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Estúdio Câmara | Natureza e saúde mental: como o Verde pode transformar a vida
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Estúdio Câmara | Natureza e saúde mental: como o Verde pode transformar a vida

41 views Publicado 04/08/2025 HD · 1:02:40

Descrição do vídeo

Você já percebeu como uma simples caminhada no parque pode aliviar a mente? Sentir o vento no rosto, ouvir o som das folhas ou apenas observar a paisagem natural tem efeitos reais e comprovados sobre o bem-estar psicológico. E é exatamente sobre isso que trata o episódio do Estúdio Câmara desta segunda-feira, 04 de agosto de 2025. Com base em estudos recentes — como os que utilizam a metodologia NatureScore — sabemos que morar próximo à natureza pode melhorar a saúde mental em até 60%, reduzindo índices de ansiedade, estresse e até depressão. Diante de uma vida urbana cada vez mais acelerada e cercada por concreto, a reconexão com ambientes naturais se torna não só um desejo, mas uma necessidade de saúde pública. Para discutir esse tema sob diferentes perspectivas, recebemos dois convidados especiais: Juliana Góis, psicóloga especialista em neuropsicologia e mestre em psiquiatria, que explica os efeitos neurológicos e emocionais do contato com a natureza e sua importância para o equilíbrio mental. Rafael Camargo, engenheiro ambiental, que traz soluções práticas de planejamento urbano, arborização e criação de espaços verdes acessíveis à população. 🌿 Durante o programa, abordamos: Como o contato com o verde afeta o cérebro e a regulação emocional; Por que pequenas pausas em ambientes naturais podem fazer grande diferença; O impacto de parques, praças e jardins no cotidiano de moradores urbanos; A relação entre cidades arborizadas e a qualidade de vida; Como políticas públicas podem integrar o verde à infraestrutura urbana; O papel da natureza como “tratamento complementar” em transtornos mentais; Soluções para tornar a natureza mais presente no dia a dia, mesmo em grandes cidades. Esse episódio é um convite para repensarmos o modo como vivemos e como nossas cidades são projetadas. Em tempos de tanta pressão emocional e isolamento digital, a natureza pode ser o respiro que a saúde mental tanto precisa. 🌱 Quer viver melhor? Talvez a resposta esteja mais próxima do que imagina: no verde da sua rua, no parque do seu bairro, ou em uma simples pausa sob o céu. 📲 Assista agora, reflita com a gente e compartilhe com quem precisa desacelerar e se reconectar! 📌 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] Olá, tudo bem? Muito bom dia para você, seja muito bem-vindo. Estamos no ar TV Câmara Campinas, mais uma edição do nosso estúdio Câmara Segundamos, hein, gente. E aí, como é que você tá? Tudo bem por aqui? Tudo ótimo. E hoje nós vamos conversar, segunda-feira, né, a gente vai conversar sobre um tema bem interessante. Nós vamos falar sobre o impacto que tem eh na sua vida quando você decide ir de encontro com a natureza. É isso mesmo. A gente fala hoje sobre essa questão eh do papel da natureza pra sua saúde mental. Quantas vezes, né, você tirou, quantos dias você tirou aí do seu mês que passou, nós já estamos em agosto, faz uma análise e veja para mim quanto tempo você esteve em contato com a natureza. E você já percebeu o bem que isso faz? Se você não percebeu isso, nós vamos falar com você hoje, porque nós temos aqui dois entrevistados especiais e vão conversar com a gente sobre a importância desse contato com a natureza. Então, a gente já dá as boas-vindas paraa Juliana Gois. Ela é psicóloga, especialista em neuropsicologia e mestre em psiquiatria. Seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua participação e fala pra gente eh qual que é a importância desse tema hoje e se realmente se reconectar com a natureza faz bem para o nosso sistema nervoso, para o nosso cérebro. Bom, esse tema ele é fundamental. Hoje a sociedade ela tá cada vez mais urbanizada. Nós temos cada vez menos espaços arborizados, espaços ao ar livre. Só que em contrapartida existe existem benefícios para além do relaxamento, paraa sensação de bem-estar, que já é bastante discutida. Você tem mudanças inclusive estruturais no cérebro. Tem um estudo desse ano que traz que há, por exemplo, um aumento da massa cinzenta do córtex pré-frontal, que seria a região, que é a região associada à tomada de decisão, ao planejamento, ao autocontrole. Existem estudos que trazem a relação com aspectos específicos da saúde mental, como diminuição da ansiedade, diminuição do estress, dos sintomas depressivos. Então, como trazer os benefícios das atividades ao ar livre em uma sociedade cada vez mais urbanizada, cada vez mais cheia de préditos e também com atividades que muitas vezes fazem com que a pessoa fique em casa. Vivemos um momento de home office, de telas que vem sido também bastante discutido. Maravilha. Daqui a pouquinho, então, a gente continua o nosso bate-papo com a Juliana, porque agora eu quero apresentar o Rafael Camargo. Ele é engenheiro ambiental e defensor de soluções urbanas baseadas na natureza. Isso é muito bom. Ele vai responder pra gente uma pergunta bem básica que eu tenho dúvida e você de casa também. Primeiro, Rafael, seja muito bem-vindo. Obrigada por participar aqui. Um prazer. Agora já de cara, vamos lá. Esse negócio de quando a gente tá na natureza, a gente sente um ar puro, um ar diferente de quando nós estamos no centro da cidade, por exemplo, isso realmente é verdade? Com certeza. Prazer, muito bem. Eh, sou muito, tô muito feliz de estar aqui com vocês hoje para responder sobre esse tema, tá? Eh, o meu ambiente sempre fez parte ali da minha vida, né? Então, eh, acho que todo mundo tem essa mesma noção, né, de quando a gente tá eh no meio da natureza, seja numa mata, seja num bosque, na floresta, a gente sente aquele ar mais puro mesmo, né? Isso é verdade. A gente realmente sente esse ar. Eh, realmente o oxigênio dele é bem melhor ali a gente tando no meio da natureza, né? A gente não tem toda aquela poluição que a gente tá indo no meio da da cidade, né, de um centro urbanizado. A gente tem menos carros, a gente tem menos muitos menos emissões de todos os outros tipos de veículos, né? Então, acho que essa busca não só eh psicologicamente, mas também faz bem para todo o nosso sistema, né? Todo o nosso corpo. A gente acaba se sentindo melhor mesmo, né? A gente não tá em contato com todos esses poluentes, então acaba sendo um ar muito mais puro pra gente estar esperando. Bom demais. Então, Rafael Juliana, essa é a nossa dupla de hoje. Pessoal vai conversar com a gente sobre o bem-estar, né, a natureza e a saúde mental. Mas agora a gente atualiza então eh algumas informações aqui da nossa cidade. Lembrando que hoje o legislativo retorna, né, com as reuniões e aí você é convidado especial para participar, tá? A Câmara de Campinas vota projeto que estimula empregabilidade para pessoas com mais de 50 anos. Hoje na 42ª reunião ordinária, acontece às 6 da tarde, na volta do recesso parlamentar, né? A Câmara Municipal de Campinas vai votar esse projeto de lei em primeira discussão. E esse projeto propõe a criação de um programa 50 Mais em Atividade. Esse é o nome do programa, 50 mais em Atividade. Ele é voltado à inserção e manutenção de pessoas com 50 anos ou mais no mercado de trabalho. É de autoria do vereador Carlinhos Camelô. E essa proposta, gente, pretende combater o etarismo no ambiente profissional e também promover ações que valorizem a experiência e a produtividade desse público. Lembrando que o retorno do recesso parlamentar acontece