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25 views Publicado 30/04/2025 HD · 1:05:10

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[Música] Olá, bom dia. Seja muito bem-vindo ao estúdio Câmara. Hoje é quarta-feira, dia 30 de abril de 2025. Passou rápido, né? E hoje nós vamos fazer as malas e embarcar em uma conversa sobre experiências internacionais. Vamos falar sobre intercâmbio. Você já pensou em estudar fora do Brasil ou quem sabe enviar o seu filho para viver essa experiência? Pois saiba que em 2023 mais de 455.000 brasileiros saíram do país em busca de desenvolvimento pessoal e profissional. Segundo dados da Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio, a Belta, eh, para ajudar você a entender sobre esse assunto, sobre esses dados, né, o porquê desse aumento, porque as pessoas estão querendo fazer o intercâmbio, como elas vão e depois como elas voltam. Nós trouxemos convidados especiais, são duas intercambistas e já sentiram na pele como é fazer intercâmbio. Então, já a gente vai conversar com a Mariana Cardoso. Ela é fundadora e CEO da Trust Viagens Intercâmbios. Ela já está aqui com a gente no estúdio e seja muito bem-vinda. Daqui a pouquinho a gente conversa com ela e pelo Zoom nós nós também temos apostos, né, a especialista eh em agências e intercâmbios. Eh, o pessoal da STB com a gente está a Fernanda Nicolielo. Ela também é especialista em intercâmbio, fez muito intercâmbio. Essas duas, gente, tem uma experiência intercâmbio sensacional. Para você ter ideia, depois de intercambistas, elas viraram especialistas e hoje tem negócios de intercâmbio e daqui a pouquinho, então, a gente conversa com elas. E você, se quiser saber sobre intercâmbio, tem vontade de fazer intercâmbio, já fez, manda pra gente seu depoimento, sua pergunta. Nosso WhatsApp tá na tela. Manda aí, vai. 19979377, tá? Você pode eh ir pelo Qode também, falar direto com a nossa produção, manda pra gente daqui a pouquinho nós vamos bater um papo sobre intercâmbio. Enquanto você manda sua mensagem, a gente espera sim, a gente atualiza então as notícias e a previsão do tempo. Olha, gente, vamos para o legislativo campineiro. Hoje tem reunião ordinária no legislativo campineiro, viu? A Câmara de Campinas deve votar hoje em primeira discussão na 24ª reunião ordinária a partir das 6 da tarde, entre outras propostas o projeto de lei de autoria do vereador Rodrigo da Farmadique, que prevê a isenção da taxa de estadia no pátio municipal de recolhimento de veículos ou empate os conveniados para automóveis removidos a partir das 3 da tarde de sexta-feira ou então vésperas de feriados e feriados os prolongados. No ano passado, a Câmara já havia eh aprovado, né, por unanimidade uma proposição de mesmo teor feita pelo parlamentar que acabou sendo vetada pelo prefeito. De acordo com o texto, a isenção seria válida para o dia da apreensão, no caso sábado e domingo, voltando a ser aplicada apenas a partir do primeiro dia útil subsequente. A medida também se estende a feriados que não coincidam com o final de semana. A justificativa do projeto destaca que atualmente os proprietários eles enfrentam dificuldades para retirar os seus veículos fora do horário comercial e ficam impossibilitados de reaver os automóveis, acabam arcando com taxas de estadias indevidas e hoje a retirada dos veículos no pátio municipal é só permitida de segunda a sexta, das 8 às 16:30. No entanto, a remoção pela fiscalização ocorre 24 horas por dia, todos os dias da semana. Então você pode participar. Reunião ordinária hoje a partir das 6 da tarde, transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas, também no YouTube, tá? Da TV Câmara Campinas. E você pode participar presencialmente no plenário da Câmara, entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mes 66, lá no Ponte Preta, combinado? Vamos lá, mais informações chegando e atenção, as escolas municipais de Campinas estão recebendo ação especial de vacinação. A Secretaria de Saúde da Cidade iniciou ontem uma ação em escolas para intensificar a vacinação de crianças e adolescentes de até 14 anos. O município aderiu à iniciativa do Ministério da Saúde e as atividades estão sendo realizadas nas unidades de ensino até o dia 31 de maio. A atenção é direcionada principalmente para a vacinação contra a gripe das crianças de 6 meses a 5 anos, além da aplicação de imunizantes contra febre amarela, tríplice viral, aquela do sarambo, cach cachumba e rubéula, também a tríplice bacteriana e contra o HPV. De acordo com a Secretaria de Saúde, antes da ação da vacinação, solicitou autorização dos pais ou responsáveis pelas crianças e estudantes, tá? Além disso, também foi solicitado o envio das cadernetas para o registro. E para essa ação, gente, deve ser contemplados cerca de 70 escolas municipais, tá? Então, é muito importante. Eh, os pais já estão sabendo que essa vacinação, ela iniciou ontem e segue até o dia 31 de maio em todas as escolas municipais aqui da cidade de Campinas. Vamos com a previsão do tempo. Hoje é quarta-feira. Como é que amanheceu? Eu vou falar 15º. Hora que eu acordei, friozinho, muito gostoso, né? Só que agora já está aí 18, 17º. E quarta-feira, hoje nós temos predomínio de sol, tá? O céu fica parcial parcialmente nublado, tem períodos de ventinho, aquele ventinho mais friozinho agora pela manhã e à tarde também aquele ventinho friozinho volta e as temperaturas ficam entre 14 e 25. Então, pela manhã aí a mínima foi de 14, a máxima, né, no pico aí às 3 da tarde 25º e sem chuva. Essa é a nossa previsão do tempo de acordo com o Cepagre, aqui para a cidade de Campinas nesta quarta-feira. Bom, agora a gente começa a falar do nosso assunto de hoje que é intercâmbio. Intercâmbio, gente, é muito mais do que aprender um novo idioma ou incrementar o seu currículum. É um mergulho em outra cultura, um teste de resiliência e uma verdadeira viagem de autoconhecimento, ao mesmo tempo em que proporciona crescimento pessoal e profissional, mas também impõe desafios desde o choque cultural até a saudade de casa. E olha, as dificuldades financeiras. Sim, hoje vamos explorar os bastidores dessa decisão que transforma vidas. Quais são os principais destinos procurados pelos brasileiros? Que tipo de intercâmbio está em alta? E o que dizem aqueles que viveram essa aventura de pé? Tá isso? Nós vamos conversar com a fundadora e se da Trust Viagens e Intercâmbios, a Mariana Cardoso, tá com a gente aqui no estúdio ao vivo. Seja bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Muito obrigada. Maravilha. Vai contar pra gente a sua experiência, né? Com certeza. Tô curiosa para saber. E olha só, recebendo aqui também no estúdio Mais pelo Zoom, a gente fala com a porta-voz da STB. Ela, gente, ela também é especialista porque a experiência das duas entrevistadas é parecida, né? As duas são intercambistas e agora