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Na Casa do Povo | Arnaldo Salvetti
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Na Casa do Povo | Arnaldo Salvetti

33 views Publicado 29/05/2026 HD · 41:37

Descrição do vídeo

No programa desta semana, o vereador Arnaldo Salvetti (MDB) comenta importantes temas ligados ao desenvolvimento econômico, cultural e social de Campinas, além de destacar a atuação do MDB, partido que completou 60 anos de história no Brasil no último dia 24 de março. Presidente municipal da legenda, Salvetti relembra a trajetória do Movimento Democrático Brasileiro em Campinas e a participação do partido em momentos importantes da política campineira. Conhecido como o “Criador das Feiras Noturnas”, o vereador também detalha os avanços conquistados para fortalecer esse importante polo gastronômico e de geração de renda da cidade. Em parceria com o deputado federal Carlos Sampaio e com Jorge Caruso, Salvetti articulou a destinação de R$ 500 mil para a locação de banheiros químicos durante um ano nas feiras noturnas de Campinas. O parlamentar ainda destaca a busca por novos recursos para financiar atrações culturais e musicais ao vivo, além de projetos para expansão das feiras em âmbito estadual e intermunicipal. Outro tema abordado é a revitalização do Centro de Campinas. Arnaldo Salvetti relembra sua atuação como presidente da Comissão Especial de Estudos que analisou propostas e critérios para as obras de revitalização da região central, discutindo os desafios de mobilidade, comércio, ocupação urbana e valorização do espaço público. Durante a entrevista, o vereador também fala sobre sua experiência à frente da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, período em que desenvolveu ações voltadas à qualificação profissional, incentivo ao empreendedorismo e geração de emprego. Atualmente, Salvetti segue apoiando feirões de emprego, cursos profissionalizantes e iniciativas voltadas à inserção da população no mercado de trabalho. O programa aborda ainda o debate sobre o retorno dos rodeios em Campinas. Salvetti comenta o Projeto de Lei nº 238/2024, que propunha regulamentar feiras agropecuárias, provas equestres, exposições, leilões e rodeios, estabelecendo normas de proteção e bem-estar animal. A proposta acabou rejeitada e arquivada pela Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara Municipal. O vereador relembra também os debates realizados anteriormente pela Comissão Especial de Estudos criada para discutir o tema na cidade. Outro destaque é o Projeto de Lei que institui o Dia Municipal do Handebol em Campinas, a ser celebrado anualmente em 26 de fevereiro. A proposta busca incentivar torneios, festivais esportivos, ações pedagógicas, campanhas de conscientização e projetos sociais que utilizam o esporte como instrumento de inclusão e desenvolvimento social. 📺 Assista ao programa completo e acompanhe os principais debates sobre política, esporte, cultura, trabalho e desenvolvimento urbano em Campinas. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [música] [música] mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana conversa com um vereador ou uma vereadora do legislativo da nossa cidade. Hoje quem está aqui com a gente é o vereador Arnaldo Salvete, que vai falar um pouco do seu trabalho. Mas como é de praste, eu vou fazer logo no início a minha audiodescrição e na sequência o vereador também. O meu nome é Mirna Breu, eu sou mulher negra de pele clara, cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras, olhos castanhos. Hoje eu estou com a blusa cacharel, mas sem mangas preta. Ao meu fundo, eu tenho aqui o estúdio do Na Casa do Povo. Tô com uma saia, apesar de tá sentado, o estúdio tá aqui, tem uma mesa toda em preto. Estou com uma saia também aqui, ela é considerada CAC. E aqui à minha esquerda, nós temos aqui na Casa do Povo escrito em azul e branco. Vereador, seja bem-vindo. Eu já o convido a fazer a sua audição. Bom, eu eu tô de um um palitó marrom, calça bege, né? Camisa azul para combinar com meus olhos que é azul. Sou minha cor é clara, é branco. Sou branco, né? Claro, branquinho, né? Sofre para caramba no sol. e tenho meus meu cabelo é castanho. Vereador, o senhor já esteve aqui falando um pouco da sua trajetória pessoal, da sua trajetória profissional, da sua atuação política e eu queria que o senhor falasse um pouquinho de 2025 para cá, esse mandato agora, como que tem sido pro senhor e esse momento da vereça. Bom, 2025 é um mandato, eh, a gente vem de uma reeleição, né, com com praticamente o dobro de votos, 7.000 7.000 votos, faltou dois votos para 7.000 votos, mas com uma responsabilidade maior, né, porque a cobrança também da população é maior, né? Eu sou conhecido praticamente eh em toda Campinas, eu tive voto em todas as urnas de Campinas, pelo menos um voto eu tive. Então eu acabo sendo conhecido até pelo trabalho que eu faço na questão da cultura, na questão do entrenimento, porque é uma outra vertente, né, vereador, geralmente a gente conversa com parlamentares lembrando que quem é vereador, apesar de ser de um bairro, de outro, morar