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De Olho na Educação | Mostra cultural: a áfrica que habita em nós
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De Olho na Educação | Mostra cultural: a áfrica que habita em nós

55 views Publicado 13/11/2025 HD · 16:55

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A Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Benevenuto de Figueiredo Torres realizou, no dia 27 de setembro, a Mostra Cultural “A África que habita em nós: produções e olhares”, um evento que celebrou a educação antirracista, a valorização das culturas africanas e afro-brasileiras e o compromisso da escola com o respeito às diferenças. A atividade integrou o quadro De Olho na Educação, reforçando a importância de ações pedagógicas que dialogam com diversidade, identidade e pertencimento. Das 10h às 14h, famílias, estudantes e toda a comunidade puderam conhecer produções desenvolvidas ao longo do ano letivo, envolvendo pesquisas, criações artísticas, apresentações e vivências que destacaram a presença histórica, cultural e social dos povos africanos e indígenas na formação do Brasil. A Mostra Cultural foi construída com base no tema norteador do Projeto Político-Pedagógico da escola: “Respeito às diferenças: Povos Originários e Educação Antirracista”. Cada turma preparou atividades específicas, refletindo seus estudos e ampliando o diálogo sobre desigualdades, direitos, memórias ancestrais e valorização da diversidade étnico-racial. Entre as ações realizadas ao longo do ano, destacam-se: 🌿 Visita ao Centro Cultural / Quilombo Urbano Omí Aladó, onde estudantes e professores vivenciaram experiências culturais e aprenderam sobre resistência, identidade e ancestralidade. 📚 Contação de histórias africanas, promovendo reflexões sobre racismo religioso e a importância das tradições culturais afro-brasileiras. 🗣️ Roda de conversa com responsáveis, discutindo educação antirracista no cotidiano escolar. 🏫 Reunião aberta com a comunidade, para apresentar e debater a implementação de um protocolo antirracista em rede, além de estabelecer um plano de ações para a unidade escolar. 👩🏽‍🏫 Formação continuada de professores, reforçando estratégias pedagógicas de enfrentamento às desigualdades e valorização das identidades. A Mostra também deu espaço de destaque para produções de estudantes, como: ✨ Maria Eduarda Faustino Damasio (9º B), que desenvolveu com a turma um trabalho sobre o livro “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus. A obra, narrada em forma de diário, revela a dura realidade da autora e seus filhos na favela do Canindé, expondo desigualdades, fome, luta e resistência. ✨ Sophia Alves Francisco (7º B), que participou da elaboração de cartazes, reflexões e debates sobre africanidades, racismo e pertencimento. A proposta da escola vai além de celebrar a cultura afro-brasileira — ela busca promover uma formação humana crítica, comprometida com justiça social e com a desconstrução de práticas discriminatórias. Em um país historicamente marcado por silenciamentos, uma Mostra Cultural como essa reafirma a escola como espaço de diálogo, conscientização e transformação. Ao propor atividades que valorizam saberes ancestrais, culturas originárias, memórias e vivências plurais, a EMEF Professor Benevenuto de Figueiredo Torres contribui para formar estudantes mais conscientes de sua história, mais empáticos e mais preparados para construir uma sociedade inclusiva e antirracista. Assista ao vídeo completo e mergulhe nessa experiência que mostra como a educação pode abrir caminhos, provocar reflexões e fortalecer identidades. 👇 Deixe seu comentário: o que mais te inspirou nessa Mostra Cultural? 👍 Curta, compartilhe e incentive a educação antirracista em sua comunidade! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] Tá no ar mais um de olho na educação. E hoje eu estou aqui na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Benevenuto de Figueiredo Torres, porque nós vamos falar sobre amostra cultural África que habita em nós produções e olhares realizada aqui pelo colégio. E quem vai contar mais sobre essa amostra cultural é a Bruna Emídio, professora de educação física. aqui da escola que participou dessa amostra cultural. Bruna, pra gente começar, né, como que surgiu a ideia de criar essa amostra cultural aqui no colégio? Eh, olá a todos. Eh, a Prefeitura Municipal de Campinas, ela segue, né, com uma temática de um tema norteador eh todo ano. E a gente vem trabalhando desde o ano passado a temática da educação antirracista. E aí, a partir disso, nós incorporamos no nosso projeto político pedagógico amostra cultural, eh, trabalhando