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[Música] Olá, Olá, bom dia. Estúdio Câmara no ar. Estamos. Hoje é sexta-feira, dia 25 de abril. Hoje é o dia, gente, que comemora-se o dia da contabilidade. Então, a todos os contadores aí, olha nosso carinho, nossa gratidão, viu? E também vamos falar hoje no programa de algo que muita gente vive, mas nem sempre reconhece, é a autossabotagem. O que que é isso? Te explico só um pouquinho. Olha só, quando você tem tudo para fazer algo dar certo, mas sem perceber, você mesmo acaba travando esse processo. Tá aí, tá se autossabotando, começa a adiar, duvidar, se criticar demais. Isso tem nome, gente, é mais comum do que parece. E hoje nós vamos sim eh entender melhor o por isso acontece, como identificar esses padrões e, claro, como sair desse ciclo com as nossas entrevistadas. Eu, eh, recebo a Brenda eh Giuriolo, ela é especialista em comportamento e inteligência emocional, fundadora da BG de Desenvolvimento e participa com a gente pelo Zoom e daqui a pouquinho a gente vai conversar com ela, viu? Olha gente, muita coisa para ser dita hoje aqui no programa, porque nós estamos recebendo também ao vivo aqui no estúdio a psicóloga Marina Matarazo, que traz uma visão clínica e profunda sobre como a mente trabalha contra nossos próprios objetivos. Pensa, é, gente, daqui a pouquinho nós vamos conversar sobre isso. E você aí de casa, você já viveu uma situação em que sentiu que estava se atrapalhando sem perceber? já deixou de realizar algo importante por medo da sua insegurança? Então manda pra gente a sua mensagem, seu comentário, seu depoimento. O WhatsApp tá na tela, 978293776. Enquanto isso, a gente atualiza as notícias e a previsão do tempo para você. Então, vai mandando já a sua mensagem que já você de casa vai conversar com as nossas especialistas sobre autosabotagem, combinado? Vamos então com as informações. Olha gente, aumento de doenças respiratórias faz Campinas abrir leitos de UTI. A prefeitura da cidade vai reforçar a rede pública de saúde com a abertura de 10 novos leitos de UTI pediátrica para enfrentar o período crítico de doenças respiratórias em crianças, comum entre os meses de abril e agosto, né? A medida é uma resposta ao aumento da demanda por internações e uso de oxigênio por conta de infecções sazonais. Dos novos leitos, seis serão ativados hoje no Hospital Mário Gatinho e outros quatro entram em operação no hospital da PUC a partir do dia a partir do dia 1o de maio, tá? Além disso, a Secretaria de Saúde está negociando a contratação de mais quatro leitos de UTI infantil com hospital samaritano. Desde março, a rede pública já havia ampliado a estrutura com nove leitos adicionais, sendo cinco de UTI no Hospital Ouro Verde e quatro na Irmandade de Misericórdia, dois de UTI e dois de enfermaria. A expansão busca garantir assistência adequada diante da crescente procura por atendimentos pediátricos. E a gente continua nossas as nossas notícias falando de saúde, né? Porque temos aí alerta de arboviroses, a saúde intensificações contra EDSA egipte no Eulina e mais 20 bairros. A Secretaria de Saúde aqui de Campinas publicou ontem a 16ª edição do Alerta Arboviroses em 2025, que mostra o Jardim Olina em mais 20 bairros com alto risco de transmissão da dengue. O boletim foi produzido em formato para orientar sobre o combate ao mosquito a Egipte o vetor da doença e reforçar a comunicação com moradores das áreas que passam a receber ações intensificadas para poder eliminar criadores. que tem uma publicação semanal que integra aí as novas iniciativas e estratégias da prefeitura para o enfrentamento a dengue de 2025, né, agora neste ano. E as áreas em alto risco de transmissão, de acordo com essa publicação, eh, são áreas leste, Parque dos Pomares, Parque Brasília, Vila 31 de março, loteamento Vila Lafaete, Álvaro e Jardim Miriam Moreira da Costa, também o Parque Imperador e Vila Brandina. Na região noroeste, conjunto habitacional Parque da Floresta, conjunto residencial Parque São Bento e Jardim Florencium. na área norte, Jardim Olina, sudoeste, eh, residencial São José, Jardim Vista Alegre, Parque Universitário de Viracopos e Parque Dom Pedro I, na área sul, Jardim Fernanda 1 e Jardim Fernanda 2. Suleste, Ponte Preta, Jardim Leonor, Vila Georgina e Jardim São Gabriel. E é importante a gente ressaltar que o alerta também se aplica aos bairros menores que estão no entorno dessas regiões indicadas nesse material divulgado pela Secretaria de Saúde aqui do município, né? Com isso, os moradores das proximidades devem permanecer atentos e adotar medidas para combater o Aeds a Egipte. As orientações valem para toda a cidade, para todos nós. A gente continua falando, né? Cada um fazendo a sua parte, combinado? Bom, atualização, OK, agora é hora da previsão do tempo. Percebeu como amanheceu Campinas hoje? Um clima londrino, né? É bem diferente dos últimos dias. A previsão do tempo para hoje, sexta-feira, é estável, fechado em todo o estado. Aqui em Campinas, previsão de chuva moderada a forte, a qualquer hora do dia. E durante a chuva forte, há riscos de rajadas de vento, raios e granizos, tá? Então fique atento, você que vai pegar a estrada, você que tá transitando na cidade, né? Vai transitar eh pela cidade daqui a pouquinho. Muita atenção. Mínima 20, máxima 24 hoje, um clima a meno, mas com esse tempinho fechado aqui na metrópole. Para amanhã, sábado, as instabilidades diminuem gradativamente. O sol volta a aparecer aos poucos na maior parte do estado. A previsão de chuva fraca e moderada a qualquer hora do dia em todas as regiões, inclusive aqui na cidade de Campinas. Mínima para amanhã 20, máxima a 27. E já que hoje é sexta-feira, a gente estende a previsão para domingo também. E domingo sol com muitas nuvens aí não chove, né? Períodos de nublado no domingo. Mínima 17, máxima 26. vai tá bem fresquinho. Essa é a previsão do tempo para você, de acordo com o CPAGRE para hoje, sexta-feira, e também pro nosso fim de semana que está se aproximando. Agora sim, tudo atualizado. Vamos lá falar sobre autossabotagem que pode atingir diversas áreas da vida, desde a carreira até os relacionamentos e a saúde emocional. E segundo dados publicados pelo Journal of Clinical Psiquiatric, eh, de até 63% dos pacientes psiquiátricos já se autossabotaram em algum momento, especialmente durante os tratamentos. Mas é importante lembrar que não se trata de falta de capacidade, viu? e sim de padrões emocionais, medos, inseguranças que muitas vezes estão escondidos no inconsciente. Por isso, entender a raiz desse comportamento é essencial para superá-lo. E hoje nós temos duas convidadas muito especial para nos ajudar com essas eh eh essas coisas da vida, essas coisas que são naturais no nosso dia a dia e que às vezes a gente nem percebe, mas a partir desse programa tenho certeza que você vai perceber. Considerações iniciais, então a nossa gratidão à nossa psicóloga Marina Matarazo, que participa com a gente ao vivo aqui no estúdio, trazendo uma visão clínica e profunda sobre como a mente trabalha com os nossos próprios objetivos. Muito