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ESTÚDIO CÂMARA
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ESTÚDIO CÂMARA

45 views Publicado 26/08/2024 HD · 54:48

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[Música] Olá os jogos paralímpicos começam no dia 28 de agosto e vai até o dia 8 de Setembro na capital francesa Neste ano o Brasil será representado por 280 atletas sendo 255 com deficiência de 20 modalidades é a maior delegação brasileira já anunciada para uma edição dos Jogos fora do Brasil antes a maior equipe Nacional era de 259 convocados ao todo em Tóquio que foi em 2020 e na última semana de agosto também é a Semana Nacional da pessoa com deficiência intelectual e múltipla estabelecida pela lei 3585 de 2017 e a data tem como objetivo promover ações de inclusão social e de combate ao preconceito e a discriminação contra as pessoas com deficiência e é por isso Nesse contexto que a gente faz aqui o recorte justamente da inclusão das pessoas com deficiência no esporte então o estúdio Câmara hoje recebe aqui o luí Marcelo Ribeiro da Luz que é diretor de projetos da apc a associação paraolímpica de Campinas com o presidente da Ada Camp a associação de Esportes adaptados de Campinas Ademir Batista de Souza e também também com a professora da PUC Campinas da Faculdade de Educação Física Renata Costa de Toledo Russo da disciplina esporte para as pessoas com deficiência sejam todos bem-vindos e a gente lembra que você pode participar aí da sua casa mandando a sua sugestão a nossa redação Anote o WhatsApp 19 978 29 3776 e aí eu já vou conversar com o pessoal para falar sobre a questão do incentivo ao esporte né nesse contexto porque de acordo com o governo federal mais de 98% dos convocados para as paralimpíadas recebem a chamada bolsa atleta entre os bolsistas mais de 63% São beneficiados com a mais alta categoria do programa que é o bolsa atleta pódio que recebe um valor maior como vocês analisam essa bolsa de incentivo para os atletas ela é o caminho é o que que a gente ainda Precisa para permear essa condição plena para que esses paratletas consigam aí um desempenho cada vez melhor sejam bem-vindos quem vai responder primeiro posso iniciar tá bom professora seja bem-vinda agradeço o convite agradeço esse bate-papo com meus colegas é um momento muito especial é um um evento né neste momento com uma visibilidade tremenda e o objetivo dessa visibilidade também é chamar a atenção para oportunidades das pessoas com deficiência e as dificuldades existentes na sociedade né com as barreiras atitudinais com as barreiras arquitetônicas e em especial como você disse o bolso atleta é uma ferramenta é um é uma possibilidade né além de várias outras que nós temos que pensar e temos que buscar né como aqui nossos colegas vão falar com mais propriedade das da dos projetos que são desenvolvidos e financiados né então nós temos ainda muita muito caminho a percorrer né mas obviamente temos essa essa questão da bolsa atleta como uma vertente importante a ser cada vez mais eh pensada e realmente eh colocada mesmo nas universidades e e possib aí dentro do município e do estado e do Brasil Ademir e você seja bem-vindo atleta Eu já fui contemplado também pelo bolsa atleta e ele e nos dá uma oportunidade da gente se qualificar melhor para para praticar o esporte né ele você Você joga o qu conta PR nó eu jogo rug brincadeiras de rodas tá que inclusive é uma categoria que esse ano não vai ter né e a gente infelizmente a gente perdeu a nossa vaga para Alemanha entendi mas a gente vai estar aqui na torcida também PR pras equipes que estiverem lá eh Quando você foi beneficiado pelo bolsa atleta eu fui em 2009 tá e Na época você fez o que é um curso o que que é no que que você pode usar o bolsa atleta o bolsa atleta a nossa equipe Ela ficou em primeiro lugar no Campeonato Brasileiro tá então as três equipes que pegam pódio os seus atletas têm direito a receber no caso a o bolsa atleta sim então a nossa equipe ficou entre as três primeiras na época e no ano seguinte a gente conseguiu ter esse auxílio do bolsa atleta que ajuda na compra de equipamentos na no deslocamento da sua casa até o centro de treinamento né na possibilidade de uma alimentação melhor e você se estrutura para que você esteje bem e possa competir cada vez melhor com essa ajuda do bolsa atleta sim e você Luiz Marcelo fala para nós como que você Analisa essa questão desse desse incentivo primeiro Obrigado né novamente pela oportunidade de estar aqui conversando com vocês a queria destacar primeiro a questão do bolso atleta que ele é uma é um benefício igualitário ele não há distenção distinção entre os atletas olímpicos e os atletas Paraolímpicos Então os valores que são destinados tanto para uma característica do esporte também é destinada para outra característica do Esporte isso pensando do ponto de vista de política pública isso é essencial para que você não tenha desequilíbrios em relação a isso então acho que esse é um ponto importante então os atletas que são atletas pódium recebem os valores similares né Eh eu acho que pensando a longo prazo né enquanto programa de desenvolvimento ele tem sido se mostrado essencial né porque os atletas são beneficiários isso também aos clubes eh a terem um conjunto de recursos para beneficiar maior de uma maneira melhor né esses atletas também eh o houve uma mudança né do do no que esses atletas podem eh gastar os recursos antes era um pouco mais livre Mas recentemente foi definido para onde esse recurso pode ser utilizado isso fica mais fácil também e de uma fiscalização então uma coisa é oar conta disso prestar conta