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Estúdio Câmara | Dietas da moda e fórmulas milagrosas: riscos e verdades
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Estúdio Câmara | Dietas da moda e fórmulas milagrosas: riscos e verdades

41 views Publicado 12/09/2025 HD · 1:04:55

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No Estúdio Câmara de hoje, vamos falar sobre um tema que impacta diretamente a saúde e o comportamento: as chamadas “fórmulas milagrosas” e as dietas da moda. 💊 Será que esses métodos realmente funcionam ou podem colocar a saúde em risco? 🥗 Como os transtornos alimentares se conectam com a busca pelo corpo perfeito? 🧠 Até que ponto o comportamento, a motivação e as crenças influenciam na construção de uma vida saudável? Nossas convidadas são: Dra. Laryssa Pontes – médica endocrinologista Naima Cury – terapeuta integrativa 📺 Acompanhe o debate e entenda como adotar hábitos sustentáveis e equilibrados pode ser a verdadeira chave para a saúde e o bem-estar. 🔔 Inscreva-se no canal da TV Câmara Campinas e ative as notificações para não perder nenhum programa. 📱 Siga também nossas redes sociais: Instagram: @tvcamaracampinas Facebook: TV Câmara Campinas Spotify e principais plataformas de áudio: Podcast TV Câmara Campinas

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Olá, muito bom Bom dia para você que está aí ligadinho na programação da TV Câmara Campinas. Nós estamos começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara ao vivo na manhã desta sexta-feira. Hoje dia 12 de setembro e hoje nós vamos conversar sobre as famosas dietas milagrosas. Você acredita em fórmulas mágicas? Aquelas que prometem resultados rápidos, sem esforço, seria muito bom, né? E mais importante, gente, será que elas realmente cumprem o que elas prometem ou elas colocam a nossa saúde em risco? Hoje nós vamos desvendar com os nossos convidados os mitos e verdades por trás dessas dietas. Vamos entender porque elas são tão populares e quais os perigos que se escondem por trás da promessa do corpo perfeito. Fique com a gente, mande sua mensagem pra gente. Nós queremos saber, você já fez uma dieta aí, deu resultado? E teve um efeito rebote, né? O que você perdeu, você pegou de volta. Então conta pra gente, nós queremos ouvir a sua experiência. E de repente se você tem uma dúvida, pode mandar também 1997829377. Nosso WhatsApp tá na tela, nossa produção está apostos para receber a sua mensagem e daqui a pouquinho a gente já começa a falar com você, porque agora nós vamos falar de algumas informações, algumas alguns eventos que irão acontecer neste final de semana e um deles é a Força delas. Festival Elas no Comando agita a Estação Cultura. Neste domingo, a Central Mulheres e a Central do Roque, com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo, promovem neste domingo, dia 14 de setembro, a partir da 1 da tarde, na Estação Cultura, o Festival Elas no Comando. O evento tem como objetivo fortalecer a cena underground e reforçar o compromisso de oferecer um espaço acolhedor, seguro e inclusivo. A programação destaca bandas com integrantes femininas, entre elas as mercenárias, Flor, Claudiá e Entrepontos e muito mais. Além da música, o público contará com food trucks e stands de expositoras, tá? Em parceria com a UBM, a União Brasileira de Mulheres de Campinas, a iniciativa também terá caráter solidário. Os organizadores convidam o público a doar 1 L de leite ou então um pacote de fraldas que serão destinados a mulheres em situação de vulnerabilidade. Você está convidada a participar. Mais informações chegando para você. Desconto no IPTU para quem adotar animais resgatados é proposto aqui na cidade de Campinas. Um projeto de lei complementar protocolado na Câmara prevê a concessão de desconto no IP e IPTU para proprietários de imóveis residenciais que adotarem cães e gatos resgatados por ONGs cadastradas no município ou por órgãos públicos. A proposta é de autoria do vereador Permío Monteiro. Pelo texto, o desconto será de 10% no MPTU do exercício seguinte para cada animal adotado limitado a 30% por imóvel, tá? O benefício terá validade de um exercício fiscal, podendo ser renovado mediante comprovação de cuidado contínuo para com os animais. Como obter o desconto? Bom, vamos lá. Para garantir o abatimento, o contribuinte deverá comprovar a adoção por documento emitido na ONG cadastrada ou no órgão público. Apresentar laudo veterinário anual que ateste as boas condições de saúde do animalzinho. Manter atualizado o cadastro do PET no sistema municipal de proteção animal. estar adimplente com os tributos municipais no momento da solicitação. As ONGs interessadas em participar do programa vão precisar se cadastrar junto à prefeitura, comprovando a atuação legal e experiência em resgate e adoção. Esse projeto, gente, ainda precisa passar por duas discussões no plenário da Câmara e se aprovado, será encaminhado para a sanção do prefeito de Campinas. Previsão do tempo chegando para você. Final de semana chegou, né? E hoje, sexta-feira, nós teremos um dia de sol com algumas nuvens. Mínima foi de 16, máxima de 29, não sei vocês, mas eu acordei 5:30 da manhã e senti frio, mas agora a temperatura já está eh ficando um pouquinho melhor. E aí a máxima para hoje é 29. Sábado, dia de sol com névoa fraca ao amanhecer e à noite também. A mínima sábado, gente, é 14 e a máxima 28º. E agora para domingo nós teremos aí um dia de sol com algumas nuvens, não chove, tá? A mínima é de 15, a máxima é de 31 para domingo. Então previsão para você aí de sexta, sábado e domingo. Bora que bora. Bom fim de semana para você. E agora a gente vai ao nosso tema central, né? Quem é que nunca se deparou com a promessa de perder 10 kg em 30 dias sem esforço, apenas cortando algum grupo alimentar? Bom, essas fórmulas, gente, são milagrosas, né? Mas será que essas promessas de resultados rápidos, amplificados, pela pressão estética e pelas redes sociais realmente nos levam a uma saúde sustentável ou nos colocam em um caminho perigoso de frustração e de riscos? Bom, vamos lá. para nos ajudar a entender melhor eh toda essa questão. Nós vamos falar com a terapeuta integrativa, ela também é consteladora, a Naí Macuri. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Obrigada. Obrigada pelo convite. Maravilha. Olha só, nós temos aqui um assunto muito interessante por, gente, vamos lá. Olha, a promessa das fórmulas milagrosas. Se a gente parar para pensar se existe um lado bom, né, dessas dietas milagrosas, eh, a gente pode entender que seria as promessas de resultados rápidos. A pessoa vê quando faz essa esse tipo de dieta uma perda de peso acelerado, né, na balança, mas isso pode acontecer nas primeiras semanas e aí a pessoa se sente muito motivada. Agora, como é que é o fim dessa dieta? essa velocidade sem acompanhamento representa um perigo pra nossa saúde, né? Então, do ponto de vista da Naíma, ela que tem uma experiência com essas dietas e e também tem uma experiência na questão da terapia, a gente fala, eu pergunto para você, Naima, quais os principais perigos de recorrer a essas fórmulas milagrosas sem um acompanhamento profissional e sem a gente realmente entender qual é o nosso propósito. Eu acho que os o principal é a consequência, né, a longo prazo, porque são resultados que a gente busca com rapidez, com fórmulas milagrosas para se sentir melhor, para preencher alguma coisa, né? Na verdade, é sempre uma busca pelo pertencimento, uma busca pra gente eh encontrar o nosso lugar, né? E só que quando a gente não tem essa visão, o que acontece é que a gente se perde. Uhum. Hum. E isso a longo prazo vira uma consequência de cada vez mais aumentar esse vazio, porque esse vazio ele já tá mostrando a direção que a gente precisa olhar, né? Mas quando a gente ainda não tem essa consciência, a gente vai fazendo esse caminho de fora para dentro, né? Ao invés de ser de dentro para fora e vai buscando, buscando o caminho mais rápido para ter essa sensação de preenchimento, né? E eu passei por isso, eh, por isso eu posso falar dos dois lugares, né? Como a pessoa que fez essa busca e sofreu essas consequências e hoje como alguém que tem essa visão e já traçou um caminho de ajuda de dentro para fora também, né? Eu tive alguns grupos eh voltados paraa consciência chamado corpo e consciência, onde a gente olhava para esse vazio para poder compreender primeiro o por eu procuro um lugar. Uhum. para depois entender porque esse lugar ficou vazio, de onde vem esse vazio e aí então saber exatamente como eu preciso preencher, que às vezes não é com a comida, né? A comida é só uma parte ali que tá fácil para trazer a sensação que a gente precisa. Então, a consequência maior é que o nosso corpo ele tá ali como um sinalizador de algo mais profundo e maior. E se a gente não olha pr que ele está sinalizando, ele precisa crescer um sintoma que é o começa no corpo grande, no corpo com sobrepeso e que quando a gente não olha pro sintoma para tratá-lo, para preencher como precisa, vai crescendo, crescendo como outras consequências, né? Olha só, interessante demais a sua fala, porque a gente pensa assim: "Ah, engordei um pouquinho, vou fazer uma dieta e e aí você faz a dieta, você emagrece sim, nessas dietas milagrosas, elas cortam tudo." E claro, se você ficar sem comer, você vai emagrecer, mas você não vai emagrecer com saúde. Só que tem um detalhe que a Naíma trouxe, que é a questão do vazio, né? Eh, eh, o que que falta preencher aí? Qual é o espaço que a gente precisa preencher? Por que que a gente às vezes engorda mesmo fazendo uma alimentação saudável, né, durante todo o o tempo aí determinado? a gente levanta, eh, toma um café da manhã, depois faz um almoço legal, aí à tarde toma um, eh come um lanchinho, né, e à noite eh eh toma uma sopinha ou come algo que não seja assim tão tão pesado. E aí você leva isso paraa sua vida e mesmo assim você continua engordando às vezes e e buscando uma dieta milagrosa. Então isso eh eh torna-se um ciclo vicioso. E no o mercado da magreza, ele ele se associa à venda de produtos e mentorias que prometem resultados milagrosos, né? Você como terapeuta integrativa, é, como é que você aborda a questão de que a obesidade não é uma questão, não é apenas é uma questão física, mas também tem origem em fatores psicossociais e emocionais. Como que a gente faz pra pessoa ela entender isso? O que é necessário? Precisa aí de um trabalho de autoconhecimento? É, é do dia paraa noite que a gente vai entender, porque toda a mudança ela ela necessita aí de um esforço da gente, né? Então, como é que a gente vai entender? Eu vou chegar lá, vou falar: "Ó, mas eu eu preciso emagrecer, mas eu não tô conseguindo". Aí você vai ter que explicar para mim que são alguns fatores emocionais e psicossociais. Agora, paraa pessoa entender isso, Uhum. ela precisa passar aí por um longo processo, não é? Sim. Eh, geralmente quando chega para um processo terapêutico, né, seja ele qual for, integrativo ou não, é porque existe uma dor que já tá muito profunda, né? E o que eu dentro da visão sistêmica questiono é o seguinte. O sobrepeso em si, a obesidade, ele é uma conta eh muito básica, é você tá comendo mais do que você tá gastando, tá tá a ingerindo mais caloria e tá gastando menos. Então, se for uma questão de corpo, uma questão comportamental, você vai regular a sua alimentação com facilidade e vai diminuir as suas calorias, vai se exercitar com facilidade e vai ter uma diminuição no seu peso. OK? Isso é comportamental. Eu tô comendo mais calorias do que preciso. E agora quando acontece, quando você percebe que isso se repete e os resultados eles não vêm, então eu tô fazendo uma alimentação diferenciada ou eu tenho dificuldade para fazer uma alimentação que é o ideal para eu ter essa redução de peso. Quando a gente percebe essa direção de eu faço o que eu tenho que fazer e os resultados se repetem, a gente tem que olhar para um outro lado. Uhum. Para um lado que pode ser emocional, para um lado que pode ser de uma de uma questão mais profunda, né? É uma questão que primeiro você precisa entender o que aquilo está sinalizando para você, o que o seu corpo já está colocando para fora, já tá representando no tamanho, que pode ser uma proteção ou pode ser um sinal ali de que a gente fala dentro da visão sistêmica de lealdades também com questão de não querer diminuir o meu corpo. São várias outras questões aí que a gente olha, mas a direção que você falou, como que eu vou explicar que pode ser por conta do alimentação ou pode ser algo eh ou emocional ou mais profundo? Nesse sentido, eh, se você tem ali essa conta, né, que é uma alimentação saudável com calorias dentro do que você precisa, se você faz exercício, seu corpo vai se manter. Se você tá comendo mais e tá fazendo menos exercício, você vai engordar. Se você parar, você vai emagrecer. Uhum. Então, se não é algo mais profundo, primeiro que você simplesmente consegue ter a percepção e fazer. Sim, né? Agora, quando é, já é difícil para você falar. E o que que te leva? O que leva a ser difícil? Por quê? Qual é a lógica? Gente, eu tô me sentindo mal com o meu corpo, minha saúde não tá boa, minha disposição, tudo tá ruim. Eu preciso fazer o quê? Parar de comer para emagrecer. Não é óbvio? Não parece óbvio. É só parar. Então, quando é comportamental, e eu vejo muito isso, porque eu vivo isso, né? Humum. Então, dentro da minha casa, meu marido, ai, aumentou meu peso, eu paro de comer, eu diminuo, eu não saio ali, eu não como, eh, sabe, eu corto, OK, tranquilo. Quando são questões mais profundas, já começa por aí, porque eu já sei o que eu preciso fazer, eu sei como fazer, mas eu não consigo fazer. Perfeito. E aí não é uma vez que vai acontecer isso. Provavelmente vai ter a primeira, mas vai se repetir ou vem se repetindo já. Então, já é uma direção que eu falo, não, a gente precisa olhar para algo mais profundo para você identificar de onde vem para aí então você conseguir buscar alimentação ou entrar nesse processo a a favor, né, de dentro para fora mesmo. Não, eu entendo que esse lugar eh tá sendo preenchido por algo que não precisa ser. Agora eu vejo, né, que é a nossa frase da