bom dia, seja bem-vinda. Bom dia, muito obrigada pelo convite. Maravilha. Vamos conversar muito com a nossa psicóloga e também com a Brenda. A Brenda, gente, ela é especialista em comportamento e inteligência emocional. Ela é fundadora da BG Desenvolvimento. Vai compartilhar dicas práticas de como reconhecer e mudar padrões de autossabotagem no dia a dia. Seja bem-vinda, Brenda. Bom dia. Bom dia. Muito obrigada pelo convite. Espero que seja um programa bem produtivo e orientador para todos vocês. Maravilha. E você que tá em casa, já sabe, vai mandando o seu WhatsApp aí pra gente, sua mensagem. Produção, tá atenta para receber a sua mensagem. daqui a pouquinho a gente começa a interagir com você, porque agora a gente vai começar entendendo o que é de fato essa tal de autossabotagem, porque muitas vezes a gente acaba se autossabotando e ela aparece disfarçada de perfeccionismo, de cansaço e até de falta de tempo. Mas será que é isso mesmo, né? A gente pergunta então pra nossa psicóloga eh o que que acontece no meio emocional ou na nossa mente pra gente entender. Eh, e às vezes a gente acaba sendo o nosso próprio obstáculo. É isso mesmo. Explica pra gente. Sim. Sim. Acho que quando a gente fala da autossabotagem, a gente tá falando de algo que pode aparecer de diversas maneiras, seja dentro do trabalho, assim que você consegue alcançar um cargojado, de repente começa a se comportar de maneiras que não se comportava anteriormente, seja na hora de fazer uma prova, a qual você se preparou para caramba, mas chega na hora dar um branco, você parece que não sabe as respostas. Acho que é importante a gente pensar que tem várias formas de isso acontecer e tem vários motivos por trás disso também. Uhum. Eh, acho que em primeiro lugar é importante isso que você pontuou sobre não culpabilizar 100% o indivíduo colocando isso na caixinha da falta de motivação ou da força de vontade. Será que é mesmo tudo força de vontade? Será que a gente tá tão enguíido nessa ideia de que conseguimos porque queremos somente? esquecendo que existem outras macroestruturas por trás, né, das coisas que a gente é capaz ou não de fazer, né? Então, acho que em primeiro lugar eh falar de psicologia é sempre falar do social, né? Hum. Acho que para começar, eu achei importante trazer para vocês que a gente tá num tempo de muita cobrança, de cada vez mais demanda, de cada vez mais trabalho. Somos exigidos cada vez mais a desempenhar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. Parece que o tempo passa cada vez mais rápido. A gente não acompanha muito a velocidade com que as informações são disseminadas, muito pelos avanços tecnológicos que a gente vive, né? Então, para começar, a gente vive nesse tempo frenético, onde a ansiedade também aparece de forma muito presente, né? Com isso, eu acho importante a gente se interar em se interrogar para onde vão os nossos desejos, para onde vão as nossas inseguranças. Eh, acho que para pessoas que vivem com uma culpa excessiva, esse é um jeito de existir que é muito difícil de se dissolver, né? Então, muitas vezes a gente tá ali correndo atrás de um objetivo, algo que norteia os nossos caminhos, porque o desejo ele é movido pela falta, por algo que nos falta, por algo que a gente busca e isso funciona como um norteador, digamos assim. E quando você chega nesse lugar onde você gostaria de estar, e agora, né, para onde eu vou, o norte ele parece que se esvazia de sentido, uma vez que você já consegue aquilo que você tanto almejou, né? Uau! Muito bom, gente. Tudo isso e muito mais é sobre autossabotagem. Responde pra gente. Você já se autossabotou hoje? E olha que agora ainda são 8:14. A gente acabou de acordar. Você já praticou aí algum movimento que que você consegue identificar como autossabotagem? Eu vou falar agora com a nossa especialista em comportamento e inteligência emocional, a Brenda, para tentar entender, né? Você é especialista em comportamento, inteligência emocional, a autossabotagem, a gente precisa de um autoconhecimento pra gente poder entender o o que realmente acontece nesse momento que a gente acaba nos autossabotando. Brenda, com certeza, Rúbia. Bom dia a todos de novo. A autossabotagem aparece em pequenos comportamentos. Como a Marina falou muito bem, nós temos motivações, desejos, mas muitas vezes crenças limitantes que nos bloqueiam, principalmente para continuar galgando aquilo que a gente deseja. E e o autoconhecimento, ele é um uma ponte fundamental entre aquilo que eu sou, aquilo que eu quero manter sendo no contexto onde eu estou, porque eu trabalho muito com ambiente de corporativo, né, negócios. E a gente sabe que muitos negócios, muitas culturas organizacionais, justamente pelo que a Marina falou também, são às vezes culturas tóxicas, exigem muita pressão, às vezes as pessoas não conseguem ter estrutura suficiente para realizar o seu trabalho. E aí a autossabotagem aparece no sentido de eu não consigo atender aquilo que exigem de mim e isso começa a criar um diálogo interno que é disfuncional. Então, se autoconhecer é também poder perceber, reconhecer as suas capacidades, as suas potencialidades, os gatilhos que muitas vezes fazem com que a gente consiga perceber assim: "Poxa, aqui eu tô travando, tô tô me colocando num lugar menor do que aquilo que eu realmente sou. Talvez eu tenha capacidade para fazer isso. Talvez eu tenha eh skills, né, competências para fazer o que é necessário ser feito. E sem autoconhecimento, a gente não chega lá. Por isso que eu costumo dizer assim, a terapia é um caminho muito importante para as pessoas poderem se conhecer, assim como eh na área que eu trabalho, né, que é a formação de competências socioemocionais, é justamente isso também, é conseguir perceber assim qual é a sua forma de funcionar, ã, o que motiva você, quais são os teus valores, o qual é realmente a essência do teu trabalho, o papel daquilo que você faz, porque eu acho que não tem a ver só com desejos, Mas tem a ver também com aquilo que onde eu estou me satisfaz, onde eu estou eh realmente é algo que eu desejo, é no lugar que eu desejo estar, porque a autossabotagem aparece em pequenos momentos. E hoje de manhã eu tive um exemplo, tem uma nenê de 8 meses. Essa noite ela dormiu muito bem e a noite anterior ela não tinha dormido bem. Então eu consegui descansar um pouquinho mais. Quando o despertador tocou, eu tinha treino programado para fazer exercício, que é a minha rotina. que me faz bem, cuida da minha saúde mental, emocional e física, né? E eu pensei: "Ai, mas tá tão bom dormir aqui". E aqui em Portugal, a gente tá fresquinho o tempo. E aí eu pensei, não, eu não vou me autossabotar, eu vou falar sobre isso hoje, eu vou ser exemplo são essas pequenas escolhas de poxa, se eu deixasse de ir, ok, eu ia ficar descansando um pouquinho mais, mas o que que eu ganho a longo prazo? E e se eu quero ser um exemplo em determinadas áreas, o que que eu posso realmente fazer para que eu consiga equilibrar esses recursos que eu tenho versus aquilo que o ambiente me exige, né? Então, eh, o autoconhecimento ele é fundamental