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296 views Publicado 08/04/2025 HD · 1:02:05

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[Música] Olá, bom dia. Estamos começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. E hoje é terça-feira, dia 8 de abril de 2025. E no programa de hoje nós vamos falar sobre adolescentes. Nós vamos abordar a trama adolescência, a minisséria em alta, né, na Netflix, que expõe aí o lado sombrio da juventude imersa no mundo digital e o abismo entre pais e filhos. A falta de tempo é um desafio para o estabelecimento do diálogo e da qualificação da relação da família. O assunto é abordado pela trama e mostra os pais de Dim como adultos ocupados que, apesar de amarem e se importarem com os filhos, dispõe aí de poucas horas para convívio familiar. para esse debate. Nós já estamos recebendo aqui no estúdio a psicopedagoga, pedagoga especialista em adolescentes com depressão e dificuldades comportamentais e psicanalista. Vai falar com a gente daqui a pouquinho a Juliana Caetano. E com a gente também a psicóloga clínica, especialista em terapia cognitiva comportamental, principalmente com adolescentes, a Giovana Silveira. Gente, daqui a pouquinho você já pode começar a mandar as suas mensagens, porque já já elas vão abordar sobre esse tema, né? Adolescência. Será que nós pais, nós somos culpados eh pelo que está acontecendo com os nossos jovens, os nossos adolescentes? Qual que é a sua visão referente aos adolescentes de hoje? Manda pra gente a sua mensagem, manda pra gente o seu depoimento. WhatsApp tá na tela. 199729377. programa de hoje com muita informação para você pai, para você mãe, tá? Então, enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza as notícias, porque a educação vai produzir um manual e de protocolos contra o bullying e o cyber bullying. A Secretaria Municipal de Educação começa a trabalhar na criação de protocolos de combate à prevenção ao bullying e cyber bullying nas escolas. Gente, essa iniciativa é em parceria com os Ministérios Públicos, Estadual e Federal. Vara da Infância e Juventude e a Delegacia da Infância e Juventude. A primeira reunião deste grupo de trabalho está marcada para o dia 23 desse mês. O programa foi criado na rede municipal há pouco mais de uma década e de lá para cá mais de 5.000 alunos foram beneficiados, além de 500 professores e 200 pais de alunos. Para tratar a questão, o programa atua em várias frentes e uma delas é por meio das rodas de conversa que são realizadas com alunos nas escolas. O documento será realizado em parceria com o Ministério Público, Vara V Vara da Infância e Juventude e Delegacia da Infância. E olha, beneficiários do CAD Único podem receber a nova parabólica digital gratuitamente, viu? O sinal de TV via parabólica tradicional está sendo desligado em todo o Brasil. canais de grande audiência já interromperam ou estão prestes a encerrar suas transmissões. Isso significa que a quem ainda não fez a substituição para a nova parabólica digital poderá ficar sem acesso à programação aberta, tá? Então, na cidade de Campinas, mais de 2,3 2,3.000 famílias que têm direito ao kit ainda não realizaram agendamento para fazer a troca que é gratuita. O serviço é realizado pelo SIGA Antenado, entidade sem fins lucrativos, criada por determinação da Anatel para apoiar a população durante essa mudança. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Campinas por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação. Famílias de menor renda que ainda utilizam a parabólica tradicional, aquela cheia de furinhos, podem ter direito ao kit gratuito, tá certo? com a nova parabólica digital, que é bem menor e sem furos, incluindo também a instalação. A liberação da faixa de frequência da parabólica tradicional é essencial para a implantação do 5G no país, sem interferências. O prazo para você pedir a instalação gratuita termina no dia 30 de junho, às 8 da noite. Então fique atento porque o agendamento pode ser feito pelo site sigaantenado.com.br. br ou pelo telefone 08007292404. Siga antenado.com.br. Previsão do tempo para hoje, terça-feira. Amanheceu friozinho, né, quando estava vindo aqui para o estúdio, 19º. Então, nós temos sol pela manhã, aumento de nuvens à tarde, hoje céu de brigadeiro, sem chuva. Agora pela manhã, à tarde, uma nuvenzinha, mas sem chuva. Isso de acordo com o climatempo, tá? Mínima 15, máxima 29º. Essa é a previsão do tempo aqui para a nossa metrópole nesta terça-feira. Vamos lá. WhatsApp na tela. 1997829377. Vamos falar do tema do estúdio Câmara de hoje. Lançado há pouco mais de três semanas, no dia 18 de março, a ministério da Netflix, adolescência está dando o que falar. A trama conta a história de Jimmy, um adolescente de 13 anos, acusado de assassinar uma colega de escola. A série explora os impactos de uma acusação grave na vida de uma família. E hoje nós vamos abordar abordar justamente esse tema. Até onde os pais têm culpa pelos erros cometidos pelos filhos? Ou somos nós, os pais, que estamos perdendo o norte da criação correta, principalmente nesta fase que é a adolescência. Para conversar conosco sobre a criação de um adolescente, eu apresento a psicopedagoga. Ela é pedagoga especialista em adolescentes com depressão e dificuldades comportamentais e psicanalista. Juliana Caetano, seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia, Ruba. Obrigada, viu, pelo convite. Maravilhosa. Vamos falar muito hoje sobre a criação das nossas crianças e adolescentes. E com a gente também a psicóloga clínica, especialista em terapia cognitiva, comportamental, principalmente com adolescentes. Giovana Silveira, bom dia, bem-vinda. Bom dia, Rúbia. Obrigada pelo convite. Muito bem, gente. É assim, como a gente vai tratar sobre eh o que acontece com os adolescentes e nós estamos aí em alta, né? a gente pode dizer até que é oportuno a gente tratar desse assunto nesse momento, porque a minissérie eh da Netflix, ela está falando, tá trazendo e tá está todo mundo assistindo. A gente vai tratar sobre isso hoje. Então, gostaria de pedir pra produção pra gente exibir um trechinho do trailer para que as pessoas de casa possam se conectar conosco para entender, né, do que vai ser tratado e como que a gente vai eh desmembrar o programa de hoje. É a partir da da desta série que está em alta. que fala de família, né? Fala de adolescente. Eh, é um adolescente que vive dentro de um quarto e as mães acreditam que ele está seguro, os pais acreditam que ele está seguro. Poderia até, a gente poderia até dizer que seja oportuno, né, esse momento da série para que a gente possa alertar sobre o bullying, porque é o início da trama, né? E e tem esse desfecho de violência. A trama ela começa com bullying e aí finaliza com uma violência. E a gente é importante a gente lembrar que ontem, dia 7 de abril, foi o dia nacional de combate ao bullying e a violência na escola, né? Esse esse dia, essa data, ela foi criada em 2016 por meio da lei 1327 de 2016. foi escolhido, gente, por conta do ataque na escola municipal Too Silveira no bairro de Realengo, na zona oeste do Rio, que ocorreu em 7 de abril de 2011. O ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, ele entrou na escola com duas armas e fez 62 disparos contra os estudantes. 