele famoso telefone sem fio vai passando de um ouvido pro outro. Geralmente a história não é aquela. Então, sempre procurar uma pessoa que que seja aí o seu superior, o seu chefe, seu coordenador, colocar para ele que tá acontecendo isso para que haja um esclarecimento, porque as pessoas acabam acreditando às vezes em mentiras, né, que estão sendo ali passadas e prejudica ali o trabalhador, o colaborador no ambiente de trabalho. É, quando a gente fala de ambiente de trabalho, a questão da fofoca, ela fica bem mais séria, né? Porque é aquela questão que você colocou, fofoca, inveja e aí já vai para pra questão da saúde mental, porque isso mexe com a saúde mental das pessoas, né, Joyce? A fofoca inveja aquela questão de você saber que você está sendo falado, mas aí você não sabe o que que está sendo dito de você, cria um ambiente horrível, né, de você trabalhar e de desenvolver a sua a sua função. Isso pode prejudicar também na no na desenvoltura aí do profissional. Com certeza. Eh, geralmente esses boatos, a a grande motivação às vezes é uma inveja, às vezes é uma pessoa que não não gosta do trabalho da outra, aí inventa uma história e vai passando, passando, passando e prejudica e aquela pessoa acaba, ao invés do ambiente de trabalho ser um ambiente saudável, acaba sendo um ambiente ali que gera ansiedade e aí entra os transtornos psicológicos, né? A pessoa já não consegue mais eh se sentir bem naquele lugar. Olha só para onde vai uma simples fofoquinha que você acha, principalmente ambiente de trabalho, né, Miliana, que você acha que que ah, é uma fofoca, eu vou contar aqui dela e daí passa um, passa para outro, passa para outro, passa para outro. De repente esse ambiente tá tomado, a pessoa se sente refém ali e acaba, eh, vai ficar triste, daqui a pouco tá depressiva e você não sabe o porquê, mas porque olha lá, começou de uma fofoca. Então tem aí eh os dois lados, né, da fofoca. E é por isso que nós estamos aqui com a Milena, que é a jornalista, assim como eu, e a gente bate-papo e fala mesma, né? Nós somos comunicólogas, né? E no caso a Milena, ela está no rádio e o rádio é algo assim que você gosta de ouvir as coisas que acontecem na vida dos famosos. Então você vai ligar o rádio lá na Nativa e vai ouvir a Milena fofocar. E aqui nós temos a psicóloga, que por outro lado mostra pra gente eh a a outra maneira, o outro lado, o que a fofoca ela ocasiona na saúde mental de quem faz a fofoca e de quem é vítima da fofoca. Uau! Nesse mundo corporativo, é eu nunca conheci uma empresa que não tem fofoca, gente. Tem, né? Nossa, como que o povo um fala de um fala e eu percebi assim, não como que eu eu não sei a questão técnica, né? Mas eu percebi assim que quanto mais você se importa, parece com que também tem um outro lado, né? Quanto mais você se importa com que a pessoa tá falando de você, pior é. Sabe aquela coisa, quanto mais você mexer na coisa que não mais vai crescer. Tudo que você alimenta cresce, né? Tudo que você alimenta cresce. Então assim, eh, eu passei, por exemplo, ah, estão falando, beleza, e quando eu vejo já estão falando da pessoa que falou de mim também e vira um negócio e vira uma confusão. E às vezes quem vai às vezes, ai fala lá com o chefe. Aí você vai falar, você é o quê? Como fala? X9. X9. Ah, nossa, ela é X9. Ela tá falando que é, ela tá falando. Tá vendo? Olha lá, ela vai querer puxar o saco. É, tá cheia de mimimi, né? Che de mimimi, gente, é, olha, não é fácil também a fofoca nessa questão do mundo corporativo, mas é uma fofoca que eu vi esses tempos falando da parte ruim agora dos artistas que eu vi esses tempos que eu falei: "Nossa, gente, é muito pesado isso, foi essa moça, né? Eh, essa acompanhante de luxo que ficou com o Neymar. E a outra, a mulher dele tá tá grávida. É, e aí eu acho que é uma fofoca que faz mal. Imagina, gente, como é que vai ficar. Exatamente. Exatamente. Ó, a produção tá me avisando aqui que a gente tem uma pergunta sobre isso. Vamos aproveitar e vamos ver. Vamos lá, então. Quem é que tá com a gente aí? Oi, Thago. Thiago do Jardim São Vicente. Ó lá, ó. Vimos recentemente uma fofoca envolvendo o Neymar, divulgado pelo Léo Dias, né, que gerou muita repercussão e ataques nas redes sociais. Até que ponto esse tipo de exposição pública é ética? A fofoca nesse nível não vira um linchamento virtual? Nossa, que forte, hein, Joyce? Que forte, né, Milena? É, né, Joyce? Isso mesmo, né? Um linchamento virtual, literalmente, né? Com certeza, porque eh alimenta essa parte negativa, né, da