justamente para nos ajudar a tomar escolhas conscientes, das pequenas, como hoje de manhã, até daqui a pouco uma grande promoção, um grande trabalho, um grande projeto. Muito bem, muito bem, Brenda. É pra gente perceber que isso pode acontecer comigo, com você, com todo mundo a todo momento, mas a gente precisa entender, né, eh, quando a gente está nesse ciclo, porque pode acontecer hoje, OK, mas daí acontece amanhã, acontece depois, acontece depois. Aí eu pergunto então pra Marina, os sinais mais comuns da autossabotagem, né? como que a pessoa pode começar a identificar que ela está nesse padrão? Olha, eh, sempre exigida uma dose de autopercepção nesse caso, né, de você se ver cometendo os mesmos erros, caindo nos mesmos padrões, repetindo vivências que muitas vezes carregam entre si significados em comum, né? Eu sei que no dia a dia a gente acaba passando por algumas coisas despercebidos, né? Justamente acho que também por essa aceleração do nosso tempo, talvez fazer esse autoexame seja de suma importância para que a gente possa perceber onde é que o cala aperta, onde é que tá pegando, né? Por que tal situação se desenrola de determinada maneira, né? que realmente tem algumas situações as quais a gente não tem algum tipo de controle, mas a forma como a gente se sente eh a partir dessas situações diz muito sobre nós, né? Então, talvez não negar e sim observar-se com um pouquinho mais de cuidado seja o primeiro passo pra gente conseguir identificar aí um comportamento de autossabotagem de repente, que acho que é muito mais fácil a gente não olhar de repente pras coisas, mais fácil entre aspas, né? porque o preço que a gente tem que pagar por isso depois é mais alto, né? Uhum. Então, em primeiro lugar, acho que é até um convite pra gente pensar um pouco mais eh no que que a gente anda sentindo, o que que a gente anda fazendo no automático ou não, aquilo que faz sentido ou não, porque se interrogar pelos seus sentimentos, pelas suas motivações, me parece importante pra gente identificar se tá havendo algum tipo de comportamento punitivo, eh, a prevalência da culpa ou de pensamento. de incapacidade, de subjulação. Eu tenho certeza que muitos de nós experimentamos aí diariamente, né? Quem nunca eh acho que é importante de serem levado em consideração e não jogados para debaixo do tapete, né? Porque aí quando a gente faz isso, a gente não abre espaço para ter uma transformação, para olhar para aquilo e fazer realmente alguma coisa com algo que tá se passando dentro de nós. Muito bem. Muito bem, Marina. Agora, às vezes a gente até sabe o que fazer. né? A gente faz planos, a gente se empolga, mas na hora H a gente paralisa. Aí eu pergunto pra Brenda, eh, isso é racional, não é racional? Qual a ligação que você faz com a autossabotagem e a procrastinação? Nossa, eu ia acabar de fazer esse exemplo, Rúbia. Ah, eu acho que grande, assim, complementando só a pergunta anterior, né, que que é super rica, como é que a gente identifica? Eu acredito que o primeiro caminho para identificar o sabotagem é conseguir perceber de uma forma muito eh genuína, sem julgamento, porque senão a gente reforça comportamentos negativos, que é estou procrastinando algo que é muito importante para mim, não tô conseguindo me posicionar quando eu preciso. Tô diminuindo o meu valor, o meu posicionamento em momentos importantes, seja com a minha família, seja no trabalho. perceber assim, ó, esse comportamento ele ele já está se repetindo quando eu fui convidada para estar num programa. Eu disse não, porque eu tava com agenda cheia ou porque eu não queria estar ali mesmo com a agenda disponível. Então, a partir do momento em que a gente começa a perceber que os convites aparecem, que as oportunidades aparecem e a gente vai travando, vai procrastinando, vai deixando pra frente, existe aqui uma tendência também de poder olhar pros nossos medos, de poder olhar, como fato falei antes, pro nosso diálogo interno, o que que eu estou afirmando para mim mesma, né? E aí, hã, eu trago muito assim os meus treinamentos, os meus processos de coaching, ã, um caminho que é existe um um modelo, né, baseado na inteligência emocional que que traz assim, ó, primeiro eu preciso reconhecer causas e gatilhos, né? E eu já vou chegar lá na procrastinação, tá? Sim. Então, as causas podem ser internas, eu afirmar para mim, não sou capaz, sou insuficiente, não consigo comunicar. O exemplo do programa, talvez eu não eh a distância não vai ser a mesma coisa. Enfim, a gente começa a colocar motivos, desculpas, argumentos que são irracionais, tá? Eles não são genuínos, eles não são verdadeiros. E existem causas externas. Daqui um pouco, poxa, eu tô com um contexto aqui em casa que eu não consigo, tá? Um temporal, a internet não vai dar certo. Tem coisas que podem ser reais, mas a gente precisa ter atenção a esses essas causas. Então, esses gatilhos, né, que eles chamam de triggers. Esse essas causas geram as emoções, sentimentos. Qual é a diferença de uma emoção e de um sentimento? Emoção é algo que passa rápido, é fisiológico, a gente não controla. E sentimento é quando a gente se dá conta do que eu estou sentindo. Então, a partir do momento que eu me dou conta do que eu tô sentindo, poxa, eu tô com vergonha de estar num programa vivo, por exemplo. Os Aí eu vou pro segundo ponto, né, de emoção para pensamento, que é baseado no que eu sinto, eu também construo meu diálogo interno. Eu também afirmo coisas para mim do sou capaz, não sou capaz, tenho vergonha, não tenho vergonha, será que eu vou ser o suficiente? Será que eu não vou ser? E e isso faz esses pensamentos, esse ciclo, e aí se trabalha muito na terapia, em prestaços na psicológicas, modelo o meu comportamento, modela as minhas atitudes, a minha comunicação. E aqui entra a questão da procrastinação. Por quê? Porque a procrastinação ela é um comportamento onde eu adio algo que eu gostaria de fazer ou às vezes não gostaria, mas aquilo é importante de ser feito. E eu vou vou jogando pra frente, vou jogando pra frente e eu quero cada vez mais. E o final desse ciclo, a palavra resultado, que é é um aprendizado. Bom, qual é o resultado? Quando eu tenho muita vergonha, mas eu digo: "Sim, eu lido com a minha vergonha, eu me preparo, eu estudo sobre o tema, eu trago referências". Só que se eu simplesmente disser para mim: "Não, não sou capaz". O resultado disso é: "Me convidaram para algo que eu gostaria, eu não consigo, então significa que eu nunca vou conseguir dar uma entrevista". Então isso reforça alguns aprendizados que eu digo para mim mesma que são disfuncionais. E isso é com terapia que se desconstrói. Então, na procrastinação, respondendo tua pergunta, existe esse ciclo, ah, essa tarefa, eu não sou capaz, eu não consigo, eu não tenho tempo. E aí, só que aquilo é importante. E aí a pessoa vai criando cada vez mais esse looping emocional disfuncional que é de ansiedade, de preocupação. Por isso que muitas vezes chega na frente da tarefa quando é confrontado com um prazo, com uma cobrança, com feedback negativo, a pessoa trava e isso só reforça todo aquele diálogo interno