11 crianças de 13 a 15 anos morreram. É preciso alertar que o bullying nunca foi uma brincadeira e que desde 2024 é crime tipificado no Código Penal. A inserção do bullying no Código Penal é uma forma do Estado reconhecer juridicamente um fenômeno que foi negligenciado ou banalizado como brincadeira de criança. E agora, eh, você tá acompanhando aqui as cenas, né, eh, dessa, dessa minissérie. As nossas entrevistadas sabem e já assistiram, já estudaram essa minissérie. E a partir de agora a gente conversa então com a Juliana e com a Giovana. Eu começo eh com a Juliana perguntando para ela quais são os impactos, né, do bullying na adolescência. Juliana Cub, eu gosto de começar sempre esse tema explicando o que é bullying, porque há uma confusão na sociedade em relação ao bullying, né? Os adultos às vezes brincam: "Ah, você tá fazendo bullying comigo? Olha, isso é bullying. Na verdade, o bullying é uma relação entre pares, né, que acontece e são situações são causadas físicas e psicológicas, né, eh, emocionais na vida de uma criança. Ela acontece entre as idades, entre os pares, né? Quando há uma situação entre adultos, não é bullying, uma brincadeira ou uma relação eh equivocada, a gente chama de falta de educação mesmo. Então o bullying acontece entre pares da mesma idade, gerando uma situação psicológica, física, emocional nessa criança. E ela tem uma demanda aí de tempo para ser chamada de bullying, né? O cyber bullying, já aproveitando paraa gente falar, ele tá ligado às redes digitais, né, à mídias, onde acontece essas ofensas, aquação moral, o assédio através do mundo digital, né, no Instagram, nas redes sociais, de forma geral. Então, é uma diferença, né? Então, Uber, como a gente tava falando, isso é muito grave, é, na vida de uma criança, causa impacto social, emocional e físico, né, Giovana? E a gente tem colhido frutos muito ruins eh com a entrada da internet na vida desses adolescentes. A já vista que nós adultos nem estamos tão preparados para lidar com isso. Vemos várias eh questões aí sociais, né, Gi. E dentro disso a gente traz pro mundo adolescente, onde eles não têm preparação nem cognitiva, nem de maturidade, nem emocional. Então é muito sério para você, pai e mãe, que fala: "Ah, eu não gosto de invadir a privacidade do meu filho, eu gosto que ele use o celular". Acho que a Giovana vai explorar um pouco isso. Não é assim que funciona. A gente tem que ter um olhar e hoje nós temos vários aplicativos que podem ser instalado no celular das crianças. Uhum. Né? E nós, enquanto terapeutas orientamos que o celular seja dado a partir dos 12, 13 anos e não dos 3 anos, 4 anos, como a gente vê hoje nas escolas. Então é muito grave e é uma arma muito séria o celular na mão de uma criança. Muito bem. Muito bem. Agora, é o que a série faz com maestria, essa série adolescência, né? É nos lembrar do quanto a adolescência pode ser brutal, né? Até que ponto os pais têm responsabilidade pelos erros cometidos pelos filhos adolescentes? Existe aí uma linha tênue entre a responsabilidade dos pais e a autonomia dos adolescentes, sim. Eh, os adolescentes eles têm muita dificuldade de lidar com emoções e sentimentos. Nós adultos, né, já formados, né, eh, estudados com conhecimento. Eh, nós já temos a dificuldade, né, de ter o equilíbrio emocional. Uhum. E para um adolescente que está em formação, o córtex pré-frontal ainda não está totalmente formado, né? É uma informação importante aí que a adolescência ela vai até os 23, 24 anos, eh, quando o cótex pré-frontal ele ele eh termina a formação. Então ali é a tomada de decisão, o freio, né, a impulsividade. Então, assim, esse comportamento impulsivo, né, do adolescente, eh, os pais eh hoje, né, com a tecnologia, ela está eh tá desafiador. Eu uso bastante essa palavra, tá? Desafiador. A tecnologia ela nos ajuda, sim, só que também prejudica se não for dosada. Então assim, para os adolescentes é muito mais grave porque eles não têm esse senso de limite, eles não têm esse senso de eh freio, né? O que que eu posso ver, o que que eu devo ver, eh o que é apropriado paraa minha idade. Então aí entra sim essa responsabilidade dos pais. Então assim, a o adolescente tem sim que ter eh a privacidade, né? Porque a autonomia, a independência, ele ele tem que se sentir, ele tá se formando, ele tá criando a identidade dele, porém com limites. Então assim, como o adolescente não sabe colocar esse limite, aí entra o papel dos pais. Então os pais eh monitoramento, né? Então, na série, um episódio, acredito que foi no no terceiro episódio que os pais focou bem nos pais, no no acho que foi no quarto episódio que focou bem nos pais. Eh, ali a mãe relata, né? Eh, ele ficava no quarto até 1 hora da manhã, eh, mas eu pensei que ele estava seguro, só que ele estava na internet e o que que ele tinha acesso na internet. Então, assim, ali faltou o monitoramento, o limite dos pais, né? O pai era um pouco ausente em relação a trabalho, porque ele trabalhava à noite, né? Então, acabava delegando para a mãe. Só que a mãe eh, na inocência, né? Meu filho tá em casa, está no quarto, mas o que que ele está fazendo no quarto? Então, eh, é uma orientação pros pais. Sim, a internet ela ajuda, mas, porém, tem que ser monitorado. Exatamente, né? Eh, Juliana, quando a Giovana fala, né, eh, que na trama passa, toda a situação acontece dentro de um quarto, né, porque ele vive dentro de do de um quarto. Então, isso me arremete aos filhos do quarto. E isso vem, não é de longa data. A gente percebe que a minha adolescência, eu brincava na rua, a minha infância eu brincava na rua, eu ouvia a minha mãe ficava muito brava porque ela chamava gente para tomar banho, para comer e a gente brincando na rua, né? E hoje é o contrário, os pais pedem que os filhos vá brincar na rua. E hoje também as casas são diferentes. Eu tava vendo eh sobre o filme, né, lendo, estudando para poder trabalhar essa essa temática aqui com vocês. Eh, as casas, a arquitetura das casas favorece e que os filhos fiquem no quarto. Você já percebeu aí na sua casa o que tem no quarto do seu filho? Tem televisão? Tem quarto de criança, de de adolescente que tem até frigobal, ele não precisa nem ir pra cozinha. E se a gente fala de cozinha, a cozinha se tornou o lugar mais frio da casa ultimamente. E a cozinha na minha época era o lugar mais quente da casa. Mas é onde tinha fofoca, onde filho tava lá subindo na mesa e tal e todo mundo eh fazendo, preparando um jantar, enfim, conversando. Eu gostaria que você explicasse pra gente essa questão da arquitetura, da forma que nós hoje estamos eh trazendo o perigo para dentro de casa sem perceber. Sim, Rub, eu queria te pedir permissão para voltar um pouquinho nessa pergunta aí que você fez, né? O que chega no consultório gente, acredito