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Estúdio Câmara | Efeito Sanfona: por que é tão difícil manter o peso?
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Estúdio Câmara | Efeito Sanfona: por que é tão difícil manter o peso?

55 views Publicado 05/06/2025 HD · 1:06:14

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Você emagrece, comemora… mas semanas depois, os quilos perdidos voltam. 😣 Esse ciclo é mais comum do que parece e tem nome: efeito sanfona. Além de afetar a autoestima, essa oscilação constante no peso corporal traz sérios riscos para a saúde física e emocional. Mas afinal, por que é tão difícil manter o peso conquistado após uma dieta ou reeducação alimentar? No Estúdio Câmara desta segunda-feira, 2 de junho, vamos além da balança para entender os verdadeiros desafios por trás do emagrecimento sustentável. O programa recebe dois especialistas com olhares complementares: 🥗 Paula Helena de Moraes Foleis, nutricionista clínica funcional, explica como o metabolismo, os hábitos alimentares e o funcionamento do corpo influenciam diretamente na manutenção do peso. Ela fala sobre os perigos das dietas radicais, os impactos de medicamentos usados de forma indiscriminada e a importância de um plano alimentar individualizado. 🧠 Rafael Gregorian, hipnoterapeuta e especialista em PNL (Programação Neurolinguística), aborda os fatores mentais e emocionais envolvidos no processo de emagrecimento. Afinal, o que faz alguém “sabotar” os próprios resultados? Como mudar padrões inconscientes de comportamento? A hipnose pode ajudar a manter o foco, o autocontrole e a motivação? 📌 Neste episódio, discutimos: Por que o efeito sanfona acontece com tanta frequência Como o corpo reage a dietas restritivas O papel das emoções, ansiedade e compulsões alimentares Como o cérebro lida com o prazer imediato e o autocontrole Estratégias práticas para manter o peso sem sofrimento A importância de unir nutrição, mente e comportamento 🎯 Se você já viveu o efeito sanfona ou conhece alguém que enfrenta essa luta constante contra a balança, este programa é para você! Assista até o final, tire suas dúvidas, compartilhe com quem precisa e deixe seu comentário! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] Olá, bom dia. Está no ar mais uma edição do nosso estúdio Câmara ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. Hoje, dia 2 de junho, gente, estamos na metade do ano, né, segundamos. E eu te convido para ficar com a gente para mais uma conversa que interessa e muito. A gente já começa a semana conversando com quem tentou emagrecer ou vive em guerra com a balança. Hoje o assunto é o temido efeito sanfona. Sabe quando você se dedica, perde peso, mas logo depois recupera tudo de novo ou até mais. Pois é, manter o peso perdido costuma ser ainda mais difícil do que emagrecer. E isso vai muito além de força de vontade. Nós vamos falar sobre esse ciclo que afeta não só o corpo, mas também a saúde emocional e a autoestima. Para isso, a gente conta com dois convidados muito especiais, o hipnoterapeuta Rafael e também a nutricionista clínica, a Paula. Gente, daqui a pouquinho eles vão falar com a gente sobre esse efeito sanfona. E você aí de casa já sofreu com efeito sanfona? conta pra gente como é que foi. Teve acompanhamento profissional ou fez por conta própria aí essa tentativa de emagrecer e depois voltou tudo de novo? Manda aí, ó. Tá lá 1997829377. Telefone tá na tela, WhatsApp na tela para você. Você pode conversar com com os nossos profissionais, tá bom? daqui a pouquinho, porque agora a gente atualiza algumas informações da Câmara de Campinas, porque a Câmara vota hoje em primeira discussão na 33ª reunião ordinária, um projeto de lei de autoria do vereador Otto Alejandro, que propõe alterações na legislação municipal sobre aferição de ruídos em áreas públicas e privadas da cidade. Esse projeto, gente, visa alinhar as ações de fiscalização a norma ABNTNR10, atualmente vigente, que determina que os níveis de intensidade sonora devem ser medidos no ponto de recepção, ou seja, no local onde o som é percebido pela população e não diretamente na fonte emissora, como tem ocorrido aqui em Campinas. Eh, uma das mudanças é a obrigatoriedade, gente, de haver que quando houver identificação do denunciante, a medição do som seja feita a 2 m de onde está o denunciante, conforme estabelece a norma, tá? Então, já nos casos de denúncia anônima, a medição poderá ser realizada a 40 m da fonte geradora do ruído. O projeto também determina que a identidade do denunciante deve ser mantida sob sigilo e que a aferição eh deve ser feita com a presença do responsável pelo estabelecimento denunciado, exceto quando há identificação do reclamante, tá? A medida também prevê que as estatísticas de denúncia por perturbações de sossego deverão ser publicadas indicando se a denúncia foi considerada procedente ou não. Outra adequação, de acordo com a norma, é que serão desconsiderados no momento de aferição os ruídos causados pelos veículos automotores que estiverem transitando na via do estabelecimento no momento da aferição. Então, hoje tem a reunião ordinária no plenário de José Maria Matozinho. Você pode participar, tá? É só chegar lá e conversar com o pessoal da da portaria e você é muito bem-vindo. E também você pode acompanhar através eh do nosso YouTube da TV Câmara Campinas e também, claro, aqui da TV Câmara Campinas, direto para você aí na sua casa. a gente conta com a sua participação e a comissão de tecnologia, ciência, tecnologia e inovação, reúne especialistas para abordar o uso da inteligência artificial na segurança de grandes eventos. A reunião será realizada hoje a partir das 10 da manhã para discutir o uso de modelos de inteligência artificial para garantir mais segurança em eventos de grande porte. O encontro será presidido pelo vereador Ianco, presidente, Dr. Ianco, aliás, presidente da comissão. E para compor o debate, foram convidados aí três especialistas nas áreas de cyber e segurança, inteligência artificial e novas tecnologias, né? Eh, o João Lucas, também o João Galdino, docente da Unicamp e o CEO da Gênesis Inteligência Artificial e também o Eric Silveira, né? Então você é convidado para participar hoje às 10 da manhã porque nós temos aí a reunião da comissão de ciência e tecnologia, né? Eh, é aberta à população, vai ser no plenário. Então, a entrada é pela Avenida Engenheiro Roberto Man 66, no bairro Ponte Preta, tá? Então você é convidado para participar de todas as reuniões que acontecem lá no plenário da Câmara de Campinas. Previsão do tempo para hoje. Segundamos. A segunda-feira começou um pouquinho fria. Teve névoa de manhã, mas a tendência é de sol e céu de brigadeiro na metrópole. Mínima foi de 15, já subiu um pouquinho. A máxima para hoje é 27º. Aproveita hoje porque de acordo com a previsão, amanhã já tem uma chuvinha e a gente tem aí uma previsão de chuva para toda a semana, né? Tirando hoje e quarta-feira, tá certo? Vamosbora, gente. Programa no ar, estúdio câmara. Hoje a gente fala de efeito sanfona. Manter o peso perdido é mais difícil do que parece, né? Depois de semanas ou meses de dieta, exercícios, muitas pessoas acabam recuperando os quilos