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De Olho na Educação | Nova reitoria da UNICAMP: Metas e visão de futuro
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De Olho na Educação | Nova reitoria da UNICAMP: Metas e visão de futuro

30 views Publicado 02/06/2025 HD · 19:08

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No quadro De Olho na Educação, recebemos o novo reitor da Unicamp, professor Paulo Cesar Montagner, para uma conversa essencial sobre os desafios da gestão universitária, os planos da nova reitoria e as metas estratégicas para os próximos anos da Universidade Estadual de Campinas, uma das instituições de ensino superior mais respeitadas da América Latina. Nesta entrevista exclusiva, o reitor compartilha sua visão de futuro para a Unicamp, abordando temas como: Modernização da estrutura acadêmica e administrativa; Inclusão e permanência estudantil; Avanço da pesquisa e inovação tecnológica; Sustentabilidade e internacionalização da universidade; Ampliação do diálogo com a sociedade e com os setores produtivos. Você vai entender quais são as prioridades da nova reitoria, quais mudanças estão em andamento, como a Unicamp pretende enfrentar os desafios da educação pública no Brasil e de que forma os projetos em curso poderão impactar estudantes, docentes, pesquisadores e toda a comunidade externa. A entrevista é um convite à reflexão sobre o papel das universidades públicas no cenário atual, seu compromisso com a excelência e a responsabilidade social, além de destacar como a gestão participativa e o planejamento estratégico são fundamentais para garantir a qualidade do ensino, pesquisa e extensão universitária. 🔔 Assista ao vídeo completo para ficar por dentro dos planos da nova reitoria e compreender os caminhos que a Unicamp pretende trilhar nos próximos anos. ✍️ Comente abaixo com sua opinião sobre os rumos da educação superior no Brasil e compartilhe este conteúdo com quem se interessa por políticas educacionais, universidades públicas e gestão acadêmica.

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Bom, é isso aí, pessoal. Olha só, hoje um de olho na educação para lá de especial, porque nós vamos conversar aqui com Paulo César Montanhar, que é o novo reitor da Unicamp, conhecido aí nos quatro cantos da Universidade e também de Campinas como Sezinha. Antes de mais nada, muito obrigado por nos receber aqui. Tudo bem? Tudo bem, André? Muito obrigado pela oportunidade de falar com vocês. É uma honra. Eh, de fato, eu tenho sou campineiro de gema, tenho dito isso, né? Nasci em Campinas há alguns anos atrás e conheço bastante a cidade, tenho muitos amigos aqui e também é um orgulho nesse momento poder representar a Universidade Estadual do Campinas como seu reitor. Bom, é local onde o senhor conhece como poucos, né? Está aqui desde quando? Ô, André, eu cheguei aqui em maio de 1988, na então recém-criada Faculdade de Educação Física. Nossa, né? Portanto, já completei 37 anos que estou na Unicamp aqui, fiz uma carreira muito alargada, né? E eu vim exatamente pra Faculdade de Educação Física para ensinar aquilo que me projetou, né? Eu sempre ensinei basquetebol, sempre fui professor de esporte, trabalhei em vários locais até chegar ao Unicamp, vários clubes vários clubes também. É, aí cheguei à Unicamp, eh, e desenvolvi toda a minha carreira, né? a carreira acadêmica, eh, ela, ela supõe, é um forte investimento em pós-graduação. Então, fiz todo esse projeto e cheguei a professor titular, que é uma exigência que a universidade tem, que o cargo de de reitor eh exige que os nossos professores para concorrer sejam professores titulares, que é o último nível da carreira, né? Então, nesse momento, tô tô aqui representando a Unicamp. É uma honra ser reitor da Unicamp, ser professor da Unicamp, saber do carinho que a cidade tem conosco, né? E também do carinho que nós aqui temos também com a nossa cidade e sobretudo com toda a nossa região, que é uma região muito grande, né? E que nós temos muitas contribuições ainda a oferecer e muitas coisas a a auxiliar nesse crescimento. Bom, vamos lá. Primeira pergunta, acho que não poderia ser diferente. Quais os desafios aí que vem pela frente? Pois é, eu tenho falado muito sobre isso, André, na nas entrevistas que dei e também no Conselho Universitário, que é o nosso órgão máximo, nas nossas câmeras. Eh, a universidade ela tem uma estrutura muito sólida, consolidada nos seus 60 anos. Quando eu falo 60 anos, eu tô me antecipando em um ano, porque nós estamos com 59 anos e a Unicampo que vem comemora 60 anos e nós já estamos em compasso de organização da dos