anualmente de todo de todos os gastos né que eles vão receber e e anualmente isso vai se renovando ou não e tá ligado também à performance esportiva dele então assim não é um benefício assistencialista é o benefício que vem por mérito na medida que ele compete mantém performance esportiva ele vai conseguindo renovar isso né então isso acho que eh eh pensando do ponto de vista da democratização do benefício isso é essenci tá muito se fala por exemplo nas olimpíadas que da questão do nosso país em especial né que tem um olhar diferente por exemplo pro futebol e que muitas vezes atletas eh T que fazer campanhas tem que tirar do bolso e tem que contar com uma série de coisas outras a gente percebe que tem um melhor performance muitos atletas que fazem parte por exemplo da força das forças né Armadas né do Marinha etc e no caso do para-atleta e o que que fomenta e quais são também essas dificuldades elas são as mesmas eh ou ou não no caso do paratleta há um olhar especial para que por exemplo a gente tem uma delegação tão grande quando quanto a gente tem inclusive o Brasil quando a gente fala em paralimpíadas ele sempre tem se despontado né ele sempre fica entre os principais é e eu acho bem interessante essa colocação é assim que a dificuldade de acessibilidade né É muito grande eh eu ainda friso a necessidade assim como qualquer esporte de base mas o quanto eh não vejo uma um incentivo para projetos de iniciação tá né então a gente verifica os atletas com mais idade né e não tanto devido também às condições o quanto é necessário essas condições da acessibilidade né acessibilidade para chegar a algum Centro Esportivo Ah então não tem não não vejo tantos incentivos o quanto é necessário isso acontecer né e acho interessante essa questão do quanto nós temos e o quanto o Brasil vem sendo representado e bem colocado mas ainda existe uma necessidade muito grande do esporte de base agora professor pode falar fala nessa parte de locomoção e a quando a gente vai falar de um atleta com deficiência e o atleta que não tem deficiência a nossa grande dificuldade às vezes a chegar no local onde a gente vai treinar né local por exemplo em Campinas tem o pai serviço pai serviço leva o atleta leva aqui em Campinas a gente tem essa grande contribuição que o pai serviço faz então ele pega o atleta até a sua residência e ele leva no seu no centro de treinamento e depois busca tá eh isso ajuda muito com que a gente consiga formentar e estimular aquela pessoa que às vezes pensa no transporte para ir tem que pegar dois três ônibos para est chegando no seu lugar que vai treinar então o pai serviço aqui de campinas ele dá essa possibilidade do Atleta chegar até o seu local de treinamento com mais facilidade tem alguns contratempos de hoje em dia a demanda tá muito grande e às vezes a gente tem alguns cancelamentos dos por parte do pai serviço para a locomoção do dos atletas nossos Mas ainda é um sistema que funciona então que garante essa inclusão e essa mobilidade essa facilidade do atleta chegar até o seu local de treinamento isso ajuda muito eh infelizmente na nossa a gente tem muitos atletas que vem da região e tem vontade de participar com a gente aqui porque não é todos os municípios que oferecem eh Esporte por exemplo o intermunicipal é o ligado não é o serviço do estado é o ligado Lig mas é o ligado é só para educação ligado é só para educação então ele não funciona para esse sistema Então a gente tem dificuldade de trazer o atleta da região que quer fazer esporte para também tá vindo competir na nossa instituição ainda então falta essa interligação e essa facilidade E aí um vai casando com o outro né o bolsa atleta ajuda nessa locomoção o pai serviço ajuda a trazer o sistema de transporte Integrado de um município pro outro ou das da própria região de Campinas quando o atleta não consegue o pai serviço isso ajuda a a fazer com que o atleta chegue mais rápido e e volte também mais rápido pra sua residência Entendi então a gente tem que pensar né sempre na lógica da política pública do Trabalho em rede tá né então eu acho que o o grande desafio é criar esse diálogo seja no âmbito Municipal Estadual Federal e entre esses três né âmbitos de governo para que as políticas sejam efetivas eh e que o recurso seja potencializado né Mas voltando à pergunta originária que era das dificuldades dos atletas e tal se são similares ou não né Eh a deficiência ela não é limitante por ela mesma S né as pessoas o Ademir tá aqui para demonstrar obviamente a competência eh que ele tem que não tem nada a ver com a questão da deficiência mas existem características que são necessárias serem observadas né também pode falar isso de uma maneira mais precisa mas o Ademir é uma pessoa que tem uma tetap plegia ele precisa de um auxílio de uma rede de apoio diferente para sair da cama dele de manhã tá porque ele não vai conseguir sair da cama pra cadeira de rodas de maneira autônoma ele vai precisar de um auxiliar ou um familiar alguém que dê um suporte um deficiente visual vai precisar de um suporte para pegar um ônibus no pon de ônibus por mais que a gente tem aplicativos etc etc até por questões de segurança alguém vai ter que orientar se o ônibus tá chegando ou não o tempo de deslocamento é diferente né então um cadeirante se ele precisar sair da casa dele né com a cadeira de rodas até o ponto de ônibus etc então tem tempos de jornada que são distintos de uma pessoa com e uma pessoa com com com deficiência então isso vai se contabilizando e essa rede de apoio né ela vai se multiplicando e s necessária E aí os valores também quando a gente olha pro pro né o atleta de aut do rendimento