hoje às 18 horas com a 42ª reunião ordinária. Você é convidado para participar. A sessão será transmitida ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas, pelo canal oficial da TV Câmara Campinas no YouTube também. E você pode participar ao vivo e presencialmente, né, eh, lá no plenário, a Avenida Engenheiro Roberto Manj 66, bairro Ponte Preta. Só chegar a Casa do Povo está aberta para você, tá bom? E atenção, leilão da INDEC, hein? visitação dos veículos da eh de leilão do pátio da Index será hoje. Então, atenção, a visitação pública aos lotes do primeiro leilão online de veículos deste ano do Pát municipal, eh, será hoje, dia 4 de agosto. O reconhecimento das ofertas pode ser feito no período das 9 da manhã até às 4:30 da tarde, né? Os lotes estão na rua Miguel Cascal de Júnior, 141, no bairro São José, e também na rua Antônio Manoel, número 50, na vila industrial. Esse leilão será realizado amanhã, tá? São 117 carros e 146 motos com direito à documentação, também 171 sucatas aproveitáveis, tá? Para desmonte, sendo 140 carros e 29 motos. E o primeiro lote contendo 157 veículos para usinagem. No total são 591 veículos divididos em 435 lotes. A organização é da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, aindec. Previsão do tempo para você. Vamos lá, segundamos, né? Vamos saber como é que fica a semana. Ah, só hoje, um dia de cada vez, né? Vamos lá. Hoje nós temos sol entre nuvens aqui em Campinas. As temperaturas variam entre 14 e 24º. Agora é o seguinte, gente, tome muita água, tá tudo muito seco, tá todo mundo falando meio que pelo nariz, meio anasalado, todo mundo com uma tosse, o bichinho, né, e espirrando também. Então vamos nos hidratar, tá? Que tenhamos aí uma excelente semana e uma segunda-feira maravilhosa com o céu brilhando, o sol, aliás, brilhando no céu azul aqui da cidade de Campinas. Vamos lá, então. A gente continua com os nossos entrevistados, a Juliana e o Rafael. Agora, eh, eu pergunto paraa Juliana, o que que acontece com o nosso cérebro quando a gente tá em contato com a natureza e como que esses ambientes podem prever aí esses transtornos como ansiedade, como depressão? Porque eu lendo sobre esse assunto pra gente trabalhar aqui no programa, eu vi alguns relatos de pessoas que sentem ansiedade, mas a partir do momento que elas estão em contato com a natureza, essa ansiedade vai baixando, vai baixando e a pessoa consegue respirar melhor, a pessoa consegue se acalmar pelo simples contato com a natureza. Claro que tem eh eh diferentes níveis de ansiedade, né? Mas qual que é o principal papel da natureza quando a gente fala dessa questão da saúde mental? E a gente se refere à ansiedade em si. Vamos pensar que quando você tem um contato com a natureza, há naturalmente um rompimento com a rotina, com as nossas atividades, com pensamentos automáticos, eh com pensamentos que tendem, por vezes a ser negativos, repetitivos. Você tem um ambiente onde existem existem alguns padrões. Se você pensar em de uma maneira evolutiva, você vai voltar para um ambiente natural. Então, a partir do momento que você tá em contato com sensações diferentes, com um ambiente menos ruidoso, com o Sim, a própria luz solar faz bem pro seu bem-estar, libera o hormônio, que você sente mais prazer, vitamina D. Então são muitos aspectos que vão atuar em conjunto. Você entra numa num ambiente que favorece a atenção plena, então você se consegue se desconectar desse ritmo acelerado que tá muitas vezes está num piloto automático e você nem percebe passa a perceber o que tá ao seu entorno, passa a perceber outras cores, outras texturas, outros sons que vão diminuindo a sua pressão arterial. que vão tá influenciando no seu sistema imunológico. Você tinha comentado no início a questão da respiração, eh, para além do ar puro, é até a percepção da respiração. Às vezes a gente vai fazendo uma coisa atrás da outra e nem se dá conta de que o que que tá acontecendo comigo, o que que eu tô sentindo, os pés descalços, a luz. Então, são muitos os fatores que promovem essa sensação de bem-estar e reduz de uma maneira muito importante a ansiedade. Isso se amplifica em termos de benefícios, porque em geral quando você tá na natureza também você pode estar praticando alguma atividade física. Então você vai duplicar o benefício que você teria atrelado à saúde mental e o bem-estar. Se a gente parar para pensar, natureza é tudo de bom, né? Um estudo publicado na revista Natura em 2015 revelou que o contato com a natureza reduz a atividade do córtex pré-frontal, eh, a uma área que é ligada à renimação, um dos principais marcadores da depressão. Então, eh, a gente percebe que vários estudos já tem publicados e várias pesquisas que não param de fazer esse tipo de pesquisa. Por quê? Porque a natureza é um remédio pra gente, se a gente parar para analisar. Agora eu pergunto pro Rafael, qual que é o papel do planejamento urbano na promoção do bem-estar mental em meio à natureza? Porque a gente percebe que as cidades elas têm um desenvolvimento muito grande, mas o desenvolvimento da cidade a gente sabe que precisa de repente tirar uma árvore daqui e colocar ela em outro lugar, mas você tira uma árvore que ela já tá grande e aí você vai plantar uma que que é pequenininha, então ela vai demorar um tempo para crescer. E aí, eh, o entra eh o planejamento urbano em ação, né, mas ele pode ajudar ou atrapalhar essa relação entre natureza e saúde mental. Qual que é a avaliação que você faz e como você vê a questão do planejamento urbano hoje em relação ao meio ambiente aí essa questão da natureza que a gente tá falando? Olha, eu acho que hoje a gente não consegue mais falar de desenvolvimento sem falar de desenvolvimento sustentável, né? Todas as ações que a gente faz no momento onde tá sendo planejado um novo bairro ou um novo empreendimento, eles já são a já são tomadas ações onde a gente consiga minimizar os impactos, né, que são causados ali pela construção, né? A gente sabe ali que a construção civil ela é muito danosa, né? Causa muito impacto ao meio ambiente. Então de alguma forma a gente tem que compensar, né, essa esses impactos que são causados, né? Hoje aqui em Campinas e também na região a gente consegue ver eh que os empreendimentos, né, esse é um cenário nacional, né, mas falando assim do do macro aqui, né, a gente consegue perceber que a maioria dos empreendimentos que a gente tem hoje, os grandes bairros que são planejados e até mesmo os pequenos empreendimentos como prédios, né, eh eles são eles eles são pensados muito ao meio ambiente, né? Então assim, os grandes empreendimentos hoje eles têm partes lineares de extensão extensões enormes, né? A gente tem aqui em em no município aqui de Campinas, para dar exemplo, empreendimentos com parques lineares de mais de 2 km de extensão. Então são isso meio que acabou virando uma rotina pros grandes empreendedores, né, paraas grandes construtoras e também a questão da compensação que você disse, né, a gente tem que pensar que no momento onde a gente vai fazer os estudos, né, para para acabar fazendo a supressão das árvores, né, que a gente chama, eh, nesse momento já são planejadas e já são pensadas as medidas para fazer a compensação. Uhum. Então, aqui em Campinas, eh, as legislações variam, né? Mas é uma é uma é uma pauta que tá bem sendo bem discutida, né, nesse em todo esse cenário da construção, mas a gente tem que pensar que para uma árvore que a gente retira tem dependendo, tem cenários que a gente precisa plantar 50 árvores no local. Então, então assim, essa compensação ela acaba sendo muito benéfica ao meio