nossos 60 anos. Portanto, em 60 anos, a Unicamp fez muita coisa, né? Eu costumo dizer que a nossa gente que esteve aqui na origem, né, sobre a criação do professor Zéferino Vaz, por todos os reitores e suas equipes que passaram, diretores, profissionais, pessoas da área técnica, enfim, né, nossos estudantes, servidores, construíram uma universidade muito robusta, né, mas os desafios nunca param. Então, se nós temos uma pesquisa bastante avançada, um ensino bastante avançado, né, formamos muitas gerações nessas áreas, nós temos basicamente, eu vou assim elencar três coisas muito importantes. Primeiro, a primeira coisa que começa, já começou, mas nesse momento ela ela começa a ter um pouco mais de solidez, é o nosso modelo de financiamento, né? Com essa mudança de rubricas, eh, e com o surgimento de desses impostos únicos, nós nós vivemos do ICMS, que é um que é um imposto eh importante, né? Nós temos as três universidades paulistas, USP, Unicamp, Unesp, compõe um aglomerado de universidades vinculadas ao estado de São Paulo. E nós então vivemos deste orçamento, de parte deste orçamento. E o ICMS vai ser substituído por um outro indicador que é, a princípio o nome que se conhece é IBS. Então o desafio é preservarmos essa relação entre o que temos de CMS para o IBS. Vai ser o primeiro desafio. O segundo grande desafio é crescermos na área de ensino, na área de graduação. A Unicamp já tem alguns estudos importantes para que nós possamos fazer uma série de outras eh construções aqui, né? Criar, por exemplo, queremos criar um curso de direito, um curso de fisioterapia, né? Outras agregar vagas em outros lugares que a gente percebe que são importantes, né? um curso de licenciatura em inglês. Temos algumas especulações também no entorno da região, porque temos campos em Limeira e também campos em Piracicaba. Em Piracicaba temos um campus, em Limeiras temos dois, né? Eh, então nós temos que eh lenta e gradualmente eh também crescer com responsabilidade financeira, né? Portanto, essa importância do orçamento é fundamental. E uma terceira questão, André, além dos desafios cotidianos nossos, né, que é o ensino, a pesquisa, a extensão universitária, enfim, nossos projetos, é com a nossa área de saúde, sem dúvida. Nós temos uma área de saúde muito robusta e que, diferentemente da USP e da Unesp, a Unicamp orçamento um sistema hospitalar muito importante paraa nossa região, algo em torno aí de 6 milhões de vidas que estão no nosso entorno, eh circulam pelos nossos sistemas de saúde, claro, com os outros sistemas de saúde também que temos em Campinas e região, mas é um desafio muito grande poder fortalecer isso e melhorar as condições de trabalho permanente. né? Não obstante, eu sempre que posso digo que é um grande orgulho da Unicampalho que os nossos colegas e que a universidade faz na área de saúde fundamental, tanto no seu nos seus aspectos mais primários, até chegando em aspectos de alta performance, como grandes transplantes e coisas dessa natureza que são vocações da Universidade Estadual de Campinas na sua área de saúde. Bom, tava abrindo o site aqui da Unicamp, eu tô impressionado com os números, porque são quase 2.000 servidores docentes, eh mais de 13.000 alunos pós-graduação, também quase 20.000 alunos, alunos eh na graduação, alunos do ensino técnico, mais de 3.000 eh servidores técnico administrativo, 6, cirurgias por ano, mais de 70.000. São números realmente que que impressionam, né, Czinha? Pois é, dos impressionam também. Todo ano que a gente vê esses números, a gente sente muito orgulho desses números, né? Com certeza. Eh, quando a gente fala em crescer, é só pro para para as pessoas que nos assustem entenderem, nos assistem, perdão, entenderem o que que é a graduação. A graduação é o nível, é o primeiro nível do sistema superior, do ensino superior, que é quando nós formamos engenheiros, médicos, professores, advogados, enfim. No nosso caso, ainda não temos o curso de direito, mas só para as pessoas entenderem, né? Eh, professores de educação física, enfim, doentistas, são cursos que temos, né? e vários outros, né? A pós-graduação, que seria esse número de 13, 14.000, ele fica circulando entre 14, 15.000, 13.000, né? Porque depende muito de demandas também, bolsas de estudo, já é um processo posterior quando a gente vai formar os pesquisadores, né? Isso então seria o mestrado, doutorado, os níveis de pós-doutoramento que temos aqui. A Unicamp tem uma força incrível nessa área em relação ao Brasil. Normalmente ela é a primeira universidade no sistema CAPS de cursos. É um também um orgulho em termos de nota. Claro que tem outras