fofoca. Então, com certeza é um linchamento virtual mesmo. Que coisa. Nossa, não é, eu a gente se põe no lugar da mulher como grávida, né? Aí e fica outra lá falando: "Ah, então agora eu vou fazer um teste e não sei o qu". Eu falo: "Mas gente, já deu tempo do que acontecar sobre isso agora. Mas que que é isso? Foi tão tão rápido, a criança já sabe se é menino, se é menina. Mas que que é isso? Será que é a inteligência artificial que faz tudo muito rápido assim? Porque eu não entendi realmente o que que aconteceu nessa situação aí do Neymar, né? Eu que que você acha, Rúbia, fofocando aqui? Eu acho que é marketing, acho que é mentira. Eu acho, eu acho que isso é uma grande jogada de marketing, né? É, eu acho que é uma grande jogada de marketing e é uma subcelebridade que tá nascendo aí, entendeu? É uma subcelade, tá? Tipo, de uma fazenda, né? É, exatamente. É uma subcelebridade. Ele vem de uma, né? Teve o contato com uma pessoa que é influente, que é uma celebridade. Então ela é uma celebridade, mas ela tem um probleminha, né? assim, não, não, a gente não pode, me desculpa, a gente não pode julgar, mas assim, falando da parte psicológica, como que uma pessoa, um ser humano com a cabeça em dia vai se expor dessa forma, sabendo que o cara é casado, ele tá com a mulher grávida, ela vai lá. É, é essa exposição a qualquer preço também, né, doutora? Também é uma coisa que você fala assim, é, é muito da internet isso que vem crescendo, tem estudos falando sobre isso. Eu não sei porque falo, gente, tem gente que a qualquer preço. Exatamente. Ao meu ver, né, analisando a situação, Sim, ela tá querendo se aproveitar com certeza da da de ter se envolvido com uma pessoa muito famosa para se promover. Com certeza. Nossa, gente, que feio, né? Agora deixa eu, eu sei que tem mais, tem mais eh eh perguntas, mas vamos passar rapidão. Ô, Pedrinho, coloca pra gente as fotos dos jornalistas considerados fofoqueiros de primeira, né, na televisão brasileira, já que a gente tá aqui falando, olha só, né? Ok, ok, né? Daí tem Sônia Abrão, tem Léo Diz, tem Leão Lobo. Eh, quem que é outro ali do canto? Deixa eu ver. Ah, então acho que é Fábia, não é? Eu acho que é isso. É, eu acho que sim. Mas enfim, essa essa galera é considerada a galera fofoqueira de primeira televisão. Le dias é o é o top. Então, mas ele ganhou ele ganhou um prêmio de fofoca o ano passado de melhor fofoqueiro. Agora ele espuma a boca. Você percebe que ele fica assim com uma coisa? Ele fala: "Gente, vocês não acreditam. Ele tem um um Eu acho demais. Eu fico com medo." Então é exacerbado, né? Não é, gente? Que isso? Aí, a galera, ó, fofoqueiros de plantão, os melhores do Brasil. Agora tem uma pesquisa eh da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que gerou uma controvérsia ao sustentar aí que a fofoca tem um papel fundamental na manutenção da ordem social. Esse estudo foi divulgado na versão online de um jornal americano e concluiu que os mexericos ajudam pessoas a diminuírem o estresse e policiar o mau comportamento alheio. Agora você já pensou ganhar dinheiro espalhando segredos? Gente, olha isso. Eu vou fofocar agora. Isso aconteceu com a Miriam, uma colombiana de 67 anos. Ela mudou de vida autodenominada fofoqueira profissional. Ela contratou, ela quer dizer, ela encontrou um jeito inusitado, olha aí, de monetizar a curiosidade dos vizinhos e com lucro ela conseguiu comprar duas casas. Gente, para garantir a credibilidade, a Miriam, ela registra tudo em uma caderneta, mantém um arquivo com fotos e evidências, além de vender informações. Ela também recebe dinheiro para manter certos segredos em sigilo. Com o negócio prosperando, Miriam não apenas conquistou um patrimônio, mas também criou uma rede de informantes. Para ela, o mercado nunca vai desaparecer, gente. A fofoca nunca vai acabar. se desconfiante no futuro do seu empreendimento. A Miriam é da Colômbia e ela considera fofoca um empreendimento. Você tinha visto essa notícia? Que que você acha disso aí? Eu achei ela ela muito inteligente. Ela é empreendedora. É porque assim, tem muitos vizinhos que já ficam sentados na calçada e faz isso de graça pra gente. Eu morava numa casa, eu chegava, a mulher falava assim: "Viu, veio uma menina te procurar tal hora". Ela aí eu falei para ela voltar a tal hora que você ia tá aqui. Nossa, gente, eu falei, gente, a gente mora num condomínio e não tá sabendo, né, na rua. Tem muita gente que já faz isso de graça. Achei ela muito inteligente. Examente. Que coisa, né? Você