são empresárias no ramo. A Fernanda Nicolielo, seja muito bem-vinda. Prazer em te receber, Fernanda. Bom dia. Obrigada. Bom dia. Bom dia a todos. Vamos lá, vamos conversar sobre isso. Mas antes, gente, eh antes da gente eh começar as perguntas, né? Iniciar as perguntas, aquela nossa curiosidade, como é que faz para a cidade mais procurar, o país mais procurado, a gente vai gastar muito? Eu gostaria, já que nós estamos com duas intercambistas aqui, eu gostaria que as duas resumissem pra gente como é que foi esse negócio de intercâmbio, né? começaram a a ao intercâmbio, a fazer intercâmbio, depois viraram empresárias e agora estão levando pessoas para fazer esse intercâmbio. Então eu começo pela Marina, por gentileza, conta pra gente essa tua experiência, você iniciou com que idade e por despertou esse interesse, né, em trabalhar aí, ser empresária nesse ramo? Olha, tudo começou eh depois que eu me formei, eu sou formada em turismo, né? Então, eu já trabalhava nessa área de viagens, né? E depois que eu me formei, eu fui fazer o meu primeiro intercâmbio na Inglaterra, seguido de um segundo intercâmbio em Barcelona, na Espanha. Aham. E aí voltei e falei: "É isso que eu quero da vida. Quero trabalhar realizando sonhos de outras pessoas que também eh merecem viver essa experiência de intercâmbio que é uma experiência única, né, para cada um. E aí eu comecei a trabalhar na área numa agência de intercâmbio em Belo Horizonte. Depois eu me mudei para Campinas, continuei trabalhando com intercâmbio aqui e decidi realmente fundar a minha empresa. Desde 2009 eu fundei a Trust e até hoje aí hoje já com franquias eh no Brasil todo e também algumas franquias fora do Brasil, realizando aí os sonhos de outras pessoas. Depois disso fiz outro intercâmbio no canal da também. Uau, mulher, que experiência, né? Quero te pedir desculpa, chamei você de Marina, é Mariana, perdão, tá? Desculpa, mas olha assim, vendo você falar, o brilho nos olhos, a alegria que você fala, imagina que essa experiência foi maravilhosa, né? Tão maravilhosa que você eh está empreendendo, né, nesse nessa linha de intercâmbio. Muito bom. Daqui a pouco você vai explicar pra gente como é que a gente faz, né, para poder seguir esse teu caminho aí, tá bom? E agora a gente fala com a Fernanda, porque ela também fez intercâmbio. É bem parecida a história das duas, porque as duas depois de intercambistas foram empreender. Mulheres empreendedoras. Olha que legal. Conta pra gente como é que é a sua experiência. Você começou quando? E depois o qual que foi aí o gatilho que disparou em você que você falou: "Vou empreender nesse ramo". Então, na verdade, o meu caso foi um pouco contrário. Eu comecei trabalhando, depois eu fui fazer câmera. Olha aí que legal. O meu foi o contrário. Eu fui, eu fiz turismo também. Eu me formei em 2003 e logo em seguida eu tive a oportunidade de trabalhar numa agência de intercâmbio. Logo depois eu fiz uma troca de agência. Então eu troquei as agências e vi vim paraa STB em 2007 eu vim paraa STB e tô lá até hoje. E a partir daí começaram as experiências. Aí em 2009 eu fui paraa Nova Zelândia, em 2010 eu fui pro Canadá. Depois eu acabei eh casando, engravidando e fiz o intercâmbio com a minha família. Fui paraa malta, levei meu min meu meu marido, minha filha. Então aí eu comecei fazendo outras outras opções. Aí fui paraa Austrália depois de 2020, na Inglaterra em 2023. Então aí foi foram algumas experiências pós. Então eu comecei estudando, fazendo a faculdade, me formando, fiz pós em área internacional e depois comecei os intercâmbios. Uau, né? Quanta experiência, quanta cultura, né, gente? Que isso é maravilhoso. Agora, eh, Mariana, tem uma uma idade mínima, né, pra gente poder começar a fazer intercâmbio? Eh, eh, como que funciona, a partir de que idade que a gente pode colocar o nosso filho, né, para estudar em outra cidade. Atualmente, cada vez mais cedo. Au! Então, assim, a gente tem programas de família, né, como foi o caso ali da Fernanda, dá para ir os pais com os filhos fazerem intercâmbio juntos. Hoje tem várias escolas, vários destinos que eh promovem esse tipo de intercâmbio de família. Então tem escola que a partir de 3, 4 anos já tem metodologia para ensinar a língua, né, pras crianças. E sozinho a partir de 10, né? Então eu mesmo levo um grupo anualmente paraa Inglaterra, um grupo de summer camp. E sim, a gente já levou alunos de 10 anos. Eh, então a partir de 10 anos já dá para ir num grupo desses com acompanhante. Então eu falo que atualmente cada vez mais cedo, né? É, é importante, né? É importante porque essa questão do intercâmbio, a gente fala, a pessoa vai, ela volta com uma bagagem maravilhosa e vocês duas são prova disso, né? Eh, a Fernanda, ela trabalhava em agência de turismo, tá tudo bem, foi, fez intercâmbio, voltou, beleza, vou empreender. Você fez intercâmbio, vou empreender. Então, eu acho que amplia eh os horizontes, né? Você volta com uma bagagem de cultura. Ai, é inimaginável pra gente que tá aqui no Face intercâmbio. Agora eu vou perguntar pra Fernanda se tem opções de intercâmbios. Eh, a gente sabe que o intercâmbio ele é pago, mas também tem as opções de intercâmbio que eh fazem aí um eh oportunidades gratuitas, né? Eu gostaria que você explicasse paraa gente eh como são as opções de intercâmbio que a gente tem disponível hoje. Na verdade, a gente tem muita opção. A gente tem opção com custo baixo. Então a gente tem alguns programas de trabalho com custo baixo e direcionado principalmente para universidades, a gente tem as possibilidades de bolsas de estudos. Uhum. Muito bem. É bolsa aí varia um pouquinho. Aham. Tá certo? Bolsas de estudos, né? Mas aí como é que a gente faz eh para para bolsa de estudo até eu chegar naquele ponto de bolsa de estudo, qual o caminho que eu devo percorrer, Mariana? Então, vai depender muito do que você tá buscando, né? Se você tem uma facilidade, por exemplo, esportiva, então se destaque em algum esporte, você pode aplicar para uma bolsa na área esportiva, então no futebol, no tênis, né? ou se você se destaca academicamente também é possível aplicar para bolsas acadêmicas. Nem sempre vai ser 100% de bolsa, né? Mas algum desconto, algum aí vai depender muito dessa habilidade mesmo do candidato. Legal. Agora, Fernanda, eh tem opções pra gente fazer intercâmbio para estudar, para estudar e trabalhar também? Essa é uma dúvida de muitas pessoas que eu conversei ontem falando que a gente ia ter aí uma conversa, um bate-papo bem legal com vocês. Aí perguntaram para mim, falei: "Rúben, mas e eu posso estudar e trabalhar? Porque daí eu consigo me bancar, né? A pessoa já é adulta, então tem essa opção também. E como é que a gente faz para estudar e trabalhar?" Porque daí para trabalhar você tem que chegar no local e já ter um trabalho, né? E e qual que é o caminho para isso? Sim, a gente tem muita