TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Na Casa do Povo | Mandato, autismo e causa animal com vereador Hebert Ganem
Em destaque · HD Vídeo · NA CASA DO POVO

Na Casa do Povo | Mandato, autismo e causa animal com vereador Hebert Ganem

58 views Publicado 27/03/2026 HD · 42:02
Resumo editorial

O podcast Na Casa do Povo recebe um vereador campineiro para conversa sobre atuação parlamentar, com foco em inclusão de pessoas autistas, políticas públicas voltadas à neurodivergência e defesa da causa animal em Campinas. A entrevista abre com audiodescrição feita pela apresentadora e pelo convidado, prática de acessibilidade que o programa adota em todas as edições. O parlamentar detalha indicações apresentadas para implantação de parques sensoriais em Campinas, com equipamentos e ambientes adaptados para estimular os sentidos e melhorar o desenvolvimento e lazer das pessoas com TEA, ampliando a rede atual de parques infantis para deficiência. A conversa percorre projetos voltados a colares refletivos para animais comunitários castrados, novas multas para maus tratos a partir do caso Cão Orelha, e a articulação do mandato com pais e mães de autistas, conselhos tutelares, protetores independentes e a Secretaria Municipal de Saúde para construir políticas públicas que reconheçam a diversidade neurocognitiva e protejam a vida em todas as suas formas em Campinas.

Descrição do vídeo

🎙️ No episódio do podcast Na Casa do Povo, da Câmara Municipal de Campinas, a apresentadora Mirna Abreu entrevista o vereador Hebert Ganem sobre sua atuação parlamentar, com ênfase em inclusão para autistas, políticas públicas e defesa dos animais. O diálogo aborda projetos, emendas, desafios e a importância da participação social para uma Campinas mais inclusiva. ​ 🧩 Inclusão e autismo Hebert detalha a indicação de parques sensoriais para crianças autistas, inspirados em Jandira (SP) e Belo Horizonte (MG), com percursos táteis, estímulos sensoriais suaves e área cercada para segurança familiar. Iniciativa começou com abaixo-assinado para ouvir pais e mães; agora avança com reuniões na Prefeitura para definir localização e execução. ​ Outro projeto unifica filas municipais de terapias, vagas escolares e programas sociais para TEA, integrando APAE, OSCs e serviços públicos, eliminando duplicatas e priorizando por critérios transparentes, similar à fila única da educação infantil e CROSS na saúde. ​ 🏛️ Políticas e emendas impositivas O vereador enfatiza debates contínuos sobre autismo (além do Abril Azul) e participação comunitária na elaboração de leis. Explica emendas: 50% saúde, 50% cultura/assistência/meio ambiente. Destacou recursos para APAE Campinas em avaliações neurodiagnósticas e laudos, essenciais para isenções e benefícios. Articulou com Bruno Ganem (federal) e Clarissa Ganem (estadual) para ampliar valores e viabilizar salas sensoriais. ​ 🐶 Causa animal e maus-tratos Conhecido pela bandeira animal, Hebert reage a casos como o cachorro “Orelha” e denúncias de violência em apps como Discord (transmissões ao vivo de torturas). Propõe campanha de conscientização sobre redes que incentivam abusos, ensinando denúncia. Atualizou o Estatuto dos Animais com multas até R$ 30 mil por abandono/maus-tratos, em regime de urgência. ​ 🐕 Apoio a protetores e serviços Projeto permite microchipagem em domicílio para protetores com muitos animais, facilitando acesso ao Banco de Ração (ração premium, casinhas, potes). Elogia consultórios móveis (atendimento/vacinação V8 gratuita) e convênio com PUC-Campinas para tratar resgatados pelo TBPA/SAMU Animal – passo para hospital veterinário público. Reforça vacinação antirrábica (agende no CCZ). ​ 📱 Redes sociais e educação Alerta para “terra sem lei” online (difamação, crimes sem punição rápida) e defende regulamentação. Acredita que leis rígidas + fiscalização + educação escolar (respeito a animais, trânsito, próximos) mudam a sociedade. Critica impunidade juvenil e cobra conscientização familiar. ​ 👀 Ouça completo para detalhes do mandato de Hebert Ganem. Comente projetos para autistas/animais em Campinas! Inscreva-se 🔔, curta 👍 e compartilhe. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