ele precisa de recursos significativos mas o atleta de alto rendimento com deficiência Às vezes tem que ter um recurso adicional seja por equipamento específico seja para que essa rede de apoio funcione é de acordo aqui com eu peguei no site do governo federal a bolsa atleta começa com R 410 para a categoria estudantil daí passa a base Nacional internacional Olímpico e paralímpico e para pódio até 16.62 É isso mesmo é isso mas na prática é outra não é é esse valor óbvio que se você pegar o recurso que as famílias têm na média isso é um recurso significativo sim né mas na hora que você vai contabilizar os gastos para alta performance ele não é tão significativo assim compreendo né Então seja para um para um pagamento de um auxiliar seja pro pagamento de um equipamento específico seja por alguns tipos de exame né então tem uma série de de de coisas que o valor ele vai se diluir então no primeiro olhar é é um dinheiro significativo né a gente tem que que valorar isso mas o investimento é muito alto tá certo Então olha partindo desse pressuposto e até pra gente falar um pouquinho mais sobre esse incentivo a gente tem aqui um projeto esporte social que contempla 240 pessoas aqui em Campinas a iniciativa é da associação paralímpica de Campinas e recebe o apoio da feac o objetivo é ampliar o acesso ao esporte a crianças adolescentes e jovens o atletismo é a modalidade de e agora eu vou chamar a Luana Galiza que é a repórter que foi conferir como é essa atividade Olá Luana projeto ele contempla crianças a partir dos 7 anos e adultos até os 25 anos de idade e para falar melhor sobre toda a modalidade e como participar eu estou ao lado da técnica de atletismo Letícia Greco Oi tudo bem muito obrigada por participar aqui com a gente do estúdio câmara e tirar todas as dúvidas Letícia como que funciona como que funciona assim por uma criança que tem algum tipo de deficiência trabalhar ali com o corpo se redescobrir Olá pessoal tudo bem nesse primeiro momento a criança ela precisa entender que o corpo dela é capaz então no pés a gente trabalha com a criança fazendo com que ela perceba todas as capacidades dela e que ela não tem essa barreira previamente pronta então a gente faz todo um treinamento adaptado toda uma vivência esportiva adaptada para que eles consiga praticar a modalidade sem correr nenhum risco e fazendo parte ali junto com o pessoal que não tem deficiência como Eli vai contemplar crianças de S até adultos de 25 anos quais são as modalidades que vocês estão treinando a gente lá no PES desenvolve todas as modalidades do atletismo tanto paraa iniciação quanto para o Al rendimento então a gente faz Tod esse trabalho para que a criança consiga vivenciar o adolescente consiga vivenciar e o adulto também eh essas adaptações acontecem conforme o grupo de idade então a criança ela vai treinar com a criança o jovem com o jovem e o adulto com o adulto para que não tenha esse conflito de interesses durante o treinamento muitas mães que estão nos assistindo e tem uma criança em casa deve estar com receio qual que é o seu conselho como treinador aí para as mães observarem as crianças e falarem assim não meu filho é capaz vou estar presente eu acho que não há nada mais gratificante pra mãe pro pai pra família que tem essa criança e esse adolescente com deficiência de ver essa pessoa fazendo alguma coisa de olhar no brilho dos olhos dela e ver que ela é capaz de fazer qualquer coisa que ela quiser então trazendo essa essa criança com deficiência esse adolescente para fazer a prática esportiva só lá eles vão saber o que é de verdade fazer um atletismo adaptado conviver com outras pessoas fazer parte dessa inclusão social e desse movimento que é o esporte adaptado esse projeto tem um ano de duração vocês TM ajuda de custo como que funciona pra família que quer entrar a família que quer entrar a princípio tem que procurar a gente é no momento a gente não oferece ajuda de custo mas a gente oferece todo o treinamento esportivo um acompanhamento social um acompanhamento psicológico com essa criança então o objetivo é que o esporte o p alavanque para cada vez mais a gente conseguir galgar novos recursos para est podendo fazer todo esse apoio completo para essas pessoas que fazem parte do projeto e mais legal que você tá ali junto né observando vendo a dificuldade que uma criança tem isso já demonstra na parte das articulações da criança para poder se desenvolver melhor tem estudos relacionados a isso sim sim hoje em dia a gente tem muitos estudos que que trazem a questão da criança com deficiência e todo desse tempo de maturação né então a gente pega Desde da da composição corporal até esses controles motores finos e grossos que essa criança pode ter e a gente faz um trabalho de base mesmo Desde da das dos princípios básicos até os princípios do do treinamento mesmo pra gente conseguir trabalhar essa criança Lógico que cada deficiência tem a sua particularidade cada deficiência tem as suas características mas todo mundo do pz está muito mas muito bem preparado para atender todo mundo independente da deficiência independente da idade ou até de repertório motor que essa criança ou que esse adolescente tenha Letícia quais os dias e os horários de atendimentos aí das aulas a gente vai fazer o atendimento de segunda a sexta-feira tanto no período da manhã quanto no período da tarde no di6 e no São Bernardo muito obrigada Letícia aí por toda a sua dedicação Eu que agradeço e espero todos vocês lá e lembrando que olha no São Bernardo as as aulas serão na praça de esportes argimiro rock e no Dick se V vai ser na praça de esportes Emil Rached para você que