que também é a questão do que é culpa e responsabilidade dos pais em relação ao adolescente. Então, se eu olhar no dicionário, o que que é a culpa? É algo que eu tenho intenção de fazer, né? A responsabilidade que eu tenho sobre isso. Porém, nós não temos receita de bolo para criar filho. Não é tão simples assim, né? Os pais estão aí em casa, sabem disso. Então, a gente tenta criar e dar os limites e valores sociais, né, que implicam em ter uma vida correta, adequada. Só que quando eu chego dentro de casa, nessa estrutura de hoje disfuncional, onde num quarto eu tenho uma casa pronta, eu não preciso me movimentar, me relacionar e agir, fica complicado. E aí, por conta dessa rotina eh louca que nós vivemos hoje, né, na sociedade, corre para trabalhar, dois, três empregos, dificuldade de se conectar, de conversar, eu perco o meu filho nesse momento. Então, há um limite tênue realmente no que é no que eu devo conversar com meu filho, elaborar no dia a dia, estar na cozinha, por exemplo, como você falou, era onde nós acima 40 a mais, né, tínhamos relações afetivas. Onde estão as memórias afetivas dessas crianças? Pergunte no consultório. Elas não têm mais. Elas não têm memória, elas não têm tempo, elas não conseguem se conectar. Isto é muito sério. Então, outro dia uma mãe disse assim na clínica: "Juliana, mas eu fico com ela, eu levo no balé, eu levo no na equitação, eu vou no clube no final de semana." Você pega de carro e leva nos lugares. Você é mãe tourista, que a gente fala. Só que eu não tenho a conexão, eu não tenho a conversa. No clube, a mãe chega, vai paraa piscina tomar sol e ela fica com o tio do clube. Então eu não tenho este contato, esta ligação com o meu filho. E há uma falsa impressão que se fazer presente é presença. É completamente diferente. Então para você que é pai e mãe ou tio, avó, tia que está nos assistindo, seja presença e não presente, porque ser presença é muito diferente, é fazer parte. Então, se você tem trabalha o dia todo, chega em casa, tem ao menos 15, 20 minutos, né, Gi, que você possa sentar, conversar sobre o dia da criança, tentar eh resgatar esses valores antigos, que é estar à mesa, quer se sentar, quer conversar sobre os amigos, o que ela gosta de fazer, porque os pais nem sabem o que os filhos gostam de comer às vezes. E tem um episódio, eh, Ju, que que é o detetive, né, o policial, né, ali ele pega, acho que o primeiro episódio, ele pega o próprio filho, como ele tá distante do próprio filho. É, a minissérie, Rubé, é muito pesada. E um dos policiais envolvidos na trama, que vai desvendar o mistério do assassinato, o filho dele inclusive estuda na escola onde aconteceu o fato. E ele vai pra escola desvendar e percebe o quanto o filho sofre nessa escola, o quanto o filho sofre bullying, o quanto ele é rechaçado, o quanto ele sofre ameaças e o policial se vê eh como um pai ausente. Poxa vida. Então é muito forte a minha é muito forte e é uma uma sensação, eu acho que se os pais forem parar para analisar, é uma sensação da maioria, porque a gente vive numa correria, é natural, a gente precisa trabalhar, as coisas já não são mais como antigamente, pessoas tis, três empregos, vive num automático, né? Então aí veio o celular, aí veio as redes sociais, aí você deixa teu filho achando que ele está bem, que ele não tá na rua, então ele tá seguro, né? Tem relatos que eu tava vendo na internet de de mães que eh hoje e se sentem mais seguras porque a filha não tá na balada, mas ela tá no quarto, no celular. Será que realmente existe essa segurança que a gente teima em acreditar que sim, que existe, né? Porque a rede social não é só essa rede social que a gente vê, né? Ah, Instagram, Facebook, WhatsApp. Isso é para nós. Isso é para nós, né? pros adolescentes é algo bem além do imaginável. É, inclus pode falar sim, por favor, meninas. Vamos lá. Aproveitando esse esse tema que você falou, Instagram, Facebook, né? Eh, nós, né, eu e a Jul, provavelmente, eh, que atendemos adolescentes, nós sabemos que tem um um são perfis ocultos, né? Opa. Então assim, tem um perfil que é visto, né, que a família, os amigos, só que os próprios adolescentes fazem um perfil que é só para eles. Então, eh, tem que tomar muito cuidado. Eu oriento os pais que tem a senha, tem acesso, né, com os aplicativos que a que a Juliana falou, existe, né? Hoje nós temos o Family Link, né, e alguns aplicativos da Google, a gente pode monitorar o tempo. Então, talvez você não precisa invadir a privacidade do adolescente, que não é 100% adequado, a não ser que você observe um comportamento, uma mudança, né, de temperamento aí em casa. Mas o Family Link, entre outros aplicativos, eles controlam o tempo de internet, que é muito bacana, né? Então, é um acesso a mais. E falando do que a Giovana colocou, além deles terem perfis ocultos dentro da rede para conversarem entre eles, o filme traz uma questão muito importante que é sobre o tema incel. O que são os enéus hoje, né? Incel, a palavra enc significa celibato involuntário, que em inglês im de involuntário e cé de celibatar. Então o incel hoje são pequenos emojis, que são aquelas figurinhas que vocês vem aí em casa, que os adolescentes usam para se comunicar. Porém, são usados somente por grupos masculinos, cujos quais usam a misogenia, o que é um ódio alimentado pelas mulheres que não querem ter relacionamento com eles, sejam sexuais ou sejam de amizade. E eles formam grupos masculinos para se comunicar. Então, pai e mãe, eles colocam várias figurinhas e emojis e cada emoji adicionado ao lado um do outro se tornam frases de comunicação que são usadas no filme para encontros, para possíveis violências contra os próprios adolescentes ou adultos. Temos grupos de homens adultos que se sentem eh rejeitados pelas mulheres. Eles são classificados no grupo como homens feios. Eles se empendem assim e eles buscam e executar mulheres. E hoje nós vemos muito no feminicídio que acontece aí. Eh, falando um pouquinho sobre o Incel, né, que é aonde mostra, né, o filho do policial explicando para o pai ali nesse exato momento que ele estava buscando no Instagram e ele não estava entendendo o que estava acontecendo, né? O policial estava investigando a página do Instagram do Jimmy, né, eh, que onde aconteceu o bullying contra a menina que foi assassinada. a menina fazia bullying com o Jimmy, né? E ali o filho do policial explicando eh o significado dos emojes, né? E aí a questão do Incel, né, que é a o 80/20, né, que é 80% das mulheres se interessam apenas por 20% dos homens, que esses homens eh eh são classificados os frustrados, né? O Encel é um grupo de de homens que são sexualmente frustrados. eh e culpabilizam as mulheres por essa frustração. Então, eh, discurso de ódio. Eh, então, a o tema ali da da série também aborda esse é importante, né? Importante a gente falar, a gente debater sobre esse assunto. É um assunto que está em alta. Eh, tem muitas depoimentos de mães, de pais que estão assistindo, que estão se chocando, que tipo assim, não, não