eliminados. É isso mesmo que você ouviu, recuperando os quilos eliminados. Um ciclo conhecido como efeito sanfona, além do impacto estético, essa oscilação constante traz prejuízos à saúde física, saúde emocional. Não se trata apenas de comer menos e se exercitar mais. O metabolismo, as emoções, a relação com a comida e até a forma com que a gente lida com a disciplina e a tal da motivação influenciam diretamente nesse processo. Hoje nosso bate-papo busca entender o lado fisiológico e comportamental dessa dificuldade em manter o peso. Vamos conversar e dar as boas-vindas para Paula Helena de Morais. Ela é folleis, né? Ela é nutricionista clínica funcional. Ela atua com foco na alimentação integrativa e nos impactos hormonais e metabólicos das dietas. Seja muito bem-vinda, Paula. Bom dia para você. Bom dia, Rúbia. É um prazer estar aqui conversando sobre esse assunto tão corriqueiro, né? Eu acredito que a tire a primeira pedra mulher que nunca sofreu com efeito sanfona. E eu espero que a gente possa desmistificar esse tema, né, esse assunto e ajudar quem tá em casa passando por isso. Maravilha. E a gente eh conversa também para completar o nosso time dessa manhã aqui do estúdio Câmara com o hipnoterapeuta Rafael Gregorian. Gregorian ou Gregorian, ele é hipnoterapeuta, especialista em programação neurolinguística e hipnose, com foco em reprogramação de padrões mentais ligados ao comportamento alimentar. Seja muito bem-vindo, obrigada pela sua participação. Eu que agradeço, Rúbia. É um grande prazer estar aqui com vocês. Esse é um tema extremamente importante que afeta milhões de pessoas todos os dias, não só em termos de aparência, mas principalmente na autoestima, nas emoções, na qualidade de vida. Eu fico muito feliz de poder compartilhar um pouco desse dessa visão comportamental e emocional e dentro dessa perspectiva, né, que pra gente é muito importante que a gente possa mudar e trazer eh possibilidades para que as pessoas possam viver uma vida saudável e que o nosso bate-papo possa a atingir ao público, né, e que a gente possa ter mais qualidade de vida aí com a nossa É isso mesmo, gente. Então, olha, já manda sua pergunta, já manda sua dúvida. Já passou aí por essa situação de efeito sanfona, quem nunca eu passo por isso. Vou lá, faço uma dietinha, emagreço, aí vou malhar, daqui a pouco volta novamente, né? Aí a gente vai vivendo, mas a gente precisa aprender como lidar com essas situações. E aí, por isso que nós trouxemos hoje duas pessoas que vão falar especialistas, né, sobre o assunto e que vão nos dar dicas de como a gente supera e como a gente busca aí a trilhar um caminho mais assertivo quando a gente fala de efeito sanfona. Vamos lá, Paula. Por que tantas pessoas voltam a engordar após dietas aparentemente bem-sucedidas, né? O que que é na verdade o efeito sanfone? Olha, Rúbia, eu costumo falar que o nosso corpo ele cria mecanismos para lutar contra o nosso emagrecimento. E existem três principais fatores. Primeiro, eu vou explicar cada um deles, mas primeiro é o nosso hipotálamo, que é uma região do nosso cérebro, fator evolutivo e o fator comportamental. Então, se a gente pensar no hipotálamo, que é essa região do nosso cérebro, o que que acontece? por algum motivo, por algum mecanismo que ainda a ciência está tentando elucidar, o nosso peso, o nosso maior peso é considerado pelo nosso organismo como o nosso peso correto. Então, eh, quando a gente começa a emagrecer, então vou dar o exemplo, a gente começa a emagrecer 1 kg, a nossa fome aumenta em 100 calorias. Já a nossa taxa metabólica basal diminui em 30 calorias. Então, a gente emagrece, mas a fome aumenta e a taxa metabólica basal, que é o nosso metabolismo, diminui. A gente também tem que pensar na questão do ponto de vista evolutivo, ou seja, os nossos genes são os mesmos genes dos nossos ancestrais de milhares de anos atrás, quando nós não tínhamos abundância de comida. Então, nós éramos caçadores, encontrávamos comida, eventualmente tínhamos que procurar e passávamos muito tempo sem nos alimentar. Então, o que acontecia? A nossa forma de reserva de energia como sobrevivência era a gordura. Então, a gente eventualmente encontrávamos ali o nosso alimento, a caça, enfim, nos alimentávamos, a energia era armazenada em forma de gordura para que a gente tivesse eh energia para sobreviver aos momentos de escassez. Hoje em dia, a gente vive num momento onde a gente tem abundância de alimentos, né? a gente não passa mais por por escassez, muito pelo contrário, mas os nossos genes são aqueles lá que ainda acumulam gordura. Outro ponto é o ponto de vista comportamental. Então, paciente começa a fazer dieta, né, muito comum, faz dieta restritiva, eh corta doce, corta açúcar, corta glúten, corta lactose, que que acontece? Consegue seguir essa dieta aí por um, 2, 3 meses, emagrece, fica sentindo super bem. Só que o que que acontece? Aquela dieta não tem nada a ver com a vida da pessoa, é extremamente restritiva e aí a pessoa volta pros hábitos alimentares anteriores. Consequentemente ela vai acabar engordando, porque ela vai voltar a consumir mais calorias do que o corpo gasta. Então assim, eh, basicamente do meu ponto de vista, são esses três pontos que fazem com que o efeito sanfona, eh, seja tão corriqueiro aí na nossa vida, em quem tá fazendo dieta, em quem deseja emagrecer. Maravilhosa, Paula. Muito bem explicado. E um ponto que você falou me chamou atenção que o nosso cérebro entende que o nosso maior peso é o peso ideal. Poxa vida, Rafael. Poxa vida. Agora vamos lá, então, qual que é o papel do nosso subconsciente do e dos gatilhos emocionais nesse comportamento de perder e recuperar peso, né? Eles gritam no nosso cérebro e já que esse cérebro nosso, ele é meio estranho, meio diferentão, né? Qual que é do nosso cérebro quando ele entende que o nosso peso ideal é o maior peso? Poxa vida. É, eu acho que a primeira coisa que a gente precisa distinguir é o que é fome fisiológica e o que é fome emocional. Uhum. Porque na fome fisiológica nós nos alimentamos para nos nutrir e na fome emocional nós nos alimentamos para compensar a alma. Veja bem, o nosso cérebro ele reconhece, ele tende a repetir padrões de comportamento familiar. Então, toda vez que a gente associa o a comida, o alimento com afeto, com uma compensação emocional, como uma recompensa, ele tenderá a repetir esses mesmos padrões de comportamento. Então, toda vez que a emoção apertar, você sentir um medo, uma angústia, uma tristeza, uma raiva, uma ansiedade, você vai descarregar no alimento. E aí que começa a gerar esse comportamento disfuncional. Então, quando a gente fala de gatilhos, gatilhos estão muito relacionados com rejeição, com comparações, com críticas, cobranças e até mesmo traumas que possivelmente você viveu na infância e que acabam contribuindo paraa manifestação desses comportamentos disfuncionais. Então é muito importante que a gente consiga identificar qual é a relação que você estabeleceu com alimento ao longo da sua vida. E a gente começa a falar disso em questão de ambiente familiar, não só o ambiente que você está inserido, mas o ambiente familiar, especialmente na primeira infância. como que você viveu os primeiros anos de vida, desde