ficou interessado tem o telefone aí para você tirar todas as dúvidas e participar Mirna é com você obrigada Luana olha gente então vou aproveitar aqui o luí Marcelo que é da apc Justamente que tá envolvido no nesse projeto do PES a gente viu ali esse treinamento vocês estão na faculdade da de educação física da PUC né E por que levar esse projeto para essas duas regiões por vocês escolheram lá a praça Argemiro Roque né aqui no São Bernardo e também lá a praça que fica no dic se a praça de esporte e Rached bom a gente tem como financiador desse projeto a fundação feac né em parceria com eles a gente fez um estudo demográfico das duas regiões e também há um estudo demonstrando a vulnerabilidade social dos dois bairros tá então por conta da grande demanda demográfica e da do nível de vulnerabilidade esses bairros foram escolhidos tá e o São Bernardo tem uma estrutura no entorno dele um pouco mais preparada Mas ele tem uma baixa busca pelos equipamentos esportivos então a gente quer incentivar essa busca pelo equipamento tá no Dick é o contrário a gente tem poucos equipamentos mas tem uma demanda muito grande então a gente quer potencializar também esse público já busca as Praças e destacando que o PES né o projeto suporte social ele é um projeto inovador na sua lógica de inclusão Então a gente vai atender pessoas com e sem deficiências a partir da mesma modalidade que é o atletismo até porque já foi falado aqui dessa questão de incentivar e que muitos chegam né ao esporte um pouco mais velhos né foi professor inclusive que mencionou e essa questão de já incentivar a criança e incentivar a família a levar essa criança já é bem importante né sim é é é um dos grandes desafios né fazer com que a iniciação Esportiva da pessoa com deficiência e a iniciação esportiva de uma maneira porque é isso que a gente vai trabalhar no Pez venha do berço da família que a família também entenda que isso cria uma longevidade de saúde para para eles tá o pz ele pode gerar futuros atletas de competição mas a O interesse é a educação pelo esporte num primeiro momento sim e é interessante porque sempre a gente fala né para eh os atletas Olha é importante começar desde cedo tal e também criar essa a cultura entre né as pessoas com deficiência para que se vai se tornar depois um paratleta Olímpico e de grandes medalhas também de grandes jogos a gente tem outros campeonatos também aí é uma outra questão mas inserir no mundo do esporte independente de qualquer coisa né qualidade de vida né é a qualidade o o o PES ele vem pautado numa metodologia bastante sólida que é fruto do dos meus estudos de doutorado né onde a gente identificou claramente que a melhora da coordenação motora geral ela vai impactar também em outras habilidades inclusive em habilidades intelectuais da criança Então e o que a gente tá tentando fazer é demonstrar o potencial do que o esporte tem que a atividade física tem e que a melhora desse desempenho motor vai impactar de uma maneira Ampla esse indivíduo ao longo da vida dele não só no início da da da vida a gente viu aí no no boletim da Luana algumas modalidades claro que com destaque para o atletismo e por que o atletismo foi escolhido para ser aí o O Carro Chefe nesse momento desse projeto é existe um um jargão aí do esporte né que o atletismo ele é a mãe de todas as modalidades né Eh brincadeira a parte a gente tá trabalhando com habilidades motoras básicas lançar correr saltar correr saltitar isso vai impactar em todas as modalidades de uma maneira geral o atletismo de fato ele é é um esporte democrático né e a gente também tem bons equipamentos no município nesse sentido então a a a proposição do projeto pela PC financiamento pela fiac e o apoio da prefeitura municipal fazem com que a gente tenha essa possibilidade também de desenvolver o atletismo como escolha é a gente tá falando aqui inclusive de iniciativas da PC tem a de camp a gente tem outras organizações mas eu acho que serve bastante para qualquer setor eu participei recentemente de uma reunião que fala o seguinte eh quando você analisa desenvolvimento territorial sempre tem que ter uma política pública unida à ação da sociedade por quê Porque onde não há política pública depois a a própria o próprio engajamento social ali acaba tendo um distanciamento isso também acontece no no no caso de projetos como esse que vocês estão falando olha a gente tem um apoio tem uma bolsa atleta tem um apoio da prefeitura ou de outro órgão governamental isso anda junto eh específicamente o pz ele tem entregas muito Claras nesse sentido tá porque a gente tá faz falando e gritando aos quatro ventos que o esporte é um direito constitucional certo então enquanto direito constitucional ele tem que ser aplicado então o pz ele vem tentar criar uma grande rede de apoio Então a gente tem metas né de quantidade de secretarias que vão se engajar quantidade de parceiros e para poder exatamente criar uma grande rede de apoio e de discussão sobre essa garantia de direitos que o esporte também tem que ser contemplada inicialmente essa esse projeto ele tem o quê ele tem um ano ele tem um ano né é um projeto piloto ainda tá em fase da da Inicial e a gente espera obviamente ter sucesso suficientemente para poder agregar novos apoiadores e dar continuidade a ele agora Ademir lá na de camp é também essa questão da organização de vocês junto com apoio de poder público de organizações civis como que acontece isso aqui na AD Camp a gente tem três modalidades esportivas né hoje eh sendo desenvolvidas que é a boscha paralímpica o handball em cadeiras de rodas e o rugby em cadeiras de rodas eh duas modalidades hoje a