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Estúdio Câmara | Obesidade e saúde mental: como emoções influenciam a alimentação?
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Estúdio Câmara | Obesidade e saúde mental: como emoções influenciam a alimentação?

23 views Publicado 19/08/2025 HD · 1:07:20

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A obesidade vai muito além de uma questão de alimentação desequilibrada ou falta de atividade física. Trata-se de uma condição multifatorial, em que fatores emocionais, psicológicos e sociais desempenham papel fundamental no desenvolvimento e na manutenção do excesso de peso. O Estúdio Câmara desta terça-feira, 19 de agosto, discute a relação entre emoções, transtornos mentais e comportamento alimentar, mostrando como essa conexão afeta milhões de pessoas e exige uma abordagem integrada de saúde. 📍 Convidadas especiais: Fabiana Paulo Teixeira – Psicóloga clínica baseada em evidências Beatriz Focesi – Nutricionista especialista em nutrição clínica e obesidade 🔹 O impacto das emoções no comportamento alimentar Pesquisas apontam que traumas, ansiedade, depressão e baixa autoestima podem alterar a forma como as pessoas lidam com a comida. Muitas vezes, a alimentação passa a ser utilizada como válvula de escape, fonte de conforto ou tentativa de preencher vazios emocionais. Esse processo gera um ciclo difícil de romper, que agrava tanto o sofrimento psicológico quanto os impactos na saúde física. A psicóloga Fabiana Paulo Teixeira explica como transtornos psicológicos influenciam as escolhas alimentares e como estratégias de saúde mental podem ajudar no controle da compulsão, no resgate da autoestima e na melhora da qualidade de vida. 🔹 A visão da nutrição no tratamento da obesidade Além do acompanhamento psicológico, o olhar nutricional é essencial. A nutricionista Beatriz Focesi aborda como identificar gatilhos alimentares, planejar uma rotina equilibrada e construir uma relação mais saudável com a comida, sem dietas restritivas que pioram o quadro emocional. 🔹 Questões em debate neste programa: Como fatores emocionais contribuem para o desenvolvimento da obesidade? Qual é o papel da psicoterapia no enfrentamento da compulsão alimentar? De que forma a nutrição clínica pode auxiliar no tratamento integrado? Por que apenas dietas restritivas não funcionam no longo prazo? Como quebrar o ciclo entre sofrimento emocional e ganho de peso? 💬 O Estúdio Câmara mostra que compreender a obesidade exige empatia, ciência e integração entre diferentes áreas da saúde. Só assim é possível construir tratamentos mais humanos e eficazes, que respeitem o indivíduo em sua totalidade. 📌 Assista ao programa completo e entenda como cuidar da saúde mental e física de forma conjunta pode ser o caminho para vencer a obesidade. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [Música] bom dia, a Estúdio Câmara no ar para você aqui pela TV Câmara Campinas. Seja muito bem-vindo. Terça-feira, 19 de agosto. Uau, né? 19 de agosto já. E no programa de hoje, gente, vamos abordar efeitos psicológicos que levam à obesidade, né? Muitas vezes a gente associa o ganho de peso apenas a má alimentação ou à falta de atividade física. Mas o que nem sempre é falado é que traumas, ansiedade, depressão e baixa autoestima podem sim estar por trás desse processo. Como será que a saúde emocional influencie o nosso comportamento alimentar e de que forma a gente pode cuidar da mente e do corpo ao mesmo tempo? É sobre isso que nós vamos conversar hoje. Nós já estamos aqui com a nossa convidada e você também pode mandar a sua mensagem pra gente. Vamos falar sobre essa experiência, né? Eh, como é que você tem se sentido? Você de repente você não está num dia legal e você começa a comer, né? Então, será que tem sentido? Você está comendo as suas emoções? Mande pra gente a sua pergunta, a sua dúvida, o seu comentário 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, nossa produção já está com WhatsApp aberto para te receber. Nós vamos atualizando algumas notícias aqui da cidade de Campinas. Atenção você que tem o seu petinho, castração gratuita de cães e gatos no Parque Floresta. A Prefeitura de Campinas abre hoje e amanhã, né? Terça e quarta, o agendamento para castração e microchipagem gratuita de cães e gatos da região do Parque Floresta. São 1200 vagas. As inscrições devem ser feitas no ginásio de esportes Jorge Mendonça, na rua Alziro Artem. Ã, das 9 da manhã até às 4 da tarde. Os procedimentos, gente, ocorrerão entre 25 e 30 de agosto no Castra Móvel, que é um veículo adaptado para atendimentos veterinários, né? E podem participar tutores maiores de 18 anos que residam nos 42 bairros contemplados e tem que apresentar RG e CPF e também comprovante de endereço, tá? A castração ajuda a prevenir doenças, controlar fugas, reduzir a agressividade e também evitar o abandono de filhotes. Apenas animais previamente agendados serão atendidos dia 19 e 20 de agosto, das 9 às 4 da tarde, no ginásio de esporte eh Jorge Mendonça, no Parque Floresta. Olha, não esquece o RG, CPF e comprovante de residência. Mais informações chegando para você. Atenção, as equipes do centro de saúde Joaquim Egídio em Campinas serão temporariamente transferidas para o Centro de Saúde de Souzas hoje, terça-feira, dia 19 de agosto. Essa transferência é devido a um reparo emergencial em um vazamento de água. Segundo a Secretaria de Saúde, a medida garante a segurança de pacientes e funcionários sem prejuízo na assistência, tá? Os serviços como consulta e vacinação ocorrerão em Souzas até a conclusão do reparo. Pacientes agendados foram comunicados e a unidade de Joaquim Egídio terá aviso de mudança com um funcionário que estará no local orientando quem procurar o atendimento, né? Endereços, horários e contatos de todos os centros de saúde de Campinas estão disponíveis no site da prefeitura. Se você tem dúvida, pode acessar campinas.sp.gov.br/secretariadesaúde. br/secretariadegúde, página centros de saúde. Combinado? Previsão do tempo, gente. Antes da nossa entrevista, vamos conferir como é que fica o tempo hoje aqui na cidade de Campinas. Hoje é terça-feira. Olha, sol entre nuvens, tá? Temperaturas variando aí de 15º hoje, eh, nas primeiras horas da manhã. De acordo com a previsão do tempo, nós podemos chegar no pico aí de 30º, hein? Uau! Então se prepare, Veranico está chegando, né? E atenção, gente, olha, 15:30 a temperatura, mas nós tivemos um alerta da Defesa Civil. Então, a Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu este alerta para ventos intensos em todo o território paulista nesta terça-feira, né, hoje e amanhã, quarta-feira, em razão da atuação de um ciclone extra tropical no sul do Brasil. Então, as rajadas de vento devem variar entre forte e muito forte, com riscos de queda de árvores, destelhamentos, danos à rede elétrica e propagação de incêndios em áreas de vegetação. A orientação é evitar se abrigar sobre árvores, manter distância de fios rompidos, não estacionar veículos próximos às torres, outdoors