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9ª reunião ordinária da comissão permanente de proteção e defesa dos direitos dos animais
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9ª reunião ordinária da comissão permanente de proteção e defesa dos direitos dos animais

17 views Publicado 20/01/2026 HD · 41:39

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[música] TV Câmara, Campinas. Boa tarde a todos. Gostaria de fazer a abertura da nona reunião ordinária da Comissão de Proteção e Defesa dos Direitos Animais, a ser realizada no dia de hoje, 24 de novembro de 2025, nessa segunda-feira, a partir das 16:30, aqui na sala Silvia Pascoal, na Câmara Municipal de Campinas, conhecido como plenarinho. Gostaria de agradecer a presença do secretário, que é o nosso convidado de hoje, secretário do clima, meio ambiente e sustentabilidade, adegas bras e dizer que é uma honra estar recebendo aqui para a gente fazer uma um fala com a população, com as pessoas que realmente tem a sua preocupação com os animais na cidade, principalmente os protetores independentes, aquelas pessoas que gostam de cuidar, as ONGs, que também tem um trabalho aí muito sério com os animais na cidade de Campinas e dizer que estamos aqui para fazer alguns ajustes de prestação de contas, mas também falar de coisas que vai acontecer no futuro. Eh, Campinas é amplamente reconhecido como referência em políticas públicas de proteção e bem-estar animal devido à estrutura e aos programas implementados pela administração municipal. Essa posição de protagonismo é sustentada por um conjunto robusto de legislações vigentes que consolidam compromisso da cidade com a causa animal, onde podemos destacar o Estatuto Municipal de Proteção Animal, que define princípios, diretrizes e possibilidade e responsabilidade do poder público e sociedade, servindo de base para todas as políticas implementadas. o ambulatório veterinário móvel, que presta atendimentos clínicos gratuitos em diferentes bairros, ampliando o acesso da população à saúde animal. O castra móvel, que também é de extrema importância aqui na cidade de Campinas, ele é responsável por mutirões itinerantes constantes no nos bairros, com agendamento prévio, sendo uma das frentes mais importantes de controle populacional no município de Campinas. Temos também o samonimal, que é um serviço pioneiro dedicado ao resgate de animais feridos, atropelados ou em situação de emergência, atuando diariamente em parceria com outros órgãos da prefeitura. Os municípios também anunciou, o município também anunciou a criação do centro de integração animal, que é o CIA, reforçando sua posição de liderança em políticas modernas de proteção animal. Diante desse conjunto de políticos consolidadas, a implantação do Hospital Veterinário Municipal é um passo necessário para completar a rede de atendimento e ampliar a assistência veterinária gratuita à população. Importante ressaltar que o Hospital Veterinário é uma demanda antiga dos moradores de Campinas, cobrada insistentemente por protetores, entidades tutores e pela sociedade civil organizada. Além disso, a implantação do hospital foi uma promessa de campanha do prefeito Dario Saad, tomando ainda mais, tornando ainda mais relevante o acompanhamento rigoroso do seu andamento por essa comissão em respeito ao compromisso firmado com a população. Sobre a implementação da parceria com a PUC Campinas e andamento geral do Hospital Veterinário, tenho as segundes perguntas para ser feita e questionar o secretário do clima. Quais foram os motivos concretos que impediram o avanço da implantação do Hospital Veterinário? Houve alguma mudança na responsabilidade do projeto? No caso, a secretaria envolvendo os parceiros e a coordenação. Existe um novo cronograma revisado, se não existe, porque ainda não foi apresentado. E alguma etapa prevista anteriormente foi cancelada, suspensa ou redirecionada em caso afirmativo, por quem e com qual justificativa técnica ou administrativa para a gente fazer esse esclarecimento à população da cidade. A previsão é realista para início das obras ou adequações triturais, embora já esteja em andamento várias obras lá no DPBE, aonde eu estive recentemente fazendo uma visita e fazendo uma fiscalização, que é a prerrogativa do vereador. O