opção e muita procura. Então, realmente hoje um um dos programas mais procurados são os de estudo e trabalho. A gente também tem programas só de trabalho. Então, por exemplo, a gente começa sempre pelos Estados Unidos pensando no programa de OPIR, que é um dos programas mais procurados, que é apenas para trabalho. Ele é específico para meninas de 18 a 26 anos e em alguns casos para meninos quando eles já têm a vaga. Esse programa ele é um programa muito mais tranquilo, porque o estudante ela ele ela já sai do Brasil com o emprego garantido, então ela já sabe onde ela vai trabalhar, onde ela vai morar, então ela já tem essa garantia. Só que não é todo mundo que se encaixa nesse perfil e muitas pessoas querem trabalhar. Então, nos Estados Unidos a gente também tem uma opção de trabalho nas férias para quem é estudante universitário. O STB também tem o programa da Disney para quem é universitário, para ter a oportunidade de trabalhar na Disney durante as férias da faculdade. Uau! E para algumas pessoas que não se encaixam em nenhuma dessas opções, a gente tem países que permitem que estudantes trabalhem. Então, por exemplo, a gente tem Canadá, para quem vai fazer um programa profissionalizante, vai ter a permissão para trabalho, Malta, Espanha, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, só que cada um deles tem a sua regra. Então, por exemplo, a Austrália você tem que estudar pelo menos 14 semanas para poder tirar um visto de estudos que vai te dar permissão para trabalho. Malta, já são 14 semanas, Irlanda 25 semanas. Então, cada um tem sua regra e aí o estudante vai se matricular, vai fazer a documentação necessária, porque alguns países precisam de visto e aí eles vão ter essa permissão para trabalho normalmente de 20 horas por semana. Só que a diferença é que eles vão precisar buscar o trabalho após a chegada no país. Então eles não saem do país já com emprego garantido. Muito bem. Olha só que interessante. E a oportunidade ela é magnífica, né? Só que a gente tá falando aqui de pessoas que buscam, né, agências que fazem todo esse processo de documentação, todo esse trâmite de direcionamento e acompanhamento, né, Mariana? Porque temos notícias, sim, de pessoas que buscam intercâmbio por outros meios e a gente, infelizmente, acaba eh eh sendo surpreendido com eh momentos que não são bons, de pessoas que foram buscar o intercâmbio, estão em outro país e que não deu certo, infelizmente, né? Eu gostaria que você salientasse pro pessoal de casa a importância da da busca de especialistas para poder fazer essa transição. Perfeito. É, é isso mesmo. Infelizmente, né, a gente tem notícias aí do mercado tanto de golpes, né? Então eu falo que às vezes é o barato que sai caro, né? Às vezes você, ai, nossa, é um super preço, muito barato, aí fecha direto com a escola, mas não era bem com a escola, era um golpe ou uma agência que surgiu do nada e também dali a pouco fecha do nada. Então tem que tomar muito cuidado, tem que fazer uma pesquisa, tem que buscar sobre a reputação daquela agência, verificar se essa agência é quanto tempo essa agência tá no mercado, né? Eu sempre sugiro, olhe sites, né? de reclamação. Eh, o Google mesmo também tem as avaliações, né? pesquise sobre a reputação, que isso é algo muito importante, e também se essa agência faz parte das principais associações, né, do mercado. Você até mencionou aí os dados da Belta, que hoje é a principal associação das agências de intercâmbio do mercado. Então são alguns cuidados que a gente sempre sugere para evitar dor de cabeça, problema, né? E enfim, investir, a gente sabe que é um planejamento, não é um valor baixo muitas vezes. E aí, enfim, eh, tem que tomar esse cuidado mesmo. É, tem que tomar muito cuidado, né? Porque é algo que que é pro seu futuro, né? Então você não pode se frustrar, porque daí você já começa se frustrando e fica difícil, né? Agora, ô Fernanda, como que é a aquela questão da moradia? Vou fazer intercâmbio, né? Aí a gente vê muitas notícias, matérias, né, de que o estudante chega, eh, vai paraa casa de um anfitrião lá, é recebido e e mora com outra pessoa. Como é que é essa questão de de de moradia? Eu vou, chego, já sei para onde eu vou, onde vou ficar, eh, tem um um acolhimento, como é que é? Então, depende muito do programa em que o estudante for fazer, né? A casa de família é algo conhecido há muitos anos. Eh, eu trabalho com isso há mais de 20 anos e a casa de família já era algo muito difundido. Hoje existem muitas outras opções que são as residências, os apartamentos, mas a casa de família ainda continua muito forte. A casa de família nada mais é do que uma oportunidade de uma família nativa ou algum imigrante que está disposto a receber, alugar a sua casa, alugar um quarto da sua casa para receber o estudante. Em poucas situações, como programas de ensino médio, existem famílias que são voluntárias, mas na grande maioria essas famílias recebem e elas direcionam um quarto na casa delas, recebe estudantes, tem essa troca de cultura. É claro que é muito importante o estudante ter muita flexibilidade para ficar numa casa de família, porque ele vai vivenciar uma nova cultura. Ele vai vivenciar a cultura dessa família, seja ela americana, canadense, inglesa, e cada um tem os seus hábitos. Por isso, a cada vez mais atualmente para aqueles estudantes que não t flexibilidade, que não quer, ah, eu não quero ficar numa casa de família, a prefiro ter o meu próprio espaço. Então, cada vez mais a gente tem tido as opções de residências de estudantes e apartamentos, tanto para aqueles que querem ficar sozinhos ou compartilhar com outros estudantes, não com uma família. Perfeito. Então, a gente tem muitas opções. Muito bom, né? Esse negócio de casa de família, como a Fernanda falou, eh são notícias que a gente tá estão, estamos acostumados, né? Porque às vezes tem ali notícia em um jornal referente a intercâmbio e a gente sempre vê os anfitriões, né, recebendo eh eh os estudantes e tal. E é algo interessante porque na casa da família você vai realmente viver eh o nativo, né? E se aprende muito nesse momento, não é, Mariana? Muito. Porque assim, eh, são pessoas que moram ali naquele país há muito tempo, então eles vão dar dicas, eles vão, eh, auxiliar o estudante, né? Eu falo que é uma continuidade do aprendizado. Então, ele vai pra escola, ele aprende na escola, ele vai praticar o idioma no dia a dia, né? Claro, mas ele chega na casa de família, ele continua aquele aprendizado e tem uma oportunidade também de conversar sobre o dia, de trocar ideias, de perguntar onde eu devo ir, o que que é legal eu fazer aqui. Então, por mais que não seja uma família nativa, é uma família que mora naquele lugar há muito tempo e vai poder dar todo esse auxílio. Mas é isso que a Fernanda falou. O estudante quando ele opta por casa de família, ele tem que ir com a mente