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Histórias de Vida | Esdras futebol
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Histórias de Vida | Esdras futebol

45 views Publicado há 2 semanas HD · 19:17
Resumo editorial

Comovente edição do programa Histórias de Vida com Esdras Gomes Inácio, adolescente de 14 anos que teve braços e pernas amputados ainda bebê após uma catapora evoluir para infecção generalizada. Sua mãe, Micaela Gomes, relata o calvário hospitalar entre o Mário Gatti e o Hospital Ouro Verde, os 15 dias de coma induzido, a fé que pediu pela mente do filho e a luta de uma mãe que precisou se reinventar. Hoje Esdras encontrou no futebol um novo propósito.

Descrição do vídeo

Esdras é um menino de 14 anos que teve os membros amputados devido a uma doença quando tinha 1 ano e 10 meses. Atualmente, usa próteses nas pernas e joga futebol.

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[música] [música] Hoje no Histórias de Vida você vai conhecer a trajetória do Esdras Gomes Inácio, um adolescente de 14 anos que precisou amputar os membros, braços e pernas quando ainda era bem pequeno. Mais surpreendent ele encontrou no futebol um novo propósito, um novo sonho. Mas por trás do Esdras também existe muito amor de uma mãe que precisou se reinventar. Então para começar a nossa conversa, vamos falar primeiro com a Micaela Gomes, que é mãe do Esdras. [música] >> Micaela, muito obrigada por aceitar o nosso convite e seja bem-vinda à história de vida. >> Obrigado. >> Para começar, eu queria que você contasse um pouco sobre a infância do Esdras, até o [música] momento que vocês receberam o diagnóstico que foi com apenas um ano. É isso? Na real não teve diagnóstico. O ex, ele pegou uma catapola no sábado para resumir. Na segunda eu levei ele. Na segunda os médicos falou que ia ser tudo [música] normal de de 10 a 15 dias que uma catapora normal evolui. Quando foi na quinta, na quarta de noite, o venceu com tava com duas línguas. Aí como a gente nunca tinha passado problema com ele de saúde, os vizinhos fal é normal porque tá tendo muita [música] febre. Na quinta para ajudar o exas levantou, amanheceu meio mais molinho e com roxo no peito. Nesse roxo do peito começou a ficar, sabe o aquele bicho geográfico, o corpo dele ficou todo roxo. Aí foi com a minha vizinha que morava do lado aqui, foi que vamos levar ele. E na época eu ainda tinha um bebê de dois meses para ajudar. >> Aí quando ela chegou no Marugate já a médica só falou: "Ó, ele tá com suspeita de eh aquele bicho geográfico". >> Uhum. Só que nós achou que era uma coisa leve. Aí falou: "Vamos levar para UTI". Só que o Mário Gat estava com a UTI na época em reforma. Ele foi transferido com urgência pro Ouro Verdem. >> Nisso do Ouro Verde, quando eu fui, que o pai dele foi com ele e eu fiquei porque eu tinha [música] um bebê, eu pedi para ir ver ele meia-noite. Nisso já não era mais meu filho. Os órgãos dele já tinha parado, o pé e mão dele já tava tudo roxo, metade do corpo dele já tava todo deformado. Aí começou a nossa luta de 15 dias. 15 dias ele teve que induzir o coma dele. Aí começou as feridas abrir e como ao ter uma coisa muito reservada, eu não sabia o grau. Como uma mãe de uma mãe de viagem que nunca tive um filho doente, para mim tava tudo normal. Quando ele falou: "Mãe, [música] quando dia 25 de dezembro a gente vai desentubar para ver como que tá a mente, porque pelo que a gente sabe, a gente não sabe qual sequela coisa vai ficar fora que já tava no corpo dele." >> Sim. Então ele ficou 15 dias entubado, não teve >> entubado. [música] Aí no dia 25 foi que eles pediram porque ia tirar o que ia tirar a sedação dele para saber como que ficou o estado mental dele. Aí eu falei, [música] falei: "Doutor, eu não sei, não sei qual o propósito de Deus aqui, mas se eu tiver uma chance de pedir para Deus escolher entre o pé e a mão e