ambiente, né? a gente entende que realmente a gente tem que causar esse impacto, né, para melhorar a vida ali das pessoas, para dar dignidade para as pessoas fazerem, terem a sua moradia, mas o desenvolvimento sustentável tem que andar lado a lado também. Então a gente tem que ter essa compensação no local, né, ou em algum outro local, mas fato é que sempre que a gente faz um causa um impacto é lei, a gente tem que fazer essa compensação também. Muito bem. Falando em compensação, se você circular aí eh por alguns locais de Campinas, alguns bairros, né, eh tem aquela mini floresta, né, que está sendo eh eh feita. Então a gente percebe assim em alguns pontos lá no Taquaral tem essa mini floresta. Eu vi, acompanhei sempre passando por lá e vi o início e agora já tá tudo plantado. Daí assim a gente consegue ter uma noção de como vai ficar aquilo daqui algum tempo, né? Quanto tempo mais ou menos a gente consegue eh eh que leva para para crescer aquelas árvorezinhas que foram plantadas ali. Eu não sei eh qual que foi a espécie, né, que foi plantada, mas assim pra gente já ter uma visão de uma mini floresta, assim, quanto tempo mais ou menos? Como que funciona? Olha, as minifilorestas também são uma nova iniciativa aí que a prefeitura tá trazendo aqui pros pra cidade de Campinas, né? Eh, elas são muito importantes porque elas elas é que nem você falou, né? Elas trocam, né? Elas proporcionam um ambiente onde não tinha nada, né? Sim. um ambiente muito mais rico, muito mais cheio, né, de de de vegetação, né, de verde, né? Então, a gente acaba tendo essa essa diferença, né, de ambiente e e consequentemente também na diferença do do do bem-estar ali da população, né, como um todo. As espécies ali da minifiloresta, assim como as que a gente faz as compensações por volta de Campinas, são espécies ali da nativas do nosso bioma, né? Então, tem que ser espécies nativas ali da da da Mata Atlântica. Uhum. E por ser essas espécies, elas têm diferentes, né, diferentes eh ciclos de crescimento, ciclos de crescimento. A gente planta espécies pioneiras, espécies não pioneiras. Então a gente sempre varia, né, a o o a possibilidade ali e o tempo de crescimento delas. Mas eu acho que a gente vai começar a observar um crescimento bom no curto prazo. Eu acho que daqui a dois anos, no mínimo, ali, a gente já vai ter uma florestinha bem consolidada e é transformador, né? É, os verdade, é transformador. Eu eu particularmente eu gosto de de floresta, né, de de trilha. Eu gosto de observar. E eu quando tô fazendo minhas caminhadas assim, eu observo que as árvores elas crescem para cima, né? Quando a gente tá na floresta, elas buscam a luz do sol. Então, por isso que elas crescem para cima. E a gente caminhando, quem gosta, né, de caminhar e em meia floresta, eu acho que percebe isso também. A gente tá caminhando, a gente faz um eh uma espécie de contemplação, a gente contempla e é um negócio tão gostoso quando você nem percebe, você tá olhando para cima assim, você tá vendo aquela árvore imensa, linda, e aí os raios eh eh do sol e aquela respiração, ela vai ficando mais calma. Gente, é maravilhoso. Se você não é adepto, eu recomendo, porque às vezes quando a gente tá no estress, né, você vai pra floresta, realmente dá uma acalmada. E aqui em Campinas tem vários locais para você fazer a caminhada, você fazer essa conexão, né? E olha só, a Organização Mundial da Saúde recomenda ao menos 9 m² de área verde por habitante, né? Campinas tem uma média superior e mas a distribuição ela ainda tá um pouco desigual, mas vai com essas minis mini florestas o negócio tá tomando corpo, vai ficar bem legal. E é importante a gente falar que as pessoas precisam preservar, né? A gente precisa preservar de algo que nos ajuda com a nossa saúde mental. Hoje a gente percebe aí um um aumento de pessoas adeptas a essa esse tipo de caminhada. Juliana, eh vamos voltará um pouquinho atrás e vamos lá paraa pandemia. se eh no seu ponto de vista, na sua visão como profissional eh da saúde mental, você acredita que essas caminhadas, essa essa questão do do de fechar tudo na pandemia e as pessoas começarem a buscar alternativas para melhorar aqueles quadros de ansiedade, porque todo mundo teve uma questão de ansiedade mínima ou máxima na pandemia, a gente não pode negar isso. E aí o pessoal começou a buscar mais esse tipo de espaço para para respirar, para caminhar, para se desconectar um pouco daquela coisa que a gente tava no desespero da pandemia. Você acha que a partir disso que as pessoas, a partir desse momento que as pessoas se conectaram mais com a natureza, você acha que tem a ver ou já vinha antes? Já existia um movimento anterior, mas isso ganha um espaço muito maior com a pandemia. E é curioso como num primeiro momento desse período pandêmico, você não podendo tá fora de casa, né? Teve aquele suo inicial, começa a pensar quais alternativas que eu posso. E aí a prática simples com uma jardinagem começa a ganhar um espaço. Ah, como é que eu faço uma hortinha aqui na minha varanda?Onde é que eu tenho um espaço onde bate a luz solar? onde eu posso deixar a janela aberta e poder sentir e ter essa percepção de uma melhora no bem-estar, na qualidade de vida, com essas práticas que são simples. Você da contemplação, é exatamente isso. Eh, é esse parar que estimula até a nossa criatividade, que vai para além. Então, sim, temos um aumento disso na pandemia. A contrapartida é com o isolamento social. Nós temos um boom aí na questão, a gente fala que houve também uma pandemia em relação à saúde mental, porque é os os impactos são eh inquestionáveis e ainda hoje nós colhemos alguns aspectos em relação a isso. E esse aspecto da desse ar livre, desse contato beneficiando todas as faixas etárias. Acredita que no Japão tem uma prática que pode até só um pouco esquisita se a gente pensar que chama banho de floresta. Banho de floresta. Adoro. Que traz isso e você tem uma diminuição de e alguns estudos mostram até 13% do nível de cortisol, que é o hormônio relacionado ao estresse. Uhum. Eh, então a orô, quando nós falamos hoje tanto em Bernal, a gente é uma das das maneiras de você mensurar é essa questão do cortisol. Então, os benefícios eles são enormes. E olha que curioso, você pensa num hospital, eh, acredita que você dentro dos hospitais se percebe que quando você tem plantas, quando você tem algum espaço verde dentro de casa, as pessoas cuidavam ali da plantinha, tinha esse esse cuidado. No hospital você vê uma melhora tanto pros pacientes que estão hospitalizados, que estão internados, mas também para pros visitantes e pros profissionais da saúde, então todos acabam se beneficiando. Então sim, eh é um impacto que se estende paraas diferentes idades em diferentes contextos. Muito bem. Agora você falou das plantinhas, né? A gente tá falando aqui de floresta, de banho de floresta, que eu adoro e tal. Só que se a gente e você tocou num assunto muito interessante, se a gente parar e olhar dentro da nossa casa, porque eh, Rafael, você que é engenheiro ambiental, a gente pode transformar o lugar que a gente mora e trazer um ambiente mais gostoso, né? Eu não sei, toda vez que eu compro uma plantinha, que eu cuido dela e que eu deixo ela lá, é, parece que traz mais energia para dentro de casa e isso já faz um bem enorme. Imagina você ir caminhar na natureza, então a gente consegue fazer esse parâmetro, né? E em casa, se a gente tem um espaço ocioso, a gente consegue fazer um lugar especial pra gente dar uma reconectada com a natureza também, não é? Com certeza. Eu acho que é que nem que nem falaram, que nem vocês comentaram, né? Na