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Estúdio Câmara | Emagrecer em casal ajuda ou atrapalha?
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Estúdio Câmara | Emagrecer em casal ajuda ou atrapalha?

98 views Publicado 26/06/2025 HD · 1:03:38

Descrição do vídeo

A busca por uma vida mais saudável é um desejo compartilhado por muitos casais. Iniciar uma rotina de exercícios e alimentação equilibrada juntos pode parecer a fórmula ideal para manter o foco e alcançar metas de forma mais leve e prazerosa. Mas será que emagrecer em casal realmente fortalece o relacionamento ou pode acabar colocando ele em risco? No Estúdio Câmara desta quinta-feira, 26 de junho, debatemos os impactos físicos, emocionais e comportamentais de embarcar em um projeto fitness a dois. A proposta é investigar se essa união na rotina saudável gera mais benefícios ou se esconde armadilhas que comprometem não só os resultados individuais, mas também o vínculo afetivo. Entre os pontos abordados estão: A importância de ter um parceiro de treino como rede de apoio emocional; O risco da comparação de resultados e níveis de dedicação, que pode gerar frustração ou até desgaste no relacionamento; A influência da pressão estética, que pode mascarar os objetivos reais de saúde; A explosão de informações falsas sobre emagrecimento, dietas restritivas e métodos sem comprovação científica, amplamente difundidos nas redes sociais; A diferença entre emagrecer com motivação mútua e entrar numa “missão verão” guiada por cobranças e expectativas irreais. Para esse bate-papo essencial, recebemos dois especialistas que trazem olhares complementares sobre o tema: 👟 Lucas Toloto, educador físico e personal trainer, explica os desafios da rotina de treinos compartilhada e o papel do incentivo mútuo no desempenho físico. 🧠 Amanda Simões, psicóloga especialista em casais e tomada de decisões baseadas em evidências, fala sobre os impactos emocionais, a influência das redes sociais, autoestima e comunicação afetiva durante processos de mudança corporal. 👉 Se você e seu parceiro(a) estão pensando em começar uma jornada de emagrecimento juntos, ou já estão nessa caminhada, este episódio é pra vocês! 🎬 Assista ao vídeo completo e entenda: Como evitar que a comparação destrua a motivação; De que forma alinhar expectativas pode preservar o relacionamento; Por que a saúde deve estar acima da estética; E o que especialistas recomendam para que essa jornada seja saudável – física e emocionalmente. 💬 Comente abaixo: você já tentou emagrecer com alguém? Como foi sua experiência? 🔗 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] Olá, bom dia. Está começando mais um Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Quinta-feira, meu povo, dia 26 de junho. Vamos lá, vamos falar sobre emagrecimento, vamos falar sobre relacionamento. Aí você junta tudo e você pensa: Emagrecer juntos ajuda ou atrapalha a relação? A ideia de treinar com parceiro e seguir uma rotina saudável ou em dupla parece perfeita. Mas será que isso funciona mesmo? E funciona para todo mundo? E quando um se dedica mais do que o outro ou quando os resultados não aparecem do mesmo jeito. É, vamos falar sobre saúde física, motivação, comparação e frustração e também sobre os riscos, né, de seguir dietas da internet sem o respaldo profissional. Para esse bate-papo, eu já estou recebendo aqui no estúdio a terapeuta de casais, Amanda Simões. Daqui a pouquinho a gente também recebe um personal trainer que vai falar com a gente sobre exercício físico e essa questão aí de treinar junto com Mozão, né? E aí você já percebeu que o bate-papo vai render hoje, então eu quero te convidar para participar com a gente. Manda aí sua mensagem, nosso WhatsApp tá na tela para você. Manda agora que a nossa produção já vai selecionando, tá? 19978293776. Manda pra gente a sua mensagem falando, você já treinou com Mozão? Eh, deu certo, não deu certo? O que que você acha desse treinamento aí entre os casais, né? Emagrecer junto vale a pena, dá certo? E quando um começa a emagrecer e o outro não consegue acompanhar? Hum, tem muito para falar. Então, daqui a pouquinho a gente conversa sobre isso. Agora a gente vai para as notícias, né? A Câmara de Campinas realizou reunião ordinária de número 40 ontem à noite e aprovou em primeira votação o projeto de lei de diretrizes orçamentárias que reúne as metas e prioridades do governo. Além de orientar a lei orçamentária anual de 2026. O projeto e as emendas do texto foram aprovados por maioria simples com seis votos contrários. A segunda votação deve acontecer até o fim do mês e porque daí a Câmara entra em recesso, então pode ser que aconteça na próxima reunião ordinária até o fim desse mês, tá bom? E também foi aprovado o projeto de lei de autoria do vereador Luiz Rossini, que garante estacionamento gratuito em clínicas e hospitais públicos e privados por 15 minutos para embarque e desembarque de pacientes ou visitantes. Além do projeto, foi aprovada uma emenda de autoria do vereador Nick Schneider que estende a tolerância de 15 minutos para o terminal rodoviário de Campinas. Tudo isso aconteceu ontem na reunião ordinária de número 40 e você vai conferir eh as informações mais detalhadas no Câmara Notícia hoje ao meio-dia com Gabriel Castro. Agora vamos falar sobre as inscrições que estão abertas, eh, inscrições da quinta Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial já estão abertas, tá? Eh, é a quinta CORREPEPIR, a Conferência Regional de Promoção de Igualdade Racial da Região Administrativa de Campinas. O evento acontece no sábado, gente, agora, dia 28, depois de amanhã, das 9 às 5 da tarde, no CProcamp, que fica na Avenida 20 de novembro de 145, no centro. Com o tema Igualdade e democracia, reparação e justiça racial, a conferência será dividida em três eixos temáticos: democracia, justiça racial e reparação. Os grupos os grupos de trabalho vão debater questões como a participação da população negra no poder público, saúde, educação, segurança, cultura e enfrentamento ao racismo religioso. a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, a secretária, aliás, perdão, de desenvolvimento e assistência social, Vandeclea Mouro, destaca que o evento é um espaço fundamental de diálogo para a sociedade, né? A quinta corrpir é uma oportunidade concreta de fortalecer políticas públicas que combatam as desigualdades históricas, tá? A programação inclui palestras, debates, plenária final e eleição de delegados. As inscrições podem ser feitas pelo formulário online. Você acessa para mais informações o site da Prefeitura de Campinas, campinas.sp.gov.br aí/sites/correpir. Combinado? Previsão do tempo para hoje, quinta-feira. Eu vou te falar que eu congelei por esses dias. Hoje tá mais tranquilo, né? O dia hoje de céu claro, céu azul de brigadeiro, o sol brilhando lá em cima, temperaturas entre 13 e 26º, né? O tempo segue seco, sem previsão de chuva. Quer uma dica? Aproveita hoje, porque amanhã, sexta-feira, finalzão de semana, uma nova frente fria se aproxima, né? pode provocar chuvas fracas e de fracas a moderadas e também aumentar a nebulosidade. Mas vamos viver o hoje, né? Um dia de cada vez. Então, hoje tem sol, tá lindo, tá maravilhoso. Aproveita, abre a janela, vai lá fora, respira e vem com a gente. Vamos ao nosso tema central de hoje. Estúdio Câmara trazendo para você aquela questão de treinar junto com mozão, mudar hábitos, emagrecer, tudo isso em casal. Parece um plano ideal, mas será que é sempre positivo? Hoje a gente quer entender, né, se essa parceria fortalece ou desgasta o relacionamento. Para isso, a gente vai ouvir aí dois lados muito importantes. Daqui a pouquinho a gente tem a presença eh do nosso eh personal trainer, tá chegando, já tá no trânsito e é assim mesmo, né? Daqui