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[Música] Olá, bom dia. Estamos começando mais uma edição do Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é dia 20 de março de 2025, quinta-feira. E o tema do nosso estúdio Câmara de hoje é felicidade. Você sabia que hoje é o dia internacional dela? Ah, felicidade. Essa tão sonhada felicidade é tão importante que é considerada uma meta humana fundamental de vida e tem até sua própria data no calendário mundial, o dia internacional da felicidade, que é celebrado anualmente no dia 20 de março. Hoje então a gente celebra e a gente fala sobre felicidade aqui no estúdio Câmara. E para isso, nós temos convidadas especiais, a psicopedagoga Débora Corrigliano e também a professora Vanessa Rodrigues. Daqui a pouquinho essas mulheres que entendem tudo de felicidade vão falar comigo e com você que tá aí do outro lado. Então já manda a sua mensagem através do WhatsApp que está na sua tela, 199729377. E aí, você é feliz? O que te traz felicidade? Conta pra gente, fala sobre felicidade. Vamos de notícia. Olha, Centro Cultural Casarão oferece oficina gratuita de teatro para pessoas com 50 anos ou mais. A atividade aberta a homens e mulheres interessados em explorar o universo teatral, estimular a criatividade e conhecer novas pessoas em um ambiente inclusivo. As aulas terão início no dia 25 deste mês e ocorrerão sempre às terças das 10 da manhã ao meio-dia com um total de 12 encontros. Não é necessário ter experiência prévia em teatro, apenas interesse em participar e disposição para vivenciar novas experiências. As inscrições vão até o dia 24 de março deste mês, né, ou eh até o preenchimento das 20 vagas disponíveis, tá? A oficina, gente, será ministrada por Carmen Freitas. Ela é instrutora no Centro Cultural Casarão desde março de 2024 e ela também é coordenadora do grupo Arteiros Teatro, formado por atores 50 mais que apresentam peças teatrais para públicos com pouco acesso a teatros convencionais. as inscrições você pode acessar um link eh tinh com teatro 50+, tá? E aí você pode também ligar, acessa lá ou liga no telefone 19981680476, tá? O Centro Cultural Casarão está localizado na rua Araci de Almeida, Câmara sem número, Barão Geraldos. Dá uma passadinha lá, conversa com o pessoal. Eh, você também pode acessar eh o site da Prefeitura de Campinas para mais informações, porque lá também tem todas as informações. Então, entre no Google, dá uma um Google lá, acessa e olha, se inscreva, vai fazer teatro porque eu tenho certeza você vai ver como isso vai te trazer felicidade. Tá bom? Olha, vereadores aprovam criação de frente parlamentar para acompanhar a licitação do transporte coletivo. A Câmara de Campinas aprovou na reunião ordinária de ontem o requerimento de autoria do vereador Rodrigo da Farmadic, que institui uma frente parlamentar para acompanhar a licitação do transporte coletivo municipal. A proposta é monitorar e fiscalizar todas as etapas do processo licitatório, que está em andamento desde 2020 e pode comprometer a qualidade do serviço prestado à população. A Frente Parlamentar possibilita o monitoramento e a fiscalização do processo docitatório, assegurando transparência e cumprimento nas normas legais, análise criteriosa do edital, garantindo que a concessão contemple melhorias como renovação da frota, ampliação de linhas e otimização dos dos serviços e prevenção de irregularidades, evitando problemas que possam comprometer a lisura do certame e prejudicar a população. Essa informação você vai conferir na íntegra, no Câmara Notícia. Hoje ao meio-dia temos jornal para você ao meio-dia com todas as informações do legislativo campineiro, inclusive as informações da reunião ordinária que aconteceu ontem no plenário José Maria Matozinho. Chegamos no outono. É hoje oficialmente às 6:1 da manhã ele chegou à nova estação. E como fica a previsão do tempo para hoje, quinta-feira? Primeiro dia de outono. Vamos lá. Olha isso, como mudou, hein? Mínima 16, máxima 20. De acordo com Sepagre, nós teremos aí um dia parcialmente nublado, com possibilidade de pancadas de chuvas isoladas no final da tarde e início da noite. E aproveite a nova estação para fazer aquela limpeza no armário e no coração também. Mínima 16, máxima 20. Tudo novo, de novo, iniciando um novo ciclo. Seja bem-vindo ao tono. WhatsApp na tela. Vamos lá. 97829377. Você é feliz? Vamos falar sobre felicidade. Olha, gente, segundo o dicionário, felicidade é um estado de quem é feliz, um sentimento de bem-estar e contentamento. Os filósofos associam a felicidade com o prazer, com os sentimentos de emoção. Segundo Aristóteles, a felicidade seria o equilíbrio e a harmonia e a prática do bem. E para você, o que é felicidade? para falar desse tema. Vamos lá apresentar então as nossas convidadas. Vamos lá então. Olha só, recebendo a psicopedagoga, né, a Débora Corrigliano, vai falar pra gente da felicidade. Seja muito bem-vinda, Débora. Obrigada pela sua presença e bom dia. Bom dia. Obrigado, viu, pelo convite e principalmente por ser um dia tão especial, né? Falar de felicidade. Isso é muito bom. Obrigada. Bom demais. E a gente tá feliz com essa presença. E também estamos felizes com a presença da professora. Ela é autora, tem vários livros e um deles está na minha mão. Olha só que maravilha. A gente vai conversar sobre felicidade com a professora Vanessa Rodriguez. Muito bom dia, seja bem-vinda. Bom dia, Rúbia. O prazer é meu estar aqui e também estou muito feliz da gente poder trazer essa pauta de felicidade logo cedinho, né, para alegrar todas as pessoas de manhã. maravilhosas, gente. Freud defendia que todo indivíduo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa utópica, ou seja, impossível, fictícia, uma vez que para ela existir não poderia depender do mundo real, onde a pessoa pode ter experiências com o fracasso. Portanto, o máximo que o ser humano poderia conseguir seria uma felicidade parcial. Bom, uma imensidão de significados e conceitos. Então, a gente vai descobrir perguntando pra Débora qual é o conceito de felicidade. É, o conceito da felicidade, ele eu acho que é para cada pessoa, né? Ele é