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Estúdio Câmara | Família moderna: dinâmicas e desafios jurídicos e emocionais
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Estúdio Câmara | Família moderna: dinâmicas e desafios jurídicos e emocionais

13 views Publicado 13/08/2025 HD · 1:16:54

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As famílias estão mudando – e com elas, surgem novas formas de amar, educar e cuidar. No Estúdio Câmara desta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, mergulhamos no tema “Família Moderna: Novas Formações e Dinâmicas Familiares”, trazendo um olhar atento às mudanças sociais, emocionais e jurídicas que moldam os lares contemporâneos. Hoje, é comum vermos famílias compostas por casais homoafetivos, mães solo por escolha, avós responsáveis pela criação dos netos, pais separados que mantêm a guarda compartilhada, e até famílias multiparentais, onde mais de duas figuras parentais são legalmente reconhecidas. Essa nova realidade desafia os modelos tradicionais de família, mas reafirma a importância do afeto, respeito e acolhimento como pilares fundamentais da convivência familiar. 👨‍👩‍👧‍👦 Entre os temas debatidos no programa: Quais são os impactos emocionais das novas configurações familiares nas crianças e adolescentes? Como o Direito de Família tem se adaptado para reconhecer essas novas formações? O que são famílias multiparentais e como elas funcionam na prática jurídica? Quais são os direitos e deveres legais dos pais em modelos familiares alternativos? Como as escolas, a sociedade e o sistema de justiça podem se adequar a essa nova realidade? E, afinal, o que define uma família saudável? 💬 Para enriquecer esse debate, o programa conta com a presença de dois especialistas: Marina Pacheco, psicóloga com atuação na área infantojuvenil, que analisa os aspectos emocionais e de desenvolvimento nas diversas estruturas familiares. José Armando de Farias, advogado especializado em Direito de Família, que explica os avanços e desafios legais para garantir o reconhecimento e a proteção dessas novas configurações. Acompanhe esse debate essencial e entenda como as transformações familiares refletem um novo tempo, mais inclusivo e respeitoso com as diferentes formas de amar e cuidar. 📌 Estúdio Câmara é um programa da TV Câmara Campinas que discute temas relevantes da sociedade com especialistas das áreas de saúde, direito, educação, comportamento, política e muito mais. ✅ Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Опа. Olá, bom dia. Está tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo. Estamos começando o nosso estúdio Câmara desta terça-feira, desta quarta, né, gente? Quarta-feira, estamos na metade da semana, 13 de agosto. E hoje a gente vai conversar sobre um tema, gente, que toca a vida de muita gente, né? Nós vamos falar das novas formações e dinâmicas familiares. Famílias compostas por mãe solo, por escolha, casais homoafetivos criando filhos, avós que assumem a criação dos netos, famílias multiparentais. A realidade mudou e o conceito de família também. E nós queremos ouvir você para saber aí como é que está na sua casa, como é a sua família, quais os desafios que vocês enfrentam. Mande sua mensagem pra gente no nosso WhatsApp que já está na sua tela, porque hoje nós vamos receber, já estamos recebendo, né? Estão conosco aqui já uma psicóloga e também um advogado que vão nos ajudar a entender, né, como é que funciona, funciona essa nova formação de família, tá bom? Então participe com a gente377. Nós gostaríamos de saber a sua opinião, a sua dúvida ou então a sua experiência. Compartilhe conosco. Enquanto você manda sua mensagem, a gente já atualiza algumas informações. Vamos lá, vamos dar uma notícia da Câmara de Campinas. Olha só, a comissão analisa projetos sobre preços de combustíveis. é a Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara de Campinas, que vai realizar hoje, às 3 da tarde, a 11ª reunião ordinária do ano para avaliar pareceres de 15 projetos. Entre eles está o que propõe mais clareza na exibição dos preços dos combustíveis nos postos da cidade. A proposta do vereador Ben Lima proíbe que valores promocionais sejam destacados como informação principal nas placas. Caso sejam exibidos, deverão aparecer de forma secundária, com tamanho reduzido e acompanhados aí das condições de aplicação. O parecer favorável é de autoria do vereador Felipe Marquesi. A reunião é aberta ao público e será no plenário da Câmara. Você pode participar também ao vivo pelo canal da TV Câmara Campinas no YouTube. E ainda falando de legislativo, a Câmara vota programa para tratar distúrbios de sono também hoje a partir das 6 da tarde na reunião ordinária de número 45. O projeto é aquele que cria o programa de atendimento a pessoas com distúrbios respiratórios do sono. A iniciativa prevê ações educativas sobre a importância do sono para saúde, capacitação de profissionais, criação de centros de referência e integração do tratamento às políticas do Sistema Único de Saúde. O objetivo é ampliar os acessos, né, da população a diagnósticos e tratamentos, prevenindo complicações como depressão e ansiedade. A votação será hoje na 45ª reunião ordinária que acontece no plenário da Câmara com transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas, também pelo canal da TV Câmara Campinas no YouTube e você pode participar, você chega lá na Avenida Engenheiro Roberto Mange, eh, no bairro Ponte Preta, lá está o plenário da Câmara e a sua presença é muito importante. E agora vamos à previsão do tempo para hoje, quarta-feira, aqui em Campinas. Olha, a mínima foi de 9º, mas hoje amanheceu um pouco menos frio que ontem, né? Que bom. Ufa! E a máxima hoje 26º, parece que vai esquentar um pouquinho. Céu azul de brigadeiro. Quarta-feira linda, sem previsão de chuva, mas a gente continua aí com o ar muito seco, né? Então é importante pega a sua garrafinha e vá se hidratando no decorrer do dia, combinado? Então vamos ao nosso tema central, vamos à apresentação dos nossos convidados. Quando a gente fala em família por muito tempo, a imagem mais era assim de pai, mães e filhos, mas nos últimos tempos, né, nos últimos anos, esse retrato mudou muito. Então, hoje no Brasil nós temos cada vez mais diversidades nos arranjos familiares e isso também exige que a sociedade e também o direito se adaptem. Segundo os dados do IBGE, já temos mais de 11 milhões de famílias chefeadas por mulheres sem cônjuge, milhões de crianças sendo criadas por avós e um número crescente de registros de multiparentalidade, quando uma criança tem mais de um pai ou mãe reconhecidos oficialmente. E é sobre esses desafios e conquistas que vamos conversar hoje. Então, quero eh dar as boas-vindas, né, paraa nossa psicóloga Marina Pacheco. Ela já está com a gente ao vivo aqui no estúdio. Ela vai nos ajudar a entender os impactos emocionais e sociais desses novos formatos familiares. Seja muito bem-vinda. Muito bom dia. Bom dia. Um prazer estar aqui para falar de um tema tão importante que envolve a todos nós, né? Muito bem. É um tema muito importante que envolve a todos nós e por isso a gente precisa eh de uma visão jurídica, né? com a gente pelo Zoom, o advogado José Armando de Farias, especialista em direito da família, para explicar pra gente como é que a legislação brasileira lida com essas mudanças. Muito bom dia, doutor. Seja bem-vindo. Bom dia. Muito obrigado pelo convite. A senhorita Rúbia e também psicóloga Marina. O tema foi importante, né, atualmente com muita mudança nesses 40 anos, as quatro décadas, ouvi muitas mudanças e é