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Olá, [música] [música] mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana conversa com um vereador ou vereadora que traz aqui a sua história de vida, a sua atuação, o seu posicionamento. E hoje quem a gente conversa agora é o vereador Nick Schneider, que volta aqui ao nosso podcast. E claro, como é de pras na abertura, eu vou fazer a minha áudio e autodescrição e na sequência o vereador também. O meu nome é Mirna Abreu. Eu sou uma mulher negra de pele clara, tenho os olhos castanhos, cabelos caixados na altura dos ombros. Meu sinal em Libras é assim, olha, cabelo cacheado e a pinta. E hoje eu estou com uma blusa rosa pink. E ao meu fundo eu tenho aqui o estúdio do Na Casa do Povo todo em preto. À minha esquerda, um televisor escrito Na Casa do Povo, que é o logotipo do nosso podcast em azul e branco. Vereador, já o convido também a fazer a sua audição. Seja bem-vindo. Olá, Mina. Um prazer estar aqui no programa A Casa do Povo, dentro da Casa do Povo, que é a Câmara Municipal de Campinas. Eu sou um homem de aproximadamente 1,79 m, eh, branco, cabelo castanho, uso óculos, estou de camisa azul, relógio preto e azul bem clara, azul bebê, azul clarinho, azul bebê. Isso aí, vereador. E à disposição aqui, vereador, a gente conversou a primeira vez que você participou conosco, o primeiro ano de mandato, apesar de não ser novo na política. E eu queria, já abrindo, que a gente falasse desse desse um ano como vereador, né, um pouco mais de um ano, porque a gente já tá em abril e o nosso programa tá indo pro ar em maio. Eh, como que como que é muito diferente aquele Nick, que já foi, claro, diretor em várias eh outros departamentos, já vivia política, até porque é filho do vereador Schneider também, que esteve aqui na Câmara conosco muitos anos. E esse um ano de vereador, que que dá pra gente perceber, Nick? Olha, Mina, eu eu me sinto um pouco mais maduro, né? Nós, como você bem disse, eu já tenho uma rodagem na área pública de alguns cargos no executivo, até no legislativo também, não como como mandatário e sim na chefia de gabinete, assessoria e mas você exercer um mandato sendo o mandatário é muito diferente, né? a responsabilidade é muito grande, a gente é muito cobrado, você passa a ser vidraça, mas eu eu sinto que essa experiência que eu trouxe, essa bagagem que eu trouxe desses cargos que eu passei e da minha vida profissional também no setor privado, da minha vivência familiar dentro da política, tá me ajudando muito no mandato, né? Então assim, eu me sinto um pouco mais experiente com relação a um ano e pouco que nós começamos o mandato, mais adaptado a casa, né? Mais à vontade na casa, mais à vontade na tribuna, que não é fácil, né? Você você se subir na tribuna para fazer um discurso não é tão fácil, é desafiador. E eu sou aquele tipo de pessoa que me cobro muito, né? Eu quero entregar o melhor paraa nossa cidade, para todas aquelas pessoas que confiam no nosso trabalho. Então, eh, assim, a cada dia buscando aprend aprender um aprendizado novo, buscando mais conhecimento para entregar o melhor ao longo desse mandato para a qual eu fui eleito. Atualmente você preside duas frentes parlamentares, é isso? Isso, menina. A gente tem a frente parlamentar em defesa da vida e da família e a gente tem a frente parlamentar de acompanhamento à implantação do trem ter ccidades. Me fala quando você chega, vereador, se depara com esses dois temas importantes, por você pensou, olha, eu vou tratar e vou est à frente aí de debates trazendo esses assuntos aqui à baila da Câmara. Mina, eh, eu quando eu fiz minha campanha e uma das plataformas da minha atuação é a defesa da vida e da família. Como você sabe, eu acho que todo o público sabe, eu sou muito ligado à Igreja Católica, muito ligado à Renovação Carismática Católica de Campinas. E a gente tem isso no nosso coração. Durante toda a campanha, durante todo o período eleitoral, eu me comprometi com a defesa da vida e da família, que são valores que eu trago dentro de mim e que para mim são inegociáveis, são bases da sociedade. E ao assumir o mandato de vereador, eu senti essa necessidade, eu vi essa possibilidade na casa e propus aos pares a criação dessa frente parlamentar. e temos coordenado essa frente, eu acredito com com a graça de Deus, com muita eh assim, muita alegria, com muito entusiasmo e temos conseguido fazer grandes reuniões. Conseguimos fazer recentemente um evento maravilhoso em defesa da vida com essa temática na concha acústica do Taquaral. E a Frente Parlamentar do Trem Intercidades também toca o meu coração, porque é um projeto maravilhoso, um projeto que vai revolucionar o sistema de transporte de Campinas a São Paulo, vai revolucionar todo aquele, vai acabar com aquele trânsito, se Deus quiser, na chegada de São Paulo, vai ser um novo modal disponível pra população. E Campinas tem tudo a ver com esse projeto, apesar de ser um projeto do governo do estado, mas é a estação, a implantação do projeto, o hub da inovação, tudo que está previsto pro projeto vai impactar