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Na Casa do Povo | Bene Lima fala sobre seus projetos para Campinas
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Na Casa do Povo | Bene Lima fala sobre seus projetos para Campinas

28 views Publicado 06/08/2026 HD · 35:18
Resumo editorial

Vereador Bene Lima discute sua atuação legislativa, destacando a sanção da Lei nº 16.916/2026, que obriga postos de combustíveis a exibir os preços das bombas de forma transparente. Ele relata suas ações de fiscalização em saúde pública, educação e mobilidade urbana, reforçando seu papel de cobrador do poder público.

Citados nesta edição
Bairros mencionados

Descrição do vídeo

A Lei nº 16.916/2026, de autoria do vereador Bene Lima (PL), obriga postos de combustíveis de Campinas a afixar nas placas o mesmo preço cobrado na bomba, medida pensada para coibir o desconto de aplicativo camuflado como preço padrão. No podcast institucional da Câmara Municipal, Bene Lima também detalha a Comissão Especial de Estudos que vai acompanhar a licitação do transporte público, projetos de entrega domiciliar de medicamentos e saúde ocular para estudantes da rede municipal, e a proposta que regulamenta rodeios e exposições agropecuárias na cidade.

Transcrição completa do vídeo

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[música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que traz aqui entrevistas com os vereadores e vereadoras do legislativo da nossa cidade. E hoje quem está com a gente é o vereador Benelima. Mas antes de nós [limpando a garganta] começarmos esse bate-papo, eu vou fazer como é de pra aqui no nosso podcast, a minha audiodescrição. O meu nome é Mirna Breu, eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados, agora eu cortei, tá acima dos ombros, né, comas loiras, tem olhos castanhos. Hoje eu estou com uma blusa de manga comprida, que nós estamos um pouquinho frio, uma temperatura amena por aqui, com uma saia jeans comprida. Ao meu fundo, nós temos aqui o estúdio do Na Casa do Povo, todo em preto, um televisor em azul com logotipo em branco escrito na casa do povo. Lembrando que essa blusa que eu falei comprida, ela é da cor marrom. Vereador Benelima, seja bem-vindo mais uma vez. Eu já o convido também a fazer a sua audiodescrição. Muito obrigado. Bom, e eu tenho essa dificuldade de fazer descrição, né? Mas vamos lá. Eu te ajudo. Pois é, eu nunca fiz. Eu vejo alguns vereadores fazendo a tribuna, eu preciso fazer, né? Que eu sei que tem algumas pessoas em casa que nos assistem. É. E que são cegas e também tem quem tá ass quem tá ouvindo no Spotify. Ass. Sim. Então, vamos lá. Tenho 1,82 m, sou pardo. Peso 70 kg. Dá para ajudar que eu sou magrinho, né? cabelo curto. Hoje estou com uma camisa social azul quadriculada, uma calça quadriculada jeans marinho. Azul marinho e é isso. E o fundo tem um pouquinho de barba. Tem um pou é tem um rosto um pouco de barba. Isso é o vereador mais bonito aqui da casa. Já dá para imaginar, né? [risadas] Ai, olha só, vereador, vamos começar falando um pouquinho do da sua atuação. Vou um pouco de trás para frente que o que é mais recente, vereador, que inclusive ganhou aí as capas dos jornais recentemente, que é uma questão que envolve diretamente o consumidor, em especial consumidor de Campinas, que é a lei que obriga os postos revendedores de combustíveis a fixarem local visível e de fácil leitura a placa com os mesmos preços praticados diretamente na bomba. Eu vou voltar um pouquinho antes o que que tava acontecendo no mercado, que o senhor achou, olha, a gente precisa ter uma mensagem muito mais clara para quem vem abastecer nos postos que funcionam na cidade de Campinas. Na verdade, esse era um problema que atingia não somente eu, mas como todos que estão assistindo aí em casa. Eh, às vezes o consumidor ele via uma placa no posto com um determinado valor e aí chegava para abastecer na bomba. Era é outro. Só que muita gente na correria não faz, não repara o preço que está na bomba, né? E aquele preço que tava na placa é o preço do aplicativo. E aí é uma coisa que estava lesando muito consumidor e muitos nem sabiam, né? E aí eu propus esse projeto de lei que é o projeto de lei que se tornou lei agora em maio, isso. 16916. Sim. que obriga os postos de