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Olá! No mundo do empreendedorismo, quando se fala em conquistar o primeiro milhão, é algo que é anseio de muitos desses que se aventuram e se propõem a essa trajetória. E a gente vai conversar hoje com o Vitor Rocha, que conquistou esse primeiro milhão aos 28 anos, ex-sócio-acionista e diretor de uma grande rede de franquias nacional, onde atuou por mais de 14 anos, tem mais de 20 anos de experiência em vendas e treinamento de pessoas e vai justamente falar sobre isso, como a gente consegue mudar a vida das pessoas e usar toda essa mudança no empreendedorismo. Vitor, seja bem-vindo ao nosso programa. E gostaria que, primeiramente, antes de a gente falar algo que você pode trazer aqui para as pessoas, como dicas e tudo mais, que você contasse a sua trajetória para nós. Maravilha, Mirna. Muito bom dia. Muito bom dia a todos que nos assistem agora. É um grande prazer estar aqui no programa. E falar em empreendedorismo é uma grande paixão. Então, respondendo a sua pergunta, a minha história começou em 2000, meados de 2000 aproximadamente, na área de vendas. A minha mãe queria que eu fosse engenheiro, o meu pai queria que eu fosse engenheiro também, mas eu não tinha o mínimo talento para isso, nenhuma aptidão, e aí eu resolvi vender. Entrei numa empresa de vendas, na época vendia consórcio imobiliário, e foi onde eu realmente despertou aquela paixão por vendas. Eu aprendi a vender, aprendi esse mundo de fechamento de negócios e tudo mais. E a partir daí, fui picado pelo mosquitinho aí do empreendedorismo. Porque eu acredito que empreender é vender, e vender tem a ver com empreender. Então foi aí que tudo começou. Mas não foi tão simples assim, porque você empreender requer outras habilidades que o vendedor muitas vezes não tem. que é planejamento, ser organizado fazer um plano de negócio e não somente só vender vender é algo muito importante e eu sabia vender, mas eu não tinha as outras habilidades, que hoje nós chamamos de educação empreendedora e aí eu me arrepentei acabei aos 23 anos eu fiquei com uma dívida de 50 mil reais aproximadamente, hoje seria uns 200 mil reais pelo menos morava no fundo da casa dos meus pais, tinha uma filha pequena e realmente fiquei muito sem norte, e aí foi que naquela situação precária que eu me encontrava, eu decidi arrumar um emprego novamente, só que um empreendedor sempre é empreendedor, e entrando nessa empresa, que é uma escola que estava começando na minha cidade, eu entrei como vendedor, e já no segundo ano, terceiro ano aproximadamente, eu me tornei sócio dessa empresa, a empresa não estava muito bem, indo muito bem, e aí eu comprei a participação e a partir daí tudo aconteceu eu me tornei acionista da empresa e me tornei diretor comercial e aí fiquei 14 anos operando nessa franquia chegamos a 450 franquias no Brasil enfim, mais de 2 mil funcionários por todo o território brasileiro e aos 28 anos de idade ou seja, aos 23 eu estava quebrado aos 28 eu conquistei meu primeiro milhão de reais com vendas, vendendo curso, vendendo curso. Então, é basicamente essa história. E aí, fundei a empresa na qual estou hoje, que tem a ver com empreendedorismo, mas depois eu conto. E tem a ver com educação empreendedora, que é o que você falou que foi buscar para conseguir fazer essa trajetória, esse caminhar. Exatamente. A Bianca nasceu exatamente por isso. Só para você ter uma ideia, Mirna, o engenheiro estuda cinco anos para construir um prédio. O médico estuda sete anos, se desenvolve, se capacita durante sete anos para cuidar de uma pessoa. No Brasil, o empreendedor, ele quer abrir um negócio, ele simplesmente tem uma ideia e abre o negócio. Ele não se prepara, ele não se desenvolve, ele não busca conhecimento, ele não faz um plano de negócio adequado. E aí, o que acontece? Olha a estatística, 80% dos negócios abertos no Brasil, eles fecham em até cinco anos. Mesmo aquelas empresas que passam dos cinco anos, o empresário não tem liberdade. Se ele sai do negócio e tira séries com a família, as vendas param. Se ele tira um final de semana de descanso, as coisas não acontecem. Então, ele não tem liberdade. Isso tudo devido à falta de educação empreendedora. E o que é educação empreendedora? É o misto de hard skills, que são habilidades técnicas, por exemplo, saber fazer um plano de negócio, saber a parte técnica de uma planilha de viabilidade saber a parte de contabilidade marketing, vendas e existe a outra área que são as soft skills o que é soft skills? resiliência, motivação capacidade de relacionamento interpessoal liderança empatia pelo próximo estofa emocional então vou dar um exemplo, nessa pandemia no Brasil fecharam 700 mil empresas 700 mil empresas fechadas e eu digo pra você se tivéssemos no Brasil a