[Música] Olá, muito bom dia, seja bem-vindo. Estamos chegando com mais uma edição do Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é terça-feira, dia 2 de setembro. Hoje celebramos o dia do florista e também o dia do repórter fotográfico. Duas profissões que nos lembram de uma importância que é a sensibilidade do olhar sempre atento, né? Então, no programa de hoje, a gente com olhar atento, nós vamos falar sobre algo muito importante, que é o treinamento mental, um conjunto de práticas que ajudam a desenvolver a mente, como a visualização de habilidades, o relaxamento e o foco, sempre com o objetivo de melhorar o desempenho e a qualidade de vida. A nossa produção já está pronta para receber a sua participação. Então manda sua mensagem. O WhatsApp está na tela, conta pra gente: você tem treinado sua mente todos os dias ou espera que a mudança aconteça sozinha? Manda aí 19978293776. Nosso convidado também já está no estúdio e daqui a pouquinho eu apresento ele para vocês e a gente vai conversar sobre os segredos da nossa mente, né? a ginástica do cérebro, como é que a gente faz para treinar aí a nossa mente, para que a gente possa melhorar a nossa saúde mental? Muito bom. Agora seguimos com informações aqui da cidade de Campinas. Hospital da Mulher inicia atendimentos no SUS Municipal da cidade. Os atendimentos tiveram início ontem, segunda-feira, dia 1o de setembro. No primeiro dia foram atendidas cerca de 120 mulheres. O hospital funciona em dias úteis, das 7 da manhã às 7 da noite, com capacidade para 250 atendimentos diários, sempre lembrando por encaminhamento de outros serviços de saúde. Entre os serviços oferecidos estão pré-natal de alto risco, mastologia, patologia cervical e planejamento familiar. Em breve também serão realizados ultrassom e mamografia. A equipe conta com 50 profissionais. e a estrutura foi projetada para acolher a diversidade da saúde feminina. O hospital presta homenagem ao médico Dr. Pedro Serafim Neto, que foi referência na Santa Casa e na Maternidade de Campinas. Mais informações chegando. Essa informação é uma delícia. Inscrições abertas para a 22ª edição do Campinas Restaurante Wik. E com o tema uma volta pela Itália, o festival convida o público a vivenciar uma experiência gastronômica inspirada na culinária italiana. Os restaurantes participantes oferecem menus completos, tá? A entrada, prato principal e também a sobremesa com valores fixos em três categorias: tradicional, plus e premium. Nesta edição, parte do valor pode ser destinado à Casa Ronald McDonald Campinas por meio de doação voluntária de 2. O evento que tem apoio da Secretaria de Cultura e Turismo da Cidade já está com inscrições abertas para os restaurantes interessados. Você pode acessar lá e mandar o seu e-mail eh capitaçã
[email protected]. br. O festival gastronômico acontece de 12 de setembro a 12 de outubro e a lista dos participantes será divulgada no início deste mês, então logo em breve, no site oficial restaurantewick.com.br. BR, reconhecido como um dos principais festivais gastronômicos do Brasil, restaurante Wi fomenta a cena, a a o cenário da culinária local e amplia a visibilidade dos restaurantes e também fortalece a relação com o público. Muito bem, previsão do tempo para hoje. Como é que fica? Será esta terça-feira? Nós estamos nos aproximando da primavera. O inverno está se despedindo e traz pra gente aí uma previsão boa para hoje, né? Previsão é de sol entre nuvens. A temperatura varia entre 16 e 29º. Baixa possibilidade de chuva, um clima propício para aproveitar o ar livre e também reservar um tempinho para cuidar da sua memória. É o nosso assunto principal de hoje, né? Vamos lá. De onde surgiu a ginástica do cérebro? Gente, olha, a informação que a gente tem é que na década de 1970, eh, um pesquisador da Universidade da Califórnia, os Estados Unidos, ele deu início a uma série de pesquisas que levaram à criação da ginástica cerebral. E hoje a gente vai aprofundar nesse assunto, né, treinamento mental, ginástica cerebral, como é que funciona, quais são os benefícios e o tempo que a gente leva para começar a sentir a diferença quando a gente começa a treinar a nossa mente. Então, para isso, para conversar sobre esse assunto tão importante, eh, e que nos traz mais qualidade de vida, a gente dá as boas-vindas ao Fábio Luiz de Campo Bacil. Ele é responsável pelo Instituto Supera Ponte Preta aqui de Campinas. Seja muito bem-vindo. Bom dia. Bom dia. Olha, é um prazer estar aqui com vocês. É um prazer tá tá explicando um pouquinho sobre ginástica para o cérebro, né? Um tema tão desconhecido ainda, mas que merece toda a atenção, porque faz uma diferença muito grande na vida de todo mundo. Ah, eu imagino. Quero muito aprender a fazer a ginástica do cérebro. A gente cuida muito do corpo, né? Mas o nosso cérebro faz parte e está no topo. E aí você faz ginástica para o seu físico, para o seu corpo melhorar. E pro cérebro você tem feito ginástica? Eu não sei se faço ginástica para o meu cérebro. Vou descobrir no decorrer do programa. Muitos especialistas ainda debatem sobre os programas de treinamento cerebral. Alguns acreditam que eles não passam de modismo. Outros especialistas já afirmam aí que o cérebro realmente ele pode se beneficiar dessas práticas de ginástica cerebral graças ao poder da neuroplasticidade, ou seja, a capacidade que a gente tem de aprender e também de nos adaptar em qualquer fase da vida. À medida que a gente envelhece, o cérebro também envelhece. Os lápis de memória são comuns e a percepção também pode diminuir. E aí a chamada ginástica cerebral vem para nos ajudar. Então eu pergunto para você, Fábio, como é que funciona a ginástica cerebral e se é possível a gente aumentar a nossa inteligência ou apenas eh melhorar a que nós temos? Nos explica, por gentileza. Bacana. Bacana. Olha, a inteligência, na verdade, existe múltiplas inteligências, né? Não é só uma inteligência. E a inteligência, todo mundo acreditava no passado, que já nasce com a pessoa, que é um dom que a pessoa tem, ou um dom de comunicação, ou um dom de raciocínio lógico, um dom de algumas de criatividade, de pintura, de música. E na verdade a inteligência ela pode ser desenvolvida, né, como todas as outras habilidades que a gente tem, a gente pode desenvolver as habilidades e isso necessita de muito treino, disciplina, eh, e dedicação. Então, na verdade, tudo pode ser desenvolvido. Existe assim aquela mistificação de que a pessoa já nasceu com aquilo, é um dom, mas isso é mito, não é verdade, né? Nós estamos aqui devido exatamente o que você comentou, a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se adaptar, de aprender, de fazer novas sinapses, de realmente comunicar redes neurais, a gente consegue desenvolver toda essa potencialidade que a gente tem, né, e desenvolver cada uma das habilidades. Então, é sim um aspecto treinável e que dá pra gente ampliar cada dia que passa. Que interessante, né? Às vezes a gente acha que eh treinamento mental eh é que a gente não tem tanta expertise como vocês, né? Mas treinamento mental se pensa assim: "Ah, respira fundo, né? Visualiza algo positivo, legal, isso é muito bom porque é positivo e a gente vive de energia. Então, se você está transbordando eh algo positivo, sim, você vai viver algo positivo, porque o que a gente alimente alimenta cresce, né? Então, é correto a gente dizer que a nossa mente ela pode ser a nossa aliada e também a nossa sabotadora, porque se o que a gente alimenta cresce, a gente também pode ter pensamentos que não são bons e, infelizmente vai acabar nos sabotando. Eh, como que funciona o nosso cérebro? E a ginástica cerebral, ela ela eh tem uma conexão com essa questão dos nossos pensamentos diários. Isso influencia também. Eu tô muito eh curiosa para saber como é que funciona isso. Isso, isso é verdade. Influencia bastante, né? Todo lado emocional influencia também no nosso lado cognitivo. Então, se o nosso emocional não tá indo bem, o nosso lado cognitivo, ele vai não vai se performar com a mesma intensidade, com a mesma performance que você teria quando você está emocionalmente bem. Uhum. Então, as emoções, sim, elas influenciam demais o nosso lado cognitivo. E quando a gente nos alimenta de