diretamente o centro da cidade e a região da vila industrial, a qual eu também tenho muito carinho. Então, tudo a ver com o nosso mandato, por isso eu propus essa frente, foi aprovada pelos pares e também estamos trabalhando muito através dela. Inclusive a Câmara, ela sempre teve esse papel aqui de acompanhar também o que acontece, como o você disse, Nick, as coisas que dizem respeito ao governo do estado, mas que interferem diretamente aqui na nossa cidade. O trem ter intercidades é algo que vem discutido, sendo discutido há muitos anos, muitas vezes inclusive com alguma frustração desta câmara. E agora a esperança é que realmente, pelo menos a gente já conhece o projeto, que saia do papel. E você inclusive mencionou que ela vai ter um impacto bem importante na região da vila industrial, que a gente tem uma lei que inclusive fala da questão daquele polo da vila industrial. Como que você acredita que é importante que tenhamos o legislativo de Campinas observando tudo isso para pensar futuramente em políticas públicas que melhorem cada vez? Claro, a vila industrial, mas a cidade como um todo. Sim. É, ali já tem alguns projetos eh bem encaminhados, né? A PUC, a Universidade da PUC, fez um trabalho maravilhoso que é o Hub da Inovação, um projeto arquitetônico muito bonito. nós tivemos a oportunidade de através da frente parlamentar apresentá-lo aqui na Câmara e deu pra prefeitura esse grande presente sem qualquer custo que é esse projeto do hub da inovação, que é fazer daquele daquele polo ali ao lado da onde de onde será a estação ferroviária do trem intercidades, fazer dali um grande centro comercial, um centro de negócio, de inovação com interligação à rodoviária de Campinas, porque está bem próximo ali, então vai ter uma interligação de pedestres. fazer toda aquela uma repaginação da Sales de Oliveira, aquela avenida que corta a vila industrial. E então isso é algo que a prefeitura já colocou para dentro dos seus quadros, já pelo até onde nós já nós sabemos já está preparando o chamamento público para que a iniciativa privada demonstre interesse na implantação daquele projeto. Até porque é um desafio a gente pensar em inovação em um bairro que tem vários imóveis tombados como patrimônio histórico. Exato. Exato. E além disso, nós temos outros mane outras maneiras de desenvolver aquela região. Então você veja quantas milhares, centenas de milhares de pessoas passarão pela vila industrial por mês, a cada 2 3 meses, e para ir até São Paulo de trem e voltar. E muitas vezes essas pessoas podem pernoitar na via industrial, vão precisar de estacionamento, vai precisar de hotel, vai precisar de restaurante. Então veja que potencial de crescimento que há naquela região. Então e isso cabe ao município, não é uma legislação estadual que vai definir esse tipo de coisa. Sim, são legislações municipais. Nós já temos uma lei, inclusive de autoria do meu pai, que transformou a vila industrial como um polo turístico, né? Um polo arquitetônico, turístico. E agora a nossa intenção é fazer com que legislações de incentivo urbanísticos fiscais cheguem à aquela região para facilitar o desenvolvimento. Como você bem disse, ali tem muitos imóveis tombados. Trombados não, né, gente? Tombados. Muitos imóveis tombados. E e reformar um imóvel tombado é caro, porque não é reforma, é restauro. Então, eh se o poder público não for parceiro dos proprietários dos imóveis tombados, a coisa não sai. Então hoje há sim uma legislação, mas ela é tímida, então nós precisamos aprimorar toda essa legislação e fazer dar condições pro desenvolvimento daquela região. Eh, e aquela região, quando a gente fala em desenvolvimento, ainda temos uma questão bem importante que inclusive recentemente você fez ni que uma indicação ao prefeito para a criação de um comitê gestor destinado ao enfrentamento do problema dos moradores em situação de rua nos moldes do modelo adotado durante o período da pandemia. Vamos lembrar qual foi aquele modelo, o que que tá acontecendo ali, principalmente. Eu sei que vocês já conversaram com moradores e comerciantes, inclusive da vila industrial. E quando vocês pensam nesse comitê gestor, né, nesse destinado a enfrentar essa situação, qual é a ideia, Mina? O poder público municipal tem alguns desafios que ainda não conseguiram ser superados. desafios graves é o transporte, problemas sérios na saúde e outro outra problemática muito grande é a questão dos moradores de rua. Os moradores de rua não é um problema só de Campinas, é um fenômeno que está acontecendo nos grandes centros, pessoas desiludidas da vida, nem sempre por problema financeiro, muitas vezes sim, mas pessoas que vão pras ruas porque não querem mais saber de responsabilidade de viver, viver com dignidade. A gente tá inclusive no século da depressão, né, N? Exato. Então, eh, há de se ter o enfrentamento à altura desse problema. Quando nós tivemos a pandemia, a Covid-19, o município de Campinas foi bem, foi rápido ao criar um comitê gestor. Então, ali ele reuniu autoridades do assunto para tratar da pandemia. E o que eu estou propondo, fiz essa