cultura da educação empreendedora muitas empresas não teriam fechado por quê? porque a crise, ela só fecha aquelas empresas que estão mal preparadas eu costumo dizer assim na minha cidade, tem padaria que fechou mas tem padaria que tá bombando o que muda? muda são as competências de hard skills soft skills que esse empreendedor tem exatamente isso que a BUP faz a BEP desenvolve educação empreendedora quando a gente fala em educação empreendedora você citou coisas importantes até a gente já teve alguns testemunhos aqui, Vitor as pessoas falam assim, olha o empreendedor ele tem que trabalhar 14, 16, 20 horas por dia que seja e muitos temem até pessoas que a gente conversa, olha eu quero muito empreender, mas eu também não quero ficar escravo disso E você citou muito bem essa educação empreendedora, por exemplo, nesse sentido, a pessoa não consegue tirar um fim de semana de descanso com a família, como então planejar, pensar nessas habilidades para que você consiga sempre manter o seu negócio e também ter as outras, por exemplo, ter a privacidade, ter as férias, saber o momento de resiliência, de se reinventar num momento como aconteceu na pandemia, e você até citou, olha, lugares que fazem o mesmo serviço, um fechou e outro bombou. O que a gente pode pensar desses exemplos? Muito bem, então assim, eu acredito muito, e a Bia fala muito sobre isso, que temos tempo para tudo, um empreendedor precisa de tempo para a família, para o lazer, para o esporte, para o negócio, mas existe uma coisa chamada intensidade. Para o negócio dar certo, para equilibrar, precisa dar uma desequilibrada inicialmente para tudo. Quando eu comecei a BIEP, por exemplo, até hoje, a BIEP tem dois anos. Eu entro aqui sete horas da manhã e eu saio oito horas da noite, todos os dias. Mas isso não significa que eu não faça o meu esporte. Eu tenho horário para fazer, eu treino todos os dias. Então, assim, a intensidade, principalmente no início de um negócio, é muito importante. Se o empreendedor quer abrir um negócio, empreender não é um passeio pelo bosque. Se ele quer abrir um negócio pelo motivo errado, o negócio começa errado. Vou dar um exemplo, tá? Eu ouço o pessoal falar assim, ó. Ah, eu quero empreender porque eu odeio o meu patrão. Eu quero empreender porque eu não quero mais ser empregado. Eu quero empreender porque eu quero ficar rico. Eu quero empreender porque eu quero ganhar. Eu quero ganhar muito e trabalhar pouco. Eu quero empreender porque eu quero trabalhar das oito às cinco. Vai se frustrar. Por quê? Porque você, como empreendedor, tem mais chefe do que todo mundo, que são os clientes, os boletos para pagar e assim vai. Então, você precisa empreender pelo motivo certo. Você precisa entender o que te motiva. Por exemplo, se você empreende só por causa do dinheiro, se o negócio que você está não dá dinheiro naquele período que você precisa, você te motiva. Aí você fala assim, quer saber? Vou montar outra coisa que dá dinheiro. Entende ou não? Então, precisa realmente ter um motivo certo. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, precisa ter um período de intensidade. Para equilibrar, precisa desequilibrar. E que eu acredito que é o primeiro ano. O primeiro ano para o negócio começar a funcionar realmente, precisa de muita intensidade, muita dedicação, de muito foco. E o terceiro ponto é se capacitar antes e depois. Ou seja, buscar a educação empreendedora. Porque quando você se capacita, você erra menos, você sofre mais, você lida com os problemas de uma forma diferente, você cria bagagem, você desenvolve know-how. Imagina só, você vai construir um prédio sem saber absolutamente nada, só com desejo de... uma vontade, uma ideia. Vou construir um prédio. Eu tenho dinheiro, tenho força de vontade e estou afim. Eu não moraria num prédio desse empreendedor, desse engenheiro, que não estudou, não se capacitou. Então, a capacitação, o desenvolvimento de habilidades é muito importante para que ele não feche em cinco anos. Porque cada dez, oito vão fechar. essa estatística brasileira. Quando você fala, então, a partir da sua própria experiência, olha, você mesmo contou aqui a sua história de vendedor, passou a diretor comercial, esteve à frente de um grupo aí durante mais de 14 anos, qual é o momento, então, o grau de maturação do empreendedor para ele chegar e dizer assim, é o momento de eu partir desse negócio, até porque às vezes, vou falar agora para o público leigo, a gente vê assim, olha, o presidente do grupo tal, ele vendeu a parte dele, ele agora está em outro negócio, ele saiu dessa rede, ele está... Isso significa o quê para o empreendedor, o indivíduo? Então, você perguntou sobre o momento, o momento de empreender. É assim, primeiramente a gente olha e vê assim, ah, fulano montou uma empresa e