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Histórias de Vida | Bryan: futebol, paternidade e o gol mais importante da vida
Em destaque · HD Vídeo · HISTÓRIAS DE VIDA

Histórias de Vida | Bryan: futebol, paternidade e o gol mais importante da vida

73 views Publicado 16/04/2026 HD · 18:03
Resumo editorial

O programa Histórias de Vida traz uma trajetória que mistura futebol e paternidade em momentos decisivos. O atleta convidado, jogador profissional da Ponte Preta de Campinas, compartilha como o futebol entrou na sua vida desde o berço, com pai ex-atleta profissional, e como aos 14 anos veio para São Paulo para fazer avaliações em clubes da capital. A trajetória passa pelo Piraporinha como time de base, Guarani de Venâncio Aires no Rio Grande do Sul, Juventude onde fez o primeiro contrato profissional aos 15 anos, Chapecoense, Náutico, Paissandu até chegar à Ponte Preta. Mas o gol mais importante da vida não foi marcado em campo. O atleta relata o nascimento da filha em casa, momento em que precisou agir rapidamente para ajudar a parceira no parto antes da chegada do socorro. Conteúdo que mostra como a vida profissional e pessoal se misturam, e como momentos críticos exigem capacidade de decisão e calma de atletas que treinaram para isso em outros contextos da vida em Campinas.

Descrição do vídeo

No Histórias de Vida, o episódio de hoje apresenta a trajetória do jogador Bryan Borges, atleta da Ponte Preta, que compartilha momentos marcantes dentro e fora dos gramados. A conversa mostra como o futebol esteve presente desde a infância, a passagem por clubes de base e a construção da carreira profissional até a chegada a Campinas e à Ponte Preta. Além da trajetória esportiva, o programa destaca um dos capítulos mais emocionantes da vida de Bryan: o nascimento da sua primeira filha. Em um relato cheio de emoção, ele e a esposa Milena contam como o parto aconteceu de forma inesperada no saguão do prédio, um momento intenso, rápido e inesquecível que eles descrevem como o gol mais importante da vida. A entrevista também aborda a adaptação da família à cidade de Campinas, a rotina com as filhas, o apoio entre os familiares e a importância da paternidade na vida do atleta. Bryan Borges fala sobre o sonho de ser pai, a felicidade de viver esse momento e o desejo de continuar construindo histórias ao lado da família e no futebol. Com emoção, humanidade e inspiração, o episódio mostra que algumas das maiores conquistas da vida não acontecem em campo, mas no afeto, na família e nos instantes que transformam para sempre a trajetória de uma pessoa. Se você gosta de histórias reais de superação, família e esporte, este episódio de Histórias de Vida traz um relato sincero e marcante sobre amor, instinto e conquistas que vão muito além do futebol. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] [música] Ele já viveu momentos decisivos dentro do campo, mas foi fora dos gramados que marcou o gol mais importante de sua vida, ajudando a trazer a própria [música] filha ao mundo. No História de Vida de hoje, vamos conhecer a trajetória do jogador Brian Borges. Brian, muito [música] obrigada por nos receber e seja bem-vindo ao Histórias de Vida. Obrigado. Agradeço aí o convite e tô muito feliz por participar. Brian, para começar, eu queria que você contasse um pouco sobre sua trajetória no futebol, como que você começou a sua carreira. Ah, desde muito novo, desde quando eu nasci, eu me vejo jogando futebol. Meu pai, meu pai é ex-atleta profissional de futebol. [música] Então, futebol tá na minha vida aí desde quando eu nasci. Eh, eu comecei, eu vim para São Paulo logo minha, quando começou assim, eu tinha 14 anos de idade. Eh, um empresário trouxe eu para cá para fazer algumas avaliações em alguns clubes aqui de São Paulo. Uhum. E acabou que eu fiquei jogando em um tempo aí em um time do daqui de São Paulo que se chama Piraporinha. É um time bem de base assim. E eu fiquei um tempo lá, foi quando um time lá do Rio Grande do