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Estúdio Câmara | Férias e brincadeiras: como os pais podem se reconectar com os filhos?
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Estúdio Câmara | Férias e brincadeiras: como os pais podem se reconectar com os filhos?

28 views Publicado 14/07/2025 HD · 1:01:52

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🏖️ As férias chegaram! E com elas, o desafio de muitos pais em acompanhar o ritmo e as brincadeiras dos filhos. No programa Estúdio Câmara desta sexta-feira, 11 de julho, vamos debater o tema: “Em tempo de férias, os pais precisam se adaptar às brincadeiras dos filhos?” 🎙️ Para essa conversa especial, recebemos duas profissionais com ampla experiência no desenvolvimento infantil: 🔹 Bruna Falconi, psicóloga clínica especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental voltada para infância e adolescência; 🔹 Beatriz Filliettaz, neuropsicóloga e fundadora do Instituto Unicamente, referência em desenvolvimento emocional e cognitivo infantil. 🎠 As férias escolares são tradicionalmente vistas como uma fase de diversão, liberdade e descanso para as crianças. Mas por trás disso, surge uma importante reflexão: como os pais podem aproveitar esse tempo para se reconectar com os filhos? A proposta de brincar junto vai além do lazer – é um convite para construir memórias afetivas, fortalecer o vínculo emocional e promover experiências de desenvolvimento. No entanto, a realidade atual impõe novos desafios. As tradicionais brincadeiras ao ar livre, jogos de tabuleiro e atividades manuais agora disputam espaço com o excesso de telas: tablets, celulares e videogames fazem parte da rotina infantil. Com o aumento do tempo de tela, surgem preocupações com o desenvolvimento social, emocional e cognitivo das crianças. 💡 Ao longo do programa, nossas convidadas vão discutir: Por que brincar junto é mais do que uma simples diversão? Como os pais podem equilibrar o tempo de tela com atividades presenciais? Quais são os impactos das brincadeiras digitais no cérebro e no comportamento infantil? Como adaptar a rotina dos adultos ao universo lúdico das crianças sem perder a autoridade parental? Quais os benefícios das experiências compartilhadas nas férias para a saúde mental de toda a família? 📌 Também vamos refletir sobre as diferenças geracionais nas formas de brincar, os desafios enfrentados pelos pais que trabalham fora durante o recesso escolar e estratégias práticas para criar momentos significativos mesmo em meio à correria do dia a dia. 👪 Em tempos de hiperconectividade e agendas lotadas, presença, escuta e envolvimento emocional tornam-se elementos fundamentais para uma infância saudável e uma relação familiar equilibrada. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [Música] bom dia. Estamos, estamos aqui novamente sexta-feira, estúdio Câmara no ar, através da nossa TV Câmara Campinas ao vivo para você, 11 de julho. E aí, como está? Tudo bem por aqui? Tudo ótimo. Férias escolares, hein? Casa cheia, energia a 1000. É, enquanto os pequenos estão com tempo livre para brincar e imaginar, muitos pais tentam encaixar no dia de um espaço para participar deste universo tão especial. Hoje a gente propõe um olhar leve e carinhoso sobre a relação entre pais e filhos durante as férias. Dá para se reconectar com a infância das crianças mesmo na correria do mundo adulto? Fica com a gente porque olha, essa conversa vai render e vai render muitos insightes muito bons, né, por sinal e quem sabe até boas lembranças, né? Para conversar com a gente, já recebamos aqui no estúdio duas profissionais que conhecem profundamente o desenvolvimento infantil, tanto do ponto de vista clínico quanto emocional. Elas já estão conosco. Daqui a pouquinho a gente inicia a nossa conversa. E eu quero também chamar você para o nosso bate-papo. Manda sua mensagem. WhatsApp tá na tela, 19979377. Conta aí o que você tem feito com a turminha nessas férias, né? As férias iniciaram essa semana e aí já deu tempo de fazer um planejamento, já tá pensando o que que vai fazer no final de semana e juntar as férias das crianças com a correria dos pais? Tenho certeza que dá certo, tá? E é muito importante esse momento. Por isso a gente convidou essas profissionais que vão falar sobre a questão do comportamento, né, nesse momento especial. Mas daqui a pouquinho, porque agora a gente traz informações e a gente continua falando de férias, férias de julho no Sesc Campinas, gente, tá recheado. O Sesc Campinas preparou uma programação gratuita, especial para as férias. Tem cinema ao ar livre, apresentação de circo, oficinas criativas, brincadeiras para toda a família. As atividades vão até o dia 29 com destaque para o cinema sobre as estrelas, sempre às terças às 7 da noite no Jardim do Galpão. Aos domingos tem espetáculo Circense e ao longo da semana oficinas de arte, literatura, sustentabilidade e muito mais. Para participar é só ficar atento à retirada dos ingressos no site ou então na bilheteria do Sesc, tá bom? Fique atento, retire seu ingresso, vá curtir, tem atividades para toda a família. importante que você vá curtir também com a sua criança. Faça o seu planejamento, tenho certeza que você vai adorar. Vamos lá, mais informação chegando. Agora a gente fala do legislativo campineiro, balanço do primeiro semestre da Câmara de Campinas. É, a Câmara encerrou o primeiro semestre de 2025 com números que reforçam seu papel ativo na formulação de políticas públicas e no incentivo à cidadania. De janeiro a junho, a casa teve uma intensa produção legislativa, avanços na modernização da gestão pública e fortalecimento da cultura e da inovação. Foram protocolados 233 projetos de lei ordinária, 74 projetos de lei complementar, 10 projetos de resolução e 116 projetos de decreto legislativo. Além disso, os vereadores apresentaram 1255 requerimentos, 112 moções, 6427 indicações e 60 emendas e 19 substitutivos. No período, foram realizadas 51 reuniões ordinárias e extraordinárias, 84 de comissões temáticas e comissões especiais de estudo, 34 solenes e 32 audiências públicas públicas, que são espaços importantes de escuta da população e também diálogo com especialistas. Atualmente, gente, a Câmara conta com 24 comissões permanentes e 12 comissões de estudos, com destaque para a que discute os impactos da reforma tributária e que trata do complexo das salas de cinema. Também foram instituídas 30 novas frentes parlamentares em áreas diversas. Durante o recesso parlamentar de julho, previsto no regimento interno, as sessões plenárias e reuniões da comissão ficam suspensas, mas lembrando que os gabinetes seguem funcionando normalmente de segunda a sexta, das 9 da manhã. às 6 da tarde, as atividades legislativas em plenário serão retomadas no início de agosto. Muito bem, agora a previsão do tempo. Final de semana, bem igual, todos os dias, né? Vamos lá. Sexta-feira hoje, sol com muitas nuvens, mínima 12, máxima de 24. Sábado, sol também com muitas nuvens. Ã, no sábado, mínima 14, máxima 25. Domingo a mesma previsão, mínima 14, máxima 24. Então a gente vai ter aí um final de semana bem gostoso, bem legal, pra gente brincar com essa garotada que tá de férias, né? Férias escolares sempre foram sinônimo de alegria, descanso e brincadeira para os pequenos. Mas e aí? Para muitos pais o período vem com desafios. Como reorganizar a rotina entre o trabalho e o compromisso e ainda estar presente de forma verdadeira no tempo dos filhos? O que antes era correr pra rua, brincar de casinha ou jogar dominó, agora tem se misturado com as telas, com tecnologia e com novos formatos de diversão. E diante desse cenário, surge a pergunta: será que os pais conseguem e querem se adaptar ao jeito atual de brincar das crianças ou seria legal a gente puxar as crianças pro nosso jeito de brincar? Vamos descobrir isso a partir de agora. No estúdio, estamos recebendo a psicóloga clínica especialista em TCC infância e adolescência, Bruna Falcone. Muito bom dia, seja bem-vinda. Obrigada, muito prazer estar aqui, pessoal. Muito obrigada. Maravilha. E para completar o nosso time, nós vamos falar com a neuropsicóloga, fundadora do Instituto Unicamente, especializado em desenvolvimento infantil. Seja bem-vinda, Beatriz Filetaz. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Muito obrigado pela oportunidade. Maravilha. Então, você já viu que nós temos aqui duas especialistas e vão explicar pra gente a importância desse momento das férias e como nós pais podemos nos fazer para nos reconectar e entender quanto brincar vale, né? A vai, aliás, além do prazer e pode ser uma ponte poderosa de vínculo, afeto e saúde emocional entre pais e filhos, né? Então, vamos lá, vamos às nossas perguntas. Eu quero eh falar aqui com a Beatriz, que vai explicar pra gente, Beatriz, qual que é a importância das férias escolares para as crianças, porque a visão de pai e filho é bem diferente referente às férias escolares, né? Com certeza. Um momento ali de muita diversão pra criança, mas os pais ficam um pouco preocupados, né? Uhum. Hum. Porque tem toda uma demanda da criança ali que tá precisando exigindo uma atenção dos pais, mas os pais têm outras demandas também, totalmente compreensível, porque o trabalho continua acontecendo, né? Então esse momento das férias é super importante porque também precisa ter essa pausa para que a criança ela se dedique a outras atividades e que ela também esteja junto com os pais, junto com a família nesse momento. Então as férias elas são essenciais, tanto para uma pausa para essa criança, quanto para esse momento de vínculo com a família, né? É um momento de conexão muito importante, né? Daí eu já pergunto pra Bruna sobre os desafios que os pais encaram nas férias escolares, né? né? Como é que a gente faz eh eh na sua avaliação? Como é que a gente faz para contornar toda essa situação e a importância da brincadeira para os pais também? Porque a gente vive num mundo tão corrido e e ninguém nem para analisar que nós fomos crianças e temos uma criança interior, né? Então, como contornar essa situação e entrar na brincadeira? Qual que é a sua avaliação sobre as férias? Eu acredito que as férias, né, eh, elas são uma adaptação ali da rotina, né, não é aquela quebra, porque a gente tem muito essa coisa de ah a quebra da rotina, mas na verdade é uma adaptação. Se a família ela já é desorganizada ali na rotina, nas férias isso vai se intensificar com toda certeza, né? Então a gente precisa mesmo em período de férias estabelecer ali momentos pro acordar, pro dormir, pro brincar, né, e momentos ali de conjunto paraa brincadeira. Então brincadeira ela é super essencial, né? Ela desenvolve habilidades básicas ali da criança. E eu vejo assim muito dos pais essa crença de, ah, eu não sei brincar, eu não sei mais brincar, né? Como brinca. Eh, mas assim, é muito instintivo mesmo, né? A criança te puxa, só o fato de você tá ali sentada, a criança vai sentir a sua presença, né? Principalmente se você não está com o celular nas mãos, né? se você tá ali na presença afetiva, a criança sente muito isso. Eh, e aí a gente constrói ali aquele momento de de bastante vínculo. É verdade, né? Eh, muita gente pensa que brincar é só um passatempo, né? Mas é na brincadeira que a criança processa emoções, aprende regras, desenvolve empatia e participar disso é também conhecer mais profundamente quem são os nossos filhos, né? Beatriz, o tempo de tela aumentou nos últimos anos, né? E aí, como é que a gente faz para equilibrar a tecnologia com as brincadeiras mais afetivas e presenciais nesse momento? Porque quando a gente fala de tela, a gente tá falando dos pais e dos filhos, né? Os pais também têm esse tempo de tela e às vezes o pai consegue aí eh eh uma conseguir conciliar, né, as férias algum tempo, algum momento, tipo assim, dois dias eu vou conseguir ficar com meu filho nas férias. Só que daí ele vai pegar o celular também e aí o filho também tá com o celular. Isso não é férias. definitivamente não é férias. Como é que a gente faz para retirar aí essa, entre aspas, esse vício de tela, né, dos pais e dos filhos nesse momento especial que é o momento das férias? E e a gente tem até um questionamento que vai um pouco adiante disso. Vamos lá. Como que a gente faz esse limite, esse controle com os pais que trabalham em home office? Ai, ai, verdade, verdade, né? a gente, eu vivo essa, essa realidade. Meu esposo trabalha home office, então pensa, eh, a gente tem ali os pais, as a família que trabalha o tempo todo num computador, num celular, eu trabalho o dia inteiro usando meu celular. Então, a gente fica pensando como que a gente equilibra isso junto com uma criança. A criança não vai poder usar o celular, a tela o tempo todo, mas eu uso para trabalhar, entende? Imagina o controle para você colocar isso na cabecinha de uma criança de que ela não pode usar aquele celular porque ela ainda não tem compreensão, né, da do do que a gente tá fazendo. Mas é um desafio, porque equilibrar isso com a criança, o tempo de uso de tela para trabalho, o tempo de uso porque é necessário. A criança, ela tá nascendo num mundo hoje muito tecnológico, então eu também não posso privar essa criança da tecnologia, mas é encontrar esse equilíbrio, buscar esse equilíbrio do tempo mesmo, né? do momento de uma rotina, como a Bruna comentou, de ter esse momento de rotina e estimular ali o o período em que a criança pode ficar exposta àquela tela, né? Há uma atividade que pode ser educativa numa tela também, mas que também tenha o momento de conversar com os pais fora da tela, tanto o pai quanto a criança. O vício é dos pais, né? É, a gente tem muito isso assim, né? Na verdade, o vício ele é dos pais e ele é transmitido para as crianças, né? E a gente precisa pensar nisso. E eu vejo muito assim também eh algo como um fascínio assim das crianças no mundo tecnológico. Então, eh a gente vê muito assim, ai, porque muitas falas no sentido de ai, eh, o meu filho sabe mexer muito mais do que eu ali nas redes sociais, no tablet, ah, ele já nasceu nesse mundo, então ele tem muita facilidade. É visto assim como um fascínio, né? Ai, que legal. Mas não é legal, né? você que tem o controle de apresentar eh essas redes, esse essa esse excesso de tela, né, para essa criança, é lógico, né, como você colocou no mundo de hoje super tecnológico, é é inviável, né, privar de todas as possibilidades ali de tela na escola a gente tem muito, né, eh, mas assim, os pais precisam ter esse controle assim, né, do que é consumido ali em casa também. Eh, então agora a questão da da adaptação às brincadeiras digitais, né, é legal, né, mas a gente precisa ficar atento também, né, Bruna, a questão do tempo que a gente vai levar, porque a gente sabe que quando a gente tá de na frente da tela, Bruna e Beatriz, a o tempo passa muito rápido. E quando a gente fala de férias e adaptação das telas nas férias, a gente pode incluir aquelas e joguinhos, né, aquelas brincadeiras digitais que são saudáveis, mas até um certo ponto. Sim. E aí, como é que a gente faz para ã conseguir gerir esse tempo que seria o tempo correto de tela para essa brincadeira nesse momento? Uhum. a gente tem uma recomendação, né, da Sociedade Brasileira de Pediatria, eh, que crianças para menores de 2 anos, o a exibição ali para tela deve ser nula, né, que é muito difícil, mas assim, é nula. Deveria ser, né? Eh, então assim, a gente precisa ficar atento ali também a a quantidade, né, essa essa exposição excessiva das telas, colocar ali um limite, eh, mas é gerir realmente o tempo e como a gente pode adaptar. Eu acho que a gente pode trazer funcionalidade mesmo, né, ao uso das telas. Então assim, vamos fazer uma sessão cinema. Vamos fazer uma sessão cinema, eh vamos deixar o controle longe pra gente não ter essa