constelação. Sim. E aí eu tenho autonomia de escolha, fica mais leve e realmente acontece. Por isso que quando eu tinha os grupos, né, facilitava porque eram várias pessoas no grupo onde a gente ia conversando sobre as questões, né, cada um ia identificando um pouquinho da sua e já era o suficiente, porque muitas vezes tem questões que as pessoas não faz eh não faz uma ligação, mas que tem a ver, que é carregar o peso de dores às vezes de outras gerações. E tem também questões de abuso. Sim. vários tipos que faz com que o corpo ele tome uma forma automática maior e uma proteção. Então, às vezes só um é isso, não era só eu que não consigo, eu que sou menos, eu que não faço meu esforço, já é suficiente para entrar no que precisa e fazer o que é bom mesmo, né, pra gente como indivíduo, não só como estética. É um alinhamento, né? É um alinhamento, uma reorganização, é uma reorganização interna para que possa ir para fora, né? Que legal. Aí bem interessante essa fala e é tão importante a gente aprender e saber qual o caminho que a gente pode seguir para ter esse realinhamento interno para poder conseguir o que a gente quer externamente. E falando nisso, a gente quer quer dar as boas-vindas, né, a Dra. Larissa Pontes, ela é médica endocrinologista, eh, e vai somar com a gente agora aqui no nosso programa Estúdio Câmara. Seja muito bem-vinda, doutora. Bom dia. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Nós estamos aqui falando sobre dietas milagrosas, não é? E o que essas dietas elas têm? Eh, como eu eu falei no início do programa, se a gente pode colocar, entre aspas, algo bom dessas dietas, é que a gente emagrece muito rápido, né? Você elimina tudo, você corta tudo, fica lá, tem gente que fica só tomando água no pão e na água e aí elimina muito rápido, que legal, 10 dias, perdia e 6 kg. Só que as consequências elas vêm, porque toda ação tem uma reação. Então eu gostaria que você eh colocasse no seu ponto de vista de da endocrinologia eh qual a avaliação que você faz dessas dietas rápidas e o que isso representa pra gente quando a gente fala na reação do organismo mediante a essas dietas? Doutora, primeiramente, bom dia, né? Bom dia a todo mundo que tá em casa. Eh, é uma pauta muito interessante, né, muito importante, principalmente esse ano que a gente tem dados da Organização Mundial da Saúde, que a gente tem 2,5 bilhões de obesos no mundo, né? Au. Então, quando a gente fala de dieta, principalmente dessas dietas milagrosas, que é uma pauta que está sendo falada na mídia, que está sendo falada na internet, a gente vê que as pessoas brilham os olhinhos, né, para essas dietas. E aí, principalmente o Brasil, né, que hoje a gente tem mais de 60% da nossa população está em sobrepeso. Uhum. Né? e 20%, 20, 25% já tem um grau de obesidade. Então, essas dietas milagrosas realmente elas causam sérios problemas, né, paraas pessoas, porque as pessoas elas começam a usar aqueles chás milagrosos, algumas substâncias que são que tipo que podem causar problemas, seja uma disfunção renal, seja uma disfunção eh hepática e consequentemente levar a transtornos, problemas mais graves, né? a nível orgânico, então precisa ter muita atenção e precisa, de fato ser acompanhado por um profissional sério e competente que que conheça, que entenda, né? Exatamente. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metropologia, ela elaborou uma lista de informações que todos precisam saber antes de decidir por adotar uma dieta que fuja dos padrões fornecidos por profissionais da área. Dentre essas informações dessa lista, nós temos que cada pessoa possui necessidades nutricionais, gente, diferentes, devido a peso diferente, altura diferente, hábitos cotidianos, objetivo, dentre outros fatores que podem influenciar o corpo de cada um, né? Então a gente precisa entender que o que serve para você não serve para mim e o que e vice-versa. Então é por isso que nós precisamos de algo específico, né, para você ou para mim. Agora, essas dietas restritivas que prometem aí uma perda de peso acelerada e o resultado, na maioria das vezes, eu não vou colocar 90% que eu não sou entendida do assunto, mas eu acredito que na maioria das vezes eu também já tentei fazer isso. Acho que a maioria das pessoas já tentou. O que que é? É o efeito sanfona, né? Agora eu vou perguntar pra doutora, depois a gente já passa pra Naíma. Por, eh, doutora, eh, o nosso corpo ele ele tende a contra-atacar, porque é um contra-ataque quando a gente faz a essa restrição tão severa que é indicada por essas eh dietas milagrosas, por que que a gente contra-ataca? Por que que a gente tem um efeito sanfona? Emagreço, uau, tô feliz, só que aí passou 10 dias, eu recebo tudo que eu perdi e um pouco mais. O que é isso? o nosso organismo, o nosso corpo, né, é extremamente inteligente. E aí quando a gente faz essas dietas extremamente restritivas, ele vê como um período de escassez do corpo. Então aquela escassez eu preciso me defender daquela escassez. Então isso vai ter uma alteração hormonal. A gente vai ter vários hormônios que estão relacionados à fome e à saciedade e consequentemente estão interligados à obesidade, como a leptina, a grelina. eu vou ter toda uma disfunção hormonal, tá, essas dietas restritivas e consequentemente eu vou ter esse mecanismo de defesa do meu corpo. Então, quando eu acabo a dieta restritiva, o meu corpo ele entende que, tipo, voltou basal, então, como ele estava naquele momento de tipo de defesa, ele volta a tipo libera geral. Então, aí vem o efeito sanfona. E também a gente tem que lembrar, né, que além desse efeito sanfona que é tão relatado, o que é que acontece? Às vezes a gente fica só no momento da dieta, mas a gente esquece de fato o quê? Da mudança de estilo de vida de forma adequada. Ou seja, a gente precisa se reeducar. Então, quando várias vezes eu falo aos meus pacientes, tanto no consultório, na questão da obesidade, do diabetes, da deslipidemia, da mudança de estilo de vida, ele precisa mudar, ele ele precisa aprender, reaprender a se alimentar e juntamente com a alimentação a movimentar esse corpo, a ter a atividade física, justamente para não ter esse efeito sanfona tão falado. Muito bem. Agora eu vou para você, Naíma. Quando uma pessoa se submete a uma dieta restritiva, não tem os resultados esperados, isso pode gerar um ciclo de culpa e de frustração. E aí, como é que você trabalha a motivação e as crenças para que essa pessoa construa um relacionamento saudável com a comida? Porque vamos lá, tentei fazer uma dieta, perdi, né? Aí acontece o que a doutora falou e aí eu vou me frustrar. Como faz? Você já passou por isso? Eu já passei por isso, ainda lido com isso constantemente, né? Porque como eu falei para você, quando a gente tenta eh excluir de alguma forma o sintoma, cortando o caminho, né, sem olhar pro que precisa, ele vai achar um caminho para voltar e falar assim: "Não é por aí". Eu passei por uma cirurgia bariátrica há 20 e poucos anos atrás, logo no começo, né? quando começou, eh, eu era muito nova, mas como já vim da história de obesidade e mantive e tudo