acredito, mas é sim parte da realidade. Você sabe que 8:28, meninas, eh, me perdoa chamar de meninas, que é carinho, tá? Eh, está chegando perguntas, a gente tem perguntas, tem depoimentos, tá? Então, a gente agora vamos vamos o pessoal da produção vai responder eh trazer pra gente as perguntas e a gente vai respondendo e vamos abordando o tema no decorrer do nosso tempo. Aí nós vamos até acho que 9:05 da manhã. Vamos lá. Sandra, bom dia. Sandra é do Jardim Aeroporto. Eh, minha filha começou a chegar da escola chorando, mas dizia que era nada. Fui insistindo no diálogo até ela contar sobre bullying com o apoio da escola e terapia. Hoje ela voltou a sorrir. É isso mesmo, Sandra, né? Eh, Giovana, Ju, como que é a importância, né, da mãe insistir, dos pais insistirem, porque o filho às vezes até tem o medo ou receio de se abrir com os próprios pais, né? É, é uma idade difícil, né, G? Para eles contarem. É uma idade que eles gostam de ficar mais reclusos, eh, mais introspectivos, mas Sandra, você se fez presença e não presente. Então, parabéns pela atitude. É isso que a gente espera dos pais. Essa insistência ruba, que você falou é importantíssima, que é entender porque às vezes eles querem contar, mas o medo toma conta, né? Por conta do que eles podem vir a sofrer. Então, essa mãe se fez presença. Então, muito bacana. Acolhimento, né? Minha mãe fez o acolhimento e levou nos profissionais, né? Muito bom. Perfeito. Muito bem. Mais produção pode mandar. Se tiver mais manda paraa gente. Vamos lá. Eh, a Luía do Cambuí, quais são os sinais de um adolescente que pode estar envolvido com grupos em céu na internet? Vamos lá, então. Eh, J, os sinais sintomas, Gi, quer colocar algumas coisas? Pode que eu começo, então vai lá. Eh, buscando na na série, né, que é um exemplo claro, eh, agressividade, né? Uhum. É, com as mulheres, com as garotas, as meninas. Eh, tem cenas do Jimmy, eh, com a psicóloga, né? Isso. Sendo agressivo com a psicóloga. Ela é um perfil feminino, né? Tava entrevistando, tava fazendo a análise dele e ele em diversos momentos ele perde o controle, né? Então, assim, principalmente quando ele se sente manipulado, quando ele se sente. É, a gente sempre pede pros pais olharem mudança comportamental. Mudou demais, tá reagindo? Ai, adolescência é um momento de muito sono, é um momento de ficar introspectivo dentro do quarto. Começa a observar. Nós conhecemos nossos filhos. Exatamente. Será que não tá além? Então, observem, principalmente, mudança comportamental. Muito bem. Bom, você que está acompanhando o nosso estúdio Câmara, estamos ao vivo falando de adolescência e a responsabilidade parental. Tem mais eh perguntas, depoimentos também, né? Vamos lá. Michele Teixeira de Itajaí. Ô Michele, bom dia. Obrigada, viu? Olha só, meu filho tinha 13 anos, era agredido na escola e tinha medo até de ir ao banheiro, mas disse que apanhava se fosse sozinho. Uma semana depois, morreu após levar socos dentro da escola. Mudei para Campinas depois disso. Nosso carinho, nosso abraço é para você, Michele. E uma palavra, né, das nossas profissionais que são especializadas eh eh em tratamento e criação, né, de adolescentes. A Giovana e a Juliana, por favor. Michele, eu não consigo imaginar nem tampouco elaborar a sua dor, mas o que eu posso dizer é que fica uma mensagem muito forte sua e da sua família para que as pessoas observem que isso cada vez é mais real. Portanto, a gente orienta os pais que assistam a minisséria, embora seja muito forte, para que vocês olhem paraos seus filhos, para que vocês observem quem são os seus filhos. Se você não tiver tempo para cuidar em vida, podem acontecer violências como essa. Então fica o nosso carinho, o nosso respeito pela sua história e que os pais fiquem alerta e a tempo o tempo todo. Mudanças têm que ser observadas. Sim. Muito difícil, né, esse depoimento, né? Muito triste. Eh, primeiro é o acolhimento. Eh, não dá para imaginar a dor dessa mãe, com certeza. é uma perca muito grande, um pacto muito grande, né, na vida dos familiares dela. e reforçando, né, o que a Ju falou, é os pais estarem sempre atentos, né? Então assim, percebeu que a criança ou adolescente está sofrendo bullying, está trazendo relatos de alguma forma, mudanças de comportamento, eh até no sono, né, os pais observar como que é o sono da do adolescente, se tem qualidade. Eh, e percebeu que a escola não, porque tem escola que não se posiciona, né? Sim. Sim. Então, se a escola não se posicionar, eh, eu oriento os pais a tirarem a criança da escola, a mudarem de perfeito. Muito bem. O pai às vezes insiste, né, em falar: "Não, você tem que enfrentar, passar por isso. Nós temos famílias que trazem isso, mas veja bem o que seu filho precisa enfrentar. Será que ele precisa enfrentar e passar por isso? Tomem cuidado. Ouçam as crianças. Elas não trazem coisas em vão. Então, a gente precisa estar em alerta mesmo. Muito bem. Agora 8:33inhos. Estúdio Câmara ao vivo para você. Pode mandar seu depoimento, a sua pergunta 978293776. Estamos falando sobre adolescência, né? A Vanessa do Jardim São Gabriel. A série adolescência mostra a dificuldade dos pais em entender a vida online dos filhos. Como ter um diálogo aberto sobre o mundo digital dentro de casa? É uma boa pergunta, porque às vezes tem aquela questão de você tá invadindo a minha privacidade, né? E aí, faz como faz como para manter aí um um diálogo aberto referente à privacidade desse mundo online que eu vou te falar, não tenho dimensão até onde ele possa ir. É, não tem mesmo, né? É o mundo todo aos seus pés, é o mundo todo full time. Então, uma dica que a gente dá, que eu costumo dar lá na clínica também, é estar com eles perguntando como funciona, como você vê aquilo, as dificuldades que você tem ali no mundo digital para se aproximar da linguagem, para que você conheça a linguagem, não investigar a vida da criança. Como funciona o incel? O que são essas figurinhas? Como vocês usam a linguagem que é uma quarta linguagem hoje no mundo, né? Elas são siglas e códigos, né? Sim, o beleza vocêc é o sinal demais e assim vai. Então, como você usa, filho, me ensina, deixa eu ter a minha rede digital, traga essa criança para você e não questione sobre a vida da criança. Então, uma forma de se conectar é pedir que eles ensinem você a estar ali, como funciona? E aí você começa a perceber a linguagem deles mesmos. É importante, né? Porque a gente, a, a, eu acho que o natural do, do instinto paterno, materno em si, é questionar, né? Não fazer como a Ju falou, trazer, né? Acolher, né, Geovana? Acoler. É. Eh, outra dica também que pode ser usada é a aproximação do vínculo. Então, como, né, isso foi eh trouxe ao a ao que foi a segunda pergunta eh sobre a refeição, né, a parte da alimentação, o jantar é um dos momentos muito especial para você se conectar o adolescente, à criança. Então, assim, ali é um momento que você já vai ter que fazer, né, que é a refeição, jantar, então chamar, então fazer na mesa. Ali é um momento que você pergunta como que foi o dia, eh, se