viu, a Mir, que que você acha? Sim, eu fiquei bem. Nossa, é, foi uma jogada inteligente, né? É uma jogada inteligente, né? E ela não usa rede social, hein? Ela tem rede social, mas ela usa o caderninho, entendeu? caderninho, fotos e tal. Então, a gente tá falando de fofoqueiros. Aí nós mostramos os considerados fofoqueiros, os maiores fofoqueiros do Brasil. E aí mostrando também é uma fofoqueira aí no mundo, né, que tá na Colômbia, a Miram, que fez da fofoca um grande empreendimento. Produção falando que tem pessoas participando com a gente, né? Ô, Márcia, bom dia. Jardim, eh, como é que é? E Paulsurama. E Paulsurama. É isso mesmo. Vamos lá. Tenho vizinhas, tenho vizinhas que passam o dia todo fofocando e às vezes isso até constrange. Verdade, gente. Mas percebo que sem isso elas ficariam isoladas. Isso pode ser considerado um comportamento social saudável. Existe outra forma de se socializar sem depender da fofoca. A nossa psicóloga, por favor, responda nossa espectadora. Então, Márcia, eh, e realmente existem pessoas que, eh, passam o dia fofocando. Se tirar a fofoca da vida delas, eh, não tem graça o dia, né? Eh, do ponto de vista psicológico, isso não é tão saudável, né? A gente tá conversando aqui que a fofoca ela tem os dois lados, mas quando a gente fala de comportamento social não é tão saudável, por ela se ocupa do outro e a vida dela, né? A gente sempre tem que ter esse equilíbrio. Quando a fofoca é saudável, a gente tem esse equilíbrio. Nós falamos, é aquela coisa do entretenimento, mas quando a pessoa se ocupa demais em falar do outro, tudo que é demais não é bom, né? É isso mesmo, né, Milena? É algo que é, tem que, né, senhorinhas, fazer uma hidroginástica, porque daí também não cuida da saúde também. Eh, eh, sei lá, uma caminhada com as amigas, uma excursão. É o que eu quero pra minha vida, viu? É, né? Ah, daí lá a gente fofoca também. Lá a gente arruma um novo, um novo grupo pra gente fofocar mais um pouco, mas assim, fazer alguma coisa, a gente tenta sair da tal da fofoca, mas a fofoca é igual é o início do a fala, né, que nós abrimos o o programa hoje. Tenta ficar um dia sem falar alguma coisa de alguém. É, mas nós estamos inserido nesse mundo aí da da fofoca desde o nosso nascimento mesmo, né? Você percebe quando alguém ficar grávida, então, ah, nossa, a fulana ficou grávida. É uma fofoca, vai para um, para outro, para outro, né? E aí depois quando o bebê eh eh descobre o sexo do bebê e depois o nome, depois o nascimento, então a fofoca é algo que vem inserido. A gente pode considerar que a fofoca é algo cultural aí na nossa é, né? É algo cultural, é algo que está estruturado mesmo na nossa cultura, na nossa sociedade. Não só falando nós brasileiros, mas acredito também no mundo, né? A gente viu a Miriam aí que é de outro país, é algo estrutural mesmo, social. E o que que acontece, eh, falando da parte psicológica, né? A gente sabe dos neurônios e tal, da parte eh eh como é que é que eles falam? Eh, você tem o seu cérebro é dividido, né? Então tem aquela parte que é consciência, aquela parte que você, o cérebro só vai guardando as informações, mas ele não define o que é bom e o que é ruim. Então tem a subconsciência, enfim, o que acontece no cérebro de uma pessoa que é viciada em fofoca, mas tô falando da parte maligna, maléfica mesmo, aquela fofoca para tipo assim, olha, eu vi uma situação agora, então eu vou reestruturar essa situação e eu vou passar paraa frente com intenção de prejudicar a pessoa. Então já é a parte da maldade. O que acontece no cérebro da pessoa? Como, o que que é esse comportamento, J? Então, eh, a pessoa que faz isso, né, que ela dá aquela modificada, ela não passa o olfato, né, em si, mas ela libera algum hormônio, tipo assim, ositocina, adrenalina, essas coisas assim. Sim. a dopamina, que é aquele hormônio do prazer, mesmo. O hormônio quando a gente come um chocolate, por exemplo, não dá aquela sensação, né, de bem-estar e principalmente a sensação de estar superior ali, superior ao outro, eh tendo algum tipo de poder, tendo alguma uma posição assim acima. Então, eu vou falar eh eu sou melhor que a outra pessoa. Isso dá pro ser humano esse ego, né? E a dopamina, serotonina, que são esses neurotransmissores de prazer, de bem-estar, de sensação boa aqui dentro de mim, que são liberados no cérebro. Por isso que é viciante a fofoca, por isso que tem pessoas que vivem, né, no ponto de vista negativo da fofoca. Ô gente, dá dá para liberar uma citocina, uma adrenalina, fazendo uma