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Estúdio Câmara | Astrologia e autoconhecimento: o que os astros revelam sobre nós
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Estúdio Câmara | Astrologia e autoconhecimento: o que os astros revelam sobre nós

101 views Publicado 09/05/2025 HD · 1:07:10

Descrição do vídeo

🔮 ASTROS REVELAM QUEM VOCÊ É? Descubra o Poder da Astrologia com Brê Santos e Camila Ragazzi ✨ Sexta-feira, céu aberto para autoconhecimento! No Estúdio Câmara de hoje, mergulhamos em um universo simbólico, milenar e fascinante: a astrologia. Mas será que os astros realmente influenciam nossas emoções, decisões e caminhos? Essa é a reflexão que propomos com dois convidados que vão muito além do horóscopo diário. 🎙️ Conectamos o saber do renomado astrólogo Brê Santos, com mais de 20 anos de estudos e prática na leitura dos céus, e a visão clínica e sensível da psicanalista Camila Ragazzi, especialista em espiritualidade e desenvolvimento humano. Juntos, eles explicam como a astrologia pode ser uma poderosa aliada na psicoterapia e no entendimento de quem realmente somos. 🪐 Você vai entender como funciona o mapa astral, o que é o famoso Mercúrio retrógrado, como usar a astrologia para decisões importantes e ainda: como ela se conecta com a psicologia junguiana e as dores que carregamos. Uma conversa leve, profunda e reveladora! 💬 O público participou com perguntas reais sobre sinastria amorosa, frustração com previsões e identidade ligada aos signos. Um papo que uniu conhecimento técnico, sensibilidade terapêutica e, acima de tudo, um convite para você olhar para dentro. Se você sempre achou que astrologia é "coisa de signo", prepare-se para se surpreender. E se você já ama astrologia, esse episódio vai expandir ainda mais sua consciência. 👉 Assista agora e descubra como mapas astrais podem espelhar a alma e guiar jornadas pessoais! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📌 Dados do vídeo: Título provisório: Astrologia e Comportamento Link: https://youtu.be/4ljlfrhFDyU #Astrologia #Autoconhecimento #MapaAstral #Psicoterapia #MercúrioRetrógrado #Signos #CamilaRagazzi #BrêSantos #EstúdioCâmara #TVLiberal #ReflexãoInterior #Espiritualidade #Psicanálise

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[Música] Olá, bom dia. Seestou com o estúdio Câmara no ar. Hoje, dia 9 de maio, uma sexta-feira cheia de mistérios, previsões e autoconhecimento, a gente vai conversar sobre um tema que desperta curiosidade. Sim, isso mesmo. Nós vamos falar hoje sobre astrologia, né? divide opiniões, mas acima de tudo convida a reflexão, a astrologia. Gente, será que os astros eles influenciam mesmo no nosso comportamento, nas nossas emoções, até nas decisões que tomamos para esse papo astral? Nós já estamos recebendo aqui dois convidados mais que especiais. direto por Zoom. Ele que é um dos nomes mais respeitados da astrologia, o BR Santos tá com a gente, daqui a pouquinho vai falar conosco. Olha, muita coisa boa, né? Ele é estudioso há mais de 20 anos e apaixonado por desuendar os códigos do céu. E aqui no estúdio a nossa psicanalista Camila Ragazzi, que é especialista em espiritualidade e autoconhecimento e traz uma visão terapêutica de quem lida com pacientes que recorrem à astrologia em busca de sentido. E claro, você aí de casa também faz parte desse nosso bate-papo. Já aproveita. Você viu que vai render hoje, né? Todos os dias, mas hoje vai render sexta-feira. Se estamos com astrologia. Manda pra gente seu comentário, sua dúvida, seu depoimento, tá? O WhatsApp tá na tela, 199729377. A gente quer saber, você acredita em astrologia, se identifica com seu signo ou você é daqueles que sempre culpa o Mercúrio retrógrado pelos atrasos e desencontros da vida? conta pra gente, quem sabe seu comentário aparece por aqui. Agora a gente atualiza as notícias, a gente vê como é que fica a previsão do tempo para este fim de semana e daqui a pouquinho o nosso bate-papo com os nossos entrevistados. Esse é o tempinho que você tem para mandar a sua mensagem, combinado? Vamos lá, notícia atualizada para você. Diretora da Elecamp assume a presidência da Associação Paulista das Escolas do Legislativo e de Contas. A diretora acadêmica da Escola do Legislativo de Campinas, a ELCAMP, assumiu ontem, quinta-feira, a presidência da Associação Paulista das Escolas do Legislativo e de Contas a Apel, Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que congrega escolas de governo, centros de treinamento, institutos de estudos e pesquisas vinculadas ao poder legislativo paulista a nível estadual, municipal, incluindo também as escolas dos Tribunais de Contas. A posse aconteceu ontem durante o 15º Encontro da entidade realizado na Câmara Municipal de Montemor. Nelli Castanheira é servidora da de carreira aqui da Câmara de Campinas para o cargo de analista legislativo. Ela é pedagoga desde 2014, tem uma vasta experiência em educação, é graduada em pedagogia com especialização em direito público, gestão pública, psicopedagogia e gestão de pessoas. Desde que assumiu a diretoria da ELCAMP, a Nelli se empenhou em compartilhar sua experiência e educação legislativa no estado de São Paulo, colaborando com a ampliação da expansão das escolas do legislativo. Sob a gestão da Nélia, a Elecamp foi reconhecida por inúmeros municípios com moções de aplausos e parabenização, como a Câmara de Hortolândia, Montimó e Valinhos, além de mais de dezenas visitas técnicas que recebem frequentemente, já compôs também a diretoria da Associação Brasileira de Escolas do Legislativo e de Contas da Abel e da Própria Apel. Nelli Castanheira assume então a presidência da APEL com desafio de ampliar significativamente o alcance das escolas do legislativo do Estado. Entre suas principais propostas e objetivos para o próximo biênio estão o fortalecimento da educação legislativa com o mapeamento das escolas do legislativo já constituídas no estado de São Paulo e também a manutenção desse banco de dados atualizado. Além disso, incentivar também as escolas do legislativo em funcionamento a se filiarem à Abel também implementar meios que favoreçam a criação de novas escolas dentro do estado de São Paulo, com apoio das diretorias regionais nomeadas e também criar o e-mail institucional e manter a comunicação afetiva com as escolas do estado e fora dele, né? Então, muito bom. A gente parabeniza a Nell, nossa parceira lá da Câmara, né? eh do nosso legislativo campineiro. E a gente sabe eh do trabalho que tem sido realizado pela Elecamp, a escola do legislativo e a Nell agora assumindo aí então eh a escola do legislativo do estado de São Paulo. Parabéns aí para Nele e boa sorte, né? Vamos lá, seguindo com mais informações para você. Olha que legal, gente. Sanduíche Boquinha de Anjo tá celebrando seu dia pela primeira vez amanhã, dia 10 de maio. Criado em Campinas na década de 60, presente em quase todas as cidades brasileiras e hoje conhecido mundialmente pelos turistas, né, que visitam Campinas, a região. O sanduíche Boquinha de Anjo é considerado o símbolo gastronômico e cultural da cidade. E tem mais uma curiosidade sobre o tema, né? O lanche pela lei ordinária 16.643 1643 de 2024 do ano passado, o Boquinha de Anjo, ele tem sua data celebrada pela primeira vez em Campinas amanhã, sábado, 10 de maio. O projeto de lei que reconhece a Iguaria como patrimônio gastronômico e cultural de Campinas é de autoria do vereador e presidente da Câmara, Luís Rossini. A prefeitura oficializou a data comemorativa com um evento especial no calendário municipal, reconhecendo então a importância do sanduíche na cena gastronômica campineira e sua unipresença, né, nas mesas dos bares. Atualmente, quase todos os bares de Campinas e do Brasil t incorporado boquinha de anjo em seus cardápios. Que legal. Eu já experimentei. Você já? Tenho certeza que sim. Vamos lá, então. Previsão do tempo. Já já tá chegando o momento da gente conversar sobre astrologia. Agora a gente faça a previsão do tempo e já vai mandando pra gente a sua mensagem. Hoje, sexta-feira, o calor associado à aproximação do sistema frontal que trouxe esse veranico dessa semana deve permanecer até hoje só, hein, gente. As temperaturas hoje podem atingir aí as máximas de 30º. Então, a mínima foi de 18, né, 5:30, 6 horas da