ficou milionário. É assim, são casos pontuais, da mesma forma que você vê o Neymar na vida. Neymar, existe um Neymar. É Cristiano Ronaldo, é um Cristiano Ronaldo. E aí imagina quantas pessoas estão tentando ser Cristiano Ronaldo. Então, o primeiro ponto é assim, qual é o momento certo de empreender? na minha visão o momento certo de empreender é número um, aquele momento que você tem um certo capital de giro porque você empreender sem dinheiro é falência quase que certa então assim, você tem uma bagagem de dinheiro, você tem um capital de giro legal que você consegue investir no negócio e ainda ter uma qualidade de vida mediana tem um pé de meia tem alguma coisinha? tem, então tá bom Número dois, você tem afinidade e experiência naquele ramo que você vai tocar? Então, eu vou dar um exemplo. O sujeito nunca trabalhou na área de educação. Aí ele quer investir na área da educação. Trabalha um tempo na área de educação. Vou dar um exemplo. O meu negócio hoje, ele é educacional. É o outro ramo do outro negócio que eu tinha. Mas eu trabalhei durante 14 anos. Eu comecei como funcionário. Então, se você quer abrir uma hamburgueria, cara, trabalhe na hamburgueria ali um ano. Entende como funciona uma hamburgueria? Você reduz risco de uma forma gigantesca. Você quer abrir um negócio na área de comunicação? Trabalha na área de comunicação seis meses. Bota a mão na massa. Então, assim, a sua experiência no setor que você está é muito importante. Pegando um pouco de experiência no setor, no ramo que você vai empreender, e tendo um pouco de dinheiro, Aí entra o terceiro aspecto. Você sabe lidar com pessoas e sabe vender. Esse é um ponto muito importante. Cara, eu não sei vender nada. Não abro negócio. Todo empreendedor é vendedor? É assim, se ele não for vendedor, o negócio dele não cresce. Agora, se ele não for um bom vendedor, pelo menos ele sabe liderar vendedores. vendedores. Agora ele não sabe liderar vendedores, ele não sabe vender, é catástrofe. Entendi. Vou dar um exemplo, eu fiz um workshop para nutricionistas, foram acho que 150 nutricionistas, e a maior dor dos nutricionistas eram que eles ficaram na faculdade cinco anos, e eles aprenderam sobre nutrição, sobre alimento, e aí quando eles saem da faculdade e vão montar o negócio, eles fecham o consultório eles não prosperam, por quê? porque eles não sabem captar clientes eles não sabem vender porque a faculdade não ensinou, o ensino tradicional não ensinaram pra eles como capta cliente, como que faz uma abordagem, como que vende como que fecha um contrato como que influencia, entende ou não? e aí eles não sabem ou seja, eles são nutricionistas, mas não são empreendedores Então, eles precisam o quê? Se desenvolver como empreendedores. Então, voltando lá a resposta que você me deu. Qual o momento? Com um pouco de grana, tendo uma mínima experiência dentro do ramo de atuação, sabendo conceitos de vendas e saber um pouquinho vender e lidar com pessoas. E aí vem a sacada. Agora é o momento. Aí eu dependo da pessoa. Agora é o momento. Aí eu acredito que é o momento para talvez tomar uma boa decisão. Caso contrário, eu ficaria no meu emprego. Victor, você que falou lá no início, inclusive das empresas, cerca de 700 mil que fecharam. Por outro lado, a gente tem números também de pessoas que acabaram empreendendo por necessidade durante a pandemia e tiveram que, como se diz aquele jargão, correr atrás do prejuízo. E com certeza grande parte dessas pessoas não teve aí a educação empreendedora e você cita nesse último exemplo a questão da educação formal que ainda não tem esse olhar na maioria das vezes. a educação empreendedora é algo que a partir dos últimos anos e daqui pra frente muito mais ela tem que ter uma participação efetiva na vida das pessoas, em especial de nós brasileiros e nesse contexto eu queria que você falasse um pouquinho da perspectiva do crescimento da sua empresa então assim brasileiro é empreendedor é incrível, brasileiro é incrível O Brasil, ele é Empresas iniciais de 2 a 5 anos O Brasil está em sétimo lugar O segundo maior sonho do brasileiro É ser empreendedor É ter uma empresa No Brasil, acho que o ano de 2011 Foram abertas 700 mil Novas empresas no Brasil Alguma coisa assim Então assim, o brasileiro ele é empreendedor Mas eu que te faço uma pergunta Mirna, olha só 700 mil novas pessoas ingressar agora no mundo do empreendedorismo, sem capacitação, talvez pelo motivo errado, ou seja, não arrumou emprego, agora vou empreender. O que você acha que pode acontecer com essas empresas nos próximos cinco anos? Fechar. E é isso, e aí que entra a BUP. A BUP, por isso que nós estamos nesse crescimento exponencial. A nossa missão é ajudar o maior número de pessoas nesse Brasil, porque a gente incentiva o empreendedorismo, Queremos que mais