indicação pro prefeito, é algo semelhante, é nós chamarmos eh pensadores, pessoas que nos ajudem a enfrentar essa questão dos moradores de rua, mas pessoas de fora dos quadros da prefeitura municipal, não só secretários municipais. Então, é uma discussão que tem que envolver o Ministério Público, tem que envolver o judiciário, tem que envolver o juizado de infância do menor, tem que envolver eh de repente as a própria Arquidiocese de Campinas, tem que envolver um a Polícia Militar. Então são todos órgãos que têm um uma preocupação com a questão do morador de rua, mas com um olhar diferente. Então nós temos que colocar todos na mesma mesa, tem que unir social, segurança pública, geração de renda, todo mundo. É isso. Exatamente. Não só quadros da prefeitura, de fora dos quadros da prefeitura, porque não adianta o prefeito, acho, querer fazer uma ação, uma lei, como ele tentou fazer aquela de eh distribuição de alimento, daquela de devolver as pessoas pra cidade de origem, daí o Ministério Público vai contra e daí o judiciário aceita ação do Ministério Público, daí vira uma Então é é importante que todos estejam na mesma mesa com o mesmo intuito que é tirar as pessoas da rua, né? A gente não pode romantizar uma pessoa na rua. Sim. A pessoa não deve ficar na rua. Ah, ela escolheu e tá tudo bem. É, há o direito dela, só que ela tá fora do controle de si. Então, ela não tá exercendo seu direito. Muito pelo contrário, ela está refém de drogas, refém do direito. Exatamente. E daí vem as pessoas romantizam, fala: "Ah, ele tem o direito". Não é isso. Se a pessoa não tem mais consciência sobre seus atos. A pessoa está sobra, viciado, ela precisa de ajuda. E a man, a melhor maneira de se ajudar é tirá-lo dali. Não é dá mais comida, dar é lógico que nós não podemos deixar ninguém morrer de fome nas ruas, nem morrer de frio, mas não pode parar aí a política pública, ela tem que avançar. E daí depende do judiciário, depende do Ministério Público, do executivo, da polícia, da Guarda Municipal e de tantas outras forças, né? Sim. Ainda falando sobre a Frente parlamentar, mas dessa vez sobre a questão da defesa da vida. Recentemente, inclusive você trouxe um debate falando sobre aborto aos 9 meses é crime contra a humanidade. Vamos lembrar um pouquinho desse momento, Mina. Nós temos no Brasil três situações em que o aborto ele ele tem excludente de punibilidade. Não que ele não seja crime, só que ele é não tem punição, né? Que é o caso de de anencefalia, risco para de morte pra mãe ou em caso de estupro. Três situações terríveis, três situações abomináveis assim que a gente não deseja para ninguém. No entanto, nós estamos tendo um desenvolvimento de políticas públicas em âmbito nacional que está pegando essa esse momento, essa não momento, mas essa essa situação terrível que é a questão do estupro e tá dando uma deturpada no assunto, né? Então passa, por exemplo, uma menina hoje que vai num num posto de saúde e diz que ela foi estuprada, ela não precisa fazer um boletim de ocorrência contra quem a estuprou. E daí fica difícil, porque nós eh temos situações, é evidente que a gente tem que acreditar na boa fé das pessoas, mas do jeito que está a sexualização de adolescentes, de jovens, nos dias de hoje, é difícil uma adolescente dessa aí num posto de saúde depois de ter feito relação consensual com uma pessoa, ir lá querer tirar o bebê, querer fazer o aborto, dizendo que foi estuprado só para, em tese, legalizar o aborto. Não é difícil acontecer. Isso está acontecendo. Entendi. Então, o Conselho Regional de Medicina, ele baixou uma portaria regional, não, nacional, Conselho Federal de Medicina, ele baixou uma portaria proibindo os médicos de fazerem a eh o aborto por assistia fetal a bebês que estejam no vento de suas mães a partir de 21 semanas de idade. Por quê? Porque a partir dessa idade a criança já vive fora do útero da mãe. Então, para que matá-la? Sim, né? Então, olha que situação, mas seria uma forma de quê? De olha ter o bebê, mas você pode deixar, por exemplo, para uma adoção. É isso. Com certeza. Com certeza. E é tão cruel o método da cia fetal que a injeção de sal no coração do bebê dentro do útero da mãe. Hum. e mata-se ali e esse bebê teria condição de sobreviver fora do útero da mãe. Então, os médicos eles eh baixaram essa essa normativa, essa resolução, proibindo de se fazer por interesse deles mesmo, porque eles não se sentiam à vontade de matar o bebê no vento da mãe dessa maneira. Para você ter uma ideia, menina, a cistolia fetal não se faz nem em animais. veterinários não fazem de tamanha crueldade. E baixou essa resolução. Um partido político entrou na justiça e através da justiça conseguiu derrubar essa essa resolução da medicina. Então veja que há uma guerra em âmbito nacional com relação ao aborto e usam de um tema tão sensível que é o estupro para tentar maquiar a legalização do aborto no nosso país. Sim. E quais são os próximos passos da Frente Parlamentar? Inclusive o senhor esteve também aí na última semana, o senhor até falou sobre o evento que aconteceu na concha acústica. Tudo