essa questão do tempo, né, de pausar, de acelerar. Vamos estar ali a todo momento naquele filme. Terminou o filme, eh, ai, qual foi o seu personagem favorito, filho? Qual Qual será que é o brinquedo que você tem e que o personagem do filme mais vai gostar? Então, assim, trazer conversas, trazer reflexões ali sobre o filme também. Então, usar a tela, acredito assim, com propósito, né, com consciência, usar essa tela, mas com com por trás disso, né? Então, ah, meu filho gosta muito de Minecraft, né, que dos meninos tem muito isso. Eh, filho, com todos os materiais aqui que você tem no seu quarto, o que que a gente consegue construir parecido ali do jogo Minecraft? Então, fazer essa adaptação, né, também pro mundo real ali daquela criança. Você pega o tema de preferência da criança e você consegue adaptar e trazer isso fora das telas, né? Porque você gera interesse pra criança também. Então isso é essencial mesmo. Gerar interesse para a criança. Pega essa chave, né? Gerar interesse pra criança. Não adianta você estar ali brincando, mas e não está ali. O seu corpo tá ali, mas é só o corpo, né? a alma, o coração, então tá longe. Não, você tem que se entregar por inteiro, gerar interesse pra criança para que você possa curtir esse momento. Agora, quando a gente fala de curtir o momento, a gente tem alguém aí do outro lado, eu tenho certeza que tem alguém em casa falando assim: "É, Rú, mas eu não tenho tempo, eu trabalho o dia inteiro, eu não vou conseguir ficar com os meus filhos, até vou ter que adaptar e levar na casa da avó, porque não pode ficar sozinho." E aí, eh, esses pais que trabalham fora, eh, acabam se sentindo culpados, né? Aí vem, a gente tá falando de brincadeira, tal, mas aí um ponto muito sério nessa questão das férias é a culpa que muitos pais sentem por não conseguirem ficar com os filhos pelo menos um momento que seja, porque a gente sabe da correria do dia a dia, gente. A realidade ela é essa. Tem gente que sai 5 horas da manhã de casa e volta para casa 7, 8 horas da noite. Chega em casa, vai e tomar um banho, fazer janta, dormir e acordar no outro dia, porque tem que levantar. E é isso, né? E como é que a gente faz para lidar com essa culpa? Eh, Beatriz, o que que a gente pode trazer para esses pais, né, nesse momento, porque é a realidade de muita gente e a gente precisa falar sobre isso, porque as férias é legal, é brincar, mas também traz aí essa esse momento de frustração. É uma fr uma frustração, às vezes um sentimento até de sobrecarga. Uhum. porque já tem a demanda do trabalho, já tem todas as exigências que exigem, né, do trabalho, da casa, do dia a dia. E aí tem as exigências de uma criança que depende ali da gente, depende, precisa do nosso tempo também. Uhum. Mas eh é um ponto que é como, né, a Rúbia comentou, eh é uma realidade. Hoje a gente está incluso num mundo muito acelerado, então com muitas demandas. a gente trabalha o tempo todo, até em casa hoje com o celular, com as telas, com a tecnologia, inclusive a gente traz o trabalho às vezes até para dentro de casa. Então é é inevitável, por mais que a gente sempre fale, mas é algo essencial a organização da rotina, né? A gente precisa, com tantos compromissos, organizar uma rotina, ter o tempo ali paraa gente estipular o momento de trabalhar, o momento de ficar assim no celular, porque a gente também precisa do nosso tempo de distração, mas a gente precisa tendo crianças pequenas, tendo filhos em casa, a gente precisa ter esse momento reservado, pensando que também é importante, também é um momento importante do nosso dia a dia ter esse tempo com a criança, porque isso cria laços, como você comentou no início, cria memórias afetivas para essa criança, fortalece o vínculo com o seu filho, então desenvolve muito mais habilidades para essa criança. Então esse tempo ele é necessário, né? Não é só uma questão que você tá fazendo ali, um tempo que você tá fazendo, como se você tivesse, ah, tô fazendo uma bondade pro meu filho, porque eu tenho que fazer isso para ele. Não, isso é essencial pro desenvolvimento de um ser humano. Então é a organização da rotina, né? a a qualidade do que a quantidade, né? Exatamente. Exatamente. Estar presente de fato nesse momento em que é separado, mas precisa ter esse momento separado para que essa brincadeira aconteça com os pais. Uhum. Eh, lidar com essa culpa e essa frustração nesse momento é bem delicado. Então, o ideal é o planejamento mesmo, né, é um planejamento. E é isso, assim, é você usar também eh dos momentos daquela rotina para ter esse contato com o seu filho. Então, às vezes, você realmente ali chegou do trabalho, tá exausta, você não vai querer criar a brincadeira mais espalhafatosa do mundo que vai fazer bagunça. Mas assim, só o momento do jantar, né, de colocar a criança ali para dormir, de contar uma história, de conversar, de trocar sobre aquele dia, já é um momento ali de muito afeto, de muita troca, né? Então não precisa eh criar muitas coisas ali. No momento da rotina você já consegue mostrar essa essa presença, essa afetividade, né? E a criança percebe muito isso, né? Inclui a criança nessa rotina, né? Então é lógico, exige todo um cuidado. Você vai trazer ali, você vai arrumar uma cama, você convida a criança para arrumar junto. Ela não vai arrumar com a mesma agilidade que você, mas ela vai se sentir totalmente pertencente à aquele ambiente. Ela se sente útil, ela sente que ela também faz parte desse momento. Então isso também é muito legal, trazer a criança pra rotina do que a gente já tá fazendo no dia a dia. Sim. tendo consciência de que é uma criança que ela vai fazer de um jeito diferente, numa velocidade diferente, mas isso impacta no desenvolvimento dela. Criar uma autonomia, né? Cria autonomia. Exatamente. Uma criança funcional, né? Gera um adulto mais funcional também, né? A gente precisa pensar nisso, assim, é claro que tem um desgaste ali dos pais para inserir essa criança ali nos momentos do dia a dia, de um mercado, para preparar ali um almoço, uma mesa de jantar, mas quanto mais você inclui, mais você consegue criar esse vínculo, né? Eu acho que você trouxe uma coisa muito importante assim, eh, de quando a criança ela tem essa troca com os pais, ela conhece, eh, a história daqueles pais, as vitórias, as derrotas, ela se sente muito pertencente à aquele grupo, né? Então, ela consegue e criar mais consciência do seu eu no mundo também, né? Nossa, gente, que legal, né? Esse nosso bate-papo de hoje, porque hoje é sexta-feira, né? Amanhã, sábado, domingo. E aí as crianças entraram em férias, se pai aí, mãe tá descabelado, não sei o que fazer com essa criança. É importante a gente lembrar que tudo que as profissionais estão falando faz parte do nosso dia a dia, né? E as férias a gente precisa sim nos adaptar com ela, porque isso faz é muito importante pro desenvolvimento da criança. Agora a gente tá falando só dos pais, né? né? O pai, mãe ou então o responsável. Mas é legal a gente salientar que as férias ela vale pra família toda, né, Bruna e Beatriz? É a família toda que tá inserida nas férias, porque de repente e vai lá passar um dia com a avó, né? Vai passar um dia com o primo, vai brincar, enfim, é a família toda inserida. Mas não, eu não acho legal falar que é a responsabilidade da família, mas sim uma inserção e um acolhimento da família. Qual que é, que que a gente pode fazer e qual que é a avaliação da psicologia? sobre a inserção da família nas férias, Beatriz. Essencial, não vejo outra palavra, né? É essencial. A criança, ela tá ali, ela ela precisa aprender e ela aprende estando inclusa num ambiente social. Ela observa o comportamento das outras pessoas, ela observa o comportamento de um priminho, ela observa o comportamento dos pais. Então ela tá ali absorvendo tudo. A criança é uma esponjinha e ela tá absorvendo tudo que tá acontecendo. Então, eh, estar entre família, estar com pessoas