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Estúdio Câmara | Bagunça em casa: sinal de problema emocional?
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Estúdio Câmara | Bagunça em casa: sinal de problema emocional?

114 views Publicado 12/06/2025 HD · 40:08

Descrição do vídeo

Você já parou para pensar que a desorganização da sua casa pode ser mais do que apenas falta de tempo? O acúmulo de objetos, o ambiente bagunçado ou o descuido com o lar muitas vezes não são sinal de preguiça — mas sim de que algo emocionalmente importante está acontecendo dentro de você. No Estúdio Câmara desta quinta-feira, 5 de junho, vamos discutir um tema que tem ganhado cada vez mais atenção da Psicologia moderna: a ligação direta entre saúde mental e o espaço onde vivemos. Estudos recentes e relatos de profissionais apontam que quadros de ansiedade, depressão, estresse crônico, luto e traumas podem afetar a forma como cuidamos da nossa casa — ou nos afastam completamente dessa responsabilidade. Para aprofundar o assunto, o programa traz duas especialistas que vão nos ajudar a entender como essa conexão funciona. De um lado, Cintia Allyson Jensen, psicóloga especialista em Psicologia do Desenvolvimento, vai explicar como o ambiente doméstico reflete fases da vida e momentos emocionais que vivemos. De outro, Glaucia Aleksejunas, psicóloga com atuação na Psicossomática, analisa como o corpo e a mente reagem à desordem, e de que maneira a organização do lar pode se tornar uma ferramenta de cura. Mas também existe o caminho contrário: será que arrumar a casa pode ajudar a organizar a mente? É sobre isso que vamos refletir: como o ato de limpar, descartar o excesso e colocar tudo em ordem pode ser um passo importante para retomar o equilíbrio emocional. Entre os temas abordados no programa estão: Por que algumas pessoas se paralisam diante da bagunça? Como o acúmulo de coisas pode estar ligado à ansiedade? A casa reflete o nosso estado emocional? Organização compulsiva: quando o excesso de ordem é um sintoma? Como pequenas atitudes no ambiente podem gerar alívio mental? Existe um perfil psicológico mais sensível à desorganização? Como começar a colocar a casa (e a cabeça) em ordem? Se você tem sentido que sua casa anda “pesada”, difícil de limpar ou manter em ordem, este programa é para você. Ou se conhece alguém que esteja passando por um momento difícil e não consegue lidar com o espaço em que vive, compartilhe este conteúdo. Organizar o ambiente pode ser o primeiro passo para cuidar de dentro. 👉 Assista ao episódio completo do Estúdio Câmara e descubra como transformar sua relação com a casa — e com você mesmo(a). 📌 Deixe seu comentário, curta o vídeo e compartilhe com quem precisa ouvir essas reflexões. Sua participação é essencial para fortalecer esse debate tão necessário! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [Música] bom dia. Está no ar mais uma edição do Estúdio Câmara ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é quinta-feira, dia 12 de junho. E como sempre, a gente começa o dia com informação, reflexão e aquele bate-papo que faz você pensar sobre a vida, né, a rotina e também o bem-estar. O tema de hoje toca num ponto que muita gente vive, mas nem sempre entende. Será que a bagunça da nossa casa tem a ver com o que a gente sente por dentro? Ou será que o nosso ambiente pode influenciar o nosso estado emocional? Essa relação entre saúde mental e organização ou a desorganização do espaço tem sido cada vez mais estudada por profissionais da psicologia. E para nos ajudar a entender melhor esse assunto, nós já estamos recebendo a nossa psicóloga, a Gláuscia, já está comigo aqui no estúdio ao vivo e já já a gente conversa com ela sobre casa bagunçada. E aí, você de casa, já parou para pensar se sua casa está refletindo o seu momento emocional? Manda pra gente a sua opinião, a sua dúvida, o seu comentário, né? Conversa conosco através do nosso WhatsApp. A produção já está apostos para mandar pra gente aí a sua pergunta, que daqui a pouquinho a gente já responde. Vamos lá. 199729377. Enquanto você manda sua pergunta, a gente atualiza algumas informações. E também vamos falar da previsão do tempo que o bicho pegou essa noite, hein, gente? Que frio. Mas vamos lá. Olha, vestibular das Fateques encerram inscrições hoje às 8 da noite. Tá bom, gente? Então, o prazo encerra eh hoje às 8 da noite. E você que gostaria de fazer a inscrição para o vestibular das Fatecs de Tecnologia do Estado de São Paulo, né? as faculdades, aliás, de tecnologia do estado de São Paulo, asfatex, referente ao segundo semestre de 2025, corre porque hoje termina as inscrições. A seleção oferece 12.550 vagas gratuitas em cursos superiores de tecnologia com opções presenciais e também à distância e são distribuídas por 81 unidades em todo o estado. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site, tá? vestibular.fatec.sp.gov goov.br, mediante a um pagamento de uma taxa de R$ 50, com vencimento também para hoje. A aplicação da prova está marcada para o dia 29 deste mês à 1 da tarde. Para participar, o candidato deve ter concluído ou estar cursando o ensino médio, mas a matrícula só será efetivada mediante a comprovação da conclusão, tá? No momento da inscrição, é possível você escolher uma segunda opção de curso. Caso o candidato queira concorrer a mais de uma vaga, será necessário realizar nova inscrição e também pagar uma nova taxa. As Fatecs disponibilizam a estrutura para quem não tem acesso à internet, tá? O interessado deve procurar a unidade mais próxima para verificar dias e horários de atendimento. Além das vagas via vestibular, as Fatecs oferecem 7.470 470 vagas adicionais por meio do Provão Paulista, somando 20.020 oportunidades de ingresso no segundo semestre de 2025. Tá aí o seu momento, né, de aperfeiçoamento profissional. Vai lá, faz a sua inscrição e boa sorte. Mais uma notinha para você. Só lembrando, hein, gente, olha a movimentação no bairro Ponte Preta. A paróquia de Campinas celebra a festa de Santo Antônio com expectativa de milhares de fiéis aí à paróquia de Santo Antônio, no bairro Ponte Preta. Eh, amanhã será realizada a tradicional festa de Santo Antônio, que chega à 27ª edição. Sete missas estão programadas, incluindo uma às 9 com Monsenhor José Eduardo Machiate. Como de costume, a celebração vai contar com distribuição de pães e bolos abençoados. São cerca de 18.000 pedaços de bolos distribuídos em 10 mesas, gente, cada uma com 15 m de comprimento, tá? Só que tem um detalhe, a gente já conhece ali a movimentação do Ponte Preta, então, eh, como essa festa é tradicional, a Index está preparando uma operação especial de trânsito no entorno da paróquia amanhã a partir das 6 da manhã. E essa movimentação, essa operação especial de trânsito, vai das 6 da manhã até às 9 da noite, tá? haverá canalizações para eh orientar aí o fluxo. Então, o pessoal vai tá orientando o fluxo, alterações nos sentidos nas ruas Monsenhor Monsenhor Guilherme, eh também a Dra. Adriano José de Barros, o acesso será pela Avenida da Saudade e a saída pela rua de trás da igreja ali próximo ao mercado, né? Então, eh, precisa tomar muito cuidado e muita atenção. Amanhã na região da igreja ali, a na região da Câmara de Campinas, no bairro Ponte Preta, há muita movimentação por conta aí dessa dessa comemoração, né, de Santo Antônio, tá certo? Previsão do tempo para hoje a gente vai falar, mas todo mundo sabe que é frio, muito frio. E olha esta manhã, um frio muito intenso, gente, muito intenso mesmo. As temperaturas aí var variando, né? Mínimave, máxima 19. E a gente sabe que tem que tomar muito cuidado, tá ventando muito, né? E esse vento acaba eh predominando ao longo do dia e isso contribui muito paraa redução da sensação térmica, né? E à tarde os termômetros devem registrar aí temperaturas em torno de 20º. E claro, com esse friozão, o céu é de brigadeiro, sol lindo lá em cima, né? E o céu azulzinho, azulzinho, mas muito frio aqui na nossa metrópole. Essa é a previsão do tempo para você aqui do nosso estúdio Câmara. Estamos ao vivo e agora a gente fala de casa bagunçada. É curioso como a gente costuma olhar paraa bagunça de casa, né? Eh, como uma questão de organização, mas a psicologia mostra que pode ser muito mais do que isso. Estudos como publicados pela revista científica eh indicam que pessoas que descrevem seus lares como desorganizado tendem a apresentar níveis mais altos de cortisol. Sabia? O hormônio do estress. Exatamente. Tudo que você vê tá desorganizado. Você pode estar estressado e não sabe. Mas quem vai explicar pra gente isso é a nossa psicóloga que já está conosco aqui no estúdio, é a Gláuscia Alex Junas, psicóloga com foco em psicossomática. Muito bom dia. Obrigada pela sua participação. Seja bem-vinda, Glá. Obrigada, Rúbia. Bom dia. Vamos falar de casa bagunçada. A revista Forbes trouxe uma matéria onde o médico psiquiatra e colonista Dr. Artur Guerra, ele disse que o excesso de desorganização é um sinal de que a vida e a cabeça também estão fora de controle, né? Aí eu pergunto para você eh do seu ponto de vista da psicologia, o que que a bagunça pode, quando