aberta, ele tem que ir pronto para se adaptar à rotina da família de lá, que é outra cultura, outros costumes. Então, tem horário às vezes para banho, né? às vezes pode ou não cozinhar, às vezes a família vai lavar a roupa ou pode ser que a família fala: "Tá aqui a máquina, pode lavar, fica à vontade." Então, cada família é uma, né? Então, é isso, é uma experiência muito legal, tem uma troca muito rica, mas o estudante tem que ir com essa flexibilidade, com essa mente aberta para se adaptar. Exatamente. O negócio é se jogar de cabeça mesmo, né? Agora, se você já quer, já tem aí um outro pensamento, então tem as oportunidades para você ficar no seu cantinho, né, tranquilinho e descobrir por si só ali os meios, né, de eh eh de como eh eh caminhar pela cidade, entender o fluxo do do local. Agora, na casa de família você já tem a oportunidade de trocas de experiências. Agora, Fernanda, daqui a pouquinho a produção tá avisando, gente, que daqui a pouquinho a gente já começa a responder as perguntas. Tem muita pergunta chegando, tá? Então, já a gente já começa a responder. Você que tá aí do outro lado, tá participando com a gente nesta manhã de quarta-feira, a gente tá falando de oportunidade de crescimento, de cultura, né? muito conhecimento, porque quem faz intercâmbio, a gente tem experiência aqui das duas eh intercambistas que hoje viraram empresárias, né, na linha, no ramo do intercâmbio e eh bem legal porque traz uma bagagem, uma cultura magnífica, né, e o conhecimento ninguém tira da gente. Então é sobre isso que nós estamos falando, o intercâmbio. Agora, Fernanda, eh, esse ano, vamos colocar, o ano passado, né, a gente tá no mês e fechando abril, então o ano passado, como é que foi a procura de intercâmbio para vocês e qual o local mais procurado hoje em dia? Olha, o ano de 2024 foi um ano muito bom para procura de intercâmbio. Então, a gente teve um crescimento pós pandemia, a gente vem sentindo um crescimento muito grande, uma necessidade das pessoas viajarem, experimentarem coisas novas, mas também a gente tem sentido que cada vez mais os perfis são de estudantes e não só jovens, de todas as idades. Então, a gente tem dos 20, 30, 50, 70 anos. Então, tem atingido cada vez mais pessoas com objetivos diferentes. Olha aí. Então, a gente tem sentido, é, a gente tem sentido que o intercâmbio ele é uma coisa mais geral, ele não tá mais tão ai, só aquele adolescente quer viajar ou aquele jovem que quer agregar no currículo. Não, a gente tem estudantes de 40 anos que quer conseguir aquele inglês que nunca conseguiu, aquele de 50, 60 anos que se aposentou e fala: "Agora eu quero viver essa experiência, querociar uma cultura nova". Então, a gente tem muitas opções de idade também. Então, eu acho que hoje a gente tem mudado muito esse foco. Nossa, que legal, né? Olha aí, virou uma chavinha aqui, né? Pessoa 50, 55, 60. Vou fazer o intercâmbio, né? Cultura, conhecimento. Que legal. Eh, Mariana, você acredita que depois da pandemia, igual a Fernanda falou, as pessoas elas mudaram um pouquinho esse conceito e e começaram a buscar mais experiências. Você acredita que o intercâmbio eh eh tipo assim, cresceu mesmo após pandemia? Sim. Eh, como a Fernanda falou, o crescimento ele vai bem vindo, né, continuamente. Então isso é muito bom. E a busca pela experiência, né? A gente percebe que não é só mais o idioma, né? Eu não sei se a Fernanda também tem essa percepção. Há alguns anos atrás era muito quero melhorar o meu inglês ou preciso ter um espanhol, um francês, algum idioma. Hoje não. O idioma ele vem como consequência da experiência. Então, é algo que as pessoas querem realmente assim viver aquela experiência, eh agregar mesmo o útil ao agradável. Então, eh, em vez de ir só fazer um turismo, um lazer, por que não estudar também e vivenciar aquele país. Então, é como ela falou, pessoas que antigamente a gente não tinha muita procura, que, né, são os 50 a mais, a gente manda alunos de 70 mais. Que delícia saber disso. Hoje procuram e também os mais jovens, né? Como eu falei, para grupos de férias, summer camps, winter camps, os menorzinhos também têm vindo, os pais estão mais abertos. Então, realmente a gente é ampliou, é um perfil assim bem abrangente hoje. Nossa, que que legal, né? Porque se a gente for parar para pensar intercâmbio, o que a gente o que vem à cabeça quando você fala intercâmbio? jovem, né, que vai fazer intercâmbio em outro país. Legal. É isso mesmo. É o é o tradicional. Agora as meninas estão dizendo aqui que eh tem ampliado o público 60 mais. Gente, isso é magnífico, isso é muito bom, isso é cultura, isso é conhecimento. Agora, é importante a gente salientar que para você fazer um intercâmbio, você precisa de planejamento, né? você precisa de planejamento, guardar um dinheirinho aí, porque, né, é algo que vai demandar sim um investimento, né, Fernanda? Eh, qual que é a dica que você dá paraas pessoas que buscam aí eh a fazer um intercâmbio, né? Eh, o planejamento é o primeiro passo, sem dúvida. Sem dúvida. do planejamento é muito importante porque o intercâmbio é uma coisa que envolve muitos detalhes e muitas vezes algumas pessoas querem mudar a vida mesmo, não quer só o intercâmbio de um mês, 6 meses, às vezes a pessoa quer intercâmbios de 2 anos, 4 anos, fazer uma graduação, uma pós-graduação. Então, a primeiro passo sempre procurar a gente, sempre procurar uma agência, porque a gente vai conseguir avaliar esse perfil, porque como a gente tem muitas opções de programas, a gente tem muitos países e a gente também tem muito público diferente, a gente tem muito eh perfil diferente, o ideal é vir até nós, a gente vai fazer essa avaliação de perfil para direcionar. Então, ó, você tem o perfil de curto tempo porque você só quer ir durante as suas férias. Não, eu quero ficar bastante tempo, eu quero ficar um ano sabático. Ah, não, eu quero fazer uma pós-graduação. Então, a gente vai avaliar esse seu perfil e traçar com você o destino ideal, o tempo ideal, o que você precisa para isso, qual documentação, qual a documentação necessária pro país que você escolheu, qual é o custo de vida desse país para você fazer essa sua poupança, o seu planejamento financeiro, que é muito importante, você pode ou não trabalhar nesse país. Então tudo isso a gente vai fazer e planejar desde o início até o retorno ao Brasil. A gente, alguns até depois disso, porque a gente acaba criando um vínculo e acompanhando durante a vida e vendo o futuro também. Ai que gostoso. Deve ser maravilhoso, né? Você acompanhar. Se manda um jovem pro exterior, faz o intercâmbio, aí depois você acompanha o crescimento dessa pessoa que vem com uma bagagem magnífica. né, Mariana? Porque é é uma experiência de vida e é algo que eu acredito que a volta ela seja muito impactante, não é? Não conta pra gente muito, né? A pessoa realmente ela não volta a mesma, né? Ela volta