a mente do meu filho, eu prefiro que ele que ele fique a mente." >> É meio doido. Hoje a gente ri, mas na época não não tinha como. Eu pedi para Deus, se for, porque sem pé e sem mão, eu consigo levar a Deus. [música] Agora, uma criança coisada, eu acho muito difícil. Acho que não existe uma deficiência mais difícil com a família. Você não sabe se a criança com fome, se a criança com dor, [música] se a o que que a criança quer? Ele não foi difícil. É, [música] agora tá mais tranquilo porque já tá na idade, adolescência. Tá e não tá porque tem a mente, né? Mas no começo é que nem eu falo, é fácil a gente falar de uma deficiência, [música] mas eu quer ver quando é na tua família. Você tem que se adaptar, você tem que ver olhares às vezes bu. Então a mente dele, graças a Deus, a gente foi trabalhando na mente para ele não ser uma criança depressiva. >> E graças a [música] Deus, no meio de todo mundo aqui, ele é o mais à frente, >> ele é o mar da autoestima. Muito graças a Deus. >> [música] >> o que era para se tornar uma tristeza se torna não tem como não tem como a gente reclamar na situação dele. >> Uhum. E para você, como que foi também e esse [música] processo, né, até ele sair da intubação, ele retornar, até você receber ali a informação de que realmente ia precisar amputar os membros dele? Ah, moço, foi revoltante. Foi bem revoltante. [música] Você se revolta com tudo, com o mundo, com tudo. Não vou dizer para você que foi fácil, não foi? Não. E quando foi para [música] foi num quase de 20 a 18 médicos para para fazer a reunião com a gente, comigo, o pai dele, [música] e ter que assinar. você saber que você tá assinando uma uma vida inteira de como fala, uma [música] sentença pro teu filho. Então não foi fácil aceitar não. Até no último momento de eu ver mesmo ele depois do centro cirúrgico, depois que eu entrei, depois que saiu do centro cirúrgico, foi o dia inteiro ele na na no centro cirúrgico. O Zé Fan vai ficar três dias dormendo, é na na sedação pra por causa que foi muita foi amputação, as quatro amputa >> foi muito invasivo, né? >> É, foi quatro amputação, foi tirar a pele morta do corpo dele, que o corpo dele também [música] tá é refeito de cirurgia prática. E quando eu liguei no dia de manhã, ele falou: "Mãe, eu falei: "Como tá o que você falou que ele vai dormir?" Não, o não tá dormindo. O mesmo tirou o tubo dele, ele tá sentado mamando. Então tudo que os mé programava poesas, Deus fala: "Não vai ser do jeito que eu quero". Então era poesa [música] ficar em coma três dias por causa dessa que nem foi muito no corpo dele não. Graças a Deus ele foi, como se diz, ele me dava o suporte que eu tinha que dar para ele. >> Uhum. >> Então quando eu tentava chorar vendo a situação dele, ele não [música] tinha como chorar. Porque como você vai chorar com ele rindo? Tá tudo bem, mãe? pequenininho. Então é difícil. Vou dizer que foi fácil para aceitar não. [música] >> E também para no caso para você foi difícil duas vezes, né? Porque eles também tinha um outro bebê de dois meses >> que também ficou na época ficou internado também. >> Também na mesma época. Ele ficou na UTI e o irmão dele ficou na pediatria, porque a catapora pegou no irmãozinho dele e atacou o fígado. [roncando] E a mesma bactéria que deu no sangue dele, deu no irmão mais velho, que ele tem outro irmão mais velho. O ex é o filho do meio, só que o do irmão dele pegou na pele, então usou uma medicação cara e ficou em casa. Então eu tinha que me dobrar com ele na UTI, com com o bebê na pediatria e o de 5 anos [música] na casa da minha amiga, chorando, falando que ia chamar a polícia porque ela tinha abandonado. Então pensa, e eu também peguei a catapula [música] na época, então eu fiquei, eu não fiquei, eu fiquei 15 dias sem ver o então ficou na cabeça dele, na época ficou um choque que quando ele saiu do como, eu não tive como ver, quem ficou com