40 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, [música] [música] pessoal. Mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana traz aqui um vereador ou uma vereadora falando da sua atuação parlamentar na nossa cidade. Hoje o nosso convidado é o vereador Herbert Ganém, que vai conversar um pouquinho com a gente, mas antes como é de pras, eu vou fazer a minha auto e audiodção. O meu nome é Mirna Abreu. Eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou com uma blusa bordô ou vinho para alguns. Eu estou com uma saia preta. Ao meu fundo nós temos aqui o estúdio do Na casa do Povo todo em preto. À minha esquerda, uma televisão com logotipo do programa Na Casa do Povo em Azul e Branco. Vereador, seja bem-vindo novamente. Eu também já o convido a fazer a sua auto e audiodescrição. Agradeço sempre o convite, Mirna. Estou aqui na casa do povo novamente. Eu sou um sou vereador Herbert Ganém. né? Minha pele é branca, meu cabelo é curto, meio castanho claro, tá quase caindo já um pouco. Eh, estou com um blazer, uma camisa social por baixo aqui, né? Sem gravata, totalmente branca. Tô com relógio também aqui. Tá certo, vereador? A gente vai falar um pouquinho sobre tantas coisas, mas eu vou deixar a causa animal por último, combinado? Sim, claro. A gente vai falar antes, inclusive da sua atuação com indicações tratando sobre parques sensoriais em Campinas com equipamentos e ambientes adaptados para estimular os sentidos e melhorar o desenvolvimento e o lazer das pessoas com teias. A gente tem aqui na cidade até então um já parques infantis, por exemplo, para pessoas com deficiência. A ideia é que esses parques eles sejam separados, que eles sejam eh eh os atuais aumentem para também atender esse público. Quando o senhor chega com essa solicitação, qual é o propósito, a a gente trabalha, né, na na causa autista também, a gente trabalha sempre a inclusão de todos, né? Nós temos o os parques já adaptados para com com a com para crianças com deficiência, né, que tem um acesso fácil ali para chegar. Mas o parque sensorial para quem tem, né, o autismo é diferente. Não, não, você não pode ter o mesmo brinquedo que se tem, né? Então, eu estive em Jandira. Jandira. A gente foi visitar o parque sensorial que tem na cidade de Jandira lá. Eu vi na internet, achei muito bonito. Falei assim, vou dar uma olhadinha lá como é que é. É assim, muito simples, mas muito acolhedor também. E depois descobri que tinha um também em Belo Horizonte, que a gente pediu as imagens lá, nos enviaram, a gente vai divulgar também de Belo Horizonte. um pouco maior, acho que teve um pouco mais de investimento, mas esse parque sensorial ele tem que ser diferente, né? Por exemplo, até o caminho onde as crianças com autismo vai passar tem que ser diferente para ela poder sentir como é que faz a caminhada. Tem sim tem todo um corredor ali para poder caminhar. Eh, algum alguns brinquedos que ela possa tocar. Então assim, é um parque diferente, é um jardim é sensorial, outra proposta, outra proposta totalmente diferente. E nós não estamos apenas pensando na criança também, mas sim da família, que a família também tem que tirar o seu momento de lazer, a mãe principalmente, né? a gente sabe a dificuldade que a que as famílias sentem, as mães principalmente. Então ela quer levar a a criança dela num lugar que seja seguro e que também ele esteja acolhido. Então essa é a nossa ideia e nós queremos um parque sensorial fechado. Então quando a mãe for com uma criança lá ela vai entrar e vai ter segurança também. E lá, por exemplo, vamos pensar ou no Taquaral ou na Pedreira do Chapadão hoje, que são lugares que tem. Como que seria? Seria esse lugar fechado, inclusive com uma questão acústica ou não necessariamente? Qual que é a ideia? É aberto. Aberto, mas ele só fechado como no sentido do da questão física. Isso para que não saia correndo e vá pra rua, seja atropelado, né? Ou que aconteça alguma coisa, que a gente sabe, né? Eh, como que é a criança? Ela quer sair correndo. É, outro dia até teve um caso, uma colega minha, ela tem um filho autista, eles estavam no mercado, em determinado momento, ele saiu correndo, ela deixou a compra e teve que correr atrás dele, que ele tava mesmo indo no sentido da rua. ele aí teve que acalmá-lo, passar aquele momento para depois ela voltar e alguma coisa que tinha acontecido que deu aquele gatilho e é justamente para evitar essas questões. É, e quando é um parque, né, digamos normal para crianças, quando uma criança com autismo vai lá, ela não consegue interagir, né, com as outras crianças. O barulho também incomoda, né, vereador? Sim. E nesse jardim sensorial já é para ele, né? Então ele já está incluído ali, a mãe fica um pouco mais tranquila também. E nós pensamos também na família para que a mãe possa ir lá e possa ter o seu momento de ver sua criança se divertindo sem aquela preocupação o que que ele vai fazer ou deixar de fazer. Essa essa é a nossa luta, né, pelo pelo jardim sensorial ou parque sensorial que nós vamos trazer sim aqui para Campinas. Já começou algum tipo de tratativa com os serviços públicos que a gente sabe, né, que tem voltado ou talvez com a Secretaria de Esportes. Qual é o caminho, vereador? Primeiro a gente quer que a sociedade participe. Eu acho que todo vereador tem que, a sociedade tem que participar. Não posso propor algo que a sociedade não quer. Então, primeira coisa que a gente fez foi o abarcinado, perguntando pra população: "Vocês querem esse parque sensorial? Vocês acham viável?" Eu acho, né? Mas eu quero ver ouvir os pais também, as mães e dentro disso também as ideias, ó, como que deveria ser, é desse jeito, daquela forma. Então foi acolheu, né? A sociedade acolheu, a comunidade acolheu e gostaram muito da ideia. O nosso próximo passo agora, nós temos uma reunião marcada na prefeitura, né? E a gente vai levar essa proposta, como que a gente pode fazer ali esse parque, como que ele vai ser feito e aonde vai ser feito com a segurança, o melhor local também, mas a gente tá caminhando já, estamos aí. Eh, em breve teremos eh novidades e boas. Ainda falando de propostas para o público autista aqui na nossa cidade, a gente tem um projeto de sua autoria que cria o sistema municipal para integrar as filas de espera em terapias, vagas escolares e programas sociais para as pessoas com te trazendo mais organização e transparência. Primeiro me fala sobre os objetivos dessa proposta e como que ela tá, qual é a tramitação nesse momento aqui no legislativo. O objetivo é a gente unificar a fila. Então, a pessoa que precisa de fazer eh o acompanhamento, aí ela vai lá, se inscreve no Paica, tá? Aí da mesmo assim vai em uma outra, uma outra ONGA que atenda e faz uma outra inscrição. Não é inscrição na