tem, se teve alguma dificuldade, se teve algum problema. Eh, e ali você vai entrando, se aproximando, criando, fortalecendo o vínculo com o adolescente. Aí dali você constrói. Então, se o adolescente ele ele se sente ouvido, ele se sente acolhido, ele se eh presente visto, ele não vai esconder. Ele não vai esconder. Então, assim, eh você ser amigo, lógico que os pais têm que cobrar, tem que colocar o limite. A a gente fala chato, né? a mãe chata, mas tem momentos que nós vamos precisar sim ser chatos, porque eu também sou mãe, então eu falo nosso, eu sou mãe. E só que tem momentos que nós vamos eh dar ouvidos. Então assim, tá tudo bem, que que tá acontecendo? Eu vim, não vim aqui para te julgar, eu vim aqui para te ouvir. Muito bem. É importante a gente ressaltar, né, até até onde a gente pode eh colocar, eu não sei se eu vou falar da forma correta, né, mas eh culpa. Os pais têm culpa e se tem, onde começa, o que que acontece, por que muita gente fala, né? Ah, o adolescente é assim, se comportou de tal maneira, eh, cometeu tal ato, é culpa dos pais. E agora, como que a gente lida com isso, né? E e esse pai e essa mãe fica como vai precisar de um auxílio psicológico. Mas e agora o adolescente ele já degringolou? Vai fazer como? Como como resgatar essa família? Onde começa esse negócio de culpa? Se é que existe culpa de alguém? Por favor, Juliana. Ruben, eu costumo dizer que não há esta culpa. Nós passamos pros nossos filhos o que nós temos como valor agregado familiar. Uhum. Então, se eu tive uma mãe severa e eu tive um pai mais flexível, eu vou fazer um misto desses dois na minha infância e vou me tornar um adulto X. Como se eu for um pai rígido e uma mãe rígida, tive os dois rígidos, eu vou criar o meu filho desta forma, mas eu preciso primeiro olhar para mim, porque nós enquanto adultos, somos os exemplos dos nossos pais. Então, se eu, ah, não, eu sou diferente, tá? Nós podemos melhorar muito, né? vendo que eu tive algumas coisas na minha educação que eu não gostei ou que não foram adequadas, mas o fato é, você está formando um adulto, você não está com uma criança, você tem que lembrar que você está com um menor que vai se tornar um adulto reflexo das tuas ações. Então, quando eu trabalhei 33 anos em escola Uhum quando eu vejo na escola uma criança agressiva, respondona, que não respeita um funcionário, não tem um um trato adequado com as pessoas, eu vejo a família, portanto, vejo vocês através da criança. Então, o que você passa pro teu filho é exatamente o que ele vai fazer no ambiente social, na escola, num grupo, na igreja, seja lá onde for. Então, lembre educação, se acolha também. Talvez você não tenha tido escolhas forte, hein, Giovana? Comportamento, né? Comportamento total. Aí entra na minha área, né? Eh, então assim, o espelho, né? Os pais são o espelho. Então assim, o ambiente, né? A criança, o adolescente, ele é formado eh pela genética, né? Os traços genéticos e 50% ambiental. Então assim, onde a criança o adolescente cresce, ele vai reproduzir comportamento. Então se os pais gritam, se os pais ofendem, se os pais xingam, não precisa nem ser com o próprio adolescente, pode ser com cônjigi ou num mercado ou num num semáforo. Eh, então a criança ela tá crescendo, assistindo aquele comportamento, então ela vai reproduzir em algum momento, seja na escola, seja com amigo, seja em casa, com os próprios pais. Então é assim, é o espelho, então a gente se olha para devolver, então nós estamos formando pessoas. Então é é isso, gente. Nossa, quanta informação, né? quanto conhecimento para se compartilhar. Lembrando que esse programa, todos os programas, né, eh eles ficam no YouTube, você pode mandar eh para um amigo, pra família, porque tem muita informação aqui e que vai, com certeza, te ajudar, né, na criação do seu adolescente. Tá bom? Vamos lá. 8:40. Produção tá falando que tem bastante perguntas, então vamos responder as perguntas. A Cíntia do Jardim Nova Europa. Tirei o celular de casa, voltei para o fixo. Hum. Desde então tudo melhorou, mais conversa, mais presença, parece que voltamos para os anos 90 e sinceramente fez muito bem para nossa família. Olha que legal. Isso pode ser um caminho para outros pais também. Poxa, que atitude legal a Cintia teve, não é, meninas? Uma atitude firme nos dias de hoje, né? Firme demais. Então, a gente fala às vezes dos valores antigos que você colocou, né, que você lembrou da sua adolescência, da sua casa, é o que ela fez. Ela trouxe a memória afetiva porque ela construiu, ela tem e ela sabe o que é valor agregado. Então a Cíntia coloca isso como uma regra. E regras são fundamentais na adolescência. Se eu não tenho rotina, eu não tenho regra, eu não tenho horários, eu faço o que eu quero a já vista, como a Gi falou, que eles não têm condição de mensurar isso na adolescência, eu começo a me regular. Então, se ela tá colocando regras na casa dela, as coisas voltam a funcionar. Às vezes é muito mais simples, né, sentido do que a gente pensa. Então a gente busca grandes elaborações e na verdade é só fazer o básico, é ter horário para banho, horário para jantar, rotina. Adolescente hoje não tem rotina, né? E se sentem ofendidos em ajudar em casa, em em fazer alguma ação. E para eles, como assim? Eu vou fazer algo que exige um esforço? Porque não estão mais acostumados, não conseguem ter esses hábitos. Então, trazê-los de volta, que foi a forma que ela usou, é um é uma das maneiras mais eh pesadas e boas de educação. Foi muito assertiva, né, muito positivo que ela fez, né? Trouxe a bom um modo diferente de convivência dentro de casa, porque provavelmente estava tomando muito tempo da família, né? Sim. Então foi assertivo e ela não falou a idade se tem filhos e a idade dos filhos, né, para saber como que eles lidaram com isso. Ah, verdade, verdade. Mas eu acredito que inicialmente não foi muito fácil. Sim. E é tudo é um desafio, né? Mas a partir do momento que você decide encarar, você consegue vencer. Então, parabéns. Vamos lá. 8:42. Tem mais perguntas pra gente? Produção? Nós estamos falando de adolescência, né? Todos nós passamos por isso. Os pais também. Então a gente precisa aí de um acolhimento para poder conseguir passar por essa fase. E a Cristiane do Jardim Miriam. Meu filho passou por um momento difícil, se isolou, chorava sem motivo. No começo eu só cobrava. Um dia sentei, respirei fundo e apenas ouvi. Foi nesse silêncio acolhedor que ele começou a voltar para mim. Hoje estamos mais conectados que nunca. Ai que lindo. Adorei. Adorei depoimento lindo, né? É aquela questão de de da escuta, né? da escutar, estar presente, de escutar, de entender e não julgar, porque o julgamento ele traz aí uma reação que não é boa. Vocês me ajudam a falar sobre julgamento porque é algo que pode eh acabar indo pro pro fim, pro fim mesmo, né? Porque a gente tem situações aí de de crianças, de adolescentes que até cometeram suicídios por conta de julgamento, né, Geov? Eh, em relação ao julgamento quando acontece em casa, né, dos pais para com os