pensamentos positivos, de coisas boas, né? Eh, isso faz uma diferença fundamental no cérebro. Uhum. Eh, existe vários pesquisadores, vários neurocientistas, que eles verificam exatamente pessoas de alta performance e que estímulos que essas pessoas de alta performance tiveram na infância, na adolescência, eh, que começaram a construir todo um lado positivo dela. Eu lembro de uma reportagem que eu assisti do Atiron Sena, né, e como que ele, nossa, conseguiu assim aquela performance maravilhosa na Fórmula 1. E e daí foi toda uma tratativa desde o começo, desde a infância dele, o que que ele fazia, quais habilidades ele treinava e tudo. E e assim, ele treinava muito essa parte da velocidade do do do autocontrole e assim e da a gente vê que essa essa atividade, esse treino, né, essa disciplina, ela acabou gerando resultados muito positivos no futuro. Então, realmente tudo é treinável, tudo é adaptável. A nossa mente, ela é ela é assim, ela é um poço de habilidades, só que a gente tem que ir cerciando ela e direcionando ela para qual habilidade que a gente vai est treinando melhor. Então isso depende de nós mesmos, né? Esse treino, essa essa disciplina, esse direcionamento, né? E e todos os todo ser humano daqui pode conseguir fatos brilhantes, pode se desenvolver cada vez mais. Basta realmente treino, dedicação, esforço no sentido correto para conseguir alcançar os objetivos. Poxa, que legal. Eu entrei no site do supera e tava ah olhando a forma de treinamento, né, e também os depoimentos das pessoas que passaram ali por vocês. E eu achei muito interessante porque a abre um horizonte magnífico pelo que eu li, o que estava escrito ali, gente, são pessoas assim que eh tão de mundo, uma outra visão de si mesmo, né? E e eu acredito que o nosso cérebro ele é o eh é a nossa base, né? Porque sem quando a gente não não consegue ter aí essa essa questão de de pensamento eh da da parte cognitiva correta, de uma forma assertiva, a gente se perde um pouquinho no nosso dia a dia. E eu gostaria que você explicasse pra gente eh a as partes do nosso cérebro, como funciona essa questão do consciente, do subconsciente, do treinamento, do córtex frontal, pré-frontal, se a gente consegue habilitar duas funções do cérebro ao mesmo tempo. Como é que a gente faz isso? já que você trabalha com treinamento, com ginástica, então ensina a gente. Eu não entendo muito bem dessa questão não, mas eu dei uma estudada e assim, quanto mais você lê sobre a importância da gente manter o nosso cérebro eh bem alimentado, né, bem treinado, você acaba eh querendo descobrir mais, porque é magnífico. Nós temos uma parte aqui da nossa do nosso corpo que é, gente, move todo o nosso dia a dia, não é? Nossa, é verdade. É verdade. Você tocou num ponto assim fundamental, né, que a gente tem que realmente mover o nosso cérebro, fazer com que ele faça estimulação, fazer com que ele seja estimulado pra gente desenvolver. E uma coisa é que a maior parte das pessoas, a nós, né, na vida comum, na rotina diária, a gente não percebe que a gente vai se acomodando, né, e se acomodando cada vez mais e isso vai fazendo com que o nosso cérebro também se acomode. E isso é muito ruim. ele vai pagar um preço lá no futuro. Então é importante a gente realmente manter essa atividade, manter esse estímulo. O nosso cérebro ele gosta de uma rotina, ele gosta de uma de uma zona de conforto, né? Então, na verdade, eh a gente sempre eh vai querer tá fazendo as coisas que a gente já sabe, da maneira com que a gente já faz e estabelecer isso numa rotina. Só que isso vai deixar de estimular o cérebro. o cérebro ele ele vai deixar de criar novas sinapses, de realmente ser estimulado, né? O Só que o cérebro ele faz isso com mecanismo de autodefesa. Às vezes a gente pensa: "Puxa, eu vou para lá" uma questão de caráter, é uma questão de de assim de realmente muito mais do lado psicológico, né? De não querer fazer alguma coisa. Só que na verdade existe um mecanismo de defesa do cérebro. O cérebro quando ele tá em pleno funcionamento, ele gasta muita energia, né? Quando você tá ali debruçado em alguma coisa, tentando resolver aquele aquela questão, ele realmente gasta muita energia. Para você ter ideia, eh o cérebro ele pesa mais ou menos 2% da da massa corporal. Só que esses 2% da massa corporal, quando ele tá em pleno funcionamento resolvendo uma questão drástica, ele consome 40% de todo o alimento que a gente ingere. Uau! 30% de toda a água que a gente ingere é exatamente pro cérebro. Então, se a gente pensar nisso, o cérebro como mecanismo de autodefesa, ele vai falar: "Olha, eu não quero pensar muito, eu não quero gastar toda essa energia, eu preciso economizar energia pros outros 98% do meu corpo." Então ele, exatamente nesse mecanismo de autodefesa que ele prefere utilizar algum conhecimento já adquirido, né? Alguma expertise que ele já possua para resolver aquela questão, para ele não precisar pensar, porque toda vez que ele pensa, ele consome muito, né? É como se fosse aquele carro gastão, né? Ele gasta muita energia, então ele precisa economizar energia pro resto do corpo. E por isso que muitas vezes a gente se mantém naquela zona de conforto. Ah, não quero pensar nisso agora, não. Deixa aqui, vou pegar uma coisa pronta, vou utilizar um chat GPP, vou utilizar alguma coisa razoável para eu não gastar toda essa energia, para não ter todo esse esforço, né, para para do meu cérebro ele consumir toda essa energia. Então isso é um mecanismo de autodefesa do corpo. Por isso que muitas vezes a gente fica naquela zona de conforto, né, de não querer fazer alguma atividade, de não querer eh desempenhar alguma função, exatamente como uma aliada para proteger e salvar, né, aquela energia, aquele a aquele ponto pro resto do corpo, né? Então, é realmente um mecanismo de autodefesa, é, que a gente entra nessa rotina diária. Nossa, que interessante. Olha só como é gostoso conversar com os especialistas que a gente tem aqui no nosso estúdio Câmara, que vai a abrindo eh horizontes, a gente vai ampliando o nosso conhecimento. E esse momento aqui é magnífico. Olha só que interessante. Às vezes a gente sente cansaço mental, não é? As pessoas falam assim: "Nossa, eu trabalhei tanto hoje, mas não estou com cansaço físico, estou com cansaço mental". Tá aí a resposta. Tá aí a resposta. É porque o nosso cérebro ele ele consome muita energia, né? Então, se você produz muito, se você trabalha muito com a sua mente, se você precisa estar produzindo a a questão, igual no nosso caso, jornalista, jornalista tem muito cansaço mental, né? É, Às vezes você chega em casa no trabalho, você trabalhou sentado o dia inteiro, mas quando você chega em casa você está consumido. Mas de quê? Cansaço mental. E olha, vou te falar, falta energia, viu? É porque o cérebro tá aí, ó, tá trabalhando, tá consumindo energia. E a gente precisa entender como o nosso cérebro funciona, porque a gente precisa alimentar o nosso cérebro. Nós fizemos um programa aqui, Fábio, falando eh do alimento que a gente pode dar para nossa pro nosso cérebro, pra nossa mente, né? que e aí tivemos a participação de nutricionistas falando do ômega-3, falando que o nosso cérebro eh eh ele precisa de gordura, né, para que ele possa eh ter aí uma uma longividade, né? E é importante você falar dessa questão que ele consome também o que nós no da do do nosso alimento, do nosso alimento diário, porque aí a gente para e pensa, fala: "Poxa vida, tá tudo interligado, a gente precisa estar atento a todas as questões, não só do corpo, mas também do nosso cérebro". Gente, que delícia o programa de hoje. Aí, aí a gente fala, você falou chatt, né? Eh, chat PT, ele vai fazer com que o nosso cérebro fique numa zona de conforto magnífica e isso vai acabar afetando a nossa saúde mental. Vai, vai sim. Mas até antes de responder essa pergunta, deixa eu voltar no ponto que você comentou sobre a estafa mental. Sim, quando a gente tava desenvolvendo bastante atividades, a gente tá estressado, trabalhando muito, tendo muita informação, a gente entra realmente num processo de estafa mental e aí parece que a gente não consegue mais processar as informações como a gente como a gente deveria processar. Uhum. Isso se dá o fato de quando o cérebro tá