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Por Dentro da Câmara | Informática - TI
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Por Dentro da Câmara | Informática - TI

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No Por Dentro da Câmara, você vai conhecer os bastidores da Diretoria de Tecnologia da Informação e Telecomunicação. Como as demandas surgem, quais são as atribuições e o funcionamento dos sistemas para o aprimoramento das informações legislativas.

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Olá, começa agora mais uma edição do Por dentro da Câmara, o momento de conhecer um pouquinho dos bastidores aqui da Câmara Municipal de Campinas. E hoje vamos conhecer o Departamento de Informática, UTI. E pra gente começar esse bate-papo, convidamos o Lucas Henrique de Araújo, ele que é diretor. Obrigada por participar do programa e mostrar um pouquinho desse universo da informática dentro da casa de leis. Obrigado eu pela chance de mostrar para todo mundo como que a gente trabalha aqui, que que é o dia a dia. Isso muito. E Lucas, todo mundo sabe de fato como funciona a informática. departamento de TI, mas quando se fala de uma casa de leis do legislativo, isso acaba ficando um pouquinho confuso, as pessoas das pessoas entender como que é essa relação, né, da dinâmica. É, existe uma mudança bem grande na área de TI quando você tá tanto na parte privada quanto na parte pública. Na parte privada todo mundo tem uma tarefa menor, um escopo menor do de trabalho. Aqui a gente acaba entrando em todos os setores de uma maneira grande até. Eh, pro pessoal da Dial, a diretoria de assuntos legislativos, a gente tem o sistema do Sapella, de tramitação. A gente faz um tramitação eletrônica também para assinatura, que os próprios vereadores usam. a gente tem o nosso do transparência pública, a gente acaba fazendo um pouco de tudo aqui dentro da casa. Uma parte que eu acho muito interessante é quando você tá falando sobre a área de TI, eh todo mundo pensa num naquele naquele pessoal que só faz o chamado, só tá fazendo ai não, ah, eu tô tendo algum problema aqui. Beleza, abre o chamado. [risadas] É, não é só isso. É. Ah, eu vou precisar do TI. O TI precisa vir aqui e e fala assim, o TI precisa vir aqui como se fosse uma pessoa como se fosse uma pessoa. Sim. [risadas] É, a gente acaba sendo uma entidade um pouco mágica aqui na na casa, porque a gente acaba encostando realmente em tudo que tem para ser. O próprio telefone e é uma contratação que a TI cuida, os ramais de todos os servidores aqui da casa, a própria TI que faz atribuição, qual que é a diretoria, vai est com qual número. Uhum. Até mesmo o Wi-Fi aqui é uma parte nossa, é o cabo que passa por ele, o data center, os computadores, os monitores, teclado, mouse, é muita coisa. É muita coisa. A própria impressora é uma contratação que a gente acaba cuidando, qual que é o uso dela. E muita parte nossa não é só comprar as coisas. A gente tem que fazer a manutenção, a fiscalização, porque nem tudo funciona para freio, para sempre, infelizmente, né? Eh, então muita parte nossa acaba sendo a informatização da casa. Eu diria que e e essa parte de vocês também é vocês convidam de todo o patrimônio. Vocês falam patrimônio quando é um computador dentro da casa de leis. É assim que vocês definem, né? Sim. É, a gente fala que o patrimônio pode ser muito bem um ativo. Acho que a parte que o Júlio Favinha explicou quando tava entrevista lá com a diretoria de patrimônios. é muito boa. Ele explica muito bem o que que é tudo. Inclusive, eu aprendi algumas coisas olhando ele falando. [risadas] Eh, aqui a gente acaba tendo que cuidar de absolutamente tudo, inclusive não só o computador como um todo para parte do patrimônio, o que tá dentro dele, cada peça individual é uma coisa que a gente tem que se preocupar. o software, por mais que ele não recebe a plaquinha do do patrimônio, é algo que a gente acaba se preocupando bastante aqui. O que que a pessoal tá instalando, entendi. A pessoa deveria estar instalando aquilo, é seguro. Ela pegou por um site muito genérico, por exemplo, Baixa aqui, que ninguém mais usa hoje em dia, ou ela pegou por alguma plataforma oficial, a própria Play Store, por exemplo, se a pessoa tá com alguma coisa mais Android, o que que ela tá usando para acessar, é uma coisa que a gente se preocupa muito aqui. Inclusive, nessa parte do acessar, no nosso trabalho aqui, na parte do dia a dia, sim. Eh, a gente acaba cuidando desde que a pessoa entra até o dia a dia de cada servidor e até quando a pessoa sai. Quando a pessoa chega aqui, a gente recebe uma notificação. Eh, a gente fez um fluxo de