abstrato, porque de repente uma coisa tão pequena para mim faz com que seja muito feliz, né? Então eu eu outro dia eu tava escrevi uma mensagem no meu Instagram e foi muito engraçada a resposta de uma pessoa: "Meu caminho pro trabalho tem uma árvore que flori muito e eu sempre falo que é Deus conversando comigo quando eu vejo flor no caminho. Eu tenho essa percepção." E aí eu passei e fotografei. Eu tava parada no semáforo, eu fotografei e falei assim: "Nossa, olha que lindo isso me deixa feliz começar o dia, encontrar flores literalmente no caminho." Aí uma pessoa falou: "Nossa, Deus me livre, porque é perigoso, as pessoas escorregam, pode cair". Então esse é o conceito da felicidade, né? O que cada um dentro de si percebe da vida e que o torna feliz, não aquela felicidade gigantesca, aquele momento único, que isso acontece, mas não todos os dias, mas você pode ter felicidade todos os dias se começar a prestar atenção naquilo que te cerca. Então, para mim, o conceito de felicidade é isso, né? Observar o que te deixa tranquilo, te traz paz, te traz Deus no coração. É esse o meu conceito. Ai, que delícia. Muito bom. Esse negócio de árvore aí. Eu sou eu sou suspeita de falar porque eu observo, sabe, o caminho todo em todos os lugares. Eu sou uma grande observadora e eu vejo felicidade nos pequenos detalhes. Isso é maravilhoso. Agora eu pergunto pra Vanessa, nossa professora. Você sabia que a Vanessa é professora de felicidade? É, a gente vai contar daqui a pouquinho sobre isso, mas antes eu quero que você explique pra gente o conceito na sua visão da felicidade, Vanessa. Eh, felicidade, a ciência entende, né? tem a ciência da felicidade. Ela entende que a felicidade é uma construção. Então, como a colega disse, né, felicidade é um tema muito efêmero, né, eh, para cada pessoa tem um significado diferente, mas a ciência entende e nós temos fatos e dados hoje que a felicidade ela é construída dia a dia nas pequenas escolhas que nós fazemos eh a cada amanhecer. Hoje a ciência ela tem uma pizza da felicidade, onde a gente divide 50% da nossa felicidade, ela é genética, a gente herda isso. Ah, 10% são as circunstâncias. O que são as circunstâncias? o carro que você tem, o cargo que você ocupa, a roupa que você veste, todas essas coisas que a gente acha que é importante, os títulos, isso incide 10% apenas, né, na felicidade de um indivíduo, mas 40%, ou seja, quase a metade vem das nossas escolhas. Tá aí a importância de aprendermos a escolher certo, né? Escolher com valor, né? Escolher as coisas belas, aquilo que lhe alimenta. Nossa, que maravilha. Que manhã deliciosa, que manhã feliz. Hoje, dia internacional da felicidade. Olha, vários pesquisadores têm estudado sobre esse sentimento que é cobiçado pela humanidade, mas há algum tempo a ciência da felicidade se tornou também uma disciplina regular em alguns cursos de graduação no mundo. E a professora Vanessa, ela dá aula de felicidade. Como é que é essa história? Tem um curso, tem uma graduação para felicidade? Como é que é isso? Conta pra gente um pouquinho, porque eu me interessei sobre isso, hein? A Unicamp ofertou eh esse esse curso de felicidade a primeira vez em 2020 e era uma sala dentro de um curso de engenharia, uma matéria optativa. Sim. E eh no primeiro momento nós tínhamos ali 60 lugares, né? Eu digo, será que a gente consegue 60 louco numa faculdade de engenharia para sentar ali para ouvir falar sobre felicidade, né? um pessoal que é artesiano, que gosta de números e sim, sim, não, não. E no fim, no primeiro dia de inscrição, nós tivemos 120 inscritos, 200, 300. E assim foi. Aí nós tivemos uma turma de mais de 100 e uma lista de espera de mais de 500. Nossa, que maravilha. Aí a gente vê o interesse das pessoas pela matéria, né? Uhum. Sim. E 2022,23 foi ofertada novamente num curso de pós-graduação de negócios, né? Entendendo que hoje em dia eh as ciências humanas ela é ela é fundamental, né, para negócios exponenciais. Não faz sentido você enriquecer se você não ah distribuir isso, não dá um impacto na sociedade, não se sentir eh que você tá fazendo a sua parte social também. Isso traz felicidade pras pessoas. A gente incluiu essa matéria, foi maravilhoso. Teve maravilha, né, Débora? Que maravilha. Agora é é possível a gente ser feliz mesmo a gente tendo tristeza. A vida não é um morango, a gente sabe, nós temos desafios diários. Acho que ninguém é feliz 100% o tempo todo. Então, nós temos sim eh eh altos e baixos, uma montanha russa, né? Eu vi uma frase que disse que eh a o a batida do coração, né? Ela ela tem aí os movimentos, ela sobe, desce, sobe e desce e assim é a vida. Um dia tá legal, um dia não tá, um dia tá legal, um dia não tá. E isso não significa que você não é feliz. A gente consegue ser feliz mesmo tendo os desafios diários, Débora? Consegue. E essa sua fala eu vi também que fala que é assim, a linha reta, né, que fala, olha, é pleno, é a morte, né? E que a batida do coração, o eletrocardiograma da gente é o sol obedece e a vida é assim, né? Então eu acho que os momentos, as dificuldades que a gente tem, elas acabam vindo para que a gente possa valorizar aquilo que nos deixa feliz, né? que a felicidade plena, como você coloca, não existe. Ninguém fica 100% feliz o tempo todo, a vida inteira. Isso não tem. Então, quando eu tenho os meus problemas, que todo mundo tem, e quando eu tenho os meus momentos de felicidade, mesmo que sejam pequenos, isso me afaga, me deixa feliz, me recompensa, né? Então é assim, eu acho que a cada, como você muito bem falou, eu não conhecia essa essa pizza, né? Mas a questão das escolhas, né? o quanto é importante eu escolher os meus momentos, aquele momento que me traz felicidade. E isso tem que ser uma coisa e profunda, porque uma vez eu tava conversando sobre felicidade e a gente fala daquela felicidade momentânea, né, que o ter traz muito uma felicidade momentânea. Então eu penso em ter aquele objeto, aquele item, aquele seja lá o que for em posse. E quando eu tenho falo: "Ah, então era isso". É, então tá bom, né? Então, agora qual passo da felicidade? Então, gente, que é aquela que afaga o coração, é aquela que eu consigo