gasolina a fixar o preço que está na bomba na placa eh visual, né? Então aquele preço que está eh na placa tem que ser o mesmo que está na bomba. Não, ele não não ele permite que que o o dono do posto também coloque o preço do aplicativo. Isso não é não é o nosso objetivo também barra isso, mas desde que ele deixe claro que o preço que está na bomba é o preço maior. E por exemplo, se eh a pessoa que vai no posto, alguns postos da cidade, por exemplo, tem dias fixos de promoção. Aí você lê ali na placa que tá, por exemplo, o etanol 3,29. E você vai na bomba até 3:49. Ele fala assim: "Não, você não viu que é só domingo e quarta, mas aí você vê domingo e quarta escrito bem pequenininho. Isso também não pode ter mais. Também não. Esse projeto de lei também ele visa isso. Visa isso, mas a maioria dos postos era eh o desconto do aplicativo, né? E aí, por exemplo, eu posso eh citar aqui, eu posso citar o nome da bandeira? Não, vereador, não pode, tá? Tinha uma determinada bandeira aí de posto que era só os três primeiro abastecimento e tem uma outra rede de posto que é só cashback, ou seja, você vai lá, abastece só os três primeiro abastecimento e o restante você nunca você não vai ter mais conta. Eu também, eu tirei até o aplicativo dessa bandeira por conta disso. E aí não tem o porqu essa pessoa então abastecer ali. Sim. Se for por preço, obviamente. E essa outra bandeira também que é por cashback, tem que saber se a pessoa tem interesse ou não, porque muitas das pessoas que vão abascer também não sabem usar esse tipo de cashback. Sim. Então também proíbe isso. Eh, fica tudo muito mais claro, né, vereador? Eu fiz bastante divulgação aí nas minhas redes sociais. Eh, eu pedi pra prefeitura também que ajudasse divulgar isso na cidade de Campinas. Eu espero que vire um projeto de lei estadual, uma lei, né? É, uma lei estadual e uma lei também federal, né? Eh, porque eu já eu já estive na cidade de São Paulo, eu já vi diferença de R$ 3 eh por litro, sim. Nos postos assim, sem bandeira. Então, acaba lesando o consumidor em si, né, em geral, na verdade. Entendo, vereador. Agora, por outro lado, a gente vê, inclusive a gente tá, por exemplo, a sua lei, a 16.916. Fora as leis que já estão obsoletas aqui em Campinas, a gente sabe que também tem uma questão importante que é depois fiscalizar a lei. Senhor, inclusive parece que tem ido aos postos para ver se isso tá acontecendo de verdade. É isso? Sim, eu tenho ido, tenho divulgado o WhatsApp do gabinete para que os consumidores também entrem em contato e com o gabinete para denunciar. Eh, estive em contato também com o Procom, com o diretor do Procom, pedi essa ajuda aí pro Procomiscalizar também os postos de combustível de Campinas para que nenhum consumidor na cidade de Campinas seja lesado. Ainda falando aí da da questão automotiva, mas agora de transporte público. Quem acompanha aqui a TV Câmara sabe que inclusive essa discussão veio ao plenário, aconteceram aí algumas reuniões de comissões, inclusive o senhor faz parte da comissão especial de estudos para acompanhar a licitação do transporte público. Nós estávamos em recesso no mês de julho, mas os últimos acontecimentos em junho foi uma reunião junto com a frente parlamentar em que nós tivemos aí o secretário, tivemos inclusive o presidente da INDEC também. E eu queria que o senhor falasse um pouquinho de o que que tá acontecendo e o que está acontecendo agora, que a comissão ainda tá trabalhando, já que a gente tem uma questão do transporte público, que entrou justiça e as pessoas continuam reclamando que os ônibus estão ruins. Nós tivemos, inclusive, na data da gravação do programa de hoje, um ônibus que pegou fogo. E aí, vereador, que missão difícil, hein? É, missão difícil. Mas é o que acontece é que uma empresa eh ganhou essa licitação e ela tinha ela tem que apresentar alguns documentos aí que a INDEC pediu para que ela pudesse eh ser habilitada. Na verdade, ela foi habilitada, agora falta a parte de homologação, tá? Mas o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em especial aí o relator chamado, se eu não me engano, Dimas Dimas Ramalha, se eu não me engano, não fale memória esse nome, ele ele determinou que a prefeitura não homologasse eh essa empresa, vencedor do leilão. Sim. E então a