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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana traz uma entrevista com o vereador ou vereadora do legislativo da nossa cidade. E hoje o nosso convidado é o vereador Rodrigo da Farmadique. Seja bem-vindo, vereador. Como é de pra eu vou fazer logo na abertura do nosso podcast a minha autodescrição. O meu nome é Mirnabu, eu sou uma mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros, que hoje está com coque chamado, a gente conhece como coque abacaxi. Eu estou com vestido jeans, um jeans escuro, azul escuro. Ao meu fundo, nós temos o estúdio do Na casa do Povo todo em preto à minha esquerda, um televisor com o logotipo Na Casa do Povo em azul e branco. Vereador, seja bem-vindo. Também já o convido a fazer a sua autodescrição. Obrigado mais uma vez pela oportunidade de estar aqui falando com vocês, com os telespectadores da TV Câmara que acompanham, né, nossas atividades parlamentares. Ah, eu sou eh um pardo, eh, tem 1,82 m, magro, calvo, carequinha, né, como todos costuma falar, o vereador carequinha, hoje eu tô com uma camisa azul escura. Eh, e essa é minha autodescrição, né? E uso óculos também, né? Isso é a característica do vereador. Importante, vereador, o senhor que já esteve aqui falando inclusive sobre, né, a sua vida pessoal, depois falou como acabou eh se tornando um político. E recentemente a gente teve aí pela cidade, também noticiado aqui pela TV Câmara Campinas, a comemoração dos 10 anos do distrito do Ouro Verde. Quando a gente pensa em essa comemoração, a gente fala em várias vertentes, infraestrutura, segurança, regularização fundiária e muito mais. Pro senhor como morador e agora como vereador, como que é esse sentimento de pensar nessa evolução do distrito do Verde? Eu costumo dizer que é um orgulho de pertencimento, né? Você sentir que pertence a a uma determinada localidade. Nós somos campineiros. Claro, né? Mas você pertencer a um local, eu que moro lá desde criança, eh, é um orgulho tá inclusive participando das comemorações, ajudando a trazer avanços para pra região, pro distrito de Ouro Verde. Eh, esse ano, inclusive, a gente se se confunde a minha história política também com a com o período, né, de aniversário do distrito de Ouro Verde. Esse ano eu tô no nono ano de mandato e completamos 10 anos de distrito de Ouro Verde. Isso tudo passou inicialmente por um plebiscito, depois uma votação, aprovação de lei. Eu eu ainda não era vereador, mas tinha uma atuação política. E nesse período vem nós conseguimos muito avanço, né? Inclusive eh nós trabalhávamos muito para com a população, necessidade de você ter uma representação parlamentar. Então, 72 bairros agora aumentou, tem aumentado mais mais bairros ainda. Acho que já deve estar noss 77, quase 80 bairros com novos bairros que vem surgindo. E nós ficamos praticamente quase 10 anos eh anterior ao ao meu primeiro mandato, sem um vereador que morasse e conhecesse a região, o distrito. E hoje nós temos agora e depois passamos 8 anos só eu como vereador que morador lá, né? Hoje nós temos mais eh eh vereadores atuando na região, mas nós temos conseguido avançar muito. Uma grande comemoração que foi importante para para esse ano eh foi a regularização do Distrito Industrial de Campinas. Sim. Eh, fiz uma comissão de estudos há dois anos atrás e começamos a trabalhar, a levantar as informações do do próprio eh formação do distrito industrial. Era aquela questão que o terreno era da INDEC, alguma coisa nesse sentido. Isso. Levantamos todo esse histórico, né? E completou o ano passado, o distrito industrial completou 50 anos de fundação, né? Quando começaram as empresas vim aqui, quando fez o decreto de publicação de de desapropriação da área e passou pra INDEC, que era os dices. Exatamente, né? Mas aí o distrito industrial, onde as indústrias estavam mesmo, careha de regularização fundiária. Então, as empresas vieram pra pra região, pra cidade, pro distrito, eh compraram, adquiriram da INDEC, mas como foi uma área desapropriada e fundiariamente não existia lei para que conseguisse outorgar matrícula, escritura individual para pras empresas, eh eu fui levantando todo esse histórico e as empresas estavam lá, não conseguiam fazer mais investimento e também outras empresas que queriam vir para Campinas também encontravam essa barreira porque não eh não vai fazer um investimento de 20, 30, 50 milhões e uma área que você não tenha documentação. Sim. Aí, após esse todo esse trabalho, né, é o levantamento do histórico, após a promulgação da lei de regularização fundiária de 2017, eu trouxe o cartório aqui para poder eh dialogar conosco aqui na Câmara. Eh, conseguimos avançar e esse ano nós entregamos as duas primeiras matrículas para as duas primeiras empresas que foram regularizadas. Ainda tem mais a entregar, então. Ah, tem lá tem muitas empresas. Eu eu já tenho 10 empresas que estão fazendo também o seu processo de regularização e outras que estão interessadas a fazer, porque isso traz vai trazer a segurança jurídica para as empresas que já estão lá, vão ter mais capacidade de investimento, porque ela pode inclusive dar como garantia a matrícula do imóvel para poder fazer o investimento ou um empréstimo e atrair novas empresas, porque nós temos áreas ociosas lá que empresas