convênio previsto com a PUC também permanece ativo ou não? Quando será feito e quando vai ter início? o os próximos passos da Secretaria do Clima relacionado ao meio ambiente, sustentabilidade para viabilizar o funcionamento. Embora a secretaria tem várias atribuições, não só na questão dos animais, mas também quero ressaltar aqui principalmente ao clima, ao meio ambiente na cidade de Campinas, que hoje ela é uma referência no Brasil. E também depois eu abro aí a palavra para o secretário do clima, onde esteve presente na COP 30. E para nós aqui de Campinas é um orgulho essa visibilidade e esse compromisso com o meio ambiente e principalmente representando a cidade que hoje ela é uma metrópole relacionada e eh e comparada a várias capitais no Brasil. a gente sabe que pelo fato de ser município é uma das maiores cidades do estado de São Paulo e também reconhecida no Brasil inteiro como uma metrópole maiores que muitas capitais e nossa responsabilidade como meio ambiente é muito séria e nós temos isso, isso como vereador para fiscalizar, para cobrar, para trazer aqui na comissão e falar para a população fazendo essa prestação de conta e mostrando que Campinas está em visibilidade, Campinas tem essa responsabilidade com o meio ambiente, mas também, principalmente com a causa animal, onde a gente preside esta comissão aqui na Câmara Municipal de Campinas. Então eu abro a palavra ao ao secretário adeg, muito obrigado pela presença e por estar comparecendo aqui para a gente fazer esse bate-papo e claro fazer uma prestação de contas com a população de Campinas. Boa tarde a todos. É sempre uma alegria muito grande poder participar aqui, Píinho, e levar o vereador PMO, que é um dos vereadores eh não só atuante nas questões ambientais, mas em todas as questões que envolvem a sociedade campineira, tá sempre atento a todas as movimentações, os acontecimentos, sempre buscando melhoria nas questões das políticas públicas. Eh, Permínio, aqui nós vamos lá. Então, eu tenho aqui, vou vou responder as perguntas, tá? Fica à vontade. Eh, quais foram os motivos concretos que impediram o avanço da implantação do hospital veterinário? Eh, a secretaria tem empenhada nas soluções, nas questões ligadas à proteção animal e e é um dos nossos compromissos, né, fazer com que essas políticas públicas atinjam mais rapidamente a população. Então, o hospital veterinário em si é um projeto que ainda tá em andamento, porque a gente tá passando por um momento de reestruturação do departamento e tem umas outras questões que eram tão urgentes quantas que tá sendo elaborada neste momento, por exemplo, como a reforma do departamento lá para que a gente faça os atendimentos básicos, principalmente daqueles animais e que é o nosso caso do DPBE, que são resgatado através do nosso SAMU 24 horas. Então, esse é um projeto que tá avançando. Eh, não tem nada que impede o avanço dessa implantação, né? É simplesmente porque e às vezes eu eu costumo dizer que as questões, a implantação das políticas públicas no poder público é diferente da gestão privada. Então, as coisas demoram um pouco mais do que a gente gostaria que que fizesse, né, que acontecesse. Aí com com relação à segunda pergunta, se houve alguma mudança da responsabilização do projeto da secretaria envolvendo parceria, parceiros e coorden não houve nenhuma. Toda a política pública ligada à proteção bem-estar animal continua na responsabilidade da Clinas, tá? Aí eu vou fazer assim as respostas objetivas e aí depois se tiver algum questionamento eu tô à disposição para responder, tá bom? A terceira, existe um novo cronograma revisando se não existe porque ainda não foi apresentado. Então, eh, que considere o hospital veterinário. Ainda não. O cronograma atual prevê a celebração do convênio com a PUC, né, que que é algo que tá em andamento. a gente deve inclusive eh pelos próximos dias assinar esse convênio. Então ele ele tá em andamento. Eh não teve assim nenhuma mudança no cronograma, é que foi questão mesmo eh de superar documentação, tramitação e e isso tá muito próximo da gente já assinar esse convênio com a PUC. Aí depois a quarta agora, né? Alguma etapa prevista anteriormente foi cancelada, suspensa ou redirecionada em caso afirmativo, porque qual justificativa técnica? Não, não teve