a pouquinho chega, enquanto isso a gente já recebe, ela vai falar com a gente, ela é terapeuta de casais. Gente, pensa o que que essa mulher ouve, né? E olha que legal que nós temos uma mulher que é terapeuta de casais aqui nesse programa de hoje, porque ela vai orientar de repente você que tá tentando treinar com Mozon e não consegue. Amanda Simães, seja muito bem-vinda. Bom dia para você. Bom dia. Obrigada pelo convite. Eu tô muito feliz de estar aqui e vamos ter um papo legal, né, sobre essa temática. tá tão em alta academia, tá tão em alta treinar junto. É importante a gente falar agora sobre os prós e os contras disso. Vamos lá, então. Olha só, você já ouviu aquela frase casamento engorda. Por que que as pessoas dizem isso, né? Essa ideia pode ter um fundinho de verdade, pelo menos no caso dos homens. Você sabe que um estudo feito pelo Instituto Nacional de Cardiologia, na Polônia, apontou que homens casados têm até três vezes mais chance de desenvolver obesidade do que os solteiros. Uhum. E o motivo, de acordo com a pesquisa, depois do casamento, os homens tendem a comer mais, tanto pela rotina social quanto pelo tamanho das porções. E aí eles acabam se exercitando menos. Agora, já as mulheres, segundo os pesquisadores, continuam mais atentas ao peso, muito por conta aí da pressão estética que ainda recai sobre elas, né? E aí eu já pergunto paraa nossa terapeuta de casais, que coisa do ponto de vista emocional, o que que pode ser assim positivo e o que que você avalia ser perigoso nessa experiência de treinar? em casal. Bom, eh, do ponto de vista emocional, então vamos dividir essa resposta em duas partes, né? Vamos lá. É, do ponto de vista emocional, então, o lado positivo. Quando você tem um parceiro alinhado com os seus valores, é muito mais fácil de você engajar numa rotina. Uhum. Então, quando a gente fala de emagrecimento, né, eh, a gente tá falando de desenvolver, mas não só desenvolver, tem que manter o estilo de vida depois. Uhum. E isso envolve uma rotina de uma casa. E quando você tem ali o seu parceiro, a sua parceira engajado juntos, além de ter mais motivação, além de se sentir mais seguro ali, que de repente tem muita gente que vai pra academia no começo e e se sente incomodado com o ambiente, né? Então tudo isso ali de teu parceiro vai te ajudar nesse sentido de comemorar pequenas conquistas, porque na academia a gente sabe como é difícil, né? Tem como é devagarzinho, passinho de formiguinha. Eu falo pros meus pacientes, cada mudança é importante, passinho de formiguinha. Então, além disso, tem a questão estrutural. Então, eh, emagrecer não é só treinar, eh, comer direito. Então, envolve toda uma rotina de cozinhar, de ter uma dieta organizada. E quando a gente fala em mundo real, a gente sabe o quão difícil é a rotina também com relação a outros compromissos, trabalho, muitas vezes esse casal tem filho e eles se ajudam ali com a organização dos horários. Então, todos esses aspectos são muito positivos quando o casal tem um alinhamento. Uhum. Agora, quando a gente pensa em problemas que isso pode trazer, a gente já vai entrar num escopo, por exemplo, de possíveis comparações entre o casal, de ah, eu perdi mais do e e ela ela perdeu menos, por exemplo, e aí fica aquela coisa meio estranha, né, de conquista. Mas tudo isso envolve o relacionamento em si, no sentido de ter um ambiente saudável dentro de casa e seguro para conseguir falar o que você tá sentindo. Agora, tem casais que além dessa comparação também tem um desalinhamento de expectativas. Então, quando a gente fala de emagrecer, a pessoa pode querer emagrecer por diversos motivos, seja por estética, por autoestima, mas também por saúde. Então, tem casos de de casais que entram em conflito porque começam a querer controlar a alimentação do outro, né? Não é incomum. Começa a treinar junto, começa a treinar e começa a treinar junto, começa a se alimentar junto e aí um vai lá, fura dieta, eh, e aí o outro fica meio assim e começa a querer controlar a dieta do outro. Então assim, é é entender os limites de de treinar junto é muito bom, mas tem que ter esse alinhamento de onde a gente quer chegar. Eh, então, respeitar as recaídas também, porque isso é comum, vai acontecer, vão ter recaídas, só vai se alimentar mal um dia, vai furar, né, fazer o dia do lixo, vai, vai fazer o dia do lixo. Exatamente. Então, e daí nesse caso precisa ser tudo alinhado, né, e tudo em conjunto. E aí vem de repente eh a o desafio, porque a alimentação precisa ser em conjunto, porque os dois estão com o propósito de emagrecer juntos. Então, vamos lá. Agora, se um não tá conseguindo levar, o outro vai. E aí vem a questão da comparação. Eh, eu quero te perguntar o seguinte, sobre essa pesquisa da Polônia lá, eh, eh, que o, o homem ele tem tendência a engordar mais que a mulher, né? Depois do casamento, a mulher também tem a tendência de engordar, sim. O porquê disso? O que será que acontece no nosso psiquê, na nossa cabeça? Assim, que todo mundo fala e às vezes acontece, né, a situação da pessoa casou, aí quando você olha de novo o casal, você fala: "Nossa, que que aconteceu?" Né? vocês engordaram, mas é que é uma zona de conforto que a gente entra ou o que que acontece? Pode ser sim, pode ser uma zona de conforto. Eh, pode ser alguma coisa relacionada também a um aumento de responsabilidades. Então, a pessoa que casa, ela tem outra rotina, eh, outras prioridades na vida dela. Ela já arrumou um parceiro, né? temele da con estética, daí depois que você casa dá essa esse esse relaxamento e aí o homem começa o homem e a mulher começam a meio que ir entregando ali algumas coisas porque é muita coisa para conciliar também. Então essa rotina de trabalho, como eu falei, filhos e aí muita gente também usa alimentação como uma válvula de escape, né, emocional, também tem eh esse tipo de problema, né, de compulsão alimentar que a gente fala. Uhum. Exatamente. A gente precisa ficar atento esse negócio, né? Ah, casei, vou relaxar. Gente, aí que você tem que se cuidar, entendeu? Você já se cuidava antes, né, na época da conquista, do namoro. Aí, casa, relaxa, fala sério, hein? Não é assim não. Agora nós vamos conversar com ele que já chegou, tá aqui com a gente. Ele ele é educador físico, ele é personal trainer. É o Lucas Toloto. É isso, Lucas? Bom dia. Seja bem-vindo ao Estúdio Câmara. Isso mesmo. Muito obrigado, Rúbia. Muito obrigada, Amanda. Isso aí, Lucas Toloto, personal trainer em Campinas. E vamos bater um papo legal hoje aí. Ai, que legal. Tava faltando você aqui para completar a nossa conversa, porque assim, o pessoal de casa já tá mandando mensagens pra gente. Daqui a pouco a gente já começa a atender, né, os nossos telespectadores aí, sempre com perguntas, eh, algumas dúvidas ou alguns depoimentos também. Hoje o nosso tema é emagrecimento e relacionamento, né? E você, por ser personal trainer, preparador físico, eu imagino que você eh deva ter aí alguns clientes, né, que são casais e que buscam aí essa eh esse preparo físico juntos. Conta pra gente como é que é esse dia a dia eh seu e o que que você tem analisado, visualizado sobre essa questão do emagrecimento em casal? Sim, realmente aparece bastante pra gente, né? É o os casais querendo treinar, né? Querendo começar a treinar e querendo dar uma continuidade na vida de treino. Às vezes é a esposa ou às vezes é o marido ou vice-versa que quer começar e quer puxar essa vida fitness, né? Então, como eu sempre falo, né? com a ajuda de um profissional, que a gente não pode deixar de salientar isso, porque é eh é imprescindível a gente a gente treinar com profissional, né? Então, primeiramente procurar um profissional. Tendo isso, o profissional vai conseguir fazer um um desafio, né? Um puxando o outro. Acho que isso é muito importante, a