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Giro Ambiental | Campinas recupera APP em Joaquim Egídio com plantio de 3 mil mudas
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Giro Ambiental | Campinas recupera APP em Joaquim Egídio com plantio de 3 mil mudas

18 views Publicado 16/04/2026 HD · 13:56
Resumo editorial

O Giro Ambiental desta edição destaca uma importante ação de recuperação ecológica em Campinas com o plantio de mais de 3 mil mudas de espécies nativas em uma Área de Preservação Permanente na região de Joaquim Egídio, distrito rural da cidade. O Secretário Municipal de Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade explica como a iniciativa contribui simultaneamente para a recuperação de margens degradadas de córregos e ribeirões e para a recarga do aquífero subterrâneo, ação especialmente relevante diante da crise hídrica que afeta a região e o Sistema Cantareira. O programa apresenta o Banco de Áreas Verdes, conhecido como BAV, mecanismo que permite a produtores rurais cadastrarem suas propriedades para receber gratuitamente a recuperação de nascentes, APPs e reservas legais por meio de parcerias com a Secretaria do Clima e Meio Ambiente. Conteúdo que combina ação direta no campo, política pública estruturada e enfrentamento das mudanças climáticas em Campinas.

Bairros mencionados

Descrição do vídeo

No Giro Ambiental, o destaque desta edição é uma importante ação de recuperação ecológica em Campinas, na região de Joaquim Egídio, com o plantio de mais de 3 mil mudas de espécies nativas em uma Área de Preservação Permanente, a conhecida APP. A iniciativa reforça o compromisso do município com a restauração ambiental, a proteção das nascentes e a recarga do aquífero, especialmente em uma semana marcada pelo debate sobre a água. O programa recebe o secretário municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Braz Adegas Júnior, que explica como funciona o programa Banco de Áreas Verdes (BAV), criado para permitir que proprietários rurais inscrevam áreas degradadas para recuperação sem custo, por meio de parcerias e termos de compromisso ambiental. Segundo ele, o plantio é uma forma de compensar impactos gerados por empreendimentos e garantir a recomposição da vegetação nativa. A entrevista também esclarece a diferença entre APA e APP. Enquanto a APA de Campinas é uma unidade de conservação com regras de uso e plano de manejo, a APP corresponde às margens de rios, riachos e nascentes que precisam de cobertura vegetal para evitar erosão e preservar a qualidade da água. Em Joaquim Egídio, a área recuperada faz parte de uma região estratégica da microbacia do Ribeirão das Cabras, considerada essencial para a produção de água no município. Outro ponto importante da conversa é o acompanhamento técnico do plantio, que pode durar de dois a quatro anos até que as mudas estejam estabelecidas. Nesse período, equipes fazem vistorias e verificam se o projeto atingiu as condições necessárias para que a própria natureza siga com o processo de regeneração. O secretário destaca ainda que o município já ultrapassou dezenas de milhares de mudas plantadas em ações semelhantes e que o programa segue aberto a novas inscrições. Se você quer entender como Campinas está investindo em sustentabilidade, proteção hídrica e recuperação de áreas degradadas, este episódio do Giro Ambiental traz informação, contexto e exemplos concretos de preservação. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, está começando mais um Giro Ambiental. No programa de hoje, vamos falar sobre uma ação importante de recuperação ecológica em Campinas, na região de Joaquim Egídio, com um plantil de mais de 3.000 mudas de espécies nativas em uma área de preservação permanente, chamadas de app. E para explicar detalhes sobre essa iniciativa, vamos conversar com o secretário municipal do clima, meio ambiente e sustentabilidade, Brasegas. Secretário, muito obrigado e seja bem-vindo. Obrigado e estamos sempre à disposição, né? Essa que é uma das ações, uma das mais importantes. Temos várias, todas são importantes, mas essa é uma ação muito importante, principalmente porque além da gente recuperar as áreas degradadas, nós estamos fazendo a recarga de água do nosso aquífero. E falando aí na semana da água, né, no dia da água, é muito importante a gente ter essas ações. O que que no geral significa isso, né? eh as apps, que são as margens dos dos ribeirões, dos riachos, eram no passado foram muito degradadas. E aí a gente tem aqui hoje no nosso município esse programa que é o BAV, que é o banco de áreas verdes, aonde todos os produtores rurais eh podem se inscrever nesse programa para que ele possa ter essas áreas de