empreendedores se lancem no mercado Mas não queremos que esses caras fecham Não queremos que eles passem tanta dificuldade Não queremos que ele daqui a pouco está com uma dívida gigantesca E a falta de preparo é isso que faz, é isso que acontece Então a nossa missão nesse cenário é o quê? Capacitar, dar soluções, ajudar, contribuir, desenvolver Esses novos empreendedores e as empresas já estabelecidas no Brasil e é essa a nossa missão de vida, e é por isso que eu estou aqui hoje. Eu larguei tudo o que eu fazia da minha vida, eu tinha cinco empresas, eu vendi todas, inclusive a última, para me dedicar 100% à Bup, porque eu acredito demais nisso, eu acredito demais que o empreendedor brasileiro, com esse fogo empreender que ele tem capacitado, a economia brasileira pode melhorar muito, gerar empregos, melhorar a nação. Nesse contexto também, Você tem aquele projeto do audiobook, Filosofia do Triunfo. Fala um pouquinho para a gente desse trabalho. A Filosofia do Triunfo foi um material que eu tive muito prazer em desenvolver. São áudios, audiobooks, são sete materiais, cada um tem uma duração de 40 minutos aproximadamente, que trabalha muito a filosofia e a mentalidade do empreendedor. Esse áudio é muito instigante, ele é investigativo, ele é reflexivo, ele traz muitas reflexões para o empreendedor. E você ouve, você bota lá no Spotify e você ouve esse material no carro, na sua casa, enquanto você dorme, enfim. Eu narro esse material, não tenho a voz muito boa, mas eu que fiz a narração desse material. E é um material que tem muito a ver com física quântica, tem muito a ver com mastermind, que não sei se o público conhece sobre esse tema, mas é um material que realmente trabalha as raízes do empreendedorismo, as raízes do que é uma educação empreendedora. O questionamento sobre propósito, por que as pessoas fazem o que fazem, sobre reflexões sobre o que é o sucesso, porque às vezes as pessoas se comparam demais com as outras. né? Nunca nós tivemos no mundo tantas estatísticas tão altas pra doenças referente ao cérebro, a mente ansiedade déficit do distúrbio de atenção né? Depressão, por quê? Porque as pessoas se comparam demais, se cobram demais o sucesso é algo que muitas vezes as pessoas querem a todo custo, né? e às vezes o sucesso está na simplicidade Então, esse material traz muitas reflexões para que o empreendedor se prepare para esse momento que é tão importante na economia, que é o empreendedorismo. Tenho muito orgulho de ter feito esse material. Eu gostaria que ele fosse... Que todas as pessoas tivessem acesso a ele. Muito legal, muito legal. Tá certo. Então, Vitor Rocha, obrigada pela sua participação aqui no Ser Empreendedor e até uma próxima oportunidade. Obrigado, Mirna. e quem tiver interesse em conhecer a B.U.P., seja muito bem-vinda. Só se você pode colocar o site aqui? Pode, pode sim. B.U.P.educação.com e nas redes sociais, o Instagram é B.U.P.educação, tá? E o meu é victor.rocha.oficial. Mirna, muito obrigado. TV Câmara, muito obrigado. Obrigado ao programa Ser Empreendedor. Até mais. Dado o recado do Victor, então, olha, tá tudo aí no GC, as redes sociais, as plataformas também E o nosso programa também deixa as dicas de livros e filmes para inspirar você que nos assiste. E no próximo bloco, nós vamos em loco conhecer uma história empreendedora. Não saia daí, que o Ser Empreendedor volta já já! A dica de hoje começa com o Livro dos Negócios. A obra faz parte da coleção As Grandes Ideias de Todos os Tempos. De forma dinâmica e com uma linguagem simples, o livro apresenta o impacto das criações humanas ligadas ao mundo dos negócios no decorrer dos séculos. Além disso, mostra perfis de personalidades do universo do empreendedorismo, como Steve Jobs e o brasileiro Ricardo Semen. A obra ajuda o empresário a compreender toda a necessidade humana de criar empreendimentos e o quanto isso tudo influencia a humanidade ao longo da história. Gráficos ilustram conceitos-chave como mapeamento de mercado, mix de marketing e big data, enquanto esquemas lógicos destrincham as lições ocultas sob máximas consagradas. Se eu soubesse, Aos 20 é mais uma obra que está entre os melhores livros de empreendedorismo. O livro, escrito pela professora Tina Selig, apresenta situações e casos que são utilizados em sala de aula para inspirar futuros empresários. Como diretora executiva do Programa de Empreendimentos Tecnológicos da Universidade de Stanford, a autora criou um curso para estimular os seus alunos a encarar o mundo empresarial de forma criativa e empreendedora, seja criando o seu próprio negócio, seja procurando pelas melhores oportunidades em empresas como a Apple, Microsoft, Google, Facebook e ajudando a dar um novo formato ao planeta. O filme Fome de Poder é um dos filmes de empreendedorismo