ele foi só o pai dele. Então, teve uma época que ele acho que na mentinha dele ficava pensando, ela tinha me abandonado. Então, querendo ou não, [música] teve todo um processo enorme de até eu chegar ver ele. Então, ficava aqui os médicos ficavam passando para mim e pro pai [música] dele, como um tava e como outro tava. A gente era conhecido como os pais dos irmãos internados. >> E nesse processo assim de longe, né, você acompanhando o seu filho, em algum momento você pensou que poderia perder seu filho? Pensei uma vez a minha a minha mãe chegou aqui, eu fui, ele tava com o [música] tio dele, tava com o tio dele lá, eu mandei o coisa funerar, fi, desce daquela casa ali que o filho do rapaz tá para morrer. Eu não falava que era meu, o filho do do da família ali tava. Então eu mesmo cansei de cansei de falar, nós não tem como o sair com vida. O teve 3% [música] de vida, moça. 3%. Nós não tá nem pensando no no na estética como que ele ia ficar. Nós nós [música] pensou que ele não ia sair mesmo, porque ele ficou muito muito deformado. Ele como os órgãos dele parou, ele ficou muito inchado. [música] Ele ficou ele ele com 1 ano e 10 meses, ele ficou com um corpo de com corpo de uma criança 6 anos inchado. Então eu falava: "Esse não é". Quando eu entrei na alter, eu falei: "Não é o meu menino". Eu chorava pros [música] médicos. F. Esse não é meu filho. Meu filho é muito lindo. Meu filho, meu filho, ele ele é muito esperto [música] e ele desde pequenininho, ele sempre foi muito esperto mesmo. E eu falava: "Ô, ex, abre, abre o olhinho pro médico ver. Ô doutor, o olhinho dele é tão bonitinho, tá? Hoje a gente fala rindo, mas na época é aquela coisa assim, a gente não sabe ficar onde que arruma tanta força para para você aguentar". Aí um dia eu me dei uma louca com a médica, eu peguei e falei: "Doutora, [música] eu vou levar meu filho embora". Porque daí quando ele amputou no dia 10 de de janeiro, aí como [música] a gente é meia não sabe muito bem, eu escutei o me fan que tinha dado alta pro Esra. Aí fui toda fe, falei: "Vou levar o Esra para casa". Ô mulher, quando eu cheguei lá as m falou: "Mãe, ele teve alta da pediatria? A ortopedia não deu alta pro ex acabou de ter uma amputação muito que não é para qualquer um aguentar o que ele aguentou. Aí foi uma briga. [música] Aí o ex ele teve alta da da coisa aí daí a motora ficou me assim falou: "Tira tudo, tira toda a faixa". Aí as enfermeiras doutora foi quase 2 horas fazer o curativo dessa criança. Como que a gente vai tirar tudinho? Tira [música] para ela ver qual é o grau que o filho dela tá. Porque nunca deixaram ver as feridas. >> Ô moça. [música] >> E você viu? Era melhor ter ficado quieto. O pescoço [música] dele, cabeça e dedo da gente. As aqui do lado da perna dele, o faltou um pouquinho para para emendar a o a ferida da Kicon da Costa. A cabeça dele aqui dá para ver [música] quase o cérebro dele, o peito dele resume resume de tudo. Ah, você tem, eu que sou uma médica de OTI, eu [música] não tenho coragem de levar meu essa criança pra minha casa. você tem capacidade, qualquer infecção esse menino no corpo dele não aguenta. Eu fui, falei: "Ô, doutora, eu sei que é difícil eu reconhecer, mas não dá não". Aí foi que depois foi tão bom que uma médica do ouro verde entrou em contato com os médicos do Marugat que os melhores cirurgião prática do Marugat. [música] Foi que eles fizeram o ex fazer uma consulta lá. Só que na vez que a gente já foi na consulta ele já ficou [música] para fazer os enxertos. Só que não, eu achei também que ia ser rado, mas também teve quase um mês, porque tinha que preparar, limpar de novo o pele dele da perna do do da pele morta para depois fazer o enxerto. Então foi dois hospital, tudo numa >> E quanto tempo ele ficou assim de em hospitais? Ao total deu, ele entrou no dia 12 de janeiro e saiu no dia 27 de fevereiro. Foi muito >> muito rápido, mas