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Olá, pessoal. Mais um podcast na Casa do Povo no ar. E hoje a gente conversa aqui nesse podcast da Câmara de Campinas que toda semana traz um vereador ou vereadora, o vereador Igor Diego. Ele que vai conversar com a gente, falar um pouquinho da sua atuação parlamentar e como já é de pra vou fazer a minha audiodescrição logo na abertura e na sequência o vereador também. O meu nome é Mirna Abreu, eu sou mulher negra de pele clara, tenho 1,55 m, cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu tô com uma blusa chamada ciganinha, que ela é bem fofinha aqui nos ombros e ela é azul, bem clara, azul bebê para alguns. Ao meu fundo, eu tenho um estúdio do nosso podcast na Casa do Povo todo em preto e à minha esquerda, uma TV escrito Na Casa do Povo em azul e branco. Igor Diego, seja bem-vindo de volta também. Já faça esse convite pra sua audiodescrição. Olá, Mirna, tudo bem? Olá a você que nos acompanha, obrigado pelo convite. Olha minha audiodescrição. Sou um homem eh alto de 1,81 m. Sou moreno, né? Também tem um cabelo baixo, as barbas também. Eh, e barbas, como que é? Mirna barba. Me ajuda. Ficando grisalhos. Ficando grisalhos. É os charme da maturidade, né? Hoje eu tô com uma camisa social aqui. Ai, da mesma cor que a mesma. Só que não é ciganinha, né? Uma camisa social. Camisa social, mas é azul bebê também. também combinado? Então, vereador, seja bem-vindo. A gente que já conversou aqui sobre a sua história de vida, a gente que já falou aqui como o Igor Digo se tornou então depois, inicialmente o Igor do Campo Grande, depois falou: "Não, vamos mudar aí e vamos trabalhar". O vereador, inclusive tem alguns projetos de lei que já tornaram-se leis na nossa cidade, inclusive recentemente um projeto que trata aí do reconhecimento óptico em caracteres, em equipamentos de controle de velocidade. Eu queria que você lembrasse até porque esse projeto se tornou ler recentemente, mas ele essa discussão começou lá atrás em 2023. Igor, o que que tava acontecendo? que adequações foram feitas nessa caminhada e agora essa lei que vai eh usar tecnologia em todo canto da cidade. É verdade, Mirna. Esse projeto houve bastante debate aqui na casa, né, com as forças de segurança também com a equipe da prefeitura. A ideia é usar a tecnologia a favor da segurança pública. Como que nós podemos avançar hoje? O combate principal, né, da segurança se dá através de tecnologia, não só armamentos e pessoas RH, mas também tem que avançar. E nós vimos uma possibilidade, essa tecnologia OCR é aquela tecnologia que eh lê as placas do carro, né, e já comunica a polícia. Essa tecnologia já é utilizada naquelas câmaras da muralha digital, só que a nós aperfeiçoamos. Então nós pegamos uma lei para falar o quê? Todos os radares de Campinas, aquele que só serve para dar infração de trânsito, a partir de agora, ele também vai ser usado para identificar quando um carro roubado passar por lá, né? Então, a partir de agora, um carro que é roubado ou furtado na cidade de Campinas, que passar por qualquer lugar que tem um radar de trânsito, ele também vai comunicar as forças de segurança. Sim. Tá. Então, é um custo zero pro município, porque as empresas que prestam esse serviço de eh limite de velocidade já tem o equipamento, simplesmente eles vão conectar com a tecnologia eh da prefeitura, que também já existe. É SINCAMP, é isso? É SINCAMP, agora é é CC, né? É porque ampliou, ampliou, agora é metropolitano. Então hoje através dessa lei aumentamos o número para oito, mais de 800 câmeras que está agora à disposição da comunidade quando tem seu veículo ou ou o veículo furtado ou roubado na cidade. Ô Igor, essa lei ela foi publicada em janeiro, correto? Bem no comecinho. Então tem um prazo ainda para ela ser totalmente implantada na cidade ou é automático? Não, esse caso aqui já está funcionando. Já está funcionando. Então já, porque paralelamente à aprovação da lei, graças à nossa articulação, nós já fomos conversando com os envolvidos. Então, já fizemos a reunião com o empresário que tem a eh os radares na cidade e ele já foi disponibilizando a parte tecnológica enquanto a gente avançava com a lei para que ele pudesse atender o mais rápido possível. A importância da lei, Mirna, foi primeiro para provocar, né, que isso acontecesse, para garantir que, independente do governo, isso se mantenha na cidade. Sim, né? Então, daqui paraa frente é uma lei que tem que ser cumprir. Não é um projeto político, é um projeto de governo. É isso. Exatamente. É um projeto de governo. Por quê? a gente poderia articular, né, internamente o empresário disponibilizar a a e e tudo certo. Só que na próxima licitação essa lei vai ser uma obrigatoriedade. Hum. Então assim, nós não poderíamos exigir do empresário agora porque ele entrou uma lei. Então a gente não pode mudar a regra do jogo agora. Sim. Então, mas como a gente articulou, ele já disponibilizou. Porém, nas