Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Olá, [Música] muito bom dia. Seja bem-vindo. Estamos chegando com mais uma edição do Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é segunda-feira, dia 1eo de setembro. Seja bem-vindo também o mês da primavera, né? Que maravilha. Um ótimo mês para nós. Hoje é uma data especial. Hoje a gente celebra o dia do profissional de educação física, o dia da bailarina e também o dia nacional do endocrinologista. Bom, gente, vamos lá. No programa de hoje, a gente fala sobre um tema que afeta a todos nós em maior ou menor medida, né? Como lidar com as pressões da sociedade, até que ponto as exigências de metas e desafios influenciam as nossas tomadas de decisões, hein? As pressões sociais podem nos levar a mudar escolhas e até mesmo objetivos de vida apenas para que a gente possa se encaixar em padrões que muitas vezes não tem nada a ver com quem realmente somos. Bom, as nossas convidadas já estão conosco e agora eu quero convidar você para participar com a gente. Mande sua mensagem pelo nosso WhatsApp. Nossa produção já está com WhatsApp aberto recebendo você. E fala pra gente, você já deixou de fazer algo eh que você queria porque não estava de acordo com a expectativa de outras pessoas? A gente quer saber qual se a sua avaliação sobre a pressão social. Manda lá 19978293776. Daqui a pouquinho a gente começa a interagir com você. As nossas convidadas também vão responder à sua dúvida aqui no nosso estúdio Câmara, que começa trazendo também informações aqui da cidade de Campinas. Vamos com informações do legislativo. A Câmara Municipal realiza hoje, dia primeiro, às 6 da tarde, a reunião ordinária de número 50. Entre os destaques da pauta está o projeto de lei do vereador Ben Lima, que obriga postos de combustíveis a exibirem de forma clara e idêntica os preços pratific eh praticados nas bombas e nos painéis visíveis ao consumidor, proibindo aí a divulgação de valores promocionais como informação principal. O objetivo é evitar divergências que possam induzir motoristas ao erro. O texto prevê advertência, multa de R$ 2.000 e penalidades no caso eh de residência para que os estabelecimentos descumpram a norma, para aqueles estabelecimentos, aliás, que descumprirem a norma, tá? Também serão votados projetos que concedem diplomas e medalhas de mérito, além de denominação de vias públicas. A sessão será transmitida ao vivo pela TV Câmara Campinas, eh também aqui pelo pelo YouTube, né? E você pode participar presencialmente no plenário José Maria Matozinho, Avenida Engenheiro Roberto Mange, no bairro Ponte Preta. Chega lá, você é muito bem recebido, é convidado especial. Reunião ordinária de número 50 hoje a partir das 6 da tarde. Mais informação chegando. Nós temos palestra Setembro Amarelo, Construindo os pilares da vida. Essa palestra acontece na Câmara de Campinas, eh vai ser realizada na quarta-feira às 9 da manhã, né? E essa essa palestra é em alusão ao mês de prevenção ao suicídio. Nós teremos eh a convidada psicóloga Débora Queiroz. Ela é especialista em saúde mental, comportamento alimentar e neurociência aplicada ao bem-estar e a performance. A programação dessa palestra que acontece na quarta-feira. vai abordar um panorama atual com dados e causas, também a importância da prevenção antes da crise e como transformar conhecimento em ação. O evento integra aí eh a campanha nacional Setembro Amarelo, dedicada à valorização da vida e à prevenção do suicídio. Você pode participar porque esse evento é público, é gratuito, é aberto para todo mundo que quiser participar. Você acessa eh inscrições eh para fazer a sua inscrição, campinas.sp.leg.br, br, que é o site da Câmara de Campinas. Aí você vai lá elecamp/cursospalestras, tá? É muito bom eh você participar se você puder estar convidado. Vamos com a previsão do tempo para hoje. Hoje, segunda-feira, dia primeiro, como é que será que fica o tempo aí? Mínima foi de 15º, máxima de 29. Calor no primeiro dia do mês de setembro, sem previsão de chuva, céu azul de brigadeiro. Muito bom. Um ótimo dia para nós. Então, e agora a gente vai à introdução do nosso tema, ao nosso tema central desta manhã de segunda-feira. A gente sabe que é fundamental estarmos atentos à influência que as pressões sociais exercem em nossas vidas, né? Quando essas cobranças externas tomam conta das nossas decisões e passam a ditar nossos comportamentos, podem se sim nos trazer vários prejuízos, né? Então, a gente vive numa sociedade que é regida por normas, expectativas, necessidades. Então, tem uma pressão social que se manifesta justamente quando a gente se sente obrigado a seguir padrões, mesmo que isso vá contra o que realmente a gente quer. Então, a gente vai tentar compreender mais sobre esses padrões, sobre essa pressão que a gente vive nos dias de hoje. Vamos dar as boas-vindas às nossas convidadas. Ao meu lado, aqui no estúdio comigo, a Aline Campos. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Obrigada pelo convite. Maravilhosa. E com a gente, com a gente direto do Rio de Janeiro, pelo Zoom, a Joana, né? Ela trabalha com neurociência organizacional. Seja muito bem-vinda. Muito bom dia para você. Obrigada pela sua participação. Bom dia. Um prazer estar aqui com vocês e discutir esse tema tão importante pra gente também. Maravilha, gente. Olha só, né? como que a neurociência avalia os efeitos da pressão diária no nosso cérebro e no comportamento das pessoas. Eu quero saber eh isso das duas convidadas que têm abordagens diferentes, né? Mas eh é importante a gente eh falar sobre a neurociência e e da e ter a a as visões diferentes dessa pressão. Então, Joana, por favor, pressão diária, qual que é a abordagem que a neurociência traz pra gente referente a essa pressão? Ela existe mesmo? É coisa da nossa cabeça? Ou a gente que não sabe conviver com essa pressão diária? Isso é normal? Claro, é muito importante aqui, né? Vai ser muito legal o bate-papo, porque a gente vai poder ter discutir, né, sobre esse assunto dessas duas perspectivas que são muito complementares. A neurociência, ela vai entender os aspectos fisiológicos que vão impactar nesse comportamento, que é o que a gente vê no nosso dia a dia. Então, as pressões que a gente sofre no nosso dia a dia, essas pressões sociais, o julgamento social, né, que vai acabar impactando nas nossas escolhas também, acaba gerando uma resposta principalmente de estresse pro indivíduo. Então, o indivíduo buscando estar dentro desses aspectos, dessa conformidade, buscando e alcançar essas esses objetivos, essas metas que muitas vezes são muito difíceis, muitas vezes inalcançáveis, acaba trazendo para ele uma resposta de estresse disparada automaticamente, que é fisiológica. Isso acaba trazendo pra gente um impacto no nosso cérebro, que é trazer ali uma diminuição da atividade de uma área essencial pra gente, paraa nossa tomada de decisão, escolha, que é o Córtex parafrontal, uma região que fica bem aqui, eh, bem atrás da nossa testa. e ela é responsável por a gente eh conseguir falar sobre os cenários, medir os cenários, as opções, eh tomar decisão de forma mais racional, então ter ali um poder de escolha maior. Então quando a gente tá sobre muita pressão, a gente tem uma carga de estresse muito alta e isso acaba impactando essa região que é essencial pra nossa tomada de decisão