caminhadinha, né? Come o chocolatinho aí, porque tem que tomar cuidado com isso, né? É, não, assim, quando a pessoa fala coisa que é mentira, tipo Nelson Rubens do lado ruim, né? Aí já é uma coisa, eu aí eu já pego um rancinho já. É, né? Porque daí não pode, né? É, tem que tem que pegar leve. Tem mais perguntas aí, produção? O pessoal tá participando com a gente, tá fofocando com a gente, quer dizer, participando, né? Hoje é dia de fofoca, hoje é sexta-feira. Nós estamos aqui com a Milena, jornalista, né? E também com a Joyce, que é psicóloga, falando sobre fofoca dos dois lados, né? Tem o lado legal, tem o lado perverso, então a gente precisa cuidar e manter aí um equilíbrio com essa situação que é considerada cultura, né? Eh, no nosso dia a dia. Aí a fofoca. Enfim. Camila do Parqueon Quirino, a Bíblia já alerta contra a fofoca e a psicologia mostra que ela pode fazer mal emocionalmente. Por que mesmo assim tanta gente continua alimentando isso no dia a dia. É verdade. A Bíblia é alerta mesmo contra a fofoca. Camila, eh foi bom você ter falado sobre isso. E a questão das pessoas alimentar a fofoca dia a dia, acredito que seja, é o que você falou, né? Porque assim, eh, poder, né? Sim. O ser humano gosta, né, de massagear o ego, né, de falar mal do outro, porque aí eu estou numa posição acima. Sempre lembrar disso, né? Essa é a base da fofoca maléfica, né? Eu fico numa posição acima do outro, então eu aponto, mas eu não olho para mim, né? Ô, gente, que que é isso? Vocês conseguem rejeitar uma fofoca? Por exemplo, assim, Rúber, preciso te contar uma coisa. Não me conte que eu não quero saber. Jura? Você consegue? Olha, eu acho que eu tô conseguindo ultimamente. É, mas ó, precisa fazer muito exercício, né? E outra coisa, outra coisa, sabe assim, aquela questão, a fofoca chega em você e para, entende? Porque é porque a fofoca, para ela virar fofoca mesmo, ela precisa ter sequência, né, Joice? Ela precisa ter sequência. E eu aprendi alguma em algumas situações, tipo assim, chegou em mim, parou, eu não vou dar sequência nisso. É, eu sou uma ouvinte de fofoca. Aí a pessoa chega e fala assim: "Eu preciso te contar uma coisa". Aí, aí a hora que ela conta, fala: "Que que que vai mudar?" Nada, mas eu escuto, né? E aí quando a pessoa fala, "Eu preciso te contar uma coisa". E ela fala assim: "Mas depois eu conto. Falo. Não, não conta depois não. Você vai falar agora esse negócio de depois eu conto. Você quer ver alguém perdendo amizade comigo? É isso. Você não faça isso. Você fal aí, a hora que vai ver, a hora que vai ver, aí mexe com outras coisas, né? Ansiedade, a psicóloga vai falar. Aí eu falo: "Mas por que que você iniciou se você não podia falar agora, né? Então nem comece eh a conversa". Então eu eu gera me gera ansiedade quando a pessoa fala isso assim. Então, e e você sabe que tem gente que é tão mal, tão mal que ela quer contar alguma coisa da ela faz isso que você disse aí, vou contar depois, justamente para você procurar ela para falar, você me contar mesmo, né? Que carência é exatamente carência, literalmente. É isso, né, Joyce? Gera ansiedade e muita certeza. Por que que gera ansiedade, gente? Porque nós somos curiosos, né? Eu eu me coloco nessa posição também. Eh, ah, eu quero te falar uma coisa, mas depois não conte agora. Você sabe que teve um ator uma vez falando uma fofoca agora que eu não lembro qual, mas só lembro que gerou uma um debate eh no programa que a gente fez essa pergunta pros ouvintes, inclusive, porque a mulher dele chegou e ela falou assim: "Ai, eu preciso te falar uma coisa pro marido em casa". E aí ele falou assim: "Vai edificar nosso lar". Uau! Daí ela virou e falou assim: "Não, é só uma fofoca". Daí ele falou assim: "Então eu não quero saber, gente. Hum, muito bom. Imagina você chegava pro seu marido, seu marido dá, eu falo: "Não, que isso? Você tem que, você tem que me ouvir, você tem que xingar junto comigo essa pessoa." Ah, mas é um nível de maturidade e discernimento invejável, né? Porque assim, caramba, é meditação, eu acho que eu ando meditando demais, fazendo trilha demais. E aí chega um ponto da vida que você fala assim: "Ai, não quero ouvir não, sabe? Deixa para lá, é isso, vai edificar, não vai, entendeu? E vai gerar uma situação, pode ser algo que que gere em você um gatilho, que desperte um gatilho e aí a pessoa que contou a fofoca vai embora e você fica com aquele problema, né, Joyce? É bem delicada essa situação também quando não é uma fofoca assim de de bate-papo, de dia a dia, coisinha