Sul que acabou me vendo, que foi o Guarani de Venácio Soares. E aí acabei [música] que eu fui pro Guarani de Venácio Aráes, quando eu tinha mais ou menos 15 anos de idade. E aí joguei um campeonato lá, o campeonato gaúcho de base também, e fui pro Juventude, foi onde praticamente tudo de fato começou, [música] né, que já é um time maior, já é um time de maior expressão. E aí fui pro Juvent Juventude, passei 3 anos no Juventude, eh, foi onde eu fiz meu primeiro contrato profissional, foi onde eu me formei mais na minha base e foi assim que começou. De lá já fui pra Chapecoense, Náutico, Pai Sandu e hoje eu tô aqui na Ponte Preta. Aí com a bola o Brian Podes. Gol! Sim, e você acabou de falar sobre a Ponte Preta, né? Você tá recentemente no time, recentemente também se mudou para Campinas. Como que tá esse processo de adaptação? Ah, tem sido uma adaptação bem tranquila, assim, graças a Deus a gente se adaptou bem. Eh, tanto eu como minha família, minha esposa, minhas filhas, minhas filhas já estudam, já estão bem adaptadas. A cidade é muito tranquila, a cidade é muito boa de morar, então é uma adaptação assim bem rápida, bem tranquila. Que bom. E a gente também citou no começo, né, sobre você ter ajudado a trazer a sua própria filha ao mundo. Foi um momento marcante também da sua vida fora dos campos, né? [música] Como que foi esse momento que você passou junto com a sua esposa? Ah, foi um momento assim único, sem dúvida. Foi um momento assim maravilhoso. É, é um dos momentos que ficaram que f que vai ficar marcado na minha vida, na vida da minha esposa, na vida da minha família, eh, que foi o nascimento da minha filha, né? E aí a gente tinha se programado para uma coisa e Deus fez outra coisa mais mais linda ainda. Sem dúvida foi um momento assim maravilhoso. Uhum. E o parto aconteceu é no saguão do prédio onde vocês moravam, né? Eh, vocês tiveram a ajuda de outras pessoas? Eh, foi um desespero ali naquele momento. Como que foi? Então, a gente no dia, eu vou te contar mais ou menos a trajetória assim durante o dia, a gente acordou por volta de 6 horas da manhã e ela me acorda assustada, né? E aí daqui a pouco e ela ela tava com muitas contrações. Nisso, quando ela me acorda, ela já tinha saído o tampão. Uhum. O tampão já tinha saído. E aí eu desesperada, achei que tinha já tava na cena. Sim. E aí liguei pro doutor na hora e o doutor falando para eu ficar tranquilo, que é normal do processo, que era para eu tomar banho tal com ela e a gente se direcionava pro hospital que ele tava a caminho, ele tava, inclusive o meu doutor tava terminando o parto. Eh, ele falou que tava finalizando um parto e que iria logo nos acompanhar. Uhum. E aí foi o processo. A gente levantou, começou a tomar banho, só que a contração começou a vir muito rápido. Acho que tava vindo contração em um em um minuto, dois em dois minutos. Normalmente é 10 minutos, 12 minutos para vir uma contração e tava uma contração atrás da outra. E aí a gente acelerou, a gente quando a gente acelerou que a gente foi pro pro elevador assim, né? A gente ligou, né, pra a fotógrafa que tava para ir, ligamos pro pessoal, avisamos todo mundo e tal. E aí no momento que a gente entra no lavador, ela começa ainda a ter contração, né? Ela ainda tava tendo muitas contrações. A gente chega no na parte do ral de entrada do do prédio, ela com muita dor, sento, ela, ela senta ainda, a gente faz uma, eu fico fazendo massagem assim na barriga dela e e aí quando ela se recupera, eu vou e a gente tá indo pro, pro carro, né? Uhum. Nesse momento assim que a gente tá indo pro carro, que ela tava com muita dor, ela falou: "Amor, tô com muita dor, eu carrego ela. Eu carrego ela, vou levando até a parte da entrada ali do do prédio e é no momento que ela fala: "Amor, tá doendo demais, eu acho que vai nascer, me coloca no chão". Uhum. Nisso que eu coloco ela no chão, ela já põe a mão, já tava coroando a cabeça da minha neném. E aí é só o momento de eu tirar as vestes delas ali e colocar ela no