ou árvores de grande porte e também recolher objetos soltos nos quintais. Também é recomendado fechar as janelas, desligar aparelhos elétricos e evitar áreas abertas e rodovias durante eh períodos de maior intensidade de vento, tá? Aqui em Campinas, os riscos de incêndio seguem elevado até o dia 21 e sobe para o nível de emergência nos dias 22 e 23 de agosto, devido a baixa umidade do ar que chegou a 29.3 TR nessa segunda-feira, nossa, é muito baixa. O índice ideal para saúde, gente, é de 60%, então a recomendação é muita hidratação, evitar exercícios ao ar livre entre 11 da manhã e 3 da tarde e umidificar os ambientes, tá? A operação estiagem continua em andamento na cidade com apoio da prefeitura, o Corpo de Bombeiros. Estão proibidas queimadas paraa limpeza de terrenos e a queima de lixo ou em mato em área urbana com multas que variam aí entre 900 a R$ 24.000. Fique atentos, tá? Em caso de incêndio, a população deve acionar o Corpo de Bombeiros pelo 193. Soltar balões é crime. Pode ser denunciado a Polícia Militar 190, ou a Guarda Municipal 153. Recado muito importante para você. Agora sim, vamos ao nosso tema central de hoje. Vamos falar de obesidade, que é considerada pela Organização Mundial da Saúde uma doença crônica e multifatorial. Mas o que muitas vezes não é compreendido é que a comida ela pode virar um refúgio emocional para lidar com ansiedade, solidão, frustrações ou mesmo lembranças dolorosas. O resultado disso tudo é um ciclo difícil de romper, que impacta tanto a saúde física quanto a saúde mental. Hoje a gente vai abordar então os efeitos psicológicos que levam à obesidade e aprofundar nesse tema. Nós estamos recebendo aqui uma nutricionista, especialista em nutrição clínica. Seja muito bem-vinda, Beatriz Focési, mais uma vez com a gente. Que prazer te receber, Bia. Bom dia. Bom dia, Rúbia. É um prazer estar aqui de novo com vocês também, viu? Maravilha, gente. Olha, a gente, quando a gente fala de obesidade, eh, o impacto da obesidade no Brasil é a realidade e segue essa mesma tendência preocupante. O número de pessoas com obesidade cresce a cada ano. Olha, analise comigo. Em 2003, 12,2% da população adulta vivia em obesidade. Em 2019, esse percentual mais que dobrou, chegando a 26,8%. Agora, em 2025, a projeção é que 31% da população adulta esteja com obesidade e as perspectivas futuras não são das melhores. Até 2023, a obesidade pode aumentar em 33,4% entre homens. E impressionante, gente, 46,2% entre as mulheres. Se nada mudar, até 2044, quase metade da população adulta terá obesidade e outros 27% viverão com sobrepeso. Um cenário crítico pra saúde pública. Beatriz, qual que é a sua avaliação sobre o que diz a Organização Mundial da Saúde referente à obesidade no Brasil? Eh, então, eh, o que tem acontecido é que as pessoas não estão se preocupando tanto com a alimentação, né? E com a vinda desses ultraprocessados, eh, a, e a, a correria do dia a dia, as pessoas procuram alimentação mais rápida, mais fácil, tá? E que muitas vezes tem um um um teor nutritivo baixo e uma grande quantidade calórica. Exatamente. Agora, do ponto de vista da psicologia, a gente pode trazer para vocês eh o impacto que a obesidade acaba tendo nesses fatores emocionais, né? Porque realmente tem pessoas que têm eh eh maus hábitos de alimentação, né? não tem aquela alimentação balanceada, aquela alimentação adequada por conta simplesmente de você não estar bem consigo mesmo, de repente você ter um gatilho durante o dia e isso vai te levar a um ponto de fuga e muitas vezes esse ponto de fuga acaba sendo a alimentação. Então tem muito a ver a questão da psicologia com a nutrição, Beatriz, tem tudo a ver, tá? Eh, esse gatilho eh que você comentou muitas vezes é a proibição. Uhum. Tá? Então, a compulsão geralmente vem de uma proibição. Que que acontece? Proíbe-se um alimento. A pessoa tem geralmente muito prazer em consumir aquele alimento. Então, vamos supor um doce, tá? Ela consome, ela tem prazer naquilo. Daí vem a culpa. Sim. né? E aí a para eh se eh eh a a amenizar aquela culpa, ela vai atrás de um outro daquele de um outro pedaço daquele alimento, por exemplo, um doce, vamos dizer. E aí fica esse ciclo, né? a a o prazer e eh a culpa. E para amenizar o prazer eh eh eh para amenizar a culpa quer dizer o prazer novamente até que ela veja aquele alimento se esgotar e aquilo vem seguido de uma culpa enorme. Então assim, a proibição é a pior, é o pior gatilho. Muito bem, muito bem explicado, né? E aí o nosso cérebro ele precisa de recompensa. Então o que que acontece, gente? Eh, você de repente que tá com uma questão aí mal resolvida, né? E aí passa um dia estressante, chega em casa, a primeira coisa que você vai fazer é comer. Aí você abre a geladeira, você come tudo que tem na geladeira. E o que tem na sua geladeira? Para quem trabalha todos os dias, a gente sabe que a alimentação a gente precisa ter muita atenção com ela e exige bastante tempo, porque aí você precisa fazer sua marmita e se você não faz a sua marmita, você vai comer alimentos que não são considerados saudáveis. Aí você vai procurar aquele pré-pronto que é o mais fácil, é o mais rápido e aí está o segredo, né? Você chega em casa e você coloca lá um alimento ultraprocessado, você coloca no no no microondas e aí você vai se alimentar. você é rapidamente, você tem uma sensação de bem-estar no seu cérebro tão maravilhoso que você vai se contentar com aquilo. Então isso vira um círculo vicioso e a gente precisa cuidar com isso. Por quê? Porque a obesidade está aliada sim à questão da saúde mental. a gente precisa ter um equilíbrio. O equilíbrio é uma uma palavra-chave que a gente traz para todos os programas aqui do nosso estúdio Câmara, porque a gente precisa manter o equilíbrio, mas muitas vezes esse equilíbrio não é tão fácil quanto parece. Beatriz, na prática clínica, como é que você identifica, né, quando um paciente não engorda apenas pela alimentação, mas sim pelas questões emocionais. Tem uma diferença aí? Sim, a gente tem um um fenômeno que a gente fala que é a fome emocional, né? Então, primeiro vamos falar o que é fome, tá? Fome é a necessidade de se alimentar, tá? Ela não, ela, a fome ela é inespecífica, tá? Então, assim, se eu tenho fome, eu vou comer ã qualquer tipo de alimento. Não vou, não, eu estou com fome de comer macarronada. Isso é apetite, tá? Quando você quer uma determinada coisa, a fome não, ela é inespecífica, você tá com fome, você comeria até alguma coisa que você nem eh gostasse tanto, tá? Então, assim, quando a fome é emocional, eh, geralmente, eh, ela tá, eh, atrelada à ansiedade. Por quê? A depressão, a tristeza tiram a fome. A ansiedade ela está no mesmo centro da da dessa e da dessa fome emocional, né? Então, a pessoa geralmente quando chega em casa à noite, como você mesmo citou, né, ela passa o portão de casa, vem aquela fome alucinante, né? Então, por quê? Porque daí manifesta-se essa ansiedade, ela come e aquela a a ansiedade foi eh naquele momento cessada, né? Então, por isso, eh, eh, a, a pessoa