mais, não cheguei a engordar tudo, mas o corpo ele vai procurando caminhos para te mostrar o que precisa ser visto. Então a gente vai lidando com essa frustração. Por exemplo, quando você quanto mais profundo, né, e no meu caso, eu tirei uma parte de um órgão, né? Sim. Maior a as consequências. Então, foi tudo lindo, maravilhoso. Tive o meu corpo dos sonhos, engravidei, voltei a engordar. Aí não engordei por causa de comer, porque eu tinha uma alimentação boa, eu mudei meu minha vida, né, e tudo mais, mas comecei a engordar. Por quê? Porque o meu sintoma era outro, né? Eu tenho processo inflamatório no corpo e aí a gente começa a lidar com esse stress, com essa busca, com esses medos de voltar a ter o o que você já se esforçou tantas vezes para fazer. E isso mexe totalmente com o nosso emocional. E foi quando realmente eu voltei a olhar para isso, né? Então quando os meus clientes chegam, eu falo: "Olha, a gente vai fazer um caminho de volta". Essa dor, essa culpa, ela tá te falando que faltou olhar para algo, né? Então a gente começa a lidar com isso primeiro, acolhendo e falando: "Não, ela faz parte". Na verdade é algo muito bom, é algo que tá aí para te falar assim: "Olha, pode piorar. Eu tô aqui para te mostrar que tem o que o que falta ainda para você poder escolher, né? Não é porque não resolve você ver, você ter consciência, mas você poder escolher a a mudança que você realmente quer ter na sua vida, né? Então eu trago esse caminho de volta de não querer que passe, de não querer que não sinta, sabe? Não, tudo isso faz parte do processo, porque a gente fez escolhas inconsciente, porque a gente não tinha o conhecimento, não conhecimento técnico, porque a informação tá aí para todo mundo hoje, né? Mas você não tinha o conhecimento individual, né? essa coisa integrativa do por você fez aquela escolha, de qual era o tamanho da necessidade de pertencimento que você tava buscando, às vezes na família, às vezes na escola, eh, ou nos grupos, né? Até hoje eu vejo as mulheres, eu participo de muitos grupos, né, de mulheres ainda se sentem diferentes, se sentem excluídas por não estarem no padrão. E hoje é uma coisa muito mais comum. Eu falo pro meu marido, se fosse hoje, como é hoje, você vê as meninas com o corpo e mostrando e usa roupa curta. Quando na minha quando na minha época, né, aquela frase que a gente adora, eh, você tinha muito, era muito feio, era muito escondido você ter um corpo, mas mesmo hoje a gente tendo essa liberdade diferente, ainda assim causa muito sentimento de exclusão, muito sentimento de muita dor escondida que vai alimentando cada vez mais essa esse buraco ali, esse vazio. e que é preenchido às vezes com a bebida ou com a comida ou com algo que vá ter como consequência o corpo gritar no sintoma, né? Porque como a gente tava falando, eh, às vezes você engorda, fala assim: "Ah, eu tô me alimentando, mas é uma diabetes ou é como eu, lipedema?" Então, dependendo do alimento, não é um alimento que faz mal para você, que faz para mim. Então eu inflamo, eu emagreço muito rápido, mas eu também engordo muito rápido. Então quando você olha primeiro pra sua dor, pra sua história, pra sua história de vida, pra sua família, paraas suas questões, para onde nasceu, você começa a compreender quem você é de dentro para fora. Uhum. E aí você começa a criar um caminho de lidar com isso de uma forma individual. Olha só, interessante a tua colocação, doutora. a gente tá falando aqui sobre a questão assim da conexão, né? E e pra gente fazer um tratamento realmente que que venha obter um resultado, eh, a endocrinologia, que é essencial pra gente entender e pra gente ter o direcionamento, né? eh referente ao nosso organismo, eh fazer os os exames, eh ter o diagnóstico, ter o o caminho que a gente deve seguir através da endocrinologia, mas também aliar com a terapia, porque eu penso que me corrija se eu estiver errada, mas ah se a mente não estiver alinhada com o corpo, sim, infelizmente pode não funcionar, né? Qual que é a avaliação, doutora, que você faz sobre esse alinhamento pra gente cuidar do nosso corpo? A gente precisa, né, que esteja em conexão o a mente e o corpo para que as coisas deem certo. Sim. Eh, eu eu costumo dizer, né, aos pacientes que obesidade é além de ser complexa, né, ela é multidisciplinar. Então, não tem como você tratar a obesidade apenas o endocrinologista lá prescrevendo. Aham. e mandando mudar estilo de vida. Uhum. Eu vou precisar identificar no meu paciente, né, na consulta se ele vai ter algum transtorno. Uhum. Entendeu? Alimentar algum transtorno psicológico, porque aí vai aliar com a psicologia. É isso. Eu preciso também no acompanhamento o quê? Com a nutrição e com o educador físico. Então é multidisciplinar e é extremamente complexo, né? Obesidade não é só tipo comer em excesso, é muito mais complexo, né? Quando a gente vai estudar a fisiopatologia da obesidade, a gente vai ver várias interações a nível de sistema nervoso central. Então é algo que não dá para ficar apenas com um profissional. Exatamente. E é importante a gente falar isso porque olha só o que a doutora disse aqui. Não dá para ficar apenas com um profissional e de repente você tá apenas com uma dieta. Você acha, né? Então a gente precisa ter muito cuidado. Hoje a internet ela ela favorece, né? A a gente tem informação e claro, muitas informações, OK, muito bom. Agora, a gente precisa filtrar porque tem muitas informações que não não tem fundamento. E se a gente for parar para pensar nessas dietas que a gente vê na internet, a gente corre um sério risco de saúde, não é, doutora? Sim, sim, sim, sim. Inclusive, além das dietas e até mesmo com uso de medicação de forma. Ah, sim. Perfeito. É verdade. Então, além de todas as complicações que podem acontecer com essas dietas milagrosas, como disfunção renal, disfunção hepática, problemas até pior de problemas cardiovasculares, a gente tem algo muito comum chamado obesidade sarcopênica. O que que acontece? Quando a gente tá fazendo uma dieta, quando a gente tá fazendo um tratamento paraa obesidade, a gente precisa o quê? Preservar o máximo possível de massa muscular, não é? Então essa obesidade sarcopênica é como se eu tivesse tirando essa massa magra, essa massa muscular do meu paciente. E isso é uma das complicações de algumas medicações feitas sem um acompanhamento adequado, tá? E até mesmo essas dietas milagrosas. Olha só, né? E quanta frustração isso pode gerar, né? né? Enquanto bloqueio, isso pode trazer para o nosso hoje, para o nosso dia ou então até no futuro, não é? Aham. É o que a doutora falou é exatamente o que aconteceu comigo. Uhum. Eh, tanto a questão hormonal, né, que prejudicou muito. Eu tô com 43 anos agora e eu entrei num processo de menopausa com 37. Sim. por conta, né, das, não sei se das dietas milagrosas que eu fiz muito antes de de operar mesmo. Depois a minha a minha alimentação depois da cirurgia ficou como deveria ser, né? passei a me alimentar. Eh, não fui uma pessoa restringiu muito, mas alimentar de uma forma saudável, comer coisas que eu precisava. Mas antes disso, né, e emagreci