o tema de africanidades, dos povos originários, né? Então, desde o começo do ano, a gente vem trabalhando essa temática em sala de aula, eh, junto com os conteúdos, né, de cada disciplina específica. E e agora a gente juntou eh eh todos esses trabalhos para poder mostrar pras famílias, para comunidade aquilo que a gente vem trabalhando com os nossos alunos ao longo do ano. E todas as séries participaram da amostra, como que foi? Todas as séries do primeiro ao 9o ano, todos os professores envolvidos, a comunidade escolar toda envolvida nisso, né? Eh, cada disciplina dentro daquilo que trabalha, né? trouxe para esse eh contexto do tema eh em cada sala de aula. Você, por exemplo, como professora de educação física, como que você trabalhou esse assunto nas suas aulas? Eu trouxe eh a questão de de atletas negros de destaque, né? E as vivências que eles tiveram ao longo da do percurso, né, da vida da deles até chegar como atleta de alto nível. Então, a gente conseguiu eh fazer uma uma estrutura em que envolvesse eh a professora de inglês, por exemplo, que foi parceira nesse trabalho, porque a gente trabalhou com atletas brasileiros, mas nós trabalhamos também com atletas americanos, britânicos, né? E aí cada aluno teve que fazer uma pesquisa sobre a vida desse atleta e a gente quis colocar o destaque daquilo que eles eh eh realizaram, né? Então, por exemplo, a gente trouxe o Vinícius Júnior como um dos personagens aí e aí a gente falou sobre toda a vivência eh que ele ele tem passado, né, na Europa, eh as conquistas que ele teve, né, porque a vida de um atleta negro não se resume também a ao racismo que ele sofre, né? Eh, também tem as conquistas que ele vive. Então, a gente trouxe essa parte mais complexa e complicada que é o racismo, as dificuldades, mas também a gente trouxe aquilo que ele eh conquistou como atleta e para chegar ao topo, né, onde ele chegou. E a gente trouxe vários nomes, eh, por exemplo, Lewis Hamington, eh, o a Formiga, né? A gente trouxe Rafaela Silva, a gente trouxe vários vários atletas brasileiros, mas também trouxemos atletas eh de nível internacional para que os alunos tivessem essa compreensão, né, do esporte e do caminho que o esporte pode oferecer para tirar também desse lugar, né, de de dificuldade. E e aí como você falou, cada professora na sua área atuou nesse trabalho. Sim. Por exemplo, nesse trabalho dos atletas, né, que a gente que eu acabei de dizer, a professora de inglês, ela trouxe também eh quais línguas esses atletas falavam, né? E vamos agora fazer então uma ficha bibliográfica deles e e colocar em inglês a ficha. Outras turmas, por exemplo, eh também trabalharam, nono ano trabalhou o quarto de despejo, né, eh que traz a realidade de uma mulher que vive na favela. E aí eles fizeram de uma forma multidisciplinar também. Então, enquanto a professora de português fazia leitura e análise, né, eh, do livro, a professora de história, ela trazia o contexto político da época aqui do nosso país. A professora de ciências, ela trouxe a questão das doenças que que atingiam as pessoas no livro daquela época, né? Então, foi multidisciplinar eh a forma como a gente trabalhou. E as atividades, como você falou, foram realizadas ao longo do trimestre letivos, né? Isso, desde o começo do ano, a gente vem trabalhando esses conteúdos com os alunos e produzindo, né, eh, aquilo que foi exposto, aquilo que foi abordado aqui na amostra. E a as temáticas eram africanidades, afro brasileiro e antiracista, né? Isso. A gente também trabalhou a questão dos povos originários. A gente não trouxe só a questão eh dos povos negros em si, né? A gente também trouxe a questão indígena. Eh, algum algumas professoras trabalharam também eh os povos ciganos, né? Então a gente também dialogou com essas frentes aí e também todo esse trabalho, né, esse processo também contou com uma visita ao Centro Cultural Quilombo Urbano o Mialador pelos estudantes. Isso. Não só os estudantes, nós professores, primeiro nós fomos até lá, nós recebemos uma formação para entender também, porque eh professor também vive aprendendo, né? professor não é dono, não adianta nada só replicar se não ter o conhecimento, pessoar isso, entender, né? Então nós tivemos essa vivência lá, eh nós passamos por essa formação e a partir disso nós também levamos os nossos estudantes para terem essa vivência, eh, desmistificar mesmo muitas coisas em relação às religiões de matriz africana, porque nós sabemos que existe ainda um um preconceito mesmo, né? eh contra as religiões de matriz africana. E é tudo por conta eh de falta de conhecimento, né? Então o o conhecimento ele tem esse poder de desmistificar as coisas para