Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana conversa com o vereador ou vereadora falando da atuação legislativa. Hoje o nosso convidado é o vereador Aíton da Farmácia. [música] E como é de práescrição e o vereador também vai fazer na sequência. O meu nome é Mirna Abreu, sou mulher negra de pele clara, tenho os olhos castanhos, cabelo cacheado na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou com um brinco de argola dourado. Tô com uma camisa, ela é verde água, tá? Algumas pessoas falam azul, mas é verde água. Ela é uma camisa de gola alta, sem mangas. Ao meu fundo eu tenho um estúdio do Na Casa do Povo todo em preto, um televisor com o logotipo do nosso podcast em azul e branco escrito Na casa do Povo. Vereador, seja bem-vindo. Eu também já o convido a fazer a sua autodescrição. Eu sou o vereador Aílton da farmácia, eh, Aílton Fernandes Sarmento, né? Sou do ramo de farmácia, estou aqui com a camisa azul. Eu sou moreno, tenho 1,65 m, tem alguns cabelos grisários, né? Eh, que mais? Tem bigode. É, tem bigode também. Os olhos, meus olhos são a cor de amêndoas, né? Com cinho tipo amêndoa. Sim, né? E que mais? E e é isso. E a sua camisa azul bebê de manga longa, mas está estão dobradas aí aí a os braços, né? Na da camisa. Vereador, vamos falar um pouquinho de trabalho aqui. Já vou começar pelas emendas impositivas. Sim, sim. Me conta um pouquinho sobre, né, a sua preocupação. Quando a gente lembra das emendas, é importante salientar que existem normas, regras para que elas aconteçam. 50% do montante de cada vereador vai paraa saúde. Desses 50%, 60% tem que ser para saúde pública. E o o outro montante pode ser distribuídos em diversas pastas e secretarias. Fala para mim d quais são os destaques quando o senhor pensou nessas emendas impositivas. Vereador, olha, é a primeira vez que esse vereador nesse mandato tem essas medidas, essas emendas impositivas e eu fico muito feliz disso, da ter, até porque a gente tem aquela demanda da população e a gente tá podendo eh mandar essas emendas impositivas aquela população tão carente que precisa tanto na área de saúde, que respirador trabalha muito na área na área também de de praças na área de obras, né, que muitas obras aqui são feitas em Campinas. Vereador manda essas emendas, né? Dinheiro, como digo disse, é da população pra população e bem próprio e principalmente assim onde o vereador trabalha, na região que o vereador trabalha, mas também para Campinas inteiro, né? Eu trabalho muito a área de saúde, né? Eu eu tive mandei emendas para 55 eh centros de saúde, não centro de saúde que abrangeiu todos, todos de uma forma geral, não só centro de saúde também, como também a causa animal, mas principalmente também como eu sou da área de saúde. Sim, a saúde, eh, eh, Maternidade Campinas, Marugate, PUC Campinas, os os hospitais conveniados e serviços conveniados também, onde esse vereador também trabalha muito ali, que é na região da UPA ali Carlos Lourenço. Esse vereador é daquela região. Mandei uma emenda também pra UPA Carlos Lourenço para aquela população seja melhor atendida, né? Que a região do vereador tá ali há mais há 50 anos, mais de 50 anos. Sim. ou naquela região, naquela área. Hoje, até falando da UPA Carlos Lourenço, a gente sabe que tem muita coisa que precisa melhorar ali. Qual que é a atenção hoje? A maior preocupação do senhor quando o senhor pensa naquela unidade, vereador, é que ela possa melhorar o atendimento, um atendimento mais rápido, né? Hoje aquela população reclame muito ali do que foi tirado o atendimento de pediatria. Esse vereador cobra para essa pediatria que hoje ela tá no Mário Gatinho, que ela volte ali aquela unidade, né, que muitas famílias que t crianças ali precisam ir muito e também aquele transtorno de tá indo