transbordar pro outro, é aquela que eu contagio o outro com a minha felicidade sem impor, né? Eu trabalho muito com orientação de pais, né, no consultório. Então, às vezes eu vejo os pais tendo atitudes e pensamentos com relação aos filhos de que só olha assim a despesa, o cuidado, o desgastes o desgaste e até falar: "Ah, eu olho para ele dormindo, eu fico tão feliz, eu não fico feliz com ele brincando, com ele correndo, com ele sujo, com sabe porque ele tá sendo feliz nesses momentos, né? Então assim, é esse olhar pra felicidade que faz toda a diferença. Exatamente. E a gente falando de felicidade aqui me remete novamente a coisas da internet. Bom, a gente tá na internet o tempo todo, né? As redes sociais trazem coisas boas, né? E coisas não boas, mas se a gente conseguir filtrar, a gente tem bastante coisa interessante. Quando você fala eh da felicidade, é uma questão aí eh da visão, né, da pessoa, como você está, como você vê a vida, né? Ah, eu vou dar um exemplo bem legal que eu vi. Tiro como exemplo para mim também e levo pra vida aquela questão do IP. O IP é lindo, é uma é uma árvore magnífica e ela deixa a cidade maravilhosa, né? Agora tem gente que olha, espera a florada do IP e olha aquilo com uma bênção. Eu olho aquilo assim, eu eu tiro foto, eu fico olhando e o chão sujo, entre aspas, para mim é um tapete, é maravilhoso, é um caminho florido, mas para algumas pessoas isso é ruim porque escorrega, porque é sujo, porque traz bicho. Então assim, qual é a forma que você está olhando para os detalhes que a vida te apresenta, né, professora? Sem dúvida. E é importante você dizer isso por quê? Porque eh o que é vendido para nós todos é que a felicidade ela é um produto do sucesso, né? Então as pessoas que têm sucesso e sucesso hoje, sucesso é entendido como grana e título. Então eu tenho, né? Hum. Eu sou doutor e não sei o qu, sou bem suucedida, eu sou uma pessoa feliz. E essa essa se você digitar sucesso no seu buscador, eh, não vem um IP florido, não vem um pai abraçando um filho, não vem uma roda de amigos, vem o quê? Vem dinheiro, né? E assim, a gente não fica isso, não fica só no banco de imagem, fica no nosso imaginário. Então, eh, a gente traz muito isso do consumo, porque é vendido o tempo todo, que posse, grana, ter, ser, né, eh faz parte do combo da felicidade. E a felicidade é um estado de consciência, é a visão, é o mínimo, né? Você falou: "Ai, fica florido, é uma exuberância, né? O o IP florido é uma coisa escandalosa, não passa despercebido." E essa delicadeza, ela tá no olhar de quem se deixa eh vibrar por isso, né? Uhum. Então é importante a gente filtrar essa coisa da felicidade que é ofertada, né? Você compra um carro que você vai ser feliz, não é isso? Você faz um curso que você vai alcançar a felicidade. A felicidade ela está nas pequenas escolhas, né? Exatamente. Nas mínimas. Desde quando você sai de casa e tá no trânsito e você decide não discutir e continuar, eh, você mantém ali o seu estado e chega mais feliz em casa para abraçar o seu filho, a sua esposa. Então, todas essas pequenas coisas, elas são momentos felizes. Muito bem. É aquela aquela coisa, né? A a paz e a felicidade que excede todo o entendimento. Porque quando você está feliz e você tem a visão do que realmente faz sentido para você, é uma paz que a gente não exe é verdade. E pensando nisso, até no que nós estamos falando aqui agora, eu penso assim que o caminho da felicidade é a escolha, então, né? Porque se as escolhas nos trazem, né, esses momentos mais felizes, essas situações em que o nosso coração fica sorrindo, então nós temos que fazer uma reflexão sobre as escolhas que estamos fazendo, né? O que a gente tem escolhido pra gente, né? Brigar no trânsito ou seguir feliz, né? E brava pro trabalho, pôr uma música e cantando no percurso com carro parado no trânsito ou no fone de ouvido dentro do ônibus, né? O que que eu posso fazer de escolhas para ter essa felicidade? Eu acho que é uma reflexão que a gente precisa fazer diariamente, né? Quais são as minhas escolhas e o que eu tenho escolhido para me tornar mais feliz, mais ansioso, mais agressivo, mais nervoso, né? Então eu acho que esse é um ponto bem importante de uma reflexão eh sobre a felicidade. E outra coisa também que eu converso bastante com os pais que eu atendo no consultório é sobre a percepção da felicidade, porque às vezes as pessoas não percebem que elas estão numa situação feliz, porque a ansiedade faz você pensar no depois, né? Então eu não tô vendo agora, eu tô preocupada o que eu vou fazer depois, eu tô deixando de conviver com um momento feliz, né? Então é outro momento de reflexão também. pensar, você presta atenção no agora, né? É verdade, né? Já dizia lá no filme do Kung Fu Panda, né? O ontem, né? Não nos pertence, a saudade, né? O hoje é um presente e o amanhã a gente não sabe se vai acontecer. Então vamos viver o hoje. E a produção tá me falando que o pessoal tá participando com a gente. Eu tenho a participação também do Rodrigo Aquino. Ele é do Rio de Janeiro, mandou pra gente um vídeo exclusivo pro nosso estúdio Câmara falando de felicidade, mas tem o depoimento de uma telespectadora e a gente vai exibir ele agora. Vamos lá, produção. Pode mandar pra gente. 