para que a gente possa compreender e conseguir seguir lutando contra contra isso, né? O racismo religioso e e tudo mais. E o legal que que essa mostra cultural, né, reuniu todas as séries, todos os alunos, né, todo mundo da escola, né? Sim. A amostra cultural, ela ela ela agregou, né, todo mundo empenhado em realizar o mesmo trabalho. E no dia da amostra nós tivemos também eh um grupo que trouxe brincadeiras para para as crianças participarem, até mesmo para pros pais, paraas famílias, né, interagirem. A gente teve teatro, nós tivemos apresentações também de dança, eh apresentações, eh, a gente tem uma equipe de ginástica aqui da escola, então a a equipe de de ginástica também poôde se apresentar. Então a gente realmente agregou todo o trabalho que a que a gente desenvolve aqui na escola para poder expor para pra comunidade. E a importância, né, desses jovens já desde cedo terem contato com esse tipo de assunto, terem contato, se informarem, né, sobre essas questões antiracistas, afro-brasileiras e africanas? Ah, isso eh, não não tem nem como quantificar a importância disso, né? Porque como eu disse, o conhecimento ele traz luz a coisas que a gente em outro momento fica só no achismo, né? Então isso acaba quebrando alguns paradigmas, eh incorpora o respeito também, né, entre eles, eh, na convivência. Eh, nós temos um país em que a grande maioria eh segue uma uma vertente religiosa eh que é muito difundida e e às vezes a gente tem esse olhar turvo paraas religiões de matriz africana que precisam ser eh esclarecidas no sentido de de te trazer eh essa informação para que não exista esse embate que não tem necessidade, né? né? Então tudo isso eh serve para que a gente consiga conviver em harmonia mesmo dentro da escola. Às vezes tem alunos que t essa essa vergonha da cor da pele, tem essa vergonha da religião que que segue, eh às vezes se esconde por medo. Então a gente só consegue quebrar isso trazendo conhecimento e e trazendo a vivência mesmo para mostrar que tá tudo bem a gente ser diferente. E a escola enquanto um espaço de formação humana deve se comprometer, né, com esses principais democráticos e com respeito à diversidade. Exatamente. O nosso papel é é trazer igualdade, mas além da da igualdade, uma equidade também dentro daquilo que a gente se propõe a fazer, né, para todos. Então, a escola ela é para todos. Eh, a escola com uma gestão democrática, ela funciona dessa forma, né? Então, realmente foi uma maneira que a gente encontrou de trabalhar e chegar no mesmo lugar como escola pra gente conseguir falar a mesma língua, né, todos nós e e ter uma convivência melhor, eh, e trazer realmente a luz para aquilo que precisa. Tem mais alguma coisa que você queira falar, né, do resultado final da m cultural África que habita em nós, produções e elhares? Eu acho que o caminho, né, o percurso, a amostra, ela é só a cereja do bolo de um caminho todo que a gente eh teve ao longo desse ano. e vê o envolvimento dos alunos, a participação deles, né? Eh, a integração entre eles, eu acho que é o que dá aquele sabor gostoso da daquilo que a gente tá fazendo, né? Quanto professor, como professora, eu posso dizer isso, que vê-los envolvidos, eh, entendendo a proposta e, e, e aprendendo dentro desse percurso todo, eh, é o que faz valer tudo a pena. Sinal de dever cumprido. Dever cumprido. [risadas] Bruna, muito obrigado, viu, por essa entrevista e por poder contar um pouco mais pra gente sobre essa amra cultural aqui que o colégio desenvolveu. Eu que agradeço. Muito obrigado. Olí, pessoal, agora a gente vai conversar com duas alunas aqui da escola. A Sofia de Lima Milane do so ano e a Maria Eduarda Faustino da Masi do 9o ano que participaram da MS cultural. Bom, pessoal, como eu falei, estou aqui com a Sofia de 13 anos, do Simo ano B, aqui da escola, que teve essa oportunidade de participar da amostra cultural. Sofia, conta para mim, né, como foi poder participar desse projeto aqui na escola. Foi ótimo. Os professores foram muito atenciosos com a gente, sempre colocaram toda a sala para trabalhar, tanto nos quadros, tanto nas pinturas. A gente foi uma inclusão, né? Foi algo muito divertido de fazer e algo muito produtivo. E você, toda a sala trabalhou, né? Vocês fizeram um quadro, inclusive que esse aqui que está aqui ao aqui ao fundo, né? Como que foi? Eh, sobre o Oxum, você já conhecia eh essa a questão do Oxum? Como que foi? Eu não conhecia. Os professores explicaram a história de Oxum e foi bem interessante por porque não é todo dia que eles dão essa matéria. Então foi algo muito interessante e foi um aprendizado novo para mim porque eu não sabia sobre isso. E o que que você fez no