gente tem apoio eh de de governos o handball a gente tem o apoio da prefeitura Municipal através do FIEC tá e o hug brincadeiras de rodas a gente tem o apoio do governo federal através da lei de incentivo ao esporte a bxa a gente tá começando ela nesse ano então a gente ainda tá sem um apoio financeiro para que a gente possa desenvolver ela e dar um apoio melhor para os atletas né mas a gente no primeiro campeonato que nós participamos a gente já teve resultados expressivos dos atletas que estão participando da bxa Eh vamos ter um atleta já para disputar o brasileiro outros atletas encaminhados e a gente conta com o apoio da sociedade do comércio dos empresários para que a gente possa eh conseguir cada cada vez mais trazer mais pessoas pra prática do esporte trazer novos campeões pra cidade né e desenvolver melhores as modalidades que a gente tem esse apoio é é fundamental para que a gente possa custear a viagem né ajudar o atleta no seu deslocamento quando ele não tem o transporte é adaptado para levá-lo sim então é importante Ó gente lá nas paralimpíadas a partir do dia 28 Olha a gente vai ter Inclusive a bosa que tá começando aqui é uma das modalidades lá que o brasileiro vai competir Olha então nós teremos futebol para cegos aosa golbal e arco e flecha atletismo B minton canoagem ciclismo de estrada e pismo judô powerlifting não conheço nem sei o que é Remo natação tênis de mesa ta kendô triatlo tiro esportivo voleibol sentado esgrima e tênis em cadeira de rodas olha bastante coisa a partir do dia 28 então e a gente vai agora tomar um breve uma uma aguinha em breve mas daqui a pouco a gente vai falar inclusive de representantes aqui de campinas que já estão lá em Paris a gente volta já já com estúdio [Música] [Música] Câmara de volta com o estúdio câmara que hoje aí pegando essa expectativa da participação Brasileira nas paralimpíadas de Paris nós falamos sobre incentivo ao esporte e desenvolvimento de atletas estamos aqui com só gente potente olha e olha a gente já teve correções aqui porque no bloco anterior ficou ficou aqui uma dúvida Uma não ficaram várias powerlifting que que é levantamento de peso levantamento de peso porque eu não sabia o que era e teve também correção eu falei arco e flecha mas não é arco e flecha O que é tiro com arco tiro com arco é a modalidade em que nós temos representantes brasileiros tá e uma terceira coisa a Luana passou um telefone aqui de contato para quem quiser participar ou ter mais informações do PES que é o programa do esporte social mas tem um número pode falar aí por favor para vocês fazerem contato o telefone é 992 15 5360 992 15 5360 Então vamos lá 9 92 15 5360 tem que morar em Campinas para esse projeto sim tem então 9921 5360 é o número correto para que você possa ter informações então não adianta só pra gente fechar esse tema não adianta ir direto agora lá na praça Emil rashed ou na Praça argimiro Roque no São Bernardo para fazer a inscrição é tudo pelo telefone não não pode pode se encaminhar diretamente para PR as Praças os professores já estão Ah tem gente lá já estão atendendo desde a semana passada tá já temos crianças lá em atend que horário das 8 A meio-dia período da manhã tá e das 14 às 17 período da tarde tá então se você puder pessoalmente das 8 ao meio-dia ou das duas às 4 é isso das 2as às 5 às 5 das du das 2 horas às 5 horas lá no dic ou no São Bernardo agora professora a gente tá falando aqui né inclusive quando eu recebi o material falando Você é professora da disciplina esporte para pessoas com eficiência desde quando as Universidades também tiveram esse olhar não sei se foi do MEC ou se foi das próprias instituições de que é preciso também formar profissionais para trabalhar com as pessoas com deficiência eh pelo próprio estudo né de de todo um um um aspecto informativo da sociedade que cada vez mais precisamos disso para uma mudança de comportamento através da informação a educação física por si só passou passou está passando por várias transformações e em especial né essa disciplina veio na década de 90 né com toda uma alteração da própria grade curricular da educação física em que nós tínhamos um olhar muito tecnicista para a educação física em si e aí passamos a desenvolver eh no currículum outras disciplinas importantes uma delas né que a gente tá tá conversando aqui é essa disciplina de educação física ou exercício físico para pessoa com deficiência e o esporte para pessoas com deficiência Então a partir da década de 90 foi mais ou menos 95 você lembra disso Marcelo eh eu lembro bem porque eu tava eu era aluno então foi por aí né na universidade em 889 ah na mudança de currículo de 3 anos para quatro me forme em 1992 sendo a primeira turma a ter educação física adaptada aqui na pu Olha é então Eh essa o inserir essa disciplina ele tem como foco essa discussão né da necessidade da da mudança de olhar em relação à pessoa com deficiência então quando nós falamos em terminologias né que também houve toda uma mudança de terminologia então lá atrás era pessoa especial era pessoa excepcional passou a ter a terminologia da pessoa eh portadora de deficiência pessoa com necessidades especiais e nós adotamos né a necessidade a não é só através da terminologia obviamente de toda uma informação e comportamento que hoje falamos pessoa com deficiência então eh eh eh não a deficiência existe não torna invisibilidade né existe uma pessoa né em que nós temos é através do objetivo da disciplina é o olhar da transformação eu fiquei muito feliz uma ex-aluna que é a Letícia que que trabalha com Marcelo foi bolsista né que era aluna recém-formada daí uns um ano de de formação e