prefeitura, não. Não. São são de são aonde presta serviço pra prefeitura. OK. Então não é direto na prefeitura, não tá unificado. Então a pessoa que precisa precisa de um acompanhamento vai no paik e faz a inscrição. Ah, vai no no no na pai e faz. Aí a pessoa tá em várias filas. Então quem chamar primeiro chamou, chamou, mas não avisa a outra, né? E assim aí acaba o quê? Tem 300 esperando aqui. Às vezes é os mesmos 300 esperando aqui. Aí dá uma impressão que é de 600 e fica aquela confusão, correto? E nós queríamos o quê? Unificar a fila. E pra gente saber também quem está em primeiro, quem está em segundo, a pessoa que tá lá embaixo passou para cima, isso pode não pode? Qual que é o grau de urgência também? Qual é o critério? Sim. Então a nossa ideia é que unificarmos a fila e que seja transparente para que o pai e a mãe tenha segurança. Olha, eu entrei na fila, você vai ser chamado chegar a sua vez, ninguém vai passar na sua frente. Sim. Então, e tem os critérios também que a gente a gente vai trabalhar. Então, essa a ideia é primeiro a gente tem que unificar. Então a o primeiro, segundo, terceiro, quarto, estou em quinto. Então eu posso consultar a fila lá, ó, andou três, tá chegando. É mais ou menos como se fosse aquela fila da educação, da educação infantil que faz a inscrição num único cadastro e aí é por ali que vão vendo as vagas, demanda e tudo mais. É, também tem a fila do cross também, né? A gente a gente poder pegar que é eh estadual, né? A pessoa da saúde, né? Então a pessoa precisa passar lá para Unicamp, para PUC, entra nessa fila do cross que é é uma fila única, não tem outra, né? Então é aquela e você consegue acompanhar até a gente consegue ver onde eu estou. Às vezes uma pessoa passa na frente, mas por quê? Porque era uma urgência, né? Mas assim, eh, explica o que aconteceu, né? Não é assim, colocou ao acaso. Então, a gente quer unificar, então a pessoa faz o cadastro e vai ficar na fila única e vai poder acompanhar também essa situação, eh, de esperar onde está e como está. e poder cobrar também, né, vereador? Eu lembro que porque eu tenho algum tempo aqui na Câmara, no início a gente tinha sempre essas discussões apenas no Abril Azul, né, quando se falava. Hoje a gente percebe que essas discussões, claro que tem um enfoque maior em determinadas datas, mas é algo que preocupa o legislador quando se trata de políticas de inclusão, principalmente para as pessoas com transtorno do espectro autista. E eu queria que o senhor falasse um pouquinho sobre, na sua visão de legislador, porque é importante um município como Campinas, no nosso caso, cerca de 1 milhão 200.000 habitantes, termos essas políticas pro lazer, pro esporte, para atendimento assistencial e também escolar. Como que é isso? Pro Achei interessante. Você falou que só ficava para o abril azul, né? Os debates me falaram assim, Rebert, vamos fazer alguma coisa em abril. Eu falei: "Mas por que que só em abril? Nós temos que fazer o ano todo. E uma coisa que eu gosto muito de fazer, que nem eu acabei de dizer, né? A sociedade tem que participar conosco, porque senão fica eu falando aqui uma voz, mas será que a as pessoas que votaram em mim é o é o que queriam? Certo? Então é isso que é a minha preocupação. Eu gosto muito de envolver a comunidade. Eu acho assim, se a sociedade, né, começar a pensar, né, a gente poder fazer esses fazer eventos, fazer as leis e a sociedade começar a absorver que é importante essa luta da causa autista, porque muita gente acha que é frescura isso, que a criança não apanhou, por isso que ela tem eh o autismo. São são coisas horríveis que dizem. E quando a gente quer que a sociedade participe e isso começa a entrar na sociedade, a sociedade começa a entender que é importante essa luta, não vai ser um vereador falando ou dois ou três, será todo mundo, será a comunidade, todos os políticos do país inteiro. Aí sim, porque todo político fala, fala da saúde. Nós temos que melhorar a saúde, todo mundo diz isso, mas nós temos que melhorar outras coisas também, né? Então, a gente quer que a sociedade cobre ainda no futuro através dessas políticas que a gente faz, políticas públicas, para que seja consciente, todo mundo tenha consciência de que no futuro seja uma coisa meio que obrigatória essa defesa, né? A gente precisa fazer isso. Então, a gente sempre pede que a sociedade participe. E é importante isso, né? A sociedade tem que absorver o a o os pensamentos, né, de todos, o coletivo, para que a gente lá no futuro a gente consiga alcançar eh o ideal. É difícil, né? meio utopia, né? Mas a gente acredito que a gente vá vá crescendo, avançou muito nos últimos nos últimos anos, mas tem muita coisa ainda para para crescer. Mas eu sou eu sou um vereador que gosto muito de ouvir o que as pessoas querem. Assim, eu quero uma lombada na minha rua. Então, mas por que que você uma lombada na rua? Porque o carro passa correndo lá, faz assim, já conversou com seus vizinhos? Eles também concordam com você. Eh, a lombada vai ser construída em frente à casa de uma pessoa também quer, né? Vamos fazer um estudo primeiro. Então, sim. Assim, eu gosto muito que a sociedade participe. Eu acho que a parte sociedade, que ela demanda não atenda uma pessoa e sim uma comunidade. A comunidade, a sociedade, todo mundo. É, é, é esse é o é o nosso mandato, né? Eh, às vezes eu posso propor alguma coisa que não seja agradável. Fal assim: "Ó, Rebert, acho que você errou nisso daqui." Aí eu eu tenho que parar e falar assim: "Não, eu errei mesmo aqui, vou ver o que dá para fazer". Eh, mas assim, eu a sociedade tem que participar, nós temos que estar junto, né? a Câmara aqui, o o executivo junto com a comunidade, não é só na hora de votar, na hora de cobrar e de estar junto, de acompanhar também, né, vereador? Ainda no sentido da inclusão, a gente vai falar um pouquinho de emendas impositivas. Para você que tá em casa, se você ainda não assistiu nenhum programa da TV ou não acompanha as reuniões ordinárias, as emendas impositivas são verbas destacadas no orçamento do município para que os vereadores façam algumas destinações, ou seja, enviar uma verba para algum lugar, seja com uma regra de que 50% tem que ser paraa educação e desses 50%, 60% para educação, desculpa, paraa saúde. E desses 50% da saúde, 60% para a saúde pública. E ainda nesse sentido, falando a inclusão, o senhor falou agora no comecinho da PAI, a PAI ela é conhecida no Brasil todo. Até então todo mundo pensava, né, há muitos anos, que a pai atendia eh principalmente as crianças com síndrome de Down. Hoje se a gente sabe que esse atendimento se ampliou e o senhor inclusive fez aí uma emenda e conseguiu mais um pouco de uma outra emenda parlamentar e o senhor vai explicar como é feito isso