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Estúdio Câmara | Mundial de pole sport, radares em Campinas e economia na Câmara
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Estúdio Câmara | Mundial de pole sport, radares em Campinas e economia na Câmara

54 views Publicado 12/08/2025 HD · 44:28

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O Estúdio Câmara desta terça-feira, 12 de agosto de 2025, apresenta os principais assuntos que movimentam Campinas, o Brasil e o mundo, com comentários de especialistas e análises sobre os impactos locais e nacionais das principais notícias. 🏅 Esporte com DNA campineiro: O atleta Jonas Oliveira garantiu vaga no Mundial de Pole Sport e Aéreos, que será realizado na Argentina. Ele conquistou o ouro no Campeonato Brasileiro e representará o Brasil ao lado de outros 30 atletas em uma das competições mais prestigiadas da modalidade. 🚦 Trânsito e fiscalização: Dois novos radares começam a operar em Campinas, nas Avenidas Prestes Maia e Brasil, para coibir a circulação irregular de caminhões. A medida visa melhorar a mobilidade urbana e garantir mais segurança nas vias. 💰 Câmara economiza milhões: A Câmara Municipal de Campinas anunciou uma economia de quase R$ 4 milhões nos sete primeiros meses do ano, resultado de 14 licitações com o uso do pregão eletrônico, que torna os processos mais transparentes e eficientes. 🧒 Proteção à infância: Após denúncias graves de abuso infantil, o Congresso Nacional foi mobilizado com 13 novos projetos de lei que visam reforçar a proteção a crianças e adolescentes. 📚 Educação e saúde: A Comissão Especial de Estudos debate o projeto que propõe ações de prevenção e conscientização sobre o diabetes tipo 1 nas escolas públicas municipais. 📈 Análise e opinião: A advogada Cláudia Camargo comenta os aspectos legais das novas medidas adotadas em Campinas. A psicanalista Emilly Dias analisa o impacto social e emocional de alguns dos temas discutidos. 📌 Estúdio Câmara é um programa de informação e análise produzido pela TV Câmara Campinas, com entrevistas, reportagens e debate sobre temas que impactam a vida da população. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, bom dia. Estamos começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é terça-feira, dia 12 de agosto. Vamos juntos até às 9 da manhã com um tema que toca diretamente o coração e muitas vezes mexe com questões delicadas do direito da família. Quando os avós podem assumir o papel de responsável legal? Bom, para ilustrar, nós vamos falar de um caso que ganhou repercussão nacional, o do pequeno Léo, filho da cantora Marília Mendonça, né, desde o trágico falecimento da mãe. Ele vive com a avó maternu a guarda provisória ao pai, eh, reacendendo um debate importante, em que circunstância, né, os avós podem assumir ou manter a guarda, mesmo com o genitor biológico presente e disposto. Então, para nos ajudar a entender todos os aspectos jurídicos e emocionais, a gente já recebe aqui no estúdio uma advogada especialista em direito da família, também uma psicanalista, que vai falar pra gente todo esse desdobramento na questão da saúde mental dessa família e também dessa criança, tá? E você aí de casa pode participar com a gente, o WhatsApp tá na tela, vai mandando pergunta, vai mandando seu comentário, vai mandando a sua experiência pra gente. Nós queremos interagir com você, a gente quer ouvir você e também eh as nossas especialistas vão responder de repente se você tiver uma dúvida. Então aproveite. Esse é o momento. 1997829377. manda pra gente a sua mensagem, a sua dúvida ou seu questionamento. Enquanto isso, a gente vai atualizando algumas notícias, algumas informações aqui da cidade de Campinas e daqui a pouquinho a gente já inicia então o nosso bate-papo com as nossas entrevistadas, viu? Vamos lá. Campinas terá mutirão com exames de DNA e orientação jurídica gratuitos. É, no próximo sábado, gente, dia 16, o mutirão Meu Pai tem nome. A ação oferece exame de DNA, orientação jurídica, acordos extrajudiciais e apoio para reconhecimento de paternidade. Tudo de forma gratuita e será realizada das 9 da manhã à 1 da tarde na sede da Defensoria Pública de Campinas, na rua Jorge de Figueiredo Correia, 1219, no Taquaral. Para participar é necessário se inscrever até amanhã, aliás, quarta-feira, dia 13. pelo site da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, tá? E www.defensoria.sp.def.br. Na aba Programa de Reconhecimento de Paternidade. Esse cadastro é feito pelo assistente virtual com opções como realizar testes de DNA, reconhecer paternidade, tentativa de acordo ou orientação em direito de família. Esse mutirão é uma iniciativa do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Gerais, tá? em parceria com as defensorias estaduais e será realizado em mais de 50 unidades no estado. Segundo ARPEN Brasil, no primeiro semestre de 2025, o estado de São Paulo registrou 253.196 nascimentos. Em 11.406 desses casos, o nome do pai não constava na certidão. Então, muito assertivo aí esse momento, né, esse mutirão e você pode participar. Vamos lá, mais notícias. Ainda há vagas para castração e microchipagem de cães e gatos no Jardim Carlos Gomes, tá? Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, DPB, segue com inscrições abertas para a campanha gratuita de castração e microchipagem de cães e gatos no Jardim Carlos Gomes. Atenção aos tutores que estão interessados, tem até o dia 12 amanhã para garantir uma das 100 vagas para gatos e 60 para cães. Os procedimentos estão realizados, estão sendo, aliás, realizados na sede da Administração Regional 14, na rua Inácio Pupo, sem número, e seguem até quarta-feira, dia 13. A ação é destinada a moradores da região. Após essa etapa, de 14 a 16 de agosto, o Castaramóvel atenderá na Vila Costa e Silva, mas todas as vagas para essa região já estão preenchidas, tá? No total, a campanha deste mês oferece aí 10000 vagas, 600 em cada bairro, sendo a primeira vez que o DPBEA realiza o serviço simultaneamente em duas áreas distintas da cidade. Agora vamos com a previsão do tempo. Antes da gente entrar no tema, a gente vê então como fica o tempo hoje aqui na cidade de Campinas. Vamos lá. Olha, frio novamente para acordar hoje. Foi daquele jeito, né? Mas a gente tá aí super bem porque a temperatura vai subindo aos poucos. Hoje a máxima a previsão diz que é de 23º predomínio de sol aqui em Campinas, né? A mínima foi de nove, então deve chegar aos 23. Porém, gente, tem um alerta aí, a umidade relativa do ar fica em torno de 30% e hoje à tarde, né? Então essa condição é considerada um alerta pela Organização Mundial da Saúde, porque pode causar aí um desconforto, problemas de saúde. Eu tô sofrendo com isso. A gente pode perceber que a minha voz tá um pouco diferente, mas eu acho que a maioria das pessoas estão sofrendo com essa secura, né? Então a Organização Mundial da Saúde recomenda que a umidade relativa do ar para o bem-estar humano esteja de entre 40 e 70%. Então para você ter uma ideia, hoje a previsão aí da humidade relativa é de 30. Então muita água, tá? muita água, evita exercício aí no pico, né, da tarde e a gente precisa se manter bem hidratado porque senão a nossa voz vai sumir. A minha tá quase, mas se Deus quiser, se Deus quiser, a gente fica firme aqui, vamos embora nos hidratando. E agora sim a gente começa a conversar com as nossas convidadas, né? A gente vale lembrar que no Brasil a regra geral é que após a morte de um dos pais, a guarda passa para o outro chamado genitor su eh superstite, né? Mas a preferência não é absoluta. O juiz ele pode avaliar sempre o melhor interesse da criança, considerando vínculos afetivos, adaptação, segurança e bem-estar. No caso do Léo, né, que é o filho da cantora Maria Mendonça, ele vive com avó desde os 11 meses de idade e alterar essa rotina pode afetar o desenvolvimento emocional dele, será que pode? Essa e outras questões a gente conversa agora e a gente dá as boas-vindas, então, às nossas convidadas, né? Quero dar as boas-vindas e um bom dia especial à nossa advogada, especialista em direito da família, Cláudia Camargo. Seja bem-vinda, doutora. Obrigada pela sua presença. Bom dia. Eu te agradeço. É um prazer estar com você e falando de um tema tão importante, relevante e necessário na nossa sociedade. Muito bem. E para completar, a gente fala de direito, né, de justiça, mas a gente também fala de saúde mental. A gente recebe a psicanalista Emily Dias. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada pela sua presença. Bom dia, Rúbia. Bom dia, pessoal que está em casa. Um prazer estar aqui e espero contribuir aí com conhecimento e acolhimento também. Maravilhosas. Bom, quero começar então falando sobre um assunto que parece em muitos casos eh que aparece, aliás, em muitos casos da disputa, né, da guarda, alienação parental, pra gente poder começar a destrinchar esse assunto, eh, eh, essa, essa questão como exemplo que nós eh colocamos aqui o filho da Marília Mendonça, né? Então, Cláudia, eh, doutora, o que que é a alienação parental e como é que ela é identificada juridicamente? Bom, esse tema é polêmico. Nós temos aí um grupo pedindo a revogação, inclusive da lei de alienação parental, eh, porque, ã, o que que dizem? Que a lei é utilizada de forma indevida para deixar as crianças com os abusadores. Mas na verdade, eh, tirando a lei, a gente tem alienação parental. De fato. O que é alienação parental? é quando um dos genitores ou a a parentes familiares até a escola eh se coloca contra o outro. Então, impede a convivência da criança com um genitor, seja por conta de um falecimento ou por conta de um divórcio, também impede de participar da vida dessa criança, por exemplo, participar da vida estudantil, de atividades, de rotinas, de saber a saúde, a questão de saúde do filho, de