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Estúdio Câmara | Amizade de baixa manutenção existe?
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Estúdio Câmara | Amizade de baixa manutenção existe?

34 views Publicado 21/07/2025 HD · 1:08:19

Descrição do vídeo

Em tempos de hiperconexão, onde estamos sempre a um clique de distância, as amizades também mudaram. Mas o que faz uma amizade verdadeira durar? Será que é necessário conversar todos os dias, marcar encontros frequentes, ou basta uma conexão emocional sólida para manter vivo esse vínculo? No Estúdio Câmara desta semana, vamos refletir sobre a chamada "amizade de baixa manutenção", aquela que resiste ao tempo, à distância e aos silêncios — e ainda assim permanece firme. O programa vai ao ar no embalo do Dia do Amigo, celebrado internacionalmente em 20 de julho, e traz como convidados os psicólogos Arthur Bernardino Domene Sena, especialista em Psicoterapia Comportamental, e Renan Gonçalves Passos, especialista em Neuropsicologia. Eles vão nos ajudar a entender o que sustenta um laço afetivo verdadeiro no século 21. Num mundo em que os laços se tornaram cada vez mais líquidos, como dizia Zygmunt Bauman, e as redes sociais aumentam o número de contatos mas nem sempre aprofundam os vínculos, cresce o debate sobre o que realmente define uma amizade duradoura. Existe um número ideal de amigos? Como equilibrar a necessidade de conexão com o respeito aos próprios limites e ao espaço do outro? Durante o bate-papo, vamos abordar questões como: Quais os sinais de uma amizade saudável? Amizades que resistem ao tempo precisam de contato constante? Como lidar com o afastamento sem culpa ou cobranças? A amizade virtual pode ser tão forte quanto a presencial? O que acontece quando apenas um lado mantém o vínculo ativo? A amizade muda com o tempo? Como manter a conexão mesmo em fases diferentes da vida? Existe “fim” para uma amizade ou apenas transformação? Mais do que homenagear o Dia do Amigo, esta edição do Estúdio Câmara é um convite à reflexão sobre os vínculos que realmente importam. Afinal, em meio à correria do dia a dia, à pressão por produtividade e à avalanche de notificações, saber reconhecer e valorizar os afetos verdadeiros é essencial para o bem-estar emocional. Assista ao programa completo, envie sua pergunta ao vivo, compartilhe com aquele(a) amigo(a) especial e participe do debate! Afinal, algumas amizades valem mais que presença diária: valem por aquilo que significam. 📌 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [Música] Muito bom dia. Chegamos estúdio Câmara no ar aqui pela TV Câmara Campinas nesta manhã de segunda-feira, dia 21 de julho. Uma ótima semana pra gente, né? E o tema do nosso programa nos convida para uma reflexão importante sobre os vínculos que cultivamos ao longo da vida. Você lembra que ontem foi dia do amigo? Então, em tempos de hiperconexão, com a agenda sempre cheia e a mente acelerada, será que ainda é possível manter as amizades verdadeiras ou mais? Será que é preciso estar presente o tempo todo para que uma amizade continue sendo real? A gente vai falar sobre a amizade de baixa manutenção, um termo que tem movimentado as redes sociais e dividido opiniões. É possível manter uma amizade sólida, mesmo com longos períodos de silêncio ou isso é só uma desculpa para se afastar para debater este tema conosco, já contamos com a presença dos nossos convidados, tá? Com a gente está o Artur Bernardino e é o pessoal da psicoterapia, psicoterapia comportamental e também o Renan Gonçalves. Daqui a pouquinho a gente conversa com os nossos convidados especialistas que vão falar pra gente sobre essa amizade de baixa manutenção. E a gente inicia a nossa conversa com você aí de casa. Pode participar, mande sua opinião, sua pergunta é pelo nosso WhatsApp. Você prefere aí amizade de baixa manutenção ou uma amizade raiz? 19978293776. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza para você as principais notícias dos jornais na manhã desta segunda-feira. Folha de São Paulo morre Pretagil, cantora que comoveu o país em sua luta contra o câncer. A intérprete empresária, tinha 50 anos e fazia tratamento experimental fora do Brasil. Filha de Gilberto Gil lançou seis álbuns e também foi atriz de novelas e séries e faleceu na noite desse do último domingo nos Estados Unidos. O Estadão traz pra gente melhora da economia argentina ajuda o Brasil. No primeiro semestre, as exportações para a Argentina cresceram 55,4%. e somaram aí 9,120 bilhões de dólares puxadas pelo setor automotivo. Na Veja, julgamento sobre cautelares contra Bolsonaro termina nesta segunda-feira no STF, primeira turma da corte já formou maioria para manter medidas restritivas contra o ex-presidente. Resta apenas agora o voto de Luiz Fuxs. Muito bem. eh as informações, né, dos principais jornais para você. Agora nós vamos com a previsão do tempo aqui para nossa cidade de Campinas. Hoje o dia será de sol com algumas nuvens, previsão, hum, chuva nenhuma, tá? Então, mínima foi de 14, máxima 27 e muito seco, né, o nosso clima. Não esquece da sua água, viu? Tome muita água aí, porque a gente precisa se hidratar. Vamos lá, então, gente. Eh, amizade de baixa manutenção, né? É. E aí, vamos descrever aqueles laços que permanecem e também vamos falar sobre aquela amizade que a gente precisa tá ligando, falando. Mas e será que é isso mesmo, né? Eh, muita gente se identifica com isso, principalmente na fase adulta, quando o tempo é escasso. Mas será que esse é um modelo de amizade saudável? Como é que a gente faz para manter um vínculo emocional sem cair na negligência? Então, para nos ajudar a entender o que é afeto verdadeiro na era da pressa, a gente dá as boas-vindas, então, ao Artur Bernardino Sena, que atua na psicoterapia comportamental. Seja bem-vindo. Muito bom dia. Bom dia. Bom dia a todos que acompanham. agradeço pela oportunidade de tá aqui e é um tema de extrema importância, né, pra gente poder conversar e poder debater um pouco sobre o que é essa amizade de baixo custo e como fazer é para de fato ter algo de qualidade, né? Um um vínculo de qualidade. Legal. Agora vamos falar também para completar o nosso time dessa manhã, o Renan Gonçalves Passos, psicólogo, especialista em neuropsicologia, está com a gente também. Essa é a dupla de hoje, Renan, seja bem-vindo. Bom dia. Bom dia. Muito obrigado. Senhor, quem agradece a oportunidade, né, de de estar aqui pra gente eh com eh olhar e pensar sobre um tema tão importante, né? Se trata de relações, né? Somos seres relacionais. Então, a olhar pro pro nosso social e como a gente desenvolve isso afeta a longo prazo, inclusive a nossa saúde mental, né? É importante olhar para isso. Que bom que a gente pode debater sobre isso. Vamos embora então. E você aí de casa, seja bem-vindo. Muito bom dia. Vamos falar de amizade de baixa manutenção. Já vai mandando aí o seu comentário pra gente, tá? Vamos lá. A Organização Mundial da Saúde divulgou um relatório em que afirma que a solidão foi responsável por cerca de 871.000 mortes anuais no período de 2014 a 2019. como se 100 pessoas morressem no mundo a cada hora por causas ligadas ao problema. O estudo divulgou um panorama global inédito sobre os impactos da solidão e do isolamento social na saúde pública. A solidão, gente, é tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros por dia. Isso de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Agora vamos lá, Artur. O que define uma amizade de baixa manutenção? Olha, a amizade de baixa manutenção tem, a gente precisa realmente definir mesmo. Existe eh a amizade onde você não vai precisar de tanto esforço e não necessariamente ver a pessoa a todo momento, porém eh a gente tem que tomar um cuidado para não confundir com eh amizade em semutenção alguma. Uhum. Hum. Então, nesse sentido, a gente precisa eh realmente fazer jus a palavra amizade, porque ver a pessoa ou se conectar com a pessoa, não necessariamente ver presencialmente, eh, uma vez no ano ou a cada 6 meses, isso já não é mais uma baixa manutenção, é praticamente sem manutenção, né? Então, a gente precisa também eh definir esses esses pontos, né? Então, quando a gente fala às vezes de uma amizade de baixa manutenção, talvez que não precise necessariamente estar presente ou conversar todo dia, porém precisa ter uma manutenção, uma eh de da comunicação. Perfeito, né? A comunicação é que move tudo. Se você não se comunica aí não tem como. Agora, Renan, essa ideia eh de amizade de baixa manutenção, é uma adaptação saudável à vida adulta ou uma desculpa de não querer se comprometer, né? Porque se eu tenho amizade, eu tenho que ser recíproco e aí se é baixa a manutenção, ah, não preciso me comprometer, baixa manutenção, tá tudo bem. É, é um tanto quanto polêmico, né? Eu acho que o dialético nesse sentido. Veja, a gente vive numa sociedade que eh o tempo é algo muito urgente, né? Eh, necessitamos cada vez mais de tempo. Então, veja quanto tempo sobra para as amizades, né? Então, um sujeito que tem família, que tem filhos, que de repente tem uma vida um tanto quanto estruturada, contas, né, a a pagar, quanto tempo sobra para essa amizade? E aí eu acho que fica uma reflexão, né? Porque se existe aí um ponto de baixa manutenção, pode existir aí uma outra polaridade, alta manutenção nesse sentido. Não sei se faz eh eh se me faço claro nesse nessa colocação. Eh, acho que é isso. É verdade. E faz a gente parar para pensar, né, essa essa vida adulta, essa correria que a gente leva. Agora, a gente costuma ouvir quem quer dar um jeito, mas isso se aplica a todas as amizades, Artur? Eu acredito que não. Eh, todas as amizades não. Eh, agora, se for uma amizade de fato verdadeira, que faz sentido paraa pessoa, onde tem uma troca, eh, e a pessoa, eh, de fato se importa, tá contextualizado com o outro, mesmo que a distância, Uhum. Hum. Aí sim a pessoa vai dar um jeito. Agora, se for uma amizade, vamos dizer assim, não é nem de baixa manutenção, mas uma amizade por conveniência, aí eu acredito que não. A partir do momento que começa a incomodar ou que dá muito trabalho, eh, provavelmente vai extinguindo a comunicação e vai extinguir também a eh a amizade, né, se é que a gente pode chamar assim, né? Exatamente. Então, gente, nem toda amizade de baixa manutenção funciona sozinha, né? Apesar de discreta, essa amizade requer atenção mínima. Então, enviar mensagens de vez em quando, marcar um café, mandar um áudio, já acaba sustentando, né, esse esse vínculo. Agora, uma amizade forte com longos períodos sem contato, né? Vocês já falaram que isso é quase impossível, mas existe, né, Renan? Pode acontecer sim, pode acontecer, né? Então imagine, né? Sou amigo de um sujeito que de repente mudou-se para outra localidade. Eu não tenho esse contato tão frequente. Isso acaba eh sendo menor do que deveria ser, mas eu posso ter uma amizade e continuar sendo amigo dele tanto quanto, né? Apesar de distância, né? E aí é é algo que importante a gente colocar a a tecnologia e os meios eh de comunicação facilitaram muito, né, essa essa esse deslocamento. Eh, hoje isso é algo muito possível. Então, apesar de distante, sujeitos podem ficar dois anos sem se ver e depois quando se eh se eh trombam novamente, isso isso floresce e isso traz toda uma carga sentimental eh que já foi construída, né? Eh, somos seres complexos e eu acho que é essa a beleza da do do processo como um todo, principalmente olhando paraa amizade. Muito bem. Quando você fala de tecnologia, me lembra um programa que nós fizemos recentemente falando sobre a tecnologia, que principalmente redes sociais agora, né, que tem aproximado quem tá longe e distanciado quem tá perto. Então, eh, referente a essa amizade de baixa manutenção, será que a gente não acaba, ã, ficando meio que, entre aspas, assim, relaxado, porque tem o celular, posso dar um oi e tudo bem? Qual que é a visão que vocês têm, né, eh a referente a essa questão da rede social na manutenção da amizade? ela veio para colaborar ou depende da gente fazer um uso consciente para que essa rede social não venha acabar extinguir de vez com as amizades que nós temos, Artur e Renan, os dois agora. Vamos lá. Olha, eu acredito realmente que a diferença entre o veneno e o remédio é a dose. Então, assim, eh ter baixa eh eh pouca comunicação, mas eh não não necessariamente a quantidade é o o mais importante, porém a qualidade. Então, às vezes você vai falar com aquele seu amigo que mora às vezes em outro estado, em outro lugar, né? E quando a gente fala amigo, a gente pode estender isso também às vezes para relações mais próximas até também, né? Não não apenas o amigo, mas às vezes eh alguém da família, enfim, eh o o cônjuge, enfim. Então, a eh que também tem uma relação em certo modo. Claro que a parte afetiva é um pouco diferente, mas é como uma amizade também. E essa manutenção, ela pode ir se dando, mesmo que de maneira eh não tão constante, porém contextualizada. Isso é muito importante ter o contexto. Então a gente retomar alguns alguns assuntos, ver como que a pessoa está passando. Então você conversar com a pessoa ali a cada, não sei, uma semana, 15 dias, né? Mas manter isso, né? eh, de forma coerente, tendo início, meio e fim, né, e contextualizado, eu acredito que dá para ir mantendo, Renan, bom, tempos modernos, né? E aí a gente eh será que a gente só tá apertando o parafuso? Modus, fica uma uma reflexão. Eh, amizade aí eu acho que o defender e discutir o o termo amizade, né? Temos redes sociais, então, OK, tenho 1000 amigos. 1000 amigos, será? São pessoas que de repente fazem parte e tem acesso a alguns conteúdos, mas não necessariamente aquilo seria uma amizade. Eh, então entender isso e e olhar para para pro desenvolvimento, né? Amigos são poucos, né? E eh nós temos aqueles amigos que se organizam e de repente mesmo num momento difícil eles estão presentes. Eh, isso é algo que a gente precisa considerar, né? Olhar pr pra modernidade e pensar: "Poxa vida, como tá indo minha relação? A a o o meu o meu engajamento com o próximo e do próximo comigo também, né? Porque é uma via de mão dupla nesse sentido. Muito bem. Agora tem aqueles amigos assim que a gente passa tempo sem falar com eles e quando a gente encontra parece que o tempo não passou, né? E aí, isso é maturidade ou isso é um apego emocional? Como que vocês avaliam isso? Eh, você tem um amigo e passa um tempão e aí quando você vê, você fala: "Meu Deus, parece que o tempo não passou e tal". Você existe um apego emocional ou é a maturidade de você entender e tal? Qual, qual que é a avaliação que vocês fazem entre esses dois parâmetros? Aí na psicologia a gente comenta que não tem uma, vamos falar assim, uma fórmula exata, né? Então, às vezes a gente