nenhuma etapa. Foi cancelada, suspensa ou redirecionada. Continua dentro do nosso cronograma normal. Todas as reformas do departamento hoje, a parte física, eu sempre falo que o Departamento de Proteção Animal de Campinas não é só a questão física lá o espaço do DPB e aonde a gente faz os atendimentos dos animais que são recolhidos pelo SAMU. Eh, elas são várias políticas, como você acabou de ler aqui no início e falar no início da da nossa audiência com relação à clínica móvel, castra móvel. Então, todos issos são políticas públicas que a gente vem adotando, que faz parte de todo esse contexto nosso da proteção animal. Então nós, né, não sei se fui claro aqui, mas não teve nenhuma e etapa aí prevista inter foi cancelada, todas continuam ativa e em pleno funcionamento. Aí na quinta pergunta, né, previs é a previsão realista para o início das obras de equação das estruturas. É, a gente já começa isso aqui você tá falando da estrutura já existente da reforma, né? É, da estrutura do DPB, né? São os gatilhos, são os Isso. Isso agora já tá já tá na fase isso. PET e a e a clínica veterinária lá que isso isso já tá na fase final dessa primeira etapa. É a primeira etapa da reforma do do local. A gente deve terminar agora no começo agora do do do próximo mês de dezembro. Agora já termina os gatis e os canis lá e também a parte clínica. Inclusive nesse local, todos os os gatos que a gente tem, que estão hospedados lá na cidade de Mairim, que eles já serão repatriados aqui pra nossa cidade, nós já vamos ter condição de repatriá-los. Então, naquele contrato que a gente tem lá com aquele com aquela empresa de abrigar os animais, da hospedagem dos animais, só vão ficar os cães lá, os gatos. Já retorna agora com essa primeira fase dessa reforma do DPBE. Isso tá previsto agora pra primeira quinzena de dezembro. A clínica, no caso, ela ela tem previsão de instalação, de funcionamento. E quando vai iniciar a clínica que você fala veterinário lá DPB. É, é, as obras elas terminam agora nessa primeira quinzena agora já termina. Agora a gente já tá indo pra fase que tá adquirindo já, já tá em processo de de da gente adquirir os equipamentos que estão faltando, assim, mobília e vai ficar uma estrutura nova. Tem mobília que a gente vai usar as que estão lá, que estão em condições perfeitas de uso. Tem umas que a gente tem que substituir esse tá tá nesse momento já fazendo eh essas essa documentação, adquirindo esses equipamentos para funcionar o dia a dia lá. Então, já vai ter agora eh ainda esse mês agora de dezembro, provavelmente a gente já entrega essa etapa também que faz parte dessa primeira fase aí da reforma do departamento. Tá aqui o convênio previsto com o APUC permanece ativo, né? Também a gente deve tá finalizando, a gente deve assinar esse convênio também com a PUC ainda esse esse ano esse ano para que começa esse convênio a partir de janeiro eh de 2026. Janeiro de 2026. Vamos soltar rojão. É não, que faz é estamos bastante ansiosos. É, não pode que faz estampido pros animais. É, mas vamos fazer aí uma um agradecimento, né? É, é uma vitória importante para nós, muito importante. É uma vitória importante para pro Departamento de Proteção Animal, além de ser um compromisso do nosso prefeito, que sempre nos cobrou para que a gente fizesse o mais rápido possível esse convênio. E esse convênio agora tá saindo por conta das partes burocráticas, não só da prefeitura, mas também da própria instituição, que também tem as suas normas, as suas burocracias para serem superadas. Embora embora adegas, eu vou te falar de sincero, ser bem sincero, né? Eu vou continuar, né, questionando o prefeito, que é o nosso papel até como presidente da Comissão de Proteção Animal. é inadmissível, né, nos dias de hoje, principalmente você que foi lá na COP 30, eh, Campinas, né, 1 milhão 300.000 habitante ainda não tem um hospital público veterinário dela mesmo, dela para ela gerir para fazer isso daí, principalmente com um orçamento de 11700, que inclusive nós vamos votar hoje, né? Você votando um orçamento de 11 bilhões 700 milhões numa cidade como essa e infelizmente o o hospital veterinário público aí fica para trás, né? É, mas é, eu sei que a culpa não não é sua, não tô, né, jogando a responsabilidade sobre você, mas eh é é impressionante, né? Eu