chão. E no mesmo momento que eu tiro já minha minha filha já pula assim nos meus braços. [música] É algo maravilhoso assim. E foi foi bem emocionante. Uhum. E naquele momento você [música] sentiu medo ou agiu ali por instinto mesmo? Então no no naquele momento ali eu não senti medo. De fato, foi muito instinto mesmo. Então não senti medo nenhum. Foi bem tranquilo, por incrível que pareça, foi bem tranquilo. Só que no momento que eu chego no no hospital, que ela vai pra sala, para uma sala cirúrgica, né, ela fica um tempo lá, aí eu fiquei com medo, minha perna começa a tremer assim, é algo que que eu fiquei muito nervoso naquele momento. E ela ainda passa um tempo ainda nessa sala cirúrgica. Ela ficou [música] coisa de uma hora nessa sala cirúrgica e o pessoal às vezes não não via comunicar, né, que tava tudo bem. Então, nesse momento, é, eu fico bastante nervoso assim, mas na no momento do parto em si, eu fiquei bem tranquilo, foi não, não deu nem tempo de pensar, foi muito rápido ali, mas foi algo que, sem dúvida ficou marcado [música] demais. Sim. E você falou assim que foi, você citou agora que foi muito rápido, que logo [música] que você já pegou sua filha nos braços. E o que você sentiu naquele momento, primeira vez pegando ela nos braços? Ah, foi ela bem pequenininha, né? Toda cheia de sangue, bem pequenininha. Nesse momento eu eu olho para ela assim, nossa, fico muito feliz, coloco ela nos braços da minha esposa, né? Coloco ela aqui, ela ainda tava com cordão bilical, né? E aí eu coloco ela nos braços da minha esposa. Aí logo em seguida, eh, o meu compadre, o marido da minha cunhada, ali chega e ele já chega com a toalha e a gente coloca junto e leva ela pro carro. Então, algo que que foi assim totalmente natural, né? Sim. E você [música] costuma dizer que esse foi o gol mais importante da sua vida, né? Por que você fala isso? Ah, sem dúvida. Eu eu brinco com meus amigos, com meu com minha família, que é o gol mais mais importante, o gol mais mais bonito da minha vida, que é a chegada da minha primeira filha, né? Uhum. É um amor incondicional. É, quem tem filho sabe que é um amor inexplicável. Então, eu sempre quis, eu sempre tive o [música] sonho de ser pai. Então, foi algo que eu fiquei extremamente feliz assim e realizada. Sim. E você falou [música] que depois acabou sentindo medo e hoje olhando para trás, como que você enxerga aquele momento, né? Depois que cai a ficha, você fala: "Nossa, olha tudo que a gente passou". É, então a gente tinha programado uma coisa totalmente diferente, né? A gente tinha tinha pego um quarto, tinha pego aquele fazer aquele processo, sabe? Que que normalmente a gente faz assim com fotógrafo e tal, só que veio totalmente natural de uma forma linda também. Sem dúvida. Eu fui o primeiro a pegar [música] minha filha no colo. Então, e foi algo assim que eu que hoje assim que que eu vejo assim que foi algo fantástico, né? Sem dúvida, mas ao mesmo tempo assim bem emocionante, bem bem bem legal. Eu achei bem legal o parto dela. Sim. E hoje você também tem outra filha, né? Já é pai de outra menina. É para você, como que é viver a paternidade, né? Conciliar a carreira, família. Ah, é, a gente assim viaja bastante, né? Então, às vezes fica longe, ela sentem falta, a gente também morre de saudade. Mas é algo que hoje eu levo tranquilo assim, sabe? A gente tem uma rotina bem, elas vão pra escola, a gente busca ela nas escolas ali. Então é algo assim que é é gratificante, né? Você ser pai, você ter um filho, é gratificante, é uma dádiva de Deus. Então eu sou eu me sinto muito realizada assim, muito feliz mesmo por ter minhas filhas, minha esposa. Uhum. toda a família. Certo. E Brian, pra gente finalizar, eh, a gente já falou um pouco sobre carreira, família. O que que você espera daqui pra frente, né? Eh, tanto na Ponte Preta quanto para você, os sonhos com a sua família, com [música] suas filhas, que estão novas ainda também. Ah, eu espero que a gente venha conquistar aí o acesso, né, pra