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Olá pessoal, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana conversa com o vereador ou vereador aqui do legislativo da nossa cidade e E hoje quem está com a gente é o vereador Luiz Iabico. Ele vai falar um pouco da sua atuação parlamentar, mas como é de praste, logo na abertura do nosso podcast, eu vou fazer a minha audiodescrição. O meu nome é Mirna Abreu. Eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou com um vestido preto e ao fundo a gente tem aqui o na Casa do Povo também todo em preto o nosso estúdio à minha esquerda, um televisor com logotipo do programa na Casa do Povo. Ah, gente. E aqui bem em cima da mesa, onde tá montado o nosso podcast, eu tenho uma caneca escrito TV Câmara Campinas e do outro lado na Casa do Povo logotipo aqui do podcast. Vereador, seja bem-vindo novamente. Eu já o convido a fazer a sua audiodescrição. Obrigado, Mina. É um prazer estar aqui com você na Casa do Povo, minha autodescrição. Eu sou Nicei de 68 anos, cabelos guisalhos, uso óculos, pele clara, estou também com a caneca na casa do povo aqui no meu lado. Eh, tô com palitó escuro e camisa branca. Vereador, eu vou pedir pro senhor colocar o microfone um pouquinho mais perto do senhor, porque ele é direcional, pra gente pegar bem aí a sua, suas palavras. A gente inclusive tava conversando aqui antes de começarmos a gravação falando da, né, do trabalho, o quanto tem muito trabalho aqui na Câmara Municipal. O senhor me falou sobre a comissão de meio ambiente e uma subcomissão que agora tá atuando na casa também. Vamos começar nosso bate-papo por aí. essa responsabilidade de estar à frente da comissão de meio ambiente. Eu digo por quê? Quando você falava em comissão de meio ambiente há uns 20, 30 anos, era a conversa que as pessoas falavam assim, meia dúzia de pessoas fala sobre meio ambiente e hoje não. Hoje é uma questão que as pessoas perceberam que o meio ambiente não é para depois, é para ontem, é para agora. agora. E e aí, vereador, aumentou muito a responsabilidade quando a gente levanta esse tema. É um tema importante que há 20 anos atrás, 2004 por aí, 2005, quando era vereador naquela ocasião, nós criamos uma comissão de estudos para debater o aquecimento global. Era um assunto tão, tão complicado, ninguém entendia isso, mas há 20 20 anos atrás era uma coisa, parecia que só cientista sabia. Exato. Quando surgiu a verdade inconveniente que o Algor lançou um livro em um programa americano, o debate mundialmente aconteceu e nós debatemos esse assunto, trouxemos vários cientistas da área na época. O Carlos Nobre, o famoso cientista Carlos Nobre na época esteve conosco aqui. Paulo Artacho, esteve conosco aqui. Queremos alguns relatórios onde fizemos propostas naquela ocasião para os prefeitos criarem alternativas já visando a a drenagem da cidade, a não poluição da cidade. Isso aconteceu, realmente está acontecendo hoje com a criação das ciclovias, das microflorestas, né, etc, etc, etc. Vereador, o senhor é tão ligado nesse tema que eu lembro que eh hoje esse programa não está mais no ar, mas era um projeto de um programa que eu apresentei aqui na emissora, o programa chamado O Meu Ambiente. E o senhor foi justamente tema da minha primeira reportagem que foi as ciclovias. Olha que legal. Lembra que nós somos lá na saída na Maenzi para falar sobre que naquela ocasião era a primeira ciclofaixa, primeira ciclovia da cidade. O senhor foi lá comigo. Quer dizer, esse tema já o preocupava há muito tempo. Sim, porque hoje tá constatado, já está provado que é o crescimento global existe, apesar de muita gente não acreditar nisso, né? Não é, não é, não é difícil acreditar porque as secas estão acontecendo e as chuvas torrenciais, os eventos extremos, essas reenchentes, tudo agora Juiz de Fora foi um exemplo desse de desse tipo de coisa, aquelas chuvas enormes, torrenciais fortes que acontecem, inunda as cidades são efeitos já do aquecimento global. derretimento das calotas glaciais estão provocando as mudanças climáticas muito intensas no planeta inteiro. E o Brasil sofre com isso também e a gente sofre na pele nas cidades, porque é nas cidades que acontecem o os efeitos, né? E