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ESTÚDIO CÂMARA
Em destaque · HD Vídeo · ESTÚDIO CÂMARA

ESTÚDIO CÂMARA

53 views Publicado 19/07/2024 HD · 1:03:03

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[Música] muito boa tarde a você de casa que nos assiste estamos começando mais um estúdio Câmara Artes e cultura porque sexou e sexta é dia de falar de coisa boa toda sexta-feira aqui no recesso parlamentar a gente sempre vai trazer um assunto ligado à arte e cultura para você e hoje o nosso universo a gente vai navegar pelo universo HQ universo paralelo dos quadrinhos e a gente tá aqui com dois Feras do HQ de Campinas que é o DJ Carvalho que é jornalista e quadrinista e o Alexandre esquitini que também é quadrinista e roteirista mas antes de mais nada eu quero que você Anote o WhatsApp da TV Câmara Campinas para você interagir com a gente mandar pergunta sugestão e quem sabe até uma curiosidade né se você puder anotar então o DDD 19 9 7829 3776 de novo 9782 93 7776 e esse WhatsApp serve para todos os programas ao vivo da TV Câmara Campinas Então já fica salva aí no seu celular para você interagir com a gente vamos apresentar Então essas duas Feras do HQ para você DJ Carvalho Alexandre muito boa tarde muito obrigada pela presença de vocês aqui hoje boa tarde prazer tá contigo com Alexandre pra gente falar um pouco de quadrinhos de Gibi de maneira geral e vamos lá Boa tarde eh xará né Vamos falar de quadrinhos é sempre importante a gente falar de de dessa linguagem que a gente precisa disseminar is tem que pôr para rodar cada vez mais né mas essa linguagem é antiga né Alexandre é bastante antiga a gente vai começar então o Dj que é um especialista também em quadrinhos né ele tem um Instagram que é o @mundo HQ né que você pode seguir no Instagram para acompanhar as postagens Ele é especialista também em educação né e tem dois livros publicados que é o educação está no gibi isso e a história de sassis é escola de sassis escola de sassis né DJ começa conversando com a gente aqui contando como é que surgiu a gente tem registro dos primeiros HQs temos como como eu tava até batendo um papo com o Alexandre antes Aqui como ele mesmo falou a controversas né mas na prática sim o que que acontece se você pegar os americanos gostam sempre de falar que tudo foram eles que fizeram então se você perguntar para um estadunidense ele vai falar para você que surgiu em 1895 com um personagem que chamava Mike Dugan ele surgiu num num numa Tiga chamada Hogan Zali publicado no no jornal de New York World Por que que é essa importância né ela surge como Tiga porque a história em quadrinhos Na verdade nada mais é do que várias tiras em sequência né então ela surge Como nessa nesse tipo específico de HQ que são as tiras eh esse personagem um ano depois ele ele era um personagem a gente eles se considera efetivamente uma história em quadrinhas por quê é uma história sequencial tem locutor tem personagens fixos né talvez tivesse outra Person outra história antes sem personagem fixo por lá e efetivamente num grande veículo de mídia né então e e ganhou a credibilidade ganhou conhecimento eh mesmo em em 1895 era uma franquia você tinha e peso de papel e cofrinho camiseta tudo com esse personagem o m Dugan que fica conhecido como the Yellow kidy o garoto Amarelo porque um ano depois que ele é lançado ele passa esse a diferença desse personagem e as falas dele e eram na camiseta e um ano depois do lançamento a camiseta passa a ser pintada de amarelo e por isso ele é conhecido como the Yellow Kid né Eh mas o Yellow Kid e ele então ele fica bastante famoso eh ele não tem uma sobrevida muito grande porque era muito vulgar ele era um personagem meio algumas pessoas acham fofo outras acheio ele era orelhudo ele vivia lá num num tipo numa favela por aí fora A gente separou umas imagens da isso se quiser dar uma mostrada não é um personagem assim fofo né e ele era um pouco vulgar pra época aí inclusive um outro personagem do mesmo autor que é o Richard Alt que depois que ele lança fica faz muito mais sucesso que aqui no Brasil era conhecido como Chiquinho né lá é o Buster Brown e o Chiquinho até também era vulgar só que ele era mais fofinho mais bonitinho branquinho loirinho Então as pessoas Gostaram mais aparentemente Porém Aqui no Brasil 26 anos antes ou seja 869 Mais especificamente no dia 30 de janeiro que é considerado o dia do quadrinho nacional e você tinha lá um Ittalo brasileiro chamado Angela Agostine que já lançou uma história em quadrinho sequencial com personagem fixo tudo chama as aventuras de inokim né então a gente no Brasil normalmente você fala ah histórias en quadrinhos surgiu no Brasil o americano vai falar que foi lá mas já tinha outras histórias que podem ser consideradas mais ou menos a mesma coisa na China ano milhares assim milhares centenas de Anos Antes eh e se você pensar né uma pintura rupestre não é uma história em quadrinho não é uma arte sequencial que conta uma história com começo meio fim né Tudo bem os personagens fixos são sempre os homenzinhos guininho elefantinhos ali né os os mamutes mas e não tinha balão porque não tinha escrita Mas então assim é é uma conversa eh a gente que é brasileiro gosta de falar né e sem dúvida nós temos um dos Pioneiros que é o Angelo Agostini Então isso é nosso mesmo nós temos um dos maiores Pioneiros dos quadrinhos mas eu acho que é uma conversa assim discutir exatamente Quando surgir é uma conversa que tem a controvérsias realmente não até porque o o que a gente sempre tem que parar para pensar é que a relação da nossa a nossa relação com a escrita e com as ilustrações ela vai mudando de acordo com o passar do tempo então a gente até investigou tentou investigar o que que poderia ser um quadrinho primordial como que a gente po eh as formas de transmissão de linguagem né numa das nossas revistas que a gente faz vários quadrinhos experimentais a gente trouxe a historiadora tupag guerra ela é especialista nos manuscritos do Mar Morto ela fala de linguagem antiga e a gente nessa entrevista eh a gente descobriu tanta coisa magnífica Assim Que a Gente Nem tem noção um exemplo é que a gente tá na tem na nossa cabeça por conta da nossa eh dos dias de hoje que a gente transmite a linguagem para chegar em mais pessoas que a gente quer comunicar porque a gente quer registrar alguma coisa e a relação antigamente nem era essa era às vezes eh tornar um texto sagrado Então você registrar ele não tinha a ver com passar para próximas gerações então com o quadrinho é a mesma coisa a as coisas vão elas são orgânicas a gente não sabe exatamente Quando surge porque Justamente a linguagem ela vai evoluindo conforme a gente vai evoluindo também né E quando vem a prensa a gente consegue fazer replicar as coisas em massa a relação do quadrinho muda completamente né do porque você consegue ter outras finalidades chegar em muito mais pessoas é é interessante pensar que é uma forma de expressão mas a pessoa não quer só escrever e não quer só desenhar né ela quer contar uma história e já vem pronto isso na cabeça inclusive é uma coisa muito bacana porque muita gente assim quando você começa ler quadrinhos e tal as pessoas às vezes pensam assim ai mas eu queria fazer uma história em quadrinhos mas eu eu não meu desenho não é legal né ah ou então eu quia fazer uma história eu desenho muito bem mas eu não tenho e a pessoa acha que um jibi é feito em uma pessoa só é claro que tem aquele artista completo que faz tudo né Eh mas você pode ter e na maior parte das vezes você tem e acho que até o Alexandre pode falar bastante sobre isso também às vezes