a fase da amamentação até a introdução alimentar e o quanto isso contribuiu através dos estímulos que você foi recebendo ao longo da vida. Então, um exemplo importante que eu gosto de passar e veja bem, apenas um exemplo dentre os vários fatores que podem contribuir para pra origem, pros sintomas, né, se manifestarem. Quando a gente ouve muito dos nossos pais, avós, tios, pessoas de nossa referência, que olha, se você não comer toda a comida que tá no prato, você não vai ganhar sobremesa. Uhum. E por mais que a gente olhe para aquele prato de comida cheio e diz para nós mesmos, ah, acho que metade daquele prato seria o suficiente para saciar a minha fome, eu vou comer para além daquilo que eu preciso, porque eu espero por uma recompensa. Só que com o passar dos anos, se esse comportamento for reforçado, for estimulado, ela vai entender o alimento como uma recompensa. Essa é a relação que ela criou. Então, quando ela chegar lá na fase adulta e ela sentir em algum momento, mesmo entrando numa dieta restritiva, fazendo um acompanhamento, treinos diários, eh treinos aeróbicos, eh fazer uso de medicações sem o devido acompanhamento de um profissional de nutrição, de um endócrino, de um psicólogo, por exemplo, você tende a, em momentos em que a emoção apertar, você vai descarregar no alimento. Uhum. Perfeito. Olha só, né? E você, você come para matar a fome física, fisiológica ou emocional, né? Como é que tá aí? Como é que foi ontem? Ontem foi domingo, né? Domingo é o dia de comer. E aí você sentou no sofá, pegou um pote de doce de leite, né, e começou a comer. Gente, olha, a gente precisa eh estar muito atentos, né, a essa situação da alimentação. E tem dietas da moda, tem a tal da dieta deques, a dieta do tipo sanguíneo. Agora nós temos também essas canetas que prometem milagres. Paula, essas dietas, esses métodos, eles ajudam ou eles acabam atrapalhando, né, eh, quem quer emagrecer? E qual que é a relação disso tudo com o efeito sanfona? Olha, se nós formos pensar nessas dietas da moda, que são extremamente restritivas, né, então jejum intermitente, dieta cetogênica ou cortar grupos alimentares aleatoriamente, isso vai acabar eh afetando negativamente para essa questão do efeito sanfona, né? Por quê? São estratégias que são extremamente restritivas. Então a pessoa consegue seguir esse tipo de alimentação por determinado período. Entretanto, chega um momento que fica tão difícil, tão restritivo e que não tem nada que a pessoa goste de comer em uma dessas estratégias que ela acaba voltando pros hábitos alimentares que ela tinha anteriormente e aí consequentemente ela vai voltar a ganhar peso. Eh, com relação aos medicamentos, né, hoje em dia eu costumo falar que aquelas canetinhas, né, entre aspas, emagrecedoras, são uma revolução realmente na saúde, mas a gente precisa sempre ter em mente é que essas canetas servem para nos ensinar, para ensinar, na verdade, os pacientes a se alimentarem, a terem melhores hábitos alimentares durante o uso da medicação que vai cortar a fome. Porque a medicação também não é para sempre. medicação tem um prazo ali de uso. E aí quando o paciente, se ele não tiver aprendido a se alimentar de forma correta, deixando de usar a medicação, também vai ter o reganho de peso. Então o que a gente precisa ter em mente é trabalhar a longo prazo e não usar essas estratégias que t limite, né? tem um prazo para acabar. Ninguém aguenta fazer fazer isso por muito tempo. Isso acaba sendo um tiro no pé porque vai levar o reganho de peso. Eh, hoje as redes sociais, né, mostram pra gente uma facilidade em manter aí a o peso saudável, né? Eh, e infelizmente a gente tem visto, eh, é muito normal, né, essa compra dessas desses eh produtos que prometem um emagrecimento rápido, fácil. E após isso é que a gente se preocupa, né, porque ninguém emagrece tão rápido e tão fácil assim. A gente, quanto tempo demorou para você ganhar ali 5 kg? E aí você vai eliminar 5 kg em uma semana, em um mês que seja. Isso não tá muito equilibrado, né? Então a gente precisa ficar atento a essa questão. Você concorda? Concordo. Eu costumo falar pro para minhas pacientes, né? Você prefere emagrecer 10 kg em 30 dias e 3 meses depois recuperar o tempo perdido ou emagrecer esses mesmos 10 kg em 1 ano e se manter magra? e saudável para sempre. Muito bem. Com certeza a segunda opção é a melhor, né? Exatamente. É. Agora, como é que a hipnose pode eh eh ajudar a gente reprogramar o nosso cérebro, né, para que a gente melhore o comportamento alimentar? Como é que a programação neurolinguística trabalha nessa reprogramação? Isso é possível? Sim, perfeitamente possível. Pra gente falar sobre hipnose, primeiro a gente precisa eh que as pessoas entendam que é hipnose, né? A hipnose é um processo 100% natural. Acontece que com qualquer um de nós. Você pode me dizer que você nunca foi hipnotizada, que você talvez nunca será hipnotizada, mas eu posso te garantir que você já esteve em estado de hipnose muitas vezes. O que que é um estado de hipnose? É um estado alterado de consciência. Então, eu gosto de dar o exemplo sobre quando você está assistindo um filme, uma peça ou um eh algo, né, que que por mais que você saiba que aquilo não é real, que tá sendo contracinado com diversos personagens, você se envolve com a história do filme e aquilo te desperta uma emoção. Então, você tá assistindo um filme de drama, por exemplo, e você começa a simplesmente se emocionar com a história do filme. você se conectou mesmo você sabendo que aquilo não era real. Então isso é um estado alterado de consciência. Então pra gente entender como que a hipnose pode atuar dentro da linha, né, eh com pacientes que estão vivenciando essa questão do efeito sanfona, a gente precisa entender o que está por trás desse desejo eh compulsivo, né? Porque e esses comportamentos disfuncionais estão muito relacionados com o que a gente com a nossa programação mental. Então, quando eu disse lá sobre a questão dos estímulos que você foi recebendo ao longo da sua vida e como você foi fortalecendo, alimentando essa ideia dentro da sua mente, quando a gente leva um paciente pro estado de hipnose, e aí quando eu falo de um hipnoterapeuta, um hipnotista, um hipnólogo, induzir você a um estado de transe, de relaxamento, aonde a gente faz um aprofundamento, a a gente trabalha para alterar as atividades cerebrais do neocórtex frontal. Então, a neurociência, ela vai explicar que o neocórtex é a área responsável pela nossa área consciente. Então, ela é responsável por apenas 5% daquilo que nós somos. E o nosso inconsciente, ele é responsável por 95% do que nós somos. Então, quando a gente tem um desejo de emagrecer, de levar uma vida mais saudável, de entrar numa rotina alimentar e esse teu desejo consciente está incongruente com os teus desejos inconscientes, você não vai, né? Isso você pode começar e de repente aquilo, aquela motivação descarrega da bateria e você volta a esse efeito sanfona. Então, na hipnose, o que nós fazemos? Nós induzimos esse esse estado de relaxamento, de aprofundamento, de transe e a pessoa ela começa a reduzir as atividades cerebrais do neocórtex frontal, que é a área consciente, pra gente acessar a camada subconsciente. E na