leve, né? Geralmente a pessoa que fala: "Vou te contar depois", é porque vem bomba. Aí, e aí além de gerar ansiedade, depois da fofoca consumada, ela vai embora e você fica sozinha com a tal da fofoca e aí gera gatilhos. Mas tem uma outra situação também, né? Vamos. Chega alguém e fala assim: "Eh, mi a Rúbia hum fez, falou tal coisa de você e não sei o quê". Nã. Aí você se pergunta assim: "Como que você ficou lá ouvindo?" Fofoqueiro. Ela fala mal de mim, então você gosta de mim? Que que você fez na hora? Exatamente. Você me defend isso também, né? Que ai não, eu falei, será? Porque esse tipo de pessoa, ela ouve de você, daí ela xinga você com a outra pessoa, depois ela vem, ela fala com você, aí você vai lá e você xinga a outra pessoa junto, daí ela vai lá e conta de novo, fala: "Então, ela tava falando tal coisa de você". Agora a gente pede socorro pra psicóloga e fala e pergunta: "Por que acontece essa confusão? É uma bola de só cresce, né? Só cresce. Cresce. É, a gente precisa dessas pessoas que falam, né? Vai me edificar? Não, então não quero saber. Ah, os mediadores entram em ação. É isso. Realmente aí gera intrigas, gera aí pode ter uma proporção tão grande que leva a pessoa que tá sendo ali falada, né? ela acaba entrando em depressão, ficando muito mal, cria inimizades, é a gente, exato. Se a gente for parar para pensar e analisar assim friamente e profundamente nessa questão da fofoca, principalmente com as redes sociais, né, a gente tem situações aí que foram eh eh registradas, né, que foram noticiadas de pessoas que foram vítimas de falas, né, falas que foram espalhadas e que viraram uma fofoca sem tamanho e que a pessoa não tinha estrutura para aguentar aquilo. E aí acabou acontecendo uma tragédia, né? Eu não vou citar aqui porque não é o momento. Acredito que, né? Só que assim, é importante a gente pontuar que a fofoca ela pode levar à destruição de uma vida, destruição de família, destruição de pessoas, né? A gente tá dando risada, a gente tá brincando aqui falando, mas tem os dois lados, tudo tem, né? Os dois lados. E é importante a gente manter o equilíbrio. E assim, se vai fofocar, fofoca devagar, pega leve, sabe? Não fofoca para destruir a vida do coleguinha não, porque isso não é bom, tá? Vamos lá. Mais perguntas? Vamos simbora, gente. A hora tá passando rápido demais. 15 pras. Ô João, bom dia. João do Jardim São Marcos. Já ouvi falar de casos em que pessoas foram acusadas de coisas graves como estupro por conta de fofocas. Como alguém pode se defender disso? É o que eu acabei de falar, gente. Olha isso, né? Eh, é fofocas, mas fofocas gravíssimas, né? né? E que deixam a pessoa que que é vítima da fofoca de uma forma que ela é ela acaba que é indefensável o negócio, né, Joyce? Porque sim, tipo assim, fala, fala, fala, fala, mas eu não cometi. Mas aí tanta gente falando, e como é que você vai se defender, né? É algo que precisa ser pensado antes de ser dito, não é? Com certeza. Veva aí é uma proporção muito grande, né? Uma acusação que não aconteceu e às vezes a pessoa paga por aquilo que ela não fez. E olha os danos psicológicos que podem trazer para essa pessoa. É exatamente. Então realmente o o fofoqueiro aí em questão que tá passando essa informação precisa pôr a mão na consciência e realmente parar com isso, porque leva toma uma proporção que a gente não tem controle, né? A palavra ela vai se espalhando e quando vê tá todo mundo sabendo uma mentira. Tenho uma pergunta para ela. Posso? Claro, claro. Você já é nossa sócia. Vai. Ah, eu quero fazer uma pergunta. Eu lembrei de uma situação agora. Tenho uma amiga casada, o marido dela tá, né, fazer pulando a seca, vamos dizer assim. Eu conto pra minha amiga ou não, porque isso é uma coisa que Ai, ai, ai. Vai, vamos lá. A gente faz na situação de uma amiga porque todo mundo fala, né? Em briga de marido e mulher não se mete a colher. Pois é. É, é uma coisa, é um, é uma fofoca também, né? você iria fazer ali para exatamente para salvar ou não a sua vida? Gente, agora sim, eu vou cortar um pouquinho vocês. O corpo fala, olha só, a Joyce, ela agora ela até virou à posição para atender a Milena. Então agora a gente tem aqui um atendimento ao vivo. Para tudo me fala, eu conto pra minha amiga ou não? E agora? E agora que até eu vou virar porque eu também quero saber. Ai meu Deus. Você bem enfatizou, né? ela é sua amiga. Então, pelo que eu eh te aconselho, sim, com todo jeito, sim, porque aí você vai eh dar um um basta nessa fofoca e ela não vai estar mais sendo