com maior racionalidade, né, com maior consciência. E com isso a gente acaba tendo esse sofrimento, né? Então eu tô sofrendo esse estresse, eu não consigo ponderar as minhas opções da melhor forma e eu acabo seguindo o que é o a norma, né? O que se espera de mim, sem pensar o que eu preciso pro meu bem-estar de fato. Muito bom. Interessante a gente pensar que essa pressão ela não é só psicológica, mas também biológica, porque ela impacta o nosso corpo e as nossas reações, né? Agora, Aline, a psicologia, como é que é entendido esse conceito de pressão social? Bem, todos nós, né, de alguma forma, de forma mais intensa ou de forma mais sutil, sabemos o que é a pressão social, né? vivenciamos diariamente essa questão da da pressão social, que são força, é uma força externa, um fenômeno que nos faz nos faz ou não, porque nós podemos escolher também, né, a caminhar de acordo com as normas, com aquilo que é dito do externo. E isso pode nos fazer muito mal, né, quando nós não refletimos, quando nós não entendemos aquilo que tá acontecendo ou quando nós somente aceitamos. A pressão social, nós sabemos que ela é, vivenciamos ela diariamente, né? E sabemos também que ela pode implicar de uma forma muito negativa na nossa vida, né? Eh, tem um autor que eu gosto muito que se chama Winicot, ele fala de um ambiente suficientemente bom, onde nós podemos nos desenvolver de forma plena, né? E um ambiente em que isso não ocorre, eh, em que tem uma pressão social muito grande, vai implicar, como a colega Joana disse, né, em um adoecimento, em questões fisiológicas, em questões do comportamento, dentre outras mais. Muito bem. Olha, eh, tem gente que não percebe que vive essa essa pressão, porque acredito que isso faz parte da nossa vida normal. Mas será que é realmente assim que deveria ser, Joana? A gente tem que encarar isso como natural, tipo assim, a gente vive num mundo frenético, uma vida, todo mundo levanta cedo, vai trabalhar e corre para lá e corre para cá. E a gente às vezes entende isso como natural, é natural. ou nós estamos eh ultrapassando os nossos limites. Tem uma coisa, uma máxima, né, que a gente fala que o mundo ele tá mudando, mas o nosso cérebro ele não muda nessa mesma velocidade. Então, os desafios que a gente encontra hoje em dia, essa pressão social que é cada vez maior também, especialmente por conta das redes sociais, né? Então, antes a gente se comparava ou tinha ali um grupo, né, pequeno, eh, perto da gente que acabava ditando essas normas, né, mas agora a gente tem uma coisa que é muito maior, né, a gente entra em contato com muitas pessoas diferentes, diferentes realidades, isso também passa a gerar essa pressão pra gente. Mas conforme isso vai avançando, essas tecnologias vão trazendo esses desafios, né, mudando essa essa questão, essa forma como a gente vive em sociedade, o nosso cérebro ele não tá avançando com essa mesma velocidade. Então a gente não eh diferencia, né, o que tá acontecendo, que é uma questão tecnológica, que a gente pode controlar e isso parece que é muito próximo da gente o tempo todo, né, e que é de fato parte da nossa realidade. Então existe um trabalho muito importante dentro de estudo, né, dentro do nosso trabalho aqui falando sobre eh bem-estar e saúde mental, que é entender quais são os elementos que trazem essa questão, esse impacto negativo e como é que a gente pode contornar esses elementos. Mas passa por uma coisa muito importante, né, que a Aline falou, que é ter essa consciência, né? eu preciso parar para olhar, observar o que que tá me gerando, qual é a resposta que isso tá me trazendo para de fato poder agir em cima disso. E esse é um processo demorado. Então, as redes sociais, né, como eu falei, por exemplo, a gente ainda tem estudos surgindo sobre os impactos dela. Estamos vendo ainda o que acontece, né? Então é um processo lento, né, dentro disso. Muito bom. Olha, eh, é importante demais a gente falar sobre esse assunto, porque a gente vive no automático, né? E a gente fica muito feliz em ter vocês com a gente, porque sem vocês, eu sempre falo, a saúde mental, ela é essencial pro nosso dia, eh, pra nossa vida, assim como a o nosso, a nossa alimentação, comer um arroz, um feijão, uma carninha é tão bom, é tão gostoso e a gente precisa disso para viver. E a saúde mental também é assim, né? Então, a gente precisa assim de vocês. Eu agradeço. Sei que é muito cedo, sei que é segunda-feira, mas eu acredito que vocês impactam pessoas. E a gente já quer agradecer desde já por poder falar com vocês de um assunto muito importante do nosso dia a dia. Segundo a matéria eh na revista Veja, gente, cerca de 20% dos trabalhadores ativos, eles vivem sobre forte pressão emocional, principalmente no ambiente eh profissional, né? Quais são os efeitos dessa pressão no trabalho, né? Quando a gente fala de pressão, a gente vive pressão em casa, pressão no trânsito, pressão onde a gente vai hoje tem pressão, mas infelizmente a pressão no trabalho, ela tem acontecido com mais frequência, porque tá todo mundo precisando entregar muita coisa muito rápido e eh se não tem cobrança, você tem a autocobrança e aí vem essa pressão. Então eu gostaria de falar com você, Aline, por gentileza. A pressão no trabalho, ela faz parte do nosso dia, ela traz consequências paraa gente. Eh, e como é que a gente pode fazer para ter um autocontrole e um equilíbrio, né, referente a essa questão profissional? Importante essa pergunta, sua, esse seu questionamento, porque muitas vezes nós olhamos paraa pressão social como algo ruim, como um fator péssimo. E na verdade, né, nós precisamos pensar que a pressão social quando ela nos motiva, quando ela nos impulsiona, ela é positiva, ela é boa. Então, no trabalho, de repente, quando o seu chefe fala: "Olha, preciso que esse projeto seja finalizado daqui tanto tempo". OK. aquilo pode te impulsionar, né, a finalizar aquela atividade. Mas nós podemos entender também, né, que quando, eh, são cobranças excessivas, quando é trazido algo que vai além daquilo que você pode entregar, daquilo que você pode oferecer, certamente vai causar um adoecimento, né, vai causar fatores de estress, um desgaste emocional muito grande. Então essa questão é precisa ter o equilíbrio, como você sempre tem está trazendo, né? Nós precisamos trazer esse equilíbrio e das pressões, se nos motiva ou se nos paralisa ou se nos adoece. Um dos fatores importantes é entender, né, qual é a sua função, o que você, como você pode colaborar, o que você pode entregar e ir colocando esses limites dentro do seu trabalho também. Isso é fundamental, porque às vezes eh comum a gente falar, né? Quero abraçar o mundo com as mãos. E de fato não dá pra gente poder abraçar o mundo com as mãos, né? Nós precisamos fazer escolhas. Fazer escolhas implica em dizer não, implica em reconhecer seus limites, implica no diálogo e na boa convivência também. Então eu vejo que isso, dizer não, compreender até onde você pode ir também, de que forma você pode colaborar é fundamental para que você tenha um um ambiente de trabalho saudável, para que aquilo seja algo que te motive a caminhar e não que paralise. Muito bem. Olha só como vai de encontro com a neurociência organizacional, né, Joana? fala pra gente como que a neurociência traz organizacional traz o ambiente de trabalho hoje, né? Eh, tudo muito