camada subconsciente, a neurociência vai explicar que existe um um algo muito importante que a gente chama de sistema límbico, que a nossa era responsável por processar as nossas emoções e sentimentos com base nas nossas memórias e experiências de vida que a gente grava no nosso subconsciente de forma permanente. Então, eh, todo excesso representa uma falta. Então, o que você sente, o que está por trás do seu desejo de você se alimentar compulsivamente. Existe uma emoção por trás. E a hipnose, a hipnoterapia, ela age nesse, nessa emoção, na raiz do problema. Poxa vida, hein? Que coisa. Você viu só quanto trabalho, né? é precisa fazer para poder reprogramar o nosso cérebro para que a gente entenda a diferença, né, da alimentação correta, né, da alimentação para o corpo e da alimentação para as emoções. Agora eu te pergunto, eh, Paulo, o nosso cérebro, né, o subconsciente, ele não define o que é correto e o que é o que é certo e o que é errado. Como é que você vai fazer isso? achar que 95% é sub ou inconsciente, como é que nós vamos fazer o nosso cerebrinho entender que a gente precisa se alimentar para manter o corpo físico, não as emoções? É uma pergunta importante. Na verdade, nós precisamos levar para o consciente o que está inconsciente. Uau! Então é muito importante que você consiga identificar Uhum essa emoção que está por trás. E você faz isso através eh, isso eu falo um pouco na questão da hipnose, né, que a gente usa a técnica da hipnose pra gente regredir a memória, né, que está armazenada de forma permanente no nosso subconsciente. E a partir de então a gente identificar o que está associado, o que você associou com alimento, qual é a emoção que você associou com alimento, se é uma recompensa, se é um alívio, se é um afeto, uma busca de um afeto. Então, quando você desperta gatilhos emocionais através de experiências dolorosas, naturalmente que você vai buscar, se esse for a tua sua fonte de recompensa, você vai buscar isso no no alimento. Então, eh, a gente fala muito sobre reprogramação mental. Quando você eh consegue regredir a uma memória que está relacionada, que originou e causou esse sintoma que você tem hoje, nós conseguimos ressignificar isso. Por que que nós conseguimos? Porque hoje nós somos adultos. Uhum. com os recursos que nós temos hoje, quando eu te levo para aquela cena, para aquele primeiro evento que causou isso, a tua percepção muda, porque os recursos que você tem hoje não são os mesmos que você tinha quando você era apenas uma criança. Então, você altera as percepções daquele evento e alterando as percepções, você neutraliza a emoção responsável pelo atual sintoma. Isso é uma coisa muito natural, por isso que a gente fala, né, de levar para o consciente aquilo que está inconsciente. Muito bem, Rafael. Olha, gente, quanta informação nessa segunda-feira, né, pra gente poder iniciar a semana aí de uma forma assertiva. Agora a gente pergunta para você, eh, Paula, eh, a questão do metabolismo, né? Eh, o metabolismo ele, por que que a gente tem aí tem pessoas que falam: "Ah, tenho metabolismo lento, não consigo emagrecer" e aí tomam os medicamentos e aí o metabolismo acelera, daí eu emagreço, mas não consigo manter porque se eu não tomar um medicamento, mesmo que seja natural, enfim, né? Eh, meu metabolismo ele não vai. O que que acontece? O que que é tal do metabolismo lento? Todo mundo tem isso? Isso intervém mesmo no no efeito sanfona? Vamos lá. metabolismo lento, isso não existe, né? Ah, eu tenho um metabolismo mais lento. Quando a gente quando a gente escuta esse tipo de afirmação e a gente vai conversar com esse paciente, entender como são os hábitos alimentares, a alimentação, a gente enxerga que essa muitas vezes essa pessoa eh consome muito mais do que gasta e aí elas atribuem isso ao metabolismo lento. Então, a gente consegue entender que, na verdade, não é a culpa do metabolismo, é a culpa dos hábitos alimentares, hábitos de vida. Eh, o nosso metabolismo, que que é isso, né? É a nossa taxa metabólica basal, é o tanto que o nosso corpo gasta para manter as nossas atividades corriqueiras do dia a dia. Existem algumas coisas que a gente consegue fazer para aumentar a velocidade desse metabolismo, aumentar essa taxa metabólica basal. Uma delas é o quê? Aumentar a nossa massa magra e aumentar os nossos músculos. Porque o músculo é um tecido que ele demanda muita energia. Então, quanto mais músculo nós tivermos, mais rápido fica o nosso metabolismo. Então, é isso que a gente consegue fazer, tá? Agora, eh, o metabolismo ele não é lento de uma maneira geral, não. São essas eh eh são alterações do padrão alimentar que dificultam esse emagrecimento e não, a culpa não é do metabolismo. Olha aí, não vale mais então você dizer: "Ai, meu metabolismo é lento, não consigo, né?" É, é, mas é importante a gente falar que a pessoa precisa, né, consultar o médico periodicamente, fazer os exames certinho, porque tem algumas questões igual o hipotiroidismo, a época da menopausa, isso também contribui aí com essa questão da dificuldade ou então o efeito sanfona, né, quando a gente fala de emagrecimento. Aí, com certeza. Então, se a gente esver falando de uma condição de saúde, né, um hipotiroidismo, aí de fato acontece uma alteração no nosso eh metabolismo. Se a gente for pensar também na menopausa, né, onde a gente tem algumas alterações hormonais, principalmente a queda do estrogênio, né, na nas mulheres, o que que a gente começa a perceber? Alterações na distribuição de gordura corporal. Então assim, é muito comum mulheres na menopausa falarem para mim durante a consulta: "Nossa, Paulo, eu tenho acumulado gordura, por exemplo, nos braços, coisa que nunca aconteceu na minha vida toda." Fala: "É verdade." Então isso é muito comum também. Essa baixa de estrogênio na da menopausa pode levar a resistência à insulina, que faz com que a gente acabe acumulando mais gordura na circunferência abdominal. Também é muito comum. Outras alterações relacionadas à queda de estrogênio é com relação à percepção de fome e de e saciedade. Então, os hormônios envolvidos aí na fome, na saciedade, a grelina e a leptina, ficam alterados. E aí, nesses casos, na menopausa, a gente eh é justificado, né, esse ganho de peso por conta dessas alterações. E a gente consegue reverter isso nesse momento de menopausa. a gente consegue, é possível reverter, se for o caso, né, se precisar fazer algum tipo de reposição hormonal, isso é sempre, né, com o médico, mas a gente consegue fazer eh algumas alterações, alguns tipos de dieta, perfis de dieta que favoreçam, que diminuam eh essa resistência à insulina que eu comentei e alguns tipos de dieta que promovam mais saciedade para que essas alterações nesses hormônios relacionados à fome e saciedade não sejam tão eh, não surtam tanto efeito dessa forma. Muito bem, agora 8:35. Produção, eh, vai preparando pra gente então as perguntas dos nossos telespectadores, porque agora eu pergunto pro Rafael assim, eh, você pode citar algum caso clínico que você teve assertivo com em relação a essa questão do efeito sanfona, né? O que que aconteceu, o que que foi feito e com que a paciente está hoje? Sim, com certeza, né? Tudo que eh de origem emocional, né, pode