próximas que têm carinho por ela é essencial pro desenvolvimento de qualquer ser humano. E aí os pais podem fazer uma adaptação, sim, né? Porque às vezes a gente fala assim: "Ah, fica só e é sobre as costas dos do pai e da mãe". Ou então do responsável que mora na mesma casa, né? Mas pode sim fazer uma adaptação e e tipo um planejamento e levar a brincar hoje na casa de um colega. Amanhã se não consegue ficar, conversa com a sua rede de apoio. É importante, né, Bruna, ter uma rede de apoio nesse momento. Sim, é o que dá um alívio assim, né, essa rede de apoio. Mas eu acho muito importante também, por mais que a gente não, os pais não consigam ter um controle eh total e absoluto, acho importante os pais também eh direcionarem para essa rede de apoio, o que é innegociável nessas férias, né? eu acredito que precisa ter esse combinado do que é inegociável eh nessa família, na rotina dessa criança. Então, eh passar isso para para essa rede de apoio, né? Porque muitas vezes a gente também coloca aquela coisa de aou vai passar o final de semana com a avó, ai, pode tudo, vive ali a vida, né? Entendi. Quer dizer, as regras elas precisam estar também faz parte das férias. É isso. Sim, sim. Claro que acho que precisa ser flexível, né? Um momento descontraído mesmo. Enfim, você tá com seus avós ali, né? com com outras pessoas. Eh, e você e vocês como pais assim, se vocês estão se apoiando naquela rede de apoio, não tem como você ter controle absoluto, né? Senão você também vai deixar ali de olho em cima. Eh, mas assim, precisa eh colocar, né, o que vai ser inegociável. Então, ah, e a tela eh vai ser negociável e em alguns momentos, né, a alimentação ali, eh, momentos estipulados mesmo, né, e passar isso para essa rede de apoio para você não fugir muito daquele controle, senão quando a criança volta para você, né, então, né, tem isso também, isso influencia no comportamento, tipo assim, passar lá uns dois, três dias na casa da avó e a gente sabe, eu adorava ficar com a minha avó, gente. Na casa da avó pode tudo, literalmente tudo. Come, come, come, brinca, brinca, brinca e aí daqui a pouco a avó vem e e mais comida e mais docinho. Então assim, causa um desequilíbrio na rotina essa questão também. A gente sabe que isso é muito carinho, né? Mas o carinho também precisa ter uma medida. É isso, Beatriz. É, a criança, eu gosto sempre de falar que a criança ela ela vai testando os seres humanos que estão ao redor dela. Olha aí, gente, importante. Isso é tão importante que a gente às vezes eh nós adultos nós pensamos assim: "Nossa, criança tá dia, não sabe, sabe? Ah, sabe, entende? Sabe, a criança é totalmente inocente. A criança ela ela é muito inteligente e ela testa. Então, ela já sabe o que ela consegue com a mãe e com o pai no ambiente da casa. E ela já sabe que ela consegue no ambiente da avó e do vô, porque ela também já conhece e já já testou eles para saber o que consegue. Então é isso, a gente vê muito no consultório. A Bruna pontuou muito bem, porque é muito real, ela vai para outro outro local, mesmo que seja da família, e geralmente quando volta acaba mudando totalmente o comportamento. Inclusive, uma coisa também que é muito comum, às vezes quando são eh os pais são separados e aí a criança ela tem uma rotina na casa da mãe e uma rotina na casa do pai. E aí a gente consegue sentir claramente quando a criança ela volta da casa do pai ou quando ela volta e vem pro atendimento da casa da mãe, porque você consegue perceber a diferença do comportamento da criança, porque muda. Ol. Uhum. Então é lógico que no mundo ideal Uhum. O correto seria, né? O mais saudável seria o acordo sempre com os pais, com os avós, alinhar as regras, aquilo que é inegociável, a rotina que é necessária para aquela criança. É o ideal. A gente sabe que é difícil no dia a dia que tudo isso aconteça dessa forma. Sim. Mas é algo que pode ter uma atenção. A gente tá aqui compartilhando o conhecimento de que isso é importante. É. E a gente pode tentar, né? A gente pode tentar. Quem sabe a gente, né, consiga, né? conversa aí com os pais, com e os responsáveis, criem um regras, né? E essas regras, quando a gente fala de regras assim, soa um pouco forte, né? Regras, mas não, a gente pode criar regras para as crianças de uma forma lúdica também, né? Fazer um quadrinho de regras, eh, eh, com bichinho. Hoje você vai na casa da avó, desenha uma vovozinha, mas não pode ficar tanto tempo na tela, desenha um negocinho, né? a gente pode eh transformar isso num momento gostoso para criança, para que a criança também receba isso de uma forma que ela não vai entender que você está impondo algo para ela, né, Bruno? Uhum. Isso mesmo. As crianças são muito visuais também, né? Então a gente eh quadro de rotinas, assim, os combinados visuais são muito legais, são muito importantes, né? Economia de fichas também que a gente vê bastante ali para pra criança conseguir conquistar aquilo que ela que ela deseja, né? Tem muito isso também. Então, e a gente pode usar isso bastante nas férias, né? Ah, então você quer tela, vamos ver que que você já fez hoje, você já, enfim, organizou o seu lanche, já arrumou sua cama, já fez isso, já fez aquilo, já fez cinco algumas coisinhas básicas ali do seu dia. Então, vamos lá, vamos pra recompensa da das telas, assim, né? E e é isso, trazer eh uma conversa eh de igual para igual ali pro filho, né? Mas mantendo eh o combinado, porque é isso, né, que a que a Bia falou, eh, se você abrir margem um dia sujeito, a criança ela vai te testar, ela vai buscar outras margens, gente, que coisa. Ela vai te testar. É isso. A criança, a gente às vezes, né, igual eu falei antes, a gente pensa que, ai, tadinha, é criança, né? Ô, a criança às vezes ela é mais ligada do que a gente para para analisar e elas elas eh nos testam. Então, eh, cuidado para não cair, né, nessa e traz para você, você é o responsável. Então, faz uma adaptação com essa criança para que você possa ter aí o momento momentos de de alegria, de descontração, né? Porque também isso pode gerar um estress pro pai, pra mãe, pro responsável, porque já que a criança testa, testa, testa, eh, vai chegar uma hora que vai chegar no limite e aí você também vai descompensar. E a gente precisa ficar atento nessa descompensação nesse período de férias, porque aí se estressa, aí já vai virar um negócio que não vai ficar legal, um clima um pouco pesado para esse momento, né, Beatriz? Sem dúvidas. Sem dúvidas, porque vai cansando. A criança, ela vai percebendo quando ela não tá recebendo atenção. Ela percebe quando ela vai buscando, né? Acontece. E o que acontece quando a criança percebe que ela não está recebendo atenção, ela não tá conseguindo aquela atenção. Ela vai tentar encontrar outras formas de se comunicar. Então, se ela já entendeu que pedindo, falando e verbalizando, ela não consegue, ela vai se comportar. Então, ela vai se comportar de uma forma diferente. Aí é onde pode acontecer os comportamentos mais agressivos. Ela pode mudar o comportamento na escola, o comportamento atencional dela nas atividades, né? O a a concentração dela pode ser impactada. Então a criança ela começa a se comportar, o corpo dela começa a se movimentar de uma forma diferente. Então, eh, o nosso cérebro é muito poderoso. Então, se a criança ela não consegue receber essa atenção só falando e buscando os pais, ela vai se comportar de alguma forma para buscar isso de outro jeito. Uhum. Olha isso, né? É interessante essa sua fala, porque às vezes daí e essa forma de se comportar de outro jeito, aí os pais vêm com a aquela aquela leitura, né? Essa criança não para, essa criança é insuportável, eu não sei o que que eu faço com esse menino, né? Ele não para, o dia a dia tá incomodando. E aí você tem que parar para analisar e lembrar da hierarquia, né? Quem é que manda aqui, quem é quem quem que dita, né? Vamos lá, pirâmide, você tá aqui, eles estão