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Na Casa do Povo | Rubens Gás: Conquistas, Cultura e os Desafios da Região dos Amarais
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Na Casa do Povo | Rubens Gás: Conquistas, Cultura e os Desafios da Região dos Amarais

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O vereador Rubens Gás lembra que o desfile das escolas de samba de Campinas está parado há 11 anos e cita a mobilização de Padre Anchieta, Vila Rica, Shangai e Costa Silva, que buscam recursos via emenda impositiva para a volta em 2027. Seu PLO 222/2026 propõe o quinto sábado após o carnaval, mas a Prefeitura fixou a data no sábado seguinte à Páscoa. A conversa, do quadro de entrevistas com vereadores, passa ainda pelo CEPROCAMP/FUMEC no Jardim Mirassol, pela reforma do CEU Thaís Fernanda Ribeiro e por taxistas, motoboys e causa animal nos Amarais.

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Olá, [música] [música] mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana traz um vereador ou vereadora para falar aqui com a gente, falar um pouco do trabalho da Câmara. E nesta semana quem conversa com a gente é o vereador Rubens Gás. Mas como é de praste, antes de eu começar essa conversa, eu vou fazer a minha audiodescrição. O meu nome é Mirnabreu. Eu sou uma mulher negra de pele clara. Tenho os cabelos cacheados acima dos ombros com mechas loiras. Tem os olhos castanhos. Tem 1,55 m. Hoje eu estou com uma calça jeans sentada aqui no estúdio. Eu estou com uma camisa branca e por cima um casaco xadrez que tem tons de azul marinho e ocre. Aqui no fundo nós temos o estúdio do na Casa do Povo todo em preto e um televisor com o logotipo do nosso podcast na Casa do Povo em azul e branco. Vereador, seja bem-vindo e eu já o convido a fazer a sua audiodescrição também. Obrigado, Mena. Não é tão [roncando] tão bem pormenorizado como a sua, mas vamos lá. Tenho cabelos brancos, sou calvo, 1,83 m de altura, eh, tenho pele a cor branca, olhos castanhos e feliz com o teu sorriso. E hoje está com que camisa? Camisa uma camisa um pouco xadrez, quadriculadinha, quadriculada com cinza. É, [limpando a garganta] eu sou um pouco daltônico, sabia? Cinza. É, parece que é meio cinza. Tá ótimo. Então, vereador, seja bem-vindo novamente aqui na casa do povo. Obrigado. É uma satisfação. E a gente vai começar por uma última notícia veiculada recentemente pela Prefeitura de Campinas, que anunciou, já era um desejo inclusive, mas agora tem data marcada, a volta do carnaval de rua na nossa cidade. E a data foi o sábado seguinte à Páscoa. Mas anteriormente é o que que a Câmara tem a ver com isso, gente? Tem muita coisa a ver com isso, porque o vereador Rubens Gás, inclusive tem trabalhado nessa frente da retomada dos desfiles da escola, das escolas de samba. Fez inicialmente uma proposta para que essa volta fosse realizada no quinto sábado, subsequente à terça-feira de carnaval, que seria no caso sábado de aleluia. Mas aí com esse anúncio da prefeitura, tem algumas coisas que o vereador vai falar dessas tratativas e como vai ficar inclusive o seu projeto de lei a respeito dessa data. Vereador, conta primeiro essa história, como que o senhor acaba entrando nessa história de volta do desfile, essa negociação com a cultura e, enfim, essa data que foi agora fixada. Bom, menina, o que ocorre é o seguinte, né? Eu, antes de mais nada, eu já posso antever que vai ser um sucesso. Um sucesso porque tá havendo uma conjunção, a união entre as escolas, a Secretaria de Cultura. Isso para mim é importante quando a gente percebe que existe essa essa situação. O que ocorreu foi o seguinte, as escolas eh padre Anchieta, eh Vila Rica, o Shangai e Costa Silva, as quatro escolas que estão no grupo, no primeiro grupo de Campinas, no primeiro, o que eles se uniram no intuito da volta do desfile das escolas de samba, que já não acontece há 11 anos. E eles precisam, evidentemente, de verbas para que isso fosse fosse obtido e esse esse esse resultado em 2027. E nos procuraram através do silo, né, e e pediu um valor que se fosse possível que a gente pudesse dar da nossa emenda em positiva, um valor vultuoso, né? E a gente não questionou nenhum momento e a gente abraçou esse projeto porque a gente acredita nas na volta da dos desfile das escolas de