buscaram fazer investimento, mas por conta de não ter e essa documentação, investiram em outras cidades. Agora, com certeza, nós vamos ter um um investimento melhor e melhor que é dentro do distrito de Ouro Verde, né? É, sempre que a gente pensa em regularização fundiária, se pensa em residência. Quando essa situação chegou pro senhor, que o senhor teve todo esse trabalho de formiguinha, né, que foi olha, vamos fazer uma comissão, vamos procurar documentos, vamos ouvir as pessoas, como que foi todo esse trabalho? Ah, teve que ser através de comissão mesmo, porque eu já tinha um um trabalho muito forte quanto a regularização fundiária, porque ela era um apelo muito importante do meu mandato pros meus eleitores, principalmente os moradores, que muitos bairros lá careciam de regularização fundiária pros imóveis urbanos, paraas famílias, né? E conseguimos praticamente quase todos os bairros eh foram regularizados. Os que ainda não foram, já estão em processo de regularização. Foi um uma atuação que eu tive muito importante. Desde o primeiro mandato, eu fiz um mapeamento de todos os bairros do Distrito Ouro Verde que precisavam de regularização fundiária. Muitos deles já foram titulados e hoje são regulares. As famílias têm a segurança de ter a documentação em mão. Eh, mas aí tinha uma próxima etapa a ser vencida, que era regularizar o distrito industrial. Sim. E tinha uma barreira que era o cartório, o cartório de registro de imóveis, que é o terceiro que faz o registro das matrículas, ele entendia que não tinha aplicatividade da lei de regularização fundiária paraa área industrial e apenas paraa área residencial. Por isso foi importante fazer essa comissão, trazer o cartório, trazer a INDEC, trazer a comissão de direito imobiliário da OAB. Todos participaram dessa comissão, foram reuniões que nós tivemos aqui no plenário e por fim conseguimos chegar a um entendimento e nasceu as duas primeiras matrículas. É, então é por isso mesmo, porque geralmente no senso comum todo mundo pensa que é só de residência e aí esse esforço deu esclarecimento que olha, não, nós temos uma ferramenta e é sim possível, né? mais uma comemoração. Quando o senhor fala, inclusive nessa regularização fundiária que o senhor fez ali nos bairros, eh, conseguiu através da lei federal e tudo mais, o que que a gente pensa quando a gente também fala da infraestrutura a partir dessa regularização? Isso também fica mais fácil para fazer uma indicação, um requerimento quando essas áreas estão regularizadas? Claro, sem dúvida. Porque quando nós falamos que Campinas é a nona cidade em comparação de PIB no Brasil, você pensa que é uma cidade que tem toda a infraestrutura, né? Que são bairros que que tem tem toda a infraestrutura. E não é bem assim, né? Nós temos um uma uma questão social de diversos bairros que não tem ainda infraestrutura básica de pavimentação e no Ouro Verde tem um único bairro que ainda não tem infraestrutura de saneamento de esgoto, né? Então, eh, para você ter a possibilidade de conseguir levar a infraestrutura, aquele bairro precisa ser um bairro regular. Então, por isso a importância da regularização fundiária. E aí, quando eu falo desse único bairro, é o Jardim Novo Planalto. Então, nós tivemos também uma atuação junto com a associação de moradores, conscientizando eles da necessidade de fazer a negociação da área para depois fazer um contrato com a COAB para poder fazer regularização e possibilitar que a SANASA pudesse entrar e fazer um projeto de esgotamento sanitário, individualização de água. Isso tem avançado muito, né? porque os moradores se conscientizaram, se cotizaram, adquiriram a área de forma parcelada. Isso possibilitou que começasse o processo de regularização fundiária. Então, a COAB, através de uma indicação que eu fiz pro prefeito, eh, fez um convênio com a prefeitura, inclusive a prefeitura então tá pagando essa regularização e os moradores não têm esse ônus, eles têm apenas que pagar os seus lotes. Isso possibilitou que a COAB eh informasse essa NASA que essa área já poderia ser objeto de eh projeto de de infraestrutura de de esgoto e também de individualização de água. Isso tem avançado bastante. Então você vê como que é importante a regularização. Por mais que o prefeito ou vereador queira fazer uma indicação para fazer um asfalto num bairro ou fazer a individualização, uma nova rede de esgoto, se o bairro não tiver a autorização eh do proprietário da área e não tiver uma associação que tenha adquirido, nós não podemos fazer o investimento de recursos públicos. O senhor falou inclusive de asfalto, vereador, meu bairro bem melhor também chegou lá por conta pós-regularização também nessa vertente de melhorar a qualidade de vida daquelas pessoas. Sem dúvida. dos, nesse, vamos falar nesses últimos oito, desses 10, 8 anos que eu tenho atuação parlamentar, nós temos visto um avanço muito importante de pavimentação. Vários bairros que já estavam em processo de regularização por conta disso, puderam ser eh receber esse investimento. Podemos desar o bairro Parque Dourado dos Carajazos, Rosalina, Nossa Senhora Aparecida, o Tancredo Neves, José, aeroporto, Filadélfia, são muitos diversos bairros, Vila Vitória, bairros grandes inclusive que receberam a pavimentação. Investimento muito importante pra