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Giro Ambiental | Projeto marulho
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Giro Ambiental | Projeto marulho

56 views Publicado 09/05/2025 HD · 12:00

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♻️ Transformando Redes de Pesca em Esperança: O Negócio que Salva o Mar e Gera Renda | Giro Ambiental 🌊 O que era lixo marinho virou solução ambiental e fonte de renda para pescadores! No Giro Ambiental de hoje, você vai conhecer a inspiradora história da Marulho, uma empresa nascida durante a pandemia que transformou um dos maiores vilões dos oceanos — as redes de pesca abandonadas — em produtos ecológicos e funcionais. Você sabia que, segundo a ONU, as redes de pesca são a principal causa da contaminação plástica nos mares? Esse é o fenômeno conhecido como pesca fantasma, que mata cerca de 69 mil animais marinhos por dia só no Brasil. Foi diante desse cenário alarmante que a oceanógrafa Beatriz decidiu agir. Em parceria com pescadores tradicionais da Ilha Grande e costureiras locais, ela criou a Marulho. Hoje, a empresa é liderada por duas mulheres e emprega mais de 20 colaboradores — incluindo três gerações da mesma família e cinco costureiras. A iniciativa começou com a criação da "Redeco", uma ecobag feita com redes usadas, e evoluiu para mochilas, bolsas, chaveiros e até peças moldadas com plástico reciclado. Tudo isso feito com redes recolhidas por voluntários, por meio de parcerias com órgãos ambientais e até com mergulhadores em limpezas subaquáticas. Neste episódio, a oceanógrafa Samara, sócia da Marulho, conta tudo sobre os desafios, inovações e conquistas dessa jornada transformadora. Uma história que mostra que é possível fazer barulho com propósito — e salvar o planeta com ações concretas. Assista agora e descubra como um problema ambiental virou um motor de impacto social, econômico e ecológico! 🌱 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📌 Dados do vídeo: Giro Ambiental – Transformação de Redes de Pesca https://youtu.be/dAFNt0IWWQg ✅ HASHTAGS (descrição): #RedesDePesca #MeioAmbiente #Sustentabilidade #MarulhoEco #EmpreendedorismoFeminino #EconomiaCircular #PescaFantasma #OceanoLimpo #ReciclagemCriativa #ImpactoSocial

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Você sabia que, segundo a ONU, as redes de pesca são a maior fonte de contaminação de plástico dos oceanos? E dá para imaginar o desequilíbrio que isso causa tanto na fauna marinha quanto em todo o ecossistema. E pensando nisso, a Marulho, uma empresa focou nessa transformação das redes de pesca em produtos ecológicos. E no giro ambiental de hoje, a gente convidou a Samara, que é oceanógrafa e sócia da Marulho, para contar como é que isso tudo aconteceu. Muito obrigada por aceitar o nosso convite aqui, Samara. Bom dia. Muito obrigada. Eu que agradeço por poder compartilhar um pouquinho do que a Marulho, né? Ela, Amarulho é um negócio de impacto socioambiental que surgiu em 2019 para 2020, eh, principalmente com a Beatriz, que é a fundadora e ela também oceanógrafa, né? Ela viu a problemática ali na ilha grande das redes de pesca, que é uma região bastante pesqueira, eh, ainda é, né? Ela tem um histórico pesqueiro desde a década de eh 80. E as redes de pesca continuam, quando elas são perdidas ou abandonadas, eh, depois de muito tempo, elas começam se desgastar e elas são perdidas no oceano e a gente não faz ideia de onde elas estejam. E o nome desse problemão é pesca fantasma. E fantasma por isso, porque você não tem noção se ela tá mais lá paraa Bahia, se ela tá mais pro para São Paulo, onde tá nesse marzão que a gente tem, né? E o Brasil tem pouco mar, né? Tem poucas cidades litorâneas. Então a Marulho surgiu, né, com pensando nisso, assim, o que que a gente pode fazer com essa rede, como a gente pode reaproveitar. Então, a Bia se juntou com seu filhinho que é um redeiro, um ex-pescador de