você tem um cara que só faz o desenho às vezes ele só faz o roteiro às vezes ele só faz a letra às vezes ele só pinta E fora que o desenhar bem porque realmente é é é é a junção do desenho com com o texto então se eu desenhar bem você tem diferentes tipos de traços por exemplo na minha tira o traço é de humor meus personages tê quatro dedos né Por mais que eles foram evoluindo é um traço mais simples né eu tinha um amigo que ele fazia uma tira sensacional que chamava pulgatório de pulga mesmo e os personagens eram dois pontinhos com balão era a A Pulguinha eram duas Pulgas conversando a tira era muito engraçada mas o desenho Era nulo é uma sacada na verdade mais do que do que um desenho né então assim essa é uma coisa muito bacana do quadrin eu eu concordo eh você tem hoje principalmente é usada Aliás nem nem hoje né muito tempo atrás né basta lembrar que por exemplo sei lá malung usou na Revolução ch Ele usou quadrinhos para dizer como deveria ser um comunista entendeu assim Quadrinha É uma ferramenta muito boa para se comunicar mas também para se expressar para fazer arte para registrar quem sabe até para tornar algo sagrado como você falou né alexand é que no fim das contas né no mundo que a gente vive a arte ela não pode ser a arte pura aquela que a gente idealiza a arte ela precisa virar um produto que tudo é mercadoria no sistema que a gente vive então até os nossos sentimentos as nossas conexões humanas elas precisam virar produtos não tem muito o que fazer e e a questão é que eh por isso que a gente fala que o quadrinho também a arte no geral ela é um movimento de de de resistência a isso porque por um período Pode ser que o virtuosismo a técnica eh Nossa tá aqu aquela coisa magnífica e cheia de cálculos e perfeição aquilo lá pode ser que foi um diferencial mas é um diferencial para separar quem tem mais acesso a à erudição do que outros ho Hoje em dia a gente não precisa mais disso a gente quer se conectar com outros humanos e o quadrinho é perfeito para isso né a gente vê hoje nas redes sociais milhares e milhares de pessoas conseguindo propagar e fazer conexões com uma linguagem que antigamente não seria erudita o suficiente hum né Ela é intuitiva Popular né eu não falei mais cedo daqui a pouco até a gente vai falar mais disso mas o DJ também tem uma tirinha né só dando gizada que ele escreveu por muitos anos pro Correio Popular que é o jornal mais tradicional aqui da cidade daqui a pouco a gente vai falar mas disso também né e eu queria que vocês falassem também pra gente quem tá assistindo e de repente não é um conhecedor tão assim a fundo do dos quadrinhos os estilos né que tem o mangá tem o HQ né qual é a diferença posso falar um pouquinho disso se quiser assim a gente costuma citar mais amplamente como Artes gráficas né Se a gente for falar nessa área eh talvez rapidamente Assim como tudo começa a espalhar no jornal eh eu acho que a gente citaria primeiro charge tá a charge geralmente é S um quatro só às vezes são dois mas a charge é muito histori lógica ela é muito ligada ao fato que tá acontecendo Então a charge Você pode ter por exemplo aqui em Campinas nós tivemos durante anos acho que bastante quem conhece conhece o dalce por exemplo né o dalce ele mistura com um pouquinho de caricatura que é o desenho do rosto né brincando ali exagerado mas ele pega um fato do dia e transforma aquele fato numa piada se você não conhece o fato você não entende aí você tem o Cartoon Cartoon o desenho geralmente é mais cômico também geralmente um quadro só pode ser dois não existe assim um grande impedimento mas o Cartom é uma piada mais Universal é o cara Escorregando na casca de banana Óbvio geralmente mais engraçado que isso tô só né citando aqui mas o Cartom ess é só esse quadro a história em quadrinhos como eu falei ela começa pela tira efetivamente é autod descritivo né uma história contada em quadradinhos então cada quadro é moldura uma cena entre as os quadros acontece alguma coisa que é quem tá lendo que imagina né tem o Scott maclaud que é um teorista de de um teórico de qu ele fala uma coisa muito bacana que é como se você então e para quem tá vendo a gente você vê por exemplo a Mônica girando o coelhinho E aí no quadro seguinte tá o Cebolinha com olho roxo Você não viu o coelhinho atingir o olho dele entre os quadrinhos você imagina o que acontece então o Scott mudio fala que é como se o leitor ele tem um acordo com quem desenha é como se entra em um quadri outa ele saltasse de um trapézio e segurasse no outro trapézio esse pulo quem faz ele o que é uma coisa muito bacana do quadrinho porque por exemplo se eu desenhar um quadrinho esse exemplo também é dele né um cara levantando um machado é e uma moça meio assustada aí no quadrinho seguinte tem um berro Quem matou a moça ou quem imaginou não foi o autor foi você que tá lendo você que imaginou Então isso é uma coisa também que que atrai muito eu acho nas histórias en quadrinhos agora os estilos quando você fala o mangá né a principal diferença é que e o mangá ele é ele é uma história em quadrinhos também só que ele tem características específicas é a história em quadrinho mangá Originalmente no Japão né o traço japonês eh mangar se eu não me engano é Imagem e Ação eu esqueci o que quer dizer os os a a sigla Mas enfim eh na prática é o mangá tem características diferentes desde a leitura ou a posição de leitura que a gente lê ocidental a gente vai ler da esquerda pra direita né eles vê da direita então eles começam do fim por assim dizer E aí tem várias características de traço diferentes geralmente porque eu tô olha os grandes eh tem eh eles investem muito mais em em por exemplo nas linhas cinéticas n né que são aqueles risquinhos né para eles é uma coisa muito mais grandiosa as próprias onomatopeias né que é o barulho eh eles fazem un atopias muito mais eh envolventes na história tem várias características diferentes mas mangá e o quadrinho ocidental também todos eles têm gênero terror humor Aventura eh aqui no Brasil e até eu vou dar um gancho que eu sei que o Alexandre gosta de falar disso quer dizer gosta a gente falou 5 minutos ali fora a gente já entrou nisso e aqui no Brasil por exemplo o estilo que efetivamente pega é o estilo em geral mais crítico e mais humor né E por exemplo nós já tivemos muito super-herói no Brasil muito muito mesmo na década de 60 70 nós tínhamos muito desde sei lá Golden Guitar raio negro tem inúmero super heróis Mas isso foi até pela crise do Papel pela televisão foi foi diminuindo e reduzindo tem alguns ainda gralha overman mas na prática o que pegou mesmo foi o quadrinho de humor e crítico até pela nossa né até pelo nosso tipo de país né um país que tem questões você não o cara e que tá sofrendo com o dia a dia de repente né falta de emprego etc el é difícil para ele acreditar no Superman né ou ou no Batman é mais fácil ele ver o Bob cusp por exemplo fazendo uma crítica à cidade é mais fácil ele ver uma rebordosa um quadrinho do laert então isso pegou muito mais do Brasil eu acho que também vai para um caminho que é das questões materiais do trabalhador que é o seguinte a tirinha é uma coisa que a gente consegue produzir muito disponibilizar na internet muitas vezes na maioria das vezes você não é remunerado por isso entendeu Você tem que eh ou depois você vai fazer um financiamento coletivo ou depois você vai eh fazer uma publicação independente Mas acontece que para você produzir um quadrinho eh contratar ilustradores né como como a gente falou agora a pouco né Nem todo mundo faz tudo né então você contratar roteirista você contratar um ilustrador um revisor uhum