e é na cidade que a gente tem que encontrar os problemas, viver os problemas e buscar soluções também. E a comissão do meio ambiente, Mirna, é um local para se debater esse assunto. Nós temos aqui vários vereadores que se interessa nesse assunto hoje. Portanto, é uma comissão muito ativa que é a comissão permanente do meio ambiente. Sim. Inclusive, antigamente se falava, né, olha, a questão do meio ambiente é lá, é problema da Amazônia, é problema, mas não é o problema de cidades que ficam em outras regiões. Hoje eu acho que tá muito claro que todos os ecossistemas são importantes. E, por exemplo, nós temos aqui o fragmento da Mata Santa Genebra, o quão importante ela é. É o pulmão nosso, né? é o nosso pulmão, verdade. E quanto não é brincadeira ou não é algo que eu diria utópico, quando a gente fala, por exemplo, num deslocamento numa cidade como Campinas usando a bicicleta, é a ciclovias é um projeto que criamos em 2005 e foi sancionado em 2008, 2006, quer dizer, foi colocado em prática, né? O prefeito Dr. começou o projeto. Sim. O prefeito Jonas implementou e o e o e o nosso prefeito Dário está focando muito nesse assunto. Nós temos hoje quase 150 km de ciclovias construídas. É o projeto do prefeito fazer as interligações para que as ciclovias tenham um um movimento mais para trabalho e lazer junto aos mesmos momentos, porque hoje é mais lazer, né? Mais lazer. O prefeito quer que se utilize para para o trabalho criar para ciclos e estacionamento de bicicleta, vamos dizer. na nos terminais dos BRTs, né, para que aquelas cidades, aqueles bairros onde existem os terminais brts campo grande, o verde possa utilizar das bicicletas até o terminal. Enfim, as ciclovias hoje estão muito incentivados e o prefeito Dar muito simpático ao projeto. Vereador, o senhor inclusive mencionou também que há uma subcomissão que tá discutindo a questão da água. A gente teve a crise hídrica em 2015, né? Naquela ocasião usamos o volume morto do sistema Cantareira. Verdade. Agora temos aí essa possibilidade da dessa desse, na verdade, o reservatório, não é usina, desculpe, aqui na região de Ampar Pedreira. E dentre isso, novo reservatório que tá sendo construindo, temos também, até porque a gente tem uma uma particularidade em Campinas que quando chove muito, a gente não tem como fazer reserva dessa água, porque essa água ela vai rio, né? Então hoje qual é a preocupação quando a o senhor pensa nesse tema e quando nós temos uma subcomissão na Câmara tratando também essas questões? Eh, a previsão para esse ano aqui é um é um ano de seca, não parecido com 2014, mas existe uma previsão de seca, já existe uma campanha aí visando a economia de da da água. Eh, nós trouxemos o presidente da SANASS, Manuelito, outro dia aqui para tratar desse assunto, para falar da renovação do outorga da da do Cantareira. Cantareira que vence vence 27 vence 27 mas já estamos debatendo para ver se vai ser prorrogado ou não. Provavelmente vai ser prorrogado. É, na ocasião a gente teve até audiências públicas aqui na Câmara da na outra renovação. Exato. Não será diferente esse ano aqui. Nós antecipamos o debate porque o o a crise hídrica está para acontecer e já trouxemos esse assunto dentro da Câmara. O presidente da SANASA nos tranquilizou. que Campinas está preparado para uma provável crise hídrica que virá. Ele incentivou um debate sobre água de reuso para que Campinas utilize esse esse sistema. Então nós estamos aí fazendo um debate numa subcomissão dentro da comissão do meio ambiente que o vereador Wagner Romão preside, eu sou relator e o e o vereador Rubens do Gás também participa. Então é um assunto importante, é um tema que é complicado a população entender, mas é papel da Câmara, né, Mina, debater esse assunto e levar a população. A gente fala hoje, inclusive nós fizemos reportagens também sobre as usinas de água de reúo que existem aqui em Campinas, que ela tem toda uma questão de moléculas, a uma limpeza anaerba e tudo mais. É, fica lá, uma delas fica lá no Capivari, né, falando sobre sobre isso e a importância. Hoje a água de reúo em Campinas, ela vai para molhar os jardins públicos e pra limpeza pública. É isso. Ex. Exatamente. O presidente da SASVA