muito rápido, então perdi muita massa, né, hoje eu sei desse problema eh da massa muscular, né? Então isso prejudica muito, né, tudo, dores no corpo, coluna e isso, o emocional a todo tempo, a gente tem que tá lid me dando. Às vezes fico pensando, se eu não tivesse nesse caminho que eu entrei do autoconhecimento e do que eu trabalho hoje, eu acho que eu teria uma vida completamente diferente em todos os sentidos. todos os sentidos, porque é muito difícil para as pessoas lidarem com isso sozinhas, sem esse conhecimento. São muitas frustrações, muitas culpas, muitas, muitos medos, né? Muitos medos eh impactam em coisas profundas, né? Eh, por exemplo, a consequência hormonal, de repente você não pode engravidar, né? A estética, você não consegue pôr um short, por alguma coisa. Então tudo isso, se você não tem ali o conhecimento de quem você é, ou porque você fez as suas escolhas, de onde vem, fica muito pesado para você e e impacta em todas as áreas da vida, desde profissional até de relacionamento, de tudo. Olha, é interessante, né, doutora, a colocação da Naía, né? Sim. Eh, a questão da da inflamação do corpo, a gente tava falando aqui de lipedema, né? Eh, a gente tá falando de dietas milagrosas, a gente já sabe que não funciona, entendeu? Isso tem nem o que falar. A gente tem aqui um exemplo de uma pessoa que buscou a dieta milagrosa, mas e que não teve resultado, né? Ela precisou fazer um alinhamento, né, com a mente e o corpo, entendeu o que ela precisava, entendeu o vazio, entendeu o que ela estava realmente buscando para poder seguir a vida que ela tem hoje, né? É isso, né, Naima? Então, dieta milagrosa, vamos colocar um ponto final nela, não funciona. É o, é entender o que aquilo tá representando, né? Porque não é que a dieta ela vai funcionar pontualmente. Exato. Mas mas não vai não vai trazer o que você tá buscando, né? Que é eliminar aquela representação do do que o corpo tá te trazendo como resposta. Então, ela não funciona porque ela vai trazer consequências que vão agregar uma dificuldade que você já tem. é que é a do sobrepeso, que é da obesidade, né, e tudo mais. Eh, então eu acho que esse caminho e é assim, é você aprender a lidar, porque, por exemplo, eu não deixo de lidar com isso, é algo que tá em mim de uma forma já como a doutora falou, né? Eh, é muito mais, tá no na parte neurológica. que eu já eu percebo hoje, eu já identifico que os pensamentos, a forma de pensar da minha cabeça é diferente, sabe assim, de outras pessoas, porque hoje a gente tem acesso a informações e eu já fui buscar de várias formas e tudo mais. Então você ter essa compreensão de identificar em mim o que eu preciso, né, qual o caminho que eu preciso fazer e acolher que eh você vai conseguir aí você não vai conseguir, mas você não vai parar e não vai só continuar alimentando o seu, o seu problema, sua questão, entende? Ter essa consciência. Às vezes você faz esse acompanhamento multidisciplinar e você vai entender, pera aí, por que até aqui eu vou e até aqui eu não consigo? eu volto, mas eu tô vendo que eu não tô conseguindo aqui, eu preciso procurar outro outro tipo de ajuda, entende? Isso vai trazendo movimento que não leva mais para aquela obesidade mórbida, para aquela coisa que acaba mesmo com a vida da pessoa, né? Perfeito. Doutora, quando eu digo não funciona, é assim, né? no início do programa, se tem algo bom é que sim, ela vai fazer você perder peso, mas depois tem o efeito rebote, tem o efeito sanfona, tem a perda de vitaminas e aí vai começar tudo de novo. Então vamos colocar uma aspas, não funciona, gente. Tem que tomar muito cuidado com isso. E tem também essa questão do nosso corpo, né? Porque a Naima trouxe uma coisa bem interessante que ela disse do lipedema, né? Eu também tenho lipedema. e as pessoas e e foi descoberto, foi e eh o lipedema não é não é algo assim que eh a gente pode dizer que há 20 anos atrás as pessoas falavam lipidema, entende? Então assim, é importante a gente conhecer o nosso corpo e conhecer como ele funciona. Esse lipdema é uma inflamação, é isso? Então, e aí a gente, dependendo da alimentação que a gente faz, mesmo se essa alimentação esteja dentro dessa dieta, tem alguns alimentos que podem causar inflamação no nosso nosso corpo. Eu gostaria que você trouxesse isso pra gente, pra gente poder entender que às vezes aquela alimentação, mesmo dentro da dieta pode estar fazendo mal para o nosso corpo se a gente não souber como está funcionando o nosso sistema. Sim. Eh, o lipedema tá bem alta, né? Aí na mídia e também no consultório a gente recebe vários pacientes com com a queixa pontual do lipedema. O lipedema nada mais é do que, como você bem falou, processo inflamatório. A gente tem que lembrar que tanto quando a gente tá num processo de obesidade, de sobrepeso ou até mesmo no estilo de vida em que a gente leva, né? A gente muitas vezes a gente tem uma inflamação dos adipostos, que são as células de gordura. Então, esses adipostos, eles ficam, digamos assim, mal configurados, trabalhando de forma errada, de forma errônea. E aí consequentemente, com toda essa cascata inflamatória, a gente pode ter o lipedema, tá? que acomete principalmente mulheres. E a gente pode ter várias classificações, desde uma classificação mais leve de lipedema até uma classificação mais grave que a gente vai precisar de medidas mais invasivas para o tratamento dessa paciente. Mas basicamente, como já foi bem falado aqui, o tratamento é o quê? eu mudar o estilo de vida daquele paciente. Então eu vou reconfigurar e reeducar, tá, o meu paciente na questão alimentar. Então tem um guia, né, alimentar muito bacana, né, que que eu falo pros pacientes e eu também indico um aplicativo desrotulando, não sei se vocês conhecem. E aí a gente vê o paciente que ele é o o paciente não, perdão, o produto que é em natura. o produto que é processado, eh, ultraprocessado. E aí tudo isso de uma certa forma interfere também no processo de lipedema. Então, eu vou tentar o quê? Eu vou tentar fazer uma alimentação mais balanceada possível, uma alimentação mais inatura ou minimamente processada possível. E, lógico, atividade física aliada. E também eu posso ter, posso me deterapêuticas, como a fisioterapia com massagem, tá? E lógico, se for um lipadema grave, pode até fazer a a a lipo, né, que é a retirada tubinho, mas isso é um lipedema grave que cause incapacidade, que torne paciente incapacitado. Olha só, é interessante e importante a gente falar sobre isso. Tem um levantamento feito pela Associação Brasileira de Nutrologia que revela que pelo menos sete em cada 10 brasileiros já tentaram perder peso por conta própria, sem ajuda de um profissional, né? Tem o guia alimentar pra população brasileira que fala sobre uma alimentação saudável. Acho que é esse que a doutora falou, né? E adequada, que engloba acesso, cultura alimentar, equilíbrio e prazer, né? Agora eu pergunto, por que que é tão importante que a alimentação ela não seja vista eh apenas como uma ferramenta, né, para emagrecer ou como um tem que a gente tem que ter prazer em comer, mas a gente precisa ter