trabalho junto com a DGP, onde eles já eles inserem lá o funcionário novo, servidor novo no sistema de folha, passa pro nosso sistema de RH online, que é um desenvolvido aqui por dentro da casa mesmo. Ele já é aquele que atualiza, já mostra para todo mundo a folha de ponto para CMC, o que que a pessoa vai receber, o cadastro, informação dela. E aí já chega as informações pra gente, pra gente já fazer a liberação e o cadastro dela em todas as outras plataformas, seja até mesmo a parte do SP, seja parte do transparência, se a pessoa tem alguma coisa específica do setor dela, o pessoal bastante da DC usa o Canva, o pessoal da da CF tem o ar face, a gente vai fazendo esse controle menor de onde que a pessoa deveria estar, quais acessos ela deveria estar, porque a gente não pode só liberar todos os acessos para todo mundo da casa, senão daria um problema. [risadas] E no dia a dia é aquilo, ah, o pessoal tá com uma dúvida de alguma coisa. A gente tem o pessoal da CAL, eh, coordenadoria de atendimento ao usuário, sim. que consegue dar essa orientação, consegue fazer esse primeiro atendimento. Se a pessoa entende que tem algum problema, seja no transparência, no CPL, né, R online, aí pode falar com o pessoal da CSI, a Coordenadoria de Sistemas da Informação, que eles acabam cuidando mais dessa parte do desenvolvimento do sistema, a grande programação, que é o básico quando alguém pensa em alguém da da TI, [risadas] é eles que acabam fazendo essa maior parte. Se a pessoa tá com problema em conectar no Wi-Fi dela, se aconteceu isso ou de repente agora que a gente tem os espaços em nuvens também, a pessoa não tá conseguindo ou tá precisando de mais espaço, tem setor que usa muito mais do que outros. Aí a gente tem o pessoal da Cirt que é a coordenadoria de infraestruturas, redes e telecomunicação. Acaba sendo bastante coisa que inclusive eles que cuidam dos telefones também da parte da do da linha telefônica, né, dos ramais, dos outros departamentos, né? né? Então a gente entende que a gente tem muita gente que abarca tudo aqui. Uma coisa que a gente tá pro futuro é de encostar um pouquinho mais na parte de segurança da informação, principalmente agora com a IA chegando. Qualquer um consegue fazer um script, qualquer um consegue fazer um código que testa 1 milhão de coisas e nem todo mundo sabe exatamente o que tá acontecendo. Então tanto a parte de dentro aqui da casa dos servidores quanto a parte de fora, a gente tem que fazer essa preocupação. Alguém aqui dentro fez algum script que geraria algum problema pra gente? Às vezes a pessoa, ah, eu tô fazendo um negócio que automatiza minha vida aqui, que facilita o meu trabalho. Mas daí você vai ver e a pessoa tá pegando um monte de informação de lugares confidenciais que ela tem acesso, mas ela tá deixando exposta pro resto do mundo. Então, e isso para vocês é um desafio com esse avanço da tecnologia, né, e o surgimento das IAS, como que vocês enxergam isso? [risadas] Eh, porque para muita gente isso é um facilitador, acaba otimizando tempo, mas por outro lado isso gera um conflito também, né? Sim. A gente, essa parte da é um tópico muito recente e é, a gente tem que cobrir todos os aspectos dela. A gente já fez um estudo se a gente teria alguma IA interna voltada pro legislativo aqui, mas como é uma área muito nova e a é a fronteira da tecnologia, não tem como a gente acompanhar isso de uma forma hábil, como empresa que ganha bilhões e bilhões e bilhões. Eh, mas aí a gente também tem que normalizar o uso aqui na casa, então ah, quais seriam as melhores práticas? como que você usaria de maneira eficiente, o que que você pode acessar com a IA. Existe muitas menções do MCP. O MCP ele é uma ferramenta onde você deixa a Ia acessar o seu sistema de uma forma simplificada, você facilita o uso dela e a gente entende que é um ganho. Mas como que a gente faz isso? A Ia tá fazendo um bom uso dessas. Ela não tá usando isso para treinar ela mesmo, é informação confidencial que ela tem acesso. A gente tem que ter essas preocupações e também o usuário em si, porque por mais que todo mundo entende um pouco da área de tecnologia, ninguém entende completamente o que que tá acontecendo. A gente tá formado tem algumas dúvidas às vezes quem não tá formado na área, então imagina, [risadas] né, pior ainda. E aí fica essa preocupação, o que que a pessoal tá fazendo com essa ferramenta? Tá certo o uso dela? Não tá. É, é uma coisa que a gente tem que fazer o levantamento do dia, só que como é muito novo, é muita coisa ao mesmo tempo. Então a gente entra em cada setor, tenta fazer essa conversa, mas você não sabe no dia a dia como que cada pessoa tá