empresa também que perdeu, que foi a vencida, aí não não vai trocar os ônibus enquanto isso. Então estamos vendo esse caus aí na na cidade de Campinas. Eh, eu propus essa comissão de acompanhamento da licitação do transporte público de Campinas para que não haja por parte da prefeitura, por parte aí dos órgãos municipais como a INDEC, uma morosidade para que seja homologada qualquer uma das empresas que foram vencedoras para que troque os ônibus novos logo em Campinas, porque assim a população não aguenta mais. A população não quer saber se foi homologado, se não que a população quer andar com ônibus bom, com ônibus novo. A ideia era que a gente tivesse aí uma transição eh tranquila. Sim. A licitação ela previa, né, uma uma um prazo aí de 1 ano, 2 meses para que ocorresse isso. Eh, o prefeito mandou 2 anos para casa para que ele ele viu como tava esse processo na justiça. Então, pediu 8 meses a mais. Aí porque a licitação já previa um ano, dois meses, a casa aprovou. Então agora tem dois anos para essa transição. Eu espero que ocorra o mais rápido possível. Como eu disse, a população não quer saber, não quer saber se transição, quem ganhou, quem perdeu. Ela quer o ônibus novo e com toda a razão, porque eles pegam ônibus todos os dias para o trabalho. Então que é essas passagens bem cara aqui da cidade de Campinas. são a população, ela quer saber de ônibus novos, quer ônibus honorário e tem toda a razão. E a gente tá aqui para isso, para representar o povo. E essa comissão é justamente para isso, para acelerar esse processo de transição das empresas vencedoras vencidas. Agora, vereador, pro segundo semestre, o senhor já prevê algum tipo de uma nova reunião, alguma visita da comissão a às empresas atuais? Tem alguma ação já prevista? Olha, eu tenho eh falado com os outros membros da comissão. Eu eh eu pretendo visitar as empresas aí que que ganhou também, a que foi vencida. Nós pretendemos visitar também o ministro que fica em São Paulo para o que está segurando aí a licitação e o presidente do Tribunal de Contas, desculpa, é o presidente do Tribunal de Contas, não é ministro, desculpa, foi bem corrigido também. Eh, pretendemos fazer eh outra reunião com o secretário de transporte, com o presidente da INDEC, porque a comissão ela, eu solicitei alguns documentos, eles não entregam porque eles eles eh falam que está em sigilo, mas eu creio que a Casa do Povo tem o direito de acompanhar esse processo licitatório, até porque também esse processo de licitação, eh, eu sempre gosto de frisar, isso foi feito pela bolsa de valores. Então assim, vereador não tem influência, prefeito não tem influência, então foi feito pela Bolsa de Valores, foi feito pela B13 de São Paulo. Eh, eu sempre brigo aqui na casa com a esquerda que eles falam que é é culpa do prefeito, culpa dos vereadores. Não, a culpa não é nem do prefeito, nem dos vereadores. Esse processo foi feito pela B3 em São Paulo. Eh, cabe a nós vereadores, sim, eh, fiscalizar e cobrar. E é o que eu eu pretendo com essa comissão aí, cobrar e acompanhar também aí para que seja eh resolvido o mais breve possível aí paraa cidade de Campinas. Vereador, eu vou falar um pouquinho agora também sobre a sua atuação, por exemplo, no setor da saúde, eh, especificamente uma proposta sua que tá tramitando aqui na casa, que é implementação de entrega domiciliar de medicamentos para as pessoas com mobilidade reduzida. Eu queria que o senhor [limpando a garganta] falasse um pouquinho qual que é a importância da gente ter esse serviço até a casa das desses pacientes que talvez não tem tanta facilidade para chegar até as farmácias públicas. Olha, eh esse é um problema muito grave que não somente na cidade de Campinas, mas como todo o Brasil, né? A minha proposta ela prevê primeiramente que seja uma parceria pública privada, né? Com as empresas aí 99, Uber de aplicativo, né? outras empresas também, eu falei essas duas mais famosas porque as que eu conheço, mas tem bastante aqui em Campinas. Eh, tirar um pouco, eh, a gente não pode colocar o estado para fazer isso. O estado não dá conta de entregar nem ali porta a porta quem entregar. Então, fazer essa parceria público-privada para que essa pessoa que tem essa comorbidade, não tem como ir buscar para que seja entregue na casa