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Olá, [música] [música] mais um na Casa do Povo no ar, aquele nosso bate-papo semanal com os vereadores da Câmara Municipal de Campinas que hoje recebe aqui no nosso podcast, videocast o vereador Dr. Ianco. Mas antes Dr. Ian falar com a gente, eu vou fazer como é de praste logo na abertura a minha audiodescrição. O meu nome é Mirna Breu, sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Então hoje eu estou com uma blusa de manga comprida, é igual canoa. Ela é cor uva. E eu também tô com uma calça jeans, um sapato roxo que você não está vendo, caso você esteja nos assistindo. Ao meu fundo, eu tenho aqui o estúdio do Na Casa do Povo, todo em preto e um televisor com o logotipo do nosso podcast em azul e branco. Dr. Ianco, seja bem-vindo. Já faça também, por favor, a sua audiodescrição. Olá, muito agradecido do convite. Eu sou um homem de 1,85 m aproximadamente, cabelos grisalhos, pele branca. Estou vestindo um palitó preto, uma camisa cinza. Estou com uma calça preta e um sapato preto também. Dror Ianco, pode puxar um pouquinho o microfone pro seu lado para ficar aqui, ó. Puxa aqui, ó. Essa para ficar um pouquinho pertinho de você. Isso pra gente conversar bem, quem tiver em casa tá ouvindo e sobre a sua trajetória. A gente já conversou aqui, senhor, que já veio falar um pouquinho sobre a sua vida, como o senhor entrou na política. A primeira coisa que eu vou perguntar é um ano e quase um ano e meio, né, como vereador. Quais são as suas impressões nesse período, Dr. Ianco? Olha, eh, realmente bastante feliz, contente, era exatamente o que a gente esperava. Tínhamos a convicção de que poderíamos, né, promover ações, né, realizar atividades que pudessem nos aproximar cada vez mais, né, da população, do povo, fazer também essa interface, né, desse mesmo povo que nos elegeu e que tem essa proximidade comigo para com o executivo, né? Então o vereador, na verdade, é uma ponte que aproxima as pessoas, né, que traz o cidadão, né, do dia a dia, né, que que toca a nossa cidade para próximo, né, da gestão e do executivo aqui da nossa cidade. Então, realmente as as impressões são muito favoráveis. A gente tem gostado, eu tenho gostado bastante. Dr. Ianco, que é cardiologista, já foi meu cardiologista, inclusive continua clinicando. Tá dando tempo, doutor? Estamos trabalhando, às vezes reduz um pouco, né, pela atividade parlamentar que é intensa, mas a gente consegue ainda atender algumas pessoas. Sim, estamos cuidando de muita gente ainda. E aqui na Câmara, como vereador, como que o senhor tem feito esse trabalho de atender a população, ao mesmo tempo fiscalizar o executivo e encontrar um equilíbrio em tudo isso? É com bastante, né, sabedoria, com tranquilidade, né? Eu sou um vereador que estou, né, junto com o governo municipal, né, um governo que foi aprovado com quase 70% da população, então foi reeleito, né, com 70% dos votos. O que, né, denota, o que mostra que é um governo, né, o governo do prefeito Dário Saad, do vice-prefeito Vanderlei de Almeida, que é um governo que foi bem aceito, que teve uma boa, né, atuação aos longos dos primeiros ao longo dos primeiros 4 anos. Então eu como vereador da base de governo, né, tenho tido bastante sabedoria para saber fiscalizar, né, para eventualmente estar cobrando ações do nosso executivo, mas de uma forma equilibrada, de uma forma que a gente consiga realmente eh colher frutos, né, dessa forma que a gente trabalha e não só apenas eh verificando o que não está bom e e apenas criticando. a gente realmente tenta sempre buscar alternativas e soluções para os problemas que a gente visualiza. Vereador, a gente tem inclusive hoje na cidade, nós estamos aí em um período já entrando num período pré-copa, digamos assim, né? Eh, ou na Copa já, esse programa tá sendo gravado um pouquinho antes, mas a gente já tá na Copa. A Copa que teve aí dia 11 de junho, né, que estreou, mas a gente já vamos falar um pouquinho de futebol feminino, né, que é algo também, sendo que o ano que vem, inclusive, o Brasil vai ser sede da Copa Feminina. O senhor tem uma lei de sua autoria que trata da questão do esporte. Vou falar de outras iniciativas no esporte, mas essa que virou lei o ano passado é justamente o dia municipal do futebol feminino. Hoje