faz parte desse trabalho. Faz parte. Veja, o ano passado eu estive na marcha em Defesa da Vida em Brasília com a deputada Criston do Rio de Janeiro. Estivemos lá num movimento com palestras. Esse ano nós já fizemos acho que duas reuniões na frente. Esse ano não, o ano passado nós fizemos uma. Esse ano nós fizemos uma outra reunião sempre trazendo pesquisadores, médicos, testemunho de pessoas que tiveram, que tocaram essa situação das mães que queriam abortar e não abortaram, trazendo testemunhos, reuniões ricas, de muita informação, de muita verdade, Mina. Sim. E recentemente nós fizemos um evento que é o evento cantando pela vida. Nós fizemos, não, né? Eu coloquei uma emenda para que o município fizesse, né? O nosso nós como vereadores não temos esse poder, mas eu coloquei do ano passado para esse ano, que foi minha primeira emenda parlamentar, um recurso destinado a um evento nesta linha em defesa da vida. Ele aconteceu na concha acústica do taquaral, menina. Nós tivemos lá quase 5.000 pessoas. A concha acústica lotada, bandas católicas, cristãs tocando músicas nesse sentido, né? Pessoas falando, passando essa mensagem da defesa da vida. E quando a gente fala defesa da vida, não é só a questão do aborto, é a defesa da vida desde a concepção até a sua morte natural. Então nós, quanta violência a gente tem visto contra crianças, contra idosos, contra as mulheres. Sim. E isso é defender a vida, né? Então nós não não nos pautamos somente com aquela com a questão do aborto. É lógico que isso nos dói muito, mas nós esse grande evento, esse grande eh festival de música católica que ocorreu abordou a defesa da vida em todos os seus aspectos. Sim, quando a gente inclusive pensa nos últimos acontecimentos, qualquer importância de um legislativo estar envolvido com esse tema, visto que, principalmente a gente pode saber, olha, ultimamente que se mais fala, todo dia tem notícias de feminicídio, nós temos notícias de violência contra crianças e adolescentes, visto que inclusive em Campinas os abrigos e casas lares estão lotados por conta de denúncias e constatações. Não é só denunciar, porque para se tirar aquela criança do seu lar de origem, há uma toda uma averiguação. E quantas outras que a gente talvez nem saiba, né, vereador, quando a gente pensa todo nesse contexto e defender todas essas vidas comal a missão do legislativo nisso. É muito grande. É muito grande. Nós temos aqui bons quadros, boas pessoas, bons vereadores. A senhora falando, senhora, desculpa, você falando, Mirna, me veio na cabeça a vereadora Débora, que faz um trabalho excelente com a criança, com o adolescente. Ela é ex conselheira, conselheira tutelar. O vereador Roberto Alves também defende essa banda. Então, veja que nós vamos nos encaixando aqui. Eu cuido do da vida na fase do aborto, né, na nessa fase gestacional. Daí vem a Débora e o Roberto cuidar de outras já numa fase maior da criança, da adolescente. A gente também tem uma preocupação muito grande. Eu tenho muitos grupos de idosos que que até porque a gente tem uma perspectiva de uma população que que envelhece e aí a gente tem que ter esse olhar também, né verdade? Isso. Essa é uma preocupação nossa também. Então veja que a o legislativo tem um papel fundamental nesse acompanhamento da defesa da vida como um todo. Sim, vereador. O senhor mencionou que inclusive a o evento lá na concha acústica teve emenda impositiva. Vamos falar um pouquinho das suas emendas impositivas para esse ano, porque a gente tá falando de uma forma geral, mas também a gente lembra que o vereador ele é vereador da cidade toda, mas acaba sendo inevitável que tenha contato com algumas comunidades, principalmente onde mora ou onde trabalha. Eh, e o senhor tem um trabalho bem importante ali na região do Jardim Garcia, Nóbrega, Jardim Londres. E eu vi aqui que uma um dos trabalhos é justo que o senhor já havia comentado o ano passado que era esse propósito, criar ali, por exemplo, no que diz respeito ao esporte, no e respeito ao lazer, um grande complexo ali que vai eh beneficiar a população que mora naquela região. Como que tá isso em relação às emendas impositivas? Inclusive, Mina, nós temos ali no Nóbrega, você também é da região, você conhece muito bem a Praça Maria Mãe do Povo, que é uma praça muito grande, é uma praça maior do que muitos parques da cidade de Campinas e eu sempre vi ali um potencial de desenvolvimento de de opção de lazer para as pessoas muito grande. Começamos no finalzinho do mandato do meu pai no ano passado e eu assumi essa missão de transformar aquela praça num parque público municipal. E qual é a diferença? A diferença é que a praça ela é aberta. Sim, né? A praça não tem tanta tanto controle, não tem tanta organização e não tem tantos equipamentos públicos de esporte, de cultura. E o que nós estamos fazendo, nós estamos implantando ali diversos equipamentos da área cultural, na área esportiva, que vão servir de atração para toda aquela região. Seja para lá hoje tem o campo de futebol, hoje já tem a areninha, hoje nós já temos o parcão, nós temos o campo