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Música Muito boa tarde a você que nos assiste, hoje a estreia do Estúdio Câmara Artes e Cultura, trazendo pra você toda sexta-feira até a primeira semana de agosto, um pouquinho da nossa produção cultural em Campinas. E hoje a gente vai falar de produção independente. É possível produzir um filme com baixíssimo recurso, com a colaboração dos amigos, roteirizando, produzindo, escrevendo, gravando, editando? Sim, é isso que o Lucas Christian e a Lucy Meire Souza vão contar pra gente hoje, nossos convidados do Estúdio Câmara de hoje. Muito boa tarde, muito obrigada pela presença de vocês. Obrigado, é um orgulho estar aqui com vocês hoje, pra falar um pouco sobre todo esse desenvolvimento que a gente consegue fazer, transformando coisa simples com algo esplêndido assim, né? E a gente vai falar um pouquinho agora do Veloz Acerto de Conta. Isso. Veloz Acerto de Conta é o filme que o Luca e a mãe, que é a Lucy May, ele não parece, mas é a mãe dele. É a minha mãe. E a co-produtora, amiga de todas as horas, que abraça todos os projetos, né? Sim, sim. Eles vão falar um pouquinho desse filme que deve ter sido inspirado no Velozes e Furiosos, né? Você gosta desse filme, Luca? Sim, então, eu sempre fui influenciado pelos meus pais, né? A produzir... A produzir não, assim, mas a gente sempre assistiu filmes em casa de Hollywood, né? E eu sempre me questionei, como que era feito, né? Produzido isso. Então, tudo começou com uma brincadeira. Desde criança, a gente... Nesse mundo, ah, vamos gravar ali, gravar na escola, sabe? E sempre com os meus amigos, né? Incentivando ali, né? Até que pegou um dia, eu falei, ah, vou tentar pegar esse hype do Velozes Furiosos e produzir alguma coisa em casa, né? E foi no momento que minha mãe falou um pouco, assim, né? Ah, mas você vai fazer de novo na garagem de casa? Porque tudo que eu fazia... Sempre na garagem. Na garagem de casa. Com 24 anos, ele já tem uma série de coisas, assim, produzidas e engavetadas, né, Lucimeire? Sim, sim. Nesses 24 anos, a gente aprendeu muita coisa com ele, porque esse lado dele, assim, de humilde, de querer trazer pessoas que não têm experiência, somente apresentar uma boa vontade de querer participar, e isso encanta muito a gente nessa qualidade que ele tem. Eu fiquei impressionada com a qualidade das filmagens e tal. A gente separou um pedacinho aqui, só para as pessoas terem uma noção do que a gente está falando, depois a gente volta a conversar. Então, dá uma olhadinha na qualidade do Veloz Acerto de Contas. Ele tá com a nossa Júlia Mãe, mãe, mãe Isso aqui não vai ser uma corrida Vai ser um acerto de conta Então, deu pra sentir que não parece Uma coisa madura não, né gente É muito profissional Conta pra gente a sua trajetória Desde lá do SESI, os professores incentivando além da mãe ceder a garagem, os professores também sempre foram uns participantes aí da sua carreira, né? Consegui me livrar de algumas provas ali, né? Porque eu acho que conforme a escola começou a ver o potencial que eu conseguia ter ali, porque na época era uma coisa nova, era uma época que o YouTube estava começando a ter em alta, né? Os YouTube, só que eu queria tentar fazer o que eu via na tela de casa, na tela do cinema em si, né? E aí eu comprei, comecei com o meu celular, tudo começou com quase um concurso ali de curta-metragem na escola. E o mais interessante é que eu não consegui me dar bem nesse concurso, não ganhei nenhum prêmio nem nada, não fiquei no top, assim, né? E isso eu acho que algumas perdas são, na verdade, grandes ganhos no futuro, né? E foi nesse momento em que eu falei, ah, não, eu vou tentar, eu vou tentar, até eu ver que ali tá ficando bom, né? E é sempre essa evolução que eu tento buscar, não só pra mim, mas também abrir portas pras pessoas que têm essa mesma vontade, né, de iniciar nisso, né? É, que legal. E a gente acha que já começa abafando, né, Lucas? Não é assim, é resistência, é perseverança ali, né? Sim, com certeza. Então conta pra gente um pouquinho desse filme Veloz, Acerto de Contas, como é que veio essa ideia, né? É um média-metragem, né? É um média-metragem, que a diferença de um curta é a questão da duração, né? Passou ali dos seus dez, quinze minutos, já fica algo mais desafiador, digamos assim. Sim, sim. No entanto, tudo começou quando o filme Veloz Frioz iria estrear no cinema. E eu sempre tento fazer algumas paródias, assim, na garagem de casa. E o mais engraçado foi quando os meus pais falaram, pô, de novo, mas como você vai fazer carro aqui na garagem de casa? Por que você não faz uma coisa mais física, envolve as pessoas, né? Abraça isso. E foi nesse momento que a minha mãe pegou e falou Não, dessa vez não vamos fazer na garagem de casa Eu tenho um amigo que tem um carro legal, que está disposto Vamos fazer o convite, porque ou não a gente já tem, né mãe? É, porque assim, não é só fazer na garagem de casa Tem toda uma montagem Montar o chroma key todos os finais de semana A gente perder todos os nossos meios de passear no final de semana Porque ele tem que gravar E aí, é o dia todo. E aí, a gente teve muita sorte, que a gente tem uns amigos que, tipo, pegou o Lucas no colo, pequeno. Os personagens do filme foram pessoas que pegou o Lucas no colo. Amigos nossos. E aí, abraçaram. Um emprestou o carro, o outro também. O outro cedeu o espaço de trabalho, né? Isso, é. E aí, foi... Inclusive, quando ele teve essa ideia, eu falei pra ele que ele tinha que gravar num lugar deserto, que não tinha muito movimento. E ele falou, não, não, eu quero mostrar o meu bairro, eu quero mostrar onde a gente mora e envolver os moradores. E foi muito incrível, porque todo mundo abraçou de uma maneira assim que até hoje a gente não acredita. Que legal. E a gente viu uma cena, inclusive, que tem uma galera, que acho que é as cenas finais. A gente vai mostrar agora para o pessoal. Conseguir reunir todo esse pessoal colaborativamente é um efeito muito extraordinário, né? Sim. Vocês vão ver aí, eles estão preparando para mostrar a cena. E conta para a gente como é que as pessoas receberam isso no bairro. No bairro foi uma coisa, tipo assim, o pessoal já sabia ali, né? Que eu fazia vídeos inspirados... Eu brinco no Instagram de fazer Hollywood em casa, né? Então eu pego ali filmes que têm efeitos e tento fazer com o que eu tenho, né? Coisas mais simples. E o pessoal sempre acompanhou no bairro, só que eu nunca fiz algo aberto para as pessoas, quem tivesse interesse em participar, né? E aí quando começou, começou tipo, ia ser duas diárias, né? Na primeira diária surgiu um grupinho ali de pessoas, mas na segunda aí todo mundo já... Virou um evento, foi. Foi, foi. E o bairro de vocês fica ali próximo ao aeroporto, né? Próximo ao distrito industrial. E aí você conseguiu mostrar estabelecimentos? Sim, ele fez questão de envolver os comércios do bairro. Todo mundo tem um ator dentro de si, hein, gente? Porque o pessoal mandou muito bem, né? Muito, muito. A gente vai mostrar aquela cena, então, que eu falei, que acho que é uma das cenas finais, né? Que reúne uma galera na hora do racha mesmo. Vocês vão ver o que é um projeto colaborativo de fato. Trato é trato. Você não só quitou a sua dívida Como também conquistou o meu respeito E pelo jeito Também conquistou a minha irmã Aí, só mais uma coisa Vê se trata as mulheres como elas merecem É muito impressionante, muita gente participando, que legal Eu sempre falo assim, eu não sei onde que ele vai, onde que ele vai parar nessa área E a gente vai estar sempre do lado dele, mas esse com certeza vai ficar marcado Porque, assim, as pessoas sabiam que não tinha dinheiro envolvido Então a gente tinha certeza que quem estava ali Era por paixão, pela amizade E