aliás a bagunça pode ser um reflexo de uma sobrecarga interna ou de uma mente confusa ou de até estados de depressão. Porque quando a gente fala de bagunça, a gente acha natural a bagunça, mas tem aquela bagunça que já vai lá para um estado que já é de saúde mental, né? Gostaria que você explicasse um pouquinho o que reflete essa bagunça na nossa vida, do dia a dia, da nossa casa. Sim. Eh, vamos lá observando as bagunças, né? Temos bagunças e bagunças, né? Ã, quando se diz casa bagunçada, cabeça desorganizada, o que que a gente pensa? Eh, que a pessoa ela pode tá passando por um momento difícil. Uhum. Né? O que que pode estar acontecendo? Nem, mas nós devemos prestar atenção o seguinte, nem sempre eh uma pequena bagunça significa que a pessoa esteja com um total estress ou totalmente desorganizado. Uhum. Quando eh, vamos focar um pouquinho só pra gente entender. Sim. Vai lá, explica pra gente do faz a sua linha de raciocínio e e traz pra gente essa questão da bagunça, porque às vezes a gente não entende o que que é a bagunça e o que que é a bagunça, né? Então tem a baguncinha e tem a bagunçona. Tem gente que acumula, tem gente que só é uma bagunça de não lavar a louça e acha que tá tudo bagunçado. Então faz aí a sua análise psicológica sobre a bagunça. Pode ficar à vontade. Sim. Vamos lá. Quando a gente vamos focar um pouquinho naqueles acumuladores, né? Isso. Aham. É, a bagunça deles é totalmente diferente da de uma baguncinha, desorganização, uma louça não lavada ali em cima da pia. Por quê? o estado de de o estado que eles se encontram eh é bem diferente de uma pessoa, hum, a gente não pode dizer normal, mas assim, o que hoje a gente descarta na rua, eles pegam eh com algum sentido para guardar, para acumular. A gente vê um vazio dentro deles, né? Uhum. Então, quando a gente fala de bagunça de acumulador, eh, é aquela bagunça que tá o armário totalmente desorganizado, a gente não consegue acessar algum corredor, algum móvel. Vamos lá. Uma bagunça desorganizada. Como que aquela pessoa está naquele momento? Uhum. Ela tá com a semana corrida? Ela tá com tempo, o que sobra para ela, o que ela vai fazer, né? Temos que pensar assim também, nós não podemos eh julgar justamente pela casa, porque nós podemos ter também uma pessoa que ela compensa dentro dela, ela pode estar totalmente desorganizada, mas ela pode limpar aquela casa de um momento, de um jeito e a gente pode ver que a casa chega a ser estéreo de tão limpa que fica. Você vê que a casa acaba ficando sem alma de tão limpa quem tá. Então vamos pensar o seguinte, o que que ela pode estar compensando? E também tem aquelas pessoas que pode ser desorganizada por dentro, mas por fora ela é extremamente vaidosa, bem arrumada, não sai de casa sem uma maquiagem. Impecável. Uhum. Então, se a gente for pensar, a gente vai ver o que aquela pessoa tá passando por aquele momento, qual é o estado que ela tá, qual é o tempo que tá sobrando para ela, porque hoje em dia, eh, com essa correria toda, a gente não tem tanto tempo também para muita coisa, né? Então, a gente pode analisar, começar a analisar por esse lado como a pessoa está. Uhum. para depois começar a analisar um pouquinho a casa dela. Perfeito, Gláuscia. Porque assim, a gente fala de bagunça de casa e aí tem muito julgamento quando a gente fala sobre isso, né? Ah, porque e tem pessoas que não conseguem sequer deixar uma louça na pia, só que daí também tem aquela questão cultural, né? O que que você aprendeu lá na infância, eh, o que que foi ensinado para você, né? Então, a casa ela acaba se tornando um espelho da alma mesmo. Só que a gente precisa tomar cuidado com essa organização exacerbada, né? A psicossomática, a ela traz o que em relação a essa questão, Gláuscia, da da alma mesmo assim, do espelho da alma, porque nós estávamos conversando fora do ar aqui, a Glácia chegou, nós fomos bater um papo pra gente entrar nesse tema aqui do programa com vocês aí de casa. Eh, você já parou para pensar que uma casa muito organizada, como a Gláuscia disse, ela pode ser uma casa vazia, né? E aí você é daqueles que você arruma sua casa e não quer que ninguém mexa em nada? Ô, Chaf, diz, se tem casas, tem vida. E se tem vida, hum, tem uma baguncinha, né? Então assim, eh, é diferente a bagunça da sujeira, né? é uma casa desorganizada, de repente pode ser que não seja uma casa suja, né? Então, o que que a psicossomática traz pra gente eh em relação a esse reflexo, né, da alma e em relação ao movimento da casa, porque nem toda a bagunça significa que você esteja com a saúde mental comprometida. Pode