de futebol, nós temos ginástica, terceira idade, nós temos uma quadra recém construída, ginástica para terceira idade. Nós teremos uma surpresa que eu não posso falar já que eu vi uma, eu passei lá esse di tem uma construção de alguma coisa lá. É, nós temos, teremos uma surpresa muito boa pro verão. Nós temos uma área de de administração sendo essa construída que acho que é ali será banheir para ter esse controle que você tá falando. Isso, exatamente. Ali será banheiro e administração. No meu sonho, na minha ideia, é um mini taquaral, tá? Tá. Nós teremos a pista de caminhada que já tá construída, teremos em volta também. Vamos arrumar alguns estacionamentos ali quando fala nós vamos fazer coisas que nós estamos indicando pro executivo e ajudando que aconteça, né, Mirina? A gente sabe que o legislativo não tem o poder de de da caneta de executar, mas através da emenda fez a destinação [limpando a garganta] pela Exato. Através da emenda a gente garante o recurso pro projeto, correto? Né? Então, é algo que nós estamos construindo. Eu tenho muita fé que esse ano ainda ele já vai estar bem adiantado. Serão duas etapas, do campo de futebol para baixo, a primeira etapa esse ano eu acredito que a gente já é entregue. E do campo de futebol para cima, que é um pedaço pequenininho, vai ficar pro ano que vem. Mas através da emenda a gente tem conseguido dar vazão esse lindo projeto, viu, menina, que vai ser maravilhoso pra gente. E lá no PR de Souza, lá também tem um projeto um pouquinho menor, mas também voltado ao esporte, né? É, ali nós temos o o centro de saúde da do Pró Souza, o pessoal fala do Jardim Aurélio, que é um centro de saúde muito reconhecido pela sua capacidade de vacinação. Quando tem campanhas de vacinação lá é um exemplo, não lá eu eu que morei também na região do Aurélio, eu digo que é para mim é o melhor centro de saúde da cidade. Ele é aconchegante, né? E e ali nós conseguimos colocar a emenda para melhoria ali da sala de vacinação, da farmácia e em frente tem o Sapão, que é uma área esportiva, que é uma área de lazer que tá tem muito a se fazer, né? Você deve lembrar. E aí tem inclusive um grupo que é do próprio centro de saúde que usa para fazer atividade de manhã. Isso. Exato. As mulheres, os idosos. Então, eh, o que nós conseguimos de imediato, através da emenda também, eu levei o secretário Paulela lá, que é o secretário de serviços públicos, demonstrei para ele, ele ele ficou até meio assustado, nós tínhamos uma quadra de ladrilho lá, né? Então, coisa antiga que não se usa mais, então já foi toda removida. Aquele piso foi removido, tinha um problema grande de empoamento de água. água que vem lá da Suleste, empoçava tudo ali, foi feita uma captação, já foi feita uma base pra nova quadra e muito em breve nós teremos a reforma total daquela quadra, que vai ser uma opção muito boa pros usuários da região e depois nós vamos enfrentar aí enfrentar assim, né, nos preocuparmos com a próxima etapa, que é a etapa da piscina. Vamos falar um pouquinho sobre habitação. A gente sabe que inclusive Campinas tem feito esse trabalho em várias regiões da cidade. Recentemente o senhor inclusive participou da entrega de 81 escrituras ali no Recanto dos Pássaros. Queria que o senhor falasse também sobre essa iniciativa e o quanto representa quando o senhor conversa com essas pessoas ter essa essa escritura na mão. É, Mirna, eu fui secretário de habitação, então essa emoção, esse sentimento da pessoa sentir dona, ter o documento da sua casa é algo indescritível, é algo fantástico. A gente vê o brilho no olhar das pessoas, a alegria. E assim, eu eu comecei esse trabalho lá atrás, é, em 2024, no começo de 2024, eu peguei alguns moradores dali, peguei e o mapeamento daquele bairro, fui na COAB falar com o Marcelo, com o Jonathan, falei, nós precisamos incluir esse bairro no programa de regularização da COAB. Eles falavam: "Vereador, no momento não dá, porque nós já fizemos um lote agora, estamos entregando, tava numa fase de entrega, mas o próximo a gente vai tentar". O vereador, não, né? chamou de Nico, não era vereador. E e mas num próximo nós vamos incluir. Daí eu fiquei martelando, martelando, conseguimos incluir. Bom, começou o trabalho em agosto, primeiro de agosto de 2024, era uma pré-campanha, eu levei os técnicos da COAB lá para explicar como estava o andamento da regularização. E o que a gente via no rosto das pessoas, um pouco de esperança, sim, mas muita desconfiança. E é natural. O ser humano nos dias de hoje parece que ele é moldado para desconfiar, né? Um desconfiar dos do outro. Mas nós fomos conversando, explicando pelo fato de eu já ter sido secretário de habitação, eu conheci um pouco, conheço um pouco do trâmite, né? Sim. Daí eu falei: "Olha, já foi feito o levantamento aqui topográfico, já foi feito o desenho, já foi feita a selagem, já foi feito o levantamento das famílias, vai acontecer, está indo bem." E daí as pessoas foram amolecendo na reunião e eu acho que eu consegui colocar um pouquinho de esperança e de alegria no coraçãozinho deles ali. E o tempo passou. Daí eu