acaba se viciando naquele processo, né? Eh, então a gente começa a questionar o o paciente e começa a perceber, ah, não, eu só tenho e eu eu fico o dia inteiro sem comer. Ah, eu almoço super direitinho, mas à noite eu tenho uma fome doida. Então a gente começa a perceber que aquilo não é só a a questão da da fome da fome fisiológica e sim assim a fome emocional. É importante a gente saber diferenciar essa questão da fome emocional. A fome emocional é aquela que a gente come, come, come e a fome não cessa, né? Porque se você vai comer para nutrir o seu corpo, você vai se alimentar e pronto, né? Você vai mastigar. é importante a mastigação. Então você vai se alimentar, você vai mastigar e vai nutrir o seu corpo. A fome vai cessar. Quando você come para nutrir as suas emoções, o que que acontece com a sua fome? Ela não vai embora. Você vai comer, comer, comer o tempo todo. Então a gente precisa prestar muita atenção, porque esse comer desenfreado acaba levando à obesidade. E é a questão da obesidade e a parte emocional. Pesquisas mostram que transtornos como ansiedade e depressão estão diretamente ligados ao ganho de peso, justamente porque alteram o comportamento alimentar. Ou seja, não se trata da falta de disciplina, mas de um ciclo complexo que precisa ser tratado com empatia. Gente, a comida, sim, ela pode virar uma válvula de escape emocional, não tenha dúvida. Agora pergunto para você, Beatriz, como é que a gente faz para diferenciar, né, essa fome real da fome emocional? Como eu falei aqui, eu não tenho nenhuma experiência na área de nutrição, nem na área psicológica, mas a gente estuda um pouquinho para poder trazer, né, para os nossos telespectadores os temas aqui do programa. E em nos estudos, né, eu pude perceber que a questão da diferenciação, tem uma diferenciação da fome real e da fome emocional. você disse aqui que a gente chega em casa e começa a comer e claro tem a aquela questão da resposta do cérebro, né, que traz uma sensação muito boa de bem-estar. Só que eu preciso entender eh a diferença dessa fome real. Tem a ver com o que eu disse, a fome real a gente come para nutrir o nosso corpo e a gente sente uma saciedade nessa fome real. saciedade essa que pode durar aí eh por 3 horas, mas a fome emocional a gente não fica saciado? Então, primeiro assim existe a saciação, né? Você come, daí pelo próprio peso do alimento no estômago, você recebe a mensagem de que você pode cessar de comer, tá? O que que acontece quando a pessoa tem a fome emocional também, que às vezes as duas estão atreladas, essa pessoa ela come muito rápido, tá? E até essa mensagem chegar ao cérebro de que ela deve parar de comer, tá? A a ela já comeu demais, né? Então assim, existe algumas coisas que a gente ensina ao ao paciente para que ele faça. Então, primeiro lugar, quando você estiver com muita fome, tá? Evitar alimentos que se coma com a mão. Ah, por quê? Porque essa fome eh eh por ela tá a a a no mesmo sistema, a gente produz um hormônio que chama grelina e que tá também associado à questão eh eh da fuga, da luta, né? Porque a gente tem toda essa eh coisa ancestral ainda em nós, né? Então, eh eh você come com uma verocidade muito grande, tá? Uma coisa mesmo animal. Então, ã, evitar que se coma com a mão, porque o alimento que se come com a mão você come muito rápido, né, e violentamente. Então, esse é o primeiro, a primeira dica. A segunda dica é que eh pra gente receber essa mensagem de saciedade que demora um pouco, então eh chega, come alguma coisa. Então, por exemplo, eu chego em casa, eu como uma fruta, um cereal, um iogurte e vou fazer alguma outra coisa. Vou tomar banho, por exemplo, eu vou cuidar do pet ou vou passear com o pet, né? Daí dá tempo do nosso organismo e do nosso cérebro eh coletar essa mensagem de que já começou a saciação e a saciedade, tá? E você volta e come depois. Então a gente ouve os relatos dos pacientes que sim, eh que ele não tava com tanta fome, ele comeu um pouco e ele viu que aquilo melhorou, né? Então, na quando ele volta para se alimentar de uma maneira correta, ele já não está com aquela velocidade toda, entendeu? Então são dicas e são coisas que a gente começa a a diagnosticar ã e a pessoa mesmo começa a perceber tudo isso. Isso que é importante, né? Você eh ter essa percepção, né? Porque eh por que você deve fazer aquilo? Por que que você deve comer uma refeição com garfo, faca? A gente fala que você deve eh eh deixar os talheres no prato, mastigar, como a Rúbia falou, mastigar bastante, tá? Por quê? Para que chegue aquela mensagem no cérebro de que você já está satisfeito. Perfeito, né? Você vê a ligação eh impressionante que nós temos, né, com o cérebro e com o nosso estômago. Está tudo interligado. Há quem diga que o estômago é o segundo cérebro, né? Então, é por isso que a gente precisa estar atento aos sinais que indicam que a gente pode estar vivendo uma compulsão alimentar ligada às nossas emoções. E essa essa situação que você trouxe aqui, Bia, da gente se alimentar com a mão, é algo que eh eu achei interessante, né? Por que alimento a gente come com as mãos? Para você aí de casa e analisa comigo. Você vai fazer uma alimentação, você vai eh almoçar, né? Ah, com a família. ou enfim, no seu trabalho, você vai usar os talheres, mas aí um final de tarde você vai uma lanchonete, você vai comer um lanche, você vai se alimentar com as mãos, porque você não vai segurar o lanche com garfo e faca, então você tá se alimentando ali com as mãos. Então tem que tomar muito cuidado com isso. Eu não tinha parado para analisar a importância dessa questão que você trouxe aqui, Beatriz, né? Ah, a alimentação com as mãos faz com que a gente queira comer mais e mais e mais. É interessante trazer essa pontuação e eu vou fazer um desafio para você aí de casa quando você for comer um lanche, né? E e lembre que você está se alimentando com as mãos, coma mais devagar, mastigue mais vezes, né? Porque a questão também da mastigação, além eh de ter a ver com essa questão aí da eh da compulsão alimentar, né, da obesidade, tem também a questão da saúde da pessoa, porque você vai est ingerindo uma alimentação praticamente inteira se você não mastigar. E isso traz danos pra saúde física também, né, Beatriz? Com certeza. Tá. Então assim, eh, o número de de pessoas que t gastrite, eh, síndrome do intestino irritável, hoje é um é um um número absurdo, né? E a gente sabe que tá atrelado realmente a à alimentação, a má alimentação, né? E eu acho também importante aqui fazer um parêntese de que não existe alimento ruim e alimento bom, tá? Existe alimentação ruim e alimentação boa, tá? Porque assim, tudo pode, você pode tudo, depende da quantidade da e e e da frequência, né? Então assim, não demonizar certos alimentos, tá? Isso é muito importante. Como eu falei bem no início, a proibição é um é o maior problema, é o maior gatilho paraa compulsão. Bem interessante, né? Porque é a gente tem o costume mesmo, né? Quando você vai fazer uma dieta em casa, você quer quer radicalizar, eu vou cortar o doce e aí