pandemia a gente teve que buscar essas alternativas, né? Então a gente começou, não sei vocês, mas eu comecei com esse hobby maior assim de ter plantas em casa. Então hoje minha meu apartamento é cheio de plantas, a gente tem plantas para todo que é lugar e eu me sinto muito melhor quando quando eu tenho essas plantas por perto assim, né? Inclusive eh os apartamentos dos meus amigos, da minha família que eu visito também, a gente começou a ter esse hábito de ter mais plantas no local. E é uma é uma uma sensação assim que ela é praticamente unânime, todo mundo concorda de que se sente muito melhor com a planta. esse hábito de cuidar da planta, de fazer a manutenção dela, de fazer uma poda, de fazer de fazer a a irrigação dela, né, todo dia, assim, quando é necessário, né, eu acho que traz essa sensação boa pra gente, né, não só para de ter uma planta em casa também e dela tá trazendo todos os benefícios que a planta traz, né, de tá purificando o ar e tudo mais, mas eu acredito que eh além dela deixar a casa mais verde, mais feliz, ela acaba deixando a gente mais feliz também, né? a gente tem esse ter esse contato com a terra, por menor que seja assim, né? A gente sabe que não é todo mundo que tem essa essa oportunidade de est fazendo um passeio ou então tá fazendo uma trilha ou então tá indo num parque para tá fazendo essa essa conexão com a natureza. Então, por menor que seja, eu acho que é importante a gente ter essa conexão com a natureza, mesmo que dentro de casa a gente começa de alguma forma, né? E aí a gente vai evoluindo, vai tendo essa esse gosto maior assim pela por essa questão das plantas e da natureza como um todo. E a gente pode montar um jardinzinho lá no espaço ocioso, né? Mas as plantas assim que você indica que é mais eh que a gente tem mais facilidade para cuidar, porque geralmente o pessoal trabalha direto, então a gente precisa eh também, né, equilibrar a situação. Quais as plantas que você indicam? E tem algumas eh alguns informações na internet que algumas plantas, principalmente verdes, elas é meio que assim, como é que eu posso falar? Elas filtram o ar que tem dentro de casa. Isso é verdade mesmo? Com certeza. É muito verdade. A gente tem eh esse aumento de plantas ali que são indicadas para dentro de casa, né? Vários estudos ali que demonstram que essas plantas fazem esse essa essa purificação dos ambientes mais fechados, né? Tem diversas plantas ali que a gente que precisam de pouca manutenção e que purificam o o ambiente, né, o nosso apartamento, ou seja, a nossa casa. É claro que a gente isso varia de acordo com o tamanho do lugar que a pessoa mora, né? Mas a gente pode começar de apartamentos pequenos, de espaços pequenos ali com uma gibóia, com uma espada de São Jorge, com maficos. São plantas ali que necessitam de pouca manutenção. Elas se desenvolvem bem em locais ali que não precisa de muito sol. Claro que se você tiver um espaço maior, você pode fazer uma horta, você pode ali tratar eh um espaço um pouco maior, mas a gente pode também pensar que a gente pode utilizar plantas ali também e fazer essa questão como uma jardinagem, como você disse, né? A gente pode cultivar ali diversos alimentos ali que podem ser úteis pra gente usar no dia a dia. Eu acredito que muitas das pessoas ali que estão nos assistindo, inclusive vocês também, tem uma um pezinho de manjericão em casa que a gente utiliza. Uma alegrinha. uma salsinha, uma cebolinha. A gente tem esses, é uma prática fácil, né, da gente ter. São alimentos ali que a gente pode ter, pode cultivar facilmente. É um espacinho pequeno, a gente não precisa de muita manutenção e eles acabam trazendo benefício, não só da gente ter esse hábito da jaidinagem, né, mas até também da gente tá fazendo uma alimentação mais saudável, né, um alimento que a gente mesmo tá cultivando, né, acredito que é só benefício pra gente ter esse tipo de planta em casa. Nossa, gente, vamos falar a verdade, né? É tudo muito bom se a gente for parar. para analisar o que a natureza traz de benefício pra gente. É só benefício, é só coisa boa, né, Juliana? A questão da gente, estamos falando aqui eh de viver próximo, né, de estar perto da natureza. E aí a gente fala, claro, é óbvio que arremete o quê? A você caminhar, fazer uma trilha, ir a um parque, mas a gente pode trazer isso para dentro de casa, assim como e ele disse, né? E assim, é a questão de mexer com a planta já também dá uma quebrada legal no estress, né? Sim, porque é uma atividade, você se envolve, é como quando você faz uma pintura, você tem essa questão do tem o cuidar que você remeteu e você percebe algo evoluindo, então ela vai crescendo, você percebe o desenvolvimento. Isso também é muito satisfatório para cada pessoas. Então você perceber essas mudanças. E uma coisa que eu queria trazer que eu acho que é importante, nós estamos falando bastante do verde, mas tem o azul também, né? O litoral. Eh, o, então essa questão das cores também tem o impacto. V, às vezes você não consegue dar uma plantinha, mas as cores que remetem a natureza, o verde das plantas, o azul do mar, às vezes uma foto, um portaretratos, a gente tava comentando um pouquinho antes ali da pandemia. É comum se você não consegue de repente ter ali um espacinho, eh, de repente colocar um um quadro de uma paisagem que é agradável para você, que te remete a emoções positivas, a essa sensação, porque são maneiras de você fazer uma ligação com algo que te dá prazer. Então vai desde do plantar o feijãozinho, né? Que a gente faz que para ver uma plantinha ali crescer até você realmente ter esse cuidado maior com o ambiente como um todo. E essas cores não sabemos também que trazem benefícios em relação a essa sensação de relaxamento. Nossa, sensação de relaxamento no mar. azul coqueiro verde ali. Aí daqui a pouco começa o sol se p aquela, como é que é? Um laranja, um negócio maravilhoso que se mistura com lilás e tal. Gente, é é é natureza maravilhosa. Fizeram uma pesquisa com caminhadas de executivos por 20 minutos, vendo qual era a diferença se ele caminhasse no litoral e se ele caminhasse no ambiente urbano. E perceberam diferenças também aí em relação à sensação de bem-estar, a liberação de hormônios de prazer. Então, sim, o azul, além do verde, além das trilhas, eh, o ar livre em si traz essa sensação. É verdade, né? Isso é importante. Então, olha só, tá vendo? A gente começa a segunda-feira, né? Começa a semana, nós começamos o mês de agosto, estamos já se encaminhando pro final do ano e a gente sabe que o segundo semestre é um um semestre de muita expectativa, né? Porque nós temos metas a cumprir até dezembro e aí você para, dá uma olhada, fala: "Poxa vida, eu vou ter que trabalhar muito". Só que é importante a gente trabalhar, mas é importante também a gente cuidar da nossa saúde. E aí quando a gente para para analisar, tá tão próximo, tá tão próximo da gente, né? De repente fazer uma horta em casa ou então trazer uma plantinha para dentro de casa, cuidar dela, ou então coloca na sua agenda, né, aos finais de semana ou no final do expediente, ao invés de para casa. Eu sei que é corrido, mas ao invés de ir para casa, coloca lá um tênis, uma bermuda na no carro, se troca, vai fazer uma caminhada, nem que seja de 15 minutos, né? Eh, para você respirar um ar puro, próximo à natureza. Aqui em Campinas a gente tem bastante eh eh lugares que que traz essa experiência maravilhosa pra gente. Lá em Joaquim Egídio tem muito lugar gostoso para caminhar. Ah, aqui no no próximo ao centro ali Taquaral, às vezes você tá andando em alguns locais aqui em Campinas. né? O Bosco do Jeibass