saí candidato, pela graça de Deus fui muito bem votado, fui eleito e uma imagina, né? Uma das primeiras bandeiras minhas quando assumi foi em cima da COAB, nós precisamos entregar isso aí, nós precisamos fazer acontecer. e fui monitorando, mas graças a Deus a equipe da Coab é muito séria, muito trabalhadora e nós tivemos a graça de recentemente entregar ali mais de 80 matrículas do Recanto dos Pássaros, que é um bairro ali colado no Nóbrega, né? Uma extensão do da da Vila Padre Manuel de Nóbrega. E é porque antes ali era uma área rural, correto? Isso é. E daí nós tivemos essa essa felicidade de consolidar essa primeira etapa do trabalho. Foi dividido, foram divididas três etapas ali, porque tem casas que são muito próximas ao rio que passa ali, então é mais difícil, mas uma primeira etapa que são 80 famílias já foram entregues. Sim. Então a gente ainda tem um um outro caminhar ali naquela região também. Tem tem mais duas etapas para acontecer. Bom, gente, eu não sei que se você que é de Campinas ou se já veio a Campinas passa às vezes ou precisou passar pelo uma por uma ponte para evitar às vezes a John Boy do Lop, porque é uma via bem importante, mas também com muito trânsito, que nós chamamos Pontinha do Garcia, né? e que ali também começou a ter bastante problema nos horários de pico e hoje parece que tá bem mais tranquilo. Fala dessa atuação e de envolver também comunidade, mostrar pra prefeitura que olha aqui dá para fazer de uma outra forma. No começo ficou aquele aquele boato lá no bairro, vai colocar semáforo aqui, vai colocar semáforo e não. Aí tá todo como que foi também desenvolver esse trabalho do que diz respeito à mobilidade ali? É, Mina, ali ficou fantástico, né? Ficou, ficou muito bom a chegada do Jardim Auréliia. Quem vem do centro para que vai eh primeiro quem vem do centro pela John Boy do Lope tinha até então só a via da John Boy do Lope para chegar aquele ponto do Garcia, né? Quem via da Vila Teixeira ou do Tavares ali, né? Do do Chapadão. Sim. E daí nós víamos a necessidade de requalificar aquele acesso de quem vem pelo Jardim Aurélia para passar dentro do Jardim Garcia para ajudar a desafogar John Boy do Lope. Então além de servir o bairro ali, serve também e para desafogar um pouco da John Boy do Lope, porque daí a pessoa não precisa ir até a John Boy, já corta todo esse trecho, sai por dentro. Sim. E ali nós tínhamos, você se lembra, um balãozinho muito tímido, né? Uma rotatória pequena, tinha muito acidente, mão única, enfim. E e aí é mérito do meu pai ainda no no mandato passado que ele visualizou a possibilidade de através do TAC dos apartamentos que foram feitos ali, o TAU ali perto do Lencassim. Isso ali. O TAC é um termo de ajustamento de conduta que é é o é uma maneira que a que a construtora de um prédio tem de compensar eh possíveis problemas que possam ter com a implantador vai ter mais gente usando as vias públicas. Exatamente. Mas usando vias públicas, usando mais postos de saúde, usando mais escola. E daí faço uma análise, tem um um comitê que cuida disso, faz a análise do que é necessário para na região paraa implantação daquele empreendimento e a empreiteira executa. E daí meu pai sugeriu para para esse grupo e foi acatado a melhoria daquela daquela rotatória e foi feito. Hoje nós temos um sistema moderno lá, né? acabou com o trânsito, virou uma um um um sistema, não é mais uma rotatória, é uma espécie de um algo enorme, eu não sei nem como que chama aquilo, viu menino, mas tem alças, alças de saída para dentro do bairro, alça de retorno, então ficou muito bom ali. E próximo ali nós tínhamos um problema de iluminação. Sim, que é aquela rua que liga ali o Jardim Garcia até a Anguera, naquela naquele mercado novo que foi construído, a empresa de material e construção que tem ali. E ali nós conseguimos também melhorar muito a iluminação daquele trecho. Então aquela parte de baixo do Jardim Garcia, do Nóbrega, está ficando muito boa e nós vamos melhorar ainda mais. Nós vamos trabalhar para requalificar aquele campinho de futebol que tem no ponto final. Já conseguimos melhorar um pouco o ponto final, vai melhorar ainda mais melhorar o banheiro pros motoristas ali. Então são todas obras que estão no nosso coração e nós estamos correndo atrás para que aconteça. Sim. Quando a gente pensa em melhorar as vias públicas, como o senhor disse, aproveitando, olha, se quer se quer morar, se quer fazer empreendimento lá em tal bairro, em tal região, é aí que entra também essa questão de pensar no impacto e em melhorias que também pode trazer para aquela comunidade. É verdade. O acúmulo de pessoas, né? Os prédios trazem uma densidade demográfica grande. São quatro, cinco pessoas que moram em cada apartamento. Então são muitas pessoas que que se juntam ali em torno daquela comunidade. É bom, traz progresso, traz consumo, mas também gera impactos negativos de trânsito, né, de de consumo de de escola, de posto de saúde. Então, o poder público tem que regular tudo isso. Eu vou voltar um pouquinho falar, Nick sobre a questão que eu acho que vai além da frente