um limite desse prazer. Como que a gente tem que ver a alimentação pra gente poder equilibrar o prazer, né, de de se alimentar? Porque comer a gente sente prazer em se alimentar. Você tem que tá gostando do que você tá comendo. Só que a gente tem que equilibrar esse prazer com uma alimentação apropriada, uma alimentação saudável. E como é que a gente equilibra isso? Isso é extremamente difícil. É, né? É, você sente prazer em comer. Que delícia. Maravilhoso. E além de ter prazer em comer, a gente a gente socializa na quando a gente tá comendo, né? Por tem churrasco, tá todo mundo junto ali comendo uma carninha e tal, ou então tem um happy hour, tá todo mundo junto comendo, batendo papo. É prazeroso. Mas pera aí, como é que eu vou aliar esse esse prazer, isso que o cérebro me traz de dopamina, sei lá o que que é isso que é tão bom comer? Mas a alimentação balanceada, alimentação saudável. Vamos aliar os dois, doutora. Vamos equilibrar. Vai lá. É, é, é muito difícil esse ponto, até porque, como você falou, né, como você bem falou, é comer é prazeroso, né? Então, a gente vai receber uma pessoa na nossa casa, a gente vai fazer o quê? Comer uma comida, a gente vai sair com os amigos, a gente vai fazer o qu? Comida. A gente vai sair com um namorado, alguém que tá conhecendo, vai sair pra comida, né? Então tudo acaba em comida, né? Isso é uma coisa muito do brasileiro, né? Quando você vai para fora, alguns países não tem essa cultura, mas o Brasil tem essa cultura. Então, uma coisa que a gente fala muito na consulta, né? porque tem esse prazer eh a gente tentar de uma certa forma tentar fazer esse equilíbrio. Só que às vezes esse equilíbrio precisa do acompanhamento sempre multidisciplinar, como a gente já falou anteriormente. E o paciente ele precisa de fato se reeducar. Às vezes a gente pensa: "Ah, comida saudável é comida ruim, não tem gosto". Minha sogra fala isso direto. Aham. Mas assim, eh, existe sim comida saudável com gosto, né? Eh, não sei se eu posso citar, mas tem uma pessoa que eu gosto muito que é a Rita Lobo, né? E ela ensina assim no canal dela, no Panelinha, comida saudável aí com gosto. É uma dica boa aí para você em casa. Então, assim, tem como sim a gente ter esse prazer na comida eh saudável, só a gente fazendo aqueles ajustes ali nos temperos entendeu, e sempre se reeducando. Uau! E aí certo. Você fez os ajustes? Tem como a gente fazer isso? Eh, se alimentar com prazer, comendo uma comida saudável? Tem, tem como, eh, eu falo assim, isso é uma coisa, agora a gente tem outra questão para lidar, né, que é essa questão do lipedema agora tá em alta, como a doutora falou. Então, para quem realmente tem, é mais uma coisa para você lidar que as pessoas falam assim quando você fala: "Ai, mas todo mundo agora tem lipo, né?" E realmente é uma coisa muito complexa quando a gente percebe isso nesse desequilíbrio, né, do do corpo, por minha casa, eu tenho uma alimentação muito limpa por conta de de tudo que eu já vivi, né, e principalmente dessa parte de consciência que eu comecei a trazer pros grupos. E qualquer coisinha fora já causa um impacto diferente. Eh, por ter por eu ter tido essa necessidade de testar para ver se realmente funcionava, eu comecei a pegar gosto e me alimentar de uma forma que é prazerosa. Óbvio, não é 24 horas, não consigo fazer todos os dias porque, como eu falei, eu realmente tenho essa questão, né, que eu tenho que est sempre trabalhando, mas eu eu costumo manter os 8020 aí, 80%, 90% da minha alimentação, eh, o mais eh dentro do da comida de verdade possível. E você começa assim a encontrar caminhos eh com sabor para comida, né? Com alimentos que você não come. E agora meu filho é um adolescente, né? E no começo, né? Mas quando começou a se preocupar mais, agora você percebe que começa a experimentar e já começa a mudar o paladar, porque tem sim, é que o mesmo trabalho que a gente tem para fazer uma alimentação, eh, que a gente faz rotineira, né, que é dentro do que a gente da nossa cultura brasileira, você vai ter para fazer algo novo, né? Então, na minha casa, por exemplo, já faz alguns anos que não se compra um pacote de açúcar e aí quando ou um achocolatado, então quando vai alguém em casa, a pessoa fala: "Não, mas como?" Mas ai, tipo, coitado, sabe assim? Mas é natural. E agora ele se adaptou facilmente quando ele fez a escolha de, né, ter um corpo mais saudável, porque já não tem o acesso e já come outras coisas, né, outras receitas que são que tem sabor também. Então tem sim, é uma questão de adaptação, uma questão da gente se trabalhar e de você querer buscar. E aí você vai saber, não, eu vou, posso errar, posso eh não cumprir, mas na maioria das vezes eu sei o caminho para voltar e sei que tem essa possibilidade também, né? E fazer as boas escolhas quando você vai no lugar, né? Hoje tem muitas opções com coisas que ajudam a gente a não tá 100% no errado, né, doutora? Eu não sei se é o melhor caminho, mas eu acho que é um pra gente na prática, porque muitas vezes a gente sabe que o que tem que fazer, mas dependendo dos nível das do nível das questões que a gente trabalha, a gente tem que começar a lidar da melhor forma, não querer viver isso o tempo todo, porque realmente você acaba voltando de uma vez para trás nessa questão emocional. Então, se a gente parar para analisar, você disse uma um negócio bem legal. Muitas vezes a gente sabe o que tem que fazer. Na maioria, eu acho que todo mundo sabe o que tem que fazer, porque se a gente for pensar, alimentação saudável, me corrija, doutor, se tiver errada, mas parece ser simples, né? É um legume, é uma fruta, é um uma verdura, né? E é uma carninha. Mas assim, eh, tem que saber fazer, mas a a gente sabe o que a gente precisa comer, mas a gente, eu acho que não aprendeu que a gente necessita realmente desse tipo de alimentação pra gente ter uma vida mais saudável. Sim, é isso. Eh, pegando gancho seu e e te respondendo, eh, na endocrinologia e hoje no nosso país, a gente tem nas principais universidades, né, tanto na Unicamp quanto na Universidade de São Paulo, a gente tem a medicina culinária. Uau, que legal. Então, a medicina culinária é é um curso, é um grupo, né, de de pesquisadores. Uhum. tanto na área da endócrino, quanto nutricionistas, eh, nutrólogos, justamente para aprender sobre essa parte da medicina, porque não adianta eu estar no consultório dizendo assim, ó, uma alimentação saudável, mas eu não saber o que é uma alimentação saudável, eu não saber ensinar o meu paciente. Uau! Então, entra essa questão aí da medicina culinária. Que legal! extremamente importante que vem crescendo e que a gente tem aqui em Campinas, né? Nossa, que legal. Show, hein, Pau, hein? Ô, produção, medicina culinária, hein? Que legal. O que se aprende? Aprende a a o que que como fazer a a alimentação? como fazer a alimentação. Eles ensinam eh vários pontos, tipo do do preparo da alimentação, a tipo usar o máximo aqueles alimentos e tentar preparar a maioria dos alimentos de forma inatura e usar alimentos minimamente processados. Às vezes a gente pega tipo eh aquele, eu não