8:25. Um bom dia especial pra Ana Laura do Taquaral. Olha só o depoimento dela. Perdi o emprego, me divorciei, achei que nunca mais seria feliz, mas recomecei, fiz novas amizades e percebi que a felicidade é sobre adaptação e crescimento. Parabéns, Ana Laura. Olha isso. E a gente fica feliz com depoimento desse, né, Vanessa e Débora? Sem dúvida. E acho importante também a gente pontuar aqui que os estudos da felicidade eles trazem pra gente informações que nós ficamos mais felizes quando nós gastamos o nosso dinheiro com alguém, quando você faz caridade. E esse é um é um estado, né? E é é a nossa essência eh contribuindo para dizer: "Olha, o mínimo é que vai te deixar feliz". E existe uma matemática também da felicidade. Para uma emoção negativa que acontece no seu dia, você tem que compensar com três emoções positivas. Então você brigou no trabalho, entra no carro, já põe a música que você gosta, já vai diminuir, né, a sua, o seu estado ali, o cortisol já diminui um pouco. Aí você come lá uma balinha, derrama um pouquinho de aceu sangue também já vai diminuir. Chegou em casa, a primeira coisa, abraça o seu pet, o seu filho já eh recebe aquela citocina. Então, essas pequenas coisas, elas também neutralizam esse estado de tensão que a gente fica durante o dia, né? Então, eu vou te falar, eh, aprendiver assim, sabe? Para mim, eu encontro felicidade nas pequenas coisas, nos detalhes e às vezes nem eu entendo o que que acontece, sabe? Porque eu falo: "Poxa vida, mas se eu se eu parar para analisar aí há um uns 15, 20 anos atrás, eu não tinha essa visão. Hoje acho que é amadurecimento, maturidade, a gente vai mudando. E eu fico tão feliz de encontrar a felicidade em pequenos detalhes que aí às vezes eu sou até questionada por conta assim: "Poxa, mas mas que felicidade é essa? Não, você tá tirando isso, né?" Eu quero te perguntar, Débora, eh, sobre a felicidade tóxica. Isso existe? O que é? Eu acho que a felicidade tóxica é aquela que vem da de uma busca incessante de do prazer. Eu preciso ter prazer o tempo inteiro, né? Eu preciso buscar esse prazer. Eu preciso me sentir poderoso e ter prazer. Então assim, quando a gente fala da felicidade, tem um link aí com a relação do prazer. E nem sempre a vida é prazerosa, né? Nem tudo é prazeroso, mas aí a pessoa busca através de drogas, através de outras substâncias também sentir esse estado de prazer e confunde que isso é ser feliz, né? Então, porque com esse eh estado novo dentro do meu organismo, meu cérebro agindo de forma diferente e me dando essa falsa impressão de prazer, eu acho que eu tô feliz. E na verdade eu não, eu não estou feliz, né? Eu estou ficando dependente de alguma coisa. Eu não é uma uma felicidade verdadeira, nem é um prazer real, né? Porque o prazer real ele te traz felicidade. Quando você ajuda uma pessoa é um prazer real, né? E isso te traz felicidade. Eu aprendi com uma amiga minha que é psicóloga também. Eh, ela fala: "Faça a sua listinha das coisas que você tem que fazer ao longo do dia, suas obrigações. E cada vez que você colocar o OK que você risca, preste atenção e sinta o prazer da missão cumprida." E eu faço isso muito, né? Eu risco, eu falo: "Ai, Deus, obrigado". Menos, ai que bom, consegui. Ai, que bom, né? Então, aquele que eu não consigo, eu passo de uma, passo a lista limpo e aquele não sai, eu me preocupo com ele. Então, esse prazer ele é saudável, né? ele aciona no meu organismo e no meu cérebro que eu sou competente, que eu sou capaz, porque eu finalizei uma atividade e isso traz felicidade. Agora, aquela felicidade que ela é falsa, que ela depende de uma bebida, ela depende de comer excessivamente, ela depende de uma droga, então realmente ela não é uma felicidade real, não é uma felicidade saudável, não é felicidade. é sobre comemorar, né, as pequenas vitórias do dia. Porque se você parar para pensar, desde quando a gente abre os olhos, a gente já tá feliz, porque a gente recebeu mais um dia. É um milagre, né? Eh, de acordar e poder levantar e seguir. Então, se a gente comemora as pequenas vitórias do dia, chega no final do dia, poxa vida, como somos vitoriosos, né, professora? Sem dúvida. E acho muito bacana a gente ter entrado nessa nessa coisa, né, do da felicidade edônica, porque eh a nossa verdadeira ambição que alimenta a nossa alma, isso não tem a ver com religião, não. Isso é essência humana, é a ambição de ser uma pessoa melhor, né? antes eu não era, porque hoje você amadureceu, você ganhou consciência, você provavelmente perdeu pessoas, né? E as eh o maior preditor de felicidade da existência humana são as relações. Então, significa que não é possível você viver uma vida toda sem você ser machucado por pessoas, mas também não é possível você viver sem você machucar alguém. Exatamente. Então, significa que obrigatoriamente nós temos que e equilibrar essa balança, né? aprendermos a lidar com pessoas, porque as pessoas elas são de fato o fator que determina o nosso bem-estar. Quando você tem alguma coisa para comemorar, é muito gostoso você ter com quem, né, dividir quando você constrói. Por que que a gente trabalha? a gente trabalha para construir, para construir um lar, né, com pessoas, com porque essa coisa do egoísmo, do hedonismo, ela vai muito na direção do uni, né? E o o compartilhar, né, o colaborar é o que realmente eh nos deixa esse essa sensação gostosa por muito tempo. Muito bem. Vamos lá, então. Tem mais depoimento. Pessoal da produção tá falando que as pessoas que estão nos assistindo estão compartilhando depoimentos referente à felicidade. Então vamos lá. Pode soltar mais um aí. Fernanda do Ouro Verde, descobri que a felicidade não está no destino, mas no caminho. Uau! O final é apenas uma meta, mas é no percurso que ela realmente acontece. Fernanda, sensacional. Obrigada pela sua participação, Fernanda. Tá certinha, né? É verdade. O caminho, né? Eh, é, e dá até para trazer para uma realidade, né? Quando você tá indo viajar, você fica feliz que você tá arrumando as malas, você vai para pro carro e pro seu transporte e o percurso da viagem gera felicidade, gera ansiedade boa do que você vai fazer e você curte. Chegou naquele momento que você achava que era feliz. Na volta também, né? É porque é tão gostoso voltar para casa depois de uma viagem, né? Então, realmente eh literalmente o caminho ele faz toda a diferença. Ele é o condutor dessa felicidade, porque como a gente falou, né? Chega lá, aconteceu, mas o percurso, se eu não presto atenção e foco só no lá, eu perco este caminho que é tão importante pra felicidade, né? Para me sentir feliz. Muito bom. É isso mesmo. Agora, produção tá na ponta da agulha aí o Rodrigo. Gente, o Rodrigo Aquino, ele é executivo na área de felicidade e bestar pessoal, social e corporativo. Ele tá participando conosco através de um vídeo exclusivo para o estúdio Câmara. Vai falar com a gente. Sente só o bom dia do Rodrigo. Bom dia, Rodrigo. Oi, oi, oi, Rúbia. Bom dia pro pessoal da região de Campinas. É com muita satisfação que eu tô com vocês hoje aqui no Dia Internacional da Felicidade