dela, né? Eh, muitas dessas pessoas fazem uso de medicamento contínuo e não tem a condição de ir até o posto. Tem pessoas que não têm dinheiro para pegar ônibus. Essa é a realidade de muitos de muitas pessoas, não só de Campinas como no Brasil, né? Mas como estamos falando de Campinas, eh tem pessoas aí que não tem dinheiro para pegar um ônibus, quem virá para ir num postinho de saúde pegar um remédio. E mesmo assim, vereador, que a pessoa às vezes tem, ela tem, por exemplo, um cuidador, o cuidador fala: "Eu não posso me deslocar porque eu não posso deixar a pessoa sozinha também. Ah, nesse período em que eu faço esse deslocamento, seria interessante também por conta disso, né? Que muitas vezes a pessoa, nem que ela tenha um cuidador, esse cuidador não consegue sair. Sim. Olha, eu posso falar aqui pela minha mãe. Minha mãe teve um AVC, ela é acamada e quem cuida dela é minha irmã e não tem como ela sair de casa. Eh, vale lembrar aqui que a minha mãe mora em Salto. Ela não fiz essa aqui por causa da minha mãe em Campinas. Minha mãe mora na cidade de salto, mas eu só tô usando como exemplo porque tem muitas pessoas aí que é a camada que tem o cuidador. Essa semana essa semana que passou mesmo, eu visitei e um rapaz que solicitou um ponto de ônibus para mim num determinado bairro ali de Campinas, camp Jardim Campos Elisos, tá? Eu fui até a casa dele porque ele não poderia vir até o gabinete e tal. Eu fui lá ver o lugar tal, eu cheguei lá, ele cuidava da mulher dele que é a camada. Então, ou seja, uma pessoa, uma das pessoas que não pode sair, tem muita, muitas dessas aqui em Campinas que tem dificuldade de locomoção. E, por exemplo, eh, nós sabemos, acabamos de falar transporte público, quem depende de transporte público, for uma cadeira de roda, pegar um ônibus Campinas, é um caos, as ruascada, calçadas apertada, então tem que pensar em tudo isso. Então esse projeto de lei também visa isso para que as pessoas que não tenham tenham essa dificuldade de locomoção, tanto financeira quanto por saúde, que tenha o remédio em casa com parceria público-privada, porque o estado não dá conta de levar. Ainda relacionado à saúde, o senhor também protocolou um projeto que trata da implementação de ações voltadas à saúde ocular dos estudantes. O que é isso? Olha, essa é uma reclamação. Eu sou presidente da comissão de educação e esporte aqui da casa e é uma reclamação de muitas mães aí eh na cidade de Campinas também eh carentes, que tem os filhos nas escolas e tem dificuldade eh de comprar óculos, tal. E esse projeto visa aqui parcerias público-privadas também para que seja feito eh esse exame nas escolas e já seja encaminhada ao oculista aí para que não tenha esse problema. A gente teve recentemente, inclusive nesse sentido, vereador, uma ação da prefeitura, fazendo até algumas parcerias para, por exemplo, eh, dar óculos para quem não tem condição de comprar. Qual que é a importância de que isso não seja só uma ação, que se torne uma política pública no município? É justamente, eu sei dessa ação, eu só quero tornar ela obrigação da prefeitura. Na verdade, ela foi uma ação eh muito bem feita aí pela secretária nova de educação. Eu espero que seja tornado lei nessa de campas obrigação. Pesquisa advogada pelo necessitam, obviamente. Sim, vereador. Uma outra questão ainda falando dessa questão da educação, senhor é o presidente da comissão de educação e esporte, como o senhor mencionou. Hoje, na sua opinião, quando a gente pensa no ensino público municipal, qual é o maior desafio que chega pra comissão? Olha, tem vários, né? Eh, o tem a questão aí a que recentemente chegou foi a falta de monitor das mães de crianças atípicas aqui da cidade de Campinas. Eh, foi uma cobrança aí que nós fiz fizemos uma reunião aqui com a secretária de educação, veio, veio a secretária adjunta também, veio os outros coordenadores, diretores. E o que foi passado para nós, para mim e para as mães atípicas, é que foi feita essa contratação. Ainda não é o suficiente. Se não me falha a memória, foram 38 novos monitores, mas eu não tenho essa informação certinha, mas se eu não me engano foi 38. é um número que não vai sanar o problema de Campinas, mas vai resolver. São 38 professores a mais aqui na cidade de Campinas que vão lidar aí com crianças