fala até sobre eh topografia do comportamento, né? Então, a forma como o comportamento se apresenta. Então, por exemplo, alguém que tá chorando, a gente pega um recorte, né? tá saindo lágrimas do olho, pode ser porque tá sofrendo por uma questão de de amor. Alguém que tá, a gente pega o recorte chorando e fala: "Ah, ela tá chorando, mas pode ser porque ela tá muito alegre, porque revu alguém que faz muito tempo ou simplesmente tá cortando uma cebola na cozinha e a gente fala que tá chorando." Aham. Cada comportamento, por mais que ele tenham topografias parecidas, né, fenótipos parecidos, eh, não necessariamente tem a mesma função, né? Então, cada pessoa, cada situação vai ter tem pessoas que vai vai ser uma dependência emocional e uma falta de eh habilidades sociais. Uhum. Então aquela pessoa ali se vai se submeter a um relacionamento que não é tão bacana e que só tem manutenção de uma das partes. Perfeito. E tem outras que não. Tem outras que realmente é uma maturidade que sabe que a pessoa tem a rotina dela, tem o o contexto dela e aí ela também tem o a própria vida, o próprio contexto e quando dá elas vão ter um um encontro de qualidade mesmo. Muito bem, Renan. Qual que é eh os impactos emocionais e neurológicos da ausência então de amigos mais próximos na vida adulta? Tem impacto assim, a gente sente? E essa questão de amizade, baixa manutenção, dependência emocional, isso pode gerar algo mais forte, tipo uma depressão, uma questão de ansiedade? Pode gerar, né? E acho que é importante a gente considerar eh que os vínculos sociais eles dependem e eles trazem uma uma grande eh relevância para como a gente eh se desenvolve, né? Eh, a de acordo com a fala anterior, né? É importante olhar pra questão da da topografia, me veio a ideia de memória, né? Quem somos nós, né? Então, nós somos as a as nossas experiências passadas. De repente, isso pode trazer luz a esse sentimento de, poxa, revio um velho amigo e tenho aí todos os sentimentos. As pessoas não são as mesmas, né? Somos mutantes mutantes. A gente a todo momento eh somos sujeitos diferentes, né? Então o eu de agora não sou o eu de 10 anos atrás. E esse processo ele é importante de de se considerar. Muito bem. Agora, uma pergunta interessante. Existe um eh uma quantidade de amigos que a gente pode considerar uma amizade ideal. Tem gente que fala que os amigos têm que caber na na palma da mão. Então, quer dizer, 1 2 3 4 5. Como é que é isso na visão psicológica, Artur? Olha, eh, é difícil a gente falar numa quantidade exata, né? Até porque nós estamos falando aí de uma ciência humana, né, que é uma coisa tão eh, vamos falar assim, tão equacionada, né? infelizmente não tem uma uma resposta assim, mas tem estudos que mostram, né, que a gente tem ali uma capacidade, e aí eu volto a falar, né, de de formar vários vínculos, mas não necessariamente uma amizade. Antes a gente dividia mais esse termo, né, o que que é um amigo, o que que é um colega, né, que que é um companheiro de trabalho. Então eu acho que talvez retomar alguma linguagem mais eh anterior, né, eu acho que é válido, porque parece inclusive que poxa, eh a pessoa só vive da amizade, mas assim, laços próximos, eu acredito que realmente se a pessoa tiver assim dois, três amigos realmente próximos, que ela possa compartilhar, ser genuína, falar coisas até que são mais eh, vamos falar assim, eh, que talvez não esteja dentro de um de um consenso tudo, mas tem a liberdade para se expressar. É, realmente, acho que dentro da palma da mão. É isso, Renan. Acredito que não exista um número exato novamente, né? Não, não existe aí uma uma certeza absoluta. São tem relações que são muito mais importantes do que outras, né? principalmente eh olhando paraa história, eh olhando paraa cultura também. Então assim, de repente o que é considerado amizade para o brasileiro não necessariamente é a mesma amizade que um sujeito que mora no Japão consideraria, né? Então a a cultura e o modo como a gente vê eh permeia todas essas relações e acho que faz necessário esse questionamento, né? Então, OK, tenho 300 amigos. Quantos deles de repente estão dispostos a passar por alguma situação que não seja tão favorável, né? Porque a amizade, além de tudo, ela é uma coisa eh necessária pro pro desenvolvimento e e só estamos, né, no desenvolvimento em que estamos devido ao contato social e aos relacionamentos, contato de grupo, né? Então veja, o sujeito pré-histórico, que de repente era caçador coletor, ele não necessariamente conseguia ter todas as fontes de alimento, todas as fontes eh necessárias. E a amizade, então, o caçar em grupo, estar eh em grupo, possibilitou aí uma melhoria muito grande, né? Então, a, por um lado, eh eh a tecnologia ela traz essa, essa sensação de estar próximo, ao mesmo tempo, de estar distante, mas a gente não pode ignorar o contato social que a gente tem. Exatamente. A questão do contato social é é algo que é da nossa essência, né? A gente, eu pelo menos, eu gosto do olho no olho, de bater papo, da gargalhada, da risada, do toque, né? E tem gente que que não, eu acho que a pandemia trouxe muito essa eh essa coisa de de tecnologia, né, de você ter amizade ali só mesmo através da tela, mas eu acredito que a gente precisa sentar com o colega, né, com amigo, batapo, olho no olho, nada substitui isso. Agora, eh, Artur, como é que a gente identifica se uma amizade ela tá sendo negligenciada? ou se a gente tá vivendo só mais uma fase tranquila da nossa amizade. Isso quando nós falamos de amizade de baixa manutenção. Como que eu posso identificar isso? Opa, pera aí, essa amizade tá sendo negligenciada. Não, não, não, não tá legal. ou então, ah, tá tudo bem, a gente tá só vivendo mais uma fase e uma fase tranquila e tudo certo. Tem alguns pontos que a gente possa eh ver pra gente identificar isso? Tem alguns pontos que a gente pode pensar juntos, né? Eh, novamente, eu eu gosto de salientar, não é uma uma receita exata, uma receita de bolo, né? uma receita de bolo. Cada pessoa tem um contexto, cada cada pessoa tem uma relação, inclusive com as tecnologias, uma capacidade ali de comunicação, de interação, um uma situação de de trabalho, de dia a dia, de cotidiano. Porém, acredito que é importante a gente voltar eh ter um olhar reflexivo. Poxa, como eu estou me sentindo? Como eu estou me sentindo? Então, só eu estou mandando mensagens e entrando em contato, né? Então, e a pessoa somente responde, ela não aumenta um assunto e não pergunta sobre mim. Ou o contrário também, né? Às vezes a gente eh é colocado apenas como alguém que procura, mas às vezes será que eu não estou negligenciando uma amizade? Então, é importante também essa troca, né? Como que tá o meu interesse pelo outro, né? Tá sendo de fato genuína, uma preocupação, né? E uma coisa que eu queria só pontuar aqui também é que a amizade eh de baixa manutenção, ela é possível, porém é extremamente importante, conforme você também pontuou, a gente ter não ter apenas essa amizade à distância, né? Então, tá cercados também dos outros, lembra? Dos cinco amigos ali, né, da na palma da mão, mas ter pelo menos ali um ou dois amigos de fato presenciais, né, ou que dê para se ver mais do que, né, uma vez a cada seis meses, né? Uhum. Agora, eh, Rinan, eu pergunto para você o seguinte, a gente tá falando aqui de amizade, né? E aí, com rede social? 