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[Música] Olá, bom dia. Estamos começando mais uma edição do Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Hoje é terça-feira, dia 15 de abril de 2025. Hoje é dia da conservação do solo, o dia do desarmamento infantil e o dia mundial do desenhista. E hoje também é dia de mergulharmos em um tema que toca fundo o coração de muita gente, tradições familiares. Como manter com o passar dos anos e gerações? Será que estamos perdendo aquilo que nos torna únicos como família? Ou será que as tradições estão apenas se transformando junto com a gente para essa conversa cheia de memórias, afeto e reflexões, a gente conta com duas presenças muito especiais, diretamente do Centro de Memória da Unicamp, conosco pelo Zoom a historiadora Maria Alice Rosa Ribeiro, que vai falar com a gente por vídeo daqui a pouquinho, né? E aqui no estúdio nós recebemos o contador de histórias Diego Augusto de Jesus Toledo do projeto Campo História. Então sejam bem-vindos. Daqui a pouquinho essa turma fala com a gente sobre tradições familiares. E você conta aí no nosso WhatsApp qual a tradição que você faz questão de manter na sua família. Manda mensagem pelo nosso what, está na sua tela, 1997829377. Enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza as notícias e a previsão do tempo. E daqui a pouquinho a gente inicia o nosso bate-papo com os nossos entrevistados. Vamos lá. Campinas publica avisos de licitação para a construção de centro de saúde no Vilage e Boa Esperança. Isso mesmo, a prefeitura de Campinas publicou ontem, os avisos de licitação para a construção dos centros de saúde do Boa Esperança Vilage. As duas unidades terão investimento aí de 11,8 milhões com recursos do governo federal por meio do PAC Seleções. Os projetos foram contemplados na lista divulgada em março de 2024. Atualmente, Campinas tem 68 centros de saúde em funcionamento. Com a conclusão das obras, esse número passa a ser 69, já que o Centro de Saúde Boa Esperança Fechada em 2021 voltará a operar em novo endereço. Cinco equipes de saúde da família e cinco de saúde bucal para atender 17,5.000 pessoas, hein. O prédio será construído na rua Presidente Bernardes, no Jardim das Paineiras. Investimento é de 6,58 milhões. Enquanto a no a nova sede não fica pronta, o Centro de Saúde Vilagem mantém os atendimentos na Avenida Francisco Cândido Xavier, no caso do Bo Esperança. É bom lembrar que os profissionais foram realocados para unidades próximas e vão retomar os atendimentos na área assim que o novo prédio estiver pronto. Serão quatro equipes de saúde da família, quatro de saúde bucal, com capacidade para atender 11,6.000 moradores. A construção será na Avenida Francisco Cândido Xavier, no bairro Vilage. investimento aí de 5,29 milhões. Muito bom, né? É saúde para a nossa população. E hoje, gente, tem audiência pública na Câmara de Campinas e você está convidado a participar, tá? A reunião tem início daqui a pouquinho, às 9 da manhã, no plenário José Maria Matozinho, onde serão discutidos cinco projetos que propõe alterações no regimento interno da Câmara de Campinas. Dois deles são de autoria da mesa da Câmara. A 16ª audiência pública pode ser acompanhada presencialmente no plenário e também será transmitida aqui pela TV Câmara Campinas através do sinal digital 11.3 do três do canal 4 da NET, dove da Vivo Fibra, tem transmissão simultânea nas fanpages da TV Câmara Campinas, da Câmara Municipal de Campinas, no Facebook, tem o streaming, né, no site campinas.sp.lege. Claro, o nosso canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Você está convidado para participar a audiência pública em instantes logo logo às 9 da manhã. Vamos lá. Previsão do tempo para hoje, terça-feira. Ontem ficou nublado, né? Não choveu, pelo menos onde por onde eu passei, né? Não teve chuva ontem, teve dia nublado e hoje nós temos aí um dia de sol com muitas nuvens à tarde e à noite. Não, agora de manhã, né, céu de brigadeiro, mas à tarde e à noite tempo nublado, porém não há probabilidade de chuva hoje para a cidade de Campinas, que acordou com a mínima de 17º, a máxima fica nos 27º, de acordo com o climatempo, essa é a previsão para a nossa metrópole nesta terça-feira. Muito bem, vamos lá. Quando a gente fala de tradição de família, parece que vem logo a cabeça, hum, aquele cheirinho de comida da avó ou o costume de reunir todo mundo no Natal. Mas essa tradição vai muito além disso, né? Ela tem um peso simbólico, uma força emocional e até um papel social. Você sabe que, segundo Immer Black e Roberts, eles são autores do livro Rituais Terapêuticos e Ritos na Família, esses rituais familiares são ritos simbólicos que transmitem valores, fortalecem vínculos e ajudam na transição emocional em momentos de mudança. E para falar sobre tradições de família, vamos receber diretamente do Centro de Memória da Unicampadora Maria Alice Ribeiro, que participa com a gente por vídeo, pelo Zoom, considerações iniciais. Muito bom dia, que gostoso ter você com a gente aqui, Maria Alice. Bom dia, Rúbia. Bom dia, Diego. Bom dia, audiência. É um prazer estar com