pro Mário Gatinho. Então esse vereador tá cobrando para que aquela unidade volte a ter o atendimento de pediatria, que é muito importante, né, para aquela região, paraas mães das crianças, né, e facilite muito, né, uma luta que vai continuar agora em 2026. Com certeza. Não vou parar de lutar até que essa pediatria volte a ser atendida ali nessa região que era muito importante e tá fazendo muita falta, né? aquela população tá sofrendo de ter que ter o transtorno de tá no Mário Gatinho e ali facilitava e muito por estar perto, né, da população. Sim, vereador, o senhor falou que inclusive teve emenda também para causa animal e a gente sabe que existe em algumas regiões, nós tivemos já esse ano ali na região em que o senhor trabalha, a questão de castração de cães e gatos. fala um pouquinho dessa preocupação. Essa preocupação é uma preocupação já até no meu mandato anterior, né, que as que as pessoas hoje às vezes elas não têm o dinheiro disponível lá para tá fazendo, né, indo lá no castromóvel e a chipação também, né? Esse vereador mandou uma emenda lá de mais de R$ 100.000. Nós divulgamos toda a região aqui para que a população fosse beneficiada, levasse seu gatinho, seu cãozinho lá de estimação. O gabinete trabalhou muito para isso, né? Quero aqui agradecer também ao DPE, departamento de bem-estar animal também, que nos ajudou muito também lá a equipe da da regional também, o pessoal da regional, todos aqueles que se comprometeram em est fazendo o castramóvel ali naquela região de de muito tempo. Não tinha caçamóvel lá. E digo mais, hein, nós, o vereador o ano que vem novamente vai mandar emenda impositiva para aquela região seja contemplada novamente, porque muitas pessoas ainda, né, não não tiveram eh o acesso, não puderam, né, e digo, foi dia 26, 27 e 28, é, do mês de março, foram em média 200 castração e chipação, né, chip, né, por dia, né, E aquela população que tanto esperava, levou lá seu bichinho de estimação, seja o gatinho, seja o cãozinho. E foram lá e saíram de lá. O vereador esteve lá presente, acompanhou aquela aquela população que foi lá levar o seu bichinho de estimação e acompanha e ver aquela pessoa feliz, né, levando e saindo com seu bichinho de estimação, com a castração feita que é um bem que aspirador, como digo, vou continuar fazendo, podem contar com o espirador na casa animal, naquela região lá, tá bom? Ainda falando de emenda impositiva, a gente lembra que no esporte o senhor fez aqui algumas destinações para equipamentos na praça Ferdinando Panatone para os alunos de Maitai. Primeiro conta o que que acontece naquela praça, são aulas semanais, são que que acontece que daí o senhor falou: "Olha, preciso também ajudar esse pessoal". Olha, é como disse, né? Voltando agora ao novo mandato, o vereador não tinha ainda mandato, eles mesmo, né? falaram que não tinham recebido nenhuma emenda de nenhum vereador. Procurou o vereador, o vereador mandou a emenda lá. O vereador esteve lá no sábado agora acompanhando a entrega do material, que são materiais, né, de proteção para eles. E o são aulas gratuitas que acontecem nessa praça, nessa nessa praça são aulas gratuitas, né? Até eu conversei com o professor Márcio Santos, né, que é muitai lá. E eles fizeram lá uma exibição, né, muito bonita, né, para que o que que você tá fazendo, como tá fazendo o material, eles recebendo todo aquele material novo, que é aquele material de proteção de cabeça, luvas, tudo. E a felicidade, né, da equipe dele lá recebendo material novo, novo, novo. E o que que traz o esporte? O esporte ele traz alegria, traz descontração, traz felicidade, saúde, saúde e além disso também traz também muita gente, tira muita gente do vício do dia a dia hoje, não o vício somente da bebida alcoólica, mas também da