próximas licitações, isso tem que ser observado. Isso é um dos requisitos. Agora, quer quer entrar na cidade de Campinas, vai ter que disponibilizar as suas câmaras também para segurança, não só para infração de trânsito, vai ter que disponibilizar gratuitamente o essa quantidade paraa segurança. Então, a lei ela garante a permanência dessa dessa articulação, digamos assim. Sim. Se fala muito, inclusive, que em termos de segurança pública, isso é um importante equipamento uma ferramenta no caso de furtos, no caso de roubos. A gente pode pensar em daqui, por exemplo, um semestre, fazer até um mapeamento do quanto essas câmeras ajudaram efetivamente, por exemplo, a guarda e a própria Polícia Militar aqui em Campinas, né, vereador? É verdade. Olha, nenhuma das conversas que eu tive com o delegado da Polícia Civil, não apenas com a Polícia Militar e a guarda, que são mais ostensiva, né? Então elas combatem ali, eh, aconteceu naquele horário e tal. Isso. A, a já a Polícia Civil, eles estão conseguindo, Mirna, eh desvendar locais de quadrilha de roubo. Ou seja, eh a Polícia Civil, que é uma polícia investigativa, ela agora começa a falar: "Olha, eh, olha que interessante, né? Lembrei agora. Eh, essa tecnologia, ela permite a polícia falar assim: "Olha, o car os carros que foram roubados, sempre depois dele passou um carro com a mesma placa. Então, dentro de uma hora sempre essa placa passou quando o carro roubado passou também. Tem alguma coisa aí. Tem alguma coisa aí. Então eles conseguem prender a quadrilha, o assaltante, porque essa tecnologia ela permite isso. Então é uma inteligência artificial que ela vai colocando padrões semelhantes, ou por cor de carro, ou pela placa do carro, ou por um adesivo no carro. Até isso a tecnologia identifica. Sim. Então eles conseguem desvendar eh crimes. Vamos supor, vamos pegar exemplos, roubou carro na região central e aí identificou que esse carro passou, vamos com exemplo, na Rui Rodrigues ou no na John Boy do Lope. Então, eh, a polícia investigativa começa a saber da onde que é essa quadrilha que tá fazendo os assaltos. Então, além da da da recuperação imediata pela Polícia Militar e Guarda Municipal, a Polícia Investigativa também ganhou uma ferramenta muito poderosa. Aí uma lei sua também que recentemente foi sancionada, a gente sai de segurança e passa pra saúde. É a questão da obesidade. Eu lembro que quando a gente era criança, passava bastante coisa na televisão e tinha inclusive aquela aquela fórmula da da Arnes, né, da irmã. Uhum. Que falava que era justamente pros lugares que tinham pessoas passando fome. Antigamente a a preocupação era era o sobrepeso, era que era na verdade a falta de alimento. E hoje a gente tem uma uma outra preocupação hoje que é o sobrepeso, viu, gente? Vou agora até fazer uma correção, eh, porque hoje é uma questão de saúde pública, vereador. É verdade. Eh, a obesidade, né, é um, um dados aqui preocupante da nossa saúde municipal e do país também, né? O Brasil eh já se demonstrou aí que é uma eh obesidade é uma doença séria e que tem que ser tratada, né, com responsabilidade. Então nós tivemos aí recentemente a pulverização da ideia das canetas emagrecedoras. Sim, né? Então, nós entendemos e procuramos assinar, convidar para assinar o projeto e construir os nossos dois médicos aqui da casa, o vereador, né, eh, Paulo Hadad e o vereador Dr. Ianco, para contribuir nesse assunto. A ideia era como que a gente pode acompanhar outras prefeituras na questão de trazer as canetas emagrecedoras pro SUS. Essa foi assim que surgiu a ideia. Eu lembro que eu até conversei com o senhor, senor, falou: "Ó, a patente tá para cair, a gente precisa tá antenado nisso." Foi isso. Então, a a eh no caso a Ozenique aí na época, que foi uma das primeiras a se popularizar, hoje tem outras, né? Ela tinha uma patente, tava prestes a cair. Então, a ideia de criar o projeto lá atrás já era para começar provocar o poder executivo, o SUS municipal, a como a gente democratizava isso para aqueles que mais precisa. as canetas emagrecedoras ainda é uma opção muito cara e a gente vê nas redes sociais a popularidade que isso deu. Ou seja, aquele que tem dinheiro e e é obeso, ele tá indo lá tomando. Então vou dar exemplos aqui. o próprio governador Tarcísio. Eu conheço vários secretários aqui da prefeitura de Campinas que já usaram, então tá tá muito sendo utilizado e e eles estão publicando que estão tendo sucesso, mas tem esse recorte social, só que daí tem um recorte social. Como que eu faço pro amigo lá que é a nossa até base de comunicação que me pergunta, fala: "Pô, Igor, eu já tentei psicólogo, nutricionista, fui no médico, nada deu certo, eu queria tentar isso aqui também, mas é muito caro." Então, pensando nisso e para não ficar só a caneta emagrecedora, eu fui conversando e aí eu aprendi e entendi que não basta só a caneta, tem que ser um programa multidisciplinar, minha irmã. Sim. Uhum. Então, o