5.000 amigos, não cabe mais nenhum amigo na minha rede. Que beleza. E aí, quem é o seu SOS? Quem que vai te socorrer quando você precisar de ajuda? Será que você tem esses 5.000 amigos aí no seu contato? Quem é, qual é o primeiro contato do seu celular referente à amizade? Dá uma olhadinha aí. Você tem, você lembra o telefone de cor? Você sabe, né? essa pessoa realmente vai poder te te estar contigo eh na hora boa e na hora ruim. Então, a gente precisa entender agora como é que a gente faz nesse mundo de correria que a gente tem trabalho, a gente tem família, a gente tem a gente que a gente precisa cuidar de nós, né? Não tem jeito. Como é que a gente equilibra, né, eh, esses diferentes vínculos, família, trabalho, relacionamento amoroso, amizade, dá tempo para tudo isso e aí querendo ter mais um monte de amigo, né? Poxa, vida, tem um monte de amigo, mas e aí você consegue cuidar de tudo? Como faz, Renan? Veja, acho que é autoconhecimento. Autoconhecimento é a resposta pro coloca e pro busca, né? Eh, 5.000 amigos. Pode ser que sim, pode ser que não, né? Eh, pode ser que eu conte com esses 5.000 amigos numa outra situação, né? Eh, então, eh, existe aí uma flexibilidade muito grande. Eh, a partir do momento que eu me conheço, eu consigo entender os meus limites, as minhas virtudes e até onde eh eu posso seguir. Não sei se faz sentido olhar para esse ponto, né? Então assim, ah, eu sou um sujeito, de repente, mas recuso, tudo bem, vou ter poucos amigos de boa qualidade. Ah, eu sou um sujeito muito mais sociável, posso ter muitos amigos de boa qualidade também, né? Então assim, eh, o sujeito ele se desenvolve por meio das relações. Sim, né? E estamos aqui para isso, né? Eh, vamos buscar esse autoconhecimento, porque isso inclusive reduz estress, reduz ansiedade, que são fatores que são muito importantes pro adoecimento a longo prazo, né? Então, assim, hoje estamos aí numa idade de jovens, todos nós aqui, jovens adultos, eh, e na nossa idade mais velha, né? Como será? Quantos amigos eu vou ter? Como vai ser minha relação, os meus relacionamentos, né? Então, beleza, passei a parte da da minha idade adulta. trabalhando o tempo todo, construir aí um bom capital, mas eu tô sozinho. Vale a pena. Exatamente, né? E ontem, no dia do amigo, eh, Brasil perde preta Gil, que eu acho que foi aí um símbolo, né, de de amizade, porque nós vimos, eh, alguns amigos de preta junto com ela, mas a gente percebeu que são alguns, né, preta, imagina quantos amigos virtuais, né? Mas quantos estavam ali ao lado, né, junto. Então assim, ontem nós perdemos pretagil e e coincidiu aí com o dia do amigo. Eu acho que fez muita gente parar para pensar porque eu tava olhando a rede social, né, ontem à noite quando vi a notícia, recebi a notícia, aí fui olhar a Carolina Dickma e o Boninho tinham eh às 7 horas antes, então assim, ontem de manhã mandado para ela eh uma homenagem no dia do amigo. E aí à noite recebem a notícia que a amiga havia falecido. Então a importância é eu trago isso pra gente eh falar sobre a importância da manutenção, né, da manutenção dessa amizade. Mesmo longe, eles estavam fazendo a manutenção, fazendo a manutenção ali. E sem contar que Boninho todo mundo sabe que abdicou do trabalho para poder ficar ao lado da amiga. É uma outra questão. Ah, ele consegue se manter, ele tem lá o seu recurso. Tudo bem, tudo bem. Mas vamos tirar pelo lado do exemplo, né? Eh, para uma amizade verdadeira, não é isso? Agora, eh, quais sinais de que a amizade não tá fazendo bem paraa gente? Porque isso que eu acabei de falar são sinais de uma amizade verdadeira, uma amizade eh eh de baixa manutenção. Não digo porque a gente percebe que eles estavam o tempo todo juntos, né? E quando não estavam juntos, eh presencial, pelo menos no virtual. Agora, os sinais de que a amizade ela não tá fazendo bem, tem aquela questão da amizade tóxica, aquela amizade só por conveniência, né? E daí de repente essas amizades, Artur e Renan, elas podem ser que elas tenham uma manutenção excessiva, porque se é uma amizade por conveniência, eu vou est ali em cima, em cima. Isso é do ser humano. Infelizmente nós temos aí o nosso lado bom e o nosso lado não tão bom assim, né? E aí quando a pessoa ela está com amizade simplesmente por conta de uma conveniência, é óbvio que ela vai manter, né? Agora, como que a gente percebe que essa amizade ela não tá fazendo bem, que essa amizade está sendo tóxica? Por favor, vamos lá. Eh, novamente, às vezes a gente precisa fazer uma um processo eh reflexivo. Então, o primeiro ponto é você notar como você está se sentindo, né? Então, poxa, tá se sentindo negligenciado, tá se sentindo, olha, não, não tô tendo retorno. E o segundo ponto é ver coisas concretas, porque como eu me sinto não necessariamente corresponde ao que tá acontecendo de fato, mas tentar pegar coisas concretas. Olha, essa pessoa só tá me procurando por questões de trabalho, só quando ela precisa determinada de determinado benefício, né? Então, eh, desde coisas mais simples, né? Poxa, procura sempre quando precisa de uma carona, procura sempre quando precisa que eu auxilie com alguma atividade do trabalho, né? Ou não, né? Eh, e aí a gente pensar em como isso também está nos afetando, né? Eu tô ficando com raiva, eu tô ficando triste, eu tô ficando feliz, né? Então, é muito bom a gente primeiro fazer um uma análise dos das nossas emoções, dos nossos sentimentos, mas também olhar de maneira concreta o que tá acontecendo, né? E é claro, eh eh esse processo é muito importante e aí você ter também um encaminhamento às vezes, principalmente se tiver uma eh uma baixa autoestima, uma baixa autoconfiança e vamos falar assim, 90% dos seus 80% dos seus relacionamentos, você percebe que é tudo por interesse, talvez fazer um processo aí de psicoterapia. Olha aí, psicoterapia, né, Renan? Porque a gente precisa ficar atento com essa questão também, porque quando a gente fala aqui de amizade de baixa manutenção, a gente fala da importância também da amizade eh que tenha uma manutenção normal, não exacerbada, né? Porque quando a reza demais, o sono desconfia, não é? É, existe que existe eh todas essas nuances, né? Então, o o que é ser amigo? Quais são os meus critérios para eu considerar um sujeito como um amigo, né? Então, se eu não tenho isso muito claro comigo, né? Então, será que eu tô disposto a pagar eh todo o esforço que uma amizade requer, né? Ah, para esse sujeito eu estou, para esse sujeito talvez não, né? E aí o que te leva, o que te motiva a fazer isso, né? Eh, existe aí uma questão reflexiva, eh, filosófica, inclusive, né, sobre os contextos, né? Será que, poxa, aquele amigo meu que é pontual, será que ele não me respeita mais do que aquele meu amigo que não é pontual? Uhum. Né? Eh, o o que, quanto tempo eu demoro para apresentar um novo amigo ao meu círculo de amigos anteriores, né? Há sujeitos que são muito criteriosos, outros de repente vão criando associações e conexões sem tanto, eh, sem tanta análise prévia, né? Então, acho que o autoconhecimento, eh, todo esse processo, eh, de olhar para as relações não é simples, não é um processo fácil, ele é custoso, né? Então, existe aí todo um um uma rede simbólica, a gente precisa lidar com tudo isso, eh, para poder entender, né, até que ponto eu deixo ou não o sujeito participar da minha vida, porque afinal de contas, a amizade é deixar um sujeito participar da minha