questão de um eh puxar outro também na questão da alimentação em casa, da rotina em casa. Então assim, acho que é super válido e acho que eh só tem eh coisas boas para poder passar para esse casal aí. Então, e quando um dos dois desanima, né, você que vive isso no dia a dia, você eh eh fala pra gente, o outro ele consegue mesmo eh ser ali a base no momento, funciona esse negócio? Tipo, um desanimou, eles são casal, eles vivem junto, eles se alimentam juntos, eles estão juntos o tempo todo. Um desanima, o outro consegue manter? Consegue mesmo ou fica difícil quando um desanima, a tendência é de arrasta. A a tendência por por conta da rotina é complicado, mas é sabe aquela coisa da bateria que enquanto um tá com 80%, o outro tá com 20, então aquele 80% cobre o 20 e vice-versa. Então a gente tem que pensar assim. E eu acho que também eh tá na nossa mão ali, vamos colocar metade eh 50% de dessa rotina, porque eh se eu não conseguir passar um treino que seja eh adequado para os dois, né, então vai ficar difícil, né, porque aí pode ser que o o treino também entre na rotina, além do da questão de um dos dois do casal entrarem na rotina. Ah, hoje eu não quero ir, hoje não consigo eh ir pra academia. Então assim, é aquela coisa da, como eu volto a falar, da bateria. Então, se um tiver com 80% ali, cobre o outro que tem 20% e vamos embora com o treino legal. Dá para dá para fazer uma uma rotina bacana assim. Legal, Lucas. Obrigada aí pela sua presença, sua participação. Sei da correria para chegar aqui, mas tá super valendo. A gente fica aí até 9:10 conversando com os nossos telespectadores. Pessoal tá bem interessado nesse bate-papo. E agora eu pergunto pra Amanda, eh, você atende casais, né? Então, eh, você tem algum alguma situação de de casais que já entraram em conflito por conta de metas estéticas ou comparações assim? Isso é natural no mundo do relacionamento? É natural sim, Rúbia. Eh, eu tava até pensando aqui, né, na resposta do Lucas e eu queria acrescentar, por favor, um ponto nessa resposta que é o seguinte. Na terapia de casal, eu trabalho com a IBCT, a terapia comportamental integrativa de casal e é uma terapia contextual e a gente sempre fala que em um casal um é o contexto do outro. Então, quando você tá casado, tá com um parceiro, mora junto, você se torna um dos principais ambientes do seu parceiro. Isso é muito importante. E a gente vê isso até na linguagem que o casal usa. Eles se entregam, né? Você pergunta pra pessoa, ai você vai nesse compromisso? Ah, a gente vai. Eles já usam o plural, já sempre trazendo a presença do outro pro compromisso. E aí eu queria salientar aqui que apesar de vocês serem um casal, porque a gente tem muito essa essa ideia do amor romântico, apesar da gente ser de vocês serem um casal, vocês ainda são indivíduos, organismos independentes e separados um do outro. Então, eu já vi casos de uma pessoa do casal quer muito entrar nessa rotina fitness, quer se cuidar, quer se alimentar melhor e a outra pessoa não quer. Ela não quer, não funciona, né? Essa bateria de 80% aqui, eu dou 20% aqui. A pessoa tá zero, ela não quer dar nada, nenhuma porcentagem da bateria. E aí o que eu quero falar aqui para essa pessoa que quer começar a atividade física é comece. Comece, porque muitas vezes o seu parceiro vai começar a observar suas evoluções e ele vai começar a se motivar a partir disso. Então, às vezes não tá ali tão alinhado no começo, mas depois que o processo vai e você começa a entregar resultado, seu parceiro pensa: "Poxa, olha só que legal, né, as as mudanças que essa pessoa tá tendo e aí acaba indo junto de pouquinho em pouquinho." Então é lembrar que às vezes você vai precisar fazer sozinho também. e sobre se isso é normal ou super natural. Eu até falei aqui o exemplo, né, que essa situação me marcou muito de é um casal que já tem um tempo aí de relacionamento e a mulher é muito fitness, muito assim, eh, vai para vai pra academia, come, é um exemplo assim, né? Vai pra academia, come certinho, faz quando faz o dia do lixo, se sente culpada, a refeição, né? Porque o dia do lixo é muito, né? Falam que o dia inteiro não, mas uma refeição livre, tudo bem. refeição livre agora que fala. Então, e o outro, o parceiro dela, faz atividade física. Ele vai pra academia, se alimenta bem, mas no final de semana ele quer tomar uma cervejinha, no final de semana ele quer sair para comer um japa. e ela super se incomoda com isso e isso vira uma questão no relacionamento. Então era, e aí a gente volta no alinhamento de valores que eu tinha falado antes. Então eh é importante vocês diferenciarem objetivos e metas de valores. Os objetivos e metas vocês vão conseguir cumprir. Eles têm um começo, um meio e um fim. Mas um valor é como se fosse uma direção. E vocês andando na mesma direção e em ritmos diferentes, tá tudo bem. Muito bem. Olha só que interessante. E você aí de casa, como é que tá o negócio aí? Hã? Eh, tá indo pra academia com Mozão e aí tá se alimentando bem? Um quer parar, o outro fala: "Não, vamos embora agora a competição, né? A quando a gente fala de incentivo é uma coisa. Agora, competição entre casais durante o treino, ela pode ser saudável? Até que ponto ou ela precisa ser evitada? Porque a parceria é uma coisa, a competição é outra. E a gente sabe que nós somos seres humanos e que em um momento ou outro vai rolar uma competição com o parceiro, seja ele amigo, enfim, casal, né? E no caso dos casais, academia é um lugar que, poxa vida, tem gente que eh eh se se sai melhor na academia e tem gente que não. E aí tem gente que emagrece mais rápido, ganha músculo mais rápido, né? Fica com shape massa, mais rápido e tem outros que não. E é tudo bem, é natural, somos pessoas diferentes e aí vem a competição, né? Poxa vida, olha aí, ó, um gominho aqui. Eu não tô e aí, como que a gente lidar? Vai fazer para lidar com isso, bom? Realmente você tocou num ponto muito bom. Eh, a gente tem que pensar que somos o casal ali são dois, eh, seres humanos, né? Dois indivíduos. E muito provavelmente às vezes é um homem, uma mulher, né? Enfim, pode ser uma mulher com mulher, homem com homem, mas são duas pessoas diferentes. Então, tem que saber essa, tem que respeitar a individualidade. Eu acho que na eh na minha visão eh o profissional ele pode passar um treino específico para cada para cada indivíduo. Então, não necessariamente a gente vai tá treinando o mesmo treino, né? Até porque um consegue pesar, pegar um tanto de peso, o outro consegue pegar um pouquinho menos. Então, adequar. Então, às vezes a gente fala: "Ah, treinar junto, até que ponto é esse treinar junto", né? Porque eu, beleza, entrei no carro, vou com a minha esposa pro pra academia, mas chegou lá, um festeira, outro vai pro pra sala de dança. E a gente tem que pensar que a o a a vida fitness, né, não é só a musculação. Uhum. temos eh Crossfit, temos Pilates, temos qualquer vári uma variedade, graças a Deus, hoje tá na boca do povo aí a área da educação física. Então eu acho que é legal pensar na questão do indivíduo. E aí a questão de que você falou da competitividade, eu acho que é legal por conta de um puxar o outro, voltando naquilo que a gente tava falando. Então sei lá, a uma pessoa desse casal teve uma rotina super estressante, chegou em casa 8 horas da noite, enquanto a outra tava esperando já com a roupa de já de ir e não chegava e aquela coisa toda desanimou. Então assim, usar, né, eh, como na rotina de um casal, usar aquilo a favor. Então, ah, então, mas hoje tem aquele desafio que o professor vai passar, então às vezes o professor colocar um desafio, colocar alguma coisa diferente, né? Então, às vezes chega gente lá para treinar comigo e fala: "Cara, hoje eu não, hoje eu tô o pó da rabiola, só vim". Então isso já é um ótimo ponto. Você foi, você