droga, né? Encaminha, quando você encaminha a pessoa pro esporte, né? Você tá caminhando ali aquela pessoa para ela ter saúde, ter qualidade de vida, vira? Sim. Agora, qual que é a importância quando a gente pensa num legislador que vocês têm aí a ferramenta da emenda impositiva para enaltecer e para apoiar projetos como esse do Maitai? Olha, é com muita felicidade, a gente fala assim, é um prazer hoje a gente ter essa emenda impositiva para poder tá ajudando não somente o o my, o esporte, mas o esporte de um modo geral. Um modo geral, a gente tá ali acompanhando, a gente sabe que é difícil hoje, eh, quem tá no esporte às vezes eh faz lá o seu serviço lá comunitário gratuitamente e tem um custo, isso tudo tem um custo, tem material, tem isso, tem aquilo. E quando ele tem o apoio do vereador e que o dinheiro é do povo para essa questão e para as outras questões também, facilita muito, né? é mais é mais eh gentes, mais pessoas trabalhando nessa causa que a população tanto precisa e que tá muito carente, viu? Tá muito carente aquelas praças tando, sendo usadas para para o bem-estar da população. Falando em bemar, a gente já falou um pouquinho da saúde voltada lá à UPA do Carlos Lourenço, mas o senhor fiscaliza de perto. Inclusive, eu lembro que nós já conversamos algumas reuniões ordinárias sobre através dos requerimentos. O senhor tem bastante questionamento em relação a algumas questões no que diz respeito à saúde, reposição de médicos, medicamentos e até mesmo agulhas em postos de saúde da região sul, especialmente do Esmeraldina, Santo Odila, e agora também tá fiscalizando essa questão lá do Vilip. O que que tá acontecendo por lá? O que tá acontecendo é que o vereador tá ali presente, atendendo a população ali também ali no balcão de uma farmácia há mais de 50 anos. Então esse vereador, graças a Deus, a gente é muito conhecido ali. A pessoa vai lá, vamos lá falar com o vereador e o vereador fica sempre sabendo o que do que que tá faltando ali na na rede [limpando a garganta] de saúde ali, tanto, né, na vilip hoje que tá em reforma, que também estou acompanhando também. Pessoal da Vilip tá sendo atendido onde? No Santo Odila. tá sendo atendido no Santo Oddira e tá sendo atendido ali na pingpong na rua Júlio Fernandes. Hum. E esse pessoal hoje tá passando uma dificuldade tremenda, né, desse transtorno de de uma hora para outra. O posto da Pelipê realmente precisava de reforma, de ampliação. Inclusive esse vereador mandou emenda impositiva lá pro posto da VIP para que seja melhorado, né? Eh, então a gente a gente vê naquela população ali agora nesse tempo de reforma aí a gente tem que cobrar a reforma, que a reforma seje o mais rápido possível, porque eu tô vendo, o vereador tá vendo que aquela população tá passando, eles procuram o vereador, vereador, puxa, ali já é sobrecarregado ali o CS do Santo Dila, o CS também da Esmeraldina também é um um centro de saúde sobrecarregado e também agora Eles estão procurando, né, também esse centro de saúde para que sejam atendido toda aquela demanda que era do MDP. E o MP ali atendia, era um um posto saúde que atendia muita gente, gente, inclusive é um posto que abria os sábados, né? Hum. E agora nesse sábado eu vi lá também o o Santo Dila também tava aberto até devido ao que tava acontecendo, que tinha aberto o Vip era aberto aos sábados. para atender aquela população. E a gente sabe também, não só a população, a gente sabe também daqueles profissionais de saúde lá, o quanto também eles estão trabalhando, porque tá sobrecarregado para eles, né? Sim. tempo atrás, o vereador cobrou, né, que tavam faltando até atendimento à medicação de farmácia, não tinha quem posse aviar a receita de medicamento daquela população lá, que o médico passava medicação e não tinha com quem pegar, porque