vindo de verbas de deputados para a avaliação neurodiagnóstica na PAI Campinas. Primeiro, o que que é essa avaliação e qual que é a importância de ter essa verba destinada para isso? Eh, nós aqui na casa nós temos as emendas como um deputado estadual tem, um deputado federal tem. Nós temos que destinar aí esses recursos. Então a gente pega o que é metade da saúde, tem que ir só paraa saúde e a outra metade ou aí vai pra cultura, assistência social, clima, né, o meio ambiente. Mas a saúde é obrigatória pra saúde. Uma das lutas nossas também nessa nessa briga é que o recurso da saúde atenda também as osques que atende, que fazem que que fazem esse acompanhamento com o autismo, que elas não recebem da saúde. Elas recebem de onde? É a outra parte da assistência. da assistência. É uma briga que eu Mas aí não depende da do tipo de inscrição que ela fez na prefeitura. Então, o problema é assim, todas elas têm eh profissionais ali, vários profissionais, né? neuro, nutricionista, que são da área da da saúde e multidisciplinar, isso e precisa pagar para eles, mas o dinheiro não pode vir da saúde. Ah, então, mas é algo que a gente vai batalhar na frente, porque dá para ajudar nesse sentido pelo recurso da saúde e também que eles possam fazer convênios também com a saúde. Por enquanto é só na assistência. Tendo visto eh vendo isso, a gente enviou daí o recurso da assistência social que a gente enviou para pai. e outras também, a Paica, a da Camp. Então são são váriascas que nos procuraram, correto? Assim, Rebert, queriam, nós queríamos recurso e assim a gente tem vários compromissos, né? Culturas, eh, além da saúde, cultura, assistência, é, inúmeros. E o dinheiro é curto, né? É um cobertor curto, você cobre a cabeça, cobre pé e foi assim, então a gente acaba mandando pouco, né? Mas daí a gente vai buscar outras outras parcerias que é articulação política. É isso, é a política, né? Isso. Por exemplo, eu tenho um grupo, tem um deputado federal que é o Bruno Ganém e a deputada estadual que é a Clarice Ganém. Então eu fui até Clarice Ganém e falei assim: Clarice, eu preciso enviar mais recurso. O que eu tenho é muito pouco. Não dá para para implantar esse serviço com o que eu tenho para destinar. Não. Por exemplo, ah, vamos construir uma sala sensorial, ela custa 100, só tenho 50. Correto, como é que eu vou mandar metade da sala, né? E eu falei assim: "Não, Clarissa, eu preciso da sua ajuda." Ela falou assim: "Reberto, o que que você quer?" Então, a gente distribuiu, falou assim: "Eu preciso desse recurso somando, por exemplo, aí a gente manda 100.000 para uma para uma para uma ONG, para pai, eu acredito que sejam R$ 200.000 250 do da emenda impositiva municipal mais 50 da deputada Clariss isso. Isso aí é para para que eles eles vão começar a fazer laudos a pai. É uma conversa que nós tivemos no começo do ano passado, assim que eu assumi, a pai falou que ia começar a fazer os laudos. Achei interessante e para para isso acontecer precisava de recurso que no valor de 200.000, acredito. Aí eu falei assim: "Eu vou atrás do recurso". Que foi que a gente que a gente que a gente conseguiu e já penhoramos e está para receber. É, quando uma criança chega na pai, ela precisa passar por um laudo, então precisa fazer esse trabalho todo. E não é de um dia paraa noite que você tem o laudo, né? Você tem e a gente sabe que o laudo hoje ainda é algo muito, digamos que inacessível muitas vezes, né? Então quando a gente vê que a paz se propõe a isso, inclusive aprimorar a metodologia do laudo, é um avanço enorme, total. E é importante o laudo, porque é com o laudo que você tem os direitos, né, que você vai ter os descontos que precisa em PTU, em PVA, eh, o transporte, porque sem o laudo não adianta, você vai chegar assim, você tem o laudo, acesso inclusive a benefícios do governo federal. Sim, sim, né? Eh, e você chega lá, se você não tiver o laudo, ah, eu tenho, mas não tem laudo. Se não tiver documentado, então essa é uma preocupação nossa que temos. E o laudo não sai de um dia para o outro. passa com vários eh eh profissionais. Eu tenho um sobrinho que acreditou, acreditou que ele que ele tinha autismo e começou a fazer tratamento. E aí a creche cobrando, tem que levar e primeiro vai no fono, depois na TOO, depois no neuro e não assim e é muito demorado, né? Vai, não dá para fechar o laudo ainda, não. Leva tempo isso, lógico. Quanto antes começar, melhor, né? Tem 3 anos, já começa a falar melhor. Correto? já entende mais. Mas assim, a essa questão de de de recursos é muito importante. Eh, a gente vou batalhar por mais ainda. Se eu conseguir mais recurso, vou trazer, né? Vamos a Clarice não foi só a nessa n na nessa causa também, mas na educação também nós trouxemos pra escola estadual. Não tenho nada a ver com escola estadual, mas as escolas estaduais nos procuraram também. procuram. É porque ao mesmo tempo que não tem nada a ver, é uma escola que está no município e que quem é atendido é quem mora aqui. Sim. E aí procura o vereador. É. E eu falei assim: "Olha, eu não tenho, não posso mandar recurso, não tenho, mas sei quem tem, né? Quem tem amigo tem tudo." É verdade, vereador. Aí eu falei assim: "Não, vou conversar com a Clarice". E conseguimos quatro escolas que vão receber recurso para comprar material, eh, para reforma também tem escola que tá caindo aos pedaços. Então, a gente viu, identificamos e a gente tá tá a gente tá tá enviando, eh, não faz parte, né? Mas eu ajudo no que for preciso. Podem contar comigo, vereador. Eh, a você inclusive é conhecido por pela causa animal, né, por tantos projetos, pela luta mesmo antes de ser vereador em relação a essa causa. e desde que entrou aqui na Câmara tem atuado fortemente nesse sentido e com as notícias e com os acontecimentos recentes, inclusive o senhor tem se posicionado firmemente na tribuna a respeito disso e até apresentou algumas propostas. A gente começa com uma preocupação que vai além, né, da das questões. Hoje todo mundo tá preocupado com mundo digital e o senhor também nesse contexto com a causa animal. O que que tá acontecendo? que o senhor inclusive protocolou um projeto de lei que cria a campanha de conscientização para alertar pais, crianças e adolescentes sobre redes virtuais que incentivam maus tratos animais e ensinar como identificar e prevenir esse tipo de violência online. Como que surgiu essa ideia? O que que tá acontecendo, vereador? Essa ideia surgiu é um pouco antes do que aconteceu com o cãozinho orelha lá no sul do país, né? Então, o cãozinho orelha, todo mundo acredito que saiba, mas eu vou só falar rapidamente. Um grupo de crianças torturou um animal até a morte. Eh, fizeram uma barbaridade com o animal, né? Perfuraram o seu corpo e ele acabou morrendo. Ele foi