eh você demanda de um investimento que você não consegue fazer de forma individual sim então isso faz eu acho que são duas coisas né tem ess essa essa questão da da da da cultura brasileira mas também das condições materiais né de você é é é mais fácil entre aspas você produzir uma tira do que você produzir um volume completo que você vai ficar às vezes mais de um ano trabalhando naquele um projeto né mais complexo né Exatamente é um projeto envolve muitas pessoas e depois você não faz um investimento não tem um retorno daquilo ali e aí e aí e já que a gente tá falando em desenho então desenhar é uma coisa importante né não é essencial porque dá para fazer colaborativamente né mas para quem desenha Sai na frente um pouco ali né desenhar é importante para expressar Uma emoção do personagem da cena né E tem escolas de desenho que capacitam pessoas desde a infância que em Campinas a gente tem profissionais muito bons né professores de desenho incríveis a gente tem uma escola muito tradicional aqui na cidade e a Ana Paula meneguette que é a nossa repórter de toda sexta-feira aqui no estúdio câmera tá lá para falar com a gente e falar um pouquinho desse universo de Aprendizes e a Ana Paula que eu sei já fez curso de desenho e desenha bem sabia disso DJ Pois é depois ela vai mostrar pra gente boa tarde Ana boa tarde Alê boa tarde a todos que acompanham o câmara estúdio e também pros nossos convidados que estão aí com você pois é Alê eu desenho não tão bem quanto eu gostaria mas já fiz sim várias aulas de desenho quando eu era criança e isso foi muito importante né pro meu aprendizado pro meu crescimento para falar mais sobre esse tema desenho quadrinhos eu vou conversar com o Ricardo Quintana Ele é professor de desenho e também ele é proprietário de uma escola de desenho aqui no bairro Chácara da Barra Ricardo muito obrigada pela sua participação aqui com a gente no estúdio Câmara pra gente começar aqui o nosso bate-papo né o desenho eh quanto ele é importante pra criança né pr pra infância de uma criança Boa tarde Eu que agradeço Boa tarde é na verdade assim todos nós sempre desenhamos né as pessoas têm e eh o hábito de Dizer Que desenho é dom que é algo sobrenatural e não é né eh todas as crianças desenham e a gente vai aos poucos abandonando esse processo a gente vai aos poucos deixando de desenhar e principalmente no processo da da da de aprender a escrever a gente vai aprendendo a escrever e vai deixando desenhar mas é legal quando continua né porque assim acho que de uma forma geral a gente é contador de história a humanidade conta história né a gente tá contando uma história aqui agora e quando a gente continua desenhando a gente passa a ter mais uma ferramenta para contar a história que são as Tais das histórias em quadrinho né mais uma forma da gente conseguir colocar para fora aquilo que a gente quer dizer e Ricardo né você como professor de desenho Quem começa aí no desenho já é um passo para conseguir aí migrar pra área dos quadrinhos Isso facilita como que se dá essa transição é e na verdade assim eh o mercado de quadrinho ele Depende de ideias de conceitos de né de de bagagem então quanto mais bagagem a gente consegue carregar melhor a gente vai produzir o material então quem conta a história precisa melhorar eh a sua narrativa a sua redação quem desenha precisa exercitar o seu desenho então assim são formas diferentes de entrar no mercado mas é claro que se a gente tá fazendo um curso e tá aprendendo técnicas e aprendendo tudo nessa vida são eh técnicas que a gente aprende é Ricardo vamos falar um pouquinho agora qual que é o principal objetivo aqui da escola é na verdade assim acho que é quebrar o estigma de que desenho ou arte é algo sobrenatural que é algo para poucos na verdade não é é para todos nós então acho que o principal objetivo é é mostrar pras pessoas que todos ou pelo menos aqueles que querem conseguem aprender sim exatamente Ricardo e é tão bacana que nós acompanhamos uma aula de desenho aqui na escola e conversamos com uma aluna a Teresa de 9 anos vamos ver o que ela disse no começo o meu pai ele viu essa escola ele me perguntou se eu queria começar a desenhar porque eu já era muito apaixonada por desenho daí eu comecei a desenhar fui desenhando fui desenhando Mas é uma sensação muito boa que eu sinto que tipo eu tô criando um eu entro dentro daquela história e imagino todas as cenas e o que você mais gosta de desenhar animais natureza Sim eu gosto muito de desenhar pessoas e animais e você acha que o desenho ajuda você na escola em casa em alguma coisa em algum aspecto da sua vida acho porque me traz como uma sensação de tipo tô relaxada eu fico calma quando eu desenho como vocês puderam conferir a Teresa é disse que é apaixonada por desenhos e foi incentivada aí pelo pai né a entrar aqui na na escola e a começar a praticar como o Ricardo disse é uma prática né não é um dom é um talento aí que você vai aprimorando né lei eu volto com você aí no estúdio muito obrigada Ana é isso mesmo agora ninguém tem desculpa se tem esse sonho já corre para uma escola vai aprender começa a se aventurar nesse universo Não na verdade meninos eu queria então voltar um pouquinho aqui pra questão da história que eu acho muito legal uma história que o DJ já me contou sobre sobre o gibi que deu origem a esse né a história de onde veio esse nome diferente né conta pra gente então então na verdade foi lá nos anos 30 né e o Brasil tem muita coisa com nove muito engraçada 1869 primeiro HQ aí 1900 29 39 surge o gibi aí agora por exemplo em 1959 né semana agora de 18 de julho agora essa semana completou 65 anos do bidu que o Maurício de Souza também lançou é tudo com nove né mas então o que que aconteceu a Editora Globo na época ela lança uma uma história em quadrinhos que a gente tá tá vendo aí né e na verdade esse menininho ele é o gibi ele era o mascote ali ele tá segurando né a revista o gibi né então só para ficar mais mais claro a Editora Globo lança uma revista trazendo quadrinhos chamada Gibi por se você olhar o logotipo ali tem esse menininho negro atrás da palavra gibi gibi efetivamente quer dizer menino menino negro hum tá também era usado só como menino mas principalmente menino negro então na prática é o gibi é o mascotinho ali então essa revista em quadrinho chamava Gibi só que ela se tornou tão Popular que a pessoa chegava na banca e falava que era um jibi que era um jibi que era um jibi às vezes não tinha jibi às vezes Tinha uma outra e o dono da banca entregava a outra revista como se fosse jibi então acabou se tornando um sinônimo né como é tip apareceu também isso esse é o Mick duan ess é o menino o Yellow Kid o garoto Amarelo Ah eu acho fofo ah então ele tinha só dois dentinhos ali tá vendo e você vê que tá escrito na blusa dele né o que ele fala os outros personagens Não mas ele falava justamente tem uma coisa muito curiosa desse garoto Amarelo né nós que somos jornalistas né Eh tem o termo jornalista nos Estados Unidos tem o termo jornalismo amarelo que aqui é o jornalismo marrom que que é o jornalismo Amarelo lá é o é sensacionalismo né então é você utilizar é carregar na tinta em alguma Manchete e tal E por que que chama jornalismo amarelo por causa desse personagem eh os o putzer né famoso que hoje dá nome a Prêmio jornalístico etc ele tinha um outro jornal né E os dois jornais Começaram a brigar um jornal dele e outro jornal New York World New York não era acho que não era times New York Globe se eu não me engano Começaram a brigar para ter o personagem foi uma baixaria porque eles começaram a brigar eh pelo autor e publicavam matérias