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DE OLHO NA EDUCAÇÃO - ABRIL E O MÊS DO LIVRO INFANTIL
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DE OLHO NA EDUCAÇÃO - ABRIL E O MÊS DO LIVRO INFANTIL

8 views Publicado 25/04/2022 HD · 18:59

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Dia Nacional do Livro Infantil e Dia de Monteiro Lobato: para comemorar o nascimento de um dos maiores nomes da literatura nacional, a pedagoga pode comentar sobre como Lobato influencia, ainda hoje, a escrita de obras infantis no Brasil – o lançamento dela tem referências e personagem do escritor. Confira na apresentação de André Aranha.

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o [Música] bom é o quadro de olho na educação e olha só que bacana Abril é o mês da Literatura Infantil Então a gente vai bater um papo com a Léia aqui olha escreveu mais de 80 obras é escritora tá aqui com a gente no quadro de olho na educação tudo bom oi tudo bem Que prazer estar aqui com vocês falando sobre o que eu mais amo que é que Literatura Infantil é eu tava dando uma lida na sua história Léia é você desde pequenininha não é você que nasceu no Paraná já se interessava por Literatura Infantil conta pra gente porque da sua história Então vamos lá bom então eu gosto de contar histórias porque quando eu era bem pequena o meu pai me contava histórias nos dias em que ele não ia trabalhar no trator como eu digo para as crianças né agricultor Então tava tempo na roça nos dias em que chovia ele não ia trabalhar no trator aí ele ficava em casa eu olhava para ele e dizer pai conta uma história que ele contava a gente sentava bem pertinho do fogão a lenha porque não tinha fogão a gás antigo que torna essas coisas latindo tempo né não e ali ele ficava contando as histórias que ele trazia na cabeça e no coração por quê Porque a gente não tinha livros lá em casa mas não tinha então ele contava as histórias que eles sabiam mas ele trava outras ele te ouvido da mãe dele no ouvido na escola enfim e aí ela se foi assim meu primeiro contato com a literatura a partir da oralidade do folclore dos com os tradicionais depois na escola é que eu conhecia o primeiro dia de aula você não vai acreditar a professora olhou para nós minha turma se depois do recreio lembro perfeitamente eu tinha 6 anos ela olhou e disse assim agora eu vou levar vocês para conhecer um lugar muito legal que tem aqui nessa é o lugar onde as histórias dormem aí eu penso eu assim Como assim as histórias dorme aqui na escola e ela nos levou para conhecer o que claro todo mundo que tá aí tá pensando que é o mesmo que eu tô pensando a biblioteca a biblioteca eu cheguei na biblioteca tu não vai acreditar eu não conseguia me mexer ela disse que quando ir lá pegar um livro daquela estante amarela e eu não conseguia me mexer aí ela pegou um beijo para mim e o primeiro livro então que eu tive assim nas mãos por livro xará linda né Essa foi a primeira história então que eu realmente peguei em mãos oi oi eu tornei uma grande leitor agora eu gosto de contar histórias dos outros e também as minhas eu sensacional é conta a história dela não é como se a gente tivesse ler um livro né Muito bacana adorei realmente sensacional aliás eu particularmente adoro ler eu sempre antes de dormir eu leio gosto eu tenho mais ou menos uma meta de ler um livro A cada dez dias mais ou menos eu acho muito bacana isso né Léia é muito bom importante porque nos mantém eu digo que o cérebro se mantém ligado né não tenho dúvida quando eu vou fazer um bate-papo leitores eu vou muito escola muito muito mesmo todos os dias diferentes assim municípios é mesmo tem um amanhã eu tenho quatro escolas para visitar hoje de manhã eu dou agitar tá ele no bate-papo ele se perguntam na de onde vem a inspiração eu digo que expresse o raio que cai na cabeça da gente que você fica paradinho esperando que a coisa aconteça lá é inspiração ela é a mistura daquilo que eu conheço quanto pessoa da minha cultura do conhecimento que eu adquirir ao longo da minha vida das leituras que eu faço e aí de repente essas visitas que eu vou todos os dias nas escolas alguém que fala uma