agora eles têm os seus 87 anos e pensou em alguns produtos, sacolas, bolsas para poder reaproveitar e significar esse grande problema que a gente tem nos oceanos. Eu confesso que eu não sabia que era um dos maiores problemas de plástico nos oceanos, mas pensando bem, faz sentido, né? E eu queria que você explicasse um pouco dessa pesca fantasma também, que acaba abarcando a fauna, envolvendo ali e os animais simplesmente ficam aprisionados, né? Isso. Eh, temos dados assim que só no Brasil por dia, pensando em um dia, hein, 24 horas são eh 69.000 animais marinhos mortos por dia. Só no Brasil. Então, imagina pelo mundo todo e em todos os dias o que que acontece com a nossa fauna e flora, né? E além de matar, eh, ela pode machucar, pode, eh, ferir o animal, eh, mutilar o animal. Então, o animal continua vivo e ainda sofrendo as consequências da dessa rede, assim. Aí vocês criaram uma rede para mudar esse cenário, porque realmente é um número assustador, né? Eu queria saber como é que vocês fazem essas coletas. Eu fiquei curiosa se ela é uma coleta espontânea que as pessoas descartam com vocês ou se vocês têm parcerias para resgatar isso do próprio oceano. Eh, a gente trabalha com três tipos de coleta, a voluntária, porque as redes de pesca ali na ilha grande, os pescadores começaram a ver que dá uma renda extra pro pros seus amigos, para quem trabalha com a gente, com os nossos colaboradores. começaram, viram que a rede já tá começando a ficar desgastada, porque não entregar pro amigo dele, pro familiar. Eh, a gente também tem a entrega voluntária assim de órgãos ambientais ou buscamos assim em alguns outros estados com meio de patrocínios e tudo mais. E tem também a o que a gente chama de limpeza subaquática. A gente acabou de fazer uma limpeza subaquática há duas semanas atrás com mergulhadores especializados, porque é uma tarefa difícil, é uma rede entelaçada assim, pode ser num cais, pode ser no fundo dos oceanos, então precisa de faca, precisa de tesoura, precisa de mergulhador com cilindro, indo lá no fundo buscar essas redes e desmaranhar alguns animais ou di algas. Então é uma uma missão assim bem trabalhosa para se fazer, especializada. E Samara, queria voltar um pouquinho ainda na história porque ela é muito bonita, né? A Beatriz, que é fundadora, ela fez, ela teve esse olhar durante a pandemia e eu queria também que você contasse um pouco mais da história do seu filhinho, que foi um dos primeiros a abraçar a ideia, que não foi de primeira assim que ela conseguiu essas parcerias, né? Isso. Eh, como é um é um problema assim, é um resíduo sujo, pesado e ainda mais numa ilha. Para onde você vai levar essa rede? O que que você vai fazer com essa rede? Então, no começo falavam que que essa menina meio doida querendo fazer com as redes de pesca, que é um lixo pra gente, eh, que que a gente, que que ela tá querendo fazer sacolinha e vender? Quem que vai comprar isso? Então daí o seu filhinho, ela tentou conversar com alguns, mas seu filhinho foi o primeiro que topou e falou: "Não, vamos fazer". Então daí ele também criou assim outros produtos que a Redeco que é o nosso produto principal, foi o primeiro produto que é um saquinho, principalmente para mercado, mas a gente fala que é multiuso assim. Eh, depois ele falou: "Não, eu quero criar um maior porque ali na ilha, como a Ilha Grande não tem acesso por estradas, é só por barcos, você tem que fazer suas compras do mês." Então daí como que você coloca as suas compras no saquinho pequeno? Ele falou que queria criar um saquinho grande para caber uma melancia para ele levar pra ilha. Tá certo. Então, foi foi no começo foi assim mais ah meio estranho, que conversa é essa? Mas agora a gente já tá com 21 colaboradores, entre eles mulheres também, que a parte de costura de rede é muito mais voltada para homens, assim, é um conhecimento tradicional mais masculino, mas eh foi passando de geração assim pela