hoje com essa fala com esse trabalho né divulgando cada vez mais propagando cada vez mais a necessidade de um trabalho da do movimento né que é pelo movimento que eu tô desenvolvendo os aspectos do sentir do pensar e do agir né E aí nós estamos falando do movimento não não não preciso ter a vírgula da pessoa com deficiência eu tô dizendo da pessoa né então nós estudamos a necessidade dessa condição de que é pelo movimento que eu desenvolvo as questões do sentir o pensar e o agir Adir a gente até falava sobre essa questão da nomenclatura né Aham mas o interessante do estudante de educação física é que quando ele chega na nossa instituição ele vem primeiro para cumprir apenas a grade curricular que é o estágio dele né tem um estágio obrigatório um estágio obrigatório que ele vai lá para cumprir e ele não tem a dimensão do poder que é o trabalho profissional da pessoa do do profissional tanto no esporte quanto em outras em outros currículos com a pessoa com deficiência e às vezes ele entra na faculdade pensando que ele vai ser um treinador de futebol uma outra coisa mas menos pensar esse trabalho que ele poderia que ele possa pode estar também envolvendo ser um profissional para trabalhar com pessoas com deficiência E aí muda ele conhece o sistema ele conhece as pessoas com deficiência e de repente aquilo que ele entrou na faculdade pensando em ser ele vira outra pessoa ele começa a trabalhar com a pessoa com deficiência isso são relatos dos profissionais e estudantes que a gente recebe ó eu entrei na faculdade eu nunca pensei em trabalhar com pessoas com deficiência e hoje eu virei um profissional voltado pro Esporte adaptado pro esporte para pessoas com deficiência isso é legal porque a gente eh ajuda a transformar não só pessoas com deficiência mas pessoas que entraram na faculdade com objetivo que conheceram todo o processo dentro da universidade e que sai de lá um outro profissional eh totalmente capacitado para desenvolver modalidades que ele jamais imaginava que ele pudesse trabalhar com isso e quantos espaços né nessa questão Como o próprio Marcelo né a gente tava conversando sobre as questões de ser o guia do Atleta né com deficiência visual eh serem capacitadores nos aspectos funcionais né Para você estar presente numa paralimpíada você precisa passar por classificações tanto médicas quanto esportivas e o profissional de educação física pode fazer parte deste grupo de classificadores né Então abre muito espaço na área esportiva eh com essas informações cada vez mais informando nesses Nessas questões educacionais profissionais eh acreditamos muito na mudança de comportamento e uma mudança de sociedade né através do esporte é olha inclusive se você foi lá for lá no youtube.com TV Câmara Campinas a gente tem reportagem lá na de camp que a gente já fez com a equipe de rugby a gente fez a virada esportiva que se vocês tiverem em Dezembro né vai ter esse ano de novo esse ano a gente tem outros eventos que são similares mas a virada não tá E aí chama a gente hein para fazer essa cobertura e mostrar justamente todas essas atividades Mas como eu disse no bloco anterior ó a gente tem Kesley de 31 anos e kettil de 29 que foram com colocados para compor a equipe Brasileira de Atletismo que vai disputar as paralimpíadas eles já estão lá viu olha eles o Kesley vai disputar 100 m rasos e kla acompanhado de seu atleta guia Rodrigo quere gato vai estar nas pistas dos 400 M A gente pegou aqui nas redes sociais deles vamos ver se a gente consegue ver alguma coisinha de olha essa é a Kétila é isso né Kat e o Rodrigo no Mundial de COB esse ano onde ela conseguiu trazer a medalha de bronze tá Depois você me explica por que ele põe a mão assim atrás nela porque a gente não entende ele tá direcionando ela no bloco para ela fazer uma saída correta entendi por que que eles ficam é é o que é uma eles ficam amarr corda é uma corda guia né existe uma uma regulamentação específica da do do do que se pode utilizar da distância entre uma mão e outra tá E é uma obrigação por uma questão de segurança né para que eles estão correndo em alta velocidade que eles possam ter uma conexão isso acaba também sendo um canal de comunicação entre eles o atleta guia vai est o tempo todo falando com a com quem ele tá guiando né Essa foto exemplifica bastante a cordenação né a harmonia de movimento entre os dois sim e então o guia ele tem uma responsabilidade bastante grande de obviamente guiar a atleta Mas também de motivá-la E orientá-la durante o processo de corrida Qual é o posicionamento que ela tá se ela tá próxima de uma outra competidora se ela tá colocação enfim ele tem o tempo todo que falar e correr junto com ela por isso que ele precisa ter uma performance ainda melhor do que a atleta que ele tá guiando entendi daqui a pouco eu vou ver se eu consigo abrir aqui um Instagram do Kesley que eu acabei não vi e a produção me mandou também porque no caso Inclusive era uma pergunta que nós fizemos aqui que eles são irmãos é isso são irmãos a ketla ela faz os 400 m com o guia e o Kesley não é primeiro que ele faz 100 m ele o Marcelo já explicou aquilo Marcelo só que agora eu queria que você explicasse para quem tá em casa né para entender porque alguns atletas tem o guia e outros não o que que o que acontece a gente tem três TRS categorias de deficiência visual e no atletismo n no esporte paralímpico de uma maneira geral o cegos totais e as pessoas que têm baixa visão o cego Total pela regra Obrigatoriamente ele tem que correr com o guia Por uma questão de segurança né o atleta baixa visão que seria o T12 é opcional a correr ou não com guia e o que diferencia né correr