nosso projeto ele tá eh colocando, né, nós colocamos no nosso projeto um programa multidisciplinar, que é os médicos, ou seja, nutricionista, educador física, eh a opção, se o médico achar necessário a caneta emagrecedora com uma das opções de medicamento. Então, a pessoa chegaria num centro de saúde, num médico da família, faria a inscrição para participar do programa, né, de combate à obesidade e ali ele teria toda essa opção. E aí o médico decidiria se ele precisaria ou não do uso desse medicamento. Não é algo assim, eh, sem controle. Ah, eu quero tomar, vai lá e pega. Não, era dentro de um programa. a nossa proposta que seja dentro de um programa, dentro do centro de saúde, para realmente aqueles que mais precisam que façam acompanhamento, né? Então, teria psicólogo, educador físico, nutricionista, eh médicos e a opção da caneta. Eh, não sei se você sabe, Mirna, o prefeito, eu recebi, o governo, ele vetou parcialmente o nosso projeto, já ficou sabendo isso aí? Sim, sim. Então assim, a parte da caneta emagrecedora, que era a mais esperada, né, ela foi vetada. É importante dizer isso. Eu fui pego de surpresa, né? Fiquei bem chateado a época, mas aqui todo mundo sabe, eu sou do partido do prefeito, né? a gente tem o compromisso de fazer um grupo de estudo, então eu já deixo esse compromisso com a população. Ah, então quer dizer que a questão não tá fechada só por conta do veto a esse artigo, não. O o programa continua, tá? Tá. A caneta emagrecedora não passa a ser mais uma opção obrigatória do município, por existe ainda, o assunto é novo, tá? dentro do SUS, os médicos, eles ainda estão inseguro como inserir isso. As prefeituras é um tema inclusive que tá gerando muita discussão na no âmbito da saúde em geral no nosso país mesmo no particular, né, vereador? É isso. Então eles ainda não sabem como, né, fazer um programa com essa utilização. Tá esperando também, né, o Ministério da Saúde se posicionar, né, também referente a esse assunto para trazer pros municípios. Então, o ministro já se posicionou falando que pretende começar com aquelas pessoas que estão na fila da bariátrica para começar por aí. Então existe ainda uma discussão. Eu já vou aproveitar que inclusive lembrando que o vereador Igor hoje ele está no partido republicano, que é o mesmo partido do governo de São Paulo. Existe por acaso já algum estudo em termos estaduais para que isso seja lá na frente, por exemplo, oferecido numa farmácia de alto custo que é gerida pelo estado ou não? Não, não existe. Então essa é uma provocação que a gente vai fazer aqui na Câmara Municipal. Tá? Eu vou criar uma frente parlamentar, um grupo de estudo multidisciplinar, colocando médicos dentro dessa comissão, representante do governo do estado, representando o governo municipal, né, o legislativo, obviamente, e assim por diante, pra gente conseguir encontrar um caminho que traga essa solução e essa contribuição paraa saúde eh pública daquelas pessoas que estão dentro desse recorte, que são de baixa renda. Sim, vereador. A gente também tem aqui na Câmara Municipal, quem acompanha uma reunião ordinária vai entender um pouco melhor sobre isso. Quem não eu vou explicar. É um documento chamado moção. Moção. É um documento que é proposto por um dos parlamentares e quando aprovado em plenário, ele traz aí a opinião e o apoio da Câmara referente àquele assunto. E uma das moções propostas pelo vereador é que apela ao Congresso pela tramitação em urgência da regulamentação da profissão de trabalhador em refeições coletivas. Enquanto o senhor tava falando inclusive da outra resposta, eu tava dando uma olhada aqui. Olha, hoje no dia da gravação desse podcast dia 20/02, nós tivemos uma última ação desse projeto lá na Câmara Federal, que ele foi agora enviado para a comissão de previdência, assistência social, infância, adolescência e família e também para uma comissão de trabalho dessa mesma, porque ele vai passar pelas seguintes comissões, essa da previdência que foi hoje, Constituição e Justiça e algumas aí eh ainda algumas outras comissões, Porque tem documentos e alguns despachos. Por que a Câmara Federal precisa acelerar esse processo, vereador, na sua visão. Olha, esse precisa acelerar esse processo porque é uma questão de justiça social, tá? Eu fui procurado pelas merendeiras, que são cozinheiras industriais dentro dessa categoria, né? falando de alguns direitos que elas gostariam de ter como salubridade e outros que elas acham necessário. Procurei o sindicato, né, a federação aqui em Campinas e o presidente foi muito solícito e ele explicou que não existe a regulamentação dessa profissão e esses benefícios seriam possível se tivesse essa regulamentação. Foi aí que junto com o prefeito Dário, nós trouxemos o deputado federal Marcos Pereira para discutir com os sindicatos e os presidentes, né, como poderia apresentar. Ele é o autor da lei e ele foi o autor da lei, entendeu? Da do projeto