e você até esquece que você tá no centro da cidade, Bosco do Jeetibass, por exemplo, né? Campinas é uma cidade privilegiada porque é uma cidade com eh eh uma população de 1.200.000 pessoas, né? A gente vive num ritmo frenético como como a cidade que é uma região metropolitana, né? Uma metrópole, mas a gente ainda tem eh em vários pontos da cidade aqueles espaços verdes, né? É, tem cidades que já não existe isso mais, né? Infelizmente a gente tem, a gente, que nem você falou, a gente é privilegiado aqui em Campinas, né? A gente tem qualquer campineiro a gente consegue falar assim espaços verdes ali à torta direita assim. A gente tem o Taquaral, que é o famoso, né? A gente tem um boom ali do Taquaral mais mais eh mais recentemente, né? Mas o Taoral sempre fez parte ali da vida do campineiro, né? O parque Ecológico também, Bosque do Jequá. E a gente tem que lembrar também que aqui em Campinas a gente tem eh dentro da da do nosso município a segunda maior mata urbana do Brasil, tá? A mata Santa Genebre é a segunda maior mata urbana do Brasil. Ela só perde pro para a floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Então a gente tá aqui dentro, né? Eh, a Mata Santa Genebra, ela tem trilhas guiadas, ela tem todo, vários profissionais, é uma associação, né, que que faz esse esse esse background ali por atrás da responsabilidade de todas essas coisas que a que a mata nos oferece, né? A gente tem várias matas aqui por volta de Campinas, eh vários parques lineares também sendo implementados. A gente tem a Mata Santa Genebrinha sendo um parque linear da Mata Santa Genebrinha sendo implementado ali próximo ali ao Shopping Dom Pedro. Muito bom. a gente tem esse crescimento, eu acho que esse crescimento, né, que tá tendo de espaços verdes aqui em Campinas demonstra, né, que a população de Campinas, por a gente sempre ter essas essas matas e esses espaços verdes dentro do nosso município. Eu acho que o campineiro gosta, né, de desse tipo de de habitate, né, vamos assim dizer, né, de de lugar pra gente tá se desenvolvendo, fazendo uma caminhada, levando a família, né? Então acho que a gente a gente tem uma oferta muito grande, né, de de espaços verdes, mas a gente também tem uma demanda muito grande de espaços verdes, né? Às vezes quem você falou, provavelmente você falou só Souzas, Joaquim Egídio, só quem mora em Souzas e Joaquim Egídio sabe como é bom ali morar, né, e respirar aquele ar, mas quem também não mora tem essas opções de est fazendo uma trilha, de tá conseguindo se desenvolver, né, e fazer as atividades ao ar livre nesses locais também. Então, acredito que essa essa tendência, né, a gente tem uma tendência muito grande de est aumentando esses espaços verdes, justamente por a gente tá querendo buscar sempre novos locais ali pra gente fazer ou seja uma caminhada, seja uma atividade livre. Olha que curioso essa questão de a família, caminhada com amigos, o quanto também promove a interação social. Você você tá em ambiente de convivência, você não tá num ambiente isolado, você tá num ambiente de troca, você tá tendo outras pessoas. É um espaço pro piquenique, é um espaço pro pra atividade, para cuidar do corpo, para cuidar da mente. As coisas ficam todas sintonizadas, né? Então você percebe uma relação direta que uma coisa puxa outra, né? praça, você falou na caminhada, de repente 9 minutos, às vezes brinco que o ótimo inimigo do bom, né? Não dá para fazer aquela frequência que nós gostaríamos, mas deixar de fazer pode ser muito mais prejudicial do que fazer um pouco a cada dia. Exatamente. E a questão da contemplação é maravilhosa. Contemple, contemple. E assim, às vezes você tá no carro, eu falo quando eu falo contemplar, não é só quando eu tô fazendo caminhada, não. É. É. É, às vezes eu tô no carro assim, eu vejo uma árvore assim, eu olho e falo: "Nossa, que linda", né? Aí eu falo: "Ah, sua linda". Sabe assim, contemplar, ver, admirar, isso também traz uma sensação de bem-estar. E nós estamos, igual eu falei aqui, já no segundo semestre, tá tudo muito corrido, a gente vive muito no automático e aí a gente não para. Que tal a gente começar a dar mais atenção para isso, né? A respirar. A Juliana trouxe algo bem interessante, que eu aprendi isso fazendo terapia, né? faz terapia. Isso é bom, é importante. Fazendo terapia, você sabe que a gente, você já parou para analisar a sua respiração? Você lembra que você respira? Às vezes não lembra, né? Porque é tão automático, é tão natural, entre aspas, respirar, mas experimenta ficar sem ar. Aí você vai prestar atenção na sua respiração. E a gente não respira direito. A gente precisa aprender a respirar. Nossa respiração não é essa, né? Rapidinho, rapidinho. Não, a gente tem que puxar, soltar. Ah, mas não dá tempo. Tá vendo só? Às vezes não dá tempo nem de respirar, Juliana. É isso mesmo, né, que acontece com a gente. É isso. Eh, nós não percebemos às vezes a respiração, a iluminação, eh, fica um dia inteiro no ambiente escuro. O nosso ciclo muda completamente. Eh, como é bom poder abrir a janela. O dia começou. você percebe o céu alaranjado, é porque a luz tá caindo, nosso corpo também vai demonstrando. Então, há uma relação natural do ambiente com o ser humano. Nós nós viemos de um ambiente extremamente eh das, os ambientes armonizados. Existe uma questão evolutiva aí que também deve ser considerada. É lógico que nós vamos criando coisas novas e implementando, mas há sempre esse retorno, essa tentativa de busca de recursos que possam vir de alguma maneira compensar eh as alterações que o homem promove no ambiente sem prejudicar ele a saúde, muito pelo contrário, tentando aí encontrar um equilíbrio. Muito bem. Agora, quando a gente fala em equilíbrio, eh, vamos lá, vamos puxar pra questão, Rafael, eh, do equilíbrio entre homem e natureza, né? Como que você vê hoje essa questão da preservação, essa essa questão assim de quando as pessoas vão caminhar, elas já tão levando já, já estão prestando mais atenção e e tem as pessoas não se permitem mais, elas não é mais do ser humano, pelo menos é o que eu vejo com o grupo que eu caminho, né? Então assim, tem exceções, mas as pessoas não deixam mais lixo na mata, as pessoas levam a sacolinha para recolher. Isso é muito importante e existe uma realmente uma conscientização. Você que trabalha nessa questão ambiental, você tem visto uma diferença, né, antes e agora em referência à conscientização do ser humano na preservação do meio ambiente? Olha, eu acho que a gente evoluiu bastante nesse tema, tá? Eu realmente concordo que a gente antes a gente não tinha essa conscientização, né? Tinha gente que não sabia como fazer a reciclagem. Ainda tem pessoas que ainda t um pouco de dificuldade, mas é uma questão natural, né? a gente vai aprendendo, vai sendo conscientizado cada vez mais cedo. Então eu acredito que essa conscientização cada vez sendo feita cada vez mais cedo, às vezes ali quem a pessoa que tem a família que tem criança pequena já começa a conscientizar essas crianças sobre o que é feito eh a partir da reciclagem, o que um uma latinha pode se tornar, o que uma garrafa pode se tornar, né? São essas pequenas coisas ali que a gente tem que pensar também que tem gente que faz que ganha o próprio sustento da reciclagem, né? Uhum. Então, além além de da gente tá fazendo bem pro meio ambiente, a gente tá fazendo bem pra sociedade como um todo, né? Isso é super importante. Eu acho que a gente tem eh realmente essa evolução na conscientização, né, da da pessoas em relação à educação ambiental. Ainda falta um pouco, porque a gente a gente ainda vê bastante gente eh jogando