um tema muito complexo por causa de muitos conflitos ainda até hoje. Muito bem, doutor. Gente, é assim, ó. Eh, vamos começar entendendo um pouco mais desse cenário. Em 2025, o conceito de família vai muito além do modelo tradicional. O cenário atual é marcado por uma diversidade cada vez mais visível e reconhecida. Famílias homoafetivas, monoparentais, pluriparentais e outras formações que refletem as diferentes formas de afeto, cuidado e convivência. A presença da família homoafetiva, por exemplo, já ocupa um espaço de maior representatividade, trazendo para o centro do debate questões de direitos, reconhecimento social e proteção jurídica. Essas transformações, elas caminham lado a lado com avanços na legislação e também mudanças na mentalidade social que buscam garantir igualdade e respeito a todas as configurações familiares. É um retrato vivo de como a sociedade se adapta, né, para acolher aí a pluralidade das relações humanas. a gente começa eh eh falando com a Marina, quais são os principais desafios emocionais enfrentados por mães solos, solo, né, que optam por eh escolher aí criar um filho sozinha, por exemplo. Olha, os desafios eh eles sempre envolvem as crianças quando falta uma estabilidade, uma segurança. Normalmente essas crianças elas desenvolvem um apego profundo com essa figura cuidadora, no caso a mãe. E o que que é muito importante é que essa mãe tem uma rede de apoio, então entra uma avó, um avô, um tio, uma tia. Isso minimiza muito o impacto psicológico para essas crianças, né, que acabam eh vivendo com eh um eh existe uma falta muitas vezes dessa figura do pai, mas a a criança acaba se adaptando também a isso, principalmente quando ela tem uma uma rede estendida de apoio. Muito bem. Eh, interessante a gente perceber como essa escolha que antes era vista como preconceito, hoje ela já representa autonomia e um planejamento consciente de vida, mas claro, também vem com responsabilidades dobradas, né? Agora eu pergunto pro Dr. José juridicamente, quais os direitos e garantias da mãe solo por escolha no Brasil? Doutora, a nossa legislação, ela já está preparada para esse cenário? Sim, na questão das mães solo. Sim, primeiro porque o Brasil ele é formado basicamente, principalmente nas camadas mais populares, eh menos que o pai registre, sempre existe um abandono em determinado momento, fuga de casa e essa mãe sempre fica só, né, mesmo? E na maioria das vezes hoje você tem mutirões, principalmente da Defensoria Pública, convênios com escola pública para tentar colocar o nome do pai eh na certidão de nascimento, que é um direito e que muitas vezes a mãe por essa mágoa do abandono, esse trauma do abandono, não consegue nem procurar justiça. Então é isso. Mas para as mães que fazem escolhas, isso não é mais um problema. Muito bem, hoje nós estamos aqui falando de famílias, né? A as famílias, você tá preparada para esse cenário diferente e já está adaptado? Nós falamos de mãe solo, a gente vai dar uma pincelada aqui em vários pontos. Falamos da mãe solo. Agora, Marina, vamos falar dos avós, né? Porque ah tem avós que assumem a a criação dos netos e também tem impactos psicológicos para essa criança, né? que que é criada pelo avô ou pela avó, enfim, pelos avós. Ontem nós falamos aqui no programa sobre a o caso do filho da Marília Mendonça, né, o Léo, que está sendo criada e criado pela avó e tem todo aquele trâmite, enfim. E aí eu gostaria que você trouxesse pra gente a sua visão psicológica sobre a criança que precisa ser criada pela avó, pelos avós, né? Muitas vezes os avós assumem esse papel por amor, mas também por necessidade. E isso exige muito emocionalmente, principalmente quando eles já tão numa idade mais avançada, não é? É, esses avós normalmente eles se sentem muito sobrecarregados a um impacto emocional, né, uma grande exigência com muitas vezes pessoas que já tão eh num outro tipo de energia, né, de vitalidade. Então, isso exige muito dos avós. Mas a gente também vê depoimentos e eu tenho visto, né, no consultório, pessoas que foram criadas pelos avós e aquilo que elas trazem é assim, bom, ficou uma falta, né, nesse caso que eu tô trazendo, eh, houve um abandono pela questão do vício, enfim, muitas vezes isso acaba acontecendo, uma mãe que não consegue cuidar, né, do seu filho e e acaba entregando para pra avó, porque não tem condi ção. Então, eh, fica essa falta, mas a gente ouve muito, e eu tenho também ouvido outros colegas trazendo outras situações, pessoas ao meu retorno dizendo: "Bom, mas os meus avós fizeram tanto por mim, né? Se não fosse por eles, eu me lembro das madrugadas eu estudando e hoje tô aqui, né, com uma profissão, porque os meus avós fizeram isso por mim. Talvez se eu tivesse com os meus pais, eh, eu não teria hoje, eh, estaria no lugar onde eu estou. Então, o que a gente vê muito, que é um problema para a criança, é quando acaba acontecendo o uma depreciação desses pais pelos avós. Então, a gente vê eh nos casos onde os pais, ou por uma dependência química, ou porque por uma doença mental não puderam cuidar dos seus filhos ou por uma negligência e os avós acabam eh falando na frente da criança: "Mas o seu pai é ruim, mas a sua mãe eh te abandonou". A criança ela vai ficando com uma sensação de que ela é ruim também, mas seu pai, meu, se meu pai é ruim, eu também tenho isso em mim. Então isso cria paraa criança um problema emocional, isso cria para ela uma sensação de de ter menos valor, uma dificuldade na questão da autoimagem, da autoestima. Então, por pior que seja o pai e a mãe, né, por pior no sentido de não puderam cuidar, né? E às vezes até difícil a gente falar, acaba sendo um gesto de amor, porque aquela pessoa sente que ela não pode cuidar, mas ela entregou para alguém que pudesse cuidar. Uhum. né? Não denegria a imagem, por pior que seja, é o pai e a mãe. E a criança precisa manter isso vivo e bom dentro dela, né? Porque a gente vê demais isso, né? As conversas das crianças, acho que as crianças não estão ouvindo, mas elas estão ouvindo. A alienação parental, eh, mesmo que de forma velada, ela tem aí um grande prejuízo para as crianças, né, doutor? E nesses nesse caso da criação eh pelos avós, a lei garante aos avós algum tipo de amparo legal, seja pensão, guarda, eh herança? E a sua avaliação também sobre esse ponto que a Marina trouxe pra gente, que é a questão da alienação parental. Sim. Eh, a gente tem um conceito chamado de família multigeracional ou família extensa ou alargada, que são pessoas que vivem num única casa. Eh, e para ajudar mutuamente construir laços de carinho, de proteção. Então, a base hoje em dia da jurisprudência, que basicamente a gente não tem uma lei que que determine o que é esse tipo de uma família extensiva, eh, você tem a jurisprudência, que é o que a jurisprudência pro leigo, eh, são várias decisões dos tribunais repetidas, gera um uma jurisprudência, uma forma de pensado judiciário e com isso gera um direito em algum nos casos uma câmula vinculante que vincula todo o julgamento eh quando é do STJ ou do FF. Então, para facilitar que os juízes abaixo do primeiro grau nas cidades, né, eh nos estados consigam jugar de forma mais homogênea, tá conflitos de interesses e julgamentos distorcidos. O que acontece? Teve uma grande, saiu agora fiz há pouco tempo um julgamento de a voz que cuidava dos netos, de um neto específico e que a mãe foi falecida. E o que que aconteceu? Esse neto trabalhando, cuidando dos avós, mais velha, falece. E o que que aconteceu? Os avós não tinham condições de resistência. A justiça entender que em virtude da necessidade dessa família exibida