muito mais cheia de autoconfiança, segura, eh, mas tranquila para lidar com os desafios do dia a dia, né? Por isso que eu acho que o mercado trabalho, mercado de trabalho também valoriza tanto essa pessoa que já fez um intercâmbio, porque ela tá mais preparada para lidar com os desafios do dia a dia. Então, sem dúvida, é uma experiência assim que cada intercâmbio é diferente e quem faz sabe que não vai voltar igual, né? por mais que seja um período curto, ele vai viver coisas únicas ali naquele intercâmbio que vão valer pro resto da vida dele. Ai, que legal. Agora 8:35 só pra gente fechar aqui o nosso bate-papo. Já vamos para você que tá aí mandando sua pergunta. Eu sei que você quer a resposta, tá ansioso, mas eu gostaria de perguntar para vocês, Mariana, a a questão da documentação, porque a gente sabe que países existem eh eh exigem vistos, né, e tal, permanência e tal. Como é que funciona essa documentação? O que que precisa? Qual que é a documentação assim que é primordial para você conseguir fazer o intercâmbio? Olha, o que é primordial e sempre tem que ter o passaporte, né? tirando alguns países aqui do Mercosul que você pode viajar com o RG. Eh, o passaporte ele é primordial, então quem pensa em fazer o intercâmbio, quem tá planejando, já pode tirar o passaporte, que esse aí muito provavelmente será necessário. Agora, o visto, ele vai depender muito do destino, tá? Tem destinos que você precisa tirar o visto aqui do Brasil, né? Então, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, tá? entre outros. E tem alguns destinos que você não precisa tirar o visto daqui. Ou às vezes tem que tirar o visto, mas ele é eletrônico, então é bem mais tranquilo, como é o caso da Inglaterra, que é só um visto eletrônico, que é o ETA, tá? E a Europa não precisa ainda do ETA, mas muito provavelmente a gente vai ter aí o visto eletrônico em breve paraa Europa. Eh, mas por enquanto só o passaporte, então a gente sempre tem que entender o destino escolhido para orientar. E aí a gente indica um especialista, um despachante consular para cuidar de toda essa questão do visto junto ao estudante. Nossa, gente, quanta informação, que legal, né? Que cultura. Ai, eu adoro isso. Olha, eu vou colocar aí no meu meu planejamento, vou fazer o intercâmbio quando tiver 60 mais. Ah, se vou e vou vir aqui na TV Câmara, Campinas contar ainda. Vamos lá. 8:37, gente. Vamos com as nossas perguntas, os nossos depoimentos. Pode mandar, produção. Vamosora. Olha aí, ó. Lívia do Jardim Chapadão. Sempre tive o sonho de trabalhar na Disney. Existe algum programa de intercâmbio que permita essa experiência mesmo sem ter fluência total em inglês? Ai, que sonho, né, Lívia? Conta pra gente. Eh, esse vai pra Fernanda. Fernanda, socorro. Vamos lá. Vamos atender a Lívia. Ela tem sonho de trabalhar na Disney, daí ela quer saber se tem aí um intercâmbio mesmo sem ter fluência total em inglês. Lívia, vamos correr atrás desse inglês. Lívia, a Disney é um, o programa da Disney é um programa extremamente concorrido e é maravilhoso. Ela é um programa onde você consegue conhecer os bastidores da Disney, que é uma empresa diferenciada. Só que a Disney, justamente pelo padrão que ela entrega, ela tem muitas exigências e uma delas é o inglês. Então, todos os estudantes que participam dos programas de trabalho precisam ter o inglês avançado, o melhor possível, na verdade, a gente fala fluente, de preferência. Então, o meu conselho paraa Lívia é, Lívia, vá fazer o intercâmbio primeiro para você conseguir esse inglês para poder aplicar pro programa da Disney. Lembrando que o programa da Disney é só para universitários, mas não tem limite de idade. Olha aí, legal, Fernando. Olívia, bora fazer um intercâmbio, vamos lá aprender o inglês, né? E, ó, trabalhar na Disney, né? Se você tem um sonho, bora, corre atrás dele. Acredito que já deu certo. Tá bom. 8:39. Vamos lá. Tem mais gente com a gente. A Camila do Cambuí. Bom dia, Camila. Quais são os países com melhor custo benefício hoje para brasileiros que buscam estudar e trabalhar ao mesmo tempo? Mariana, hoje custo benefício eh Irlanda. Uhum. Tá. Que também o visto não tira aqui, então tem essa facilidade de tirar o visto só depois que tá lá. Malta, tá? Então eu sugiro esses dois destinos. Irlanda e Malta, atualmente são os países com melhor custo benefício para você estudar e trabalhar. Bora então. Bora lá. Vamos estudar e trabalhar no exterior. Legal. 8:39. Quem mais com a gente? Renato Jardim Flamboian. Tentei um intercâmbio para os Estados Unidos, mas meu vício foi negado. Mesmo com tudo certo, disseram que eu não tinha vínculos com o Brasil. O que posso fazer diferente da próxima vez, Fernanda, o que que aconteceu com o Renato? Então, provavelmente eh sempre quando o consulado vai fazer uma análise, ele analisa vários itens. Então, a idade do estudante, a o que ele tem, os vínculos que ele tem aqui, então se ele trabalha, a quanto tempo ele trabalha, se é na mesma empresa, se são empresas diferentes, quais são os vínculos fortes que ele tem com o país. Então, por exemplo, se o Renato no momento que ele tirou o visto, ele não tava trabalhando, ele trabalhava com pouco tempo, o ideal é ele melhorar essa parte. Então, por exemplo, trabalhar durante mais tempo, se fortalecer o fortalecer esse vínculo empregatício para tentar novamente o visto. Mas o ideal é sempre procurar um despachante para auxiliar nos vistos. Sempre. Muito bem. Aí, ó, dica, viu, Renato? Da próxima vez vai dar certo, acredite, viu? 8:41. Tem mais perguntas pra gente? Pode mandar. Olha aí, pessoal participando. Bom dia. Bom dia para você que tá com a gente, Lucas do Jardim Chapadão. Quem vai fazer intercâmbio pode dirigir no país de destino com a CNH brasileira ou é preciso tirar uma carteira internacional? Uau, boa pergunta, Lucas. Mariana, e agora? Vamos lá. Normalmente é aceita sim a CNH, tá? Eh, alguns casos que a pessoa vai ficar muito tempo, como por exemplo ao PER, aí a gente fala para tirar a PID, né? Que é? O que é a PID? É uma permissão. É permissão. Nossa, agora internacional de direção. De direção. Obrigada. Eu imaginei que fosse isso. É uma permissão pra gente dirigir para dirigir. É, então a OPER vai ficar um ano lá, né? Então ela vai precisar da PID. Agora, quem vai ficar menos tempo ou não vai dirigir muito aí para alugar um carro e tudo mais consegue fazer com a CNH aqui do Brasil mesmo. Olha aí que legal, gente. Valeu, Lucas. Pode sim, viu? Se não vai ficar muito tempo. Bora dirigir. Vamos lá. 8:42. Eh, mais perguntas pra gente chegando aqui. Jéssica do Jardim Santa Genebra. vi casos de gente sendo aliciada com falsas promessas de intercâmbio. Como identificar e denunciar propostas ligadas ao tráfico de pessoas? É, nós falamos, né, sobre isso também, a questão eh é de você trabalhar e e fazer aí essa eh essa transição, né, com agências, com pessoas