vocês e além disso eu agradeço o convite para poder participar, debater, discutir com vocês a questão das tradições e da família. Maravilhosa, né? É sempre muito bom a gente relembrar. Nós temos memórias afetivas e é disso que a gente vai falar hoje, né? Estamos recebendo aqui ao vivo com a gente no estúdio o agente cultural, contador de histórias, Diego Augusto de Jesus Toledo. Todo mundo conhece ele, né? O projeto Camp História. Seja muito bem-vindo, Diego. Bom dia. Bom dia. Bom dia a todos. É um prazer estar aqui com vocês, poder conversar sobre as tradições familiares. Muito obrigado, Rúbia, pelo convite. É um prazer estar com a historiadora Maria Alice, que a gente conhece do Centro de Memória. Então, vamos falar, né, dessas tradições familiares. Vamos lá, então, né? Eu já começo, eh, perguntando pra Maria Alice, o que define uma tradição familiar, né? Como esse conceito se construiu ao longo da nossa história, da história do Brasil. Eh, o que é uma tradição familiar, Maria Alice? É, é, eh, bom, a tradição familiar, de fato, pra gente brasileiros e pensando eh na cidade de Campinas, na construção da cidade de Campinas, a nossa mais forte tradição é a tradição portuguesa e a tradição religiosa. E a tradição religiosa vem da Igreja Católica, né? A gente tem que pensar que Campinas ela era um lugar de pouso de tropeiros, né? Começa assim no século XVII. Em 1740 começam a ser distribuídas as primeiras cesmarias em Campinas, as primeiros lotes de terras para algumas famílias, em geral, famílias que nós poderíamos dizer da elite, né? Então, eh eh o que que são essas famílias? São famílias de origem portuguesa, óbvio, são todas, né, de origem portuguesa, mas já nascidas. em Taubaté, em Itatiba, nessa região e principalmente Taubaté, do Vale do Paraíba que vem se estabelecer aqui nessa região e vão se localizar como fornecedores de alimentos para os tropeiros que passam por Campinas em direção às Minas de Ouro Preto, da Minas de Ouro, Minas de Ouros de Ouro Preto, mas mais ainda de Goiás e de Cuá. Abá. Então vocês vejam essas primeiras famílias que vão se estabelecer aqui e vão receber lotes de terras doadas pelo o, no caso, a rainha de Portugal em 1740, 1780, eh Campinas é oficialmente fundada como freguesia eh em 1774. Então, essas famílias elas têm como formação tradicional a religião, isso a uno, né? E elas vão, a primeira reivindicação delas quando é fundada a freguesia é que se estabeleça a capela e todos os rituais eh de batismo, rituais ou sacramentos eh de sepultamento, tudo sejam feitos aqui e não mais em Jundiaí, que é na verdade de onde se des saiu. né? Foi eh Campinas, né? Porque Campinas, na verdade era um bairro de Jundiaí até formar a sua freguesia, que é com o em 14 de julho. Nós vamos agora, nós estamos encerrando os 250 anos de Campinas e é com a Fundação de Campinas por meio de uma missa. Vocês vejam, é a missa que vai reunir essas famílias. para fundar Campinas, a missa, que foi eh eh não ministrado, mas foi eh dada pelo Frei Antônio de Pádua, que é o mineiro, padre franciscano, que recebeu a freguesia como sua primeira paróquia. Muito bem. E ele vai ser o nosso primeiro pároco, o Frei Antônio de P. Então vocês vem já uma tradição é a reunião de famílias em torno de um agradecimento a Deus, né, pela o estabelecimento de um ato. Você é uma freguesia. Freguesia o nome já diz freguesia vem também de uma freguesia é a paróquia, né? Certo? Éonde aqueles párocos que são ligados àquela igreja. No caso era a igreja de Santa Cruz e depois vem a igreja do Carmo, onde a gente sabe ali no Largo do Carmo que foi a nossa primeira matriz velha, né? Então vocês vem a religião que é a primeira a se estabelecer como tradição de reunião familiar. Maravilhosa. Que explicação sensacional, né, Diego? Muito bom. E agora eu pergunto para você, Diego, você que investiga memórias das famílias, né, da cidade, eh, na prática assim, o que mais aparece como relatos de tradições de família, né, nas histórias que as pessoas constróem? Eh, as pessoas de Campinas, elas elas eh seguem aí essas tradições familiares, né? O que se comemora? Eh, qual que é a sua avaliação? Você que tá aí no dia a dia lidando com isso? Assim, como a própria historiadora Maria Alice trouxe, né, as tradições familiares vêm dessa desse lado religioso. Uhum. Principalmente o católico, né, o catolicismo. Eh, a gente tem a Páscoa que está chegando, né? É uma das grandes tradições familiares que são realizadas, não só em Campinas, nacional. Nós temos as tradições também de final de ano, aniversário, que são tradições familiares que são realizadas no ano a ano. Eh, trazendo esse lado, né, a gente, se a gente imaginar o Brasil de norte a sul, o tanto de tradições, né, que existem no no Rio Grande do Sul ou não existe na Bahia, são muitas tradições locais. Aqui em Campinas, uma a gente tem muito, tem o grupo lá de bairro Friburgo, que é a colônia alemã, né? tem o Edinho, que é um dos responsáveis lá. Então, a gente vê que tem o lado eh de Portugal, mas também tem a colônia alemã. Temos também a Fazenda Roseira, que tem o grupo João Gudito Ribeiro, que traz o lado da matriz