propôs um debate, ele está disposto a participar, debater, contribuir com esse assunto e o o presidente da subcomissão, o vereador Romão, está preparando esse assunto já nas próximas reuniões. O senhor mencionou a questão das microflorestas e a gente sabe que Campinas tem uma questão de arborização bem importante. Nós tivemos inclusive eh aí a no final de 2024 para 2025 a questão da das árvores, né? E eu lembro que quando eu entrevistei Dr. Paulela, ele falava o seguinte: "Campinas tem muita árvore". Mas lá no passado, quando se plantou essas árvores, né, o que aconteceu? As pessoas não tinham a dimensão, a olha, tem que ter tanto de fundo, tem que ter tanto. E acabamos plantando na cidade muitas árvores que hoje acabam sendo às vezes um problema para algum bairro, para alguma comunidade. Como que a senhora acha que a gente consegue lidar com isso a partir de de pensar hoje uma Campinas urbana, mas que também precisa eh fazer essa preservação, ter esse pulmão em algumas regiões da nossa cidade? É, o projeto das microflorestas veio pra Câmara há alguns meses atrás. A Câmara aprovou, apoiou totalmente, parabenizando inclusive a iniciativa do secretário Paulela, porque cria em vários locais mini pulmões, mini áreas de resfriamento do local. O que acontece hoje sem essas microflorestas que estão sendo implantadas em praças que não são utilizadas pela população, são praças aí ali desertas, né? Então, em vários locais, já em Campinas, existe as microflorestas que servem para absorver a água da chuva e resfriar um pouco o ambiente para evitar o o calor local, que isso atrai muito as chuvas torrenciais. Então, é um projeto interessante que grandes grandes capitais no país já estão usando várias várias capitais estão utilizando as microflorestas. É um projeto interessante que vai resfriar um pouco a cidade de Campinas, evitando aí as enchentes no no questão do longo prazo. Vereador, o senhor tá há muito tempo como parlamentar aqui em Campinas, teve inclusive experiências no poder executivo e nós já conversamos aqui também sobre a questão do que o senhor é um funcionário da fazenda estadual, é isso? Sim. aposentado da Receita do Estado. Da Receita do Estado. Acredito que seja até por essa expertise que o senhor quando veio essa tona, olha, a reforma tributária, o senhor inclusive preside um trabalho aqui, uma comissão que trata do impacto da reforma tributária nos municípios. Claro, com destaque para nossa cidade. Eu queria que o senhor falasse desse desses objetivos e o que essa comissão tem feito até agora, porque o, enfim, a reforma tributária chegou, é uma realidade e a gente já tá tendo que nos adaptar, principalmente, creio que os municípios, os cofres públicos se adaptarem a essa realidade. Mirina, eu quando estudei para esse concurso público há 30 anos atrás, tive que ler um manual do ICMS, só do ICMS, dessa grossura assim, mais grosso que a Bíblia. Eu li umas três vezes aquele manual para passar no concurso, para você ver como é já era complicado há 30, 40 anos atrás. E se não fosse reforma, a a complexidade iria continuar, porque cada estado tem sua própria regra do ICMS. Man, Amazonas tem um, Ceará tem outro, São Paulo tem um, cada estado tem sua regra. Isso gera uma complexidade tão grande que afasta os investidores, porque a forma de se tributar no Brasil é muito complicada, muito antiga, diferente, por exemplo, do sistema americano, sistema canadense, sistema europeu, sistema japonês, que as empresas estão acostumadas no sistema mais simplificado de se tributar. Então, essa reforma tributária já vem sendo debatida há 40 anos e concretizou-se 24, virou lei e já está em início. A visão nova dessa reforma tributária é simplificar a tributação do imposto e unindo, por exemplo, o ICMS, que é o imposto de circulação de mercadoria de todos os 27 estados, numa numa alíquota só, numa regra única só, acabando com a guerra fiscal, não deixando de o estado roubar um um uma empresa para que se arrecada mais aquele estado, vai acabar com com a guerra fiscal, vai simplificar, vai facilitar a vida do contribuinte, ele vai enxergar para cada caneca que ele for comprar, menina, aonde está indo aquele imposto daquela caneca. Hoje, quando