não tinha o farmacêutico lá para dispensar o medicamento pra população usar. Fiscalização sempre, né? sempre, sempre ali, eu tô ali, como disse, há mais de 50 anos, a gente vai continuar cobrando e a população tem certeza que tá ali, o vereador tá ali presente para que a população vai lá, fala direto com o vereador e o vereador [limpando a garganta] tá cobrando, cobra secretaria de saúde, cobra para que tenha mais médico, cobra para que tenha mais dentistas, que também é outra reclamação daquela população. A população reclama que, ô vereador, só tem um dentista, né? Eh, às vezes a população agora, eh, ultimamente você vai entrar no assunto da COVID também, né? Também a população cobrou, vereador, não tem vacina. Vereador cobrou no outro dia, a Secretaria de Saúde colocou vacina para essa população, que é vacina de Covid também, né? Sua a mãe os filhos, né? Às vezes deixa de trabalhar para levar os filhos no posto de saúde ali daquela região, chega lá, não tem vacina, cadê a vacina? Sim. Então, a pessoa vai lá, passa no ô vereador, por favor, a gente perde dia de serviço, deixa de tira o filho da, né, nem leva às vezes na escola para poder tomar a vacina, né? E chega lá, a vacina não tem. Então, se vereador cobrou, a vacina está disponível lá no CS lá. E agora o vereador pede também que a população leva novamente, né, lá as crianças para serem vacinadas, que vacina é saúde, saúde e vacina é vida, né? É verdade. [risadas] Agora, recentemente, o senhor inclusive apresentou requerimentos em relação ao transporte público. A gente lembra que a Câmara aprovou recentemente a prorrogação por 2 anos do prazo da atual eh concessão do transporte público. Na última semana nós temos alguns questionamentos, não em relação à Câmara, mas em relação ao executivo que fez no mês passado, fez aquele leilão para o próxima para as próximas empresas que vão eh gerenciar o transporte público na cidade. E eu queria que o senhor falasse um pouquinho sobre isso, né? Porque o está o Tribunal de Contas barrou a licitação, né? E e agora a gente também tem, inclusive, o senhor eh perguntando sobre algumas linhas específicas de ônibus, como que o senhor analisa toda essa situação agora, vereador? Olha, essa situação eu tenho cobrado ali da linha 340, Tamo a linha do Esmeraldina também, a cidade judiciária, a linha do Carlos Lourenço também eh antes antes agora da licitação sair, ela estava acontecendo muito atraso, pessoas esperando muito tempo, quase uma hora pessoa esperando lá, pega o aplicativo do ônibus, o horário não tá não tá batendo, não bate mais no aplicativo do no aplicativo, tá? Tá uma hora e você fica lá esperando. É, tá aqui, cadê o ônibus, né? Exatamente. Principalmente naqueles horários de pico, né? A pessoa vai trabalhar ou vai levar alguém para até para pra área de saúde, né, do médico, alguma coisa, porque não é todo mundo que tem dinheiro para pagar um Uber, um táxi ali para pegar a pessoa e levar, né, no no Marugate, na UPA. Então, eh, é uma questão é difícil, viu? para aquela pra população ali. Cobrei, tô cobrando, vou continuar cobrando. Como disse, nós ficamos numa situação, né? Eh, nós vereadores que era assim, né? Nós est situação assim, votamos paraa prorrogação até até 2 anos ou nós tínhamos aquela questão, será que dia primeiro agora vencendo o contrato dessa da última concessão teria ônibus na nossa cidade? Então o que a gente quer é que não falte um â da nossa idade. Sim. E além de não faltar, que ele melhore a qualidade dele. Não só qualidade, como também quantidade em horários para não acontecer simplesmente, olha, venceu a licitação, a gente tá indo embora, se vai ficar alguém ou não é problema de vocês. Exatamente. Nós sabemos isso. Nós sabemos que o transporte coletivo de Campinas está péssimo