cidade, importante pra população, porque você faz um investimento é de infraestrutura, você economiza nas despesas com a saúde, né? Isso possibilitou e nós fizemos um avanço muito grande, inclusive as pessoas moradores lá da região eh vem isso com os olhos eh à vista mesmo, a a o avanço, né? E pessoas que mudaram lá do bairro e tem voltado pro distrito, vem uma outra região, uma nova cidade. Sim. Sim. Inclusive nós tivemos aí recentemente em setembro uma grande festa lá, né? Ah, foi, né? Tinha que ser, né? Para poder comemorar. Muito emblemático para nós esses 10 anos. Eu tive a oportunidade, inclusive, eh, de com uma atuação parlamentar indicar um recurso de uma emenda impositiva paraa Secretaria de Cultura para fazer esse evento, né? Nós começamos esse ano fazendo um evento da marcha para Jesus, um evento gospel muito grande também tem um apelo muito de da população lá, um evento católico também que é o Reaviva Ouro Verde. Foi feita a segunda edição também. E aí para coroar, neste mês agora de setembro nós tivemos lá essa essa terceira edição de comemoração. Era o 10º aniversário, mas foi a terceira edição. Foi um evento maior, um evento grande. Tivemos diversas atrações. Atletas de futebol profissional que estiveram lá, né? Exatletas, né? Eu inclusive não, eu não tive lá não, não, aliás, eu não pude jogar, estive lá, acompanhei, assisti, mas não me aventurei porque eram at ex-atletas profissionais, né? Apesar de ter eh um avançado da idade, tinham outros mais novos lá. E foi muito bom. Foi o Máster do Palmeiras, né? Sim, é a estrela maior lá foi o Ademir da Guia, que é o eterno camisa 10 do Palmeiras, da seleção brasileira, lá teve conosco, super simpático, atendeu a todos, deu autógrafo para todos e começou as comemorações. Aí teve esse evento que jogou contra um time da região lá também, é um time master lá da melhor idade, foi um grande evento de futebol, acho que passaram, acho que umas 2.000 pessoas passou lá pro por pelo evento do jogo. Aí depois nós tivemos lá na Avenida Suasuna, que se tornou o grande palco ali da das comemorações e festas culturais, eh tivemos atividades lá com apresentação, apresentações, né, de de bandas sertanejo, apresentação de rock, apresentação de samba, de pagode durante o sábado e o domingo todo. Eu vi a reportagem, inclusive teve gente que já foi até com aquela cadeira de praia e ficou lá curtindo toda a festa. É verdade. Teve atração o dia todo, eh, se estendeu até às 10 da noite, né? depois foi se encerrou e foi uma grande festa, foi um grande sucesso. Vereador, agora a gente tá falando um pouquinho, né, de leis que dizem respeito a toda a população e o senhor, eh, todo mundo sabe, né, até pelo nome político Rodrigo da Farmadique, tem sempre a ver com essas questões também relacionadas à saúde. E um importante projeto também de sua autoria é a questão da farmácia solidária, que muitas vezes é o calcanhar de Aquiles de quem depende de um remédio. Primeiro fala para mim como que nasce esse projeto, o como ele tá, como que ele funciona e qual que é a importância pra cidade de Campinas ter um programa como esse? Uma farmácia Solidária é um projeto que teve um sucesso e começou aqui na cidade de Mogi Iguaçu com o vereador Natalino. Natalino é um grande amigo e que compartilhou com conosco o sucesso, né? Eu tive a oportunidade de ir lá fazer uma visita. Nos encantamos. Eu por ser farmacêutico, eu praticamente fala que eu nasci dentro de uma farmácia, né? Eh, nós se encantamos muito com o projeto, adequamos ele à legislação aqui municipal, né? As exigências aqui que nós temos da vigilância sanitária e também as adequações eh que exigida pela lei federal e conseguimos trazer eh para pra discussão aqui, né? participou conosco, inclusive vereador Eduardo Magoga, vereadora Débora Palermo, eh o vereador Igor Diego, que também são coautores. Participamos de uma reunião com o Conselho Regional de Farmácia aqui da região de Campinas e contou também com a participação do deputado federal Carlos Sampaio, que nos ajudou inclusive para tá estar em contato com o vereador Natalino lá. Como um foi um sucesso dessa criação, nós fizemos aqui várias discussões. Eh, demorou um pouco pra gente conseguir aprovar porque tivemos que fazer um substitutivo, fazer alterações, emenda, por fim, fizemos um substitutivo total e conseguimos aprovar esse projeto. Se você falar, ah, mas já não temos as unidades básicas de saúde, o famoso postinho, você vai lá pegar os medicamentos, temos a cidade de Campinas, inclusive tem uma lista de quase 200 ou mais de 200 medicamentos que são disponibilizados hoje e praticamente a a falta hoje não chega nem a 10% desses medicamentos, mas não são todos, né? Sim. Então aí nós temos a oportunidade na farmácia solidária de receber doação eh da indústria farmacêutica e distribuidores que às vezes tem muito estoque de medicamentos, às vezes inclusive moléculas de medicamentos caros que ele pode disponibilizar para que numa farmácia solidária você o cidadão possa ir procurar e se tiver ele poder receber isso gratuitamente. Então, a diferença de uma drogaria particular que vende, comercializa o medicamento e a farmácia eh de alto custo e a farmácia do SUS, que é nos postos de saúde, é que esses medicamentos são doados pela indústria farmacêutica, eh, e pelas distribuidoras