africana, que traz tradições africana para cá e que são preservadas e passadas para as próximas gerações. Então existem várias tradições e a gente da Camp Hister quando forma a gente vai pra rua para procurar as histórias, a gente vai encontrando em cada casa histórias de dos avós, né, que que são preservados ali sobre a construção da cidade, sobre a evolução da cidade e aí vai moldando essas famílias, né, cada família com a sua tradição. Que legal, né? E você aí de casa, qual que é a sua tradição familiar? Manda pra gente, manda aí. Nosso WhatsApp tá na tela, né? Que que vocês aí na sua casa vocês mantém? Eh, qual que é o almoço especial de domingo que você mantém na sua casa? Tem um prato especial aí que a avó, a bisavó fazia e que hoje você aprendeu e segue essa tradição de família? Porque ter um ritual, uma rotina simbólica em família, não é só coisa de novela ou de um álbum de família perfeito, não. Segundo psicólogos, os rituais criam um senso de estabilidade e pertencimento, gente. E isso no mundo de tantas incertezas vale ouro, sim. Estudos mostram que famílias com rituais ativos têm maior eh coesão emocional e enfrentam melhor as crises e os momentos difíceis, viu? Então, manda pra gente qual que é a sua tradição de família, o que que vocês almoçam aí no domingo, o que que não pode faltar na sua mesa e na agora no domingo de Páscoa, pessoal se reúne, a família se reúne, como que é na sua casa? Manda pra gente que já já a gente interage. E agora eu falo com a nossa historiadora Maria Alice, do ponto de vista assim das tradições familiares mais peculiares, né? aquela questão da Páscoa, do Natal, eh eh de aniversários, de comemorações, de pratos específicos da cozinha que eh eh da receita da avó. Qual que é a importância, Maria Alice, de a gente eh trazer isso pro nosso dia, pros nossos momentos e cultivar essas tradições que vêm dos nossos antepassados e que se a gente não cuidar, isso vai acabar por conta que nós estamos vivendo de uma forma tão automática, essas pessoas estão longe, mas parece que estão pertos por conta do celular e aí com isso a gente vai ah se afastando. Então eu gostaria que você explicasse para os nossos telespectadores qual que é a importância desse resgate da tradição familiar hoje. Rúbia, eh, é evidente que é super importante manter esses laços, essa tradição, né, ou de reunião. Não importa até que eh que seja religioso ou não, mas é importante. Agora, o que eu queria sublinhar é o seguinte. eh as eh essas tradições elas vão se modificando ao longo do tempo. Obviamente a impressão que me dá quando a gente consulta documentos do século XVI e século XIX é que a principal tradição é religiosa, tá? Então vamos dizer essa questão do da quaresma. A quaresma é super importante. É a quaresma é aos 40 dias depois do carnaval. e a o o respeito à quaresma de não comer carne, uma série de restrições. Isso aí, pelo jeito, eh, pelo que a gente percebe de do na documentação, era extremamente, eh, preservado, reunido. E no e a comemoração da Páscoa com com a missa e tal. Agora, o almoço com peixe, um almoço com algum eh no domingo de Páscoa é isso. Ou na sexta-feira da paixão também é, vamos dizer, essa preservação de de hábitos alimentares durante a quaresma toda. E a outra eh a outra manifestação importante que a gente percebe é o carnaval. Avalestra, porque faz parte das festas religiosas, faz parte do calendário religioso ainda, porque demarca a o início da quaresma, o final do carnaval. Então, o carnaval, eu tenho a impressão que é uma das festas eh que era mais assim de uma tradição de se vestir, de jogar laranja de cheiro, de se vestir de, eh, se fantasiar e etc. Então, isso eu tenho impressão que são as duas tradições, a Páscoa, né, e carnaval, a quaresma, Páscoa, carnaval. Agora, outras tradições a gente foi adquirido ao longo da evolução, dizer do desenvolvimento da sociedade e das influências exteriores. Por exemplo, o Natal não é de uma tradição, é tradição religiosa, mas não da forma que a gente conhece hoje em dia, né? que é uma festa extremamente eh, vamos dizer, pagã no sentido de comercial, de, né, do Papai Noel. Essa figura inexistia. Claro que não pertencia. Agora, eu eu acho importante, vamos dizer, no século XIX e no século início do século XX, é que essa influência do exterior que vem quer da o o Diego falou das tradições alemãs, quer venha da Alemanha, quer venha dos Estados Unidos, algumas coisas que a gente vai absorvendo, a gente tá num mundo muito mais amplo e h toda essa influência, né? Agora eu quero demarcar com você, se eu tiver um tempinho mais eh que eh quando a sociedade campineira e pensando a sociedade campineira, pensando na sua evolução, ela muda do açúcar para o café e ela vai mudando paulatinamente e se torna uma grande produtora de café pro mercado internacional. Aí alguma a sociedade fica muito mais rica, né? E nós temos que pensar que ela fica rica e é graças à mão de obra escrava, porque foram os escravizados que constituíram essa sociedade. E as tradições desses escravizados eh que vem as tradições africanas, elas estavam completamente dizer eh eh abafadas, não? Então