você não vai comer o doce, o seu corpo vai responder, o corpo da gente responde, principalmente essa questão do doce, né? Porque o açúcar ele traz uma certa dependência, isso já é cientificamente comprovado. E você corta de uma vez, beleza, conseguiu uma semana, depois quando você voltar, você vai comer tudo que você deixou de comer durante uma semana. É isso que você tá falando, né? A questão de demonizar e de proibir certos tipos de alimento, que, infelizmente, faz parte da nossa rotina. A gente precisa é equilibrar. É isso. Exatamente. Então, assim, eh, o, o mais importante é você conversar com a pessoa que tá fazendo o seu plano alimentar e, e dizer quais são as suas preferências, né? Provavelmente ela mesmo vai perguntar para que isso não seja excluído totalmente da sua alimentação, tá? O que interessa é você saber quando, como e e e quanto você pode comer daquilo, né? Então, porque como a gente falou, se você vamos fazer a experiência, não coma doce, você só pensa em doce o tempo inteiro. O nosso cérebro é impressionante. Não coma. É, parece que a palavra não, né? Então assim, você só pensa em doce de manhã, de tarde, de noite. Você abre o celular, pula o doce, o tal do morango, é o morango do amor, né? Daí fica eh é você só vê aquilo, só pensa naquilo. Então não, ah, não vai comer doce toda hora, todo dia, todo momento, né? Porque a gente tem que fazer essas modificações. Mas assim, será que eu posso comer no final de semana ou eu posso comer um quadradinho de chocolate no final do dia? Ou ã esse chocolate vamos tentar mudar para um chocolate um pouco mais saudável. Então são coisas que a gente precisa eh discutir e chegar num consenso para inserir certos alimentos eh eh que e para não gerar essa compulsão. OK? Perfeito, né? Quanto mais você proíbe, mais o seu cérebro ele indica, né? E mostra para você. tem uma uma questão eh psicológica por trás de tudo isso. Agora, eh quando a gente fala da psicologia, né, é importante a gente trazer aqui que nós estamos falando da psicologia e a questão da obesidade, né? Então, às vezes, a gente acaba comendo as nossas emoções e o Brasil vive nessa eh nessa comer desenfreado que as pessoas acabam comendo as emoções. E aí a tendência é a obesidade. A gente trouxe aí eh índices, né, da Organização Mundial de Saúde, que infelizmente eh o Brasil ele tem de ser um país de pessoas obesas. Sim. logo em breve, se você não conseguir tratar toda essa questão. E a gente tem, ó, temos nutricionista, temos psicólogos, né, psicoterapeutas, psiquiatras. Nós temos eh hoje ainda bem, né, pessoas eh especialistas no assunto que podem nos ajudar e nos orientar referente a comer as nossas emoções, né? a gente traz traumas da infância, tem pessoas que têm eh traumas de violência e esses traumas podem deixar marcas que se refletem na relação com a comida, né? Então, eh Beatriz, esses episódios, eh, eles impactam na vida adulta, esses traumas de infância, eles impactam na vida adulta e se refletem eh na nossa alimentação? Com certeza. Vou fazer um assim, vou falar uma coisinha que talvez não seja um trauma, mas para que é para as pessoas ficarem um pouquinho espertas. A questão de você a criança, né, a criança não quer comer, aviãozinho, entrou na boca da criança, a criança já deu aquilo, ela não não ela já tá satisfeita. você começa a eh eh insistir na alimentação da criança ou então assim, muitas vezes você não vai levantar da mesa enquanto não acabar esse prato. Uhum. Ou muitas vezes eh tem que comer tudo, não pode deixar nada, tem que comer tudo, não pode deixar nada. Ou pior ainda, você só vai comer a sobremesa se você comer tudo. Poxa vida. Então assim, primeiro lugar é muito complicado porque os muitos adultos, muitos são muito bem instruídos por pediatras, nutricionistas, mas muitos eles eh eh não têm muita noção de quantidade. Então assim, eles exigem que a criança coma uma quantidade maior do que eles toleram, tá? E isso vai eh fazendo com que esse centro da saciação e da saciedade na criança comece a a a ficar eh perturbado. Então, provavelmente ela vai ser um adulto que vai comer, comer, comer até o fim, até acabar aquele alimento que tá na mesa. Ele não vai conseguir ver fim naquilo, né? Por quê? porque e já veio vindo uma destruição daquela daquilo que é a saciedade, a saciação que o corpo tem eh fisiologicamente. Então, a gente tem que ficar muito esperto com relação a isso. É, e ficar esperto também e parar para analisar que a gente repete padrões, né? a gente precisa quebrar padrões, romper padrões, porque você trouxe algo bem interessante aqui, que é a questão da infância, eh, onde os pais eles estão repetindo padrões, né? Eles estão repetindo padrões na hora que eles dizem: "Tem que comer tudo, não pode deixar comida no prato, né? Eh, poxa, a vida da criança ela precisa ter a oportunidade de dizer: "Eu estou satisfeito, né? Não quero mais". Então, ao invés de tem que comer tudo, vamos colocar um pouquinho. Se você comer tudo, a gente, se você comer e tiver satisfeito, não precisa colocar mais, mas se você tiver mais fome, a gente coloca mais. Então, é importante a gente aprender a ensinar os nossos filhos, mas de uma forma mais assertiva, né? a gente tem que tomar cuidado para não repetir os padrões e isso traz, sim, claro, como você muito bem colocou, né, Bia, eh, pra vida adulta, a gente traz pra vida adulta. E aí vem a questão da obesidade, né, do do da falta de controle na hora da alimentação, dessa eh alimentação compulsiva, desse comer. Às vezes você vai eh em um restaurante, você come, come, com come, daí você fala: "Nossa, tô cheio, né? Tô cheio, tô satisfeito, mas eu não vou deixar no prato. Uhum. E aí você come mais, daí entucha mais. Aí chega em casa, tá lá estufado de tanto comer. Mas de onde vem eh esse seu comportamento, né? Vamos buscar lá atrás de onde vem. Beleza, vem lá de trás quando eu precisava comer toda a comida para não deixar no prato. E agora? Será que você repetiu com seu filho? E você está repetindo esse padrão com você mesmo, né? Então, é legal a gente fazer essa leitura, a gente é prestar atenção no nosso dia a dia, o que que você tem repetido, o que que você tem tr eh e que você traz pra sua vida referente à questão da alimentação. Beatriz, quando o paciente chega no seu consultório, eh, como você orienta sem reforçar essa culpa ou esse preconceito sobre o corpo? Porque a gente tá falando aqui da alimentação e estamos falando das emoções. E aí quando a gente come as nossas emoções, quando a gente repete os padrões, claro que a gente tem aí uma obesidade, né? Eh eh você começa a engordar e daí tem obes, quando eu falo obesidade, gente, tem obesidade de grau, a obesidade de grau um, de grau dois, de grau três. Então assim, eh estar acima do peso, daqui a pouco, se você não cuidar, você vai pra obesidade de grau um. Então o que que acontece depois? o preconceito sobre o corpo. E aí isso traz o quê na sua emoção? Você começa a fuga, você começa a fugir, começa a usar roupa mais larga para esconder o corpo, começa a se esconder, né? Aí