um ofendendo o outro matérias Mais sensacionalistas e aí por como era motiv pelo Yellow Kid acabou gerando esse termo Yellow jornalismo o jornalismo amarelo por causa de um quadrin isso é muito bacana na verdade a gente tem muita coisa que vem das histórias em quadrinhos na vida da gente que a gente não se toca muitos termos né imagina sim e aí tem ele ali no pontinha da da publicação né Isso é como eu falei a tira dele né o Hogan zelli se passavam mesmo num beco assim mais pobre tipo uma favela alguma coisa assim e ele era um dos personagens e ele era bem nos comentários que aparecam na camiseta dele beiravam ali entre o sarcástico e o vulgar que foi o fato em que acham que ele não ficou muito tempo por causa disso esse que a gente tá vendo agora é o nin né é o personagem de 1869 criado pelo Angel agustini que é o primeiro personagem brasileiro brasileiro muito bom agora todo mundo já conhece e esses é fácil achar esses exemplares são bem raros hoje em dia se você no caso do Isso é uma informação bem bacana se você digitar as aventuras de inokim ele tem um subtítulo impressões de uma viagem a Cord se você digitar no Google e digitar biblioteca do Senado eh tem um trabalho lá do que tem várias tiras do inokim inclusive baixei ass sem você é gratuito na bibliotec do Senado tem o yokin e um outro personagem dele que é o Zé caipora do mesmo autor Então você baixa e tem tudo Inclusive eu eu fiz isso até para olhar porque se você v ali no segundo do quadrinho que tá aparecendo na tela tem um personagem negro né E esse aí é um primeiro personagem negro a aparecer num quadrinho também brasileiro e infelizmente ele aparece numa condição ali de escravo né Ou pelo menos de servo né lembrando quadrin Ele sempre vai retratar assim sempre não mas a maior parte das vezes principalmente numa tira retrata a sociedade da época importante dizer que o autor dessa tira que é o Angelo Agostine ele era inclusive evolucionista ele tinha um jornal ele ele foi o jornal dele foi destruído por fazer fazendeiros porque ele publicava charges contra escravatura mas obviamente a tira retrata a sociedade da época né eh e e se você quiser então só digitar lá na internet biblioteca do Senado em okin vai aparecer baixa no seu uma dica aí né e Alexandre você resolveu criar uma editora né que a gente tá falando aqui bastante de de HQ Nacional mas não tem tanto em comparação aos outros lugares do mundo né é a gente tá indo com contracorrente contraente acontece que a gente tem hoje o sistema mais a gente tem os calcanhares de Aquiles no quadrinho que é Distribuição e divulgação a gente Depende de grandes empresas para fazer isso tá todo mundo ligado sempre nas mesmas redes sociais dependendo das mesmas redes de distribuição do Comércio varegista então a gente com uma pequena Editora a a gente tenta ir por um caminho alternativo que é justamente e pegar e formar públicos de leitores de quadrinho com eh com com com públicos diferentes do que desse nicho que a gente tá sempre acostumado que é os leitores de superh herói e Turma da Mônica né a gente quer quebrar essa corrente e produzir para essas pessoas é o caminho mais difícil eh mas a gente tem que eh educar o público também né agora até eh puxando o gancho né meu filho tem do anos agora o Artur e a gente vê pelas pelos conceitos do do do Pag que você tem é esperado que você tenha uma evolução do desenho né Então a partir de tal idade você tem os riscos desordenados depois você vai ordenando risco depois você vai fazendo os círculos e você vai só que tem um momento que a gente fala Não isso aqui você não pode mais fazer você vai fazendo um bloqueio na na na criança e nas formas de expressão e a gente e a gente deixa de falar das da historicidade das coisas né das formas de linguagem igual a gente acabou de ver agora tudo tem uma história Tudo tem um porquê tudo a gente é né as coisas a gente não chegou então é tudo pronto e tava tudo pronto a gente chegou já tem uma história que tava acontecendo a gente pegou o bomde andando essa essa a grande e então as formas de linguagem Elas têm certas Convenções que a gente precisa educar as pessoas A a você não pode chegar numa pessoa que nunca viu um quadrinho apresentando o melhor do gênero porque ela às vezes nem vai saber qual é a ordem de leitura por que que um balão diferente significa eh qual quadro vem primeiro você é de baixo para cima de cima para baixo é at é importante se dizer isso porque por exemplo né tem essas Convenções por assim dizer que são até isso a maior parte delas em todo tipo de quadrinho seja ocidental oriental mas por exemplo o balão com rabicho que indica onde a pessoa né indica a pessoa que tá falando eh você tem mesmo tem aquele famoso quadro né do Isso não é um cachimbo né então por exemplo se você desenhar uma árvore e numa história quadrinhos que é bem comum eu eu até como a gente tá falando para um público mais amplo eu até uso Maurício de Souza porque geralmente todo mundo leu Mônica Mas aquela Arvorezinha que você faz na historinha ali que aquela copa a copa da árvore inteira verde e um tronquinho marrom e aquela copa com os bolin Aquilo não é uma árvore se Então a primeira vez você lê uma história em quadrinhos alguém vai falar para você isso aqui é uma árvore Isso aqui é uma nuvem Então como ele tá dizendo você precisa se apropriar primeiro da da linguagem né sim balão do pensamento é diferente do balão da fala né sim se tem alguém que tá nos assistindo que nunca leu uma história em quadrinhos como o Alexandre falou eu posso te indicar melhor história em quadrinhos eu posso falar para você vai ler Sandman vai ler Calvin você vai chegar e falar assim mas não tá entendendo Então realmente é um processo né e é por isso que eu eu tenho para mim que assim a melhor forma de fazer isso de formar novos leitores é através do assim da educação da escola a gente tem que ter mais quadrinhos nas escolas porque ela é uma forma de linguagem como qualquer outra sim né a gente eh a gente por Essência a gente quer se expressar todo mundo tem alguma coisa que gosta de fazer ou é música ou é fazer quadrinhos ou é desenhar ou é fazer cinema e ou é contar uma história né que todo mundo chega ô menino você não sabe o que aconteceu todo mundo conta história o caus mas e na nossa geração ainda eu acho né a gente foi introduzido a leitura pelo Gibi né Não sei se foi o teu caso mas era muito comum hoje em dia o tablet já na nasce na mão da criança né mas antigamente não a gente começava com Gibi né Eh tinha até o clube do livro tinha Mônica o Pato Donald que era aquele basicão que os pais entregavam pra gente começar a despertar esse gosto pela leitura né Não eu queria eu queria até embarcar numa coisa que ele disse aqui que eu acho que é importante a gente lembrar que assim é o quadrinho na escola né o quadrinho ele é uma ferramenta de comunicação também então por exemplo o livro que você citou educação est jbi que eu escrevi faz muito tempo Acho que nem tem mais mas eu ensinava justamente o professor a fazer história em quadrinho com o aluno em sala de aula né até dica simples da grade como você monta o gibi como você roda o gibi no mimó grafo Ou passa no xerox ou o que quer que seja porque e eh hoje tem internet efetivamente você pode fazer o seu quadrinho e jogar na internet mas uma coisa muito bacana inclusive pra montagem do Gibi é o ensino de matemática né Você vai para combinar as páginas tem uma fórmula então assim é muito bacana você envolver a sua sala de aula e dar essa ferramenta para eles vamos fazer um sensal a tirinha não a tirinha eu acho que a internet com certeza é uma ferramenta