vida. Uhum. É isso mesmo. Agora quando você fala isso, Renan, eu pergunto para você: Como é que a gente faz para dizer para alguém que a gente não quer mais a presença dessa pessoa hum na nossa vida sem que isso soe de uma forma soberba ou agressiva ou como sei lá, sem que isso soe estranho, porque é ruim. Como é que a gente faz quando você vê, você fez de tudo por aquela amizade, a amizade tá tóxica, ela não tá legal e e é uma não é uma via de mão dupla, é só vai, não vem. Então aí você fala: "Poxa vida, eu preciso eliminar isso aqui. O que que a gente faz? A gente fala, a gente se afasta? Qual que é a nossa atitude? Veja, eh, quando a gente olha paraa habilidade social, né, a gente pensa, eh, existem aí duas polaridades e no meio delas a gente encontra um equilíbrio, né? Então, um sujeito que é passivo, ele aceita tudo. Do jeito que a coisa tá acontecendo, tá tudo bem, ele não vai fazer muita coisa. Temos um sujeito mais agressivo, um pouco mais incisivo, que consegue bastante as coisas, mas não necessariamente é do jeito mais agradável possível. E aí no meio disso a gente tem a assertividade. Aham. Né, que é expressar, colocar coisas. Eh, então veja, acho que fatos, fatos são coisas muito importantes. Uhum. Sujeito fulano, né? Aconteceu X situação, isso me deixou descontente por tal motivo. Acredito que nesse momento eu preciso de um tempo para refletir sobre nossa amizade. E aí, além disso, eu crio um movimento na outra pessoa, né? né? Então assim, poxa, realmente, será que foi chato o que eu fiz? Não foi, foi bacana. Acho que o diálogo é chave para toda a construção, né? A palavra, o o a linguagem é o que define, né? Eu não consigo pensar se não for por meio de palavras. Já já pensou por meio sem sem palavras? É difícil, né? Eu sempre faço um raciocínio. Eh, eu preciso dessa desse contexto, né? E acho que diálogo e assertividade são as melhores saídas para todos os relacionamentos, seja aqueles relacionamentos e de trabalho, de amizade, né, como a gente tá falando, relacionamento amoroso, todos eles. Então, né, o diálogo agora a gente tem que ter aí uma tal uma assertividade. E para ter essa assertividade a gente tem que ter autoconhecimento, né, Artur? Porque senão a gente pode dar um belo um tiro no pé com esse negócio, porque ah, de repente você quer falar alguma coisa, mas você não sabe como é que aquela pessoa, ela vai receber o que você quer dizer para ela, né? Então, nessa questão aí de, ah, ter que falar pro amigo que já não faz mais sentido, né, estarmos como amigos, é uma situação muito delicada. Com certeza. Com certeza. É uma situação delicada, porém necessária, né? Uhum. Pra gente eh precisar, nós precisamos, né, antes de é como aquele aviso do avião, né, antes de colocar a máscara no outro, você precisa se em turbulência, em acidente, né, colocar a própria máscara. Então, a gente precisa, primeiro de tudo, cuidar de nós mesmos para depois conseguir cuidar do outro, né? Então, como que nós vamos auxiliar, ter uma manutenção adequada da amizade, eh, de relacionamentos, que às vezes a gente resume a amizade apenas a pessoas de outras famílias, né, a pessoas que a gente conhece fora, vamos falar assim, da nossa casa, mas existem processos de amizade às vezes entre pais e filhos, entre avô e netos, né? Então, assim, são várias nuances dessa palavra aí, né? a amizade. Então, como que a gente precisa se expor? Uma possibilidade também, isso não significa que vai ser agradável, né? Vai ser desagradável porque literalmente nós estamos fazendo algo que talvez não seja conveniente para o outro, né? Quando a gente encerra, por exemplo, uma amizade de conveniência, o outro vai ficar chateado e talvez possa até tentar manipular. Então tem algumas estratégias que a gente possa utilizar, porém não necessariamente vai ser agradável, né? Uma das estratégias que a gente pode utilizar, o psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg, ele fala sobre a comunicação não violenta. Uhum. Né? Que tem quatro pilares, né? a observação, tentar observar sem julgar o problema, eh, o sentimento, perceber o que você está sentindo, a necessidade, entender o que você precisa ou talvez o que o outro precise e aí sim elaborar um pedido, né? E esse pedido, é claro, a gente deve evitar fazer julgamentos pessoais, né? Ah, eu estou eh interrompendo a nossa amizade aqui. Eu tô eh interrompendo a nossa amizade porque você é uma pessoa X, né? E aí dá um adjetivo pra pessoa. Então evitar esses adjetivos e falar de maneira factual. Então vai ser agradável? Claro que não, mas vai ser a um uma comunicação menos eh aliás, vai ser uma comunicação não violenta, porém eh e e que não vai levar para um lado pessoal, julgar o caráter da pessoa, né? Exato. A gente vai transformar a comunicação em fatos, você falar o que você precisa, né, e o que não está acontecendo. É uma situação complicadíssima, né? A gente fala aqui, você viu que até às vezes para falar é é meio delicado, porque é uma situação que eu não quero passar, eu acredito que você também não. Então por isso que é importante a gente estar conversando sempre, falando, expondo, né? dizendo de repente um pontinho aqui não agradou, vai lá, fala, conversa, porque se você não fala o primeiro, você não fala o segundo, você não fala o terceiro, daqui a pouco tá uma bola de neve e aí você quer eliminar a amizade. Então a gente precisa ficar muito atento com isso. Aqui nós estamos falando sobre amizades de baixa manutenção, né? É amizade da nova era, né? Todo mundo correndo, tecnologia, trabalho. Tem gente que trabalha em dois, três empregos, é filho, é casa, é tudo. E aí você tem que cuidar da amizade também. às vezes você não consegue dar conta de tudo e a amizade acaba ficando segundo plano. Mas é importante que mesmo sendo essa amizade de baixa manutenção, que você retire aí o momento para poder estar eh junto com essa tua amizade, com essa pessoa que tanto agrega na sua vida, tá? Agora a gente atualiza algumas informações aqui da cidade e já já a gente continua com a nossa conversa sobre amizade de baixa manutenção. A gente vai interagir com você que tá em casa, manda a sua mensagem. WhatsApp tá na tela, tá? Você prefere uma amizade com mais convivência ou uma amizade de baixa manutenção? Daqui a pouquinho a gente já fala com você. 199729377. Bom, vamos com informações. Bora, produção. O sistema de atendimento ao público da INDEC passará por uma atualização na plataforma hoje a partir das 8 da noite. Os trabalhos darão continuidade à manutenção iniciada na semana passada. A medida necessária para manter a segurança e estabilidade e será feita pela informática de municípios associados à ima. Durante a atualização, chatbite indec.com.br estará indisponível para interações. Todas as outras formas de comunicação com serão mantidas, tá? Inclusive atendimento pelo 118. Fale conosco, e o WhatsApp é o 193731 2910. Muito bem, mais uma informação chegando com o número recorde de inscritos. A maratona de Campinas celebrou os 250 51 anos do município neste domingo agora sob uma temperatura de 11º, sensação térmica de 9. Você é louco. Os 2513 atletas inscritos transformaram a Avenida Norte Sul em um foco de superação e conquista. A participação dos corredores na maratona de Campinas foi 15% maior em relação à edição anterior. A paraguaia, Carmen Patrícia Martinz Agleira foi bicampeão feminino e na categoria