enganada e você não vai estar sendo conivente com essa situação. Uau! Uau! Au, Milena! Meu Deus! Porque o que que acontece? Às vezes você fala pra amiga, né? E aí dá dois dias, amiga, entende toda aquela situação. Eles estão num jantar com vivos e fundó. Tava querendo o marido dela, na verdadei acaba acaba virando o jogo, né? Mas aí eu acho que também daí ela não é minha amiga, né? Exatamente. Aí ela vai revelar também quem ela é. Nossa. Às vezes também não consegue, né, gente? Mas pelo menos da minha parte eu Sim. consciência. Eu vou ter feito limpa. Ai, que medo. Uau! Sexta-feira, se estamos 8:48. Você viu o atendimento ao vivo aqui? Manda pra gente aí a sua, quer dizer, sua fofoca, não, a sua pergunta ou o seu bate-papo, enfim, né? Eh, a Débora do Jardim Garcia, a fofoca pode ter algum benefício psicológico ou social? Então, a interação, que que é uma fofoca? Benefício social. Sim. Olha, a gente viu aqui o lado positivo da fofoca, né? Entretenimento, distração, dá risada, conversa. Esse é o lado bom da fofoca. Vamos também falar que ela é totalmente ruim, né? Então esse é o lado positivo. E o lado psicológico. O lado psicológico aí já vai mais pro negativo, né? essa questão da comparação, da difamação, então você distorcer, você gerar intrigas, eh inveja, né? De repente você sente ali em comparação com a vida do outro, aí também já é um lado mais negativo da fof. O negócio é ter só o lado positivo, né, entre aspas, que é o lado da interação e tal. Tá bom, gente? Cuidado com a fofoca. Vamos lá. Eh, Leandro do Dick 5, quem sofre com fofocas pode desenvolver ansiedade ou outros transtornos, Joyce? Quem sofre? Sim. É, né? Com certeza. É porque é um sofrimento mesmo, né? Você fica sabendo que alguém falou de você assim, principalmente porque a maioria dessas fofocas que geram a ansiedade, elas são maléficas, né? é uma difamação, é uma uma algo que aconteceu que incrementaram mentiras, então a pessoa fica ansiosa. A gente falou aqui do ambiente de trabalho e até mesmo a depressão também, isolamento. Acho engraçado que quando a gente vai fofocar também a gente fala, fala, fala. Ai não, daí ela foi, da ela fez. Aí no final da gente fala, mas quem somos nós, né, para julgar. Ah, depois falou não. Aí a gente aí a gente pega a gente se a gente se quer é uma proteção que a gente faz. Eles vai falar assim, a gente não é nada, a gente dá uma desculpa pro nosso cérebro. O nosso cérebro ele ele gosta de dessas desculpas. Então quem somos nós para julgar? É como se a gente justificasse assim, não estamos falando, mas a gente faria também parecer falei para falar, né? É, falei para falar, tá tudo bem, né? Mas não sou ninguém para para julgar, só falei somalamente. Bora. É sobre isso, gente. Vamos lá, mais perguntas chegando pra gente. Eliane do Jardim Campineiro, bom dia. Tem gente que inventa fofoca ou aumenta só para causar? Isso faz mal eh para quem ouve também, né? Que tipo de pessoa costuma fazer isso? É insegurança ou inveja? Olha, boa pergunta. Boa pergunta mesmo, Eliane. Quem inventa fofoca só para causar? Tá tudo bem, tá tudo tranquilo. De repente miga, nem te conto que foi, blá blá blá blá. Fofoca inventada para causar, para chamar atenção. Que que é isso? É insegurança, é inveja? A pessoa que faz isso, como que você classifica na área da psicologia? Bom, é uma pessoa com inveja, né? Geralmente pessoas invejosas, elas têm essa necessidade de ter essa superioridade em comparação ao outro e o outro está sempre abaixo de mim. Então não é insegurança, não é inveja. Sério que não é insegurança, é inveja mesmo. Você sabe que eu pensei, cheguei a pensar que fosse insegurança da pessoa. Eu eu assim friamente sem saber também, eu eu achei que era uma falta de conteúdo da pessoa, sabe? Assim, às vezes a pessoa ai não tem conhecimento algum. Aí a pessoa tipo quer ter um assunto ali para falar, então já que eu não tenho nada para falar, eu vou falar do outro. Tem também um aspecto muito legal que é a necessidade de se sentir aceita também, né? É, né? Então, às vezes a pessoa, sei lá, quer socializar ali, eh, aí entra um pouquinho a insegurança. É mais a inveja, mas aí entra, a gente pode pensar aqui que entra também um pouquinho a insegurança, necessidade de se sentir aceita. Então eu vou falar do outro, não vou falar de mim, vou falar do outro e aí eu vou ter aqui um status, uma atenção. Vai que eu encontro uma vizinha que também pensa igual eu referente ao outro. Uh. A gente cria aí uma grande uma conversa sem fim, uma grande