muito interessante que possibilita você publicar no Instagram nome numa página E aí a única coisa que eu vou falar para você é assim não ficar e eu concordo que é uma ferramenta mas também é uma forma de se expressar aí de arte portanto se é uma forma de arte é claro que você quer que alguém veja mas não entra naquela Nossa só uma pessoa curtiu o meu quadrinho não quer dizer absolutamente nada sim com certeza se expresse você vai achar e é a não é óbvio Você tem o produto como o Alexandre tá falando aí vai depender de venda mas hoje assim o mercado ele é muito fragmentado e a internet ela surge até como uma ferramenta para você por exemplo fazer um Catarse para você lançar para você tornar um editor independente mais conhecida para fazer então assim todo mundo pode fazer e isso é uma coisa legal eu acho que nós temos grandes quadrinistas no Brasil porque a primeira caricaturista mulher do mundo foi a brasileira foi a na de Tefé né ela assinava riia e e ela desenhava no final da vida dela ela desenhava acho que seus 80 90 anos ela fazia caricaturas em papel de pão com lápis então é como por que que o Brasil muita gente diz isso né Por que que o Brasil foi muito bom no futebol durante muito tempo porque uma pelada você punha lá uma bola de meia e saía jogando na rua com dois tijolos você faz um gol para fazer quadrinho você só precisa de papel e lápis também é uma questão de oportunidade e de não acontecer essa castração que o Alexandre falou né da gente estimular mesmo que as pessoas se expressem né bom eu vou dar só uma repercussão aqui pessoal sobre o megga Pagão cibernético Global né que aconteceu nessa madrugada no comecinho da manhã por conta de um sistema uma empresa que gerencia os antivírus né E aí afetou o sistema as companhias aéreas tiveram problema os hospitais né mas aqui em Campinas as a prefeitura contabilizou alguns danos nos computadores mas aqui tá falando que a o sistema de de administração Municipal não foi atingido Então os serviços prestados à população continuam funcionando normalmente a gente não precisa ter esse medo né porque às vezes a pessoa tá lá em casa viu que deu esse Pan a internet não funcionava fica com medo de sair de casa para acessar Algum serviço mas tá tudo funcionando normalmente tá então Alexandre Fala um pouquinho mais da editora como é que é vocês têm é só eh um trabalho só Regional ou Vocês recebem trabalhos do Brasil todo como é que é chama mist fó né Editora mfo a gente eh tem seis meses de vida então a gente tá engate não já nasceu né a gente tem a gente tem Óbvio a gente tem um histórico de produção anterior mas agora efetivamente que a gente se denomina como uma editora justamente porque a ideia é eh produzir trabalhos de outros autores produzir eh a gente quer muito fugir de um nicho já estabelecido dos quadrinhos então agora nesse momento a gente tá eh com uma campanha de financiamento coletivo para um quadrinho que chama Mila e Milo em orques e crepiocas que legal que a gente se une a um dos maiores canais de divulgação Científica do Brasil que é o blablalogia para falar de divulgação Científica e quadrinhos na linguagem dos quadrinhos né no fim das contas a gente eh a a arte a o quadrinho e a divulgação Científica acabam tendo uma missão em comum né que é ocupar o Imaginário da população né a arte ela no fim das contas ela tá disputando isso quando a gente fala sobre muitas coisas a gente a o filme que a gente vê isso é debatido na sociedade mas não só a percepção sobre aquela obra ela também é debatida então às vezes você consegue mudar o que que uma obra significa pela discussão que a sociedade tem em torno daquilo né com certeza então a gente nesse quadrinho em específico a gente vai falar para um público que tá que nunca pegou um quadrinho não não tem nenhum tipo de linguagem super complexa para então qualquer um pode ler e é justamente mostrar qual é o processo do do do da divulgação Científica do do dos mecanismos que a ciência usa para chegar numa conclusão então Eh eh a gente não quer fazer um quadrinho que que mostra que a solução é sempre violenta e que a solução é sempre aquela solução mais rápida e impensada né a gente mostra que tem um processo eh para você chegar na conclusão mais efetiva e isso A ciência é perfeita para isso né o método científico isso a gente conta através do dos quadrinhos uma linguagem de fantasia e a gente quer fazer muito isso de com a nossa Editora né com a Mr for é esse que você tá com a capa né isso Exatamente esse aqui que a gente tem a capa agora que ele tá em produção previsto pro fim do ano né sim e e justamente e justamente eh e justamente falar eh dessa espalhar linguagem dos quadrinhos para para públicos que que que provavelmente nunca iam acessar né a gente tem aqui no Brasil uma característica como eu já disse né que é super-herói e Turma da Mônica a gente quer mostrar que a gente pode fazer muito mais que a gente tem pode contar a história que a gente quiser que é só uma forma de linguagem e que até curioso né porque eu eu comecei a fazer quadrinhos por conta dos quadrinhos japoneses dos mangás e dos quadrinhos americanos que é que a gente tinha acesso eu cheguei a ter contato com com laert com Glauco com Angeli que são inspirações supremas assim através de da escola mas mas eu não efetivamente não conhecia o trabalho né sim só depois de adulto que você vai falar assim meu Deus a gente tem uma baita de uma história incrível com os quadrinhos que que aconteceu né Por que que a gente por que que a gente não tem mais Ziraldo não tem mais e Angelis né e e óbvio que tem só que as coisas estão pulverizadas e as coisas estão numa nessa disputa que a gente quer que a gente precisa o lado bom ou lado ruim né Eu acho nisso antigamente por exemplo eu eu eu comecei a ler quadrinhos com fantasma mandraque Recruta Zero e e Disney com Carl barks né tio Patinhas e tal eh eu tive o prazer esses esses a gente se sente até um pouco velho porque essas pessoas que você falou eu conheci todos pessoalmente laert Angeli Angeli VM aqui para Campinas para lançar quadrinhos inclusive é contemporâneo vintage E aí o que que acontece por exemplo você pega eu entrevistei o weisner mas assim a gente na época Ainda assim a gente tinha pouco acesso só quadrinho europeu então quando eu descobri moebius por exemplo que sei lá tinha uns 15 anos o mundo abre novamente só que hoje o que acontece hoje você tem acesso mais fácil a esses quadrinhos mais conhecidos mais clássicos n fantasia mas realmente tá muito pulverizado eh então se você pegar o mercado hoje o que acontece você vai numa banca ou numa livraria buscar um quadrinho o quadrinho é um produto de luxo normalmente é não tô falando obviamente dos gbzin da Turma da Mônica aqueles pequenininhos são mais acessíveis mas se você pega um Quad europeu ou mesmo um quadrinho DC Marvel principalmente se ele for um pouco diferente do tradicional capadura papel crochê maravilhoso mas custa caro e para um público mais elitista aí por outro lado você tem ou mais elitizado por assim dizer aí por outro lado você tem a internet que tem muita muita muita muita coisa isso possibilitou a internet é uma ferramenta boa eu acho que para as pessoas divulgarem uma ferramenta boa para independente que pode até atrás o Catarse por exemplo para já fazer Aquele quadrinho no número X e com e não ter um prejuízo e chegar mais gente da aquele público né possibilita identificações com público e ao mesmo tempo você tem Instagram que as pessoas vão publicando todo tipo de tira é impossível eu entro no meu Instagram eu sigo um monte de tira desde tira clássica tira é impossível