ser perfeitamente tratado, né, eh seja com hipnose, seja com psicoterapia, né, ou outras eh outras técnicas mais específicas, né? Eh, eu tive uma paciente assim que ela tinha problemas, né, de sobrepeso, né, e ela, por vezes iniciou dietas, né, e tentou fazer uso de medicações durante um grande período e, infelizmente ela aí voltava nessa situação. E o que tava por trás dessa causa era a ansiedade, né? Essa ansiedade enorme de obter algo que eh para compensar uma falta, né, que ela teve na vida dela, né? E aí tem um um uma coisa muito interessante que eu gosto de usar como exemplo, não especificamente sobre esse caso, mas eh que às vezes a gente nós adultos, eh a gente quer sempre o melhor pros nossos filhos, né, pros nossos sobrinhos, pros nossos netos, mas às vezes a gente acaba, eh, falando algo, é, alimentando algo de uma maneira, né, que que vai causar uma distorção, né, eh, e um estímulo diferente na vida dessa criança, né? E ela vai se tornar um adulto com problemas e comportamentos disfuncionais, né? A gente vê muito, por exemplo, uma criança que se alimenta, então quando uma criança é muito pequenininha, ela é um pouco mais fortinha, a gente diz: "Nossa, olha que bonito, a criança come bem, a criança é saudável, tal". E de repente a gente, a gente enquanto criança vai associando o comer bastante com ser saudável. Ao mesmo tempo, aquele menininho tem uma irmãzinha, né, que já é mais magrinha, né? E aí a gente fala: "Nossa, como essa menina come mal, como ela é desnutrida, tal". E aí, de repente essa menina, ela cresce com a ideia de que eh ser magra não é ser aceita, né? E o menino n nas cresce com a ideia de que eh ser gordinho, ser fortinho e comer bastante é sinônimo de de saúde, né? Então você percebe que em diferentes situações numa mesma família a gente vai alimentando esse tipo de comportamento, né? Então eh são casos delicados. Nós temos inclusive casos de pessoas que eh com histórico de abuso, por exemplo, né? E que na que sofreram abuso na infância e e que teve vários problemas de relacionamentos, né, com outros companheiros que sofreu traição, né? E e aí ela ela colocou no corpo uma forma de compensar essa dor emocional, como se ela falasse: "Bom, eu preciso engordar para não ser atraente". né, e para não atrair as pessoas que em algum momento causaram mal para mim, né? Então assim, são vários os fatores, né, que podem contribuir para isso, né? A gente fala de pequenos estímulos como situações mesmo de traumas que você possivelmente viveu na infância, histórico de abuso, que possa também contribuir pra dificuldade e para alimentar esse ciclo do efeito sanfona, né? Nossa, é bem sério, bem profundo, né, Paula? É. com você que do outro lado, mas você percebeu a profundidade, né, desse assunto, é algo que vai além da do físico, né, assim, você, poxa vida, eu não tô me sentindo bem hoje porque eu engordei um pouco, né, mas amanhã eu vou emagreço. Só que o que que tá por trás disso, né? Qual que é a raiz dessa história? Eh, bem interessante. Eu agradeço muito a presença de vocês. Quanto esclarecimento em uma hora de programa só, né? E esclarecimento assim que são, acho que acredito que são assim coisas que a gente precisa entender, né? Analisar. E quando a gente ouve profissionais assim falando, você para, vira a chave e fala: "Opa, pera aí, né? Às vezes não é a falta de vontade, às vezes não é a falta, a disciplina, às vezes é algo que tem ali dentro de você e que você precisa, infelizmente, mexer com o que você não quer, precisa bagunçar para poder organizar, para poder arrumar. Agora 8:40. Vamos lá, então. Pode mandar as perguntas pra gente, produção. Vamos ver quem que tá conosco nessa manhã de segunda-feira. Felipe Jardim Nova Europa. Pular café da manhã atrapalha manter o peso ou isso pode variar de pessoa para pessoa? Paula, vamos lá. Para a grande maioria das pessoas, pular o café da manhã atrapalha na manutenção do peso. Por que que isso acontece? Eh, se o indivíduo que eu mais vejo no consultório, indivíduo pulou o café da manhã, chega no almoço, tá com uma fome enorme, então precisa montar um prato grande de comida e quer comer sobremesa, então coloca um monte de arroz com a salada, carne, come sobremesa, chega à tarde, tá morrendo de fome, então acaba comendo ã alimentos, procura alimentos mais calóricos e à noite quando chega em casa também tá com muita fome. Então, o que seria mais interessante é que a gente fracionasse de fato toda essa alimentação ao longo do dia para quando chegar nesse momento da tarde, do almoço, da noite, não chegar em casa com aquela fome de capivara raivosa, querer eh comer até as paredes. Então, o interessante, o que a gente mais vê eh que funciona é fazer uma refeição no café da manhã, almoço, jantar, se precisar fazer os os lanches, né, intermediários, porque pular o café da manhã, sim. pode interferir nessa questão do peso. Muito bem, 8:41. Mais perguntas paraa gente? Vamos lá analisar aí quem é que tá conosco nessa manhã de segunda-feira. A gente tá falando sobre efeito sanfona com a Paulo e o Rafael aqui. O Gustavo de Barão, Geraldo, está conosco. Bom dia para você, Gustavo. Hipnose pode auxiliar no controle da ansiedade que surge quando vejo comida ou o efeito é passageiro e exige reforço frequente? Rafael, eh, eu diria que a hipnose é um dos eh uma das ferramentas mais eh importantes nesse processo de reprogramação, né? Eh, especialmente quando se trata de ansiedade, né? E hoje, assim, pela minha experiência que eu tenho de muitos anos, né, trabalhando, né, com hipnoterapeuta, a gente vê muito no consultório que muitas outras questões estão relacionadas com a ansiedade, né? O que que é ansiedade? Ansiedade é medo. Medo do quê? de algo que não aconteceu e que talvez nunca aconteça, né? Mas paraa sua mente ela é real. Então, é importante a gente saber que se eu pedir para você imaginar uma coisa muito ruim acontecendo com alguém que você gosta muito ou com seus filhos, com seu cônjuge, e aquilo vai te gerar uma emoção negativa. Agora, se eu pedir para você imaginar algo muito positivo, algo muito eh bacana, você com as pessoas que você mais ama num lugar legal, agradável, aquilo vai te despertar uma emoção positiva. Então, eh, porque o nosso cérebro, ele não sabe distinguir o que é real do que é imaginário. Então, é muito importante que dentro desse processo de hipnose a gente consiga trabalhar eh as emoções positivas. Então, no caso da da comida, a gente come para saciar alguma falta, né, um uma ausência, um afeto, ou a gente come para se nutrir? Então, eh, quando eu falo até da hipnose e a PNL, elas caminham muito próximas umas das outras. A PNL ela trabalha com a ideia de que toda emoção tem um pensamento por trás, né? Então, a gente utiliza técnicas específicas para desconstruir essa associação que você tem com alimento, né? E a gente vai eh alimentando novas ideias, novas percepções. Isso exige repetição, tá? Então, se a sua ansiedade tá relacionada com o desejo de comer e tem pessoas que descarregam essa ansiedade em outros tipos de vícios, né, o que a gente precisa tratar é ansiedade e é a emoção que está por trás da ansiedade. Na hipnose a gente consegue fazer isso porque quando eu te coloco no estado de hipnose, eu elevo o estado de emoção que tá relacionado com o seu atual sintoma. a gente cria uma ponte até o primeiro evento, até a primeira vez que você vivenciou isso na sua vida. E aí eu consigo visualizar a cena, o momento e a maneira como a gente percebeu aquele momento. E com isso a gente vai ressignificando. Então, a ansiedade precisa ser trabalhada na raiz, não no sintoma. Trabalhar no sintoma é fazer uso de medicações sem o acompanhamento médico, né? Agora, tratar a raiz do problema, ela vai neutralizar a emoção responsável pelo seu atual sintoma, né? Por isso que é a hipnose, ela é muito recomendada especialmente para quem tem hipnose, tanto na hipnoterapia quanto na hipnose clínica. Muito bem. Olha só, né? Você conhecendo de repente, né, uma eh uma opção nova aí para que você possa eh melhorar a sua qualidade de vida aqui no nosso estúdio Câmara. 