sama, não só eh propriamente no dia, mas tudo que envolve todo ano as escolas para que nós possamos ter as escolas cada vez mais qualificada, né, que eles possam realmente desenvolver um um excelente trabalho. Esse foi o nosso intuito. Agora, quando o senhor propõe no seu projeto que seja no quinto sábado, subsequente a terça-feira de carnaval, e essa data anunciada pela prefeitura, ela é uma data posterior, o senhor vai fazer alguma adequação no projeto para ficar em consonância com o anúncio? Na realidade, essa data não tem nada a ver conosco, tá? Essa data foi feita através foi consensual numa fala que tivemos as quatro escolas de samba junto com a Liesca, junto com o presidente o Joia e juntamente com a secretária e dois diretores da cultura. Humum. Eles que acharam por bem essa data na hora, no calor da emoção. E quero aqui enaltecer o trabalho da secretária, que ela ela se mostrou bastante entusiasmada e e aliás ela deu várias várias ideias que serão colocado em prática, né? Então naquele momento foi escolhido essa data e não houve essa e e essa houve um lápso de memória com relação à tradição religiosa que nós sabemos que é a Quaresma. Então, foi uma data que foi escolhida, mas sem nenhum intuito de querer eh Mas agora basta senhor mudar o projeto, então também então não vamos assim vai retificar, o projeto será retificado e essa data também é uma data que de fato foi foi escolhido entre os as escolas de samba juntamente com a secretária. Então na prática, o que que vai acontecer no carnaval de Campinas? vai continuar o com o modelo atual, que são os blocos carnavalescos que atuam de maneira descentralizadas nas vários regiões e bairros da cidade. Aí nós temos a quaresma, domingo de Páscoa, no sábado subsequente é o carnaval com o desfile das escolas. Inclusive, houve uma fala lá que eu achei muito muito produtiva, né, de trazer os blocos também, porque na realidade ah eles eles podem voltar, então depois, é, foi o que foi comentado, porque a ideia é unir cada vez mais e mostrar um carna, um desfile de escola de samba que Campinas merece. Campinas tá priteando ser a capital da música e é inadmissível que nós não tenhamos um carnaval que faça ajo. Agora a pergunta, vai ser na glica de novo? Vai voltar a ser na glica? Existe essa possibilidade? é a possibilidade, ela ela já é já é já é real mesmo, porque o intuito é trazer o pessoal da ponta, da extremidade, da periferia para que nós possamos ter na Glicério. Aliás, a Glicé foi o foi algo que houve um consenso já de cara lá na reunião tradicional, né? nós precisamos e e eu acho interessante também que isso aí abre várias vertentes, a cenografia, as costureiras, a própria secretária, ela ela induziu a para eh fomentar esses profissionais para que eles não ficam somente no carnaval, mas que haja uma cooperativa para que eles possam ter trabalho o ano inteiro. Gosto muito da secretária e ela tá muito entusiasmada e eu tenho certeza que esse carnaval será um sucesso, será o primeiro de muitos que nós teremos, inclusive nos próximos anos, evidentemente com mais escola de samba, para que nós possamos cada vez mais aumentar e fazer um carnaval que vai ficar marcado no no nosso estado. Então já me conta e eu não sei se se tem ou não. O senhor é um vereador lá conhecido pela na região dos Amaris, lá tem escola de samba na região dos Amarais ou não tem? Tem tem a escola de sama dos dos Amaris, é uma escola de sama tradicional, tá passando por por um momento de crise que nem as demais. E exatamente isso. Eh, a gente poder potencializar, mas vai voltar também. voltar o ano que vem não. E quero aqui já ainda não. Então não. E eu eu fiz questão de nessa conversa que nós tivemos e quero aqui eh parabenizar todos das escolas, né? Eh pessoas realmente comprometida com com o trabalho, pessoas voltadas, né? E eu quero deixar aqui já para você e já te convidando, eu pedi a eles e e houve um eh algo positivo que nós teremos no dia 11 de outubro uma festa das crianças lá na Vila Esperança com as quatro escolas desfilando. Ah, são quatro inicialmente, então são quatro escolas. Quão são as quatro escolas que é leões. Leões, Rosa de Prata, Estrela Dalva e Shangai. E Shangai. OK. E aí eles vão desfilar dia 11 de outubro numa festa de crianças, certamente com algumas oficinas para poder ensinar