torturado. Acredita-se que isso tenha sido feito para filmar e colocar na internet. No dia 16 de janeiro, eu recebi no meu WhatsApp uma denúncia de que tem um eh chama-se Discord, né? É um programa onde as pessoas fazem transmissão ao vivo de jogos e dentro desse Discord eles divulgavam matança de animais ao vivo, né? Era tipo um desafio para adolescente que e não só horrível e não só não tem só de pensar. É, mas não tem só animal, tem pedofilia, tem criança, estupro, de filmar a mulher ser estuprada, assim, é uma barbaridade. Aí eu fiz um vídeo nesse nesse dia, eu estava indignado com aquilo e falei assim: "Os pais têm que prestar atenção no que que os filhos estão fazendo, né? E nós acionamos o Bruno Ganém, que é o deputado federal, e acionamos a Polícia Federal na época. Nós encaminhamos o que que nos foi mandado. Felizmente, depois de uns dias, aconteceu o que aconteceu com o cãozinho orelha e há esse debate agora sobre as redes sociais terem, né, eh, digamos assim, essa liberdade de fazer essas coisas erradas e não há punição. Acredito que a gente tem que apertar a legislação. Então, não podemos deixar do jeito que tá. E aí eles faziam eh essas barbaridades ao vivo, gravava também, depois divulgava no WhatsApp, tá? Então essa a gente alerta para isso. A gente em termos da de legislação federal também tramita um projeto nesse sentido ou não tramita, né? Mas aí existe muita, gente, pessoas que são contra, né? Regularizar, eh, regulamentar a rede social, fala assim: "Ah, vai virar uma ditadura". Pô, a pessoa filma um estupro, filma um cachorro eh matando, a gente não vai fazer nada, porque é liberdade. A liberdade vai até onde? Então a pessoa pode entrar aqui, dar um tiro na gente, a tem liberdade de entrar aqui. Então assim, nós temos que regulamentar, tem que ter isso aqui. A rede social é uma uma terra sem lei. Uma pessoa vem e fala mal de mim, de você, Mirna, eh, a pessoa fala a pior coisa que tem. E aí o que que a gente tem que fazer? entra na justiça e leva tempo e vai levando tempo. Lá na frente pode ser que a gente ganhe, mas o que fez conosco, né? A difamação que que fez as pessoas, a gente depois que a pedra é lançada e e acerta, não tem como você voltar com a pedra. É, até então eu eu lembro que eu ouvi uma fala dizendo: "A internet está parecendo terra sem lei". E aí alguém disse: "Não, não pode ser terra sem lei". Existe várias, existem várias questões pertinentes ao direito e deveres de cada um de nós como cidadãos, independente de ser no mundo virtual ou no mundo físico. É isso. E o e o problema disso da da eh adolescentes que cometem crime não vai pra cadeia. Aí não tem regulamentação da rede social, né? Quando acontece alguma coisa, você entra na justiça, há um processo se vai tirar ou não. Não é uma coisa assim, ah, é um crime que ele fez, não, não é rápido. E aí, ah, vai retirar. E se for adolescente, pior ainda, não vai dar nada para eles. Você pode ver o caso dos meninos lá, dos meninos uns marginais. É, um só tava respondendo a justiça em liberdade. O outro fez 18 anos, né? Foi passear na Disney. Não deu nada até agora. Até agora nada. O que deu foi a comoção, né? Essa essa comoção de que nós devemos a apertar as leis, as leis têm que ser mais rígidas e a gente tem que ir para cima, não pode deixar do jeito que tá. Esse projeto de lei, a gente quer que as escolas debatam sobre isso, falem sobre isso, que a importância de da da rede social ser, digamos, controlada, mas que os pais estejam atentos, né, para o que está acontecendo. Não deixa lá de qualquer tá quieto no celular lá o meu filho, então, ah, deixa ele quietinho lá que eu tô aqui enquanto isso, descansando, assistindo meu meu jogo, assistindo minha novela, assistindo meu seriado e texto o resto. E tá cometendo um crime lá, né? está vendo um crime acontecer, está aprendendo coisa que não é para para aprender, infelizmente, né? Eh, acaba sendo uma porta, né, de de crimes e os animais vítimas de tudo isso. Sim, que é o o pior, né? E não é só cachorro, é com gato, eles fazem os absurdos. A gente tá falando dessa questão, mas também tem quem protege os animais. Lembro que antigamente, nem sei se fala isso, se falava muito das cachorreiras, né? Mas hoje tem, né, vários tem as gateiras, os gateiros. E um projeto do senhor permite que a prefeitura faça a microchipagem de animais diretamente na casa desses protetores independentes, quando eles têm muitos animais ou dificuldade de transporte. Em Campinas, a gente lembra que nos consultórios móveis, nós temos dois na cidade, eles fazem essa microchipagem, mas aí é pensando em quem não consegue levar esses animais até esses locais, vereador, isso são as protetoras, né, de de animais. defensoras também. Eh, tem protetor que tem 100 animais em casa, entendeu? Tem uma que eu conheço, acho que tem 70 animais, gatos, cachorro. E assim, como é que ela vai levar, né, para para chipar esses animais? Tem, lógico, tem que castrar tudo certinho, mas assim, ela consegue levar um ou outro para fazer a castração. E e é importante fazer a chipagem, porque se a pessoa quiser participar do banco de ração que tem aqui na cidade, é um é um projeto maravilhoso esse banco de ração. Então, se você tem seu animalzinho e você enquadra ali, né, nas regras do banco de ração, você pode receber a ração para você dar aí pro seu cachorro, pro seu gato. E é uma ração de qualidade, é super prêmium. Estive lá no departamento onde está a as rações, eu vi lá. É ração boa, não é qualquer ração. Também se você estiver no banco de ração, você tem direito a uma casinha também de cachorro. Se você pedir, olha, eu tenho 10 cachorros, você tem casinha? Se tiver, vai ser disponibilizado. Ah, é até para beber água, né? uns potinhos assim de alumínio é dado. Caixinha de transporte para gato também tem no banco de ração. Então, se você se enquadra, você pode receber, mas a pessoa só pode receber se se estiver enquadrado lá na na nas regras. E uma das regras é a chipagem. E quando chipa porque castrou, aí tem a identificação do animal. Então, quando a pessoa vai fazer o cadastro, acompanha tudo que acontece com o animal ali. Sim. Se foi vacinado ou não, tem a carteirinha. Mas o chip também é um controle. Então a pessoa faz o cadastro, coloca lá o chip do animal, tem o cadastro na prefeitura, então bate, fala assim: "Ó, então ela tem 50 animais, então ela vai receber eh para ração para 50 animais, né? Se se tiver só 10, é só 10, correto? Mas assim, mas para que isso aconteça precisa ser feita uma chipagem. E, infelizmente as protetoras não conseguem levar até o consultório para fazer isso. E a lei que que nós estamos disponibilizando, que a gente tá correndo atrás, é que o departamento vá visitar essas protetoras também, faça um controle de