ser significado de vida também. É um pouco confuso, né? É, eu acho que vai de pessoa para pessoa essa questão da organização, né? O que que você vê como forma de organizar? Olha, uma forma de organizar é deixar a casa do jeito que você é, eh, do jeito a sua essência, né? A gente pode pensar o seguinte, quando você vai mudar, fazer uma reforma, você vai deixar a sua casa com o seu o seu jeitinho, com o seu rosto, né? Vamos supor, pode ser uma pessoa minimalista, né? Branca, sofá branco, com as coisinhas poucas, mas você vê que tem uma essência pequena. Aí tem aquelas pessoas que já gostam de de decorar muito, muito colorido, muito detalhe, muito bibelô. da televisão, dos móveis, você já vê que tem alguma coisa mais. Verdade. Mas nós temos também, eu acho que cada um tem, né? Tem aquele seu jeitinho de decorar, né? Tem o significado, tem as estatuetas, tem os quadros, tem aquilo que representa a nossa essência, aquilo que a gente carrega. Uhum. Então, ã, temos isso, né? Na psicossomática, a gente tem a nossa essência. Então, a nossa cara, a nossa casa, desculpa, é o nosso jeito, não adianta, é o seu reflexo, né? É o reflexo. Acaba sendo um pouquinho de cada interno. Uhum. Temos também aquelas pessoas, já que você, a gente tava falando, né, de louça bagunçada, disso, daquilo, eh, vamos pensar o seguinte, e se essa pessoa receber uma visita e não gosta que nada saia do lugar, então, que que a gente pensa disso? uma pessoa controladora, né? Ah, uma pessoa extremamente não gosta de nada fora do lugar, não gosta que mexa nas suas coisas. Aham. Menina, é sério. Ai, ai, ai, hein? E você aí de casa gosta que mexe nas suas coisas? Quando chega a bagunça tudo, aí você fica muito brava. Então, pode ser que você seja uma pessoa controladora. É, a, ela tá falando pra gente, hein? que a Glácia tá contando pra gente sobre essa questão de casa e traz muita reflexão sobre quem nós somos, né? Agora, e se eu deixo tudo bagunçado mesmo? Não tô nem aí, tô livre, leve, solta, tô tranquilo? E aí, o que que a gente faz? É normal também ou normal, entre aspas, né? Ou aí também significa algo? Rúbia, qual que seria essa sua bagunça livre, leve, solta? Tudo bom, sabe? chega em casa, deixa, vai lá e e bagunça mesmo, entra, sai e deixa tudo zoado, tudo bagunçado e vai embora. Aí eu olho para aquela bagunça e falo: "Uau, vamos arrumar isso aqui". Tipo assim, né? Livre, deixa, deixa receber uma visita, vamos curtir a vida e esquece da casa. Ótimo. Aí depois a visita vai embora. Eu vou lá e boto tudo no lugar. Vamos, vamos pôr um um uma questão aí. Você tá dando valor ao tempo que você tá tendo. Exato, né? Você tá deixando e você tá aproveitando aquele momento com seus amigos, com alguma visita para depois arrumar. Sua casa não vai estar de ponto cabeça, claro. Aham. Mas você tá aproveitando o seu tempo com a sua visita, com o seu amigo, com quem depois você arruma depois que ele for embora. Perfeito. Problema nenhum. Você sabe que eu já vi casos de pessoas que recebem visitas e estão junto com uma vassoura, né? tá lá, recebeu a visita e tá lá, a vassourinha tá do lado ou então o o rodo com o paninho, né? Aí caiu um negocinho aqui, já vai lá e ah, dá licença, deixa eu dar uma arrumadinha, dá uma limpadinha. Isso também significa algo que a gente precisa analisar com atenção. Claro. A minha mãe já fala, vamos fugir um pouquinho assim rapidinho. Minha mãe já falava que daí a pessoa quer espantar a visita de casa, né? Se você tá com a vassoura do seu lado, você não quer que aita esteja ali. Exato. Mas assim, vamos prestar atenção. Ela realmente, ela não tá se sentindo bem naquele momento interno dela. Ela não tá dando um suporte para aquela visita. Ela não tá conseguindo focar no externo dela. O interno dela tá bem bagunçado. Porque ela quer deixar o externo dela eh do jeito que tá, totalmente limpo. Uhum. Para que não não aparente mexa, né, no com o interno. Justamente aquilo que eu que eu falei. Aham. Ela tá tentando compensar algo que o interno não, ela não tá querendo expor. Nossa, bem interessante, gente, essa questão de casa bagunçada. É, eu acho que é um assunto bem amplo, né, que a gente pode, puxar várias vertentes, né? Agora, se a gente for falar assim de da bagunça mesmo, né? a pessoa que ela não tem o costume de fazer aí uma limpeza na casa e acaba deixando não não a o excesso, os acumuladores, mas a bagunça mesmo. Eh, aí a gente percebe que tem a uma um detalhe bem interessante dos gatilhos, né? Eh, tem pessoas que não suportam bagunça e tem pessoas que tá tudo bem. Agora, as mulheres são diferentes dos