atípicas. Aí o caso mais eh que eu posso citar assim mais visível aí é o a questão do autismo aqui na cidade de Campinas. Sim. Recentemente, vereadora Câmara, inclusive na Comissão de Constituição e Legalidade, nós tivemos aí um parecer favorável a um projeto que tramitava na casa que diz respeito às questões de animais, incluindo talvez a volta do rodeio na cidade. O senhor tem aí um projeto apresentado no dia 20 de maio de 2026 que altera a lei de 2017 que é o estatuto dos animais para permitir a realização de rodeios, montarias, provas, equestres, exposições agropecuárias e eventos similares observadas as normas de proteção e bem-estar animal. Queria que o senhor falasse dessa questão. Por que que o senhor propôs um outro projeto? Não era do senhor o projeto original, né? é um e qual é a diferença e por que o senhor acredita que o seu projeto dessa vez eh com essa nova proposta, com esse com esse olhar possa passar entre os seus pares? Olha essa lei que é do Arnaldo Sovete, a anterior, o projeto, o projeto, esse projeto de lei anterior que era do Arnaldo Sovete, ele previa a feira, feiras e exposições. O meu projeto ele é mais claro, é rodeio mesmo. Eh, estou em contato aí com uma promotora de Campinas, com alguns presentes de de ONGs aqui de proteção animal de Campinas. Sim. Eh, o meu objetivo aqui na Câmara não é bater de frente com dos protetores animais, muito pelo contrário. Eh, só que eu acho que essa lei de 2017 de um vereador pessoal, ela retrógrafa, porque ela, eu eu brinco, não falo a verdade, né? Que por que que Campinas não tem rodeio? Aí, Jaguariúa, Americana, Barretos, algumas outras cidades aqui da região tem Hortolândia e Campinas não. Então, todas as cidades estão erradas e Campinas não, desculpa, todas as cidades estão é errada e Campinas tá certa porque não tem. E aí eu eu sempre brinco aí com os alguns protetores animais, né, quando eles vêm na Câmara a fazer protesto com seu cinto de cor, sua bolsa de couro, come as suas belas picanhas aí na suascaria. Então assim, que proteção animal é essa, né, que é parcial. Mas como eu disse, eu estou em contato com eles, não tem problema algum em alterar eh o projeto, que ainda é um projeto, não é lei, e proibir a montaria. A gente pode fazer, por exemplo, a cavalgada, só que foi uma das uma das propostas que eu recebi, tirar a montaria em boi. Não tem problema algum com isso, mas eu acho que a cidade de Campinas merece um festival do rodeio, porque eu sei que vai gerar empregos. Eh, Campinas, eu eu até numa comissão aí que eu faço parte também da cultura, eu brinquei com a secretária que Campinas não tem absolutamente nada para fazer, uma cidade desse tamanho, só tem shopping, eh não tem eventos grandes. E essa lei do vereador do Pessoal de 2017, ela tá acabando com o bosque. Por exemplo, quando chega um animal atropelado, uma onça foi atropelada na região de Campinas, o Bosque não pode, o Ibama poderia levar até o bosque para que ela se recuperasse, voltasse a natureza, mas não pode por conta dessa lei municipal que atrapalha. Sim. E aí o que acontece? Eles levam para Sorocaba, levam para Itú, para onde tem zoológico. E essa lei, ela prevê que quando morre um animal no bosque, não pode por outro. Sim. Então assim, vai acabar com o bosque, eh, vai acabar com a atração do bosque, vai acabar com a cultura de Campinas. Eh, sou contra animal em zoológico. Depende. Teria esse caso aí que eu acabei de mencionar dos animais que vão para recuperação. Tem alguns alguns animais que não podem mais voltar pra natureza, não teria problema algum em ficar aqui na cidade de Campinas, no bosque, um lugar adequado, que vai ter eh médico veterinário como hoje já tem. O senhor achou que foi uma medida radical pra cidade? Com certeza. Eh, na verdade eu tudo que a esquerda faz é radical e é para prejudicar o povo. Proibir o rodeio, proibir o animal no bosque. Eles não pensam na geração de empregos, ele pensa, eles pensam em populismo. Eu não tô aqui para agradar eh eu não vou falar o que o protetor de animal quer ouvir. Eu vou falar o que eu, o que o meu eleitor tá esperando de mim. É isso. Eu não tô aqui para agradar protetor de animal. E é mais uma vez, como eu digo, então todos os zoológicos da região inteira, americana e tu Sorocaba, estão errados e só