ou não com guia é a capacidade visual que o indivíduo tem ou não então quando a gente fala assim ah mas os dois tem baixa visão mas às vezes ele tem um campo visual que favorece ele correr sem o guia e outro campo visual que não né vou dar um exemplo simples assim se ele consegue enxergar campo visual superior ele vai ter dificuldade para enxergar a pista e a linha da pista se ele tem o campo visual inferior ele vai ter mais facilidade para enxergar a linha da pista né da mesma forma se ele tiver o campo visual lateral ou não então são são eh pequenas diferenças que definem a escolha do guia ou não mas tem também a característica da prova prova de 400 m né uma volta toda na pista correndo em curva isso é mais difícil pro deficiente usual se manter e a e o atleta correndo em linha reta uma prova de semest é um pouco mais fácil tá no caso do Kesley eu tô inclusive com o Instagram dele aberto tem algumas fotos também dele nessa nessa prova quer dizer nessa prova não nessa nesse jogo né mas ele é uma outra prova porque que que ele corre sem o guia ele tá correndo pro O Guia por uma escolha né de de de performance ele consegue manter uma alta performance correndo em linha reta e também pela dificuldade que ele tem de encontrar guias que corram o tempo que ele corre ele tem um tempos muito similares de atletas olímpicos então isso também é um dificultador para encontrar pessoas que consigam guiá-lo na velocidade que ele corre Ah então tem essa também o guia ele tem que eles porque na verdade é ela é que vai sempre est por exemplo um segundo na frente do guia mas não pode estar muito pra gente entender como que é isso que que acontece o guia tem que ter uma performance superior ao ao atleta que ele vai guiar senão ele não consegue se manter orientando e e auxiliando tá a regra ela estabelece que o atleta guia não pode puxar o atleta com deficiência visual nem correr à frente dele tá né então eh ele vai estar correndo sempre ao lado e numa situação normalmente eles têm esse hábito na chegada ele Acer um pouquinho pro atleta chegar absolutamente na frente dele né Tá bom então é uma questão de regulamento é uma questão Olha então ele inclusive ele fala aqui ó uniforme do Brasil paraa largada na prova nos ATL Mundial incob também que ele participou E como que é para vocês né ter a gente pensar em ter um atleta eu eu vou pedir depois pessoal para soltar essas imagens também do o Kesley aí para para vocês verem em casa eles são dois irmãos e cada um na sua modalidade inclusive quem puder curtir eles já estão lá participando de várias coisas conhecendo Paris né E como que foi para vocês a gente tem aqui eu vi um vídeo do momento em que há o anúncio do nome deles para paraa paralimpíada como que era essa expectativa por mais já tinha meio que essa certeza mas hora que vem ali o anúncio oficial é que que o coração bate mais forte como que é isso é sempre bom lembrar que Campinas é uma referência Nacional do desenvolvimento de esporte para pessoas com deficiência a gente tem grandes entidades como a deac como a PC fomentando isso né mas eh é sempre uma alegria enorme tem uma ansiedade ali por mais que ele venha construindo essa convocação o Ato da convocação em si é um de felicidade e Campinas tem tido representantes nos jogos paralímpicos desde 1996 de maneira né graças ao bom trabalho também que é feito pelas entidades e eu tive o prazer de estar em três delas né Sidney 2000 Atenas 2004 e Rio 2016 então Também senti na pele esse gostinho da convocação mas óbvio que o atleta tem um sentimento ainda mais especial porque ele tá ali no esforço diário também para buscar esse desempenho a gente ficou muito feliz deles e é um momento especialíssimo para eles por serem irmãos né e eles chegam no ápice da perform F deles para essa competição tá aí pra gente vou pegar a gente tá falando mais de atletismo mas por exemplo o o guia ele treina todo dia com a pessoa todo dia todo dia todos os treinos todos os treinos todos os treinos quando eu falo todos os treinos são todos os treinos os treinos de pista os treinos de de musculação os todo tudo que envolve ele vai est treinando junto com a é um atleta único né a gente pensa ú Olha tem que ter uma sintonia muito grande é através da cordinhas toda uma comunicação e na faculdade tem esse olhar também de por exemplo um dia esse aluno fazer o essa vivência eu vou ser atleta Guia por um dia existe isso vivência em vários esportes né então como na educação física nós temos a perspectiva de de da formação tanto para o professor na escola qu para a área técnica para o bacharelado independente disso nós temos essas vivências em várias modalidades E aí a felicidade também de de ter né a associação junto conosco porque o ano passado final do ano passado nós tivemos essa essa possibilidade de que os alunos participassem né Desse festival dessa vivência né então não só como participantes da vivência em si do esporte Mas também de toda uma organização né de estarem recebendo os atletas a família n passar por todas as as as modalidades né então foi são especificamente dentro da disciplina eh já é pensado essa vivência né Tá agora admir a gente teve aí o time de vocês campeão né recentemente tudo pronto aí pra Copa dos Campeões então a gente participou recentemente do Campeonato Paulista em Ribeirão Preto o time da de camp foi campeão no rug brincadeiras de rodas sim e agora a gente tá numa preparação também na reta final da preparação porque dia 22 de setembro ao dia 28 de Setembro começa o brasileiro de rugby em cadeira de rodas em São Paulo lá no centro paralímpico tá e a nossa equipe está trabalhando empenhada para que