cadastro, né? Conheça, a gente precisa conhecer essas pessoas. É como se fosse os agentes de saúde da família do posto de lá do posto do bairro das pessoas. É isso. Isso. Eu trabalhei como agente de saúde já. Então já é isso mesmo, a gente comunitário de saúde, a gente vai lá e olha assim, ah, quantas pessoas tem na casa, olha isso daqui, ó, precisa passar nessa consulta. Então, a gente faz aquela triagem, essa a ideia. E a gente precisa conhecer também a nossa realidade, né? Por enquanto, hoje nós não temos um senso animal, que a gente vai lutar por isso também, as protetoras, né? Você precisa conhecer as ONGs também que nós temos na cidade e o que o poder público puder fazer para melhorar a vida dessas pessoas que ajudam os animais, porque o poder público não consegue chegar em todo local. Então quem chega lá a gente tem que dar um suporte. Então essa essa é a ideia, vereador. A Câmara inclusive também já se posicionou a respeito disso, que é a necessidade de Campinas ter um hospital veterinário municipal para atender os animais da nossa cidade. Mas para a gente ainda não tem. Mais um primeiro passo foi dado recentemente com um contrato da prefeitura com a clínica veterinária da PUC Campinas, que é do da faculdade de veterinária da PUC Campinas, para a prestação de serviços médicos veterinários para os cães e gatos que estão no DPBE, que é o departamento de bem-estar animal. Professor, este é um importante primeiro passo? Sim, fiquei muito contente quando eu estive na assinatura lá com Dom Inácio. Foi importante, gostei muito que tem emocionado, porque a sociedade pede isso, né? Então, comunidade sempre, né? Tem que acompanhar o seu vereador, cobrar dele. Você fez promessa, agora tem que começar a cumprir. E isso é importante. Eh, a no primeiro passo, eles vão receber, o que acontece? recebe agora então a os animais que estão no departamento de bem-estar animal, que entram lá ou pelo SAMU animal ou por resgate que o departamento tem que fazer, porque tem pessoa que joga o animal na rua, não quer mais saber, muda de casa, vai embora e larga os os cães lá. Aí só acontece o quê? A prefeitura tem que ir lá, ninguém vai lá retirar, né? Ninguém vai. Então a prefeitura vai lá, faz, retira esses animais, acolhe no departamento e a PUC hoje começa a fazer o trabalho de cuidar da saúde deles, né? Então o animal foi atropelado, o SAMU buscou lá, vai direto pra PUC. Então esse é o primeiro passo e o outro passo é que a gente consiga, né, o hospital veterinário em parceria com a PUC. Eu já estive na PUC lá, um local maravilhoso. Acho que você já foi lá, né? Já conheci? lá lá assim é maravilhoso. Hoje a gente paga um preço popular para ser atendido lá, né? É um preço bem mais em conta do que nos hospitais veterinários particulares. Então já é um caminho. Mas a ideia é que futuramente a gente, a população tem esse atendimento gratuito. É isso. Isso que por exemplo hoje nós temos os consultórios móveis que já é uma boa coisa também. Tem cidade que não tem nada. O consultório móvel hoje, então você vai lá, você não paga consulta com o veterinário. Então ele ele olha lá o seu animal, olha, precisa fazer esse raio X, esse ultrassom aqui, dá o encaminhamento, porque se você for no particular, você já tem que pagar já a primeira consulta. E se você voltar lá, você não vai pagar a consulta. Olha, eu fiz lá ultrassom, paguei só ultrassom e o o veterinário tá lá, então você volta, você não paga a consulta, gratuito. Também tem a vacina que dá para pros cãezinhos, o V8, né, que é V8, que é importante. Eh, dentro do Ah, é importante, já que o senhor tá falando disso, a gente salientar que às vezes as pessoas até confundem, a vacina da raiva não é lá no consultório, é lá no centro de controle de zonose. Tem que agendar, é diferente, né? É, vacina da raiva. Eu sempre, eu sempre coloco um vídeo quando eu, eu fui visitar a Zonoses, eu sou o único vereador, acredito que eu tenha enviado recurso para Zoonoses para controle de raiva. É, é causa animal, né? Temos que enviar. E porque as pessoas chegaram para mim e falaram assim: "Herbert, não tem vacina de raiva mais no município?" Falei assim, acho que tem vacina de raiva. Não, antes tinha motirão, não tem campanha. Eu falei assim: "Não, mas por quê?" Eu acho que é informação, né? Falta informação. Então, sempre eu coloco a informação do vídeo. Olha, se você quiser dar a vacina da R no seu animalzinho, agende pelo, é, pelo WhatsApp, é simples. Sim. Você marca e vai na hora, eles ficam esperando você lá. Eu estive duas vezes lá e vi a aplicação muito rápido também, você aplica e vai embora, né? Eh, que é importante você hoje a raiva, né, ela está controlada, mas não quer dizer que ela esteja erradicada. Isso que está extinta, acabou ainda. Ainda tem às vezes encontram o morcego, né, com raiva em em humano não tem aqui no município. Estive conversando com a Marcela da Zonosa, eles fazem um controle muito rigoroso. Até se uma pessoa encontrar um um morcego em casa, ela sempre pergunta: "O que que eu faço agora?" Liga pras onoses. Eles mandam uma equipe buscar se for no final de semana a Defesa Civil que vai, né? Se for sábado, domingo, feriado, porque eles recolhem o morcego e eles vão ver se o morcego tem ou não a raiva, porque se pegar a raiva é é uma doença. Não adianta levar o morcego no consultório móvel, são departamentos [risadas] distintos, viu, gente? Nem é para pegar o morcego na mão. É nem pegar na mão. Verdade. Eles aconselham pôr um balde em cima do morcego. Porque às vezes o gato pega morcego, cachorro, ele chega com morcego aqui, sobe cima da mesa aqui e você tem que Uma vez a minha cachorra já chegou com o morcego na boca e tem que dar a vacina nele da raiva. Sim, foi. Então, mas tem esse trabalho aqui. Então, voltando aqui pro então pro consultório, então tem o consultório móvel que tem atendimento e o consultório móvel também faz alguns procedimentos, né? Às vezes algum soro que precisa tem também lá, né? Então já é uma ajuda. E com o hospital da PUC a gente quer o quê? Que faça cirurgias, né? Por exemplo, uma cirurgia ortopédica fazendo uma num cachorro, ultrassom, é caríssimo uma cirurgia ortopédica. Pessoa é assim, coisa de R$ 10.000, R$ 8.000 R$ 1.000 é difícil mesmo. Então, tendo e essa esse hospital, dá pra gente fazer ciência, cirurgias e vai ajudar muito a população. É, vereador, só que por outro lado, o senhor falou no comecinho sobre a sua preocupação em relação a maus tratos, falou dessa questão do digital. Inclusive, recentemente, nós tivemos aí a aprovação do endurecimento de sanções administrativas para casos de maus tratos já elencados no Estatuto dos Animais de Campinas, que é o estatuto de 2017. ele tem sido aprimorado a cada dia com essas propostas, inclusive, né, quando