que trazem a história de magnatas corporativos que mudaram o mercado de alimentos. O título aborda os eventos e concepções que transformaram McDonald's em uma grande cadeia de fast food de escala mundial e como os irmãos idealizadores dessa ideia perderam o negócio que construíram. A história é interessante por abordar diferentes questões de comodismo nos negócios e a importância de acreditar na sua própria marca e se manter fiel a ela. Todas essas lições são apresentadas por interpretações aclamadas mostrando o dia a dia de Ray Kroc, que vê em um restaurante de beira de estrada a chance de criar um negócio alimentício inovador. Fatores como a arte da negociação, as injustiças do mercado e as etapas que levam à criação de um modelo operacional revolucionário também são pontos que tornam este um dos filmes mais interessantes sobre o tema. E neste segundo bloco do Ser Empreendedor, nós vamos mostrar um negócio que foi formatado em 2018, passou a funcionar em 2019, sobreviveu à pandemia, tem à frente marido e mulher e tem aí uma expectativa positiva de crescimento. Uma pesquisa do Instituto Locomotiva feita em janeiro deste ano mostra que 27% dos entrevistados querem montar ou ampliar o seu próprio negócio. Muitos arriscam os bens, o valor da rescisão trabalhista e especialistas apontam que para empreender é preciso ter autoconhecimento, estudo apurado do mercado e networking estabelecido. No meio do caminho, também é preciso adaptar algumas ideias e saber o momento exato de mudar a rota, uma das qualidades de um grande empreendedor. E este não é o primeiro empreendimento do Flávio. Ele vai contar agora para a gente a trajetória empreendedora para chegar até aqui. Flávio, a gente está aqui com um monte de troféu ao fundo, mas a sua trajetória começou, parece que um clube de pôquer, é isso mesmo? Exatamente. Na verdade, o meu primeiro empreendedorismo foi através de um clube de pôquer. Eu e mais um sócio, a gente planejou a abertura de um clube em 2014 e começamos quase que pioneiramente aqui em Campinas. O que é um clube de pôquer? Até para quem está em casa entender esse trabalho. Na verdade o clube de pôquer é uma associação, a gente abre uma associação desportiva, diferente do que muita gente pensa, ele é totalmente legalizado, funciona como um comércio normal, a gente tinha um expediente mais no período da noite, então o clube abria às 18 horas, fechava até o último cliente, que geralmente era quando o dia estava amanhecendo. então assim, foi um empreendimento bem grande até para um início, para um começo, para um primeiro empreendedorismo mas foi bastante gratificante, foi bastante rentável também naquele momento você até falou que é uma associação como foi essa questão de captar esses associados? você já tinha esse contato ou você começou do zero? sim, na verdade a gente tinha na verdade a associação de poker só precisa de uma quantidade de pessoas para formar o estatuto Ele não é uma associação aberta para inscrições de sócio Então ele é uma associação fechada A gente tinha todo o núcleo de diretoria, tesouraria, administrativo, tudo Isso a gente já tinha através do nosso núcleo de amizade Então esse grupo foi o grupo que tocou a associação durante quatro anos A associação existe até hoje, mas foi o período que eu me desliguei A partir daquele momento, em 2014, você falou que vocês tiveram aí grandes feitos. Qual foi esse processo de migração do clube de pôquer para o seu atual negócio? Então, na verdade, como eu disse, foi uma abertura da associação bastante, como posso dizer, bastante não só lucrativa, mas em relação à expansão do próprio esporte, que é o pôquer. Então a gente começou, com um ano de associação, a gente começou a fazer uma espécie de como se fosse uma franquia. Era uma concessão da marca. Então a gente começou a oferecer essa concessão para outras. Então em dois anos, dois anos e meio que a gente tinha aberto, a gente já tinha 11 clubes com o mesmo nome. Aí, o que acontece, todos os clubes usam os jogos de troféus diariamente. Então, tem torneio todos os dias e todo dia tem o consumo de troféu. Então, a demanda começou a ficar muito grande. Até então, vocês compravam os troféus. Exatamente, sempre compravam. E aí, a gente cogitou, naquele período, de começar a produzir nossos próprios troféus e oferecer para as que a gente chamava na época de franquia. Só que isso, para a gente, ficava difícil de viabilizar, Porque o dia era muito corrido A gente tinha muita demanda de serviço De coisas para correr atrás Então a gente precisaria praticamente empreender Dentro do que a gente já tinha Então acabava ficando muito grande E a gente não conseguia colocar em prática Em 2018, que foi quando eu cogitei De me desligar da associação Até porque o poker veio Numa fase um