aqui. Então, depende da gente. Agora, toda ação tem uma reação. É, ah, Rúbia, é fácil falar. Claro que é, é super fácil falar, mas aqui a gente tá te dando caminhos para que você possa executar eh essa essas ações, né, que são não tão simples, mas a gente pode, a gente consegue, são desafiadoras nesse momento de férias, né? Então, a gente precisa fazer uma leitura da criança, né, Bruna, e também estar atentos aos nossos comportamentos. Sim, você falou da pirâmide, me trouxe muito a questão de macro e microdecisões, né? Então, os pais eles são responsáveis por macrodecisões e as crianças responsáveis por microdecisões para também se sentir pertencente ali naquela até você trouxe assim das regras, né? Então, se você assim, tá um dia de muito frio, você vai colocar o casaco. Qual casaco você quer colocar? Macrodecisão, a criança, microdecisão. Ah, eu escolho o casaco vermelho. Maravilha, né? Então isso é super importante assim, essa questão da macro e microdecisão, né? Ah, legal. Olha aí, super importante mesmo. Você que tá aí do outro lado, tá participando com a gente, nossa, já 8:36, tá vendo? Não falei para vocês, esse bate-papo é muito gostoso, passa rápido demais. Nós estamos aqui falando de férias, né? A importância da presença ativa dos pais na brincadeira das crianças. E é legal também a gente lembrar, a gente tá falando de criança, criança, criança aqui, mas nós adultos, nós temos uma criança, né? Eu vou falar, eu vejo uma amarelinha, ah, eu saio, tipo assim, quebro um pouquinho o decoro e vou lá, ó, né? E vou pular amarelinha. É gostoso. Você resgata aquele momento que você viveu um dia. E por que não brincar com o seu filho, né? Ah, mas esse menino só quer tela. Você já ensinou a pular a corda? Uhum. Você toma decisão, né? A macrodecisão e a criança a microdecisão. Então vamos lá, ó. Hoje a gente vai fazer a corrida do saco. Hoje a gente vai pular a corda ou então eh nós vamos brincar. Esconde, esconde, você escolhe. Qual das três brincadeiras você quer? Ofertar possibilidades, né? Sim. Ofertar possibilidades ali para aquela criança. E me veio assim agora também que você falou das crianças, né, que elas não param. É, eu escuto muito isso e assim, as crianças elas não vão parar, né? Na verdade, elas não querem parar. Se a criança tá parada é porque alguma coisa de errado tá acontecendo, né? Acontece com essas crianças. Que energia é essa, né? Quando Então ela tá conhecendo o mundo, né? Ela tá explorando. Quanto mais ela tá se movimentando, mais ela tá experimentando ali o mundo, conhecendo, explorando. E isso é super importante, né? Eh, então se aquela criança ela tá parada, é porque ela tá em êxtase, né? Na tela a gente coloca muito assim: "Ah, eu vou levar num restaurante". Aí eu coloco ali, a criança tá para lá e para cá, eu coloco uma tela. Exato. E aí a criança ela vai ficar ali drogada, né? Viciada, anestesiada ali naquele momento. E isso não deve ser o normal, né? Esses momentos assim e de restaurante a gente vê muito e são tantas possibilidades, né? Eh, tem brinquedoteca, tem outras crianças ali para desenvolver habilidades sociais. Você pode levar jogos assim que até os pais vão gostar e eles vão participar, né? Então, assim, jogos de carta, sabe? Que eles vão participar ali e trocar com a criança. Porque imagina, né? você eh tá ali num ambiente, numa mesa sentado com várias pessoas e tá todo mundo no celular ou conversando de coisas que eles não estão te incluindo. Nossa, totalmente vai ficante. É, ela vai fazer o qu ali, né? E aí os pais acabam cedendo ali uma tela para aquela criança para anestesiar mesmo. E isso não é o certo, né? E é o que mais a gente vê, né, Beatriz? Nossa. É. E o que eu fico pensando é que a criança e ela não vai ter essa compreensão de que ela não tá participando, ela sente e isso impacta em algum momento, mas ali na situação ela ainda não tem, ela não tem capacidade ainda compreensão para analisar que isso não tá sendo saudável, né? Mas isso a longo prazo vai impactar. É, é, a criança ela vai perceber que, ah, eu não, não faço diferença porque tá todo mundo se juntando, conversando e e rindo e eu não tô fazendo parte. Mas assim, ela não tá ali porque ela tá anestesiada mesmo, porque a tela chama atenção, né? É luz, é som, é todo um um um conteúdo que chega, né? Então a criança de fato ela vai ter essa essa essa dificuldade, ela não vai perceber que isso tá acontecendo. Mas aí isso na frente, né, no futuro vai desencadeando muitos outros fatores. É, né? E e a criança ela vai buscando outras formas de se sentir pertencente. Se ela não se sente pertencente dentro da casa, ela vai buscar algum lugar. É, a gente precisa, você sabe que esses dias eu vi uma frase que me impactou, me chamou muita atenção. Ah, quem está criando seus filhos? É, não é porque aí se você não dá atenção devida para criança, para você é um esforço, algo que deveria ser natural, né? Porque nós temos filhos e a gente sabe que eles vêm pro mundo, eles vão ser moldados. E eles vão ser moldados por quem? Pelos responsáveis, né? Então, eh se a gente não faz essa, eh, eh essa lapidação com os nossos filhos e entrega eles para qualquer outra eh situação que seja, isso, eu falo eh entrega o filho pro celular, entrega o filho pra internet. E a gente sabe que às vezes é importante a gente fazer esse parâmetro. A internet é um mundo obscuro que a gente não tem nem noção o que tem ali dentro, né? E aí, às vezes a gente entrega o filho de bandeja para esse mundo obscuro e depois essa criança vai crescendo e você vai notando comportamentos que você não sabe de onde veio. Fala: "Eu não te dei essa criação. Eu não te não fui eu que fiz, né? Eu tô Quantas vezes eu já ouvi isso? Que que eu criei? Eu tô criando o que aqui? Mas será que é você mesmo? Uhum. Não é? É importante a gente ter essa analogia e entender que às vezes quando a gente entrega pra criança, principalmente nesse momento de férias que é criança, quando é férias, a gente tem que pensar assim, quando sai da pensa você nas férias, quando o último dia de aula, que que você pensa? Ai, vou brincar com os amiguinhos agora, vou poder ficar em um tempo em casa, né? Me divertir com o papai, com a mamãe ou com o responsável. E aí essa é o que tem, esse é o que tem na cabeça da criança. Mas aí isso não acontece. Aí vem a frustração, aí é entregue para as telas e aí a criança vai se dedicar totalmente àquela tela lá. Então é importante a gente se atentar e conhecer também esse mundo obscuro, estudar sobre isso e pra gente poder entender para quem a gente tá entregando as nossas preciosidades, não é isso? Sim. Você falou muito assim de entregar de bandeja, isso é muito real, né? Eh, a gente precisa pensar que as telas elas não são as vilãs, né? a forma como a gente oferta isso pra criança que vai eh moldar ali o imaginário daquela criança. Então, a gente vê muito assim no YouTube assim aqueles canais que os adolescentes estão consumindo bastante de trollagem. Então assim, se o seu filho ele fica acessando isso dia inteiro, trollagens, vídeos curtos ali de 5, 10 segundos, é isso que vai moldar a criatividade, o imaginário dele. E aí você pensa, né, a criança ficou ali a tarde inteira vendo vídeo de trollagem. para ela isso é a diversão e ela vai tentar replicar isso em casa, só que é um comportamento inadequado. Então os pais vão barrar e aí ela vai pensar: "Nossa, então ali o mundo que não é real, né? O mundo ali do do YouTube, dos vídeos, faz muito mais sentido para mim. Ali tem diversão, ali tem sentido, né? Então eh tem que tomar muito cuidado mesmo as redes sociais, eh, ali o cyber bully, né? Quando a gente vai pensando em crianças mais mais velhas, né? eh, enfim, acesso a conteúdos não adequados ali paraa idade. Isso vai moldando muito mesmo e isso vai distanciando quando eh a criança se torna um adolescente, né? Então, ter essa troca assim, ah, filho, que mostrar esse interesse, né, é