a gente inclusive tem quando a gente pensa no esporte amador da nossa cidade, a gente tem a Taça das Favelas, que também tem, né, a os times da femininos. Qual que é a importância quando a gente pensa em também ter esse olhar aqui no município para o futebol feminino? Eu acho que o esporte é sempre, né, algo que a gente tem sempre que brigar. temos que lutar bastante para cada vez estar mais frequente na sociedade. E não diferente disso, né, eu sempre comento nas minhas falas que o Brasil é o país do futebol, mas eles de, né, teria que ter um, é, um, algum tipo de indício aí de que seria o país do futebol masculino, né, porque o feminino realmente era desprestigiado, não tinha nenhum tipo de visualização, né, de nenhum tipo de acompanhamento do ponto de vista do poder público e mesmo do poder privado. nada de de contribuição pro futebol feminino. Então, ações como essa, né, nós instituímos aqui o dia municipal do futebol feminino, que vai ser no dia todo dia 26 de agosto. Eu acho que é uma iniciativa hum espetacular, eu acho que promovendo mesmo, trazendo, né, eh, a visibilidade ao futebol que já é muito amado pelo país, mas que pras mulheres ainda tem que crescer muito, tem que ganhar muito espaço. Então acho que esse dia, né, municipal do futebol feminino, que é no dia 26, mas nesse ano especificamente será comemorado no dia 23 com uma festa muito grande, né, vai ter também um campeonato, um torneio com mais de 1500 crianças, né, obviamente também mulheres também, né, meninas e meninos. Então, 100 atletas num num campeonato de base que realmente vai trazer, né, uma visibilidade e mostrar pra sociedade que o futebol é um esporte, né? O Brasil realmente é o país do futebol, mas que esse país possa contemplar o futebol tanto masculino quanto feminino também. Vereador, a gente tem em Campinas muitos espaços públicos, inclusive espaços com alguns equipamentos até ligados ao esporte. E o senhor tem um projeto que fala aqui de Campinas, programa Campinas em movimento, incentivo à atividade física nesses espaços públicos. Como seria esse incentivo? De que forma isso se daria na cidade? Essa pergunta é importantíssima, né? Porque hoje nós temos muitos equipamentos, né? com sistemas de de treino, equipamentos, quadras, enfim. Mas muitas vezes esses espaços não t às vezes o instrutor, aquela pessoa que possa pegar o cidadão e mostrar o que ela pode fazer, como ela pode fazer, de que maneira ela pode fazer e que horários, enfim, trazer pra realidade essa condição de fazer atividade física. Então, esse nosso projeto traria mais profissionais, né? E a gente pode pensar em alternativas até eh, unindo mesmo, né, as universidades. Tem muitas parcerias, né, entre o poder privado e até mesmo público para trazer esses profissionais que possam instruir, trazer os cidadãos pra realidade da atividade física. É, às vezes eu tenho inclusive uma academia da terceira idade perto da minha casa. Eu vejo as pessoas fazendo, cada um faz de um jeito, cada um movimenta de uma maneira e muitas vezes as outras têm medo, falam: "Ah, eu não sei mexer nisso, eu posso cair, eu posso me lesionar". Isso com certeza com esse instrutor resolveria essa situação, né, vereador? Perfeito. Essa sua, né, visualização é exatamente o que a gente escuta, né? Como sou um vereador que escuto muitas pessoas, né? Como médico aprendi muito a escutar e não diferente como vereador também escuto muitas pessoas. É realmente isso, essa visualização. Então, muitos equipamentos, principalmente desses da terceira idade, mas muitas vezes o aquele senhor, aquela senhora não sabe a maneira correta de de utilizar, as crianças brincam achando que é um brinquedo. Exatamente. Então, a gente precisa ter profissionais para instruir. E é óbvio, depois que a pessoa aprende e cria uma confiança em fazer aquele exercício, às vezes ela nem precisa, esse instrutor pode passar a instruir outra pessoa que ainda não tem. Por exemplo, ah, e as praças todo dia tem um calendário, tal praça, todas essas aqui, às 7 da manhã, tem um instrutor da 7 às 8. Pessoa aprende, se ela quiser usar depois em um outro horário, o equipamento tá lá. Mas ela aprendeu exatamente por isso que eu falo, na verdade, quando a gente traz, né, essa parceria, né, entre eh o professor, que é o instrutor, e o aluno, que