que ela tava fazendo. Muito. Então é algo que realmente a gente precisa olhar, ã, porque às vezes a gente critica, mas por que que tu tá protestando? Mas por que tu não tá entregando prazo? Quem tá de fora, né? e às vezes não dá os recursos, não dá esse acolhimento, não dá esse direcionamento para essas pessoas, porque pode ser qualquer um de nós. Autosabotagem não é uma doença, é um traço de comportamento que tem que ser olhado, né? Exatamente, né? A sua pontuação foi excelente porque me arremete agora à questão eh clínica, né? Por quê? Porque veja bem, Marina, ela falou sobre eh a procrastinação, aí ela fez lá um desenho, né? Eh, eh, todo e isso remete ao quê? A, ao psicológico, à nossa mente, a nossa a forma que a nossa mente trabalha no dia a dia e também aos resultados, porque se eh eu quero muito fazer algo, mas eu acabo me autossabotando, eu acabo procrastinando e o resultado não vem de acordo com a minha expectativa, isso vai me gerar o quê? uma frustração, de frustração em frustração, acaba gerando uma ansiedade, a ansiedade vai puxando aí uma depressão e a depressão vai me arremeter ao que é um caso clínico. Eu gostaria que você explicasse, eh, quando nós devemos nos atentar que essa procrastinação, essa autossabotagem, esse deixa para lá, amanhã eu faço, ele acaba sendo constante e vai nos gerar sentimentos. que nos fazem buscar o atendimento psicológico. Uhum. Acho que eu sou suspeita para falar quando buscar a psicoterapia, porque a gente sempre espera a bomba explodir para olhar pro problema, né? Então acho que para começar a terapia ela pode ser buscada em momentos antes desse limite acontecer. Eu acredito também. Mas eh respondendo a sua pergunta, eu acho que se a gente pensa num caso mais preocupante de uma procrastinação, de uma possível ansiedade, né, sem entrar muito também nas classificações diagnósticas, que aí eu acho que a gente vai para outro campo, eh acho que isso é preocupante quando você começa a perceber o quanto que afeta no seu entorno, né, não só no seu autojulgamento de valor, mas como que isso tá se manifestando nos seus relacionamentos. interpessoais no seu trabalho, né, nas pequenas atividades do dia a dia que você não consegue fazer. E aí, se isso vai virando uma bola de neve, eu acho muito importante a gente investigar, né? Porque acho que conforme ela acabou de dizer muito bem, a procrastinação ela é muito, ela vai acontecendo até de forma sutil, né? Uma coisa que eu achei importante falar sobre autossabotagem é que a palavra o sabotador ele age na surdina, né? Ele age no escuro, ele vem camuflado. Então muitas vezes isso vai acontecendo de forma a gente não se dá conta mesmo, né? Então quando que isso se torna algo preocupante pra gente investigar, pra gente procurar uma ajuda psicológica, talvez em primeiro lugar não esperar chegar nesse ponto, né? Mas já que a gente a gente sabe que a tendência é que a gente ignore até que chegue num ponto preocupante, eh acredito que pensar no prejuízo que a gente tá tendo ao longo prazo, nas tarefas que a gente tem que desempenhar no dia a dia, acredito que seja importante também pensar um pouco sobre os limites de cada um, né? Porque a gente tem limites diferentes para determinados assuntos, determinadas tarefas. A gente tá muito numa era de de imperativo, de prazer. Então a gente se depara ali com uma rede social que esbanja felicidade, esbanja realização de desejos, conquistas e para além disso, né, acho que isso daria uma toda uma outra discussão sobre comparação, sobre o que que é verdade e que que não é ali nessa vitrine de exposições. Acho que a gente esquece de pensar nas nossas próprias limitações mesmo. E quando eu falo limitações, eu não tô dizendo sobre falta de capacidade ou sobre falta de força ou falta de vontade, e sim recursos internos que a gente vai solidificando ou não ao longo da vida de acordo com as nossas vivências e experiências. Então, quando a gente tá pensando num atendimento clínico, quando a gente tá pensando numa orientação dentro do âmbito da clínica da psicologia, é importante a gente olhar para esses aspectos que nos formam internamente, pra gente perceber o que que tá intrínseco ao completar ou não uma tarefa. Eh, faz sentido aquilo que você tá se propondo a fazer de fato? Isso é para mim ou é pro outro? Isso é para mostrar alguma coisa ou é de fato para uma satisfação pessoal? Pode ser que seja as duas coisas. Nós somos muito complexos, né? Não dá para ficar preto no branco. Mas eu acho que é uma uma análise muito minuciosa mesmo que a gente tem que fazer das nossas motivações e dos embasamentos que estão por trás aí de alguns comportamentos de autossabotagem no dia a dia. Maravilha, gente. Quanta informação, quanto conhecimento, né, sendo gerado aqui nesse programa de hoje, o Estúdio Câmara, com duas profissionais especialistas, né? uma psicóloga, outra que fala sobre comportamento. Gente, você percebeu que que todos os dias a gente fala sobre o comportamento e são dicas que a gente vai repassando para você, são informações com profissionais excelentes que nos ajudam a melhorar um pouquinho, né, a mudar a nossa maneira de ser, a ter uma outra visão, a ampliar a nossa visão de como viver melhor ou pelo menos tentar, né? A gente tá falando aqui de autossabotagem, daí já vem a questão da procrastinação, aí também já vem aquela questão da zona de conforto. É algo muito amplo e a gente debate com você que tá aí do outro lado. Produção, já avisando, a gente agradece muito você que tá mandando a sua pergunta e agora a gente vai fazer aquele nosso pingpong de todos os dias as nossas profissionais, as nossas convidadas eh respondendo você, né? Então, nós temos aqui a Brenda e a Marina para responder você que tá aí do outro lado. A gente já agradece a sua participação. Vamos simbora. Vamos começar. A Juliana do Jardim Flamboian. Tenho medo de assumir novas responsabilidades porque acho que vou falhar. Não sei se é insegurança ou autossabotagem. Como diferenciar? E agora eu posso repassar essa questão para você, Brenda? Claro que sim. Claro que sim. Então vamos lá. Eh, vamos lá. Eu só vou tirar o fone porque senão eu me escuto, tá gente? E aí qualquer coisa eu volto para ouvir vocês. Ã, Juliana, primeiro, a assumir novas responsabilidades. É natural que sentamos que que a gente vai sentir medo, que a gente vai sentir uma certa insegurança. Bem-vindo à vida do ser humano da vida real, tá? É natural. Agora, o que você precisa perceber é fazer uma análise genuína de perceber assim, que é o que eu trabalho todos os dias, tá? O que esse novo cargo exige a nível técnico, a nível comportamental, a nível de rotina. Então, a primeira coisa que tu precisa é sair desse campo emocional, seja insegurança, medo, autossabotagem e vá pra parte prática. É esse cargo, poxa, ele exija que eu ã trabalhe com um sistema que hoje eu não conheço ou que eu faça gestão de pessoas. e gestão de pessoas, algo que eu tenho pouco conhecimento, pouca expertise. Então, a partir desses insites do Para, do que eu tenho versus para onde eu vou, eu posso criar um plano de perceber