você compra uma caneca, você não sabe quanto tá sendo tributado e para onde vai o imposto, né? Então, o município e o estado estão se unificando num imposto só. O estado e o município irão fiscalizar juntos a as empresas para ver se está sendo arrecadado aquele imposto. Vai facilitar a vida do empresário, que vai ser menos complicado a tributação, e vai facilitar a vida do consumidor, que ele vai enxergar na cada compra que ele faz quanto ele está pagando de imposto, para onde vai aquele imposto e para que serve aquele imposto. Portanto, veio para simplificar, veio tarde, mais antes tarde do que nunca, né? Mas quando a gente pensa, os contadores estão já explicando paraas paraas empresas a essa essa mudança significativa. Mas quando a gente pensa nos municípios, no caso de Campinas, essa reforma com esse repasse do imposto do dos novos impostos, que é o é o IBS, né, IBS, eh, isso vai ser melhor ou não ponto de vista de receita que entra pro município e como o senhor que tem inclusive recebido as autoridades aqui no plenário para discutir esse tema, os municípios vão conseguir lidar com essa essas mudanças. É, os especialistas, que são vários que nós recebemos aqui, eh, são afirmativos, né? Eles afirmam que Campinas não perderá receita, muito pelo contrário, ganhar a receita com essa reforma, porque Campinas é um é um polo consumidor, né? Porque esse imposto novo aí, Mirna, vai ser no consumo, vai ser no destino. Onde onde houver mais consumo, aquele município eh terá mais receita. Hoje, antes da reforma, é o contrário. A o imposto é tributado na origem, né? Então você fazia guerra fiscal para trazer as fábricas pra sua cidade para gerar imposto aqui, arrecadar aqui. Agora o contrário, eh o imposto será arrecadar onde onde houver mais consumo. E Campinas é uma cidade muito rica. O consumo aqui é muito grande. O giro de de turistas e moradores e transúes aqui é muito grande. O consumo é muito forte. Campinas não perderá com isso. Somente a forma da redistribuição do do IBS é que será de uma forma centralizada. ela será toda canalizada num cofre só, vamos dizer assim, um cofre único em Brasília que chama-se comitê gestor. Esse comitê gestor é quem fará a contabilidade da redistribuição do imposto arrecadado. Então aqueles aqueles municípios mais pobrezinhos, mais simplesinhos, que nem sequer tinha e arrecadação de ISS, que é imposto sobre serviços, porque não tem um corpo fiscal para trabalhar o ISS, receberá uma parte desse imposto arrecadado e Campinas, como uma cidade grande irá contribuir com essa redistribuição, mas ao mesmo tempo Campinas ganhará com essa tributação no consumo, porque Campinas é um polo consumidor. Os trabalhos dessa comissão eles devem se encerrar ainda nesse primeiro semestre? Nós temos ainda mais duas reuniões, duas reuniões com especialistas. Se nós trouxemos o tema focado no município, o nosso secretário Caiado, aliás, quero cumprimentar aqui nosso secretário de finanças do município, secretário Caiado, contribuiu muito com esse debate. Não faltou em nenhuma reunião, ele esteve nas oito primeiras reuniões. O nosso delegado da receita do estado, o Isaías, esteve em todas as reuniões. O pessoal da do do da da contabilidade da OAB participaram ativamente contribuindo para para quê? Para que nós façamos um relatório final. O vereador Nick Schneider é o relator apresentar ao poder executivo formas de nós nos prepararmos para a reforma tributária no tocante ao município. Sim. Quer dizer, estamos ali iríamos orientar teor praticamente para que se reforce o corpo fiscal do município, né? Prepare tecnicamente os auditores e esteja preparado tecnologicamente também para que busque uma fiscalização mais eficaz. Vereador, uma das ferramentas aqui da Câmara é a emenda impositiva. Ela é, digamos que nova, terceiro ano em operação. E eu queria que o senhor falasse um pouquinho dos destaques. A gente sabe que 50% das emendas impositivas, para quem tá assistindo ou está nos ouvindo, tá em casa, tá no carro, a emenda impositiva, ela é um percentual do orçamento em que os vereadores podem fazer uma destinação exclusiva para um segmento. Dentro dela, ela tem o seguinte: 50% do valor total tem que ser para