você ver tudo todo dia também anade né então eu acho que Às vezes sim mas e aí na prática então assim por um lado você consegue ter acesso Muito mais coisa que você tinha do que você tinha antigamente por outro antigamente quando aparecia uma coisa por exemplo mundo sabia você esperava né quando lançou Chiclete com Banana que era Angeli Laer Glauco você esperava na banca chegar só tinha ela era um evento né era um evento e era mais e dava para mais gente pegar né Sim era mais Centralizado né era mais Centralizado M um vídeo lá da editora né eu achei interessante porque a gente fica imaginando como é que é uma editora de HQ né Vamos mostrar pra gente ver a gente fica curioso né justamente hoje a gente não tem só uma coisa geralmente é um monte de coisas juntos funcionando é o que você vai mostrar pra gente né daqui a pouquinho já vai entrar aí o vídeo da editora mistifório eu achei muito interessante eu achei muito interessante que a gente pode fazer historinha de tudo né sim e tem até historinha de um sorvete caído no chão também que a gente vai mostrar Olá pessoal tudo bem Alexandre estin aqui editor da mist for vou mostrar um pouco para vocês deste enorme galpão da editora brincadeira né quando independente a gente tem essa sala onde tudo fica meio apertado mas é isso aí o escritório a gente fica em paulin aqui em Campinas a gente tem o stoque da editor fora vou mostrar para vocês como que que que a gente faz aqui é o seguinte as caixas ficam estocadas aqui com todo material que a gente recebe junto com material de embalagem que a gente faz tudo aqui emva né tem as miniaturas as nossas peças que a gente faz de todos os personagens né modelado pelo incrível Wesley e aqui alguns das outras Recompensas que a gente faz as nossas campanhas de financiamento coletivo tem o arquivo com todas as provas né que vem da gráfica todo o processo aqui de aprovação de cores e tudo mais n até aqui você consegue ver o nosso nosso banner que a gente eleva para deixar todos os eventos que a gente vai pelo Brasil inteiro e aqui a gente tem o nosso cenário on quando a gente precisa fazer eh alguma gravação específica a gente precisa fazer inclusive gravação de um podcast que vai começar em breve a gente tem todo um equipamento aqui e tudo fica meio apertado mas é assim mesmo Espero que a gente consiga uma sala maior no futuro então a gente faz tudo aqui eh todas as nossas etiquetinhas que a gente pega e faz um a um dos pedidos do site dos pedidos das plataformas di pensamento coletivo e basicamente é isso isso são os bastidores da editora M fio Ah então você viu aí para acompanhar a editora é só acessar o site www.mio.com é isso né exatamente Então a gente vai para um rápido intervalo você continua aqui com a gente não esquece de mandar a sua participação sua pergunta ou curiosidade a gente volta já já [Música] você pergunta perun mina a gente tem 20 minutos só para eu saber o que que eu [Música] chamo Boa tarde então aqui no segundo bloco do estúdio Câmara Artes e cultura sobre o universo HQ hoje eu vou começar aqui dando uma uma notinha de serviço Domingo é dia de passeio ciclístico promovido pela câmara em comemoração aos 250 anos de Campinas o evento é uma parceria com a prefeitura a seasa Associação ciclo ativo e começa às 9 horas E terá o apoio da indec Então vai tá tudo organizado ainda dá tempo de você participar se preparar né Eh o percurso vai passar pelas sete maravilhas da cidade Olha que legal e o término vai ser no parque Portugal não podia ser em outro lugar tem que ser no taral né a saída será em frente à entrada do plenário na Rua Engenheiro Roberto manja 66 é Se você não souber só contornar aqui a saudade Você contorna e você vai chegar na na saída correta então às 9 horas da manhã vai sair aqui da da Engenheiro Roberto m e o final é o Taquaral se você tiver qualquer dúvida pode acar o site para se informar melhor né e de volta aqui no universo HQ DJ você tem um programa na Tv educativa aqui de campinas né na educa tv sobre HQ né Queria que você falasse um pouquinho pra gente isso foi um convite que a Tv educativa fez né aí a gente tá começou ano passado foram 19 episódios esse ano nós estamos gravando esse ano deve ser um pouco menos 12 inclusive o primeiro acho que estreia agora o primeiro dessa nova Temporada estreia agora nesse mês que a gente tá falando de um da anim Fest né de uma convenção As convenções de quadrinhos estão completando 60 anos nesse ano né primeira convenção de quadrinhos hoje é uma coisa que atrai milhares de pessoas milhões de pessoas a primeira convenção foi feita por seis adolescentes dos Estados Unidos né então é uma história e aí no no programa a gente fala eh geralmente são dois blocos rapidinhos assim 15 minutos cada um e a gente fala de bastante coisa de curiosidade de quadrinho de história mostra relação de quadrinho com educação eh aborda determinados personagens específicos eh e claro tem lá o WhatsApp também tem contato Instagram a pessoa sugere o que ela quiser e é feito na Gibiteca de Campinas que esse prédio que tá aparecendo na tela agora que pouca gente sabe mas Campinas Lá na biblioteca tem uma Gibiteca maravilhosa pode ir lá ler o que quiser de graça pode levar alguns quadrinhos para casa ler em casa essa aí que tá aparecendo agora é a Suzi que é quem toma conta da Gibiteca então assim é uma coisa bem bacana também PR as pessoas conhecerem não só o programa tá lá no YouTube Quem quiser digitar educa TV TV tá Chama mundo hqtv eh mas a gbtec eu acho que é um convite que vale a pena pra pessoa ir lá conhecer também sim eu ia até fazer esse convite que bom que você já pegou o gancho a Suzi é incrível né E tem muito muito exemplar até de outras partes do mundo e a Su é ótima para conduzir nessa viagem pelo menos uma visita tem que fazer na Gibiteca de Campinas né sim um grande abraço pra Suzi que sempre organiza aí an a an os eventos de de de quadrinho na na na biblioteca da prefeitura sempre tem né todo ano tem evento né sim é e é importante demais que que aconteça porque como eu tava falando né sobre a gente não ter os mecanismos de distribuição que a gente tinha antes Como funcionava uma grande Editora você produzia o quadrinho mandava uma distribuidora que mandava para todas as livrarias do Brasil Para Todas As bancas do Brasil não tem banca hoje as livrarias não existem mais tantas físicas então a gente depende dos eventos e do público que vai que que que vai atrás né espontaneamente vai atrás de de de consumir ou pelo site da das editoras ou eh pelas lojas que ainda existem que são poucas lojas de quadrinho especializadas cada vez menos né e a gente espera que é a consiga reverter isso E fora que os eventos também é a galera que curte se encontra troca ideia aí você acaba saindo com novas informações né eu queria que você mostrasse pra gente Esse quadrinho que é sobre um sorvete derretido né conta um pouquinho dele pra gente da editora mfo né isso esse é o de retirinho é uma obra do Mateus Matos e do Pr soliver o Matos ele já é uma grande referência do da toy Art Hum então ele sempre faz fez colecionáveis dos um dos maiores nomes de quadrinhos né então ele fez os colecionáveis do orlandelli do Carlos ruas do Guilherme Infante e agora ele tem o personagem dele ele fez o caminho inverso né ele que fazia sempre os colecionáveis dos quadrinistas ele tem o personagem dele que é o Barry que nasceu com uma Toy Art e ele vem aqui pro mundo dos quadrinhos né Eh é um sorvetinho que caiu no chão ele continua seguindo em frente mesmo sabendo que ele vai derreter Em algum momento Então como todos nós como todos nós exatamente a