fazendo esse tá fazendo, como que eles estão, né, tendo esse olhar também diferenciado para as IAS, como você falou sobre setores, né? Quantas pessoas atuam aqui dentro da informática? Nós temos 17 pessoas aqui, estagiários, 15 servidores e um que tá cedido agora pro Tribunal Regional Eleitoral, justamente na época de de eleição, fizeram pedido pra Câmara e ele já esteve lá, o Nelson. E aí agora foi de novo até o fim do ano. Esperamos que ele que ele volte, [risadas] que ele volte. E é muito assim, a demanda de vocês é muito grande, porque vocês têm que responder por outros, né, setores também. Tudo que envolve a parte de eh tecnologia, informática, telecomunicações, tudo vem aqui de todos os departamentos, né? De todos os departamentos. Como que é administrar [risadas] isso tudo? Porque o dia não tem 24 horas para vocês, né? Precisa de muito mais. [risadas] Eh, antes mesmo de vocês chegarem agora, tá o pessoal da GEDOC aqui, porque eles estão com processo de digitalização, eh, pegar os livros antigos feitos à mão mesmo. Acho que apareceu também, eu vi a conversa de Emiliane sobre. [risadas] Eh, e aí eles precisam de um espaço para guardar isso. Cada um a culpa 10 GB e eles têm uns 200 livros desse. Isso só de livro ainda tem processo, tem muita coisa que eles tm que fazer. Onde que eles vão guardar isso? Vai ter backup, vai est guardado? Não vai tá? É uma preocupação que a gente tem. Ã, a DGP também, o próximo MC é o mesmo que tinha feito ele. Ah, e aí chegaram depois, ah, vai ter uma nova lei, a gente precisa que mude isso no sistema. E aí é avisado de última hora, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. O pessoal da Dial, tem novas plataformas que estão chegando para eles, o uso da IA. Eu mesmo tô fazendo mais um jogo de corpo entre todos os setores para conversar o que que é que eles estão fazendo no dia a dia e como que a gente pode entrar para melhorar. Uma coisa que você que dá para sentir que acontece bastante aqui na casa são que as pessoas, por mais que elas usam, elas sabem o que que a tecnologia faz, elas não entendem completamente o que que ela pode oferecer para elas. Então, muitas vezes eu tô conversando com as pessoas, ah, como que você tá fazendo no dia a dia? só me mostra um pouco o fluxo do trabalho para para eu entender um pouco até para poder conversar melhor quando a gente tiver falando sobre isso. E você vê que é muita coisa repetitiva e é justamente isso que a máquina consegue fazer de melhor. É, e às vezes a pessoa gasta uma hora no dia dela fazendo isso e a gente com dois, três dias de desenvolvimento conseguiria fazer essa hora do dia dela. Nossa, podia otimizar e muito, né? Sim. O o nosso programa aqui é justamente tem muitas áreas para poucos nós. [risadas] Eh, então a gente tá tentando, esse é o desafio de você de pouco em pouco chegando, conversar com as áreas, entender como que é o dia a dia deles, entender como que a gente pode ajudar a entrar, só que ao mesmo tempo lidar com as novas tecnologias, as novas contratações. É, é umaismo. [risadas] E você fica hoje, né, falando assim, atualmente você fica responsável por essa parte de ter essa conversa, esse diálogo com os setores. Aí você chega no departamento e faz a distribuição. Como que é? Isso é a minha parte mais como diretora aqui é mais a parte do trabalho administrativo e justamente a conversa para fora. Eh, é a cabeça da CTO, isso é [risadas] a cabeça da [limpando a garganta] organização. Sim. Eh, então acontece. Às vezes a gente tem muitas reuniões que realmente você sai delas, fica por que que eu não sabia que existia isso antes? E tem uma que fica: "Meu Deus, isso vai dar um trabalho tão grande". Aí você chega, faz uma reunião interna, linha, faz o cronograma, vamos ver como que vai ser a implementação disso, tem que alocar um servidor para est cuidando disso. E aí tem muitos projetos que a gente tem que tá tocando conforme vão chegando assim e a gente descobre realmente, nossa, como que a gente vai fazer isso, esse planejamento é a parte onde eu acabo entrando mais nele. Uma parte que às vezes parece que você se perde um pouco assim, você um dia tá focado muito numa coisa, de repente essa coisa some, aparece um mês depois aparece uma nova no local, porque muita coisa é aquilo, é é um urgente para esse momento. Você faz a sua parte e começou a caminhar o processo pela casa, a pessoa tá usando o sistema que você acabou de fazer, começaram a conversar com outros com outras diretorias para entender como que isso vai impactar e de repente você não tá escutando o que que tá acontecendo. E aí do nada ele volta e é uma coisa completamente diferente do que você imaginou no