Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Bom, isso aí, pessoal, de olho na educação. A gente continua falando sobre o Enem. Desta vez a gente vai abordar e as disciplinas como biologia, química, física. Bernardo aqui conosco, já tem cadeira cativa aqui no quadro de Olho na Educação, que é coordenador, mas é também professor de biologia, portanto é a pessoa certa aí para dar dicas para vocês que estão estudando, estão na reta final aí dos estudos para o Enem. Antes de mais nada, Bernardo, eh muito obrigado por nos atender. Tudo bem? Tudo joia. Imagina, um prazer estar aqui com você novamente. Prazer estar com vocês todos aqui que estão acompanhando a gente. E hoje a gente fala um pouquinho de ciências da natureza. Então, né, essa prova aí que ela é tão temida por alguns e tão aguardada por outros também. E é legal a gente pensar que nas ciências da natureza a gente tem a biologia, química e a física formando essa tríade, né, que vai est presente aí na prova dos alunos do Enem no segundo dia. Meu Deus, que trio, hein, menino. Exatamente. Para uns é um terror, para outros nem tanto, né? Porque é legal a gente pensar que embora os três componham a ciência da natureza, a física e a química também estão dentro das ciências exatas, né? E às vezes o pessoal já tem aquele pavor das ciências exatas. é cálculo, é conta. A matemática que tá na base disso tudo tem que tá em dia também, né? Mas não é nenhum vestido de sete cabeças também, não. Eu acho que tem alguns pontos bem eh significativos. Se a gente tiver atento a eles, a gente consegue garantir aí um bom desempenho, tá? O primeiro ponto que a gente tem que lembrar que o Enem quando ele surge ele vem com uma proposta de ser mais contextualizado, de trazer aspectos do dia a dia para uma prova para deixar as pessoas mais familiarizadas com aquele conteúdo. Ao longo do tempo, o Enem foi se transformando e foi se tornando uma prova um pouco mais um conteúdista. Só que esses aspectos não sumiram totalmente da prova. Então, principalmente quando a gente pensa quais aspectos da biologia estão presentes no cotidiano, quais aspectos da física estão presentes no cotidiano, química, a mesma coisa. Ter essa familiaridade pode ajudar muito o aluno a se desenvolver bem ao longo da sua prova, tá? E um outro ponto que é legal a gente reforçar é que embora a física e a química sejam de fato ciências exatas, muitas questões vão exigir cálculo. Esse não é o foco do Enem em todas as questões. Então, muitas questões com uma base teórica legal, com uma boa capacidade de associação, o aluno consegue desenvolver a questão que nem sempre vai demandar o cálculo em si. Então, esses dois pontos aí para as provas, principalmente de física e química, são pontos que podem ajudar o aluno, principalmente aquele que tem alguma dificuldade na parte de exatas, tá com uma bagagem teórica bem legal, pode garantir uma um bom número de questões para eles. Boa. Qual a maneira ideal, Bernardo, antes da gente entrar no conteúdo propriamente dito, qual é a melhor maneira de se estudar pro Enem essas eh matérias? como a gente brincou aqui para muitos, eh, biologia, química, física, eh um bicho de sete cabeças aí, né? Qual que é a forma ideal para para estudar nesse período? O legal que o aluno tem que ter em mente é que quando ele chegarem na véspera do Enem, ele não vai ter tempo para poder ver todo o conteúdo que vai cair na prova. Isso em qualquer uma das frentes, seja matemática e suas tecnologias, natureza, a parte de humanidades ou de linguagens. Então o aluno tem que ter um plano de médio e longo prazo. Agora já, na verdade, o ideal desde o início do ano, mas ainda tá em tempo. O aluno toda vez que ele for estudar um conteúdo, ele tem que montar alguma forma de resumo desses conteúdos, seja um fichamento, um mapa mental, uma nuvem de palavras, alguma ferramenta que quando ele chegar mais próximo à prova, ele possa usar esses resumos como de fato o seu material de escuro base, porque se ele pegar todos os livros, todos os exercícios, todas as apostilas que ele usou ao longo do ano, não vai dar tempo. Então, já construí esses resumos para quando chegar lá na frente ter isso em mãos. E o outro ponto é a gente lembrar que, embora, como eu tenha falado agora a pouco, a parte de física e química não exige tanto na parte da