Campinas de Proibir está certo. Então eu acho que é uma lei retrógrafa. O senhor acha que, por exemplo, poderia, tecnicamente, a gente não tem essa informação, mas transformar de uma forma adaptar o bosque da cidade para ser uma espécie de santuário de proteção desses animais que porventura venham ser eh atropelados, um animal silvestre, que venham ser aí eh a gente tem às vezes muita acontece algum acidente no na nas áreas rurais de Campinas envolvendo esses animais. Senhor acha que é possível? Olha, sim, eu já conversei com a coordenadora do bosque, se não me falha memormente uma Débora e ela me disse isso, que quando o bombeiro leva algum animal lá, ele leva meio que só pro pro veterinário que está lá de plantão atender, mas não fica lá, não pode ficar lá por conta dessa lei municipal. Sim. Então é é uma lei que não tem cabimento aqui na cidade de Campinas. O o vereador que fez, acho que não pensou na época, o prefeito que que promulgou a lei também não tava pensando na população na época. Senhora, acredita que hoje a cidade tá mais madura para ter esses serviços? Olha, com certeza, se você for conversar com com os permissionários do do bosque, que dependem do movimento do bosque, eh eles estão detestando essa lei. Eh, o bosque ele recebe várias cidades aqui da região, várias cidades, ônibus de escola, eh, a programação lá é bem cheia e com a falta dos animais, os pessoal o as crianças vem fazer o quê no bosque? vê a árvore, a árvores vão est dele. Então assim, eh o bosque ele movimenta a economia de cidade, movimenta eh a a cultura. Então a gente tem que pensar em tudo, eh não em prejudicar a cidade de Campinas. E eu acho que esse projeto de lei aí que proibia o rodeio e proibia a volta dos animais do bosque, eu acho que é um projeto que tem que ser extinguído aqui da do cidade de Campinas. Sim. Um outro projeto, a gente tem, inclusive, ele foi anexado a um processo por ser uma matéria correlata, mas a gente percebe que o senhor eh também tá tem essa questão, até porque a gente tá a gravação desse programa já é para veculação agora em agosto, que todo mundo tá falando aí do bendito agosto, lilás. E o senhor eh lá em fevereiro, no início do ano, eh propôs um projeto que trata da patrulha da mulher, com a finalidade de ampliar rede de proteção e atendimento especializado a mulheres em situação de violência doméstica familiar. Hoje é um tema que aflige toda a sociedade, né, vereador? Sim. Olha, esse esse é um projeto também que ele já é feito em Campinas. Na verdade são ações que já são feitas em Campinas. Secretaria da Mulher, da Secretaria da Mulher, pela nossa secretária Alessandra Herma. Eu só estou tornando o projeto de lei, mas isso isso não é uma ideia minha, foi uma conversa com a secretária. Eh, temos aí a comandante Lourdes aí da da Guarda Municipal também, que tá em parceria aí com a secretária secretaria da Mulher, desculpa. E isso aí é apenas para tornar a lei na cidade de Campinas, mas é uma ação que já vem ocorrendo aí com a Guarda Municipal de Campinas, com a Secretaria da Mulher, é um projeto muito bom, mas com o amparo da lei, a gente tem uma política pública instituída. seja seja obrigatório aí a prefeitura e o poder público olhe para essa questão para que não ocorra em caso de feminicídio de Campinas, embora esse é um número aí, feminicídio é um número que vem aumentando no Brasil aí por conta do governo do PT e a gente tem que ir ao contrário aqui na cidade de Campinas. Vereador, recentemente também a gente tem aqui projeto de lei que estabelece a adequação das penalidades aplicáveis ao certificado licenciamento integrado. O que que é isso? Olha, na verdade esse é um relato de eu posso falar de reciclagens onde eh depósito de reciclagem da cidade de Campinas, tá? Eh, a prefeitura, as cooperativas, cooperativa, cooperativa não, porque a cooperativa ela já tem parceria com a prefeitura, tá? É depósito de reciclagem mesmo que tem aqui na cidade de Campinas tem bastante, né, que compram essa reciclagem de catadores do bairro. Sim. E que tava estava acontecendo o seguinte na cidade de Campinas, eh, a secretaria vai até o local, percebe que o estabelecimento não tem o alvará de funcionamento e lacra ou ou multa em R$ 25.000. Olha, para mim é um absurdo isso, porque a pessoa está ali, ela