muito importante. Que que você tá vendo? Como que, né, o que que você gosta de ver aí e ter muito esse controle, né? Tem muitos aplicativos que a gente consegue rastrear ali os sites que estão entrando, eh, proibir ali acesso a algumas coisas, porque o shorts ali, o TikTok é infinito e você não tem conselho nenhum do que vai aparecer. Olha, o negócio é delicado demais, ó. Uma dica de mãe. Eu sou mãe, né? Ai, que delícia, gente. A melhor coisa da minha vida, sabe? É, é, é assim. E hoje a minha filha tá comigo, veio passear, que tô muito feliz. Ela não é mais uma criança, mas toda, para, para toda mãe, né? Tá, o filho é sempre filho. E aí eu me lembro que a gente brincava muito, sabe? Brincava muito. Então, que tal você relembrar algumas brincadeiras? Já pulou elástico? Sua filha nem sabe o que que é isso. Nem sabe. Vocês sabem? Pulava muito aí, ó. Tá vendo? Já pulou elástico. Vai brincar. Ah, não sei como que é. Vai na internet, entendeu? Usa a internet para isso. Procura uma brincadeira bem legal, né? Vai fazer um bolinho, vai, vai pra cozinha, vai brincar de comidinha, sabe? Tenta, tenta. Ah, Rubê, não tenho tempo. Você vai fazer janta em casa hoje à noite quando chegar, não vai? Chama, chama a criança para lá, pr pra mesa. Vamos cozinhar com a mamãe. Vamos brincar, né, de fazer comidinha. Ai, Rubi, não tenho tempo. Vamos brincar de casinha, né? Vai, faz a criança entrar no seu mundo. Mas brinca com ela, brinca com ela, porque isso faz muito bom e é uma diferença muito grande, tanto para você quanto para a criança. E ali você está colecionando momentos especiais, né? para sempre na cabeça dessa criança. Tá bom? Pode Rúbia. Eh, aproveitando o gancho da Bruna, tem um outro ponto também que já chegou para mim na clínica, essa questão, o quanto a gente limita o uso das telas criança. Aí pensa a situação, você limita ali eh o seu filho, você coloca ali no celular que ele tem, você limita o tempo que ele vai usar, o que que ele vai acessar. Aí ele chega na escola, o amiguinho tem um celular também. Uhum. E esse celular não tem nenhum limite do que vai ser acessado porque os pais dele não limitaram. Uhum. E aí o seu filho que tem o limite, ele vai chegar na escola e ele vai acessar esse conteúdo porque outro amiguinho tem esse acesso e aí ele vai trazer isso para dentro de casa. Ah, mas essa mais essa. Então assim, são situações que são delicadas, a gente sabe, os pais chegam pra gente assim, eu não sei mais o que fazer. Uhum. Porque eu tô limitando, mas o amiguinho não limita. Uhum. E hoje em dia, até no início, a gente comentou, né? As crianças elas estudam com o celular, elas estudam com computador. Então hoje não tem como a gente privar totalmente as crianças do uso de telas, mas de fato precisa ter uma supervisão. Isso não pode ser totalmente desenfreado. E a supervisão não só do tempo, mas do consumo e do que tá chegando para essa criança. E se não tá chegando dentro da sua casa, pode estar chegando realmente porque ele tá tendo acesso em outro lugar. Então você precisa acompanhar e orientar essa criança sobre o que é saudável, o que não é, né? Porque por mais que a criança ela ainda não tenha compreensão do que é saudável ou não, mas se você vai constantemente trazendo essa consciência para ela, ela vai construir essa consciência, né, do que é certo, o que é errado, o que pode, o que não pode, o que é saudável, o que não é. Uma comunicação, né? Uma comunicação desde cedo é importante, né, Bruna? É como tudo se interliga, né? Porque se você não tem aquele momento de troca, de conversa com o seu filho, talvez ele não te passe que ele tá acessando essas coisas do outro amigo e aí você não vai ter nem a informação de que ele tá consumindo tudo isso, né? Eh, é importante, é importante comunicação, gente. Falar é tudo de bom, né? Falar é tudo de bom. Olha a gente aqui falando quase uma hora com você. Tá vendo? Vamos lá. Ô produção, produção tá avisando, meninas, que tem perguntas. Então agora a gente atende os nossos telespectadores. Quero mandar um abração para você que tá ligado com a gente aqui na TV Câmara nessa sexta-feira gostosa e a turminha tá de férias e a gente aqui dando dicas para vocês, né, da importância das férias e e desse afeto, esse vínculo gostoso aí com os filhos, né, e a com as crianças, na verdade. Já pensou em juntar toda uma turminha e fazer a festa do pijama? Ah, que delícia, né? É guerra de travesseiro. Leva isso paraa sua casa, traz isso final de semana, tenta no domingo, sabe? Fazer alguma coisa assim é tão gostoso, gente. Aí você consegue eh eh tirar da tela e aproveita e brincar junto, tá? Essa é a minha dica. Vamos lá, produção. Pode colocar a pergunta na tela, por gentileza. Vamos lá. Ô, Carlos, Vila Industrial, muito bom dia para você e pessoal da Vila Industrial também. Jogos eletrônicos prendem mais atenção do que as atividades presenciais. Isso pode atrapalhar o desenvolvimento emocional. da criança. Vamos lá, Beatriz. Ai, gente, esses dias eu eu vi, eu eu sou neuropsicóloga, né? E aí eu faço a primeira sessão com a criança e eu perguntei pra criança: "Você brinca? Que que você gosta de brincar?" A criança falou para mim, era uma criança de 10 anos, ela falou assim: "Tia, eu eu não brinco, eu jogo no computador." Hum. Aí eu falei: "Nossa, qual que é a visão que ela tá construindo sobre a brincadeira?" Ela já entendeu que brincadeira eh ao ar livre não é necessariamente o mesmo que brincar e jogar no no no celular, no computador. Ela já entendeu que são brincadeiras diferentes. Então assim, é lógico que o computador ele tem a tela, ele tem o som, tem as cores que são mais chamativas, que são mais eh prendem mais a nossa atenção. Uhum. Então, de fato, é um concorrente difícil de se lidar, né? Mas de fato, quem é a autoridade dentro da casa? São os pais. Os pais precisam realmente colocar tempo para esse uso de tela, o tempo de jogar, o tempo de acessar o computador, porque é necessário, a criança tá no mundo tecnológico, mas a gente precisa ter esse limite e quem vai fazer esse limite são os pais. E aí de fato ir apresentando outras brincadeiras, colocando aquilo que é do interesse. Por exemplo, ah, gosta do Minecraft, que é um joguinho. OK, vamos trazer isso pro dia a dia, mas tirar um pouco da tela e colocar na brincadeira real ali no chão, na rua, brincando. Lógico que na rua hoje em dia é mais perigoso, não é, né, como antigamente, mas eh é necessário que tenha essa brincadeira também fora das telas. Uhum. E quem vai fazer esse manejo, essa, esse ajuste são os adultos. E o tédio também, né? Esses dias eu eu li sobre isso, assim, o tédio ele é incrível pra criação, né? Se você deixa ali a criança sem eh um eletrônico, ela vai buscar outras formas de se divertir, de criar ali, né? E a brincadeira, ela é uma linguagem natural ali da criança. O importante vai ser o ambiente, né? Porque ele vai moldar. Então, se você não disponibiliza, né? Você trouxe muito sobre isso. Se você não propõe, se você não oferta essas outras possibilidades, ele vai, é porque a gente vai, a gente vai ensinar, né? A gente nós conhecemos algumas brincadeiras, então a gente precisa ensinar pra criança como brincar, porque a criança não sabe, né? E aí a gente ensina, se você não ensinar, tem o celular, o celular ensina outro tipo de brincadeira e a gente vai se frustrar com esse ensinamento, né, que vem a partir das redes sociais, da internet, enfim. ela é curiosa, então se você não não não deixa ela limitada a uma tela, ela vai buscar alguma coisa no ambiente, né? Ela vai, a gente na na minha época, eu tenho hoje 30 anos, né? Mas a gente pegava uma cadeira, um lençol, fazia uma casinha, uma tenda. Então, se você não tem, é, então assim, você busca ferramentas para brincar. Agora se você tem um celular, você vai buscar ali dentro daquele material. Exato. Você não vai olhar ao redor. Então, se você limita o uso dessa tela, a