participar desses momentos. Então, a alienação parental, na verdade, é um distanciamento que alguém cria. Geralmente um dos genitores criam para não ter a convivência com o outro da criança e perde-se muito, tanto porque é um direito da criança conviver com ambos os genitores e também com a sua parentela. Muito bem, doutora. Isso é importante a gente deixar bem claro, porque muitas pessoas confundem a alienação aparental com desavenças familiares comuns, mas a lei, né, na lei existe aí um conceito bem específico e eu espero que essa lei continue, né, que ela não seja derrubada. Agora, Emily, na psicoterapia, qual que é o reflexo de uma criança que sofre por por alienação parental? O que que ela sente? Bom, é um tema que nós vemos muito, né, na clínica. H, muita das vezes a alienação parental não é somente como no caso do Léo, eh, que ocorreu, né, da avó esconder aí algumas questões muit das vezes até de saúde do pai, né, dessa criança, mas nós também conseguimos ver isso dentro de casa, quando a mãe acaba falando um pouco mal do pai, quando o pai fala mal da mãe na frente dessa criança e estando os dois pais ou não havendo essa alienação dentro do ambiente familiar, eh, e com o os pais, a criança, ela vai internalizando uma quebra, né, na sua psiquê, da imagem ali paterna, da imagem materna. Então, o pai ou a mãe que faz essa alienação de um para com o outro ali à frente dessa criança, muit das vezes só da criança ouvir, eh essa imagem vai se denegrindo. Então, aquilo que a criança tem que ter internalizado daquela figura materna e daquela figura paterna vai se esvaindo. Olha só que confusão que causa, né, na cabeça de uma criança que está em desenvolvimento. Agora, alianção parental não é só um problema, um problema jurídico, é uma questão emocional muito profunda que a gente acabou de presenciar na fala da Emily, né? Muitas vezes a criança passa a ter uma imagem distorcida eh de um dos pais e isso pode marcar pra vida inteira. Agora, a gente já entendeu um pouquinho o que que é alienação parental, então a gente vai falar sobre a convivência entre avós e netos. Vamos lá. No Brasil, os direitos dos avós na convivência com neto são garantidos pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, UECA, tá? O artigo 227 da Constituição, ele estabelece que é dever da família, da sociedade, do Estado assegurar a criança e ao adolescente com a absoluta prioridade, o direito à convivência familiar. O ECA, por sua vez, ele vem reforçar a importância dessa convivência e prevê que a criança tem o direito de ser cuidada e educada no seio da família, permitindo a intervenção do Estado para garantir esse direito. O ECA e a Constituição garantem a convivência familiar como prioridade. Mas a gente sabe que na prática quando há disputas é o juiz que avalia se a convivência será saudável. Pergunto paraa nossa doutora Cláudia, quais são os requisitos legais para que os avós assumam a guarda dos netos, né? Apesar de muitos benefícios, a convivência entre avós e netos pode também enfrentar desafios e conflitos. Então, é uma questão aí muito delicada que fica na mão do juiz para definir o que é bom paraa criança. Mas como é que a gente definir isso? Como é que a gente sabe disso, né? E eu gostaria já de emendar e ver contigo sobre jurisprudência, sobre se tem algum caso que você pode citar pra gente que aconteceu dessa disputa, dessa guarda que envolve alienação parental, filhos, avós, eh, netos. Bom, eh, a gente lida com isso todos os dias. Essa questão, o estado vai intervir, você falou do artigo 227, o quarto do ECA, o Estado só vai intervir tirar a criança do seio familiar ou mesmo eh tirar o poder familiar dos genitores se a criança estiver em risco. A criança ela tem prioridade absoluta, como você disse, proteção integral e o melhor interesse, que é o caso que tá acontecendo no na Guarda do Léo. O que que o juiz analisou? eh todo o contexto, o melhor interesse da criança. Mas trazendo aqui para um caso prático, eu vou falar de um caso que eu tive, eu atuei como advogada do eh genitor, do pai, no caso. Eh, em 2019 aconteceu um acidente e a esposa dele faleceu. Ela deixou uma filha de 6 meses e uma filha de 5 anos. Uhum. E aí, num primeiro momento, claro, a família tá em luto, eh, se une e decidiram, sem homologação judicial, de que o pai ficaria com as crianças e a avó materna ajudaria. Isso ficou bem por um tempo, pouco tempo, até meses. E aí o que que aconteceu? avó entrou requerendo a guarda unilateral das netas e a gente teve o caso de alienação parental, inclusive depois de todo um contexto, porque não é só o juiz que define, né? Existe uma equipe, existe o estudo psicossocial, então o profissional também que vai ouvir a criança, porque a depender do da idade da criança, ela já pode ser ouvida, é uma escuta especializada com profissionais ali que vai acolher aquela criança, porque a gente não pode esquecer que a