aquelas crianças e e mostrar o valor dessa tradição carnavalesca que tomou conta do mundo, né? E nós somos conhecidos hoje pelo carnaval. O futebol já já foi, né? Depois da copa, né? V, infelizmente já foi. Então não podemos deixar que essa cultura tão tão tradicional, tão secular acabe, né? Vereador, o senhor inclusive mencionou a festa na Vila Esperança. A Vila Esperança, para quem não conhece, é um dos bairros da região dos Amarais. E o senhor é vereador aqui na Câmara há algum tempo. Que que o senhor tem percebido dos Amaris, da região dos Amarais de antes e da região dos Amarais de agora? Inclusive, eu sei que se fala muito, inclusive de futuramente termos aí até possivelmente um distrito dos Amarais. Sim. Como que é isso pro senhor? Olha, menina, eu tenho uma história, eu tenho meio século de São Marcos, né? A gente conhece todas as dificuldades, todos os estigmas, né, da violência que nós passamos, né? Nós fomos muito, os preconceitos tomaram conta e toma conta de toda a periferia. Marginalizados, né? Sim. Eu mas eu tenho testemunha, eu fui, eu fui maltratado dentro de hospitais pelo fato de morar no São Marcos. Você acredita nisso? Acredito. Eu cheguei com pneonia e quando fui colocado na maca que chegou uma enfermeira e atendente naquela época que sabia que eu morava no São Marco, me deixou de lado. Então eu trabalho eu quantos trabalhos não sou eu que muitos perderam por morar no São Marcos, né? Então isso a gente sabe que que existia muito e a gente traz, evidentemente que a gente traz essas marcas, né? E essas marcas, graças a Deus, tá sendo desmistificada com o tempo, né? Os paragismos estão estão sendo quebrados. Hoje a região dos Amaris você fala com gosto, eu moro no São Marcos, né? Aliás, São Marcos é um lugar que que a especulação imombiana tomou conta. Você não você não consegue encontrar uma casa para Hoje mesmo teve uma uma uma moça que falou comigo: "Olha, eu não consigo encontrar nenhuma casa para alugar". Aí você vem aqui pro lado do Taquaral, outros cantos aqui, Vila Nova, que mas você vê são casas para lugar. Então pra gente ver esse paradoxo, né, que ali que era um lugar que ninguém queria, tá? Eu vivi uma época que as pessoas estavam vendendo a casa de graça, porque o tiroteio era um atrás do outro. Hoje ninguém quer sair. Então isso é algo muito forte, né? muito presente e tudo isso vem com os trabalhos, né, de de várias mãos, né, a política, ases que nós temos lá, o trabalho religioso, a comunidade mesmo tomou outra maneira de ser. Evidentemente temos que melhorar que nem todos os cantos, mas a região lá já não é mais aquela região que todo mundo via como um câncer da cidade de Campinas, como uma lepra. inclusive muitos empreendimentos imobiliários indo para lá de forma vertiginosa. Nós estamos hoje numa situação que nós precisamos, os impactos estão aí para acontecer e o governo precisa dar uma olhada mais minuciosa para aquela área, porque tem muita coisa que nós precisamos ter lá que que já era para ter termos conquistado, por exemplo, de saúde é uma utopia de de maneira alguma. Não é, não é uma utopia, não. Tem que ser uma realidade. E nós vamos lutar para isso, né? Vamos lutar para isso de uma forma utópica, né? Não podemos deixar. Toda a realidade vem de uma forma utópica, porque se você não tiver sonho, não adianta nada, não tem. É exatamente isso. Tem que ser visionário. Sim. Agora, falando em realizações, em melhorias, nós temos ali no Jardim Miraçol, inclusive recentemente, uma ordem de serviço para a instalação do CPROCAMP, que é uma escola de profissionalização da Fumec, da prefeitura vinculada inclusive à Secretaria Municipal de Educação. E eu queria que o senhor falasse da importância dessa da chegada do CPROCAMP para a região dos Amaris. Então, nó vamos nessa nessa tese que eu defendo, né? Eu acho que a região dos Amarais, ela politicamente ela ficou muito tempo numa inércia porque eh isso aí é um exemplo, tá? Essa o CPLOCAMP nessa descentralização que o governo do Dario está fazendo quando houve no Campo Belo de Vários Cantos, evidentemente que a gente reivindicou, mas não precisava nem reivindicar por uma questão lógica, né? Teríamos que ter. E aí o o prefeito nos chamou juntamente com o diretor da Fumequecari e mostrou uma área que seria construído o CPROCAMP. Mas aí que