começo. E você tem que saber lidar com isso. A expectativa do começo, a expectativa do que vem de fora. É alguma coisa bem viva. E é bom porque a rotina ela não é a mesma, né? Ela tem sempre essa mudança. Até mesmo no próprio dia acontece alguma coisa diferente, vocês têm que lidar com isso. É, ainda mais quando as leis vão saindo, a gente tem que adaptar os sistemas para comportar. Eh, um grande projeto que a gente tava cuidando mais pro começo do ano, que é o transparência, que é o bendito do selo diamante. A gente precisa dele também demonstrar pro cidadão que a gente tá realmente prestando esse trabalho e manter ele que é que não é uma parte fácil. Todo ano vem uma cartilha, é um, eu acho que é em torno de 120 páginas [risadas] escrevendo tudo que o sistema deve fazer. E você esperaria que no primeiro ano, depois que você terminou ela, fica OK, mas eles vão adaptando, altera bastante, entende o que que é a necessidade do cidadão, como que você deveria demonstrar essa informação de uma maneira mais clara, porque tem informação que às vezes a gente mostra, a gente fica, nossa, tá ótimo aí passa um tempo, nossa, mas o que que quer dizer essa coluna mesmo? O que que isso aqui tá querendo? O que que o cidadão vai se importar com essa informação? Nossa, a gente podia tirar isso, a por que que essa informação não tá mapeada? Aí já começa, né? vão ter que mudar de novo. Sim. E é um trabalho constante, uma evolução não acaba. Eh, eu brinco com o pessoal que se o resto da Câmara parasse de conversar com a gente, a gente teria trabalho por mais um ano. No mínimo. No mínimo. É um é um departamento que não para nunca. Então não para, não tem como parar também. [risadas] Isso é bom, né? Por um lado, Lucas, pelo menos tem trabalho. E falando em trabalho, hoo tempo você atua aqui na Câmara, quanto tempo você é diretor? Fala um pouquinho agora da sua trajetória pessoal. Entrei na Câmara 3 de junho de 2024, que eu lembro que foi o dia mais cedo que dava para assumir o cargo quando chamaram. Aí eu tô há 2 anos e 3 meses agora. E assim que completou dois anos me colocaram como me colocar eh meu me ofertar esse ganhou esse presente, [risadas] me ofertaram esse desafio. Eu falei: "Ah, por que não, né? Por que não? E como tá sendo para você, né? Eh, atuar como diretor, coordenar toda essa equipe?" que é um é um desafio, mas é um desafio gostoso. Você sente que agrega, você vê conforme as coisas vão andando, você fica, nossa, eu ajudei a fazer isso acontecer. É, é satisfatório. É, é algo que você chega e um dia você fica, nossa, olha, isso daqui não foi só por minha causa, com toda certeza. É por causa da equipe toda aqui. Mas você se sente orgulhoso do do que que tá acontecendo. Sim, [risadas] mas é aquele trabalho de de formiguinha também. É, aos poucos, aos poucos não é, não tem uma vitória rápida. Eh, tudo você tem que estar pensando a longo prazo, tem que fazer o planejamento, entender que que é a demanda do resto da casa, porque muita coisa aqui a gente tem que adaptar com a nossa realidade, o que que a gente entende que seria o melhor dos cenários. Eh, um exemplo prático, a gente queria fazer a contratação de armazenamento em nuvem para facilitar o trabalho, ter a redundância geográfica, que a digitalização precisa também. Eh, porém a gente entende que não é muito o momento disso, por mais que seria o ideal. A gente tem um data center, a gente já tem muitas coisas que tão apoiadas ali, que são que estão fisicamente presas aqui na Câmara. A gente não consegue só falar: "Ah, vamos colocar tudo para lá e desperdiça esse tipo de recurso, até porque é o dinheiro público e a gente não pode brincar com dinheiro público, é outra realidade, né? Outra coisa. Então, muita coisa que a gente acaba fazendo assim, esse é um planejamento e aquilo é muita coisa, mas você encaixa aos poucos, você vai ganhando uma visão do geral e de pouco em pouco você vai montando uma um bom quadro, vamos falar dessa forma. Tá certo, Lucas? Muito obrigada pela sua participação e explicar um pouquinho da sua trajetória e também como funciona uma boa parte aí da sua atribuição, mas daqui a pouquinho a gente vai conhecer um pouquinho mais do trabalho. Obrigada. [música] [música] Bom, agora vamos conversar com o Marcelo Municelli de Oliveira. Ele que é coordenador de atendimento ao usuário. Tudo bem, Marcelo? Bom, há quanto tempo você tá aqui na Câmara Municipal? Então, entrei em 2014, né, no concurso de 2014. Uhum. Então, já faz 12 anos. 12 anos. Quando que você assumiu a coordenação? A coordenação foi em 2018. E como que é para você esse trabalho, né? Conta um pouquinho da sua rotina aqui no departamento, as suas