numa atividade muito intensa, ele descarrega uma substância chamada adenosina, que é uma substância que se deposita entre os neurônios e ele impede a passagem do sinal elétrico com a boa qualidade que ela merece e vai fazendo essas interferências, vai fazendo esse cansaço, vai fazendo com que mesmo que a gente se debruce numa atividade, a gente não consiga produzir aquela atividade como produzia antes. E é importante a gente saber aliviar o estress, né? como é que a gente limpa essas adenosinas e volta a ter a passagem dos sinais elétricos eh normais e e rápidos, né, como cérebro merece ter. Então, é importante a gente também quando a gente tá estafado, a gente saber o que fazer pra gente desestressar, né, pra gente manter um equilíbrio, porque é muito importante a gente produzir muito, mas é muito importante também a gente ter o repouso, né, o descanso para que o nosso cérebro continua produzindo. Uhum. Né? E existe algumas técnicas quando se a gente tem uma uma atividade intelectual muito intensa, né? Vamos pro outro lado. Quando a gente parar, vamos fazer uma atividade física, como você mesmo comentou, né? Ir para uma academia, fazer uma corrida, fazer um pilates, fazer um yoga, manter o corpo ativo, né? Quando o corpo entra em trabalho, ele também ajuda demais em toda essa eh esse cansaço mental, né? Uma outra coisa, pessoas que trabalham com números, por exemplo, pega um contador que trabalha com números o tempo todo. Nossa! Então assim, para ele fazer uma higiene mental, ele tem que pegar e não quer fazer uma atividade física, ele tem que fazer uma atividade intelectual diametramente oposta à atividade normal do dia a dia dele. Então ele pode ler um livro de filosofia, ler um texto de línguas, fazer alguma atividade que seja bem diferente da atividade normal que ele faz todo dia. Então isso ajuda também a manter esse equilíbrio, a manter esse eh esse eh a a boa qualidade de vida, né? Então, é bom, é muito importante a gente sempre manter o equilíbrio e sempre eh prover um descanso pro nossa pro nosso pra nossa mente, pro nosso cérebro. É verdade. Eh, fazer atividades, né? Mas também ter aí eh um sono bom. A gente precisa dormir, a gente precisa descansar. No meu caso, quando eu sinto o cansaço mental mesmo, esse que eu falei que é natural, gente, a gente estuda, a gente faz matéria, a gente corre para lá, a gente, a gente trabalha demais com o nosso cérebro, né? E aí veio o cansaço mental, aí que que eu faço? Eu vou dormir, porque eu vou te falar, é maravilhoso. Você sente assim, eh, você dorme de verdade, né? Você apaga. Eu, no meu caso, eu apago, mas quando eu acordo, eu acordo revigorada, eu acordo pronto para outra. Agora, por quê? Porque eu consegui dormir, né? Então, eu consegui recarregar, eu dei um descanso pro cérebro. Agora tem aquelas pessoas que não conseguem dormir, tem aquelas pessoas que a cabeça não para, né? aquele pensamento, você tá tentando dormir, mas o pensamento vai, o pensamento vem e aí você levanta e continua aquele dia estressante, daí você não dorme de novo, aí fica um círculo, fica um círculo vicioso e aí o cansaço ele vai tomando conta, aí vem realmente aquela estafa, aquele estress e aí aquela ansiedade. E eu gostaria de perguntar para você, depois a gente volta lá na questão do chat EPT, mas já que a gente é deu gancho aqui nessa questão do estress, da ansiedade, gostaria de te perguntar se esse estress, essa ansiedade, essa essa esse não dormir direito, esse não descanso, né, que muitas pessoas, infelizmente eh eh teta a tem a ver com a relação à nossa perda de memória? Tem tem muito a ver, sim, viu? Toda vez que a gente tá muito estressado, muito estafado, fazendo muitas coisas, eh tendo uma pressão, né, externa muito grande, nós descarregamos uma substância que chama cortisol no nosso corpo. E esse cortisol, ele ele ele é super prejudicial, porque ele vai causar lapsos de memória, ele vai fazer com que a gente não performe da maneira com que a gente deva performar. Uhum. Então, eh, realmente existe cinco fatores que são muito importantes a gente tomar conta e cuidar deles. Você falou deles que um principal é o sono, né? Todo mundo que dorme bem consegue se recuperar e se regenerar muito bem. O sono é muito importante, exatamente para fazer toda a regeneração, não só do corpo físico, mas também da mente, né? A mente precisa descansar. Existe várias fases do sono e é importante a gente percorrer todas elas, entrar naquele sono profundo, exatamente para ver a regeneração, pra gente levantar num outro dia bem totalmente regenerado, né? A alimentação que você citou antes também é muito importante, né? ter uma alimentação balanceada tanto pro corpo quanto pra mente. Isso é é super importante. Eh, a parte social, né, da gente, o ser humano, ele é um animal social, então ele precisa ter uma sociabilidade muito grande. Então essa parte social envolvida em contato físico e presencial e não só no contato virtual que hoje, né, é muito impulsionado pelas multitelas que a gente tem, tá fazendo uma atividade física, né, que também é super importante, e tá fazendo uma estimulação cognitiva, né, a gente tá treinando o nosso cérebro e mantendo o nosso cérebro ativo. Se a gente consegue manter esses cinco fatores bem posicionados, fazendo eles com regularidade, mantendo, prestando muita atenção em cada um deles, a gente consegue viver uma vida cada vez mais longeva e com cada vez mais qualidade de vida. Isso é é bem importante. Olha só, né? Tem gente que vai pra academia, eu já vi várias vezes essa frase, né? Academia ou então fazer uma atividade física ao ar livre. Aí dizem assim: "Onde o meu corpo cansa e o meu cérebro descansa". É, é isso, né? Exatamente. Muito bom. Agora a questão do chat EPT, eu acho importante a gente falar das redes sociais também. Daqui a pouquinho você vai ensinar a gente aí algumas ginásticas. Não penso que você vai fugir não, porque eu quero aprender. Ginástica do cérebro. Se prepara aí, tá? Afasta e as coisas de casa aí, afasta tudo, deixa a sala limpa que você vai fazer uma ginástica cerebral já com a gente, tá bom? Agora, a questão da gente se acomodar. Você falou que o cérebro gosta de zona de conforto. Todo mundo gosta de zona de conforto, né? Agora me diga, o que que cresce em uma zona de conforto? Nada. É legal. É um ambiente que você fica lá na sua zona de conforto. Você não cresce, você só fica, né, parado. E a gente parado, a gente não consegue ir para lugar nenhum, a gente não cresce. Então, eh, as tecnologias elas são maravilhosas, elas avançam com a velocidade da luz. o nosso cérebro quase não dá conta de de entender o avanço tecnológico. E aí vem a o chat EPT, maravilhoso, show, muito bom para nos auxiliar, para eh eh deixar as coisas mais dinâmicas, mais assertivas, mais rápidas, mas é para nos auxiliar. Aí eu quero colocar uma pontuação aqui. Quando a gente eh entra na zona de conforto do nosso cérebro e pede pro nosso chatt, né, nosso coleguinha resolver tudo pra gente hoje, amanhã, depois, depois, depois, isso vai criando um vício muito grande na zona de conforto. Qual o impacto que isso tem no nosso cérebro, na nossa saúde cerebral? Nossa, é um impacto que vai cobrar essa conta lá no futuro. Uhum. né? No começo, agora, no curto prazo, a gente tem aquela falsa impressão de que a gente tá aumentando a produtividade, que a gente tá fazendo muitas coisas, eh, com uma velocidade muito mais muito menor, muito maior, né? Com tempo muito menor, produzindo muito mais, só que essa conta vai chegar no futuro. Sim, né? E é assim, a tecnologia ela é muito boa, né? Como você falou, é uma ferramenta fantástica, só que a gente tem que saber usar essa ferramenta, né? É como uma faca. Uma faca é uma ferramenta fantástica na cozinha e tal, a gente usa ela para para muitas coisas boas, só que ela também gente pode usar para muitas coisas ruins, né? A tecnologia é a mesma coisa, ela é uma ferramenta. Quem faz uso dessa tecnologia somos nós. E nós temos que saber usar essa tecnologia ao nosso favor, né? Você comentou das redes sociais, então muitas muitas pessoas ficam nas redes sociais durante horas por dia, né? 2, 3 horas por dia. E todas as redes sociais, se a gente pegar TikTok, Instagram, Facebook, YouTube, eh, todas