Marulho. Agora a gente tem três gerações na na Marulho. Seudito começou eh com a gente, depois foi a o o filho, depois a filha. Então foi crescendo assim e a parte das mulheres também a gente conseguiu incluir produtos feitos na máquina de costura. Então nós eh temos acho que estamos com cinco costureiras que fazem a parte dos produtos na costura também. Maravilhoso, né? Foi uma das soluções que surgiram na pandemia, que foram algumas, né? Diante dos problemas, a gente acaba instigando ali o potencial criativo do ser humano, né? E eu queria falar como é que a empresa se estruturou eh de lá para cá, né? Vocês avançaram até nos processos de fabricação também, né? derretimento da rede. É isso. Isso, isso. Eh, a gente inovou tanto na parte de aumentar e trazer mulheres e jovens para paraa produção, como também na parte de portfólios de produto, além da da Redec, foi para mochila, para bolsa, para eh chapéu. E agora a gente tá indo nessa parte mais de triturar a rede, porque nem todas as redes, como dá para aproveitar, às vezes muitas a gente puxa assim e já rasga. Então o que que fazer com isso? Como a gente atinge a circularidade completa desse material? Como usa totalmente ele assim para não se transformar em um problema de novo? Então, a Marulho eh tem uma trituradora e uma um maquinário, assim, a injetora e transforma essa as redes em Agora a gente tá fazendo o chaveiro, mas dá para fazer óculos de sol, armação de óculos de sol, dá para fazer mesa, cadeira, eh tudo que o plástico serve assim, né? pode pensar em em 1 milhão de possibilidades. Maravilhoso, uma um problema que se tornou solução ecológica e também social. Eu queria agradecer demais a sua participação e pedir que você deixe as redes sociais pra gente acompanhar, que eu quero muito também ter o meu material de rede. Ah, ah, muito obrigada novamente. E nosso, nossas redes sociais é Marulho Eco. E barulho eu não comentei, né, mas ele significa fazer barulho do mar. Então, sabe aquele barulhinho gostosinho de onda? É esse barulhinho. Então, é barulho. É maravilha. Então, mais uma vez, muito obrigada pela sua participação aqui com a gente, Samara. Muito obrigada. Para você que nos assiste, continue com a gente, porque agora é hora daquele giro ambiental pelas curiosidades do Brasil e do mundo. A BBC Brasil noticiou que a praia do segredo está tomada por lixo vindo da Ásia, parecendo um cemitério de embalagens. Em uma breve caminhada é fácil encontrar dezenas de embalagens de produtos feitos na China, Indonésia, Singapura, Emirados Árabes Unidos, Malásia e Coreia do Sul. Garrafas de refrigerantes, produtos de limpeza e embalagens de óleo de motor são os itens mais comuns, muitos deles fabricados recentemente e com as embalagens quase intactas. A questão é como esses produtos feitos do outro lado do mundo foram parar nas praias brasileiras. Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico da USP e especialista em poluição marinha, acredita que a explicação mais provável é o descarte de lixo por navios. O transporte marítimo é responsável por cerca de 90% do comércio mundial, de acordo com o Banco Mundial, e a Ásia concentra 20 portos mais movimentados do planeta. A geolografia, uma página no Instagram sobre geografia, compartilhou um momento interessante, o intemperismo. Segundo a página, o Espírito Santo se destaca por suas rochas ígneas, especialmente granitos e gnaices. Mas como essas rochas se modificam com o passar do tempo? A ação do intemperismo físico e químico transforma essas rochas, provocando o descamamento de suas camadas mais externas, um processo conhecido como esfoliação. Essa descamação acontece devido às mudanças de temperatura, a penetração da água e até mesmo a atividade de seres vivos. Em á povoadas perto dessas rochas, esse processo pode gerar perigo de desprendimentos e deslizamentos, afetando a vida da comunidade.
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