ainda, ainda não é lei, é verdade, projeto da proposta. Então ele entendeu, colocou o projeto lá para ser discutido e a nossa pedido de celeridade agora se dá pelo ano eleitoral. A gente sabe que no segundo semestre começa uma polarização ainda mais intensa no país, né, nas casas legislativas e pouco se aprova, né, a produtividade diminui muito devido ao debate político e as eleições, onde os seus deputados voltam paraas suas bases eleitorais e ficam ali fazendo os trabalhos. Então, é importante a gente conseguir celeridade nesse primeiro semestre para conseguir trazer eh eh esse projeto em pauta ainda no primeiro semestre. Importante que o senhor a gente sempre pensa e acho que um podcast é um lugar para isso, que por trás de um documento protocolado tem também aquela articulação, o tete a tete do vereador também, né? Tem sim. É o Ô ô Mirna, o o vamos aproveitar explicar então, pessoal. Ó, quando eu cheguei aqui na Câmara, né, tô no meu segundo mandato, eu descobri que aqui tem as ferramentas legislativas, então a moção, a indicação, requerimento, uma lei, né, um ofício, são parte da caixa de ferramenta dos vereadores. E cada demanda você usa um documento específico, uma ferramenta legislativa. E a moção é quando a gente quer expressar, né, o sentimento dessa categoria pro Congresso. Olha, como porta-voz aqui de Campinas, a Câmara Municipal expressa essa preocupação que vocês faça ou que vocês façam uma moção de repúdio, porque a galera de Campinas não gostou de tal coisa e isso é apreciado aqui em plenário. Os vereadores votam e quando sai sai assinado pelo presidente da Câmara. Então tem uma força, né, legislativa, municipal. É, não é só o Igor. O Igor propôs, mas a Câmara concorda. Igor, a Câmara apreciou. passou pela legalidade, passou pelo plenário. Sim. Então, eh, é uma é uma moção da casa legislativa apresentada pelo Igor. E aí, eh, indo essa moção, os deputados falam: "Opa, pera aí, a Câmara Municipal de Campinas, os vereadores, eh, querem que a gente, né, dê uma aceleridade nisso. Existe uma importância." E aí a gente corre muitas vezes através do WhatsApp, outras vezes presencial, vai lá em Brasília, chama o deputado, fala: "Deputado, olha, eu vi que tá com o senhor, tem como dar celeridade aí na no no relatório, colocar em votação?" Então, articulação política na na prática é aquilo que mais tem efetividade. No caso específico desse projeto que regulamenta a profissão de trabalhador em refeições coletivas, quando regulamentar vai valer, por exemplo, para empresas que trabalham com a cozinha industrial, como você disse, e, por exemplo, pras merendeiras do programa Nutrir também, que estão, por exemplo, hoje trabalhando em creches, em escolas também vai valer para todo mundo. Vai valer, Mirna. A gente tá falando só no estado de São Paulo, 105.000 1 trabalhadores, muita gente, né? Então, desde a merendeira da escola, da creche, da unidade escolar, como aquela que é cozinheira industrial, eh, num hotel, no Mario Gate, num hospital, certo? Então ele, a Unicamp, os bandejões, tudo são cozinheiros industriais, todo mundo vai est protegido pela lei no Brasil, Mirna, todo e essa lei vai valer pro Brasil. Sim, sim. Então, no Brasil os benefícios passam de 500.000 1000 trabalhadores. Ah, boa. E a gente vai continuar acompanhando então, né, vereador? É verdade. E cobrando. E cobrando. Campinas são 6.000 trabalhadores. A sua maioria, Mirna, são mulheres. Maioria mulheres. É, mais de 80% do sindicato falou pra gente que são mulheres. Legal, vereadora. Agora a gente vai falar um pouquinho, né, de eventos culturais. O vereador, para quem não sabe, é presidente da comissão de cultura da casa, tá sempre envolvido, trazendo importantes discussões aqui, já trouxe inclusive em outros momentos esse ano também a questão do carnaval. A gente sabe que existe aí inclusive essa expectativa da volta das escolas de samba, que é uma um pedido, né, dos herdeiros, dos fundadores das escolas de samba e da das comunidades. Mas fora isso, a gente tem outras ações. Nós temos a questão do Natal, que hoje também fica além do centro, né, esses espetáculos que acontecem nas regiões. Nós tivemos recentemente a sua participação, inclusive eu brinquei com você que te acompanho nas redes sociais, que você foi no baile da pessoa idosa, você foi no baile das mulheres empreendedoras. Queria que você falasse um pouquinho também desse seu envolvimento com as questões culturais da nossa cidade, envolvendo aí vários segmentos. É verdade, Mirna. Quando, né, eu assumi aqui o mandato, eu não tinha muita muito pertencimento, conhecimento das da cultura, da da da do espaço cultural, né? Então eu não cheguei com essa bandeira. Aí na hora da divisão das comissões, a acabaram me colocando e pedindo para mim entrar nessa comissão como presidente. E aí com muita humildade eu chamei o conselho de cultura, secretária, a gente começou a construir. Eu fui dando espaço de fala para eles