que tinha eh um papel de proteção, carinho e afeto, estendeu um benefício que não tá na lei, no direito previdenciário, deu entrada no foi negado e a justiça entendeu que no caso concreto existia uma dependência financeira dos avóos para ganhar atenção. Olha só, né? Interessante esse caso e traz um exemplo, então, eh, do da justiça que dá aí um apoio e um resguardo, né, no caso, eh, dos avós que têm a por necessidade aí a criação dos netos. Nós falamos aqui eh de mãe solo, falamos de eh netos criados por avós e a gente vai aprofundar um pouquinho mais nessa questão das famílias modernas, né, as novas formações e também as novas dinâmicas. Desde 2011, o Supremo Tribunal Federal reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo, com os mesmos direitos da união heterossexual. Isso inclui o direito de formar uma família com filhos, seja por reprodução assistida ou adoção. Agora eu pergunto pra Marina da questão psicológica, quais são as principais necessidades emocionais dessas crianças que eh elas crescem nesses lares, né? elas são adotadas e crescem nesses lares. Eh, porque a ciência já é claro, o desenvolvimento das crianças criadas por casais homoafetivos é saudável, sim, tanto quanto de qualquer outra criança, desde que exista afeto, estabilidade e cuidado. Sim. Eh, esse é um tema para mim, eh, que eu gosto muito de falar, de estudar. É um tema muito novo e já, eh, tenho tido contato com algumas crianças, né, de famílias homoafetivas. E o que e o que as pesquisas trazem, né, junto com a o que a gente vê na clínica, é o que que impacta, é o estigma social, é o preconceito, é o bullying e não a escolha, né, eh, que de ter o fato de ser dois pais ou duas mães. O mais, o que mais impacta a criança é essa convivência com os amigos na escola, na sociedade. Então, situações que a criança passa, eh, onde coisas assim simples, a quando, pode ser que uma professora alguém diga assim: "Nossa, mas a sua família é diferente, né?" É, então quando a a criança ouve isso, ela já ouve como algo que é depreciativo. Ela se sente constrangida, ela se sente envergonhada. Ou a gente vê também o que impacta muito uma criança é quando não existe um apoio da família estendida. Então, os avós rejeitam essa criança, os tios, então ela passa muitas vezes a não querer encontrar. As crianças sentem muita dificuldade na nos nas datas comemorativas, as escolas ainda é estão muito pouco preparadas para isso. Então é dia das mães, é dia dos pais. Então a escola ainda não tem essa sensibilidade de trazer, olha, não é o dia das mães, é o dia do de quem você ama. O dia da família da família, né? É o dia da família. Exatamente. Então, as crianças vivem muito mais a dificuldade nessa convivência, né, dentro da sociedade do que pelo fato de ter duas mães ou dois dois pais. Importante, né, essa nossa discussão e essa sua fala, porque o dia da família seria bem bem necessário e urgente, acredito que nas escolas. Agora, Dra. José, os avanços jurídicos aí do nosso Brasil, né, eh, que já conquistou para garantir os direitos dos filhos de casais homoafetivos. Tem, o senhor pode explicar pra gente, por exemplo, registro de nascimento, adoção, guarda compartilhada, né? Como que que a a legislação, o que que o Brasil tem eh de preparo para essa essa nova forma, né, de família? Sim. Então, quando você vai falar sobre criança e adolescente, você tem basicamente uma legislação que a gente fala que ela é muito avançada, que é o Estatuto da Clienta e do Adolescente, que é uma das mais avançadas do mundo. E qualquer legislação que tem conflitos com essa vai sempre prevalecer o melhor interesse da criança. É. E então vamos primeiro entender o judiciário eh de forma eh para ser julto, ele quando é caso de criança e adolescente, o juiz sempre tem em todos os casos assistentes técnicos que são psicólogos e assistentes sociais. pode ter outros profissionais que sejam necessários se o juiz e o Ministério Público eh entender que são relevantes para provar o que é o melhor para essa criança. Então, primeira coisa, é entender o que é melhor paraa criança. Então, primeiro ponto, o a legislação, eh, principalmente nas urmas como afetivas, isso não é de muito tempo. Então, a gente tem uma lei no Código Civil que definia União Estado como homem e mulher. A partir de março eh de 2001, o Rio Grande do Sul dá uma decisão histórica dizendo que existe direitos para um inventário de uma mãe que tava tirando o companheiro da casa, né, e deixando esse companheiro construiu porque você não tinha uma legislação e todas as decisões eram contrárias a principalmente pro preconceito, começo da década do ano 2000, mas a gente já tem 264 anos dessa dessa decisão. Então essa decisão foi a a primeira decisão que faz com que o Supremo em 2011, né, eh Ministério Procuradorgal da República inter a ação de incitucionalidade para que nessa parte seja retirado. Por quê? Porque a Constituição Brasileira eh expressamente diz que você não pode ser eh injustiçado ou penalizado por sexo racional, que é o princípio da igualdade, da liberdade. Então, todos são iguais perante a lei. Uma outra questão é que a a Constituição eh ela preza pela pelo Estado pelo Estado cuidar da família como núcleo base da sociedade. Então, esses dois e mais um princípio que é fundamental nessa decisão é o princípio da dignidade da pessoa humana. E aí a gente tá falando não em direitos, mas em divididades, tá? Em outro patamar. Então, quando alguma lei-se com esse, o Supremo, que é o guardião da Constituição, vai decidir. E aí e a partir dessa decisão o CNJ, que é o Conselho Nacional de Justiça, determina que o casamento no Brasil entre uniões homofestivas possa ser feita em cartão. O judiciário para uma lacuna legal precisa decidir o caso concreto. Então, não existe uma lei, mas existe uma jurisprudência que construiu isso. adoção. Vocês já t no tribunais perceberam que o filho que não tem pai nem é adotado pelo uma pel uma família ele sai da escola do abandono. E e o judiciário tem entendido que eh eh ou principalmente um homem só precisar receber já pode eh adotar con homossexual. Então por quê? que é o melhor interesse da Uma outra questão importante é um caso que também foi divisor de á, caso do falecimento eh da Cácia era muito famosa e da sua companheira cuidava da criança desde criança, desde quando ela nasce e ele tinha por ela uma mãe, eram duas mães. É, foi a primeira decisão histórica que deu uma liminar que o avô queria, aguarda. E a justiça entendeu que minamente ela teria o direito de ficar até terminar o processo. E hoje eh o em nome do filho da caçará é Francisco. E hoje é um dos melhor um dos maiores compositores e cantores que a gente tem de uma CCO Chico. Quem te perder a oportunidade assista. Então, olha só, esse desafé, mesmo perdendo a mãe muito jovem, essa mãe, essa outra mãe deu uma estrutura um dos melhores compositores aí do prêmio participando de festivais, participando de televisão. Eh, eh, músicas das nossas, né? Não é muito comercial, não passa muito metade, mas é uma pessoa muito importante na história da música popular da vida. Muito bem. Olha só, interessante, né, Marina, essa essa colocação do doutor, porque são desafios e a justiça entendendo, né, trazendo aí eh leis, regras para que a pessoa, o ser humano possa ter o respeito garantido. É isso. É uma grande conquista. E dentro do campo da psicologia, quando a gente vai olhando, né, essas situações, eh, por exemplo, essa situação do começo que a gente falou das dos filhos e das mães solos, o filho, né, essa criança, né, o filho da Cácia Hélier, a gente vai eh sempre preciso lembrar