lixo no em local inadequado, às vezes jogando lixo pela janela, às vezes você tá no trânsito, vê uma pessoa jogando lixo pela janela do carro. Isso é o fim, né? Né? ainda, é inacreditável que ainda tem gente que pensa dessa forma, que pensa que tá trazendo um, fazendo alguma coisa boa, que tá fazendo uma coisa bonita, né? E a gente tem que pensar também que às vezes a pessoa pode estar causando um problema ainda maior. E se a pessoa não tiver jogando um lixo, mas tiver jogando, sei lá, uma bituca de cigarro, e essa bituca de cigarro pode se tornar um incêndio, né? Porque pode acabar acabando com tudo isso que a gente vem falando de uma área verde bonita, uma área verde preservada. Às vezes tem gente que faz esse tipo de situação, tipo de coisa e acaba esquecendo que tem gente que precisa, né, da dessas entes verdes para se sentir bem. Então, às vezes, uma uma coisa simples, né, uma um momento simples, uma coisa ali que parece ser rotineira para algumas pessoas, pode acabar causando um impacto muito maior para as outras pessoas. Então acredito que a gente ainda tem que evoluir bastante ainda na na questão da conscientização, mas eu acho que a gente tem crescido melhor assim sobre isso. Um crescimento sim, porque as pessoas acho que começaram a ter noção, né, eh, de quanto o meio ambiente faz parte da nossa saúde, da nossa vida, e que a gente precisa que ele esteja aqui junto, presente e e o ser humano e se acaba com o meio ambiente, claro, quem acabou, o ser humano mesmo. a gente destrói e aí as pessoas vêm se conscientizando mais. E essa conscientização é importante também, né, ela é fundamental e ela começa ali, acho que dentro de casa, né, tem um exemplo dos pais. Então isso foi fundamental você isso dentro do contexto escolar, porque o impacto da do meio ambiente de uma maneira geral, eh o quanto isso pode ser prejudicial ao ser humano, o quanto isso pode ser prejudicial ao eh ao lugar que você vive, ao que você vai deixar paraa geração futura. Uhum. Eh, então essa conscientização ela é cada vez maior e até nós temos uma discussão, um projeto que vem sendo eh pensado pela Fio Cruz aqui no Brasil, que é de de repente eh ter um profissional específico de conscientização em relação à importância eh da natureza, do cuidador do ambiente, pro ser humano, pro outro. Então, quem sabe aí não surge aí um outro profissional que vai ter esse papel para nós termos dimensão da importância do quão isso é essencial a gente quiser seguir com uma qualidade de vida. É verdade, né? Temos respiração, ar puro, né? E e isso nos dá qualidade de vida. É só a gente buscar, tá? Bem pertinho de nós. E lembrar que nós precisamos respirar, tá bom? Não esquece disso. Vamos lá, gente. 8:52. A produção tá avisando que a gente tem algumas perguntas e aí vamos lá, vamos responder. Vamos ver o que que o pessoal tá interagindo, o que que eles estão falando referente a esse nosso tema de hoje, né, que é bem interessante pra gente começar a semana. Aí o pessoal fala: "Ah, mas olha só, vamos falar de de natureza, viver perto da natureza, fazer caminhada, respirar por segunda-feira. É isso mesmo, segunda-feira já coloca na agenda aí. Vamos lá respirar um arzinho puro. A gente precisa, né, para você ter mais qualidade de vida. Você vai ver como isso vai fazer a diferença, vai contemplar. É isso mesmo. Vamos lá, produção. Pode mandar pra gente 8:52 a primeira pergunta ou depoimento, enfim. Vamos lá. A Ana Lopes do Jardim São Pedro. É verdade que 15 minutos de contato com a natureza já podem diminuir sintomas de ansiedade e depressão, mesmo em adultos com a rotina agitada? Olha que eu vou te falar que sim, é verdade. É lógico que nós não podemos confundir tratamento de sintomas de ansiedade, depressão com melhora desses sintomas. Então, por todas as questões que já foram abordadas, sim, essa pausa, essa pausa que ela é simples, mas é intencional, ela pode favorecer a redução dos sintomas, tanto de ansiedade, quanto de depressão, quanto de estresse. Exatamente. Eu sou prova viva disso, porque assim, sou jornalista. Aí, sabe qual que é o meu cansaço? O meu cansaço é mental. Eu não tenho cansaço físico, eu tenho cansaço mental. É muita informação da agora. Você imagina a gente começa a trabalhar na segunda, todos os jornalistas aí na sexta-feira, quanta informação passou nesse cerebrinho aqui. Aí às vezes tá assim, ó, falou: "E eu preciso de um tempo, né, para respirar. Mas você vai lá, dá uma caminhadinha em um bosque, dá uma respirada". Ou então ah, cuida de uma plantinha, você percebe que abaixa, que acalma e que você consegue organizar os sentidos, sabe? Então isso é muito importante e é verdade sim. né? A nossa psicóloga falou e eu tô dizendo porque eu faço isso e isso é bom demais, gente. É bom demais. Vamos lá. 8:54. Mais perguntas pra gente? Pode colocar, produção. Vamos simbora. O Mateus Ferreira do Cambui. Oi, Mateus, bom dia. Existem regras ou metas mínimas para áreas verdes nos novos loteamentos da cidade? Uau! Ou isso ainda depende da boa vontade das construtoras? Então, que que você me diz? Tem mesmo? não é uma coisa que depende da boa vontade, tá? Todas essas normas e essas essas especificações, elas são exigidas em legislação, tá? É claro que elas variam, né, de acordo com o impacto, de acordo com o tamanho ali que a gente tem um empreendimento ou não, né? Mas é que nem eu falei antes, a gente tem visto essa tendência maior, né, de ter de se ter uma praça, de se ter um parque linear ali dentro de um loteamento, né, dentro de uma loteadora. A gente tem os grandes loteamentos aqui que estão sendo desenvolvidos em Campinas e os que já estão entregues, que a gente tem um um uma percentual de área verde muito grande, muito elevado, né? A gente tem ali, não é por boa vontade da do empreendedor de ter isso, tá? É exigido em legislação. A gente tem a as as mínimas, né, que a gente tem que respeitar. Eh, mas a ideia é que a gente aqui na cidade de Campinas tem essa esse incentivo da gente preservar ainda mais a vegetação como um todo, né? Então assim, a gente tem as áreas de preservação permanente, que são ali áreas que a gente não pode ter eh nenhum tipo de ação. E além disso, a gente tem algumas algumas eh os plantios compensatórios hoje em dia, eles são envolvidos não só ao redor da mata, das matas, mas são criadas novas matas, né? Hoje em dia, a gente vai ver aqui no no cenário de Campinas, né, no nos próximos cinco até se querer ter um um espaço ainda maior próximos 10 anos, eu vou ter certeza aqui de falar para vocês que Campinas vai ter mais, sei lá, muito mais eh eh bosques dos Jequá, vão ter novos taquaraus, vamos assim dizer, né? A gente vai ter essa disponibilidade ainda maior. Isso muito graças aos novos bairros, né, que estão sendo implementados aqui na cidade de Campinas. Muito bom. É, precisa, né, ter essa conexão, estar tudo alinhado, porque a gente sabe quando a a nossa temperatura, ela tem subido demais, né? A gente tem percebido que quando tá calor, no verão, agora a gente tá no inverno, mas no verão, gente, a falta que faz uma árvore. Que que é isso, né? E a gente pode medir pela temperatura. Quando você tá numa sombra, é uma temperatura. Quando você vai para para o sol ali, é totalmente diferente. Então, é, existe uma preocupação, né? E e eu acho que essas minifilorestas e e toda essa preocupação aí na na referente à construção de loteamentos que precisa ter uma área verde, é isso mesmo. E a gente precisa se conscientizar, né? E precisa ser lei. Não deveria, não deveria ser lei, né? Porque assim, a pessoa deveria ter a conscientização de que a gente precisa ter