de medicamento, quando tem uma alta demanda de medicamentos que tem um prazo de validade de até 6 meses, vai poder doar para uma farmácia licenciada e aí a população vai poder ir no local e buscar. Isso é muito importante porque eu sei que tem famílias que às vezes se ajunta, pega um cartão de crédito emprestado para poder fazer e comprar um medicamento, parcelar um medicamento. E eu sei muito bem a dificuldade e a necessidade que às vezes a população tem. E a indústria ela incinera tonelada de medicamentos, né? São medicamentos bons que muitas vezes não tem, ela não tem como eh eh comercializar, vai ter a oportunidade da população ter a disponível, tá? E aí, esses medicamentos, eles vão ficar disponíveis nas farmácias comuns ou nas farmácias dos centros de saúde? Existe já uma logística ou não? Eh, a lei ela fala assim que vai ser eh tem a possibilidade de qualquer entidade privada, tá, fazer o licenciamento. Provavelmente nós vamos ter o mesmo molde que tem lá em Mogiguaçu. As universidades elas elas têm o modelo de farmácia escola. Então, as universidades elas já têm o farmacêutico, né? inclusive o docente e ela tem os alunos, ela pode eh pedir o licenciamento para na própria faculdade abrir essa essa farmácia. É lógico que vai ter que ter um farmacêutico no período em que a farmácia tiver aberta como responsável ali pela dispensação e pelo pelo estabelecimento, os auxiliares para fazer essa dispensação. Mas então é um uma entidade privada ou mesmo até uma ONG, uma OS que pode abrir. Então não tem relação direta com o poder público, né? Nós aprovamos a lei possibilitando que uma entidade privada possa licenciar, abrir uma farmácia nesse modelo para doar e não comercializar esses medicamentos. Uma outra questão ainda sobre isso, inclusive nós conversamos na reunião ordinária no momento da votação. Eh, inicialmente se pensava: "Olha, por que que as pessoas, por exemplo, eu tenho um medicamento, tem um familiar que usa um medicamento, acontece alguma coisa, ele não precisa mais usar esse medicamento, mas ele tá dentro da do prazo de validade. Por que que vocês tiraram inclusive, né, essa questão por que não pode ser uma pessoa comum eh doar esse remédio?" tem questões, eh, digamos que do ponto de vista legal para isso, vereador, que essa essa esse impedimento, digamos assim, são dois pontos, o impendimento legal e o impendimento técnico, né? mas mais pelo técnico, porque não teria problema algum de você ter um medicamento que foi armazenado de uma forma adequada, você doar para uma outra pessoa para poder eh fazer o uso daquele medicamento. Mas como você não tem o controle e não sabe se foi da forma como foi armazenado aquele medicamento, tem pessoas, por exemplo, que tem o costume de deixar no carro, tá? Você imagina na situação, às vezes chega a Campinas já chega a ter até 40º de temperatura. Se você deixar um medicamento ali no carro por algumas horas, ele já se deteriorou. E aí ele falou: "Ah, não usei, eu vou doar esse medicamento". Então aí você não tem a rastreabilidade e nem a garantia da qualidade. Por isso que nós tivemos que colocar um artigo no projeto de que você que impossibilita a doação de pessoa física. Nós tivemos também a uma questão que é a taxa de estadia impátios da INDEC para veículos apreendidos em finais de semana e feriados. A gente tem um histórico desse projeto que ele já tinha sido aprovado na ocasião acabou sendo vetado. Foi isso? E o senhor fez um novo projeto. Vamos contar a historinha para as pessoas entenderem e saberem exatamente qual é o direito, o que pode ser feito, o que não pode ser feito. Quando a gente fala nessa taxa de estadia de carros apreendidos. É, na verdade se falar é uma história, é uma novela, na verdade, né? foram muitos anos de tramitação. Eu acho que começou no na segunda legislatura pra gente conseguir aprovar eh eh depois de alguns anos, né? Eh, porque fizemos emendas, aprovamos, depois tinha o impacto orçamentário, eu consegui justificar que não era uma despesa e não ia não ia ter exatamente um impacto orçamentário, mas por fim conseguimos aprovar o ano passado em primeira discussão, em segunda em segunda votação, eh, com um acordo político, inclusive por unanimidade a aprovação desse projeto, mas o prefeito teve que vetar porque tava num período eleitoral e a lei eleitoral ela entendia, pelo menos a procuradoria entendia que era um benef difícil eh dentro de um período eleitoral que não poderia, o prefeito teve que vetar, foi mais fácil. Depois consegui aprovação agora esse ano, depois quando eu fiz a a submet porque já tinha passado por todas as comissões, tinham os pareceres, né? Exatamente o mesmo texto, né? Eh, lógico, depois eu pedi urgência, porque nós já tínhamos o os pareceres anteriores e acabamos votando com os pareceres de plenário e conseguimos, por fim, tornar a lei. E essa lei é muito importante. Eu, na medida de que se você, eu dou um exemplo bem claro, um cidadão que vier à cidade de Campinas fazer uma entrega de uma entrega qualquer, tiver com um caminhão, um caminhãozinho, uma Fiorino, ele venha fazer uma entrega aqui na cidade numa sexta-feira véspera de feriado e por algum motivo ele não se atentou e parou num local irregular, por exemplo, na frente de uma garagem, de uma casa. Tá, o cidadão vai fazer o o uso do