assim que há um o filho da Marília Mendonça que há pra criança um trabalho de um luto Acho que é importante a gente lembrar, a criança ela tem um tempo, né? Fica aquele buraco daquela falta, né? daquela pessoa amada que se foi e e na medida do tempo, né, e desse trabalho emocional que vai acontecendo, às vezes essa criança precisa desse respaldo psicológico de um acompanhamento, mas vai vão entrando pessoas que vão fazendo uma função, sempre a gente lembrar de uma função materna e paterna. Isso não quer dizer um homem e uma mulher. Uhum. Então, o que é importante que alguém faça a função materna? pode ser um homem que vai fazer isso do acolhimento, do colo, eh, da linguagem dos afetos para essa criança e fazer a função paterna, que é a função dos limites, de mostrar paraa criança o que pode, o que não pode. Então, nos casos das mães sozinhas, que criam sozinhas, às vezes entra até um avô, um tio que faz essa função paterna para criança. Isso traz um desenvolvimento emocional saudável. É importantíssimo, né? Quando a gente fala de multiparentalidade, eu pergunto para você, Marina, como é que a gente faz para equilibrar? A gente tá falando do acolhimento, do cuidado, né? Estamos falando trazendo a questão jurídica também, eh, que tem uma visão bem acolhedora. Agora, como é que a gente equilibra o vínculo afetivo? e a identidade dessa criança, porque quando ela não tem mais o pai ou a mãe eh reconhecidos, né? Então, eh a criança ela vai morar com uma outra família, OK? Nós temos o acolhimento, nós temos eh duas pessoas ou uma pessoa que vai garantir para essa criança tudo que ela precisa, o amor, o carinho, mas e a identidade dessa criança que está em desenvolvimento? né? Como que a psicologia eh pede que seja realizada esse trabalho para que essa criança ela não tenha uma confusão e tenha aí a sua identidade garantida. Você fala da identidade quando ela tá, por exemplo, dentro de uma família ou uma afetiva. Exatamente. Para ela entender isso. Tem que ser trabalhado de que forma? Olha, eh, na verdade, a identidade dela, ela vai sendo construída nessas relações. Então, quem ela é, né, como é que ela se vê, tudo isso vai sendo, a gente vai construindo todos nós nos vínculos. Uhum. Então, a maneira como os nossos pais eh foram dizendo para nós: "Olha, você é assim, você é uma pessoa inteligente, você é uma pessoa capaz, você é muito bom em matemática, a gente vai construindo, né, até a imagem que a gente vai tendo no nosso corpo, eh, se é um corpo bonito, se não é um corpo bonito, tudo isso a gente vai construindo nessas relações. Os desafios dessas crianças é que muitas vezes quando elas escutam fora, né, que eh é esquisito, por exemplo, elas podem ouvir: "Nossa, mas você tem dois pais, sua família é esquisita". ela começa a sentir que há um problema dentro, que há alguma coisa estranha, que é alguma coisa que não é boa. Então, ela passa a trazer isso para para ela, porque as crianças são muito egocêntricas, então elas vão entendendo que há um problema com ela, então eu que sou, né? é algo, uma coisa de errada comigo. Então isso compromete a visão. Só que o que a gente tem visto, por exemplo, nessas falando de novo das famílias homoafetivas, é que eh são famílias que elas possibilitam muito um espaço de troca, de diálogo. Então isso minimiza muito os impactos, porque uma são famílias que por elas já não serem tradicionais, elas permitem essa troca para crianças de dizer: "Mas o que por que que falaram que a nossa família é estranha?" Então elas permitem que o adulto chegue e o adulto vá dando para elas ah um nome, vai dizendo assim: "Não, mas isso que ele falou não é verdade. Nós somos uma família de verdade, não tem nada de estranho com a gente. A nossa família é completa. Então vai dando elemento paraa criança, né, ela se proteger. Então, essas crianças também, essas crianças das famílias estendidas ou até das famílias homoafetivas, elas eh elas têm um espaço de bastante troca e elas vão podendo lidar muito com as adversidades. Elas são crianças, nas pesquisas vão trazendo, são crianças inclusive mais resilientes. elas conseguem lidar mais com as dificuldades porque elas têm muito apoio em casa para isso. Muito bem. Então isso melhora muito a identidade e elas se tornam pessoas adultas mais independentes emocionalmente. Interessante. Então você vê que tem muitos benefícios que a gente já consegue encontrar. Examente. A conversa, o diálogo, né? eh falar de uma forma aberta, uma forma que a criança ela ela tenha entendimento sobre a vida dela, né, sobre a família dela e que quando ela for questionada, ela possa sim eh eh falar sobre a situação sem que ela seja eh pressionada, sem que ela sinta vergonha, sem que cause estranheza. Então, por isso que eu perguntei para você a questão da identidade, porque a gente constrói a identidade dessa criança. E no caso dessas famílias homoafetivas que nós estamos falando hoje, eu também li alguns artigos falando isso que você acabou de nos trazer, a relação dessas famílias com as crianças, elas são uma relação assim bem eh aberta. Claro, na medida do possível, tudo tem a sua idade e o seu entendimento, mas é sempre muito conversado, muito explicado e tem muito carinho, muito afeto. E isso influencia muito na na criação da identidade dessa criança. Isso é muito importante. Agora, doutor, o STF já reconheceu a multiparentalidade, permitindo registro com pais biológicos e sócioafetivos, né? Na prática, isso muda na vida das famílias. Esse reconhecimento, o senhor considera um passo importante para adequar o direito à vida real, protegendo aí todos os vínculos afetivos que são fundamentais para a criança. E eu gostaria de perguntar, doutor, se na sua experiência eh essas novas famílias ainda encontram barreiras. O senhor pode trazer pra gente sobre preconceitos, principalmente em tribunais e cartórios? Porque a gente sabe que a barreira fora eh eh dessa dessa visão jurídica, a barreira existe, a a sociedade ela tem se moldado. Eu acredito que eh num futuro não tão distante as coisas vão ficar com com um entendimento mais assertivo para essas famílias, né? Mas eh na questão de tribunais, cartórios, ainda existe uma barreira? Ainda existe um preconceito? É um tema hoje muito importante. Eu fiquei muito feliz por causa da pauta. É um tema complexo, muito profundo, que você não consegue abordar num num vídeo de TikTok, eh, nem rede social, que seja desse tipo multidisciplinar de abordagem. a gente tem um desafio nas questões das relações que são, entre aspas, consideradas diferentes paraa grande maioria da população, não só brasileira, mundial, eh, que é o conservadorismo e os avançados de um movimento político chamado extrema direita. E se a gente não abordar como você, se a gente está numa casa legislativa onde pensa o pensamento e a democracia, a gente começa a entender isso com as redes sociais. Esses grupos de estranh direitos perceberam que para elir politicamente a pauta, eles perceberam que tinha grupos minoritais, principalmente mulheres, imigrantes e pessoas gays da comunidade LGBT, que eram, de certa forma, agregados preconceitos. E você tem um movimento internacional contra retirada de direito. Então você tem na Rússia a união do da do da do do governo russo junto a região ortodoxa, que é muito conservadora e e hoje a o casamento, a união ou fazer propaganda na cadeia no setor, não só nisso, mas vários países, né, no mundo tem penas de morte para quem que as pessoas saibam dis e nos Estados Unidos aconteceu uma decisão agora sobre o Suprema Corte dos Estados Unidos a proibição do casamento como afetivo. Vai ser