poderia falar, né? Aham. Mas aquelas proteínas líquidas, entende? a gente pensa que aquilo ali é super saudável porque é proteína isso. E aí você vê que não é tão saudável assim, porque às vezes tem um alto teor de sódio que é sal, às vezes é extremamente ultraprocessado, às vezes tem produtos ali que causam câncer. Então a gente aprendendo no dia a dia, entendeu? esses alimentos justamente para passar pros nossos pacientes. Ah, e a gente fica feliz, a gente fica feliz em saber que vocês estão aí buscando mais informação, se atualizando para trazer pra gente o caminho da alimentação, né, saudável, correta, da disciplina, porque eu vou falar, é desafiador, é desafiador, gente, como é, eu tento também e penso que eu consigo toda vez? Claro que não, né? A gente vai, de repente, puf, cai, vamos lá de novo, vai de repente, pá, vamos lá, a gente eh eh se rende, né? Vai fazer o quê? Comer é bom. Só que a gente precisa sim da questão da nossa mente. A gente tem que entender e saber o que que a gente quer, o que a gente busca e quem nós somos, né? Pra gente poder traçar aí esse caminho. Então é importante a terapia, é importante esse esse atendimento multidisciplinar. 8:53, a gente vai até 9:5. Então nós temos aí eh alguns minutos para atender os nossos telespectadores. Vamos lá, então. Vamos ver quem é que tá com a gente. Pode colocar a produção, por favor, a primeira pergunta. Pessoal manda mensagem, pergunta e aí que bom que vocês podem eh responder, porque tem bastante gente que tem dúvidas, né, sobre essa questão aí de alimentação e principalmente sobre o nosso tema de hoje, que são as dietas milagrosas. A Silvia Antunes do Taquaral. Percebo que quando fico estressada como muito mais do que preciso. Como controlar essa relação entre emoções e alimentação? Vamos lá então. Na é com você. Como é que controla isso, né? A gente come as nossas emoções e aí a gente faz como? É, eu falo aqui do ponto de vista sistêmico, né? Que é antes de gerar emoção, vamos dizer assim. Então ela fala ali, ai quando eu fico estressada, eu vou comer mais, né? E quando eu olho do ponto de vista sistêmico, eh, vamos fazer uma tradução, quando eu fico estressada, tem algo tentando se mostrar e eu preciso fugir para outro lugar, entende? Então, eh, normalmente é algo que me faltou, é um aconchego, é um acolhimento, essa sensação de proteção, de nutrição que a gente fala, pode ser aí da que vem das questões que a gente tem internas com a mãe muito quando esse stress leva pra comida e principalmente pro doce, não é uma regra, mas é um padrão que a gente já tem aí como direção de que eh eu estou fugindo de olhar para questões ali que nasceram no profundo da minha alma e que me levaram a ter emoções e sentimentos que hoje quando o stress me traz uma puxadinha para ali, eu fujo para trazer essa nutrição de alguma forma. Então eu vou pra comida, eu vou pro doce nesse sentido. E como que controla? Por favor, doutora, fica à vontade. Só fazendo um gancho aí do que a Nailma colocou. É muito comum em consultório a gente ter esse padrão, né? Hum. Esse padrão de fome ansiosa, como a gente fala, existem vários padrões, né? O hedônico, que é aquele por prazer, de ansiedade, o padrão misto, que é uma mistura de vários, o o padrão beliscador, mas o padrão ansioso, um padrão ansioso, perdão, hoje é o mais comum que a gente vê na nossa população. A gente vê que, tipo, após a pandemia, as pessoas ficaram com mais transtornos de ansiedade, com mais transtornos depressivos. Esses transtornos de humores estão refletindo o quê? Na alimentação, estão refletindo no peso. Então isso tudo, ó, tá interligado, como a gente falou lá anteriormente. E aí o controle hoje, a o principal ponto para controle desses pacientes seria a terapia cognitiva comportamental junto com algumas medicações. Quando precisa terapia, né? a terapia com a medicação é aquela a o a integração dos profissionais, gente, né? Então é isso, se de repente tá incomodando aí vai buscar porque tem jeito, a gente só precisa entender qual o caminho que a gente deve seguir. É isso que a gente faz aqui no nosso estúdio Câmara. Vamos lá, produção. Pode colocar mais uma pergunta pra gente, por favor? Eh, Bruno Nogueira do Nova Europa. Mudanças de hábitos alimentares lentas e progressivas trazem resultado mais duradouro do que dietas rápidas, doutora? Sim, sim, com certeza, Bruno. Ó, é um degrauzinho, ó, de cada vez. E com certeza você tendo todo eh uma coisa lenta, planejada, organizada, progressiva, com certeza vai ser bem mais juradora do que algo tipo milagroso, instantâneo de semanas. Eu acho engraçado que eh nós temos um um uma percepção estranha. Por que que a gente quando a gente pensa em fazer dieta, quando a gente pensa em perder peso, a gente quer que seja do dia paraa noite. A gente não para para pensar que se nós chegamos um determinado peso, aqui não tô falando de obesidade, tá gente? Quero deixar bem claro, tô falando em pessoas que eh tipo eu assim, quer perder peso. Ah, engordei 3 kg em, vamos lá, 2 meses, engordei 3 kg, mas eu quero perder esses 3 kg aí ou quatro, né? Um a mais em 15 dias. Que que acontece com a nossa cabeça, gente? O porquê disso. Se a gente levou 2, 3 meses pra gente ganhar os 3 kg, por que que a gente sempre quer perder e eliminar esses quilos? em pouco tempo, né? A gente precisa ter uma consciência e lembrar que vai levar tempo também. E esse tempo que se leva para conseguir um emagrecimento saudável, ele é um tempo necessário. A gente precisa desse tempo, né, doutora? Não é isso mesmo, Naima? A gente tem que ter o tempo necessário. Não adianta você eh eh ganhou um peso, aí ganhou 1 kg e aí quer perder do dia paraa noite. E geralmente a gente pensa assim, não pensa? Sim. A cultura do imediatismo. Exato. Aham. Aí calma. Calma, né? Não é assim. Tem que cuidar da saúde. Vamos lá. 8:58. Mais uma pergunta, duas, se a gente conseguir responder rapidinho, tá? Senão só uma. Vamos lá. Vamos embora. Pode mandar, produção. Quem é que tá conosco? A gente agradece. a sua audiência, sua companhia. Vamos lá. A Fernanda Alves do bairro Nova Campinas. Bom, eu queria saber essas dietas milagrosas podem afetar o metabolismo de forma que depois fica mais difícil emagrecer de maneira saudável, doutora? Eu creio que sim, né? Eh, na literatura, nos últimos guidelines, né, é relatado isso justamente porque você tá alterando, digamos assim, uma homeostase do teu corpo, um equilíbrio do teu corpo. Então, quando você faz essas dietas milagrosas, você vai ter uma perda vitamínica, uma perda proteica. Você pode ter desregulação hormonal, fazendo tipo a menorreia, ficando sem menstruar, disfunção renal, disfunção hepática, piora de algumas doenças autoimunes, piora de doenças cardiovasculares. Então, como você desregulou, desequilibrou, você pode sim posteriormente ter uma maior dificuldade sim para essa perda de peso por causa dessa desregulação. Nossa, olha só as consequências, né? de uma dieta milagrosa. Vamos lá, dá tempo para mais uma. Muito bem, a gente direciona para Naí. Então, Carlos Ribeiro do bairro Vila Itapura. A gente vê muita