já chegou lá, então daí é só sucesso. Então eu acho que é muito legal a questão de você conseguir puxar o outro, sabe? Você conseguir tentar eh fazer com que eh seja prazeroso, sabe? Então é isso que que eu que eu penso sobre isso aí. Muito bem. Agora, eh, se a gente parar para analisar, a gente vai aí para o lado da saúde mental, né? Tem que ter um equilíbrio, um controle e treinar junto também pode dar um desgaste no relacionamento. Tem o papel da autoestima, né? Tem aquela questão eh que você não conseguiu o resultado igual ao outro, mas também tem a questão do ambiente onde você está treinando. Aí eu pergunto pra Amanda, como é que como é que a gente faz quando a mulher tem ciúme exacerbado ou o homem tem um ciúme exacerbado, eles têm o objetivo de treinar, né, juntos, enfim, tá seguindo certinho ali a meta, né, o objetivo ali para chegar na na meta, mas tem a questão do ciúme, aí vem a questão da saúde mental e isso pesa mais do que A decisão que eles tomaram de emagrecer juntos. Concorda? Sim, claro, com certeza. E agora ciúmes é bem comum na clínica, viu? Ciumentos. Estamos tudo no mesmo barco. Tem bastante. Ai, ai, ai. É porque a gente sabe que, tipo assim, academia ou o lugar que você vai treinar é lugar de gente saudável e você tá treinando lá, você, tipo assim, você não vai para se mostrar, mas quem quer treinar, vai treinar com uma roupa confortável, tem uma música e a pessoa fica na dela, na caixinha dela, né? bota um fone, vai lá e faz exercício. E as pessoas que treinam, elas têm um corpo saudável, são bonitas, né? Todos somos, mas as pessoas que treinam, a gente sabe, são eh eh moldadas pelo treinamento. E aí chega lá um casal que não está muito bem já, aí fala assim: "Ah, vamos treinar junto pra gente melhorar a nossa relação, pra gente emagrecer junto e tal". E aí vai lá, ao invés de melhorar, acaba e não de arrasta mesmo, porque aí acaba com tudo, explica como é que a gente faz. e que que tem que fazer, porque como que vai ficar a questão da saúde mental? Aí eu sempre explico, né, pros meus pacientes que os ciúmes eles ele é apenas a pontinha do iceberg. Então a gente tem toda uma estrutura ali mantendo essa manifestação, esse comportamento, como você falou, você falou assim: "Ah, eles já não estão bem e aí eles vão pra academia e tem esse problema". Exatamente. É sempre assim, sempre é a tem alguma coisa, né? Então tem tem os ciúmes, mas sempre tem uma coisa por trás. E aí na clínica, na terapia de casal, o que a gente faz é oferecer um espaço seguro, que muitas vezes o casal não aprendeu e não é culpa dos dois. Aqui a gente não, né, na terapia a gente não trabalha com julgamento, é um espaço para promover acolhimento e e ensinar até o casal a ser a promover um ambiente seguro um pro outro falar, sabe? Então é primeiro como se dá essa manifestação dos ciúmes, porque tem pessoas que ficam que sentem os ciúmes e ficam quietas, mas tem pessoas que já demonstram ciúmes de uma forma um pouco mais agressiva. Então é trabalhar como que você vai comunicar pro seu parceiro como você tá se sentindo? Porque sentir ciúmes é normal. Eu sempre falo, se a gente sente, é porque passou no crio da evolução e tá aqui no nosso cérebro e teve uma função na nossa história evolutiva mesmo, digo. Então, eh, voltando para essa para o que fazer, né? Sim. a gente sempre volta pro diálogo, pra comunicação. Então, na clínica, quando um casal chega, a gente olha para dois pontos principais, que são a comunicação do casal, como que tá a comunicação de vocês e como que é a resolução de problemas também, porque ficar às vezes conversando só sobre aquilo e sem resolver vai acabar desgastando mais a relação do que de fato evoluindo e promovendo bem-estar para vocês dois. Então, na hora que o outro aponta para você, olha, eu estou com ciúmes disso e disso e disso, valide o que ele sente. Existe uma uma diferença muito grande entre validar o que o outro está sentindo e, de fato, mudar o seu comportamento para evitar os ciúmes. Então, isso é importante. Eh, na clínica, né, a abordagem que eu falei, a terapia comportamental integrativa de casais, eh, a gente tem dois pilares principais, que é a aceitação emocional e a mudança comportamental. Então, o que que a gente começa a fazer quando chega um casal para nós? Promover uma aceitação emocional que muitas vezes eles não têm, com comentários do tipo: "Ah, isso é coisa da sua cabeça ou você tá ficando louca". Então, a gente vai parar de fazer comentários desse tipo. Você falou, né, eh, que podem surgir vários problemas de comparação, mas como que se dá eh, a como que eles estão se motivando? Porque às vezes você vai tentar motivar o seu parceiro com boa intenção, mas na verdade você tá criticando o seu parceiro. Então você fala pro, ele faz uma refeição livre, aí você fala: "Pô amor, sabe, vamos treinar que você tá precisando". Isso não é um incentivo, isso é uma crítica. Então a gente tem que tomar cuidado com essa linguagem que a gente faz e sempre buscar, na verdade, reforçar comportamentos que estão na direção do que vocês querem. Então ele não foi treinar um dia na semana, mas ele foi os outros. Então, reforce os que ele foi, ao invés de falar, nossa, em vez de ficar apontando para esse dia que ele não foi, né, naturalizando essas oscilações, essas recaídas. Então, os ciúmes ele entra um pouco nisso também. É natural uma mulher, principalmente nós que fomos, nós crescemos em uma cultura de comparação entre mulheres, de rivalidade feminina, e aí você conseguir falar pro seu marido, né, amor, ó, tô me sentindo um pouco mal porque tem uma mulher ali que eh eu consegui falar abertamente isso, Tem uma mulher ali que ela tem um corpo bonito e eu me senti insegura quando eu vi esse corpo, porque eu sei que eu não tenho esse corpo. Eu achei ele bonito. Eu fiquei insegura com isso. Será que você vai passar a desejar essa pessoa e me desejar menos? É, é ter abertura para trazer isso pra relação. Então, trabalhar bastante essa segurança dentro de casa, né, menina? Que equilíbrio. E como é que a gente chega nesse ponto de equilíbrio, né, Lucas? Gente, que maravilha. Já pensou se todo mundo conseguisse falar como a Amanda acabou de falar com a gente aqui? Tá vendo como que é? Olha, cada estúdio câmera é um ensinamento, gente. Isso aqui é uma aula, Rúbia. Aí eles aprendem, tá? Que maravilha. Que legal, né? Mas é isso, é o caminho, né? É o ensinamento, é o conhecimento. O conhecimento ele ele transforma, né? Então é isso que a gente faz aqui no estúdio Câmara. A gente passa eh um pouquinho de conhecimento através de vocês profissionais, né? que que eh compartilham com a gente e a gente consegue passar isso pros nossos telespectadores, até pra gente da equipe, todo mundo aqui, todo mundo fala: "Nossa, tem vezes que eles estão falando aqui, gente, eu tô assim, ó, escutando e tipo assim, nossa, eu tô super absorvendo porque é maravilhoso, né?" E hoje a Amanda falando sobre sobre casais, o Lucas, né? falando eh eh vive isso, Amanda vive isso, que é terapeuta de casais, o Lucas também que é personal, é professor e e está diante dessa dessa situação a todo tempo. Agora, Lucas, eh quais os erros assim mais comuns assim que você observa eh referente aos casais que decidem emagrecer juntos, que decidem treinar juntos? Pontua pra gente para que o pessoal de casa possa ouvir, entender, de repente se identificar e não cometer? Sim. É, eh, eu não posso deixar de comentar que a gente precisa saber, primeiramente quando o aluno chega pra gente, o por que ele quer treinar. Hum. Né? Então, isso é muito importante para todo mundo que quer começar a treinar. Por que que você quer treinar, né? Qual o seu objetivo? Aonde você quer chegar? Isso é muito importante a gente saber, né? Então, vamos colocar se que o casal quer chegar no