homens. O que que nós mulheres temos de diferente? Que a gente tem uma visão de bagunça totalmente ah mais ampliada que os homens. Por que isso? O que que acontece? Por assim, a gente vê bagunça e e o homem fala assim: "Não, aí não tá bagunçado". E você tá vendo uma bagunça que para ele não existe. Existem bagunças e bagunças, organizações e organizações, né? Aham. Eu acho que vamos separar um pouquinho assim, né, dessa visão de mulher e homem. A mulher ela gosta daquilo mais organizado, visivelmente para quem de fora entrar conseguir ver aquilo organizado. Uhum. O homem não. O homem ele tem aquela bagunça organizada dele, onde ele encontra tudo que ele consegue deixar. Verdade. E para ele aquilo não vai estar bagunçado. Aquilo tá no seu devido lugar. Aí vem a mulher, arruma tudo e ele fala: "Agora eu não acho mais nada. Onde você colocou minhas coisas, né? Não sei como que você, você mora sozinha, não mora, mas assim, tem, eu já ouvi relatos, né, de de entra um pouquinho nessa psicossomática de mulheres que ficam reclamando: "Meu marido". Elas elas não se encontram, né? já entra naquela coisa de está passando por um chamado de uma atenção. Oi, olha aqui para mim, o meu interno não tá bem. Uhum. Ela não se acha. Ai, o meu marido guardou tal coisa em tal lugar. Eu não acho. Eu me atraso, eu perco hora, eu não encontro minha roupa, eu não encontro tal coisa, eu não encontro tal bolsa. Hum. Que que você tá, aonde exatamente você tá perdida, né? Porque por fora, né, o externo, a casa pode estar totalmente organizada. Organizado daquele jeito que a gente falou, chega a ser estéril da casa não ter vida e por dentro tá uma bagunça que ela mesmo não se encontra. Nossa, que é interessante, né? Eh, você falando assim, eu fico imaginando, né, situações e a casa realmente reflete muito eh no que somos, né? Só que a gente tem que tomar cuidado com o muito, né? Todo excesso esconde uma falta. Então, o excesso de limpeza, o excesso de organização, né, o excesso de cuidado com os detalhes da casa, assim, pode sim estar escondendo uma falta, né, como a Gláuscia está pontuando pra gente e que precisa ser observada, né? Será o que que você tá querendo, o que que você tá querendo mostrar, né, com toda essa organização, né? E daí você quer mostrar para quem é para você. Mesmo assim você tá tipo e tá refletindo ou você tá querendo mostrar isso para alguém que mora contigo, né? Então a gente precisa prestar atenção nos detalhes. E a produção tá me avisando aqui. Eh, a nossa, a outra entrevistada, ela tá com a gente, a Cíntia, a gente conseguiu contato com ela, não, né? Ah, então tá bom. Nós tínhamos a Cíntia que queria participar com a gente pelo Zoom, mas aí a internet ela tá um pouco oscilando e a gente não conseguiu contato com a Cinttia. Então eu já quero deixar aqui o meu agradecimento para você, tá, Cíntia? Muito obrigada. A produção tá tentando falar contigo ainda, mas se não der, não tem problema. Você está convidada para outro programa. A gente que trabalha ao vivo é assim mesmo. E a gente que trabalha com internet, com tecnologia, a gente sabe que tá tudo bem, mas na mesma hora pode não estar. E tá tudo bem também. E a gente segue por aqui, né? Nós estamos aqui com a Gláusia. A gente tá falando dessa questão aí do cuidado, né, da casa, mas esse cuidado exacervado, até que ponto esse cuidado impacta na nossa saúde mental, né? E muitas vezes eh a gente tem aquele cuidado dos pais. Agora a gente volta para pras crianças, pra infância, né? Os pais muitas vezes eles exageram com as crianças na questão do cuidado com a casa. Pensa só, você mora só você e de repente, vamos falar de casal aqui, né? Mora você e e o mora o casal e de repente vem uma criança, né? E aí muda toda a dinâmica da casa. E muitas vezes os pais eles são ali taxativos com as crianças em relação à baguncinha delas, porque uma casa que tem criança é uma casa alegre e feliz, né? você vai na sala, tá tudo esparramado, porque a criança precisa brincar, só que daí entra o limite dos pais. até que ponto esse limite, no seu ponto de vista, ele é interessante, ele é bom e como isso pode influenciar eh no crescimento, né, eh dessa criança que de repente ela é imposta por limites referente à baguncinha dela, ao brinquedo espalhado pela casa, a bicicleta que tá jogada no quintal, né? Até que ponto isso é relevante? É, vamos pensar o seguinte. A partir do momento que você coloca regras, existe os limites também, né? Eh, quando nós pensamos em a criança vai brincar, ela tem horário, tem, né? Vamos pensar assim, isso tem o horário dela de brincar, de