tá empreendendo, está um um uma pessoa que tira reciclagem da rua faz muito mais aí que o poder público, né? Ele está ajudando a sociedade, ajudando a cidade na limpeza, diminuindo os lixos que vão até o aterro, que no caso não são lixos, são reciclagens. E a prefeitura estava atrapalhando esses comerciantes, então estava dando multas altíssimas aqui na cidade de Campinas. Eh, teve o caso de uma uma catadora de reciclagem aqui na cidade de Campinas da John Boy Lope, se não me falha memória também, uma multa de R$ 25.000 R que seria, sendo que ela não tem nem esse ganho. É inviável isso para um comerciante. Ali nós temos aí a lei da liberdade econômica que foi implementada eh pelo presidente na época, o Jair Bolsonaro, que eh estabelecimentos que não oferecessem risco a saúde, por exemplo, cabeleireiro, alguns comércios não precisariam de alvará, né? E a prefeitura tá indo contra essa lei federal aí. Sim. Eu sei que foi uma lei que não foi revogada. Então eu entrei aí com esse projeto de lei na cidade de Campinas para que diminua esse também o valor da multa aqui na cidade de Campinas. E essa multa de 25.000 nós conseguimos reverter. Ela foi uma das últimas votações, né, durante o primeiro semestre. Sim, sim. Foi uma das das últimas. Eh, mas é muito é absurdamente eh um absurdo aqui o que acontece na cidade de Campinas. da prefeitura se intrometer no comércio eh da pessoa que ganha pouca ou se ganha pão, exigir um alvará. E nós sabemos aqui que na cidade de Campinas é muito moroso também para tirar um alvará. Tanto que o prefeito eh quando voltar ao recesso agora, ele vai mandar um projeto aqui para casa para que facilite eh a obtenção de alvará aqui na cidade de Campinas, alvará de funcionamento, porque hoje tem temos relatos de pessoas que esperam até um ano para conseguir um alvará na cidade de Campinas, que é um absurdo, né? a pessoa quer empreender, ela quer gerar emprego e a Campinas, em vez de facilitar, tá atrapalhando. Então esse projeto de lei aí do prefeito, ele vem para ajudar nisso. É uma reclamação não só minha, como de outros vereadores aí que são de bairro, que tem o relato dos comerciantes. Então o prefeito ouviu e espero que seja sanado também mais o problema aí da cidade de Campinas, que é um baita problema, né? uma vez que a pessoa tá gerando emprego, gerando renda, aí eu posso falar desse aí, dessas multas altíssimas aí que são pela Secretaria de Urbanismo da de Campinas, que eu também faço várias críticas aí na tribuna, não pouco críticas, então espero que seja sanado com esse projeto de lei do prefeito Dag. Inclusive, vereador, já que o senhor falou inclusive desse uso da tribuna, das críticas, o senhor é um vereador que quando precisa subir na tribuna para criticar, o senhor critica. Quando o senhor também sobe para falar, ó, isso eu acho que é bom pra cidade, o senhor também faz isso. Eu queria que o senhor falasse um pouquinho desse seu posicionamento de fazer essa essa triagem, ó. Isso eu acho que vai levar a cidade pra frente. Isso eu acho que vai emperrar em alguma coisa. Fala um pouquinho pra gente. Olha, na verdade, eh, o que eu acho, Campinas tem vários secretários. Eh, temos algumas indicações políticas, né, que são acordos políticos que eles fazem na campanha e temos os técnicos. Eh, então os técnicos que estão na prefeitura, eh, a maioria deles são técnicos, eu faço elogio e quando são políticos, se for bom, também não tem problema algum, eu faço com eh elogios também. Mas eu eu venho criticando alguns aí, alguns secretários da cidade de Campinas. Eh, posso dar nome, né? Eu posso fazer, acho melhor não, vereador, mais senhor quiser, mas é, eu posso nas tribos para tribunais, mas eu eu sempre faço crítica a dois secretários aqui da cidade de Campinas, eh, que são passos importantes e sabe, tem que pôr pessoas técnicas ali, né, que coloque a a pasta dele na pra frente. Não crie morosidades para de Campinas, não crie obstáculos aí pro empresário. É, eu sou próempresário aqui bastante companário no Brasil, né, que é quem gera emprego, né? Eh, hoje o empresário aqui no Brasil ele é visto como vilão, né? E essa pasta tão importante, uma das pastas tão importantes que eu também faço críticas é a da saúde. Campinas é um caus na saúde. Nós vemos aí que tem pessoas que