acredita que não é capaz de fazer um exercício. Eh, não vou caminhar do lado das amigas porque eu estou um pouquinho mais acima do peso. Aí começa todo esse preconceito com o corpo e aí vem o círculo vicioso da culpa e eu começo a me alimentar mais, eu começo a comer mais e é algo que infelizmente vai estourar, né? Vai estourar no quê? Na balança, na saúde mental e na saúde física. Então, como que a gente reforça a a a o paciente ou a pessoa, enfim, não se culpar, não ter esse preconceito com o corpo e fazer um trabalho com calma, com paciência, porque não é do dia paraa noite que a gente vai corrigir um erro que nós estamos cometendo. De repente, eu vou vou falar assim uma palavra por toda a vida, porque a partir do momento que você se alimenta sozinho, né? Aí pode ser que você já esteja cometendo esse erro de se alimentar de uma forma não adequada. Então, Beatriz, como é que a gente na parte da nutrição vem a culpa, vem o preconceito? Como é que você faz para trabalhar com tudo isso? Eh, eh, primeiro falar um pouquinho, né, desse culto à magreza, né, é que é muito complicado, né? Então assim, eh, eu acho que isso não é só no no consultório, é um é muito pouco tempo e é eh pra gente resolver um problema da vida, né? Então assim, eu acho que deveria haver isso mesmo nas escolas já, tá? Então assim, a as eh meninas, principalmente as meninas, tá? Eu falo as meninas, mas os meninos t muito problema também, gente. Eh, mas assim, é cobrado muito mais da mulher, né? Uhum. Na pressão estética, né? Exatamente. Das próprias mães, né? Então é muito complicado. E o que que acontece? Saber que cada um tem o seu biotipo, né? Então assim, não adianta se a menina tem perna grossa, porque o pai tem perna grossa, a mãe tem perna grossa, como é que você quer que ela fique com a perna fina? Ela pode emagrecer, ela não vai. E ao contrário, e ao contrário é a mesma coisa. Ela pode malhar a vida inteira. Eu falo que eu tenho perna fina e eu você não vai engrossar a perna. Então, essas questões de de biotipo da pessoa entender, olha, você nunca vai ser ter um IMC, por exemplo, mínimo, que é o é o IMC de 18,5, se você tem ossatura mais larga. Uhum. Então assim, isso tudo é é é importante a gente conversar, mas eu não acho que é só no consultório, sabe, Rúbia? Eu acho que isso deveria ser um trabalho que a gente deveria começar, porque assim, a gente só vê ao contrário, né? a gente abre a internet, vê aquele culto à magreza e muitas vezes eh tem sites, tem não sei nem como chamam as coisas hoje em dia aí de de que começa a ensinar esses jovens a a a a como o que que você tem que fazer para emagrecer. Então, umas loucuras absurdos que podem levar até danos muito graves até a morte, né? Sim, eh, eu acho que a gente precisava ter um trabalho, eh, mesmo eh, na saúde pública para para melhorar isso daí, né? Tá? E uma fiscalização maior por parte do dos órgãos e por por parte dos pais, principalmente. É, exatamente. Você sabe que a essa questão da alimentação, quando a gente fala da criança, né? Eh, na quando eu estudava, eu me lembro perfeitamente quando estudava, a gente eh tomava refrigerante na hora do recreio, né? Eh, vinham lancheiras assim cheias de comida e tal, e a tia da escola vendia pastel e eh que mais que tinha, gente? salgadinho, a gente comia de montão hoje. E mas tinha alimentação da escola, só que a turminha não gostava muito de se alimentar não. Aquela alimentação da escola que era mais sagrada, merenda, né? Que tinha lá um macarrão, eh, tinha macarrão com almômega, me lembro, tinha legumes, né? eh, uma polenta com uma carninha de soja muito boa. Então, se a gente parar para analisar nas escolas as a alimentação, desde lá de trás ela ainda vem seguindo um padrão. Hoje é um pouco mais rigorosa, acredito, a questão da alimentação nas escolas, mas quando eu eu digo a merenda da escola, né? Então, o que que a gente precisa ensinar pros nossos filhos? Eu hoje, minha filha já tem 27 anos, então ela já passou por toda essa fase. Eu me lembro que na escolinha ela não gostava de beterraba. E aí eu tentei ensinar em casa para que ela pudesse se alimentar com legumes e verduras na escola. E a professora, a tia da escola me ligava, falava: "Ó, mãe, ela não quer, então você precisa fazer um trabalho em casa para que ela possa aceitar a alimentação da escola". Gente, que maravilha isso, essa conexão dos pais e a conexão com a escola na hora da alimentação dos filhos, né? E aí, mais importante ainda, é a hora de montar a lancheira dessas crianças, porque se na escola tem lá, vamos colocar lá um um um arroz, uma carninha, um feijão e uma salada. Uau, maravilha. De sobremesa, uma maçã, uma laranja, né? O que a gente vê nas escolas públicas. Mas aí a criança que não se alimenta com aquela alimentação que é servida nas escolas, ela traz um lanche e esse lanche não é saudável. Então que legal, pai e mãe, eh entrar em conexão com a escola e fazer uma lancheira saudável, que hoje é bem impossível. Gente, a gente tá falando aqui de, de repente você faz aí um lanchinho natural e coloca no na lancheira do seu filho para poder ensinar e entrar em conexão com essa alimentação da escola, que é o que a Beatriz trouxe, né? A base é a família e a escola. E se a gente eh constrói uma base sólida referente à questão alimentar, a gente pode sim estar fazendo um trabalho bem assertivo para que essa criança se torne um adulto mais saudável e também com atitudes, né, eh, mais saudáveis. Porque a nossa atitude fala muito, quando você vai ao supermercado, você vai direto em qual gôndula, o que que você compra primeiro? O que que você coloca primeiro no seu carrinho quando você vai no supermercado? Eu às vezes eh faço esse exercício comigo e tem vezes assim que eu não fico feliz não, viu? É verdade. Ó, isso aí é muito importante, sabe? Eh, acho que todo mundo já ouviu isso, né? Não vá ao supermercado com fome. É verdade. Você vai ao supermercado com fome, você vai direto em algo que vai alimentar a sua emoção, não a sua fome física. Você nem você nem quer olhar aquelas outras coisas. Pode estar até na tua listinha ali, mas você não quer nem olhar o resto. Você quer alguma coisa que, ah, eu vou chegar em casa e já vou me alimentar disso, né? Rápido. Então aquela coisa do cuidado, primeiro lembrar da não comer coisas com a mão, né? Primeira coisa, eh, e, e, e não ir ao supermercado com fome. Não ir ao supermercado com fome, tá? Isso tudo. Agora assim, o mais triste é quando você é nutricionista e vai no supermercado que você encontra o paciente, nossa, pensa. E aí foge de você, né? Opa, nutritinho, esconde o caminho. Gente, fica é muito engraçado, viu? Mas assim, só e como eu disse, você pode levar um um um bolo, um chocolate, alguma coisa. O que interessa é a a alimentação por inteiro. Você não é aquele bolo, você não é aquele chocolate, você é uma alimentação equilibrada e que tem um ali um um momento em que você vai comer um docinho, um chocolatinho, um queijinho mais ã gordo, alguma coisa. Não, não, isso não é pecado, gente. O problema é só ter