pouco mais difícil De concorrência O mercado na verdade se expandiu quando viram que a coisa era possível acontecer. E mais concorrência. E mais concorrência, é a mesma quantidade de jogadores com mais concorrência, então o mercado começou naquele período a baixar. Aí eu pensei em me desligar e falei, está aqui a oportunidade de eu aproveitar todo esse núcleo de clientes que eu tenho de conhecimento e já abrir uma outra empresa não partindo do zero. E aí foi nesse momento em que você percebeu que confeccionando os troféus era um outro segmento e que tinha essa abertura? Exato, na verdade assim, todo cálculo a gente já tinha de quanto eu poderia faturar nesse novo empreendimento, então assim, obviamente, depois de calcular muito, de pesquisar tanto a parte de maquinário quanto a parte de matéria-prima, eu achei que seria a hora de empreender sozinho, porque naquela época eu entrei com um sócio, depois a gente ainda agregou mais um sócio, então o empreendimento era grande, porém a gente tinha uma sociedade. Aí eu falei, não, acho que agora está na hora de eu realmente me desligar e tocar o empreendedorismo sozinho. E 2018 já era esse espaço em que nós estamos aqui? Sim, já era. Na verdade, no final de 2018 eu me desliguei de lá, aqui na verdade era um espaço, era uma oficina, era um espaço antigo, então eu fiquei de mais ou menos setembro, outubro de 2018 até fevereiro, fazendo uma reforma, esperando chegar maquinário, ajeitando, então a empresa inaugurou em março de 2019, foi quando a gente começou realmente a colocar em prática o que a gente fazia. Mas você começou já com pedidos, então? Já, já. Na verdade, assim, até antes mesmo da gente estar com tudo funcionando, a gente já tinha pedido, entendeu? Desse próprio clube de pôquer que você começou, ou não? Exatamente, dele mesmo. Na verdade, hoje a gente está aqui, com esse monte de troféu, e essa empresa aqui, desse pedido, ela ainda é uma raiz do que tinha lá. Porque são meus ex-sócios que administram hoje esse outro clube. Então, eu tenho uma demanda bastante grande, eu posso te dizer, ainda desse nicho de mercado que é o pôquer. A gente está praticamente quatro anos depois que você oficializou esse novo negócio. Aí você falou, inclusive, olha, hoje eu sou fornecedor até da empresa dos meus ex-sócios, mas como que você fez o projeto para não só fornecer a eles, mas para outros clubes, para outras modalidades? Como foi esse passo a passo? Então, na verdade, dentro do pôquer foi muito fácil porque eu já tinha um conhecimento total das concorrências de outros clubes, de alguns parceiros, então foi extremamente fácil. O restante, que hoje vamos falar assim, o que a gente atende com maior volume, que é beat tênis, futebol e o tênis, todas essas modalidades a gente conseguiu através de visitas e o boca a boca. Entendeu? Na verdade, assim, a gente tentou desde o começo oferecer a melhor qualidade possível, independente de valores e tudo, mas ter a melhor qualidade possível. Tá, mas você falou, por exemplo, o beat tênis, que inclusive é um esporte em ascensão. A gente tem, inclusive, na cidade de Campinas, vários espaços sendo abertos em relação à prática desse esporte. Mas como é? Você chega ou você começa a participar das atividades? Qual é a sua metodologia? Conta pra nós. Vamos lá, no beat tennis especificamente, eu pratico, eu já praticava quando eu estava ainda no pôquer, então também foi meio que natural esse contato com o meu cliente final, eu já estava ali dentro, e muitas escolas de beat tennis hoje também tem o futebol e agregado, Então, assim, aí vem aquele negócio que eu te falei da qualidade. A gente fornece uma vez, todos os troféus embaixo do troféu vai a nossa marca. Então, assim, eu tenho inúmeros retornos de pessoas que falam eu estou com um troféu seu que eu ganhei, ou um amigo meu que tem um troféu ganhou e me passou seu telefone. Então, assim, hoje todos os clientes que a gente tem, sem exceção, eles vieram desses canais. Agora, quando você pensou em formatar, a gente tem ao fundo aí, quem está assistindo, tem uma máquina que daqui a pouco vocês vão ver, aí tudo que ela faz, ou seja, tudo que o Flávio faz aqui nela, que resulta nesses troféus aqui, como que foi analisar, que tipo de material você ia usar, qual a máquina que você ia precisar, quanto você ia investir, em que tempo você ia ter esse retorno, você fez todo esse planejamento? Fiz, todo esse planejamento eu fiz ainda quando eu estava no poker. E como foi? Ó, é exaustivo, porém é o máximo minicioso possível, entendeu? Eu procurei via internet, muito conhecimento, eu já havia trabalhado anteriormente com artes, então a parte gráfica, por exemplo, eu já conhecia, que foi na verdade um gancho que me trouxe para esse mercado, porque quando eu ia no meu fornecedor para