uma eternidade para quem tá, >> para quem tá vivendo, né? É uma eternidade. >> Era muito, era muito cansativo. >> E para você, depois que ele saiu do hospital, como que foi o processo de adaptação em casa? Aí veio [música] o medo, porque eu tinha medo dos outros chegar, dele pegar uma, eu tinha medo de pegar uma doença, eu tinha medo de pegar uma gripe. Aí veio aquela proteção que não podia ter [música] tanto. >> Uhum. >> Não deixava ficar na rua, não deixava ficar no quintal. >> É o medo também, né? >> Era o medo de perder. Porque como que tu pega uma criança que veio recém operado de [música] uma de enxerto? Era uma vida nova que eu tinha que me adaptar com uma criança nova, com bebê novinho. Ele também tava novo, querendo não tinha acabado sair de um de um de uma situação muito [música] pesada pro corpo dele e eu tinha um de 5 anos. >> Então a gente teve que mudar toda a nossa vida como que tinha que fazer. Então eu tinha que pensar muito bem, não deixar os outros tocar muito nele. Então ficou, eu fiquei acho que quase 5 [música] anos segurando ele para não deixar ele muito. >> Uhum. Foi aonde o irmão dele começou a ir nesse aí entra esse tal [música] desse clube >> do futebol >> que o irmão dele tava indo aí foi que um dia o irmão dele falou então vou levar ele para ele se distrair um pouco foi nem isso que ele começou >> ai que bom >> só que o medo ainda ficava até hoje. >> E como foi para vocês eh conseguir a prótese também para ele conseguir jogar o futebol, né? >> A prótese ele começou, ele teve encaminhamento pro pro [música] para Souzas, >> para centro retção de Souza. Só que lá eles ano e ano e o [música] ex ele cresce muito rápido. Aí um dia ele ficou sem a prótese da do SUS e eu postei que eu sou a mãe muito [música] pra frente, eu não tenho muita paciência. >> Ah, tem que reivindicar o direito. >> Eu postei que ele precisava de uma de uma prótese. Aí uma moça foi foi repostando, repostando. [música] Uma moça eu acho que trabalhava acho que numa soube. Vou eu vou tentar lembrar. E ela mandou, entrou em contato comigo, falou: "Moça, eu ganhei uma prótese". Eu falei, ela falou, só que só como eu ganhei de um de um senhor, então vou passar o teu contato para ele. E foi assim que nós conhecemos o Dr. José Dand Bem, que ele já tem mais de 8 anos, mais de 8 anos cuidando >> já faz o acompanhamento, [música] >> não, ele é o xodó do dele. >> Então, graças a Deus, ele sempre agora tem o o padrinho que eu falo que é o padrinho dele mesmo. >> Que bom. E para você, como que é ver hoje seu filho, né? é, atualmente com 14 anos, eh, conseguindo jogar futebol, conseguindo seguir com a vida dele. >> É um orgulho, tipo assim, que é tarefa [música] tá cumprida. >> E depois de tudo que vocês passaram juntos, né, você sempre apoiando ele, o que que você espera daqui pra frente, né, pro seu filho que ele realize os sonhos dele, as conquistas? Eu falo para ele que o [música] mais importante é ele honrar a Deus >> e ele ser homem de caráter. Porque se ele não conseguir o que ele quer, pode ter certeza que alguma coisa na frente melhor Deus tá preparando. Então, sempre deixo sempre esse você quer isso, mas você tem que perguntar pro teu criador, para quem te deu a o milagre, que é você, se é o que ele quer. [música] Porque não adianta eu querer e você querer e Deus não querer. >> Então, sempre [música] fala para ele, deu errado porque Deus não Deus não tá no Deus não tá no negócio. Fala para ele. Então eu sempre boto ele como eu sempre falo, se deu errado é porque não [música] é de Deus, porque quando tá quando Deus tá no quando Deus tá no negócio tudo flui. >> Eu dei [música] certinho para ele. Aí quando você entrou no hospital não precisou eu ficar doida. Deus preparou tudo. >> Teve hora que eu quis, que nem eu falei, teve hora que eu quis desabar, mas depois vinha o calmante, Deus me dava uma calma por [música] dentro. Então