isso no seu carrinho, entendeu? é a frequência e a quantidade que quantidade. Exato. E o restante. Então assim, muitas pessoas, ai, eu não como tal coisa. Eh, por exemplo, vamos falar, eu não como doce, tá? Só que aquela pessoa não come também nenhuma verdura, não come nem um legume não come uma fruta, enquanto aquela outra come um doce, sim. Só que ela tem uma alimentação rica em legumes, verduras, frutas, cereais integrais. Então, quem eh eh eh tá mais adequado ali? Então, tudo a gente tem que ver é um contexto, certo? Então, como eu disse, não existe alimento bom ou ruim, existe alimentação boa e ruim. OK? Muito bem. Nós falamos aqui sobre a pressão estética, né? As dietas restritivas também tem que tomar muito cuidado, o preconceito também que acabam reforçando a compulsão alimentar. Tem que tomar muito cuidado, ficar muito atento. Gente, estudos, estudos mostram que a pressão social pelo emagrecimento aumenta o estress e o estress, por sua vez, favorece sim o ganho de peso, né? Existe uma relação eh entre obesidade e depressão, tá? Quem está acima do peso pode, infelizmente, eh, desenvolver aí a depressão e uma coisa puxa a outra. A gente precisa ficar bem atento. Procure, né, um profissional especialista em saúde mental. Se você percebe que você está se escondendo, se você percebe que você eh já não tem mais aquele convívio social e que o que te faz bem, o que te traz bem-estar, é comer, né? Então esse momento é um momento chave para você procurar, buscar ajuda. Eh, um profissional, um nutricionista também, né? Porque eu acredito que se você aliar a nutrição com a psicologia, você vai dar um up aí na sua vida, vai melhorar bastante a sua questão emocional e também a sua questão fisiológica, né? Agora, Beatriz, as estratégias nutricionais eh podem ajudar a melhorar o humor e também reduzir a ansiedade colaborando com a nossa saúde mental? tem alguma eh estratégia da nutrição que pode nos eh favorecer quando a gente fala da questão da saúde mental? é com relação à saúde mental em si, não, mas essas atitudes que a gente tem que ter para não eh eh desenvolver, né, não fazer com que esse gatilho de compulsão, etc, aconteça. Então assim, como a gente ensina como se defender da fome emocional, né? Como detectar a fome emocional, como eh você não ativar o gatilho e eh que eh eh dessa questão de eh proibição, né? Então assim, dentro de um plano alimentar, ter de tudo um pouco, ter as preferências também. Outra coisa que é muito importante, Ruber, é você saber as aversões, tá? Porque existe muita gente que tem aversão a alguma coisa, por exemplo, muitos têm aversão a a verdura crua, por exemplo, né? Então você ter estratégias que v fazer com que aquele eh paciente consuma fibras, vitaminas e minerais de uma maneira adequada, às vezes até suplementar se for a questão, mas a pessoa tem a versão, não adianta você pôr no cardápio dela para ela comer aquilo, porque ela não vai comer. Então, respeitar o ser humano, respeitar as preferências, respeitar as aversões, respeitar também a questão dos hábitos. Então, por exemplo, Bia, eu trabalho o dia inteirinho, eu não tenho condição, não sei o quê. Então assim, e eu preciso eh levar um lanche, eu preciso na hora do almoço comer um lanche. Então vamos ensinar ele a fazer um lanche que tenha de tudo um pouco e que vá nutri-lo, tá? Então assim, não adianta não, você vai vai comer arroz, vai comer feijão, vai levar, entendeu? a gente precisa eh adequar a a a alimentação aos hábitos que dessa pessoa, porque senão não vai dar certo. Ela vai fazer eh uma semana, duas e vai largar, porque a coisa vai ficar muito difícil paraa vida dela. E tem alimentos alimentos específicos também, né, que que nos ajuda, quando eu falo da da nutrição, eh, trazer uma eh um bem-estar para na questão da saúde mental, tem alguns alimentos específicos também que nos favorecem na questão da saúde mental, do do cérebro, no desenvolvimento e tal, não tem? Sim, existe os alimentos ricos em triptofano, né? O triptofano, ele é um precursor da serotonina, que é um hormônio que que provoca o bem-estar, tá? Então, os alimentos trip, só para falar, o chocolate é um deles. Ah, mas a gente come chocolate, dá uma sensação de bem-estar tão gostosa. Então, então assim, é como de novo falando, tudo depende da quantidade, da qualidade e do momento que você comer, né? Então assim, mas existem a a banana é rica em triptofano e tem tudo, você consegue inserir esses alimentos e principalmente naqueles momentos em que a pessoa falar esse momento, a hora que, sei lá, que eu acordo ou a hora que eu vou dormir ou ã em tal momento eu sinto que eu fico mais melancólico, tal. Então, a gente consegue eh a adequar essa alimentação com e colocar esses alimentos para que a aquele momento a eh você tem um nível maior de de hormônio e não sinta não se sinta mal como você sentia. Muitas vezes alimentação não é suficiente e as pessoas têm que entrar com medicamento, né? Mas eu acho que sempre deve haver uma tentativa pelo natural, né? Exatamente, né? Se tá no momento de estress, né? Vai lá, respira, come uma banana. É, faz uma, é atividade física, gente. A atividade física é a vida, né? Aí você alia a atividade física com uma alimentação saudável, né? Eh, com um cuidado especial com a sua saúde mental. Aí a gente consegue trilhar um caminho onde de repente você que tá passando por essa essa questão aí de obesidade aliada a à depressão, né, a ansiedade, se você busca eh elementos que possam colaborar para melhorar a sua qualidade de vida, com certeza sim você vai melhorar. E aqui no programa a gente traz algumas informações, gente, que eu acredito que se você assistir novamente o programa, você vai pegar alguns pontos e você vai conseguir levar pra sua rotina, levar pra sua vida, né? A Beatriz trouxe aqui a questão da gente se alimentar com a mão, né? Então tem que tomar muito cuidado quando ficar atento, na verdade, né? quando a gente vai fazer uma alimentação com as mãos, porque isso ã a tendência é sempre comer mais e comer rápido. Isso não faz bem nem pra saúde mental, nem pra saúde física, né? Então assim, a gente precisa estar bem atento com isso. A questão do supermercado, não ir ao supermercado com fome, né? E não comer as suas emoções, né? a aprender a conhecer o momento em que você acende o alerta em que a sua emoção está abalada, né? Então, nesse momento, tomar muito cuidado na hora eh se você quiser se alimentar. Então, vamos lá. Tô com a minha alimentação, estou com a minha emoção abalada agora e eu vou pegar um pote de sorvete e vou pra frente da televisão. Será que esse é o certo? E aí, Rubel? Mas eu não consigo. Então, vamos lá. busque ajuda, né? Peça ajuda, fale. Falar, gente, é muito bom. Quando a gente fala, quando a gente conversa, a gente coloca as nossas emoções para fora e de repente isso também já pode ser um uma assertividade no seu processo de mudança. Então, a gente precisa ficar atento a isso. Agora, 8:59. Produção, tem alguma pergunta aí? Se tiver, pode mandar pra gente. Eh, nós vamos até acho que