e não é há pouco tempo, é há muito tempo, [limpando a garganta] né? Então, toda a esperança hoje do da população, puxa, tem aí a agora licitação nova empresa, aí acontece isso, né, né, Tribunal de Contas, tá certo? Tem que ter uma coisa que a população tem a garantia de que vai ter aquele ônibus novo, que vai ter aquela quantidade de de ônibus nos horários, que ele não perca o horário de serviço, que muitos t horário para cumprir no serviço e hoje não é uma garantia que ele vai estar lá no horário lá para entrar no horário de serviço, no horário principalmente pico, que os horários que onde mais a população usa, que é a parte da manhã e a parte no finalzinho da tarde, quando ele tá retornando também à casa dele. dele. Então, a preocupação do vereador é acompanhar isso aí e cobrar também para que seja melhorada toda essa questão. Agora a gente vai falar um pouquinho de mobilidade porque também o senhor tem aqui algumas indicações ali pro núcleo do bairro da vida nova. Queria que o senhor falasse também esse uso das indicações como uma maneira de atender algumas demandas da população. Olha, Campinas é muito grande, né? Eh, nós temos acho que eh 33 vereadores e como a nossa cidade é muito grande, ela não consegue eh muitos bairros, o pessoal fala: "Ó, ô vereador, nós não temos aqui um representante aqui na região". E o vereador ele é vereador para toda a cidade, não somente para uma região, como eu disse. Então, vem a demanda aqui ao gabinete do vereador da farmácia. Vereador da farmácia vai cobra a secretaria de serviço público, cobra a secretaria que for. DPJ, nós cobramos para que aconteça o quê? Que aquela região, aquela praça, aquela obra aconteça com aquela população que está pedindo. Por quê? Há tempo eles estão pedindo, não é de hoje. Então, que melhore ali, eh, mato, com praça, qualidade de vida dele, asfalto, eh, buracos, tem toda uma questão que a população acompanha.Onde onde ela passa, ela vê essa demanda no município, ela pede e tem o gabinete do vereador da farmácia para tá atendendo, solicitando a prefeitura, cobrando, né, a o executivo, as secretarias, para que faça. Mas é importante salientar, vereador, que a indicação ela é feita, mas nem sempre ela é atendida. Como que é aí entre o trabalho do vereador acompanhando, cobrando para [roncando] que aquilo efetivamente seja feito? Olha, o vereador hoje pega, recebe a demanda. Eu mesmo faço muitas demandas porque no dia a dia ali eu tô andando ali com meu carro atendendo um cliente ou outro que eu atendo muito cliente a domicílio. Esses eh eles mesmos para vereador tá acontecendo isso, isso isso isso, né? A gente tem o o WhatsApp do gabinete do da farmácia 99830 2909, que é paraa população usar, mas o vereador é um vereador que trabalha, que tá ali dando a cara, vendo ali o problema da população. E muitas vezes o vereador também não só manda pro gabinete, como também manda paraas secretarias também e cobra que seja feita, né, o que a população tá pedindo e depois lá o vereador vai lá, volta lá com a população, vê o que foi feito, né? Eh, a população comenta, né, nas redes sociais do vereador da farmácia, ó, foi cobrado, foi feito. E o que não foi feito, a gente pede pra população tá cobrando e a pra gente tá cobrando novamente, porque a demanda é muita, é muita demanda mesmo. A gente sabe disso, tem demanda para toda Campinas e nem todo, né? A gente trabalha, dá ali, como eu disse ali a cara ali pra população cobrar o vereador e faz questão disso. Não, não corro, não corro de, de demanda, não corro de nada. População tem o vereador aí da farmácia ali, um companheiro, um cliente, um amigo e que trabalha para ele, trabalha para aquela população. Sim. Agora, vereador, a gente tem aí recentemente em âmbito nacional, inclusive uma preocupação