em lugar outro, é vereador da cidade toda, mas é innegável que acaba eh tendo aquela similidade ou onde é o negócio ou onde é a moradia. E no caso do senhor não tem muito a ver com a questão, digamos que geográfica. É mais por temas. É isso, vereador. É exatamente. Eu não tenho aquela questão que o pessoal fala muitas vezes que tem uma base eleitoral muito forte, embora construir eh numa região um um trabalho forte, mas eu tenho trabalho na cidade inteira pelo trabalho que eu venho, pela questão do empreendedorismo, pela questão do lazer, pela questão eh da cultura. Eu gosto muito de eh eh incentivar os jovens, incentivar a cultura para poder as pessoas eh muitas vezes eh eh não vão realizar o seu sonho, mas dar oportunidade, porque as pessoas quando você dá uma oportunidade as pessoas crescem, as pessoas parece que tem uma relação melhor naqu questão social naquele bairro. [roncando] Vereador, vou começar então falando um pouco sobre aquilo que eu acredito que é um dos temas que mais lembram de Arnaldo Salvete. É a questão, primeiro a gente lembra que hoje inclusive é difícil a gente andar em alguns bairros e verem grandes feiras de urnas, como existia antigamente. Algumas ainda sobrevivem aqui, outras têm só a banca de pastel, né? Acabou sendo reduzida. Mas o grande sucesso são as feiras noturnas. Eu queria que o senhor lembrasse um pouquinho para quem não conhece ou para quem não sabe a história, esse quando, qual foi o intuito, como deu esse start de que Campinas e que as feiras noturnas dariam tão certo na nossa cidade? Bom, as feiras as feiras, o start foi justamente por causa das feiras de urnas, né? as pessoas que trabalham na fila de urna, que são os feerantes, os trabalhadores, né, que que lá exercem sua profissão de fe, eles estavam com muitas dificuldades, né, até por pelo fato de ter mudado o perfil das pessoas, mudado a o perfil das mulheres, né, as mulheres antigamente, que nem a minha mãe, eh, frequentava muito a feira de urna, né? Hoje as mulheres têm um trabalho, elas ajudam sustentar a família, elas estão no mercado, estão trabalhando nesse horário. Exatamente. Aí eu pensei comigo, falei: "Bom, mudou a a questão eh [roncando] do perfil, mudou a questão da cultura, né, das pessoas irem de manhã cedo, logo cedo na feira". Eu pensei comigo, se as mulheres trabalham, ajuda no no na questão da casa, eh, e vão pro mercado a hora que sai do trabalho para fazer sua compra, para levar sua compra para casa, para, eh, poder no dia seguinte sair cedo para trabalhar, eu falei, vamos criar as feiras noturnas para dar oportunidade, não das mulheres, só para as mulheres que trabalham, mas também a família ter um lazer naquela naquele bairro, uma questão social de poder se conhecer. ser melhor, porque muitas vezes as pessoas não saem nem de casa à noite, né? Sim. Então, o intuito da feira noturna foi primeiro gerar emprego, empreendedorismo para poder melhorar a renda dos feirantes. Segundo, é da oportunidade da mulher que tá trabalhando ir junto com o marido, com os filhos, pra feira à noite, poder comprar um frut aquele frut que acabou de sair, né, da da que tá fresquinho, eh, a questão eh de um de um pastel, a questão de um lanche artesanal, o marido tomar um chopinho artesanal, curtir uma boa música, porque nas feiras noturnas eu eu fiz questão de de ter quatro questões para montar a feira noturna os feirantes, que é a música, a questão do do banheiro químico, a limpeza da área da feira e o brinquedo gratuito para as crianças. Então você tem ali um um lazer que é um lazer que o pessoal vai que não tem cobrança, não tem valor a ser gasto. É diferente você ir no shopping com a família, você já paga o estacionamento, paga o brinquedo, paga até a água que toma, né? Sim. Então assim, na feira noturna não, na feira noturna o pessoal tem lá o lazer, tem sem dizer a questão do social, né? As pessoas voltam a se conhecer e fazer inclusive aquilo que faltava muito tempo atrás, a se conhecer os vizinhos. Muitas vezes o vizinho nem se conhece e na fena noturna acaba se conhecendo, curtindo uma boa música e dando emprego pros músicos também. Isso é importante. Sim. É, sempre tem. Lembrando que quem cuida da organização é a CETEC. É isso. É a a organização, a organização da feira. Quando eu montei, a gente, a CETEC ajudou a organizar a montar as feiras, tá? Hoje a a CETEC fiscaliza as feiras noturnas. Cada feira noturna tem um coordenador para poder a feira, ela é esse coordenador é eleito pelos ferantes para poder ali ter uma uma regra, né? Cumprir a regra. E tem o sindicato dos fees que também ajuda a a organizar ao sindicato dos feirantes que que era de todas as feiras também abrange a feira noturna. Abran as feira noturna. também ajudando, né, a organizar, a dar de repente algumas ideias paraa CETEC, porque a CETEC é um órgão que além de dar o espaço público e e a e e os ferantes pagarem aquele espaço público, ela fiscaliza, né? Vê se tá tudo em ordem, vê se tá se tem se tem algum feerante que tá trabalhando direitinho. Então tem ali todo um um Mas sempre foi uma foi de comum acordo, né? Sim. Agora o senhor diz inclusive de