criança tá em luto, ela perdeu a mãe, né? E é muito difícil para ela entender e também falar os sentimentos dela, porque muitas vezes a criança não sabe eh dar nome ao que está sentindo, mas ela dá os sinais e ela tem o sofrimento dela. E no caso, o que que aconteceu? Quando eu assumi o processo, passei a representar, eh, eu sempre falo, a gente tava conversando um pouquinho antes, que os profissionais, os operadores do direito, a psicologia, todo mundo que participa de uma forma geral eh no processo precisa pensar na criança, sempre na criança, porque é ela o centro ali, pensar no melhor interesse, deixar o ego, a vaidade de lado, porque muitos profissionais têm a vaidade, o ego. Eu vou falar da advocacia. Ah, eu quero ganhar o processo. Eu sempre digo que num processo ninguém ganha, porque todo mundo já perdeu, já começou perdendo. E no meu caso, o que que aconteceu? Teve alienação parental, porque a avó falava: "O seu pai matou a sua mãe". Uau! Por quê? Foi um acidente de moto onde ele estava com ela. Então a criança ouviu isso. Ai o seu pai não presta, o seu pai isso, seu pai aquilo. E a criança foi, como a a Emily disse, foi ouvindo isso, verificando. Só que ela entrou em conflito porque o pai cuidava, ela tinha as lembranças, ela tava com o pai e quando ela estava com o pai, ela vivia momentos bons, porque ela ficava parte com o pai e parte com a avó. No meio do processo, o juiz proibiu essa convivência com o pai e isso foi eh uma ruptura para as crianças. A menorzinha sentia, mas a maior, né, que já tava com seis 6 anos ali, sentiu muito mais, ao ponto que ela chegou a ter um surto, foi parar no hospital. E aí, após esse episódio, tendo também o estudo eh psicossocial junto ao processo, ela mesmo falou: "Eu quero ficar com meu pai, eu não aguento mais isso". E aí ela acabou expondo toda essa situação profissional que também fez a diferença na hora do acolhimento, na hora da escuta. E aí o que que aconteceu? No final não foi o juiz que decidiu. Eu como advogada sentamos eh conseguimos conciliar a família e hoje eles estão bem. Só que as crianças eh ainda têm acompanhamento psicológico porque o dano é muito grande. Olha só que exemplo, né, Emily? exemp você eh explicar pra gente, né, qual que é a avaliação que você faz da parte eh da saúde mental dessa família e dessas crianças que a criança chegou ao ponto de dizer eu não aguento mais, né, para chegou ao ponto de surtar. Olha como isso é delicado, porque às vezes o adulto ele tá ali numa briga e quando a gente fala da questão do Léo, eh, envolve muito dinheiro, o menino ele é herdeiro, né? E aí essa criança, ela, eu acho que ela nem se deu conta ainda da questão do luto, ela perdeu a mãe muito cedo e isso vai refletir lá na frente. Então eu gostaria que você fizesse assim uma leitura da questão eh eh da da psicologia, né, da saúde mental mesmo eh diante de do que a nossa Dra. Cláudia disse e dessa situação que a gente tá tratando hoje como exemplo, que é o caso do menino Léo. Uhum. É muito interessante que a doutora foi trazendo esse caso, já fui tendo aqui vários insightes, né, e pensando também nesse caso, eh, olhando de uma maneira emocional, quando se perdeu alguém tão importante, tão famoso, que inclusive a sociedade sentiu também, né, teve, viveu esse luto. Eh, a criança, ela realmente não entende essa questão do luto. Eh, demora um pouco até a adolescência ali, eh, esse cérebro ela ele ainda está em construção, em desenvolvimento. Então, assim, vai um tempinho até que realmente de fato eh tenha uma consciência de que faleceu, digamos assim, né? H, mas essa questão assim, olhando de uma maneira emocional, talvez essa criança que ficou, né, nesse caso, em diversos outros ali ficando o pai, a avó, uma pessoa querida por ambos, talvez ali ficar com aquela criança seja um pouquinho de ficar com com a com quem se foi. Exatamente. Eh, mas até que ponto também essa disputa, né, também emocional, além de questões jurídicas, pode impactar também a criança, né? Então, a gente percebe que quando há, já falamos, né, de denegrir a imagem do pai ou da mãe, mas esse eh essa situação que você trouxe também, por exemplo, do surto de dizer, eu não aguento mais um excesso ali de uma figura e a falta muito grande de outra. Uhum. Né? Então, na psicanálise, a gente vai ter aí, por exemplo, um escritor, né, e um psicanalista, psicanalista aí de nome, que tratou também de casos de crianças que perderam seus pais na Segunda Guerra Mundial, que é o Donald Wicot, e que vai trazer exatamente aonde o ambiente influencia na saúde mental da criança, né? Então, nós precisamos ter e dar para a criança um ambiente facilitador e não um ambiente que seja negativo. Muito bem, muito bem explicado. Você aí de casa, né, eh, está acompanhando esse caso, qual que é a sua avaliação? Você está vivendo um caso como esse, né? Eh, o que que tá acontecendo aí? O que que você avalia? Já presenciou