mesmo no mesmo objetivo. Eles querem emagrecer, né? que a maioria da população procura aí. Então, eu acho que eh a gente pode eh passar um treino voltado para emagrecimento, mas um treino que seja motivador, né? Como eu eu falei anteriormente, eh passar desafios, colocar para fazer com que eles fazem alguma coisa no meio do treino juntos, no final do treino juntos, se filmem, entendeu? eh fazem com que eles trazem eh aquela rotina que é difícil de o casal todo dia ali, né? De repente às vezes o casal tem filho, então tem eh a as funções de casa, né? Então colocar estender isso para o mundo fitness. Então ah, vamos dividir. Então eh hoje eh a gente vai eh prefere treinar de uma forma mais eh livre. Eu hoje eu quero treinar uma uma um jeito mais pesado. Então eu acho que é é meio que saber conciliar, saber equilibrar essa questão do do da motivação, entendeu? Então acho que se o casal tiver confortável, né, voltando falar o pouco que vocês comentaram anteriormente sobre eh a questão de de estar à vontade. Então, tá, eu penso e não só emagrecer e penso também na parte social. Tem amigos meus que vão na academia, tem colegas meus que eu fiz aqui, eh, o professor é super legal, por que que eu não posso bater um papo professor ou a professora, né? A gente também tem. Então é isso e saber dosar, né? Eu acho que é o equilíbrio é tudo assim. Então se a gente conseguir fazer com que isso melhore até o relacionamento, pô, aí aí tiramos de letra, porque eh a gente pode pensar que às vezes é pode ser um dificultador, mas não, é um facilitador também para alavancar esse relacionamento, esse relacionamento ressurgia. Às vezes ele tava ali morninho, quietinho, pô, fomos pra academia. Amor, eu vi um eu vi uma coisa na internet que é legal e tudo mais, então, eh, me senti motivado. Por que não, pô, é verdade, não tinha visto para esse lado. Então, é isso. É legal. E tem mais ou menos por esse caminho aí. Sim. Quando você falou, né, se filmem, se admirem, né, porque poxa vida, é, é, a gente passa por um processo, né? E aí de repente se você consegue ver com outros olhos, né, começa a ver a evolução, cada detalhe. Isso também pode incentivar o casal a melhorar a o relacionamento também, né, Am? Sim, com certeza. Enquanto o Lucas falava, eu me lembrei de um casal que eu não atendo, é um casal próximo, que pode ser um grande exemplo disso. Então, eles praticam um esporte juntos, né? Eles eles têm um esporte em comum que eles gostam e vão juntos jogar. E na musculação eles vão também no mesmo horário na academia e cada um vai fazer o seu treino porque são físicos completamente diferentes. A gente volta no que o Lucas falou, às vezes não compensa você treinar. Eh, imagina eu toda pequenininha treinando com assim, né? Eu não tenho um marido, mas vamos supor, eu tenho um marido que é muito maior que eu e tenho carrega uma carga assim de na hora de fazer atividade física que tem que ficar tirando e colocando ali. Então assim, né, ponto de vista logístico às vezes não vale a pena. E e esse casal treina lá, faz sua musculação separada. É muito bonito de ver um apontando as conquistas do outro. Então, às vezes eu recebo um vídeo dela mostrando ele, fazendo flexão diferente. Ou então já recebi vídeo dele mostrando, nossa, olha só como mudou o corpo dela, não sei o quê. É muito legal isso. É muito legal. E é exatamente esse tipo de equilíbrio, né, que que surge depois que você tem um alinhamento de expectativas, você e o seu parceiro. Exatamente, né? eh eh nessa questão de academia que nós falamos de comparação, de de ciúme, que legal se a gente conseguir mudar o ponto de vista e ao invés de ir para a academia e fazer o exercício lá e tal e observar as outras pessoas, eh, observa a pessoa que está contigo e começa a ver os pontos positivos e a comemorar as pequenas vitórias, né, as pequenas conquistas entre os dois. E isso pode sim elevar e alavancar o relacionamento. É bem interessante agora eh a questão da alimentação, né, Lucas? Porque a internet hoje ela traz pra gente dietas, eh eh jejum e é um monte de coisa e você não come açúcar e você não come isso, não come aquilo. É isso pode interferir na vida do casal e também na questão da da atividade física. gostaria que você eh avaliasse paraa gente, né, com o seu olhar de professor de educação física, de personal, de pessoa que trabalha aí com a saúde, eh a importância da gente se atentar com essas dietas restritivas, já que a gente tá falando de estamos falando de de exercício físico, de alimentação saudável, né? Então, recomendação para casais, mas vamos tocar nesse assunto porque eu acho muito importante, porque de repente o casal pode olhar lá, se empolga e aí começa a fazer essas dietas meia malucas. Aí a internet tem de tudo hoje, né? E se a gente souber aproveitar o lado bom, vamos ter sucesso, mas também tem um lado ruim que a gente precisa ressaltar. Com certeza, Rúbia. Eh, a gente tem que tomar muito cuidado, tanto na parte da dieta quanto na parte de treino, porque tem tem treinos. Há muito treino, né? Tem muito personal trainer na internet, né? Temos muito treino. Você fala: "Meu Deus do céu, da onde que o povo tirou?" É que é o uso indevido da profissão ali que a gente tem, né? E até pedindo licença aí para para os nutricionistas falando desse desse assunto. É isso. A gente tem que ter eh um acompanhamento, primeiramente com o nutricionista. Então, é primordial personal trainer eh saber as suas informações, tanto da parte médica, né? Vamos voltar lá para trás. Quanto a parte nutricional também, que é muito importante. E assim, eu quero emagrecer, a primeira coisa que eu tenho que fazer é mudar minha alimentação. Não tem como, não tem como pensar. Eu posso emagrecer sem treinar. Então isso às vezes é um tabu, talvez que muita gente fala: "Ah, tô indo treinar, tô indo treinar". Mas aí não deixa aquela cervejinha de quarta-feira para assistir um jogo de futebol. Aí às vezes quer sair com a amiga ali para confraternizar na empresa, toma o seu gin, toma sua cervejinha que que dá uma dá uma desandada ali na parte nutricional. Então é, a gente tem que saber dosar. Então a gente chega num num ponto que os dois consigam eh estar bem ali e tudo mais, fazendo com que eh essa parte nutricional seja eh condizente com os dois, né? Porque como eu eu falei, a rotina dos dois eles não são grudado, então cada um tem a sua rotina, né? Então a gente tem que saber dosar e não pode acreditar em tudo que a gente vê na internet. É claro. É claro. Quantos alunos meus falam: "Professor, olha que que eu vi, pô, muito legal. Vamos fazer esse desafio de casal". Então assim, pô, você consegue fazer esse exercício, você consegue fazer um agachamento isométrico, OK? não vai te machucar, não vai eh eh impossibilitar de você ir trabalhar amanhã ou qualquer outra coisa. Então é isso. Então eu acho que caminha muito muito eu penso muito igual relação aos treinos de internet quanto a as alimitações, a as as nutrições malucas que aparecem pela internet. Mas é isso, eu acho que sabendo eh conseguir pelo menos de segunda a sexta equilibrar a alimentação, é o é o ponto principal, fazendo um treininho básico ali, você vai conseguir chegar num pelo menos no objetivo ali, no denominador comum entre o casal. E assim, né, Rúb? Eu fiquei pensando também eh sobre como a internet afeta no sentido de saúde mental. Então você traz muito essa comparação com o parceiro, essa comparação com pessoas que estão no ambiente da academia, mas na internet hoje a gente tem fotos e fotos de de modelos de corpo e a gente começa a achar que um dia a gente chega ali, mas às vezes nossa estrutura é completamente diferente da estrutura daquela pessoa. Eh, o Lucas falou, né? Eu já vi gente querendo fazer treino de internet, se lesionando, porque foi copiar uma blogueira