é quem vai, né, se submeter à aprendizagem, eh, essa pessoa que aprendeu, às vezes ela pode até compartilhar esse conhecimento com outras pessoas eventualmente, né? Às vezes um horário que não tem um instrutor, que não, eh, obviamente não vai poder tá lá o dia inteiro, né? Às vezes vão ter vão ter horários alios. Às vezes uma pessoa que aprendeu e sabe fazer certinho, ela pode orientar outras pessoas. Isso sim é muito comum acontecer e pode eventualmente acontecer. O que não pode é igual você disse, cada um faz de um jeito. Tem pessoas que você vê assim certamente de que tá fazendo de forma errada, ou seja, algo que teria que trazer um benefício, certamente vai tá trazendo um malefício pra pessoa. Então isso é muito importante, que esse projeto realmente, né, tramite de forma adequada para que a gente consiga trazer esses, né, essa parceria para o nosso município e beneficiando demais o nosso cidadão. Vereador, e o esporte ele é tão importante pro senhor? Eu acho que até por conta também da além de gostar também da sua questão da medicina, que hoje cada vez mais é provado que fazer algum tipo de esporte tem vários benefícios em relação a isso. E o senhor, não esquecendo também de um público que também merece ter essa oportunidade de eh frequentar e viver o esporte, é a pessoa com deficiência. Tanto que o senhor assinou junto com a vereadora Débora Palermo, a Frente Parlamentar pelo fortalecimento do esporte para as pessoas com deficiência. Fala um pouco dessa iniciativa e o que tem acontecido nessas discussões da Frente Parlamentar. Então, na verdade, o nosso mandato, ele é um mandato muito inclusivo, né? Você vê que nós temos iniciativas para trazer, né, eh, essa condição de mostrar o futebol feminino e mais uma vez trabalhando fortemente paraa inclusão, né, esportiva. Então, o esporte é vida, sempre falo que esporte é vida, o esporte previne doenças, o esporte melhora a condição psicológica, física, familiar, de toda uma uma sociedade, né? Então, grupos que têm uma atividade esportiva dinâmica são grupos mentalmente mais preparados. E obviamente as pessoas com deficiência, pela questão, né, da deficiência, eh, realmente são, né, tem um sofrimento maior, uma condição familiar às vezes não tão adequada e nós pautarmos esse incentivo, né, trazer o poder público, né, trazer, né, o executivo, principalmente, né, Secretaria de Esportes, enfim, para junto, né, dessas pessoas, a gente vê a alegria, nós nós conseguimos ter a dimensão da alegria que eles têm ao se sentirem mais incluídos, né? Ou seja, essa inclusão verdadeira. Eh, tivemos recentemente um campeonato em que a APC, né, Associação Paralímpica aqui de Campinas, que é espetacular, né, muito bemerência, referência, muito bem gerida. O Marcelo é um grande parceiro nosso e que nós sempre damos todos os louros aí pela atividade brilhante que ele que ele faz, ele desempenha junto a APC e todos su toda a sua diretoria. Mas eles foram para São Paulo e você vê o brilho no olho de cada atleta, né, cada pessoa com deficiência que faz, né, o esporte, o brilho e a alegria com que eles foram representar a cidade de Campinas e São Paulo. E trouxeram três troféus para Campinas. foram vice-campeões da natação, vice-campeões do atletismo e foram terceiro lugar na no misto, né, entre feminino e masculino. Então, realmente eh foi uma honra para medalhas, então, nossa, e medalhas são incontáveis, acho que mais de 50 medalhas, mas isso eles fizeram por conta da associação, não existe um apoio público ainda? Então, nós conseguimos, né, eh, condução para levá-los, né, ou seja, nós apoiamos, né, teve um apoio aqui pela iniciativa do do deste vereador, né, do Dr. branco aqui que promoveu, né, uma condição para levá-los até a competição, mas eles representando o Campinas, mas muita coisa ainda precisa ser feita, né? Nós destinamos emenda, né, uma emenda impositiva aqui do nosso mandato para a PC, também paraa aquisição de equipamentos, para o atletismo, para melhorar as condições, principalmente pros atletas, né, das pessoas com deficiência do atletismo, né, a natação, nós tentamos também contribuir, mas precisamos de mais piscinas aquecidas na cidade de Campinas, que acho que tem uma ou duas e realmente não é suficiente para quantidade de pessoas. Mas o que me estimula, o que me