essa proposta é aprovada, ela tá ali englobada no estatuto. Por que endurecer as sanções, inclusive com os valores de multas bem altos, vereador? Eh, teve o, a gente conversou sobre o cãozinho orelha, né, que sofreu aquela situação aqui na cidade também. Um médico tinha um rotval em casa, ele quis fazer a eutanásia no cachorro e não conseguiu. Eu nem sei por que fazer eutanas no cachorro. É, eu assisti a reportagem, ele disse que o cachorro tava doente. Mas, por exemplo, no veterinário, vamos, né? Vamos ver se isso, né? Quem deve fazer, né? Claro. E se precisasse, né? Teria que o veterinário que teria que acompanhar isso, tem que fazer com fazer um Não é assim de qualquer jeito. Aí ele não conseguiu, ele pegou um 38, um revólver, deu dois tiros no cachorro e matou o cachorro. Que que ideia, que loucura é essa? Aí eu fiquei indignado com essa situa e tudo um caso perto do outro, né? Correto. Foi na mesma semana. Na mesma semana e apareceu um monte de de situações. Aí eu falei assim, nós precisamos dar uma resposta pra sociedade. Sempre lembrando, as pessoas votaram no vereador tem que se mexer. Um vereador não pode ficar gritando apenas, ele tem que trabalhar, ele tem que mostrar o seu o seu trabalho efetivo também, né? E eu falei assim: "Poxa, eu queria tanto colocar na cadeia esse pessoal que faz esse tipo de maus tratos, mas nós eu não posso, né, não posso criar uma lei que põe alguém na cadeia, não existe isso, vereador, né? Isso aí é pro governo federal, os senadores, eles que fazem a mudança do do código penal. Eu falei assim, mas o que que eu posso fazer aqui efetivo, né? Eu posso aumentar as penalidades, as multas. Eu falei assim, vamos colocar no máximo, então o que puder assim, a gente exagerou, né? A pessoa tem que pagar R$ 1 milhão deais, só que aí também tem um, não pode exceder um um valor. A gente foi orientado, então a gente colocou no máximo. Então a pessoa hoje pode chegar a pagar até R$ 30.000 de multa se abandonar o cachorro, né? Se fizer algum tipo de maus tratos aqui no município de Campinas. Então essa foi uma resposta efetiva que a gente deu eh pra sociedade. Coloquei em regime de urgência, foi aprovado e seguiu paraa sanção do prefeito. A gente tá só aguardando o prefeito sancionar. Vereador, o senhor que tem inclusive tantas iniciativas em relação a essa questão de defesa dos direitos dos animais, qual que o senhor acha que hoje seria o avanço da nossa sociedade? Tô falando aqui para Campinas, mas como um todo, como sociedade mesmo, para que a gente possa garantir a efetividade dessas leis, porque muitas vezes ela é muito bonita até no papel, mas na hora da prática as pessoas que inclusive trabalham na casa animal fala: "Poxa, isso deveria ser de tal forma." Até o senhor mesmo mencionou, olha, o garoto foi paraa Disney, já fez 18 anos e como o crime antes ele tinha 17, aí já é uma outra instância. O que que precisa a gente pensar enquanto sociedade para avançar nesse sentido? É que nem você disse, às vezes a lei fica no papel, né, e não tem fiscalização. Ou a fiscalização é muito pouco ou não tem denúncia. É, são menos fatores que que vai atrapalhando, né? Mas o o que seria efetivo mesmo é a conscientização de nós como seres humanos. A gente tá nesse planeta Terra aqui que a gente tem que conviver com o próximo, com os animais, com o meio ambiente. O que acontece? Acontece guerra, poluição do meio ambiente, matança de animais. Não se preocupa se daqui a pouco o planeta vai embora, né? Vai explodir, a gente vai morrer todo mundo. Não há uma conscientização dentro de nós. E como que a gente faz para que isso aconteça? A educação, se a gente conseguir levar para as escolas, que é importante você cuidar do seu animal, desde a de pequena criança, ela for crescendo, né, é tendo essa consciência, quando ela se tornar adulto e os seus filhos também passar isso depois para eles. A gente não, eu digo, se a gente não conseguir fazer com que a sociedade abrace, que a gente tem que mudar o nosso rumo nesse mundo, a gente vai se perder. A gente vê aí um monte de guerra, um joga uma bomba no outro, uma criança morre lá. Então tô assistindo a televisão lá, a pessoa fala assim: "Nossa, por que não joga uma bomba no Brasil?" A gente escuta isso, porque a sociedade está doente. Posso colocar a lei que for, pode pôr [roncando] uma lei de cadeira elétrica e pode funcionar ela. Vai ter gente que vai fazer maldade contra os animais. Então eu acredito que a gente tem que ter as leis rígidas, duras também para quem para tentar inibir, né, um pouco mesmo. Mas quem quer fazer maldade faz. A educação é um caminho total. É isso. A educação é é o caminho. Acho que nós temos que investir na educação, nas escolas, nas crianças, não só referente à causa animal, trânsito também, respeito ao próximo, que nós não temos mais isso. A gente tá se perdendo, né? O nosso mundo vai evoluindo, aí vem o digital, a internet, né? A pessoa vê uma pessoa, não sei na onde lá, xinga a pessoa na internet, nem conhece, desrespeita a pessoa. Poxa, para onde que nós nossa nós estamos caminhando, né? Ah, os juízes da internet, né? Sim. É, eu mesmo recebo um monte de crítica lá. Eu falei assim, mas nem conheço as pessoas aqui. Ah, você só defende animal, né? Não defende não sei que tem. Crítica. fala assim, mas aí vem aquilo assim, eu recebo críticas de quem eu respeito, né? Essas pessoas aqui não respeitam, né? Então, mas a gente precisa ter uma conscientização de que nós temos que conviver numa sociedade, conviver com os animais, com o meio ambiente. Nós estamos caminhando nosso mundo, né? Caminha para uma situação tão trágica e triste, acabou o respeito pelo próximo. Eu percebo assim, é muito pouco. Todo mundo quer falar, mas ninguém quer ouvir, né? E quando a gente quando alguém escuta não compreende também. Então eu acho que nós devemos a conscientização. Eu acho que isso não adianta ter um monte de lei, fiscalização também se as pessoas continuarem cometer esses crimes. Se não tiver aqui dentro, né? Se a gente não mudar, nós nós vamos perder muito. Vereador, o nosso tempo já acabou. Eu agradeço a sua participação. Já [música] fica um convite para uma próxima temporada pro senhor falar um pouquinho mais sobre esse trabalho, sobre a sua atuação e muito mais. Tá bom? Agradeço, [música] Mirna, sempre o convite, tá certo? Olha só, o na Casa do Povo fica por aqui. A gente lembra que toda sexta-feira, 9 horas da manhã, tem estreia nas redes sociais, também lá no YouTube, o canal da TV Câmara Campinas e [música] sempre nos canais 11.3, 3 4 da Claro e no da Vivo. É aqui, [música] olha, na tela da TV Câmara às 9 horas da noite e até um próximo na Casa do Povo. [música] [música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do NA CASA DO POVO