assim, ó, ã, gestão de pessoas de 1 a 10, qual é o meu nível de à vontade nesse tema? Poxa, é três, tá? Então, o quanto isso vai ser necessário nessa nova posição? Tô supondo aqui que é um cargo de liderança, tá? Então preciso aprender a dar feedback, eu preciso aprender a rotina do time, preciso entender quem são as pessoas. Então esse vai ser um ponto principal. Por quê? Porque você é cobrada por entregar desempenho da equipe também, tá? Então a partir do momento que tu vai saindo desse campo, não digo irracional, mas desse campo mental, tá? De dúvidas, receios, consigo, será não consigo, a gente precisa começar a transitar paraa parte prática. o que é necessário que eu que eu entregue, né? A minha adaptação. Daqui um pouco, se eu faço, eu continuo fazendo essa escala e eu percebo que, poxa, meu conhecimento tá numa régua aqui, numa média cinco. Quem vai me apoiar para que eu consiga entregar os sete? Eh, e esse gap de dois eu possa me desenvolver? A empresa vai me apoiar, o lida direto dessa nova posição para me apoiar. Então é é é importante você também perceber assim, ó, tem coisas que estão no nosso controle, que é preparação, essa análise, inclusive na nossa influência, que é quem eu devo mobilizar para poder me ajudar nessa nessa diferenciação. Porque a autossabotagem, eu acho que ela ela aparece quando tu começa a fazer essa análise, diz: "Não, não consigo, eu tô no cinco, não tô no sete, não vou me candidatar, não sou para isso". E não cresce na carreira e não busca o melhor salário e não busca melhores condições de vida. Então medo a gente vai sentindo natural, assim como a vergonha, o desconforto, as frustrações, faz parte da carreira. Agora, a gente tem que usar essas emoções, que é o que eu ensino nas empresas, a traduzir isso para informações. Que receio eu tenho? Poxa, como é que eu transito isso para suporte, apoio, treinamento, estrutura, negócio, né? Então eu acredito isso, porque a automação talvez ela nem te permita pensar sobre muito bem. Então e é bom até conversar com pessoas que posso orientar, né, Ruben Marin? Vocês sabem, talvez já devem ter passado por isso no momento da carreira. Eh, quem pode nos ajudar a ir além, um passo além, porque o o desconhecido é desconfortável para todo mundo. Uhum. Muito bom, Brenda. Obrigada. 8:36. Tem mais perguntas? as pessoas participando, os nossos telespectadores. Olha lá o pessoal do Cambuí também ligadinho aqui na TV Câmara Campinas, o Carlos, sempre deixo tudo paraa última hora, mesmo sabendo das consequências. A procrastinação pode ser um sinal de autossabotagem emocional? Vamos perguntar pra nossa psicóloga. Sim, acredito que sim. E é muito interessante porque acho que faz um link com a pergunta anterior que a gente trouxe. Sim. Eh, que eu acho que é importante trazer o que algo que tá muito envolto na procrastinação, que é a questão do alto nível de exigência, né, que você coloca para si mesmo, que muitas vezes eu nem começo uma tarefa se eu tenho medo de que eu não chegue no resultado esperado. Então, se as minhas exigências, os meus ideais de onde eu quero alcançar, onde eu vou chegar, são muito altos, por medo de não alcançar esse ideal que às vezes é tão distante, eu nem começo. Isso pode não ser racional, muitas vezes não é mesmo, né? Não acho que seja algo premeditado antes da gente deixar de fazer algo, né? Mas muitas vezes pode parecer mais confortável, entre aspas, a gente negar, agir como se a tarefa não estivesse ali para ser terminada, eh, e desfrutar de outros prazeres e não sofrer com aquela ansiedade da cobrança que vai se estabelecendo ali enquanto a gente tá desempenhando a tarefa e deixar essa esse cumprimento de obrigação para um curto período de tempo, né, pra última hora, pro último dia. vai ser muito pesaroso, com certeza, né? como ele mesmo disse, ele sente as consequências disso, mas em algum lugar aí, talvez bem racional mesmo, seja uma forma de experimentar um nível de desconforto menor por um menor período de tempo, porque no restante dos dias você tem de repente um mês para fazer uma tarefa, mas você deixa essa tarefa pro último dia, nos outros, na no restante do mês, você tá ali curtindo como se nada estivesse acontecendo, né? você tá ali se satisfazendo com isso. Eh, então sim, é um comportamento que pode ser muito nocivo, que traz consequências graves, mas que de alguma forma é preciso ser investigado mesmo, porque acho que tem muito eh ligado a isso, né? Não dá pra gente dizer que é uma falta de vontade, uma falta de capacidade realmente, né? senão a gente se coloca nesse lugar de culpa que eu não acho que seja muito interessante, mas eh pode até parecer um pouco controverso isso que eu vou dizer. Muitas vezes parte do nosso inconsciente, do nosso aparelho psíquico, ele se beneficia da culpa, ele se beneficia do sofrimento. Então tem algo dentro da gente que é muito peculiar, né, da gente muitas vezes eh ter esse lugar de querer um pouquinho dessa dor, querer um pouquinho desse desafio, querer um pouquinho dessa culpa, porque talvez é um jeito que vocês constituem no mundo, é assim que você existe, é muito difícil mudar. né? Mas não é impossível. Muito bem. Nossa, gente, o ser humano é maravilhoso. O nosso funcionamento é sensacional. Quando a gente começa a a entender, a ter a questão do autoconhecimento, não ter esse entendimento que vocês têm, porque vocês estudaram e praticam e estão para ensinar as pessoas, né, para orientar. Mas quando a gente começa a ter assim eh eh um pouco do conhecimento, você imagina, você para fala: "Poxa vida, mas como pode?" Aí você faz o seu o seu autoanálise, você fala: "Poxa vida, eu preciso mudar, preciso melhorar". E é para isso que a gente tá aqui, né? Para te dar assim aquele start para você entender, está se autossabotando ou não. Conta pra gente. A Fernanda do Jardim Chapadão tá contando, ó. Já tranquei duas faculdades e desisti de um curso técnico. Sempre começo com tudo e depois travo. Isso pode estar ligado ao medo de errar. Pois é, ô Brenda. O medo ele paralisa se a gente não se atentar, não é? Sim, sim. E o medo ele tem três principais respostas automáticas, né? Ele pode congelar, ele pode trazer a gente para luta ou para fuga. Então, por exemplo, essa situação da Fernanda, bem importante que tu traga isso, Fernanda, porque, por exemplo, eu tive um exemplo dentro de casa e eu compartilho com muita vulnerabilidade e segurança assim com vocês. O meu irmão começou duas faculdades, trancou, sei lá, 3 anos depois, 4 anos depois, começou a faculdade de novo e demorou um pouquinho mais de tempo do que o formal para se formar. E dia 11 de abril ele se formou. Uau! E ele traz muita coisa assim, será que eu tava procrastinando, por que que eu demorei tanto? E no caso dele em específico e talvez eu trago só para reflexão, tá? Que nem tudo é um problema, talvez sejam cursos que você não se identifique, talvez não faça sentido. Talvez tu pensou sobre uma coisa no início, quando começou a entrar em contato com o tema, com o funcionamento do curso, não foi ao encontro do que tu esperava. Então eu acho que também tem algo