Série A com a Ponte Preta, sem dúvida. Eh, e que a gente tenha muitos anos ainda aqui na em [música] Campinas, que é uma cidade muito boa, a gente tá muito bem acolhido. Eh, então muito feliz assim de estar vivendo esse momento aqui e na Ponte Preta e espero que que venha dias melhores para que a gente venha viver aqui bastante tempo. BR, muito obrigada por compartilhar um pouquinho da sua trajetória, tanto no futebol quanto com a sua família. [música] E agora também a gente vai ouvir essa parte da história da boca da sua esposa. [música] Milena, então agora a gente vai ouvir o seu ponto de vista dessa história toda. Você que tava ali naquele momento, o seu parto, que foi eh esse desespero para vocês, né? Queria que você contasse um pouquinho esse momento também. Ele contou o ponto de vista dele, mas eu também queria ouvir o seu. Então é um prazer tá aqui, tá? Obrigada pelo convite. Eh, esse dia foi muito especial pra gente, né? [música] como ele falou, a gente tinha programado de ir pro hospital, tinha contratado o Doula, o médico tava também, né, ali esperando o momento da gente ir para hospital e foi tudo muito rápido, porque eu comecei a ter contração de treinamento um dia antes. Uhum. E aí no outro dia eu lembro que eu fui dormir 1 da manhã, acordei 5:30 já com a bolsa rompendo já. E aí eu fui, né, fui me preparar para ir para hospital e eu acho que eu já tava fazendo ali o meu pré-parto e não sabia. Uhum. E aí eu bem tranquila, porque tava tendo contração, mas não era uma coisa assim tão forte no banho, né? Porque ali aguinha quente, né? Saindo e normalmente depois eu fui ver que no antes do parto ali as as [música] mães fazem isso para dar uma aliviada na dor, né, nas costas e tal, na barriga. E aí eu já tava ali, naquele momentinho tava bom, demorei um pouco. Quando eu saí do banho, aí começou as contrações a doer mais um pouquinho. E aí é que eu comecei a entender um pouco que tava perto ali do parto, mas ainda não tinha aquela noção porque primeiro filho a gente fica meio perdido assim, né? Sim. Mas aí foi só o tempo da gente pegar a mala que já tava pronta e a gente foi descer para pegar o elevador. E aí na sala eu lembro a estava no apartamento da minha irmã que era um pouco mais perto do hospital. Quando a gente chegou na sala, já deu a primeira contração assim bem [música] forte, já que já tava ali no na parte expulsiva, sabe? Mas eu não sabia. [música] E aí eu lembro que eu deitei no sofá ainda e aí olhei para ele, digo: "Não, amor, levanta, já passou". E aí vamos para elevador. Como era segundo andar, era [música] baixinho, deu tempo da gente chegar embaixo no rol do prédio, que tem uma parte que mostra que eu deito na cadeira do r do prédio e aí ele começa a fazer assim a massagem na minha barriga, que deu uma aliviada que a contração ali foi, quase eu não consigo sair do elevador, quase nasce no elevador. Ela já tava difícil, [risadas] já tava difícil. E aí quando passou essa contração bem forte, a gente conseguiu andar mais um pouquinho em direção à portaria, que o carro tava na frente do prédio. E aí quando chegou perto do da portaria, eu lembro que eu olhei assim para baixo, eu já vi a cabecinha assim, os cabelinhos dela já aparecendo. Eu disse: "Amor, me deita que vai ser aqui". nem sabia de nada, nem foi assim na hora mesmo, ou deitava ou ela ia cair ali. E aí quando eu deitei no chão, [música] que ele tirou, né, assim, a minha roupa, ela voou nos braços dele. Meu Deus, foi bem emocionante, foi lindo. E foi muito rápido também esse [música] momento, né? E na no momento ali não passava nada pela sua cabeça, como você me contou, mas [música] depois caiu a ficha de tudo que vocês vivenciaram. Eu acho que a ficha começou a cair quando a [música] gente chegou no hospital, né, tudo certinho. Graças a Deus ela não precisou ficar incubadora, ela não teve [música] nem eu, nem ela também. Eu não não levei ponto, graças a Deus, né? Foi [música] bem tranquilo. Ele ficou preocupado que eu demorei um pouquinho, mas