rápido, automatizado, é muita tecnologia, é muita entrega e é muita pressão. Muita pressão. E isso que a Aline falou é essencial, né? a gente precisa de um pouquinho ali de estresse. Existe um nível de estresse que é o nível de estresse que a gente fala que é o estresse bom, que traz pra gente essa motivação, pra gente lidar com os desafios. Mas tem um papel muito importante das organizações que é primeiro entender, será que esse nível, né, de estresse que eu tô trazendo, essa meta que eu tô trazendo, ela é possível de ser alcançada? Será que as pessoas que estão recebendo essa meta, né, será que elas estão, elas têm as ferramentas adequadas para lidar com isso? Porque tudo isso vai trazer uma carga mais de estresse. Aí você até falou, a gente tem automação, a gente tem a tecnologia, muitas coisas aí que vem para tentar facilitar o nosso trabalho. Mas se a gente não souber utilizar, se a gente não souber como empregar, se a gente não entender qual é o benefício que isso traz pro nosso trabalho, isso vai também gerar uma nova eh um novo uma nova carga de estresse, né? é o novo desafio. Ao invés de ajudar, atrapalha e gera mais estresse. Então, a gente precisa ter um olhar que ele é muito amplo e a neurociência organizacional vem ajudar a gente a trabalhar esse olhar. Então eu vou olhar para os aspectos de cultura, como que isso tá sendo levado, como as metas são eh desenhadas, como eu penso, como as pessoas chegam nesse objetivo, será que eu preciso promover algum programa, né, de capacitação para que as pessoas consigam chegar nessas metas que eu estou desenhando? Porque isso é importante, né? Eu preciso ter ferramentas também em termos de conhecimento para chegar ali. E também trabalhar a liderança, que é um aspecto muito importante, né? Então, a liderança é quem tá ali mais próximo desse indivíduo. E como a Aline falou, né, às vezes a gente tem cobranças que são excessivas, a gente sabe que existem cobranças que vão, né, vão chegar a lei do horário do trabalho, eh, uma exigência de você performar de uma determinada forma, sem olhar pro bem-estar. Então, um dos grandes eh uma das grandes contribuições que a neurociência organizacional pode trazer é também capacitar esses líderes para lidarem com essas pessoas e para lidar com essa pressão e como é que a gente pode eh trabalhar essa pressão, né, natural que vem do ambiente de trabalho dentro das equipes também. Eh, e isso vai ajudar a gente a ter um ambiente que ele é favorável à fisiologia humana, como a gente trabalha eh aqui na Nêmesis, né? Então a gente entendendo a fisiologia humana, entendendo essas respostas, a gente consegue ter ferramentas, orientações que ajudam a gente a entender o que que tá acontecendo em relação à resposta de estresse, em relação ao bem-estar e como eu faço para equilibrar isso e equilibrar o que é de fato produtividade, né? Interessante. A capacitação dos líderes em ambiente organizacional é de fundamental importância, porque tudo muda, né? tudo muda. Nós eh mudamos todos os dias, nossos pensamentos mudam, eh, o ambiente muda, tudo muda e a forma de trabalho também muda. Então, é por isso que a gente precisa de capacitação. A capacitação pode ser um ponto chave aí para que o equilíbrio comece a acontecer, né, Aline? Sim, eu gostei muito do que a Joana trouxe, porque ela falou da coletividade, né, Joana, desse cuidado coletivo, dessa preocupação das empresas poderem estar olhando para os seus colaboradores. E sem dúvida assim, eu acredito que o conhecimento, que a capacitação, ela transforma vidas, né? Nós estamos falando aqui um pouco das questões de saúde mental, estamos falando do autoconhecimento, como o autoconhecimento é uma ferramenta que nos ajuda a viver melhor, né? Quando nós olhamos para essa questão das pressões sociais, né, precisamos olhar para para precisa olhar para si, paraas suas necessidades, aquilo que vai de encontro com o seu propósito de vida para poder caminhar também. Então, a capacitação, a formação dessas pessoas que estão lidando com muitas outras pessoas, eu vejo como fundamental em todos os meios. Nós precisamos pensar no coletivo. Nós precisamos cuidar do coletivo. Eh, o individualismo, o olhar somente para si, ele pode nos adoecer, né? Ele viver sozinho. Quem vive sozinho? Ninguém vive sozinho. Vivemos na coletividade, então, sem dúvida. E e principalmente líderes, pessoas que estão à frente, que estão cuidando, orientando, que está com outras pessoas. é fundamental a capacitação, a sensibilidade, né, esse olhar para o todo. Muito bem, estamos aqui falando sobre as pressões diárias, né? Então, nós trouxemos a pressão eh no sistema organizacional, né, no nosso lado profissional. Agora eu pergunto então para as nossas convidadas sobre a pressão que existe dentro da família, né? Porque também é um ambiente que existe pressão e aí afeta bastante o nosso psicológico, porque tem eh imposição aí de sonhos, de expectativas, de realizações. Aline, a família, por mais e eh assim benéfica e e confortável e e gostosa que seja de estar, mas tem pressão também? Eh, sim, com certeza. Assim, nós precisamos entender que o primeiro lugar que nós sofremos pressões, gente, é no meio familiar, não é na escola, não é no trabalho, é ali com a família, né? E nós vemos que muitas vezes existem eh os pais ou irmãos que colocam ali grandes expectativas e não somente expectativas, mas que querem ditar ali as regras, né? a vida para aquela pessoa. Então, o meio familiar ele precisa ser um lugar de acolhimento, de amor, de escuta, um lugar para que a pessoa possa se sentir segura ali para poder se desenvolver, principalmente um lugar em que ela possa ser ela mesma, né? sem medo de ser julgada, sem medo de não entregar algo. Então, a família é este lugar eh tão importante que muitas vezes, né, o que que acontece? Se torna um lugar adoecedor, um lugar em que aquela pessoa não pode ser ela verdadeiramente, né? Não pode ser autêntica. Então, a família é importante, né, que nós, todos nós convivemos ali em família, que nós possamos promover um ambiente de acolhimento, de escuta, de incentivo e de apoio para as pessoas que estão conosco, né, para aquelas pessoas que nós tanto amamos e não o contrário. Lembrando que se ela se sente segura, acolhida, amada no ambiente familiar, essa pessoa ela vai se sentir mais livre. para poder ser ela nos outros ambientes também, no ambiente de trabalho, para dizer não, para dizer sim, para explorar toda a sua potencialidade no ambiente escolar. Então, a família ela, esse lugar é fundamental ali pro nosso desenvolvimento. Excelente, né? Imagina você eh eh tem uma vida de pressão fora de casa e quando você chega em casa, você tem uma pressão com a família também. Como que fica a situação? Você vive pressionado e essa pressão vai chegar uma hora que o nosso nosso cérebro ele não vai aguentar, ele vai responder de alguma forma, não é, Joana? Isso. Quando a gente tem essa situação que eu tenho estresse por todos os lados, né, o que a gente vai encontrar é uma situação e a gente fala que é o estresse crônico, né? Então, eh, eu sofro pressão por todos os lados, então eu tô estressada, como você falou, né, quando eu tô no trabalho, quando eu tô na escola, quando eu tô em casa. E eu não tenho nenhum lugar de segurança que é esse lugar que a Aline falou, né? E tem um aspecto muito importante, eh, os