um espaço verde aqui, mas você vê, ah, é lei. Então, se é lei, a regra precisa ser cumprida. Mas se a gente for parar para pensar friamente, é algo que tem que o ser humano ele precisa ser moldado ainda, né? Precisa ser lei. Então isso precisa ser cumprido a partir da lei. Se não é lei, eu não vou lá plantar. Poxa vida, daí também. É engraçado precisar ser lei, né? É uma coisa que a gente se sente tão bem, né? No meio. É engraçado a gente ter que pensar que a gente tem que ter uma arborização de calçada e isso é lei. Mas é engraçado a gente pensar que isso tem que ser uma lei, né? Porque é uma coisa tão natural, né? É, é uma percepção espontânea, né? Até do ruído. Você percebe uma mudança quando você tá num ambiente ali muito agitado, com muito barulho, com um tráfico grande de carros e você entra tem aquele silêncio, você já sente uma paz. Então, curioso você ter essa necessidade de ter uma uma lei que traga isso se é tão palpável. Exato. É essa sensação que você teve. Aí a gente eh a partir desse pensamento, a gente começa a analisar como nós precisamos ainda evoluir, né? E ainda bem que a gente tem aí eh eh essas pessoas que trabalham e que colocam isso na legislação para que vire uma regra, para que vire uma lei, para que as coisas aconteçam. Mas se a gente parar para pensar, não não teria necessidade de ter uma lei para garantir que tivéssemos um meio ambiente sustentável. concorda comigo, né? Então, a gente precisa de eh muita lapidação como ser humano ainda. Mas que bom que isso está acontecendo, né? E que bom que existem as leis. Quem sabe um dia a gente não precisa mais de lei para você saber que você tem que plantar uma árvore e se conscientizar que precisa cuidar do meio ambiente, né? É conscientização, autoconhecimento do que nós precisamos para você se sentir bem, né? Estamos no caminho, né? Eu acho que a gente vai a as próximas gerações, as novas gerações, eu acho que a gente tá deixando um legado bem legal e que essas novas gerações elas vêm já com uma ideia diferente quando a gente fala de meio ambiente, de de mundo sustentável, né? Porque a gente precisa mudar. Vamos lá. 8:59. Tem mais pergunta, produção? Pode mandar pra gente, por favor. Vamos lá. Quem é que tá conosco? O Ricardo Almeida do Jardim Chapadão. Ver o porte sol do bosque sempre acalma meus filhos. Ai que legal. Há estudos mostrando que esse hábito diário pode reduzir sintoma de TDH em crianças. Ô Ricardo, boa pergunta, né? Pode ser só maravilhoso, né, Ju? Não especificamente do Porto Sol, mas sim do contato com a natureza. Nós já temos alguns estudos que trazem que é benéfico para crianças com TDH. Uhum. Crianças ou adultos também que têm que apresentam transtorno de défic de atenção e hiperatividade. Esse contato com a natureza e faz todo sentido se nós pensarmos na questão da melhora da atenção, da melhor dessa questão de você ficar mais centralizado, do aumento, da da atenção plena. né? Então, os benefícios, sim, eles são perceptíveis e isso já tem sido mostrado em diversos estudos. Olha só, isso é magnífico, não é? Porque poxa, é tudo tão natural e a gente tá melhorando. Tenho certeza que nós estamos melhorando. Esse depoimento aqui foi muito, muito bom, eu acho, porque trouxe pra gente que realmente a contemplação, estar próximo da natureza e você preservar esse meio ambiente tão magnífico que nós temos aqui no Brasil é fundamental importante. Colocar os pés no chão, descos na grama, né? Exatamente. A gente conseguiu ver na prática exatamente tudo que a gente estava falando aqui, né, um relato já de de um de uma pessoa falando que tem essa melhora, né, que a criança tem essa melhora. Então, acho que a partir daí a gente já consegue entender a importância disso, né? Não até para combater também esses essas pessoas que têm esses esses espectros, alguma coisa assim, o TDAH, que é uma coisa mais frequente ainda na nossa sociedade. Então, a gente consegue aliar uma coisa na outra, né? Acho que é é só benefício a gente ter um ambiente preservado. Poxa vida, maravilhoso. Produção, manda mais uma pra gente. Daqui a pouco a gente já se encaminha para as considerações finais. Lembrando que hoje tem novidade na programação da TV Câmara Campinas. Daqui a pouquinho eu falo para você, viu? Se você eh não assistiu o Câmara Notícia da sexta-feira, daqui a pouquinho eu vou te contar que tem uma novidade bem legal aqui na programação da TV Câmara Campinas e você tenho certeza que vai gostar. O Thigo Gonçalves de Barão Geraldo. Telhados verdes em escolas municipais podem servir como laboratório de educação ambiental e ainda reduzir custos de climatização dessas salas de aula. Ô, bem interessante esse negócio de telhados verdes, né? Tem muita gente se se eh eh adaptando e e fazendo isso em casa e traz mesmo uma sensação de é diminui o calor. Com certeza. Com certeza. a gente sempre tem que pensar na eficiência energética, né, da edificação, seja numa casa, seja num apartamento, seja até mesmo num canteiro de obras, vamos assim dizer, né? A gente tem que pensar que essa redução, né, do esse contato com as plantas, as plantas elas servem como se fosse um filtro, né, da luz solar, então elas acabam diminuindo a temperatura ali do do ambiente onde a gente tá. Eh, o telhado verde é uma coisa ótima, né? a gente tem eh tá no começo, né, da implantação ali de telhados verdes, mas a gente vê que tá sendo mais frequente. A gente tem começado a demonstrar o que é um telhado verde para pessoas o quanto mais cedo possível, né? Então hoje em dia tem crianças que sabem o que é um telhado verde. Isso é ótimo. Isso eu acho que a gente tem que desenvolver isso eh o mais cedo possível, como eu já tinha falado, né? Porque aí vamos supor, quando a pessoa quando a criança se desenvolve, acaba virando se tornando um adulto, ela já tem essa consciência estabelecida, né? Então ela acaba conseguindo desenvolver até novas tecnologias pra gente ter eh e novos telhados verdes, né? Ou então um número maior de telhados verdes implementados, né? Aqui em Campinas a gente tem alguns telhados verdes aqui, mas ainda é é uma coisa recente, né? É um papo recente que a gente tá se falando, mas eu acho que parte bastante da gente ter começar a implementar isso nos locais corretos, como por exemplo nas escolas, né? como o o Thiago acabou comentando com a gente, acredito que além da gente trazer todos os benefícios aliis, né, da gente reduzir a temperatura do local, da gente reduzir a necessidade da gente tá tendo que usar um ar condicionado 24 horas por dia, a gente desenvolve também a curiosidade, desenvolve também a a a esse esse esse essa inovação de dentro da criança, né, da dos dos profissionais, dos professores que trabalham ali pra gente tá tendo esse esse essa melhor teoria, não só local, mas também paraa sociedade como um todo. E aí a gente para e vem pra questão da saúde mental, né, que é algo muito bom, que tem uma conexão aí que tá tá bem ligado, né, a questão da produção, do desenvolvimento do telhado verde, essas coisas aqui. Achei bem interessante. Ele colocou o telhado verde e nas escolas, né, você imagina como é que a criança ela vai ela vai e eh ter aí uma uma vontade, vai agustar percepção e tal. a curiosidade de por um telhado verde, quais são os benefícios que isso pode trazer? Eh, é, você já vê uma compensação, né? Um ambiente urbano que usa um recurso, é uma estratégia que é a nossa busca, é, não, não vamos acabar com todos os prédios, edifícios, escolas, é como tornar esse ambiente diferente e favorável. Muito bom, gente, que legal. E a gente conversando aqui e falando de verde, eu fiquei com vontade