isso é é importante toda dizer isso, né, que nós tivemos no século XIX eh 60% da população era escravizados. Então isso é muito importante. E as tradições deles, eh, aos poucos eles foram conquistando, mas muito paulatinamente, porque elas eram totalmente eh reprimidas, né? Uhum. Eh, o Diego falou do de toda a tradição de jogos, de dança da de origem africana e que hoje são preservadas na fazenda Rozeira, por exemplo. Isso é muito importante, é trazer cada eh eh trazer essa esse lugar de tradição, de união da família, de histórias que reúne a família. Isso é extremamente, como você disse, Rúbia, é importante para o pertencimento, para sentir pertencer a uma comunidade, a se ter uma história. É importantíssimo essa noção de que eu venho de uma história, que eu tenho uma história e que tem uma tradição, né? Então isso eu acho importante. Muito bom, Maria Alice. Nossa, a a fala de Maria Alice tem um peso muito grande porque é é uma historiadora, né? Então assim, ela é um uma pessoa que tem a informação e e passa pra gente de uma maneira tão sutil, tão gostosa de ouvir, né? E você que tá aí do outro lado, conta pra gente já. Eh, produção, só vou fazer uma perguntinha pro Diegs aí. Já pode mandar aí as perguntas dos telespectadores. A gente vai fazer um pingpong, tá? Maria Alice, você responde uma, Diego responde uma e a gente tem que entregar aí 10 paraas 9 agora 8:25. O papo é bom, passa num instante que a gente nem percebe. Eu quero perguntar para você, Diego, eh você eh eh que trabalha, né, com com muita memória, identidade, eh como que você vê essa ligação entre a tradição e o pertencimento, né? Eh tem alguma história assim que que te emocionou eh relacionado a isso, né? a tradição, o pertencimento, porque a gente precisa pertencer. E se a gente parar para olhar na nossa história, parar para ver as tradições, a gente encontra o nosso pertencimento, porque assim, poxa, eu faço parte. Sim, sim. eh o pertencimento, né, que a gente sempre fala, né, tem que vir desde da infância, né, muitas tem essa questão, a gente fala assim, as tradições vão se acabando e às vezes os jovens acabam não se identificando com a história. Então esse pertencimento tem que ser inserido desde da infância. É, a gente costuma ver aqui na na questão popular, né, até na tradição de gostar de um esporte, gostar de um futebol, que nem aqui em Campinas há dois times. A gente visitou uma casa do técnico Zé Duarte, que foi um técnico do da Ponte Preta e foi um técnico do Guarani, da seleção brasileira feminina. A gente tem a família ali que ela, eles guardaram todo o acervo pessoal do técnico Zé Duarte. Então, desde pequenas, né, são três irmãos, eles sempre participaram do com o pai quando o pai ia trabalhar nos estádio, quanto da ponte, quanto do guarani. Até a família é dividida, uns torce paraa Ponte Presa, outros torce pro Guarani, porque o pai foi inserindo eles naquele momento de trabalho. Eu acho que é isso, a gente inserir a família para que todos se sentam, se sintam participando da dessas tradições que ocorrem na Páscoa, no aniversário, no final de ano. Existe tradições simples, né, também como aquele registro de foto anual da família, tem aquelas tradições que a gente sempre tira foto da criança na escola, ao lado da bandeira do do Brasil, né? Tem também aquelas fotos no cavalinho que as que a gente tira das crianças. Então tem essas tradições populares que vão marcando cada família. Cada família tem o seu, a sua tradição específica. E como a historiadora Maria Alice falou, essas tradições elas vão se modernizando, vão se transformando conforme a gente vai absorvendo de outros lugares. É verdade mesmo. Você sabe que me veio aqui uma memória, tá vendo a questão de pertencimento, a foto no cavalinho, né? Eu tenho uma foto, se eu sou, olha só, nem lembrei agora você falando, veio um resgate maravilhoso. Gente, eu tirei uma foto em cima de um bicho que eu achava que na época eu achava que era uma zebra, era um tipo um cavalinho, um burrinho, eles pintaram bichinho, né? E aí tem a foto. Só que não foi só eu. Eu tirei, minha prima tirou, minha irmã tirou, meu irmão tirou, todo mundo, todas as crianças da nossa família tiraram a foto em cima desse bichinho. E hoje a gente olha e fala: "Nossa, olha só, enganaram a gente, né? era um burrinho pintadinho, mas o que interessa é a tradição de família, né? A minha família fez de tudo para que todos nós eh tivéssemos essa essa essa memória. E essa memória veio para mim agora, você falando, eu lembrei, tá vendo? A questão de pertencimento, né? Isso é maravilhoso demais. E você tem uma tradição de família? manda pra gente. Vamos lá, produção. Vamos fazer um ping-pong com esses dois historiadores maravilhosos que nós estamos recebendo hoje aqui. E a Sara do Jardim Eulina é a nossa primeira participante. Toda sexta-feira acendemos as velas do Sabat. É assim que fala? Mesmo que os mais novos não entendam tudo, eu ensino, porque a nossa forma de manter Deus por perto. Olha só, a tradição, mantendo a tradição e ensinando para os pequenos. É isso que é manter a tradição e ter a sensação de pertencimento, né? Exato. E é dessa