manhã. Eh, e a máxima hoje no pico das 3 da tarde, 30º. Agora, amanhã, sabadão, o sol, eh, o sábado, aliás, é de sol, com muitas nuvens durante o dia e períodos de céu nublado. A noite para amanhã pode ter chuva, tá? Mínima para amanhã 19, a máxima 29. E agora a previsão para domingo é de sol, com pancadas de chuva de manhã, muitas nuvens à tarde, à noite com tempo firme. Agora presta atenção nessa temperatura. De acordo com a previsão do tempo, de acordo com os meteorologistas, a mínima para domingo é 15 e a máxima 21. Quer dizer que, né, voltamos aí ao outono e o Veranico foi-se embora. Essa é a previsão do tempo, de acordo com Sepagre e também com o climatempo para este final de semana da nossa metrópole. E agora sim, tudo atualizado. Vamos lá. Astrologia, gente, astrologia milenar presente em diferentes civilizações. Ela já guiou reis, impérios, navegadores. Hoje ela está nas redes sociais, nos aplicativos, nas conversas de bar, nos consultórios terapêuticos também. Mas afinal, o que é astrologia de verdade? ciência, linguagem simbólica, ferramenta de autoconhecimento. Bom, pra gente conhecer um pouquinho sobre astrologia, um pouquinho, porque é muita história, a gente tem pessoas especiais aqui para conversar com a gente. Então, recebemos diretamente por Zoom um dos nomes mais respeitados da astrologia do Brasil. Ele é estudioso há mais de 20 anos e apaixonado por decifrar os códigos do universo. Seja bem-vindo, BRE Santos. Bom dia. Bom dia, Rúbia. Bom dia a todo mundo que tá assistindo a gente. É um prazer imenso táar aqui. Obrigado pelo convite. Vai ser ótimo falar sobre astrologia hoje. Maravilha. E com a gente também a presença da psicanalista Camila Ragazzi. Ela é especialista em espiritualidade, autoconhecimento e traz aquele olhar terapêutico, né? porque ela conversa todos os dias com pessoas, já escuta histórias e tem pessoas que recorrem à astrologia em busca de um sentido paraa vida. Então, seja muito bem-vinda. Obrigada pela sua participação. Obrigada, Rúbia. Bom dia. Bom dia a todo mundo que tá em casa. Bom dia, BR. Eu agradeço muito o convite. Vai ser uma delícia conversar sobre isso hoje. Vamosora. Então, a gente já começa. Lembrando você que você pode mandar aí a sua mensagem porque o telefone tá na tela, WhatsApp, câmerara. A a eh aponta lá pro QRCode, manda pra gente 1997829377. Vamos falar de astrologia e eu já direciono logo a primeira pergunta para o Brê. Para muita gente a astrologia ainda está ligado apenas ao horóscopo diário, no jornal, nas redes sociais, na revistinha, mas a gente sabe que vai muito além. O que que é de fato, BR? A astrologia. Você que é um estudioso, um conhecedor desse tema, explica pra gente o que é astrologia, de onde vem, como que a gente pode entender um pouquinho eh de do do que dizem os astros. Bom, a astrologia, na verdade, ela é uma é uma, eu costumo dizer que ela é uma linguagem, né? Ela é uma linguagem muito simbólica, inclusive, porque a astrologia tem muitos símbolos, né? muitas representações, mas eu costumo dizer que o papel da astrologia é criar uma comunicação entre os astros, né? Traduzir o diálogo do céu com a nossa vida cotidiana, é entender o que se passa no céu e como que isso reflete na nossa vida todos os dias, né? Então, eu acredito muito que a astrologia ela parte de uma de uma premissa muito antiga, mas que eu também acho que é extremamente atual, que assim como existe ordem no universo, existe também um propósito na nossa existência individual, né? Então, quando a gente nasce, por exemplo, o céu, eh, ele tá organizado de uma forma muito específica, né? Que dificilmente a gente vai ver a mesma configuração de novo, né? E esse arranjo, essa especificidade inteira do do céu é como um código, né? Ela gera um código ali no momento do nosso nascimento. E isso é um mapa, né, do tempo, talvez que a nossa própria alma escolheu pra gente viver nessa vida, né? Então, a astrologia ela fornece esse código, né? Ela que fornece esse manual de instruções, digamos assim, de quem a gente é, né? Eh, e ela surgiu muito, muitos e milhares e milhares de anos atrás, né? A astrologia, ela surgiu a partir da observação ancestral do céu, né? Então, antes mesmo da gente aprender a escrever, né, antes da escrita, as simplizações antigas, elas já olhavam pros astros como como guia guias naturais do tempo, né? Eu falo sobre isso nos meus vídeos às vezes também. Eh, eles olhavam pro céu para entender o tempo certo de colher as plantações, né, para realizar rituais espirituais também. E aí foi lá na Mesopotâmia, há mais de 4.000 anos, né, que se se consolidaram ali os primeiros registros astrológicos. E aí os sacerdotes babilônicos, eles observavam que certos eventos celestes, né, eles coincidiam com alguns acontecimentos muito importantes na Terra, como as guerras, como as chuvas, né, como os nascimentos reais também. Mas o o ponto chave é que a astrologia ela nasceu como uma ponte entre o céu e a vida, né? não como superstição, mas como uma tentativa mesmo de assim profunda, né, de entender a ordem do cosmos, né, e o reflexo no cotidiano cotidiano humano. E aí mais tarde também os gregos, né, especialmente ali Platão, Aristóteles, né, eles ajudaram a integrar essa sabedoria a esse, né, ao, ao pensamento filosófico, enxergando os astros como expressões das leis divinas, né? E aí foi com os árabes, depois também com os renascentistas europeus, né, que a astrologia ganhou uma estrutura matemática, né, se aproximando da astronomia também como ciência irmã. Ou seja, a astrologia ela é fruto de milênios, né, de escuta da natureza, de escuta do tempo, né, de observação do tempo. E ela existe porque em todas as eras, né, o ser humano intuiu, né, que o que tá acima separado do que tá dentro, né? Muito bem. E aí quando a gente leva na nossa vida prática também, ela funciona como um guia, né, para interpretar os movimentos planetários, para conseguir perceber o que que tá se movimentando dentro e fora da gente, né? Então tudo isso é astrologia. Uau, né? Olha só, eu acredito que tem que estudar muito, né, para chegar no nível do Brê, porque olha só tudo que ele falou e eu tava olhando o Instagram dele, né, você pode acessar lá porque tá bem legal e tem as previsões semanais. Mas eh tem também alguns algumas mensagens bem interessantes, né, para você. Então acessa lá. Qual que é o seu Instagram? Eh, qual que é o @ dele, BR? É @bretanho. Maravilha. Muito bem. Agora a gente puxa o papo pra Camila. Lembrando que a Camila e o Brê podem eh conversar, bater papo aqui, porque vocês têm tudo em comum, né? E eu tô aqui como intermediadora, não entendo muito de astrologia, acho algo interessantíssimo e curioso. E quando a gente fala de astrologia e psicoterapia, fica mais curioso ainda. A Camila tem o consultório, ela acompanha de perto esse movimento das da reconexão das pessoas com o próprio interior. Aí eu pergunto para ela, como é que a astrologia aparece nesse processo terapêutico, né? qual que é o papel da astrologia eh na busca do autoconhecimento, a busca por sentido? Eh eh eh como que é qual que é a conexão da astrologia e da psicoterapia? Então, como o BR falou, né, a astrologia ela tem muitos símbolos. Então, se a gente considera a estrutura da nossa psiquê, a gente tem uma parte que é o nosso parte consciente, tá? do nosso ego, que é essa parte que conversa, que toma decisões. E a gente tem uma parte inconsciente que é muito maior do que essa parte consciente. E a nossa parte inconsciente, ela é completamente simbólica. Então, quando a gente traz um símbolo, né, quando a gente traz um arquétipo, que são esses símbolos da astrologia, por exemplo, quando a gente fala lá do signo de Áries, que tem o deus Áries, que tem toda uma história que tem toda uma simbologia em torno disso, eu pego um símbolo que se conecta direto com os com o meu inconsciente e traz essa linguagem e vai trazendo em mim aspectos, aspectos que são meus. Então, através da simbologia, do inconsciente, da astrologia, eu consigo me espelhar, eu consigo entender como eu sou, aspectos de mim, né? O que que eu tô sentindo, da onde que vem esse sentimento, a partir desses símbolos que o inconsciente conhece muito bem. Então, a astrologia fala a linguagem do inconsciente, que é a linguagem simbólica. Poxa, vida, que interessante, né? E