de ter uma plantinha aqui agora. É sério, gente, uma planta muda tudo. Muda tudo. Olha, se você não tem uma planta aí dentro da sua casa, faz o seguinte, né? Vai lá, compra uma. Ou então planta uma, eh, compra uma uma semente, pega uma mudinha, né? A, as mulheres, principalmente, né? Adoram mudas, né? vai na casa da amiga lá, pede uma mudinha, vai lá planta, cuida dela, cuida dela, conversa com ela. Eh, nós tivemos eh eh uma umas experiência, né, na internet, aquela experiência, você que é mexe com meio ambiente e a psicóloga também, né, porque tem tudo a ver. É verdade mesmo, né? Porque tem coisas da internet que a gente sabe que é meme, que é mip, que não existe, mas enfim, tinha lá uma, duas plantinhas, né? Então, eh todas assim, as duas eh iguais, né? E aí uma começou a receber uma fala positiva e outra começou a receber uma fala negativa, todas no mesmo momento. Em determinada situação ali, eh, acho que passou um tempo, não sei quanto tempo, mas tipo assim, uns 15, 20 dias, a que recebeu falas positivas, ela se desenvolveu. A que recebeu falas negativas, ela, infelizmente não teve o mesmo desenvolvimento. Isso, isso é verdade. A gente fala com planta mesmo. Eu eu eu acho que as plantas ali elas são meio que um espelho do que a gente tá sentindo, né? É como se a gente fosse tratar uma pessoa, vamos assim dizer, né? Se a gente trata uma pessoa bem, a gente vai receber uma um retorno positivo. Se a gente trata uma pessoa mal, a gente a gente acaba tendo esse retorno negativo. Eu acredito que a gente tem essa essa é esse mesmo tipo de situação com a planta, né? Quando a gente tem esse carinho, esse cuidado, a gente acaba cuidando dela melhor. A gente acaba responde uma troca, tem, né? Responde, né? Eu tenho minhas plantinhas lá em casa, converso com elas, boto meu papo de manhã e às vezes quando não consigo colocar água de manhã à tarde, chega e falou: "Poxa, a mamãe esqueceu de vocês, não deu tempo". Enfim, cada um é cada um. É, mas eu até brinco, eu falo: "Calma, você não deu certo a sua plantinha, muda a plantinha. Cada uma também tem uma necessidade. Um ambiente que precisa de uma sombra, de mais sol, de uma temperatura diferente. Acho que volta para aquela sua fala inicial de qual que é a vegetação, qual que é o pioma, qual que é a necessidade da planta. E se não dá para ter uma plantinha, coloca uma playlist com sons da natureza, escuta o barulho da chuva, do vento, dos passarinhos. Hoje nós temos tantos recursos que dão para que são pequenos, simples, mas que você pode implementar. É verdade, né? É muito bom, super vale a pena, gente. 97 a gente precisa encerrar o nosso programa de hoje. Programa bem gostoso pra gente abrir a semana, né? A natureza, gente, além de Bela, é um remédio, sabe? e viver em contato com ela. Pode ser o passo que falta para você ter mais entendimento, para você começar a lembrar de respirar, para você lembrar que você tá vivo, que você não é um robô, que você não vive no automático, né? Muito importante, tá? Então, a gente quer agradecer a sua participação, você aí de casa, e, claro, gratidão aos nossos convidados que trouxeram uma visão bem legal pra gente sobre esse equilíbrio, né, que a gente precisa manter aí com a natureza e a natureza que tá aí, que faz um bem danado pra gente. Juliana, obrigada pela sua participação, gratidão, viu? Muito obrigada mesmo. Obrigada. Eu agradeço, agradeço as perguntas, o depoimento em relação ao quadro de TDAH e convido vocês agora. Vamos lá para fora. Semana tá começando, estamos aí na manhã de segunda-feira. Colocar um pouquinho de ar livre no nosso dia. É uma prática simples, mas intens que se for feita de uma maneira intencional, tende de só trazer benefícios. Ai que delícia. Respirar e respirar. Ar puro faz um bem, né, Rafael? Obrigada pela sua participação, viu? E e pela eh você contribuir com a gente e dar até dicas aqui de como a gente faz para ter um verde dentro de casa, pra gente respirar, pra gente ter uma energia melhor. Obrigada, gratidão. Eu que agradeço. Agradeço a o convite, né, o ter essa essa opção de participar aqui com vocês, né? Agradeço quem também tava participando de casa com as perguntas. Acredito que a gente a gente consegue gerenciar, né, esse essa nossa vida tão corrida com uma vida um pouco mais sustentável. Vamos fazer uma caminhada, vamos ter um pouco mais de contato com uma área verde, vamos ter um pouco mais de verde dentro de casa também. Essas pequenas ações assim que a gente tem, eu acredito que a gente que tem um impacto muito grande na nossa vida, né? E isso trazem benefício não só pra gente, mas também como pra sociedade como um todo, né? Maravilha. A gente agradece você de casa, a nossa equipe também, né? É segunda-feira. Vamos embora, time. E vamos lá. Amanhã, gente, amanhã nós vamos falar no estúdio Câmara sobre uma situação aí que acontece comigo, com você. Às vezes a gente nem percebe e a gente precisa estar atento, né? No próximo estúdio Câmara a gente vai conversar sobre um comportamento muito comum, mas que incomoda bastante. Por que que a gente reclama? Hum, parou para pensar? Você já reclamou hoje do quê? Será que reclamar alivia ou só piora o nosso estado emocional? Amanhã a gente vai tentar entender os mecanismos por trás desse hábito e o impacto que tem nessa nossa saúde mental, né? E o que que a gente faz para acabar cultivando uma atitude mais positiva sem, claro, fugir da realidade, né? Porque a gente tem uma tendência a reclamar. Tem gente que fala: "Ah, é cultura". Poxa vida, você já tentou ficar sem reclamar, né? Reclamar. A gente tá falando, falando e reclamando, mas tem gente que não percebe que faz isso. Então, amanhã a gente vai tentar entender porque que nós fazemos isso e como a gente tem que se atentar e parar de reclamar, né? Combinado? E olha, daqui a pouquinho na programação da TV Câmara Campinas, nós vamos estrear um novo quadro, né? O Central IA. Central I é o novo quadro da TV Câmara Campinas com as principais informações do legislativo campineiro do Brasil e do mundo. E quem vai comandar esse novo quadro é a Íria, a nossa inteligência artificial que está preparadíssima para deixar você muito bem informado, com agilidade, clareza e uma linguagem direta, tá? Políticas, projetos, votações, bastidores do legislativo e atualizações em tempo real. Então fique ligado, você vai conhecer a Íria, né? Você já conheceu ela sexta-feira, ela esteve no Câmara Notícia com Gabriel Castro, mas a partir de hoje ela entra na nossa programação trazendo informações para você. A inteligência artificial da TV Câmara Campinas é a ÍRA na central e você não pode perder. Agradecemos a sua audiência e a sua companhia. Lembrando ao meio-dia Gabriel Castro e toda a equipe com o nosso Câmara Notícia, trazendo informações também do legislativo campineiro para você. E a partir das 18 horas nós eh retornamos então eh com os trabalhos do legislativo campineiro, as sessões ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas, também pelo nosso canal do YouTube, você pode participar presencialmente e online. Então fique com a gente. A sua participação é muito importante, combinado? Uma ótima semana para você. Não esquece de respirar, não. Tira um tempinho, vai dar uma caminhada, leva uma plantinha para casa, dá uma respirada, lembra de respirar e vamos bora. Agosto só tá começando. A gente tem mais um semestre pela frente e hoje é segunda-feira, né? Então bora lá. Beijo grande, gente. Valeu nossos convidados mais uma vez. Gratidão, equipe. Valeu também. E até amanhã, se Deus quiser. [Música]
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