bonito na nossa na nossa reflexão aqui de não é só olhar paraa autossabotagem, mas também perceber assim o resistir versiliente. Talvez eu não tenha que insistir em algo que eu não gosto só para ir ao fim, só para dizer que eu terminei, né? Se aquilo não faz sentido para mim. Então, o fato de começar e não concluir, ã, quando isso não é um comportamento repetitivo, talvez tu possa pensar isso para outras áreas da vida, né? Eh, será que eu não encontrei ainda o meu chão aquilo que me dá bri nos olhos, né, para poder fazer? Por quê? Porque depois tu colocou ali no final da pergunta, né? Ã, eu começo só traga a produção, por favor, a pergunta de novo dela. Ah, tá. Porque acho que ela eu não termino tudo que eu começo. Deixa eu só ler de novo. Isso é isso mesmo. Ô produção, coloca pra gente lá a pergunta da nossa da nossa telespectadora para que a gente possa concluir o nosso raciocínio, né? E você que tá aí acompanhando, isso só para para trazerlo tudo, cer, porque quando a gente começa a generalizar Uhum. Não faz mal. Eu espero que é assim, tudo que eu começo eu não termino, aí sim pode ser um comportamento nocícivo que precisa ser olhado com ajuda de um profissional. Uhum. Mas o curso em específico ou sei lá, um projeto, um trabalho, talvez a gente não tenha que insistir em algo que não faz sentido para nós, que não nos gera bem-estar, que não nos gera desafios, que não nos gera algo positivo também. Então, é bom a gente pensar nesses dois polos, né? Eu preciso ter coerência emocional com o que eu tô fazendo, pensando e sentindo. E isso me faz muitas vezes dizer não para algumas coisas que eu comecei. Agora, se isso é repetitivo, talvez você esteja se autossabotando e precise de uma ajuda profissional. Muito bem. A produção tá dizendo que tá descendo muitas perguntas no WhatsApp. Imagina. Isso é bom. Isso é bom porque o pessoal tá participando, né? Daí colocaram a pergunta e agora para achar aquela pergunta lá em cima vai demorar. Então é isso, a gente precisa ficar muito atento a essa questão, né? Se você, igual a a nossa nossa telespectadora eh disse, eh começou vários cursos, trancou e aí não conseguiu terminar, enfim, mas será que isso era realmente o que você queria fazer ou você estava atendendo algo seu ou algo do próximo, né, Marina? Porque às vezes a gente tem que se atentar com essa questão de atender a expectativa do outro e às vezes a gente acaba se punindo e aí pode ser que por esse motivo não dê certo a finalização, a concretização. Concorda? Com certeza. Uhum. Muito bom. Vamos lá. 8:44. Pode mandar outra, produção. Vamos embora. Vamos lá, então. Autossabotagem, né? Quando maior obstáculo somos nós mesmos. Já parou para pensar? Porque a gente tem um costume aí de culpar muito as outras pessoas, o outro, né? É culpa dele. É, será que é mesmo? Já parou para pensar se não é você? Mas esse negócio de culpa eu também não gosto. Igual a Marina disse, é muito pesado, né? Então, para, faz uma autoanálise aí e vamos. Alívia da vida industrial. Toda vez que eu começo a melhorar de vida, me saboto. Gasto demais, falto no trabalho. Ai, Lívia, do céu. Como identificar de onde vem esse padrão repetido? É, isso é bem delicado, né, Marina? Eh, identifica, ajuda a Lívia a identificar sobre esse padrão que preocupa, né? ela melhor, começa a melhorar, daí ela já começa a gastar, começa a faltar no trabalho, tipo assim, ela entra numa zona de conforto. Seria isso? Então, eu não sei, né? É complicado porque pela pergunta, por esse fragmento que eu tô lendo, Aham. Eh, eu percebo que talvez tenha algo de excessos aí, né? Gasto demais, falto meu trabalho, não só gasto em dinheiro, mas gasto minhas faltas também, né? Ah, verdade. Acho que tem um uma transitoridade entre dois excessos, entre dois limites aí que talvez precise se olhar da que lugar que isso tem para você, porque você precisa se consumir tanto assim, consumir outras coisas, consumir tudo, né, que te cerca. Então, talvez seja importante se perguntar sobre isso, mas como identificar de onde vem esse padrão repetido? Eh, acho que talvez seria necessário um processo de psicoterapia para eu te conhecer e entender realmente, né, da onde vem, porque acho que tem a ver com a nossa história, tem a ver com as formas de sobreviver que a gente aprendeu e que a gente internalizou. Eh, talvez, né, aquelas coisas que a gente não trabalha no momento em que acontece, elas não ficam ali soterradas e apagadas, não. Elas ficam dentro de nós e muitas vezes elas formam a imagem que a gente tem de ser, né? Algo daquilo que a gente viveu, algo daquilo que o outro disse que nós somos, fica na gente de formas a influenciar a forma da gente ser no mundo, né? Então, a sua relação com o trabalho, a sua relação com dinheiro, tudo isso precisa ser investigado pra gente conseguir entender o que que tá por trás desse padrão, né? Então, acho que toda a ação no mundo, ela é multideterminada, né? ela é multifatorial, no sentido de que é preciso entender de fato a sua relação com esses aspectos da sua vida, eh, com os seus desejos, com os seus medos, porque parece que não, mas a gente às vezes tem muito medo das coisas darem certo, porque e se der certo, né? Que que eu vou fazer com isso, né? Eu passo tanto tempo idealizando que numa hora que acontece, como que eu vou lidar, né? A idealização ela nos promete muitas coisas, né? E daí quando às vezes chega na realidade, não é tudo isso que eu queria mesmo. E aí como você disse ali no início, né, Rúbia, um pouco da frustração também aparece nesse sentido e pode formar todo um ciclo de estar sempre buscando esse lugar que nunca chega. Poxa vida, Lívia, um abraço para você. Obrigada pela sua participação, pessoal, aí da Vila Industrial, tá? Estamos falando de autossabotagem e aí já vem mais perguntas. O Rafael do Jardim Proença, ele diz: "Olha só, vi um vídeo sobre síndrome do impostor e me identifiquei. Sempre acho que sou uma fraude, mesmo elogiado. Isso pode virar um bloqueio sério? Então, né, Brenda? Vamos lá. Autossabotagem, procrastinação, eh, síndrome do impostor. Tem alguma coisa a ver aí, né? E o Rafael do Jardim Proença pontuou muito bem a síndrome do impostor. Ele disse que viu um vídeo, se identificou e poxa vida, ele acha que sempre é uma fraude, né? Mesmo quando alguém elogia ele. Isso na na sua avaliação pode virar um bloqueio sério. Como que a gente faz para lidar com isso aí? A síndrome do impostor é um sentimento de duvidar das nossas próprias capacidades, né? de acreditar que não é digno de sucesso, de mesmo que eu alcance resultados significativos, eu nunca sou suficiente. Então, ã, é algo que é uma uma experiência psicológica interna. Ele precisa olhar para isso, para esse funcionamento. Por quê? Porque vai prejudicar ele ao longo do pot ele diminui o potencial que ele possui se ele não acredita em si próprio, né? Então existe muito essa questão assim, hã, o impacto disso no crescimento profissional, no florescimento dessa pessoa também, né, nas nos sentimentos positivos. É algo, é alguém que talvez não consiga, né, Rafael, ter gozar da vida, celebrar, perceber que que