comer, de dormir, de guardar as coisas. Ã, é, é, é lógico, né? Toda criança tem o cantinho que fica bagunçado um pouquinho. Exato. Mas assim, até o o que ponto ela pode brincar ali, até onde ela pode mexer. Vamos pensar o seguinte, aquele casal tá preparado para ter um filho? Porque se ela coloca um limite muito rígido para essa criança, eh, de ter que guardar tudo aquilo, não deixar aquela bagunça, não deixar aquela sujeira, eu vejo que até mesmo na hora da criança se alimentar, tem a criança não pode se lambusar, não pode sentir aquela comida, né? Então, até que ponto ela pode brincar, né? Não digo só no brinquedo, mas assim, se você tem uma área ali reservada da sua casa, muitos hoje não t, que é um pouco difícil, mas assim, se você tem um jardim, sua criança pode chegar ali e brincar, né, até onde você deixa a criança ficar? Eu eu penso que existem esses limites de Tô tentando achar uma palavra mais fácil para colocar aqui. Aham. Sim. Mas eh me fugiu, desculpa. Não tem problema esse limite todo. Mas assim, você deixar a criança brincar à vontade e ficar em cima dela Uhum. do que ela pode, o que ela não pode fazer com os brinquedos dela, já começa a ser taxativo. E isso influencia no crescimento, né? Isso influencia nessa organização. Aham. No porque a criança porque se você tem um brinquedo e você deixa pra criança brincar à vontade, por que que você vai ficar em cima dela? exatamente que ela pode ou que ela não pode fazer com aquilo. Agora é importante a gente estabelecer limites, né, referente à organização. Terminou a brincadeira, bota tudo na caixinha, guarda e e isso também faz parte do nosso dia a dia, né, da nossa vivência. Agora, quando que eh a bagunça é sinal de que a gente precisa buscar um atendimento psicológico? H, vamos observar o seguinte. Quando a pessoa ela já não tá bem, né, a casa já começa, vamos começar a casa, o chão. Uhum. A louça. Uhum. Ela mesmo, em qual momento ela tá se encontrando que ela não consegue levantar do sofá, não consegue levantar da cama, não consegue fazer as coisas externas dela? Quando eu digo externo, externo fora da casa, né? as atividades diárias da rotina. Isso vira uma confusão só porque ela já não consegue organizar dentro da casa dela, não tá conseguindo se organizar fora, manter uma rotina e ela não tá conseguindo. Ela tem que procurar, ela tem que procurar, não seria o ideal dela procurar uma ajuda. É, porque daí a pessoa já não, ela perde o controle, né? Na verdade, ela perde o controle. Então assim, é importante a gente salientar que eh o excesso, né, mostra o alerta. Se você não consegue organizar, se você se sente bem num ambiente que você está de forma desorganizada, isso não tô falando de um dia, não, tá gente? É de segunda, terça, quarta, quinta e sexta. passaram-se cinco dias e você não passou uma vassoura na casa, não organizou uma coisinha que tava fora do lugar, outra ali, isso vai se acumulando. Então, é importante você eh se olhar com mais carinho e buscar ajuda, né? Porque todo o excesso esconde uma falta e a gente fala da falta de organização. Agora, o excesso de organização também pode indicar, né, uma tentativa de controle e uma falta também de cuidado e de carinho com si mesmo. Então, o excesso de organização também é um momento em que a gente precisa parar, pensar se você está cometendo realmente esse excesso e buscar um um tratamento, porque existe tratamento para isso, né? Existe eh esse excesso também de limpeza da casa é uma falta de cuidado interna. Vamos pensar que você se gasta muito pro seu externo para manter a sua casa todo dia limpa. Ah, é porque dá trabalho, hein? Vamos falar a verdade. Lavar, vou lavar meu o tênis que eu saí ali, que eu fui na padaria ali na esquina, vou chegar na minha casa, vou lavar ele, vou deixar. Precisa ver se há uma necessidade para aquilo. Uhum. Eh, chega no final do dia. Por que eu digo isso? Porque vai chegar no final do dia, você vai tá cansado, vai tá um pouco esgotado com aquilo, com aquelas tarefas desnecessárias. E aí você vai falar: "Ai, não tenho tempo para mim, não tô conseguindo fazer minhas coisas, né? Vamos começar a dividir, pesar na balança o que é necessário hoje, o que não é, para poder no final da tarde saber se você tá bem, não tá, o que que você consegue dar para você mesmo. É uma autoanálise, né? Uma autoanálise, uma aut uma autorreflexão, porque a casa, gente, é nosso cantinho, é nosso conforto, é nosso lar, né? É o momento, eu acho que a o melhor lugar do mundo é a nossa casa. Então você tem que fazer dela o seu canto, né? É, é a sua essência. Uma