eu falo a importância de um representante na região e a área que ele nos mostrou é uma área totalmente fora do contexto para a construção do CPOCAMP. Aí nós mostramos para ele que essa área ali não seria uma área viável, que as demandas não chegarem até essa área por uma questão de do limite com Sumaré e conseguimos levar para ele outra área que é uma área totalmente centralizada onde poderá acoprar todos os bairros da região. E o prefeito, onde é a área que o senhor tá falando? No Miraçol, porque antes o Miraçol ali perto do Ceste Senat ou mais paraa frente um pouquinho? Miraçol de frente com o CDHU. De frente com CDHU que centraliza, né? Então, porque na a princípio ele ele apresentou uma área lá no Campo Florido, que é divisa. Evidentemente que o pessoal da Santa Mônica preferia vir no centro do que ir voltar. É, é, é, é, é, é incoerente as pessoas acharem que o pessoal vão andar para trás, né? Eles vão, eles vêm do matão para cá. Então essa área é uma área bem centralizada e o prefeito humildemente aceitou essa nossa essa nossa posição e e acertou, foi muito assertivo fazendo essa área aí que realmente é a área que contempla todo o rai é uma área central da região, tá? Essa ordem de serviço já é vai construir, como que tá o processo, vereador? Essa ordem de serviço o prefeito já já anunciou cerca de 2 meses, se não me engano, mais ou menos isso, né? E tem um prazo aí no cronograma aí de um ano, provavelmente em outubro do ano que vem já esteja pronto o prédio, né? Tenho passei lá essa semana, eles estão bem adiantado. Sim. Então, provavelmente em outubro eh já está pronto. E quero aqui parabenizar a educação, o Ari da Fumec, porque não é só na nossa região, também lá no Padre Anchieta, eles estão fazendo que nem fez um Campo Velho e outros lugares. É muito importante isso para para essa busca de inserir, né, a população local no mercado de trabalho com uma com a com a profissão aí que eles possam realmente ter um ganho melhor do que é. Senhor sabe que às vezes a gente se pergunta, vereador, a gente olha toda semana as vagas de empregos do CEPAT. Sim. E tem vagas que elas estão lá alguns meses e a gente fala: "Gente, mas tem vaga de trabalho. O que a gente precisa é ter pessoas qualificadas para ocupar essas vagas. E cursos como esse podem ajudar a que para que essa, como se diz, para que esse encontro aconteça vaga e trabalhadora". Inclusive, eu tava falando com a Karina da Fitel e algo que é que é que é importante a gente levar também em consideração é buscar entender, né, o o que acontece na região. Vamos dar um exemplo. Existe muitas vagas na logística lá do do TIC terminal. Então, por que não trabalhar com o pessoal pensando naquela logística ali? Nós sabemos o a praticidade que isso resulta, ao contrário de abrir uma vaga e pegar alguém de outra parte da cidade, não que ela não possa concorrer, mas ali cidade, né, morando ao lado, você sabe que essas coisas realmente a logística ela funciona muito na nossa vida. Às vezes nós perdemos, nós temos que otimizar o tempo. Isso acontece bastante, por exemplo, com o aeroporto de Viracopas, não é? que muita gente que mora na região do Campo Belo, do Ouro Verde, acaba trabalhando naturalmente. Um olhar mais críico. Você concorda? E era necessário. E esse olhar é muito necessário para que as pessoas possam entender que ali no seu habitate é o lugar que eles têm que que buscar. É que tipo de mão de obra precisa e de que forma eu preciso qualificar as pessoas [limpando a garganta] para que elas trabalhem nesse local. Tudo isso vai na interação, interagir, visitar, conversar com os empresários, ver o que tá que tá acontecendo para que as coisas possam acontecer. Porque a maioria das vezes, às vezes, uma fala, um diálogo que você tem, você consegue mudar todo, todo, todo, to todo um uma rota, né? Isso é importante. Eu acho de extrema hoje o que tem lá, mas não é voltado pra comunidade. A gente tem, por exemplo, o Instituto Renato Archa. Sim. Tem vagas específicas pra comunidade? Ainda não, né? Muito pouco. É muito pouco. A gente tem o CEST SENAT. Sim. E temos, claro, aí mais o ETCAP que daí não é voltado à população, é voltado ao público em geral que faz o vestibulinho, correto? Exatamente. Exatamente. É evidente que tem uma boa parte lá, né? tem uma boa parte nossa ali. Mas