as redes sociais, de uma maneira geral, elas têm curtado o tempo do vídeo, né? Tá todo mundo vendo só vídeo, né? Em todas as redes sociais parece que viralizou, é só vídeo e vídeos curtos que passam, né? Até por um problema de monetização e tudo isso, os vídeos estão ficando cada vez mais curtos para que a pessoa assista o vídeo completo. Só que o que que isso causa de ruim pra gente? O vídeo a gente tá treinando o nosso cérebro a não prestar atenção se o assunto demorar mais do que um minuto, né? E a gente fica naquele movimento de tela só fazendo assim. Passa um videozinho de 1 minuto, 50 segundos, a gente já vai para outro, mais 40 segundos, a gente vai para outro, mais um minuto a gente vai pro outro. Isso a gente fica nesse nesse vício 1 hora, 2 horas por dia. E como a gente comentou logo no começo do programa, o nosso cérebro ele é muito adaptável. ele se adapta muito facilmente a todas as nossas realidades. Então, a gente tá treinando o nosso cérebro a não prestar atenção, né? E isso é extremamente prejudicial. A atenção, ela é fundamental pra gente disparar o funcionamento da memória de trabalho. E toda vez que a gente não presta atenção, a gente não aciona a memória de trabalho. Ou se a gente presta atenção por uma por um tempo extremamente curto, a nossa memória de trabalho ela não é ativada. Ela começa a ser ativada, de repente para. né? E a memória de trabalho é aquela parte do cérebro, fica no corttex préfrontal e a parte do cérebro que ela vai desenvolver eh e aumentar a nossa capacidade de processamento de dados, a nossa velocidade de processamento de dados, eh o nosso raciocínio lógico, tudo isso é é responsável, a memória de trabalho é responsável por tudo isso. Então, se a gente não estimula essa memória de trabalho, a gente vai diminuindo e encurtando essas nossas capacidades. E o que que a gente tá fazendo com o uso constante de telas, né, de uma maneira não tão boa? A gente tá treinando o nosso cérebro a diminuir a nossa memória de trabalho, né? Diminuir, entre aspas, aí a nossa memória de trabalho. Então isso é extremamente prejudicial, né? E que não é bom. Você comentou também do chat GPT e eu lembro de uma de um estudo que foi feito pela Natália Cosmina do MIT que ela usou, ela pegou dois grupos de pessoas e deu uma atividade que era elaborar uma redação. Um determinado grupo fez essa redação utilizando o chat GPT e o outro grupo não. E ela mediu isso através de eletroencefalografia para verificar exatamente a atividade cerebral dos dois grupos e constatou, não desculpa. e constatou que as pessoas que utilizaram o chat GPT tiveram menos atividade cerebral. Uhum. Então, na verdade, a gente tá estimulando menos a criatividade, a linguagem, toda essa habilidade que é necessária paraa elaboração de uma redação, a gente tá utilizando menos do que uma pessoa que não tá utilizando essa técnica para para elaborar a redação. Isso prova mais uma vez que essa conta vai chegar no futuro. Toda vez que a gente estimula menos o cérebro, o cérebro ele se acostuma a não ser utilizado, né? E daí depois pra gente tirar essa zona de conforto, tirar esse cérebro dessa dessa mesmice, dessa dessa calmaria e colocar ele em atividade, vai gastar muito mais tempo, muito mais esforço. Eh, então assim, as tecnologias são excelentes. A gente pode estar utilizando as tecnologias a nosso favor, só que a gente tem que tomar alguns cuidados para não virar refém das tecnologias, né? a gente utilizar o chat GPT para aumentar a nossa produtividade, para tá fazendo mais coisas é ótimo, só que a gente não pode ficar viciado na utilização delas e e isso vai fazer com que o nosso cérebro fique cada vez menos ativo, né? E essa conta vai chegar, né? Hoje as pessoas normais que utilizam esse chat GPT, tão numa faixa etária aí de uma população ativa até uns 50 anos, depois elas vão se aposentar e o que que vai acontecer? E a longevidade aqui, não só no Brasil, mas no mundo, ela tá ficando cada vez mais e e mais intensa. Pessoas que morriam antigamente com 60 anos, hoje morrem com 80, com 90, com 100 anos. Então essa essa longevidade é um fato. E tá cada e cada ano que passa essa longevidade aumenta, né? E se a gente não prestar atenção com o que a gente faz com o nosso cérebro agora, como é que ele vai chegar quando a gente tiver 70, 80, 90, 100, 110 anos, né? Então assim, isso é muito importante a gente saber o como tá utilizando o cérebro, como tá estimulando o cérebro, até pra gente ter uma reserva, até pra gente ter mais músculos, pra gente conseguir envelhecer bem, né? Conseguir manter a qualidade de vida na terceira idade. Isso também é muito importante, importantíssimo, né? Quando a gente fala de de cérebro, de de pensamento, né? De mente. Você já parou para pensar eh sobre isso? Às vezes é tudo tão natural, é igual respirar, a gente às vezes nem para ver que a gente respira, né, e nós respiramos. Você só vai perceber a importância da respiração quando você não conseguir respirar. E é a mesma coisa da nossa mente, é a mesma coisa do nosso cérebro. a gente precisa estar com o nosso cérebro ativo. E como o Fábio falou, né, todas as tecnologias é tudo muito bom, porque eh nos ajuda a a dinamizar o nosso dia, mas a gente precisa manter o nosso cérebro ativo, gente. Eh, essa questão de aptidão mental, né, ela influencia no aprendizado, na capacidade cognitiva das das pessoas, como que como que funciona? Tem gente que eh é mais inteligente que a outra. Eh, existe isso mesmo ou é a questão do exercício? É a questão do treinamento, é a questão da informação que você leva ao seu cérebro, do estudo, né, do do movimento que você dá eh eh pro seu cérebro que que te de repente te diferencia das outras pessoas. Ah, bacana. Olha, é claro que existe uma influência genética, né? Sim. Eh, e mas existe também a influência comportamental, né? Eh, a população hoje do mundo tá em torno de 8 bilhões de pessoas e cada um é diferente do outro. Cada um tem uma constituição, né, genética diferente do outro. E e da mesma maneira com que a gente vai para uma academia, né, e treina o corpo, mas nem todo mundo vira um Arnold Schuasnego, né, eh, existe a mesma coisa com com a parte cerebral. a gente vai desenvolvendo a parte cerebral, mas principalmente partindo do pressuposto de quem nós somos, né? Nós somos como pessoa. Então a gente desenvolve eh realmente é possível desenvolver, com certeza, né? E isso, esse desenvolvimento não acontece em uma fase da vida, acontece desde que a gente nasce, né? Todas as experiências que a gente vem acumulando durante a nossa vida ajudam a fomentar e a desenvolver as nossas habilidades. Eh, e essas experiências elas auxiliam demais. E o treino, a disciplina, né, a estimulação, a gente se mantendo dedicado, se esforçando em determinadas áreas, a gente vai melhorando cada vez mais, né? Então assim, essa melhora vale muito mais do esforço individual de cada um, né, no desempenho das atividades, na disciplina e no treino. Muito bem. Você sabe que eu tava eh pesquisando sobre vocês, né, os nossos professores do cérebro. Eh, uma criança de 5 anos, ela já pode começar a fazer uma ginástica cerebral. Isso vai influenciar no adulto que ele vai se tornar. É, é isso mesmo. A partir de 5 anos já pode, já tem eh eh movimentos aí que estimulam o cérebro e vão fazer a diferença lá na frente. Olha, já tem eh nós na nossa unidade, nós começamos com 6 anos de idade, quando a criança já tá em processo de formação, de de aprendizado, né, de leitura e escrita, né, nesse processo de alfabetização. E e nessa faixa etária é muito interessante por é uma faixa etária onde o cérebro tá em pleno desenvolvimento e ele tem uma neuroplasticidade gigante. A neuroplasticidade nessa faixa etária até os 10, 12 anos, ela é muito grande. Então ela responde muito rapidamente a qualquer estímulo que a gente dá. Uhum. No supera, a gente trabalha muito a parte e estimula eh não só uma determinada habilidade, a gente trabalha com estímulos muito variados que vão estimular foco, atenção, memória, raciocínio lógico, linguagem, comunicação, criatividade, visão espacial. Então, a gente trabalha com uma gama muito diversificadas de de habilidades que vão ser desenvolvidas e isso vai fazer com que o cérebro da criança