seu direito, vai ligar na INDEC para pedir a remoção, porque ele precisa sair com o carro, não pode, né, parar na frente de um e de uma garagem. Esse veículo vai ser removido pro pátio, até porque é uma infração de trânsito, ele vai ser removido pro pátio numa véspera de feriado. Para aquele cidadão que veio de uma outra cidade, para aquele cidadão que veio de uma outra cidade fazer uma entrega, lógico, cometeu uma infração de trânsito, mas não foi eh com certeza intencional. Ele vai ter que ficar na cidade, né, pagar para um hotel, alguma coisa, porque ele só poderia pegar o carro dele se fosse numa quinta-feira, véspera de feriado, na segunda-feira. Então, ele pagaria, o carro dele seria removido na quinta-feira, pagaria diária da quinta, da sexta-feira que é feriado, depois do sábado, do domingo e depois da segunda-feira e só poderia pegar o carro na segunda. Então ele seria penalizado duas vezes por por ter eh cometido a infração, que é uma medida só educativa, né? porque é a penalização, mas ele teria o castigo de deixar o carro preso lá, ainda ter que pagar a diária. Então, hoje a lei aprovada, ela diz que se esse veículo for apreendido na numa véspera de feriado ou mesmo numa sexta-feira à tarde, se a INDEC disponibilizar meio no pátio pro cidadão ir lá retirar o seu veículo no sábado ou no domingo, ele vai e ele não for lá retirar, ele vai ter que pagar diária. Mas caso ele for lá e o pátio tiver fechado, não vai ser cobrado dele essa essa estadia do pátio. Sim. Agora eu lembro que a gente conversou e o senhor deixou bem claro. Se acontecer isso, mas a pessoa tiver alguma questão de licenciamento e qualquer outra coisa em relação à documentação, não vale essa lei. Isso cai por terra. Claro. Sim. Porque daí também tem uma outra penalidade, né? Porque o veículo deveria estar licenciado e ele não conseguir, não vai conseguir resolver no final de semana também. Ele vai ter que esperar a o popatempo abrir ou um despachante para ele poder procurar, fazer o licenciamento, arrumar a documentação dele para depois ele retirar o veículo no pátio. Então aí mas não isenta de pagar essa taxa. Aí ele tem que pagar, vai ter que pagar porque ele próprio não teria condições de retirar porque a documentação tava de forma irregular. Sim. forma de que além de vereador e fazer todas essas ações, você é o segundo secretário da mesa diretora. O que significa isso? Ah, eu acho que é muito importante você tá ali junto com o presidente, como primeiro secretário, secretariano, até porque as as resoluções nós temos que assinar em conjunto, né, as deliberações e você tá todo dia ali também em contato e as pessoas como a TV Câmara, ela dá essa amplitude pra gente e chega nos lares de de toda a cidade, né? Eh, todos os dias as pessoas estão ali, inclusive fala, manda mensagem: "Olha, tô te assistindo, né? Tô te vendo. Então, às vezes, nem todos os vereadores às vezes têm a possibilidade de fala ou tem a possibilidade de inscrição ou não é o líder de bancada para poder falar no tempo de liderança, não aparece. Então ali nós temos uma visibilidade muito boa, política, mas também a responsabilidade de junto com o presidente aqui, presidente da Câmara e o primeiro secretário da gente fazer a ordenança e organização da Câmara. Eh, a gente inclusive lembra que a Câmara recentemente tem recebido várias premiações em relação a trabalho, em logística, transparência e tudo mais. E a mesa diretora é também responsável por isso, né? Claro, sem dúvida, né? Então, todo o planejamento, todo eh organização eh do funcionamento da Câmara passa pela mesa diretora. Todas as decisões partem da assinatura do presidente, do primeiro e do segundo secretário. E além disso também a gente tá em um momento em que em Campinas passa, já passou, tentou passar por um primeiro, agora passa por um, por uma, acho, cremos que agora vai dar certo a questão da, do transporte público, é a licitação do transporte público e o senhor está à frente da frente parlamentar para fiscalizar, fiscalizar essa licitação. Primeiro fala dos objetivos dessa frente, como tem sido trabalhar com esse tema. E a gente teve essa aquela questão da primeira licitação que ela acabou não dando certo, agora parece que vai dar tudo certo. Como que tá isso, Farmadique? É, eu eu tenho essa preocupação com a mobilidade urbana, porque assim, eu já usei por muitos anos o transporte coletivo, quando ia pro trabalho, quando ia e pra escola. Na faculdade eu já não tive, não precisei mais, mas eu sei da necessidade, muitos amigos utilizam do transporte. A cidade de Campinas, ela é muito espraiada, é muito distante. Então, a necessidade de você ter uma transporte público de qualidade pelo preço que a gente paga é muito importante. O legislativo tem que tá atento. E por isso eu protocolei aqui uma frente parlamentar, eu sou o presidente, temos outros vereadores também muito atuante que nos nos acompanha, uma frente parlamentar para acompanhar todo esse processo licitatório. E nós tivemos já diversas reuniões, tivemos encontros aqui no plenário, reunião com o prefeito, com vice-prefeito, secretário de transporte, presidente da INDEC, os diretores acompanhando todo o processo de licitação eh deste deste ano, né, que que deve ser inclusive realizado agora nesse mês de outubro e a população ela espera