masculina o paulista Rafael Magalhães Magalhães Moura venceu a prova pela primeira vez com o tempo de 2:27 minutos. É isso. É, né? Então, gente, vamos lá. Ó, a gente já entendeu que o vínculo precisa de atenção e respeito, mas sem virar uma obrigação pesada, né? Então vamos continuar essa conversa, entendendo como fortalecer essas amizades sem culpa. Manda pra gente sua mensagem, produção, já prepara a mensagem aí eh da nossa da dos nossos telespectadores e já já a gente atende a galera. Agora, eh o que que a gente pode dizer para quem sente culpa por não conseguir estar presente eh diariamente? nas amizades, Artur, porque às vezes eh você tem uma amizade e aquela amizade é magnífica paraa sua vida, né? Você considera muito, mas aí você não consegue estar presente. Por quê? Por conta da correria. Só que aí como faz, né? Até que ponto essa correria aí ela influencia? Quem quer dar um jeito? O que que a gente faz para não sentir culpa? Porque a gente sabe que culpa é algo que é muito ruim esse sentimento, né? Isso acaba pesando no nosso dia a dia. Ah, com certeza. Eh, bom, a gente eh é humano, né? Então, tem sempre o ideal e tem o que é possível. Então, a gente ter esse olhar, às vezes afastar um pouco do nosso emocional e parar de olhar apenas, vamos falar assim, eh, aquele recorte da nossa vida vai auxiliar. Então, por exemplo, olha, eu não tô eh conseguindo conversar, não tô conseguindo ver nem que esporadicamente, não estou conseguindo responder as mensagens, né, encontrar presencialmente, né? Eh, mas qual é o contexto que eu estou vivendo? Então isso é muito importante a gente entender qual o contexto. Então é é uma situação, por exemplo, que eu tô passando por uma dificuldade no meu relacionamento, um momento, por exemplo, de separação ou uma questão de saúde própria, né? Então tô passando por uma dificuldade eh de saúde ou alguém ali da minha família, né, um pai, um filho. Então existem momentos, né, ou eh um momento ali às vezes de estudo, né, a pessoa tá fazendo um mestrado, um doutorado, uma graduação, né? Então, é algo do contexto, do momento. E aí a gente também eh entender o que é possível, né? E aí separar. Agora, eh, novamente, se isso se estende pelos 365 dias, aí a gente precisa realmente rever e e e tentar de fato desenvolver mais habilidades. Muito bem. Agora, Renan, eh, quem tá se sentindo de lado, qual o melhor caminho a fazer? Porque aqui, eh, com o Artur nós falamos da culpa de quem não está conseguindo dar atenção pra amizade. Agora com você, o outro lado, quem tá se sentindo assim de lado, abandonado, o que que faz? Por que que eu me sinto sozinho? Por que eu me sinto abandonado? O que que acontece? Por que que eu preciso da validação de um outro sujeito para me sentir inteiro? Faz sentido? Super. Eh, acho que é importante considerar isso, né? Então, autoaceitação no do lado de quem não consegue de repente trazer ou ou eh se doar como deveria e aí compreender eh e olhar para si, né? Será que eu realmente preciso tanto desse olhar do outro, né? Sujeito fulano é importante para mim, né? E engraçado porque há um tempo atrás a gente eh nós sabíamos os aniversários dos nossos amigos decor. É verdade. Hoje não mais. Quem qu adivinha quem lembra dos aniversários dos nossos amigos? O Facebook. Exatamente. O Facebook. Que coisa. Vai continua. Não, exatamente isso. Eu acho que é importante a gente considerar isso. Eh, será que eu tenho medo de perder pessoas, né? Se esse medo for algo muito importante, vale a pena investir num processo de autoconhecimento. É necessário, né? eh olhar para isso e entender que é somos seres humanos, a vida ela impõe vicissitudes, né, eh alheias à nossa vontade. E aí eu acho que autoconhecimento, meditação, né, são práticas para tentar olhar para esse para esse processo e e ressignificar, porque assim, primeiro a gente compreende, depois a gente ressignifica e a gente eh hã cria ações e cria comportamentos para modificar, né? Então assim, bom, eu vou ser de repente muito mais pontual e muito mais consoante as pessoas que se importam muito mais comigo e assim a os meus relacionamentos eles vão eh ficando mais próximos ou mais distantes. Muito bem. Olha aí, né? Estamos tentando eh entender esse negócio de amizade de baixa manutenção. Agora a gente atende os nossos telespectadores. Eh, vocês que enviaram as suas perguntas, a produção pode colocar na tela. Vamos lá, gente. A Tatiane Moura da Vila Industrial. Perdão, gente, olha, tá seco mesmo e o bichinho do Ranhan me pegou. Mas fazer o quê? Estão ao vivo. É assim mesmo, tá? Vamos lá. Tatiane Moura da Vila Industrial. Tenho amigos de infância com quem quase não falo mais, mas ainda me sinto muito ligada. Isso é considerado amizade de verdade ou só nostalgia? Ah, boa pergunta, viu, Tati? Vamos lá, então. Quem que responde? Pode ser você, Arthur? Pode, pode. Vamos lá. Novamente eu falo para pra pessoa não focar apenas no emocional, ela precisa perceber o contexto que ela tá vivendo de maneira concreta. Então, quando eu entro em contato, há uma continuidade dessa conversa por parte da outra pessoa? Só eu, só eu que estou entrando em contato? ou a outra pessoa também vem perguntar para mim sobre mim, né? Vem conversar, vem dar continuidade aos assuntos. Eh, outra coisa que é muito importante pra gente, o contexto, né? Então, olha, eh, eu sei da vida da outra pessoa, mas a pessoa também sabe da minha vida, então é possível ter essa conexão, tá tendo ou não, não está. Então, talvez se não tiver a havendo essa troca entre as pessoas, provavelmente é muito mais uma nostalgia de um de uma época que talvez tenha funcionado as coisas. Se não, se tá havendo trocas, interesse, comunicação, provavelmente realmente é uma amizade mais de baixa manutenção e verdadeira. Sim. Agora, Renan, quando a gente fala de amizade de baixa manutenção, el a nossa telespectadora pontua muito bem a questão da nostalgia, né, principalmente para as pessoas 40 a mais. Aí tem uma nostalgia muito grande, né? É. E aí a gente precisa refletir o porquê dessa nostalgia, né? Será que o meu presente hoje tá tão ruim que eu prefiro voltar a algo que já aconteceu? Uhum. Né? E aí eu acho que olhar paraa nossa realidade, né? Poxa, realmente pode ser que seja uma amizade muito positiva. Eu entro em contato com esse sujeito, tô sentindo saudade. Liga, né? Poxa, que bom, como você tá? Possivelmente esse sujeito não vai ser o mesmo, até porque você também já não é. Nós não somos. Uhum. Né? Acho que é importante olhar para isso. Muito bem. Vamos lá. 8:59. Nós vamos até 9:15, né, produção? Coloca aí na tela mais uma para nós. Vamos ver o que temos. Vamos lá. Renata Lima do Parque Prado. Amizade de baixa manutenção é mais comum em pessoas introvertidas ou isso independe da personalidade? Vamos lá, Renan. OK. Bom, quando a gente pensa em personalidade a gente também coloca num processo de construção, né? Então veja, se de repente eu faço uma bateria de personalidade hoje, daqui a 2 anos, essa bateria de personalidade ela já não tem mais uma validade, porque esse sujeito muda, né? Então, ah, como que essa, como que esse relacionamento ele acontece? Posso ser uma pessoa introvertida e ter relacionamentos muito muito duráveis e muito profundos com algumas pessoas específicas, né? Óbvio, não vou me abrir com todo mundo no supermercado, enfim. Eh, mas eu tenho a o o sujeito que que me