deixa feliz é que nós estamos conseguindo abrir um pequeno espaço e e ao exatamente abrindo esse pequeno espaço, a gente mostra pra sociedade, mostra pro nosso executivo que mais uma vez reforça, que é parceiro da gente, nós conseguimos aí mostrar que essas pessoas precisam de mais incentivo e precisam ser cada vez mais incluídas de forma verdadeira junto a nós. Nesse sentido, vereador, qual que é a importância? A gente pensa aqui numa Câmara de Campinas, né, que é uma das maiores cidades depois da capital, tem aí 33 vereadores. Qual que é a importância desse olhar do legislativo para ações e iniciativas como esta? Então, eh, a gente, nós podemos dizer que às vezes nos surpreendemos, porque se você for notar, muitas vezes a gente percebe que existe uma iniciativa até mais forte para animais, que eu sou favorável, tudo bem, né? A gente não condena esse tipo, mas em quantidade maior do que para as pessoas, né? Então isso às vezes eu como sou um humanista muito genuíno, não questiono ajuda aos animais, mas às vezes a às vezes a falta de ajuda ao ser humano às vezes me que outros parlamentares também participem mais dessa, façam engrossem esse caldo aí, né? comentamos da Débora Palerme, mas às vezes falta mais parlamentares aí junto dessa luta. Mas eu não me cansarei de lutar e de buscar incentivo dos mais demais parlamentares. Vereador, a gente falou até agora do esporte e como eu abri aqui o na casa do povo, o senhor é cardiologista e não poderíamos deixar de falar de saúde, é claro, né? Eu vou começar a falar sobre a frente que trata de melhorias e eficiência nos hospitais e nas UPAs da Rede Mario Gate. Eu queria que o senhor falasse também, até porque nós temos a saúde, a gente sabe que é o calcanhar de Aquiles de todo governo, em todos os âmbitos. Hoje, quando a gente pensa no sistema de saúde de Campinas, qual é a sua maior preocupação? Realmente tal o atendimento, principalmente da questão de maior complexidade, eu acho que precisamos ter uma melhoria eh significativa. Então, a gente fala em exames de alta complexidade, cirurgias. Senhor é da comissão de saúde da Câmara? Sou da comissão, tá? Sou da comissão que é presida pelo vereador Paulo Hadad. nós eh temos essa visão de que o atendimento, né, de ponta precisa ter melhores condições. Temos algumas boas ideias, né, que nós pretendemos lançar mão. Nós temos alguns projetos que que visam talvez facilitar o diagnóstico de doenças que são fáceis de serem diagnosticadas. você já passou no conosco lá na clínica, você sabe que a hipertensão tá muito presente, que a diabetes tá muito presente, níveis de colesterol alto estão muito presentes e às vezes um pequeno uma pequena gotinha de sangue, uma ferição de pressão, você já pode conseguir esse diagnóstico e aí de forma precoce antecipar o tratamento. Então nós temos projetos para para tendas para trazer isso aí. Esse ano a Frente Parlamentar vai realizar alguma reunião para conversar não só com os entes públicos, mas também com as universidades e com possíveis parcerias que a gente possa trazer no âmbito da saúde paraa nossa cidade. Sim, nós temos uma reunião prevista, é que, como você disse, agora a gente tá num momento de Copa do Mundo, então acaba que fica um pouco mais complicado esse momento do país, mas assim que que findar, a gente vai ter, né, nós teremos agora em julho já, provavelmente o nosso recesso, mas em agosto a gente deve retomar fortemente essa frente para que nós, né, consigamos trazer eh mudanças efetivas, né, porque mais uma vez Eu tô sendo até um pouco redundante, mas importante visualizar o problema. quase todo mundo visualiza. O que nós temos que ter para diferenciar um dos outros é trazer soluções. Então, como conforme eu eu lhe lhe disse, né, disse para todos aqui que nos assistem, talvez procedimentos cirúrgicos, nós temos uma fila que demanda mais urgência, exames de alta complexidade, nós precisamos aumentar a oferta pra população e outras situações, consultas com especialistas que são hoje muito complicados, aí a gente pode dizer psiquiatria, neurologia, endocrinologia. Então tem áreas que estão mais carentes de médicos, até mesmo para pacientes que têm convênio, que estão, né, na rede privada. Sim. Mas nós temos que buscar alternativas para que essa situação seja amenizada paraa