baguncinha ali, outra ali, faz parte. Você sabe que às vezes eh uma coberta no sofá é tão gostoso, é tão quentinho, né? Você olha ali, poxa, é movimento, né? Eu estava aqui enroladinho na coberta, tomando um chazinho, assistindo uma TV. Que delícia, né? Que maravilha. ou de repente eh eh uma louça na pia. Poxa, se tem louça na pia, vamos lá, quatro, cinco, seis pratos ali, né? Poxa, que galera que terminou de almoçar aqui, que gostoso. A gente participou de um movimento, de um momento que nos fez bem. Então, é importante a autoanálise, né? e o analisar com carinho os detalhes. E aí quando isso passa um pouquinho do limite, que você vê que passou um dia, dois, três, quatro, as coisas não tiveram uma mudança, você precisa se atentar e acender um alerta, fazer um exame de consciência e buscar por ajuda. E é para isso que estão os profissionais, né, os psicólogos, psicoterapeutas, psiquiatras. a gente tem que tomar cuidado para não ir para um caminho sem volta, que é o que a gente vê na TV, tem muitos programas, né, falando sobre acumuladores. E a gente percebe que essas pessoas elas iniciam a essa questão de acumuladores com um processo de saúde mental, né? A pessoa não está bem por dentro, não está bem consigo mesmo e aí começa a acumular coisas. Então a gente tem que tomar cuidado sim com essa questão aí da acumulação. Mas gente, uma baguncinha de vez em quando faz bem, né? Faz não faz, Gláus? Faz. Não tem problema nenhum. Que nem de final de semana mesmo. Não tem problema nenhum você almoçar, sair com o seu com o seu parceiro, né? Almocei. Ah, vou assistir um filme agora depois do almoço. Não tem problema nenhum deixar a louça ali e lavar mais tarde. É, mas tem que lavar mais tarde. Ó, eu tenho que lavar mais tarde. Gente, eu vou contar um negócio, um segredo para vocês. Eu não consigo deixar a louça suja na minha. Eu falo, mas enfim, né? Eu não sei isso. Eu fui criada assim, a minha avó, a minha avó era japonesa, então ela tinha uns assim e uns sistemas, né? E ela falava pra gente que não podia deixar louça na pia porque isso não era bom. e que trazia coisa ruim para dentro de casa e principalmente dormir com louça suja na pia. Menina do céu. E eu cresci assim. Então as crenças, a gente também tem que dar uma olhada para as crenças limitantes. Eu cresci assim, entendi aquilo, isso não me limita nenhum momento, mas também não sou táxativa, né? Tô dodói lá, vou deixar louça na pia, claro que vou. Agora no meu dia a dia normal, ah, sim, eu vou lavar louça, entende? E tá tudo bem, né? Então é isso, você tem que se entender, se autoanalisar e ver o que que tá tudo bem para você. E quando o excesso começa a a ser uma falta, você busque sim uma ajuda de um profissional. Agora 8:43. Produção, pode repetir para mim, por gentileza? Só lembrando, gente, que nós temos transmissão ao vivo direto do plenário José Maria Matozinho e a produção tá falando comigo. Eh, eu acho que a gente tem que encerrar um pouquinho mais cedo o programa de hoje, mas fica tranquila, amanhã tem mais. Eh, você pode ver para mim se eu preciso entregar agora ou se dá um pouquinho ou temos mais um tempinho, por gentileza? Ah, tá bom. Então, então, olha, nós temos mais 6 minutos de programa ainda. Eh, temos algumas perguntas, o pessoal tá participando com a gente. A gente agradece a sua audiência, a sua companhia. Vamos ver que que o pessoal de casa tá falando sobre a organização, né? Dá tempo de responder, acho que duas perguntas rapidinho, tá, Glusa? Ó, a Camila do Jardim São Marcos. Bom dia, Camila. Tenho mania de relocar móveis quando fico aflita. Mudar o layout, né, o sistema ali da casa traz alívio real ou pode virar fuga dos problemas emocionais? Se eu te contar um segredo, há uns 10 anos atrás eu tinha essa mania também. Hoje eu já não faço mais, mas eu sentia vontade, eu mudava todinho os móveis da minha casa. Eu entendo porquê, mas hoje eu já não faço mais. Eu consegui parar com isso. Essa mania, ela pode virar fuga. É o que que é isso? É uma fuga, né? de você ficar mov até de você ficar movendo os móveis, mudando a sala de lugar. É uma fuga de não querer entender aquilo que tá acontecendo com você naquele momento. Então você muda aquele local onde você tá acostumado. Aham. Para ficar novo de novo. Ficar novo de novo para você fugir daquilo que você não quer resolver. Olha isso. Como como analisa agora. Olha que interessante, como é gostoso a gente conversar com profissionais, que a gente consegue abrir a mente e entender. Eu não entendia isso. Eu simplesmente, eu parei, né? Eu mudei alguns padrões e e