tô aí já no meu terceiro mandato e sempre lutando por isso. E enquanto estiver vereador, isso daí você pode acreditar que eu vou estar lutando até quando não tiver, porque aí é a gente faz mais barulho, né, com com as pessoas aí aderindo a essa bandeira, mas eu eu fico assim pensando, né, quando será, né, quando será. É, mas eu eu eu esse eu tenho certeza que muito em breve a gente já parte para essa etapa. Hoje a gente tem assim permí uma das políticas públicas eh que poucas cidades do nosso país consegue fazer. A gente é referência hoje, a gente já tem um atendimento gratuito e no nosso município. Só esse ano nós já estamos batendo a casa de 10.000 atendimentos, que são as clínicas móveis. E as clínicas móveis a gente atende inclusive agora aos sábados de manhã, que que foi um sucesso e e esse é um serviço que a gente pretende ampliar aí como sugestão sua mesmo de a gente eh fizemos um um um uma iniciativa e vimos que de que dá certo o atendimento no final de semana. Então, a gente tá nos organizando, assim que a gente passar dessa fase da reforma, a gente ampliar esse trabalho para os finais de semana, porque a gente viu que dá certo, aumentou muito, porque a população durante a semana acaba trabalhando e no sábado ele acaba levando o animal passar pela consulta. Então, a gente já atendeu aí nesse ano 2025, quase já deve estar batendo 10.000 atendimentos. Isso é muito importante, gratuitamente para toda a nossa população, que são as clínicas veterinária móvel gratuita. Perfeitamente que a gente fica rodando nos bairros 30 dias em cada região. 30 dias em cada região. Perfeitamente. E a a probabilidade agora de além de trabalhar aos sábados, provavelmente possa surgir uma oportunidade de fazer aos domingos. Isso é uma possibilidade. A gente agora estamos nos estruturando para isso. Estamos fazendo um levantamento da demanda, porque também toda vez que eu faço isso, eu aumento o custo do serviço público. Então eu quero ver se tem demanda de fato ou se no sábado a gente vai suprir. Mas a gente viu que de fato tem aumentado bastante, tem e as pessoas que trabalham durante a semana não tem condição de dar um atendimento eh pro seu pet, acaba sendo um grande benefício para ele no sábitores, né, a maioria a maioria trabalha, né, e principalmente tem aí pessoas que acabam optando por morar sozinha, mas tem o seu pet perfeitamente. E ali ela compromete, né, o trabalho. Embora niste aí a possibilidade da gente propor uma lei futura. Eu tenho até essa ideia que eu surgiu aqui na Câmara, embora essa lei tem que ser federal, né, Dra. C eh permitir o tutor ao levar o seu pet na no veterinário, ele tem também ter o direito de ter esse atestado, alegando que levou o seu pet, né? É como se o pai ou a mãe leva o seu filho, né? O pet hoje é considerado um membro da família, como se fosse eh uma criança ali que é cuidada pelo tutor. Eu acho que isso aí abre um precedente jurídico, né, na legislação, aonde permite ele levar o comprovante de que compareceu na clínica veterinária pública ou privada para que se abone o dia, né, de trabalho. Mas é é uma excelente ideia, adegas, você colocar aí nosso finais de semana que isso daí vem a, né, de encontro com a necessidade da dos tutores, né, e dos pets, é claro. É isso aí, Permino. Isso é muito importante, como você falou, acaba virando membro da família da gente. Hoje é um dia muito triste, gostaria de fazer um registro. Eu perdi o meu cachorrinho hoje, 16 anos de idade. Meu sentimento, né? Então, é um dia bastante triste para mim com relação a isso. E a gente que acaba tendo um pouco mais de condição do que outras pessoas e a gente não nesses últimos dois meses não medi esforços para para salvar a vida do meu cachorro. Então, a gente vê e que é muito importante ter essas políticas públicas, porque nem todo mundo tem às vezes as mesmas condições que a gente tem de cuidar do seu animalzinho, que é um membro da família, né? Eh, mas é isso. Então, eu acho que quanto mais política pública a gente tenha para melhorar a qualidade de vida, poder atender, quando a gente fala de saúde única, a gente tá falando da saúde animal, da saúde nossa, enfim, do meio ambiente, isso é muito importante, ter essas políticas públicas que a gente pode atender de fato os anseios de toda a nossa população