população. Muito bem disse você, Mina, que a saúde é sempre um calcanhar de Aquile. Sempre nós vamos, por mais que se faça e por mais que se gaste, nunca nós vamos estar num nível de excelência. É praticamente impossível. Até porque fato é que depois da pandemia muita gente que era de sistema privado veio pro SUS. também tem isso, aumentou demais a susdependência ou a dependência do Sistema Único de Saúde, que seria, né, a saúde pública. Então isso também superlotou os hospitais, as unidades básicas de saúde e tudo que envolve, né, esse tipo de atendimento. Então nós temos que buscar soluções. Confesso, né, já dando um spoiler que nós temos boas ideias, que eu vou conversar com o prefeito para que a gente consiga desafogar, principalmente essa questão de exames, consultas com especialistas, a gente consegue desafogar com as ideias que eu tenho. A parte de cirurgias, tratamentos cirúrgicos, é um pouco mais complexa, mas aí teremos em breve também o hospital metropolitano chegando. Tem algumas algum, né, existe uma luz que nos que nos dá um pouco mais de brilho nesse no túnel lá na frente. Eu vi aqui, vereador, que inclusive o senhor fez algumas vistorias aos centros de saúde aqui do nosso município. Conta um pouquinho do que o senhor viu, que e o que de fato, dependendo do que for visto, que o senhor acha que como vereador o senhor pode ajudar? Então, nós já visitamos por volta de uns 15 centros de saúde, né, unidades básicas de saúde nos diversos bairros, Taquaral, Vilipê, eh Costa Silva, Souza, cidade inteira no balão do Laranja. Então nós caminhamos para ver a realidade, o que tem de demanda. Existem algumas situações que são simples de serem resolvidas. Nós temos emendas destinadas à Secretaria de Saúde, então algumas algumas condições a gente vai conseguir contemplar dentro dessas nossas vistorias. E o nosso compromisso é tentar visitar praticamente a totalidade, né, até o fim do nosso mandato, a totalidade dos centros de saúde. São muitos, né? Mas nós temos, né, o a dedicação e e esse esforço de tentar visitá-los para trazer, né, uma leitura, um raio X, usando o termo médico aqui, um raio X para que a gente consiga avaliar o que é mais simples, que aí com emendas nossas mesmo ou de outros parlamentares que podem nos ajudar para que a gente consiga socorrer ali de forma mais imediata e também algumas condições estruturais, tá? Isso a gente tem visto que tem unidades básicas ou centros de saúde que os problemas são estruturais, são mais complexos e aí não vai ser tão simples de nós resolvermos simplesmente com uma verba ali com valor de emenda impositiva. Aí realmente vai ter que ter, né, uma proximidade muito mais ampla do poder executivo junto conosco aí para conseguirmos vencer essas etapas, viu? Agora, vereador, senhor já falou de saúde preventiva e falou também da questão da inclusão lá no esporte. Agora, na saúde, eu vi que o senhor tem uma iniciativa que é a questão da vacinação domiciliar para pessoas com transtorno do espectro autista. Qual que é a importância também de disponibilizar esse serviço para essas pessoas? Mais uma vez, né, eu tô aqui gastando o verbo aqui para dizer que o nosso mandato é um mandato definitivamente inclusivo. Mais uma vez outra ação que traz, né, mas isso já tá acontecendo ou o senhor tá lutando para que aconteça? Nós estamos tramitando esse projeto, mas eu acredito que não vai ter nenhum tipo de, né, contraposto, contraposição. Seria o quê? Aquelas equipes da saúde da família. Exatamente. Que pros pacientes com transtorno de espectro autista, que muitas vezes não se vacinam ou não vão aos unidades básicas de saúde, aos centros de saúde, por conta do ambiente, que para elas esse ambiente é muito hostil. Sim. Para nós, mas e também não tem que ter um treinamento especial para o profissional que vai fazer a abordagem. Eu nunca vi, vereador, nada relacionado especificamente à vacinação, mas eu sei que, por exemplo, tem pessoas com té que, por exemplo, não deixa cortar um cabelo. Elas teria que ter esse também treino para fazer essa abordagem, não é? É, é um, né, uma condição eh importantíssima, na verdade, né, promover, né, essa inclusão ou essa proximidade, né, da assistência médica junto a essas pessoas, mas de uma forma equilibrada, de uma forma adequada. Então, obviamente, o