forma, né? Porque as crianças elas muitas vezes elas querem participar, né, do dia a dia, daquelas atividades. Então acho que a gente, nós adultos, às vezes acaba afastando as crianças da das tradições de que forma? Às vezes elas querem participar do hábito de ajudar a fazer uma comida. são esses pequenos hábitos do nosso dia a dia que tem que ser mantidos para que essas crianças acabam levando a tradição. Então, às vezes lá em casa, por eu tenho meu filho que tem 10 anos, ele participa, na hora do jantar ele arruma a mesa, então ele se sente parte da elaboração da comida. No café da manhã, a gente prepara uma crepioca, ele ajuda da forma de misturar a farinha com o ovo. Então ele vai se sentindo parte e isso automaticamente ele vai gostando de fazer parte dessas tradições, de preparar um café da manhã e de levar as outras tradições nossas para a frente e com certeza ele irá passar para os seus filhos. É isso que nós estamos falando, tradições familiares. Tem mais, Fernanda do Jardim Miriam. Aqui em casa, o domingo é sagrado, sempre tem macarronada na casa da minha mãe. Será que essas tradições simples são as que mais marcam uma família? Maria Alice, olha que legal, né? Na casa da Fernanda tem macarronada, na casa da mãe tem macarronada. É tradição que marca a família, né? É. Eh, sem dúvida, Fernanda, do Jardim Mirel. É isso mesmo, essa tradição de reunir a família na casa da nona, macarronada italiana, as tradições italianas. Aqui nós temos uma população grande de origem italiana em todo São Paulo, aqui em Campinas também, né? E então essa tradição de reunir todo mundo, toda é a coisa melhor do mundo, né? eh reú eu quando menina em Porto Alegre, que eu sou de Porto Alegre, eu sou gaúcha e a tradição da gente era comer na casa do meu avô. E também tinha uma uma moça que cozinhava lá, que era de origem portuguesa, então ela fazia capela, eh, fazia comidas de origem português e isso virou uma tradição no domingo na casa do meu avô. Quer dizer, isso reúne e e reúne os primos, nós pequenos, os pais, os avós, três gerações. Então é uma coisa muito boa, muito saudável, como a Rúbia disse, é a questão do pertencimento, é a questão de eh saber de da onde você vem, ter o afeto, ali se estabelece as relações de afeto. Isso é muito bom. E com a Sara, que ela acende uma vela para sabar toda sexta-feira, a tia do meu marido também toda sexta-feira assenti uma vela para no Sabá, comemorando Sabá. Então eu acho isso super importante, a gente manter as tradições e, como o Diogo disse, eh, transmitir, conversar com as nossas crianças, né, com os nossos filhos netos sobre isso, a importância contar a história dessas tradições. É muito bom, é muito enriquecedor paraa criança, né? Muito bom pra criança e para nós também, né? falando é você aí eh trazendo pra gente uma memória afetiva, né, do seu tempo. Eu falando do do burrinho pintado que eu achava que era zebra. E você, a sua tradição, o que que marcou você, Diego, assim para pra gente poder juntar aí o resgate as três memórias. Vamos lá. Eu acredito que o o dia da semana que mais ocorre tradição familiar é o domingo. Sim. Porque as famílias brasileira trabalha de segunda a sexta, segunda a sábado, então domingo acaba sendo aquele momento de folga da família onde pode se pode se reunir. Então o domingo já começa logo pela manhã ali com a tradição de para um culto religioso, independente da religião, ir pra feira. Exato. Eu lembro da minha infância quando eu ia pra feira com a minha mãe e hoje o meu filho vai na feira com a gente também. Então, poder ir lá comprar umas verduras, legumes, experimentar uma fruta e comer aquele famoso pastel, né, com caldo de cana. Então você vê que a comida ela tá sempre envolvida porque é um momento de apreciar, de alegria. Então, a macarronada com com frango na casa da avó é tod toda a família sempre tem aquela avó que faz aquela comida de domingo e todos se reúnem ali. Então, todo esse momento me marca bastante, né, na tradição da minha família, de se reunir ao domingo. A gente ainda mantém essa tradição. Eh, nem todos os domingos, mas eh porque também tem aquela relação, quando a gente fala tradição familiar, também tem os agregados da família, né? Porque a gente casa, tem a família da minha esposa que vem fazer parte dessa tradição. Então, às vezes são tradições diferentes. Então, tem um almoço na casa da família dela, tem um almoço na casa da minha família. Então a gente vai sempre ponderando ali, se adaptando. O bom que todo domingo tem uma casa pra gente almoçar e a gente uma trícia. Ô gente, eu tive que tomar uma água aqui, sabe por quê? Porque eu tô com água na boca. É. Sabe por quê? Porque eu tô sentindo o cheiro do macarrão com frango e maionese da minha avó. Então isso é uma tradição de família, né? Lá em casa a vovó sempre fazia isso quando estava conosco e todo mundo ia para lá. E hoje a gente continua. Tem outra outro tipo de comida, mas sempre tem um pouquinho de macarrão, maionese e frango. Não tem como. E a sua, como é a sua tradição de família de verdade? Tô com água na boca aqui. Se tivesse um prato de macarrão e frango e maionese, posso te