e tudo mais, mas no sentido mais de comparação também de físico, eh, cara, se compare com você mesmo, né? se porque só você tem a sua história. Então, no exemplo dos ciúmes que você trouxe quando eh uma mulher olha para outra e fica enciumada por causa do marido, eh você não sabe há quanto tempo aquela pessoa treina, você não sabe o preço que ela paga, né, para ter aquele corpo. Então, porque as pessoas idealizam e romantizam muito a vida saudável, não é fácil, né? E eu acho que quanto antes a gente naturalizar isso que é desafiadora Uhum. Eh, fica mais fácil na hora de você, eh, superar essas oscilações e pensar, é difícil mesmo e ter até motivação para pensar, não, eu vou fazer e a motivação vem depois. Acho que isso é um tópico legal depois pra gente adentrar, né, que é quando você não tá com vontade de ir pra academia e você vai sem vontade, parece que vem uma sensação muito boa de recompensa depois. Então, mas voltando pra questão da comparação, só você viveu a sua história de vida e você lidou com as situações da melhor forma que você pôde, né? Então, e agora você tá com esse foco de emagrecer e foque em você, foque nos seus desafios. Tem aquele corpo bonito que que tá ali de alguma forma eh fazendo com que você tenha vontade de tê-lo. Eh, use-o como uma inspiração, né? Exato. Use como uma inspiração. Eh, um exercício muito legal que inclusive uma amiga minha faz na hora que ela se sente desmotivada, é ver vídeos de pessoas treinando, de pessoas estudando. Isso ajuda, né? pessoas mais ou menos do seu do seu porte físico, né? Porque também tem muita gente fala: "Ah, chega uma pessoa totalmente sedentária de 30 anos que nunca fez exercício, ah, eu quero ficar igual a Sabrina Sat." Então, beleza. Aí eu falo, imprima uma foto bem grandona, coloca na frente do da sua cama e foca, porque a gente tem que saber começar como tudo na vida. É igual a questão da alimentação. Você falou: "Ah, eu vou do nada eu vou cortar e sei lá, fazer uma dieta low carb". Não, vamos fazendo, vai de segunda, quarta, sexta. É igual começar a treinar também. Começa três dias na semana, depois você vai evoluindo. Sim. Agora, eh, a Amanda tocou num ponto bem legal que é a questão da recompensa. Eu vivo nisso, né, gente? Tem dia que, olha, eu vou contar um negócio para vocês. Quando a gente passa aí dos 40, vai 45, né? Tá quase nos nos 50 e tal. E daí aí aí tem a questão do vamos lá a a idade, a correria do dia a dia, o casamento e manter a saúde física. Gente, isso é muito louco, porque é muito desafiador. E aí você vai pra academia sem querer e às vezes vai se arrastando. Eu vou contar o segredo para vocês. Segredo não se conta, mas eu vou contar. Porque nós somos, nós somos assim. E tudo bem a gente ser assim, porque a gente aprende todo dia e a gente muda todo dia. Olha, tem dias que eu fico no carro olhando pra academia, academia olhando para mim, aí eu falo: "Ah, não, eu meu tênis não tá legal, não, não vou não, amanhã eu vou." Aí eu falo: "Ah, não, ah, mas ah, eu acho que eu não passei creme na perna, né? Porque assim, com o inverno a perna fica mais assim, é seca a pele, né? Aí eu não não vou". É cada coisa que o cérebro inventa no momento e aí você já não quer, aí o cérebro fica, ele ele vai aumentando aquele não querer, né? E eu fui me arrastando mesmo assim, entrei na academia, quem olhava pro meu rosto assim, olha, falava assim: "Nossa, o que que aconteceu com essa aí hoje, né? Porque eu não tava com vontade de estar ali." E aí eu falei: "Vou fazer só 10 minutos de esteira, vou embora". E eu continuei, continuei. Quando eu vi, eu treinei lá 45 minutos, uhu, consegui. Só que quando eu saí, eu entrei assim no carro, falei: "Uau, eu consegui que maravilha". Então, essa sensação de recompensa, ela é maravilhosa. Agora, o negócio é a gente conseguir, eh, quebrar esse muro e pro outro lado, né? chegar no outro lado, mas a sensação de recompensa faz muito bem e principalmente entre os casais, porque daí depois você comemora com o seu parceiro, entende? Daí você chega em casa, vai fazer uma alimentação saudável e isso vai motivando o dia a dia. É isso mesmo que acontece? Sim. E você falou, né, de pequenas desculpas que você vai dando. Então, o cérebro é magnífico, né? Ah, não tô, não tô com tênis que eu queria, não passei um creme. Mas pessoas que já estão habituadas, né, a seguir esse estilo de vida saudável, você vê elas pela academia em dia difícil de TPM, com problema na cabeça, né, por causa do trabalho, com questões para resolver e a pessoa vai porque ela já se habituou àilo. E se você quer emagrecer e você nunca passou por esse processo de habituação a esse estilo de vida saudável, vai ser difícil. Você vai começar com essas pequenas desculpas. Aham. E aí depois você vai vendo que você não precisa estar com tênis ideal para ir treinar, você não precisa ter passado gente, tem gente que faz alguns exercícios até descalço, né, professor? É isso, né? E é pensar que a constância ela é muito mais importante do que a velocidade, porque tem aquela fala, né, que muita gente diz: "A academia é ingrata". Você treina meses e se você fica doente, uma semana você já vê diferença, né? Mas ao mesmo tempo é sustentar isso, como eu falei no começo, né, que o emagrecimento ele envolve desenvolver, mas depois manter esse estilo de vida saudável. Então é um estilo de vida, é algo que vai ser a sua rotina, é algo que exige constância, não é só o momento, né? E o frio para ir para essa academia. Ai ai. E aí você vai depender das estações do ano para ir treinar quando tá frio, você Porque a motivação vai lá pro pé quando tá nesse frio. Você quer, você quer chegar em casa, você quer comer, tomar uma sopa, deitar embaixo da sua coberta, ver um Netflix. Menos treinar. Você quer tudo menos treinar. Exatamente, né? Então é pensar nesse estilo de vida, como não tem épocas do ano. Na na época do verão, a gente vê a academia lotada. Quem gosta de academia até fica um pouco incomodado no verão, porque não não dá para treinar direito, né? Não dá para E vai um monte de gente lá que não vai dar continuidade a isso aí, só vai pro final do ano verão. Depois acabou, né? Então assim, é entender que é importante essa constância. É quando você menos quer que você vai precisar dar uma forçada. Eu sempre falo, né? É, ah, eu eu tem eu escuto muito esse tipo de fala, a eu não sei se foi o melhor que eu fiz. A gente escuta muito isso na clínica. Eu não sei se eu fiz o certo, eu não sei se foi o melhor que eu fiz. Eu sempre falo o melhor e o certo é o que você consegue, mas para você conseguir em alguns momentos, você vai precisar dar uma forçadinha. E depois vem essa motivação que a gente falou, vem essa sensação de recompensa. É muito bom a gente praticar principalmente esportes, né, eh, aeróbicos e tudo mais, que você sua muito e você toma aquele banho depois. É muito boa essa sensação e é pensar nela. Pense nela depois. Pense não, depois quando eu chegar em casa, eu sei que eu vou me sentir bem. Muito bem. E você em casa, como está? Treinando com Mozão. É, tá fazendo uma dieta bem legal ou não tá conseguindo ir pra academia, né? Conta pra gente. Queremos saber aí a sua opinião, né? De repente eh eh fala pra gente aí o seu depoimento. Ô produção, pode colocar então na tela, né? O pessoal tá conversando conosco agora. Faltando 10 minutinhos para as 9 da manhã. Um abraço para você. que está ligadinha aqui na TV Câmara Campinas. Olha aí o Eduardo do Ouro Verde. Uau! Olha aí, ele tem um um depoimento. Mudamos de cardápio juntos, mas as crianças reclamam do sabor, né? Dá para equilibrar a saúde dos pais sem impor dieta restritiva aos filhos pequenos? É, pois é. Agora, eh, nosso professor Lucas, a gente tá falando aí de uma família, né? E como é que faz? Porque poxa vida, você vai cozinhar aí