matemática, de cálculos, quanto outros vestibulares, o Enem também tem uma parte de cálculo significativa, menos que os outros, mas ainda assim presente. Então, se na biologia eu consigo fazer uma boa parte do meu estudo pautado em muito resumo e um pouco de exercício, na parte das exatas, eu preciso focar mais em exercício. Exercício é fundamental em qualquer uma das três frentes, mas a física e a química, assim como a matemática, você de fato vai conseguir desenvolver, entender e compreender melhor, é, executando os exercícios na prática. Bom, vamos falar um pouquinho então sobre biologia. E alguns pontos aqui, alguns tópicos que certamente podem cair no Enem, como por exemplo humanidade e ambiente, sitologia, histologia e fisiologia, fundamentos da ecologia. Eh, eu gostaria que você fizesse um resumão aí, passasse, né, a as dicas aí pra galerinha desses tópicos, desses posts, por favor, Bernardo. Então, vamos lá. Na parte de biologia, lembrando que são 45 questões de ciências da natureza e essas questões ficam mais ou menos divididas. 15 de biologia, 15 de física e 15 de química, tá? Não é cravado, não é cravado. Isso que eu ia perguntar. Pode ser 16, 14, 15. Exatamente. Sempre fica ali, mas sempre fica nessa margem. Mais que 13, menos que 18. Geralmente tá ali nesse ranking, tá? Então, pensando na biologia, sem sombra de dúvidas, o carro chefe do Enem é a parte de ecologia. Olha aí, a ecologia domina ali às vezes 30, 40% das questões de biologia do Enem. Então o aluno tem que tá bem ligado na parte de ciclos biogeoquímicos, quando falem do ciclo do nitrogênio, ciclo do carbono, isso tudo associado a agravos ambientais. Então, quando a gente fala de agravamento do efeito estufa, quando a gente fala de poluição, tudo isso vem interligado. Então, ciclo biogeoquímico com agravo ambiental anda muito casadinho nas questões do Enem normalmente. Além disso, a gente também trabalha muitas questões que envolvem relações ecológicas, muitas questões saindo um pouco da ecologia que vão falar da célula. A parte de citologia é muito importante, a parte de metabolismo celular é muito importante. E quando eu falo de fisiologia animal, especialmente fisiologia humana, então sistema cardiovascular, sistema respiratório, sistema digestório, algumas questões associadas com esses temas também vem aparecendo com muita frequência no Enem. Boa. Agora vamos falar um pouquinho sobre química, que também é é é um assunto aí, é uma matéria que deixa muita gente preocupada, né? Bom, química é estrutura atômica, tabela periódica, eh ligações químicas, não é? Eh, química orgânica, enfim, vamos lá. A química orgânica, com certeza é uma figurinha carimbada aí no Enem dos últimos anos. fosse assim, claro que não é isso que a gente quer que o aluno foque, mas fala um tópico para estudar de química, foca na orgânica. Ela é muito ampla, então já vai te tomar muito tempo, mas a química orgânica tá dentro daquelas questões dentro do Enem, como eu falei, que não vão exigir tanto da parte matemática, tanto do cálculo. E aí, se você tiver uma boa base teórica na orgânica, você já consegue desenvolver bem as questões. Mas para além da orgânica, a gente também tem a parte de eletroquímica, muito presente, a parte de físicoquímica, a parte da cinética química, que é a velocidade das reações, quanto tempo que dura uma meia vida. Então, esses aspectos ali também de balanceamento de equações um pouco menos presentes, podem estar presente também na prova de química. Bom, vamos lá falando sobre física, né, para fechar esse trio aí, eh, física mecânica, eletricidade e energia, eh, ondulatória, termologia, enfim, a prova de física, diferentemente da biologia, como eu falei que tem o carro chefe da ecologia e da química, que talvez o foco na orgânica seja o mais eh significativo, a gente tem na prova de física alguns conteúdos bem distribuídos, tá? Então, quando eu falo da parte de eletrodinâmica, vai tá muito presente. Então, a parte da elétrica mesmo, entender os processos elétricos que estão dentro ali do conteúdo do ensino médio relacionados com a física, tá bem presente juntamente com a termologia, que é aquela parte que vai ver a questão da expansão, seja ela linear, seja ela superficial, enfim, a parte da termologia tá muito presente, a parte de ondulatória tá bem presente ali. Então, a questão