você costuma eh eh ter pacientes que eh buscam a psicoterapia aliada com a astrologia. Tem bastante gente que busca astrologia. As pessoas que chegam até mim, mesmo que não conheçam tanto o meu trabalho, essas que chegam até mim, elas já chegam nessa energia. Então, tem muitas pessoas que chegam para mim, falar: "Eu sou, por exemplo, Gêmeos com ascendente em Gêmeos". E aí a gente já conversa um pouco sobre isso, né? Aí alguns chegam assim: "Ah, eu não sei se você acredita, mas eu sou do signo tal". A pessoa do signo tal fala: "Não, vamos conversar sobre isso". Então eu eu crio um campo porque eu acredito que a astrologia é um campo muito rico pro autoconhecimento, realmente. Então se a gente entra nesse campo simbólico, a gente consegue resgatar muita coisa do eu interior lá dentro, né? Então isso é muito interessante, é muito legal. Uau, que legal, né? a gente colocando aqui, né, BR, a astrologia, psicoterapia, psicanálise, né, o autoconhecimento. Então, explica pra gente essa essa questão, né, o os signos, horóscopo, tem a ver com astrologia, óbvio. E aí, ah, o signo, aquele signo que tem o horóscopo que quando descreve a pessoa, né, aquilo faz sentido pra vida, ajuda na questão do autoconhecimento, aliado à psicoterapia? Qual que é a visão? Como que você explica pra gente essa e eh essa descrição? É, não o signo diário, mas a descrição do signo, né, de cada um? Como que é? Tem tem algumas descrições que são tão assertivas. Da onde vem essa assertividade, né? O que que é isso? Bom, o horóscopo, na verdade, ele ele funciona muito como uma previsão, né? Ele é uma como se fosse uma foto do céu também do dia. Então, quando você lê o horóscopo do dia, por exemplo, ele tá falando sobre as possibilidades, né, que existem naquele dia para você, as energias talvez que você venha vivenciar. Mas eu eu sou do ponto de que o horóscopo ele é um pouco mais simplista, né? Porque quando a gente fala de horóscopo a gente tá falando geralmente ele de signo solar, né? Ou às vezes de ascendente também, só que o mapa astral ele é muito mais complexo, ele tem muito mais informação lá dentro. Então o horóscopo ele ajuda a gente a entender um pouco das energias, das predisposições, de situações talvez que a gente pode vivenciar naquele dia. Muito bem. Agora, eh, quando você fala de mapa astral, essa é, você faz mapa astral, é isso, né? Isso, exatamente. Tá. Como que é desenhado esse mapa astral, né? Como como você consegue essa assertividade do mapa astral de uma pessoa, né? Como, como que é isso? Explica pra gente. Bom, o mapa astral eh, como eu falei ali no início, ele é o nosso manual de instruções, né? Ele é feito a partir da data, hora e localmente da pessoa. Então ele é muito preciso. Até os minutos ali contam, né, de nascimento, porque é isso que que determina a posição exata dos planetas no céu naquele instante, né, quando você nasceu. Então o mapa astral ele ajuda a guiar o futuro, né, não só no sentido de dizer o que vai acontecer, mas sim de apontar caminhos, apontar possibilidades, né? Então a astrologia nunca ela vai tirar o nosso livre arbítrio, ela nos mostra o terreno, né? Mas a caminhada é sempre nossa. Então é importante uma pastoral para saber o que ciclos que a gente tá vivendo, né? Poder nos ajudar inclusive a aproveitar melhor as oportunidades, né? Ou entender que certos desafios fazem parte de um processo maior de amadurecimento. Uhum. Perfeito. E como é que você avalia a chegada da internet, da tecnologia, né, e de muita gente fazendo mapa astral, mas de uma forma eh que não é igual a sua, porque você estudou para isso e hoje tem muita facilidade e e tem muita gente que escreve coisas e que acaba incentivando pessoas. qualquer avaliação que você faz sobre astrologia, o estudo que você precisou passar, você tem mais de 20 anos aí, né, de estudo, de conhecimento, com a a internet e o imediatismo e o desespero pela busca de informação, principalmente pelo autoconhecimento, principalmente depois da da pandemia agora, né? Então, apareceu muita gente aí fazendo mapa astral de graça, mapa astral online. Qual que é a avaliação e a comparação que você faz disso? Eu acho interessante, né, porque a astrologia ela tá se tornando cada vez mais acessível, né? As pessoas falam mais sobre isso, elas procuram mais sobre isso, tentam cada vez mais absolver mais informações sobre isso. Mas como qualquer tema, a gente tem que saber muito bem que tipo de conteúdo a gente consome, né? Que lugar é ideal pra gente conseguir fazer uma pastral e entender de fato o que que ele tá dizendo, né? Então, eh, eu acho muito, muito interessante esse movimento, a gente poder falar mais sobre isso, poder conversar mais sobre astrologia, mas é importante a gente tomar um pouco de cuidado, porque hoje, eh, eu vejo pelo, por exemplo, no, no, nos meus vídeos, às vezes eu tô rodando assim, aparece uma previsão que eu fico, poxa, mas eu não acho que é bem por aí, né? Mas tudo bem. Acho que também abriu esse, tem muita gente falando, tem esse debate na internet, né, de astrólogos modernos, astrólogos mais tradicionais. Eu acho que essa discussão sempre é riquíssima, porque acho que todas as visões são interessantes serem analisadas, mas é óbvio que é sempre importante, quando eu preciso de alguma informação eh um pouco mais embasada, que a gente procure alguém que tem esse conhecimento para fornecer a informação da maneira adequada. Maravilha. 8:27. Ô Camila, muita gente usa então da astrologia para tomar decisões, né? qual que é a avaliação que você faz eh eh dessa dessa busca eh assertiva paraa decisão, para o planejamento através da astrologia. Eu acho que a astrologia é uma ferramenta muito útil pra gente se utilizar, né? Então, é uma ferramenta. Eh, eu acredito que usar só astrologia para tomar uma decisão é um pouco complicado, porque eu preciso entender o que que eu tô sentindo naquele momento, tomando aquela decisão. Preciso entender o que que eu tô pensando naquele momento também. Então, para tomar uma decisão importante, eu sou um ser completamente profundo, complexo, né? Então, às vezes eu tenho sentimentos que se contradizem, às vezes eu tenho pensamentos que se contradizem. Eu, se eu me utilizo da astrologia, eu pego lá o meu mapa ou os meus trânsitos planetários, eu olho paraa astrologia e falo: "Tá, então vou tomar uma decisão por causa disso aqui". Aí eu acredito que é um pouco complicado, mas se eu me utilizo disso junto com o que eu tô pensando, com o que eu tô sentindo, trazendo autorresponsabilidade para esse processo, aí se torna muito rico, porque eu me utilizo de tudo que eu sou. Então isso daí me conecta com quem eu sou de fato, com o meu eu real, para eu poder tomar uma decisão. E isso é uma decisão que eu tô tomando completa com meu ser completo, mesmo que tenha partes minhas que discordam da minha decisão, porque isso acontece, né? Então, por exemplo, ah, eu quero muito uma coisa, mas tem uma parte minha aqui que não quer, mas tudo bem, então eu vou assumir isso aqui, né? E aí o meu, e aí eu olho o meu mapa, eu falo: "Não, pode ser bom para mim tomar uma essa decisão". E eu vou com autorresponsabilidade, com meu meu adulto, tomar essa decisão. Então, acho que a ferramenta da astrologia é muito boa para isso também, né? Então, eu posso tomar decisões considerando o meu mapa, considerando o mapa do momento também, né? Então, por exemplo, essa coisa do Mercúrio retrógrado, pode não ser bom ter uma DR agora, né, por exemplo, mas eh eu posso escolher ter uma DR em algum outro momento comigo mesma, né, com os meus sentimentos. Então eu acho que assim, se eu não me tornar dependente disso, mas se eu me utilizar disso, é maravilhoso. É uma ferramenta muito útil para isso também. Uma ferramenta, né, que te dá um embasamento para você seguir os caminhos, a gente pode dizer assim, né? Sim, exatamente. Uma orientação a mais, né, para me conectar com o que eu de verdade sinto. Inclusive, maravilha. Você tocou num Mercúrio retrógrado. Eu quero perguntar pro Breinte. Esse negócio de Mercúrio retrógrado aí, eh, todo mundo, né, quando tá no Mercúrio, tipo assim, não deu nada certo hoje. É o Mercúrio retrógrado. Todo mundo culpa o tal do coitadinho do Mercúrio. O que que é na verdade esse Mercúrio retrógrado? Isso é um trânsito astrológico? Tem e