vão no Mario Gate. Eu tive relatos. Relatos não, eu acompanhei, a pessoa me ligou, eu fui até o Hospital do Ouro Verde, que é da Rede Mariugade. O paciente estava esperando a 17 horas. E aí eu para fazer um primeiro atendimento, não, ele já tinha feito o atendimento, passado, tava aguardando um exame de sangue, mas 17 horas sem comer, sem ar condicionado. E aí eu sempre, eu sempre, toda vez que eu vou no Mario Gate, eu não sou um vereador muito de rede social, eh, não gosto de ficar gravando o outro das pessoas, mas sempre que eu vou lá, os guardas vem brigar comigo e aí eu faço só uma pergunta para eles. Eu falo assim, ó: "E se fosse sua mãe, seu pai? Se fosse seu filho, eu tento quebrar o gelo assim, né? Porque eu não estou ali para fazer mídia, eu não tô ali para aparecer, não quero aparecer, eu quero resolver o problema do cidadão. Sim. O por que está demorando 17 horas um exame. E aí, nesse caso específico era porque a médica tinha que assinar um laudo. Falei: "Pô, mas tem tantos médicos". Não, mas tem que ser o médico atendeu ele. Não, pô, ele não pode ficar esperando a vontade da médica de assinar um laudo. Ele...Então passa para outro médico. E aí foi resolvido lá. Quando eu cheguei, foram quando eu vi esse paciente, outros diram que era vereador também, vieram reclamar e tinha uma que tava também a 17 horas, a outra 15 horas. No caso, no caso, naquele dia ele tinham sido quatro. Sim. E quando não vai um vereador? E quando a pessoa não tem, e quando o cidadão não tem contato com o vereador, vai reclamar para quem? Na ouvidoria, entendeu? Eh, também faço requerimento de informações da ouvidoria do Mario Gat sempre para saber o tipo de reclamação. Não sei se eles me passam tudo, mas eu eu faço esse tipo de solicitação. Eu vou até propor quando voltar aí do recesso, eh somos em 33 vereadores para que os vereadores visitem, né, os hospitais, os as uvas de Campinas para ver, né, o para tentar melhorar o caos aí da cidade de Campinas. Eh, é a cobrança e a fiscalização do legislativo. Cobrança, com certeza. O nosso papel é fiscalizar, né? Eh, uma vez que a empresa que presta serviço aí pro Mario Gate é uma terceirizada, eh, eu também sou a favor da terceirizada, porque quando, se o médico não não é bom, se ele falta, a terceirizada pode trocar. Para mim é perfeito isso. Quando ele é concursado, eh, tem processo administrativo e tal. Também não sou contra o concursado, tá? Só tô falando que esse processo de terceirização aí eh creio que resolva bastante. E em conversa aí com a pessoa, a coordenadora do Mario Gat aqui, ela também relatou, ela me mostrou uma tela lá que muitas das pessoas vão até o hospital para pegar atestado. Uma uma vez também que eh o SUS não pode negar atendimento, mas tem aí também essa falta de educação aí por parte de alguns que vai só para pegar testado. Recentemente a gente teve a Copa aí na cidade de Campinas, na cidade de Campinas não, no Brasil e todos os postinhos de saúde de Campinas tava vazio. Então é complicado, mas o meu papel eu tô fazendo, eu fiscalizo muito os hospitais. Semana passada eu fui no Mario Gatinho, eh, fui no Mario Gate de Ouro Verde, foi no Mario Gato Grande, eu faço minha parte, eu fcalizo, como eu disse, não sou um vereador de rede social, deveria ser, tem que postar um pouco mais, até me comprometer postar um pouco mais no segundo semestre, mas eh minha parte eu faço, fiscalizo saúde, fiscalizo o ônibus, fiscalizo a educação de Campinas, tento fazer o meu melhor, mas Campinas é muito grande, mas eu vou ir tentando faço minha parte porque foi foi para isso que eu fui eleito aqui vai saber. Tá certo, vereador, muito obrigada pela sua participação. Lembrando que você pode sempre que quiser falar com o vereador, entra lá no site da Câmara, lá tem na aba vereadores, todas as informações de como falar com o vereador, qual é o gabinete e o contato e tudo mais. Lembrando que toda sexta-feira a gente tem um novo podcast aqui na Casa do Povo e você também pode entrar lá na playlist do YouTube, no canal da TV Câmara Campinas e também no portal da TV Câmara Campinas para você acessar todas as entrevistas que nós trazemos aqui no nosso podcast toda semana. Até um próximo na Casa do Povo. [música] เฮ [música]
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