eh, mas é exatamente isso que você tá dizendo. Sim. Agora, vereador, quando a gente pensa também na questão da oportunidade para quem está ali trabalhando próximo à rodoviária de Campinas, principalmente o senhor chegou a inclusive fazer uma atuação, não por meio de um projeto de lei, mas por meio de requerimentos e indicações no que diz respeito à adequação da sinalização na rodoviária. E eu queria que o senhor falasse que trabalho foi esse, menina, esse foi foi algo casual, né? E o que ocorre é o seguinte, tem coisas que são muito eu eu eu pontuais, eu acho que é uma questão até mística, sabe? Eu vejo muito nisso, sabe? Eh, a gente recebeu essa esse pedido e e a gente foi, vamos dizer assim, fomos empurrando com a barriga. Sim, eu sou muito, você sabe que eu sou muito sincera no que eu falo. E um dia eh, surgiu da gente ir lá, nós vimos todas as revendicações que eles queriam e querem. Quem fez as revivicações? O cerca de 700 taxistas. Ah, os taxistas. E e eles disseram que durante 3 anos não andavam nenhumas das reinvesticações. E aí, eh, sabe aquelas coisas que casa? Aí eu liguei pro presidente da INDEC, tenho um maior carinho por ele, maior respeito, ele, a acessibilidade dele é tremenda. Ele ele ele me me atendeu e pediu que levasse o os representantes dos taxistas lá. levamos, eles falaram das suas demandas e a princípio a Priam serem feitas todas aquelas demandas, mas na medida que ele falou, então vamos lá ver, ele mesmo se plantificou aí, né? E quando chegando lá, levando as pessoas especializadas, eles chegaram à conclusão que poderiam acontecer, faltariam emenda, faltaria valor, o a dotação personal, como a gente tinha um valor lá já na na INDEC, a gente se propôs, já destinou e e ali matou uma situação de 3 anos. Sim, eu bato muito nessa nessa nessa nessa tecla que muita das coisas não acontece por falta de de de das pessoas realmente olharem com mais afinco e determinação para que as coisas aconteçam. Empenho, né, vereador? Sim. E voltando no Vinícius, eu não posso deixar de lembrar uma situação de 40 anos na nossa região que as pessoas o esgoto era exposto, que ninguém poderia passar por ali, que era bem no centro do São Marco e aquele mau cheiro tomava conta de toda a região. Levamos vários secretários, várias várias gestão, não conseguiu resolver e o Vinícius no terceiro setor, com o terceiro setor e resolveu em 15 dias algo de 40 anos e mudou a cara da região. Então são coisas que a gente tem que parar e ver. É possível muita coisa. vai da determinação daqueles que realmente querem que as coisas aconteçam. Inclusive, a gente tá falando um pouquinho de coisas que acontecem e que devem acontecer. A gente tem em Campinas e no país todo a questão da muitas vezes de entrega por motos chamados motoboys, né? E é sempre frequente a gente vê que eles ficam em alguns pontos, por exemplo, quem passa ali no castelo, geralmente tem uma turminha ali no balão do castelo e algumas coisas assim. E o senhor apresentou uma demanda que é justamente um ponto de apoio para os entregadores inicialmente com a proposta para a região de Barão Geraldo. O que que é esse ponto de apoio? É esse lugar para ele parar? É ter estrutura nesse lugar? O que seria isso? Muito bem, nós fomos procurados e isso é algo que é recorrente em Campinas. A gente sabe como vê os motoboys, né? eles são discriminados e e nós sabemos do trabalho dele, o que eles representam, né, para toda uma comunidade, para toda uma sociedade. E de certa forma eles são marginalizados, a meu ver, exatamente nesse nesse ponto. Eles precisam ter um lugar, um ponto de apoio, um lugar que eles possam se encontrar, que eles possam eh debater melhorias para pr pra categoria. Infelizmente eles vivem de forma dispersa, sem um sem um local e seria muito importante que houvesse esses locais para que eles pudessem se reunir e ali ter o ponto de partida, né? Eh, nós apresentamos um projeto de lei, a Dra. a Bruna apresentou, mas me parece que o me parece não que o Nelson que o vereador Nelson já tem um projeto, então o nosso projeto eh não assim e o que nós queremos é que realmente aconteça e vamos lutar para que isso possa acontecer juntamente com Nelson, juntamente com a com a com a Câmara, porque é algo que que precisa ser visto aí com bons olhos. Quando vem uma proposta que um grupo