e ali eu fui observando e eu peguei rápido, né? Fui aprendendo. Isso me ajudou, né? Na segunda oportunidade, eu escolhi continuar na cultura de tanto que eu vi a potencialidade, porque um vereador que tem um viés aqui na casa mais de esquerda tem um pertencimento maior com a cultura. Já um que é de centro direita ou direita tem um pouco menos. Só que quando a gente entender o que é um ponto de cultura, o que que é um pontão de cultura, que é aquela oportunidade, você trouxe inclusive o pessoal aqui para para detalhar isso que é um pontão, que é um ponto, né? Foi porque eu acho que assim a gente demoniza muito dinheiro de incentivo à cultura. Sim. E eu antes de ser vereador também tinha esse pensamento. Para que gastar com isso? Para que cultura? Para isso aí é só para põe lá na saúde, bancar vagabundo. Eu pensava nesse nessa linha mais extrema mesmo. É, vereador. P que que cultura, cara. O cara não faz, quer fazer nada, quer ficar mamando ali no dinheiro público. É essa fala. E eu era realmente essa pessoa até entrar aqui. Quando eu entrei e comecei ver que aquela oficina, o oficineiro é aquela pessoa que dá uma aula de capoeira, uma aula de instrumento musical, uma aula de dança dentro de uma associação. E eles são pago com dinheiros, é um ponto de cultura e a fomentação desse desse dinheiro é através da cultura. e o quanto que ele faz um trabalho importante na na e cultural, na sociedade, daquela comunidade, daquela comunidade. Eu fui mudando a como eu via isso e eu entendi que era o contrário. Opa, pera aí. Eu já fui, eu não sabia, olha só, eu já fui um aluno de oficina cultural e eu não sabia o que era isso, como que isso que eu não pensei que a aula de a aula de capoeira grátis lá era da associação, mas eu nunca percebi que quem tava bancando aquele professor na associação era um projeto de fomentação com dinheiro público de um oficineiro cultural. Acho que a maior parte nem tem ideia mesmo, né? Você já parou para pensar? É verdade. A mãe manda lá o filho lá para fazer uma aula de música na na associação lá, tá, do bairro dela. Do bairro dela. E ela não sabe quem que tá bancando. Aquele professor não é a associação. A associação é o espaço que tá sendo usado. Espaço, por isso que é um ponto de cultura. Ele só usa como ponto, mas ele participa de um projeto de fomentação de um edital de convocação que vem dinheiro público e distribui aos fazedores de cultura. Entendi. Obviamente que como todo programa e projeto, a gente precisa aperfeiçoar que existe erros, mas é a mesma coisa que falar mal do SUS. Como que eu posso falar mal do SUS, né? Porque eu não conheço como funciona o SUS, mas se a gente colocar na prática é o melhor sistema de saúde do mundo. Então, e essas coisas que eu fui eh eh eh na prática, não, na teoria, desculpa, pode ser que na prática não seja, não está funcionando, mas cabe a gente político e comunidade lutar por isso. Sim. Então, hoje, né, a eu eu a sua visão ampliou, fui ampliando e entendi e aceitei. Hoje, olha que coincidência, hoje a a secretaria que mais recebe emenda de vereador é a cultura depois da saúde. Depois da saúde, porque é obrigada, a espontânea, eu tô falando, tá? A espontânea, tá? A espontânea hoje é e eh a gente tem que colocar 50% na saúde e o restante é espontâneo entre todas as secretarias. a gente aí a gente acaba hoje o que os vereadores mais mandam são a cultura, né? Então isso demonstra ô ô Mirna que que realmente a as ações culturais ela alcança de fato a comunidade. Sim, né? Se se era uma se fosse uma ação política que não dava retorno eleitoral e social, o vereador não mandava. Sim, porque é unânime, tanto à esquerda, tanto a oposição, quanto a direita, quanto o centro tá mandando dinheiro pra cultura, porque ele sabe que é a forma mais rápida e efetiva de chegar nas necessidades da comunidade que representa. Então, e tem muita gente fazendo coisa boa por aí, né, nos quatro cantos da cidade, pô. Tem muita gente fazendo coisa ruim, mas tem a maioria tá fazendo coisa boa. Coisa boa. É isso aí. A gente tem que dar destaque para essa pessoa que tá lá hoje eh eh, ô Mirna, com uma viola, querendo dar uma aula, que é um fazedor de cultura na ponta, que tá lá querendo um dinheiro. E não é muito não, gente. A gente não tá falando de milhões de reais gastos, a gente tá falando de um dinheirinho que é uma mxaria, é pouco mesmo, por aula, sabe? A não é o montante é grande, mas a distribuição também tem muita gente, né? O que cada um recebe, o que cada projeto recebe é mais para manter o custeio mesmo ali, comprar um equipamento, trocar, não são projetos milionários como eu pensava que era pelo montante quando fala que Campinas recebeu 6 milhões, 7 milhões da lei ranê, puxa, 7 milhões. Eu não vejo isso chegar na população, é porque a gente não entende como que chega, né? Então cabe a gente, como presidente da comissão de cultura, democratizar, fiscalizar para que faça chegar na comunidade. Sim. Tá. Então