e as necessidades. Vamos lá. Vamos lá. Próxima é a sétima aqui. É, aí você pode falar do meio ambiente, você pode falar é próximo passo da secretaria do sua visita a COP 30, [risadas] qual a visibilidade de Campinas e quais são os projetos futuros aí pra gente fazer implementações na cidade relacionada ao meio ambiente. Vamos lá. Então, a gente tem aqui e quando nós eh eu vou começar pela causa animal e aí eu expando mais pra questão da sustentabilidade, as questões do meio ambiente, que a proteção animal também tá incluída aí dentro das questões do meio ambiente, até porque é o meio ambiente é onde a gente vive, né? Eh, então nós continuam o nosso cronograma, nós tomamos a decisão de reformar aquele local. Fomos até criticado em alguns momentos por outras pessoas, mas ele é um prédio muito bom, vai ficar muito legal, vai ser um instrumento público bacana que vai atender muito a nossa sociedade. E a decisão da reforma foi lá por conta da construção do novo CIA, como eu já falei aqui em outros momentos que a gente já tem até o recurso e o projeto está em andamento, ele é um um projeto que é um projeto mais demorado. A previsão é que a gente deve terminar o novo é CIA por primeiro semestre de 28, então não dava para ficar com aquele departamento sem passar pelo processo de reforma, né? E dentro desse projeto do CIA, nós também queremos fazer todos o o nosso alojamento para que todos os animais que a gente tem hospedado fora do nosso município, a gente possa estar brigando aqui dentro da nossa cidade, até porque a gente, pormínio vem agora e é muito importante a participação dos vereadores da Câmara Municipal, não só na destinação dos recursos das emendas para ajudar a gente nessas políticas públicas, mas também na divulgação que a gente vem mais para uma campanha mais presente para as pessoas adotarem os animais. Então, até mesmo lá dentro do do da reforma do DPBE, no seu entorno, nós vamos ter lá tipo um parcão que a pessoa pode passear com os animais que estão aptos a ser adotados lá, passar um dia, passar du 3 horas. Então essa é um modelo que a gente vai implantar para que haja essa interação e a gente vem numa campanha mais agressiva de adoção mesmo. E os animais estando dentro da nossa cidade hoje, porque hoje nós temos lá 311 cães abrigados na cidade de Mairinque, que estão aptos a ser adotados. E se eles estão aqui, é mais fácil da gente tá desenvolvendo uma campanha de adoção, onde as pessoas inclusive podem se envolver mais. diretamente com isso, né? É, isso é importante, até porque eu estou indo quase toda semana fazendo vídeo. Tivemos aí o êxito de adotar o o Cratos, né, que é um pitbull. Agora tá bem encaminhado também a Alion, né, que tá inclusive tá no meu Instagram lá, é uma pitbull. É para tentar a gente sensibilizar as pessoas que o pitbull ele não é o que desenham, né, o que o que pregam da raça, mas sim falta de carinho, falta de saber criar o animal, né? Eu acho que isso daí é o o tutor tem grande responsabilidade sobre isso. Ele faz o animal se tornar aquele com aquela agressividade, mas é um cachorro muito dócil. E também temos lá o outros animais para adoção. E quem estiver nos assistindo aqui pela pela comissão, pela TV Câmara, saber que é importante eh ir lá fazer uma visita no DPB, é importante ver os pets que tem lá muito bem cuidado, são os pets muito bonitos, maravilhosos e que merecem a oportunidade de ter uma família, merecem a oportunidade de ter um lar e ser cuidado por essas famílias, né? E além dos pets, né, que a gente fala aqui, o pet quando a gente fala é cachorro, eh, os gatos, mas também temos os cavalos, né? Eu fui lá ver lá, tem inclusive uma uma égua lá está grave, né? Tá, né? Esperando para ter lá o seu cavalinho, seu potrinho. É o potrinho, né? ou potrinha ou potrinha. E são animais que também podem ser adotados, porque infelizmente a pessoa que se diz proprietária, né, tutor do do animal, acaba não tendo a documentação que comprove que ele é o dono, né? E isso daí leva pra adoção. E dizer também quem tem interesse, a TV Câmara tem um um grande alcance na cidade de Campinas, região metropolitana. Você que tem interesse, queira adotar o pet, queira adotar a, né, um cachorro, um gato, um cavalo, compareça no DPB. E a estrutura está ficando muito boa. Quero