das ondas, sejam elas eletromagnéticas, ondas mecânicas, ela vai aparecer com frequência e a parte da cinética, ou seja, do movimento que tá ali dentro dos processos físicos também é bem frequente. Então, talvez esse quarteto aí seja o mais presente nas provas de física do Enem. Boa, Bernardo. Então, é as provas aí nos dias 9 e 16 de novembro. Portanto, será realizado aí o Exame Nacional do Ensino Médio Enem, que é a porta de entrada para muitos estudantes, não é, para as universidades e justamente vocês estão acompanhando conosco para auxiliar nos estudos eh de vocês ou do do dos filhos, né? Tem muitos pais que assistem ao quadro de Olho na Educação. A gente fez então essa série, essa foi, esse foi o último quadro, né, com os principais assuntos que são cobrados nas quatro áreas de conhecimento da prova, linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, matemática, enfim, 180 questões objetivas. E e pra gente finalizar, Bernardo, eu tenho feito essa pergunta para todos os nossos entrevistados, porque, não é, certamente se você não acompanhou um quadro anterior, você pode acompanhar no YouTube também. Eh, como se preparar nessa? Não sei se seria a reta final, né? Mas enfim, a prova é novembro, acho que sim, né? Acho que já é uma reta final. Qual a dica que você dá, as orientações que você passa? E se é legal também de repente eh eh também intercalar com lazer para não ficar tão, né? Enfim, que que você pode falar pra galerinha que está nos acompanhando aqui no quadro de Olho na Educação. Estamos falando sobre o Enem. Perfeito. Então, o que a gente tem que pensar é que a gente tem longo, médio e curto prazo paraa preparação. Nesse momento a gente tá nessa etapa de médio prazo. Médio prazo, ou seja, longo prazo é desde o início do ano. Agora a gente tá entrando no médio prazo, é de mais ou menos um mês antes do Enem, a gente já entra na reta final, que aí aí final, né? Exatamente. Tá? Agora a gente tem um momento importante que é nesse período de julho, né? agora quem tem um período de férias e tudo mais para poder organizar, organizar para ver o que passou e organizar o que virá. Então, do que passou, cabe o aluno agora fazer uma boa revisão no sentido de o que que mais cai em cada uma das provas disso, do que mais cai, o que que eu já li, porque às vezes o vai gastar muito tempo numa revisão olhando pontos que não são tão significativos pro Enem. Então ele tem que ter ciência do que mais cai para poder fazendo a sua revisão do que já foi visto, ter um enfoque nessas disciplinas, ter um enfoque nessas matérias. E do que virá, o aluno também tem que se preparar. Agora já uma preparação prévia, não é mais pós matéria, pós-ula, é pré-aula. Então, das aulas que eu terei no no segundo semestre, quais são aquelas matérias, quais são aqueles conteúdos mais relevantes que eu ainda vou ver para quando eu tiver na aula, eu já tá preparado, eu não precisar necessariamente do pós-aula para poder garantir aquele aprendizado. Então essa parte é muito importante, esse planejamento nesse meio do caminho é muito importante. E pra fechar, é claro que a gente tem que lembrar que a gente não tá numa corrida de 100 m ros. A gente tá numa maratona agora. A gente já cumpriu metade dela, então estamos agora numa meia maratona. Então você tem que ter o seu estudo bem planejado, o seu momento de foco, de revisão, de exercício, mas também tem que ter o momento de válvula de escape, um momento de lazer, um momento com a família, qualidade no sono, a atividade física, tudo isso compõe uma boa aprendizagem, tudo isso compõe, digamos assim, um bom pano de fundo para que o conteúdo possa, exatamente, se estruturar numa base sólida e não uma areia movediça. Boa. Bom, galerinha, depois dessas dicas aí, certamente que é quem tá acompanhando, tem quem tá assistindo ao quadro de olho na educação, eh, vai sair ganhando, porque olha essa última resposta do Bernardo aí. É ou não é? Valderfir Saraiva, o nosso sinegra aqui do quadro de Olho na Educação. Valeu, Bernardo. Muito obrigado aí por nos receber mais uma vez. Como eu brinquei no início do quadro, você já tem cadeira cativa aqui, sempre boas entrevistas, entrevistas importantes e bastante esclarecedoras. Bom, pessoal, eu sou André Aranha e você, claro que já sabe, né? Tô sempre, ó, de olho na educação. Ciao [Música]