criança ela vai explorar. A criança é criativa, ela tá aprendendo o mundo, ela tem energia, ela vai buscar outras ferramentas para brincar. É verdade. Um acampa dentro, né? Um acampamento dentro de casa com lençol. É muito bom, né? Com lençol. Você fez isso pelo jeito, né? Era muito legal. É muito gostoso isso. E a criança fica a hora. Coloca um monte de lençol ali, ela vai criar. Nossa, dá para fazer tanta coisa. Tá vendo só, gente? É mais fácil do que a gente pensa, né? A gente às vezes cria dificuldade. É importante um lençol, um lençol não, um monte de lençol lá. E aí faz, ó, bota a cadeira, faz uma campa dentro lá, ó, e leva a criança para brincar. E é isso, é diversão, né? criança às vezes tem um um lado assim que a gente pensa que é pesado, é puxado pra gente para poder fazer um todo um desenvolvimento correto e assertivo pra criança, mas tem tantas coisas simples que a gente pode inserir e e é tão gostoso para eles e para nós também, né? 8:51 pode mandar, produção mais perguntas pra gente? Vamos lá, estamos falando das férias das nossas crianças. A Juliana do Jardim Chapadão. Oi, Ju, tudo bem? Bom dia. Sinto culpa por não brincar com meu filho todo dia nas férias. A qualidade do tempo é mais importante do que a quantidade? Boa pergunta, Ju. Vamos lá, Bruna. A gente até trouxe, né, e que realmente assim a a qualidade daquele tempo, ela significa muito mais do que você eh disponibilizar ali um um uma tarde inteira, né, pro seu filho, porque eh ele vai perceber que você tá inteira ali naquele momento, né, principalmente se você tá disposta, né? Ele vai sentir isso, né? Você trouxe muito sobre isso também, né, Bia? Dele, dele, talvez ele não entenda ali totalmente, mas ele vai sentir aquela presença sua, né? Então, com certeza. Eh, a gente entende, né, que os pais eles estão sobrecarregados, que eles têm muitas demandas no dia. Então, é você usar os momentos da sua rotina, mesmo no seu dia a dia, para ter esse momento de qualidade, não de quantidade, né? Exatamente. É importante, né? Vamos lá, mais uma pergunta. Vamos falar sobre conexão, né? Falando aí sobre conexão entre os cuidadores e os e as crianças, né? A gente fala pais e filhos, mas enfim, os adultos e os pequenos agora nesse momento de férias. A Natália do Jardim do Trevo. Quando estou cansada, coloco o desenho e fico junto só olhando. Essa presença mais passiva também conta como afeto. Beatriz, é importante, tá? A gente não pode invalidar também e esse momento que é o que tá sendo possível ali naquele momento daquela família e tá tudo bem, tá? Tá junto, tá ali perto da criança, a criança ela se sente segura, mas de fato eh pode ser melhor. Uhum. Porque se a criança ela tá ali junto com você, então vocês estão num tempo em que tá mais tranquilo, que tá mais confortável, que já fez todas as tarefas do dia a dia. Então, talvez tentar propor alguma coisa diferente para essa criança fora da tela do celular, né? Eu costumo falar bastante sobre essa questão. Não sei vocês, mas eu tenho memórias porque a criança ela não entende no momento em que isso acontece, mas ela ela cria essa memória pra vida, sabe? Não sei, mas vocês podem me ajudar. Aquela questão de colocar o colchão na sala e dormir na sala. Ador. Aham. Adoro. Gente, isso para mim assim é uma quebra de rotina absurda. Então eu fico pensando, a criança ela memoriza isso. O momento ápice é colocar o colchão na sala e todo mundo dormir na sala junto. Então assim, é uma coisa tão simples, mas é que no dia a dia, ai vai bagunçar a cama. Eu arrumei o colchão, o lençol de elástico vai soltar. Exatamente. Vai colocando barreiras. Exato. Vai colocando barreiras que é o dia a dia, é coisa tão simples. É só colocar o colchão na sala e você dormir todo mundo junto, sabe? Ai, que delícia. Então, isso cria memórias. A criança, ela vai crescer com essa memória. Então, se você tá num momento que você já tá mais tranquilo, que seu filho tá no celular, conta. É muito bom. Mas se você puder melhorar a qualidade disso também vai ser muito saudável pra criança e para pra mãe também, né? Uhum. Claro. E olha só, gente, falando aqui memórias, né? Memórias, gente, isso é maravilhoso, né? Coloca o colchão na sala, coloca uma tela, mas assiste um filme, um desenho junto e aí depois você traz para pr pra vida. Você sabe que eu e a minha filha, nós assistíamos filmes juntas, desenhos no chão, no colchão, na sala. Depois disso, ela gravava e até hoje a gente se a gente eh eh tem esses momentos, né, alguns momentos específicos do filme, igual músicas. E aí depois a gente ia pra rua, a gente cantava e a tá em casa, começa a falar uma parte do filme, começa a cantar igual, mas que solidão, ninguém aqui ao lado acha a solução, né? Então assim, é Shk, quem é que não canta? Quem é que não sabe? Você decorou isso com seu filho? Não. Mas que filme que você assistiu? Você realmente assistiu o filme com a sua criança? Então tem uma diferença, né, de você estar lá e assistir o filme, né? Às vezes eu tô contando aqui coisa, gente, porque é natural. Eu passo, você passa. Supermercado, né? A criança gosta de fazer supermercado. Tem o carrinho pequeno pra criança hoje no supermercado. Estipula lá uma lista e boa, vamos embora. Mas a criança vai se perder, não vai. Eu e minha filha assistimos o procurando Nemo e tem a eh a Dolly que fala baleês e nós inserimos inserimos o baleê na nossa vida. Se a gente se perdia no supermercado, a gente falava baleês uh e aí já sabia onde outra estava. Então assim, traz, vive aquele momento e traz para o hoje, para o aqui, para o agora. Eu estou falando isso para vocês porque é uma dica muito legal e hoje ela tem 27 anos e a gente vai a algum lugar, a gente se separa e adivinha o que a gente faz para se encontrar? A gente fala: "Bale, a vinculetando, né? Que lindo. É muito bom, sabe? Então é pra gente e é entender que isso são memórias que nós criamos e a importância disso. Ah, falei em algum momento? Claro que falei, mas nesses pontos eu fui muito assertiva porque até hoje a gente fala bale, isso é bom demais. Vamos lá. 8:57, a última pergunta. Vamos falando sobre os nossos filhos, as nossas crianças e os adultos. Que que a gente faz agora, né, nas férias? Adriana do Jardim Paraíso trabalha em home office e divido a atenção entre laptop e brinquedos. Como organizar o dia para que meu filho se sinta realmente acompanhado? Ô Adriana, que desafio, hein? Mas você consegue. Vamos lá, Beatriz. É, é o que a gente falou logo no início, é o desafio, gente, trabalhar ainda mais dentro de casa, porque fica mais difícil de colocar esse limite do horário, né? A hora que eu tô trabalhando e a hora que eu tô dentro de casa e a hora que eu tenho que dar atenção pro meu filho. Mas assim, seguimos com a mesma a mesma ideia. Eu gosto muito de trabalhar a rotina, eh, pensar, a gente precisa ter planejamento, porque se a gente esperar um momento ideal para que isso aconteça, não vai acontecer, né? O dia a dia vai consumindo, o trabalho vai consumindo a gente. Então, ter um ajuste de rotina, o horário em que vai terminar, o horário que vai desligar o computador, o laptop, o horário em que vai buscar um brinquedo, horário em que vai tirar ali para poder fazer alguma atividade com a criança. Isso precisa acontecer em algum momento do dia e fazendo esse ajuste de ir limitando o tempo mesmo de de dedicação, tanto ao trabalho que é importante, é necessário, quanto à criança também precisa acontecer. Exato. Combinado, planejamento, regra, rotina, limite, ele tem que acontecer. O limite ele é saudável, né? Ele é pra nossa própria saúde. Então é isso, gente. É isso. Dá tempo para mais uma produção? Dá. Se der, coloca na tela. Senão, fala aqui no meu ouvidinho. 