aqui parabenizar o trabalho que está sendo feito, né? A gente sabe que tem muita gente que critica, a crítica faz parte da construção, né? elas são construtivas as críticas, mas que às vezes a gente tem que aprender com as críticas para eh corrigir o que está sendo feito, o que não está sendo feito e o que poderá ser feito. Então, é importante a gente divulgar aqui na TV Câmara Campinas. Estamos também ao vivo pelo Instagram dizer aqui que quem estiver nos assistindo dê essa oportunidade para essas vidas. São vidas. Eu falo que animais, mas são vidas, são vidas pets. Então são as pessoas e os animais que são vidas importantes que um depende do outro e com certeza aí a gente tem que divulgar. Peça a sua ajuda. Quem estiver assistindo nós no Instagram, leva, vai lá fazer uma visita, pode procurar que vai ser muito bem atendido e fazer essa divulgação, fazer um vídeo. Compartilhem nosso vídeo, nossos vídeos que que a gente divulga também. É importante isso daí se multiplica e com certeza e chega em alguém que sensibiliza e tem um bom coração para adotar esses animais. Pode continuar, D. Até porque é muito importante essa sua observação, PMI. E eu queria ressaltar aqui hoje nós temos esses 300, temos 370 animais abrigados e em Mairinque que estão aptos a ser adotados entre cães e gatos, que são todos animais vitoriosos, porque todos esses animais que estão aptos a votar, eles ou eles foram atropelados ou maltratados ou chegaram em condições muito ruins. Porque nós lá do departamento, né, o serviço do SAMU, ele ele que que ele faz? Ele resgata o animal quando é atropelado, abandonado ou é por denúncia de maus tratos. a gente faz o resgate e ele passa por um tratamento. Ele passa por um tratamento, depois ele fica em média no nosso departamento, 45 dias em média um animal ou outro para ter eh o seu tratamento totalmente restabelecido e ele ficar apto a ser adotado, né? E então são todos animais vitoriosos. Então, Pininho, como você fala, eh eh é lógico que a gente queria que fosse muito melhor e vai ser, mas a gente tem uma boa política pública de proteção animal, porque a quantidade de vidas que chegam, as condições dos animais quando eles chegam no departamento são muito muitos ruins, muito degradados. Eles chegam muito judiados, ou por conta do atropelamento ou por conta do abandono. Então eles são recuperados. Então, por mais que as pessoas criticam, a gente faz um excelente trabalho, porque o número é altíssimo de animais recuperados que a gente recupera dentro do departamento, né? Então agora a gente vai começar a mostrar isso com mais eh frequência. Vamos partir para essa campanha de adoção mais agressiva para que as pessoas participem mais, até porque os animais que estão no deabia não é do Pebeia, é nosso, do povo de Campinas, é meu, é seu, é de todos nós, né? São animais que foram abandonados. Enfim, é isso. E com relação às questões climáticas, COP 30, quero, quero aproveitar aqui só antes de você entrar na esfera do do meio ambiente da COP 30, agradecer a presença do nosso amigo Rodrigo V. Rodrigo ele tá se preparando para adotar um pet, viu? Ah, eu vou já vou arrumar para ele aqui já. Deixa o aí [risadas] para botar, ó. Por favor, continua aí. A gente teve uma participação bastante importante na COP 30. Foi um ano que a gente vem se preparando desde janeiro através das conferências municipais, as conferências regionais que foi realizada aqui em Campinas. E a gente, por ser e a metrópole da região metropolitana de Campinas, a gente acaba sendo uma referência e a as próprias condições financeiras do nosso município faz com que a gente tenha uma uma equipe mais preparada eh ambientalmente dentro da Clinas, engenheiros eh ambientais, biólogos, geólogos, que não é qualquer prefeitura que tem, então a gente tem um corpo técnico muito eficiente. e temos políticas públicas ambientais muito definidas e isso ficou muito comprovado na COP, uma cidade, nós somos hoje a terceira maior cidade do estado de São Paulo, a 14ª cidade do Brasil, nós somos maior do que 13 capitais no nosso país, por mínimo, né? Então a gente poôde contribuir muito na Copa e aprender muito também. 