com muita ansiedade que dê certo, porque eu venho acompanhando já nesses últimos 8 anos, 9 anos, né, desde o primeiro mandato, e cobrando para que isso saia, porque isso já foi declarado irregular o o contrato atual e do transporte público há muitos anos. Já venceu, já venceu e ele tem sido aditado e renovado por conta da diversas dificuldades, lógico, com um acompanhamento e aprovação eh da justiça do Ministério Público, né? Mas esperamos que dessa vez, porque vencida todas as etapas eh de audiências públicas, diversas audiências públicas foram feitas de forma descentralizadas em todos os distritos, em todas as regiões da cidade, foram cumpridos todos os prazos e agora vence por fim, agora em outubro a licitação. Nós esperamos, eu tenho acompanhado que isso tenha êxito, porque a população tem sofrido muito com o transporte público, porque os ônibus praticamente toda a frota é uma frota antiga. Recentemente o prefeito conseguiu com acordo com os empresários que conseguisse colocar colocou acho que cerca de 70 ônibus novos em circulação, mas numa frota de quase 1000 entre os alternativos e os ônibus isso não teve muito alívio paraa população. Então é muito importante que isso se resolva agora e nós vamos estar acompanhando todo o processo de licitação, assim como o Ministério Público tem acompanhado e a população também. Quando a gente fala na licitação, agora inclui o sistema BRT ou não? É uma coisa parte. Sim, inclui o sistema BRT, que eu também fui presidente de uma comissão de estudos que acompanhou a licitação em 2017, acompanhando as obras e ela foi concluída esse ano. Inclusive o último trecho foi lá o BRT Ouro Verde com a inauguração do último trecho e do terminal BRT Ouro Verde que já tá operando, né, com uns ônibus adaptados, mas a licitação, como você perguntou, sim, vai trazer a necessidade agora de trazer o de ter ônibus eh adaptados ao corredor para que inclusive melhore e os corredores realmente eh faça o papel deles que é melhorar a fluidez do trânsito, né? Porque hoje os ônibus eles têm dividido o espaço com os veículos comuns e ele cruza, né? Ele tá na faixa da direita, tem que cruzar pro lado eh pro corredor, porque o corredor fica na faixa da esquerda. Isso não tem aliviado o trânsito, pelo contrário, tem impactado em atraso tanto pro transporte público como pro cidadão comum que usa o seu veículo para para transporte no dia a dia. Então, eh tem sim a necessidade e a obrigatoriedade de dessa nova licitação ter os novos ônibus adaptados pro corredor do BRT. Inclusive, a gente lembra que essa questão da mobilidade eh hoje eh inclusive está lá no YouTube, a gente teve recentemente eh a prestação de contas do que é feito com o dinheiro das multas de trânsito, que é um projeto de lei de sua autoria. Qual que é a importância de dar essa transparência quando a gente pensa também em todo esse sistema de transporte, inclusive o que é feito com o dinheiro das multas? Sim, era uma, isso sempre foi um apelo da população, porque havia uma sensação de que ó lá, enquanto quando a prefeitura tá precisando de recurso, aumenta as multas, né? Procura multa, aumenta, põe mais radar, porque aí a prefeitura pode pagar suas contas, fazer investimento e resolve o problema. Isso não é possível, porque a lei federal ela determina eh onde deve ser investidos recursos provenientes da multa, né, em educação de trânsito, em sinalização e adequação do sistema viário. Então, é por isso a importância de você ter aqui a cada períodos, a cada trimestre, né, a prestação de contas que a INDEC vem até a Câmara, né, o presidente da INDEC ou um diretor vem e faz a prestação dos recursos que foram oferidos com essa multa e onde eles estão sendo aplicados. Isso garante, inclusive, que a lei federal seja cumprida e seja investido exatamente onde é permitido e esses recursos. Por lei, esse dinheiro tem que ir para onde? tem que ser investido em educação de trânsito, sinalização e também investimento de melhoria no sistema viário. São os únicos locais que são permitidos pela lei federal. Inclusive, a gente teve recentemente um mapeamento, os números trazidos do mapeamento de acidentes e a gente ainda tem alto número de acidentes de trânsito que aí envolve os motociclistas, né? É uma ainda é algo que a gente tem que avançar bastante na forma de Ah, sim. Inclusive isso envolve inclusive a conscientização e a educação, que é faz parte do dos recursos que foram oferidos com a multa. é importante para que faça eh a educação, campanhas de conscientização. Inclusive, muitas vezes a gente vê a INDEC fazendo a distribuição daquelas anteninhas que colocam nas motos para que evite de acontecer um acidente, tragédia com linhas de pipa. Sim. Outra lei de sua autoria, ainda pensando em transporte é a questão da automatização na hora da cobrança. Eh, a gente, quem anda de ônibus sabe que no início teve que se adaptar muito quando os cobradores passaram a não existir mais no transporte público. E aí essa automatização ela veio para ajudar também nisso, porque antigamente o motorista é quem fazia a cobrança, né? como que também você vê cada vez mais o transporte público precisando também se modernizar, não só com ônibus de boa qualidade, mas também com tudo que hoje é oferecido quando a gente pensa nesse sistema. Com avanço da tecnologia, é