8:58. Vamos lá. Olha aí. Dá tempo sim. Valeu, João do Taquaral. Um abraço grande, querido. Obrigada pela sua participação. Bom dia. Minhas férias não batem com as da escola. Aham. Isso mesmo. A voz cobra em minha falta ou bagunçam o ritmo que criei. João, a gente falou sobre isso aqui e eu vou te contar, acaba bagunçando às vezes, porque vou e vou é para isso mesmo, não é Beatriz e Bruna? Sim, mas colocar aquele o limite do negociável mesmo, né? para para trazer assim essa acho que a rotina ela é ela é extremamente importante porque é isso, quando a criança ela sai daquele ambiente vai ter uma flexibilidade, mas não vai variar tanto assim os limites que aquela criança já entende, né? Ela vai generalizar ali o que pode, o que não pode, o que deve, o que não deve, o que faz sentido ou não, né? Então, até quando ela vai para outros ambientes e tem contato com outras pessoas, se aqueles pais, né, se aquela mãe ela eh compre o que ela combinou, né, se aquela rotina ela faz sentido, eh, e ela segue ali todos os dias no mesmo padrão do combinado, quando essa criança ela vai para outros ambientes, ela vai generalizar pelo menos um pouco ali, né, aqueles combinados. Exato. Exatamente. Gente, 8:59, tá vendo só? passou tão rápido. Eu por mim ficava conversando com vocês aqui e trazendo memórias e eh ensinando você aí de casa. Claro, eu não, elas, né, as nossas profissionais e em comportamento, ensinando vocês aí de casa a como fazer, né, porque é tão importante a gente repassar o conhecimento. Eu acho que é isso que a gente faz aqui no programa. Eu fico muito feliz de encerrar a semana, né, com um programa falando das férias, falando de crianças, porque a gente, infelizmente, nós temos eh algumas informações, notícias, a gente não pode deixar acontecer, a gente não pode perder as nossas crianças, né? a gente precisa resgatar, a gente precisa eh confortar as nossas crianças, seja filho, sobrinho, colega, enfim, a criança ela precisa de conforto, ela precisa de carinho. E a gente não pode esquecer que a criança ela é moldada, né, pelo adulto e ela vai levar pra vida tudo que acontece nesse momento dela. Então é importante a gente se atentar, né, a isso. férias são uma grande chance de criar presença e não estamos falando de dar conta de tudo, mas de estar ali disponível de verdade. A infância passa rápido demais, mas as memórias que a gente constrói, né, nessa infância das nossas crianças, elas podem e duram a vida toda. Quero agradecer as nossas convidadas que vão deixar uma dica, além de tudo que foi falado aqui hoje, vão deixar aquela dica especial aí pros pais, né, pros eh responsáveis pelas crianças que vão com tudo esse final de semana, porque a galerinha chegou chegando de férias. Bruna, obrigada pela sua participação. Adorei nosso bate-papo e deixa uma dica aí pros pais que estão nos assistindo, né? Vamos fazer o quê? Vai lá. Primeiro combinado, acho que é isso assim, né? Tudo bem que já passou a primeira semana aí de férias, mas assim, senta com seu filho hoje, né, em algum momento ali, comece esses combinados, comece a aplicar essa rotina, coloque ali para ele o que vai ser inegociável e criar, né? Use a tecnologia a seu favor, né, para te dar ideias e dar ideias pro seu filho também de brincadeiras, né, criar coisas eh diferentes ali na casa. Muito bem, obrigada pela sua participação, viu? Adorei também, Beatriz. Que legal você compartilhar, né, eh, essas informações, os estudos, porque vocês estudam para fazer o atendimento, né, que vocês trabalham com comportamento humano. E esse momento aqui é um compartilhamento de informações tão preciosas que pra gente faz toda a diferença. E eu tenho certeza que alguém ali de casa pegou essa sementinha, fala: "Opa, é isso que eu vou fazer. Vou fazer uma acampa dentro, vai colocar o colchão na sala. Vamos jogar o colchão na sala e vamos decorar a música de um filme pra gente cantar depois, não é isso? Obrigada, viu, Beatriz, pela sua presença, pela sua participação. Deixa uma dica aí pros nossos responsáveis pelas crianças. Agradeço, eu que agradeço, né, o espaço para que a gente possa compartilhar o que a gente vive no dia a dia e de alguma forma conseguir ajudar outras pessoas também. Mas assim, eu acredito que é a primeira dica de fato que a Bruna já trouxe, mas eu colocaria aí como um plus a gente incluir a criança mesmo nas atividades do dia a dia, coisa simples, coisa básica que você já faz no seu dia a dia. Não fica pensando realmente em comprar um brinquedo muito caro ou uma coisa muito elaborada. inclui no dia a dia, vai arrumar a cama, vai lavar uma louça, vai preparar um bolo, faz isso com a criança, faz junto, lógico, tomando todos os cuidados, mas faz isso junto com a criança, traz ela no dia a dia. Isso já vai eh melhorar muito a qualidade do tempo de vocês e já vai construir muitas memórias afetivas com essa criança. Adoro. É, daí quando a sua criança já tiver bem grande, você vai eh relembrar e eu tenho certeza que vocês vão adorar, tá bom? Ô gente, quero agradecer a sua audiência, a sua companhia, as nossas convidadas maravilhosas, a nossa equipe, a nossa produção que consegue trazer, olha, profissionais magníficos aqui pra gente poder conversar. Isso é bom demais, né? Então, toda a nossa equipe do grupo Mais a equipe da técnica, todo mundo, obrigada, viu? Obrigada pela parceria. Somos parceiros, ninguém faz nada sozinho, não. Tem uma galera que trabalha para que esse programa e todos os outros programas da TV Câmara Campinas possam ir ao ar com qualidade, tá? informação para você eh eh aqui na TV Câmara Campinas, você sabe que é de qualidade mesmo e a gente faz tudo com muito carinho. Falando nisso, Campinas faz 251 anos e Metrópole, hein? O estúdio Câmara, gente, preparou uma semana especial para celebrar essa cidade que é símbolo de força, inovação e acolhimento. Segunda-feira nós vamos abrir uma série comemorativa com um tema que é a cara do futuro. Campinas, 251 anos, tecnologia e inovação. Nós vamos falar no programa de segunda-feira como a tecnologia está transformando a vida de quem mora aqui em Campinas, quais os polos que fazem parte da cidade um dos maiores centros de inovação do Brasil e como tudo isso tem a ver com seu dia a dia. Segunda-feira ao vivo nós vamos trazer, então, iniciar aí a nossa série. Semana que vem vai ser eh todos os programas serão referente em alusão aí ao aniversário da cidade de Campinas. E a gente vai falar muito da nossa cidade, né? Eu sou uma pessoa que cheguei em Campinas, fui muito bem acolhida, adoro essa cidade, todo dia fala: "Ai, que beleza, né? Acredito que eu tô aqui, que legal, gratidão Campinas". Né? Então, a partir de segunda-feira a gente comemora aí uma semana de aniversário da Metrópole, combinado? A gente encerra a nossa semana com chave de ouro. Super adorei o programa de hoje. Aliás, todos os programas a gente sempre gosta porque a gente tem informação de qualidade para você. TV Câmara, Campinas. A gente se vê na segunda-feira, se Deus quiser, ao vivo, né? Eh, a lembrando que final de semana tá aí, as crianças também estão contigo. Aproveite, brinque, volte a ser criança também, porque isso faz toda a diferença. Valeu, gente. Beijo grande. Hoje ainda tem jornal, né? Tem jornal, tem meio-dia, tem Câmara Notícia trazendo informações do Legislativo Campineiro. Nós também temos a programação de final de semana, estreias magníficas, tá? de quadros e programas aqui na TV Câmara Campinas. E é isso. Se eu for ficar aqui falando do da nossa programação, eu vou ficar o dia inteiro porque é sensacional. Convide aí as pessoas que você eh gosta para assistir. Tem ao vivo no YouTube também. E já sabe, né? TV Câmara Campinas trazendo para você o que há de melhor, entretenimento e informação. Valeu, beijo grande para você. Se cuida, vai brincar. Aproveite, solte a criança que existe dentro de você. Segunda-feira a gente tá de volta a partir das 8 da manhã ao vivo. Beijo. Valeu. Valeu, meninas. Muito obrigada pela participação. Valeu, turma de casa. Ciao. Ciao. [Música] [Música] [Música]
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