coisa aí dá ideia então quanto mais soubermos mas nós queremos ideias mais as chances da Inspiração acontecer não eu vi que você falou que seu pai não é contava histórias para você tudo mais eu tenho um filho pequeno ou Francisco Novaes Aranha né é que tem um aninho e 7 meses um dia eu vou mostrar essa esse programa para ele esse quadro de olho na educação e eu vou incentivar super a leitura então assim uma uma dúvida aqui uma dúvida particular mas que vai servir para muita gente que está assistindo é claro a gente com quantos e a gente deve começar a incentivar a leitura dos filhos ou a contar historinha para os filhos enfim da barriga e na barriga na barriga quando tá na barriga pode contar a história pode pôr música ah não deu para fazer na barriga ânsia dormir quando são bebês têm histórias curtinhas musiquinhas de ninar sabe eu só As cantigas né Olá lá porque eu vou te vou te explicar Qual é o motivo que todo teórico fala né que a conta a história antes de dormir é importante para criança bom primeiro motivo é porque uma forma de cafezinho Geralmente os pais passam o dia inteiro fora né aí chega de noite e a forma de ficar pertinho e o segundo motivo para que você ficar pertinho transforma em acerto ele já era neurotransmissores tanto as crianças quanto os adultos por quê Porque é um momento muito de afeto a história ela desperta emoção o ficar junto ele traz a emoção e esse gerar neurotransmissores faz com que as crianças do e os adultos também que a gente fica mais tranquilo a gente se acalma na Então esse é um dos motivos de a importância de se ler e contar histórias antes de dormir olha só que dica super importante não é porque tem muitos pais que sofrem muito aí que os filhos acordam de madrugada e tudo mais de repente né Essa pode ser uma dica bem bacana é me fala uma coisa depois não tá bom então reforçando a dica de contar o restaurante dormir para gerar esses neurotransmissores então crianças que têm dificuldade de sono que sonho muito o que são agitadas as histórias precisam ser um pouco mais tranquilas lar de preferência não muito de Aventura por quê Porque assim ó nós hoje quando adultos a gente é se entrega a literatura se entrega a leitura mas a gente sabe que há uma diferença a nossa realidade EA realidade do livro né o nosso cérebro não identifica aí para ele tudo é real no cérebro não identifica passado fazer de futuro que é real que não é real você está lendo as emoções estão sendo geradas e isso para criança mais intenso é então uma história que gere muita agitação para deixar ela mas agitada lá é uma criança que já tem medo de ficar sozinha não posso contar história da Chapeuzinho Vermelho antes de dormir por mais que você Resolva no final sabe não é ali o momento de contar essa história é um momento de contar essa história é um momento de dia que tá tudo é porque daí resolve acabou mas não na hora de dormir na hora de dormir as histórias Não Serve de acordo com aquilo que está sendo necessário ele já isso não é utilizar a literatura tem muita gente na pedagogista não esse Inteligência Emocional é diferente é Olá boa e o Léa o dia dois de abril é o dia internacional do livro infantil já gente vai falar sobre o dia 18 né que ele vai falar de Monteiro Lobato também tudo mais mas antes gostaria que você falasse sobre a importância dessa data do dia dois Hans Christian Andersen não é o pai da literatura infanto-juvenil no mundo é isso que ele considerado Há muitos pontos ele escreveu numa época que que pouco se falava né criança histórias para crianças história sempre foram feitas para adulto nunca para criança Os Contos clássicos Que nós conhecemos nos contos de fadas eles nunca foram histórias para criança sempre foram histórias produtos por quê porque a criança era um ser em desenvolvimento é um é como se fosse um 1 milhão adulto que se sobrevivesse né ia chegar à vida adulta então nunca foi nunca houve O interesse é histórias para criança coisas para criança não tá ali tanto é que tá separado da família por isso E essas mais abastados os meninos só podiam aprender a ler as meninas vão aprender eu e eles eram um ensinados por preceptores geralmente