para falar sobre a importância dessa data. É uma data que lembra a todos nós que precisamos ter nossa dignidade preservada, que precisamos ter espaço para manifestar os nossos talentos, as nossas qualidades, para que a gente viva eh com pessoas que a gente eh se dê bem, que a gente ame e que goste da gente ou que no mínimo nos respeite e não necessariamente apenas nos tolere. E é por isso que a ONU e o Galope fazem um relatório mundial da felicidade. E é por isso que há Nações Unidas defende esse dia há 12 anos. Porque quando a gente fala de felicidade, a gente fala sobre saúde mental, a gente fala sobre bem-estar, a gente fala sobre progresso social e econômico das nações. Então, mirando todos os dados do relatório, a gente consegue olhar pro lado e descobrir como a gente pode não só ser mais feliz, mas também como a gente pode se desenvolver enquanto indivíduos, enquanto cidadãos, enquanto seres humanos. E por que que cada pessoa procura felicidade de uma forma diferente? A gente aprende estudando a felicidade humana, que cada nação, que o Ocidente, o Oriente, o hemisfério norte, hemisfério sul, entendem a felicidade de uma forma diferente, porque a felicidade é um conceito subjetivo. Cada um entende aquilo que lhe faz feliz. Por isso que é tão importante a gente falar sobre diversidade, a gente falar sobre autoconhecimento, a gente respeitar a individualidade das pessoas, porque a partir daí, esse jeito único e genial que cada pessoa tem de ser no mundo, que a gente consegue ter essa multiplicidade de pessoas e que isso só enriquece a nossa sociedade, só enriquece as relações humanas, o que faz a gente pensar, faz a gente refletir, faz a gente se melhorar e estimular lá, o outro também. É por isso que a felicidade tá tão ligada à questão de empatia, compaixão, sobre os relacionamentos humanos, relacionamentos positivos, sobre tolerância, sobre respeito. Então, que nesse dia 20 de março você possa estimular alguém ao seu lado a ser mais feliz, respeitando e estimulando o jeito único dela ser. que você também possa encontrar o jeito único de você ser no mundo, que todos nós possamos florescer e fazer o mundo melhor no dia 20 de março, em todos os outros dias do ano. Um prazer estar com vocês. Ai ai ai, que delícia. Prazer é todo nosso, Rodrigo. Que gostoso esse esse comentário, né? ele fez questão de gravar pra gente esse vídeo falando, ressaltando a importância do dia da felicidade, mas também mostrando pra gente que a felicidade ela ela tem um dia internacional. É importante sim, mas a gente precisa cultivar essa felicidade todos os dias, né, Vanessa? Sem dúvida. Sempre sobre pessoas. Quem é sua pessoa preferida? Como você manifesta o seu amor para essa pessoa? Ela sabe que ela é a pessoa preferida. Faz uma ligação agora de manhã, já deixa ela feliz e fala quanto você a ama. né? Uma excelente maneira de deixar o dia de alguém feliz. Exatamente. Isso é muito bom, né? Receber um carinho, um afeto até pelo o a simples forma de você dizer bom dia, porque às vezes você encontra alguém na rua, bom, bom dia, bom dia, poxa vida, vamos lá, leva, porque e isso contagia, isso contagia. Lembra aqueles vídeos que tem na internet as pessoas entram no trem e aí começa a olhar o celular e de repente começa a dar risada e aí daqui a pouco um tá rindo, o outro tá rindo, o trem inteiro, o vagão inteiro, tá todo mundo sorrindo. Então a felicidade ela contagia e é algo que a gente precisa aprender a repassar, né, Débora? Com certeza. Ele fala do, ele usa um termo no final da fala eh sobre florescer, né? Então é uma coisa que assim eu sempre falava, falo, né, pra minha filha isso, né? Então ela tava com alguns problemas e tal, questões profissionais, questões pessoais e eu buscando para ela, olha vamos, importante que você vai chegar o momento de você florescer. E foi muito engraçado que há um tempo atrás ela, ai eu tô bem, eu tô bem no trabalho, eu tô bem na minha relação, eu tô bem aqui em casa, eu tô tão feliz. Ela fez assim, eu tô num momento. Aí eu olhei para ela, falei: "O que que eu sempre te falo? Ela é mãe, tô florescendo, né?" Então ela conseguiu entender que esse florescer não é estar mais bonita, não é estar mais rica, não é nada disso, né? É se sentir bem aonde eu frequento meu trabalho, com os meus amigos, nas minhas relações, na minha família. Então esse florescimento que é muito importante, né? E que a gente tem que perceber em que momento que eu tô. Estou irrigando ainda a sementinha, já tem uns galinhos, já tô com algumas florzinhas aqui que embeleza o outro, que atrai o outro, que oferece pro outro o bem-estar. Então, qual é o seu momento, né, desse esclorecimento? Exatamente. É, é, é, você falando isso me arremete é as estações, as estações do ano. Nós estamos hoje no outono já, o verão foi ontem, acabou aquela estação e agora a gente entra numa nova estação. E aí, né, como é que vai ser o seu outono? O que que você tem preparado para essa nova estação? E claro, falando de nova estação, a nossa repórter Alexandra Dias foi até o Cepagre conversar com a pesquisadora Ana Ávila para saber como será essa nova estação e o que a gente pode esperar desse outono tão aguardado que chegou hoje às 6:01 da manhã. Vamos lá falar com a Alexandra. Bom dia, Alexandra. Bom dia, Rúbia. Bom dia a vocês do estúdio Câmara, o pessoal de casa que nos assiste. A gente vai falar com a Ana Ávila, que é a meteorologista, para falar desse outono tão esperado por nós depois de um calor tão intenso que a gente viveu, né, Ana? Sim, exatamente. Nós tivemos aí um verão bastante quente. Aliás, os verões têm sido mais quentes, né? Eh, e esse não foi diferente. Agora, então nós estamos com a expectativa já de algumas variações em termos aí de temperatura e também com relação as chuvas, que é a característica do outono. E a gente espera um outono convencional com grande variabilidade de temperatura e de condições ou tem alguma surpresa para esse ano? Eh, de forma geral, a gente espera que o outono ele seja ligeiramente mais seco. é uma estação seca, então ele ele eh promete ser uma estação um pouco mais seca e um pouco mais quente, embora a gente eh esteja