que trata da questão da sexualização antes da hora, da violência contra a mulher, até uma série de coisas. E o senhor tem um projeto de lei que adota a cartilha Namoro legal, que é uma cartilha elaborada pelo Ministério Público, que ela seja eh aí adotada na rede municipal como um uma forma também de educação, de trabalhar esses temas que são eh relacionamentos abusivos, dicas que podem acontecer durante namoro, mas que na [roncando] verdade já representa que tem aí uma questão tóxica envolvendo para proteger meninos e meninas de futuros relacionamentos abusivos. Qual que é a importância de que a rede tenha esse documento, essa cartilha como um norte para trabalhar esse tema junto com as crianças e adolescentes? Em primeiro lugar, eu quero aqui parabenizar, tá, a promotora de justiça do Ministério Público de São Paulo, Valéria Escaranzi, né? Ela fez essa cartilha muito bem feita com várias dicas, né, de que é o namoro dos adolescente hoje no nosso país, no Brasil, né? O que que acontece com o namoro na fase adolescente? E ali essa cartilha vai trazer as dicas de orientação, né? Então, nós trazemos eh essa cartilha aqui para o ensino, né, da nossa cidade, o ensino municipal da nossa cidade, vai trazer aquela orientação e no dia a dia, eh [limpando a garganta] essa pessoa hoje namora, ã, um adolescente, namora outro adolescente, então ali ela vai ter um vai ter uma base do que tá acontecendo. E aconte, vou dar um exemplo, vereador. Às vezes, às vezes o adolescente chega em [limpando a garganta] casa falando assim: "Ó, [roncando] meu amigo ou minha amiga começou a namorar e agora o namorado dela não deixa ela ficar mais com a gente no intervalo na hora do recreio, etc e tal". Já é uma demonstração de que tem que ter atenção, né? Não só isso, viu, Mirna? Também tem aquele namorado que quer que a menina use tal roupa na roupa não decotada, calçado, tudo. Ela comanda, quer com ele, ele quer comandar a vida. dessa adolescente quando ela tem todo o direito de ser livre. Sim. Fazer o que ela quer, como ela quer. Ela é uma pessoa livre. Então isso aí acontece muito. Até acontece muito também daquela violência psicológica também do namoro da da adolescente dele, ó, se você fizer isso, eh, depois você vai ver comigo esse tipo de de assuntos, né? Aí, né, a pessoa do namoro fica meia retraída, mas será que ele tá falando a verdade? Fica com medo. Acontece muito isso nos namores. Adolesco. Então essa cartilha hoje ela trazendo ela, né, pro ensino municipal de Campinas hoje. E também conto também com a divulgação, né, de vocês da mídia, toda a mídia da nossa cidade, inclui em geral, né, ela precisa ser eh como é que fala? fomentada, né, para que essa informação chegue às adolescentes, adolescentes, para que ali eles dão linda, leia tal e não esteja acontecendo o que a a promotora justiça colocou, que é o que acontece hoje, porque eu acho que se traz essa discussão, por exemplo, dentro da sala de aula, tem ali os sete pontos, o pessoal, ó, isso tá acontecendo aqui na sala, isso tá acontecendo com meu amigo, Porque geralmente, principalmente na adolescência, essa a escola é o lugar que eles mais se socializam inicialmente, que todo ser humano acaba se socializando mais, tem mais os amigos da escola, etc. E essa discussão para essa conscientização é super importante. Com certeza. essa conectividade ali na escola ali, eh, tem que ter uma amiga comentando com a amiga, ó, fulano, o meu namoro, assim tem que ter essa conectividade. É, exatamente, fulano, ó, tá acontecendo isso comigo, mas não, ela, a amiga pode dar uma opinião, ó, não é assim, a coisa não é desse jeito. O namoro tem que ser um namoro saudável, um namoro que a pessoa tenha e gostar de estar com aquela pessoa, mas não não tentar comandar aquela pessoa. Isso é