garantir que eu faria hoje o meu café da manhã. Vamos lá. A Soraia do Cambuí. Na minha família, os nomes das crianças vêm sempre de ancestrais. Como o nome pode carregar o valor de uma tradição que se mantém por gerações? É verdade, né? Tem família que é assim mesmo, né, Maria Alice? Você vê a Soraia, a os nomes das crianças, da família dela são sempre dos ancestrais, né? Esse nome pode eh agregar, carregar um valor aí de uma geração? Ela pergunta. É, Sora. toda a razão dessa tradição de dar os números ancestrais prosil é muito eh ocorre muito em Campinas e se a gente analisa como lá no C de memória nós temos todos os inventários, né? Eh, até 1 de 1793 até 1940 os inventários. E quando a gente pega no inventário, uma das primeiras declarações é os herdeiros. E quando a gente vai ver quem são os herdeiros daquele falecido que tá fazendo, que é que é feito o inventário, né? Ou seja, o arrolamento dos bens deixados por aquela pessoa que faleceu, a gente vê os nomes eh vão se repetindo, né? os filhos, os netos vão receber nomes dos avós, dos bisavós e assim por diante. Então, nós temos vários. É uma tradição muito recorrente essa de homenagear o o parente ou às vezes nem é parente, às vezes é um amigo e você quer homenagear aquele amigo, você põe até o sobrenome do antigamente não tinha a regra. do sobrenome, conforme a gente tem hoje, né? Então, os pais poderiam dar o sobrenome que lhe que eles gostassem, era bem livre, né? Então você encontra vários filhos, vários irmãos com sobrenomes diferentes, mas é uma tradição essa de daí. Então, tu tens Antônio Pompeu eh de Camargo. Antônio de Pompeu de Camargo. Tu tem o um, que é foi o primeiro, depois o segundo, terceiro, o quarto, Antônio Pompeu de Camaro. Uau. Então essa é uma tradição, tradição, né? Muito bem. Muito bem, Maria Alice. Muito bom. Nosso programa de hoje, 8:38, tá passando voando. A gente tem perguntas e depoimentos legais aí das pessoas que estão assistindo a gente, né? Eu quero mandar um bom dia especial para você que tá com seu televisor ligado, para você que tá acompanhando pelo YouTube. É muito bom ter você conosco, viu? A Giovana do Taquaral, todo Natal nossa ceia tem lasanha, polenta e vinho feito em casa. Tradições familiares, tradições alimentares são as mais fáceis de manter ou correm o risco de sumirem com o passar do tempo? Ah, isso me preocupa, sabia, Diego? Porque eh a gente precisa manter cozinhar é um ato de amor. Cozinhar paraa família, no meu ponto de vista, é um ato de amor, né? E essa tradição da ceia de Natal é é igual ela diz a Giovana, lasanha, polenta, vinho, feito em casa, né? E ela pergunta, corre o risco de desaparecer essa tradição com o passar do tempo? Qual que é a sua avaliação? Eh, conforme a gente analisou, né, as colocando as crianças para estar participando daquele momento de elaboração de um prato de comida, isso faz com que dificilmente se perca essa tradição nessa família. Em casa, nós temos o famoso bolinho de chuva que minha mãe prepara e que era preparado pela minha avó. Então essa tradição vai se mantendo e meu filho adora o bolinho de chuva. Então a gente replica também essa receita, essa tradição de fazer o bolinho de chuva no final de semana com aquela açúcar por címica, né? Uma delícia no final da tarde. Então é isso, é incluir as crianças nessa no elaboração dos pratos para que essa tradição não se perca. Em casa também tinha aquele famoso caderno da avó que ela faz notava as receitas da forma que ela preparava. Hoje a gente tem vários canais, né, que tem receitas no YouTube, Instagram, mas tem aquela receita com a cara da família. Então isso pode ser, conforme vai se perdendo esses cadernos, pode ser trazido pro lado digital também de uma forma de compartilhar com a família para que todos vão compartilhando e ir passando para as próximas gerações. É isso mesmo. Nem toda a família tem uma tradição antiga, né? E às vezes a gente quer começar uma agora. Será que dá? Gente, a resposta é sim, dá. E tem até um jeito certo de começar, né? Tradições podem nascer de pequenos gestos cotidianos, como o Diego bem falou aqui, como uma receita feita juntos ou uma leitura antes de dormir. A chave está na repetição, né? E com significado na participação de todos da família. Você pode criar aí uma tradição nesse momento e passar pro seu filho, seu filho passa eh eh pros filhos dele depois que passam para netos e netos e você acabou de criar uma tradição aí na sua casa, tá bom? A Elisa do Jardim Florenci. A gente nunca começa uma refeição sem agradecer em voz alta. Muito bom. Aprendi com meu pai que aprendeu com o pai dele. Pode ser simples, mas é a tradição de fé. Que coisa linda, né? Você sabe que eu agradeço também e é uma coisa assim que é tradição e é muito bom. né, Maria Alice, essa questão eh eh de você eh eh iniciar uma refeição, mas antes você agradecer, né? Então, é uma tradição também que vem da religião. É, é, vem da religião. E, e esse agradecimento eu acho que não é muito tradicional, não é muito utilizado, mas muitas famílias usam esse agradecer pelo alimento daquela mesa, né? Ou seja, a obtenção daquela graça, daquela bênção