falando em termos médios, o que não o que não eh significa que a gente não tenha massas de ar mais frias podendo atuar aí durante a estação e também chuvas, né, não significa ausência total, muito pelo contrário, a gente pode ter essas variações de de forma geral, em termos médios, sim, mais quente, mas podendo entrar massas de ar frio e ao mesmo tempo com relação às chuvas também em termos médio, eh, mais seco, mas podendo ter eventos, episódios de chuva, inclusive com chuvas intensas. Isso a gente precisa ir acompanhando ao longo dos dias. O clima é dinâmico, né? E a tendência então é que seja gradual, vai ficando mais frio à medida que os meses avançam. Sim, exatamente. Eh, vai ficando mais frio. Maio, normalmente já a gente já tem uma uma característica já bem importante da estação, mais fria mesmo. Então já dá para tirar o casaquinho do armário, né? Lavar e deixar pronto. É sempre bom, porque o outono ele tem isso, essa variação, né? nessa variação. Então você pode, de repente ter a entrada de uma massa de arco mais fria. Isso a gente só vai acompanhando numa escala menor, numa escala de previsão de tempo. De forma geral, a gente passa umas características climáticas, né, que é o que é esperado em termos climáticos climáticos para a estação, mas vale lembrar que alguns fenômenos podem ocorrer ao longo da estação e a gente precisa ficar atento à previsão do tempo que vai informar com mais precisão essas características. Perfeito, muito obrigada. Aí a gente conta com o nosso informação do Gabriel Castro todos os dias no Câmara Notícias. Muito obrigada, Ana. Muito obrigada também pela oportunidade e fico à disposição aqui. É isso. Então, Rúbia, vamos viver esse outono agora com muita gratidão, né? É com você. Isso mesmo, Alexandra. Abraço para você. Obrigada, viu? Obrigada também. Grande abraço para essa pesquisadora maravilhosa que a gente é nossa parceira, né, Ana Ávila, pessoal lá do Seagre. Obrigada e feliz dia da felicidade para vocês, viu? E agora a gente segue por aqui, então, com a Vanessa, com a Débora e com você que tá aí do outro lado. Nós estamos falando sobre felicidade, né? Agora, pessoal da produção, temos perguntas agora. 8:42, ó, passa voando, a gente nem vê. Então, a partir de agora, a gente vai nas perguntas, respondendo as perguntas para você e depois eu quero falar um pouquinho sobre este livro da Vanessa, que olha a gente parceria com a Lucielena e o Rossandro, viu? Daqui a pouquinho a gente fala sobre ele e agora a gente responde o Carlos eh do Chapadão e ele pergunta: "O que define a felicidade? Existe um conceito único ou cada pessoa tem a sua própria definição? Vamos lá fazer um ping-pong. A gente começa então com a Vanessa. Bom, a própria definição ela pode existir, né, dentro dessa construção, eh, de se melhorar e de ter esse olhar sensível para as coisas. Porque, eh, se a gente deixar que alguém dite para você o que é felicidade, a gente vai cair nessa coisa da da grana, do dinheiro, do título, né? E nós temos estudos também sobre felicidade e dinheiro. Então os cientistas eles foram mapear, né? Realmente grana traz felicidade. Então o que que se sabe sobre isso? Sabemos que a falta de dinheiro pro básico, né? Alimentação, moradia, né? Insegurança alimentar, isso é terrível. Então falta nessas condições, é impossível a gente, né, seria hipócrita e dizer que um filho tá com fome, a gente tá feliz. Mas à medida que você tem todas essas condições, não é o dinheiro que que coloca o sorriso no seu rosto, são as pessoas, né? Fizeram esse estudo com pessoas que ganharam na loteria e no primeiro momento o pico vai lá em cima, mas depois a felicidade te ajusta. Porque quais são os problemas da pessoa? Falta de amor, falta de carinho, falta déficit emocional de contato com pessoas, não é isso? Então fica cada vez mais claro que as pessoas são o motivo da nossa felicidade. Uau, que resposta maravilhosa. E é verdade. Para, presta atenção agora. Dá uma olhada na sua volta, o que te faz feliz, né? Manda pra gente aí a sua pergunta, o seu depoimento. 97829377. A Ana Paula do Campo Belo. É possível medir a felicidade? Como os cientistas avaliam isso, Débora? a gente consegue medir, então, não sei como os cientistas avaliam isso, mas não. Eu acho que assim, a felicidade ela tem, eh, lógico, a gente se percebe em momentos felizes, alguns mais felizes, eufóricos até, e outros com uma felicidade branda, mas que toca o nosso coração. Uma vez eu fui num evento aonde tava a Glorinha Cal e ela falava da felicidade e ela falou, contou nesse evento que ela procurou pessoas eh que tinham muitos bens materiais, casas, aviões, moravam, tinham casas fora do Brasil, barcos, essas coisas todas. e chegou para essas pessoas e perguntou, né, o que era a felicidade. E ela foi atrás dessas pessoas justamente porque antes disso ela tinha perguntado para outro grupo de pessoas, pessoas que tinham um poder aquisitivo menor, um poder cultural também menor e essas pessoas falavam: "Ah, ser feliz é ter o barco, a casa, casa no exterior, o avião e tudo isso". E ela foi lá paraas pessoas então supostamente felizes, que tem o barco, a casa, o avião. E essas pessoas falaram que felicidade para elas era ter tempo, porque elas tinham a casa, o avião, casa em outro país, tinham helicóptero, tinham barco, tinha muita coisa e não tinham tempo para usufruir porque ficaram muito tempo da sua vida ganhando dinheiro para essa suposta felicidade. Então, quando a gente fala de medir isso, e a Glorinha Cali falou isso muito bem, ela falou assim: "Então, a felicidade está em tempo para curtir, para aproveitar aquilo que eu posso ter." Então, quando a gente pensa em mensurar, ah, eu vou mensurar a minha felicidade, né? Eu posso fazer isso? Pode, eu devo fazer isso? Será que é bom? Será que é o tempo todo eu ficar mensurando? Eu tô menos feliz, mais feliz, um tanto feliz e agora esse tanto feliz, eu fiquei muito feliz, mas isso é vai ser difícil atingir de novo. Então eu começo a ficar triste porque eu não consigo aquilo, né? Eu não gosto muito dessa coisa de mensurar, de quantificar, né? Eu prefiro sentir. Então quando a gente pensa nisso, o meu conselho