aí a gente tem o como você falou aqui, eu esqueci, você falou do Natal, falei do baile do da pessoa idosa, baile da pessoa lá no foi lá no Bomfim, né? Eu vi da mulher empreendedora, mulher empreendedora. Então a gente pegou, olha, Campinas tem vários pontos, né, de idosos. foi o maior, a maior concentração da, da história da cidade de Campinas dos idosos e foi o primeiro grande baile, inclusive nesse caso com fomento da prefeitura, porque antes eu lembro que a Associação dos Idosos fazia alguma coisa, mas era por eles antes, né? Isso. Exatamente. As associações sempre cumpriram esse papel. Agora, com a emenda impositiva, a gente a gente, ó, colocamos ônibus para buscar esses idosos. Foram mais de 30 ônibus que buscaram no território, nos nos pontos de de ações desses idosos, geralmente ponto de saúde, Cras também, né? Tem CR, ponto de saúde, ginásio, como do Jorge Mendonça no Campo Grande, onde já tem os grupos formados, geralmente tem aquela praça que eles usam para fazer uma atividade. Dali a gente saiu, identificamos os pontos e mandamos um ônibus, né? Trouxeram. Então foi super democrático. A gente colocou lá refeição e assim e então e parece que assim esse olhar parece uma coisa tão pequena, mas pelo menos ao que me pareceu, quem esteve lá se divertiu muito, teve uma tarde diferente e é uma forma também da gente pensar que cidade a gente quer, até porque existe uma perspectiva do envelhecimento da população. É, é verdade, Mirna. a gente tá falando aí numa demanda que ela só vai aumentar e as políticas públicas têm que se aperfeiçoar. Então, a gente já fez essa provocação e é bom quando a gente faz o primeiro porque eles são terríveis, hein? Eles já estão cobrando o prefeito para fazer esse ano. Já quer de 2026 já quer dois esse ano? Querem dois? Olha. E tá certo. Tá certo. Tem que eu tô discutindo com o Diego, né, que é o coordenador. É, eu falei, Diego, vamos fazer o seguinte, vamos fazer os micros eventos. Ou seja, pega o Campo Grande, ah, faz específico regional, faz um menorzinho lá no Jorge de Mendonça, leva na Praça da Juventude, no Ouro Verde, a gente paga um cantor, a gente via emenda, faz o evento ali e no final faz um outro grande, mas a gente vai fazendo os descentralizados primeiro lá no cafezinho, sabe onde tem um um ponto, faz ali faz de menor tambho, mas chama o pessoal para ir e depois reúne novamente. E e eu já enviei recurso para dar continuidade nesses programas. Vereador, uma outra ferramenta são as indicações e elas valem para, olha, educação, vale paraa saúde, vale para transporte. E nós temos aqui alguns destaques que começamos aqui com eh inclusive importante falar da questão da educação e questão de melhorias ali em bairros do Campo Grande, São Luís, Parque São Bento, Itajaí, Residencial Cosmos. Me conta um pouquinho as indicações das creches espaço do amanhã, né, Mirna? Olha, eh, esses, esses territórios e aí eu tenho que agradecer até ao prefeito, né? Quando a gente foi eleito, vereador pelo no primeiro mandato, tinha alguns vazios urbanos nesses nessas regiões, Mir, e também tinha uma demanda que era uma demanda eh que ela é bem cruel para quem é mãe, principalmente, para uma família toda, mas pra mãe ela é mais cruel, que é ficar brigando nas creches atrás de uma vaga. Vaga. Então, sabe aquele jeitinho que as pessoas tinham de ligar pro vereador? Igor, arruma uma vaga para mim tudo. Eu preciso trabalhar, preciso trabalhar. Me dá, me dá uma vaga, sabe? E aí eu, poxa, e a gente se sente tão limitado, porque quando a gente vai conversar na creche, a diretora fala: "Igor, entra aqui, dá uma olhada na sala, tá tudo cheia, não tem mais espaço, eu tive que tirar a biblioteca para fazer uma sala de aula e mesmo assim, né, o Conselho Tutelar entra, pede pra gente pôr mais uma através da justiça, tem fila e tem a fila". Então é um problema, não é só seu, Igor, é o problema da da do conselho, é o problema daqui também do prefeito. E eu falei: "Prefeito, a gente precisa eh olhar para essas mães, né? E a gente tem algumas eh algumas algumas alguns vazios urbanos, esse é o nome, que é os espaços que era só servia para lixo, entúho. E nós trouxemos paraa Câmara, o Dário aceitou, né? fizemos o um um estudo de demanda por eh espaço de vazio urbano para tentar entender aonde dava para fazer. E aí a gente trouxe pra Câmara, eu fui o relator, era a época de pandemia, a gente fez a audiência pública tudo via e online onl e a gente defendeu essa ideia. A gente conseguiu hoje, Mir, através dessas indicações e do trabalho legislativo junto com a prefeitura, a gente conseguiu zerar hoje a fila de creche de um distrito como o distrito do Campo Grande. Então, hoje não tem nenhuma, muito pelo contrário, tem vagas sobrando no Campo Grande. A escola, por exemplo, do Parque Tajaí, hoje eu sou o presidente da comissão das construções de novas unidades escolares. Então, eu recebo um relatório eh bimestral, tá? sobre a