que é o alimento. Então, é uma é esse e eu acho que o ato de agradecer, ele sempre faz bem para todas as pessoas. Ela une as pessoas em torno do agradecimento daquele pão, daquele pão de todo dia, né? Então, acho que é excelente esse maravilha. A nossa ouvinte trouxe pra gente. Sim, sim. Olha só, eh nós, os telespectadores mandando perguntas pra gente, mandando depoimentos, né? A gente fica muito feliz. Nós estamos falando de tradições familiares, como manter com o passar dos anos e gerações. Estamos aqui com dois historiadores, Maria Alice, nossa professora maravilhosa historiadora. o Diego também, né, do Camp History, que é um professor também, né, porque ele, gente, pensa quanta história tem para contar. Mas é o seguinte, nós temos pouco tempo e aí a gente precisa interagir com os telespectadores. Você que tá aí do outro lado é muito significativo pra gente. Então, 8:42 pode mandar sua mensagem. Ah, nós temos ainda mais aí, acho que 12 minutinhos de programa. Dá tempo de falar com você, o Leandro do Barão Geraldo. Toda Páscoa a gente esconde os ovos. Olha que legal pela casa com mapas feitos à mão. Essas pequenas brincadeiras em família tem peso na formação emocional? Ah, se tem, né, Diego? Não, com certeza. Porque as tradições familiares são costumes e valores que aquela família tem. Então já essa esconder o chocolate para que a criança procure desperta essa essa alegria, a forma de interagir com a família depois de abrir os chocolates junto, compartilhar, dividir com o primo, com o irmão. Então isso vai montando um laço familiar. Isso mostra o caráter, a característica daquela família lá na frente. Então isso personaliza, né, essas brincadeiras, essas reuniões, vai personalizando a família e personalizando a característica de cada membro familiar. Você lembra disso na sua na sua infância? Lembro sim. E também a coloco para o meu filho, né? E já ele já tá com 10 para 11 anos, por mais que a a o lado de imaginar o coelhinho da Páscoa já começa a cair na realidade que não existe. Mas te continua fazendo essas brincadeiras, interagindo com ele, não só na Páscoa, mas também como no Natal, de esconder o presentinho para procurar. Eu acho importantíssimo. É rico para as crianças e para toda família. Criança é magia, né? criança é lúdico. E essas tradições elas vão passando de geração em geração. Isso é importante demais. Vamos lá, pode mandar mais perguntas pra gente? Produção 8:44. Acho que dá tempo para mais uma só, né? É, então vai. Vamos lá. Ana Paula do Taquaral. Meu avô era palmeirense roxo, meu pai também e agora meu filho. Como com essa coisa de passar o time de coração também entra nessa ideia de tradição. Maria Alice, o time também. Eu acho que sim, viu? Ô Ana Paula. Isso mesmo. Vai passando de tradição, de de geração em geração, aquele amor a a camiseta, ao tim, ao time. E é uma construção emocional, né? Porque é importante isso, dizer torcer por aquele por aquele time e saber perder nos momentos tristes e levar tristeza, porque isso forma o a a reação emocional, o caráter pessoa. Quer dizer, não é só de ganhos, mas temos perdas também. E eu acho que a forma mais lúdica é de fato o futebol que nos envolve a todos, né, como uma tradição que vem de muito tempo, né, não dos períodos coloniais, mas no século XIX já entra o futebol. Então é muito interessante isso de passar de geração em geração. Às vezes ocorre um que outro torna-se de outro de outro time apenas para poder fazer a disputa, o conflito, né? Também faz parte da família. É isso, gente. 8:46, a última pergunta do programa. Daqui a pouquinho a gente já precisa entregar porque 9 horas tem audiência pública direto do plenário José Maria Matozinho. Nós vamos transmitir ao vivo aqui da TV Câmara Campinas. Então por isso que hoje a gente entrega um pouquinho mais cedo, tá? Vamos lá. Pode mandar a produção. A última do programa de hoje, Renato do Jardim Garcia. Começamos a tradição de reunir família há 10 anos, mas só com oito pessoas. Uau! Hoje somos mais de 150 já em quatro gerações com direito de até tia bisavó. Que magnífico, Renato. Que legal, que compartilhamento show de bola, né? Não, muito bonito. Parabéns pela família, né? Que iniciou essa tradição. E como ele disse, a tradição ela não precisa ser uma tradição de 30, 50 anos. A tradição pode iniciar agora. Aquela família que não tem nenhum nenhuma tradição, ela pode iniciar agora, trazer pra sua família uma tradição que ela acha importante, que vai trazer laços afetivos, ela vai começar a aplicar agora como essa reunião no na Páscoa ou no Natal, como uma reunião aos domingo. Então, nunca é tarde para iniciar uma tradição. Conforme a gente disse aí, começa com os pequenos gestos também, as tradições de dar uma boa noite, de fazer uma leitura antes de dormir. Cada um faz uma leitura de uma página do livro. Então existem várias tradições, vários gestos pequenos, hábitos que podem ser inseridos ali no cotidiano do dia a dia e que vai se transformar lá na frente em grandes tradições. Falando do time, naquela pergunta anterior da Ponte Preta, do Guarani, que aqui em Campinas são os dois maiores times e realmente