julgado isso e o Brasil costuma copiar muito que vem dos Estados Unidos. Estados Unidos é uma potência internacional, econômica e cultural. E só para você entender, este movimento de direitos das comunidades LGB começa em 1989. Tinha uma boate dele em Nova York, aonde a polícia tinha várias batidas e batiam as pessoas. Existe uma revolta e a partir de 19 teve uma revolta, eles se ocuparam nisso e teve chamada revolta. E aí surge em 1950 a primeira parada do LGB do movimento gay nos Estados Unidos. E aí isso começa a difundir pro mundo. Então agora depois de mais de 50 anos, esse tema é voltar 2015. Que que aconteceu nessas pressões e nos Estados Unidos é um pouco diferente do Brasil, as legões são estaduais, você tem até cima de morte. Então você é esses movimentos forçaram a que tivesse e a Suprema Corte em 2015 falou que é obrigatório a nível nacional ter o casamento. Subiu um recurso agora e a gente tem um problema quando a gente não tem uma legislação, que é os desafios, que é a mudança da jurisprudência. Então o Trump foi candidato, colocou pessoas conservadoras. Hoje eu tenho a maior conservadora religiosa nos Estados Unidos. Então a gente pode ter um retrocesso nos Estados Unidos como parte da Europa, em países do mundo inteiro, que vai criminalizar novamente. Então esse debate é o lugar que satisfação isso é no legislativo, mas em virtude de grupo e até tô falando de religião, espiritualidade, em virtude de grupos políticos se juntando com movimentos religiosos que têm um grande poder de lobo dentro das esferas legislativas, porque precisam dos lotes. E a gente tá falando não só no pentecostal, mas a CNB, a Igreja Católica, também tem parlamentares que a gente fala da bancada da Bíblia que que euou até hoje não tenhoação disso. É um desafio moderno de como tá saindo pesquisa agora que eh a maioria da população depois de um tempo é contra o casamento dele. Então assim, a maioria da população é contra, mas não é porque ela é contra que não acontece injustiças de casos concretos. Então é um desafio muito bem posicionado aqui. E é importante a gente trazer esse tipo de de conversa, né, Marina, porque a gente precisa entender, a gente precisa aprender e é tudo tão rápido, as coisas vão acontecendo na velocidade da luz. A gente tem as redes sociais que hoje bombardeiam com informações, mas informações muitas vezes muito rápidas e sem procedência. E hoje aqui a gente tá falando com o advogado, a gente tá falando de questões jurídicas, nós estamos falando com pessoas que realmente elas têm sim a a propriedade, né, para tratar esse assunto com seriedade. Então, eh, importante que você esteja conosco, importante que você participe com a gente. Daqui a pouquinho, 8:42, já nós vamos atender você que tá aí do outro lado. Tem alguma pergunta? Tem algum depoimento, né? algum detalhe que você queira eh eh falar com a gente aqui sobre essa questão, né, da nova formação de famílias? É 1997829377. O WhatsApp tá na tela para você. Enquanto a produção vai me passando aqui se tem perguntas, eu já quero perguntar pra Marina. Temos sim, muito. Tá bom, então. Tá bom, valeu. Olha só, nós temos perguntas, mas eu tenho mais uma pergunta paraa Marina e daqui a pouquinho a gente já inicia eh atendendo os nossos telespectadores. A gente agradece você que tá participando, tá, Marina? Em todos esses formatos familiares que nós falamos, qual que é a chave para um ambiente saudável e de pertencimento para os filhos? antes da gente começar a atender os nossos telespectadores, qual na sua visão psicológica, né? Qual que é essa chave para um um uma convivência saudável, pertencimento para os filhos, além do diálogo, né, que aberto assim e e bem assertivo e racional, como nós já colocamos? É, eu acho que antes da gente falar da chave, é, é bom a gente também falar que a família, muitas vezes, o conceito de família ele foi muito idealizado, né? A gente fica com aquela imagem da sagrada família, José, Maria e Jesus. E há toda uma questão religiosa e um moralismo, né, de formas diferentes de ser família. E lembrar que a família é o lugar onde circulam os afetos intensos. Então é o lugar onde a gente briga, né? Você briga de manhã, à noite, você tem que encontrar as pessoas, ser humanos que somos, né? Você tem que depois encontrar no churrasco, né? Você briga, né, com, sei lá, o cunhado ou alguém tem encontrar no final de semana. Então, e e isso faz parte, né? Na família existe o amor, é um lugar de suporte, onde a gente tem, né, eh, nas famílias funcionais um suporte, mas também é um lugar onde acontece a raiva, é o lugar onde acontece a inveja. Inveja, gente, inveja acontece e ela é um é um sentimento humano, né? Eh, é onde acontece os rancores. Então, tudo isso faz parte da família. Só que na família a gente faz um ensaio. Uhum. Né? Para depois pra gente ir pra sociedade. Então é na família que essas coisas vão acontecendo e a gente vai aprendendo a lidar com os nossos semelhantes e depois a gente vai se relacionar numa empresa, a gente vai se relacionar na escola, nas crianças, vai se relacionar com outras pessoas. E na família onde acontece também o perdão, né? A gente aprende a perdoar. E e quando eh tem então essa troca, as pessoas sabem perdoar quando existe um cuidado, quando existe uma vontade de ver o outro crescer, quando existe uma estabilidade, né, pensando muito nas crianças, um ambiente estável, a criança sabe o que vai acontecer, existem rotinas, ela tem figuras de apego que são seguras, ela sabe que pode contar com aquele responsável, ela sabe que pode contar com aquela outra pessoa. Então, tudo isso permite que essa criança, esse adolescente se desenvolva de uma maneira mais saudável e que também tem as trocas de afeto, né? Ali as trocas de afeto, o cuidado, a previsibilidade, a segurança, tudo isso a gente pode falar que são chaves pra gente poder ter uma boa família. Ô, doutor, eh, estamos nós três na tela aqui, ó. Nossa produção tá chique demais, hein? Nossa, adorei essa imagem. Então, o senhor gostaria de pontuar quando a gente fala de pontos chaves, né, para que a família, seja ela eh uma família, uma mãe solo, um pai solo, né? duas mães, dois pais. Eh, eh, como que a gente, na sua visão, eu sei que o senhor é advogado, nós estamos falando da visão eh eh do ponto de vista jurídico, mas também tem aí uma questão psicológica que o senhor havia me dito antes, né, de nós entrarmos no ar, da sua visão referente à convivência dessas famílias entre eles e também a preparação paraa convivência em sociedade. Eh, como você tem a família, esse núcleo, né, de proteção, de carinho, de afeto, eh, que é uma base social, só que em virtude da mudança, do êxodo de da das novas tecnologias das grandes cidades, onde o indivíduo perdeu aquele ambiente pequeno da natureza, dos amigos ou mesmo assim Sim, é muito complexo, porque tem um um um filme muito importante que é o filme Grosso, que mostra muito bem história de preconceito, sofrimento que ele sofreu com o pai dele. Isso é bom para ele ser. A história dele é uma história de hoje tem 80 e poucos anos, cantor maiores cantores da história da música brasileira, mas que sofreu muito. Eh, quando você vai pra cidade, você começa a ter novas perdidas, as famílias começam a ficar um pouco mais diferentes. E a gente, nós, quando a gente vai estudar um pouco aí, nem é a psicologia, nem é o direito que, mas a antropologia, a gente tem um modelo patriarcal, sociedade patriarcal tem 10.000 anos de história, de família, na caverna, tal, das tribos. Então, quando a gente em 40 anos, 50 anos, 60 anos, você tem uma mudança, as pessoas morando