8:45 estamos falando sobre efeito sanfona, por que a balança sobe após a dieta, né? E como a gente faz para estabilizar o peso? Tem como estabilizar o peso, Paula? Estabilizar o peso. Já pensou que delícia você ficar o ano inteiro, né? Com o peso estabilizadinho? Ah, que maravilha. Tem como com certeza, a gente estabilizar eh o peso. Ã, como que a gente faz isso? através de uma dieta que funcione muito bem desse paciente. E o que que é uma dieta que funciona bem? Que respeite os hábitos de vida, hábitos, hábitos alimentares, rotina. Eu costumo falar que a dieta tem que encaixar na vida do paciente. Não é o paciente que tem que se encaixar na dieta. Esse é o segredo, porque dessa forma tudo que ele tiver fazendo de novo, todas as alterações, a dieta propriamente dita, ela vai tá inserida no contexto. Essa dieta vai ter coisas que ele gosta de comer. A dieta não pode ser aquela dieta que sai cortando tudo, sai tirando tudo. Tem que ser uma dieta que tenha alimentos que o paciente goste, que ele sinta prazer e que, claro, ã, forneça um déficit déficit energético negativo ao final do dia. Mas se for uma dieta que o paciente goste, que ele consiga introduzir esses hábitos e transformar os hábitos de vida dele, de fato, ele vai emagrecer. Esse emagrecimento vai acontecer de uma forma mais lenta, comparando com as dietas mais restritivas, mas vai ser duradouro, porque esses hábitos estarão muito bem consolidados, fazendo com que o paciente consiga emagrecer e manter esse peso perdido. Eu costumo falar e brincar com as minhas pacientes, né? Eu quero que o ideal é que a gente fique magra e saudável para sempre com a dieta. Então essa é a ideia. Então trabalhar eh gradativamente com essa mudança de hábitos alimentares. Importante mais uma que a gente aprende hoje, nós precisamos que a dieta se encaixe no nosso dia a dia, na nossa rotina e não nós nos encaixarmos na dieta, né? Porque de repente o pessoal para tudo. Dá uma tristeza até, né, Rafael, fazer a dieta. Tem gente que que fica triste, que elimina tudo o açúcar, fica raivoso, né? E aí, poxa vida, como é que faz? Mexe muito com autoestima, mexe muito, acho que com o nosso cérebro mesmo, essa questão da dieta, né, Rafael? Sim. É, costumo dizer que quem vive se punindo pelo corpo que tem, dificilmente sustenta o corpo que quebra. Au! Então, é muito importante que a gente eh seja grato, primeiramente pelo corpo que tem, porque o nosso cérebro ele entende tudo aquilo que você tá reforçando, né, de forma inconsciente. Então, eh, quando você toma uma decisão, por exemplo, de forma consciente em emagrecer, porque você quer ter uma vida saudável, eh porque você quer viver uma rotina alimentar, aumentar a sua expectativa de vida, ter mais motivação, ter mais energia, mais vigor para você ver seus filhos, seus netos crescendo, enfim. E aí, eh, o teu inconsciente diz: "Olha, eu não sou capaz, é muito difícil. Ai, eu tenho corpo feio". eh, eu não sou atraente. Eh, eu nunca vou conseguir. Então, se o teu inconsciente trabalhar com contra o teu consciente, vai ser muito difícil. E eu costumo dizer que eh o nosso consciente, o nosso consciente ele sonha e o nosso inconsciente comanda. é ele quem tá no controle da situação. Então, não dá paraa gente eh eh estabelecer, como diz, uma dieta, uma rotina alimentar, treinos e mais treinos, quando a emoção apertar e você realmente ter uma recaída. E aí quando você tem a recaída é pior, porque aí você eh se sente culpado. Uhum. A culpa te traz uma frustração e para você preencher esse vazio, você vai descontar ainda mais no alimento. Por isso que a gente vive nesse efeito, né? Poxa vida, hein? Agora explicar pro pessoal de casa essa questão. A gente tá falando muito de consciente e subconsciente, né? O consciente é o aqui agora, isso. E o subconsciente é o que a gente guarda. Sim. É caixinha. É, é a nossa caixinha de surpresas, né? Nossa, a nossa caixa preta do avião, né? O que que acontece, né? Eh, é muito importante a gente saber diferenciar, né? O que que é o nosso consciente? Nosso consciente é aquilo que a gente usa para guardar, armazenar memórias de curto prazo. Então, o que nós estamos usando nesse momento é o nosso consciente eh para racionalizar é a nossa criticidade, é a nossa razão. Então, eh, a gente usa pra gente guardar nomes, endereços, telefones, nosso caminho de ida e volta de casa pro trabalho, as nossas tarefas rotineiras do trabalho e eh o nosso subconsciente é o nosso eu verdadeiro, né? Aonde estão todas as emoções e experiências com base nas memórias, né, que você foi vivenciando ao longo da sua vida, né? E isso foi te gerando um registro num banco de memórias. costuma até dar como exemplo, por exemplo, um computador, né? Você compra um computador com um sistema operacional de fábrica, né? E com o passar do dos anos você vai alimentando aquele computador com vários arquivos e programas e depois de um certo período aquele armazenamento vai ficando cheio, né? E aí pode desencadear um vírus e esse vírus pode eh destruir o sistema operacional. Então o que a gente faz em hipnose é aquilo que a gente tem que fazer com o computador, né? A gente formata o computador, passa o antivírus e instala novos programas. É o que a gente faz em hipnose, né? a gente vai tratar, né, todas as emoções que estão associadas, nesse caso, aquela associação que você criou com o alimento, e a gente vai eh ressignificando, neutralizando essa emoção e vai trazendo novas eh programações, né? Então assim, eu não me alimento mais para me punir, eu não me alimento mais para aliviar algo ou compensar algo, mas sim eu me alimento para me nutrir. Eu me alimento para ter mais qualidade de vida, mais saúde, mais vigor, mais energia. Muito bem. Olha só, hein? Como é que tá aí a sua CPU? Ai, ai, ai. Vamos lá, Paula. Eh, nós falamos aqui sobre metabolismo, falamos sobre dieta. eh exercício físico, né, que é primordial. Agora, quando a gente faz o exercício físico, a gente tá com uma alimentação eh 100%, não digo, mas regrada, né? E aí a gente tem essa questão de inflamação. O que que é inflamação do corpo? Quando que o corpo não responde? Hoje se fala muito sobre corpo inflamado, né? Isso tem a ver também com o efeito sanfona, tem a ver da gente ter aquela dificuldade de perder peso e de e a a facilidade de ganhar peso. O que que é a inflamação? A gente tem que