adolescentes, eh o adolescente ele se fecha, então ele entra num ritmo de defesa, então assim, ele vai começar a se defender, ele não vai falar, ele não vai expor. Eh, agora na escola já seria outro comportamento, ele pode ser agressivo, então quando ele quando ele se sente julgado. Então assim, eh, é um lugar que os pais têm que observar como que está a conversa com em casa, com a um adolescente. Então, perceber como que está sendo conduzida, se é de uma forma mais assertiva, mais calma, ou se é de uma forma de ataque, que é julgamento. Então, nessa posição, os adolescentes eles não vão colaborar, né? Julgamento é inerente ao ser humano, né? Basta entrar alguém no corredor que você julga a roupa, o olhar, o tamanho. O julgamento faz parte do ser humano e tá tudo bem desde que ele tenha regulação, né? E aí quando um pai julga o próprio filho, veja o amor maior da sua filha, do seu filho, quem é? O pai e a mãe são os maiores exemplos. Quando eu sou julgado por pai e mãe, que é figura de autoridade, acabou tudo. Então ele tem que começar em casa o não julgamento, a escuta ativa que essa mãe fez, porque hoje a gente ouve, a gente não escuta. É diferente, né? jnalista, você sabe, né? Então assim, dentro desse contexto, fazer uma escutativa se faz fundamental. Muito bem. 8:44 hora tá voando hoje, né? Mas a gente continua por aqui atendendo você que tá aí do outro lado. Eh, a Rosa Silva de Campinas. Ô, Rosa, como é que você tá? Ela tá perguntando o que que é o bullying, né? Assim, vamos explicar para ela o que que é esse tal de bullying que todo mundo fala. E na nossa época não tinha esse negócio, né? uns 40 mais aí 50 mais não tinha esse negócio de buling, mas agora é algo que está exacerbado e tem judiado e tirado, né, muitas vidas, infelizmente. Falar numa linguagem mais do senso comum para as pessoas entenderem, né, não tão técnico. Eh, o bullying ele acontece quando um adolescente, uma criança, eh, agride violentamente, seja fisicamente, eh, com tapas, eh, empurrões, eh jogar, tem bastante na escola, eh, Gusp, jogar bolinha de de GUSP, né? eh colocar o pé na frente paraa criança cair, tropeçar, eh coxixar, fal chamar o amigo, começar coxar e olhar para pra criança que tá sendo a vítima. Eh, e o psicológico, né? Eh, ofensas, falar mal, fofoca dentro da sala de de aula. Então assim, o bullying, eh, ele vai, ele vem às vezes no silêncio e aí que entra o papel da escola, que é muito importante, por eh o professor que tá na sala de aula, um monitor que está no corredor, um diretor que está no refeitório passeando, né, eu acredito que eles deveriam ter um olhar mais eh clínico, mais eh cirúrgico, né, e não percebem. Então assim, ou omitem, né? Sim. Lembrando sempre que o bullying é uma ação entre pares. Então, às vezes os pais chegam e falam assim: "Juliana, o professor tá fazendo bullying com meu filho." Não existe, né, o bullying do adulto com a criança. Ali houve uma falta de comunicação, uma falta de respeito e uma questão. Bullying só acontece entre pessoas da mesma idade de e ele é extenso. Então, às vezes o pai fala: "Ah, o fulano xingou o meu filho de gordinho de quatro olhos, daquelas daqueles apelidos ruins." E aí eu falo: "Não, é isso, é falta de educação mesmo da criança, tá? Bullying é uma ação extensa, ela tem um tempo maior de demanda, né? Ela não acontece uma vez só. Então eu não vou te ofender uma vez, isso é bullying. Não, isso é ofensa mesmo e falta de respeito. O bullying, ele tem um tempo, ele vai eh uma perseguição, né? É uma perseguição com o outro, né? O tempo massacrando. E a adolescência é maquiav. Nós não lembramos da nossa. E assim, nós tínhamos sim um certo bullying, é que não era usado esse termo, mas nós tínhamos na nossa idade pessoas que ofendiam, humilhavam, usavam termos, né, nenicos, surfista de não sei o que, de aquário, né, todo mundo teve alguma situação, mas não era visto dessa forma e a gente acabava se defendendo de forma errada. Uhum. Então, quando o pai fala: "Ah, eu sobrevivi a minha época, ele tem que sobreviver". Não funciona dessa forma. Uhum. Exatamente. Precisa aí de uma atenção e uma escutativa, sim, em todos os momentos, principalmente na hora que você reúne a sua turminha para jantar, né? Faz quanto tempo que você não faz isso? Para e presta atenção. De repente, eh, vai ser um momento bem legal para você e pros seus filhos. A Márcia do Jardim das Bandeiras adquiriu uma lava-louças e uma ajudante aqui em casa há 9 anos. Kaká. Brincadeira. parte era minha filha. Hoje ela é minha parceira em tudo. Isso mostra que criar um afeto e limite dá resultado, né? Né, meninas? É isso. Certeza. É isso. Sim. Eh, dar tarefas para as crianças e os adolescentes. Eles se sentem úteis e isso ajuda muito na autoestima. Eles eh a criação da identidade, que é a busca da identidade, né? O adolescente, o marco da adolescência, né? essa busca e essa construção, quem eu sou, quem eu quero ser. Então, assim, as tarefas rotineiras em casa, levar o lixo, lavar uma louça, aspirar a casa, então assim, eh, devem sim fazer parte e é super positivo pra construção saudável da do adolescente. Muito bem. Isso traz é é um acolhimento, é coisa, é gostoso, né? Você tá na cozinha, você tá batendo papo, né? E, e faz uma coisa aqui, faz outra ali, vai, aproveita, faz um bolo junto, né? Se der certo, comemora. Se não der dar risada, sabe? Aquele aquele acolhimento, aquele momento gostoso, né? É ensinar seu filho a ter autonomia, gente, né? É necessário arrumar uma cama, arrumar os brinquedos, arrumar o jogo, o quarto, começa dali, até porque é um outro assunto, mas quando a gente arruma a casa, a gente organiza a vida, a gente costuma falar. Então, se eles aprenderem se organizar, eles conseguem ter até uma elaboração mental melhor. Exatamente. Vamos lá. 8:49. Olha, é o seguinte, nós temos muito, mas muito que falar sobre esse assunto. Então, eu só quero lembrar que hoje nós iniciamos falando sobre a questão eh do pai, da mãe, né, da família e do adolescente. Amanhã a gente dá sequência no assunto que nós iniciamos hoje e depois de amanhã também, porque é muita coisa a ser falada, então a gente vai aí abordando, né, o assunto durante três dias aqui no estúdio Câmara, tá? Por que eu falo isso? Porque já são 10 paraas 9. Daqui a pouquinho a gente tem que encerrar e a gente fica em cima do muro. Poxa vida, tem mais para falar. Então, só lembrando que amanhã e depois de amanhã também a gente vai estar comentando. Nós vamos comentar sobre a questão de adolescência, tá bom? Vamos lá. Mais perguntas pra gente na tela. Vamos lá, produção. Aline do Jardim das Paineiras. A série adolescência aborda a radicalização online de jovens. Quais sinais podem indicar que o adolescente está sendo influenciado por ideologias extremistas na internet? Algo muito sério, essa influência, né, da internet, eh, sobre os nossos adolescentes e a gente precisa se atentar aos sinais e eles são dados a todo momento. É só a gente ficar atenta, por gentileza, Juliana e Giovana, comportamento, né? Então assim, eh, você