demanda, sempre faço um requerimento. Então, hoje nós temos no Campo Grande a creche do Itajaí, tem vaga sobrando hoje. Então, a mãe que tá precisando, a gente consegue remanejar, entender. Os desafios hoje mudaram, mas é uma coisa assim, é uma ação que a gente vai deixar um legado incrível para essas mães. Agora a gente tem que aperfeiçoar pra creche integral, para algumas idades ter período integral, mas já conseguimos já um avanço muito grande que a construção dessas cinco creches no Campo Grande, 16 em Campinas. Sim, né? Obviamente que a região do Campo Belo Viracops é uma região que ainda tem vaga eh faltando, porque lá nós temos um problema de desenvolvimento irregular. daquela região não tinha área institucional a É. Então a gente não conseguiu ali naquele momento área para para creche, mas hoje o ônibus pega as crianças, leva para uma outra área. A gente tem que superar isso. Agora o desafio é esse, mas são novos desafios, tá? E nesse mandato a gente continua à frente da educação agora nas construções de novas unidades escolares. Foi um ainda pro ensino infantil, não agora é para para agora. creches. Não, não, agora, desculpa, é pra escola. Ah, agora já é a partir do primeiro ano. Então, é, é pensando quando essas crianças sair, essas crianças estão começando, né? E quer dizer, tem mais tem mais criança do que vaga agora na escola de ensino fundamental. Quando elas saírem da creche não vai ter vaga. É, então já tem que se antecipar também nisso, hein, vereador? Já tem que se antecipar. E o prefeito ele assumiu um compromisso na campanha dele de construir novas escolas. Então, a gente já montou essa comissão para sempre dar aquela lembradinha no compromisso dele, porque a gente também vendeu essa ideia, né? Sim, sim. Então, a gente, a, a comunidade cobra o vereador. P você falou aí, eu sei o Dário que ia fazer escola e tô tendo problema. blá. Então, a gente tá aqui, chama o secretário, chama a secretária, né, a Fumec e eles já estão levantando áreas nas cidades, a gente já tá participando da indicação, aprendemos agora, trouxe o Conselho Tutelar aqui para dentro da comissão para porque agora a gente aprendeu a ser mais assertivo, tá? Sabe, olha, conselho, eu quero que você também indica lugar, você que recebe também essa demanda, onde é que é que a gente poderia, qual é a dificuldade? Então, para ser bem assertivo, nós estamos é porque às vezes tem grandes ideias, mas colocam uma creche ou mesmo até essa escola de ensino fundamental em um bairro que não teria tanta demanda. É para não acontecer isso. Exatamente. É para não acontecer isso, tá? pra gente discutir com a comunidade, com a Câmara Municipal. Os vereadores vêm, participam, discutem, eh eh e também trazem alguns pontos importantes até a oposição. Eu acredito que quando uma oposição é inteligente e construtiva, ele colabora pro governo também ser mais inteligente e construtivo. Isso é importante. Sim. No ano passado, nós tivemos o anúncio aí pelo governo do estado de São Paulo para, enfim, depois de muito tempo, a construção do hospital metropolitano. Só que é uma cobrança que vinha tanto de Campinas quanto dos municípios conurbados aqui da RMC. E o senhor também é um dos vereadores que fazia essa cobrança ao governo do estado. Fala um pouquinho agora como que em que pés nós estamos quando a gente pensa nesse hospital metropolitano aí que parece que vai ser naquele cinturão ali perto do Mario Gate. É isso mesmo? É isso mesmo. Olha, tive com o governador Tarcísio, eu levei essa demanda junto com o prefeito Dário da necessidade da construção do hospital metropolitano. Mirna, hoje Campinas ele recebe a demanda, né, através do cross de todas as cidades da RMC. E hoje o governo municipal ele investe mais do que a lei eh determina e mesmo assim tá faltando leito, tá faltando vaga. Então é importante o governo, o governador entender essa demanda e trazer pra cidade um um hospital metropolitano, né? O governador Tarcísio, ele tem uma característica diferente de alguns outros governadores que passaram, que ele gosta de obras grandes. É aquele governador, né, que ele ele pensa nessas obras grandes, trem terciidade, hospital metropolitano. Então, aproveitando essa característica dele, a gente colocou essa demanda. Então, mais do que mandar um ônibus para uma cidade pequena que não tem um hospital escrito saúde é para todos e pegar encher e trazer para Campinas, chegar aqui, não conseguir disputar essa vaga com os moradores que já está superlotado, o governador assumiu esse compromisso e agora o município já doou a área que é ali perto do Hospital Mário Gate, que foi uma área que nós fizemos a indicação para ele também daquela área. Onde era o DPJ? É isso. Isso. Onde era o DPJ, departamento de parques e jardins, do lado do AM. Do lado OK, né? Então, eh eh Campinas ganha com isso e e no contraponto também, né? O governador ele tá levando pro distrito Campo Grande, é importante dizer, uma praça