testes, né, que olham ali paraa resposta de estresse, como é que a gente pode diminuir a resposta de estresse, né? Então, mitigar essa resposta, eh, trazem que uma das principais ferramentas é o suporte social, ou seja, ter um grupo, ter pessoas com quem eu posso contar. E como ela falou também anteriormente, nós somos animais sociais, nós vivemos em sociedade. Então isso é extremamente importante pra gente. Por isso é essencial a gente trabalhar esse aspecto de ter um lugar de segurança, de diálogo, de um lugar que eu posso trazer quem eu sou, né, e compartilhar quem eu sou de forma autêntica e ser aceito por isso. Então, é trabalhar, né, por exemplo, não ter um ambiente familiar, né, como esse lugar, que é esse lugar que a gente já nasce, a gente tem a expectativa que vai ser esse lugar acolhedor, né, e a gente não ter essa possibilidade de ter o suporte social, ao longo do tempo, isso vai gerar essa resposta de estresse crônica em soma a todas as outros estresses que estão acontecendo no dia a dia. E aí com isso a gente tem uma resposta, né, uma eh uma a gente vai prejudicar o nosso cérebro porque essa resposta de estresse tá o tempo todo colocando a gente nesse sistema defensivo, que é um sistema que prepara a gente pra luta oufuga, né? E aí a gente tá sempre nesse aspecto de sobrevivência, vai trazer pra gente também impactos eh fisiológicos, né, ali biológicos relacionados à alta do cortisol, que tá ali o tempo todo no seu máximo. E eu não tenho nenhum lugar, né, que isso acaba eh trazendo uma certa um certo equilíbrio, um certo controle. Então, é algo muito importante da gente entender e importante de se você observar que você não tem esse ambiente de segurança, né, como que eu posso gerar algo no meu dia a dia que vai me trazer bem-estar ou como é que eu vou encontrar esse grupo que me acolhe, né, ou onde eu vouar encontrar ali um tratamento, né, um suporte que é um suporte adequado, como por exemplo, né, eh, a terapia, como por exemplo contar com um profissional da saúde que vai te ajudar a identificar o que que tá acontecendo. sendo aonde iso, né, tá te impactando e o que que você pode fazer no seu dia a dia para que você possa sair eh dessa situação, né, ter um ambiente e algo que te traga mais bem-estar. Bem-estar, né, é o que precisamos para viver nesse mundão que tá cheio de pressão. E nós falamos então da pressão organizacional, né, do ambiente de trabalho. Falamos agora da pressão na família, porque também tem pressão no ambiente familiar. Eu gostaria de pontuar agora a pressão do ser feminino, né? O serzinho que vive sobre pressão é a mulher. Menina Aline, me fala qual que é a avaliação que você faz sobre a pressão que nós temos sobre a mulher hoje. Já tivemos mais, agora é menos. Qual que é a avaliação que você faz? que a mulher ela tem que dar conta de tudo e ainda continua nessa pressão de ter que dar conta de tudo. Bom, não sei quem foi que disse isso, mas né, é uma pressão. É verdade. Assim, é uma uma resposta pessoal. Eu acredito que hoje nós temos nós sofremos mais com essa questão da pressão social, né? A mulher há uns anos atrás eh a muitas, a maioria delas eh ficavam mais no contexto do cuidar da família, né? Hoje nós trabalhamos, eu trabalho, tenho filhos, marido, tenho a minha família e nós somos cobradas em diversos contexto, né? contextos no contexto do trabalho, da familiar, nós desempenhamos ali diversos papéis, esposa, mãe, filha, eh estudante. E isso são pressões muito grandes que nós sofremos, principalmente porque a todo tempo nós encontramos nas mídias, nas falas das pessoas ali um ideal de mulher, né? é uma mulher que dá conta de tudo, uma mulher que é uma super mãe, uma mulher que é uma super tia, uma super filha, uma super profissional, uma super psicóloga. E no muitas vezes sem quando nós fazemos isso de forma inconsciente ali, sem pensar um pouco mais, sem refletir sobre essas questões, nos colocamos nesse lugar de ter que dar conta dessas demandas que vem de fora para nós, né? E isso, sem dúvida, é um fator de adoecimento. Quando a gente entra ali nas redes sociais e vemos, né, aquela cantora ou aquela pessoa da sua profissão mesmo, que você fala: "Nossa, que maravilhosa, quantas coisas ela tem, que família linda". Então, todo o tempo nós somos bombardeadas, nós mulheres, né, por um ideal de sermos perfeitas, de precisarmos corresponder às expectativas dos outros. Nós precisamos parar, pensar quais são as nossas expectativas, o que eu quero, que mulher eu sou, qual a minha história de vida que me fez ser essa mulher, né? Até onde eu posso ir, até onde eu não posso ir. Sem dúvida, nós sofremos muitas pressões sociais eh com relação a essa demanda de ser mulher, mas também eu vejo que tem um movimento grande de desconstrução desse ideal, até quando a gente pensa na questão da maternidade, né, aquela maternidade romantizada. Hoje não, hoje as pessoas já trazem uma maternidade real, vivências reais. Então assim, eu acho que a sociedade, eu tenho muita esperança na sociedade, eu vejo que ela tá caminhando para para melhorar, para evoluir, né? Para que nós possamos ser autênticos e não esse ideal que nos é cobrado. Excelente, né? uma cobrança pela aparência, pelo equilíbrio entre a carreira, a vida pessoal, o comportamento, é tudo. E e isso nos deixa eh eh um pouco acho que automatizadas, né? Porque você tem que dar conta de tudo. Então você só vai só vai. E na sua na sua avaliação, né, no seu ponto de vista, Joana, eh você entende que esse padrão de pressão, principalmente sobre nós mulheres, ele tem se quebrado, tem diminuído ou tem aumentado? Olha, eu costumo ver que, na verdade, ele vai mudando ao longo do tempo, mas ele permanece, né? Então um pouco isso que a Aline falou, né? Olha, a gente tem pressão por todos os lados, vai surgindo e vai mudando, né? Então, por exemplo, a pressão estética, né? Eh, a gente tinha ali um ideal estético, aí chegou naquele ideal estético, a hora que você veja mudou o ideal estético, você tem que mudar de novo. Então, é uma pressão constante da gente performar esse lugar da sociedade, né, que foi colocado para nós. E isso vai ser permanente assim, no sentido, a gente, claro, tá mudando, né, muita coisa, mas ainda vai demorar um tempo pra gente poder lidar com tudo isso, né? Eh, eu, por exemplo, vou trazer aqui também um relato um pouco pessoal, né? Mas essa questão da maternidade é uma questão que é uma pressão muito grande, inclusive para mulheres que não querem ter filhos, que é meu caso. Se eu falo que eu não quero ter filhos, né, existe lá já uma estou saindo super da norma social e você sente um julgamento, né? E isso vai gerar essas respostas, né, essa pressão e essas respostas de estresse sobre as mulheres que é muito grande. E aí tem um ponto que é essencial, que é o que a Line falou, que é a gente trabalhar o nosso autoconhecimento, né, nós mulheres, o que nós queremos. estão dizendo para nós o que nós devemos ser, como nós devemos ser, como a gente deve se portar, mas quem a gente é, né? Quem sou eu autêntico? O que que eu quero? Eh, qual é o estilo de vida que eu quero, como eu quero, né, viver a minha vida a partir de um determinado eh, né, da minha carreira, de um determinado objetivo, da minha vida pessoal. Tudo isso precisa ser pensado e tudo isso precisa ser internalizado como algo que assim a gente