saúde. Esse 50% para saúde, 60% para a saúde pública e o restante pode ser distribuído para outras pastas. Eu queria que o senhor falasse um pouquinho também do do seu olhar para as emendas impositivas, vereador. Eu acho uma medida positiva, diferente da na época que nós somente fazíamos eh indicações ao poder executivo, não tendo poder de manipular no orçamento aquela indicação requerida, né? Hoje você visita posto de saúde, por exemplo, uma OBS, e você conversa com o coordenador, com a coordenadora, com os funcionários, eles necessitam de coisas simples que muitas vezes a secretaria de saúde com a burocracia imensa que tem demora para se conseguir e isso prejudica a população que é atendida naquele posto de saúde. Por exemplo, um exemplo, vou dar um exemplo aqui simples aqui, tem posto de saúde que necessita de ar condicionado. com esse calor que está para acontecer agora, acabou o período das chuvas em março, abril começa o frio, depois vem o calor intenso. Eh, Hospital Ouro Verde, por exemplo, ano passado passou por um calor imenso, né? Você lembra das reclamações? E nós eh fizemos aí um um uma juntada de quatro vereadores, cada um dando um pouquinho dessa emenda positiva na área da saúde para que ser equipe Hospital Ouro Verde com ar condicionado, né? Isso aí se fosse esperar pela secretaria de saúde que tem boa vontade de fazer, lógico, eles necessitam de boa vontade, mas a burocracia demora, emperra o assunto e a coisa não anda. Com a emenda positiva, você pontualmente você obriga aquela aquela secretaria a executar aquele orçamento, não é? Não somente na área da saúde, mas na área da educação também, na área da assistência social, na área da cultura também. É uma medida interessante que existe em Brasília, existe na Assembleia Legislativa e existe aqui na Câmara Municipal. Se você usar adequadamente, corretamente, pontualmente, pensando realmente no bom uso daquele daquela daquela emenda, é uma coisa muito importante. Sim. Agora, além da saúde, qual área o senhor destacou, vereador? Nós destacamos em várias áreas, né? na área da educação, entidades assistenciais através da Secretaria da Vandecleia, na área da cultura, eh, movimentos culturais que solicitam muita coisa pra gente. Então, nós fizemos uma distribuição muito inter na área de serviços públicos, na área de esportes, um pouquinho, um pouquinho para cada secretaria, um pouquinho para cada uma. Vereador, e o movimento no gabinete? Queria que o senhor falasse um pouquinho dessa questão de porque olha, quando a gente olha a sua atuação até março de 2025, nós tivemos aí 219 indicações e 58 requerimentos e geralmente quando fora os os projetos de lei, moções, que a gente vai falar daqui a pouquinho. E quando a gente conversa geralmente com os parlamentares, principalmente as indicações e os requerimentos vem a partir de uma demanda da população. Queria que o senhor falasse desse atendimento à população, esse tipo de demanda, como que é feito isso e qual que é a importância dessa interface com a população para entender o que tá acontecendo num segmento, numa região da cidade e tudo mais. É o nós temos o nosso gabinete que tem o telefone já o tempo todo sendo tocado, ligado. A nossa equipe atende rapidamente, anota os pedidos e encaminha para as regionais, né? Eh, nós temos uma concentração de pedidos em certos bairros. Isso é é normal, é natural, né? Tem vereador que cuida de cada região, que região norte, região sul. A nossa região sempre foi ali na área da região regional 11, regional 4, que é Jardim Auréliia, Vila Aurorocã, Jardim Olina, Chapadão, Bonfim, Taquará, Guanabara, aquela região norte, tá? E os pedidos acontecem lá, imediatamente a gente encaminha isso para o administrador regional, ele entende o assunto, que são coisas simples nesses locais. É, eh, tapa buraco, a limpeza do boeiro, o cuidar da praça, coisas coisas uma poda, coisas assim simples. E a gente reporta depois ao contribuinte, ao morador que solicitou a execução daquele serviço e tem sido muito interessante. A secretária de serviços públicos acaba sendo uma das mais demandadas nesse sentido, né? muito o secretário de Paulela, o a COAR eh do Bertão tem nos atendido sempre quando a gente