lógico que a a o sistema ele tem que se atualizar. Aí eu fiz um projeto de lei que já foi aprovado, não conseguimos que ele fosse efetivado agora por conta de o contrato ser anterior, mas já vale para essa próxima licitação. Todos os veículos eles devem ser adaptados com o pagamento por aproximação, eh, seja de celular, seja de cartão ou de relógio que você consegue fazer o pagamento. Porque hoje eu consigo aproximar só o próprio cartão do Bilhete Único, é isso. Ou QR code, caso eu tenho comprado. Exatamente. Exato. do só o bilhete único ou QR Code. Mas isso traz uma dificuldade para o cidadão, por exemplo, que de repente ele esqueceu de fazer a recarga do seu bilhete único. Ele não tem a possibilidade de embarcar no ônibus e fazer o pagamento dinheiro. Então assim, agora assim, todo mundo hoje tem um celular ou tem um cartão para poder fazer o pagamento por aproximação. Ou mesmo um cidadão que vem de outra cidade, ele vem eh na rodoviária ou ele vem, por exemplo, com transporte pro aplicativo. mas por alguma razão vai pegar um ônibus que é melhor naquele momento. Ele não vai conseguir fazer o pagamento. Ele vai ter que procurar um local que venda a aquele QR code. Se for à noite, por exemplo, ele não vai achar. E como você tendo essa tecnologia nos nos ônibus ou ali nos terminais BRT ou naqueles pontos que você eh eh você paga para depois embarcar, aí consegue solucionar esse problema e já é uma lei aprovada. E na licitação próxima agora vai ser obrigatória o próximo vencedor da licitação colocar essa tecnologia. Já tem que tá ciente que os ônibus terão que ter essa tecnologia. Já tem a previsão no edital. Sim. Quando a gente pensa nessa modernização e ao mesmo tempo você falou: "Olha, a gente tem acompanhado o avanço do distrito de Ouro Verde, que claro, é um pedaço de Campinas que também tem avançado. Quando a gente teve lá atrás em 2015 a aprovação da lei, tivemos em 2014 o plebiscito sempre falava: "Olha, além de toda a infraestrutura que fica muito mais fácil, a gente também precisa cartório disso e daquilo." Hoje, na sua opinião, o que que a gente precisa pensar pros distritos? Você fala do Ouro Verde, mas tem o Campo Grande também, claro. Eh, o que que os distritos ainda precisam para se tornar cada vez mais robustos, que as pessoas possam vir ao centro, mas ficam cada vez menos dependentes do centro ou de outras regiões da cidade? São são poucas coisas que ainda precisam avançar, mas é que demandam um grande investimento, né? Nós não temos assim um um centro cultural grande, um teatro, nem no no nos dois distritos. É muito importante que tenha um teatro e também um centro esportivo de lazer que seja um ginásio. Nós temos lá eh quadras poliesportivas cobertas, mas não são ginásio para ter eventos grandes, né? Então são na área cultural e esportiva, eu acho que ainda nós precisamos avançar. São investimentos, eu acho que grande para você fazer um teatro, fazer um ginásio, mas a grande necessidade que a população realmente espere e almeja é que você tenha próximo. É, aí não é nemhuma questão de de da população precisar buscar fora, não. É necessidade de você ter uma base do corpo de bombeiros para essas duas regiões, aliás, uma em cada região, né? Porque eh tanto o distrito do Campo Grande como do Ouro Verde são socorridos por emergência por uma base do Corpo de Bombeiros que fica no São Bernardo, na Avenida das Amoreiras. Então, e o tempo para um socorro ele ele acaba sendo maior, né, para um para com a são distâncias grandes. E você tendo, eh, essas bases descentralizadas, que é inclusive desejo hoje da corporação, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiro, de ter essas bases, é um grande anseio da população. E outro também é da população de ter um cartório de registro civil eh seu para falar: "Não, nós temos aqui um cartório, foi registrado aqui no distrito Ouro Verde, eu fui registrado aqui no distrito do Campo Grande", né? Isso tem avançado, foi uma lei estadual, aprovado por um deputado eh aqui na Assembleia Legislativa, ela já foi aprovada, mas agora depende do Tribunal de Justiça que faz o processo seletivo. Esse processo seletivo para selecionar quem vai ser oficial. oficiá-la é através de concursos e são várias etapas. Se eu não me engano já foi feita uma etapa ainda precisa ser agora quem passou na próxima vai ter uma segunda etapa para depois definir quem vai ser o oficial de cada cartório. Então essa expectativa tá um pouco próxima, digamos assim, tá próxima, mas aí não depende de vontade política mesmo, é do Tribunal de Justiça que faz eh essa esse concurso, certo? Agora a gente vai falar um pouquinho Farmadique das emendas impositivas. Eu tenho conversado com vários parlamentares. A gente lembra sempre que de acordo com a lei, metade das emendas impositivas do montante vai paraa saúde e a outra metade distribuído em várias pastas. E a gente já observa, inclusive aqui na Câmara que tanto secretários de outras pastas quanto representantes de organizações não governamentais e de outras instituições começaram já a procurar os vereadores justamente, olha, essa verba seria legal para esse projeto, para aquele, eu queria que você falasse dentre aquele que já foi executado, o que você acha que é super emblemático, que foi uma emenda impositiva sua e se já tem alguma