aí isso não tem... Não tem preço Não tem preço, né? Não tem preço, foi... É emocionante Foram dias sem dormir, mas eu ficaria meses Ai, que legal, a gente aproveita Já fica a dica, né? Ele sabe, né? Tem que deixar gravado Encontra você a qualquer momento Ele sabe que eu vou estar sempre com ele Eu já estou sabendo que tem mais projetos engavetados Só pra falar desse filme, o roteiro, tudo bem, você se inspirou lá no Velozes, mas como é que veio a ideia de transformar isso numa história lá, local? Então, a questão, que nem minha mãe havia mencionado antes, era pra pegar o hype do Velozes e Furiosos, esse foi o intuito, assim, né? Mas assim, era mais pra questão da proporção, né? Pra entregar isso pras pessoas. Só que, no entanto, muita coisa foi surgindo, ideia, não só minha, da minha mãe, mas tipo, quando uma pessoa de terceira, de fora, Por que você não faz assim? Se envolvesse isso? A gente foi abraçando, que estava ali para a gente agrupar e fazer o melhor para todo mundo, a gente ia inserindo, né? Mas tudo começou querendo fazer uma referência ao filme e a gente teve uma missão, a gente virou a noite dormindo para fazer o final do roteiro. Para fazer o final do roteiro e entregar, né? Porque a gente queria fazer pelo menos o trailer junto com a estreia do filme, né? Sim, e aí a gente tinha pouco tempo para fazer isso. A gente correu bastante. Maravilhoso, né? E era assim, quem que a gente vai arrumar de carro? Ai, fulano tem um carro legal, esse crano também. Ai, nossa, mas ele não vai emprestar a BMW? Quem que é louco? Ai, eu ligava, tá na mão pra quando vocês precisam. Era desse jeito. Ai, a gente foi num amigo que tem uma mecânica, né? E ai, lá, a gente começou a conversar com ele, apresentou o projeto. Ai, ele falou assim, vocês precisam de carro, né? Pera aí, pegou o celular, ligou para um cara que tinha uma oficina só de carro antigo e o cara falou assim, vocês podem vir aqui hoje? E aí a gente chegava lá e ele olhou para a cara do Lucas e falou bem assim, quantos carros você precisa? Aí o Lucas, tipo, ficava sem resposta. Então, assim, foi incrível, incrível, incrível. Ou seja, roteiro construído em várias mãos, produção, muito maravilhoso. Foi um trabalho coletivo. A comunidade. O laboratório que abraçou. Incrível, incrível, incrível. E falando em cinema, a gente está de férias, é a combinação perfeita. A gente vai falar um pouquinho agora sobre os filmes em cartaz. A nossa repórter Ana Paula Menegheti já está lá com a entrevistada para falar os filmes que estão em cartaz. A gente já pode se programar e ver o que está rolando. E vamos fazer a nossa agendinha das férias. O que a gente vai assistir? Boa tarde, Ana Paula. Oi Ale, boa tarde para você, boa tarde para os nossos convidados que estão no estúdio Câmara e para o pessoal que está em casa acompanhando também o nosso programa Ale, o cinema aqui já está lotado, como vocês podem ver ali, a bilheteria o pessoal já comprando muitos ingressos para assistir aos filmes que estão em cartaz Tem coisa melhor a ler do que estar aqui no cinema numa sexta-feira Você não tem noção do cheirinho de pipoca que a gente está sentindo aqui Muito bom E eu estou aqui com o Valdemir de Almeida Ele é gerente do Cine Araújo aqui do Shopping Parque das Bandeiras Valdemir, muito obrigada aqui por participar do nosso programa do Estúdio Câmara A primeira coisa que o pessoal quer saber, que está em casa, quais são os filmes que estão em cartaz? No momento, o filme que está atendendo o público infantil, desde a estreia do Divertidamente 2, Tentou de Graça, essa semana também está saindo o meu malvado favorito, o 4. Então, o público tem sido um dos melhores dos últimos anos. Público semelhante a esse só foi registrado em 2019. Então, desde a pandemia, as férias têm sido fortes, mas nem tanto. O público está sendo bem superior àquilo que nós esperávamos para os últimos anos. Está fantástico ver o público, ver a criançada, todo mundo frequentando o cinema. Sucesso aí de público é o Divertidamente, né, Valdemir? Exato. Desde a estreia do Divertidamente 2, nós estamos recebendo um público de 4 a 6 mil pessoas diariamente. Estamos abrindo algumas exceções, abrindo exceções extras após o horário Combinando com o shopping, abrindo antes do horário para poder atender todo mundo de forma confortável aqui E Valdemir, tem algum filme que vai ter estreia para esse fim de semana? Para o pessoal já se programar, trazer as crianças, curtir o fim de semana e o feriado também, prolongado em família? Exato, a nossa programação muda toda quinta-feira, está a grade de toda a rede Então, teve essa semana a estreia do meu malvado favorito 4 Já estamos recebendo um público grande Mas a expectativa de um público ainda maior durante todo o mês de julho Nós temos diversos filmes para estrear O Twister, um filme que deve superar também as expectativas É o Deadpool, que vai ser no final de julho Então, a programação para todo o mês de julho vai ser intensa Ainda mais com a estreia desses filmes que ele atende tanto o público infantil quanto o adulto. Isso que eu ia falar, né, Valdeneiro? São filmes que atendem a todas as faixas etárias, né? Exatamente, todas as faixas etárias, né? Família, adolescentes... Ah, não, nós temos recebido todo tipo de público aqui, né? Vêm os casais, os mais velhos, vêm as famílias com seus filhos. Tem sido muito agradável receber o pessoal aqui. Nosso cinema é muito confortável, ele é muito aconchegante aqui. É, queria falar com você, Valdemir, sobre isso, exatamente, a estrutura do cinema, quantas salas estão disponíveis e os horários de funcionamento. É, em nosso cinema aqui, nós temos seis salas disponíveis, né, incluindo dentro dessas salas, nós temos uma sala VIP, tá, o horário tem sido das 13h até as 22h, né, são várias sessões em todas essas salas. Em alguns casos, nós estamos abrindo as sessões, começando algumas sessões ao meio-dia e também estendendo, abrindo algumas sessões às 23 horas, conforme a demanda do público, tá? Mas o básico é das 13 até às 22 horas. E bem importante, né, ter uma oportunidade, um lazer aqui para as crianças da cidade, os pais agora nessas férias, né, conseguem aí encontrar uma atividade bacana para eles também, né? Ah, é legal. Eles têm no cinema um momento de curtir com a família, rir, se divertir. Eu convido a todos vocês virem assistir esses filmes, que eles são muito bons, são muito divertidos. Nós temos uma pipoca, como você falou, excelente. Às vezes o pessoal está andando, passeando aqui pelo shopping, sente o cheiro de pipoca, vem aqui só para comer uma pipoca. E muitas vezes ver o filme que está em cartaz acaba comprando um bilhete para assistir mais tarde ou no dia seguinte. Com certeza, Valdemir. Muito obrigada pela sua participação. Alê, como você pode conferir com o pessoal do estúdio também, o cinema é uma atração muito requisitada pelo público. Como ele disse, a pipoca é mais um atrativo que chama mesmo a gente para cá. Não tem jeito. E eu volto com você aí no estúdio. Muito obrigada, Ana É isso, então Quem não for viajar, pode sim Já fazer a sua programação E preparar os filmes São muitos, né? E o bom é que muita animação Mas hoje em dia a animação também é para o público adulto Ninguém fica de fora Lucas, e quais são As redes sociais que as pessoas Podem seguir para acompanhar os seus projetos E tudo Eu tenho o meu Instagram, também tenho o meu canal no Youtube ambos são lucas.christian underline oficial todos são a mesma a mesma linha o christian tem um h né é th é lucas.christian isso, chris, normal, th e an e lá tem o trailer do veloz tem, lá tem o trailer além do trailer também tem várias outras produções que eu ensino e explico como foram feitas que eu gosto de chamar que é o hollywood em