precisa. Quando o serviço vai ser executado é muito complicado, um recape grande, por exemplo, eles nos atendem prontamente. Sim. Agora, quando a gente pensa nesse atendimento, nessa aproximação com a população, qual que é a importância dessa interface com Cor falou? Olha, a gente tem aí o atendimento eh no gabinete, o atendimento que as pessoas já vão lá e depois a gente dá o feedback para aquele morador, para aquele cidadão. Como que é isso pro senhor nesse em tantas coisas que o senhor acaba fazendo, a gente sabe também que o senhor tem uma atuação bem importante com a comunidade japonesa aqui da nossa cidade. Queria que o senhor falasse um pouquinho disso. A população ela ela entende que o legislador, o vereador, a obrigação principal do vereador eh ver o orçamento do executivo, acompanhar o orçamento, fiscalizar o orçamento e fazer leis. essa atividade principal nossa aqui. Ao mesmo tempo, eles sabem também que nós e eles precisam encurtar o caminho do atendimento do do do serviço público através do nosso gabinete. Então muitas vezes o morador ele liga para 56 pedindo tapar um buraco que tá incomodando ele na frente da casa dele e aquele serviço acumula-se na lista de uns 5 e demora. Então eles ligam pro nosso gabinete para ver se a gente consegue antecipar aquele serviço e a regional 11 e regional 4 nos atende prontamente. Então esse feedback é importante que a população tenha da nossa parte. Ao mesmo tempo, o eleitor, o morador da cidade de Campinas cobra também nossa parte na fiscalização do executivo e através das subcomissões, através das comissões permanentes. O senhor é vice-líder de governo também, né? Qual que é o papel do vice-líder? explicar pra população os projetos que o que o executivo tem para melhorar a cidade. Então, outro dia nós tivemos um projeto bem rapidinho aqui, projeto da Mata Santa Genebra, que você falou que é o pulmão da cidade, né? Nós tivemos que fazendo a correção do do do tamanho eh de uma vicinal que sairia ali de Santa Genebra, mato Santa Gener até Barão Geraldo, uma estradinha que tinha ali e uma correção de 1000 m, mas o cartório não tava registrando essa essa esse caminho, novo caminho porque a metragem estava errada, 1000 m. Então, foi necessário passar aqui na Câmara, debater com os vereadores para eles entenderem essa coisa simples, mas um projeto desse tamanho aqui, dessa grossura, mas uma mudança pequena, mas é necessário coisas técnicas, mas necessárias, coisas técnicas necessárias. o viclíder e o líder Paulo Adad, nosso líder, é obrigado. Obrigado não, ele tem que entender o cada projeto, ir à tribuna, debater, convencer os vereadores da oposição, que é um projeto sério, um projeto limpo, um projeto tranquilo para que se corrija, por exemplo, esse tipo de de assunto. Nós estamos, inclusive em um período que se fala bastante na questão de incentivar a revitalização no centro da cidade. O senhor acredita que inclusive o senhor já defendeu esse projeto também na tribuna em outras ocasiões. Queria que o senhor falasse da importância de darmos continuidade a que o centro tenha aí essa vida naqueles imóveis antigos e tudo mais. O prefeito tem dado incentivos fiscais para que se ocupe aqueles prédios, Mirna, né? Diminuindo o o S, alongando o prazo para se pagar impostos. Mas eu acho que a estrutura do comércio mudou muito nesses últimos anos, depois da pandemia, principalmente, o comércio eletrônico tomou muito espaço do comércio local, comércio eh de de de loja mesmo, né? Apesar que temos o shopping centers, é, agora concorrente são os shoppings da cidade e o comércio eletrônico. Comércio eletrônico, comércio eletrônico eh tomou o lugar desses comércios físicos, né? E Campinas não existe mais separação entre para lá da Anguera e para cá da Anguera. O que se vendia aqui no centro hoje de Campinas vende-se para lá da Anguera há muito tempo. Então aquelas pessoas que tem um comércio forte ali na área do Campo Grande, Uro Verde, etc. Eh, encontra o mesmo produto lá que encontrava aqui. Então não preciso ir ao centro. Não preciso ir ao centro. Então esvaziou o centro também. Existe o problema também aqui tem que ser falado e o Jonas Jonas o Dário tem defendido desse assunto que é são