a gente fique entre os três primeiros colocados da modalidade hoje a equipe de Campinas é uma das principais do país hoje a equipe de Campinas é uma das principais do país ela é quatro vezes campeão brasileira tá né e a gente teve vários vices e campeões de outros torneios então a gente tá sempre entre os três primeiros do Brasil graças a Deus a gente tem uma uma boa equipe multidisciplinar que dá esse apoio para os atletas tanto nos Bastidores Quanto na parte administrativa sim para que a gente consiga eh mantê-los saudáveis e preparados para competirem tá E esse atleta que por exemplo no caso específico do rugby por exemplo ele ele tem que se dedicar integralmente ao esporte ou ele acaba aliando alguma outra atividade profissional que ele tenha como que é essa rotina é infelizmente a gente não tem um apoio que a gente consiga manter o atleta eh exclusivo para desenvolver a modalidade né então ele tem muitos atletas trabalham eh tem as suas profissões as suas qualificações então ele trabalha recentemente nós passamos o nosso treino pra noite agora vai ser das das 18 às 22 horas lá na faculdade de educação física da PUC até para que a gente possa trazer esse atleta também que trabalha para ele fazer uma atividade à noite tá então a gente tá preparado para receber mais atletas a partir de agora também né com esse novo horário eh com aquele atleta com aquele com aquela pessoa com deficiência que trabalha que tem os seus afazeres durante o dia que à noite ela possa vir praticar o esporte agora a gente quando eu abri hoje o estúdio Câmara logo na abertura eu falei também da semana né da nacional da pessoa com deficiência intelectual e múltipla a gente falou bastante aqui da questão da deficiência física e a deficiência intelectual é algo que tem sido muito falado muito é é o esporte também ele pode professora de certa forma eh contribuir para que a gente também quebre esse paradigma de exclusão da pessoa com deficiência intelectual sim com certeza o esporte é uma ferramenta né de inclusão Então nós não não estamos pensando Só no esporte e rendimento mas um esporte voltado à saúde um esporte voltado ao lazer à melhoria da qualidade de vida da Integração dos aspectos sociais né então o quanto o esporte favorece a a inclusão das pessoas com deficiência e uma mudança e uma transformação a gente tem na boscha esse acolhimento né uau então a boscha ela consegue acolher esse atleta com deficiência intelectual uma deficiência mais complexa para que ele possa também praticar o esporte então se você tem na sua casa aí um filho que você acha que a deficiência dele é muito complexa e que ele não consig não consegue desenvolver um esporte procura a gente né para que a gente possa avaliar e ver se ele consegue praticar também a bxa ou o handball ou rugby ou o atletismo ou a natação Então a gente tem esses esportes hoje acoplados a de camp a PC para oferecer para você que tá em casa e pensa que talvez não consiga fazer nada você pode fazer alguma coisa então a gente convida nunca existe esse negócio não há nada que eu não possa fazer alguma coisa pode po dá para fazer sim D é Então olha a bxa inclusive quem quiser entrar em contato com a Camp Como faz a gente pede PR as pessoas entrarem através do nosso Instagram Então você @camp lá você deixa a sua mensagem que daí a gente também entra em contato e no nosso Instagram no nosso site www.acamp.com.br ter os telefones a forma de você entrar em contato com a gente para que a gente possa também entrar em contato com você tá certo então a gente tá falando de rugby né boscha bosa qual outro esporte o handball handball natação Então a gente tem pela decamp rugby em cadeira de rodas boscha paralímpica e handball em cadeira de rodas pela apc atletismo e natação Lembrando que a grande parceira que une todos nós é a PUC porque ela nos recebe e é onde a gente desenvolve as principais ações as principais ações então acontecem na PUC e o que esse novo programa Ele tá descentralizando descentralizando nos dois bairros que é o São Bernardo e o Dick se tá certo então e para você participar dessas atividades então basta morar em Campinas e ter essa disponibilidade de ir a um dos dois locais correto Lembrando que todas as atividades são gratuitas Ah isso é super importante todas as atividades gratuitas gente vamos fechar aqui o programa de hoje desejando aí uma boa sorte né para essa delegação brasileira que está lá em Paris e vamos ficar aqui na expectativa sempre de olho Principalmente quando alguém de Campinas estiver lá concorrendo né a gente espera né que que o Brasil tenha um ótimo desempenho e certamente terá e a gente fica feliz como entidade de base né de ter auxiliado um pouco nessa composição dessa seleção sim mas mais do que isso assim né as entidades a PC AD Camp que são entidades irmãs né Nós trabalhamos conjuntamente eu sou diretor da de acamp oir faz parte da diretoria também da apc né então a gente tem essa essa esse entendimento da responsabilidade social que a gente tem pro desenvolvimento da base né E aí a gente conta obviamente com o poder público com patrocinadores com as pessoas que queiram nos apoiar para que isso cada vez se amplie ainda mais então muito obrigado pelo espaço Tá certo ó sempre que tiver novidade Pode pedir para entrar em contato aqui com a TV Câmara Campinas porque essa é a nossa missão também gente dar aí espaço para as pessoas aqui de Campinas e região que tem um grande trabalho que tem muito a contribuir tem muito a inspirar você que tá em casa olha continue tendo aí uma boa semana e a gente fica por aqui [Música] [Música]
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