pode ter esse poder de escolha, né? E tá tudo bem você não estar dentro da norma, você não, né, tá dentro dessa pressão que estão trazendo para você, mas é difícil, é um trabalho árduo. E aí, de novo, eu vou puxar algo que eu acho que é super importante, que é essa questão do grupo, né? Então, quanto mais você conhece outras mulheres, você conversa sobre a realidade delas, você entende sobre as suas escolhas, né? você vai falar com mulheres que você admira, que são suas referências. Isso traz para você um pouco mais de tranquilidade e de referência também. Quanto mais referência eu tiver eh diferente e que seguem outros, né, outros estilos de vida, outras escolhas diferentes desses padrões, mais fácil é a gente conseguir ser essa pessoa autêntica, né, e parar de responder essa fração social, né? Tem uma que eu gosto muito, última que eu vou contar aqui, mas a gente sempre aprende que mulher é multitarefa, né? Uhum. Que a gente faz tudo ao mesmo tempo que a gente dá conta, né? Superheroínas e etc, mas ninguém é de tarefa. Então assim, a neurociência já mostra que você não faz várias coisas de uma vez, você faz uma por vez, só que você fica trocando o tempo todo, né? Só que a gente aprende desde pequena que a gente tem que fazer isso. Então a gente acaba ficando boa em fazer essa troca, né? Mas é um mito de que as mulheres são multitarefas e que as mulheres fazem muitas coisas ao mesmo tempo. E a gente também a gente responde essa pressão, né? Então eu tenho que ser multitarefa, eu tenho que dar conta de tudo. E aí quando a gente entende que não é assim que funciona, por exemplo, aí eu faço: "Não, agora eu vou fazer uma coisa de cada vez, né? Primeiro vou fazer isso, depois eu vou fazer outra coisa e por aí vai". Então eu acho que é uma eterna um eterno caminho da gente desfazendo alguns mitos também, sabe? Para lidar com essas pressões. É verdade, né, Aline? Porque a mulher é superheroína, né? A mulher pensa eh eh tem várias caixinhas aqui, você vai separando tudo, vai organizando tudo, ela tem uma um um uma coisa diferente, né? é um ser especial para dar conta de tudo. Agora, eh, mesmo a gente sabendo que nós não precisamos dar conta de tudo, mesmo a gente sabendo que a gente está sobre pressão, qualquer avaliação da psicologia na nossa insistência em continuar vivendo sobre pressão. Bem, mudar implica muito de nós, né? Implica muitas vezes até numa mudança de uma estrutura. eh implica também na mudança das nossas relações. E às vezes você permanecer, por mais que seja um lugar de sofrimento, um lugar de angústia, de alguma forma pode ser confortável estar neste lugar, né? Tem uma uma frase, eu vi uma vez da Mafalda, que fala mais ou menos assim: "Justa a mim me coube ser eu mesma". E é muito do assim, é sofrido, né? você ser você, você ter essa autenticidade não é algo fácil. Então esse ciclo de repetição, quebrar esse ciclo de repetição implica em muitas mudanças e mudanças profundas. Então, muitas vezes as pessoas escolhem permanecer, pode ser por comodismo naquele momento, pela facilidade, pela ausência do do autoconhecimento mesmo, mas eh evoluir, se desenvolver é algo que nos custa muito, que nos custa compreender a nossa falta, que é algo profundo, né? Nós somos seres faltantes, eu consigo corresponder a todas as expectativas dos outros? Nós temos a resposta, né? Então, compreender esse lugar que nós ocupamos de seres faltantes é algo difícil, é algo complexo, mas é algo possível também para que nós possamos caminhar. Importante eh a sua fala, todas, né, as falas de vocês, as pontuações, as colocações, porque a analisando assim é tudo relacionado ao autoconhecimento, né? Você precisa se conhecer para você se permitir aceitar ou não aceitar, mas eh deixar às vezes de viver algo que está dentro de uma zona de conforto, mas quando eu falo zona de conforto não é que está confortável, é que você já acostumou. pode ser algo bem desafiador. E aí a gente precisa fazer todo aquele movimento, né, de entender quem somos, o que queremos e para onde vamos para que a gente possa fazer essa mudança. Agora, eh, Joana, eh, outra questão de pressão, a a produção tá avisando que a gente tem algumas perguntas, mas eu quero pontuar com você essa questão da pressão social. Eh, vamos falar do etarismo um pouquinho que eu acho que tem a ver com a pressão social também, porque nós estamos envelhecendo, né? Nosso Brasil está ficando um Brasil de pessoas mais velhas. E aí, como que a neurociência enxerga essa pressão sobre os mais velhos? Como que a a a neurociência eh eh vê, analisa essa questão do etarismo, né? Qual que é a avaliação que você traz pra gente? tem pressão também no envelhecer. Com certeza, né? A gente também aprende, né, que envelhecer, quando a gente envelhece, a gente perde, né? A gente perde capacidades, perde habilidades, eh, que a gente perde a nossa capacidade física, né? que claro a gente vai tendo ali, né, um um amadurecimento e um certo deterioramento fisiológico, mas que hoje em dia também pelo que a gente tem forma como a gente vive, né, dos nossos costumes, das nossas qualidade de vida, né, de trabalhar os aspectos físicos e mentais, a gente já tem uma outra realidade, né? Uhum. E uma grande uma grande discussão que a gente tem dentro das organizações hoje em dia, inclusive, é como é que a gente faz esse ambiente intergeracional da melhor forma, porque vai gerar pressão, porque a gente tem novas tecnologias e se entende que pessoas mais velhas não vão aderir a essas novas tecnologias, por exemplo, né? Mas isso não é necessariamente uma verdade. Então, a gente precisa eh trabalhar o indivíduo, né? olhar para esse indivíduo. A gente tem uma população então que tá envelhecendo, que vai permanecer, por exemplo, no ambiente de trabalho por mais tempo. E a gente precisa entender quem são essas pessoas, quais são as habilidades que elas trazem, as experiências que elas trazem, que é muito importante também, né? Porque tem uma carga de aprendizado muito grande e pros negócios isso, por exemplo, é muito valioso, né? Só que eu posso ter uma troca melhor entre as gerações dentro das organizações. Para isso, eu preciso diminuir a pressão de ambos os lados, né? Então, eu preciso entender que a nossa geração mais velha, ela tem muito a contribuir e a geração mais nova também. E juntas essas gerações conseguem trazer uma eh um ambiente que ele vai ser mais favorável, né? Que ele vai florescer mais. Só que para isso eu preciso tirar essas expectativas que são que geram, né, essa essa pressão. Eu preciso olhar para esse indivíduo, eu preciso olhar paraa formação desse indivíduo. E a gente já tem vários programas, por exemplo, eh dentro das organizações que ajudam nesse aspecto, né? Então, eu vou olhar pros indivíduos mais velhos, pro desenvolvimento dessas habilidades novas do ambiente de trabalho. E a gente tem resultados ótimos em relação a isso, né? Então, eh, é um trabalho também, um trabalho, né, aí de, eh, formiguinha, às vezes, de destruindo certos mitos e certas verdades que poderiam ser verdades até agora e não é mais, né? Então, eh, vê tudo isso, né? Que bom, que bom, que bom que isso está acontecendo, né, Aline? a gente precisa eh ter a consciência de que faz parte da nossa vida, né, a pressão, mas uma pressão consciente, digamos assim, né? E aí eh falando do ambiente tradicional, se traz