da função de cada um e a gente lembra, né, para ir à feira hoje, inclusive tem a questão de uma estrutura mínima que tem que ter. E eu vi aqui que uma das suas ações foi conseguir aí uma destinação de R$ 500.000 para a locação de um ano de banheiro químico para as feiras noturnas. É para todas, vereador? É para todas as feiras noturnas. O que que acontece? as feiras noturnas, embora eu tenha discutido muito isso com o prefeito Dário, eh o solo público não é caro, né? A gente sabe que não é caro, mas quando você pega o contexto do solo público, a segurança que eles pagam particular tem uma pessoa fazendo segurança, você tem o custo da limpeza pósfeira. Pós-feira você tem o custo do músico, embora seja gratuito para as pessoas, mas eles pagam o músico, o custo dos brinquedos para poder manter os brinquedos gratuitos para as crianças e o custo dos banheiros químicos para poder ter um banheiro ali para aquele pessoal que tá naquela feira poder usar. Então a gente teve aí a indicação de um deputado, né? Eu acho que é tem que dar o nome porque a gente tem que agradecer as pessoas que nos ajudam e tá ajudando não o Salvete, tá ajudando os feirantes. Através do sindicato dos fees. Eh, esse deputado que chama Carlos Sampaio, um grande amigo, fez uma doação de R$ 500.000 R$ 1000 para poder ajudar no no custeamento dos feirantes através do banheiro químico. Então isso vai ajudar os feirantes, porque tem muito feirante eh eh que queira não queira eh o custo é ele não ganha numa feira, ele ganha durante o mês, porque ele faz a semana inteira um bairro de cada dia. Então ele fazendo aquele baixo segundo, terça, quarta, quinta e sexta para chegar no final do mês, porque todo dia eles estão na feira e fechar um orçamento para poder tirar o lucro dele e pagar tudo a despesa. Então isso vai ajudar muito os ferantes. Eu tenho conversado com o prefeito Dário, as feiras de Campinas elas viraram um ponto turístico da cidade. Sim. Na emenda impositiva da Câmara Municipal, já consegue se fazer alguma destinação pra feira noturna ou não? Não, eu eu gostaria muito de fazer a destinação do meu da minha emenda positiva para poder inclusive pagar os músicos. Só que nós temos um problema, como é a feira noturna, não é um não é um, vamos dizer que nem tem a a as mulheres empedora que é um programa, que é um programa, eu não consigo destinar verba para a CETEC para pagar o músico, porque a CETEC não é a CETEC que paga, quem paga é os feirantes. Então por isso que eu venho lutando bastante com o Dário, rever a questão das feiras noturnas para poder incentivar novos feantes. Qual seria a saída? ela ser um projeto, por exemplo, de trabalho e renda é uma saída. Então, eu protocolei um projeto de lei e na Câmara passando as feiras noturnas para a Secretaria de Trabalho e Renda, porque queira não queira é um projeto de empreendedorismo, né? Mas aí é uma discussão que tem que tá, lógico que tá, o projeto tá protocolado, tem que ter uma discussão aberta com os feirantes, tem que ser uma discussão aberta com o secretário de trabalho e renda. Eh, eu acredito que na Secretaria de Trabalho Rente tem que ter uma diretoria, eh, criar uma uma uma diretoria nova para as feiras, não é só a feira noturna, eu acho que para as feiras, as feiras noturnas, as feiras que muitas vezes na CETEC, o pessoal pega, pede auturação, feira do do empreendedor, feira do do Vamos, vamos pôr aí uma feira de exposição, uma feira uma feira agro, várias feiras que podem, uma feira de pet shop, pé de pet de né? Então, o que que acontece? Eh, eu protocolei na Câmara por quê? Quando você você tem o programa, você já tira a questão de cobrança de solo público, entende? E a prefeitura pode auxiliar em algumas situações de estrutura, embora o Ferante tem a estrutura dele, mas aí eu posso, a gente pode designar uma verba impositiva pro banheiro, uma verde impositiva pros brinquedos, uma verde impositiva para poder incentivar, ter uma atração. De repente agora nós vamos ter a festa, a questão de junho e julho, as festas junina e julina. Eu acho que assim ajudaria muito se se transformasse as feiras noturnas num num num programa num programa. Sim, vereador. Então a gente vai acompanhar aí essa essa tramitação do projeto aqui na Câmara, enquanto, como o vereador Salvete disse, tem que ter muito diálogo acerca desse tema para que isso futuramente vire uma política pública na nossa cidade, né, vereador? É, na verdade ela já virou uma uma política pública. Veja bem, eh tem a a feira noturna, ela virou um turismo na cidade. Além de ser um turismo interno da cidade, das pessoas vir em outros bairros conhecer as feiras, nós recebemos muito, muitas pessoas de outras cidades que venha na nossa feira, porque esse vídeo é cidade que jáitou Campinas. Exatamente. Nós fomos aí o o que eu falo que tudo que se lança em Campinas se ela se copia na região e eu sou testemunha disso porque eu fui convidado por seis ou sete cidades para ajudar a montar a feira noturna, né, dar a passar a experiência que nós tivemos em Campinas. Então eu acredito que essa questão da feira noturna para Campinas e podemos ampliar cada vez mais