padres né é pessoas religiosas três que moravam e ensinavam como o advento da Revolução Industrial começou então a surgir as questões da espera e se a gente está gerando o produto criança também consome então começaram a surgir as coisas para criança entre eles a escola EA literatura só que ela era muito pedagógica era só para o ensino as histórias eram feitas para o ensino então um Hans Christian Andersen aqui mudou isso que realmente fez histórias onde a personagem metafóricos e esses personagens do reino animal nas os brinquedos enfim de várias histórias ele faz com que as crianças se projetem né vivam Aventura daquele personagem ao vivo uma história daquele personagem e o seu interior se e edificado a partir das emoções vividas enquanto se ouve uma história então ele foi o primeiro Bacana bacana e Dia 18 o dia nacional do livro infantil né como o Monteiro Lobato ainda influencia nas obras infantis aí deixa eu te dizer que eu sou uma leitora de Monteiro Lobato eu quando criança a na biblioteca Eu sempre pegar os livros e sabe o que mais me encantava essa essa destreza que ele tinha e brincar com os personagens clássicos e vinham para o Sítio do Picapau Amarelo e também perambulavam em diferentes histórias diferentes livros que ele escrevia né e isso me fascinava porque de repente tu tava lendo outro livro e aparecer a gente novo e é exatamente isso que eu faço nas minhas histórias hoje eu tenho vários personagens e tenho é assim que perambula que tem um livro por exemplo que o Homero é o nome do cachorro e o nome do cachorro é esse porque o Homero é um grande foi um grande contador de histórias da antiguidade então daí o nome do cachorro e e o Homero ele tem uma história só dele depois eu coloquei ele numa outra história que ele é o cachorro da Bibi que já era uma personagem que eu tinha esse volta e meia ele aparece em alguma história é o mesmo então ele está sempre no quarto da menina do cabelo roxo lá que você faz parte da coleção este livro é o quando uma história Acorda que o lançamento nós vamos falar sobre ele ele também está aqui e aí é isso que eu procuro fazer porque o Monteiro Lobato sempre me falou me influenciou no sentido de que ele me construiu Quanto é a pessoa na quanto essa a paixão que eu tenho pelos personagens da pelos clássicos porque claro eu li Monteiro Lobato até quarto ano no quinto Eu já li todos os classe a turnê mundial não juvenis depois dos adultos enfim a gente vai ampliando nosso conhecimento de acordo com os nossos anseios e desejos e hoje como eu escrevo para criança eu trago lá eles então os personagens brincando na coleção das histórias que eu escrevo tem várias coleções cada um tem um jeitinho bom Léia Cassol a gente vai falar sobre o seu livro né antes eu só quero fazer uma perguntinha para você porque é certamente quem está assistindo a gente vai estar perguntando hoje em dia não tem como a gente fugir disso o celular a tecnologia invadiu aí o planeta né bom como as crianças ainda se interessam por Literatura Infantil É na mesma proporção não é que você pode falar sobre isso esse assunto importante hoje eu percebo que a Literatura Infantil o lugar dela ficou muito restrito à escola Tá certo quando os pais são leitores tá quando os pais são leitores ou tiveram esse na infância o trabalho na área da comunicação e sabem a importância da leitura para que você se comunique bem para que você escreva bem para que você tenha vocabulário na para que você saiba como diz o deixaram né ser poliglota dentro da sua própria língua saber a quem se dirigir né como eu vou me dirigir nos determinadas lugares que eu vou e EA literatura hoje eu percebo que a escola ficou muito com essa função Acontece muito dentro da escola nós temos a sorte e eu diria também a capacidade enfim que no Brasil aqui das escolas geralmente elas trabalham para o projeto né Pois é preciso esperar you O que é muito bom porque dá uma abertura grande e deixa o professor mesmo que ele tenha o seu conteúdo é para cumprir que ele tem os seus temas lá que tenha que vencer ele consegue a partir da literatura é que a criança se aproprie disso e que ela seja mais feliz