procura o vereador A, um outro grupo procura o vereador B, eh, é unir forças para atender aquela demanda, menina, eu bato, eu, eu, eu eu parto do pressuposto que todo, todo o projeto vem do povo, né? A origem é, né? Porque você não faz nada que que não é necessário e para que seja necessário tem que ter uma carência, né? tem que ter uma vaca. Então isso isso é importante a gente entender que todo projeto é do povo e quem anuncia ou quem ou quem propositura aqui é o que menos interessa. O importante é a gente viver numa unção, numa união e que as coisas possam acontecer em prol da comunidade, em prol em prol dos munícipes. O senhor falou agora a pouco sobre emendas impositivas. Eu já conversei inclusive com outros parlamentares aqui e é bem importante salientarmos que as emendas impositivas são verbas destinadas, verbas que chamadas obrigatórias praticamente para que seja feito alguma coisa na cidade dentro do orçamento do município. E parte dessa verba que é destinada pros vereadores fazerem essa essa emenda obrigatoriamente 50% do valor das emendas impositivas ele vai para a saúde e desses 50% 60% para a saúde pública. E o senhor trabalhou muito com essa questão das emendas impositivas, investindo na rede Mario Gate. Hoje, pro senhor, qual é a prioridade quando a gente pensa na saúde e naqueles que são atendidos na Rede Mariugate? O nessa, nessa, nesse caso específico aí, quando nós fomos procurados, eles disseram dessa defasagem que que eles tinham, né, do armazenamento de dados e precisaria aí de que fosse aplicados cerca de 1 milhão para que eles pudessem ter condições de de poder ter os dados de todos os usuários. Evidentemente que isso eh nos mexeu muito com a gente e a gente buscou, né, essa eh destinar esse valor para que pudesse acontecer essa informática na no Mario Gart. Eh, o Mario Gart é é um que nem enxugar gelo, né? Mas a saúde eh eu detesto essa demagogia, essa hipocrisia de alguém falava: "Mandei 500.000 para saúde não é nada, não é nada. A demanda é muita, né? A demanda é muita e os valores são é uma são irrisórios, né? Nós sabemos disso e nós precisamos cada vez mais eh se prontificar até porque, vereadora, a gente teve recentemente uma prestação de contas da saúde aqui e aumentou muito o número de pessoas que tinham plano de saúde e que não conseguem mais pagar e que agora procuram susto. Sim, sim. É. Eh, é algo desproporcional, né? Por mais que você queira mesmo, porque as pessoas já chegam fragilizadas e muit das vezes, né, elas não conseguem eh ter ter uma calmaria para poder entender que as coisas não funcionam do jeito você. Ó, eu tenho um plano de saúde e eu sofri muito e sofro ainda com questões da da minha da minha coluna e eu iria operar, já tava pronto para operar, né? E o prono recusou, né? Eu fiquei quase um ano e foi recusado e eu ainda tenho essas dores e não sei se se a recusa realmente ela ela tem tem sentido ou não. Mas a gente sabe, eu marco consulta, tem consulta aí que 5 se meses fazer o quê? [limpando a garganta] Nossa, muito. É, tem que esperar mesmo. Não pago pouco não, né? Porque é porque o plano de saúde hoje tá bem caro. [limpando a garganta] É verdade. Mas a gente sabe disso. É evidente que a gente vê todo todos os lados. Temos excelentes profissionais, a maioria são uns um ou outro acaba fugindo dessa regra, mas a gente não pode, a gente tem que entender que os profissionais da saúde são pessoas que a gente tem que admirar, respeitar e ter um conceito enorme, porque é uma área muito difícil de trabalhar. Ainda falando de emenda impositiva, o senhor destinou R$ 250.000 R para a reforma do céu. Thaís Fernanda Ribeiro. Queria que o senhor falasse primeiro qual a importância do céu pra comunidade. E quando o senhor faz esse aporte a uma unidade como essa, qual que é a importância de pensar lá na frente nos resultados desse aporte para toda a comunidade ali da região dos Amarais usar o céu Thaís Fernanda Ribeira? Então, o céu acabou virando um elefante branco, né? que tinha várias secretarias que que estavam gerindo e com isso agora tá com a cultura, eh, as pessoas acabam não percebendo o valor, porque não é era da assistência ou não era da assistência, era doos serviços públicos, tá, né? E e da cultura. A educação usa hoje lá e vai. O que ocorre, que eu vejo, é o seguinte, a