buscar o material, e eu via a máquina funcionando, eu via, eu olhava para aquilo e falava eu consigo fazer isso, entendeu? Então, assim, isso antes pensando lá quando a gente pensou em abrir para atender as nossas franquias, eu falava, a gente consegue fazer isso, entendeu? Dá para fazer. E aí eu falei, então agora que eu vou optar por fazer isso sozinho, eu vou correr atrás porque não está difícil. Então, assim, eu já tinha metade da habilidade por exemplo, na mão, que hoje a gente fala de maquinário, tudo. O troféu hoje é uma mistura de tecnologia com artesanato. O design quem faz, você? Isso, eu crio todo o design, a maioria tem que ser quase que exclusivo, a laser que é a máquina que a gente usa, ela faz todo o corte do material e a montagem é toda manual. Então, assim, é uma mistura, porque você cria isso no computador, joga isso pra laser, ela corta extremamente preciso, só que a colagem depois ela tem que ser manual, a montagem do troféu ela é manual, e não existe hoje tecnologia que consiga montar isso através de uma máquina, por exemplo não, não existe isso já pesquisou tudo, mas assim como as peças como eu falei, como eles são exclusivos cada hora é uma peça, não é uma linha de montagem, entendeu? É muito raro quando a gente pega um pedido que é sempre igual, que o cliente compra todo mês a mesma coisa, ele compra um jogo de troféu esse mês, mês que vem ele quer um diferente, ele não quer usar sempre a mesma Então, assim, é esse mix de tecnologia e artesanato. Quanto você investiu na época, em 2018? Na época... Digamos que com a reforma, com o maquinário... Com a reforma foi próximo de 100 mil reais. Com o maquinário... Também a gente pensa nos suprimentos que você teve que comprar, tudo 100 mil. 100 mil, isso. Em quanto tempo você teve esse investimento de volta? Olha... Em oito meses, mais ou menos, aproximadamente. Então, um negócio, basicamente, com pouco investimento e com retorno rápido. Rápido, exatamente. Na verdade, foi bem rápido. Nós tivemos aí uma dificuldade no meio do caminho, dentro desses quatro anos da empresa, que foi a pandemia. Justamente, não tem como não falar da pandemia, né? E aí, como você fez nesse período que as pessoas não podiam se encontrar, os campeonatos aconteciam? Eu já conversei aqui no Ser Empreendedor Mesmo com pessoas, por exemplo, que realizam games online. Eles cresceram. Mas e aí, quem precisa do presencial? Como foi isso? Foi difícil. Foi bem difícil. Porque, assim, zerou. Na verdade, zerou. Eu passei aqui mais ou menos uns seis meses sem nenhum pedido de troféu. Mas você tinha um capital guardado. Eu tinha um capital guardado e o acrílico é muito versátil. Então, assim, hoje a gente trabalha com troféu por uma opção. Mas assim, nós fizemos bastante placa de contenção salivar Que era o que na época vendia Que era aquelas que colocam em caixa de supermercado, essas coisas Ah, você buscou alternativas Sim, exatamente Na verdade o troféu ele acabou, mas o acrílico tá aqui Então assim, são caixas de acrílico São vários materiais que a gente pode trabalhar Mas você teve que naquele período então, Flávio, tomar decisões rápidas Bem rápido Como foi isso pra você? Ó, foi difícil, a gente teve que sair pra campo mesmo, porque assim, que nem eu te falei anteriormente na parte de troféu, eu tinha todos os contatos. Quando acontece um negócio desse, você não tem nada. Então assim, se eu preciso vender no supermercado, é lá que eu vou ter que ir. Então tinha que bater de mercado em mercado, tinha que conversar com várias pessoas, aí você começa a fazer uma divulgação, saindo da linha de troféu e passando por todos os outros produtos que a gente pode fazer, parte de brinde. Então assim, o pessoal não podia sair de casa, muitas empresas mandavam um brinde. Então mandavam, por exemplo, uma cesta de café da manhã com um copo gravado o nome da pessoa. Então a gente fazia toda essa parte de gravação, entendeu? Esse maquinário também, além da parte de acrílico, a gente consegue gravar em vidro. Então a gente fez várias taças personalizadas para a pessoa enviar. buscamos inúmeras alternativas para conseguir ter algum tipo de faturamento sem deixar de empreender até porque quando a gente fala em empreender na pandemia nós tivemos aí muita gente que cresceu muita gente que conseguiu se manter e teve gente que fechou também em algum momento você temeu esse momento em pensar, olha talvez eu tenho que fechar minha empresa ou isso nunca passou pela sua cabeça? sinceramente não passou Não passou porque, tipo assim, isso vem do planejamento que nós tivemos lá no começo. Quando eu pensei em montar a empresa, eu sabia a primeira estrutura que eu queria ter. Então, assim, a empresa hoje, ela é um porte físico não muito grande, então a gente não trabalha com funcionários