casa que eu tento brincar como que é feita as grandes produções com um recurso que a gente tem em casa. Sim. Mas lá foi o primeiro momento em que eu consegui disponibilizar para o bairro, para as pessoas, o trailer do Veloz. Do Veloz, foi pelo Instagram. A gente vai colocar também para vocês verem o trailer, que aí já dá para ter uma noção do filme inteiro, né? E o pessoal aderiu e você já tem seguidores? Como é que é? Ah, eu estou construindo isso aos poucos, né? Tentando criar ali o meu nicho, explicando, indo com o tempo, né? Cativando ali o público, porque eu não tenho um público específico, né? Sim. Porque as pessoas que gostam de filmes e cinema são vários tipos de pessoas, né? Então, eu tô indo ali ao pouco, tentando construir essa jornada, né? É, porque, assim, o pessoal do bairro, claro que já abraçou. E aos poucos você vai conhecendo novas pessoas, novas ideias de roteiro e tudo mais, né? Mas a gente tá construindo tudo junto aí, com calma e no tempo certo. Muita calma nessa hora, né? Então tá, eu vou dar uma lidinha agora numa nota para o pessoal que domingo próximo agora vai ter uma atualização aqui da Sanasa nas redes de transmissão de água. Então vou ler uma notinha aqui para o pessoal, porque assim, embora essa nota seja geral, a gente precisa, é uma reparação nas tubulações de água, mas a gente precisa fazer um racionamentozinho de leve para que não haja o corte efetivo da água. Então, no próximo domingo, dia 7, a unidade de captação do rio Atibaia e as estações de tratamento Azetas ficarão fora de operação das 0 às 8 horas, para que a doutora de água bruta seja interligada ao sistema de abastecimento da Sanasa. Os técnicos da empresa também vão aproveitar a ocasião para realizar manutenção preventiva no sistema. Opa, saiu do ar. Vamos voltar aqui. Só um minutinho, porque saiu aqui. Bom, gente, vou voltar aqui. Então, essa manutenção é da zero às oito horas, mas para que não haja o corte de água, é bom que a gente faça um racionamento. Então, sábado dá para sair e ir para o cinema, né? E aproveitar. E, Lucas, você já exibiu esse filme no bairro ou em algum outro lugar? No bairro a gente tentou exibi-lo, mas a gente não conseguiu reunir um local adequado. Mas a gente teve a honra de apresentar ele no MIS, que é o Museu de Imagem e Som, que fica no centro de Campinas. E foi muito legal reunir, porque a gente conseguiu levar os figurantes, que às vezes tem tudo isso, ah, é figurante, não tem importância. Não, os figurantes que foram responsáveis para criar toda aquela atmosfera que a gente viu. E foi muito legal, sabe, levar eles para lá, fazer toda essa troca, assim, sabe? Ele segurou, né? O vídeo estava pronto, mas ele segurou até o dia da estreia. E aí fez com que as pessoas se empolgassem mais para poder assistir, por isso que... Muito ansiosos. Muito, muito. Vocês têm noção de quantas pessoas passaram pela produção, assim? Eu acredito que na faixa de 120 a 150, por aí. Envolvidos com isso só na atuação ou não, em tudo? Em tudo, eu acho que em tudo. E o processo inteiro, desde que você criou o roteiro até a finalização da edição, durou quanto tempo? Olha, até a apresentação do Miss foi em torno de um mês, não foi? Eu acredito que sim, porque o Lucas terminou e aí a gente, como a gente recebeu essa proposta de apresentar ele, num espaço maior, aí o Lucas falou mas eu tô com curta vamos criar um média porque eu vou levar essa quantidade de pessoa pra assistir somente 20 minutos, foi quando a gente teve a ideia de esticar mas quando a gente teve essa ideia de esticar ele, tipo assim boa parte já tava quase finalizada só que a gente mexeu na história pra fazer um plot twist, uma reviravolta e a gente correu pra gravar e assim, eu acho que foi uma loucura assim Tanto que a parte de emoção mesmo, do curta, a gente fez nesse estica. Nessa esticada a gente conseguiu mudar muita coisa na história, de última hora. É um compromisso com o público. E aí as pessoas não acreditam, a gente conseguiu gravar no posto de saúde do bairro. A gente conseguiu pegar uma autorização e a gente gravou. Sensacional. Sim, a gente fez tudo dentro da lei, a gente teve apoio da polícia, que ficou com a gente até de madrugada. O Felipe Marquez, a gente ajudou a gente. Então, a polícia veio, posicionaram os carros lá, colocaram um banheiro químico. Isso é muita inspiração, né? Fechou as ruas pra gente, eu tava com os ofícios, tudo certinho. Tudo uma produção mesmo. Inclusive os vizinhos ali O espaço que a gente fechou Pra fazer a gravação É um espaço que não tem muitos moradores E as pessoas não estavam entendendo direito O que estava acontecendo Daí eu ia até a pessoa e explicava Olha, a gente vai gravar um curta Eu estou aqui com os papéis E as pessoas falavam Nossa, que bacana Porque as vezes as pessoas inventam de fazer as coisas E não pensam em ir atrás de fazer legalizado E é muito importante as pessoas saberem que você consegue isso tudo. Dá pra fazer as coisas bacanas tudo certinho. Ainda mais no contexto, né? Porque é um contexto que ocorre corridas ilegais. Aí você vai produzir isso, tipo, também ilegalmente, né? Muito interessante, né? E aí, não é porque é uma história, ela aborda um assunto que retrata um certo... uma coisa fora do comum, que a gente não deve fazer com segurança, né? Com certeza. E a gente Uma coisa é a arte, né? E outra coisa é a realidade. Tem que estar tudo muito nas esferas legais, né? Então agora sim, a gente vai mostrar o trailer que tá lá no Instagram, que o Lucas passou mais cedo, pra que você possa seguir e conferir. Como assim, mano? Você não viu a notificação, não? O pior é que... Mano, quando que vai ser esse vídeo? Vai ser hoje à noite, mano. Ele não pode ganhar essa corrida, beleza? Ele não vai ganhar essa corrida Lóris, é a corrida A corrida começa em 10 minutos, tá bom? Vamos nessa E aí? Tá online já? Tô te mandando esse áudio pra deixar bem claro Ou você ganha, ou você morre Um, dois, três, quatro É bom ou não é, gente? Não é exagero, não. E vocês sabiam que aqui a Câmara também tem o Cine Câmara? Nossa! É um projeto que nasceu em 2019 para valorizar as produções da Sétima Arte, né? A gente vai mostrar um pouquinho como é que acontece também, né? Esse ano já foram duas produções, né? E a ideia é que se mantenha aí, como disse o responsável pelo programa, aqui dentro da Câmara. Um trechinho para a gente abrir. A ideia do presidente Rossini é exatamente essa, é mostrar à população a importância da Câmara Municipal. Isso já é a segunda sessão que nós estamos fazendo, mas já estamos com programação para o ano todo. A ideia é que fique para sempre. Viu? Então a gente também tem essa preocupação, esse olhar de manter a Sete Martes sempre em movimento, viva, valorizando as velhas produções. que inspiram a nova geração como o Lucas, né? Sim, com certeza. E os próximos projetos? Eu sei que tem um curta aí também, que na verdade não é bem um novo projeto, é um projeto meio antigo, mas que é sensacional, vocês vão ver um pouquinho. Fala pra gente do No Time. Então, o No Time, ele surgiu na época de escola, né? Era o meu último ano na escola. E eu acho que em cada fase da nossa vida a gente acaba carregando um significado, né? E pra mim, naquele momento, Não só naquele momento, mas para a minha vida eu gosto muito de falar sobre o tempo. Daí surgiu o No Time, que é você ter a possibilidade de tentar mudar um futuro ou um passado. Então é um curta-metragem de ficção científica que aborda esse assunto de viagem no tempo. E eu produzi, foi o meu primeiro curta, que eu considero curta, na época de escola, com os alunos, amigos, no meio da aula, ali correndo. E eu tenho muito orgulho de ter feito isso, sabe? Eu creio que inspirou várias pessoas e foi meio que o meu começo ali