você você tem as crianças, as crianças precisam se alimentar bem. Por favor, gente, não vai colocar as crianças na sua dieta. Como faz? Tem que ter aí um regramento bem legal, né? Exatamente. Não vai colocar as crianças na sua dieta até porque a criança tá começando ali na primeira infância com os alimentos ali e tudo mais que o, né, a questão pediatra e tudo mais. Então eu acho que tem que saber dosar, né? Tem que saber eh distribuir ali em casa e assim de uma certa forma também você vai ser um exemplo para o seu filho, né? Então a gente tem que pensar já a longo prazo aí. Então conseguir e como eh o telespectador falou, então tem que é muito importante saber porque aí a gente não tá falando só de dois indivíduos, a gente tá falando de três, de quatro, às vezes a criança ela tá sobrepeso, a criança tá desnutrida. Então, ah, ah, hoje eu acabei comendo a comida do meu filho. Tá bom. OK. E aí, voltando que vocês falaram muito interessante que são os sabotadores, né? Então, são os altos sabotadores. Nossa, como sabota. Então, ah, então hoje, ah, meu filho não me deu paz ou meu filho, eh, preferiu comer um fast food, alguma coisa, eu acabei indo comer com ele. Não é aquela mini meta. Então, a gente tem que colocar as mini metas e saber o padrão. Então, ah, vamos supor, hoje, sei lá, era o aniversário do do de um amiguinho, eu fui levar ele, acabei comendo salgadinho e tal, mas o pai tá lá seguindo a dieta firme e tudo mais, então, eh, consegui distribuir isso aí em casa também, porque aí a gente já não tá falando mais de dois indivíduos e sim de uma família inteira, que aí é muito mais complicado. Aí a gente tem que pensar, eh, eu como professor tenho que saber também dessa rotina, saber que em casa eles deixaram o filho lá, talvez com uma babá, com vô, com uma avó, né? Então aí aí eu vou ter um trabalho muito maior do que aquele casal de namorado que não moram juntos ainda e tudo mais. Então é isso. E saber respeitar e não colocar eh metas muito grandes, né? Metas muito longe. Então minimas, conseguir conseguir essa mini meta, passo pra próxima. E assim a gente vai trabalhando de uma forma mais duradora. Aí gostei da mineta. Minimeta do vadão. Quem é bugrino conhece. Muito bom. E também eu queria deixar uma provocação para quem mandou essa pergunta, né? Eh, quem ali é que tem que se moldar as escolhas? Porque uma criança, a gente tá falando de uma criança que tá em desenvolvimento, como o Lucas falou, precisa ter uma alimentação saudável e não restritiva. Isso. Então, o adulto da casa, quem são os adultos da casa? Porque ser adulto é bancar as suas escolhas. Você escolheu emagrecimento, você escolheu ter um estilo de vida saudável, então você precisa bancar essa escolha. Vão ter esses sabotadores, né, que o Lucas falou, que a Rúbia trouxe também, mas você precisa saber o que você quer no sentido de você tá, você tá cozinhando uma comida que é pro seu filho e que tá fora da sua dieta. É pensar: "Poxa, o meu foco está onde, né? Meu, eu preciso ter uma saúde também, eu preciso estar saudável para cuidar dos meus filhos. Se a minha dieta não é igual a deles, então eu preciso bancar isso. É difícil, Rúbia. Não tô não tô romantizando isso. É difícil, mas é preciso ter essa maturidade, ter essa consciência de que a alimentação do seu filho naturalmente vai ser diferente da sua alimentação. É desafiador. Tá pensando que é fácil? É, não é, mas a gente consegue. É legal que a gente consegue, nós vamos eh obtendo informações, né? Vai virando aquela chave, vai aprendendo e aí a gente consegue, quanto você menos espera, você tá seguindo um caminho bem legal. Vamos lá. 8:54 já. Uau, tem mais uma pergunta. E aí depois dessa a gente vai pra consideração final. O Murilo do Flamboian. Fico para baixo ao vê-la vestir roupa menor que a minha. Sentir desvantagem física, ameaça autoconfiança no namoro. E Murilo, não fica para baixo, não. Primeiro, né? Não fica para baixo. Segundo, poxa a vida autoconfianças tem que confiar em você. Terceiro, vai junto malhar, vai junto fazer uma dieta, mas procura profissionais que possam te orientar e são eles que vão te responder agora. Vamos lá, então. Que difícil, né? Que que que complicado. A questão da autoestima também, né, Lucas? No caso ali ele tá dizendo que ele fica para baixo quando ele vê a esposa dele com uma roupa. É isso. É, é bom. É, você comentou mais cedo, né? É muito complicado isso, né? Acho que a Amanda pode falar melhor, mas a questão do emocional, a questão da insegurança, a questão dos paradigmas, a mulher, eh, no começo você citou que é o homem quando ele casa, ele engorda mais, porque a normalmente tem a questão a parte masculina, mas a questão feminina da pressão estética, né, do nossos avós, nossos hoje, graças a Deus, as mulheres estão mais mais livres, né, mas ainda tem a não tem como. Então, e aí a mulher na maioria das vezes, né, eu ouço muito isso aí, isso como eu falo, é uma parte mais que a Amanda pode falar, as mulheres elas não se vestem muito para o seu parceiro, se veste mais para ela ou para uma outra mulher. Então, ela quer colocar aquela roupa bonita, ela quer colocar aquela roupa que hoje em dia tem roupa milagrosa, tá? Aquela que o bumbum fica durinho. Às vezes a pessoa nem tem o bumbum durinho, mas é. Então assim, pô, tá super super OK, a pessoa vai Eu eu posso falar também porque eu já treinei, né, com uma com pessoas, eu treinei, né, ali, vamos fazer eh, vamos fazer falar assim, treino romântico, né, que treinar com o seu eh parceiro e e é normal, é igual quando você vai no shopping, você vai sair, você vai numa festa, pessoas vão olhar e é aquela coisa, que bom. né? Você tá com uma pessoa ali que tá se cuidando, né? A gente tem que saber, ainda mais se você quer quer eh seguir para uma família, né? Você vai viver a vida inteira com aquela pessoa. Então, nada melhor que um casal que as pessoas vão falar: "Caramba, vocês estão evoluindo, viu? Nossa, tô gostando de ser como que faz, como que é?" Ah, então tem um professor que faz, faça um exercício aqui. Então assim, é isso. E um elogiar o outro, um conseguir, por mais que às vezes a gente tá com aquela insegurança, aquela coisa, a gente poder passar, né, deixar claro, como a Amanda falou, ó, eu não gosto muito, tal, mas eh deixar claro pra pessoa, né? É, tem que ter um ponto de equilíbrio dos dois, né? Exatamente. Ponto de equilíbrio. É dosar aquilo para poder eh a pessoa saber que você tem aquilo na cabeça, mas não, vamos trabalhar junto, porque também é é normal, é vice-versa. A pessoa também vai falar: "Pô, meu meu marido vai vai com aquela aquela eh blusa cavadinha, tá mostrando o braço, bíceps e tal". As pessoas vão olhar. Mas é isso, pô. Valorizando, né? Em casa quem quem tá junto ali é um ou outro. Então, eh, eu acho que é mais ou menos por esse caminho aí. Ai, ajuda a gente, Amanda. Vamos lá. Vai. O Lucas falou agora você completa, por favor, pra gente ir pras considerações finais. Rúbia, teria como colocar a pergunta de Coloca novamente lá, produção, pra gente, por favor. Fico para baixo a vela vestir roupa menor que a minha. Sentir desvantagem física, ameaça, autoconfiança, no namoro, amor. Roupa menor que a minha, né? Eh, é. É, é que eu fiquei pensando, né? Eu fiquei pensando se era menor de tamanho ou menor de menor de de tipo assim short curto ou ou menor de de tamanho. Exato. Porque assim, tem esse ponto que o Lucas trouxe, acho que é importante, né, de mulheres que começam a emagrecer, começam a É, é muito gostoso quando a gente olha pro espelho e vê um músculozinho ali marcando que ele não existia. E quando ele some é triste, viu? A famosa cebola, né? quando começa a marcar ombro e e aí a gente quer começar a usar roupas que mostrem o corpo. É natural. É muita, muitas mulheres e homens também passam por isso. Mas