parlamentar, que é a gente pensar em políticas públicas voltadas, por exemplo, no caso aqui aos prematuros, aos bebês. Inclusive, eu lembro que a gente já teve um programa aqui na na TV Câmara que existe um grupo de mães e de mulheres e de pessoas voltadas a discutir esse tema e o quanto ele impacta a vida de muita gente. Por isso que nós temos aqui, inclusive por sua iniciativa, uma proposta que trata da rede municipal de atenção ao prematuro extremo. O que é exatamente isso? É o prematuro extremo é aquele que tem que ele está muito a quem do tempo certo de nascer, né? Aquele que o antigamente fala tá verde ainda, né? É. Então são aquela aquele cada vez mais, por exemplo, a gente vê bebês que nascem de 5 meses, às vezes a mãe, claro, acaba ficando meio que internada com aquele bebê ali, mas que hoje, graças à medicina, ao avanço da ciência, há muita chance da que aquela criança se desenvolva. Exato. E e esse projeto vem na linha da nossa defesa da vida também, né? eh, conversa com a nossa com a nossa intenção, com os nossos princípios e com nossas com o que nos motiva aqui dentro, né? Então, não basta só falar para, por exemplo, para uma mãe que ela tem que ter o filho, apesar de ter sido estuprada, né, por exemplo, né, que é algo tão pesado, tão terrível. Então, assim, é um é algo que tem que, primeiro, ela tem que estar convencida, ela tem que ser sensibilizada na possibilidade de adoção, da possibilidade de fazer essa criança sobreviver. E no caso do prematuro, né, a mesma extremo é é a mesma situação. Então, eh, não basta só falar para mãe, você tem que ter o filho, mas o poder público tem que garantir a a condição de vida dessa criança, né? Então, são todas as preocupações que a gente tem, não simplesmente em defender, falar contra o aborto, defender a vida, mas o depois, né, o nascer, né? Então é aquela coisa, né? Desde a sua concepção até a sua morte natural, nós temos que nos preocupar em todo o estágio da vida. E esse projeto vem nessa linha de tentar fortalecer essa rede de proteção a esses esses bebezinhos que nascem ainda não na fase ideal. E falando agora de temas que você acabou se envolvendo também, que eu achei até bem legal, que foi foram leis recentes aqui na Câmara Municipal, colocando no calendário oficial do município dois eventos de esporte e um gastronômico. Olha, o desporte é a corrida dos distritos que começou lá timidamente, agora tá com tudo. Eu lembro que começou o Dário era secretário de esportes ainda, né? a corrida da Catedral e mais recentemente o Festival Gastronômico Restaurante Wick, que inclusive eu fui, eu estive no dia que você fez a entrega lá do diploma para o Fernando, né, que tá à frente desse festival, queria que você falasse também dessa de observar essas coisas que tá acontecendo e dizendo: "Olha, não pode parar, a gente tem que colocar no calendário para que Campinas, independente de quem seja o governo A ou B, ou uma iniciativa privada, para que seja reconhecida pelo poder público. É isso, Mina. Nós temos bons projetos que acontecem na cidade de Campinas e esses três, sendo um público e dois privados, são projetos que merecem o nosso respeito e merecem a o nosso reconhecimento. A corrida dos distritos movimenta a cidade inteira, dá oportunidade para as pessoas que não têm condição de pagar uma corrida, que hoje em dia é um valor puxado, uma corrida não sai barato. E e é um é um nós colocarmos no calendário oficial é como você bem disse, é é perpetuar, né? É demonstrar através dessa lei, através dessa inserção que esse projeto tem que continuar independente do governo que ocupe eh o poder executivo. Além disso, a corrida da catedral é muito gostosa, é muito bom. A gente faz, eu caminhei, né? corri, eu fui com a minha esposa, vamos ver se esse ano eu consigo dar uns trotes. Eu dei uns tr, eu dei uns, é, eu dei uns trotinhos, mas correr correr, eu não conseguia o percurso todo, não. Mas é muito gostoso. Ela sai ali da frente da catedral, tem a bênção do padre e é muito emblemática porque a Catedral Metropolitana de Campinas é um grande patrimônio nosso. A cidade de Campinas se construiu a partir da catedral, é um ponto de referência pra cidade e e nós termos ali no domingo de manhã a sensação de de ter posse do centro, né? Porque assim, a glico tá fechada, um pedaço daqui da ban tá fechada, Campo Sales, um pedaço tá fechado, você andando no meio da rua, você é muito gostoso. Você fazer uma exato, você vai fazer uma foto no meio da glica, é muito gostoso, é muito legal. E o padre Caio foi muito feliz em lançar esse projeto, já está indo paraa sua terceira edição e eu acho que já tem que ser consolidado e a prefeitura tem que abraçar mesmo, o poder público tem que abraçar mesmo no sentido de reconhecer no seu calendário esse grande evento. E o restaurante Wick, você esteve lá conosco, né? O Fernando é um querido, né? É um projeto maravilhoso. Para quem não sabe, o restaurante Wick é uma parceria. Esse projeto faz parceria com restaurantes da cidade, restaurantes renomados, chiques, né? Vamos ser sinceros, né? Que eu e você não iríamos se não