uma situação de alienação parental dentro de casa? Manda pra gente, né? e conversa conosco. Esse esse fator da adaptação emocional da criança quando ela vive com os avós desde muito pequena. Isso pesa, Emily? Pesa, né? É uma questão assim que eh é uma adaptação igual e ela a no caso do Léo, desde os 11 meses, né? E aí agora com o pai eh como que você avalia que tá a mente desse menino eh nesse momento? E quando ele assiste, será que ele vê? Será que alguém fala? Com certeza dentro de casa, né? A criança, a criança é muito esperta, a gente sabe disso, né? Então, às vezes a gente tá conversando alguma coisa e você não quer que a criança ouve, mas a criança ela vai ouvir justamente porque você não quer que ouve. Então, eh, no seu ponto de vista, no seu, na sua análise aí, eh, como que tá a cabeça dessa criança e o que que pode acontecer com ela eh mais para frente diante de toda essa exposição, né? porque ela está exposta e eu não sei se já vai pra escola, acredito que ainda não, mas daqui a pouco essa criança vai pra escola e aí esse essa essa situação na justiça a gente não sabe até que ponto ela vai. Então eu tô dando o exemplo desse menino, dessa criança, né, o Léo, filho da Marília Mendonça, mas isso pode estar acontecendo em muitos lares que a gente nem tem ideia de que aconteça. Essa exposição, ela também traz um dano pra saúde mental, para o desenvolvimento dessa criança? Com certeza. Eh, então, como você mesma disse, né, essa criança, ela daqui a pouco vai paraa escola e ela já tá levando consigo uma bagagem que ela muit das vezes não tem nem noção, né? Eh, essa criança, digamos assim, carrega em si um como se fosse um rótula, né? Eu sou filho da Marília Mendonça, que se foi de uma maneira muito trágica, eh, e aonde todo mundo ficou sabendo do caso jurídico da minha avó e do meu pai, né? Eh, então essa criança, ela já vai iniciando sua vida eh de uma maneira com dificuldade muit das vezes socializar com os colegas, estará muito mais propenso a vivenciar o bullying, né? Eh, muita angústia, já traz consigo muita angústia, uma certa ansiedade ali de se conviver e de ter sobre si toda essa grande expectativa. Uhum. Né? Então, é uma mente que deve estar muito confusa, não tem noção ainda do que há de vir, mas que vai ser uma criança que terá já uma certa dificuldade. Pois é, gente, a gente pode falar aí sobre diversas perspectivas, né, sobre a situação do Léo, as disputas, né, da guarda, especialmente considerando aí esse contexto da luta e a possibilidade da alienação parental. Aí, eh, tem um um item na legislação que prevê a guarda compartilhada, né, como regra geral. Agora, também fala que está sempre priorizando o interesse da criança nessa guarda compartilhada. Eh, é a lei 13.58 de 2014. Então, Cláudia, o que que significa pro judici o judiciário esse melhor interesse da criança? E eu gostaria que você falasse um pouquinho dessa guarda compartilhada. Ela realmente funciona igual nesse caso de Marília Mendonça, né? Vamos lá, a guarda compartilhada. Mas se e é isso que eles têm hoje, né? a mãe, o a avó e o pai, eles, um, um fica um pouco com a criança, outro fica um pou mais um pouco com a criança e vai compartilhando essa guarda. Mas aí chegou numa situação, uma disputa assim que acho que perdeu um pouquinho a mão, né? E tem muita questão, infelizmente tem muita questão aí econômica envolvida, não é? Sim. Bom, a gente tem como regra a guarda compartilhada. Ela só será unilateral a depender da situação quando o melhor interesse da criança realmente não estiver ali em pauta, que foi o caso eh do Léo. No caso, eles tinham uma guarda compartilhada de fato também, porque não tinha nada judicial. O juiz não homologou essa guarda. Eh, como eu disse no começo, a família tá tão ali lutada, tal, que eles querem se unir e preservar a criança. Isso foi o ponto inicial. Só que eh o que você falou, tem n situações por trás. curso. Vamos fazer alguma coisa. eh, tem um problema médico, tá sabendo? E foi isso que não aconteceu no caso do Léo. Perfeito. Então, a guarda compartilhada para quando a justiça diz guarda compartilhada, são as decisões da vida dessa criança. Mas e daí na guarda compartilhada, como que fica a como que a criança vive? Eh, o relacionamento familiar dela, como que é? Na guarda compartilhada. Como eu disse, vai compartilhar as decisões aí. A convivência. Isso. A convivência. A gente também tem algumas regras. Geralmente a convivência mesmo na guarda compartilhada, o filho vai ficar eh finais de semana alternados, geralmente dependendo da idade, ela vai ficar de sexta a domingo ou pega na sexta na escola, devolve na segunda na escola. Então existe uma flexibilidade. Hoje a gente tem muito a convivência alternada. Eu tenho casos inclusive em trâmite que os pais estão pedindo para ficar 15 dias com um, 15 dias com outro. dependo da idade, a criança até pede isso também para ela é legal isso, mas