as feiras, se tiver o apoio realmente eh desse programa, a gente consegue criar de de 40 e poucas feiras criar para 90, 100 feiras noturnas, porque tem bairros que pedem feira noturna. Sim. que que faça fena noturnaquele bairro, mas você para você implantar uma fena noturna e ela realmente firmar, ela demora uns três, qu meses. Então imagine, você vai na CETEC, tira autorização pra feira noturna, eles têm que pagar todas as taxas para poder para poder ali aquela feira. Então eles não aguentam até três 4 meses as feira pegar aquele aquele aquela questão das pessoas saber que tem a feira naquele bairro, ela pegar uma situação de venda pros fees, ela ela tem um um tempo. E eu acho que se transformar em programa, a gente tira o custo da feira. Eles não, nós não vamos tirar a responsabilidade deles de continuar eh limpando o solo público, ajudando a conservar, ajudando a questão se não tiver ainda condições de pagar o músico, eh a questão do banheiro químico. Mas vamos supor que a gente consiga ajudar a eles a a a custear o banheiro químico, custear o músico, pô, dá d dar condições deles investir na divulgação, de de investir na própria organização de padronização das feiras, entendeu? Então assim, eh, por isso que é é é tem necessidade, não adianta só pegar o programa e passar para a Secretaria de Trabalho e Renda. Tem que ter alguém ou uma diretoria ou uma coordenação para ajudar a coordenar, ajudar a a criar as novas feiras para poder a a feira poder crescer cada vez mais. Inclusive fazer uma análise de onde tem mercado para isso, onde tem público também para que elas possam eh expandir. Campinas ainda tem muito espaço, né, vereador? É, nós estamos numa cidade de 1.3000 habitantes, eh, aonde você tem hoje na a de urnas são 90 fe ceras de urnas. Então, se tem 90 feira de urnas, pode-se criar o as outras que faltam para chegar a 90. Só que precisa incentivo pros ferantes, porque assim, nem todo mundo é ferante. Não adianta você pegar eh nas feiras quando eu criei, eu dei oportunidade da pessoa que trabalha no bairro faz um pão caseiro, faz um bolo a vir para a feira noturna. Sim. Então, se você não incentivar aquele morador daquele bairro a vir paraa fena noturna para fazer criar um um um evento aonde tenha bastante eh entendimento, eh serviço, né? A questão de gastronomia, então não adianta, porque muitas vezes você tem feira de urna, você vai lá, tem um só o pastel vend. Não é isso que nós queremos. Nós queremos dar oportunidade das pessoas vir pra feira, dar a oportunidade dela trabalhar e e ela própria ter a receita dela para ajudar no no orçamento familiar. Vereador, você também esteve bem envolvido com a questão que ainda não está sanada em Campinas, que é a revitalização do centro, né? Nós fizemos já tivemos avanços, com certeza, mas hoje o que que o senhor acredita que ainda a gente precisa também ter para avançar ainda mais no centro de Campinas? Bom, primeiro é o Campinas é aquilo que eu eu sempre falei, só você só traz eh novas empresas para Campinas e não é diferente no centro. Se se você tiver um programa incentivo, questão de impostos, SS, imposto predial, você dá oportunidade do empresário vir investir em Campinas e no centro não é diferente. Embora o prefeito teve sim incentivo no SS, o retrofite teve teve a questão do retrofite. Só isso não não adianta, né? A gente a gente até conversou bastante de lá no Pará da Justiça você ter a questão dos serviços da prefeitura. Eh eh eh eu venho, eu eu discuto de levar mais serviços para o centro. Eu a Câmara Municipal de Campinas eh eh para mim seria importantíssimo a Câmara ir para um prédio no centro da cidade, né? A questão do poupatempo, nós tiramos o poupaempo do centro, levamos para um shopping que queira não queira você leva público. Sim. Nós tiramos o público do que vinha pro centro para ir para pro shopping, dando oportunidade do shopping, inclusive tá lá eh tendo aí uma uma um público que poderia estar no centro. Eh, e a outra coisa que eu tenho que tem que tem que nós temos que trabalhar, mas aí só questão, ô vereador, já que o senhor falou do poupatempo, só que o poupaempo, essa decisão é a decisão do estado ou a prefeitura que articulou? Só pra gente, porque o poupaempo é do estado, não é da prefeitura, né? Então, mas me desculpe, é do estado, mas a prefeitura poderia ter tomado uma uma uma, vamos supor, uma postura de querer o poupa tempo no centro da cidade. Entendi, né? Nós até tentamos, não vou falar que não tentou levar pro pro saguão da prefeitura, mas não adiantava o saguão. Tem que ter é grande muita coisa no Exatamente. Você tem lá prédios abandonados no centro da cidade. Então assim, eh, não vou dizer, não vou apontar para de quem errou, mas eu acho que a própria Câmara, nós vereadores, o próprio prefeito, nós tínham podíamos ter feito uma uma força maior com o governador e de e não ter deixado o Popatembro da cidade, correto? Certo? Eh, aconteceu, não tem aconteceu, mas agora nós temos que rever da cidade. Eh, eh, eu acho que esse trabalho que o Dário vem fazendo de rever a questão do do imposto foi excelente. Rever a questão do do você acabou de