existisse o restaurante Wick, né? É verdade. E eles fazem eh promoções de preços fechados, de pratos chiques, né? Então, mas incluindo a entrada, o prato principal e a sobremesa por um preço fechado, dando condições para as pessoas se conhecerem, estarem presentes. Então, através desse restaurante Wik, nada mais é do que um incentivo ao consumo, né, a um preço mais razoável para que as pessoas tenham acesso. Então, eu achei muito legal a ideia. É algo que acontece no Brasil todo, né? Algo acontece. Campinas faz parte desse circuito, né? Exatamente. Então é um projeto nacional e nós fizemos duas ações com eles. Primeiro nós demos o mérito gastronômico, que é um diploma. Então nós entregamos inclusive esse ano 2026 ao responsável pela pelo restaurante Wikum o o diploma e fizemos também a lei colocando no calendário oficial cultural do município o restaurante. Então o o projeto Restaurante Wick é gente só que foi em abril, então agora só abril do próximo ano para quem não foi, hein? Mas já pode ficar garantido que abril do ano que vem a gente terá aí essas a gente ainda tem corrida dos distritos, a gente já teve a a centro, né, esse ano e acho que já foi em um distrito só, mas no calendário da prefeitura, ela sempre solta o calendário do ano todo. Procura lá a corrida dos distritos. Você que é corredor, gosta de caminhar, vai saber as datas em cada um dos distritos da cidade. A etapa inicial, que é a do centro já foi, tá gente? Então agora vejam quando tem as outras oportunidades. E a do da catedral é sempre em dezembro, dia da padroeira. É, no dia da padroeira. Entendi. Agora, Nick, quando a gente pensa em todas essas esse trabalho, 2026 é um ano eleitoral, sim, né? A gente sabe que de toda forma, apesar da de não ser o pleito para um cargo municipal, muitas coisas acabam respingando aqui na Câmara Municipal de Campinas. Temos a política cada vez mais polarizada, mas como que você avalia que a gente vai poder conseguir continuar dando a qualidade nesse trabalho do legislativo em Campinas? Claro, sabendo e se for o caso até se envolver com as questões da da em outros âmbitos do governo estadual ou do federal, mas manter esse trabalho importante aqui na cidade. É, Mina, primeiro dizer que eu como uma pessoa pública, como uma pessoa ligada a um partido, porque hoje você não pode sair candidato se não estiver filiado num partido. Sim. Eh, e diante da votação que nós tivemos, do desempenho que nós tivemos na minha primeira eleição, nós recebemos sim o convite para ser candidato a deputado, mas eu não aceitei. Eu eu achei melhor não em amadurecimento desse assunto com o partido, eu achei melhor não. Eu estou no meu primeiro mandato. Eu sinto que a casa precisa de modéstia parte assim, mas de pessoas engajadas no mandato, pessoas que que trabalhem e pela cidade de Campinas na linha que nós estamos trabalhando, né? A defesa da vida, da família, todos esses trabalhos que nós estamos conversando. Então, assim, de início, não vou ser candidato. Isso me facilita muito para continuar o meu trabalho, né? Eh, porque você parar um mandato para fazer uma campanha de deputado, uma campanha de deputado é dificílima. Sim, né? Você tem que ter voto no estado inteiro para você ter chance. E para você ter voto, você tem que estar presente, você tem que viajar, você tem que se desdobrar. Então, eh, eu vejo assim que a produtividade da casa tende a cair um pouco, sim, né? E os discursos políticos aumentarem, né? Então, e coisa que a gente já tá vendo nas sessões, você acompanha, a gente já tá vendo acontecer muitas das das questões totalmente fora de contexto, discussões que a gente leva nada a lugar nenhum, mas é o papel político e hoje com as redes sociais ou a os cortes, né, os chamados cortes, é uma tentação muito grande para determinados tipos de mandato, aquela tribuna ali. Então, a pessoa sobe ali para fazer o seu corte, para fazer deixar sua opinião em muitas vezes contextualizadas, primeiro da verdade e segundo do do que a cidade de Campinas precisa. Então eu vejo assim com preocupação, é um ano que a gente tem que ter muito juízo, né? Não só nós que não seremos candidatos, mas principalmente os candidatos. Tem que ter muito juízo. Mas é algo que a gente tem que superar, tem que passar porque a cidade continua, né? as pessoas continuam com a esperança do vereador a quem ela votou, que faça um bom trabalho, né? E a gente tem que honrar esses votos, né? Muito obrigada pela sua participação, Nick, e até uma próxima, hein, Mina, muito obrigada estar aqui nesse lindo podcast, na Casa do Povo Moderno, todo aqui no ambiente aqui é maravilhoso, gente. Um baito de um cenário. A Mir não precisa nem falar da qualidade da entrevista dela, uma equipe maravilhosa. Então, uma honra estar aqui com vocês na Casa do Povo. Na Casa do Povo. É isso aí. Olha só. E você pode encontrar a outra participação do vereador Nick lá. Ele falou um pouquinho de família. A gente teve algumas homenagens lá na playlist do Na Casa do Povo no YouTube da TV Câmara Campinas. Eu te espero em um próximo podcast. Até mais. [música] [música]