sozinha, isso não era cabível há 100 anos, há 200 anos atrás. É uma mudança muito grande. E na antropologia, quando você tem mudança muito grande, você não consegue. É porque a gente tem traço de DNA. Inconsciente coletivo, fala sobre isso, né? Alguns pensadores que a gente traz certos padrões, né? mesmo pessoas não machistas começam a ter atitude machistas e a terapeuta fala sobre isso, ela vai dizer que mesmo pessoas todo mundo tem mulheres com cabeça de homem, não é que é porque ela vem de uma sociedade muitas vezes uma família normal, mas a gente traz outros elementos que a gente ainda não tem ciência para isso, mas a gente traz uma formação que é a questão da identidade, de não negar a identidade. Mesmo que eu não tenha pai, eu preciso preciso ter referência, isso é muito importante. Na psicanálise você vai abordar esse tema. Mas o que eu acho é uma solução que as grandes cidades que aconteceu, que são famílias mulparentais e que têm relações afetiva, isso já tá legalizado no Brasil, que as soluções que a vida vai dar pais que a gente fala pai do coração, que é mãe do coração, que pode ser qualquer pessoa. E hoje a legislação já dá direitos de você ter direito à toler herança deste pai que é de outra família, que é um vizinho que tratou com uma fé. Você consegue fazer isso de refrutório. Você pode ter dois pais, o pai do coração, o pai eh pelos afetos e o pai biológico. Precisa tirar. Então, mas para isso você precisa ter a anuência ciência do pai biológico. Se negar ao não saber justiça e consegue fazer isso. Então hoje é principalmente de herança, isso vai aparecer muito sobre isso. Uma outra questão importante, eu vi um caso dessa família a mais que eram irmãos que moravam em que de repente um vai morar aluguel um lugar e deixa a casa para esse outro ficar morando. A justiça já tem entendido que é bem de família. Esse irmão que ficou na casa não pode ser penhorado. Tudo bem? Porque tem um irmão lá com base mínica, mesmo morando, tem uma família estendida e a gente não tá falando nem a gente tá falando de uma família mais onde gera proteções, né? Então é, e aí eu falo, é pelos afetos, é pelo carinho. E aí você muitas vezes é difícil fazer essa prova. Eu precisa de um advogado especializado para que você muitas vezes tem o direito, mas não consegue fazer a prova. E a prova vem muit vezes com laudos psicológicos, com terapias, que ela vai reconstrar sua história, com assistente técnicos, né? Aí você consegue ajudar os tipos com testemunhas, com histórias, né? Então eu acho que o a solução futuro é famílias afetivas por laços de amizade, por laços de carinho afeto. Muito bem. Famílias afetivas, né? Afeto, carinho, né? Eh, acredito que isso é o principal para a criação, né? a criação de uma criança, eh eh para que um adulto possa, quando essa criança possa se tornar adulto, ela possa repassar o que foi aprendido na infância, né, o afeto e o carinho. Muito bem. Vamos então eh responder aos nossos telespectadores porque nós temos algumas perguntas agora, 8:53. Vamos lá, então, produção, pode mandar pra gente, por gentileza quem é que tá com a gente? Vamos ver, pessoal. tá participando com questionamentos, perguntas, depoimentos também. Deixa eu me ver a Sara Souza do Taquaral. Sou casada com outra mulher e criamos um filho juntas. Como lidar com o preconceito velado que vem até de alguns familiares mais próximos? É, essa questão do preconceito velado é bem delicada, né? Eh, Marina, por gentileza, como é que faz para lidar com esse preconceito velado? Primeiro vamos explicar o que que é esse preconceito velado, né, que é algo que a pessoa faz, mas não é assim tão explícito. É isso, doutor? Sim. E aí vamos ter uma uma questão. Eh, preconceito pode gerar dor e sofrimento. Pode ter um preconceito que isso não me atinge, mas pode ser que eu tenha algum trauma, alguma coisa. que vai aflorescer o sofrimento. Tem nível de sofrimento. Se esse sofrimento tiver uma um causador, você pode pode e deve procurar a justiça pedir indenização e muitas vezes também emocional porque quem gerador de sofrimento tem que indenizar o outro. Você não bateu no carro do você tem que indenizar. E aí é pelos afetos, é o dano moral, a o constrangimento, testemunhas, tem isso. Então não tô falando que você tem que fazer, mas eu tô falando, olha, comece a olhar para dor e para sofrimento. A cura é sempre pela fala e peloterapia. Não existe cura de trauma na justiça, mas a justiça pode, em alguns casos, extrema, muitas vezes extrema dor e sofrimento de depressão, deixar de trabalhar por um pel um estado familiar ou profissional, a justiça está para isso, tudo bem, para dar uma tensão, para dar uma indenização para que é a gente não deixe, não é prejudicializar tudo, mas a gente tem que entender qual é o grau de dor, qual é o grau de sofrimento? E aí é muito pessoal. Muito bem. Olha só, né, essa questão de preconceito velado, gostaria que você pontuasse também. Muito boa essa a fala do doutor, porque as pessoas muitas vezes vão paraa justiça na busca às vezes de serem ressarcidas emocionalmente. Mas falando da Sara, eh Sara, olha, eh eu lamento muito, é uma situação muito difícil essa e não é só você que vive isso. Esse preconceito velado, ele pode acontecer, por exemplo, eh, em situações, eh, que a vocês possam ser excluídas de um encontro familiar ou você chega numa rodinha, você percebe que as pessoas estão falando, né, de você ou do vocês têm filhos? Sim, um filho, um filho ou do filho. Então eu acho que isso que a gente falou, né, a agora há pouco tempo atrás sobre esse espaço entre vocês de poderem conversar sobre isso, você, a sua esposa, o seu filho, o que que aconteceu, mãe? A fulana falou que é estranho ter duas mães. Então vocês poderem conversar, mas isso não é um não é estranho. A nossa família é completa. A nossa família é tem amor e é completa. Você não precisa se envergonhar disso. Então você poder dar para esse filho também esses elementos de realidade para ele poder internalizar outras coisas. eh vocês poderem se relacionar com pessoas que tão que vivem coisas parecidas, outras famílias que t crianças, outros casais homoafetivos, isso geram um sentimento de pertencimento, de vocês se sentirem acolhidos naquilo que vocês estão vivendo. Eu acho que uma outra coisa que ajuda muito com as crianças é vocês fazerem um livro da família. Então vocês vão colocando a história da família, a origem, como é que tudo aconteceu, isso vai dando para esse filho autoestima, ele vai podendo se apropriar mais dessa origem, né? Perceber o valor dessa origem. Então, tudo isso pode eh minimizar. Infelizmente, eh, a gente não consegue, eh, ter uma vacina para isso, eh, proteger, né? É uma situação muito complicada, ainda falta muita orientação. Eu acho que a sociedade precisa muito ser mais falado disso. As pessoas precisam estar na mídia falando disso mais, como tá acontecendo aqui. As escolas precisam ser feito um um trabalho maior, mas eu tenho fé que isso vai melhorar. Informação, né? Informação salva. a gente precisa estar informado, mas aquela informação que é uma informação que tem realmente um peso, é o que nós estamos fazendo aqui hoje com a psicóloga e também com o advogado, trazendo informação para você. Ô Sara, obrigada pela sua participação, viu? E um abraço aí para toda a sua família. Obrigada por estar com a gente. Vamos lá, produção. Tem mais? Se tiver pode mandar. Vamos lá conversar com os nossos telespectadores. A Aninha do Jardim Carlos Lourenço. Sou cristã e acredito no modelo de família que aprendi na igreja, né? Como ensinar meus filhos a respeitar outros formatos eh sem a que