o o Mercúrio, mas tem outra Marte retrógrado. Tem como que é isso, BR? explica, desculpa, né, a minha ignorância, que eu não entendo muito bem de astrologia, então tô super curiosa, igual aos nossos telespectadores, para saber. E você que é um entendedor, um estudioso disso, explica pra gente qual que é desse tal do Mercúrio retrógrado. Não, tá tudo bem. Acho que a astrologia ela tem tantas camadas, realmente que é interessante fazer essa pergunta porque Mercúrio é o astrop, né? Eu chamo, eu falo que ele é o top do da astrologia, porque sempre quando ele tá retrógrado, todo mundo fala sobre isso, todo mundo p Mercúrio retrógrado, mas a verdade é que todos os planetas eles passam por períodos de retrogradação, né? E o que que é retrogradação? A retrogradação nada mais é do que uma ilusão de ótica que a gente tem, como se esse planeta tivesse andando para trás, né? Então, quando a gente tem qualquer planeta em retrogradação, não somente Mercúrio, a gente passa por um período de revisão. Então, retrogradação nada mais é do que revisar algumas coisas, algumas partes da nossa vida. Então, quando a gente tem Mercúrio retrógrado, por exemplo, Mercúrio fala sobre a nossa comunicação, ele rege a nossa comunicação, né, e qualquer tipo de comunicação. Então, é muito comum, por exemplo, quando a gente tá em Mercúrio retrógrado, a gente ter problemas com sistemas de comunicação, WhatsApp caindo, né, ou algo não funcionando. Ele rege também toda essa parte da da internet, né, viagens curtas, né, de de pequenos pequenos pequenas distâncias, assim. Então, nesse período onde a gente vê que Mercúrio tá retrógrado, né, quando a gente sabe que ele tá retrógrado, principalmente, é normal a gente enfrentar alguns impecílios em algumas áreas da nossa vida. Assim como outros planetas ficam retrógrados, eles vão falar sobre outros temas que a gente precisa revisar. Mas o que a gente precisa entender quando a gente tem retrogradações e tem algo ali acontecendo que tá afetando diretamente a nossa vida, talvez é um sinal ali, né, do do universo, um sinal do céu de que tem alguma coisa na sua vida que você precisa parar e dar uma atenção para aquilo. Então, revisitar, reanalisar, né, reconstruir, refazer, né, retrogradação é muito sobre isso. Então, por isso que é tão popular, porque às vezes a gente enxerga que algumas coisas ali não estão andando como a gente gostaria. É como se o planeta tivesse andando para trás mesmo. Poxa vida, não sabia disso. Tá vendo? Tá vendo como a gente aprende aqui no estúdio câmara o Mercúrio retrógrado. Coitadinho, né? Todo mundo culpa esse tal de Mercúrio retrógrado. E a gente tá aqui com o Brê, também com a Camila, falando de astrologia, né? astrologia que muitas pessoas utilizam dela para ter um um embasamento, para seguir o caminho. E você aí de casa, o que que você acha da astrologia, né? Você eh utiliza astrologia, já fez o seu mapa astral? Manda sua mensagem pra gente. WhatsApp tá na tela. A produção tá avisando que a gente já tem mensagens. Ó lá, 199829377. A gente já tem mensagens e vamos aproveitar que estamos aqui com dois profissionais, podem falar paraa gente de astrologia tranquilamente. E o Cláudio do Guanabara é o nosso primeiro telespectador a ter a sua mensagem exibida aqui na telinha do estúdio Câmara. Bom dia, Cláudio. Ele diz: "É possível usar o mapa astral como ferramenta terapêutica ou só funciona como autoconhecimento mesmo?" Bom, quando a gente fala de terapia, a gente vem pra Camila, né? É, é, é possível. Você utiliza o mapa astral como ferramenta terapêutica no seu dia a dia? Oi, Cláudio, bom dia. H, quando a gente fala de ferramenta terapêutica, a gente fala de autoconhecimento, né? Então não é uma coisa ou outra, as duas coisas andam junto. Então é possível eu usar uma passtral como ferramenta terapêutica e é possível usar uma pastral como autoconhecimento. Então, por exemplo, se você quiser, se você encontrar uma pessoa, né, um terapeuta que trabalha com uma passtral, você pode levar o seu mapa para esse terapeuta e aí dentro do processo terapêutico você se trabalha e você se encontra, porque uma pastral é um espelho, né? Então, se você encontra um terapeuta que entende um pouco de astrologia ou que entende bastante de astrologia, você pode se trabalhar nesse processo. Ou você procura um astrólogo mesmo e você se trabalha junto com esse astrólogo, né? Você se vê a partir desse mapa e isso se torna uma grande ferramenta de autoconhecimento. Então é possível sim esses dois. Olha aí que legal, Cláudio. Obrigada pela sua participação, viu? E agora temos mais perguntas. 8:35. Pode mandar a produção. Leonardo de Barão Geraldo. Gêmeos que nascem no mesmo horário, tem o mesmo mapa astral. Como explicar trajetórias tão diferentes? Vamos lá, Br, nosso astrólogo. Olha aí o Leonardo perguntando para você sobre o nascimento de gêmeos no mesmo horário. Bom dia, Leonardo. Obrigada pela pergunta. Eh, bom, a gente explica porque a astrologia ela é muito precisa, né? Eh, quando a gente faz um mapa astral, a gente leva em consideração até mesmo os minutos, né? Então, por conta de minutos, a gente já pode ter uma configuração diferente no céu, o que faz com que mesmo as pessoas nascendo, a gente entendendo ali como o mesmo momento, né, mas em minutos separados, isso já pode gerar um mapa astral diferente e fazer com que as pessoas sejam completamente diferentes mesmo, né? A essência não vai mudar, né? a gente olha pro sol, dificilmente a gente vai mudar, então eles vão ter as mesmas essências, mas às vezes o ascendente já é outro, a lua já é outra, então já configura um outro mapa astral e com certeza essa pessoa vai ser muito diferente assim. Nossa, que legal, né? De pessoa, a gente fala, né, gêmeos, né, pessoas que nascem juntas, né, no mesmo horário, mas nem é no mesmo horário, é um minutinho, um minutinho já faz a diferença, né, é impressionante esse esse negócio aí de de mapa astral. É legal. Eu gostei, gostei, gostei dessa, dessa, desse nosso bate-papo sobre astrologia. É bom, é conhecimento, né? A gente vai entendendo as situações. E quando a gente tem dois profissionais que podem explicar pra gente dessa forma tão gostosa que vocês estão explicando, fica mais fácil, né? Porque a gente fala de astrologia, mas tem muita gente que não entende, né? Você sabe que é os astros e tal, mas como, né? Como isso acontece? Vamos lá. 8:36. Tem mais perguntas, produção? Manda pra gente aí. Ah, pessoal participando conosco. Estamos falando de astrologia nessa sexta-feira gostosa, né? Última semana, último dia aí do nosso veranico. Se prepara semana que vem, é, falando de previsão, né? E previsão do tempo, semana que vem aí chuva e frio na nossa região paulista. A Juliana do Jardim Proça, existe um jeito saudável de lidar com a frustração quando uma previsão astrológica não se concretiza? Ô, BR. Então, eh, essa questão é importante a gente falar que é uma previsão, não é uma precisão, né? Tem isso também. Perfeito, perfeito. Juliana, excelente pergunta, sim, porque existe sim e é a forma como que eu tento transmitir a astrologia hoje nos meus conteúdos, né? Por quê? Porque os astros eles inclinam, eles indicam, né? Mas eles não obrigam a nada. Então eles mostram tendências, fases de crescimento, fases de tensão, né, fases de expansão, né? Mas é a gente que escolhe como que a gente vai agir diante disso, né? É como como clima, por exemplo, né? Eu costumo fazer esse essa comparação. Se eu sei que vai chover, né? Eu posso sair com guarda-chuva ou posso sair sem guarda-chuva. A escolha é minha, né? O céu tá ali nos orientando, mas o protagonismo é sempre nosso, né? Então a astrologia ela não tira responsabilidade das nossas mãos, pelo contrário, né? ela convida a gente a agir com mais consciência. Então, a astrologia ela não eh assim, eu não não costumo utilizar a astrologia como previsão imutável, né? Ela traz possibilidades, né? Ela traz energias, mas pode ser, obviamente, que ela não se concretize, né? porque ela não é imutável, como eu falei, então tudo pode mudar, mas é interessante a gente olhar para essas previsões sempre abertos e entendendo que não tá escrito em pedra, né? Essas previsões elas são possibilidades, né? São energias. E aí como a gente ler vai da gente, né? É bem isso mesmo, né, Camila? Porque a gente