pensar que ã o tecido adiposo, né, o tecido de gordura corporal, ele é um tecido que secreta, né, que libera no nosso organismo citocinas inflamatórias, tá? que são eh são algumas substâncias que dentro desse do indivíduo que tem obesidade, que tem esse excesso de peso, essas citocinas, né, essas substâncias, eles atrapalham algumas respostas metabólicas. Então, principalmente quando a gente pensa em saciedade e em fome. Então, assim, o indivíduo que tem eh essa obesidade, que tem esse excesso de gordura corporal, ele é um indivíduo que ele não tem as respostas normais, né, de fome, de saciedade. Ele tem também muito essa questão da compensação, né, que o Rafael comentou. Então, as respostas compensatórias dele são diferentes e são realmente desencadeadas por conta desse excesso de gordura corporal, que, por sua vez, como eu comentei, libera no organismo essas citocinas eh inflamatórias que acabam influenciando aí ã nesse ciclo, né, de ganho de peso e dificuldade de perder peso, dificuldade de manutenção do peso perdido. Exercício físico, como que a gente coloca ele no plano aí e qual que é a importância dele? a gente sabe que o exercício exercício físico é importante pra vida, né? Mas na questão do efeito sanfone, olha, a atividade física ela é essencial paraa saúde, né? E consequentemente paraa perda e manutenção do peso perdido. E se a gente for pensar nessa questão da manutenção, ã, a o melhor tipo de atividade física que a gente tem que fazer, que a gente precisa fazer pensando ã na no nosso metabolismo, é a musculação. Por quê? Lembra que no comecinho da nossa conversa eu comentei que é o músculo, o tecido que mais eh gasta energia no nosso organismo? Então, se a gente faz musculação, a gente aumenta a nossa massa magra, a gente aumenta o nosso músculo. Consequentemente, quanto mais músculo nós temos, mais rápido fica o nosso metabolismo, maior é a nossa taxa metabólica basal. E aí esse processo, né, de perda de peso e de manutenção do peso fica mais fácil. Então assim, musculação é essencial paraa perda e paraa manutenção do peso perdido. É. E após os 40 anos, com a chegada da menopausa, aí não é opção, né? Você tem que fazer mesmo. Saúde, não tem para onde fugir. 8:55. Dá tempo para mais uma ou duas? Produção, pode mandar pra gente. Vamos lá. O que que nós temos? Pessoal tá participando, a gente manda aquele abraço, um bom dia especial, uma semana linda para você que tá aí do outro lado. Alô, Suel Vila Teixeira. Ficar muito tempo sem comer durante o dia, exagerar à noite faz engordar, mesmo que a quantidade total de calorias do dia não mude. Hum. Olha, se se esse exagero da noite extrapolar as calorias eh que o nosso corpo precisa, sim, vai influenciar. Outra coisa que a gente tem que pensar é que assim, eh, a gente tem uma capacidade de absorção de nutrientes e de calorias. Então, se você fizer só uma refeição ao dia, o seu corpo ele não vai conseguir eh administrar, ele não vai conseguir absorver todas as toda a quantidade de proteínas que ele precisa, de vitaminas, de minerais, de calorias. Então, a gente tem alguns estudos eh de pessoas que fazem poucas refeições ao dia. O que que acontece? O excesso de energia dessas refeições não vai ser eh absorvido da melhor forma e vai ser estocado em forma de gordura, principalmente na região abdominal. Então, por isso que a gente sabe eh que o recomendado é fracionar realmente os alimentos para que a gente consiga absorver de maneira adequada todos os nutrientes e também as calorias desses desses alimentos. Maravilhosa. 8:57. A última. É isso ou dá tempo para mais duas? Vamos lá. Juliano da Vila Industrial. Oi, Ju. Bom dia para você. Quanto tempo leva em média para começarmos a ver resultados com a hipnose em casos de compulsão alimentar? Rafael, olha, eh, na maioria dos casos os resultados são mais imediatos, mas é claro que não é da noite pro dia que você vai simplesmente mudar, né? Isso exige um certo treino. Por isso que eu falo, eh, não basta você treinar o corpo se você não treinar a sua mente, né? Então, treinar a mente é exatamente igual você treinar no corpo, né? Eh, você só adquire um corpo, né? Um corpo mais a atraente, um corpo mais saudável se você realmente treinar, como a Paula falou, né? Trein treinos físicos, aeróbicos também ajudam, estimulam muito isso, né? Eh, mas o treino mental ele tão importante quanto. Então assim, eh, o que você precisa fazer, eh, é o trabalho diário. Eu costumo dizer que eu tenho 50% de importância nesse processo, os outros 50% é o paciente quem vai fazer, né? Então, não basta a gente fazer apenas uma sessão. De repente essa sessão, ela pode durar de 1 a 4 horas, né, a depender do que a gente vai encontrar na caixinha preta do avião. Mas eh depois que a gente trata isso e a gente faz aquela reprogramação, você precisa alimentar a tua mente diariamente, né? E assim como no processo de mudança, né, de rotina, de hábito alimentar, né, você vai precisar de compromisso, né, de disciplina e de rotina, né, e isso daí vai exigir de você mentalmente vai acontecer situações que você que vai te despertar um certo gatilho, né? E aí você precisa estar atento em como que isso vai acontecer. Então, o que eu costumo fazer nos meus processos de tratamento, eu faço geralmente de uma a seis sessões, né? Então, até a terceira sessão, geralmente o paciente ele acaba eh recebendo uma alta, né? E eu costumo inclusive também eh incentivar o paciente também a buscar outros tipos de terapias, né? Porque a alimentação mental, ela não termina simplesmente com um tratamento, ela vai ter que ser uma coisa contínua, né? Então, eh, aí geralmente o que que o que que eu faço? Depois dessa primeira sessão que eu faço, que eu trato e faço essa reprogramação mental, a gente faz um acompanhamento, né, para saber, olha como que você tá se sentindo, teve algum momento que você teve algum gatilho que despertou em você? O que que você sentiu naquele momento? E eu sempre peço pros meus pacientes comprarem um bloquinho de notas, uma caneta e e escrever, né, no bloquinho o que ele sentiu naquele momento. Então, no caso de uma composição alimentar, eh, vai acontecer em algum momento recaída? De repente ele falar: "Olha, né, os amigos chamaram lá para tomar um shopping, né, lá no final de semana ele de repente falar assim: "Nossa, eu mereço, né? Eu trabalhei eh meu corpo, tal". E aí ele dá aquela descarregada e aí ele vai se sentir culpado, frustrado. Então, ao invés de você sentir culpa, de você, eu eh eu costumo falar assim que o a tua o teu corpo muda de forma, né, quando a tua mente muda de voz e essa voz precisa ser muito mais acolhedora do que crítica. Então não se puna por você ter tido uma recaída. Pergunte a si mesmo o que que você aprendeu com isso, né? E qual é a emoção que você sentiu naquele momento? Como que você pode trabalhar para que nas outras oportunidades você não tenha novas recaídas, né? A gente tá num processo de constante aprendizagem, então esse treino exige essa disciplina também. Nossa, gente, que programa delicioso. Quanto aprendizagem, né? quanto aprendizagem, quanto eh ensinamento nessa manhã de segunda-feira, início do mês, e a gente com dois profissionais aqui falando de saúde, de qualidade de