enfim, parei de fazer essa mudança aí de de móveis, né, como a nossa telespectadora disse. E a primeira vez que eu falo que a mudança de imóveis é o quê? É para você sentir que o espaço está de uma forma nova. Então, realmente isso mostra que você está fugindo da sua realidade, né? Nossa, que interessante. Adorei, gente. E você de casa? Uma, deixa rapidinho que você falou, só falando dos acumuladores de novo. Eu assisto esses programas e eu vejo que as pessoas elas entram com aquela equipe de limpeza toda, isso só que e limpam e tudo e e aquele acumulador ele não tá entendendo o que tá acontecendo. Por que que estão tirando tudo aquilo que eu preciso, né, para ele? Ele precisa de tudo aquilo. Só que eu nunca vi eles colocarem um profissional junto com aquele acumulador para entender o por que ele acumulou tanta coisa. Verdade. Pode passar uma semana, ele vai voltar a acumular tudo de novo. É porque na verdade a casa foi limpa, mas a saúde emocional está abalada, né? É, porque normalmente pessoas acumuladoras elas sentem um vazio muito grande. Uhum. Elas têm aquele vazio. Qual é? A gente não sabe porque é muito de cada um. Uhum. Então, realmente, eh, tinha que ter um acompanhamento nesses programas aí para ver. Sim, sim, verdade, né? Tem pessoal da limpeza, né? O pessoal que vai fazer a decoração e tal, mas um acompanhamento profissional é muito importante. 8:47, eu acho que dá tempo para mais uma. Vamos lá. E eu faço um encerramento bem rapidinho, prometo. Tá bom? O Edu lá do Bom Fim, trabalho em home office e a bagunça me distrai. Ai ai ai. O tempo todo. A desordem pode afetar o foco e a produtividade. Olha, eh, vamos supor assim, ah, aonde você está, o seu, o seu cantinho ali, a sua mesa tá organizado, porque aquilo ali não deixa de ser um um lugar seu, um canto seu. Uhum. Agora, se você parar para trabalhar para ficar arrumando sua casa, aí você vai perder o foco mesmo. Exatamente. Mas se o seu cantinho, a sua mesa tá organizado, acho que não tem problema nenhum. Então o seguinte, Edu, faz o seguinte, arruma o teu cantinho aí, esquece o resto da casa e aí depois, no final de semana você organiza o resto da casa. Combinado? Ô gente, olha, o impacto da saúde mental na forma que cuidamos da nossa casa. A gente recebeu eh aqui a Gláuscia, né? aqui bateu um papo legal com a gente, trouxe alguns posicionamentos que é importante a gente levar pro nosso dia. Vamos paraas considerações finais. Nosso tempo tá acabando, já a gente tem ao vivo do plenário José Maria Matozinho, mas eu quero abrir o espaço para você deixar uma mensagem então para as pessoas que estão assistindo a gente, que vão assistir depois pelo YouTube também, referente a se olhar com mais carinho e também analisar aí o que é bagunça e o que não é bagunça, né? Vamos lá, considerações finais, por favor. É, eu aqui, né, peço para que quem tiver insatisfeito ou com algum vazio aí dentro, se analise eh mentalmente, internamente, veja o que realmente tá faltando, o que você tá precisando ou até mesmo aquilo que a gente falou, o que você tá compensando, né? E busque uma ajuda se realmente você achar que precisa. Muito bem, Gláuscia, obrigada pela sua participação, viu? Super valeu. E você de casa, obrigada pela presença aqui no estúdio Câmara, você que ficou com a gente até agora, valeu mesmo. O convite aqui para é para que você olha ao seu redor como é que tá seu espaço e dentro de você, como é que anda seu mundo interior. Às vezes fora é só um pedido silencioso de cuidado por dentro, tá bom? Presta atenção nisso. E amanhã tem mais estúdio Câmara, o tema como todo mundo já enfrentou algum momento, né? Todo mundo já enfrentou esse tema aí, é a raiva. Você já enfrentou raiva? Você já se sentiu à beira de explodir e já falou algo a mais no impulso e depois se arrependeu? No programa de amanhã, a gente vai conversar como controlar os impulsos antes que a antes que a raiva tome conta e a gente vai entender o que essa emoção tão intensa pode estar tentando nos dizer. Vamos falar sobre raiva amanhã. Já sentiu? Vai contar pra gente ao vivo às 8 da manhã a gente espera por você. Continue ligadinhos na TV Câmara Campinas em instantes ao vivo do plenário José Maria Matozinho com nossa equipe trazendo informações para você e meio-dia temos também o Câmara Notícia. Amanhã a gente se encontra ao vivo a partir das 8 da manhã. Valeu, beijo grande. Se cuida aí, tá bom? Dá uma olhadinha para você, pra sua casa. Não se estressa não. Bora viver. Tchau tchau. Fica com Deus. [Música] [Música] [Música]
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