atribuições. Sim. Então, a o atendimento ao usuário, né, a CAL, né, que a gente fala Uhum. acaba sendo o o primeiro atendimento, né, do do dos usuários. Então, a gente tem um sistema de chamadas, né, o GLPI, que a gente acompanha, né, direto. E qualquer dúvida ou qualquer problema que o usuário tem, ele registra no sistema e a gente faz o atendimento, né? Certo? E tem alguns atendimentos mais simples, né? Como eh alguma dúvida para usar o computador, né? Uma dúvida pontual assim em algum sistema, né? Que a gente pode até resolver por telefone e tal, certo? E tem umas coisas mais complexas que acabam levando mais tempo, né, para resolver, né? Mas a gente sempre procura dar um atendimento rápido. Hoje a gente tem a cal, né? A gente é em quatro que faz esse atendimento. Sim. Tem eu, tem o Luís, o Mateus e o Ricardo, nós quatro. E a gente conta também com dois estagiários, né, que tem apoiado bastante nesse, né, nessa, nesse primeiro atendimento, né, acabam auxiliando vocês na triagem? Sim, na triagem, né, até realmente em resolver alguns problemas assim, né, que eles já tão já estão por dentro. A gente procura acompanhar, né, para orientar, né, nesse começo, mas eles têm ajudado bastante, né, em resolver esses problemas aí que aparecem. E e no caso das demandas, né, você falou que tem algumas que são mais simples, né, tudo precisa passar por vocês, né? Se um departamento, alguém tá com uma dificuldade eh em algum sistema, em alguma plataforma ou até mesmo no usuário, né, no login, o chamado tem que ser aberto, né? A pessoa não pode tentar resolver sozinha. É a a tem um protocolo, é qualquer dúvida assim que a pessoa tenha, né? Eh, a recomendação mesmo é pro chamado, né, que a gente vai e auxilia. Tem alguns chamados bem específicos que acabam caindo direto pessoal de redes, né, outros pessoal de sistemas, né? Uhum. Né, que tem um formulário que conforme a pessoa vai respondendo, ele já direciona automático alguns ciclos de chamada. E os que caem para calç, se realmente a gente vê também que precisa de alguma eh ação de outra coordenadoria, a gente direciona também, né, para para atender da melhor forma o usuário. E Marcelo, além das demandas, né, além desse atendimento ao usuário, tem outras atribuições também que vocês realizam? Tem eh tem pelo menos mais duas que são bem importantes, né? a gente atua bastante eh na contratação de alguns serviços, né, e equipamentos, né? Sim. Inclusive, recente a gente teve um projeto grande, né, de substituir todo o parque de de computadores, né, da Câmara. Sim, começou ano passado, terminou esse ano e mais recente ainda teve a contratação da plataforma da Microsoft, que a gente acabou migrando vários serviços, né, que eram locais aqui e acabou migrando pra pra plataforma. Entendi. E-mail eh, ali de bichete, questão de de arquivos, né? Foi tudo e e vocês fazem esse trabalho para todos os servidores, incluindo também os vereadores dos gabinetes, os assessores, os comissionados, tudo pra câmera toda. A demanda é grande demais, né? Tem bastante, [risadas] tem bastante. A gente faz aí, procura atender da melhor forma, mas sempre tem coisa para fazer. Então tem essa questão de de contratação, né, que é bem importante, que são serviços eh que não podem ser interrompidos, né? Por exemplo, tem a parte de reprografia, né, que é das impressoras, né, gente que toma conta. Uhum. Eh, a parte de assinar é contratar licenças e software, né? Tem alguns softwares que a gente usa na casa, né, que a gente que assine, faz a renovação. Eh, parte de manutenção de equipamentos também, a gente que equipamentos de TI, né? De TI, sim. A gente que acaba atuando na contratação também desse serviço. Eh, e também consequência disso também a gente acaba atuando bastante na fiscalização de contratos também. Eh, esse próprio mesmo da reprografia, né, que a gente tá atuando na renovação, que ano que vem tem que renovar e é um projeto bem grande. E tem uma periodicidade, então, né, para vocês realizarem as manutenções também, as compras. Tem a manutenção, a gente procura que nem esses equipamentos que foram comprados, a gente já ficou com 5 anos de garantia, qualquer problema a gente aciona a garantia, eles vêm e trocam, né? Eh, tem, né, a maioria das licenças de software, né, que o pessoal usa aqui, que nem tem o AutoCAD, tem alguns eh programas de de programação, né, que a gente usa aqui. É, geralmente é mais pro fim do ano que a gente faz a renovação. Daí a gente acaba pegando por uns 3 anos e daí vai renovando a cada 3 anos. Mas tem alguns que é no começo do ano, tem outros que é no meio do ano, então é o ano inteiro acaba tendo esse tipo de de demanda. E o Lucas