quadro? O que que você ajudou ali? A gente pintou o vestido, a gente fez as bolinhas brancas com tinta de tecido e pintamos a pele, a coroa, fizemos o espelho e a gente pintou um fundo também. E e o que que você mais gostou, né, de de poder participar da da amostra cultural? O que eu mais gostei foi ah, acho que a pintura mesmo, gostei mais de fazer a pintura e tals. E dessa questão de adquirir conhecimento sobre as matrizes africanas, sobre a questão afro-brasileira, você conhecia como que foi? Ah, eu já conhecia assim que eu ouvi muito de outras pessoas e dos meus pais, porém eh eu só conhecia eh um bandet e e quando eu não sabia de outras que tinha. Aí eu aprendi com os professores que tinha várias outras. E o que que você leva assim de de conhecimento assim depois de poder ter participado dessa amostra cultural? Hum. que que o preconceito, né, que muitas pessoas têm com essas religiões, porque a maioria o Brasil em si, a maioria da religião é o cristianismo e o catolicismo. E a os professores ensinaram a gente a não ter preconceito, que a gente aceitar como eles são e aceitar os os deuses, as entidades que eles acreditam. Valeu a pena para você poder participar dessa m cultural com toda a sua sala aqui na sua escola? Sim, sim. Valeu muito. Valeu. E ficou bonito os quadros, né? Nossa, ficou muito. Tanto de da sala como nono B que fez e manjar. Todas os quadros ficaram muito bonitos na minha opinião. Beleza. Então Sofia, muito obrigado. Tem mais alguma coisa que queira falar sobre a morte cultural [risadas] dessa vivência que você teve? Não, só quero dizer que foi incrível essa experiência que foi nova para mim. Beleza, então muito obrigado, viu? De nada. E ó, e agora a gente vai conversar com a Maria Eduarda do 9o ano. Pessoal, agora estamos aqui com a Maria Eduarda, aluna de 15 anos aqui do do nono ano do colégio, que também teve a oportunidade de participar dessa amostra cultural. E o Maria, a sua turma fez um trabalho sobre o livro Quarto do Despejo. Como que foi isso? Foi uma experiência um pouco um pouco desconfortável saber dessa realidade, desse ponto de vista dela, porque não é nada fácil, é algo que você se sente mal por ela. É porque o livro conta a realidade de uma de uma favela, né? Sim. E aí, o que vocês fizeram? Como que foi? Como que foi todo o trabalho feito? A gente fez uma maquete mostrando a diferença da cidade pra favela. Também fizemos alguns outros trabalhos que era para escolher frases que impactaram a gente sobre do livro. E como foi para você poder participar, ter conhecimento sobre essa história, né, do livro Quarto do Despejo? Foi interessante participar. Foi algo realmente que eu gostei muito de ler o livro, de saber o ponto de vista dela, o jeito que ela via a cidade e como a vida dela era difícil. E em certos pontos também dava para se identificar um pouco com a vida dela. E para você, qual que é a importância, né, de toda essa amostra cultural, você como aluno aqui do colégio poder participar, né, dessa questão que trabalha educação antirracista? Como que é para você poder participar, vivenciar toda essa amostra cultural? Eu gosto bastante de participar disso porque é algo realmente importante falar sobre eh racismo, essas coisas. Eu também acho muito legal que a escola faça isso com uma frequência que realmente incentiva as pessoas a deixarem de ter pensamentos racistas sobre religiões e pessoas [risadas] aparentes. E e o que você mais aprendeu participando dessa amostra? Como que foi? Eu aprendi bastante sobre uma religião que eu não conhecia muito também. Aprendi bastante sobre muitas coisas que a gente pensa que por conta da sociedade não parece ser tão racista, mas por trás é muito errado pensar dessa maneira. Vocês também tiveram oportunidade de pintar algum quadro igual a turma do sétimo ano? Sim, a gente teve a oportunidade de pintar o quadro de Iemanjá, que é a moça da entidade. E como foi para você com a sua turma poder pintar uma entidade como conhecida como a Imanjá? Foi algo bem legal, porque pintura é uma coisa que eu gosto muito, então foi realmente interessante. Maria, então valeu a pena participar dessa mostra cultural, vivenciar todas essas questões? Valeu muito a pena. Beleza, então muito obrigado, viu, Maria, pela entrevista, viu? De nada. Olha, e eu agradeço você também que tá em casa pela sua companhia e pela sua audiência, ó. Não se esqueça de curtir as redes sociais da TV, TV Câmara Campinas e também de nos seguir no YouTube, TV Câmara Campinas. Lá tem toda a nossa programação, todos os nossos quadros e programas. Um abraço, até o próximo, de olho na educação. [música]
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