1 milhão 300.000 habitantes, é, aproximadamente, né? é muita gente. E então a gente tem políticas públicas muito definida com relação às emergências climática. Nós somos poucas cidades da América Latina que tem um plano de ação climática até 2050 para implantarmos, para reduzir essa emergência climática. Pirmino que antigamente lá atrás as pessoas falam: "Ah, nós temos que nos prevenir porque lá na frente não podemos ter problema". já é sentido na própria pele. Nós já não estamos falando mais em prevenção, nós já estamos falando de mitigação. E dentro desse projeto e do nosso PLAC e da redução da emissão de gás de efeito estufa, que nós temos aí um projeto bastante audacioso e bem elaborado da redução de de de gases de efeito estufa aí na ordem de 80% até 2050. Então, nós temos criados políticas públicas eh para que diminui essas ondas de calor, principalmente, que é o mais sentido. No ano de 2000, nós nós participamos num estudo junto com a WRI, né, que que é feito um estudo de onda de calor entre Belo Horizonte e Campinas. Nós tivemos no ano de 2024 119 dias de calor extremo na nossa cidade de Campinas. Então é algo que nós sentimos no dia a dia. A nossa cidade, mesmo a gente tendo políticas públicas, uma uma arborização bastante importante, né, que a ideal estipulada pelas organizações, eh, pela ONU é de que a gente tem aí 30% de cobertura vegetal dentro dos nossos territórios eh do município. Nós temos hoje 17 e 30% está dentro da nossa APA. Mas se você pegar as nossas duas APAs, né, nós temos lá a APA Campinas, que é uma que já temos um plano de manejo definido, que já temos eh ela é bem constituída ambientalmente, inclusive, e o plano de manejo faz com que você eh eh as políticas públicas que tudo aquilo que você pode e não pode fazer dentro da APA ajuda a preservar. e você pegar a nossa outra APA Campo Grande, que a gente tá na fase do estudo, que já a gente tá terminamos o TR, agora a gente já vai fazer o processo licitatório para que eh faça o plano de manejo para ser implantado naquela APA. Eh, é normal as duas APAs num dia de calor extremo tem uma diferença de pelo menos dois três graus de diferença de uma APA para outra dentro do nosso território. E a microfloresta, quantos já foram implantados na cidade hoje? E esse é um outro programa muito importante que a gente acabou levando pra COP também. Eh, hoje nós temos um projeto, o Dário Saad tem um projeto que tá normizado, legalizado, que é implantado pela Secretaria de Serviços Públicos. eh, que são as microflorestas, são 200 microflorestas a serem implantada até o final desse mandato. Nós já implantamos 20. E vou falar uma coisa para você, eu eu tenho orgulho, o Ernesto Paulela tem feito um trabalho maravilhoso. Eu estive em Belém na CPIA agora. Eu fiz questão de fazer um vídeo numa mícula Foresta que a gente vai e eh divulgar a nossa dessa questão desse comprometimento. Então é um projeto muito importante. Ele vem sendo implantado aonde a gente tem a maior incidência de calor, essas ilhas de calor. Então ele já faz parte desse projeto pra gente ir diminuindo essas ondas de calor que é esparramada. Eh, na cidade. Na cidade. E a a quais são o tipo de árvores que são plantadas? São todas árvores nativas eh do nossa região, que são espécies da nossa mata atlântica. Então, que é fundamental para que a gente faz a recuperação aí da nossa fauna e da nossa flora. E é importante ressaltar, né, que eu ia entrar entrar até nessa fala sobre a questão da recuperação dos animais silvestres também, né? Isso daí é um precedente onde eles podem se alimentar, eles podem se autoproduzir ali e fazer, é porque a gente se fala muito na proteção animal dos domésticos, né? Então, geralmente, eh, mas a gente dentro da da proteção animal, a gente tem os domésticos, que é o pet e que são os nossos pets, gato, gatos e cachorros, os cães. Mas a gente tem, como você falou, animais de grande porte, né? Nós temos cavalos, bois, caprinos, ouvinos, suínos, capivara. Então, e com essa e aí também a gente tem a questão do silvestre, que é uma outra política pública que a gente vem desenvolvendo, que precisa também se desenvolver, porque quando a gente vai recuperando, nós temos dentro do nosso PLAC, dentro do nosso, nós temos o Reconecta, que é um projeto dos corredores ecológicos regionais, que dentro do nosso território municipal nós temos os parques lineares, que além dos parques lineares serem uma solução baseada