umas 9:10, né? Estamos falando dos efeitos psicológicos, estamos falando da obesidade, emoções, transtornos mentais e a influência, né, no comportamento alimentar. A gente precisa eh entender que a psicologia ela está aliada sim à nutrição, né? E essa questão da obesidade é algo que vem preocupando muito e a gente tem que entender o que é uma alimentação saudável. Aí como a Beatriz trouxe, todo tipo de alimento, ele pode ser saudável, você precisa equilibrar, né? Equilibrar e ser assertivo no momento em que você vai comer, tá certo? Vamos lá, então. Eh, deixa eu ver aqui, Beatriz, eh, traz pra gente, por gentileza, na sua visão, qual que é a importância desse tratamento multidisciplinar, né, envolvendo a nutricionista, a psicologia e a psiquiatria quando necessário, no cuidado da alimentação, no cuidado eh com a obesidade, no cuidado com as emoções e se alimentar disso tudo. Eh, então assim, falando de novo um pouquinho que a atividade física tem que tá atrelada a essa equipe multidisciplinar, porque ela também vai causar o o bem-estar, né, que muitas vezes já resolve eh eh muitas das questões, tá? E a a psicologia ela vai conseguir fazer com que você ache prazer em outras coisas que não só alimentação, né? Então, porque o que que é importante? Ah, eu eu como para me dar esse prazer rápido, mas de repente não tem alguma outra coisa. Então, fazer um uma aula de cerâmica ou um crochê ou, né? qualquer eh atividade. Hoje tem muitas atividades aí e que você consegue achar eh esse prazer eh e fora da alimentação, né? Uhum. Algo que vá substituir, né? Exatamente. Então, se, ah, não, eu preciso, porque eu eu tô com uma ansiedade muito grande, eu preciso diminuir essa ansiedade, não é só eh buscar eh eh primeiro porque a alimentação não vai sanar essa ansiedade, ela vai resolver aquele problema naquele momento e aquela ansiedade vai continuar. Então, eh, é muito importante a gente saber que a gente tem que achar o onde mais a gente vai achar prazer na nossa vida que não só no alimento, né? Porque é muito trist assim, o único prazer que eu tenho é me alimentar. Não, a gente tem tantas coisas maravilhosas, né? Então, fazer uma caminhada, né? Uma trilha, achar um um grupo de amigos. Hoje a gente tem tantos grupos aí que se formam eh de para encontro que você nem conhece a e e começa a a a ter gostos iguais, etc. Então, eu acho que é importante isso, é achar o nosso prazer em outras coisas que não só alimentação. É. E olha que eu vou te falar, viu? Eh, tem tanta coisa gostosa nessa vida. Você falou de trilha, quando você vai fazer uma trilha, você conhece uma galera e aí o pessoal se alimenta saudável e você precisa estar atento com quem você eh está no círculo de amizades, porque isso é algo que acaba arrastando, né? Acaba levando. Eh, você imagina você com a galera de que faz trilha, aí o pessoal faz uma alimentação saudável e você não vai comer lá um pastel no meio da trilha, né? Isso. Então, o exemplo arrasta. E é legal você eh eh ficar atento ao seu círculo de amizades também. De repente você se inserir em uma turminha aí saudável, você pode conseguir, né? Não, eu acho que tem tudo a ver, tem tudo a ver. Tanto é porque as pessoas hoje procuram as academias, né, os grupos de atividade, né, a moda agora é corrida, né, por justamente por causa disso, porque as pessoas estão tentando achar o prazer numa coisa que traga saúde, né? Exatamente. Vamos lá, 94. A produção tá me avisando que tem pergunta. Vamos lá, gente. Quem que tá conosco? A Carla Souza do Chapadão, a ansiedade pode realmente alterar o apetite a ponto de dificultar dietas, mesmo quando a pessoa está motivada a perder peso? Beatriz, sim, aquilo que eu falei, o centro da ansiedade ele anda junto com o centro da fome, né? Então, muitas vezes a gente chama essa fome de fome emocional, a pessoa come para eh eh melhorar a ansiedade, tá? Só que eh aquilo é transitório, você vai resolver aquilo naquele momento e depois essa ansiedade volta, tá? Então a ansiedade dificulta muito, ela aumenta a fome. Ao contrário da depressão e da tristeza, ansiedade aumenta a fome. Você consegue começar a entender um pouco os gatilhos, tá? E então assim, é o que eu acabei de falar, eh, a gente precisa descobrir o que vai trazer prazer para você para diminuir essa ansiedade fora da alimentação. É verdade. A ansiedade aumenta a fome. Tem gente que fica ansioso e começa a comer, né? Então, a gente precisa sim eh estar atento à questão da ansiedade. É isso, Carla. Ela pode sim alterar o apetite e pode dificultar a dieta, porque daí você sai do foco. Sim, sai totalmente do foco. Por quê? Porque você vai comer demais, tá? Então, ã, é, é, como eu disse, a gente precisa primeiro detectar e você tá tendo uma fome emocional, você tá tendo uma fome fisiológica, como é que é, né? Então, a aquela dica que eu dei no começo, eu vou repetir porque eu acho importante, tá, Rúbia? Geralmente essa ansiedade ela se manifesta a hora que eu chego em casa, porque eu posso manifestar essa ansiedade. Se eu tô aqui no trabalho começar a ficar ansiosa, né, eu, né, daqui a pouco se eu perco o emprego. Então, assim, a hora que eu chego em casa, eu posso manifestar essa ansiedade, como eu vou manifestar comendo demais, né? Então, chegar em casa, eh eh comer alguma coisa, tenta que seja mais saudável, né? Então, um iogurte, uma fruta com cereal, daí vai cuidar do cachorro, vai passear com o cachorro, vai eh tomar banho, que seja, lavar o cabelo. Aí você volta e come um pouco mais, né, de uma alimentação mais saudável, que não seja com a mão, que você faça com garfo e faca, porque daí já foi uma mensagem pro cérebro que essa saciedade já começou desde aquele primeiro alimento e você vai comer menos. Perfeito. Muito bem, Beatriz. Muito bem. A Mari Ana Lopes tá com a gente também. Oi, Mari, bom dia. Traumas de infância como bullying, por estar acima do peso, podem influenciar o ganho de peso e dificultar o emagrecimento na vida adulta. Olha aí, né? Voltamos lá na infância, eh, o bullying, o peso um pouquinho acima. Influencia isso? Influencia totalmente, né? Totalmente. Acho que assim é uma coisa que a gente tem que lutar totalmente contra o bullying nas escolas, porque eh essa essa criança ela assume a aquele papel que as pessoas estão dando a ela, né? Então, ah, eu sou o gordo, eu sou aquilo. Então, ela vai, aquilo vai ficar pra vida dela, eu sou isso. Então, ela não vai querer fazer modificação nenhuma, até vai piorar cada vez mais, né? Então, assim, é uma coisa que a gente tem que combater demais, tá? É o bullying nas escolas, não só nas escolas, na própria família a gente tem gente. Exatamente. É isso, né? Qua filha, imagina que eu passei por buling. É isso aí, gente. E aí quando se trata da questão do peso, influencia sim no ganho do peso e no emagrecimento. Então é, e assim, assim como também magrela, né? Amagrela, a perna fina. Então, tudo isso. Então, o bullying tem que ser combatido em todas as formas. Exatamente. Vamos lá. Tem mais, produção? Acho que mais uma. A gente vai para as considerações