falou um pouquinho sobre esse cenário, né, da inteligência artificial, das tecnologias, que isso para vocês acabam também sendo um desafio, né? Sim, sim. É, a gente nesse momento tá procurando eh usar a IA, né, como uma aliada. a gente inclusive tá fazendo a contratação, né, de uma ferramenta aqui da da casa, né, para pros gestores principalmente. Eh, mas assim, é uma realidade que não tem, tá aí, não tem como usando, tá todo mundo usando, é, tá todo mundo usando e o jeito é tentar fazer, se adequar, se se adequar e e orientar para usar do jeito certo, né, para não ter nenhum problema. E Marcelo, como que você enxerga a sua atuação como coordenador, né, dentro do departamento e como é para você fazer parte dessa equipe dentro de um legislativo, né, dentro da Câmara Municipal? Eu gosto bastante do serviço, né? Eh, a gente acaba não tendo muita rotina, né? Porque às vezes dá algum problema assim, tem que resolver de última hora e tem parar tudo para fazer. Eh, mas eu eu gosto do trabalho, né? Faz 12 anos que eu tô aqui. A gente acaba entendendo bem como que que funciona nos problemas que mais acontecem para tentar evitar, né, que não aconteça de novo. Eh, mas eu gosto bastante, então tô bem feliz do trabalho, né? Eh, eu, enquanto coordenador, procuro, tento, né, distribuir, né, as demandas Uhum. com com a equipe, né, ver quem tem mais eh aptidão, né, mais eh familiaridade com algum assunto, né, para distribuir os chamados, distribuir as demandas, né, os processos e acho que tá dando certo. É, e você percebeu que teve uma evolução nesse período, né, porque tudo vai se modificando, né, com a TI também. Eh, não é diferente essas mudanças do tempo em 2014, quando você chegou para hoje. Mudou muita coisa? Sim, mudou bastante. Mudou bastante. Eh, quando a gente entrou, eh, uma que aumentou, né, o número de servidores, né? Uhum. Então, acaba aumentando a a nossa demanda, né? Eh, quando a gente entrou, tinha poucos computadores, poucos servidores, a gente teve, né, um primeiro, acho que a primeira coisa que a gente fez quando entrou foi comprar computador, um processo grande. É, teve bastante máquina, tava chegando muita gente, né, e precisava comprar equipamento, né? Mas a cresce toda hora tem algum sistema novo, tem algum programa novo, né, que a gente acaba tendo que que auxiliar, que dá algum tipo de suporte. E vocês têm treinamento também de em algum momento ou não? dependendo da plataforma, do software, tem a gente acaba, tem duas formas, né, de gente fazer treinamento. Eh, por exemplo, quando a gente vai contratar algum serviço novo, né, ou algum software novo, que nem esse da plataforma da Microsoft, a gente colocou dentro do contrato que a empresa tinha que dar um treinamento. Ah, legal. Uhum. Como era uma coisa nova, né, que a gente tava Uhum. Hum. Eh, começando a usar, inclusive foi na semana passada o treinamento. Ah, foi. Mas também a gente pode se a gente tem a Elecamp, né, aqui na casa que a gente pode fazer eh solicitações de treinamento para pro pessoal lá da escola e daí eles correm atrás para para disponibilizar pra gente. Eles dão esse suporte também. Sim, sim. Dão esse apoio aí. Então tem muito trabalho, né? Não para nunca. [risadas] Obrigada, viu, Marcelo? Obrigada pela explicação para mostrar um pouquinho do seu trabalho. Obrigada. [música] Agora vamos entender um pouquinho sobre a coordenação de infraestrutura, redes e telecomunicações com o coordenador Marcelo Miranda. Tudo bem, Marcelo? Tudo bem, tudo joia? Bom, a gente já falou um pouquinho, né, sobre alguns departamentos, mas e no seu, como que é dividida a tarefa, né, entre as pessoas que atuam com você? Queria que você contextualizasse um pouquinho sobre as atribuições, tá joia? Bom, como o próprio nome já já traz, são três áreas eh que se conversam ali. Então, a infraestrutura, diferentemente da infraestrutura eh física da área de manutenção, que vocês devem ter passado por lá, aqui a gente cuida da infra de eh de sistemas, né? Então, a o que roda atrás dos sistemas, então, processamento, armazenamento, né? Uhum. a parte de rede de conectividade, tanto da parte de usuários, então a rede cabeada, telefonia, rede sem fio, né? E a parte de telecomunicações é a o contato com o mundo externo. Então são as operadoras de de internet, de telefonia, eh conexões que a gente tem eh paraa transmissão de TV, tanto pra torre de transmissão quanto pra net e uma conexão com a IMA paraa integração com a prefeitura. Então, basicamente a gente atua eh nos bastidores ali, né, de infraestrutura que não tem o contato de diretamente com o usuário, né, propriamente dito, mas eh no geral, né, com o a estrutura, o que a