aí um equilíbrio e a gente fica feliz por estar acontecendo tudo isso. Eh eh produção, pode colocar as perguntas pra gente? Vamos começar a responder pessoal que tá em casa. Vamos lá, então. A gente agradece você pela audiência, pela companhia, né? Hoje estamos falando aí das pressões da vida. Vamos lá. A Marina Lopes do Jardim Chapadão. Às vezes a gente sente que nunca é suficiente, mesmo dando o máximo. Como diferenciar uma cobrança saudável de uma que já está nos adoecendo ali. Vamos responder a Marina. Eu acho que na pergunta dela já tem a resposta. Au. Porque já fala essa questão, né? Estou adoecendo. Opa, se eu já estou adoecendo, se isso não está me fazendo bem, significa que é uma pressão negativa. Lembra que nós falamos aqui no começo de que a pressão positiva, ela nos impulsiona, ela nos motiva e a pressão social quando ela é negativa, ela vai nos levar ao adoecimento. alguns sintomas, né, que nós podemos olhar, como a o aumento da ansiedade, a dificuldade para dormir, eh talvez até uma depressão. Na verdade, você é isso que você trouxe, é fundamental, né? Muitas vezes as pessoas elas ficam naquele movimento de sempre querer corresponder totalmente à expectativa do outro, de fazer somente para o outro. E isso não é saudável, né? você, essa busca incessante ali, eh, olhar para si, para como você está, para as mudanças que estão ocorrendo é fundamental, né? Se você já está adoecendo, se e se você está se sentindo paralisada, insuficiente, certamente eh já é uma pressão social muito negativa que você está vivenciando. É, precisa buscar ajuda o mais rápido possível, né? Sim, precisa. É importante. Muito bem. Vamos lá, produção. Pode mandar mais pra gente. Segunda-feira, dia 1o de setembro, falando sobre pressão social. Carlos Mendes do Cambuí. No ambiente de trabalho, como a neurociência explica essa sensação de que precisamos estar sempre disponíveis e produtivos sem parar. Essa é a sensação. Explica pra gente, Joana. Essa é a sensação. A gente vem de um ambiente de trabalho que ele traz um resquício ali do que a gente viveu muito na revolução industrial em termos de produtividade, né? Então assim, quanto mais tempo eu trabalhava, né, ali fazendo peças, né, que era o que a gente tinha, né, nessa nesse momento na indústria, né, como a maior parte do trabalho, mas eu produzia. E aí a gente entrou nessa lógica e manteve essa lógica pro tem do trabalho hoje, que já é um trabalho eh que é diferente a forma como a gente realiza o trabalho, que já tem as tecnologias que ajudam a gente em muitas tarefas também, mas ainda assim permaneceu essa lógica de que o tempo trabalhado, né, quer dizer produtividade. Uhum. E existe uma quebra importante da gente trabalhar, né, dentro das organizações, que é o que é de fato você ser produtivo, né? Então, por exemplo, muitos trabalhos eh exigem criatividade e inovação. Eu preciso pensar fora da caixa, eu preciso, né, trabalhar outras referências, trazer novas ideias. Isso não acontece se eu não tiver, por exemplo, eh, ativação de uma rede neural que acontece quando eu tô fazendo nada. Uhum. que é a rede DN. Então assim, quando eu tô fazendo nada, relaxado, aquela ideia que vem no banho, sabe, ela vem porque essa rede do fazer nada, né, está está ativada. Eh, e isso não é entendido como parte, por exemplo, das habilidades necessárias, do momento necessário para você produzir melhor. Então, existe uma quebra mesmo de lógica do que é a produtividade que a gente precisa levar para um ambiente de trabalho. E não só isso, esses aspectos fisiológicos que a gente falou, né, durante todo a nossa conversa. Por exemplo, se eu tô estressado e a minha área ali, né, do cérebro, que é responsável pela tomada de decisão, não tá funcionando bem por conta disso, eu não vou tomar a melhor decisão no meu trabalho. Então, é melhor eu ter 5 minutinhos, é melhor eu levantar e tomar um café, conversar com alguém, me acalmar, né, fazer uma um exercício de respiração antes de voltar para aquela decisão. Mas é uma quebra de lógica mesmo de que tempo trabalhado, tempo sentado na cadeira fazendo alguma coisa, né? Quer dizer que você tá trabalhando com qualidade, quer dizer que você tá de fato tendo ali o melhor eh realizando o seu trabalho da melhor forma, né? E isso é uma quebra de paradigma que a gente leva para dentro das organizações. Então, a gente explica a fisiologia, o que acontece para que a gente possa ter um ambiente que de fato respeite e use isso a seu favor. Então, antes de você tomar a decisão, tá estressado, antes de tomar a decisão, levanta, vai tomar um café, você vai voltar, já vai ser outro, já vai ser, né, totalmente diferente. É, tem gente que fala assim: "Ah, eu consigo trabalhar sobre pressão, né?" Mas olha, a pressão, gente, ela adoece, a gente precisa, é, tem a pressão, tem o lado bom e tem o lado ruim. A gente tem que separar, entender. E quando está adoecendo, claro, eh, se afastar um pouco, respirar e pedir ajuda, tá? não é tão natural quanto parece viver sobre pressão. E esse é o nosso tema de hoje, né? Como lidar com as pressões. Aqui nós falamos da pressão na família, da pressão no ambiente de trabalho, da pressão eh da questão do etarismo, da pressão em ser mulher, né? Ser humaninho que tem pressão essa tal dessa mulher, né? Mas tudo bem. E a gente vai quebrando paradigmas, a gente vai quebrando tabus e aprendendo a forma de seguir com mais leveza, né? Sem tanta pressão assim. É importante dar uma parada, dar uma respirada para poder seguir, né? Não, não, a gente não pode romantizar, né, Aline, que a gente eh produz e trabalha sobre pressão, que é legal, que eu consigo, que ai, show, olha, eu faço um monte de coisa de uma vez só, eu dou conta e eu trabalho sobre pressão mesmo. A gente precisa parar de romantizar isso. Eh, eh, sim, de fato, hoje nós vemos assim, principalmente nas redes sociais, né, às vezes, eh, artistas, pessoas trabalhando, trabalhando, trabalhando intensamente, assim como se o dia tivesse 36 horas. E também vemos pessoas que estão conosco, às vezes nós mesmos também nos colocamos nesse lugar de produtividade, é, sem parar, né? Produzir, produzir, produzir. Quando nós somos seres humanos, nós precisamos de tempo, nós precisamos de parar um pouquinho, né? A nossa vida, ela não é somente produzir e trabalho, né? Ela se constitui de outras facetas também, como a vida familiar, como o lazer, como outras atividades, outras coisas, outros momentos que nos faz sermos nós dessa forma completa, não somente produzir e o trabalho, precisamos olhar para isso. Eh, às vezes tem pessoas que se sentem eh se vem somente nesse lugar de estar produzindo algo, não consegue se reconhecer em um lugar para ter um momento de lazer, para fazer outras coisas, né? E é importante se topar isso, né? Se lançar, experimentar novas coisas e ver como que vai ser, né? Os benefícios que isso vai ter. Porque quando você tá num lugar somente de produtividade, muitas vezes a gente se sente muito competente, muito capaz, recebemos muitos elogios, mas certamente se continuarmos assim, isso vai nos levar ao adoecimento. A gente precisa olhar pro ser humano assim na sua completude, tudo que nós precisamos, quais são as coisas que são importantes para nós, que não é só esse lugar de produtividade. A Joana falou muito bem, olha no banheiro, quando você tá tomando um banho, não