finais. Já me orientando aí, direção a Tá bom. Mais uma. Juliana Costa do Jardim Nova Europa. É possível que a depressão leve tanto à falta de apetite quanto ao ganho de peso? Como diferenciar um caso de outro no acompanhamento clínico? É, tem casos, né, que eh depressão que a pessoa come e tem casos de depressão que a pessoa perde a fome. Como é que a gente diferencia o caso? É, geralmente é isso. Eh, porque hoje se confunde muito os sintomas, né? A ansiedade é depressão. A gente atrela, mas a ansiedade ao aumento da fome, porque são centros iguais no cérebro e a depressão, a falta de fome. O que acontece é que tem muitos medicamentos para depressão. Então, a pessoa está ah diagnosticada depressão e a pessoa toma certos medicamentos até para combater isso, né, Ruben? Então, eh, e esses medicamentos fazem com que essa pessoa ganhe muito peso, tá? Mas, eh, eh, geralmente é uma um diferencia do outro. Então, a ansiedade faz a gente eh engordar, engordar e a depressão, né, a gente acaba perdendo a fome ou tendo um ganho de peso por conta da medicação. E é importante a medicação, não tem jeito, gente, deve ser usada. Ninguém tá falando de não usar, mas talvez conversar com o psiquiatra, olha, comecei a tomar e ganhei x kg. Existem n medicações hoje em dia, né? Então, conversando você consegue para fazer os ajustes, né? Exatamente. É, é importante estar com mente sã, corpo são. Então, a gente tem que fazer todo o trabalho aí para ficar bem. Tá pensando que é fácil? Se a mente não tiver, não vai, né? Tem que estar com o equilíbrio, né? E o equilíbrio é o ponto chave, é algo assim bem desafiador, mas a gente consegue. Vamos lá. Só para falar, né, gente, o equilíbrio eh eh mental a gente também eh encontra através de relaxamento, de espiritualidade, né, contato com a natureza, tudo isso a gente sabe. Então, às vezes não é tão eh difícil como as pessoas acham, ah, não, eu vou ter que tomar medicamento, ah, não sei o quê. Então assim, procure as coisas, né, que estão disponíveis no agora, se você não consegue, ex inclusive porque também, Ruba, muita gente não tem acesso aos tratamentos. Exato. Exato. Perfeito. É isso mesmo. Então, né, eh, vai fazer uma caminhada, vai para uma trilha, vai dar uma respirada, tomar um café com os amigas, é, sabe? Vai ouvir o passarinho cantar lá na trilha. Gente, é tão bom. Já prestou atenção no pô do sol, que lindo que é, né? Então tem bastante opções aí uma desestressada, não só alimentação, tá gente? E na igreja e no centro e no culto, todas as coisas que te que também buscam a espiritualidade, né, que as pessoas hoje também não vão a buscar, né? É, precisamos cuidar da mente, do corpo, do espírito, né? Vamos lá. É a última pergunta do programa. André Martins, do Jardim Aurélio, muito obrigada pela Aurelia, muito obrigada pela sua participação. É comum pessoas com obesidade desenvolver sensação de culpa depois de comer? Como lidar com esse ciclo de frustração e autojulgamento? Eh, eh, exatamente aquilo que eu falei, tentar colocar eh dentro do seu plano alimentar, isso talvez precise de uma ajuda profissional mesmo, a aquele alimento que você gosta, mas na quantidade e na frequência adequada, não tentar proibição, porque isso é que vai te causar culpa. Eh, exatamente. Agora, assim, é importante a gente ressaltar que se a pessoa está com obesidade, né, diagnosticada, é importante você ter um tratamento psicológico também, porque quando você chega eh no ponto em que foi diagnosticada a obesidade, gente, eh vamos ser realista aqui, você conseguir trilhar o caminho sozinho é muito desafiador, né? Então, busca um apoio, busca uma ajuda, né? Um psicoterapeuta, uma psicóloga, um nutricionista, eh, a gente sabe que é desafiador, sim, é, mas você não pode deixar de acreditar, né? Então, é, eh, acho que o que fica aqui é que no programa de hoje é que a gente precisa nos atentar com a questão da alimentação, né? A principal eh mensagem para você que tá em casa, que convive com a a obesidade ou conhece alguém nessa situação, eh, faz uma análise. Você está comendo para alimentar o seu corpo físico ou você está comendo para alimentar a sua emoção, né? E é importante a gente lembrar que a fome do corpo físico, ela vem em alguns momentos do dia. Agora, a fome emocional ela vem a todo tempo e ela não é saciada. Então aí é importante você eh dar um eh um basta, né, e buscar ajuda, tá certo? O que a gente traz aqui é só alguns caminhos que você pode acender o alerta e falar: "Opa, é por ali que eu vou. Então é por isso que a gente traz esses temas, a os profissionais que vêm, né, e contribuem com informações aqui no nosso estúdio Câmara. Beatriz, a gente tá chegando ao final. Quero agradecer a sua participação. Muito obrigada pela sua contribuição, pela sua presença. Aqui é sempre muito importante a gente ter pessoas que nos ensinam, né, algumas eh algumas que que nos dão algumas dicas que a gente pode levar paraa nossa vida para ter aí uma melhor qualidade de vida. Obrigada. Eu é que agradeço o convite e assim tô sempre à disposição para poder ajudar quem quem precisar. Super ajudou bastante mesmo. Gente, olha, quero agradecer a sua audiência, a sua companhia, né? Nós estamos encerrando o nosso estúdio Câmara. Hoje a gente entendeu que obesidade não é apenas uma questão de corpo, mas também de mente e emoções. Comer pode ser uma forma de lidar com dores internas, mas ah o tratamento precisa ser integral, né? Tem que ter eh acolhimento, saúde mental e mudanças. A gente precisa estar eh abertos para mudanças. Tá bom? Obrigada você que esteve conosco. Quero te lembrar que amanhã, quarta-feira, nós temos Estúdio Câmara a partir das 8 da manhã ao vivo. E amanhã a gente fala sobre motivação e disciplina. Você é motivado ou você é disciplinado, né? Você tem dificuldade para manter a disciplina e criar novos hábitos? A gente amanhã eh traz para você dicas práticas e reflexões para transformar a sua rotina de forma leve. Então, não perca a motivação versus disciplina. E aí, você levantou hoje por conta da motivação ou por conta da disciplina? É uma questão bem desafiadora que vai fazer a gente pensar e desenvolver uma conversa bem legal amanhã a partir das 8 da manhã. Agradeço a sua audiência, a sua companhia. Lembrando que nós temos direto da Central IA de informações a ÍRA trazendo informações aqui de Campinas, do Legislativo, informação estadual, nacional e internacional, cotação do dólar e muito mais a ÍRA, a inteligência artificial da TV Câmara Campinas. Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com informação do legislativo e também da nossa metrópole, da nossa região metropolitana. Eh, quero agradecer você por estar conosco, agradecer aí a nossa produção, né, e também toda a nossa equipe, desejar você uma ótima terça-feira. Um beijo grande, obrigada e amanhã temos encontro marcado a partir das 8 da manhã com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Valeu, pessoal, fique bem, boa terça e até lá. [Música] [Música] [Música]
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