da cidadania. Então é um, porque ele tá sendo muito cobrado de não fazer aquelas ações eh de de ações pequenas, tá? que o município às vezes tem esse costume. Então é importante dizer que o governador ele tem ajudado a gente em programa, sim, tem levado a carreta, tem dado acesso pra gente levar as demandas e só que a característica dele é essa característica, tá, né? características de o de de as pequenas ações tem que ficar mais ali no o vereador pontuando. É isso. É, a gente articula, ô Mirna, na prática não é com o governador, a gente articula com o secretário da Casa Civil, o Roberto Carneiro, tá lá para atender e o governador a gente deixa para levar os problemas maiores do da região metropolitana. Então é isso, o governador ele gosta, ele tem essa característica, né, de fazer essa essas grandes obras para destravar o o estado de São Paulo, para permanecer o estado, o estado mais rico da nação. Então é é isso que que que a característica do governador, eu já captei como ele trabalha e agora a gente tem que levar essas demandas que é muito importante. Igor, o nosso tempo tá acabando e você mencionou em um ponto aqui do nosso podcast que esse ano, lembrou que esse ano é um ano eleitoral, um ano que nós podemos aí ter umas questões polarizadas. Como fica o trabalho do vereador nesse ano de 2023? 26 26, gente, dentro desse contexto. É verdade. Vai ser um ano, Mirna, como eu disse antes, polarizado. A casa legislativa aqui da Câmara deve ter muita discussão. A gente vai continuar com o nosso propósito, que é um vereador, um vereador que tenta sempre trazer respostas concretas, como a gente falou nesse podcast, a gente falou muito pouco aqui de de esquerda, de direita, de polarização. A gente tá falando de ações que impactam a vida das pessoas. Porque o meu público, o meu eleitor e a minha proposta de ter vindo paraa vida política foi tentar ter mais influência para conseguir entregar mais. Eu já fazia isso no social antes, quando eu coloquei meu nome à disposição, era com esse propósito. Obviamente que a gente tá aqui e tem a narrativa e não dá para fugir disso. Então a população esse ano vai ter uma Câmara Municipal mais aí, digamos, aguerrida nas questões da polarização, cada um com a sua proposta, ideologia e a gente vai tentar o máximo possível eh aproveitar o momento político para abocanhar uma emenda parlamentar. uma emenda para construir aquele problema que o Dário ainda não conseguiu. A, mas são as emendas impositivas do prefeito. Mas também o vereador pode trazer emendas federais também. É porque os deputados vão estar na rua pedindo voto e apoio. Então os os deputados vêm quem? nos vereadores que são que sabe o que precisa ali naquela cidade. Então essas alianças a gente consegue converter em obras concretas pra comunidade. Compreendo, tá? Vou dar um exemplo. O o deputado Marcos Pereira, que é o presidente do meu partido, digo, preciso aí eh em Campinas ter um trabalho, olha, manda pra bolsa atleta. Então agora saiu o Bolsa atleta, o edital foi feito o chamamento, vai beneficiar aqui mais de 60 esportista. E isso é recente, essa semana nem colocamos na vem para Campinas isso e vai e veio para Campinas, entendeu? Então são assim, eles ele tem as emendas em positivo, a gente direciona e depois faz um trabalho e explica: "Olha, foi esse deputado que fortaleceu". Então, é um momento que que a gente tem que aproveitar e tentar trazer o máximo possível de benefício que chegue até a comunidade. Então, é importante também a população conversar com o vereador que votou, seja ele qual for, para falar: "Olha, esse ano os deputados vão vir em cima do senhor aí, vereador, lembra da gente aqui, aquilo que você prometeu e ainda não conseguiu ou aquilo que você comprometeu, mas ainda não tem dinheiro, esse ano os deputados têm essa possibilidade." Então isso desenvolve a nossa cidade, ajuda o prefeito e é o que a gente quer na política pública, tá certo? Então, Igor, muito obrigada pela sua participação e aí já fica um convite para trazer mais informações e tudo mais de trabalho aqui no legislativo e também dessas articulações. Combinado, ô Mirna? Tá combinado. Agradeço mais uma vez, viu? Muito obrigado. Um maravilhoso programa aqui pós carnaval. E olha, gente, esse ano a Mirna não pulou o carnaval. Verdade. É, não pulei o carnaval, fiquei mais tranquila. Mas eu também, viu, descansando um pouco, né? Porque esse ano vai ter muito trabalho. É isso aí. Muito trabalho. Todo ano tem, mas esse ano, justamente por conta dessa polarização, a gente que trabalha aqui na área política, olha aí, trabalha em dobro. Vamos em frente então, Brina. Parabéns. Obrigado. Até mais. Olha só. E o na Casa do Povo fica por aqui. Lembrando que inclusive a primeira e a segunda participação do vereador Igor Diego tá lá no youtube.com/tvcâmaracampinas. E se você quiser acompanhar mais o nosso podcast, vai lá na playlist do Na Casa do Povo. Até um próximo podcast. เฮ