tá normal ali aquele cuidado do, né, do depois que a gente tem bebê. Mas foi muito tranquilo, graças a Deus. Assim, em relação à dor também, não senti só a dor da contração, mas na hora dela nascer não senti dor, nada, sabe? foi uma bção. [música] E aí eu só tive mais essa noção. Eu acho que quando começou, que ele postou no Instagram dele que ela o parto, né? [música] Eh, momento mais lindo da minha vida. Acabei de fazer o parto da minha filha, né? Começou, né? [música] Eh, os jornal, os jornais locais entrando em contato com ele para fazer entrevista. Que história linda e tal. E aí quando ele postou, acho que [música] algumas horas depois, a gente já começou a receber mensagens no Instagram das pessoas, ai que lindo, assim, elogiando e dizendo: "Ah, eu vi Deus no vídeo de vocês, que emocionante, né? Porque realmente foi uma coisa [música] de Deus, né? Não tem não tem explicação." E aí quando aquilo começou a meio que viralizar assim, eu, né? Vê que a proporção que tinha tomado, minha família ligando também, todo mundo, meu Deus, isso aconteceu contigo? Aí começou a ficha cair, aconteceu isso comigo mesmo. [risadas] E vocês tinham se planejado para fazer de outra forma, né? Tinham e contratado fotógrafo, doulas, mas os planos mudaram. Isso. Os planos de Deus foi diferente pra gente. A Doula ainda conseguiu me auxiliar, né? Se por telefone também. Ela [música] me falou para baixar um aplicativo para para ficar ali medindo as contrações, que eu não sabia que tinha isso. E aí eu sempre fiquei ali monitorando. O meu médico também, [música] eu ficava em contato com ele pelo telefone, conseguiram me ajudar, né, nessa parte assim pelo celular. E a fotógrafa, quando eu cheguei no hospital, ela fez os registros também, os vídeos, mas ali só foi eu, ele, Deus e o porteiro também nos ajudou. E tinha um rapaz também que eu acho que ele nem trabalhava no condomínio, eu não lembro bem, mas ele nos ajudou. bastante. Ele foi buscar o carro fora do do prédio. Ele pegou também ali na na mala que tinha umas roupinhas, algumas coisas, né? E eu cobri a Cecília e o meu cunhado que chegou depois também. Ai, que bom. E vocês passaram por todo esse processo. Atualmente [música] você tem uma outra filha também, né? Você tem duas filhas agora. Vocês estão morando em Campinas. É uma nova fase, [música] né? Como que tá sendo vivenciar esse momento novo também? Pois é, tudo muito novo, né? Eh, [música] a quando a gente se conheceu, eu não tinha noção de como seria essa [música] vida, sabe, de você sair, né, de perto da sua família, mãe, pai, avó, irmã, né, que é o que eu mais sinto falta [música] assim hoje em dia, vivendo essa vida. Mas também tem o lado muito bom. Você conhece de outros lugares, conhece outras pessoas, sabe? Tem muitas pessoas bacanas que a gente conhece, [música] que a gente leva pra vida, né? Faz amizade. Eh, a gente conhece as culturas também, né? Comida diferente, eh, as pessoas também, a cidade. E aqui em Campinas é uma cidade maravilhosa. Eu gostei, graças a Deus. Já tinha tido duas amigas que já tinham morado aqui [música] e aí elas me indicaram o condomínio, já me deram dicas de escolas e tudo, sabe? A gente sempre vai fazendo essa amizade porque uma ajuda a outra, né? Nós como e nós esposas de atleta, nós, graças a Deus, ajudamos bastante as outras para ficar um pouco mais fácil essa adaptação. Uhum. Perfeito. E Milena, muito obrigada pela sua participação aqui na História de Vida, contando um pouquinho desse momento íntimo, né, seu e da sua família, mas que foi tão especial e importante também. Por nada, eu que agradeço. Obrigada. E esse [música] foi Histórias de Vida com o jogador Brian Borges, que contou um pouco sobre a trajetória dele dentro dos campos e também com a família. Alguns gols marcam histórias do futebol e outros histórias de vida. Espero que você tenha gostado e até o próximo programa. Ciao. [música] [música] [música] [música] [música] [música]
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