que significando a sala de aula tá então eu vejo muito isso assim que significa a educação a sala de aula a partir das histórias e dos personagens dessa ludicidade na desse despertar tá literatura proporção em casa as crianças leem quando os pais são leitores ele geralmente vai contra né contra da o tema dinda na madrinha ou uma avó que era professora geralmente é isso geralmente a isso tem esse universo hoje o que o vejo nas crianças quando eles são pequenos eles gostam de tudo que nós oferecemos se você oferecer o celular ou tablet é o celular e o tablet que ele vai querer se você ofereceu O livro é um livro que ele vai querer na tudo depende de quem está educando bom E se eu der um carrinho a primeira coisa que ele vai fazer a jogar no chão agora porque tu quer fazer como é que faz é o que eles aprendem inicialmente se eu pegar um brinquedo que tem rodas mostrar como faz né porque o brincar a gente ensina o Lê a gente ensina o viver a gente ensina somos nós que somos nós que fazemos os nossos filhos então se eu dou um tablet quando ele tem oito meses é outro que o Tablet vai fazer muito mais sentido para ele quando ele ficar adolescente ou o celular as tecnologias do que o livro não faz todo sentido bom para gente encerrar Nossa entrevista que olha o tempo passou voando o papo tá tão bom né fala super bem você que o tempo passou voando né a gente já passou inclusive de 15 minutos aqui muito legal é bom vamos lá quando uma história acorda gostaria que você falasse e mostra o livro para gente aí ó se você Contasse um pouco sobre ele então as crianças perguntam sobre inspiração né eu falei antes não é um raio que caiu na cabeça da gente Ela é a mistura de várias coisas que a gente vai adquirindo ao longo nascido né aprendizagem ao conhecimento que passa pelo coração da escrita também eles ela precisa me emocionar a precisa passar por mim mais um livro As crianças o que que eles fazem eles pegam quatro folhas dobra na isso eu tô fazendo um livro e a primeira coisa que eles fazer o desenho escrevem era uma vez na capa o põe um título depois da história na primeira o desenho porque assim criança vê o mundo assim então com 5 anos 6 anos ele sabe escrever pouco é assim que ele faça ele tem muita curiosidade para saber como é que faz o livro então quê que a gente fez na Editora Cassol nós fizemos na quitamos isso da tecnologia da realidade aumentada junto com a literatura tradicional porque eu sei que a gente não pode fugir do hoje na do que nós temos mas eu posso e eu só isso que nós fizemos Então tem um livro daí o livro cada vez que aparece a tartaruga tá no livro se você for cá ela vai ter vai ter alguém ele te contando alguma coisa pode ser eu falando como eu vou escrever esse livro depois vai ter ilustradora como é que eu estou como é que você fez a menina do cabelo rosto dessa história porque nós gravamos o nosso passo a passo tá o meu primeiro sabe se ele tava na cozinha mas tava fazendo almoço aí eu a primeiro poema que eu escrevi Não é esse mês eu vou falar para vocês aqui como vocês a primeira trechinho ali eu tava fazendo almoço eu parei você não tem alguma coisa eu anotando tomando chimarrão e eu vou escrever daí eu vou escrever exatamente isso que tá aqui quando uma história acorda e dentro do coração ela sobe até a cabeça e Escorrega pela mão no papel ver a palavra outras vezes ilustração Ah mas quando as duas se encontram E aí começa a história do Alto da mais alta instante na prateleira de livros os personagens e amigos da menina do cabelo roxo olhavam para ela que estava bem cada sobre o tapete do quarto a história vai acontecendo Eu vou comprar esse livro para o meu filho e ele está nas livrarias de todo o Brasil e ele adquirido pelo site da Editora Cassol abra www.editoracastelo.com.br Winter boa outros livros de que legal Muito obrigado pela entrevista foi ótimo viu Léia não desse fica à disposição agradeça que o espaço lá e tenho certeza que tem um momento muito legal Tanto para você quanto para mim é isso aí é isso aí bom pessoal eu sou o André Aranha já sabe né Tô de olho na educação tchau tchau
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