crie um potencial muito grande. Então, começar, quanto mais cedo a gente começa, melhor é, né? Então, crianças nessa faixa etária que são eh começam a vivenciar eh o superamo, começam a vivenciar uma estimulação cognitiva, né, que tem uma metodologia, que tem uma um começo, meio, enfim, ela é muito boa porque realmente vai potencializar demais. Só que a estimulação cognitiva não tá limitada para crianças, né? A gente trabalha com crianças, a gente trabalha com adolescentes, com adulto e com o pessoal da terceira idade. Para todas as faixas etárias, a gente precisa estimular o cérebro. É claro que em cada faixa etária, esse estímulo vai trazer um benefício diferente, né? Crianças, por exemplo, a gente consegue potencializar muito todas as habilidades, desenvolver isso eh muito fortemente. Pros adultos, esse desenvolvimento vai começar a repercutir na sua vida profissional. Então, a gente começa a tá pensando de uma maneira diferente, desenvolvendo pensamento lateral, desenvolvendo e elaborando estratégias mais disruptivas, né? É o pensar fora da caixa, né? Que a gente diz aí no no jargão popular. Isso vai fazer com que a pessoa realmente tenha uma progressão na carreira muito grande, né? E as pessoas de 60 a mais começam a desenvolver mais memória, foco, atenção, né? para manter uma qualidade de vida muito melhor no futuro. Então assim, para cada faixa etária, estimulação cognitiva tem um benefício próprio, mas esse benefício ele ele é específico para cada faixa etária e mantém o foco principal da gente ter uma qualidade de vida melhor, da gente se desenvolver e viver melhor, viver bem. Muito bem. Olha só, Fábio ensinando a gente, né? Adin tá falando muito aqui, mas é porque ele tem toda a informação. Eu tô aqui curiosíssima, né? E tô aprendendo muito no programa de hoje, assim como todos os outros programas. A gente tá falando hoje sobre a ginástica cerebral, se é possível, como faz, o que acontece, por isso é tão importante, né, para para o desenvolvimento do nosso dia a dia. E a gente percebeu aqui que uma criança desde os 6 anos, ela já pode passar por essa eh esse exercício cerebral e que vai sim refletir eh lá na frente e não só criança, né? importante a gente salientar eh os nossos idosos, o pessoal 60, 70, 80 a mais que também tem feito muita ginástica cerebral. E isso é muito importante porque, eh, a gente pode falar que essa ginástica cerebral, ela é até uma forma de prevenção contra o Alzheimer, não é? Com certeza. Com certeza. Existem estudos que verificaram que quem mantém uma estimulação cognitiva intensa, disciplinada, regular, né, consegue eh postergar o Alzheimer em até 5 anos. Uau! Né? Então assim, ela é muito muito importante. Eh, foi feito um outro estudo aqui na no no Brasil, na América Latina, de uma maneira geral, que comentou que 54% dos casos de Alzheimer são evitáveis. Olha só. Então assim, se a gente pensar bem e falar assim, e são evitáveis por quê? Porque vem, são provenientes de aspectos comportamentais, né, que a gente pode tá trabalhando exatamente para evitar essa doença no futuro, né? Como a Organização Mundial da Saúde, ela ela comenta, né? No século XX, a doença do século era o diabetes. Sim, né? E ela já falou que no século XX a doença do século são as demências. O Alzheimer é um tipo de demência, né? E e realmente é o que mais vai atingir a população nesse século. A população tá vivendo mais, a gente tá ficando mais longevo. Uhum. E isso realmente é uma é uma é um dado assustador, né? Eh, porque se a gente não se prevenir, não adianta a gente viver muito se a gente vai viver mal, né? É importante a gente viver muito, mas viver bem. E e se precaver, né? Trabalhar exatamente na prevenção é a melhor solução, porque vai custar menos e vai gerar realmente um futuro muito melhor, uma melhor qualidade de vida, não é? É. E e essa questão do Alzheimer muito preocupa, porque como você disse, né, nós estamos vivendo mais. E aí se a gente vivendo mais e com a questão da tecnologia, né, também que vai nos dar o conforto, eh cerebral, o conforto pro nosso cérebro e que vai fazer com que o nosso cérebro trabalhe e cada vez menos, porque a tecnologia ela vai nos confortando, ela vai fazendo as coisas pra gente e vai chegar um momento em que eh vai te dar um colapso, tipo assim, você não vai lembrar, você não vai conseguir fazer uma conta, você por quê? Porque você tá acostumado, o seu cérebro ele se acostumou com o mais fácil, não é? E a gente precisa, porque nós estamos vivendo mais, então a gente precisa fazer esse exercício pro nosso cérebro. E é importante e agora 8:40 é importante você explicar pra gente eh como que a gente turbina o nosso cérebro no dia a dia, como que a gente pode fazer exercício. Quem não conhece o exercício do cérebro vai perguntar assim: "Pode, mas como é que eu vou fazer exercício do cérebro no exercício do corpo? Eu sei como faz agora o cérebro, eu preciso de um espaço, eu preciso ligar uma música, eu preciso fazer o quê, né? Eh, uma base assim, no que consiste essa esse exercício eh eh cerebral. Bacana. Tem três princípios básicos que a gente segue. O primeiro eh é da novidade. Toda vez que a gente se defronta com uma coisa nova, ou seja, que a gente não tem nenhum conhecimento prévio para resolver aquela questão, é uma atividade totalmente nova. O nosso cérebro vai ter que parar e vai ter que gastar energia para pensar e tentar resolver aquele desafio. Por isso que é muito importante a gente trabalhar com novidades, porque as novidades vão desafiar o nosso cérebro, vai tirar ele daquela tal zona de conforto, vai fazer com que ele realmente trabalhe e gaste aquela energia que a gente comentou aqui no começo. Isso é muito importante. Daí quando a gente desvenda do mistério, quando a gente resolve aquela novidade, a gente vai ter que fazer uma variação dela. Para quê? para ainda manter aquele caráter desafiador, para ainda manter aquele caráter de novidade e estimular o cérebro a pensar. Quando o cérebro pega o padrão de variação, então vamos imaginar, a gente tá fazendo uma atividade A, daí a gente faz uma atividade B, daí a gente faz uma atividade C, o cérebro fala: "Ah, a próxima é atividade a D, ou seja, acabou o desafio, acabou a, né, a gente vai ter que daí estimular de uma outra maneira e a gente vai aumentando o grau de dificuldade. Então, a gente vai deixando o exercício mais difícil, mais difícil, mais difícil, mais difícil, até que chegue um determinado momento que eu vou ter que apresentar uma outra novidade. Uhum. Uhum. É dessa maneira que o supera trabalha nesse ciclo, sempre de trabalhando uma novidade, uma variação daquela novidade e aumentando o grau de dificuldade, voltando nesse ciclo. Então, na verdade ele é um ciclo que a gente chama um ciclo de desenvolvimento contínuo do nosso cérebro. E para isso, a, a gente, eh, no supero a gente é totalmente baseado em neurociência, então a gente desenvolve, né, o a as novidades são neurocientistas que elaboram todos os exercícios, eh, a, o nosso material, que a gente realmente consegue tá fazendo exercícios para estimular as várias habilidades que a gente tem. E com isso a gente consegue ter um estímulo cognitivo e um estímulo socioemocional. Como a gente comentou aqui, as emoções elas são muito importantes, elas afetam demais nós como seres humanos. Então é importante a gente saber tratar essas emoções, né? Melhorar o autoconhecimento, melhorar a autodisciplina, melhorar a autoestima, né? A resiliência, a tolerância, as frustrações, tudo isso é importante pra gente viver um mundo melhor, né? nos nos colocar aqui no mundo e viver dentro dele de uma forma muito mais agradável e melhor e também fazer toda uma estimulação cognitiva para est melhorando foco, memória, atenção. E para isso a gente tem seis ferramentas no supera que nos auxiliam nesse desenvolvimento de todas essas habilidades. Uhum. Muito bom. E a gente tem o ábaco, que é um puxa, eu não trouxe o ábaco aqui para te mostrar, mas não tem problema. A gente pesquisa lá depois, acessa e descobre. Ou então vai lá e e começa a fazer isso. Mas me conta, vai lá. O ábaco, na verdade, ele é um instrumento de cálculo, né? Ah, sim. E a gente faz, fazendo contas com ábaco, a gente consegue tá estimulando o nosso