a gente começa gradativamente, às vezes uma semana com uma semana com outro. Só que a gente eh e depois a Emily pode falar melhor essa questão também emocional da criança. Ela vai ter duas casas, duas residências. O que a a lei prevê pro melhor interesse da criança é que ela tem uma residência. Então, geralmente ela tem uma residência e ela convive com outro genitor, onde ela tem um quarto, onde ela tem também o seu espaço ali, tá? No caso do Léo, o que que a gente viu, até fui procurar, mas o processo tramitar inserido de justiça, então a gente não tem todas as informações, a gente tem o que a mídia traz. E o que a mídia traz é que houve negligência, eh, o melhor interesse do Léo não estava acima de tudo a questão da diabetes que ele tem. Então, foi com o pai, outras negligências que a gente tem hoje, eh, babás sendo testemunhas e tudo mais. É importante, né, essa questão, porque a criança ela tem, né, a a questão da saúde ali, que é muito preocupante e precisava ser compartilhada com o pai. Nesse caso de esconder isso, a avó, ela pode ter eh sofrer alguma consequência na questão eh eh jurídica por ter se comportado da forma que ela se comportou? Então é um conjunto, né? Porque assim, se tiver consequências para criança, porque pensa eh numa situação assim da criança de repente passar mal, vira até óbito, né? mesmo. Então ela teria sim eh responsabilidade e poderia inclusive eh ser requerida criminalmente. Entendi. Agora é um carnaval, né, o que faz assim a a a como rede social e o povo vai falando e aí a pessoa que é a personagem, né, os personagens, eles não se contêm e eles querem consertar e acabam acabam com tudo e aí vão lançando coisas e assim uma vírgula, um ponto no lugar errado, né, já dá mais problema ainda. E a justiça ela está atenta aos detalhes, né? Agora, Emily, a disputa judicial, especialmente em famílias conhecidas, né, ou com grande exposição, pode gerar aí que nós falamos da questão de ir paraa escola, mas eh ansiedade, estress e a questão daquela da síndrome do pânico eh na criança. E a gente tá falando de criança aqui e a gente pode perceber a o que a doutora trouxe para nós eh na questão da guarda compartilhar e da convivência, né? É, é eh eh compartilhada também é interessante, mas eu não posso falar que é legal porque assim no meu ponto de vista, tá? Porque como que uma criança vai ter um discernimento e vai ter um psicológico equilibrado para entender que ela tem duas casas e que ela fica um dia aqui, outro dia ali, 15 dias aqui, 15 dias ali, ou um final de semana com o pai ou um final de semana com a mãe? E aí depois essa criança, ela tem uma educação, ela tem uma criação e ela vai ficar adulta, entende? Então, o reflexo disso tudo, né, para para essa criança e essa confusão de casas aí tem que ter um acompanhamento psicológico e até psiquiátrico, de repente para poder acho que minimizar todos os efeitos que uma questão dessa de separação, de alienação, enfim, de de eh definir com quem a criança vai ficar pode causar. Sim, é um tema muito interessante e que realmente a gente vê bastante também eh na clínica toda essa confusão na mente da criança. E realmente essa criança ela precisa de um ambiente que seja facilitador para ela, um ambiente que seja acolhido. a gente acaba vendo eh e percebendo muit das vezes que há essa disputa, né, eh tanto dessa parentalidade judicial e afins, mas acabam esquecendo de um único serzinho, que é o que mais está sofrendo nisso, que é a criança, né? Eh, muuit das vezes acabamos subestimando, né, essa criança pela adaptação e acabamos muit das vezes até a tratando como um objeto. Perfeito. E é uma situação que aquela criança, como você mesma disse, é duas casas, são duas famílias, aqui é de um jeito, aqui é de outro. Muito importante isso, porque essa criança poderá sofrer aí algumas fissuras aí na sua construção de personalidade. Terá dificuldade na sua construção de personalidade, né, do quem eu sou e quem eu quero ser, né, quem serei, quem sou eu. Então, eh, e é o que é mais importante, né, o nosso selfie. Então, pode ser que aí fica um pouco embaçado para essa criança, né? é algo muito delicado que a gente traz eh pinceladas aqui no programa. Claro que a gente não consegue falar tudo, né? A gente tem aí um espaço um pouco limitado, mas a gente traz isso para lembrar você de casa que a gente que tem a justiça, que tem a parte da da psicologia, da psicoterapia e que precisam estar atreladas e que o ponto principal ali de toda essa questão é a criança, né? E a criança, ela é criança. A gente tem que tomar cuidado com o que nós estamos fazendo com as nossas crianças, né, para alimentar o nosso ego. Porque a maioria das vezes assim, o que a gente vê, principalmente nesse caso que nós estamos falando hoje, é a alimentação de egos, né? Ah, porque você fez isso, então você vai ver, né? Ah, então vai ficar comigo. E a criança fica lá, ó, joga para lá, joga