vida. Isso é tão bom e é tão bom ouvir que a gente consegue, que a gente pode, né? E isso acho que nos motiva a continuar tentando, buscando até a gente conseguir. Agora 9:1 a gente vai então paraas considerações finais. Eu gostaria que cada um de vocês deixasse uma dica especial para quem tá assistindo, para quem vai assistir depois, se o programa já está ao vivo no YouTube também. Então depois vai ficar o programa no YouTube. Você que tá assistindo pela sua televisão aí, grande abraço, uma semana linda. E aí, sabe o que que você faz? pega, vai lá no YouTube, pega o link e joga, manda aí no grupo do WhatsApp, manda pros amigos, porque são informações importantes e eu falo sempre que a gente tá plantando, né, a gente tá plantando uma sementinha, que de repente essas informações dessa manhã elas possam eh ser um start aí na sua vida, no seu momento, para você buscar uma ajuda, buscar um apoio que estava tava faltando, né? E a gente espera sim que isso aconteça e a gente fica muito feliz por ter aí a sua companhia, a sua audiência. Então, vamos lá, Paula. Eh, por favor, considerações finais e uma dica pros nossos telespectadores referente a efeito sanfona, né? A melhor qualidade de vida. Vamos lá, Rúbia. Eu diria que é a minha maior dica seria não tenha pressa e comece hoje com o que você tem. Então, muitas vezes a gente fica esperando o momento perfeito, só come, ah, só vou começar quando tiver tudo 100%, quando eh eu tudo tiver colaborando e isso não vai acontecer, sempre vai ter uma dificuldade. Então, comece hoje com as ferramentas que você tem e sempre pense no longo prazo. Se você fizer muita restrições, começar dietas que são muito difíceis de seguir, a chance de você desistir vai ser maior. Então, começa fazendo pequenas mudanças aos poucos e pensando sempre no longo prazo. Quando a gente pensa em emagrecimento, a gente pensa em no mínimo 6 meses, tá? Então assim, tem que ter essa mente. Não tenha pressa e tenha leve em consideração que todas as mudanças que você tá fazendo, tá buscando, tá propondo, tem que ser de longo prazo, tem que durar para sempre, porque senão vai gerar reganho de peso. Muito bem. Obrigada mais uma vez pela sua participação, viu? Agora o nosso cérebro, né? É, a gente percebeu aí esse subconsciente querendo mandar no nosso dia a dia, ele não sabe muito bem o que é certo ou errado, né? E aí o nosso consciente aqui agora precisa estar em conexão com o subconsciente. É meio confuso, mas depois que você começa a entender, você entende eh e e percebe a facilidade que ele dá com o subconsciente e com o consciente, mas para isso você precisa de um profissional e a gente tá diante dele que participou com a gente aqui no nosso programa. Rafael, muito obrigada pela sua participação, sua presença, né? deixa uma fala, uma dica para as pessoas que estão conhecendo agora, né, eh eh o seu trabalho ou que já conhecem, mas tem alguma dúvida e que querem utilizar dessa técnica para melhor qualidade de vida. É, eu acho que a parte mais importante é que se você conseguiu uma vez, você pode conseguir, né? Eh, como eu disse, isso exige disciplina, isso exige constância, né? E e você merece ter uma vida saudável, você merece ter uma alimentação melhor, mais nutritiva. Então, quando você tomar a decisão de entrar numa dieta com essa, busque, né, um profissional, busque um nutricionista, busque um endócrino, um terapeuta, seja qual linha for, né, que é aquela que você mais se identificar, o mais importante é que você cuide também da sua saúde mental, né? Você não consegue nada se você também não treinar a sua mente. E saiba que você, se você está aqui, você está preocupado com a sua saúde, então você, isso já demonstra que você é saudável, né? saudável nessa mentalidade. Então, seja grato pela saúde que você tem e diga para si mesmo que você merece ter uma saúde em abundância, porque isso vai fazer com que o teu cérebro repetidas vezes vai passar a colocar aquilo como uma realidade, né? E a gente fala isso na neurociência, que é como se a gente tivesse estimulando, né, as nossas conexões a fortalecer essas sinapses neurais para que o teu corpo jogue pro teu cérebro e você aja naturalmente a favor, aquilo não seja uma punição, né, eh, entre você buscar um corpo rígido e a perda total dele, né, para ter esses comportamentos autodestrutivos, você pode ter exatamente o oposto disso. Isso. Então, para isso, você precisa realmente acreditar e agradecer pela saúde que você tem, porque eu tenho certeza absoluta que você vai conseguir conquistar aquilo que você tanto deseja. Ai, que maravilha. Quanta palavra positiva. É disso que a gente precisa positividade para encarar mais um mês que tá chegando, mais uma semana linda que está chegando. Agradecemos então Paulo e Rafael pela presença de vocês, pela contribuição, né, informações. E é isso, gente. Comida de verdade, rotina ajustada, o seu corpo e acompanhamento, emagrecer devagar, né? E e ajustar aí o corpo e a mente sempre. Esse é o jeito mais tranquilo pra gente se manter, né, levar o nosso dia a dia e a gente vai assim tentando ajustar o nosso comportamento e, né, como disse o Rafael, a gente pode e a gente consegue, tá bom? E olha, falando sobre comportamento, a entrada na universidade representa o marco de liberdade e descoberta para muitos jovens, né? Foi assim com você? Eu acho que é com todos nós. Mas por que bares e festas se tornam quase sinônimo de uma vida universitária? No estúdio Câmara de Amanhã a gente vai debater como a busca por autonomia, a carência de incentivo à cultura acadêmica e a presença estratégica de bares ao redor das faculdades moldam esse comportamento. A universidade está cumprindo seu papel de formar para além das salas de aula, né? Eh, você já percebeu? Eu acho que eu passei por isso, você passa por isso ou você vai passar por isso. A faculdade é isso. A gente a gente inicia uma vida acadêmica e a galera vai pra festa e vai pro bar e tem lá as as festas de final de semana, mas até quando isso é assertivo e saudável, né? Vamos conversar com profissionais para falar sobre essa relação, né? Bares, festas e vida universitária. Mas isso é amanhã a partir das 8 da manhã em mais uma edição do nosso estúdio Câmara ao vivo, direto aqui da TV Câmara Campinas. Só lembrando você que hoje tem programação, né? Tem programação lá do plenário José Maria Matozinho, é ao vivo. Então você continue ligado aqui na TV Câmara Campinas. Ao meio-dia nós temos o Câmara Notícia trazendo informações do legislativo campineiro e também da nossa metrópole. E toda a programação feita com muito carinho e por profissionais que compõem aí a nossa equipe do grupo Mais Comunicação, trabalhando para levar para você a melhor programação aqui na TV Câmara Campinas. Agradeço a sua audiência, a sua companhia. Mais uma vez muito obrigado aos nossos convidados. Você de casa continue ligadinhos na programação da TV Câmara Campinas. Amanhã, se Deus quiser, a gente volta com mais uma edição do estúdio Câmara ao vivo por aqui. Beijo grande, se cuida. está começando e acredite, você pode, nós podemos, é só acreditar. Valeu, gente. Com Deus. Ciao. [Música] [Música] Ciao. เฮ [Música] [Música]
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