pode mudar, né? O que a gente a gente sabe, é igual ele falou da chuva, né? Vai chover, você utiliza o guarda-chuva. ou então você se molha ou você não sai de casa. Pois é, com certeza. E assim, quando a gente fala de lidar com frustração, a frustração é importante pra gente trazer algum aprendizado dela. Então, acredito que a forma mais saudável de lidar com uma frustração é aprender alguma coisa com isso. Então, assim, acho que o BRE ele trouxe muito bem eh essa ideia de que não tem uma uma garantia, né? Então, quando a gente olha uma previsão astrológica, por exemplo, quando a gente tá procurando uma garantia e não tem garantia na vida, não tem garantia no processo de autoconhecimento, não tem garantia na psicanálise, não tem garantia na astrologia, a vida não tem garantia. A vida é sempre um risco. Então, trazer isso pra autorresponsabilidade e trazer um aprendizado nisso, né? Eu tô procurando uma garantia aqui, né? Que que eu tô procurando? Eu tô procurando autoconhecimento, eu tô procurando consciência ou eu quero uma resposta pronta da vida, né? Então, acho que se a gente olhar para essa frustração como um aprendizado, isso se torna um processo muito rico, inclusive também. É, isso faz todo sentido quando a gente fala do autoconhecimento, né? Porque o mapa astral eh nada mais é que eh eh você olhar para si mesmo, né, diante de tudo aquilo que foi escrito e desenhado e ter aí a noção do autoconhecimento e a partir disso você ir traçando o seu caminho, né? Mas isso não significa que, poxa vida, tudo que está escrito vai acontecer ou enfim, você pode mudar assim o seu destino. Então depende de cada um de nós. Mas o autoconhecimento é importante e é por isso que a gente fala hoje sobre astrologia, a gente fala hoje sobre mapa astral com duas pessoas especialistas nesse assunto. né, que ele é especialista há mais de 20 anos e ele faz, né, confecciona aí os mapas, né, e a a Camila, isso, Camila Ragazzi, Camila Ragazzi, Ragazzi, ó, a Camila, que ela traz essa questão da astrologia para dentro do consultório, né, e faz aí a utilização na psicoterapia. Agora, uma pergunta, uma dúvida, Camila. Eh, a pessoa que chega no teu consultório, que já vem falando que, ah, eu sou do signo de Virgem, de Gêmeos, enfim, tá, tem meu mapa astral aqui, quero trabalhar. Legal, você leva por essa linha. E a pessoa que não acredita em astrologia, em horóscopo, enfim, não acredita nos astros, né? Eh, como que você faz esse trabalho? Porque tem gente que acredita, tem gente que não acredita, né? Então, ou eu acho que a a falta de crença também é falta de conhecimento, de repente, porque é algo pra gente acreditar em algo, a gente precisa conhecer, né? Então, de repente, a falta de conhecimento faz com que a pessoa fala assim: "Ah, não, mas eu não acredito nisso." É porque não conheceu, é porque não viu, porque não teve o embasamento que precisa pro conhecimento. E quando essa pessoa chega no teu consultório, como é que como é que funciona o seu trabalho? Então, quando uma pessoa chega no meu consultório e não acredita, ela nem traz esse assunto, né, na verdade. Então, aborda, eu também não abordo. Eu vou trabalhar com o simbólico dessa pessoa. Então, se essa pessoa, se o simbólico da astrologia não faz sentido para ela, como é que eu vou trazer isso, né? Agora, se ela tem alguma curiosidade, né, e aí como eu gosto também desse simbólico, eu trabalho muito nessa linha do simbólico yunguiano também, aí às vezes eu puxo um pouquinho, né? E aí eu puxando um pouquinho vejo se isso funciona para essa pessoa. Então eu falo na linguagem do inconsciente dessa pessoa. Eu trabalho com que vai funcionar para ela. Às vezes, por exemplo, o simbólico da astrologia para essa pessoa não funciona, mas o simbólico do tarot, por exemplo, funciona, que também são arquétipos, né? Então os arquétipos eles eles estão aí atravessando o nosso inconsciente. Então de uma maneira ou outra a gente acessa o inconsciente da pessoa através de símbolos, né? Então, quando a pessoa não trazia, eu também não fico forçando, não faz sentido, né? Eu vou trabalhar com o que a pessoa traz. É importante, é importante a gente falar disso, né? Eh, BR, da aceitação e e de repente da falta de conhecimento, né? Porque o conhecimento ele transforma. Então, de repente se se eu não aceito algo, é porque eu não conheço de fato aquilo que eu não estou aceitando. Você concorda? Concordo. Concordo completamente. Eh, e eu entendo esse ponto de vista também, né, porque a astrologia ela foi por muito tempo tratada com superficialidade, né, ou até misturada com conteúdos sensacionalistas, né, mas quando a gente estuda astrologia a fundo mesmo, ela se revela uma ciência simbólica riquíssima, né, com milhares de anos de observação, milhares de anos de sabedoria, né? Então, astrologia ela não é sobre acreditar cegamente. Acho que é muito mais na linha de experimentar. né? Quem olha o passtral com profundidade geralmente se surpreende, né? Porque se vê de um jeito que nunca tinha conseguido você explicar, né? Sabia que aquilo ali existia, que fazia parte da vida, que era assim, mas nunca soube dar nomes para aquilo, né? E eu sempre digo, você não precisa acreditar, mas você pode sentir, né? E se fizer sentido, permita que que a experiência fale por si, né? Maravilha. 8:43. Tem mais perguntas pra gente, produção? Se tiver, manda ver aí nas perguntas. os nossos telespectadores participando. O Rafael do Guanabara está com a gente, ele pergunta: "Existem mapas mais difíceis de lidar? E se sim, como a pessoa pode trabalhar isso a seu favor?" E aí, Br? Eh, polêmica resposta, mas sim, esses mapas mais difíceis assim de lidar, porque o momento que a gente nasce, ele é muito importante, como eu falei. Então, se a gente nasce num momento muito complexo no céu, né, com a gente tem hoje eh não só os astros como os astros conversando entre si também, que são o que a gente fala muitas vezes de conjunção, né, de cestil, de oposição. E aí esses aspectos, né, isso é que a gente chama de aspectos, tem aspectos que são favoráveis e tem aspectos que são de tensão. Então se a gente nasce sobre um céu muito tenso, com certeza a gente vai ter muito mais desafios ali na vida. Então por isso que é importante entender o passtral nesse nível de profundidade também, porque é justamente são justamente essas eh essas conjunções, esses seis, essas oposições que vão falar o quão fácil ou difícil vão ser alguns aspectos dentro da nossa vida. Muito bem. A gente aqui tentando entender um pouquinho sobre astrologia no programa de sexta-feira. 8:45, faltando 15 minutinhos para as 9 da manhã. Tem pergunta, tem dúvida ou então tem um depoimento? Fez o seu mapa astral, manda pra gente a sua mensagem. 199 eh 7829377. Nós estamos aqui com o Brê, também com a Camila, a gente falando de astrologia, de psicoterapia e de autoconhecimento, que é tão importante nos dias de hoje. Que bom que nós temos, né, ferramentas que nos favorecem a esse autoconhecimento, né, Camila? são ferramentas que eh hoje nós temos mais discernimento para entendê-las e temos pessoas eh que estudaram para trazer pra gente essa oportunidade de iniciar um autoconhecimento com elas, né? Uhum. Com certeza. Eh, quando a gente fala em psicologia, né, a psicologia é um campo muito vasto, então pensa assim, num campo muito vasto, cheio de gavetinha. Então, cada gavetinha vai ter uma abordagem. Uma das gavetinhas é a psicologia analítica, que quem criou foi Jung. Então pensa que Jung era um discípulo muito próximo de Freud, né? E aí quando ele percebeu a psicanálise assim com algumas limitações, então a psicanálise ela entende o nosso inconsciente como inconsciente pessoal. E aí o Jung falou: "Não, não tem só o inconsciente pessoal, tem inconsciente coletivo também". E nesse nessa busca do inconsciente coletivo, ele descobriu astrologia. Então ele estudou profundamente a astrologia, bebeu muito dessa fonte da astrologia e criou a psicologia analítica, que é relativamente nova, assim, né, se a gente for pensar na história da humanidade. Uhum. Então, a partir da psicologia analítica e desse estudo da astrologia, eh, se formou aí todo um campo de estudo de autoconhecimento baseado também nesse estudo da astrologia. Então, até os tipos os tipos psicológicos de UNG são muito baseados na