é o vida do outro. Cada um a vida deles pertence. Há casos, por exemplo, que a o o no namoro, a própria família mesmo é excluída. A família, ó, né? Não vou na sua casa, não vou na sua casa também. E quando isso também era uma coisa que podia ser familiar, né? Trazer, conhecer. E hoje muito, muitos desses namoros hoje não acontece isso. Ah, não vou levar meu namorado para casa, vou levar minha minha namorada para minha casa porque acha que é passageiro e às vezes não é passageiro. É um namoro ali, né? É, mesmo que seja a família, é importante estar ali [limpando a garganta] nesse círculo entendendo o que tá acontecendo. Entendendo o que tá acontecendo, horário de aula, horário que chega na de volta na na na casa, tem tudo isso, né? Sim. Agora, ainda partindo nesse segmento, mas agora de uma forma um pouco maior, porque a gente tem visto aí o número de feminicídios, [limpando a garganta][risadas] violência contra a mulher, o senhor propõe que a guarda assistentes sociais e educadores identifiquem a violência psicológica contra a mulher. através do IAVP, instrumento para avaliação da violência psicológica. O que que é isso e como que é possível a gente usar essa metodologia aqui na nossa cidade? Olha, isso é o que acontece quando a a mulher ela sofre aquela violência que de fala, de xingamento, de ameaça, mas às vezes ela não é física, ela é da cabeça. Aquilo ali a pessoa entra, fala, ameaça tudo. Então isso vai pra parte psicológica do desse relacionamento da mulher que às vezes ela fica com medo, traumatizada. Não vou fazer isso, não vou sair de casa, não vou. Então isso é, esse projeto é um projeto que a gente vai contar com ajuda também da Guarda Municipal, da da das, né, da rede, eh dos professores, da da da área da da área de saúde também, né? Não somente isso, na área de de da se tiver psicólogos também que tenha esse atendimento, possa estar fazendo esse atendimento na rede pública também, tá? para que essa essa mulher ela tenha acesso, porque hoje a mulher na nossa cidade, hoje não na nossa cidade, mas no Brasil inteiro, gente, foram o ano passado 1518 feminicídio. É um número muito alto. E hoje você vê na televisão, você vê toda semana, todo dia tem uma violência contra a mulher. Isso aí tem que acabar, que não acabe, que diminua, que a mulher tenha que ela faça o que ela queira fazer com a vida dela, não como acontece hoje. Tá acontecendo demais hoje a violência doméstica. E aí entra, né, aquela a psicológica, ela começa bem sutil, né? a gente fala muito de violência física e que, claro, em muitos casos tem culminado nesses feminicídios, mas com certeza começou lá com essa violência psicológica. Sim. E hoje a gente vê muitos casos também de violência psicológica que a mulher fica ali em cárcere privado. Sim. E tem muitos ainda que a gente não descobriu que tem que tá acontecendo agora aqui, né? ou na nossa cidade ou em outra cidade ou no nosso país. Esse cárcere privado que é uma é uma psicologicamente a mulher ela fica, nossa, ela precisa de apoio, né? E a mulher tem que ter esse apoio. O município, né? Os tem que fazer, a gente tem que fazer com [limpando a garganta] eh mais trabalho, trabalhar a questão da mulher. Eh, hoje existem as leis, existe, mas elas precisam ser mais rigorosas, elas precisam elas precisam ser aplicadas. Isso, vereador. A lei, se a gente olhar no papel, ela é bonita, né? [risadas] Mas ela precisa ser aplicada. É, hoje a gente vê uma mulher com a com a com a tornozeira eletrônica sendo morta. Às vezes acontece até, né? Às vezes eu tava pensando, vi várias reportagens, inclusive sobre essa obrigatoriedade e que os estados ainda vão ter que comprar as tornozeleiras para distribuí-las conforme a necessidade. A gente pensa uma medida protetiva 100 m. Sim, sim. 100 m é pouco