se perca os valores. Então, como que a gente faz? Eh, ela é cristã, acredita no modelo de família que ela aprendeu na igreja. Então, ela eh quer ensinar aí os filhos a respeitar os outros formatos sem a perda de valores, né, Aninha? Abraço para você, querida. Obrigada pela sua participação. Vamos lá, doutora, vamos eh responder e amparar a Aninha aí nessa questão. Senhor me ouve, doutor? Entendi, doutor. Desculpe. Eh, entendi. Tudo bem. O que que eu entendi? Fala. é uma pessoa que que é cristã, não é? E aí é explicar que existe outros modelos e outras formas de amor. E no cristianismo, a origem, principalmente do cristianismo, é a ruptura do judaísmo, é o amor. Então Jesus vai trazer. Então você tá num ambiente propício para falar: "Olha, onde tiver amor tem Deus. O nome de Deus é solidariedade, é o bem, é os afetos. Aonde tem violência, dor sofrimento, não tem Deus. Entende? Começar mostrar para essa eh criança que é pelo bem, né? pela solidariedade, é car, é pelas ações, constróem ações. Uma outra questão, voltando lá, muitas vezes que eu trabalho com violência eh de mulher, de criança e você precisa fazer contato zero com o abusador. Parece que isso é ruim, mas não é. Em alguns casos de mínimo sofrimento, você também precisa criar outros vínculos, procurar outras relações, mas olhar para saber sofrimento mas no caso da da cristã, eu acho que é assim, é é olhar o evangelho, que Jesus nunca deixou de ir na casa de ninguém, um pecador que falou da, então usar o evangelho como ferramento. Em cada religião você tem doutrinas próprias para falar, as pessoas que distorcem isso. Muito bem, doutor Aninha, abraço para você. Quer eh comentar um pouquinho sobre a fala do doutor e também a pergunta da Ana? É, eu acho que o doutor falou muito bem. Acho que é por aí eh o cristianismo traz, né, essa mensagem do amor e da fraternidade, do respeito às diferenças. Achei muito legal essa sua abertura, Ana, de querer transmitir pros seus filhos, então esses outros valores, de mostrar para eles que, eh, todas as famílias são diferentes e o que importa é o que tem dentro, né? É o amor que existe, é o respeito, é o cuidado. Isso é ser família, né? Não importa o formato da família, importa é isso que acontece dentro da família e esse respeito à diferenças, né? Se são dois pais, se são duas mães, se é uma família só de mãe com o seu filho, se é uma família reconstruída, né? Onde tem a mãe, o padrasto ou eh às vezes chega o filho de um, o filho de outro. Então isso não importa. O que importa é isso que acontece dentro da família, que é são esses afetos, que são essas trocas, que é esse cuidado. E eu acho que poder trazer isso pros filhos vai dando, porque os filhos eles escutam muito o que os pais falam e eles vão tomando isso como verdades. Então isso vai sendo incorporado pelas crianças e eles vão poder ter um olhar muito mais tranquilo sobre isso. E e lembrar que a gente que é adulto tem mais dificuldade. As crianças elas vem as coisas muito mais simples e muito mais naturais do que a gente imagina. É verdade, né? Muito bem colocado, né? Eh, doutor, por que isso, né? As crianças elas têm uma naturalidade, elas têm uma empatia diferente de nós adultos, né? as crianças elas são mais tranquilas quando a gente eh elas estão precisando aceitar algo, né? Você explica e elas aceitam. E nós adultos nós temos um pouquinho mais assim de eh tipo, não, não, não tá certo, eh não, eu vou pensar um pouco. O que que acontece? Qual que é a sua avaliação aí como advogado sobre essa questão da aceitação? muito porque eu trato com com temas muito complexos e em virtude de algumas dores, sofrimentos dos pais, eh esses temas quando existe criança, afetos, carinhos, preocupação, cuidado, você tem que deixar um pouco do direito de lado e tentar entender o que é o melhor para aquela criança, para aquela eh esse processo de judicialização Ele é bom em paz. Mas tem casos hoje em dia porque o pai eh abandona, não paga pensão, não vai pegar o filho. Alguns juizes estão dando eh multa pecuniária para quem não vivia. E eu, primeira coisa que eu pergunto pra mãe, mãe, você se o seu marido vai pegar o filho por causa da multa ou porque ele quer ficar com filho? Você acha que é melhor uma tradutora? É melhor que esse esse pai é obrigado pegar o filho que não quer ver? Que que vai acontecer com a cabeça desse menino? Como é que vai ser tratado final de semana? Então tem certas coisas que a gente acha que é legal, que é justa, mas sem olhar pro contexto porque tá sobrecarregada. Sim, existe processos disso. Então o que tem que fazer? Mam ter uma babá, para mãe poder descansar, para ela poder ou ele poder passear, para ele fazer alguma coisa. Mas colocar esse pai que já não quer ter contato com o filho, você mutar e aí para ele não pagar muito, ele pega essa criança. Eu tenho relatos de adolescentes que o pai tá com a namorada, que podia ter branco, no quarto com a namorada e deixa a Netflix para adolescente, uma menina e depois eu levo embora. Olha, então a gente acha, eu tô falando de pais, mas normais, tô falando de pais que é obrigado. Então quando por isso é uma abordagem psicológica, por isso da advocacia afetiva, a gente precisa olhar humanizar quem é a prioridade, é a minha dor, porque a mãe muitas vezes tem dor, teve traumas na separação, muitas coisas. E aí eu tenho que é justo, não estou falando que é justo, mas como é a cabeça das como vai ser a relação? Então é muito mais profundo. E o que eu vou falar como é que você ensina seu filho? É pela sua atitude. Os filhos copiam as atitudes, é importante falar, mas eu eu abraço diferente, eu levo. Então muitas vezes eu vou na parada gay só para ver, para ver que tem novos modelos, entende? Eu assisto pelo menos previsão. Olha, minha mãe assiste, entende? Ela não tem pronceito. Ah, olha is tá vendo fazer errado. Então os filhos vão copiar os modelos. Então eu falo: "Não faz, é o que o pessoal fala, faz o que eu faço, é o que eu digo, né?" Então, eh, se você faz, se você é afetuoso, se você fala bem, seu filho não vai ser com seu filho. Maravilha. Muito bom. Vamos lá, então. Acho que é a última pergunta, né, produção? pode mandar pra gente, por gentileza. Vamos ver quem tá conosco. A Bruna Almeida de Barão Geraldo, como a escola pode atuar para para acolher crianças de famílias diversas e prevenir situações de exclusão ou bullying? Pois é, a escola nossa segunda casa, né? E aí tem toda essa questão eh eh das famílias. E aí a Bruna pergunta: "Como que a escola deve atuar?" Marina, qual que é a função da escola nessa situação para prevenir exclusão e o bullying? É, eu acho que a escola precisa primeiro fazer um treinamento, fazer uma formação desses profissionais, os professores que atuam diretamente com as crianças. E acho que então essa equipe ela precisa ir trabalhando junto com a as crianças dentro da escola eh esses modelos, né, dessa diversidade, dessa pluralidade do que que é ser uma família. Então, os professores podem fazer o dia da família, cada um traz e o recorte, as fotos do que que é ser uma família, isso ser incentivado. Olha, quando a criança vai e ela conta e ela traz a foto, vamos dizer assim, da das duas mães e ela e ela fala e ela se expõe e e todo mundo escuta e todo mundo aplaude. criança sente uma validação muito grande. Isso é muito importante, essa validação social paraa criança, ela sente valorizada. Então, eu acho que a eh tomar esse cuidado nessas datas comemorativas, que isso aí é muito problemático, né? Você trazer esse modelo de pai, mãe e filho. Hoje em dia não dá mais para ser desse jeito. Ou só dia dos pais, o dia das