na natureza, com relação às drenagens, que é muito importante. E a gente tem um projeto audacioso que é 49 parques até 2050, né? Já começamos, já estamos em processo de estação de alguns. Eh, vai se formando essa conectividade entre os nossos fragmentos de mata atlântica, entre os corredores ecológicos. Então, automaticamente, esses animais silvestres vão ficando mais perto das nossas casas no dia a dia. Nós temos exemplo já dentro do nosso perímetro urbano. É difícil uma pessoa que não viu ainda, por exemplo, uma capivara, um saruê, um saruê, né? um sagui. Então, cada dia que passa a gente tem aí os animais silvestres mais perto da gente aí eh no dia a dia. Então, a gente também tem desenvolvido aí políticas públicas aí na questão da proteção do animal silvestre, mesmo sendo aí uma legislação do estado que tutela essa questão do silvestre, a gente tem desenvolvidos grandes projetos com relação a manejo, por exemplo, das capivaras, que a gente tá fazendo o controle populacional, eh fazendo a castração, a microchipagem para fazer esse controle, porque é um animal que eh, infelizmente ele traz lá um dos transmissores de uma doença muito grave. Na região a gente tem tido alguns dessores aí com relação à doença do carrapato estrela. Muito bom, Degas. É importante fazer essa prestação de conta com a população de Campinas através da comissão, onde a gente tem essa oportunidade, né, de fazer esse esse esclarecimento e dizer que essa reunião aqui, né, para finalizar quase o ano, embora tenha mais uma aí em dezembro, e dentro do dessa casa legislativa, a gente procura sempre trazer essa prestação de conta constantemente e dizer que é uma honra a recebê-lo aqui como secretário do meio ambiente, clima, sustentabilidade na cidade de Campinas e ressaltar mais uma vez, né, a população, pedir aí a a ajuda paraa divulgação desse trabalho da questão animal aqui na cidade e pedir também que nos ajude compartilhando os vídeos, nos ajude. É importante a gente salvar essas vidas dos animais aqui na nossa cidade e também preservando o meio ambiente, conforme o ADS acabou de dizer. Então, queria agradecer a sua presença, agradecer a população que nos assiste nesse momento, a todos e mais uma vez aí obrigado pelo seu comparecimento, embora não tenha eh o compromisso anterior que você foi paraa COP, mas veio aqui fazer a prestação. Então, obrigado, Adeas, as considerações finais, fica à vontade e a gente já vai para finalizar aí a reunião da nossa comissão. Eu que agradeço, Permínio. Tô sempre à disposição. Eh, e a COP foi muito importante pra gente, pra cidade de Campinas, como eu disse, pra gente buscar mais conhecimento. Estamos buscando implantar políticas públicas baseadas nas soluções baseadas na natureza, uma cidade cada vez mais sustentável. Então é muito importante essa participação para que a gente de fato tenha essa conscientização. As questões das emergências climáticas eh é um problema que chegou, que tá aí, que a gente tem que encarar de frente mundial, né? Mundial. Não é um problema só do poder público. Poder público é o gestor, mas de toda a sociedade, de todo o ser humano. Cada um fazer a sua parte. e essa conscientização da saúde única do ser humano, que o calor interfere muito dos animais e que cada um faça a sua parte pra gente ter aí cada vez mais uma cidade mais saudável, uma cidade mais verde, mais resiliente, uma cidade muito mais sustentável. Esse é o nosso objetivo, ter uma cidade equilibrada, né? Para que as pessoas possam ter qualidade de vida, tem que ter o equilíbrio. É isso aí. Muito obrigado. Obrigado a Degas. Obrigado a todos que compareceram, que nos assistem e estamos ao vivo também no Instagram. as pessoas que estão nos assistindo. Obrigado aí por estar compartilhando e também eh prestigiando aí a reunião da nossa nona reunião ordinária da Comissão de Proteção e Defesa de Direitos Animais de da Câmara Municipal de Campinas, que foi realizada no dia de hoje. E com certeza aí tivemos e um bom andamento da reunião e estamos encerrando nesta tarde aqui na Câmara Municipal de Campinas, no plenarinho dessa casa legislativa. Boa tarde a todos. Agradeço aí as pessoas que estiveram aqui e nos auxiliaram. Muito obrigado, [música] TV Câmara, Campinas.
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