para cá. E estão esquecendo que essa criança é um ser vivo que precisa do quê? de acolhimento, passou por um luto, perdeu a mãe, né? E aí está passando por essa exposição desnecessária e por essa briga familiar que, na verdade, se você for parar para analisar, não tem nada a ver com a criança, né? É uma questão de ego. No meu ponto de vista é isso. Me desculpa, eu tô sendo bem sincera, mas o meu ponto de vista é isso, doutora. a as pessoas precisam entender que tem que eliminar esse ego e trabalhar e direcionado para aquele alvo que é o quê? A criança, é o bem-estar dela. Mas na maioria das vezes é o ego que fala mais alto. Com certeza é o ego, esquece da criança, faz a criança uma moeda de troca. Infelizmente a gente também tem isso, a criança uma moeda de troca. E a gente se depara, eu mesmo já me deparei com casos que começa na na primeira infância, vai até a adolescência e a gente tem casos de tentativas de suicídio, suicídios acontecendo entre adolescentes, automutilação, uma série de questões que têm implicância por conta de tudo o que acontece ali na primeira infância. No caso do Léo, ele nem chegou a conhecer a mãe. Eles deviam estar eh juntos, rodeados de amor, eh mostrando para ele quem é a mãe dele, quem foi a mãe dele, eh trazendo eh as lembranças para ele, né? conhecer a mãe, eh, e também trazer que ele é protegido, que ele é amado, que a mãe amou, desejou, é que ela não está aqui, mas que eles estão fazendo o papel, porque não substitui. Uma avó também não substitui. É muito importante a gente dizer isso, porque eu já ouvi eh inclusive dentro de audiência dizendo assim: "Doutora, eh, ela perdeu a filha, ela tem que ficar com o neto ou com a neta porque ela perdeu a filha. não, né? Não substitui, não substitui. São pessoas, são parentes, são vínculos eh de amor, de carinho, mas cada um tem o seu espaço e cada um precisa ser respeitado. Eh, a gente tem uma invisibilidade da infância e adolescência no nosso país que é latente, é gritante e os casos só aumentam. Poxa vida, né? É, é, é bem delicado e bem importante toda essa situação que a gente tá trazendo aqui. Produção, ah, nós temos alguma pergunta de telespectador? Se tiver, manda pra gente. Produção tá me avisando aqui que a gente eh tem evento na casa hoje, né, na no plenário. Então, a gente precisa entregar 10 para as 9. Então, se tiver alguma pergunta, a gente já aproveita para colocar no ar, que nós estamos aqui com as nossas especialistas. Então, elas já respondem. Você que tá em casa, tá mandando pergunta, tá conversando com a gente, muito importante esse assunto de hoje, porque é uma questão que está acontecendo com uma pessoa pública, mas que acontece em vários lares e às vezes a gente nem fica sabendo. Vamos lá, Rafael Martins do Cambuí. Quando falamos em melhor interesse da criança, como equilibrar o que é legalmente correto e o que é emocionalmente saudável para ela? É quando eu li esse melhor interesse da criança, porque eu nunca passei por uma situação dessa. Então eu fui estudar. Aí eu vi esse ponto do melhor interesse da criança. Eu falei: "Gente, mas como é que pode isso, né? A criança é uma criança, de repente uma criança que nem não entende, né? E aí como é que a gente fala em melhor interesse da criança, né? E como equilibra, doutora, esse o que é correto na pela justiça e o que é emocionalmente saudável pra criança, não é? Bom, vamos lá. a gente tem que analisar uma série de questões e sempre olhando a criança, tá? Então, a segurança física, emocional deve ser analisada, o ambiente familiar saudável, estável. E esse ambiente a gente nem fala de condições financeira, porque às vezes é um uma casa simples, humilde, mas tem muito amor, tem muita proteção e tudo mais. a manutenção de vínculos afetivos mais benéficos. Porque gente, eh, às vezes a gente vê questões assim de crianças que não são amadas, que não são amadas pelos pais, pela mãe, pelo pai, às vezes por uma avô também, por conta de conflitos ou às vezes por conta do problema de adultos que transferem paraa criança. Então, a gente tem essa essa problemática e garantir o pleno desenvolvimento em que com quem essa criança vai se desenvolver melhor. E assim, é possível sim o emocional com o legal, porque a gente, é o que eu tava conversando com a Dra. Emily quando a gente se conheceu ali embaixo, né? A gente chegou, eh, são duas áreas que se comunicam, precisam estar em comunicação, porque uma vai auxiliar a outra. Então, num estudo, eh, o profissional vai conseguir verificar, eh, seja por um desenho da criança, seja por uma fala dela, o corpinho dela também vai falar com quem ela está melhor. Nossa, olha isso, né, gente? Muito bom. Vamos lá, produção, manda mais uma pra gente. Vamos lá. Ah, mais uma pra gente, daí a gente já vai pr as considerações finais, tá bom? A Priscila Nogueira do Jardim Chapadão. Uma mudança de guarda pode ser mais traumática do que manter a