astrologia. Então, nos tipos psicológicos tem os tipos de terra, de fogo, de ar, né, que a astrologia tem também os signos de terra, de fogo, de ar. Então, assim, a gente consegue usar da astrologia muito pro autoconhecimento, graças à Junghe aí pra gente. Olha aí, que legal, né, BR? E essa questão assim de que ela disse, né, eh, signos de terra, fogo, ar, eh, astrologia em si, eh, o que que você pode dizer para os nossos telespectadores? sobre toda essa questão na forma de autoconhecimento, de autoobservação e de melhoria, né, e assertividade no dia a dia. O que que isso pode trazer de bom pra gente? Bom, acho que usar astrologia como ferramenta de autoconhecimento mesmo, né? Eu acho que isso, talvez esse seja o uso mais potente, né, da astrologia, porque quando a gente entende o nosso mapa, quando a gente entende as nossas dores, né, quando a gente entende os nossos ciclos repetitivos na vida, até os nossos talentos ocultos, né, porque o mapa astral ele também mostra isso, é como ter um espelho, né, que revela aquilo que às vezes nem a gente consegue explicar. Então, já vi pessoas, né, mudarem de vida depois de compreenderem que estavam vivendo ciclos ali importantes na vida dela, né, ou que estavam vivendo, eh, ou tentando seguir, né, caminhos que já não faziam mais sentido pra essência delas, né? Então, a astrologia ajuda a reconectar eh com quem a gente é de verdade. Uhum. Né? Então, não é só possível, como é transformador também. Que legal. Então, astrologia ela revela parte que estavam lá adormecidas, às vezes reprimidas, né? Ela nomeia dores que a gente carrega muitas vezes em silêncio que veio lá da nossa infância, ilumina talentos, né, que a gente não sabia que existia ali, que a gente tinha essa possibilidade, que tinha esse dom, né? E ajuda a entender porque que dios patrões não se repetindo. Então, quando eu olho para um mapa astral, eu não vejo só posições planetárias, né? Eu vejo histórias, né? Eu vejo escolhas de alma, eu vejo feridas, eu vejo dons, né? né? E perceba que tudo que a gente vive tem um fio de sentido, mesmo que seja na dor, né? Então a psicologia ela ensina que não existe erro, existe processo, né? E quando a gente compreende esse processo, a vida deixa de ser um caos e passa a ser uma travessia consciente, né? Ai, que mensagem bonita, né? Que coisa gostosa de se ouvir nessa sexta-feira de manhã. E quanto tempo demora para fazer o mapa astral? Vai de pessoa para pessoa? Como que funciona aí esse teu, esse seu trabalho e esse seu estudo? Eu levo um pouquinho de tempo, né? Porque eu preciso analisar todos os aspectos da todas as posições planetárias para criar um mapa em si. É fácil, é rápido, coisa de 5, 10 minutos. Mas o que demora mesmo é a análise, né? É entender a representação daquele mapa, né? O que que ele tá dizendo. Então isso leva um pouquinho de tempo. Às vezes eu levo horas assim para fazer um estudo. Então a pessoa vem, geralmente eu reservo, eles reservam comigo uma hora, né? Eu quero fazer a leitura do mapa astral reserva uma hora para trazer o resumo, mas o trabalho que tem por trás de construção e entendimento daquele mapa é um pouquinho mais extenso. Olha só, né? Daí você a gente analisando agora o trabalho em si, né? Ele faz o mapa astral, faz algo que que eleva um leva um tempo, né, para ser desenvolvido, faz todo o estudo. Aí depois eu chego na clínica com o meu mapa astral desenvolvido, mostro para você eh a situação de de como está e você consegue fazer a interpretação e trazer para o meu meu dia, o meu eu. E aí a gente desenvolve um sistema que pode ser que melhore eh com assertividade a minha forma de caminhar. É isso, então, né? Sim, sim. E aí na na análise pessoal, nesse processo de autoconhecimento, a gente se aprofunda nessas simbologias dos arquétipos, né? Então o Bruno, o Bruno, desculpa, o Brê falou uma coisa muito interessante que é nomear as dores, né? Então, quando a gente nomeia uma dor, a gente traz consciência para essa dor. Então, enquanto uma dor é inconsciente, a gente nada pode fazer sobre isso, né? Então, quando a gente traz consciência, eu falo: "Ah, então aqui tem uma dor, então eu vou proteger essa dor, eu vou cuidar dessa dor, eu vou passar um remedinho, né? Eu vou entender, eu vou acolher". Então, só quando a gente toma consciência no meia é que a gente pode fazer alguma coisa com isso e transformar. Então, às vezes, por exemplo, eu tô regido por um arquétipo, só que eu tô regido por esse arquétipo na sombra dele. Então, tô pegando aqui as partes ruins desse arquétipo, vamos dizer assim, as partes distorcidas. Mas qual que é a luz desse arquétipo? Quais que são as potencialidades desse arquétipo, né? Então, eu consigo me conectar com as minhas potencialidades também a partir desse símbolo. Então, a partir desse mapa que já foi feito, eu consigo entrar nos campos, porque assim, o mapa astral ele fala de todas as áreas da nossa vida, né? Então, fala de trabalho, fala da área financeira, que é diferente, fala ali da da nossa família, do nosso campo social. E cada campo desse pode ser regido por um arquétipo, né? Pode ter um planeta ali ou tem lá as casas eh eh tem os os signos, né? E aí no processo de autoconhecimento, a gente vai olhando cada coisa dessa, vendo o que que faz sentido, como que isso se manifesta, né? De que maneira que se manifesta, o que que eu sinto quando eu percebo que tem isso aqui. Para mim faz sentido emocionalmente, não faz? Então a gente vai destrinchando esses arquétipos, destrinchando esses significados e entendendo como que sou eu, como que eu me vejo aqui, né? Então é como se fosse assim um espelho cheio de detalhes. Então eu olho os detalhes sobre mim ali, né? Eu olho coisas que eu eu não tinha visto ainda. Eu falo: "Ah, então é por isso que eu tô sentindo isso, né? Ai, é verdade, eu tô sentindo isso. Eu não tava conseguindo dar nome para isso. É verdade, eu fiz isso. Então eu vou me vendo e vendo o que que é verdade sobre mim ali. Então isso é muito legal. fazer também. Poxa vida, identifica, né? Você começa a criar uma identidade das coisas que tem aqui dentro de você e que às vezes você nem entende o que que está acontecendo. Isso é bem interessante quando a gente fala eh desse alinhamento aí entre vocês dois, né, Bramila. Eu achei bem interessante e o alinhamento das das profissões, se a gente pode assim dizer, a astrologia com a psicoterapia, a psicanálise. É importante, né, BR? Totalmente, totalmente importante. Eh, acho que toda, toda a forma de autoconhecimento, ela é muito bem-vinda, né? Eu, obviamente, conheço o meu mapa, olho pro meu mapa, mas eu não deixo de fazer a minha terapia também, porque é muito importante, né? Acho que tudo são tudo que a gente pode eh sugar ou trazer ali, internalizar de informação e de autoconhecimento é riquíssimo, né? Porque ajuda a gente a evoluir. Eu acho que esse é o nosso propósito como ser humano, né? Ser cada vez melhor sempre. É isso mesmo, evoluir e buscar o autoconhecimento com ferramentas que nós temos à nossa disposição e às vezes a gente nem se dá conta, né? pela falta de conhecimento. E hoje a gente tá passando para você o conhecimento sobre a astrologia. 