que vai precisar ser feito já, né, deveria até já estar sendo feito, mas aí não estando iremos promover, que é o treinamento de alguns profissionais que eu tenho certeza, posso afirmar, conhecendo bem a nossa equipe de saúde aqui de Campinas e o amor, né, que eles têm com que eles fazem, tenho certeza que vai ter uma fila de pessoas querendo, né, esse tipo de instrução, esse tipo de aprendizado para saber lidar, né, com esse paciente que que é um paciente diferenciado, que é um paciente que precisa de cuidados mais, né, abrangentes e realmente eu tenho certeza que vai ter fila de gente querendo aprender para que essas equipes consigam chegar nos domicílios das, né, das pessoas com transtorno do espectro autista e consiga atendê-las da melhor maneira possível. Sim. Agora, quando a gente fala de saúde, o senhor mencionou inclusive que fez algumas destinações de emendas impositivas. A gente lembra para quem tá em casa que as emendas impositivas são ferramentas do legislativo em que há um percentual do orçamento que o vereador pode fazer uma destinação específica. No caso de da destinação à saúde é 50% do valor total e desses 50% 60% específico para a saúde pública. O senhor destaca alguma emenda impositiva específica deste ano na saúde, vereador? Então, nós mandamos eh o valor pra Secretaria de Saúde, né, que aí pros equipamentos, né, centros de saúde, pro Hospital Mariugate, Hospital Ouro Verde. E aí, na verdade, os problemas eles vão acontecendo e a gente tem como remediar, né, com parte dessas emendas pra gente conseguir eh eh realizar pequenas ações, pequenas tarefas. Enviamos também verbas paraa Pontifícia Universidade Católica de Campinas, que é a PUC. em inclusive esses dias emitiu nota que tava com mais de 100% porque é uma grande procura lá no hospital, o aumento, né, da su dependência que a gente comentou agora há pouco, realmente trouxe inflou, né, muito o sistema de saúde público, principalmente, né, dos municípios, enfim, estado, federação. E então nós temos emendas pra PAP PUC, temos emendas pra maternidade, emendas pra Secretaria de Saúde que aí abrange Hospital Marugate, Ouro Verde, as unidades básicas de saúde. Temos também um uma alguma parte da emenda enviada ao Instituto Penido Burnier, que trata da fazend oftalmológicó, lembro que o ano passado inclusive fizeram campanhas em multirão de catarata. que é importantíssimo cirurgia de que é uma cirurgia simples, eh, corriqueira, eh, e que muda demais a qualidade de vida das pessoas, né? pessoa de de não estar enxergando subitamente, começa a enxergar da noite pro dia, literalmente. Então, realmente são emendas, né, destinadas aos mais diversos setores da saúde e obviamente a gente fiscalizando e conseguindo encontrar, né, esses problemas, o que for passivo da gente conseguir solucionar ou equacionar, né, com essas emendas, a gente vai fazer o possível para que a gente consiga rápido tá ajudando essa cidade maravilhosa. Vereador, agora a gente vai falar um pouquinho de serviços públicos, porque sempre, inclusive, quando a gente olha em indicações e requerimentos, a gente vê que a maior demanda da Câmara Municipal é justamente pedidos de coisas que parecem simples, como por exemplo, uma poda de árvore, manutenção de uma praça, né, e tudo mais. Como que o senhor tem trabalhado nessa revitalização de praças e na fiscalização desses espaços? Acho importantíssimo porque a praça é o ambiente mais próximo do cidadão e aonde as pessoas se encontram, né? Onde a sociedade se encontra, ela pode sentar num num banco agradável, eh, com a sombra de uma árvore, né? E agora com os playgrounds, né, paraa criançada, com os equipamentos da terceira idade, pros nossos eh mais experientes cidadãos aí, né, para não ser deselegante, além de, né, de de toda, né, o benefício, né, e o prazer, né, a aprasividade que uma praça traz pro cidadão. Então, nós temos aí eh lutado para redimensionar, para repaginar algumas praças. As que já fizemos aí, já estamos fazendo é a Praça Antônio Garcia ali no Pompeia. Já está repaginada ali, já tá revitalizada totalmente, tanto com a parte de paisagismo como os equipamentos de terceira idade, o playground. População tá super feliz. Era um pedaço de de mato ali, só mais nada. E hoje é um ambiente para trazer a família. Então as noes essa