prestar atenção, você conhece seu filho, você convive com ele 24 horas por dia, né, quando não tá dormindo, mas convive. E então você conhece como ele se comporta. Então, a partir do momento que você percebeu algo brusco, uma mudança, opa, esse aí não é não é comportamento do meu filho, tá estranho. Então ali você já vai pro monitoramento, então você já começa a a investigar que que tá acontecendo, seja verbal, seja indo nas redes sociais ver o que que tá acontecendo, que que ele tá buscando no histórico, que que ele tá assistindo. Olha, Line, a gente costuma dizer, né, que eles mudam até a linguagem. Então eles mudam a linguagem, as meninas começam com maquiagens mais pesadas e densas, os meninos mudam a vestimenta, eles começam a ficar mais introspectivos, eles trazem menos para casa. Então tem muitas questões, Rub que a gente olha e você vê, mas você não quer enxergar. Então agora é só adolescência. Então ela tá se maquiando um pouco mais. Ah, ele tá se vestindo diferente por conta do grupo que ele tá. Não, não é só isso. Ninguém muda da água pro vinho, da noite pro dia. Começa a observar nas entrelinhas. Tá comendo menos, tá se comportando diferente? Horário de acordar, horário de dormir. Comecem a olhar. E, pessoal, tirem o celular do quarto à noite, por favor. É um pedido terapêutico que a gente faz. Eu tenho uma mãe que criou uma estratégia muito interessante. Ela colocou uma régua no quarto dela e ela liga todos os celulares depois das 10 da noite. Eles pegam somente pela manhã. Hum. É uma radicalização, talvez, mas como eles não tm autorregulação, como aovana já falou, fica mais difícil. É uma forma também interessante, né? Interessante. A gente precisa, a vida ela é cheia de regras, a gente precisa cumprir as regras. Então, que tal já começar a inserir aí a o cumprimento de regras começando dessa forma? Eu achei interessante, né? Coloca uma régua, põe todos os celulares lá para carregar. Quero celular, não vai carregar, carrega a noite toda, manhã. Você tem o seu celular carregadinho, pronto para você utilizar. E você consegue então tirar o celular pelo menos à noite, né? Porque à noite que está o grande problema. O celular a gente sabe que é problema, né? Eh, eh, por conta que a gente não sabe o que que eles estão vendo, mas à noite a mãe e o pai tá dormindo e é a noite que acontece, a maioria das vezes que acontecem aí os as grandes situações que envolvem adolescentes no celular. A Patrícia do Cambuí: "Voltei do exterior quando percebi que meu filho estava sendo aliciado por um grupo extremista. Ele achava que era pertencimento, com conversa, acolhimento e muito escuta, consegui trazê-lo de volta para casa e para a vida. Ô Patrícia, que beleza, que bom, graças a Deus, né, gente? Ela percebeu a tempo. É, essa história do pertencimento é para mais uma hora, né? Que esse tema que você trouxe, Rub, é muito polêmico, né? Mas eu vou tentar sintetizar. A questão do pertencimento na adolescência é muito séria. Então, eu também tinha crianças na escola que tiravam boas notas. eram crianças mais quietas e participavam de um grupo, porém elas queriam estar pertencentes ao grupo mais falado da escola, aos mais olhados da escola. Então eles começavam a beber, a fumar ou ter comportamentos diferentes para se fazer pertencente, se ser inserido naquele lugar, né? Isto não acontece somente na escola ou em ambientes sociais, acontece também na internet. Então eu quero fazer parte desse grupo aqui porque eles são diferentes, eles são importantes. Seja lá qual for, como eu não tenho todo o meu processamento fechado, só vai lá pros 24, eles começam a a se colocar numa situação de fazer parte de para pertencer, eu acabo burlando regras. E que bom que a Patrícia trouxe de volta, que bom que deu tempo. Percebeu a tempo. É importante essa percepção, né? E aí, e a percepção vem de você estar atento e atenta aos sinais que eles mostram e mostram mesmo. E principalmente se você puder conversar, aquela escutativa, só ouça, né? E preste bem atenção. Eu falo isso porque sou mãe também. Minha filha hoje tem 27 anos, passou pela adolescência, não tive muitos problemas, mas algumas situações me acendeu alerta e eu pude, graças ao bom Deus, ter aí aquela escutativa para poder resolver as questões, equilibrar e fazer com que ela segue. Hoje já é uma mulher aí, graças ao bom Deus, e foi, né? Porque o essa fase da adolescência é uma fase aí de uma falta de equilíbrio que se você não pegar na mão e levar, a gente pode perder. Thiago Nova Campinas. Filmes como Capitão Fantástico exploram diferentes estilos da criação. Existe o modelo de ideal de educação ou isso varia conforme a família? Eh, vamos lá. O Thago perguntando para vocês. Então, ô Thago, é muito interessante, né? Na verdade, não existe um modelo ideal de família. Existe um modelo que você entende como seu valor. Então, o que você tem de valor agregado e conviveu e vive com ele até hoje é um valor ideal para você, correto? Então, dentro desse contexto, o que para você e sua família são um valor agregado? Dentro do filme O Capitão Fantástico, eles têm várias elaborações de personagens, de situações, de vida, estilos. Não é que você não possa escolher um estilo, mas desde que esta situação de estilo familiar esteja dentro de um contexto social cujo qual não burle regras, como roubar, matar, é ser adequado, é ser cidadão honesto e justo, né, educado. Então, dentro deste modelo que você entende como ideal, é o que a gente respeita, tá? desde que faça parte desse grupo de social que é pertencente, que pode frequentar, viver, colaborar como cidadão. Muito bem, a produção falando, né, trazendo aí eh pra gente as informações do filme. Pode puxar mais pro meio para mim, por gentileza. Eu não assisti esse filme, mas a produção é Mega Master. Olha só, produção passando para mim aqui, ó. O filme conta a história de Bem e seus eh seis filhos com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, onde a educação não é via instituição escolar, eles vivem um novo mundo em eh que lá se preza a cooperação, respeito a igualdade. Tudo que querem fazer é não seguir o modelo capitalista da sociedade atual. Obrigada, produção. Produção atenta essa, né? Então, para quem não conhece, né, o filme, eu não assisti esse filme, então a produção aí passando e de repente é interessante, né, pessoal que tá em casa até buscar para assistir. 