escuta e que eu escuto, né? Porque é uma troca. Acho que olhar para isso e entender que existe aí um processo não é tão simples assim pra gente dizer: "Ah, é tal coisa ou não". Uhum. Perfeito. Muito bom. Você aí de casa, como é que tá a sua amizade, né? É baixa manutenção, exige muita atenção, tá exacerbada demais essa atenção aí? Eh, como essa amizade faz você se sentir? Isso é muito importante, a gente prestar atenção como nós estamos nos sentindos diante da situação, né? 91 pode mandar mais pra gente, produção? Manda aí. Tem mais perguntas, pessoal. Pode mandar também através do nosso WhatsApp que tá na tela, 19979377. E hoje nós estamos falando de amizade de baixa manutenção, algo, vamos colocar novo, né? que antes não era assim não, a galera se reunia mesmo e tal, mas depois com a tecnologia e também depois da pandemia as amizades ficaram um pouquinho diferentes e todo mundo correndo para lá e para cá e tem amizade que é de baixa manutenção. Mas até que ponto isso é importante? Até que ponto isso realmente é uma amizade, né? A Viviane Costa do Jardim Londres, bom dia, Vivi, tudo bem com você? Obrigada pela sua participação. Vamos lá. Como saber se o silêncio entre amigos é saudável ou se já virou afastamento definitivo e tal do silêncio que é uma incógnita nessa nossa vida, né, Artur? É, porém é uma coisa extremamente importante. Eu acho que nesse nosso dia a dia corrido, eh, muitas vezes a gente se cerca de barulhos, né? Às vezes nem quando nós estamos no carro, nós temos um momento de silêncio, né? Então, estamos ali colocando rádio, colocando música, né? E é claro que essas coisas precisam ser aproveitadas, né? Muito importante, né? A gente se atualizar, curtir uma música. Só que eh quando você não consegue ficar sozinho com você mesma, com você mesmo, por será, né? Então, é muito importante a gente ter esse momento de silêncio e aproveitar para entender, né? Será que é um um silêncio? Esse silêncio vai permitir, inclusive a gente entendeu que a é Viviane, né? É, é a Viviane pode colocar na tela de novo, por gente, essa produção. Então, é Viviane. Aham. Né? Eh, no sentido de se a pessoa eh nesse silêncio ela vai conseguir entender talvez se ela deixou de fazer a manutenção, se a pessoa eh que não fez a manutenção dessa dessa amizade, né? se tá tendo um um distanciamento natural contextualizado pelo momento que você está vivendo o que o outro. Então o silêncio é importante para isso, pra gente poder talvez analisar os fatos, analisar as circunstâncias que nós e o que o outro tá vivendo. Nossa, Artur Renan, eh, a gente falou do diálogo, agora a gente tá falando do silêncio. Que coisa tem que ter um equilíbrio para não ter uma discrepância. Sim, o silêncio faz parte do diálogo também, né? Então, ou de repente entender o que você tá chamando de silêncio, né? Então, poxa, eu mando mensagem, o sujeito não me responde. Se isso for um silêncio, é um sinal de alerta, porque a gente espera que as pessoas respondam, né? Agora, de repente a situação ficou mais complicada e eu tive que correr atrás das outras coisas, é natural um silêncio, né? Somos seres humanos também. Eh, e todos nós temos somente 24 horas no dia, né? Não existe aí, acho que o tempo é a coisa mais democrática, entre aspas, eh, que já aconteceu, porque todos nós temos basicamente a mesma quantidade de horas. E aí, o que a gente faz dela, como a gente lida com isso, né? Enfim, olhando novamente pro silêncio, importante entender qual é esse silêncio, como isso se dá e qual direção eu quero seguir, porque pode ser uma decisão minha também, eh, seguir ou não, investir ou não relação. Eh, relacionamentos, né? né? Relacionamentos precisam de atenção, tanto o relacionamento com a família, com o seu cônjuge, com a sua amiga, com seu amigo, enfim, precisa de atenção. Se você não é capaz de dar atenção, aí olha, vai ficar delicadinha a sua vida, vai precisar de um autoconhecimento, vai precisar aí de um certo discernimento, assertividade para as coisas correrem da forma que você acha correto, né? Então é por isso que a gente traz aqui esses temas e hoje a gente tá falando de amizade de baixa manutenção com dois especialistas que mostram pra gente alguns caminhos, né, e uns pontos aí que a gente deve ficar atento referente à questão da amizade. Ontem foi o dia do amigo, então a todos os nossos amigos aí, aquele abraço, obrigada pelo carinho da audiência e vamos lá. 9:5, temos mais perguntas. Pode colocar na tela, por favor, produção, o que temos agora? Hum. O João Pedro do O jardim pulou. Então vamos lá. O Jardim. O João Pedro tá mandando pra gente assim, ó. Ter poucos amigos, mas com laços fortes é melhor para a saúde mental do que ter muitos contatos superficiais. É aquele negócio de 5.000 amigos no Facebook. Vai lá, Renan, responde essa pra gente. Ah, com certeza, com certeza. Eh, eu acho que qualidade ela ela supera a quantidade em vários níveis, né? Então, veja, ah, qual é a qualidade das minhas refeições, né? Fazendo aí um um paralelo a qualidade, ela é muito mais importante do que a qualidade, do que a quantidade, né? Então, sim, a longo prazo, amizades fortes e mais profundas, elas tendem a reduzir stress, elas tendem a dar uma fonte mais segura, inclusive de feedback, porque o amigo verdadeiro e um bom amigo, ele vai colocar para você quando você não tiver fazendo coisas adequadas, né? E ele vai chegar e falar: "Olha, repense essa situação, de repente essa postura poderia ser mudada". E é isso, eu acho que é são é esses pontos positivos que a amizade traz, né? Então, a longo prazo, essa segurança, né? Então, poxa vida, estou sozinho, não sei aonde eu vou, para onde eu vou correr. Eu tenho a casa de um amigo, eu tenho alguém que vai me acolher e vai me abraçar. Isso é necessário. Muito bom. Isso é necessário. E é muito bom. É muito bom a gente ter, né, amigos, nem que seja os cinco, né, que caiba aí na palma da mão. Os cinco amigos. Eu acho que a gente ninguém vive sozinho, né, Artur? A gente precisa ter amizade além, claro, da família, né, e do nosso dia a dia. A amizade é importante, é essencial, né? Nós eh vivemos não só de eh alimentação, de comida, mas nós vivemos também eh de afeto, né? Então, o ser humano, ele é um ser eh que é sociável. Isso desde da nossa época primitiva, né? Uhum. Então, nós estamos em grupos, né? Somos seres gregários e nós precisamos eh trocar afeto, receber afeto, dar afeto. É de extrema importância mesmo. E o brasileiro é afetuoso, né? Eh, brasileiro que eu me admiro, né? Em outros países a amizade não é tão assim calorosa, né? Como a gente vê aqui no Brasil. Isso é uma cultura nossa e que é legal a gente manter porque a amizade é sensacional. A gente precisa sim dar manutenção as nossas amizades também. Ah, não tenho tempo. Se vira, fala um oi, passa lá na frente, fala: "Ó, trouxe um pão de queijo para você. Oi, tchau, beijo". Isso já faz a diferença, né? Já já traz ali, por mais que seja rápido, né, Artur? já traz assim uma sensação de carinho, de coisa gostosa, de coisa boa e faz bem pro nossa paraa nossa saúde mental, não é? Muito Uhum. muito faz muito bem, né? E eu acho que olhar para o outro também é olhar paraa gente em vários momentos, né? Então, se eu destino eh tempo e ah energia para uma relação de amizade, eu tô destinando isso para mim, porque no final de no final da das contas, eu também vou ser beneficiado, né? Então, eh, eu