nascentes, apps ou até mesmo a reserva legal da sua propriedade recuperada sem custo nenhum eh para ele através dessa parceria, dessa desse cadastramento que ele ele faz junto à Secretaria do Clima e Meio Ambiente. E através disso, através dos nossos eh TCAs, a gente eh faz com que se compra dentro dessa propriedade e assim uma maneira mais rápida da gente ter eh essa recuperação dessas áreas degradadas e também fazer a recarga do nosso aquífero. E secretário, por que a região de Joaquim Egídio foi escolhida para essa área de preservação? É, não é que Jaquinha Egídio foi escolhido, especificamente essa propriedade que foi feito plantil de 320 muda, ela já é uma propriedade que está inscrita no nosso BAVE. Não é a primeira vez que a gente faz um plantil lá. Já foram aproximadamente 20.000 árvores nativas plantadas lá, fazendo a recuperação até mesmo da sua reserva legal. das da APP, no caso aqui agora, e até de nascentes que já foram recuperadas lá com plantil eh feito dessa parceria da inscrição através do BAV. Pode ser qualquer município, qualquer propriedade dentro do nosso município rural, desde que esteja inscrita dentro do nosso programa, ela vai faz eh a avaliação, secretaria faz a avaliação através do seu corpo técnico e aí sim aprovado pelos nossos engenheiros e os nossos ecólogos. Aí a gente faz essa implantação eh do projeto de que são empreendimentos imobiliários que tem a obrigação de fazer esse esse termo de compromisso ambiental e a gente faz cumprir dessa maneira dentro da propriedade privada. E secretário, para quem tá em casa e não tem conhecimento, o que seria esse termo de compromisso ambiental? O termo de compromisso ambiental é quando, por exemplo, vai haver uma construção, um prédio ou um loteamento. Esses empreendimentos eles têm que dar uma contrapartida para município, né? o impacto ambiental que isso gera, isso é feito um cálculo. Outra vez nós temos lá uma avaliação técnica e aí se destina um valor que é transformado em quantidades de plantios de árvores nativas, né? E aí, eh, essa empresa que tem essa obrigação de fazer, que tem esse compromisso a ser cumprido, ela tem um período, então ela vai faz a preparação do do terreno, o cercamento para que haja de fato a proteção dessa desse plantil, porque geralmente são propriedades rurais e aí tem animais de grande porte, enfim, pastagem, geralmente são áreas degradadas, por isso que tá fazendo essa ação. então faz o senorcamento para para que possa ser protegida. E e aí tem também o compromisso de 2 3 anos até o acompanhamento, até essas mudas eh tiverem adequadas e a gente eh recebe tecnicamente que aí a natureza a partir desse período consegue fazer o seu papel naturalmente. Não precisa ter ali mais o cuidado do dia a dia dos do dos especialistas, dos técnicos, enfim, e do manejo adequado, que aí a natureza se encarrega de fazer o papel dela natural. Então é isso, o termo de compromisso ambiental é isso. Na verdade é uma obrigação de fazer de quem tá empreendendo na cidade com o compromisso ambiental, né? Eh, equilibrando o dano que aquela ação, aquele empreendimento, eh, ocorreu com a sua implantação. Então, ele faz essa compensação para que não haja perdas aí com a relação às questões ambientais. E secretário, eh quais são as mudas que normalmente são escolhidas, né, para esse plantil? Eh, são todas eh mudas nativas, né, especificamente aqui. Aí nessa região a gente plantou IPê, o Guapuruvu, ingá são nativas da nossa região, inclusive que faz parte aí da nossa flora regional. E existem outras áreas de preservação na cidade além dessa que estamos falando de Joaquim Egídio. É, essa essa é uma área privada, né? Nós temos as nossas unidades de conservação. Aliás, é bom ressaltar que Joaquim Egídio tá dentro de uma APA que é a APA Campinas, que é uma das grandes eh riquezas aquíferas que a gente tem no nosso município. Eh, ela é uma área de preservação permanente, né, ambiental. E e lá nós temos lá os riachos que contribuem muito, inclusive são afluentes do Atibaia, que é muito importante eh na nosso abastecimento da nossa água aqui de Campinas. E o senhor citou a APA? Eh, tem esses dois programas no município, APA e APP? Não, a APA é uma unidade de conservação, então ela é preservada, ela tem um plano de manejo no seu território que tem que ser respeitado, né? E a AP eh são as margens dos rios, dos riachos, que têm a obrigação de fazer a sua eh cobertura vegetal natural que foi degradada por ação aí de atividade econômica ou enfim. E aí tem que haver essa recuperação, porque a gente só tem a manutenção da recarga do aquífero e a preservação com relação à erosão dos nossos riachos, quando a gente tem as suas margens protegidas e reflorestadas, que