8:57. Vamos lá. Eh, dá tempo, produção de mais perguntas. Vamos lá, então. Eduardo do Jardim Flamboiã. A exposição constante a conteúdos violentos na mídia pode eh dessensibilizar os jovens? como os pais podem medir o acesso a esse tipo de conteúdo, né? Eh, esses conteúdos violentos e eh que o acesso é muito fácil hoje em dia. E aí isso acaba também eh trazendo problemas para dentro de casa, né, Giovan? É o monitoramento que nem a gente conversou. Então, assim, eh o adolescente ele não tem o filtro, né? A criança ali, o pré-adolescente, ele não tem o filtro do que pode ser assistido, eh, do que deve ser. Então, tudo ele é normal. Ah, é normal, pai. Eu vejo isso em comercial, eu vejo isso em vídeos no no Instagram, tal. Eh, então assim, aí o pai sentar, a mãe sentar, conversar, falar: "Isso não é pra sua idade, eh, um dia você vai poder sim ter acesso, mas não nesse momento." Você tem dúvidas, né, sobre esse tema, vamos conversar um pouco. Então, esclarecer, porque quando a criança ou adolescente é curioso, ele vai buscar. Então, assim, se não é em casa, ele vai pegar o celular de um amigo na escola para ir buscar. Olha aí, né? Então assim, eh, tirar as dúvidas primeiramente da da criança, do adolescente, perguntar se tem dúvidas e e dali paraa frente o monitoramento. Aí você percebeu que o adolescente não tá seguindo, menos mesmo sendo com o combinado, olha, não é para você assistir, excluir o aplicativo, eh, colocar senha, então assim, aí tem limitar de uma forma que ele não tá colaborando, né? Primeiro vai na conversa. Se você perceber que ele está eh colaborando, aí você se perceber que não está colaborando, aí você vai com mais rígido. Precisamos, né? Vamos lá. 8:59, quase encerrando o programa. Ai, ai, ai. Tá vendo? Vamos passar rápido. Vamos lá, então. Tem mais perguntas, produção? A última pode ser. O pessoal, olha só, quero lembrar, pessoal que tá mandando perguntas aqui, pode mandar também eh no chat lá do YouTube, porque nós estamos ao vivo também no YouTube, porque a gente vai responder vocês. Então, vai mandando sua pergunta, vai interagindo com a gente. É algo assim que a gente precisa compartilhar essa informação referente aos nossos adolescentes, né? O Ricardo do Cambuí, a adolescência é uma fase de busca por identidade. Como os pais podem apoiar seus filhos nessa jornada sem serem invasivos? Realmente, né? estão buscando identidade, um pertencimento, um grupo. Quero saber quem sou e aí como os pais podem colaborar nesse momento? Eh, então a gente sempre orienta, hoje em dia tem muitos cursos de autoconhecimento para adolescentes que nós não tínhamos esse privilégio antes, né, Gi. Então, buscar porcursos de autoconhecimento, envolvê-los nas situações rotineiras, mostrar a sua própria identidade, porque o seu filho vai criar a identidade de acordo com você se comporta. Então, cuidado com as referências, os exemplos que você traz para casa, que a primeira e maior identidade é da família. Então, eh, a mediação, o cuidado com isso é como eu me comporto, é o espelho de como ele vai se comportar. E se eu puder, além disso, buscar cursos, eh, viagens, a parte cultural, você vai criando um jovem não só sábio, mas um jovem capaz de olhar, de julgar de uma forma diferente. Esteja perto sempre, né? E se perceber que está com dificuldade mesmo assim, né? Eh, procurar uma ajuda profissional, uma terapia que vai ajudar o adolescente a se identificar também. Autoconhecimento e desenvolvimento. Isso. Muito bem. 9:1. Vamos para as considerações finais. Então, ai tem que acabar, mas olha, muito feliz pelo conteúdo de hoje, pela informação. Todos os programas eles estão eh eh bem informativos e a gente consegue interagir com o pessoal de casa. Eu já quero agradecer você que está participando com a gente, que participa todos os dias, vai mandando o seu questionamento, a sua pergunta, o seu depoimento lá no YouTube que a gente vai conversando com você. A nossa produção tá atenta nas perguntas, tá? A gente às vezes não consegue responder todas porque são muitas e a gente tem um determinado tempo aqui, mas pode ter certeza que todas são lidas, tá? E a gente vai respondendo de acordo com o nosso tempo, tá bom? Mas eu já agradeço demais a sua participação e também gostaria de agradecer a participação e a contribuição. Juliana, muito obrigada por estar com a gente, por trazer aí conhecimento e e falas tão importantes para para o desenvolvimento de uma família mais saudável. Eu quem agradeço, né, ter vindo e esse tema, né, Gi, eh, a gente busca tanto espaço de fala. Então, obrigada a vocês pelo convite, tá bom? Maravilhosa Giovana, obrigada também. Nossa, é é importante demais essa fala de vocês nessa manhã de terça-feira. Eu tenho certeza que impactou muitas famílias que estão aí do outro lado da tela. Com certeza. Obrigada pelo convite. Eu que agradeço. E eu posso deixar uma dica para os pais? Claro. Eh, então assim, os pais eh, eles estarem mais próximos, então assim, a palavra é presença. Então, eh, momentos família, então a rotina familiar cansativa, corrida do trabalho, da escola, mas tira ali 10, 15, 20 minutinhos por dia à noite. Por isso que eu sugiro jantar, porque é um momento que já vai acontecer. Então você agrega jogos também ajuda com os adolescentes. Então assim, ter jogos perto ali da mesa de jantar, vamos, acabou o jantar, vamos jogar alguma coisa. Isso vai fortalecer no vínculos. Saí do automático. Juliana, deixa uma dica pra gente. Ai, amor, acolhimento, respeito e escutativa. Não deixem de fazer isso todos os dias. Pai, mãe, eh, avô, tio, tia, quem cria, né? quem está ali perto por menos videogames e jogos e mais presença. O jogo que a Giovana se refere são jogos pedagógicos, onde a família toda se reúne, onde nós podemos estar nesse momento de convivência e não deixem de criar memórias afetivas. Isso faz toda a diferença na vida adulta. Obrigada, Rúbia. Mais uma vez muito obrigada a vocês, né? espetaculares, foram assim sensacionais e acredito que eh é de uma importância muito grande para você que tá aí do outro lado acompanhando o nosso estúdio Câmara e acender um alerta, né? Vamos lá, escutativa, mais presença, mais juntos. É isso, é família, né? E amanhã, gente, no estúdio Câmara a gente continua, tá? a gente continua com esse debate. Eh, hoje a gente tá, nós abordamos a minisséria da Netflix, né, adolescência e amanhã a gente vai falar sobre adolescentes, mas ah, vamos trazer aí os cuidados com a internet, a responsabilidade penal dos pais, um alerta aos pais sobre o uso da internet sem supervisão, como o ambiente virtual influencia na formação dos adolescentes e as responsabilidades das plataformas digitais, além de falar da responsabilidade penal. eh eh de pais em caso de crimes cometidos pelos filhos. Um pouco pesado, mas muito importante, muito oportuno. A gente precisa conversar, a informação, a conversa, isso faz sim a grande diferença. Tá bom? Então eu agradeço a sua audiência, a sua companhia, desejo a você uma terça-feira excelente. Lembrando que ao meio-dia nós temos Câmara Notícia com informações do legislativo campineiro e também da nossa grande metrópole. E a programação da TV Câmara Campinas, você sabe, é produzida com muita qualidade e muito carinho por toda a equipe do grupo Mais. E a gente deseja você uma ótima terça-feira e continue ligadinho. TV Câmara Campinas continua com uma programação sensacional, produzida especialmente para você. Grande abraço, valeu, fica com Deus, uma ótima terça e até amanhã, se Deus quiser, ao vivo a partir das 8 da manhã com mais uma edição do Estúdio Câmara. [Música] [Música] [Música] [Música]
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