especializadas, né, Fernando? Isso é é são detalhes que a gente precisa estar atento muito muito isso é muito muito importante, ainda mais hoje em dia. Então a gente fala primeira coisa, pesquisar as opções que você tem. Então escolher três, quatro empresas principais que estejam bem direcionadas no mercado, que sejam conhecidas. Vá até essas agências, fale com essas pessoas. Como a Mariana falou, veja as avaliações que eles têm no Google para ver que eles existem mesmo, que pessoas falam sobre essa agência e principalmente vá pessoalmente ou faça um bom contato via vídeo, call, caso você seja de outra cidade, mas pesquise arrisque, não arrisque, a gente fale. Muitas pessoas falam: "Ah, eu vi um site na internet com promessas, com valores." Às vezes é exatamente, o barato sai caro, é perigoso. O ideal é ir de forma segura. Procure uma agência e se certifique de que você vai tá indo com tranquilidade e segurança. Importante tranquilidade e segurança, né, gente? Eh, eu não consigo nem imaginar uma situação de você ir para um outro país, né, e aí acabar se frustrando e correndo risco também. Então, por isso que você precisa buscar pessoas que são especializadas, que têm experiência, que vão fazer o monitoramento de todo o tempo que você tiver naquele local, né? Então, por isso do investimento, do planejamento para você poder realizar o seu sonho. Vamos lá, 8:44. Mais perguntas paraa gente. A Flávia do Chapadão, as agências oferecem suporte também durante o período no exterior ou só até a chegada no país do destino? É que a gente tá falando aqui, Flavinha, estamos conectadas. Vamos lá, Mariana. Com certeza, né? A gente eh lá na Trust a gente fala que é o suporte até o retorno, até pisar aqui no Brasil. Então, independente se vai ficar duas semanas, um mês, um ano, né, a gente começa, o suporte ele começa a partir do momento que a pessoa tá ali no atendimento, decide fazer o intercâmbio até a volta. Então, Flávia, fica tranquila, né? a gente cuida assim, se você precisar de alguma coisa, tiver algum problema na escola, na acomodação, a gente vai tá ali, eh, acompanhando, ajudando, se for o caso, a gente vai intervir junto a empresa de acomodação, junto à escola. Então, com certeza você vai ter o suporte aí até o seu retorno. Ai, que gostoso, né? Bom, né? Porque daí você fica mais tranquilo e sabe que você está sendo acompanhada por pessoas que realmente entendem e conhecem, né, tudo que estão fazendo. Isso, gente, é maravilhoso, é bom demais, principalmente seguro, né? A sensação de segurança não tem preço. Vamos lá, Bruno de Souzas. Alô, Bruno. Alô, Souzas. Abraço grande pro pessoal aí, hein? Vale mais a pena investir em um intercâmbio curto de um mês ou se planejar para um período com mais imersão cultural? E aí, Fernanda, que que você acha dessa pergunta do Bruno? Eu sempre acho que quanto mais tempo, muito melhor, porque você acaba aproveitando muito mais. Às vezes um mês é para dar aquela vontade de ficar mais. Uhum. Você fica quatro semanas, aí você vai sentir, você o a gente brinca, né? o começo, você vai se adaptar, você vai errar o o ônibus que você vai pegar, você vai pedir o prato errado, que é a parte mais divertida e as melhores histórias do intercâmbio. Só que quando vai, você vai passando esse tempo com um mês, normalmente é quando você tá no ápice da adaptação, você já tá dominando aquele espaço, você já não erra mais o ônibus, já sabe o que pedir nos restaurantes. Então, é a hora que você tá, a gente fala, adaptado e desenvolvendo mais, aproveitando, conversando, dominando o espaço. Então, o quanto mais você puder ficar, sem dúvida é excelente. Mas a gente não pode deixar de lembrar que muitas pessoas não têm muito tempo, então um mês é o tempo máximo, às vezes duas, três semanas. Então tudo é válido. Vale a pena duas semanas, três semanas, mas é claro, quanto mais tempo você tiver, mais aproveitamento você vai ter. É verdade. Se a gente parar para pensar aqui, né? Imagina você que tá em casa agora fazendo um intercâmbio, daí você chega, é igual a Fernanda falou, né? Eu viajei aqui na fala dela, viu? Verdade. Porque você chega num lugar, você não conhece nada, aí você vai errar, né? vai errar o ônibus, vai errar o metrô, enfim, a comida. Mas daí na próxima semana você já começa a acertar, você já começa a a não errar mais os caminhos e você começa, de repente a falar um oi aqui, um oi ali, conversar com pessoas. A vontade de ficar deve ser muito grande, né? Vocês já passaram por isso, né, Mariana? Muito. É, né? Sim. Muitos alunos estendem, muitos choram na hora de voltar. Imagino. É, é isso mesmo. Na hora que tá adaptando, né? Eu que levo grupo de adolescente, é sempre assim a mesma coisa na volta. Um chororô, um desespero, queria ficar mais, porque é isso, né? Começa a se adaptar, começa a se soltar e aí, enfim, tá na hora de voltar. É, todo começo, todo começo ele, ele é delicado, né? Mas aí depois que quando você se adapta, você quer ficar e é sobre isso. É intercâmbio que você quer planejamento. Vai viver seu sonho. Vamos lá. 8:48. Tem mais, produção? Tem mais pergunta pra gente? E tem. Olha aí, ó. A Eline do Jardim Leonor. Fazer intercâmbio pode aprender um idioma. Ainda vale a pena com tantos cursos online disponíveis aqui no Brasil? É, faz toda a diferença a gente saber disso, né, Fernanda? Porque a gente tem cursos online disponíveis, tem cursos gratuitos também, né? E tem as nossas escolas de inglês aqui no Brasil. Agora, vale a pena fazer o intercâmbio? Qual que é a diferença da gente aprender o inglês aqui e aprender o inglês lá? Sem dúvida, a vivência. nada vai superar a vivência, que é exatamente aquilo de você conhecer o lugar a fundo, você está imerso, um curso online, você vai entra no curso, fala uma hora, saiu, você vai est falando em português, você vai estar num ambiente brasileiro, então quer dizer, zero imersão. Uhum. Quando você vai para um país, você vai estar imerso em tudo. Então, você vai estar imerso na alimentação, na cultura, nas pessoas ao seu redor. Você só vai ouvir aquele idioma. Tá? Então você obrigatoriamente vai ter que falar esse idioma em todos os o o as vertentes do seu dia a dia. Então você vai dirigir, vai alugar um carro, vai ao supermercado, vai eh ao salão de beleza, tudo em inglês. Então, se você faz online, você tem poucos horários, você tem uma ideia do inglês e o intercâmbo, ele vai muito além do inglês, ele é a vivência, é você se abrir para uma cultura diferença, uma cultura diferente e principalmente emergir naquela cultura e naquele idioma. Verdade, né? Muito boa explicação, Fernanda. E eh Mariana, sem contar a volta, né, a questão que a gente falava no início, a bagagem que o intercâmbio proporciona e o reconhecimento no mercado de trabalho brasileiro, né, porque tem uma diferença grande, não é? Sem dúvida, sem dúvida, né? Eh, o mercado de trabalho, ele