amizade, né? Aí uma conversa infinita. Aí eu consegui uma coleguinha. É mais ou menos isso, né? Gente, você sabia que era tão ampla assim esse negócio de fofoca? Você tá vendo como é bom a gente conversar? A Cíntia do Jardim Flamboian: "Milena, antes de levar uma fofoca pro ar na rádio, você investiga se é verdade mesmo? Como é que é esse cuidado?" Olha aí, direcionado para você, né? Todo. Uhum. Todo assim, na verdade, tem duas fofoqueiras já que estão trabalhando desde muito cedo, né? Só pra rádio. E aí a gente entra nos links, vê se a pessoa tá falando mesmo. E quando a gente não tem certeza, vamos colocar essa história do Neymar que tá acontecendo agora. né? Tem a até teve gente falando que não era ele, era o sosia dele que tava lá. Então assim, todas as vezes que a gente vai falar, a gente fala: "Ó gente, mas então não tem certeza, ela que tá falando, não é comprovado." Então a gente sempre busca, primeira coisa que a gente faz, ah, estão falando da Rúbia, vamos falar assim: "Eu vou lá no Instagram da Rúbia ver o que que ela fez, que que ela". Não, mas ela não postou nada. Então a gente faz todas as verificações necessárias para depois poder passar. É porque corre corre corre um certo risco até, né? Porque eh quando a gente fala de de emissora, de jornalismo e tal, a gente tem que tomar muito cuidado. É, eu não tenho dinheiro para pagar advogado, não, gente. Não dá não. Não dá falar de um famoso, de repente chega uma uma notificação lá. Então, falando em notificação, não querendo fofocar, mas só para informar, a menina lá do Neymar, ela já recebeu uma notificação da do processo, você viu, né? Então, tava na mão dela, ela disse que recebeu, ainda tava escrachando, tipo assim, debochando, aliás, debochando aí do processo, né, que que chegou, ela apresentou em mão se é verdade ou não, não sei, mas ela recebeu um documento e aí ela apresentou dizendo que era o processo que deve ser o mínimo, né? Porque o tanto que ela tá prejudicando também ele nessa questão do que ela tá fazendo agora e o que ela tá causando para essa mulher grávida. Muitos dizem também, olha, olha só. É, muitos dizem que é, muitos dizem, agora eu vou fazer, então eu já sei o que você vai falar. Eu já sei. Então, eles têm um relacionamento aberto. Dizem que dizem que dizem que dizem não sei. Tá vendo como é a mesma coisa que você ia dizer? Não sei que é é mais ou menos isso que ela aceita, que ela aceita por conta da vida que ela leve, exatamente, que ela já tinha uma condição boa financeira, mas não, mas dizem que tá, não tô falando que é real que ela falou isso, tá gente? Só é real quando a pessoa fala, né? Se ela gravar um vídeo falando, é, eu tinha uma vida mediana e agora eu sou, tô em Dubai hoje, amanhã estarei na Itália. Então assim, tudo bem, tudo bem gente, tranquilo. Então, né, a gente acabou de fazer uma fofona aqui, colega. Gente do céu, tá vendo que negócio doido? Vamos lá, Juliana da Vila Padran Ancheta, quando que cruzamos a linha entre a fofoca e o compartilhamento de informações. E aí, Milena? Então, mas é, mas é o que a gente fala, a gente vai, sua fofoqueira, eu falo pra menina que trabalha comigo, né, que ela que faz o quadro com a carua. Ela fala assim: "Eu não sou fofoqueira, eu tô compartilhando informações dos famosos". Então, a gente a gente brinca, né, sobre isso. Eh, na verdade, para mim, eh, em relação a entretenimento, é a mesma coisa no entretenimento. Aham. No entretenimento, no entretenimento. Eu acho que daí partiria a fofoca mais para uma questão pessoal, assim, eu acho. Não sei. Sim. Então, Joy, eh, quando que a gente cruza essa linha, né? fofoca e um compartilhamento de informação. Então, ao meu ver, eh a fofoca seria mais para o lado, eh, negativo, né? Quando eu acrescento julgamentos meus e e apontamentos meus e às vezes são apontamentos ruins, né? Uhum. Eh, aí é fofoca, mas o compartilhamento de informações e aí também porque a fofoca é um termo mais informal, né? Sim. Compartilhamento de informações, não é o entretenimento mesmo. É que é muito mais fácil, né, J? Se a gente resolver o problema do outro, né? Ah, sempre, né? Ah, porque se eu fosse no lugar dela, eu faria assim, assim, assado, mas no meu lugar eu não tô conseguindo fazer nada. Então, exatamente. É desse jeito. Fica difícil assim, né? Fica difícil. Gente, que programa maravilhoso, hein? Produção, vai falando aí porque senão a gente continua amanhã toda aqui, tá bom? Tem que avisar porque já são quase 9 horas, gente. A Rogéria do Jardim São Rossim, Jardim