gosto da história do sujeito que vem andando por um lado da estrada e o outro vem pro outro, né? E eles têm, cada um tem um pão. Eles param, eles trocam os pães, no final todo mundo sai com um pão. Se eu venho andando de um lado e o outro vem o outro, né? E aí eu troco ideia, cada um tinha uma e quando a gente sai, a gente sai com duas. Né? Então é importante a gente pensar que no a gente cresce nos relacionamentos, né? É importante olhar para isso. Ai, que legal, que gostoso. Gente, agora 9. Dá tempo para mais uma? Produção, me avisa aqui. Se der, pode colocar na tela, senão a gente já vai para as considerações finais. Vocês que mandam, turma. Vamos lá. Natália Borges do Jedin São Pedro. A gente cresce, muda de rotina e prioridades, mas por que alguns amigos não entendem que isso não é se afastar por mal? A vida segue o fluxo, né, Artur? Com certeza segue o fluxo. E isso é importante a gente parar para pensar, né? Olha, talvez esteja acontecendo ali uma dependência emocional, né? Então, poxa, a pessoa não conseguir aceitar o contexto, né, de que, poxa, agora a pessoa tem a família dela, ela precisa eh cuidar, talvez ela não vá poder fazer determinados passeios que ela fazia quando era solteira com aquele grupo de de amigos ou com aquela pessoa específica. Eh, tem também a as rotinas de trabalho, então, talvez esteja acontecendo uma dependência emocional e como até o o Renan falou, né? Por que que eu só dependo daquela pessoa, né? Então, a talvez esse excesso de cobrança eh está tornando o relacionamento difícil, né? E quando há essa preocupação genuína do da outra parte, a gente tem que ver também se porventura a gente não tá eh sendo uma pessoa dependente. Uhum. É verdade. Agora a questão eh Renan, das amizades, igual a Natália pontuou ali, né? A gente cresce, muda de rotina e prioridades, porque alguns amigos não entendem que isso não é se afastar. Que legal a gente comemorar, né, a vitória e o crescimento de um amigo, mesmo que ele esteja voando longe, porque isso é natural da vida. né? E é importante a gente comemorar e entender que a gente vai voar. É isso, né? É, eu acho que eh existe aí um um processo, né? O que o que é o sujeito não entender esse afastamento, né? Eh, será que de repente esse não entender não é mais um jeito de colocar tô sentindo falta de você? Ah, é verdade. Veja, eu acho que existe aí um outro lado, existe uma outra esfera também. Uhum. né? Então, poxa vida, eu gosto de você, né? E aí eu acho que aí é habilidade social, né? Poxa, me desculpa, eu também gosto muito de você, mas passei por situações desse modo. Eh, e aí hoje o WhatsApp facilita muito, né? Então, eu posso gravar um áudio, eu escuto dois dias depois e eu respondo esse áudio. Então, ah, eu acho que fazer o uso eh dessa possibilidade de construir relações, né? Então, eh, veja, até uma grande árvore um dia foi uma plantinha, né? E aí somos vulneráveis, principalmente nas relações, né? Aceitar essa vulnerabilidade e entender que a gente precisa nutrir todo um processo para chegar onde a gente precisa chegar, eh, acho que é um um caminho a ser percorrido por todos nós, não me excluo dessa desse processo. Ah, muito legal quando você fala isso, né? Porque aqui nós trazemos algum os temas que são temas de comportamento e e que todos nós estamos inseridos, né? Isso vale para mim, pro Artur, pro Renan, para você aí de casa. Eh, o Renan tocou aí num num ponto bem interessante que é habilidade, né? A gente tem que ter uma habilidade na convivência, a gente tem que ter uma habilidade social, isso é interessante demais. E é um tema novo que é para um outro programa, porque a tal da habilidade social exige muito equilíbrio, muito discernimento. E olha, não sei tudo, não. Tô aprendendo, tá? E é isso, gente. Toda a relação exige equilíbrio. A amizade não precisa ser constante, mas ela precisa ser verdadeira, tá? a gente vai chegando ao fim do nosso estúdio Câmara de hoje. Quero agradecer então Artur e o Renan por esse esse bate-papo gostoso, né? Então, eh, considerações finais, por gentileza, Artur. Obrigada pela sua participação. Eu que agradeço o o contato. Agradeço também pela pela oportunidade de estar aqui. Foi muito bacana ser recebido por toda a equipe. Eh, considerações finais. Eh, a gente não deve apenas ficar com a com as amizades de baixa manutenção. Lembrem-se disso. É importante que a gente também tenha amizades presenciais, tá? Mas elas são sim possíveis. E se eu e sempre tá fazendo um olhar reflexivo, né? Se eu estou achando que todas as amizades estão eh falhando comigo, será que não é importante a gente dar uma olhada se realmente eu estou só com amizades eh vamos falar assim, tóxicas ou será que é que não estou sabendo lidar? Uhum. Então, talvez procurar um processo de autoconhecimento, de psicoterapia, por exemplo. Muito bem e obrigada pela sua participação com a gente. Nós agradecemos também eh o Renan por trazer aí pontuações bem interessantes nessa segunda-feira. Então, são dicas que a gente leva pra semana e quem sabe pra vida. Renan, obrigada, viu? Ô, Gen, sou eu quem agradece, né? E acho que é importante a gente ampliar um olhar humano, né? Ah, vivemos numa era em que a tecnologia e toda a informação, ela ela trouxe menor tempo de leitura, ela trouxe eh muitos pontos positivos, mas outros eh que de repente deixaram as relações de lado. Então, acho que olhar para essas crises e olhar para esse tema como uma oportunidade para criar novos repertórios acho que é a saída mais positiva eh de todo o contexto. Muito bem. E assim a gente vai encerrando o nosso estúdio Câmara dessa segunda-feira. Lembrando que o que sustenta uma amizade não é a frequência dos encontros, mas a qualidade de conexão, tá? E essa conexão nutre do quê? De afeto, de respeito, de escuta e principalmente da presença real. Então não precisa estar toda hora não, mas esteja presente, tá bom? Ainda que de vez em quando, tá certo? Então, cultive, cuide da sua amizade. Gente, no estúdio Câmara de Amanhã, terça-feira, nós vamos falar sobre finanças pessoais e a diferença entre gasto e investimento. Nossa, nossa, nossa. Eu tenho dificuldade de lidar com isso. Acho que você também. Você sabe identificar quando você está apenas gastando ou se você está realmente investindo no seu futuro? Vamos entender como pequenas escolhas do dia a dia podem afetar e muito nosso bolso. Olha, esse programa é para mim, para você, para todos nós. E amanhã a partir das 8 da manhã ao vivo, nós voltaremos então com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Eu desejo a você uma ótima semana, uma semana linda. Programação da TV Câmara Campinas como sempre impecável, especialmente para você. Valeu a nossa equipe aí trabalhando sempre, né, para levar para você o melhor conteúdo, tá certo? Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com informações do Legislativo Campineiro e também de toda a nossa metrópole. E só me resta agradecer a sua audiência e a sua companhia, agradecer mais uma vez a vocês, nossos convidados e convidar você aí para continuar ligadinho na TV Câmara Campinas. Beijo grande. Nos encontramos amanhã a partir das 8 ao vivo para falar a diferença sobre gasto e investimento. Dessa vez pegou valendo, né? Tô sabendo. Então nos encontramos. Valeu, gente. Até lá. [Música] [Música] [Música] [Música]
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