falar do do fin do retrofit, só que também acredito que tem que se pensar num programa de eventos no centro da cidade, eventos noturnos. além daquela questão de ter alguma coisa no Largo do Rosário. Às vezes, às vezes, mas nós temos que levar por sendo a cidade uma questão eh de eventos noturnos, né? E há pouco tempo nós tivemos lá um uma questão de discussão das bancas na no centro da cidade. Eh, eu acho que foi foi impensado aquele assunto. Eu acho que poderia conversar com com o o pessoal dos permission da CETEC, os camelô, que o Carlinhos é é presidente da associação e refazer uma estratégia de de de fazer um trabalho com eles eh dentro do centro. Não tem um trabalho de fazer um shopping popular num local. Por que que não fazemos um shopping popular no centro da cidade? Ver os prédios abandonados com chamar a associação, chamar chamar o pessoal. Agora não adianta pegar os camelôos, os os permissionários e simplesmente pôr no prédio. Você tem que lá em cima que vai ser, né? Você tem, mas então, mas aí que tá eh, eu acho que a prefeitura tem que tomar a decisão junto com tem que ser naquele quadrilátero mesmo, o principal ali entre Campos Sales, glicério, ali naquela tem prédios fechados. Sim. Então assim, se você fazer um trabalho em conjunto, mas não adianta só pegar o permissionário e falar: "Você vai para aquele prédio". Se não tiver alguma coisa que leve a população ir para aquele prédio, correto? Então tem que se tem que se pensar em coisas novas, inovação, né? Eu falo pros feirantes, eu o feirante ele criou a feira, se ele não não ter criatividades para poder cada vez mais trazer o público a feira, ela vai morrer também. Não adianta ser aquela feira, tem que acompanhar a evolução. A evolução. Então assim, você tem que pensar em a em as situações e nós temos um problema, um problema crônico na cidade que é os os moradores de rua, né? É, infelizmente, eh, eh, outro dia eu tava conversando com os com os comerciantes, tem que te tomar uma uma uma atitude mais firme, porque você escuta o morador de rua falar ou se você conversar com eles, as cidades mandam eles para Campinas. Sim. Campinas ficou uma um um local ainda é fácil a pessoa almoçar, jantar, tomar. Vou para Campinas que eu tenho tudo. Eu tenho tudo. Então assim, tem que ter uma regra, tem que ter uma fiscalização. Eu eu eu sou contra e ficar dando esmola no semáforo. Você quer contribuir com a sociedade, vai numa igreja, vai numa entidade, faça sua doação. Por quê? Você não sabe para quem você tá dando ali no semáforo. Então, se a gente não mudar os nossos hábitos também, não adianta ficar só cobrando do poder público a mudança, né? Então acho que tem tem que ser uma mudança com todo mundo envolvido, entendeu? Inclusive a sociedade. Vereador, vamos falar um pouquinho de esporte. Inclusive abriu o nosso podcast falando do seu apoio ao esporte e uma das propostas nesse segmento é o dia municipal do handball. Qual que é a importância da gente pensar nessa data, inclusive promovendo atividades com os atores que fazem parte do handball em Campinas? Bom, primeiro com o handball. E antes de eu propor essa lei do do dia do handball, quero que todo mundo saiba que eh é feito um trabalho com uma duas meninas que a Carol Jaqueline, que que fazem um trabalho com meninas órfãs, aonde eu venho já desde o começo ajudando elas na questão de poder eh treinar essas meninas. Essas meninas foram competir para fora, competiram por Campinas, foram campeã, foram campeã fora do Brasil. Então eu eu eu coloquei esse dia do handball porque eu acho que é uma é uma data aonde essas meninas que vem fazendo um trabalho e para as meninas que se recuperaram através do esporte, né, ter um dia para comemorar, né, um dia um dia significativo para elas, porque é só quem participa que sabe, né? A gente não adianta a gente ficar, a gente ficar aqui e eh debatendo um assunto. Muitas vezes a população não sabe o que tem através do handball, o que é o que é feito através do esporte handball, né? Então assim, é importante as pessoas procurarem a saber. Eh, com elas eu vejo que a gente ajudou muitas meninas. Agora, eh, quando eu falo meninas, é lógico que tem os meninos também que fazem parte. Sim. E por isso que todo ano eu faço uma contribuição para poder através do esporte que tem fiscalização, tem todo um um critério para elas poderem todo ano est recebendo essa verba impositiva. E vem dando muito certo. Agora acabaram de de ter arrumar um outro espaço lá no São José que mais um um local para treinamento, para inclusive tirar as crianças da rua para poder você criar o homem da amanhã. Tá certo? Então a gente quer mostrar aqui, depois o senhor passa pra gente nossa equipe de reportagem até o local conhecer esse trabalho que com certeza ajuda toda uma comunidade, né, vereador? Eu gostaria até, se é possível, não sei, através entrevistar as meninas que são são as duas, elas virem aqui contar a história, porque eh muitas vezes a gente contando não tem aquele aquela aquela mesma, só elas sabem o que elas passam. Exatamente. E quando eu conheci, eu fui o primeiro a querer sempre estar ajudando, porque eu