para você que fez a pergunta, sinta mais que eu acho que você vai ver o quanto você vai ficar feliz. É verdade. Você sabe que às vezes assim você às vezes você nem percebe, né? Aí quando você se dá conta, você tá em um lugar ou em um momento, você olha e fala: "Eu estou aqui". Uau, né? Que legal, que felicidade, que maravilha. Então, é importante essa percepção, né, da felicidade e dos momentos que te trazem essa sensação tão maravilhosa. Vamos lá, mais perguntas. Temos perguntas ou depoimentos. Ricardo do Cambuí. As redes sociais influenciam na nossa percepção, na nossa percepção de felicidade. Podemos ser felizes sem exposição, Vanessa. Ah, sem dúvida que interferem, né? 3 minutos apenas rolando ali suas redes sociais aumenta a nossa ansiedade, é o suficiente pra gente já ficar ansioso. O que dirá o Brasil? Nós temos uma média de 8 horas das pessoas expostas à tela. Então isso é absolutamente danoso. Colega acabou de falar, né, sobre o tempo. Quando você fica nessa nesse circuito de rato, né, ganhando dinheiro, correndo atrás das coisas edônicas. Eu quero corpo, eu quero ter a joia, eu quero. A primeira coisa que escapa do seu mão é o quê? O tempo, né? O seu tempo ele escorre, está a serviço da sua, do seu resultado, da sua demanda. E daí o que a gente faz? A primeira coisa que você faz, corta na carne. Você fala assim, você tira a academia, que é uma coisa que te dá felicidade. Você tira aquela caminhada, né? O amigo liga, fala: "Vamos tomar café, Rúbia". Você fala assim: "Ai, vamos marcar, né?" E fica aquele "Vamos marcar". E esses momentos é que ele trazem, abastecem, né? De emoções positivas. Eh, o caminho que a gente vê quando é mais prejudicial é quando você não tem tempo para os seus. né, para a esposa, para o filho, para esses momentos. Então, eh, quando a gente fala de ficar nas redes sociais, você tem e esse olhar, né, essa distorção de do que tem valor, né? Então, a gente precisa aprender a dar valor para as coisas certas. E as coisas certas não são coisas, né? São pessoas. Isso mesmo. Olha só, falando em pessoa, gente, por ocasião do Dia Internacional da Felicidade, a Organização das Nações Unidas publica anualmente um relatório com o nível de bem-estar dos habitantes de mais de 140 países. De 2023 para 2024, o Brasil subiu cinco posições no ranking geral dentro da América Latina. No entanto, o Brasil fica atrás ainda do Uruguai, do Chile também na lista geral. De acordo com o relatório mundial da felicidade, os países mais felizes do mundo, vamos lá, são, em primeiro lugar, Finlândia, segundo, Dinamarca, terceiro, Islândia, quarto, Suécia, quinto, Israel, Países Baixos, Noruega, Luxemburgo, Suíça e Austrália. Esse é o top 10, tá? Agora, para ser mais feliz, é preciso entrar em contato com a infelicidade ou parar de procurar a felicidade absoluta, buscar ser feliz. Nem sempre traz a felicidade, essa busca incessante, né? Eh, a pergunta que fica no ar para você, você tem buscado essa felicidade, aí você não consegue, você fica triste. É bem delicado, né, a situação. Vamos daqui a pouquinho ter essa resposta com as nossas profissionais, as nossas convidadas, porque tô sabendo que tem mais pergunta. Então vamos responder a pergunta do telespectador agora, faltando 10 minutinhos para as 9 da manhã, a gente tem que entregar daqui a pouquinho. Eu já tô triste porque esse momento tá tão feliz, tá vendo só? É a questão de você aproveitar o momento de felicidade, né? O momento que te traz aquela coisa gostosa. Alô Clara da Vila Industrial. Descobri que felicidade não está em grandes conquistas, mas nos pequenos momentos do dia a dia. Um café quentinho, um abraço sincero, isso me faz feliz. Que legal. Ótimo depoimento. Olha só, a gente percebe que as pessoas estão realmente entendendo o real motivo da felicidade. Tem mais aí pra gente? Vamos lá. Se tiver depoimento, pode mandar. Se tiver também dúvidas, né, pode mandar também pra gente. Aproveitando aí que nós estamos com a Débora, com a Vanessa e o Fernando Douro Verde diz: "Existe, ele pergunta, na verdade, existe alguma relação entre dinheiro e felicidade ou a famosa frase dinheiro não traz felicidade é real?" Bom, aí é uma questão de equilíbrio, né, Vanessa? Já respondemos isso, né? Já respondemos. O dinheiro ele pode eh ajudar em algum momento, mas as pessoas é que trazem felicidade, né? Os estudos com bilionários já comprovaram isso, né? Que é um saco sem fundo, né? A pessoa sempre quer mais, quer mais, quer mais, quer mais. E a felicidade não está no quer mais, tá nas pessoas. O café quentinho com essa pessoa deliciosa. Isso isso mesmo. Tem mais, produção? Pode mandar agora 8:52. A hora passa muito rápido, gente, de manhã. Que que é isso? A Tatiane do Jardim Garcia, existe um templo para para a busca da felicidade? É possível ser feliz o tempo todo, Débora. A gente já falou mais ou menos sobre isso, mas acredito que é só buscar, é só prestar atenção que ela tá aí, né? Sim, sim. É isso. É importante a gente pensar que essa constante busca, se eu o tempo todo estou buscando, é porque eu não achei. Então, se eu não achei, eu não estou prestando atenção no que me acontece, no caminho florido, no café quentinho, no abraço, na chegada em casa. E nossa, podia ficar aqui amanhã toda listando, né? Então, se eu tô numa busca incessante, eu não estou prestando atenção. Então, comece a prestar atenção, né, nas pequenas coisas e que aí você vai ver que a busca pode ser bem menor, porque ela tá muitas vezes ao seu redor, ela tá dentro de você, ela tá no café quentinho, ela tá, nossa, em tantas coisas. E aí, então você pode lidar melhor com essa eterna busca da felicidade. Muito bem. 8:53. Mais perguntas ou depoimentos? Vamos lá. Bruno do Guanabara, como é ensinar sobre felicidade em sala de aula? O que os alunos mais questionam sobre esse tema? Professora Vanessa, vamos lá. Olha, me perguntaram de tudo assim, olha, se eu não passar, eu vou ficar infeliz. Então, eh eh a gente trabalha muito essa coisa de construção, né? Felicidade realmente não é busca, é construção. E essa construção acontece dentro, é interna. É você mudando o seu olhar para o ambiente que você tá. Hoje