gente busca eh o outros locais para para que nós possamos ter área de recreação, para que nós podemos fazer o outros empreendimentos. E acabamos esquecendo daquele ali que é tão importante, né? Mas o que eu vejo no céu é que precisa haver uma eh uma união maior, porque é um espaço que nós precisamos aproveitar e nós estamos aproveitando da maneira como deveria. Temos dois, né? Esse aqui no no Vila Esperança e no Florense, sinceramente, eu não sei como anda o Florense, mas da Vila Esperança a gente precisa atuar de uma maneira mais incisiva. E 250.000, infelizmente, é um valor tão tão pouco para tantas coisas que precisam lá no céu. Sim. A a sua relação também com a SEASA é algo que sempre o senhor também trabalhou, inclusive eu lembro que o senhor uma época trabalhou em função até da luta dos permissionários, dos carregadores. Teve uma época também sobre isso. E continua essa luta porque não continua não terminou [limpando a garganta] não, porque foi uma lei municipal, né? E a gente tem uma lei federal aí que precisa ser vista. Sim. Agora, quando a gente pensa, por exemplo, a instalação da iluminação pública no trecho que liga o bairro a ASA, principalmente porque a gente tem grande parte dos trabalhadores lá da central de abastecimento que mora ali na região dos Amarais, tem que atravessar inclusive passarela e tudo mais. Exato. Como que ficou resolvido isso? Ainda não tá resolvido do jeito que a gente gostaria. Deu um, andou um pouco, mas nós precisamos mais iluminação. Ainda não aconteceu da maneira como tem que acontecer, apesar de existe já um projeto através da Rota das Bandeiras que que haverá uma ciclovia, né, totalmente iluminada que sairá do do do CDAV São Martins até o SEASA. Sim. Eh, mas ali é algo que há 30, 40 anos a a falta de iluminação causou muito de sabores. São desova de corpos, né? eh acidentes que aconteciam de forma rotineira, eh situações de mulheres totalmente vulneráveis que subiam sozinha nesse escuro e houve uma mudança. Mas aí onde que onde é que que eu quero que é é interessante a gente levar em consideração. Foi o que eu falei para você, a gente correu no no serviços públicos não não cabe. É rota das bandeiras. Você corria na rota das bandeiras, não, não tem como. Você corria no no na empresa terciada da iluminação, a Conect também não. Você não no executivo nada. Mas quando reuniu todos os atores, as coisas andaram, cada um sabia do seu onde que poderiam atuar. E através disso a gente na CPFL também, né? Porque precisamos da CPFL. Então, através desses todos esses atores, conseguiu-se que cada um, né, fosse determinada o o os seus os seus deveres e com isso nós conseguimos iluminar uma parte do CEASA. Precisamos melhorar mais, apesar de que estamos cobrando essa ciclovia aí para que ela saia do papel o mais rápido possível. Vereador, é comum nós vermos inclusive notícias na imprensa e já há um relatório da INDEC falando dos acidentes principalmente causados por animais de grande porte e livres em avenidas importantes. A gente fala aqui da John Boy Dun Lope, da Rui Rodriguez. E parece que esse mesmo problema também existe lá na região dos Amaris. o que que tá acontecendo e como tem sido a sua situação para minimizar esse essa presença [limpando a garganta] de animais soltos nas vias? A a nossa a nossa cidade, a área rural e é enorme. Nós sabemos aí, principalmente agora, né, a época que eles vão até o fogo e e e afugentar todos esses animais para as vias públicas. Eh, a gente tem cobrado de maneira insistente um uma resposta de uma política muito mais eh muito mais muito mais real que que ocorre hoje, porque hoje, através de conhecimentos que a gente tem com algumas pessoas aí do meio, nós sabemos que o CCIMAS ainda não tem uma política voltada da maneira como deveria, né? Nós temos ainda um um uma equipe preparada para que isso aconteça, né? Eles falaram que farão o chamamento, mas a gente não sabe quando é o que nós temos hoje, que é o DPB que é responsável, é o DPB que poderia ser algo um órgão eh desligado do CCI, mas eu não consigo entender essa relação de CCIMA e DPBE. E o DPBE e que o CCMAS que responde pelo DPBE, né? O DPB não tem não tem vida própria. E o que ocorre hoje é através da INDEC, que a INDEC tem um tem tem um um contrato aí, vamos dizer assim, para que recua para para que