com tudo isso. Foi o seu primeiro filho? Foi, foi. Muito bom. E você participou desse também? Esse não. Esse eu dei apoio por fora, né? Como muitos outros. Ah, sim. Muitos outros eu dei apoio por fora. Foi o nascimento aí, né? Eu estava meio que descobrindo ali, né? Sobre o que eu estava fazendo, o que estava acontecendo. Sim. Mas foi um momento de um grande aprendizado, assim, sabe? Na prática, em querer confiar nas pessoas, as pessoas apoiando, sabe? Essa troca, se não fosse as pessoas, não, você consegue, tal. Foi esse primeiro impulso da sua carreira, né? Foi, foi. E aproveitando esse ensejo de colaboração e de solidariedade, eu queria falar também que hoje começou, inaugurou em Campinas, a Casa da Mulher Campineira, que é uma casa de acolhimento para as mulheres em situação de vulnerabilidade social, que passaram geralmente por violência doméstica, né? E agora Campinas tem uma casa que reúne todos os serviços de acolhimento, de encaminhamento, de capacitação e a nossa repórter Ana Paula Menegheti esteve lá para falar como é que é que funciona essa casa. Proteção, acolhimento, orientação, são algumas das palavras que definem a Casa da Mulher Campineira Espaço que foi aberto hoje aqui na cidade Para falar sobre esse assunto, eu vou conversar com a Secretária Municipal de Assistência Social Vandecleia Moro, Vandecleia já está aqui ao meu lado Muito obrigada pela sua participação aqui no Jornal, no Câmara Notícias Olá, boa tarde, boa tarde a você e a todos que estamos assistindo De fato, é uma conquista que nós estamos vendo agora, ter vários serviços voltados para a mulher reunidos em um só local. É, Vandecléia, o primeiro ponto, né? O que é a Casa da Mulher? Qual é o objetivo dela? O objetivo da Casa da Mulher Campineira é garantir o acolhimento dessa mulher, o acompanhamento e promover a autonomia. Isso através dos serviços que nós teremos aqui. Então, nós teremos a Coordenadoria da Mulher, nós teremos o SEAMO, que é um importante serviço de acolhimento. Cadastro Único, os parceiros como o SEBRAE, CEPROCAMP, FUMEC, Defensoria Estamos trabalhando para que também estejam nesse local O CEPAT, a Delegacia da Mulher, enfim, é um espaço integrado Em que essa mulher receberá um atendimento, será acompanhada e isso promoverá a autonomia Secretária, qual é o horário de funcionamento aqui da casa? Ela foi aberta hoje, acho que é importante a gente reforçar isso para a população Isso, quem quiser conhecer ou saiba de alguma mulher que está em situação de vulnerabilidade, seja em decorrência da situação de violência doméstica ou qualquer outro tipo de vulnerabilidade, pode vir aqui na Casa da Mulher Campineira, aqui na 11 de agosto, o horário de atendimento é das 8 às 19 horas, estamos aqui prontas para recebê-las. A cerimônia também foi acompanhada por diversas autoridades, inclusive parlamentares aqui da Câmara Municipal. Eu conversei com o prefeito Dário Saad, também com o presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, e também a vereadora Paola Miguel. Vamos conferir. A Casa da Mulher agora nesse novo espaço vai reunir vários serviços e vai ampliar o atendimento do Centro de Referência Apoio à Mulher, que já acontece. Eu acho que isso ajuda a fortalecer as políticas de proteção e promoção dos direitos da mulher, De defesa dos interesses, de apoio à mulher empreendedora, do cuidado à saúde, do estímulo à profissionalização e também do atendimento às mulheres vítimas de violência. Eu quero cumprimentar o prefeito Dário, a secretária Vandecléia, toda a sua equipe, por mais essa ação que demonstra a preocupação e o compromisso do governo de Campinas em cuidar bem das mulheres. As mulheres têm ocupado cada vez mais o seu espaço, que é delas por direito, na sociedade, elas têm avançado como empreendedoras, no trabalho, no esporte, na cultura, quer dizer, em todas as atividades humanas a mulher tem se destacado. E, obviamente, que é importante a gente desconstruir muito ainda daquela sociedade machista, patriarcal, que, às vezes, infelizmente, ainda discrimina a mulher. Então, eu acho que esse centro de referência, essa Casa da Mulher, vai ser um impulso às conquistas que são delas mesmas. Nada vem por acaso, certamente tudo isso é fruto da luta das mulheres guerreiras de Campinas A quem agora nós prestamos os nossos cumprimentos E presidente, a gente sabe que a Câmara acompanha muito esse assunto, tem até a comissão da mulher na Câmara Como que o senhor acha que esses serviços podem ajudar aí, exatamente na elaboração das políticas públicas? O próprio serviço já é, na verdade, sugestões, encaminhamentos que são debatidos, discutidos na Câmara de Vereadores, seja pela Comissão da Mulher, seja pela Comissão dos Direitos Humanos. Nós temos quatro vereadoras lá que são atuantes nessa área, vereadora Débora Palermo, vereadora Mariana Conte, vereadora Guida Calisto, vereadora Paola Miguel. Então elas são agentes políticos que ajudam no debate e encaminham sugestões para o Executivo. Isso é fruto dessa discussão também. Muito do que está sendo apresentado hoje são sugestões colhidas lá e trazidas para o Executivo. Então a Câmara tem acompanhado, participado, debatido e dado a sua contribuição para fortalecer as políticas públicas também nessa área de promoção dos direitos e proteção das mulheres de Campinas. Vereadora, qual que é a importância da inauguração desse serviço aqui para Campinas, especialmente porque a vereadora é presidente da Comissão dos Direitos Humanos e membro da Comissão da Mulher na Câmara? Sem dúvida nenhuma a cidade de Campinas precisa da ampliação do selmo A gente tem uma equipe muito reduzida para dar conta de mais de 1 milhão e 300 mil habitantes Que é o que tem aqui na nossa cidade 50 mais 50% são mulheres e infelizmente passam por situação de violência Um espaço como esse, a nossa expectativa é que ele amplie o serviço, os atendimentos E que tenha também a possibilidade de discussão e da integração com outros serviços Nosso papel aqui hoje é entender como esse novo serviço vai ser inclusive inclusa na rede de atendimento à mulher na cidade de Campinas, se ele vai dar conta de atender outras violências para além da violência doméstica, mas o assédio também, e também quais serão os serviços que serão integrados a esse equipamento para que as mulheres consigam ter, assim como na Casa da Mulher Brasileira, aqui na Casa da Mulher Campineira, um espaço único de atendimento integral. O que representa essa Casa da Mulher aqui para Campinas? Olha, representa um avanço importante nas políticas públicas para as mulheres. Aqui você reúne serviços existentes e amplia os serviços e parceria com outras instituições. Por exemplo, aqui vai ter um ponto do Sebrae fisicamente, aqui vai ter o Seprocamp, aqui vai ter o Sepat, que vai trazer vagas de trabalho para as mulheres, Vai ter um espaço que futuramente vem a delegacia da mulher, a defensoria pública está aqui, a sede da feira das mulheres empreendedoras também veio para cá. Tem espaço para treinamento, para possibilitar a capacitação das mulheres também. É uma rede de proteção realmente, né? É uma rede de proteção, onde reunidos num espaço físico único, onde serviços que já existiam vieram e novos parceiros, novos serviços foram agregados. Muito obrigada. Como vocês verificaram, os entrevistados reforçaram a importância da Casa da Mulher aqui para o município, inclusive nessa questão da rede de proteção às mulheres que são vítimas de violência doméstica. Falando então em rede de proteção, vereadora, quais serão os principais parceiros aqui da casa? Além dos serviços públicos que nós teremos aqui, nós temos os parceiros Ceprocamp, Defensoria Pública, vários outros serviços E estamos trazendo também, tanto o CEPAT quanto a Delegacia