os moradores de de rua também, né? O DAR tem feito um trabalho intenso sobre isso, tentando convencer o Ministério Público a Justiça para que se faça um trabalho de se, vamos dizer assim, eh retornar as pessoas que vieram de outras cidades para cá, né? Isso aí é um problema grave que o prefeito tá tá enfrentando. Ele não pode fazer ao seu sua vontade, tem que seguir a lei. Então ele tá amarrado com esse problema da autorização, né? Sim, tem feito um trabalho importante. Existem as reclamações dos do do do dos moradores, condições de rua, mas o prefeito tem feito um trabalho para tentar resolver esse assunto. Eh, quando a gente pensa também em coisas que precisam ser eh encaradas de frente, essa questão é bem importante aqui na nossa cidade, a questão para quem mora no centro, para quem trabalha no centro e para quem também busca uma vida digna, né, vereador? É importante aproveitar e falar quando você pode ver que não tem criança na rua, porque criança você pode retirar da rua e colocar em em locais adequados, mas o adulto ele por lei, isso até agora é assim que funciona, você não pode obrigar o sujeito a sair daquele local se ele tem essa livreab, essa liberdade do quero morar na rua e fica na rua. Então o Dário tá tentando uma solução nesse assunto legalmente e não vai fazer nada fora da lei, tá certo? Então, vereador, agora quando a gente fala ainda sobre projetos e sobre essa atividade legislativa, quando a gente fala nessa atuação com a população através dos requerimentos, através dos das indicações, qual que é a importância? Eu sei que o senhor, inclusive as pessoas falam: "Não, mas é um vereador que é da base do governo, mas independente de ser da base do governo, o vereador é um fiscalizador." Assim, todos os projetos que passam pelas comissões, hoje mesmo eu tive numa comissão eh permanente de educação do BN Lima agora h pouco, debatendo vários projetos, né? você precisa debater esse assunto exaustivamente dentro das comissões. Tivemos o PIDS, o projeto importante ali da área de Barão Geralta que ficou na nossa comissão do meio ambiente durante se meses debatendo. Eu e o vereador Wagner Romão debatemos. A oposição propôs emendas dentro do projeto que levamos ao governo e essa emenda do vereador Romão melhorou o projeto. Tivemos que falar com com o executivo que aquela emenda eh do vereador que não é da base melhor iria trazer melhoras ao projeto e trouxe melhoras ao projeto. Enfim, a a casa, a a Câmara Municipal tem esse esse essa necessidade, esse poder de debater todo qualquer assunto que vem do executo. chega o projeto, fecha os olhos e volta. Não, nós debatemos o projeto item a IT para que o vereador da base também entenda o que está votando. Sim, vereador. E esse ano nós temos aí um ano eleitoral importante, com muitas decisões. A gente percebe que muitas vezes isso já reverbera aqui na Câmara, em outras casas parlamentares, quando a gente vê os discursos nas na tribuna. Eh, o que que o senhor espera desse ano para nós em geral? Eu acho que trará um debate, tomara que seja mais salutar do que os últimos anos que nós tivemos. Esse embate muito polarizado ao extremo demais, né, que causa certos problemas inclusive entre os vereadores. Eh, é natural que cada lado vai defender a o seu segmento, a sua filosofia política. Eh, e vamos acompanhar de perto. Eu estou apoiando alguns colegas da casa, alguns deputados federais que vão para reeleição e dentro da da cordialidade, sem levar a a briga no plenário, ao extremo, né? Tá certo? Então, vereador, muito obrigada pela sua participação e aqui o na casa do povo está sempre aberto ao senhor para que o senhor participe com a gente. Obrigado. Parabéns pelo programa. Boa tarde a todos. Bom dia, boa tarde, boa noite. É isso mesmo. Bom dia, boa tarde, boa noite. Você pode assistir ao nosso programa em qualquer horário. A gente lembra que nós ficamos lá no youtube.com/tvcâmaracampinas. Aí você pode acionar a playlist do Na Casa do Povo e aí acessar não apenas essa, mas inclusive a outra entrevista com a Palinha do, olha, cantou aqui com a gente já em outra oportunidade, falou da história de vida dele e muito mais. A gente fica por aqui e até um próximo na casa do povo. เฮ