entende que esse eh profissional ele tá muito mais apto, né, a lidar com desafios, com adversidades, ele é mais flexível, ele tem mais autoconfiança, porque o intercâmbio proporciona isso pra gente também. À medida que a gente encara esses pequenos desafios quando a gente tá lá de se perder, de pedir uma comida errada, igual a Fernanda comentou. Eh, enfim, isso te leva a sentir mais confiante quando você soluciona aquilo ali, fala o idioma, resolve. Você fala: "Gente, não imaginava que eu conseguia me virar assim". Então você volta mais seguro, com certeza. É, superei o desafio de estar em um país, né? E resolvi todas as minhas questões. Estou voltando para o Brasil. Ninguém me segura. É mais ou menos isso, né? Você sai da zona de conforto, vai para um lugar desconhecido, começa a conhecer tudo, pega uma bagagem magnífica, volta pro Brasil e detona. É isso, é sobre isso que a gente tá falando. Vai em busca do seu sonho, viu? Vai sim. A Silvia do Jardim Flamboian, quanto tempo intercambista pode ficar legalmente no país? Existe risco de deportação se passar do tempo permitido no visto? É, tem essa questão aí, mas se você busca especialistas, você não vai correr risco nenhum, né, Fernanda? Sim, sim. É importantíssimo você saber exatamente as regras do país onde você vai. Então, não façam nada ilegalmente, porque sim, vocês correm o risco de deportação. Todo país tem sua regra. Então, o país que precisa de visto, por exemplo, Estados Unidos, ele tem visto de turista, ele tem visto de estudante. O visto de turista, cada entrada você pode ficar no máximo 6 meses. Passou desses se meses, você já tá ilegal. Se você vai para um convisto de estudos, ele sempre tá atrelado ao seu curso. O seu curso é de do meses, você tem permissão para ficar dois meses e no máximo mais um mês, que é um, a gente chama de grace period, que o governo americano ele concede aos estudantes. Passou isso, tá ilegal. A mesma coisa em países, por exemplo, Europa, normalmente a maioria dos países permite 90 dias para você ficar no país como turista. Passou desses 90 dias, você está ilegal no país. Então, é muito importante planejar, se informar qual é a regra de cada país para que você não passe do prazo proibitido e não corra o risco de deportação. Muito bem. Tá vendo só a diferença que faz a gente ter um bate-papo, conversar com pessoas que realmente entendem, né, são especialistas no assunto, vai eh tirando as nossas dúvidas, vai abrindo a nossa mente e criando na gente uma vontade imensa de ir pro intercâmbio. Eu já tô com vontade de, ó, uh, ir viajar, fazer intercâmbio. Alô, Renata, do Jardim das Paineiras, bom dia. Quem faz intercâmbio e volta pro Brasil, costuma ter mais chances de conseguir emprego melhor. Existe algum estudo que comprove isso? Vamos lá, Mariana, que existe chance de conseguir um emprego melhor, com certeza, né? eh, pelos motivos que a gente falou, da pessoa tá mais segura, dela tá mais autoconfiante, dela também ter um um nível de do idioma, né, do local onde ela escolheu para fazer o intercâmbio mais avançado, né, porque o idioma consequentemente ele vai melhorar, né? Eh, agora, se existe um estudo que comprove, eu não sei, tá? Mas a gente sabe que realmente as pessoas muitas vezes quando voltam conseguem empregos melhores, né, ou consegue ali fazer uma progressão de carreira na própria empresa. Então sim, é até porque vocês trabalham com isso no dia a dia, né, e acompanham pessoas que fazem intercâmbio desde o início, desde a saída do Brasil até a volta e também o movimento que elas fazem aqui no Brasil depois que voltaram, né? Então isso é eh eh traz uma experiência muito grande. Com certeza. E tem empresas inclusive que também financiam o intercâmbio dos funcionários. A gente tem alguns casos de intercambistas que foram pela empresa. Então empresas multinacionais, empresas que realmente estão ali investindo naquele intercâmbio pro funcionário. Claro que não é assim a grande maioria, mas existem alguns casos assim também. Olha aí que legal. Tá vendo só? Então, vale muito a pena, gente. 8:55, eu acho que dá tempo para mais uma, né, produção? Dá. Então vamos lá, vamos bora atender aí os nossos telespectadores. Bom dia para você que tá com a gente. O Cásio de Barão Geraldo. Existe limite de idade para fazer intercâmbio? Um adulto com 40 anos ainda pode se beneficiar dessa experiência fora. Vou te contar que eu já tô com planejamento aqui, C. Quando eu tiver 60 mais vou fazer intercâmbio, porque hoje eu descobri que sim. Você acredita nisso, né, Fernanda? Que notícia legal que você passou pra gente aí, essa possibilidade de fazer o intercâmbio 50 mais, 60 mais. Eu digo 60 mais porque, tipo assim, já trabalhou, tá? Se se aposentou de repente e aí vai viver uma experiência. O C tá perguntando se existe. Existe, né? Existe. Não tem limite mais, gente. A gente fala que intercâmbio não tem limite. Todas as idades, 40 anos, inclusive existem programas trabalhados pros 40 mais. Tem grupos para 40 mais, 50 mais. Eh, no STB a gente chama de Silver Fox, que é específico, é o nicho de mercado, gente, que tem crescido muito. Então, tem muita oportunidade, muita opção de destino e tem alguns programas que são diferenciados. Então, assim, você não vai fazer só o idioma, você vai fazer um idioma com degustação de vinhos na Itália. Aí você vai fazer em Malta. história e cultura além do idioma. Então assim, você tem tantos diferenciais hoje pensando em cada público e o público 40, 50, 60, 70 mais vai encontrar muito além só do idioma. Então acho que assim, eh, vale a pena, Cássio, a gente espera ouvir mais sobre você e do seu intercâmbio. Uau, que legal, que legal. A gente tá aqui incentivando você, né? né? De repente você tem um sonho, a gente costuma colocar muitos sonhos na caixinha, né? É importante a gente olhar para esse sonho todos os dias e e fazer com que ele se realize e depende de cada um de nós. Então, a gente conversando aqui falando sobre intercâmbio, é algo que eu não tive oportunidade, mas se eu tivesse, eu teria ido sim. E às vezes a falta de nem é falta de oportunidade, é falta de conhecimento, é falta de informação. É isso que a gente tá fazendo com você agora, passando para você a informação e o conhecimento. E lembrando você que você pode sim, mas você precisa de um planejamento para fazer isso e também de pessoas que são especialistas que podem te orientar. E aí, tudo bem? Já pensou você fazendo o intercâmbio? Vamos lá, pode mandar, produção. O Marcos do Jardim Olina. Marcos, tudo bom? Seja bem-vindo. Bom dia. É verdade que em alguns países o estudante intercambista não pode trabalhar? Quais são os destinos mais restritos com relação a isso? É importante, né, a gente a gente falar disso aí, porque eh no início nós falávamos aí da possibilidade de trabalhar e de estudar, né, para você vai ficar mais fácil de você se manter no local. Agora