da Mulher Inclusive orientação jurídica na questão da medida protetiva Isso é muito importante também Isso, a Defensoria Pública estará presente aqui Tem um espaço reservado para atendimento e orientação das mulheres Muito obrigada, secretária Reforçando então, a Casa da Mulher Campineira Fica aqui na rua 11 de agosto, número 412, no centro de Campinas Eu volto com você aí no estúdio. Um serviço essencial, né? E aproveitando o gancho da Casa da Mulher Campineira, vocês deram um recadinho ali no Veloz, né? Sobre a questão de como tratar as mulheres. Sim, sim. Acho que toda a história deve ter ali uma mensagem, alguma crítica. A gente fala sobre como as mulheres devem ser respeitadas, tratadas. E o mais interessante é que um dos comerciantes, a oficina do Aislan Reparações, que é lá do meu bairro, que é uma oficina especializada com tratamento. Nas mulheres, diferenciado. Ela é especializada em receber mulheres? Sim. E uma vez eu estava conversando com ela e ela estava me explicando que, hoje em dia, as mulheres têm um pouco de receio de chegar em uma oficina, porque a oficina remete muito a receber homens. Então lá tem todo o cuidado para poder receber as mulheres E é legal, eles têm um programa bem bacana mesmo E as mulheres vão lá com muita segurança e ficam muito à vontade para ser recebidas Muito legal É, porque a gente até tem um receio assim de Será que é isso mesmo que ele está falando? Que eu não entendo de carro Tem tudo isso também, né? Tem tudo isso O banheiro, por exemplo A mulher pensa em ir num banheiro, numa oficina O que ela já imagina? Meu Deus chega lá é tudo focado para as mulheres é muito, eles tem todo o cuidado, bem bacana é bom né, ter esse olhar cuidadoso inclusive a gente falando de mulher, dá pra falar de flores né, olha quem não gosta, e no feriado a CEASA ficará aberta, 9 de julho a CEASA vai estar aberta funcionar das 8 horas da manhã a 1 hora da tarde no feriado de 9 de julho com mais de 20 mil itens de flores cortadas ou em vasos, plantas ornamentais, forrações mudas, frutíferas temperinhos além daquelas comidinhas que também sempre tem itens como mel, grãos, farinhas temperos, doces, sucos geleias, então se não for pro cinema vai pra Seasa comprar flores, deixar a casa bem bonita pra esse feriado que é da revolução, mas agora a gente está em Tempos de paz, né? E que eles se perdurem por muito tempo, né? E até presentear as mulheres das suas vidas, né? Ó, fica a dica. Fica a dica, né? Então, vamos lá. No Time, né? No Time. Como veio, então, a ideia desse roteiro, do primeiro que agora pode vir a ser o próximo longa? Longa ou média, né? É, acho que vai ser o média, né? Mas nunca se sabe, né? Dessa cabida produtiva. Primeiro longa, né? Então, por ser o meu primeiro curta-metragem, eu não tinha muita técnica para criar um roteiro, nem nada do tipo. Então, meus professores sempre ficam para ver, cadê o roteiro, como está indo. Só que eu sou uma pessoa de tipo assim, eu estou dormindo, aí eu fecho o olho, eu acordo, já estou com uma ideia. Aí eu ia e escrevia, acrescentava. E aí foi um lance que eu sabia o que eu queria contar, Que era uma história inspirada um pouco em Exterminador do Futuro, com De Volta pro Futuro, e aquela ambiência de escola, sabe? Então, assim, eu queria também me divertir com tudo aquilo, né? Então eu falei, ah, eu gosto dessa cena de tal filme, eu peguei e coloquei. Claro, do meu jeito ali, né? Dentro do possível. E aí a gente foi montando, sabe? Então, assim, não posso falar que o roteiro foi só meu, porque muita gente foi, Como também nos outros curtas que eu faço Foram construindo tudo aquilo junto Não é uma história minha É uma história coletiva nossa Mas foi na época da escola Um pouquinho ali, referências de grandes filmes de Hollywood A gente construiu tudo isso A gente vai mostrar também um pedacinho Então Do No Time Mas aí ele foi pra gaveta Esperou um pouquinho pra virar um média Como é que foi esse processo? Porque depois veio o Veloz Normalmente tende a ter isso Os filmes, por exemplo, vou dar um exemplo O Avatar só foi produzido quando tinha a tecnologia necessária Para ele ganhar a vida Eu já sou meio ansioso Então eu fiz o no time com o que eu tinha ali no momento E eu fiquei feliz com tudo que eu consegui construir Mas sempre foi um lance que eu queria relembrar, voltar Porque para mim o tempo, como eu falei Ele tem uma coisa muito importante Eu acho que é o bem mais valioso da vida E a história fala um pouco sobre isso É uma história muito boa Já em 2018 eu falava sobre a inteligência artificial Que é um assunto que está em alta Que fala sobre as conexões humanas Das pessoas Isso de olho no olho De se perder algumas essências Isso, perder algumas essências Então eu curto que ele abrange muitos assuntos Então eu sempre quis Recriar ele E aí eu estou querendo fazer um reboot Um remake disso a essência mesmo, só que melhorando os efeitos, a narrativa e o sentimento. E expandir um pouquinho e na época foram os colegas também da escola que aceitaram participar, ninguém de fora Todos os alunos, tudo a professora, aluno, eu correndo no corredor ali, você pode ajudar eu aqui aí o pessoal parava Acho que essa é uma marca sua de olhar muito pro ambiente e aproveitar tudo que tem em volta de você É porque assim, eu creio que Que nem você usou essa frase agora há pouco. Todo mundo tem um ator dentro de si, né? Todo mundo tem os nossos personagens, né? Então, acho que todo mundo tem aquela sede, aquela vontade de querer estar ali. Por mais que seja um segundo ou um take, né? Do seu jeitinho. Do seu jeitinho, mas as pessoas querem. Então, vamos ver um pouquinho do No Time, que é incrível. Vocês vão ver a qualidade da produção. Boa tarde! Agora são quatro horas e dez minutos. E estamos interrompendo a programação. Com uma informação importante O projeto Beta 15 da ASI Assistência Sistemática Empreendedora Foi reiniciado como de costume e desapareceu Bom dia Qual o seu nome? Sarah Você está entrando hoje na escola? Isso Viu, qual que é seu nome mesmo? Elia Você esqueceu seu caderno Ah, obrigado. Imagina. É, você é aluna nova, né? Uhum. Seja bem-vinda. Obrigada. Pense em algo que poderia mudar o mundo. Mas não tem como. Só pensa. Esse é o objetivo do meu projeto. O que é isso? Mas ela pode se tornar qualquer outra coisa Ele tem como objetivo tornar o mundo um lugar bem melhor Sensacional Lucas, quem quiser assistir Onde é que assiste? No YouTube? Tem, tem no meu canal no YouTube, Lucas Christian Produções. Só assistir lá, assim, é um curta realmente que tem um grande significado pra mim, assim, sabe? Momento ali que eu descobri toda essa paixão, que é tudo feito com muito carinho, não só por mim, mas por todo mundo que foi envolvido, assim. Eu acho difícil de acreditar pra quem tá assistindo que não tenha grandes recursos, porque talvez pela qualidade, a escolha dos enquadramentos, a luz, Isso dá uma qualidade, né? Esse curta era aí, quando eu finalizei ele, eu estava indo para a escola, para o dia da apresentação, com o meu notebook renderizando no ônibus. Dentro do ônibus. Dentro do ônibus, é. Meu Deus, quanta emoção. E aí eu cheguei lá e falei, vocês conseguem expirar cinco minutinhos? Está terminando ainda? Bem isso. Mas é que assim, eu falo que se eu consigo fazer o melhor até o momento final, eu vou tentar entregar, entendeu? Você não tem noção do que é isso. Agora eu acredito. Como ele é detalhista. Filho, tá ótimo. Não, mas aí você não tá escutando? Tem um chiadinho ali. É desse jeito. Por isso que dá no que dá, né? É desse jeito. Sempre foi assim. E eu sei que tem um projeto também que foi filmado em chroma key na garagem, né? Ai, meu Deus. Esse mexe um pouquinho com a Lucimeire, mas fala dele também porque ele também tem chances