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
0:00

Na Casa do Povo | Dr. Yanko destaca saúde, esporte e fiscalização em Campinas

41:37

Na Casa do Povo | Arnaldo Salvetti

36:27

Na Casa do Povo | Luiz Cirilo debate habitação, moradia popular e revitalização do Centro

36:16

Na Casa do Povo | Ailton da Farmácia debate saúde, transporte e proteção às mulheres

43:18

Na Casa do Povo | Nick Schneider fala de mandato, vida e Campinas

39:07

Na Casa do Povo | Carlinhos Camelô fala de finanças e Centro de Campinas

33:17

Na Casa do Povo | Luiz Yabiku fala sobre meio ambiente, água e reforma tributária

49:49

Na Casa do Povo | Mariana conti: gaza, mudanças climáticas e violência contra mulheres

48:04

Na Casa do Povo | Nelson Hossri - drogas, escolas cívico-militares e direita

43:00

Na Casa do Povo | Permínio Monteiro: causa animal, segurança e bairros

41:54

Na Casa do Povo | Fernanda Souto e a luta pela proteção animal em Campinas

44:37

Na Casa do Povo | Higor diego: ocr na segurança, obesidade no SUS e cultura

48:29

Na Casa do Povo | Guida Calixto fala da educação infantil, SUS e combate ao racismo

44:36

Na Casa do Povo | Vini Oliveira fala de saúde, segurança, IPTU e projetos para Campinas

38:04

Na Casa do Povo | Mineiro do Espetinho revela ações e novidades para Campinas

47:19

Na Casa do Povo | De vereador a prefeito: a tragetória de Dário Saadi

49:22

Na Casa do Povo | Professor Alberto: trajetória, política e fé em Campinas

50:13

Na Casa do Povo | Thiago ferrari: trajetória e os bastidores da política em Campinas

44:07

Na Casa do Povo | Cidão Santos: leis que mudaram Campinas e bastidores da vida pública

51:25

Na Casa do Povo | Jonas donizette: do rádio à Prefeitura de Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
3:41

Câmara Notícia | Resultado 36ª Reunião Ordinária

28:53

Câmara Na Copa

1:18:14

Jornal Câmara Notícia

9:08

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo

1:03:08

Estúdio Câmara

5:31

Adote Um Bichinho | Semana 08 a 13 de Junho de 2026

4:56

Câmara Notícia | Lançamento Programa Igrejas Seguras 2026

11:50

Notícias da Metrópole