registrados, eu tenho um ou dois freelancers cadastrados com a gente, que fazem serviço quando é necessário. Que é por demanda. Que é por demanda. Então, assim, isso já vem lá do planejamento. Então, quando aconteceu isso, eu sabia que quebrar eu não iria, eu iria ter que, de certa forma, correr atrás na pandemia, criar novos nichos para a gente ter faturamento, só que eu tinha a certeza absoluta que a gente não quebraria, que na hora que a pandemia passasse, o mercado voltaria de forma mais aquecida do que era anteriormente e realmente aconteceu, e a gente iria retomar. Mas é um período bastante difícil, porque você não tem previsão nenhuma de quando vai voltar e você entra na instabilidade total, né? É, a gente pode pensar, então, em 2019 o negócio começou em fevereiro, teve aquele ápice, 2020, 2021, sobreviveu na pandemia e agora, 2022. Agora estamos colhendo todo o trabalho de anteriormente, porque assim, então na hora que a pandemia melhorou, o que a gente esperava que ia acontecer realmente aconteceu, os clientes voltaram a procurar, sim, muitos com extrema urgência, porque queriam fazer eventos eles também precisam dos eventos, né, pra se manter, então assim de agosto de 2021 até agora, a gente não tem um minuto de sossego Falando em um minuto de sossego tem uma história aí, olha, no meio desse caminho, ele falou de agosto de 2021 a gente soube que a sua mulher veio trabalhar com você, me conta ela inclusive deixou um outro emprego que tinha pra participar juntamente com você nesse negócio, me fala desse processo então, foi um processo bem legal a gente pensou bastante também, mas é assim foi muito gratificante e ela deixou um emprego que a gente pensou muito se valeria a pena, porque ela tinha um cargo bom, ela tinha um salário bom e a gente, de certa forma, iria tirar todos os recursos agora do mesmo lugar. Mas assim... Era um risco. Era um risco, era um risco grande, entendeu? Mas assim, foi planejado e até agora é só sucesso. Realmente, foi bem difícil, mas assim como o Flávio disse, a gente planejou muito para que isso acontecesse. E era um mal necessário, vamos dizer assim. Mas, assim, a gente tinha medo dos riscos que tinha, que sempre tem no empreendedorismo, porém, a gente está muito confiante de que vai ser sempre uma crescente e trabalhando juntos aqui, unidos, vai dar tudo certo. E a gente pergunta muito aos casais, porque a gente vê que muitos empreendem juntos. Ela te ajudava de uma maneira ou outra, mas agora é 24 horas no trabalho, em casa, Como vocês conseguem dividir as tarefas no trabalho, não levar isso pra casa ou acaba misturando tudo no dia a dia? Não, não mistura. A gente divide bastante. Na verdade, assim, a partir do momento que a gente entra pra cá pra trabalhar, cada um faz a sua parte, assim, é bem dividido. O respeito tem que ser mútuo, assim, entendeu? Então, assim, aqui dentro não tem ninguém superior a ninguém, então a gente trabalha realmente junto. E aí em casa, a gente segue como... Mas em casa não fala de trabalho, ou fala? Fala. Não tem como não falar. Não tem como não falar ainda. Fala, sim. Fala, mas fala de uma forma saudável, assim, sabe? A gente praticamente não trabalha em casa, mas a gente planeja muita coisa em casa. Às vezes jantando, então assim, pensando no que a gente pode fazer. Porque aqui, na verdade, como somos só nós dois, e esses freelancers que vêm esporadicamente, aqui a gente trabalha muito mesmo na questão de pôr a mão na massa, exato e aí o tempo que sobra pra gente planejar ver os próximos passos geralmente é quando a gente tá em casa que é a parte administrativa que seria o administrativo vocês fazem junto ou vocês dividiram essa atividade? não, dividimos, o administrativo é ela que faz eu faço a parte mais operacional mesmo e comercial entendi, e agora Olha, Flávio, nós estamos nesse novo momento em que você falou de grandes expectativas, mas tem um Flávio que deixou o trabalho lá em 2014, está em seu segundo empreendimento, vale a pena? Vale muito a pena, eu acho que assim, eu sempre tive o sonho de empreender, tá? Desde pequeno, nunca entrava muito na minha cabeça que eu iria trabalhar para alguém para sempre. Teve o caminho de você aprender, de você capitalizar também Que eu acho que é muito importante para quem quer empreender Mas é sensacional a sensação de você trabalhar para você De você ter seu próprio negócio Não é fácil, não achem que é fácil Mas é muito gratificante Tá certo, então olha E assim a gente termina o Ser Empreendedor de hoje Lembrando que você pode assistir outros programas na nossa playlist no youtube.com.br e aparece aqui também no seu vídeo as nossas redes sociais, siga a TV Câmara Campinas no Instagram e também nos curta lá no Facebook. E até o próximo Ser Empreendedor! Legenda Pedro Esteves