tá fazendo nada e você tem ideias maravilhosas, nós precisamos dessas pausas, desses momentos. Muito bem respirar, né? Só para o que Aline falou, a gente também tem que ter cuidado de não transformar esses momentos de lazer em algo que é para ser produtivo, né? Que é o que a gente tem visto também acontecer, né? Então a gente a gente brinca muito da questão do Bobby Goods, né? A gente ficou falando aqui na empresa, ah, o pessoal começou a pintar para relaxar, de repente você tem que fazer o, né, o efeito da luz, o efeito não sei o quê. E aí isso se tornou produtivo, né, porque aí você tem que fazer algo que tá todo mundo fazendo do jeito que tá todo mundo fazendo e tem que postar, né? Então assim, eh, tem que tomar cuidado também pra gente não levar o nosso lazer para esse lugar da produtividade, trazer essa mesma lógica, né? Então tem que ter o lugar para você relaxar, para você fazer essa impressão. Pinta do jeito que você quiser, tá tudo bem. É isso mesmo. Agora, Joana, eh, tem uma recompensa, o nosso cérebro, ele ele tem uma recompensa quando a gente está produzindo, porque assim, às vezes você tá produzindo, daí você precisa entregar, beleza, você entregou, daí você produz mais e você quer produzir mais. E às vezes a gente não para para analisar o tanto que a gente produz sem pausa, né? E aí você quer produzir, quer produzir, quer produzir, quer entregar, quer entregar e vem pressão e você controla pressão e vai, tem, tem uma recompensa no nosso cérebro em trabalhar sobre pressão, em produzir cada vez mais. O que que acontece? Então, a gente entende dentro dessa sociedade que o nosso valor tá atrelado a essa entrega, né? Então, quanto mais eu entrego, quanto mais eu trago, quanto mais coisas da minha lista, né, eu tô ticando. Sim. melhor, é, mais produtivo eu tô sendo. E sim, isso vai trazer pra gente uma resposta ali que é uma resposta, um feedback positivo, né, de que eu consegui, né? Então eu tenho ali uma resposta de prazer, dogica, de que isso deu certo. Isso é fisiológico, tá? tá dentro do nosso sistema eh recompensa e isso faz com que eu entenda que isso faz bem e que eu posso fazer mais e que eu, né, se eu continuar fazendo isso, eu continuo sentindo esse mesmo prazer. O problema é que isso ao longo do tempo, né, primeiro, não é sustentável, porque isso tá trazendo, né, prejudicial para outras áreas e isso também não se sustenta porque de repente aquilo às vezes não tem mais sentido, né? Eh, porque você vai percebendo que as tarefas que você tá fazendo são tarefas que, na verdade, para você não tem propósito envolvido, né? Não tem a ver com quem você é, com a sua autenticidade, com o que você busca. E isso ao longo do tempo, né? E dentro, por exemplo, do trabalho, né? Você sente que você vai produzir, que você pode chegar, por exemplo, a uma promoção, isso não chega e aí você tem um declínio dessa resposta. Então, tem uma eh um cuidado que a gente tem que ter em relação a isso, porque a gente tem uma certa eh resposta que leva a gente a isso. Porém, se eu tiver atrelando isso a algo que é externo ou se eu não tiver prestando atenção nesses outros fatores, eu posso cair ali no esgotamento. E isso pode levar a quadros ainda mais sérios, né? Por exemplo, no no ambiente de trabalho, né? É realizado como burnout. Então, a gente precisa ter cuidado com isso e a gente precisa ter essa atenção. Por que que eu tô fazendo isso? Por que que eu tô indo atrás disso? Qual é o feedback que eu tô recebendo, né? E, por que que eu busco isso o tempo todo dentro dessa tarefa, desse jeito? E aí a gente consegue ir eh entrando em contato, né, com autenticidade, com o que de fato a gente quer, com o que de fato é importante pra gente, pra gente ir remodelando a forma como a gente eh trabalha essas entregas e pra gente priorizar. Então, eu priorizo o que, de fato tem valor e não só fazer tarefas por fazer, né? Muito bem. Vamos lá. 8:55. Dá tempo para mais duas perguntas? Produção, pode mandar aí se der, tá? E a gente segue por aqui com o nosso estúdio Câmara. Daqui a pouco tem a Íria, direto da Central e de Informações, atualizando as notícias da semana, né? Vamos lá. A Juliana Lima de Barão Geraldo, quando a pressão vem da própria família, seja para estudar, casar ou ter filhos, como lidar sem sentir culpa ou medo de decepcionar? É aquele negócio, você não pode decepcionar mais ninguém, mas aí você pode ser decepcionado. Me ajuda. Muito bem, sua coloca muito boa a sua colocação, né? Você não pode decepcionar, mas você pode se decepcionar, né? Então, poxa vida, é justamente deste lugar, né, de que nós precisamos olhar e precisamos falar sobre isso, de que muitas vezes a família ela exerce essa pressão de nós termos que corresponder às expectativas dela. E quando você não corresponde, você pode se sentir inadequado, pode se sentir que não é amado, né? E como eu já disse, a família é um lugar de acolhimento, é um lugar de escuta, é um lugar para que você desenvolva a sua autenticidade. Acho importante, viu, Juliana, você se posicionar assim. Às vezes, quando a gente diz não, quando a gente coloca limite para o outro, aquilo pode nos doer um pouquinho nas primeiras vezes, porque nós estamos experimentando e internamente nós vamos construindo muitos medos, muitas fantasias do que aquilo pode acontecer. Mas depois que nós experimentamos colocar esses limites, dizer o não, e nós vemos que nós não deixamos de ser amado, que nós continuamos sendo sendo amados e que aquilo e que colocar esse limite é importante e mais saudável para nós, nós nos fortalecemos a partir disso e vamos cuidando dos nossos interesses e não dos interesses também do outro, não é verdade? A família, ela tem um lugar que pode nos impulsionar ou que pode também nos destruir, né? Então, vale essa autoavaliação, esse olhar, essa reflexão sobre essa relação com a sua família. Muito bem, né? Aquela questão, eu não posso decepcionar ao próximo, mas eu também não posso decepcionar a mim, né? E aí você coloca na balança e você precisa escolher, né, quem é que você vai decepcionar. Infelizmente é assim que funciona a nossa vida, né? A vida não é um morango, então alguma coisa vai acontecer e alguém vai se frustrar. Não adianta. É assim a vida e a gente precisa do autoconhecimento para lidar da forma mais assertiva, né? Eh, e saudável para que todo mundo fique bem de alguma forma. 