eu ensino ele. O mais importante é ser homem de caráter. E a [música] fé e esperar em Deus. Querer é o normal de nós, mas tem que ver se Deus vai provar o que ele que você quer. É isso que eu [música] ensino ele. >> Mquela, muito obrigada pela sua participação aqui, por contar um pouquinho sobre a infância do seu filho, todas as dificuldades que vocês passaram. E agora a gente vai ouvir um pouco dessa história da boca do Esdras e vai contar pra gente também. Já tá aqui ao meu lado Esdras, um adolescente cheio de sonhos que aprendeu cedo a transformar os limites em motivação. Esdras, com você eu queria conversar um pouco mais sobre o futebol, como que ele entrou na sua vida? >> Futebol entrou na minha vida em março de [música] 2022, só não vou lembrar o dia exato. Foi numa noite [música] de sexta-feira que meu primo me chamou, né, para ir. Só que aí eu tinha que falar com [música] o meu irmão, porque sem meu irmão, minha mãe não ia deixar eu ir, deixa meu irmão mais ele para ir. Daí nós fomos de manhã no sábado, começamos a treinar de boa lá. Daí no meu terceiro treino eu fui chamado para ir para um jogo. Só que o jogo não ia dar na data. Por quê? Porque era mesmo dia que pra casa do meu pai. Só que me falou: "Quando Deus tá à frente tudo dá certo." Aí fui lá, fui pro jogo, deu tempo certinho. Daí depois disso eu vi que eu queria jogar bola. Aí eu continuei, continuei trein até [música] hoje lá. Ano passado joguei meu primeiro campeonato lá com eles. >> Bacana. E você me contou também que não se lembra da época de tudo que aconteceu com você, porque você era muito jovem, né, muito novo, um bebê praticamente. E para você, quando que você eh se deu conta eh [música] da sua situação e como que também o apoio da sua mãe te ajudou nesse processo? Eh, eu me dei [música] conta da minha situação no quando eu tinha 4 anos, já sabia tudo, minha situação e tudo e o apoio da minha mãe e do meu pai também me ajudou muito em tudo, na questão até hoje da minha [música] situação de superação e tudo. E atualmente assim, é, qual que é a sua rotina? Você vai pra escola, encontra os amigos? >> Estudo de segunda a sexta. Agora não saio mais tanto, mas já foi época que eu saí bastante, não saio mais. Eh, treino de sábado [música] e quarto. Sábado, mas quando dá, mas quarto eu vou bastante e sábado, domingo, eu vou pra igreja. E [música] assim, qual que são suas, você pretende seguir com o futebol como um sonho, como carreira ou você pretende eh ver ver uma outra coisa futuramente? futebol. Vou persistir ainda mais um pouco, [música] mas não muito tempo, tipo, não depois do quando [música] eu fizer 18 para mim já encerrou, se eu não tiver jogando já em um clube. Aí senão eu vou partir pra outra. >> E você acredita que sua vida ficou um pouco mais leve? É um pouco mais leve por conta do apoio que você tem dos seus pais, da [música] sua família, dos seus irmãos, como você citou? >> Sim, bem mais leve. a inspiração, né, deles e eles também se inspirando em mim. Então, para mim [música] tudo é mais leve. >> Eh, tem mais alguma coisa que você queira acrescentar sobre sua trajetória? Agradecer seus pais? >> Agradecer primeiramente a Deus, [música] segundamente meus pais e terceiro a Anden, né, que deu apoio de tudo, das prótas até hoje, né, sempre ele dar tudo certinho. Só isso. >> Esras, muito obrigada por compartilhar aqui com a gente [música] é um pouco da sua trajetória junto com a sua mãe também. E eu espero que você alcance seus sonhos, suas metas, que continue no futebol e continue e aproveitando esses momentos com a sua família que tanto te apoiou todo esse [música] tempo também. >> Obrigado, >> pessoal. E esse foi a História de Vidas do Esdras. Espero que você tenha gostado e até o próximo Histórias de Vida. [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música]
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