gente usa dessa linguagem para falar da nossa finitude né Ele vive com o irmão com baunilha e com o chocolate dentro do congelador e cada um tem uma uma forma de lidar com o fato de que vai derreter um não tá muito ligando o outro tá desesperado e o Berry ele é o mais como nós assim né não quer muito ficar pensando sobre esse momento vamos viver o momento né enquanto não derrete o trocadilho é muito presente aí nos quadrinhos né a gente sabe né e é hoje em dia mais do que nunca a gente gosta de um trocadilho né Tem até perfis de trocadilho e tem um que é muito interessante também que é o m Marx né M Marx ele virou o o rit por enquanto da nossa Editora que ele coloca os filósofos Marx e engels num universo pós-apocalíptico que tem muita semelhança com a nossa realidade mas né a gente sempre Deixa claro que a a gente fala que é o materialismo fictício dialético que é tudo uma brincadeira né e ambos vão juntos enfrentar o Elon mosca esse essa é a premissa dessa história quadrin que é muito divertida né a gente usa do do humor e da fantasia para eh falar de diversos assuntos sempre ligados à realidade brasileira então um siborg com o cérebro do trump também não tem tem um trump robótico que que que é uma doideira mas se só os quadrinhos permite esse tipo de e acaba eternizando esse momento da história né não no caso do Marx mas assim ele repercute ainda até hoje então acaba eternizando essa essa efemeridade né que poderia ser uma coisa escrita tanto tempo esquecida mas não esse tema tá recorrente né e do trump também né Tudo bem que aí vai ficar nos altos é um presidente dos Estados Unidos mas ele acaba eternizando isso de alguma maneira né Exatamente é eh como a gente falou agora a pouco né tudo trata-se a arte é uma disputa então a gente quer disputa através dessa linguagem de fantasia que as pessoas falam Hum quem é esse cara aí desse tal de Marx vamos ver é E tem também Os anônimos que acabam ficando famosos né o DJ como a gente falou mais cedo ele escrevia uma tirinha né que é só dando gizada ó o trocadilha aí de novo presente isso porque ele foi professor inclusive ele foi o meu professor também de semiótica de editoração gráfica lá na aqui na puuk Campinas do curso de jornalismo e tem um dos personagens que chama Dog que foi um colega de classe meu também é personagem da só dando gisada eu queria que ele explicasse pra gente agora para todo mundo por que que ele se inspirou nesse dia a dia da sala de aula né de J é na verdade o que acontece quando eu eu fazia muitas palestras para professor né eu trabalhava com essa coisa de usar quadrinho para educação e E aí os professores Nossa ficou estouradas E aí os professores os professores comentaram que tinha pouca coisa que trabalhasse o universo do professor né e me fizeram tipo um desafio ali aí eu peguei falei minha referência para universo escolar é uma falda peguei um final de semana peguei o toda uma fda Devorei aquilo e parti de uma proposta bom como é que seria uma uma falda na sala de aula brasileira aí daí surgiu a minha personagem Niquinha que Ninha mais contestadora etc e tal e obviamente você vai criando outros personagens mas todo todo todo quadrinista que eu conheço eles busca referência no universo dele né A minha família inteira de professores minha mãe professora minha avó professora tias professoras fui aluno durante muito tempo me tornei Professor então boa parte das tiras então não só professores me traziam histórias que aconteciam em sala como eu testemunhava né e óbvio que a minha sala de aula precisava eu tinha eh aluna contestadora aluna mais inteligente eu tinha um aluno mais limitado intelectualmente né que ganhava ganhou o nome de bobrinha justamente por causa das abobrinhas que falava e aí eu tinha que ter um garoto que sentasse no fundão eh eu já tinha feito um personagem muito tempo antes assim baseado baseado num colega de sala meu chamava tuica que era um menininho narigudo e loiro eh mas eu quis fazer alguma coisa diferente e aí você tinha o seu colega com apelido era dog como era um apelido né não tinha problema parecia mesmo dog funny né então e a ideia foi ess o eu olhava sempre na na sala de aula quando dava aula e ele usava um cabelo muito comprido você não enxergava o olho dele ele também tinha um nariz razoavelmente avantajado então da al ver esse personagem que acho que é o meu único personagem que não aparece o olho inclusive uma coisa meio Recruta Zero assim o cabelo em cima do olho e o narigão então ficou e É engraçado porque em muitos momentos ele acabou roubando a tira assim muita gente e foram mais de 10 anos de publicação Então tinha muito Retorno assim muita gente falava para mim que o personagem favorito era o dog né apesar da principal ter surgido inicialmente ser a a Niquinha no fim o dog se tornou meio que o centro ali de de referência dos leitores né É mais ou menos a Mônica roubando o palco do Cebolinha né o o o Maurício inclusive ele é especialista nisso né porque ele começa com o Bidu e com o Franjinha aí o Cebolinha rouba do bidu e Franjinha e a Mônica rouba do Cebolinha né Vai um pegando atrás do outro e é é bacana isso porque assim o personagem ele vai mudando muito durante o tempo né e e ele o personagem longe gevo quer dizer 10 anos de tira e principalmente uma tira que você faz diária e muitas vezes ele reflete o que tá acontecendo na sociedade a sociedade também vai mudando então tem aquele momento em que o contestador chama atenção tem outro momento em que é o bagunceiro tem outro momento que é o inteligente isso é muito interessante tem o personagem que não dá certo que você acaba abandonando eh Então nesse aspecto é muito bacana e o dog surgiu daí assim como muitas histórias do Dog também surgiram de sala de aula não necessariamente dele pessoas uma um veícul é ele era um veículo mas muitas coisas que aconteciam em sala de aula que professores me contavam E aí você transformava aquilo canalizava no do tem até o arroba né do S dando gizada para quem quiser seguir inst isso eu tô colocando as tiras antigas você fazer uma média sei lá de 330 tiras por ano só o mês de férias ali que não fazia eh então eu ainda comecei há pouco tempo então eu tô na tiraa 214 ainda você eu tô na eleição de 2002 para você ter uma ideia L tigas mas eu tô tentando colocar qu C por dia para ver se pessoal então quem quiser visitarão identificar né olha e é muito bacana porque tem Professor redescobrindo o tira assim às vezes eu recebo mensagem ah eu usava sua tira na sala de aula eu conheci não sei o que então é muito bacana Então quem quiser E aí de vez em quando dá uma inspiração lá eu coloco alguma coisa nova também mas hoje muito menos é as mídias conseguindo né podendo fazer com que a coisa se eternize e se compartilhe muito mais porque não tá mais no correio mas tá lá né tá lá para quem quiser ver né e e o bacana é isso E aí eu tento contar um pouquinho realmente quando é possível quando eu lembro também né de como surgiu a ideia para aquela Tira então muitas vezes a pessoas pergun Da onde veio isso ó se eu sei da onde veio eu pto é porque isso acho que para todo tipo de arte música filme A gente sempre pensa de Onde tiraram essa ideia e tal né e é muito sobre o que tá acontecendo né seja no micro ou no macro universo né eu lembro de uma aula do do DJ que você mostrou a evolução da Luis Lane do Clark kente e era muito interessante né mostrando lá o o perfil do do Superman no comecinho que era um homem de meia idade um Topetão a Luis Line uma mulher mais e fina magra assim né long Line a aí em 2002 quando eu fui aluna dele era uma Luis Line bombad Dona uma outra perspectiva