essa revitalização, ela aconteceu via emenda positiva ou via indicação? Na verdade a gente fez a indicação, né? Mas a emenda impositiva fez para serviços públicos, entrou junto à Secretaria de Serviços Públicos, né, o secretário Ernesto Paulela para trazer esse esse benfeitoria. Importante salientar que quando a gente diz aqui no na casa do povo, numa linguagem simples e popular, nós fizemos sempre, é esse processo que o vereador acaba de explicar. faz-se uma indicação ou uma emenda eh impositiva e aí o executivo, a secretaria destinada à aquela área é quem executa, é quem faz aquela melhoria, aquela mudança depois dessa demanda apresentada pelo vereador ou da destinação da verba para que isso aconteça. Exatamente. E então essa Praça Antônio Garciano Pompé a população super feliz, né, com a nossa indicação e sempre agradecendo aí o secretário Ernesto Paulela, que é um secretário que trabalha incansavelmente, já tá há 50 anos praticamente em Campinas aí trabalhando pela nossa cidade. sempre aqui elogio o meu amigo Ernesto Paulela e também a Praça Celi Campelo na na região do Taquaral, próximo ao Dalbha ali também é uma praça que tem uma frequência muito grande de idosos, né, que estão por ali. Então vamos ter também a instalação de equipamento de terceira, playground também, porque tem muitas crianças por ali também. Então essas duas praças são praças que já estão praticamente, uma já finalizada, outra em curso de finalização. Sim. E enfim, faz parte da de todo, tem tivemos até mudança viária ali naquela região recentemente, né? Sim, sim. Que também tivemos, né, indicações ali, sempre escutando muito a população, né? A população sempre nos procura e a gente escuta. Escutando a gente consegue trazer, né, iniciativas pro pro nosso executivo. Vereador, Recanto dos Dourados, quando a gente eh as pessoas de outro lado da cidade, Recanto dos Dourados, fica lá na saída paraa Jaguariuna, correto? Isso. Lá também tem uma questão de regularização fundiária, que e quanto tempo já que o que lá vive essa situação? Há muitos anos, né? 15 anos praticamente e conseguimos agora junto à SEAB, Secretaria de Habitação, junto à COAB, né, eh trazer os técnicos para conversar com aquela população que é sofrida, né? Eu sempre falo lá é considerada a área rural ou já é urbana? É rural, tá? com pedaços ali franco eh apelo paraa urbanização, ou seja, zoneamento já tendendo a tramitar para para urbano, mas ainda tem muitos muitos slotes, muitos imóveis ainda dentro de um contexto rural. Então, nós temos eh anos, né, quase décadas aí em que a população luta, né, para ter o seu espaço, né? Sim. Eu falo que o nosso bem mais precioso é a nossa saúde, primeiro lugar, e segundo nossa nossa casa. Se a gente conseguir ter uma casa própria, né, um terreno próprio, um ambiente que seja seu, né, com a escritura, com o seu nome ali, acho que é algo que quem conquista sempre sabe o valor, né, e o que traz de alento, né, pra alma dessa pessoa, pro coração. É quase que um uma sensação de dever cumprido, né, de missão cumprida, de que eu consegui, né, constituir uma família, que é uma algo fundamental, importantíssimo, e depois o seu bem, né, mais precioso, que é a sua casa. Então a gente tá assim junto, né, dessa Secretaria de Habitação da COAB, obviamente com o apoio da nossa prefeitura, trazendo esse alento, né, esse esse conforto para esses cidadãos. E olha, fui na reunião mais uma vez, né, como eu falei dos atletas indo participar de um campeonato representando a nossa cidade, o brilho no olho desses cidadãos, né, que estão lá brigando por Campinas, lutando por Campinas e ao mesmo tempo sem às vezes ter uma condição de ter um imóvel em seu nome. Então, o brilho no olho deles de ver que o projeto, né, e que o processo está seguindo em frente, não tem nada que paga a nossa satisfação. Por isso que voltando lá na primeira pergunta, você tá gostando do que você tá fazendo? Muito, é impressionante como eu tô gostando do que eu tô fazendo. Falando em gostando do que tá fazendo, recentemente nós tivemos aqui na Câmara a abertura de uma comissão especial de estudos para acompanhar essa questão da licitação da nossa cidade. A gente sabe que o processo, a Câmara inclusive aprovou recentemente que o atual contrato tem uma validade de mais 2 anos enquanto todo