já se sabe que o ambiente onde nós estamos, ele incide mais eh eh na nosso comportamento do que a sua personalidade. Então, veja a importância de você tornar o seu ambiente gostoso. Você pode estar num lugar que eh às vezes eh tem gente que trabalha com pessoas difíceis, né, gente? Então, eh, mas o seu estado interno tá OK, né? E e é isso, essa é a construção, né? Fazer eh a sua atividade muito bem, porque é é isso que vai dar o transbordo, né, para esse olhar. Ah, e é tão bom quando a gente transborda e a gente às vezes nem percebe, né? É, é, é, é natural, porque se você tá feliz tá tudo bem, né? Olha, gente, 8:54. Eu tô muito feliz, mas eu vou ficar triste. Não, não vou ficar triste porque amanhã tem mais. É isso. Antes de eh das considerações finais das nossas convidadas, quero apresentar para você esse livro. Olha só, vamos conversar sobre a busca da felicidade, coautora a nossa professora Vanessa. Que participação legal que você teve com a Lucelena, com a o Rossandro também. a gente encontra seu livro na Amazon, onde Amazon, todas as livrarias aqui da cidade e e grandes players, né, que você vai buscar aí na internet, tem o material. A ideia foi não só trazer a ciência da felicidade, mas tem o olhar filosófico da professora Luciliana Galvão, que é um presente para todos nós, né? E o Rossandro também contribui ali lindamente com muitas reflexões pra gente entender um pouco mais sobre essa construção de felicidade. Ai que maravilha. Bom, vamos para as considerações finais. Produção, ou nós temos mais perguntas, dá tempo ainda para mais uma agora? Produção, que me manda aí porque senão eu vou ficar aqui falando de felicidade e vou esquecer da hora. Vamos lá, Renata do Jardim Florence. Não tenho muito dinheiro, mas sou feliz com o que tenho. Maravilhosa. Conheço pessoas ricas, cadê? Reclamando e parecem sempre insatisfeitas. Será que a felicidade está mais no jeito que encaramos a vida do que com que a gente possui? Com certeza, né? Certamente. Certamente. Ela já tem a resposta. Já tem, né? Verdade. É isso mesmo. A gente às vezes você não tem tudo que você quer, mas você tem tudo que você precisa, né? E se você parar para prestar atenção, dá uma olhadinha aí na sua sala, em tudo. Ah, é? Dá. Então, a produção tá falando comigo aqui. Olha só. Tô feliz. Mais uma pergunta dá. Bora, produção. Corre. 8:56. Vamos lá. Tá vendo? Pequenos momentos que trazem felicidade. Exilda do Cambuí. Acreditei que a aposentadoria traria felicidade, mas me senti perdido. Só fui eh só fui feliz de verdade quando encontrei novos propósitos e atividades. Ah, isso é bem delicado. Inclusive, é o tema do programa de amanhã, a questão da aposentadoria, não o valor, mas a questão de se preparar para você não cair aí no momento ruim da sua vida, né? Porque às vezes a pessoa espera aposentadoria e aí quando se aposenta acaba se deparando com a solidão. E aí como que vai lidar com isso? É a situação aí da da a Isilda, né, do Cambuí? Débora. Pode falar rapidinho um pouquinho sobre não, realmente, né? Colocar essa expectativa e para quem já tem uma vida ativa se vê assim: "Ai, agora eu vou descansar, agora eu vou parar". você feliz nesse contexto, mas a sua mente, o seu corpo não estão habituados a isso. Então, essa parada, né, no caso, essa busca, ah, então agora eu parando, eu vou ser feliz, cuidado, né? É o que a a espectadora fala, né? Não é bem, não foi bem isso para ela. Então, tome cuidado e sempre a atividade, seja ela qual for, é fundamental para você se sentir bem, para você ficar feliz. atividade mental, atividade física e aí com certeza momentos felizes virão. Muito bem, momentos felizes como esse que a gente compartilha com você nessa manhã gostosa de quinta-feira falando sobre felicidade no dia internacional da felicidade. Quero agradecer muito, né, a participação da nossa psicopedagoga Débora Corregliano. Muito obrigada pela sua participação, considerações finais, que felicidade ter você com a gente. Obrigada. Obrigada. Eu desejo a todos, né, felicidades. Eu desejo a todos que se percebam nos momentos felizes, né? Não deixem a ansiedade, a preocupação extrema tirar de você essa oportunidade de perceber o quão bela é a vida, o quão lindo são os nossos pequenos momentos felizes. Isso sim é a construção da felicidade. Um abraço a todos. Ai, que delícia, que maravilha. E com a gente também ela, né? professora, escritora, autora de livros, Vanessa Rodrigues. Gratidão, muito obrigada pela sua participação. Considerações finais. Que manhã deliciosa. Queria deixar uma mensagem para você que nos assiste. Encontre sentido nas coisas que você faz todo o dia. Isso vai fazer você transbordar e você vai levar sementes ainda de felicidade para outras pessoas. Excelente manhã para todos nós. Uau! É transbordando felicidade que a gente encerra o nosso estúdio Câmara de hoje, convidando você para participar do nosso estúdio Câmara de amanhã, onde nós vamos falar sobre aposentadoria. Você está preparado mentalmente? A transição para a aposentadoria pode ser um momento bastante delicado para a saúde mental, mas é possível se preparar. Nem sempre a aposentadoria traz consequências negativas. E é sobre esse tema que nós vamos falar no programa de amanhã. Eu conto com a sua participação, com a sua audiência às 8 da manhã ao vivo aqui na TV Câmara Campinas com estúdio Câmara. Agora 8:59. A gente vai encerrando por aqui e lembrando que ao meio-dia nós temos informação do legislativo campineiro e também da nossa cidade de Campinas, nossa metrópole, no Câmara Notícia e a programação também da TV Câmara Campinas bem interativa para você ficar conectado, ligadinho com a gente, agradecendo a sua audiência, a sua companhia, agradecendo também a participação das nossas convidadas e hoje, né, nesse dia internacional da felicidade, desejando a você muita felicidade. Preste atenção nos pequenos detalhes. Comemore as pequenas vitórias do seu dia. No final do dia, você vai ver o quão vitorioso você foi e como a felicidade faz bem pra sua alma e pra sua vida. Abraço grande, beijo, fiquem com Deus, seja feliz e até amanhã, se Deus quiser. Tchau, tchau. Bom dia, [Música] [Música]