cérebro e ativando muito mais a memória de trabalho. Aquilo que a rede social destrói, o rábaco constrói, né? Então assim, fazendo e executando o ábaco com frequência, a gente consegue construir uma memória de trabalho, né? Eu sempre costumo brincar que essa memória de trabalho, se a gente comparar essa memória de trabalho com um computador, é como se a memória de trabalho fosse a o processador mais a memória RAM do computador. Então, ou seja, se a gente consegue desenvolver mais a memória de trabalho, eu consigo melhorar a minha capacidade de processamento de dados, melhorar a minha velocidade de processamento de dados, meu raciocínio lógico e tudo isso. Então essa ferramenta ele promove exatamente esse desenvolvimento do da memória de trabalho. Muito e a gente tem várias outras ferramentas no super. A gente tem eh as apostilas, né, que são vários exercícios cognitivos, mas a gente também tem neuróbicas, jogos, eh dinâmicas. Eh a gente tem até um aplicativo, a gente usa a tecnologia também a nosso favor. tem um aplicativo exatamente para que é um joguinho, um aplicativo de jogo, mas ele não é um jogo normal, ele é um jogo para estimular memória, estimular raciocínio, linguagem, eh visão espacial, criatividade. Então, em cada uma dessas áreas da neurociência, a gente tem muitos joguinhos que, a prática desses joguinhos vão fazer com que a gente estimule cada vez mais o nosso cérebro. Muito bom. Vale a pena salientar que são jogos específicos, tá bom, gente? Porque nós temos também essa questão, né, da rede social, nós temos a questão da internet, nós temos a questão da galerinha que fica presa nos jogos, né, e aí de repente fala assim: "Ah, eu tô aqui jogando esse joguinho". Ah, não, mas isso aqui é bom para eh eh ativar o meu cérebro e tal. Tem que tomar cuidado também com esses jogos, tá certo? E que legal, você que tá acompanhando a gente, pode mandar sua pergunta, tá? Nós vamos conversar com você daqui a pouquinho, agora 8:46. O programa de hoje tá bem interessante, assim como todos os outros, mas hoje a gente tá falando de treinamento mental. Como é que a gente faz para manter a nossa mente ativa, né? tem técnica, tem habilidade e tem estímulos que a gente eh eh consegue fazer para ajudar o nosso foco, para ajudar na saúde da nossa memória, assim como tem também a alimentação específica, né, que a gente eh faz para que a gente possa ter aí o nosso cérebro bem alimentado e reforçando eh para que a gente possa ter uma saúde cerebral é boa, a gente precisa de descanso. né? A gente precisa de dormir bem. Então, olha só como como linca, né? Como faz link com todos os outros programas que a gente os outros temas que a gente vem trazendo aqui no estúdio Câmara. É muito importante a gente falar sobre isso hoje, porque acredito que nós já estamos aí já em setembro, então acredito que esteja já estamos numa numa ansiedade já pro final do ano, né? E isso também influencia na nossa saúde mental. a gente precisa aprender a dar uma uma acalmada, uma tranquilizada, porque o final de ano também traz aí toda essa pressão e essa pressão ela tem influência no nosso pensar, no nosso cognitivo, na nossa mente e na nossa saúde cerebral. Tem ou não tem? Tem, com certeza. Com certeza. Por isso que é importante as férias, o descanso, né, o sono, tudo isso é importante pra gente realmente revitalizar, né, recarregar as baterias pra gente tá bem pro outro dia. Quando a gente não recarrega a bateria, a gente não vai funcionar, né, com 100% de energia. A gente vai funcionar ali com meia carga, né, como diz oão popular. Agora, eh, os joguinhos, né? Me conta uma coisa, eh esses joguinhos que a gente vê no celular, que as crianças jogam e adultos também jogam e eles falam, né? Quem joga, eu não não jogo joguinho de celular, mas eh tem pessoas que conheço que dizem que estimula, né, o cérebro, estimula mesmo, faz bem mesmo, até que ponto isso é bom. Ah, bacana. Olha, existem jogos e jogos, né? Existem jogos que são viciantes, que daí isso também não é bom, né? nos supera os jogos que que nós utilizamos. É, inclusive é uma das ferramentas e a gente utiliza jogos de uma maneira muito diversificada e cada jogo para estimular uma habilidade diferente. Então vai ter jogo para estimular memória, outro para estimular foco e concentração, outro para estimular raciocínio lógico, outro para estimular estratégia, comunicação, criatividade. Então, eh, o que a gente faz lá é tá utilizando uma diversificação muito grande de jogos e não ficar concentrado num único tipo de joguinho, porque isso pode fazer que a gente desenvolva uma determinada habilidade, mas também pode ter outros prejuízos, né? Então, é importante a gente tá sempre num equilíbrio, né? Como a gente comentou aqui da ferramenta, né? Os jogos eles são uma ferramenta, mas a gente tem que saber utilizá-los. Muito bom. Jogo de memória. Quem é que nunca jogou, né? Jogo de memória, xadrez. Faz quanto tempo que você não joga aí um jogo de xadrez? Eu vou confessar, não sei jogar, não sei jogar xadrez. Tentei aprender algumas vezes, mas aí o meu cérebro foi para a zona de conforto e eu não aprendi. Mas, né, sempre há tempo, porque o xadrez é um dos jogos indicados pra gente fazer aí essa essa ginástica cerebral, não é? Sim, exatamente. Exatamente. E como você comentou, né, o xadrez às vezes ele é difícil de aprender, né? ter uma barreira de entrada aí grande, porque cada peça se movimenta com de uma maneira diferente. A gente vai ter que primeiro entender a movimentação de todas as peças, depois entrar na estratégia e tudo isso. E no super a gente faz utilização de outros jogos também que estimulam a estratégia, que estimulam o raciocínio lógico, mas que são mais fáceis de aprender. E então assim, jogos diversificados e eh que realmente tem uma uma dinâmica mais fácil, só com uma estratégia mais complexa. Isso vai fazer com que a gente aprenda rápido e comece a a desenvolver a estratégia para para para tá realmente estimulando e e e o desenvolvimento dela. Muito bem. Produção tá avisando que a gente tem perguntas, mas antes tem uma pergunta minha particular para você. Estamos judiando de você grande, né? É. O seguinte, pode tomar sua água, fique à vontade. Gente, eu vou falar, eu fiz jornalismo e assim, a economia para mim é algo muito desafiador. Trabalhar com números para mim é desafiador demais. Quem me conhece sabe, às vezes eu falo brincando com um colega assim, né? Preciso fazer uma conta e tal. Aí eu já a questão do ol, agora eu descobri o que que é. é a zona de conforto do meu cérebro, que ele não tá a fim de desenvolver uma conta da ele fala pro colega assim: "Ah, eu sou ruim matemática, faz você", né? O que que acontece? Porque tem gente que tem dificuldade com números, né? E quem tem dificuldade com números hoje, se a gente começa a estimular a trabalhar o nosso cérebro, essa dificuldade ela vai minimizar ou tem alguma coisa aí que, tipo, você não sabe, não sabe mesmo? A matemática me persegue e eu tenho problema com ela. Então, não só eu, mas eu acho que várias pessoas aí, né, que que tentam entender, mas que às vezes tem uma grande dificuldade. E no português, sou boou história, vamos embora, né? Vamos criar, vamos produzir. Agora chegou na hora de contar, meu amigo, o cerebrinho entra numa zona de conforto e ele fala, pede pro amiguinho contar para você o que que acontece. Olha, eh, isso é bem, eh, é até bastante lúdica, né, a maneira com que você comentou. Eh, mas acontece o seguinte, se a gente não tem nenhum problema congênito, nenhuma anomalia, por exemplo, uma descalculia ou alguma coisa assim, que realmente daí é um aspecto congênito que vai impedir um desenvolvimento um pouco mais apurado naquela naquela determinada atividade, eh, a gente consegue desenvolver. E e aí o que existe é alguns bloqueios e algumas experiências passadas que ajudam a reforçar esse bloqueio. Então vamos imaginar que você teve uma experiência ruim com matemática quando era criança, com algum professor ou com coleguinhas de classe ou alguma coisa assim, o teu cérebro já registrou aquela experiência como uma atividade ruim. Então toda vez que você for fazer alguma matemática, você vai lembrar daquela atividade ruim e vai te travar um pouco, né? Então, assim, muitas