demais. É, né? 100 m alguém que queira usar uma arma e ela e ela souber atirar e dependendo da arma, ela acerta a outra pessoa, né? Então o instrumento tá aí, mas precisamos aplicá-lo de forma correta. Com certeza precisamos aplicar, devemos ter políticas públicas, né, que é eu quero dizer que melhore, que a mulher tenha direito a ter a sua vida livre, sem tá sendo pressionada pelo como quer que seja, que ela seja uma mulher totalmente livre, que ela fala: "Puxa, eu tenho a paz, eu sou da paz, eu vou ficar em paz, eu não tenho medo de nada, eu vou fazer o que eu quero". E esses dois projetos, eles vêm a calhar [roncando] justamente nesse momento, como eu mencionei, que a sociedade tá, né, em ebulição com esses temas. Como que o senhor vai trabalhar para que a Câmara também tenha esse olhar, vereador? Não, a gente vai trabalhar que esse projeto seja aprovado, que a secretaria também da mulher também, nós temos aqui, Secretaria da Mulher também eh pega essa causa. Eu tenho certeza que elas estão nessa causa, que ela pegue mais essa causa junto com o projeto, né, do do do da gente do vereador da farmácia. E eu conto, né, com a secretária da da mulher, Alessandra Herberman, né, Herman. Herman, Herman, Herman, Herman. Alessandra Herman, né? ela que esteja vendo aí quando vir a nossa entrevista dizendo que ela pode contar com esse vereador e eu preciso da ajuda da secretaria. Sim. né, da secretaria para que seja no nosso município seja uma cidade que a mulher tenha seja livre, tenha paz, tenha sossego, que, né, vamos combater a violência contra a mulher na nossa cidade. E eu conto com a secretaria, conto também muito com a nossa experiente guarda municipal, é um inclusive tem aquele projeto guarda amigo da mulher. Isso, exatamente. É, essa a guarda municipal é muito importante na nossa cidade, não só como os crimes norma, nesse os crimes que acontece na cidade, mas principalmente na questão da mulher, ela é muito importante. feito, tem feito um trabalho excepcional quando ela é acionada e ela precisa ser acionada por aquela mulher que está sendo ali eh sufocada psicologicamente, às vezes até na própria violência, não só verbal, mas na violência física, porque essa mulher faça a denúncia daquela daquele companheiro que que tá fazendo isso com ela, que ela tem que ter uma força e às vezes muito caso a gente vê Até a própria Guarda Municipal vai lá, ó, fica questionando a mulher para ver se ela consegue abrir o jogo. E muitas vezes ela não abre o jogo, ela não fala o que tá acontecendo com ela e precisa disso que ela fale, porque senão, né, que que nós vamos fazer? Nós vamos continuar trabalhando, trabalhando em formiguinha ali, ali, ali, para que nunca desistir, jamais desistir da questão da defesa da mulher na cidade de Campinas. Tá certo? Então, vereador, muito obrigada pela sua participação e até uma próxima oportunidade. Eu que agradeço aqui a TV Câmara, a Mirna, a todos vocês aqui e peço aí as pessoas aí que estej nos vendo e ouvindo, siga lá o WhatsApp do vereador Ato da Farmácia 998 302909, as demandas. Siga nas redes sociais, segue o trabalho, cobre o trabalho que a gente também eh a gente não consegue fazer tudo, mas que as pessoas também falam: "Ó, vereador, tá precisando fazer isso aqui, tá precisando fazer isso ali lá". Então, a gente a [limpando a garganta] gente é um funcionário do povo. Muito obrigada. Muito obrigada. E olha só, na casa do Povo fica por aqui. Lembrando que você pode saber mais sobre o trabalho do vereador Além das redes sociais que ele acaba de mencionar lá no site da Câmara Municipal que é o campinas.sp.lege. leg.br e também outros episódios do Na Casa do Povo que tá na playlist da TV Câmara Campinas lá no YouTube. Até um próximo na casa do povo. เฮ [música] [música] [música]