universidades muito valiosas também, né? Mas é uma é uma questão que nós também temos muito orgulho. Então só aí nós estamos falando de 33 34.000 estudantes, né? Somado aos quase nossos 8.000 servidores técnicoadministrativos e da área de saúde, mais 2.000 docentes que aí incluem também os nossos professores dos colégios técnicos, o cutil e o cutuca. Você tem quase que uma cidade cotidianamente circulando. É, uma cidade, tem até prefeitura, né? Pois é, pois é, temos prefeituras em Campinas, em Limeira, que também atende Piracicaba. Nós temos eh nos dois colégios mais de 3.000 alunos. Formamos pessoa pessoas na área na área técnica, né, colégios técnicos. Temos muitos cursos da universidade, são mais de 60, que formam as lideranças no ensino, que muitos deles depois se tornam grandes lideranças nacionais, muitos estão fora do país, brilhando em outros ambientes, né? E a nossa pós-graduação, que representa uma estrutura importante pro sistema de pós-graduação brasileiro. Os números realmente são importantes. Agora, por isso que eu disse que um dos desafios é a área de saúde, porque os números são impressionantes, né? E se tivéssemos mais condições, teríamos muito mais. É, não, exatamente. Os números seriam maiores. Porque é muita coisa, né? As pessoas às vezes não tem noção, falar Unicamp, uma universidade, tal, não tem noção do tamanho disso aqui, do tanto de profissionais que que é necessário para tocar a a Unicamp, né? Ô, André, uma curiosidade para pras pessoas que estão nos assistindo nesse momento. Muitas vezes as pessoas acham que a Unicamp é hospital, é para muitas pessoas do entorno, né? Sim, alguns nem imaginam muito que a Unicamp é uma universidade pública e muitos nos escrevem nos escrevem perguntando assim: "Quanto que paga estudar na Unicamp? Na Unicamp não paga nada para estudar. Claro, nós temos que estudar bastante, né? Tem que estudar bastante para entrar, porque temos uma concorrência, temos um programa hoje de inclusão muito muito muito valioso, onde a gente tem, assim como outras universidades brasileiras, proporcionado a inclusão de de de eh estudantes de ensino público, estudantes de ensino eh de pretos, pardos, indígenas, né, e outras coisas que fomos lenta e gradualmente aperfeiçoando o nosso projeto para chegar a esse número aí de 17.000 vagas. E um dos projetos da Unicamp é crescer também nisso, né, por conta da sua vocação para um ensino altamente qualificado, um ensino comprometido com a sociedade e sobretudo um ensino que seja capaz de transformar o país, né? Essas são algumas das missões que a Unicamp tem, que a gente quer preservar e aperfeiçoar. Como é esse programa de permanência estudantil? Como que é isso pro ano? Então, o programa de permanência estudantil é algo que a Unicamp já tem uma forte tradição. Já no início dos anos 90, quando ela começou a apontar por uma perspectiva de crescimento, a Unicamp já tinha um um olhar cuidadoso para isso. Porque para você trazer as é um aluno que muitas vezes vem de famílias com baixa renda, é necessário você dar condições para ele estudar, uma boa alimentação, né? É condições para que ele possa se deslocar. Então, desde então, portanto, desde desde então a nossa origem, esse olhar cuidadoso a Unicamp tem e isso foi produzindo um processo, um projeto de aperfeiçoamento. Hoje nós temos uma diretoria especializada em cuidar de permanência estudantil, a DEAP, né? E temos programas muito valiosos, financiados, claro, pelo recurso que a Unicamp tem, olhando um pouco para esse aluno, buscando produzir condições adequadas para que o estudante possa vir desenvolver o seu potencial intelectual, seu potencial técnico, seu potencial de de, vamos dizer assim, de de formação para que com isso nós também possamos eh eh fazer com que estud estudantes que necessariamente num sistema que não olha para esse não tivesse conosco aqui, entende? Então essa é a ideia do programa de permanência, né? Ajudar aquelas pessoas que têm muito potencial, que precisam desse apoio. Tem sido um sucesso o programa. Eh, a nossa área de imprensa pode depois te enviar alguns números históricos, séries históricas, porque é um dos orgulhos da universidade poder contribuir também com essa com esse aspecto importante da, dizemos da nossa da nossa estrutura no estado de São Paulo. Bom, uma outra questão interessante aqui, Cezinho, que a Unicamp é a única das três universidades, né? Unicamp, USP e UNESP, que tem o hospital no seu orçamento, né? isto é é uma característica eh da Unicamp mesmo. Ah, a a USP e a UNESP também tem os seus hospitais e escolas, mas eles são financiados pela Secretaria de Saúde, né? Nós