8:58. Mais uma pergunta e a gente já vai então para as considerações finais. Pedro Henrique do Taquaral. O cérebro pode se acostumar a viver num ritmo acelerado e sob pressão constante ou isso deixa marcas negativas a longo prazo? Boa pergunta. A gente se acostuma, Joana? A gente se acostuma, mas isso leva a impactos negativos a longo prazo, né? Então a gente se acostuma de que isso é a norma, de que é assim que é, né? que é assim que funciona e que a gente dá conta, mas depois, mais à frente, muitas vezes a gente vê algum quadro, né, a conta ali não fecha, né? Então é importante que a gente entenda que essas pressões, né, viver o tempo todo sobre essa pressão não é normal e o nosso cérebro não tá preparado para isso. Ele não consegue lidar com isso, né? Se você vive esse ambiente, você precisa ainda mais terramentas para te ajudar a equilibrar esse fator, né? Então, o acompanhamento psicológico, eh o exercício físico, momentos de relaxamento, você precisa disso para você suportar esse ambiente de alta pressão. Mas também precisa se questionar, né? Será que eu consigo ficar aqui, né, por tanto tempo assim? Porque vai trazer sim impactos negativos, tá? O ideal é que a gente consiga ter momentos, né, que é o que acontece na vida. A gente fala, como você falou, né, a vida não é um morango, não existe eh vida sem estresse não vai existir uma vida sem pressão. Mas a gente pode entender, olha, eu tenho momentos que são picos de maior pressão, que que eu preciso manter aqui, que é o que vai me manter saudável, né? E eu também preciso ter os momentos de relaxamento. Então, por exemplo, né, eh, férias, férias é para tirar férias, gente. Então, tem gente que sai de férias e tá trabalhando e tá sendo produtivo em outra coisa, né? Então, a gente precisa também aproveitar os momentos de descanso, eh, de fato, né, pra gente poder lidar com essa essa pressão que é constante. É, né? Tem muita gente que eu conheço que tira férias e continua trabalhando, né? Tipo assim, ah, não, vou vou continuar, gente. Vai pras férias, esquece, descansa, né? a gente recarrega o celular, não deixa a bateria acabar, porque que a nossa bateria vive sempre piscando ali, né, no último, né? A gente precisa aprender a lidar, lidar com as pressões, mas de forma mais equilibrada, já que a pressão ela sempre vai existir no nosso dia a dia. Bom, a gente já vai pr para o encerramento, produção, pode ser? Ou quer mais ou mais perguntas? Vocês que mandam. Alô, minha direção. Manda ver aí se tiver mais. Olha aí, ó. Tá vendo? Muito bem. Renata Silva Jardim Nova Europa. Muitas vezes a cobrança é interna, a gente mesmo se pressiona demais. Como aprender a respeitar nossos limites sem se sentir fraco. É, eu acho que a maioria das pessoas acaba se cobrando demais, não é, Aline? A gente se cobra demais, né? Sim. Nós nos cobramos em excesso, né? Colocamos ali grandes expectativas e temos que performar em tudo, né? e isso pode acabar nos adoecendo. É importante a gente compreender que em determinados momentos nós não vamos conseguir a alcançar as expectativas dos outros e às vezes nem as nossas mesmos que nem as que nós colocamos para nós, né? Eh, eu gostaria de dizer, né, que eu acho fundamental para essa questão de da pressão social, que é nós dizermos não, nós colocarmos um limite para que nós possamos viver de forma saudável, né, em equilíbrio. Às vezes questões tão fundamentais ali que nós poderíamos estar tratando de uma forma mais leve, nós vamos eh problematizando também aquilo, né, e vamos adoecendo. Precisamos olhar para nós com carinho. Precisamos estar em ambientes que nos proporcionem a construir a nossa autenticidade, sermos autênticos, experimentarmos, acertar e errar, diminuir essas cobranças, né, que nós mesmos construímos em muitos momentos. Isso é fundamental para nós, né? e vamos aprendendo. Não sabemos de tudo enquanto vivemos, estamos em movimento. Nós só paramos o no último dia, né? Então vamos seguindo, aprendendo a conviver com as questões nossas, com as questões que do outro também, a conviver em sociedade. E se não der certo, tá tudo bem, não é, Jona? Tudo bem, tá tudo bem. É isso. Assim, essa a gente não precisa ser perfeito, né, gente? Ninguém é perfeito. E a gente tem essa ilusão da perfeição, né? Porque na rede social tá todo mundo bem, né, gente? Na rede social é tudo perfeito, todo mundo tá dando conta. Então, a gente precisa entender isso, né? Isso que Aline falou é super importante, assim, botar os nossos limites, entender o que a gente realmente deseja, o que é o que vai fazer bem pra gente, né? E isso permite que a gente priorize os aspectos que são fundamentais na nossa vida e que a gente consiga suportar essa pressão, né, externa, tantas que a gente falou, eh, e que a gente consiga, de fato trazer, né, e colocar a nossa energia, né, do nosso dia a dia naquilo que vai ter valor pra gente. E isso que a Aline falou é super importante, né? As coisas estão mudando, gente, muito, muito rápido, né? Então assim, essa a questão tecnológica, a gente já tá vivendo transformações, aí vai vir outra questão logo a mais. Eh, e a gente precisa estar atento a isso e entender que a gente pode se adaptar e tá tudo bem, né? A gente fala assim: "Não, aquilo funcionava em determinado momento, agora deixa eu entender o que funciona para mim agora". E com isso a gente vai diminuindo um pouco essa pressão interna, né? Porque a gente vai entendendo que a gente tá colocando valor aonde a gente precisa, né? Perfeito, né? é uma pressão externa, mas uma pressão interna também. Bom, vamos encerrando por aqui, agradecendo você que está aí do outro lado ouvindo, né, e absorvendo esse conteúdo maravilhoso que a gente trouxe hoje para começar o nosso mês de setembro, né? Lembrando que a gente vive sob pressão, mas precisamos de equilíbrio. Quero agradecer muito a Aline Campos pela sua participação com a gente. Obrigada, viu, pela entrega, pelo conteúdo, pela experiência, pela expertise e por compartilhar tudo isso com a gente. Eu que agradeço. Foi um prazer poder estar aqui hoje falando sobre esse tema que nos atravessa. É, e verdade. todos os dias. A gente agradece também a Joana Coelho, que trouxe pra gente essa expertise da neurociência organizacional, né? E é importante a gente entender como é que o nosso cérebro trabalha. Nosso cérebro ele é magnífico. Eu nesse tempo aqui de estúdio Câmara tenho estudado bastante e eu vou te falar que tô me apaixonando, viu? Obrigada, viu, pela sua participação, Joana. Obrigada a vocês. Que bom. Eu sou suspeita, é apaixonante mesmo. Mas é isso, gente. É o conhecimento que é pra gente aplicar, né? Então fico muito feliz de ter esse esse espaço pra gente discutir isso. Obrigada. Obrigada, Lili também. Foi um prazer estar aqui com vocês hoje. Prazer é todo nosso. E é isso, gente. A pressão social muitas vezes invisível pode ter um peso enorme em nossas vidas. Mas ao estabelecer os limites, né, a gente consegue levar essa vida, cuidar da saúde mental e trazer aí um equilíbrio, né, no nosso dia a dia. Quero agradecer a sua audiência, a sua companhia. Lembrando que em instantes nós temos aí a central de informações com a Íria, trazendo informações do legislativo, também da eh informações estaduais, informações nacionais. E amanhã nós temos também o nosso estúdio Câmara ao vivo, tá? A partir das 8 da manhã, nós vamos falar sobre treinamento mental, como manter a mente ativa, né? Quais os estímulos fazem bem ao nosso cérebro, o estress, a ansiedade, ele tem ligação com a perda da memória? Será? E como que funciona a estimulação cognitiva, né? Eh, será que a gente consegue fazer o exercício no nosso cérebro para que a gente possa raciocinar eh melhor, de forma mais assertiva? Será que o nosso cérebro funciona como um o músculo do nosso corpo? E aí a gente vai descobrir junto amanhã, a partir das 8 da manhã com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Lembrando que nós temos eh Câmara Notícia hoje ao meio-dia com informações do legislativo também. Então, agradecemos a sua audiência, a sua companhia, um mês maravilhoso pra gente, uma semana linda e abençoada. Valeu, produção. Obrigado a todos as nossas entrevistadas. Mais uma vez, gratidão. Fiquem bem e até amanhã, se Deus quiser, com mais uma edição do Estúdio Câmara. [Música] [Música] Não tô escutando vocês. [Música]