ele tá pedindo se o Marcos pedindo se tem alguns países que o estudante ele intercambista ele não pode trabalhar, tá restrito. Tem alguns países assim, Mariana? Tem, tem. Na verdade, a gente, eu prefiro falar dos países que pode trabalhar, porque eh são poucos que você pode ter a permissão de trabalhar, a maioria não pode. Tá? Então, relembrando, né, nós temos o Canadá, que você pode trabalhar se você for fazer um curso vocacional, curso profissionalizante ou uma graduação. Nós temos a Irlanda, que pode trabalhar, Estados Unidos em casos específicos, como ALPER ou o programa de Work and Travel, que é o programa para universitários, tá, nos Estados Unidos. nesses dois programas é possível trabalhar. Ou se você fizer uma graduação, se você tiver fazendo uma graduação nos Estados Unidos, você pode trabalhar, mas tem ali as regrinhas. Normalmente você pode trabalhar no campus, tá? Eh, Malta tem permissão de trabalho, Espanha tem permissão de trabalho, Austrália e Nova Zelândia, acho que eu falei todos. Então, esses são os países que o estudante pode trabalhar de ele vai ter que cumprir as regras de cada um, né? Então, cada um tem ali as suas regrinhas de tempo que o estudante precisa ficar. Alguns você vai ter que tirar o visto aqui, outros vai ter que tirar o visto lá, mas eh fora esses, a não ser que o estudante já tenha, por exemplo, eh um passaporte europeu e aí ele tá indo paraa Europa. Então, eh salvo algumas exceções, os outros realmente não têm permissão de trabalho. Muito bem, pontualmente 9 horas. E olha, adorei o nosso bate-papo de hoje, viu? e me despertou uma vontade muito grande de fazer um intercâmbio e eu tenho certeza que você aí de casa também foi despertado e impactado com esse nosso bate-papo. Então é aquilo, né? Faço o planejamento e bora, bora pro conhecimento. Eu quero agradecer a participação das nossas entrevistadas. Ô Mariana, muito obrigada pela sua participação, pela contribuição, pelo compartilhamento dessas informações tão boas nessa manhã de quarta-feira. Imagina, Rube, que agradeço. É um prazer. Foi muito bom estar aqui hoje com você. Deixa alguma dica pro pessoal que tá querendo fazer intercâmbio, deixa o seu arroba também, porque eu tenho certeza que o pessoal lá tá impactado, pessoal de casa e tem muitas perguntas ainda sobre isso. Perfeito, pessoal. Vamos planejar, né? O sonho começa quando a gente toma uma atitude. Então conte com a gente da Trust, a gente vai ajudar aí em todos os passos, em todo o planejamento. E o nosso @ no Instagram é Trustia Intercâmbios, tudo junto. Trust Viagens Intercâmbios. Segue a gente lá que tem muitas dicas, muitos depoimentos e conte conosco. Que legal. Muito obrigada pela sua contribuição, tá? agrade e a gente agradece a nossa participação pelo Zoom, né, Fernanda, que contribuição gostosa, que bom a gente poder repassar esse tipo de informação, né, que que traz crescimento, que traz eh visão de futuro. Isso é muito bom. Agradeço imensamente a sua participação. Deixa uma dica, deixa o ar também e fala aí com as pessoas de casa que estão nos assistindo, né, e que a gente deve fazer, né? Qual que é eh eh qual que é a dica que você deixa para quem ainda não tirou esse sonho do papel? Ah, eu quero agradecer muito. Foi uma delícia esse tempo com vocês. Mariana, obrigada. Rúbia, obrigada. Foi uma delícia. Eu adorei. Quero falar para todos os nossos futuros intercambistas. Pessoal, procurem uma agência, se informem, tenham experiências incríveis. É claro que a gente é suspeito porque a gente trabalha com isso, mas a gente vê a mudança na vida das pessoas. Então eu sou uma apaixonada por intercâmbio, não só porque eu fiz intercâmbio e trabalho com isso, mas também pelo que eu vejo acontecer na vida das pessoas, a mudança, a abertura, os horizontes que se criam. Então assim, conte com a gente o que vocês precisarem, eu tô super à disposição. O ar da nossa loja é STB, S de sapo, T de tatu B de bola_linecampinas. Podem nos chamar no direct, pode fazer perguntas, o que vocês precisarem, a gente tá à disposição e vai ser um prazer. Maravilhosa. Muito obrigada pela sua contribuição, pela sua participação com a gente nessa manhã de quarta-feira, viu? Obrigada. Eu que agradeço. É isso, gente. E você de casa, né, a gente agradece sempre. Eh, a sua participação faz parte já do nosso dia a dia. É muito importante saber que você está aí do outro lado. Isso nos incentiva a trazer assuntos, né, que a gente sabe que vai contribuir com você de alguma maneira. Então, muito obrigado pela sua participação, pela sua audiência, pela sua companhia. Eu quero lembrar você que nós temos jornal hoje ao meio-dia, temos o Câmara Notícia trazendo informações do legislativo campineiro e claro informações da nossa metrópole. você fica ligadinho porque a gente vai ter informação do que abre e fecha no feriado. Eh, referente às estradas também aqui da nossa região, muito movimento, porque nós temos aí feriadão prolongado. E eu quero lembrar você que amanhã tem estúdio Câmara e quero te convidar para ficar ligadinho porque amanhã nós vamos falar sobre um tema que impacta muito e algumas pessoas vivem e nem tem noção de que estão vivendo isso. E por esse motivo, nós convidamos profissionais especialistas que vão falar sobre a questão da dependência emocional. Como que está o seu relacionamento? Você tem dependência emocional? E eu, quando eu digo relacionamento, não é só relacionamento amoroso, não, viu? Pode ser uma amizade também. Eh, você já sentiu que você não consegue ficar longe de alguma pessoa que te causa estranheza, que te causa um vazio que você não consegue explicar, principalmente, né, no relacionamento, mas com amigos isso também acontece. Então, de onde vem a dependência emocional? O que acontece no nosso psicológico quando nós sofremos por dependência emocional, né? Você não é capaz de fazer algo sozinho. Você não consegue estar bem consigo mesmo? É sobre isso que nós vamos falar amanhã aqui no estúdio Câmara. E claro que nós contamos com a sua participação. Agora deixo um beijo grande para você, uma ótima quarta-feira. Continue ligadinhos com a gente aqui na TV Câmara Campinas e a gente se encontra amanhã, hein? Se Deus quiser, temos um encontro marcado. Valeu, pessoal, as nossas entrevistadas. O nosso muito obrigada mais uma vez. Grupo mais sem palavras, né? Pessoal sempre trabalhando para trazer para você a melhor informação e também melhor entretenimento aqui na TV Câmara Campinas. Valeu, pessoal. Ótima quarta-feira, hein? Você que vai pra estrada, se cuida. E se você vai ficar em casa, claro, acompanhe a gente aqui na TV Câmara Campinas. Amanhã tem mais estúdio Câmara. Ah, e se não der para acompanhar, pode assistir no YouTube, combinado? TV Câmara Campinas para você. Beijo grande, gente. Tchau, tchau. Até amanhã. [Música]
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