vezes, eh, os receios que a gente tem, a falta de habilidade, na verdade, são, eh, diria aí, sabotadores do nosso próprio cérebro pelas experiências anteriores que a gente viveu, que vai fazer com que a gente não queira fazer aquilo. Só que o oposto também é verdadeiro, né? Se a gente começa a fazer uma conta, a gente é elogiado, a gente recebe um estímulo positivo de um colega, de um professor, de uma coisa, a gente vai gostar daquela atividade, vai fazer de novo. Daí a gente recebe outro estímulo positivo, a gente vai gostar daquilo, vai fazendo de novo. Então a gente vai ficando cada vez melhor, porque essa construção de você eh ficar bom em matemática ou ficar bom, depende muito de quanto que você treina, né? E o estímulo que você recebe quando você treina, apresenta um resultado. Qual que é o estímulo que o teu, que que você tá recebendo e que e que na verdade o teu cérebro vai est recebendo esse estímulo e vai est potencializando ou freando, né, a tua atividade naquilo. Porque daí o que que ele vai associar? Ah, não, não vamos fazer matemática, senão você vai ser criticado pelo amiguinho. E daí começa os bloqueios, começa todo tudo os limitadores, né, que a gente tem. Então assim, é é importante a gente desbloquear esses limitadores, né, e começar a a ter alguma atividade constante e uma atividade que a gente tem algum reforço positivo naquela determinada habilidade que a gente tá desenvolvendo pra gente desbloquear isso e avançar e avançar. Que interessante, que legal. E você vê, né, a psicologia traz pra gente a as crenças que limitam, né, as crenças que que que acabam travando, né? Então é a mesma coisa da matemática, né? Aconteceu alguma coisa lá na terceira, quarta série e aí você trouxe paraa vida e acaba te limitando. Bom saber disso. Agora, eh, tira uma curiosidade nossa, minha também, e do pessoal que tá em casa. Tem bastante gente que tem problema com matemática, chega para vocês lá para poder fazer uma ginástica do cérebro e aí fala assim: "Poxa vida, eu tenho dificuldade com números." Olha, tem tem bastante gente eh e tem pessoas que chegam assim da com as mais diversas necessidades, né? Algumas eh algumas com matemática, outras com linguagem, outras com socialização, outras com eh a pavor de se exposto, de exposição. Eh, e a gente ajuda todas elas, inclusive as pessoas assim que não t nenhuma restrição, mas que realmente gostariam de se desenvolver, né? desenvolver cada vez mais, potencializar, melhorar a sua performance, melhorar o que a gente chama de reserva cognitiva, né, que vai ser muito importante depois no futuro. Então, eh, o super ele consegue ajudar todo mundo. Supera, né? É isso. A gente vai superando os nossos di e vamos melhorando, né, a nossa saúde mental. Isso é muito bom. 8:56. Produção, pode colocar as perguntas aqui, por gentileza e vamos ver que que o pessoal tá querendo saber referente ao nosso nosso cérebro, né? A Camila Ferreira do Jardim Nova Europa, ela diz assim: "Na prática, como que funciona o encontro no supera? É mais parecido com uma aula tradicional da escola ou com exercícios ou com exercícios de academia?" Bacana. Bom, a academia que a gente faz o super é pro célebro, né? Então a gente não trabalha, a gente não passa nada de conteúdo. Então não supera, você não vai estudar matemática, geografia, história, português, absolutamente nada disso. O único conteúdo que a gente passa é um pouquinho de neurociência, né? São pírulas de neurociência, 5, 10 minutinhos da aula, que é mais para matar a curiosidade de como que o nosso cérebro funciona, né? E o resto é estimulação, é desenvolvimento, é desafios que a gente vai tá colocando lá para realmente desenvolver todas essas outras habilidades, né? a gente se baseia bastante em neuróbicas, em jogos, em dinâmicas, em apostilas e e no soruban também, que é o nosso ábaco que a gente desenvolve. Então, é desse jeito que a gente estimula. Poxa vida, que legal, né? E você tem estimulado seu cérebro, né? Que que você fez hoje para estimular seu cerebrinho? É, nós precisamos que ele esteja muito bem, funcionando perfeitamente para que a gente possa e exercer aí as nossas atividades, né, as nossas funções diárias. Vamos lá. 8:57 pode mandar mais, produção, se tiver mais pergunta, por gentileza. A Patrícia Souza do Jardim Proença. É verdade que mudar rotinas simples, como usar caminhos diferentes para ir ao trabalho, estimula áreas diferentes do nosso cérebro. Então você sabe que eh é interessante isso porque você falou que o nosso cérebro gosta de coisa nova, né? Ele fica feliz com coisas novas. Isso pode ser eh mudar a rotina, pode ser algo que deixa o nosso cérebro mais animado. É isso. Exatamente. Inclusive é uma das ferramentas do super que a gente chama de neuróbicas, né? Da gente fazer as atividades normais do dia a dia, só que de uma maneira diferente, né? Então assim, como ela falou, vou mudar a rotina, eu vou levar meu filho pra escola, sempre pelo mesmo caminho, né? Onde eu conheço todos os buracos e tal, posso estar dormindo que eu chego lá no lugar, né? Isso faz com que a gente não ative o cérebro. Agora eu vou desligar o GPS, vou fazer um caminho totalmente diferente, eu vou manter minha minha atenção, meu foco, minha concentração muito muito mais ativada durante aquele percurso. Isso vai fazer com que eu estimule o meu cérebro, né? E atividades simples que a gente pode fazer em casa, no dia a dia, né? Por exemplo, eh, eu vou tomar uma refeição, toma uma refeição de olhos vendados para você desenvolver outras habilidades, estimular os outros sentidos do nosso corpo, né? Vou escovar os dentes com a mão não dominante, né? Eu vou fazer algumas atividades assim que realmente vão estimular outras partes do corpo que realmente estão um pouco mais adormecidas ali. Então isso é importante e isso ajuda também a desenvolver. Olha só que legal. Você que escreve com a mão direita, tenta aí escrever com a mão esquerda, já tá estimulando o cérebro, tá vendo? São eh detalhes, né? movimentos do nosso dia a dia que nós temos, que que a gente faz sem perceber e que às vezes se a gente der uma atenção especial, a gente acaba estimulando o nosso cérebro. Vamos lá. 8:59, pode mandar mais uma, acho que tem mais algumas, a gente consegue eh responder mais uns três eh eh telespectadores e daí a gente já vai para as considerações finais, tá? André Souza Barão Geraldo. Até que ponto a falta de sono afeta a nossa capacidade de concentração de memória? Quem dorme mal por anos pode ter sequelas irreversíveis? É, por anos. É, faz a gente parar para pensar. Coisas que a gente nem pensa também, né? É verdade. É verdade. Olha, a conta uma hora chega, né? É, não tem jeito. E por isso que é importante, se a gente tá dormindo mal, procure um especialista do sono, porque ele vai poder te ajudar a identificar qual é a fase do sono que não tá sendo completada, como que ele pode e o que que você pode fazer para est melhorando essa qualidade do sono, porque realmente quem não dorme mal é que nem assim um celular, né? pega um celular, a gente vai carregar na bateria e a gente não carrega a bateria completa, a gente faz um carregamento mal feito dessa bateria e tal, ela vai não vai est funcionando bem depois, né? Da mesma maneira é o nosso corpo. A gente, o sono ele é muito importante para recompor, né, todas as energias, reconstruir toda a parte que a gente vem se desgastando durante o dia a dia. É importante a gente ter uma recomposição completa, né? Uma hora conta chega. Se a gente não faz isso bem feito, a gente vai ser cobrado no futuro, né? Por isso que quem tem problemas de sono, apneia ou qual que seja o problema que tenha, é importante procurar um especialista e resolver isso. Hoje com a tecnologia, a gente tem muitas, eu acho que muito mais opções para tá eh cuidando do nosso sono e depois da nossa qualidade de vida, que que vai ser fundamental. Então, o nosso conselho aqui realmente é procure um especialista do sono, porque isso vai te cobrar uma conta muito cara no futuro. É verdade. Se a gente parar para pensar, eh, quem eh a gente precisa dormir aí entre 7 e 8 horas, né, ininterruptas e quem é que consegue fazer isso? E aí, se a gente para e analisa, eh, se a gente dorme pelo menos de 7 a 8 