vi que ali ela realmente faz um trabalho de recuperação com as meninas e com os meninos. Sim, isso é é uma não vou dizer é um é uma gota, né, no no oceano, mas é uma gota que tem feito a diferença, porque eu sempre disse na minha campanha, no meus, porque a gente vai recuperar a saúde, a segurança, se você investir no no adolescente e nas crianças, se você formar os homens do bem da manhã, você vai ter menos problemas com segurança, menos problema com saúde. Então, se a gente investisse mais no esporte, eu não falo só ren ball, não. Aí eu ajudo outras categorias eh na questão do esporte que você eh tira a criança da rua, eh ela melhora a educação dentro de casa, né? Porque ela ela é ela ela começa a ter valor na questão eh de educação com as famílias, com o pai, com a mãe e com o professor. Vereador, eu deixei o digamos que o tema mais polêmico pro final, né? Mas não é um final, eu que eu sei que vai ter bastante coisa pro senhor falar. A gente tá no meio aqui do nosso podcast na Casa do Povo, que toda semana conversa aqui com o vereador, uma vereadora. Nós temos o projeto de lei 238 de 2024, que recentemente inclusive foi arquivado em reunião da Comissão de Constituição e Legalidade. A gente, para quem tá em casa entender, todo projeto que um vereador apresenta, ele passa pelas comissões, elas discutem. Se precisar, esse projeto passa por vistas para ele ser reformulado. E esse projeto recentemente, agora no início de 2026, há um mês mais ou menos da gravação desse programa, ele foi arquivado pela comissão de constituição e legalidade, que é a primeira matéria, que é a primeira comissão. Desculpe, esse projeto, ele prop ele, a proposta dele era regulamentar a realização de feiras agropecuárias, provas, equestres, exposições, leilões e rodeios, garantindo estabelecimento, estabelecendo normas para a proteção e o bem-estar a dos animais. O senhor quer começar de trás para frente ou senhor quer explicar como surgiu o projeto e agora o que aconteceu com o projeto. Me fala por onde o senhor quer começar. Bom, o projeto eu tenho, eu eu desde quando eu fui eleito vereador, eu tinha um grupo que eu fiz parte no passado. Nós fizemos a última festa de rodeio há 20 anos atrás. Eu não vou falar para você que 20 anos atrás o tratamento dos animais era diferente. Tinha realmente eh a questão, talvez não tinha aquela observação de tratamento com os animais, tal, né? que hoje os cuidados, hoje os cuidados é totalmente diferente. Tem regra, tem regra a nível da do do federal, estadual para poder você fazer um rodeio, né? Você não vai lá, só faz o rodeio como antigamente fazia, né? Então a gente hoje mudou muito, depois de 20 anos, quase 24 anos atrás, eh na na eh mudou a questão da da fiscalização, eh, dos cuidados com os animais que estão no rodeio, né? Se vocês não sabem, nós temos uma lei em Campinas que é um estatuto que tem dois artigos que proíbe, né? Não é só em área pública. Eu tava até discutindo com com com o Vandão hoje de manhã, ele achou que era pública. Não falei, não é arenha pública. Qualquer área proíbe em qualquer lugar. Proiber lugar. Campinas é proibido você fazer e eh um uma feira, né? E e você pô lá em exposição animais, né? Você não pode pôr animal nenhum. Você não pode nem seu filho que quiser eh conhecer que quer um mini pone, uma mini vaquinha, você não pode porque é proibido, né? É proibido inclusive a ipa, se vocês não sabem, o ipismo que é um esporte, é um esporte, se campeã não poderia ter. Isso é um absurdo. Você tá proibindo o direito das pessoas fazerem, né, ou terem seus animais, né, eh, no área privada. Vou, vamos supor, eu vou fazer uma exposição de cavalo manga larga, eu não posso fazer em Campinas, eu vou fazer um leilão de cavalos em de de de raça num local privado. Não pode, né? Está no Estatuto dos animais. Está no estatuto dos animais. É vetado, né? Vetado qualquer tipo de evento com animais em recinto, né? Então eu eu como eu tinha um compromisso com o pessoal que é meus amigos que de fazer o rodeio em Campinas, eu coloquei essa coloquei uma lei nova para poder inclusive trazer para Campinas um grande evento, uma grande festa, porque na região toda tem evento como rodeio, só Campinas que não pode. Sim. Então, se fosse proibido e tiver e tivesse a questão de maus tratos, não teria Jaguariuna, não teria americana, não teria Paulíia, não teria agora que tá tendo em Hortolândia, Montemore. Montemore. Então, para mim é uma é uma é uma questão de ego de poucas pessoas. Por que ego de poucas pessoas? Porque quando você não tem uma festa como o rodeio, você está eh não trazendo para Campinas, deixando de trazer para Campinas arrecadação da da economia, emprego, turismo, né? Então você tá trazendo uma série de coisas que poderiaciar a população num todo para Campinas. Então eu tentei eh que eh trazer o rodeio para Campinas, mas não era só o rodeio. Eles não enterraram só o rodeio em Campinas, eles enterraram uma situação de trazer para Campinas um local para grandes eventos. Porque nenhuma empresa que faz evento, que pensa em evento, que quer investir em Campinas, no local pré-vento, não vai investir se não