de virar. Não, ele não só como tem chances de virar, que ele tem que sair um dia do papel. Ele tem que sair, gente. Porque senão minha mãe, ela vai... Não lhe tem que sair. Vai dar o cartão vermelho. Não, é. Vou estar aparecendo na TV de outra maneira. Que horror. Tem noção? Por um ano, todos os finais de semana ele gravava. O dia todo. Não é uma simples garagem. Montar todo o chroma key na garagem e o dia todo de gravação. Então a gente não tinha vida social. Busca os amigos. Era só para gravar esse curta dele. Um ano. Esse projeto, qual é o nome? Ele chama Zatanna. Zatanna. Fala um pouquinho dele. Então, eu sempre gostei dos filmes da Marvel, filmes da DC. E eu sempre achei interessante os personagens que às vezes não eram muito... Não vou dizer desvalorizados, mas que não davam tanta ênfase, foco, né? E aí eu tentei pegar um personagem da DC, que é a Zatanna, que ela é uma mágica, que ela usa os seus poderes falando frases ao contrário. Então, por exemplo, ela vai jogar um poder de fogo, ela fala Ogoth, que é fogo ao contrário. E aí dentro disso, a Zatanna só tem algumas histórias em quadrinhos, ela nunca teve série, nem filme, nem nada do tipo. Eu falei, é uma personagem interessante, porque eu gosto de colocar isso, né? Porque no filme ele também fala sobre esse empoderamento da mulher, relação entre pai e filho, brinca também um pouco com a questão do tempo, e claro, tem cena de ação, efeito. Só que assim, eu decidi que todo o conceito dele fosse feito em chroma key. Explica o que é o chroma key pra quem não... O Chroma Key é uma tela verde que a gente consegue alterar o fundo, separando as cores, né? Porque a cor verde a gente não tem no nosso corpo, então fica mais fácil de fazer essa separação. Na edição, né? Na direção. Só que você fazer isso em um minuto, cinco minutos, tudo bem. Mas em meia hora, quarenta minutos, e ainda mais fazer todos os cenários em 3D, simulação, é muito trabalho, assim, sabe? Mas a gente fez uma história muito linda, sabe? Que é uma história um pouco original, porque, como eu disse, não tem nenhuma produção dela. E é uma coisa... vai sair, sim. Vai sair. Um detalhe, né? Então vamos lá. Ele começa a escrever como que vai ser o filme da Zatanna, e aí a gente pensa figurino. Aí tá, é um trabalho sem recurso, vamos procurar figurino. Vamos para os brechó de Campinas. Com certeza. Aí vai eu e o Lucas, de brechó em brechó, procurando, com a referência que a gente tem em mente, o que ia dar. aí não acha a roupa das ah, mas compra uma peça e manda pra costureira, ela vai reformar do jeito que dá, então é assim é um processo profissional mesmo e como uma mãe ver um filho fazendo isso sozinho? Não não, não tem como já falei, eu tô junto pra isso, onde ele for eu tô junto do lado dele pro que deve é, porque eu sei que é a paixão dele e o nosso objetivo é ver os filhos felizes É isso aí. Gente, então sigam as redes do Lucas, a Lucy Meire, que é uma coprodutora de tudo, além de mãe, amiga, companheira, né? Então sigam as redes pra acompanhar esse trabalho. É a Zatana, outro? Chama Zatana. A Zatana que virá, tem o No Time, que já tá lá no YouTube, né? E tem um curta-metragem que eu tô produzindo na Casa de Cultura Aquarela, que se chama Pamunã. Fala das mulheres Fala das mulheres também, das Marias Que construíram a casa em si Sim E é um curta que vai ficar um trabalho incrível também E ele vai sair Já tá quase sendo finalizado Ele vai entrar pro teu YouTube Não, eu não sei como eles vão disponibilizar O roteiro não é meu É da casa, o roteiro, a produção Só tô ali tomando conta Foi contratado Da direção, digo assim Visual, sabe terminou as gravações nos últimos dias e o Lucas está aí em produção maravilhoso, já está dando frutos aí, né, pelo seu trabalho muito obrigada pela presença de vocês aqui, a gente vai para um rápido break então e volta, dá tempo de pegar aquele cafezinho e a gente volta para mostrar mais histórias de produção independente, de cinema, de Campinas e região, a gente volta já E no segundo bloco do Estúdio Câmara Artes e Cultura, a gente vai conversar com o pessoal da BQM Productions. E eu estou aqui com o Helder e com a Franciele, que são produtores aqui de Campinas, né Helder? É um prazer recebê-los, muito obrigada pela presença de vocês. Muito obrigado pelo convite, é um prazer estar aqui com vocês. Obrigada. Muito obrigada, gente. E eu vou começar aqui com o Helder, que é um servidor, um colaborador daqui da Câmara também, e é um roteirista, um artista, um ator, um roteirista, um produtor. Eu começo perguntando quantas horas tem o seu dia e o que você come no café da manhã, Helder? Gente, é muito corrido o meu dia, porque eu tenho que consolidar tanto o trabalho do estúdio, Quanto também o trabalho particular que eu tenho fora do estúdio. E de café da manhã eu costumo não comer nada. Ah, então vai a dica aí pra quem está assistindo, né? Muito corrido, na verdade. É, porque lá no site, no YouTube, né? Vocês têm uma série de produções, uma telenovela, coisas saindo. Como que começou essa história, né? Qual que é a história da BQM Productions? Porque esse nome também fica curiosa. Certo. Hoje a ideia do estúdio BKM Productions veio de uma série de pessoas que trabalhava comigo quando eu iniciei como ator em 2018 e por alguns motivos a gente acabou se desvinculando da instituição que a gente participava e muitas pessoas foram meio que desanimando, parando no meio do caminho e aí veio a ideia da gente dar sequência a isso. A gente idealizou o nome BKM, que foi a pronúncia original que a gente fez no português, e depois a gente trouxe a pronúncia para o inglês, que é BKM Productions. Hoje, a tradução dessa sigla, BKM, é Because Knowledge Matters, que é porque o conhecimento importa. Então, a gente teve essa ideia de trazer conhecimentos de pessoas que trabalham no ramo artístico e trazer a vivência pro pessoal que tem esse interesse em dar sequência ao ramo artístico que legal, cada um contribuindo aí com a sua expertise, foi aí que você conheceu a Franciele, não foi? então só por isso já valeu essa experiência, né? a gente quebrou muita cara, mas acabou, tipo assim, eu, o Heitor, ele e uma turminha começou a se agarrar em falar em trabalho se aproximou muito só na paixão mesmo, né? criando ideia, vamos fazer o nosso trabalho Vamos fazer a velha pena, vamos fazer aquilo Eu não ia fazer aquela cena com ele Só fiz porque eu achei que não ia sair A gente vai contar essa história que é muito interessante Porque o Helder usou uma estratégia Para fazer uma telenovela E a Franciele atuou Sem saber que ela seria uma telenovela Mas a gente já chega lá então E aí eu quero saber quantas pessoas fazem parte Do grupo de vocês hoje em dia Hoje ao todo De artistas que trabalham com a gente totalizando em nove artistas. Nove. Em Campinas e também tem colaboradores fora. Isso. Em Campinas a gente tem quatro colaboradores, contando comigo. Aí a gente tem um colaborador em Piracicaba, em Barreto, São Paulo, interior de São Paulo, e também no Rio de Janeiro. E virou uma empresa mesmo, né? Sim, sim. É um negócio. A gente iniciou com a ideia do estúdio e depois eu dei uma pausinha com as produções Eu falei, gente, eu preciso organizar algumas coisas para a gente voltar com as produções. Aí o pessoal ficou, tá bom, e ficou aguardando o retorno. E aí quando eu retornei, eu já retornei com o CNPJ do estúdio BKM Productions ativo. Menino não brinca em serviço. E hoje você roteiriza, grava, edita, quais são as suas funções dentro do grupo? Então, hoje eu sou, além de proprietário do estúdio, eu também sou diretor geral. Tem mais dois diretores que participam, que fazem parte do estúdio. E hoje, todos os quadros do estúdio, eu estou dentro. Eu faço o roteiro, eu faço a