horas, eh, é um terço da nossa vida que a gente passa dormindo. E aí quando a gente olha a pergunta da nossa telespectadora ali e fala, né, eh, pessoas que não dormem bem, mas é com um frequência, né, de não dormir. E vamos fazer um cálculo rápido aqui, um sobor de cálculo. Mas se uma pessoa tem 60 anos, ela passou 20 anos da vida dela, entre aspas, dormindo. Então isso faz a gente parar para analisar a importância de ter uma qualidade de sono. E aí a qualidade de sono, a gente precisa eh eh fazer aí uma faxina na nossa mente, no nosso cérebro, paraa gente poder ter essa qualidade. Então tá tudo muito interligado, né? E quando a gente para para analisar o tanto que a gente passa eh dormindo nessa nossa vida, a gente entende a importância da nossa saúde mental. Eh, tudo interligado, não é? Então, é por isso que a gente tá falando aqui sobre ginástica do cérebro. Vamos lá escrever com a mão esquerda hoje, hein? Fazer aí um exercício. Eu vou tentar, acabo dando risada porque nunca consigo, mas saiam uns rabiscos, né? E se a gente tentar e ficar fazendo, a gente vai conseguir fazer uma letrinha mais bonitinha com a gente é aí, tá vendo, ó? E do mesmo jeito, se você escreve com a mão canhota, tenta fazer com a mão direita, que a gente vai eh trabalhando o o nosso cognitivo, o nosso cérebro. Por isso é muito bom. 93. Vamos lá, mais uma produção. Manda pra gente. A Tatiane Oliveira do Flamã. Atividades sociais como conversar ou conviver em grupo também ajudam a exercitar o cérebro ou não tem grande efeito cognitivo? Tem sim, tem uma influência muito forte, né? Nós somos animais sociais, então a convivência social ela muito importante. Veja a pandemia que a gente passou não faz muito tempo, né? que teve um isolamento social muito grande e isso eh desenfriou uma série de problemas, né, eh com todo mundo. Então, a atividade social ela realmente ela é fundamental e faz com que eu trabalhe melhor meu lado cognitivo. Aliás, tá tudo interligado, né? As nossas emoções e o nosso lado cognitivo, ele tá muito muito interligado, né? Se a gente cuida bem, né, da das nossas emoções, da nossa socialização, a gente vai desenvolver o nosso lado cognitivo de uma melhor performance. Muito bem. Dá tempo para mais uma? Já podemos encerrar. Produção, me avisa a direção aí que eu vou só seguindo a orientação de vocês, tá bom? Se der tempo para mais uma, coloca a última. Isso. Rogério Batista do Cambui, bom dia. Obrigada pela sua participação. Esquecer compromissos simples, como pagar contas, pode ser só distração ou já pode indicar algum problema neurológico que merece atenção? Ô, Rogério, obrigada pela lembrança. Eu esqueci de perguntar pro Fábio se esquecer também faz parte desse nosso dia a dia. E como é que a gente faz para melhorar esses esquecimentos, né? Agora, ô, ô, Rogério, você esqueceu de pagar conta, hein? Fala sério, né? Vamos, respondeu o Rogério Fábio. A gente não vai ter legal. Pode esquecer de pagar conta não, hein, Rogério. Mas bacana. Olha, gente, existe os dois casos. Existe os casos em que alguns esquecimentos pode sim dar alguns indícios de algum de algum problema neurológico que venha a se desenvolver, né? Então, é sempre a gente tem que tá analisando de que momento na vida que a gente tá. Agora, pode acontecer que a gente esteja totalmente sobrecarregado de coisas, né, fazendo 200 bilhões de coisas ao mesmo tempo, com estress muito forte e tudo, com uma descarga de cortisol muito grande do nosso do nosso corpo, que daí vai provocar um determinado lapso de memória, que não é exatamente um problema eh neurológico que vai se desenvolver, e sim um problema momentâneo daquele daquele momento de stress muito alto que a gente esteja vivendo. Então, pode ser as duas coisas, né? E a gente aconselha aí, procure sempre um especialista, né? E sempre fique atento aos sinais que o seu corpo dá. Porque como quando você começa a esquecer algumas coisas, né? E principalmente o pessoal com um pouco mais de idade, né? Naquela terceira idade com 70, 75 anos, fala: "Ah, não, eu tô esquecendo, mas é normal da idade". Gente, não é, né? Não é normal da idade. Lembre-se, a long a expectativa de vida tá aumentando cada vez mais, então a gente vai viver muito mais. A gente não pode nos permitir de viver com uma qualidade ruim, viver com uma memória, viver esquecendo as coisas. Puxa, como é que era o nome do meu neto, como é que era o nome disso? Esqueci de pagar a conta. Eh, não é normal. Então, existe um declínio, né, cognitivo, principalmente performado, não só pela idade, mas principalmente pelos nossos hábitos do dia a dia, mas que é possível reverter, né? E isso, gente, pode até ser um precursor, um chamativo, um lembrete para problemas muito mais sérios, como doenças neurodegenerativas. Lembre-se que eu citei aqui um dado importante que 50% das doenças neurodegenerativas elas são evitáveis quando a gente presta atenção nesses sinais. Então, prestar atenção. Olha, eu tô esquecendo onde é que eu deixei a chave do carro. Nossa, deixei a panela ligada no fogo. Esse tipo de coisinha ele é muito importante. É um lembrete pra gente falar: "Poxa, gente, eu preciso fazer alguma coisa porque não é normal isso. Não é da idade, não é normal". Então, procure um especialista para você tá melhorando essa questão, porque realmente vai valer a pena para você ter uma qualidade de vida nos próximos 30, 40 anos que você tá vivendo. Maravilhoso. Fábio Luiz de Campos Bacile, né? Nosso professor aqui da ginástica do cérebro hoje, explicando pra gente eh como é importante e como a gente deve fazer pra gente movimentar o nosso cérebro. O seu cérebro tem sido movimentado, tá trabalhando direitinho? Tem certeza que sim? Ou você está acostumada e vivendo em uma zona de conforto? A gente precisa nos atentar. E a gente aprendeu hoje que o nosso cérebro gosta de novidades. Então, de repente na hora de ir embora vai por outro caminho. Vamos estimular esse nosso cérebro aí. Eu só quero agradecer você, Fábio, pelo ensinamento, né, pela eh pelas informações tão precisas e e que a gente vai levar sim pro nosso dia. Pode ter certeza que a gente conseguiu atingir alguém que tá em casa eh quando a gente fala da importância de manter o nosso cérebro em bom funcionamento. Muito obrigada pela sua participação. Olha, eu que agradeço. Agradeço a você, agradeço a produção e todos os telespectadores também. Maravilha. Olha só, gente, a gente agradece a sua audiência, a sua companhia e você aí de casa, aproveite as dicas, comece hoje mesmo a sua ginástica cerebral, tá bom? E amanhã nós temos mais uma edição do nosso estúdio Câmara ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. E amanhã, gente, nós vamos trazer um tema interessante que mexe com a gente, viu? Eh, o que forma a nossa personalidade. A, eu sou, você tem a síndrome aí de Gabriela? Eu sou assim, vou viver assim, vou morrer assim. Mas é sempre assim, Gabriela. Então, será que a gente é os resultados da da soma do ambiente em que a gente cresce, das experiências que a gente vive? Ou será que os nossos genes, né, determinam boa parte de quem a gente é? Hum. E se for uma mistura dos dois? Vamos tentar entender, vamos falar sobre identidade, sobre comportamento, escolhas e até sobre aquelas diferenças curiosas entre irmãos gêmeos, né, que mesmo criados da mesma forma e nascido juntos ali, eh podem seguir caminhos diferentes. Será que a gente consegue moldar a nossa personalidade com o tempo, moldar hábitos e até transformar características que parecem ser tão nossas? Essas e outras questões amanhã no Estúdio Câmara, a partir das 8 da manhã, a gente vai falar da tal síndrome de Gabriela. Você então vem com a gente, nós esperamos a sua participação. Em instantes nós temos eh direto da Central Iá, a Íria, nossa inteligência artificial, trazendo informações do legislativo, também informações locais, estaduais, nacionais e internacionais. expotação do dólar, euro e muito mais para você. Ao meio-dia Câmara Notícia e claro durante todo o dia a programação da TV Câmara Campinas que é preparada com muito carinho, especialmente para você que tá aí do outro lado. Grande abraço, fique bem, um ótimo dia e até amanhã, se Deus quiser. Bora exercitar o nosso cérebro. Ciao ciao [Música] [Música]