criança em um ambiente que não seja o ideal juridicamente. Vamos lá, Emily. Que que você traz pra gente, né, de resposta para Priscila sobre essa pergunta? Bom, eh, não temos aí uma uma sequência, né? A nossa mente é como se fosse a nossa digital. Eu gosto de falar. Uau! Porque cada um de nós podemos ter comportamentos e sentimentos parecidos, mas nunca é totalmente igual. Ã, na verdade, tanto a psicanálise, essa parte psicológica, ela entra diretamente com a parte jurídica, porque também vemos aquilo que é se está sendo bom emocionalmente para ela, né? H, nesse caso, em relação a trauma, muit das vezes nós não conseguimos de fato e totalmente privar a criança do trauma. Muit das vezes essa criança vai sofrer o trauma, mas é importante aí então o papel da psicoterapia para trabalhar essa ressignificação de trauma, principalmente como já aconteceu, né, no do Léo. Na verdade, ele já vem com trauma, o luto da mãe, né, mas esse trauma, tudo isso são traumas, né? O trauma ele é como se fosse ali um risquinho no nosso DVD. Quem teve DVD, disco de vinil, vai indo, vai indo, trava. Uhum. Né? Então é isso, o trauma ele é isso, né? Eh, mas na clínica a gente consegue estar trabalhando isso. E uma coisa que é muito bacana também, que por exemplo é a área que eu faço também, é que nós chamamos então esses pais, se não for o pai ou a mãe, esses cuidadores, nesse caso a avó ou o pai, né? os dois pais ou duas mães, enfim. Eh, mas o os cuidadores dessa criança para uma psicoeducação também. Não somente a criança entra na clínica, mas quem cuida dela também precisa entrar na clínica para estar ali tudo alinhado para o bem-estar emocional e físico daquela criança. E é a criança, né? A vida da criança que está ali no centro e que precisa da atenção. Muito bom esse tema de hoje. Eh, eu acho que é bem pertinente. A gente agradece você aí de casa. Tem mais perguntas, mas eu acredito que a gente já precisa ir paraas considerações finais, né, produção? Então, tá bom, beleza. Valeu, Priscila. Obrigada aí pela sua participação, pessoal que tá com a gente eh assistindo, né, e para quem vai assistir depois, que esse programa vai ficar no YouTube também, já está no YouTube. Então, aquele abraço para você, obrigada pela sua audiência, pela sua companhia. Hoje a gente entendeu que mais do que leis e decisões, o que precisa prevalecer, gente, é o bem-estar da criança, né? Então eu agradeço a Cláudia Emily por trazerem tanto conhecimento, tanta clareza para esse tema tão sensível. Então a gente já vai para as considerações finais. Emily viu que passou rapidinho, né? Muito obrigada, muito obrigada pela sua participação, por você compartilhar o seu conhecimento com a gente. Acho que é muito importante a presença de vocês e esse tema eh tão latente, né? é algo que está acontecendo, mas que está acontecendo em várias famílias e que às vezes a gente não tem nem ciência disso. Obrigada. Eu que agradeço. Muito bom, doutora. Obrigada também pela sua participação. Acho que a doutora trouxe aqui exemplo, né, de que isso acontece em várias famílias e que é importante a gente estar atento eh pro bem-estar dessa criança e deixar o ego de lado. Obrigada, viu, pelo seu compartilhamento de informações. Ob. Eu que agradeço. Agradeço a todos que estão com a gente. Compartilhe essa informação porque pode ser útil, pode ajudar muitas crianças. Maravilhosa, gente. Que bom, né? Que bom que a gente consegue eh levar para você, nem que seja só um pouquinho, né? o início aí de uma informação que de repente pode dar a virada de chave no que você tanto tá precisando. Gente, seguinte, amanhã é quarta-feira, amanhã nós temos estúdio Câmara a partir das 8 da manhã e amanhã nós vamos falar sobre a nova formação de famílias e a criação dos filhos. Famílias homoafetivas, mãe solo por escolha, avós criando netos, famílias multiparentais e nós gostaríamos que você estivesse com a gente amanhã, tá bom? A partir das 8 da manhã, a gente vai encerrando por aqui então o nosso estúdio Câmara de hoje. Você acompanha a central, direto da Central Iá, em breve a Íria, a nossa inteligência artificial, trazendo informações da Câmara de Campinas, também de toda a nossa cidade. Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com informações também da nossa região, cidade de Campinas e do nosso legislativo. E claro que amanhã nós temos estúdio Câmara, então a gente conta com a sua participação. É isso, gente. Família, onde o afeto encontra segurança, seja qual for a configuração, né? O essencial é o respeito, cuidado e o desenvolvimento saudável das nossas crianças. Valeu, time, valeu, equipe, valeu as nossas convidadas, valeu você de casa. Beijo grande, fique bem, continue ligadinhos aqui na programação da TV Câmara Campinas e até amanhã com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Valeu, até lá. [Música] [Música] [Música]
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