8:54. Tem mais perguntas pra gente? Pode mandar, produção. Pessoal de casa tá participando, a gente fica muito feliz. Obrigada, viu, pela sua participação. A Natália do Jardim Proça diz: "Sempre tive curiosidade, mas não sei por onde começar. Qual o melhor caminho para quem quer aprender a astrologia de forma séria? Olha que legal, Bre! A Natália, ela tem curiosidade, né? ee quer aprender. Então, qual que é o melhor caminho que você eh pode eh ensinar aí pra Natália para aprender astrologia? Uhum. Interessante essa pergunta, Natália. Eh, eu, por exemplo, eu comecei estudando os astros, né, entendendo a representação de cada um, entendendo o que que cada signo representa também, né? Porque uma coisa é entender o que os astros falam, outra coisa é entender o que os signos falam, outra coisa é entender o que as casas dentro do mapa astral representam, né? Então tem toda essa parte de estudo que eu acho que é inicial ali para você entender como que a astrologia se posiciona, né? O que como que ela se comunica e acho que daí depois o segundo caminho, se você tiver ainda mais interesse de se aprofundar, entender aspectos, né? como que um planeta conversa com o outro, como que funciona a retrogradação, tudo isso aí. Eu acho que o curso, fazer um curso realmente com profissional que tenha anos aí de conhecimento, que seja referência, acho que vai ajudar bastante. Eu já fiz alguns cursos e tenho profissionais incríveis ali que me ajudaram a entender e seguir a astrologia também como profissão na minha vida, né? Poxa vida, que legal, né? É, é, é tão gostoso quando a gente começa a, a ter o conhecimento e aí você vai desenvolvendo e, e aprendendo e entendendo toda essa questão, principalmente a astrologia, que é algo místico, é algo que desperta a curiosidade nas pessoas, né? E a gente não tem muita informação da da astrologia se a gente não se aprofundar no assunto. Então, é bem interessante. Que legal, pessoal aí de casa participando com a gente. Mais mais perguntas. Vamos lá. 8:56, a gente tá falando de astrologia, né? Como é que ela influencia o seu comportamento? Você acredita na astrologia? Tem ser um mapa astral? Que signo você é? Seu signo é compatível aí com que você eh lê, né? Com que você tenha as informações que a gente clica lá na internet, você coloca lá o teu signo e tem lá a descrição do seu eu eu. E é compatível, né? Você você acredita que isso pode fazer diferença para você? Manda pra gente. A Bianca do Centro, ela diz assim, ó. Se eu me reconheço em vários signos diferentes, isso pode indicar falta de identidade. Uau! E agora, ô ô Camila? E aí é o que eu acabei de dizer, né? O signo ele traça assim eh eh a forma com que você se comporta, né? E aí ela se reconhece em vários signos e aí é uma falta de identidade. A gente precisa pode se apegar a isso ou não é bem assim? É, mas não é bem assim, né? Se eu me reconheço em vários signos diferentes, na verdade eu tenho um mapa astral inteiro que vai trazer vários aspectos, né? Então eu tenho lá uma Lua, eu tenho Marte, eu tenho Vênus. Então se eu me reconheço em vários signos, na verdade eu tô reconhecendo vários aspectos do meu mapa, né? Então assim, eu posso usar o meu mapa para não olhar para mim. Isso pode acontecer. Eu posso olhar os os aspectos dos signos e não olhar para mim, isso pode acontecer, né? Então, se eu leio lá, ah, então Gêmeos é assim, assim, então eu sou assim. Só que se eu não olho para mim a partir dessa descrição, dessa descrição, então eu tô eu tô lendo, eu tô tendo uma leitura superficial. Mas se eu vejo aquela descrição e aí eu olho para mim e me pergunto, eu sinto isso mesmo? Como é que eu sinto isso? Como que isso se manifesta? Aí eu uso essa ferramenta pro autoconhecimento de verdade. Então, por isso que eu digo, né, a astrologia ela é para funcionar como um espelho. Eu a partir desse símbolo me olho e me pergunto o que que eu realmente sinto. Aí eu, muito pelo contrário, aí eu firmo a minha identidade real, aí eu me aprofundo em mim realmente. É interessante a pergunta dessa nossa telespectadora, né, BR? Porque pelo jeito ela se reconhece em vários signos, né? E aí ela pergunta se é uma questão de falta de identidade. A Camila deu a avaliação dela sobre essa pergunta e você, qual que é a sua avaliação? Que qual que é que você diz pra nossa telespectadora? Eu digo que não, né? Porque talvez não é falta de identidade, talvez é identidade em excesso, sem saber exatamente as representações, né, desses signos assim na vida dela, porque a gente tem, vamos usar aqui o nosso, a nossa arquitetura da identidade, né, que é a tríade astrológica, que é quando a gente olha pro nosso signo solar, o nosso ascendente e a nossa lua, por exemplo. O sol, ele vai falar quem a gente é por dentro, na nossa essência, né? Eh, ele representa aquele princípioal, né? O que a nossa alma quer integrar. né, dentro da da nossa vida, do nosso cotidiano, para conseguir se sentir vivo. Já o ascendente é quem a gente mostra ser, é quem a gente aparenta ser, né? Então, ascendente ele fala do nosso posicionamento no mundo, né? A nossa persona pública, né? Fala do nosso corpo, da nossa presença, da nossa aparência física mesmo. E tem amor, que é quem a gente veio se tornar, fala das nossas emoções, né? da forma como a gente nutre, como a gente busca ser nutrido e a gente pode ter sigo signos completamente diferentes aí nessa tríade. E aí a gente se sente identificado com vários signos, né? Mas na verdade eles representam a parte de quem a gente é, não o todo, né? O todo é a soma disso tudo mesmo. Então tá tudo bem. Sentir que se identifica com vários signos, eu também sinto isso. É assim mesmo. Nossa, que legal. E aí, ó, a nossa conversa tá está trazendo para mim também um certo entendimento, né? Porque eu não sabia disso que você acabou de dizer. Tá vendo só? Eu tentei estudar um pouquinho para poder conversar com vocês, né? E aí vocês estão abrindo também a os horizontes para que eu possa entender essa questão, né? Eh, no caso do você falou, né, do do da falta da quer dizer, da identidade, né, do perfil do signo. Então, quando você olha a o seu perfil ali, eh, são é uma tríade, como você disse, né, que eh fala sobre o seu perfil. Então, não é só aquilo quando você pá, é só aquilo que tá escrito, não. Por isso que é interessante fazer o mapa astral para que você tenha eh a resposta, né, e o aquele desenhar aí do seu eu para que você possa seguir sua vida. Eu achei bem interessante mesmo, pontualmente 9 horas, eu acho que tem mais algumas perguntas e aí se a gente não conseguir responder todas, pessoal, vocês desculpem aí, tá bom? Mas eh a gente vai conseguir depois, né? O pessoal vai gravar aqui as respostas e você vai ver a sua resposta e a sua pergunta também no decorrer da programação aqui da TV Câmara Campinas. Fica tranquila, a gente sabe que esse assunto é um assunto que traz aí muitas dúvidas, né? E a gente tem bastante gente participando. A gente agradece a sua audiência, a sua companhia. Acho que dá tempo para mais duas, né, produção? Para mais duas. Vamos tentar então. Caio do Jardim Flamboian, como funciona a sinastria amorosa? Gente, eu não sei o que é isso, mas tá bom. Vocês entendem? Então fico bem confortável. Dá mesmo para saber se duas pessoas combinam olhando os mapas? Olha que legal, Caio. Obrigada por pela pergunta, viu? A gente pode direcionar para você, né, Br? Sinastria amorosa. É isso, né? É isso mesmo. Dá para saber? Dá para saber sim. Eu faço esse tipo de trabalho, inclusive de sinastria, mas a sinastria amorosa, ela precisa ser muito completa, né? O que a gente vê às vezes no dentro dos sites, né, que tem muitos sites que fala: "Ah, vê se você combina com essa pessoa e aí você monta ali os dois mapas". Mas precisa ver completo mesmo, o o detalhamento disso, né? Então a sinastria amorosa nada mais é do que a combinação de dois mapas astrais, né? O seu mapa astral com mapa astral de outra pessoa e entender como que eles conversam, né? Tem essa parte dentro da astrologia também. Então dá para saber a combinação amorosa ali, as potências, né? as possibilidades dentro dessa relação. Lembrando que nunca vai ser definitivo, né? A astrologia ela mostra caminhos, mas o protagonista é sempre a gente, né? Então vale a pena não lembrar disso também. Legal. Sempre importante a gente deixar isso bem claro, né? Quem mostra o caminho é a gente. Foi super assertivo e você também já havia dito sobre isso. Agora, essa questão de relação amorosa com signo, com astrologia, eh, tem muita procura, o pessoal quer saber muito assim, tipo, meu signo é virgem, o dele é touro. Combina, não combina. Ou a gente faz o negócio combinar, faz o negócio acontecer, ou então vai dar um atrito. Camila é assim, eh, tem muito, tem muito, porque eu acho que relacionamento amoroso é um dos campos mais importantes assim da nossa vida, né? Então tem muito, tem bastante mesmo. Só que o que importa de verdade é a disponibilidade da pessoa de ter esse relacionamento, porque conflito vai ter sempre vai ter conflito. Num relacionamento profundo, não tem como não ter conflito. Então assim, mesmo que for um mapa super compatível, vai ter conflito, porque é o conflito que traz aprendizado, inclusive, né? Então, quando a gente tem profundidade numa relação, é importante inclusive que o conflito apareça, né? Então, ah, se eu tenho um mapa que não combina, ah, então não vou. Mas vai, né? Tenta, porque se você tiver