é esse caso aqui que a gente tá fazendo especificamente nesse momento, é essa recuperação dessa área, uma área de 18.126 126 m² aí 3021 as mudas aí da fazenda Quinta do Sol Nascente. E existe o plano no município de expandir essas áreas de recuperação? Sim, esse é um dos programas mais ativos que a gente tem. O ano passado a gente plantou mais de 40.000 mudas eh nessas áreas de preservação permanente às margens de rios, inclusive recuperação de nascentes, né? Então, é um programa muito importante que além do proprietário rural valorizar a sua propriedade e ele também tem a obrigação de fazer a reconstituição, a restauração eh das suas apps, ele pode fazer isso gratuitamente, né, através eh da inscrição no BAV, no bancos de área verde, certo? E secretário, a área, né, onde esse plantil foi feito, você citou já que ela tá cadastrada no banco de áreas verdes. Eh, o que significa esse cadastro? É um cadastro onde todos os proprietários rurais ou quem tem eh áreas eh que precisa ser recuperadas ambientalmente, com plantilos especificamente, né? Eh, eles podem procurar a secretaria e lá eles fazem a inscrição no programa. E o nosso engenheiro agrônomo, o nossos engenheiros florestais vão até o local e faz uma avaliação. Constatou de fato que ele tem a necessidade de fazer recuperação, ele tá apto, deu OK, tá apto. E aí, assim que a gente tem esses termos de compromissos ambientais, nesse caso aqui, são vários, não é uma só obrigação de fazer de uma empresa ou de um de um empreendimento imobiliário. for os vários, a gente tem uma experdiz de fazer esse manejo dentro da secretaria para que aconteça ação naquele local e recupera aquela área, né? Então, mais uma vez, eu quero frisar que isso está aberto a todos os proprietários rurais eh que tem dentro do nosso município de Campinas, que tem a obrigação de fazer a recuperação aí das suas nascentes, da sua área de app, ele pode se inscrever nesse programa que é o Banco de Áreas Verdes. Secretário, o senhor já citou um pouco, eh, mas como é feito exatamente o acompanhamento dessas mudas? Tem equipes que vão até o local para fazer esse acompanhamento? Sim. Então é uma ação, quem tem a obrigação de fazer, ele contrata uma empresa que vai lá e executa a responsabilidade do manejo nesse período até a gente dar a o receber de fato que ele cumpriu com a obrigação dele de fazer a recuperação da área. Não, o propriedade rural, quem tem o empreendedor que tinha obrigação de fazer a compensação. Aí ele fez a compensação. Isso é feito uma viistoria a cada trimestre ou às vezes semestre. Isso depende muito da avaliação do técnica da do departamento e constatou de fato que as árvores já tá numa altura adequada, que não tem mais problema com vandalismo, enfim, a própria natureza já ela caminha sozinho no rito natural dela. Eh, então aí a gente dá como encerrada e a certidão de que fato essa área tá recuperada e e isso pode durar de dois até às vezes 4 anos. Então, a média aí de 3 anos, esse acompanhamento totalmente gratuito pro proprietário rural mais uma vez frisar isso, né? Por isso que é um programa muito importante nessa parceria, eh, para que de fato a gente possa recuperar a maior quantidade de áreas possíveis, né? Ainda mais que a gente tá se tratando aí eh sempre tem as crises com relação à água doce e é a única maneira que a gente tem de ter água com abundância que atenda todas as nossas necessidades e a gente proteger a que tem e a gente recuperar para aumentar a nossa bacia hidrográfica. Secretário, muito obrigada pela sua participação aqui no Giro Ambiental e pelos esclarecimentos. Obrigado, estamos sempre à disposição, pessoal. E esse foi o giro ambiental. Agora você fica com as informações e curiosidade sobre o meio ambiente. Até o próximo programa. Um estudo da revista Environmental Advances revelou que esponjas de cozinha comuns são fontes constantes de microplásticos. O atrito durante a lavagem libera partículas que variam de 0,68 a 4,21 g por pessoa ao ano. Embora o impacto individual pareça pequeno, a escala coletiva é preocupante. Em um país como a Alemanha, por exemplo, o descarte anual pode chegar a 355 toneladas de resíduos plásticos invisíveis. Um estudo da revista Air Quality Atmosphere and Health alerta que o CO2 atmosférico já está impactando o corpo humano. [música] Se as emissões atuais persistirem, o bicarbonato sérico marcador sanguíneo do gás pode atingir limites críticos de saúde por volta de 2076. Crianças e adolescentes são os mais vulneráveis, pois a exposição acumulada durante o crescimento pode alterar [música] permanentemente a composição química do sangue das futuras gerações. [música]
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