gente faz essas integrações e acaba não tem esse contato direto, mas ao mesmo tempo tem essa ligação porque também interfere no andamento dos outros departamentos, né? Correto? assim, geralmente um chamado, uma requisição, ele vai primeiramente pro atendimento do usuário que ele vai fazer essa tratativa. Se eh acontecem várias requisições semelhantes ou vários chamados semelhantes, pode ter uma indicação que um problema é mais estrutural e aí acaba acionando a gente. Por outro lado, a gente tem os serviços proativos, então a gente tem um monitoramento de de equipamentos, de conexões, que a gente acaba antevendo aí alguma situação que possa acontecer, né? E na questão mais crítica que é a do data center, onde estão ali os servidores que rodam, né, o portal da casa, né, o sistema legislativo, tramitação eletrônica. E aí a gente tem um serviço contratado externo que faz a monitoração 24 horas e avisa a gente se tiver alguma coisa estrutural mesmo de eh do data center, né? Então eh a gente tem também esse apoio fora do horário comercial e de demanda, né? Qual quais são as demandas que mais chegam para vocês aqui do legislativo? Não, a demanda ela é bem eh imprevisível, então assim, ele pode desde ser eh um problema de rompimento de fibra da operadora que a gente tem que fazer atuação de suporte de eh cobrança e de medidas de contorno, quanto uma alteração de de layout interno, eh quanto um pico de energia que afetou uma certa área. e também a gestão assim de eh do dia a dia mesmo, né, de movimentação, configuração de de ramais, de setores, realocação. Então assim, ela é dificilmente o mesmo é é repetida a mesma demanda todos os dias, mesma demanda e como os outros departamentos aqui, na verdade o departamento inteiro, né? A TI como um todo tem demandas e várias situações assim, é, não tem uma rotina, é dificilmente você vai ter uma situação que seja repetitiva e rotineira. Então, é bem dinâmico e a movimentação às vezes é uma mudança física de de sala, né, que acaba mudando acaba fazendo, trazendo várias outras alterações ou de lotação de funcionário, né, e acaba trazendo ali outras configurações, né, de de ramal, de que grupo aquela pessoa pertence, de que grupo que ela, né, acaba tendo essa Ah, é, de repente mudou de sala, aí mudou o ramal, mudou de setor e aí isso engloba tudo, porque tudo isso tem que tá e padronizado e tudo tem que tá dentro de um protocolo, né, digitalizado. É assim, o que a gente todas segue estruturas, né? Então, dependendo a localização física, acaba tendo uma indicação de acesso de qual eh impressora que a pessoa eh pertence, de qual e rede Wi-Fi ela se conecta. Então existe uma cadeia de dependência e e quando você faz essa mudança, você, né, é a lista, desde a lista telefônica onde ele aparece, né, até a a o acesso aí à impressora do do setor, do gabinete, né? Então, cada uma tem a sua eh conexão específica. Uhum. Tá certo, Marcel. E há quanto tempo você atua aqui na Câmara? E estou aqui há 9 anos, né? Então, desde 2017, né, desses 9 anos, eh, integralmente nessa coordenadoria, né, e como coordenador desde 2021. E como coordenador, qual que é o maior desafio para você nesse departamento? Bom, eh, acredito que assim, a gente tem eh a a demanda ela é bem dinâmica, então a gente tem assim uma necessidade de de evolução constante, né, de de atualização tanto de tecnologia, eh, quanto de atualização de sistemas operacionais, de servidores, né, eh, a garantia de de hardware. Então isso tudo acaba se renovando num ritmo muito rápido e que a gente tem que tá se mantendo atualizado e eh antevendo algumas possíveis situações, né? Então acho que esse seria o o principal e o outro é aquilo, né? A dependência tecnológica que a gente acaba tendo muito mais assim eh intensa, né? No caso de internet. Então assim mesmo, sistemas internos, eles passam a ser cada vez mais dependentes de sistemas externos, né? E e com isso também, né, a questão até mesmo da demanda gerada aí pela inteligência artificial, que é eh um fator que a gente não tem como prever, né? Eh, qual que vai ser ela? Veio para ficar, veio para ficar, mas a gente não tem como saber como que será no ano seguinte, no semestre seguinte. [música] Bom, ao meu lado está a Sônia Assênamo, ela que é coordenadora de sistemas de informação. Olá, Sônia, tudo bem? Tudo bem. Bom, agora a gente vai conversar um pouquinho sobre o seu departamento. Fala um pouquinho sobre os sistemas de informação, né? o que vem a ser o seu departamento e as atribuições aqui pela Câmara Municipal. Sim, o sistema de informação ele vai cuidar de todos os sistemas corporativos da Câmara Municipal. Uhum. Então, alguns são desenvolvidos