disponibilidade para amar, inclusive você vai amar essa pessoa e você vai aprender com essa pessoa na dificuldade, inclusive, né? Então, é legal você fazer o mapa para ver como é que vai ser isso, né? Para você entender as potencialidades, para você entender as falhas. Aí você já vai ver o caminho ali mais ou menos. Mas se você tiver disponibilidade, não há não há incompatibilidade no mapa que vai impedir isso, né? Muito bem. 9:03. A última pergunta. Vamos lá então. A última de hoje, né? A gente daqui a pouquinho já encerrando o programa. O Rodrigo do Jardim do Lago. A espiritualidade pode ajudar a aliviar ansiedade ou isso depende de como a pessoa se relaciona com suas crenças? Camila? Sim. A espiritualidade pode aliviar a ansiedade, inclusive isso é comprovado inclusive cientificamente. Só que ela vai aliviar a ansiedade para uma pessoa que tem uma conexão com a sua espiritualidade, para uma pessoa que tem fé nisso, né? Porque se a pessoa não tem conexão com a sua espiritualidade, se ela não tem fé, como que isso vai ser uma ferramenta? Como que ela vai abrir caminho para que isso alivie a sua ansiedade? Então, a própria crença, a própria fé é pré-requisito paraa utilização dessa espiritualidade na sua vida, né? Então, uma pessoa que não tem crença, ela pode encontrar um apoio em outras coisas, né? Espiritualidade não é o único caminho, mas quando a pessoa tem uma espiritualidade, isso se torna um poder na vida dessa pessoa, assim, que tem eh eh tem eh caminhos incríveis, né, de construtividade. A espiritualidade ela é importante, mas eu entendo que não é para todo mundo, né? Então vai assim da pessoa, vai da busca dessa pessoa, vai do canal dessa pessoa, se essa pessoa tem abertura para isso ou não. Muito bem. Astrologia e comportamento, como os astros influenciam nas nossas decisões, emoções, relações, né? A gente vai encerrando o programa de hoje. Eu quero agradecer imensamente a participação do Br, porque trouxe pra gente uma abertura bem legal para que a gente possa entender um pouquinho, começar a entender e despertar a curiosidade sobre a astrologia. Você que pensa que a astrologia é só de signo, né, e tal, olha que legal. Então, acho bem importante, eu achei bem importante essa conversa, porque eu acho que o conhecimento ele liberta e é isso que a gente tenta fazer aqui no nosso estúdio Câmara, Breco e e Camila, todos os dias a gente traz um tema diferente, né? Eu não tenho conhecimento de todos os temas, então por isso eu preciso estar estudando todos os dias. E esse tema de hoje é um tema que eu não tenho muito conhecimento. O que que eu conheço de astrologia? Signo, né? Água, terra, fogo, essas coisas assim. E essa essa essa tentativa de aprofundar um pouquinho é legal, porque traz paraa gente uma curiosidade, onde a gente tem aí eh a oportunidade de ter um conhecimento com profissionais especializados, especialistas assim como vocês e você, Brê aí 20 anos trabalhando com astrologia, né, tentando melhorar a a qualidade de vida das pessoas, porque eu acredito que com o conhecimento, a melhora da qualidade de vida, ela é visível. Então, a gente agradece a sua participação, parabeniza pelo seu trabalho e pela sua contribuição com a gente aqui no Estúdio Câmara hoje. Eu que agradeço. A conversa foi maravilhosa. É sempre rico para mim participar de diálogos assim. Obrigado Camila, também pelos insightes aí, né, pelas concordâncias, pelas conversas. Acho que foi excelente também. E obrigado aos telespectadores que participaram com as perguntas também. Foi ótimo. Agora tira uma dúvida minha, Brê. Fala assim rapidinho, em poucas palavras, o perfil do signo de Virgem. Virgem é um signo de terra, né? Para aí a gente já sabe que é um signo muito organizado, né? Que tem tudo planejadinho, precisa ter tudo muito bem organizado ou pelo menos ter uma certeza ali de que determinadas coisas vão acontecer no dia dele, né? Precisa ter essa essa previsão, talvez não se previsão, mas essa previsibilidade sobre as coisas, né? E também tem as características que todo mundo fala, né? que Virgem é crítico demais, às vezes em excesso, né? Na grande maioria das vezes precisa cuidar com excesso de crítica, principalmente crítica consigo mesmo. Pois é, acertou na mosca, gente, é impressionante. Eu não sei como é que pode, mas, né, eh, eu sou regida pelo signo de Virgem e isso que ele falou é isso que acontece. Então, aí a gente vai entendendo um pouquinho da astrologia e tentando redirecionar. Será que essa essa autocobrança, né, que no meu caso eu tenho comigo mesmo, será que é realmente preciso disso, né? Então a gente vai entendendo, tendo conhecimento e melhorando a nossa qualidade de vida. E eu quero agradecer. Obrigada, viu, Brê? Obrigada. E que que leitura, né? Perfeito. Que leitura maravilhosa. Eu quero agradecer também a Camila, que participou com a gente, né? ela que leva a astrologia aliada com a psicoterapia e eh para poder melhorar a qualidade de vida das pessoas. Um trabalho tão bonito, né? Algo assim que traz conhecimento, né? O o autoconhecimento e sempre buscando ajudar o próximo. E isso é muito importante. Eu agradeço a sua participação. Eu acho que foi de grande valia o nosso bate-papo hoje. Obrigada, Rúbi. Eu que agradeço. Agradeço você. Agradeço o pessoal de casa. Muito obrigada pela participação de todo mundo. Realmente eu acredito que o autoconhecimento, a busca por si mesmo é a busca mais importante, porque a gente é o centro da nossa vida, né? O nosso centro tem que tá aqui na gente. Então não tem caminho mais rico do que o caminho para dentro. Então eu que agradeço. Exatamente. Olha só na que impacto. Não tem caminho mais rico do que o caminho para dentro. Você tem se olhado, né? Você tem visto quem é você realmente. Gente, adorei o bate-papo de hoje. É muito conhecimento esse nosso estúdio câmara. Eu adoro, adoro todos os dias de segunda a sexta com você, trazendo pessoas especiais, né, que nos ajudam a entender o nosso comportamento. E hoje, antes de me despedir, eu quero fazer uma homenagem especial, porque domingo, gente, a gente celebra aquelas que são puro amor, são força, são cuidado. Mãe, é colo, é coragem, é farol no escuro. Se você tem a sorte de ainda ter a sua por perto, abrace forte. Se ela já virou saudade, feche os olhos e sinta esse amor que nunca acaba. Então, para todas as mães, recebam, né, o nosso carinho, o nosso respeito, o nosso conhecimento, o dia de vocês, o dia de nós, mãe, mães, né? É, são todos os dias, mas aproveita eh o dia com seu filho, receba aquilo que ele tem para te oferecer, tá bom? Feliz dia das mães para todas as mães. E anota aí que segunda-feira nós estamos de volta a partir das 8 da manhã ao vivo. E o tema é daqueles que todo mundo vai se identificar. Olha que que a nossa produção preparou. Você é bisbilhoteiro? Ixe, vai dar o que falar, hein? A gente vai falar sobre esse comportamento que mistura curiosidade, necessidade de controle e, em alguns casos, até obsessão. O que é saudável e o que ultrapassa o limite, hein? Hum. Espera segunda-feira pra gente conversar sobre isso. Tá besbilhotando, né? Toma cuidado, hein? Até que ponto isso é legal. A gente se fala então. Segunda-feira a partir das 8 da manhã. Desejo a você um excelente final de semana. Agradeço mais uma vez aos nossos convidados que trouxeram uma contribuição bem legal pra gente encerrar a semana. Agradeço você que esteve conosco todos os dias, né, participando e absorvendo esse conhecimento que a gente consegue repassar. para você aqui em 1 hora diária, todas as manhãs, a nossa produção, a nossa equipe do grupo Mais a todos vocês que nos ajudaram, né, a concluir mais uma missão da semana que é apresentar para você e trazer conhecimento ao vivo todos os dias aqui na TV Câmara Campinas com Estúdio Câmara. Um grande abraço, se cuide, ótimo final de semana, feliz dia das mães. Se Deus quiser, a gente se fala na segunda-feira a partir das 8 da manhã. E hoje meio-dia tem Câmara Notícia com informações do Legislativo Campineiro e também da nossa metrópole. Final de semana, estreias com vários programas e quadros imperdíveis aqui na TV Câmara Campinas. Beijo grande para você, fica com Deus e até segunda. Да. [Música] Bom, vai fazer o seu. Tá bom, BR. está me ouvindo?
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