o homem também tinha mudado então a tirinha vai acompanhando e vai mostrando é um retrato mesmo né um raio x uma fotinha desde o traço do assim quando é um personagem autoral o traço é raro o traço não mudar mesmo muita gente fala por exemplo que o Calvin que teve 10 anos de Calvin el Ah não mudou era mesmo desde o começo não S você olha ele era mais encolhidinho as perninhas mais curtas ele vai mudando o autor vai mudando a Mônica passou por um por um período de fofiz né as minhas tiras mesmo a personagem Quando começa ela parecia uma gança assim meio puxada comprida depois vai ficando arredondado não foi proposital porém as a os quadrinhos eh vamos dizer de massa vamos dizer assim aqueles quadrinhos que atingem mais gente eh eles também vão refletindo muito da sociedade então é óbvio se você pega e é engraçado isso eu pego tiras antigas minhas em que aparece lá um celular que era um tijolão antes não tinha nemum celular era só o telefone aí as últimas tigas que eu fiz tem um quando quando a gente retornou na internet eu falava de blog o que blog hoje nem existe mais vog né é o máximo que assim que a tira chegou no iPad né mas hoje aí nessa nova retomada eu fiz assa sobre instagram porque você tem que refletir senão a pessoa não se identifica Isso é uma das coisas que inclusive causa a quebra do personagem né os personagens que morrem geralmente eles morrem e até voltam Mas eles morrem para mudar um pouco o personagem porque senão não tem como você justificar né sim menos o Angeli que daí esse daí ele matou mesmo os personagens né o Angeli a a minha dissertação de Mestrado foi sobre a morte dos personagens né e a rebordosa era uma delas e eu tive a chance de entrevistar o Angeli uma escadaria em São Paulo foi uma conversa de horas e ele confessou para mim eu tava enxergando isso e ele falou para mim o que matou a rebordosa foi a aides hoje muito mais gente sabe disso na época foi né um fura né Eh por quê porque na verdade ele disse para mim isso a rebordosa a gente estava num tempo de aides a rebordosa narrativa dela né não era mais real porque ela era uma mulher que saía que marcava aborto por telefone que ficava com um monte de gente que engravidava ela ia pegar aides né E ela não podia ela não era mor E se ela fosse pegar aides aí ela ela e se ela ela ela ele falou ela não ia lembrar de usar um preservativo eu não podia transformar ela num numa personagem fofinha não era ela Uhum Então não tinha como prosseguir então se você reler essa história hoje claramente aí ele faz toda uma crítica na história né porque as pessoas também na época achavam que ides era uma coisa específica de pessoas promíscuas tá então ele faz toda uma crítica parece aí no fim Vale lembrar que a rebordosa morre porque ela para não pegar aides né basicamente ela casa fica gorda aí o marido dela ela fica no sofá o dia inteiro só comendo ela casa com o barmen Claro né aí o barmen vira para ela e fala vamos ter um filho a ela explode de tédio e é assim que ela morre então an ele mata ela justamente porque ela se tornou uma personagem inviável ele ia ter que mudar e ele não queria mudar até até tem um personagem eh que chama ezin é um personagem que a gente meu que eu escrevo e e desenho que ele é muito inspirado no no tipo de humor do Angeli e e ele é um dinossauro do Futuro ele vem do futuro a gente não sabe exatamente por Porque ele perdeu a memória na queda da da da nave dele mas ele caiu numa cidade cheia de vampiro onde todo mundo quer explorar a força de trabalho dele de diversas formas inacreditáveis e é isso assim é muito fruto do nosso tempo porque você todo mundo vai se identificar com alguma pilantragem que tentaram fazer com qualquer semelhança mera coincidência exatamente ou não ou não ou não e sempre tem a brincadeira senhor juiz no final da da de cada tira né ai é muito bom e E falando em acesso a gbi tem um projeto também com colaborativo com a Colmeia né Fala pra gente um pouquinho também a gente a gente acredita que a gente tem que estar em todos os espaços possíveis para falar de de quadrinhos Afinal a gente tem que espalhar essa linguagem Então a gente vai em todos os eventos possíveis eh a gente já tentou organizar um evento ou outro aqui pela região de Campinas né que a gente chamou de rolê mistifório Ah que legal e agora a gente tem uma parceria com a Colmeia colaborativa que é um espaço cultural que você tem estúdios de música eh tem e eh arterapia tem um monte de de atividades lá dentro né um espaço onde acontecem muitas palestras oficinas e a gente vai abrir uma Gibiteca em breve lá uma Gibiteca gratuita onde você vai poder simplesmente entrar pegar o quadrinho ler quem sabe virar um apaixonado aí que nem a gente pela linguagem dos quadrinhos Mas é isso a gente quer dar acesso às pessoas né E essa é uma das iniciativas que a gente vai fazer eh até o fim do ano com certeza isso já vai est disponível aqui pro pessoal de Campinas Ah que legal então ar é Colmeia Colmeia colaborativa isso legal Dá para seguir também né e falando ainda de arte cultura os cineastas amadores de Campinas e região podem se inscrever no primeiro festival 2 minutos do centro cultural espal Dog até dia 31 de julho o Centro Cultural fica em Santa Cruz do Rio pad no interior de São Paulo e receberá filmes com até 120 segundos ou 2 minutos e os créditos T que tá contabilizado aí dentro desse desses dois minutinhos o tema do festival de curtas é Vivo presente da vida são 10 Produções que vão ser selecionadas sendo que as três primeiras concorrem até r$ 5.000 é um incentivo a mais né gente e os vídeos podem ser feito em qualquer dispositivo digital e tem eh pode ser de qualquer gênero dentro de animação documentário ó que Desafio em 2 minutos né Consegui documentar ficção videoclipe e vídeoarte para se inscrever é só acessar o www.festival.com PBR o dois é numeral então é www.festival.com então para quem quiser inscrever seu trabalho é uma oportunidade né Eu queria Então agradecer demais a participação de vocês aqui DJ né DJ a gente já deixou @ só dando gizada né para quem quiser acompanhar a editora mfo tem Instagram tem @ Editora pmo Editora pmo Então é isso vocês ficaram com essas dicas dá para visitar a Gibiteca de Campinas para participar do evento também colaborativo né Muito obrigada pela presença de vocês posso fazer um último a última coisa é o seguinte você que já produz quadrinhos tem uma iniciativa muito legal que chama chama HQ univos que você pode encontrar no no no Instagram é um coletivo de quadrinistas justamente para discutir o mundo dos quadrinhos o que a gente pode fazer como que a gente pulveriza a linguagem é fica esse recado e o proac tá aberto para você mandar o seu projeto para financiar a sua HQ maravilhoso pao é coletivo chama HQ univos univos tem Instagram tem Instagram é só jogar HQ univos que aparece você vai encontrar todas as redes DJ Quer fazer alguma consideração final ah como você falou de cinema só lembrar que o quadrinhos também tá dominando o cinema e semana que vem a gente tem a estreia do Deadpool muitas para maiores de 18 só um quadrinho bem um quadrinho que surgiu em 1991 com uma proposta bastante diferente mas quadrinhos estão em todo lugar inclusive no cinema então fica lembrança aí também maravilhoso Muito obrigada então mais uma vez e você pode acompanhar então o estúdio Câmara toda sexta-feira sobre artes e cultura sexta-feira a gente volta com mais ou pode reassistir esse programa e compartilhar no da TV Câmara Campinas muito obrigada pela sua companhia e até a semana que [Música] [Música] vem n
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