recolham esses animais em vias públicas, né? Mas está muito longe daquilo que uma cidade como Campinas ou qualquer outra cidade, né? Porque nós sabemos que os animais de grande portes, eles estão aí em todos os cantos e todos os dias a gente vê algo a esse respeito, né? É, às vezes eu acho surreal. Você tá passando assim e eles passam, eles estão com uma cordinha pequenininha ali que acho que quando o dono vai buscar aí você não sabe se você para porque vem um carro logo atrás. Você não sabe se passa devagar. É, é bem você sabe que é de segundos para que aconteça algum acidente, né? A gente já teve, por exemplo, em, a gente tá falando de avenidas, mas a gente teve já acidentes em rodovias relacionados a animais que escapam e que vão para as rodovias aqui na nossa região. Exatamente. É lá mesmo, esses dias mesmo eu vi próximo da Dom Pedro, né? Qualquer coisa que eles pulasse aquela muralha aí estariam dentro da E aí? É. E aí me explica como é que faz. É difícil. É bem complicado. Muito. Vereador. E daqui paraa frente, que que a gente pode pensar na sua atuação? A gente tem aí mais um tanto desse mandato ainda de coisas para serem feitas. O que hoje é prioridade pro senhor quando o senhor pensa nessa vereança, nesse trabalhar pelas pessoas no geral? A gente tá falando aqui da região dos Amarais porque o senhor é um vereador dessa região, mas a gente lembra que o vereador atua pra cidade toda e tem lei do vereador para que vale para todo mundo, viu gente? É uma questão de a atuação ali, porque o senhor mora nos Amarais, tem esse olhar, vive ali com a comunidade, mas é uma responsabilidade imensa quando a gente pensa numa cidade de 1.200.000 habitantes. [limpando a garganta] É, menina, e eu bato sempre na tecla, né, nada contra ninguém, mas eh eu bato sempre na tecla do pertencimento, né? E a gente tem esse pertencimento lá, assim como outros têm em outros lugares, né? esse pertencimento, eu acho importante eh dar voz para ele. Eh, vamos o que o que nós temos hoje no no na região que nos chama muita atenção, que também não é só de lá, né? Eh, a gente vê a logística, né? O fluxo, o que nós estamos sofrendo muito, nós precisamos da abertura daquele da do CDHU ali. É uma luta desde quando nós senhor tá falando o que? Da ponte ali da ferrovia. Sim. Eh, porque eh eu vejo pessoas me entristecem muito, chegando lá sem propriedade e falando coisas. Outro dia eu vi um, e fico muito triste com isso e não fujo do que eu falo, eu vi um político tratando ali como rumo e não é a concessionária lá, BLI, ele nem tem noção do que tá falando. Eu quero aqui deixar eh o trabalho do Vinícius Everete no no mandato do Jonas, que ele correu atrás no Ministério da Cidade. Ele participou, assim como o Jonas participou, como o próprio Dar tem participado, né, de várias audiências públicas. Para que você possa ter noção, Veli ela contempla 351 cidade e a concessão foi até 2026. Eles estão nos meses agora de renovar a concessão. E essa contrapartida é feita pela VLI. Então, 351 cidade. Imagina quantas contas partidas eles têm. Tem a questão da da ferrovia e tem ainda saúde, Cras e muita coisa ali pra região dos Amaris, tá? A ferro a abertura do túnel, ela acontecerá eh [limpando a garganta] acredito eu, que esse ano ainda teremos a ordem de serviço, se tudo correr dentro dos conformes. Se não, a gente sabe que e a gente tem uma tem uma uma posição, mas às vezes não acontece. Mas a abertura do túnel já já é algo concreto, tá? Vai acontecer. [limpando a garganta] E a José Sedano também que nós precisamos para mudar o trânsito lá pra tua região, sair do sair do Zeverin Vaz e pegar Anguela aí no padre. Aí vai cortar todo todo o circuito ali. Certo, vereador, nosso tempo tá acabando. O senhor tem bastante coisa para falar, já fica o convite para voltar. Combinado? Próximo. E [música] combinado. Combinado. Não posso falar mais nada. Agora acabou o tempo, vereador. Não, mas tem que esperar eu terminar aqui, vereador. Olha só, o na Casa do Povo fica por aqui. Lembrando que toda sexta-feira, 9 horas da manhã, a gente tem estreia de um novo programa. E a playlist tá lá no youtube.com/tvcâmara e no portal TVCampinas, tvcamaracampinas.com.br. BR. A gente te espera [música] até o próximo na Casa do Povo. [música] เ
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