aquilo que idealizava foi conquistado. E e é importante conseguir perceber que você não é uma fraude. Talvez você tenha que desconstruir isso que eu costumo fazer. E vamos aos bocadinhos, como se diz aqui em Portugal, que é em que momentos eu percebo que eu sou menos do que eu acredito. Será que isso é real ou não, né? Será que eu posso, por exemplo, uma ferramenta que eu acho que é super válida, Marina, depois pode me complementar, a gente tem que pedir feedback para as pessoas que convivem conosco, que trabalham conosco. Olha, você tá percebendo que eu tô entregando menos do que eu poderia ou eu acho que eu tô entregando menos do que eu poderia? Porque o síndrome do impostor tem a ver de novo com esse diálogo interno que eu falei lá no início do nosso programa, né, de aquilo que eu afirmo para mim não é real. Eu eu acredito que eu não consigo, que eu não sou suficiente e aí eu me coloco numa posição de vítima, de pequenez, uma uma posição de muitas vezes assim, eu não tenho os recursos necessários para aquilo, mas eu também não mobilizo esforços para resolver. Eu me coloco nesse discurso e eu fico. E é aí que essa cristalização que a gente chama, né, pode atrapalhar muito no teu desenvolvimento como ser humano em todas as áreas, né? Não sei se a Marina tem algo a acrescentar, mas eu acredito que é algo que pode virar um problema sério. Com certeza. Muito bem. Vamos lá, Marina. Sim. Eh, tenho coisas a acrescentar mesmo, porque eu acho que tá falando de um alto valor prejudicado, né? De um alto valor que tem tá cristalizado, como a Brenda disse, nesse lugar de impostor, de fraude, né? de acho que a síndrome do impostor é um termo que viralizou agora e é bom porque as pessoas vão se identificando, talvez se colocando nesse lugar, se questionando mais, que é isso, essa falta de sentimento de merecimento mesmo, de às vezes você chegar num lugar o qual você almejava e pensar, acho que eu enganei todo mundo para est aqui, né? Sem realmente pensar nas coisas que de fato te colocaram nesse lugar, né? Por que que você chegou até aqui, né? Como que você chegou até aqui? Acho que isso de se perguntar, perguntar sobre si através do outro é importante muitas vezes, porque às vezes o nosso autoexame ele tá tão prejudicado que a gente não enxerga as situações de fato como elas são e sim como a gente gostaria ou como a gente tá se vendo, né? Mas mesmo muitas vezes perguntando ao outro, o outro ele é muito importante pro nosso juízo de valor interno sobre nós mesmos. mesmo perguntando pro outro, você pode receber 100 elogios e você pode não acreditar nisso, né? Então, apesar de ser sim, extremamente importante a gente ter essas pessoas que nos levantam e nos colocam nesse lugar de potência, eh, também é importante olhar um pouquinho para dentro e ver da onde que vem esse juízo de valor sobre ser uma fraude, né? Eh, você acha que está eh, a síndrome do impostor tem muito isso de sentir que enganou as pessoas para chegar onde que chegou e no fim no fim é um sentimento de achar que está se enganando, né? É a frustração novamente, né? Exato. Então, eh, novamente, acho que a gente toca toca muito nessa tecla de ter que olhar com carinho para onde vem esse juízo de valor, né? Que experiências que fizeram você pensar que você é uma fraude, né? Eh, e esses lugares onde você quer chegar, por que que você quer chegar, qual que é o sentido disso para você, né? Acho que são coisas que devem ser levadas em consideração também. Muito bom, né? Eh, importante a gente se autoconhecer, a gente se reconhecer e também eu penso que a gente precisa de pessoas que nos dão ali a uma um diagnóstico, né? Porque no caso do desse nosso telespectador, eu sou uma fraude. Isso é muito pesado, né? Isso é muito pesado. E também significa um um um olhar interno. E só que você precisa aí de uma ajuda de alguém que te oriente para que esse olhar ele não perdure, né? Isso tem que finalizar. Você não é uma fraude, né? Então a gente precisa estar atento com autoconhecimento, com autocuidado também. É muito importante. 8:53. Eu acho que a gente vai pra última pergunta, daqui a pouquinho a gente já encerra o programa. Você vê, né, a gente conversando eh bastante aqui, né, com as nossas entrevistadas, com os nossos telespectadores. O tempo passa voando. A Silvia tá com a gente. Não consigo seguir na academia, nem manter dieta por muito tempo. Sempre arranjo uma desculpa. Como quebrar esse ciclo de desistência? Bom, isso aí é a pergunta da Silvia e de muitas outras pessoas quando a gente fala de fazer um exercício físico e tal, né? Porque isso também faz parte de mim. Às vezes eu inicio, vou lá três meses maravilhosos e daqui a pouco eu paro um dia, paro o outro dia, aí eu entro na zona de conforto, aí eu começo me autossabotar, eu não consigo voltar mais. Então aí vamos perguntar aí paraa Brenda e também com a pontuação da nossa psicóloga Marina sobre esse ciclo de desistência que muitas pessoas se identificam no caso eh eh da Silvia academia, né? Não consegue manter a academia, não consegue seguir a dieta e fica tentando retornar o tempo todo e fica nesse ciclo. Então vamos lá. A gente gostaria de ouvir então as nossas duas profissionais, a Brenda e a Marina. Vamos lá, Brenda. Eu, a primeira pergunta que eu faria paraa Silvia é: "E que outros hábitos ou que outras ações você conseguiu começar e manter?" Porque daqui um pouco, se ela, se ela puder ter um uma visão mais integral sobre ela e ela perceber que, poxa, é só na academia e na dieta, mas eu consigo desenvolver novos hábitos e novos comportamentos no trabalho, eu consigo fazer em outras áreas da vida? Talvez seja ali um recurso que talvez ou o exercício não tá sendo motivador ou ou talvez o significado daquele novo propósito na vida dela não tá fazendo sentido. Porque normalmente a Marina falou uma coisa importante antes, a gente espera a bomba explodir para poder se movimentar, né? Tomara que não seja o teu caso, né, Silvia? Mas normalmente a maioria das pessoas que começam um programa de treino, um programa ã consciente de nutrição, é porque ou os exames estão muito ruins ou já tá com problema de saúde sério e a gente não precisa levar esse susto para promover uma mudança de comportamento. E normalmente existe um ciclo, inclusive é um autor ciclo de Prochasca, onde ele traz assim que normalmente a gente traz a negação, a resistência para qualquer novo hábito, tá? qualquer novo comportamento. Depois eu começo a perceber que aquilo é importante para mim. Aí eu vou me testando e aí eu preciso fazer esse ciclo de manutenção. Algumas pessoas falham no ciclo de manutenção. O porquê podem ser n motivos, mas o que a gente tem que se dar conta é que o nosso cérebro ele não foi programado para ficar construindo novos hábitos, ele nos sabota. Então, a gente precisa buscar essa força de disciplina, de organização, sustentar aquilo que tá no nosso controle para conseguir manter aquele hábito. Agora, como quebrar esse ciclo de desistência? Eu pergunto pra Marina que que ela recomenda, porque tem aqui algumas práticas, mas eu também quero ouvir ela. É, eu também