mães. É como a Rúbia disse, é o dia da família, né? Eu vou fazer uma cartinha para quem eu amo, né? Não pro papai. Vou fazer uma cartinha para quem eu amo. Eh, eu acho que também esses cartazes que a gente também vê, então tem lá a foto, é muito difícil paraas crianças dessas famílias não tradicionais. Você tá sempre vendo o pai e a mãe, o filho, dois filhos e o cachorro, né? A gente vê nas, isso tem que ser mudado, né? Porque a criança vê que não tem uma representatividade do que ela vive ali, então ela se sente excluída, ela se sente isolada. Então eu acho que tudo isso vai eh permitindo essas trocas entre os professores, com as crianças, com a equipe, a criança poder ter essa liberdade de falar, de se expressar. A, eh, por exemplo, quando algum coleguinha faz um comentário: "Ah, mas a fulaninha tem duas mães? Ah, mas a fulaninha não tem pai. o professor trazer isso, mas ela tem uma família, né, que tem amor e ela é perfeita, é uma família é linda. O professor vai trazendo eh as famílias são todas as famílias são diferentes e são famílias de verdade. Então o professor mesmo vai trabalhando essas falas que vem das outras crianças, eles vão conversando sobre isso. Então tudo isso eu acho que vai ajudando, né, nessa representação da escola, dos trabal do trabalho que a escola tem e que a escola tem um papel na vida de uma criança, né, que a gente não tem nem ideia. Muito, muito importante. Importante também nós eh trazermos, né, esse assunto eh pra gente conversar, pra gente debater, pra gente entender, né, doutor? E vamos lá, vamos fechar então, eh, respondendo também na na a visão jurídica, né, a Bruna Almeida, que pergunta referente ao acolhimento, né, das crianças e das famílias nas escolas para prevenir aí essa situação de exclusão ou bullying. Qual que é a sua avaliação? Qual que é a sua fala eh referente a essa pergunta da nossa telespectadora? Sim, eu acho que a primeira coisa é os pais está atento ao comportamento da criança. A criança muda, às vezes ela não fala e ela vai tomar começar. Muitas vezes ela não quer mais ir pra escola, muitas vezes ela não quer mais ter contato com uma amiguinha. E muitas vezes essa criança não consegue falar, principalmente a doutora que trabalha com isso, a entender eh na primeira infância 10 anos, muito maisos 12, melhor, mas até isso e aí os pais precisam neste caso, quando tem mudança, levar para uma psicóloga adivinha, porque ela tem ferramentas para isso e ela vai saber abordar isso junto com a mãe, com a família, mãe e pai, Qual modelo para ajudar no desenvolvimento? Então, primeiro entender porque aí você tem o quê? Você tem uma especialista falando de dor sofrimento. Aí ela vai falar: "A escola precisa fazer tal coisa e aí levar. Olha, tem isso, tá acontecendo no país, porque muitas vezes não tô falando nem de conta, mas mesmo quando você tem uma que conta, a psicologia é muito importante nesse processo, porque muitas vezes a gente não sabe lidar com esses temas complexos da operação. Especialista sabem, mas não é todo mundo. Então, primeiro é isso. Uma segunda, tem informação, tem o laudo, tem, olha, precisa fazer tal coisa. E aí a gente tem uma questão da questão pública, você não pode muito escolher e da questão particular. E aí eu preciso entender que quando eu vou colocar uma criança na particular, eu preciso entender a linha pedagógica disciplinar dessa escola quando ela é uma questão eh privada. Então, desse cuidado, de visitar, de perguntar, de falar pro diretor acadêmico. Na escola pública, se tiver isso, você tem órgãos, que a secretaria você tem eh órgãos para eh ajudar a diretora a parar processos de violência e sofrimento. Muito bem. E que importante essa junção, né? a junção da psicologia com eh o direito para trazer um respaldo para eh esses novos novos modelos de família, né? Família. Família é amor. Hoje a gente viu que família é muito mais sobre afeto, né, cuidado e presença do que sobre um formato único. E que bom, que bom que a lei ela está respaldando essas famílias, que bom que as pessoas elas têm eh mudado a sua forma de pensamento e a gente precisa evoluir ainda eh referente a essa questão. Mas que bom que a gente pode abrir debates e que nós temos profissionais que nos auxiliam eh em diversas formas, né? como devemos agir, como devemos nos posicionar. E eu só tenho mesmo é agradecer vocês, doutor. Começando então as considerações finais aqui eh por você. Muito obrigada pela sua participação, pelos esclarecimentos que o senhor trouxe aqui pro nosso estúdio Câmara. Acredito que foi de muita valia e um grande conteúdo que a gente conseguiu entregar. Então, só gratidão. Muito obrigada mais uma vezção. Para mim foi uma honra poder falar com esse grupo qualificado, pessoas tão competentes. Eh, foi um prazer mesmo. Tô à disposição para qualquer outro convite. Muito obrigada e bom dia. Agradecendo também você, Marina, mais uma vez com a gente aqui no estúdio Câmara. obrigada pela sua participação. Eh, que conexão legal que a gente fez aqui hoje. Eh, como que a gente contribuiu, né, paraa gente poder eh eh melhorar esse pensamento, melhorar o comportamento eh referente a a às famílias modernas. Família, família é amor e é isso que a gente trouxe hoje aqui. Obrigada. Muito obrigada. Para mim também foi uma honra estar aqui e poder contribuir e aprender com vocês. É isso, gente. Vamos encerrando por aqui o nosso estúdio Câmara de hoje. Lembrando que amanhã nós temos, claro, mais uma edição do nosso estúdio Câmara a partir das 8 da manhã ao vivo, né? Então, a gente agradece aí a Marina, o Dr. José e amanhã a gente vai falar, gente, de um assunto bem interessante. Nós vamos falar de empreender. Empreender, isso mesmo, é para todo mundo. Abrir o próprio negócio pode ser um sonho ou um grande desafio. Nós vamos falar amanhã sobre oportunidades, obstáculos e preparo, inovação, né? E o que que é preciso para transformar uma ideia em realidade? Se você já empreende, quer começar ou acha que isso não é para você, não perca. Então, amanhã, a partir das 8 da manhã aqui na TV Câmara Campinas, mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Olha, nós temos também daqui a pouquinho, direto da Central Iá, a nossa inteligência artificial, a Íria, trazendo informações da Câmara de Campinas, informações locais, regionais, nacionais e internacionais. Temos também o nosso jornal eh Câmara Notícia ao meio-dia com informações aqui de Campinas e do Legislativo. Lembrando que nós também temos audiência pública também hoje à noite a partir das 6 da tarde temos reunião ordinária. Você é nosso convidado a participar. Lembrando que nós transmitimos aqui da TV Câmara Campinas eh também claro e Vivo Fibra para você. E temos a nossa transmissão ao vivo de toda a nossa programação através do YouTube da TV Câmara Campinas, combinados? Então, gente, família não se define por modelo, nem por manual. O que une mesmo é o afeto, cuidado, o querer bem de verdade. E quando esse desejo de formar um lar vem acompanhado do sonho de ter um filho, não importa se o casal é homoafetivo, hétero ou nada do tipo. O que importa é o amor que transborda. Combinado? Então, gente, eu só tenho mesmo agradecer a sua participação e a participação dos nossos convidados. A nossa equipe técnica produção, sempre dando um show e a gente tá aprendendo e evoluindo a cada dia para levar para você um produto de qualidade, porque você é telespectador da TV Câmara Campinas merece. Grande abraço, fique muito bem, abrace, acolhe a sua família e tenha uma ótima quarta-feira. Valeu, tchau, tchau. Obrigada.
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