gente famosa divulgando essas fórmulas rápidas nas redes sociais. Isso pode influenciar ainda mais as pessoas a seguirem algo perigoso. Influencia, né, Anaima? Com certeza. Influencia. A nossa cabecinha, nossa mente, ela é influenciável. E quando a gente fala disso, então dieta e famoso, au, só que a gente tem que lembrar que nem tudo que a gente vê é verdade, né? Pois é. E tem uma questão também aí trazendo pro meu lado, que nós somos seres influenciáveis, principalmente quando existe uma relação com autoridade que traz para nós algo que é muito profundo da nossa existência, de que eu preciso seguir o que uma autoridade fala, porque eh a minha base de segurança paraa vida é pai, mãe, que são as autoridades da nossa vida. Uau! Então, até essa questão de me deixar levar por influenciadores, por pessoas que influenciam ou por uma amiga que é importante para você, eh, tudo isso tá ligado a como você lida com essas questões das autoridades lá no início da sua existência também, né? Mas a gente deixa sim se levar por isso. E tem depois a questão também que a gente sabe que nem tudo é o que parece, né? Mas na verdade, como isso é mais profundo, essa percepção que a gente tem de é uma autoridade, né? É uma coisa inconsciente, né? Nessa lealdade que a gente fala por trás de alma, de profundidade, eu acabo mesmo sabendo que hoje a gente sabe que quase tem muita coisa que não é o que parece, né? E tudo mais, você acaba se deixando levar muitas vezes por esse caminho de facilidade para viver isso que você falou, que eu emagreci, eu engordei em 4 meses, mas eu quero emagrecer em 15 dias. Eu engordei buscando o prazer de resolver algo em preenchendo aquele vazio. Só que eu não preenchi, aquela dor ficou ainda maior, eu chego naquele momento com aquilo e eu quero que aquilo passe. Então essa necessidade de emagrecer com muita rapidez, é inconscientemente a vontade de que eu quero que tudo isso, que isso que eu não lidei, né, que eu não sei que eu não lidei, mas que tá ali, suma. Nossa, porque a gente quer, lógico, a gente quer que a dor passe rápido, mas que quando a gente tá preenchendo aquilo, não é? Tá gostoso, né? Tá ficando mais leve. Então tem também esse processo. Então tudo isso quando você vai na na numa sessão e e você traz, são coisas bem simples pra gente, né? A pessoa fala: "Nossa, é". Então ela começa a construir ali uma um jeito de trabalhar com a culpa que e disponibilizar fazer esse caminho de buscar o que precisa para resolver o que já tá fora. Porque aí é lógico, nasceu disso, nasceu de uma profundidade, mas estourou no corpo. Então eu preciso regular tudo, eu preciso da alimentação ideal pro meu corpo, eu preciso fazer essa escolha multidisciplinar, né? Então é esse o caminho mesmo que a gente, a terapia só te acende ali uma luzinha vai por ali, entendeu? Ah, muito bom, gente. Olha só, nosso bate-papo tá bom, mas a gente já precisa encerrar agora 9:3. Eu sei, eu sei que tem bastante perguntas, eu sei, eu também queria falar muito mais. Você acha que eu não queria fazer aqui uma consulta com a nossa Larissa Pontes, nossa médica endocrinologista, uma sessão aqui com Anaíma? Claro que sim. Mas gente, eh, a gente precisa entregar. Então, eu só tenho que agradecer. Eu gostaria que cada uma de vocês deixasse assim uma dica quando a gente fala dessas dietas milagrosas, pessoal que tá assistindo a gente, pessoal que participou conosco, né? Deixa uma dica para essa galera para que a gente possa dar uma viradinha de chave. De repente o que é dito aqui no programa, a pessoa pega para ela e, ó, dá super certo. Então, vamos lá, considerações finais. Muito obrigada pela sua participação, na Ah, eu que agradeço. Eu agradeço. E a dica que eu quero deixar é é só fazer uma pergunta. Uhum. O que isso quer me mostrar? O que o meu, esse desequilíbrio, esse sobrepeso quer me mostrar? Uhum. Muito bem. Fica aí essa pergunta, né? A gente agradece também a nossa doutora. Muito obrigada pela sua participação, Larissa. Gratidão mesmo pelos seus eh ensinamentos, né? pessoal assim: "Ah, não é sempre a gente tem uma endocrinologista e uma sistêmica aqui no programa e a gente quer saber, quer saber. Então vamos lá, considerações finais e a sua dica, por favor." A dica que eu dou é que o aumento de peso, sobrepeso, a obesidade, eh, é um problema complexo, é um problema que deve ser tratado de forma multidisciplinar e que você juntamente com profissionais qualificados é mais leve chegar a um resultado ideal, chegar a um resultado ideal para você, para o seu corpo, tá? Muito bom. E dieta milagrosa não existe, pessoal, não existe. Existe educação alimentar. Maravilhosa. Obrigada mais uma vez pela participação de vocês duas. Foi muito rápido, mas foi muito preciso. Tem bastante conteúdo. Muito obrigada, gente. É o seguinte, esse eh questão de dieta, né, a gente precisa ficar atento. A doutora já falou, não é assim, não existe. É essencial a gente trabalhar o comportamento alimentar, respeitar os sinais do corpo, adotar uma relação mais saudável com a comida. O emagrecimento acontece quando você implementa hábitos saudáveis, né, com princípios inegociáveis que fazem parte da sua rotina diária, sem recorrer a soluções radicais, que oferecem resultados rápidos, mas geram consequências físicas e emocionais. Quando você vive por princípios, não precisa de regras. As regras limitam e os princípios libertam. Pense nisso, tá bom? A gente vai encerrando por aqui, agradecendo a sua audiência, a sua companhia. Lembrando que segunda-feira nós temos estúdio Câmara de volta a partir das 8 da manhã com um tema bem interessante a todos nós. A gente vai falar do dia do cliente que é dia 15 e aí a gente fala sobre os direitos que amparam os clientes na lei, trazendo informações essenciais para o dia a dia de quem consome. Além disso, a gente também vai falar sobre a compra compulsiva, um comportamento que cresce cada vez mais e pode trazer consequências sérias, como dúvida, dívidas, aliás, dívidas, frustrações e até problemas emocionais. um bate-papo que vai esclarecer e também estará cheio de orientações para você entender melhor os seus direitos e repensar sua relação com o consumo. Isso é segunda-feira a partir das 8 da manhã. Então agora a gente vai ficando por aqui, daqui a pouquinho direto da central de informações, né, a Íria, a central central de informações nossa inteligência artificial, trazendo informações aqui de Campinas, do Legislativo, do Brasil e do mundo. Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com informações também do legislativo e da nossa metrópole. Quero lembrar que final de semana a nossa programação está sensacional. Estreias, a nossa equipe trabalhando muito, produzindo um conteúdo maravilhoso para você assistir TV Câmara Campinas no final de semana. Está sensacional. Se eu fosse você, eu não perdia não. Eu desejo a você um final de semana excelente. Se cuide, tá bom? E até segunda-feira, se Deus quiser. Valeu. Vamos lá, ó, devagar. Dieta milagrosa não existe, tá bom? Se cuida. Tchau, tchau. Valeu, pessoal.
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