coisa pensando, olha, Isso já é uma prioridade para 2026 que eu já garanti para isso. Sim. tem um apelo, inclusive e a disputa, né, de secretários que sempre pede um pouco, porque eles também têm os seus planejamentos, né, tem o seu orçamento próprio que é aprovado na na lei orçamentária, mas pode ser incrementado os projetos que são desenvolvidos e apresentados pelas emendas parlamentares, né, por mais que a gente tente eh atender todas as secretarias, né, eh eu tenho focado muito, principalmente os recursos de eh das emendas que são discricionárias que eu posso para qualquer secretaria, não aquelas da saúde, investimento em infraestrutura e a infraestrutura é cara, principalmente de pavimentação. Eu posso dizer assim, eu coloquei todo o recurso praticamente no ano retrasado, eh, ainda no mandato anterior para fazer a pavimentação do bairro Tancredo Neves. Então, o bairro é um era um bairro que tava lá já há mais de 40 anos distrito do Ouro Verde, que já tava em processo de regularização, mas não tinha infraestrutura de pavimentação. E o que me marcou muito, inclusive o prefeito, quando eu tive a oportunidade, eh, chamei o prefeito para fazer uma visita lá, era de um amigo que ele era, ele é cadeirante, né? Então, eu tenho dificuldade de mobilidade e naquele dia tinha estourado o encanamento da Sanasa. Você imagina numa rua sem asfalto, o esgoto correndo e pra gente que tem saúde perfeita, você pula e vai embora. Mas para um cadeirante não tem jeito, ele vai ter que passar por cima. Então, naquele dia passei aquilo me comoveu muito e eu coloquei todo o meu o a a emenda impositiva que era discricionária para poder fazer a pavimentação. Aí não só pavimentamos à frente da casa do Edson, mas também todo o bairro, a extensão lá de mais de 1,m5 k entre as ruas e as vielas que tinham lá e transformou a região. Quem passava via um local assim, hoje foi transformado e depois para coroá a COAB fez a regularização, titulou todos os moradores hoje tem a sua matrícula regularizado, lógico, aonde havia necessidade de fazer remoção, que tinha risco, foi removido e foi todo reformulado. E um outro investimento muito importante é na questão da área da segurança. Então, hoje no distrito de Ouro Verde, eh, lógico tem outros, mas como nós estamos falando desse dessa temática do Ouro Verde, eh, eu fiz um encaminhamento paraa Secretaria de Segurança Pública e foi instalado câmeras de monitoramento, aquelas que identificam as placas dos veículos, se ele é produto de furto, de roubo, tá? eh tá envolvimento algum crime. Então, todas as entradas e saídas do Ouro Verde tem essa essa câmera que foi instalada graças ao encaminhamento de uma emenda para um projeto que já existia do governo, mas não tinha recurso garantido. Então, todas as entradas e saídas têm essas câmeras e aí tem a sensação de segurança melhor, porque de forma instantânea a Guarda Municipal lá no no CINCAMP, ele consegue identificar se um veículo entrou na região e ele e ele é produto de furto ou de roubo ou por onde saiu, se houve eh um roubo, consegue de forma identificar de praticamente de forma imediata. E para 2026, dá para dar um spoiler aqui pra gente? Ah, sim. Novamente, assim como já encaminhei desse ano, tá sendo executado pavimentação e infraestrutura lá no bairro é 28 de fevereiro e também o recanto dos pássaros da vitória também deve encaminhar pra pavimentação e infraestrutura de mais um bairro. Eu acho que depois vai acabar assim, não vai ficar uma rua de terra no distrito do Ouro Verde lá sem sem infraestrutura, mas também com certeza vai ter os eventos culturais para o próximo ano, porque a o povo já fica esperando agora quando nós vamos ter a nova de novamente a a marcha para Jesus ou Reaviva, né? são um evento gpel outro evento católico, é o aniversário do distrito, com certeza eh o ano que vem nós teremos, mas com o investimento principal é com certeza de garantir infraestrutura e melhoria pra população. Então a gente já combina que o ano que vem o senhor vem aqui e me contar, tá bom? Ah, com certeza. Vou vir aqui. Com certeza. Vou vou vou trazer aqui boas novas dos moradores também que se alegraram com os recursos investidos. forma de que quem quiser entrar em contato com o seu gabinete é só vir aqui até a Câmara. Tem algum outro meio, um WhatsApp ou um outra rede social? A essa é a hora. Claro, pode sim. Nós temos aqui o gabinete 27, nós temos aqui eh a assessoria tá sempre aqui, eu também no gabinete para poder atender aqui na Avenida da Saudade, aqui na Câmara Gabinete 27, mas também hoje assim é através da rede social. Então, na na no Instagram, nós temos lá o Rodrigo_line Farmadique ou também no Facebook Rodrigo Farmadique. Se você digitar lá vai achar e com certeza nós vamos responder de imediato, tá certo? Então muito obrigado e até uma próxima. E eu que agradeço, com certeza para mim aqui é um prazer estar falando com vocês e prestando conta pra população, tá certo? Então, olha, e se você quer acompanhar as outras entrevistas que nós fizemos com o vereador Rodrigo da Farmadique, você entra lá no youtube.com/tvcâmaracampinas, na playlist do Na Casa do Povo, tem as outras entrevistas que nós fizemos com ele, também com os outros parlamentares aqui da Câmara Municipal de Campinas. Até um próximo na Casa do Povo. [Música] [Música]