preciso ouvir você e muita gente que tá em casa nesse momento e que vai acompanhar a gente pelo YouTube também precisa ouvir. Então, por favor, nos ensine como quebrar esse ciclo de desistência quando a gente fala de atividade física. Então, acho que a gente entra num campo muito complexo, né? Porque eh que dieta é essa que tá sendo prescrita, que dieta é essa que você tá seguindo? A gente tem um r de dietas hoje que são extremamente restritivas, que fogem muitas vezes da realidade daquele sujeito que quer se comprometer com uma uma alimentação melhor, né? Então, em primeiro ponto, é isso. Essa dieta tá fazendo sentido, ela é acessível para você, ela te restringe muito. Eh, esse eu acho que é o primeiro ponto. Segundo ponto é, a gente coloca muito a academia nesse lugar de importância, de ser o lugar onde a gente vai conseguir resultados, mas muitas vezes esse tipo de esporte não é para você, né? Muitas vezes pode ter outra atividade física que te faça mais sentido do que academias. academia pode ser muito maçante, muito, muito chato mesmo, às vezes repetitivo. Então, talvez outras atividades façam mais sentido. Não sei. Acho que é importante pensar nisso também. Que dieta que é essa que tá sendo prescrita ou então da onde que você tá vendo, né? Muitas vezes acho que a gente tem uma facilidade de acesso à informação hoje que muitas vezes pode cair para um lado de muitos excessos, de um quantum de restrições que é muito difícil de você manter ao longo prazo mesmo, né? Agora, como quebrar esse padrão de desistência? Acho que primeiro se questionar sobre tudo isso que eu coloquei. E quando a gente tá falando sobre alimentação, sobre exercício físico, a primeira coisa que me vem é o autocuidado, a sua relação consigo mesmo, né? Eh, como você quer nutrir esse corpo, como que você quer moldar esse corpo, qual que é o seu objetivo e por esse objetivo, né? Eu sei que a gente tá vivendo num mundo onde a pressão estética, principalmente para as mulheres, ela incide de uma forma muito violenta, mas ainda assim qual que é o sentido de fazer a transformação desse corpo, né? É para atender a quê? É para qual finalidade? Muitas vezes, se a gente coloca um objetivo de, sei lá, perder 30 kg, em vez de olhar pros primeiros cinco que a gente pode perder, fica muito mais difícil, né? Se você, claro, você pode querer se cuidar, você pode querer melhorar o seu estilo de vida, mas vamos com calma também, né? A gente não precisa atropelar tudo, por mais que a gente seja muito compelido a isso nos nossos tempos. Muito bom. Olha aí, né? Você que começou, que parou, que tá procrastinando, que tá se autossabotando, assistiu o nosso estúdio Câmara, tem aí eh pontuações excelentes das nossas convidadas, das nossas especialistas. Eh, esse programa vai ficar no YouTube disponível, então já vai eh lembrando, repassando eh pros seus amigos, porque eu tenho certeza que daqui você vai tirar sim alguma informação pro seu dia a dia para que você pare ou então diminua a sua autossabotagem. Agora, pontualmente 9 horas, a gente eh vai paraas nossas considerações finais. Quero agradecer a Brenda que tá com a gente direto Portugal pelo Zoom. a internet, ó, foi massa, não falhou. E que bom que você pode estar conosco e compartilhar eh com a gente aqui do estúdio Câmara, com os nossos telespectadores, né, um pouco do seu conhecimento, das informações e trazer, né, algo de bom para as pessoas que estão nos ouvindo, nos assistindo. Quero agradecer a sua disponibilidade e a sua participação com a gente, que foi de grande valia, Brenda, obrigada, Rúbio. Foi um prazer estar com vocês. desejo que vocês possam através do estúdio também levar mais informações, mais consciência. Parabéns também por trazerem essa pauta para pro campo, né? A gente precisa conversar sobre isso e buscar alternativas e saber que sempre tem solução. Basta que a gente se mobilize e encontre as pessoas certas. Maravilhosa, Brenda. Muito obrigada. Agradecendo também a nossa psicóloga que trouxe informações primordiais e assim coisas do nosso dia a dia que a gente acha, ah, mas é só eu não, né? Todos nós passamos por essas situações e é importante a gente se atentar quando nós precisamos buscar ajuda. É importante não deixar a bomba estourar. A terapia faz bem a todo momento. Obrigada pela sua participação, viu, Marina? Eu que agradeço. Complementando um pouco o que a Brenda trouxe, eu acho que eh vocês estão de parabéns por trazer esse tema que é tão comum e que muitas vezes é tão negligenciado, né, para que uma pessoa que de repente tá nos assistindo, tá nos ouvindo e se coloca muito nesse lugar de tem alguma coisa de errado comigo, veja que não, ele não tá sozinho nessa e que tem saídas, tem formas de fazer novas construções e modificações para essa realidade que você tá vivendo. Agradeço pela oportunidade de falar sobre algo tão importante. Nós que agradecemos a participação dessas duas profissionais, a sua participação, você que tá aí do outro lado. E é isso, a gente precisa se identificar e precisa, eh, não digo naturalizar, mas entender que essas situações que nós colocamos aqui no estúdio Câmara, principalmente sobre comportamento, acontecem comigo, acontecem com as nossas profissionais, acontecem com você aí de casa. a gente precisa entender e buscar caminhos para ter uma melhor qualidade de vida. E é sobre isso que a gente fala aqui no estúdio Câmara todos os dias. Sexta-feira estamos encerrando o nosso programa de hoje. Mais segunda-feira, se Deus quiser, nós voltamos com Estúdio Câmara e dessa vez nós vamos falar sobre desafios virais. É, na tentativa de se sentirem aceitos, incluídos ou apenas viralizar, muitos jovens são expostos a conteúdos que promovem comportamentos autodestrutivos e até potencialmente fatais. O que está por trás disso? Qual o papel da família, da escola e da sociedade e também das próprias plataformas digitais? Precisamos falar sobre os desafios virais e esse é o tema do nosso próximo estúdio Câmara na segunda-feira a partir das 8 da manhã. Agradeço você imensamente por estar com a gente em mais uma semana. A nossa produção sempre maravilhosa, equipe do grupo Mais trabalhando muito para trazer para você informação de qualidade, convidados de primeira categoria e claro, né, entretenimento e muita informação para você todos os dias. Gente, valeu mesmo. Obrigada pela sua participação, pela sua audiência. Lembrando que ao meio-dia nós temos Câmara Notícia trazendo informações do legislativo campineiro e também da nossa metrópole. Agradecendo você mais uma vez. Valeu. Uma ótima, um ótimo fim de semana, né? Um ótimo fim de semana. Hoje é sexta-feira, tá chovendo, cuidado devagar e sempre. Fica com Deus, se cuida e se Deus quiser, claro, a gente se fala na segunda-feira a partir das 8 da manhã com mais uma edição do Estúdio Câmara ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. Lembrando, final de semana espetacular, com uma programação bem diversificada para você, produzida com muito carinho pela nossa equipe. Valeu, fique com Deus e até segunda. Ciao. Ciao. Ciao. [Música] [Música] [Música] Aham. У.