tiver uma grande festa em Campinas. Poderia ser, por exemplo, tirar o rodeio e fazer uma exposição de animais, como por exemplo tem tinha, eu não sei se ainda tem lá em Uberaba, Zebu, pode fazer uma agrohow, sim, né? a a discussão eles são tão eles são tão eh difícis de discutir que todas as reuniões que eu tive aqui, eu deixei aberto para discutir de de mudar ou não ter a montaria ou ter só a prova de lá de de tambor ou só a a apartação que não que que até crianças fazem. Eu vi. Então assim, eles não não discutiram nada, eles são contra a questão de ter animais em eventos, correto? Então o que que eu fiz? Eu mudei, protocolei de novo um local para grandes para para uma agrohow. Recentemente protocolou de novo. Protocolei de novo. Eh, só que eu mudei a questão do rodeio. Eu não, eu quero gerar emprego pra população. O senhor não vai entrar nesse mérito, nessa briga? Não vou entrar no mérito do rodeio. Não vou entrar. Então vou vou entrar o seguinte. Qual que é a ideia? Trazer para Campinas uma não sei se você conhece Ribeirão Pedro, Agrohow. Sim. Só que Campinas é uma, é um polo de tecnologia. Então, por que não trazer uma agro show tecnológica para um evento Campinas? Só que eu não posso fazer um evento desse se eu não posso de repente nem a exposição de um animal lá dentro. Você vai você vai fazer você vai fazer questão de de na feira das dos maquinários. você vai fazer de de nós temos grandes criadores de cavalo manga larga p exposição, fazer um um um uma exposição de gado, fazer uma venda de hoje que na tecnologia de embrião para poder reprodução. Então assim, isso é um absurdo. Então nós vamos, eu vou protocolei porque eu aquilo que eu disse, eu tô em contato com uma grande empresa que querem vir para Campinas para montar um local para grandes shows. Campinas é para tá recebendo é de 60 a 70 shows ao ano. É que nem tem em São Paulo, no o Aren Park fica no meio de São Paulo. Sim. Então, qual que é a minha ideia? É transformar Campinas num polo turístico de lazer, entendimento e poder gerar bastante emprego, trazer trazer inclusive receita para Campinas. Eles falam em em cuidar de animais. Eles falam em cuidar de animais. Mas da onde vem o dinheiro? Da onde que eles trazem o dinheiro para cuidar esse? Ontem mesmo teve no JB do Lope teve um acidente com cavalo com ônibus. Cadê o a proteção dos animais? Gente, proteção dos animais você tem que trazer recurso para proteger. Por que através dessas festas, desses grandes eventos, a gente não pode destinar um valor de porcentagem na no pro um fundo para os animais. Ah, mas algum fundo administrado por pessoas sérias, né? Entendi. Porque a gente vê cada absurdo, eles falam, falam, falam, mas na hora de prestar conta é é aquela, aquela, aquela coisa que a gente já sabe que acontece, né? Então assim, eh, eu não quero embate com ninguém, eu quero que a minha cidade de Campinas saia também na questão de empreendedorismo, de turismo, como tem nas outras cidades da região. Sim, né? Então assim, eh eh eu fiquei muito chateado. Senhor acha que inclusive nesse projeto recentemente protocolado a gente conseguiu inclusive fomentar produtores do turismo rural da cidade que a gente vê que a, apesar de todo mundo falar, né, Campinas é uma grande metrópole, mas ela tem quase 50% da sua área rural também. Então é isso, é uma das coisas que eu venho conversando com a a secretária Adriana Flose é o agroorural de Campinas. Por que não ter um um galpão de exposição do nosso do nosso rural de Campinas, no nosso produto, nosso produto. Eu não vou dizer que não possa envolver toda a região. Sim, acho que pode envolver toda a região, mas para nós campineiros seria uma porque aquilo que você falou, ainda temos mais de 38% da questão rural em Campinas. Agora, uma uma questão rural que você não pode ter uma vaca para ter leite, você não pode ter um animal, um cavalo, você não pode andar na sua área rural com o cavalo, se você for andar, guarda os pau vai lá te prender. Isso é um absurdo. Então, mas a lei fala eh pode dar essa interpretação, vereador atual. Tem, tem essa interpretação. Você não pode andar nos animais e Campinas, mesmo na questão rural. Você não pode, é a mesma coisa você proibir o seu pet, que é o seu cachorrinho, você ter cachorrinho, um campeã, acaba com tudo, porque o pet, o cavalo também é pet. Se eu pegar um cavalo e eu sair pela rua de Campinas, eu posso ir preso. Sim. Então o que acontece? Nós temos que mudar isso. Campinas veio das fazendas de café, veio da questão do do da do leite. Mercado municipal era um interposto de de de venda de produtos que vinha com os os animais trazendo. Então nós temos que mudar. Campinas não pode deixar a sua história ser esquecida. Então eu não tô dizendo que pegar o cavalo e sair no aqui no no ser na cidade, pegar o cavalo e sair aqui no Não, não é isso que eu tô não quero. Eu acho que tem que ter tem que ter as suas a sua regra e as suas exceções para poder o cara ter um animal lá, o seu cavalinho, poder ter seu o seu animal e poder ter a questão do do esporte que através do do de cavalo. Hoje você tem você tem várias e sítios, fazendas aqui que