Rossim, aliás, não sei da onde eu tirei o som, enfim, vamos lá. Tem algum transtorno psicológico ligado ao hábito de mentir e fofocar sobre os outros? Hum, nossa, perguntas muito legais, hein? Parabéns. Muito bom, hein? para quem tá participando, me responda a Rogério. Bom, transtorno psicológico tem um transtorno que chama mitomania, que é uma mania, é uma, é literalmente um transtorno mesmo que a pessoa ela acredita na sua própria mentira. Então são são pessoas que têm o hábito de mentir e elas acreditam em suas mentiras. É uma coisa assim bem eh tem tem que ter tratamento psiquiátrico, psicológico. Então, sim, existe, rapaz. Olha isso. Desde criança tem, né? Eu lembro que eu tinha uma amiga que mentia bastante. Ai, eu tenho, meu pai tem 10 carros e eu tenho uma mã. Falava, gente, mas não tem onde? Eu falava, pai, como? Nossa, que coisa feia. Desde criança tem. É, mas você vê que desde criança tocou num ponto, eu preciso encerrar agora 8:58, mas um ponto bem interessante que essa mentira de repente das crianças em dizer que ah, meu pai é isso, meu pai, minha mãe é aquilo, é algo para poder eh tipo assim eh se garantir, tipo, olha só quem são os meus pais, cara. Ser superior. Tá vendo como a gente fecha legal o programa de hoje? E e falando, né, de fofoca, tem um lado bom, que é o lado do entretenimento, e tem o lado ruim, que é o lado de prejudicar o próximo, que é é o lado assim que de repente a fofoca ela toma uma dimensão que pode não ter volta, né? Então a gente precisa ficar muito atento eh referente a isso, tá bom? Eh, vamos lá, vamos encerrar. 8:59, tá bom? Então, fazer o qu, né? Tem que parar fazer o quê? Tem que parar, tem que entregar. Joice, eu quero agradecer demais a sua participação. Considerações finais, por favor. Olha, levantou cedo na sexta-feira, vem para cá, fofocou com a gente, participou pela primeira vez no programa ao vivo, vai ser nossa convidada mais vezes. Adorei a sua participação. Muito obrigada. Obada, muito obrigada a você. Eu adorei estar aqui falando desse assunto, né? É um assunto leve. Achei muito legal aqui a gente bater um papo, mas com muita informação. Muito obrigada mesmo. Maravilhosa. Obrigada. Tudo de bom, tá? E você, a nossa nossa sócia Jara, né? Ah, que maravilhosa. Obrigada, viu, gente? Toda semana aqui. Adorei fofocar com vocês, gente. Eu amei fofocar com vocês duas, aprender. Sempre aprendo muito aqui com vocês. Muito obrigada aí por deixar a gente entrar na casa de vocês mais uma vez. Um beijo, gente. Bom final de semana. Seestou. Ah, espero vocês. 2 horas lá na Nativa Campinas, hein? Isso aí, garota. Tudo de bom para vocês, meninas. Bom final de semana para todas. Obrigada, tá, pelo compartilhamento e pela participação eh de vocês. E obrigada também pela sua participação, você que tá aí do outro lado, você que conversou, bateu um papo legal com a gente eh nesse programa bem leve e bem descontraído hoje, mas claro, trazendo muita informação para você que tá aí do outro lado acompanhando a programação da TV Câmara Campinas. Gente, segunda-feira é o Dia Nacional da Saúde e da Nutrição. Uma data para conscientizar as pessoas sobre a importância da alimentação saudável, né? para saúde, ela faz parte do nosso calendário oficial, do nosso calendário do do dia do do nosso cardápio do dia a dia. Então, o Ministério da Saúde escolheu esse dia para que as pessoas possam pensar na sua própria saúde e nos seus hábitos alimentares. Que que você tem, como você tem se alimentado aí? Hum, tá comendo um pãozinho só. E aí, tem que tomar cuidado com a alimentação. Então, segunda-feira nós vamos falar de alimentação saudável, combinado? Nós temos encontro marcado a partir das 8 da manhã com mais uma edição do nosso estúdio Câmara que vai fechando a semana com chave de ouro com essas duas fofo. Opa, gente, brincadeira, né? Fofoqueiras não, olha só, é porque a gente tá falando de fofoca. Então o seguinte, fechando com chave de ouro, com a nossa psicóloga Joyce, com a nossa jornalista, a Milena, né? E virou uma fofoca só esse programa, mais uma fofoca do bem, uma fofoca para animar sua manhã de sexta-feira. Desejamos a você um excelente final de semana. Obrigada pela sua audiência, pela sua companhia. Hoje ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com informações do legislativo campineiro e também da nossa metrópole. Aproveite o seu dia, leve com a fofoca e até segunda, se Deus quiser. Ciao. Ciao. [Música] [Música] [Música] [Música]
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