esse embrolho da atual licitação aconteça. E o senhor, eu lembro que o senhor foi um dos parlamentares que foi até o microfone de parte e colocou o partido à disposição dessa comissão. Depois tivemos aquele sorteio. Eh, como que o senhor avalia a participação em uma comissão que vai acompanhar justamente todos os desdobramentos dessa licitação? Eh, sempre falo com bastante propriedade que o bom vereador, o bom político é aquele que observa o que não tá legal, né? Então, mais uma vez reforçando que nós temos, né, eh, a visão de apoiarmos o governo executivo, de novo, respeitando o que a população, em sua maioria elegeu, né, e com aceitação de quase 70%, reforço sempre isso. Mas o transporte de Campinas talvez nunca houvera passado por um momento tão crítico. E obviamente como cidadão que já usei muito ônibus, a minha infância eu morava no castelo ali, pegava o ônibus e ia até o meu colégio, que era o Pio 12, e voltava de ônibus também. Então já usei bastante ônibus também, já andei muito de, né, de transporte público e é era gostoso, era super, né, aprasível, super maravilhoso. Mas hoje nós percebemos, né, conversando com as pessoas, mais uma vez escutando muito as pessoas de que precisa melhorar muito. Sim. Então nós precisamos, é uma missão, é uma obrigação de nós vereadormos traz, nós vereador vereadores trazer essa resposta pra população. Então, obviamente que quando essa comissão, né, foi idealizada, me coloquei à disposição e se fui sorteado para ser membro dessa comissão, sou relator da comissão e iremos sim abordar assuntos, né, para trazer a luz à população de como isso tá tramitando e para tentar acelerar o processo para que a população tenha, enfim, como já, né, tivera no passado, um transporte público digno pra cidade de Campinas, que hoje, infelizmente, a gente acaba tendo, né, que passar por momentos muito difíceis aqui. Vereador, nós estamos em ano eleitoral e, infelizmente, ou felizmente para alguns, a gente tem cada vez mais discussões em torno de uma polaridade. Queria que o senhor falasse um pouquinho se qual que é a sua expectativa em torno do reflexo disso no trabalho aqui da Câmara Municipal ou senhor acredita que independente disso que, né, dessas discussões, o trabalho se vai ter alguma influência ou não. O senhor acredita que sim ou não? O que eu tenho visto desde quando eu entrei, né, o ano passado, é que existe sim, o país está bastante polarizado, né, em direita e esquerda. Eh, me considero um político, né, mais isento de de dessa polaridade toda. Eh, busco trazer informações que sejam relevantes de um lado como do outro e que, né, e e rogo, torço para que esse ambiente eh se tornasse o menos hostil possível, coisa que, infelizmente, não tem acontecido, Tamir, entendi. Essa é uma realidade que a gente não tem visto. Então, respondendo, né, claramente a sua pergunta, eu entendo que vai ser difícil da gente escapar, né, dessa, desse conflito que dioturnamente nos assola aqui na nossa Câmara de Vereadores aqui de Campinas. é difícil, né? Porque eu não sei se existe às vezes, né, a condição que isso possa trazer algum tipo de visualização, de visibilidade maior a um ou a outro, né, sem citar nomes específicos, mas isso realmente dificulta um pouco os nossos trabalhos. Muitas vezes nós perdemos muito tempo de uma sessão que é de tamanha importância paraa nossa cidade, eh, acompanhando discussões que muitas vezes não levam a nada. e não trazem nenhum tipo de luz e nenhum tipo de resultado paraa nossa cidade. Mas, né, como democráticos e parlamentares, nós temos que aceitar, respeitar, mas obviamente quando posso, tento conversar com um lado ou com o outro para que a gente consiga amenizar essas desavenças e que a gente consiga trazer luz paraa nossa Câmara e principalmente paraa nossa cidade. Vereador, infelizmente o nosso tempo já acabou. Muito obrigada pela sua participação e até uma próxima. Eu que agradeço a iniciativa, agradeço sempre a Câmara e a TV Câmara, principalmente, por vocês todos brilhantes, viu? Um grande abraço a todos. Muito obrigado. Então, vereador, e a gente fica por aqui, lembrando que toda sexta-feira às 9 horas da manhã tem na Casa do Povo no ar e você pode acompanhar também lá na playlist no youtube.com/tvcâmara. Até um próximo na Casa do Povo. เฮ [música] [música]