acontece essas tradições de passando para netos e e bisnetos. Nós temos patrimônios culturais aqui em Campinas, né? Tem a praça Carlos Gomes, que é onde foi fundado o Guarani. E é bom passar essas tradições da história do dos times locais, como que foi fundado esses time. Eu passo muito isso para o meu filho. Como que surgiu a Ponte Preta, que foi devido ao estádio e a camp History com com o trabalho que nós fazemos da valorização e preservação da história, de disseminar a história de Campinas, a gente vai trazendo essas tradições dos times locais, das culturas, das fazendas que existiram aqui para os, não só paraa nossa família trazer essas tradições conhecimento pra nossa família, mas para como todas as famílias através do nosso canal da Camp Ris. Maravilha. Gente, se a gente precisa entregar 8:48, a gente vai paraas considerações finais da Maria Alice. Queria muito ficar falando com você, mas a gente tem que entregar porque tem audiência pública daqui a pouquinho. Então eu agradeço demais a sua participação com a gente. O pouco de conhecimento que você compartilhou conosco, tenho certeza que já eh engrandece muito a a o nosso tema de hoje, que são as tradições familiares. Obrigada, Maria Alice. Ah, eu que agradeço, Rúbia e Diego, pela participação e agradeço a audiência, a a intervenção da da do público foi excelente, trazendo também as suas experiências, as suas tradições, a sua história, o seu legado. Esse é legado que a gente vai deixando pros nossos filhos, pros nossos netos. Muito obrigado e um uma um bom dia para todos. Maravilhosa, querida Maria Alice, nossa historiadora, participando com a gente através do Zoom e com a gente ao vivo aqui. Tem o Diego também, nosso historiador, né? Porque está aí trazendo histórias, contando, trazendo a a pro nosso dia a dia histórias que de repente você nem imaginava tá lá no campory. Obrigada, viu? Muito bom dia para você. Considerações finais. Eu que agradeço pelo convite. Eh, o trabalho nosso da Camp Ro é realizado por mim, Diego Toledo, pelo historiador Ivan Amaral, que são juntos vamos contando história da região metropolitana de Campinas e uma das tradições que nós trouxemos para o nosso canal é o cartão postal. Ai, que legal. E aí aqui eu vou deixar com a Ruba esse cartão postal é referente aos 250 anos de Campinas, aonde a gente traz o monumento Carlos Gomes, contando a história de Carlos Gomes, que foi uma grande personalidade, um maestro de, né, mundial, bem conhecido. Então a gente traz a história de Carlos Gomes, do história do monumento túmulo e o cartão postal que foi se acabando aos poucos, mas é uma tradição que podemos retornar e enviar pra família o cartão postal. uma grande tradição que tradição que sempre teve e a Camper trouxe novamente para as famílias de Campinas e região. Nossa, eu lembro que eu recebia cartão postal pelo correio, gente. Olha que legal. Você pode mandar, né, pro a pessoa que você gosta. Olha só, esse aqui é um ponto turístico, um ponto histórico da minha cidade. Show de bola. Valeu, super valeu, Diego. Muito bom. Eu que agradeço. Muito obrigado por tudo. Um abraço a todos e vamos manter viva as tradições familiares. É isso mesmo, gente. Tradição não precisa ser algo grandioso. Às vezes a tradição está em pequenos gestos, em pequenos momentos, né, do nosso dia a dia. E você pode sim resgatar a sua história e ter aquela sensação de pertencimento. Eu quero agradecer a sua audiência, a sua companhia. Lembrando que em instantes eh TV Câmara Campinas transmite ao vivo audiência pública direto do plenário José Maria Matozinho. Você está convidado para participar. A sua participação é muito importante. A gente vai encerrando por aqui. Lembrando que amanhã, deixa eu me ver aqui, amanhã nós vamos falar aqui no estúdio Câmara. Deixa eu me ver qual que é o assunto de amanhã. Ah, lembrei, lembrei. Homens que se cuidam demais. Ah, demais não. O homem também precisa se cuidar, né? e você se cuida. Então, nós vamos falar de homens que vão ao salão, de homens que eh cuidam aí do seu da sua beleza, né? Então, eu quero saber se você é um desses homens e aí você vai conversar com a gente amanhã aqui no estúdio Câmara, tá certo? Então, pessoal que se valoriza, se conecta, tem barba feita, bem cuidada. Então, tudo isso amanhã, autoestima dos homens. Você é nosso convidado especial para participar. Eu sei que tem muitos de vocês aí, né, que já marcaram horário no salão para passar a tradição eh do almoço de Páscoa. Concorda? Então, amanhã você conta pra gente, tá certo? E gente, é o seguinte, daqui a pouco, então, ao vivo tem audiência pública, meio-dia nós temos o Câmara Notícia trazendo informações do legislativo e também é da nossa metrópole. e a programação da TV Câmara Campinas recheada de muita coisa boa para você, toda a produção aqui do nosso grupo. Mais a gente agradece a sua audiência, a sua companhia, desejo a você uma ótima terça-feira e amanhã Encontro Marcado, vamos falar da da autoestima dos homens tá bem lá em cima, hein? Encontro marcado amanhã. Valeu, gente. Beijo grande. Até lá. Tchau, tchau. Se cuida. Fica com Deus. [Música] Ah. [Música] [Música]