aqui ainda permanecemos com um sistema onde, vou falar um número aproximado, 1/4 do nosso orçamento é destinado à nossa área de saúde, né? É um é um bom dinheiro, uns 24%, é uns 23 a 24%, perto de 25%, né? Às vezes um pouquinho menos, às vezes um pouquinho mais, né? a Unesp até 2012, 2013, ela teve também um hospital sobre o seu orçamento e depois ela fez uma transição. Esse é um dos temas que se debatem hoje no interior da universidade, não hoje, mas se debate há algum tempo sobre isso, né? Mas eh independente de qual é o o processo que teremos no futuro, eh nós cumprimos muito bem essa tarefa. Cumprimos muito bem. Eh, temos profissionais altamente qualificados que fazem com que eh essa área também seja uma área fundamental da nossa vida acadêmica, porque no interior também do hospital fazemos não só assistência de qualidade, mas pesquisa de qualidade, ensino, não é? é um hospital escola, então ele tem um papel fundamental na formação das gerações de médicos no futuro. Boa. Vamos falar um pouquinho então eh sobre o novo reitor da Unicamp, Paulo César Montanher, conhecido como Cezinha, né, que nasceu no dia 22 de novembro de 1963. Vamos contar um pouquinho a sua história. Campineiro da gema. Pois é. E eu queria esconder minha idade. Você falou aí, né? Tem gente fazendo conta agora. É, eu tenho 61 anos. Eu cheguei, tô novo. Eu lá nasci ali naqueles arredores ali da Vila Nova, ali no Guanabara, perto do Liceu. Eu sou filho de pais comerciantes, né? Sempre brinco com meus colegas. Eh, meu pai era um comerciante, vinha de uma família os montanha, eh, tiveram comércios, né, de frutas, verduras. Então, eu tenho muito orgulho dessa história deles, né? Já não tenho mais meus pais vivos. E mas eu tenho muito orgulho disso. Tenho, nós somos em cinco irmãos. Eu nesse momento eu tenho, sou casado com a Denise já há uns 30 e alguns anos, já perto de 40. Tenho dois filhos, João Víor e a Isabela. E tenho toda uma vida dedicada profissional à educação física. Entrei na faculdade de educação física na na FAEF da PUCAMP. Ainda não existiu o nosso curso aqui na Unicamp 1981. Veja, 1981 nós já estamos falando de, me ajuda a fazer a conta aí. Bom, eh, 44 anos, 44 anos atrás. E desde então eu me dediquei a isso, né? E vim paraa Unicamp 88. Quando eu cheguei a Unicamp, eh, eu descubro uma coisa que me parecia para quem tá dentro, óbvia, mas para quem tá fora, às vezes não tem essa noção. Eu descobri que isso aqui era um mundo sem tamanho, sem dúvida. Então, eh, era possível fazer muitas coisas que eu jamais imaginaria, né? Então, desse processo, eu comecei a me dedicar muito à universidade. Eh, na minha faculdade eu tive vários cargos, fui coordenador de curso, chefe adjunto de departamento e cheguei à direção da faculdade em 2006 a 2010, que é quando eu entro mais nesse cenário, vamos dizer assim, eh, da gestão eh da administração central. Aí fiz uma uma passagem na reitoria com o professor Tadeu, atualmente secretário de educação, né, como chefe de gabinete e voltei à reitoria com o professor Tom Zé como chefe de gabinete. E aí, como eu disse na minha no discurso de posse, nem nos meus maiores sonhos eu imaginaria um dia concorrer a reitora e vencero, não tenha dúvida disso. Então eu eh nesse momento tenho esse desafio enorme, como você disse. Boa. Bom, Cezinha, na verdade o nosso tempo até estourou aqui, porque daria para ficar conversando sobre a sua trajetória, sobre a Unicamp, porque tem tanta coisa, né, pra gente falar sobre a Unicamp. daria para ficar aí pelo menos uns 40, 45 minutos conversando sobre a Unicamp e os desafios, como não é, você muito bem disse no início do quadro, são três desafios aí, os desafios três de vários, né? É, três de vários, né? Os três principais, vamos falar assim, para o momento. Sim. É, muito obrigado por receber aqui o quadro de Olho na Educação. Eh, esse quadro muita gente assiste, o pessoal que gosta é de fato de educação e a Unicamp tem tudo a ver com isso. Muito obrigado por nos receber aqui, Cezinha. E boa sorte, bom trabalho. Obrigado. Quero agradecer a pessoas que que nos ouviram e também dizer que vocês são sempre muito bem-vindos. Eh, esses três desafios não são pequenos, temos muitos outros, né? Mas eh a Unicamp caminha caminha segura, eh tem uma uma história bastante significativa e espero contribuir também nessa passagem desses próximos 4 anos. Não, a gente vai voltar a conversar. Será um prazer. Com certeza tem muita coisa ainda para falar sobre a Unicamp. Bom, pessoal, eu sou André Aranha e vocês já sabem, né? Tô sempre, ó, de olho na educação. Ciao
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