direção com o pessoal, eu dou treinamento para eles. Além disso, gente, é muita coisa. É muita coisa. A função, aquela expressão de cantar e chupacana foi atualizada com sucesso. Com certeza. Graças ao Helder, né? E o amargo do ódio, né? Eu fui assistir a telenovela e falei, eu assisti só o trailer e depois peguei o episódio inteiro e agora fiquei sabendo que ele convidou a amiga e colega de trabalho e o outro, né, o parceiro da Franciele, que é a Franciele Tereza na telenovela, só que ele não avisou pra eles que seria uma telenovela com capítulos, que ia ser postada. Nenhuma gravação se fosse pra gravar Foi isso que acabou no dia Esse foi o convencimento E aí, como é que foi? Tô com o cabelo assim, não tem problema Não vai ter problema, que aqui ninguém vai saber Jura que foi assim? E aí acabou dando aquele ar Super natural, né? Eu falei, só ele que vai ver mesmo, né? Tipo nós, que eu faço tudo assim Foi gravado, pode mandar pra mim Aí eu fico nessa Ou seja, você focou apenas na atuação E ficou muito assim parecido com até algumas propostas mesmo do cinema brasileiro, né, que é isso que é levar a vida como ela é vida real, né mas na verdade eu sou assim, se eu fosse casada eu seria daquele jeito, né exatamente, e eu achei muito interessante porque o roteiro faz a gente pensar poxa, mas eu já pensei isso, já vivi isso aí como é que foi pensar nessa personagem? Mas eu usei, tipo, o que eu já vivi eu usei aquilo ali porque eu fazia isso mesmo, eu lembro eu chegava e ficava, opa, opa, eu dava uma de louca Só para contextualizar para quem está assistindo, conta um pouquinho desse roteiro, o que diz essa história? Pronto, a telenovela O Amargo do Ódio, ela surgiu com a ideia de a gente trazer vivências para a atualidade, para a gente conscientizar quem está assistindo, a nossa audiência. E surgiu esse nome, O Amargo do Ódio, e muita gente se pergunta o porquê desse nome, que é um nome meio incomum, porque é O Amargo do Ódio. E a gente trouxe a interpretação que é assim, hoje muitas pessoas, não generalizando, mas uma boa quantia de pessoas, elas vivem com aquele desejo de procurar prejudicar o próximo, tem aquele prazer de ver o próximo mal, né? E para eles está tudo bem, eles vivem dessa forma. E enquanto isso, também existem outras pessoas que já cometeram erros no passado E hoje eles tentam, de alguma forma, se redimir daqueles erros que eles cometeram no passado. Então, acabam vivendo aquele sentimento de uma vida amarga. Então, a gente procurou juntar essas duas personagens, essas duas características e trazer para o nosso trabalho, para o nosso projeto. E os dois personagens principais é a Franciele Tereza no papel, que tem um relacionamento, é casada. e cobra do marido mais atenção, que seja mais presente. E o seu personagem, que tem um irmão, né? Quer falar um pouquinho? Isso. Da Franciele Tereza, o nome da personagem, ela tem ali aquela vivência com o marido e aonde ele não dá tanta atenção pra ela. Ele deixa ela de lado pra ficar com os amigos e mais pra frente também, dando um spoiler, coisa rápida, vai acontecer ali uma leve traição onde vai mudar totalmente a vida da Francieli Tereza. E o meu personagem, que é o Rodrigo Santiago, ele tem um irmão, onde o irmão dele está passando por alguns problemas psicológicos. Ele acaba pegando depressão e ele começa a se mutilar por conta dessa doença. Então a gente está tentando trazer também para o meio do projeto essa vivência que acontece muito hoje no nosso cotidiano, né? E sem contar também toda a história desses dois irmãos, que a mãe, eles não têm muito contato, porque a mãe foi embora cedo, o pai bebia bastante, então ficava agressivo, e tanto que queria dar esse irmão para um orfanato. E aí o irmão entrou no meio, comprou a briga toda, e falou, não, vai ficar comigo, deixa que eu cuido. E aí ele começa a passar por isso, acaba adquirindo a depressão por conta desse conflito familiar. E também o Rodrigo Santiago vai descobrir mais pra frente que ele tem uma filha e ele não sabe da existência dessa filha. Ou seja, gente, muita coisa vai acontecer ainda. E o ponto em comum da história é que o marido da Franciele Tereza é amigo do Rodrigo Daniel, né? Do Rodrigo Santiago. Rodrigo Santiago, que foi o nome do personagem. E quando você pensa na história, você pensa nela do começo ao fim, completinha, ou ela vai acontecendo? Como é que é? A ideia do roteiro em si, eu vou tendo tudo na hora que eu estou escrevendo. Na hora que eu vou passar no papel e caneta, depois que eu idealizei tudo no manuscrito, aí eu vou passar pro computador, aí eu vou fazendo os ajustes que precisa. Ah, você começa na mão. Começa na mão. Ai, gente, que lindo. Quantos anos você tem? 24 anos, escreve a caneta que lindo gente isso é quase uma raridade e hoje a ideia quando eu pego para me inscrever é visualizar a imagem visualizar o contexto num todo que a gente pegar o começo da personagem, quem é a Franciele Tereza que é a primeira protagonista quem é o Heitor Daniel então pegar esses personagens no baixo e levar eles até o final, né, então é onde tem toda a transformação de personagem, de característica, de personalidade a jornada do herói, né isso mesmo, e como é que foi pra você receber essa notícia de que você já era um personagem e nem sabia? nossa, não acreditei, fiquei muito feliz muito feliz e meio assim, por estar daquele jeito, por pela responsabilidade, né, é, entendeu aí eu, pensar que vai dar certo será que eu vou conseguir? Para com isso ele sempre briga, você vai conseguir sim não tem como você não conseguir, eu vou te ajudar eu vou isso aqui, então, fico mais tranquila mas eu fiquei feliz depois mais com as visualizações depois que você viu, você gostou do resultado depois que eu vi lá no Youtube tudo certinho dando os parabéns eu fiquei mais tranquila, fiquei mais feliz e eu falei, então, vai uns quatro capítulos, não, vai uns bem mais aí o meu pai agora agora já tá esperando pra gravar os próximos que legal Então, esse é um dos produtos que vocês já fizeram, estão desenvolvendo e você tem intenção de transformar ele num produto comercial? Sim. A ideia é justamente essa, a gente trazer as nossas produções para o mercado de trabalho. E junto com tudo isso, a ideia inicial do estúdio BKM Productions é a gente formar artistas para o mercado de trabalho. Perfeito. E no Amargo do Ódio, ele começa um romance com o primeiro capítulo, depois ele vai ter uma pegadinha policial também, não vai? Com certeza. Tem bastante trama, porque hoje a telenovela, a gente está tentando trazer aquele ar de telenovela mexicana, aquele drama de telenovela mexicana. Intenso, né? Isso. E aí tem uma outra produção que me chamou a atenção também, que é a Floresta. eu fui escutar o trailer era uma coisa meio pavorosa foi a floresta foi a floresta que ele tinha falado que nós íamos fazer só que aí foi desviando o pessoal, por isso que não deu muito certo e aí a gente veio fazer uma outra coisa vai trocando o pneu do carro em movimento, mas não para ele não para eu mesmo não deixo nenhum dos artistas parar no caminho a Franciele mesmo ela num determinado tempo que estava junto com a gente ela falou assim é, Elder, eu vou precisar parar um pouco porque eu preciso ajeitar algumas coisas eu falei, bom, você pode dar uma distanciada, mas desistir do objetivo inicial jamais o tanto que eu não deixo isso acontecer eu pego no pé, eu fico em cima e aí tá estudando, tá lendo o roteiro eu faço o roteiro em caminho pra eles, faço treinamento com eles e voltando um pouquinho pra floresta, que eu achei interessante de um apelo social também que você pretende agregar a esse produto? Sim. A ideia inicial da série A Floresta é para a gente concretizar esse projeto porque a gente está tentando trazer