pela própria equipe, outros são contratos, são sistemas externos que de alguma forma nós temos que se também eh administrar, né? Então, seriam isso. São diversos sistemas, são 28 sistemas. Alguns o usuário, né, nem conhece que são bancos de dados, sistemas de apoio e outros que estão relacionados diretamente ao público, como o portal da transparência, por exemplo, que é um sistema totalmente desenvolvido por nós. Eia, falando nesse desenvolvimento, né, quanto tempo para se desenvolver um sistema? Ah, não existe uma regra, não. Existem sistemas mais simples, sistemas mais complexos, inclusive, eh, paraa definição se ele vai ser desenvolvido internamente ou se nós vamos fazer uma contratação externa, é feito toda uma análise, né, para verificar o que que seria mais adequado, também mais rápido, dependendo da tecnologia. Então não tem um padrão. Sônia, como que vocês avaliam a necessidade de desenvolver um sistema? Eu acho que na verdade essa avaliação não é nem nossa, porque a nossa área ela serve a Câmara. Então se a Câmara verifica que tem uma necessidade, a gente vai entrar em contato com aquela área, porque os programas não são desenvolvidos para nós, né? Ele é desenvolvido para a casa. Então, a necessidade ocorre de alguma área. Ou, por exemplo, né, anos atrás a gente tava já começando a falar de transformação digital, há muitos anos atrás, era tudo no papel, né? Então, tinha uma necessidade da casa de transformar o processo administrativo em digital, né? E a partir dessa necessidade, então em conversa com as demais áreas da casa, essa demanda veio pra gente e aí a gente verificou quais seriam as possibilidades. O caso, a gente usa um sistema, né, que nós mantemos, né, mas não foi iniciado eh por nós, não foi desenvolvido 100% por nós, certo? Então existem sistemas, como eu comentei, que são externos, sistemas que são desenvolvidos, né? Depende. Se um sistema desses que é de terceiros, ele tiver algum problema, vai passar sim por nós. Somos nós quem vamos entrar em contato então com a empresa, né, e verificar o que que tá acontecendo, tá? E nesse caso é, Sônia, a gente tem o primeiro atendimento, né, que é o atendimento ao usuário na atendimento ao usuáo. E aí depois fazendo essa triagem, se for algo relacionado então ao seu departamento, daí vem para vocês. vezes até o próprio sistema, que é um outro sistema que a gente cuida, que é o sistema de chamados, eh conforme o usuário ele descreve o problema, a gente já identifica que é do segundo nível de atendimento, que seria realmente um problema de sistema e vai resolver ali já automaticamente. alguns não eh realmente a cal verifica aí ela vai perceber que não é um problema que tá dentro do sistema. Aí quem vai realmente lidar com esse chamado somos nós. Então é bem dinâmico a o trabalho de vocês, né? Essas atribuições, né? Não tem uma regrinha do que pode acontecer? Não, nenhuma. [risadas] É uma novidade todo dia, todo dia vocês têm esse desafio. E falando em desafio, o que que você acha que é mais desafiador no seu setor enquanto coordenadora, Sônia? Nossa, eu acho que tudo é um um desafio, né? Eh, porque é sempre uma novidade que você tem. Então é um desafio quando vem uma solicitação da casa para realmente verificar um novo sistema que a gente vai precisar para tomar as decisões no dia a dia, porque quando você também mantém o sistema, não é só que vão aparecer uma demanda de um erro, por exemplo, alguma coisa que tem que corrigir. É tudo muito dinâmico. Então você tem a casa solicitando melhorias na eh eh dentro de um sistema. Bem, talvez o mais desafiador seja essa administração que você precisa fazer de analisar o que que você vai fazer na frente, se é um momento de um projeto, né, ou se você vai se dedicar mais uma melhoria. Tem um aspecto que nem sempre o usuário percebe, que é o seguinte: você colocou um sistema na casa, mas ele precisa de atualizações também de versão e às vezes essas atualizações elas também são demoradas. Então a gente tem que equilibrar tudo isso, né? sistemas mais antigos que vão ter que ser atualizados, novidades que a própria Câmara percebe que tem novas necessidades, o que já tá no ar e tem que manter. Então, eh, o desafio é equilibrar tudo isso para atender da melhor forma possível a cama, para manter a casa funcionando, né, S? Muito obrigada, viu, pela participação. OK. [música] Este foi o por dentro da câmera. Espero que você tenha gostado. Obrigada pela [música] companhia e você pode acompanhar esse conteúdo na íntegra pelo portal TV Câmara Campinas. com.br. Te vejo na próxima edição. [música] Até mais. [música] [música]
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