da forma como ele coloca, eu fiquei me perguntando, né, já que a temática é emagrecimento, se não é vê-la usando roupas cada vez menores de tamanho, e ele nem tanto diminuindo os outros, né? É verdade, é verdade. Então a gente volta para aquilo, Murilo. Eh, primeiro que eu sinto muito por você tá se sentindo assim, eh, é válida essa sensação, né? Acolha esse sentimento, fale isso paraa sua parceira, mas também entenda que o mais importante aqui é vocês estarem alinhados, olhando pra mesma direção. É vocês dois quererem alcançar aquele mesmo valor, como eu falei, né, do estilo de vida saudável. E se isso for acontecer em diferentes ritmos, se a sua parceira tá conseguindo vestir roupas cada vez menores de forma mais rápido do que você, comemore com ela, porque tá sendo difícil para ela também. Você pode ter certeza. Não é um processo fácil para você, mas também não é um processo fácil para ela. E a gente volta naquilo que que a gente falou também sobre cada corpo é um corpo, cada organismo é um organismo, cada um tem sua história, suas dificuldades, você tem as suas e ela tem as dela. Mas compartilhe isso um com o outro. fale isso para ela, né? Tenha essa abertura que eu tenho certeza que se você encontrar acolhimento, essa sua sensação, né, essa sua autoconfiança que tá um pouco para baixo, pode ser que melhore, né? Sim. Exatamente, né? Importante os dois estarem eh em conexão sempre, né? Já que nós estamos aqui falando de casais. Bom, gente, a conversa de hoje, né, deixou bem claro que emagrecer junto pode sim ser bem legal, né? ser um grande aliado do relacionamento, mas também exige cuidado, equilíbrio e respeito, né, aos limites do outro. Então, quero agradecer o Lucas, a Amanda, pela participação, pelas reflexões que vocês nos trouxeram aqui hoje. Então, considerações finais. Você viu como passou rapidinho, a gente já tá encerrando, Amanda, rápido, muito rápido. Obrigada, viu? Deixa uma dica pros nossos telespectadores, né? você como terapeuta de casais, hoje a gente falou aqui de casamento, de relacionamento, né, eh, e de emagrecimento, exercício físico junto. Deixa uma dica bem legal para eles aqui pra gente, por favor. Bom, a dica que eu vou dar para finalizar e para sair um pouco, né, de tudo isso que a gente já falou, é que para você conseguir ter tudo isso com o seu parceiro, você precisa estar presente no aqui e no agora para perceber as dificuldades que o seu parceiro tá passando, o que que ele tá sentindo. Às vezes são tão sutis, né? a gente pega no silêncio do outro, a gente pega num suspiro. Então, o que eu iria falar aqui hoje, né, o o a orientação que eu dou é pergunte, né, tenha um bom diálogo, pergunte amor, como que tá sendo para você? Você tá tendo uma dificuldade muito grande que tá te causando algum tipo de sofrimento, de insegurança, como que eu posso te ajudar com isso? Então, a comunicação aberta, ela é o melhor caminho que vocês dois podem seguir. Ai, maravilhosa. Obrigada, ô Lucas. Obrigada, viu, pelo seu esforço para chegar aqui. Que bom que você chegou. Você completou, né, completou aí a nossa missão e e de informar aos nossos telespectadores hoje um assunto do nosso cotidiano, como sempre, né? Eh, relacionamento e vida saudável. Obrigada pela sua participação. Vamos também deixar uma dica do nosso professor aí para os casais que treinam juntos. Eu que agradeço, Rúbia, Amanda, pela parceria. E é isso. Então, voltando lá, minimetas, foquem nas minimetas. Então, se o casal tá começando aí, o trabalho vai ser um pouco mais difícil. Então aquele diazinho de frio, vá igual a a nossa querida Rúbia, vai pra esteira, você vai ver que daqui a pouco deu 45 minutos, você nem sentiu. Então é isso. E um apoiar o outro, né? E saber como falar, né? Como a gente tava falando aqui, eu tenho alguma insegurança explicar isso, não de uma forma grotesca, de uma forma mais eh sutil, porque a mulher também eh os dois os dois pilares eh sentem insegurança. Então é normal isso. Então a gente, eu como profissional, né, treinando os dois juntos, como já treinei em praça, academia, qualquer ambiente, é aquela coisa de, ó, você não você não completou, tinha era 10 minutos para fazer, você fez 9,5. Então, assim, é muito legal. Então, acaba virando um trio ali, vamos dizer, né? Então, eh, é isso. Eu acho que a minha consideração final e o recado mais importante é isso. Tracem metas que você vai conseguir eh alcançar para depois passar paraa segunda, terceira, quarta. E a hora que vocês vão ver, vocês estão há um ano aí, óbvio, falei: "Ah, faltei na sexta-feira". Não tem problema, não po, não pese, não pese. Chega na segunda-feira, faça dobrado, se possível, eh, vá praticar uma uma atividade na rua, vai jogar um futebol, vai jogar um de tênis, vai praticar qualquer outro exercício. E é isso. e sempre motivando o outro, porque tenho certeza que se você eh ir lá na academia postar, né, aquele tapago, famoso tapago, eh vai surtir mais efeito e outras pessoas vão inspirar em você e vão falar: "Caramba, eu tô treinando por conta de você, cara, eu quero chegar nesse shape aí que você chegou". Então é isso. Então coloquem aquelas minimetas, vá traçando e é isso. Não deixa o auto boicote te levar aí porque senão você vai fracassar e aí quando fracasso para sair do fundo do poço é muito mais difícil. Uau! E como é, né? E a gente falou sobre fracasso aqui também no estúdio Câmara. Então uma coisa está interligada com a outra e você vai pensar hoje, né? Vamos treinar? Então vamos. Você que já começou a assistir o programa e já foi puxar o companheiro ou a companheira aí para caminhar, boa caminhada para você, tá bom? Não esquece, saúde física, saúde emocional, elas precisam andar juntas com diálogo, com paciência e com orientação profissional. É por isso que nós trouxemos aqui os nossos profissionais. Agradecemos a participação de vocês mais uma vez agradecemos você aí de casa e convidamos você para continuar ligadinhos aqui na TV Câmara Campinas. Daqui a pouco nós temos ao meio-dia, né, nós temos o Câmara Notícia trazendo informações do legislativo campineiro. Tudo que acontece eh no legislativo também nós trazemos para você durante toda a programação da TV Câmara Campinas. Sem contar os nossos quadros e programas que são sensacionais. Eu tenho certeza que você vai gostar, tá? Lembrando que o nosso programa já está no YouTube, você pode compartilhar com o seu parceiro, com a sua amiga, com seu amigo, tá? e incentiva essa moçada aí a treinar, ir paraa academia junto e comemorar as pequenas vitórias e não esquecer das minimetas que diz aí o nosso personal training, tá bom? Um grande abraço para você, fica com Deus. Amanhã nós temos Estúdio Câmara novamente a partir das 8 da manhã com o tema cobrança na hora do lazer. É isso mesmo. É a importância, né, do tempo ocioso. Sabe aquela sensação assim de culpa por você estar descansando? Às vezes eu tenho ela ou até quando eh o momento de lazer vira uma obrigação, né? Você puxa vida, preciso preciso descansar. Não, gente, a gente vai conversar amanhã sobre o ósseo, né? O tempo ocioso. Ele é essencial, ele faz bem eh pra saúde mental, ele faz bem pro seu físico, descansar. Não é preguiça, é saúde. Mas a gente vai saber entender aí essa questão da importância de descansar e o que é esse descanso, tá? Não é descansar, ficar deitadinho lá e ficar trabalhando, não, tá bom? A gente precisa descansar e amanhã, sexta-feira, amanhã nós vamos falar sobre isso para você. Agradecendo, mandando um super beijo para você que tá ligado, que participou, convidando para continuar na programação da TV Câmara Campinas e entregando aí pra nossa programação que tá sensacional. Valeu, gente. Beijo grande. Valeu, equipe. Valeu, turma. Fica com Deus e até amanhã. Ciao. Ciao. 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