uma magnitude muito grande para essa produção. Então, a gente precisa de patrocinadores, a gente precisa de pessoas apoiando esse projeto e uma das ideias que eu tive junto com os outros produtores, junto com o Messias Fernandes e junto com a Helen também, da gente ter um trabalho social. A gente até entrou em contato com algumas instituições pedindo patrocínio e a gente está aguardando esse retorno. A gente conseguindo esse valor, foi solicitado uma quantia alta e eles aprovando essa quantia, a gente vai pegar 10% desse valor e vai estar doando para um orfanato ou alguma instituição que necessita de ajuda financeira. Eu agradeço demais a presença de vocês aqui. A gente que agradece. Agradeço, porque eu fiquei muito, muito feliz. Só deu para estar aqui sentada. Ah, que maravilha. Então fala para quem está assistindo o YouTube da produtora para poderem acompanhar todos os produtos, novelas, séries. Para o pessoal estar acompanhando o nosso trabalho, É só acessar no Youtube Na plataforma do Youtube Estúdio BKM Productions Ou Estúdio BKM Productions Que a pronúncia é mais fácil Para o pessoal, aí já vai aparecer todos os nossos projetos O Instagram é o mesmo E então tem muita coisa Que a gente posta no Instagram e que a gente também Divulga no Youtube É isso então, sucesso para vocês E que venham muitas e muitas produções Então é isso, né? Campinas tem muita produção independente, tem muito cinema acontecendo A sétima arte sendo valorizada e você viu aí que basta querer, né? Porque nem sempre você tem o perfeito, o ideal, mas fazer com que tem e fazer muito bem feito A gente viu dois exemplos aí muito maravilhosos, muito interessantes, né? E toda sexta-feira, então, até a primeira semana de agosto, você vai ter aqui no Estúdio Câmara artes e cultura, novidades, produções, nem sempre a gente vai falar de cinema, a gente pode falar de muita coisa, porque arte abrange música, teatro, dança e tudo que você imaginar, a gente vai tentar cobrir aqui nesse tempinho, nesse período de recesso parlamentar. E a nossa repórter Ana Paula Menegheti, que já cobriu a inauguração da Casa da Mulher Campineira, já comeu pipoca, vai falar pra gente também como é que está a situação das estradas, das vias, porque esse feriadão prolongado, ele é o último antes do próximo prolongado, que só vai acontecer em novembro. Então a gente tem que aproveitar, se for viajar não esquece de fazer a revisão, tem lugares que dá para fazer uma revisão rápida, calibrar os pneus, testar para ver se os pneus não estão carecas, tem que sair em segurança pelas vias, não dá para se aventurar nesse sentido. E se não for viajar, tem cinema, tem ceasa, dá para passear, para comprar flores. E tem uma série de programações também que você já conferiu no jornal logo mais cedo com a Agenda Cultural da Luana Galiza. E vamos ver se a Ana Paula já está posicionada lá para conversar com a gente? Só mais um minutinho que a Ana Paula já vai conversar com a gente. É isso, a gente precisa de segurança, mas é importante se divertir, aproveitar as crianças, períodos de férias é aquilo, tem sempre que inventar alguma coisa, uma programação bacana para fazer com as crianças, né? E viajar é um movimento maravilhoso para estar em família, né? E é isso, a gente vai saber um pouquinho, então, como é que está a previsão para esse feriadão, né? Que promete sendo o último antes de novembro e coincidindo com o período de férias. Então, Ana Paula, nossa repórter e especialista aí no Estúdio Câmara Artes e Cultura, que está cobrindo tudo para a gente hoje, muito boa tarde, Ana. Oi, Alexandra, eu estou aqui às margens da rodovia Anhanguera, que é a SP-330, próximo, mais ou menos aí na altura do quilômetro 95. O movimento aqui já está, assim, intensificando, né, muitos caminhões, muitos veículos, caminhões pesados, né, o barulho aqui está bem forte. Então nós vamos atualizar as informações com relação ao trânsito, ao fluxo de veículos para este feriado prolongado. O feriado estadual da Revolução Constitucionalista de 1932, também conhecido como feriado do dia 9 de julho, na terça-feira, cai na próxima terça-feira, ele deve movimentar as estradas de toda a região, principalmente as que cortam aqui a nossa região. Vamos às informações. A CCR Autobahn prevê um fluxo de 871 mil veículos no sistema Anhanguera Bandeirantes no período entre a zero hora desta sexta-feira e as 24 horas de terça-feira, portanto dia 9 de julho. Para garantir uma viagem com mais tranquilidade e conforto, a concessionária orienta os motoristas a evitarem os horários de fluxo mais intensos, como os das 16 às 20 horas de sexta-feira e também das 9h da manhã ao meio-dia do sábado. No retorno é esperada concentração de veículos também, isso das 2h da tarde até as 8h da noite de terça-feira, do dia 9. Inclusive, pessoal, na rodovia Bandeirantes, no domingo, E na terça-feira também, das 14h até as 22h, os caminhões que se destinam à capital pela rodovia dos Bandeirantes, que é a SP 348, devem utilizar a rodovia Anhanguera, que é a SP 330, aqui onde nós estamos. No trecho do quilômetro 48 ao quilômetro 23, entre Jundiaí e São Paulo. Acessando a rodovia pela saída 48 da Bandeirantes. Essa operação tem como objetivo melhorar a distribuição do tráfego nas rodovias. E a concessionária, é importante ressaltar aqui, vai prestar todo o apoio à fiscalização feita pela Polícia Militar Rodoviária. Agora vamos para outra importante concessionária aqui da nossa região, a Renovias. Ela prevê um fluxo de 615 mil veículos das rodovias que fazem a interligação entre Campinas, o Circuito das Águas e o Sul de Minas Gerais. Aqui em nossa região, ela administra a SP-340, é uma estrada bem conhecida e também chamada de Campinas-Mogi. Gente, a Renovias ainda prevê também a operação especial do dia 9 de julho Ela vai fazer, essa operação já começou, aliás, a zero hora dessa sexta-feira E vai até as 24 horas de terça-feira, dia 9 de julho A concessionária orienta os motoristas a evitarem os horários mais intensos de fluxo que será das 15h até às 20h de sexta-feira e também no sábado, das 9h à 1h da tarde. No retorno, é esperada concentração de veículos das 11h da manhã até às 8h da noite de terça-feira também. E a SP, mais uma informação aqui para vocês, atualizada, a SP 075, que é a rodovia Santos Dumont, que liga Campinas a Itu, aguarda aí a passagem de 311 mil veículos. A Via Colinas, que administra a rodovia Oriento Motorista, que não deseja pegar muito trânsito na saída para o feriado, ele precisa evitar a entrada entre as 6 horas da tarde de hoje até meia-noite e das 6 da manhã até ao meio-dia do sábado. Durante a volta, a concessionária também informa que o horário de maior movimento Promete ser entre as 12h e até as 22h, portanto 10h da noite de terça-feira Lembrando ao pessoal que acompanha o Estúdio Câmara, o pessoal de casa que é importante sempre que for pegar a estrada, que o veículo esteja com a revisão em dia, com os pneus em dia, porque é questão de segurança, segurança das pessoas que estão transitando nas rodovias do país, para ir curtir o feriado e não ter nenhum problema, né, Alexandra? Eu volto com você. Com certeza, Ana, informações muito importantes, muito relevantes. E se você pode ir no contra-fluxo, então, é sempre bom esperar, né? Mas para quem não pode esperar, tem que acompanhar aí um pouquinho mais de trânsito, tem que se preparar, levar sua água, seu lanchinho. E o importante é viajar com muita segurança e se divertir, aproveitar o feriadão com a família, né? Então a gente fica por aqui. Sexta-feira que vem eu espero você no Estúdio Câmara Artes e Cultura, logo após o Jornal com Gabriel Castro. Tenha um ótimo feriado, um ótimo final de semana e até sexta-feira que vem. Legenda Adriana Zanotto