querem fazer as provas que tem de tambor, a prova de de eh apartação, que é proibido, ou até o leilão vou fazer uma exposição para poder fazer o leão. Não pode, só de Jaguarinho paraa frente. Campinas é proibido. Mas e aí, como o senhor acredita que seu projeto vai se desenvolver nesse novo formato a partir de agora? Agora eu quero ver o que ele, eu tô tirando a questão de de cavalo, montaria, que é o que eles falavam judia, tá? Eu tô tirando agora. Eu quero ver o que que eles vão falar de não fazer um um evento agro em Campinas. Qual que vai ser agora a narrativa deles? Já foi pra comissão, vereador? Não, eu protocolei a semana, acho que faz uma semana. É porque tem todos os trâmites, gente, não é, não vai rápido. Tem uns trâmites, tem outros projetos na frente e logo eh a gente vai ter aí essa discussão desse tema. O senhor pretende trazer algum debate nesse sentido para esclarecer o projeto aqui para casa? Vereador? Depende. Não, não, não sou. Quero trazer debate público. Vou fazer um debate público a hora que chegar na hora certa fazer o debate público. Mas lembrando, viu? Eh, deixar bem claro, eles falaram algumas coisas que o judiciário eh caçou eliminar. O judiciário não caome eliminar. o o judiciário de o desembargadores disseram o seguinte, que a forma que eu errei, que eu entrei com o processo, que eu entrei por São Paulo com o diretório de Campinas, eu teria que ter entrado com o diretório estadual, correto? Então eles não julgaram a min, o senhor entrou via partido, via partido. Eles não julgaram a miniminar, a minha liminar pode voltar, entendeu? Então assim, as pessoas e eles eh eles Mas mesmo que volte a liminar, o projeto foi arquivado. O projeto foi arquivado. Eu não preciso mais de de projeto de lei se eu quiser fazer o rodeio. Eu não eu não o projeto que eu protocolei não é a questão de rodeio, mas isso é o que é o atual. Isso não quer dizer que se a minha liminar o método eu for eu, ela for julgado, eu não, eu eu não preciso mais a Câmara na questão dos artigos, porque os artigos vão tirar, vão sair, porque é inconstitucional, correto? Porque eu tô discutindo é aquela, aquilo que eu falei para você, é o direito da pessoa andar no seu cavalo, é o direito da pessoa ter um cavalo na sua chácara, é o direito da pessoa ter um animal para poder fazer o passeio, que nem tem muitas cavalgadas que saem dentro da tuba, que sai de Jaguar. Campinas não pode sair com sua com a sua cavalgada para ir um determinado local, com o pessoal de não pode com o grupo. Então assim, é isso que eu quero. Eu quero tirar os artigos que proíbe animais. Sim, vereador. O nosso na Casa do Povo tá chegando ao final e esse ano a gente sabe que é um ano eleitoral, um ano que inclusive, pelo menos com a conversa que eu já tive com outros parlamentares, que eles analisam que quase é impossível a gente não pensar nos respingos, né, de outras instâncias nessa casa. Como que o senhor avalia esse ano? Um ano pro senhor vai ser, o senhor acredita que vai ser mais tranquilo? O senhor acredita que essa pressão entre direita e esquerda vai influenciar diretamente as decisões? O problema é o o radicalismo, né? Eu acho assim, direita, esquerda, dentro de uma proporção que dê para cada um tem a sua opinião, cada um tem seu voto. Eu acho que dentro de uma democracia a pessoa não ser tão radical, né? Eu acho que a gente passaria por uma situação mais confortável nas eleições, mas tudo indica que não. Tudo indica que, infelizmente fica aquela questão de direita a direita, esquerda, esquerda, né? Aquela guerra. Isso quem pede é a população. A população não acordou ainda que essa esse radicalismo eh quem pede a população, né? Eh, eh, tanto é que você vê que é um absurdo. Tem pessoas presas ainda, tem pessoas que tavam lá se manifestando pelo seu direito, pelo seu Não vou dizer que que era eh que tá certo fazer a baderna, mas tinha pessoas ali que não estavam fazendo baderna, que estavam dentro do questão eh de tá cobrando o seu direito político. Mas nós temos que rever essa situação, né? Nós estamos, tá chegando a política de novo. Nós vamos ter eleição para para vários eh eh vários cargos. Eh, eu só peço que as pessoas se respeitem. Cada um tem seu teu candidato, cada um tem o teu sentimento. Eu acho que as pessoas têm que pensar é o quê? O Brasil precisa andar, o Brasil precisa eh buscar alternativas pra gente passar essa fase difícil que nós estamos vivendo. No radicalismo, nós não vamos conseguir, tá certo, vereador? Eu agradeço a sua participação e já fica aqui o convite para uma próxima oportunidade. Muito obrigada. Eu que agradeço tá aqui, né, na Casa do Povo junto com você, pessoa maravilhosa aqui que representa a TV Câmara. Eh, só tenho que agradecer a oportunidade de est falando um pouquinho da minha vida política. Muito obrigado. E olha só, toda sexta-feira nós temos estreia aqui na Casa do Povo com bate-papo com um dos vereadores da Câmara Municipal de Campinas. E a nossa playlist você encontra lá no youtube.com/tvcâmaracampinas. Até um [música] próximo na Casa do Povo. [música] เฮ [música]
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