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Olá, começa agora mais uma edição do Por dentro da Câmara, o programa que tem o foco de mostrar os bastidores da Câmara Municipal, principalmente o funcionamento dos setores. E hoje vamos conhecer a Coordenadoria de Segurança com o Romero de Oliveira Silva e ele que coordena toda uma equipe aqui de segurança da Câmara Municipal. Muito obrigada pela participação. Tudo bem, Romero? Tudo bem. Muito obrigado. A gente eh eh é muito feliz por ter essa participação nesse programa e vai ser muito bom poder apresentar para vocês essa como funciona a nossa estrutura, né, a nossa coordenadoria, né? E é isso mesmo que a gente quer saber. E o público de casa também, Romero, como que funciona o trabalho de vocês, como que vocês eh realizam, né, essas ações dentro da Câmara Municipal. Conta um pouquinho da sua atribuição aqui. OK. Eh, atualmente eu sou coordenador de segurança, né? A a coordenadoria de segurança, ela conta com a função do coordenador de segurança e os agentes de segurança legislativa. Atualmente nós somos eh seis agentes de segurança legislativa mais o coordenador, totalizando sete pessoas, né? E a nossa atribuição principal é zelar pela segurança do patrimônio da Câmara, das pessoas, né, que incluem o presidente da casa, os vereadores, os servidores, eh visitantes e de uma maneira um pouco, eh, geral, né, as nossas atividades incluem o controle de acesso das pessoas nas portarias, entrada e saída de mercadorias ou produtos que venham a ser entregues, eh a parte de segurança interna, filmagens, eh a parte de vigilância também e a recepção, né? O o serviço de recepção também atualmente é nossa atribuição aí a gestão, né, dos serviços. Uhum. E Romério, em cada portaria fica então agente de segurança, fica um só. Como que é dividida essa tarefa? Sim. Eh, o que que acontece, né? as nossas funções como agente de segurança legislativa, eh, se dividem em atividades operacionais e administrativas, certo, né? E de maneira geral, nas portarias, eh, hoje nós temos eh cinco portarias, né? Uhum. Nós vamos apresentá-las eh a vocês para que conheça essas portarias. Eh, em especial nós temos, podemos dizer a portaria um, que é a portaria da da saudade, que é onde entram os visitantes, os servidores, e a portaria cinco, que é conhecida como a portaria da Avenida Roberto Mante, onde entram os visitantes, principalmente os visitantes para os eventos, eh, no plenário e plenarinho. Eh, em geral, nós temos alé eh, os agentes de segurança legislativa não necessariamente se posicionam nessas portarias, nós temos os vigilantes, né? Certo? Então, em cada portaria a gente vai ter os vigilantes que prestam serviço pra gente e eles ficam ali e full time, né, todo o tempo nessas portarias. E os agentes de segurança aqui no nosso setor tem a função de gerir essas atribuições, essas atividades ou eventualidades que ocorram nessas portarias, né? Entendi. E vocês também são responsáveis pela contratação dos vigilantes também, vocês que fazem esse mapeamento. Perfeito. Perfeito, né? A gente hoje tem o contrato de vigilância e segurança, onde nós temos aí os vigilantes, eh, da casa distribuído em impostos estratégicos, né? E também é de nossa responsabilidade a o o contrato do serviço de recepção da casa, né? Atualmente nós temos aí um um corpo de sete recepcionistas, né? distribuídas entre as duas portarias principais de entrada de pessoas. E é de nossa responsabilidade essa organização, né, e contratação desses serviços para atender a demanda da Câmara. E Romério, a atividade então, né, não é somente aquela atividade durante a sessão ou durante um evento, né? Isso, eh, acontece, é uma prática, uma das atividades de vocês, mas o trabalho vai muito além. do que só garantir a segurança em uma reunião, por exemplo, né? Exato. Exato. Disse, disse muito bem. Eh, a gente tem aqui na Câmara as principais reuniões que são a de segunda e quarta, que são as reuniões ordinárias, onde os parlamentares discutem aí os projetos de lei, né? Essas reuniões a gente diz que são as principais porque eh eh é é a a gente diz assim que é é existência, né? A Câmara existe em função disso, de dar suporte, principalmente a nossa área, dar suporte à área legislativa. Eh, no entanto, como bem colocado, a gente, a Câmara, ela funciona geralmente de segunda a sexta, das 9 às 22 horas. Nesse intervalo, nós temos n eventos na CA. Então, nós temos eh a ocorrência de reuniões de homenagens, né, como vocês mesmos cobrem muito eventos de honrarias. eh reuniões de partido, eh audiências, audiências públicas, né? Eh, inclusive aos finais de semana ocorre muitos eventos, sábado, domingo, onde a nossa coordenadora de segurança vem prestar o suporte a essas a esses eventos. Então, assim, eh não se resume só aos às reuniões, né, ordinárias ou extraordinárias. tem muito trabalho extra a isso e também administrativo para fazer esse suporte que precisa pro pros para parlamentar, principalmente, além dos eventos também externos, né, Romero, que também acontece e vocês também são responsáveis. Como que funciona? Na na verdade os eventos externos eh estão além das instalações da Câmara, então não está dentro do nosso escopo, né, assim, rotineiramente. No entanto, caso a presidência da casa, há uma solicitação, uma solicitação específica, a gente também poderá aí contribuir nesse nessa segurança com esse evento aí. E Romério, como que é realizada assim eh as atribuições? Você falou um pouquinho, mas vamos falar um pouquinho sobre treinamentos. Vocês também t uma periodicidade de treinamentos, vocês passam também por essa reciclagem, como que funciona? É o a gente tem aí o o PAC, né, na Câmara a gente tem o PAC, que é o é o programa de treinamento institucional que a Câmara faz anualmente, né? E dentro desse desse programa, né, de de treinamentos que a Câmara fornece para não só nós, os servidores, a gente participa sim, né, de diversas atividades de capacitações. Uhum. Eh, em específico, junto com a Coordenadoria de Segurança, principalmente eu, na qualidade de também coordenador de brigada de emergência. Sim. Eh, a gente realiza um trabalho, né, de prevenção e e combate a emergências também. Não necessariamente é uma atividade exclusiva da da coordenadora de segurança e mas é um trabalho em conjunto, né? Mas é um trabalho em conjunto. Exato. E aí e junto com a brigada de emergência, a gente tem sim ao longo do ano várias práticas específicas, né, de simulados de abandono, né, eh, práticas pontuais de primeiros socorros. a gente procura eh envolver nos simulados todos os funcionários da casa, porque a casa ela tem um plano de emergências, né, que está na intranet à disposição de todos os servidores da casa com os procedimentos que devem ser seguidos. Acredito que a gente também poderá falar um pouquinho mais sobre isso, sobre a sirene, sobre o abandono, né? Mas a ideia é que eh a colaboração numa emergência seja feita por todos os servidores da casa e eles saibam eh como proceder, né, na necessidade de um abandono, eh, em função seja de um incêndio, seja de um desabamento, eh uma inundação ou qualquer outro tipo de emergência eh que venha a ocorrer dentro da realidade do nosso cenário aqui. E Romério, vocês também têm o apoio, né, dos serviços de bombeiro, como que funciona dentro da Câmara Municipal de Trabalho? Eh, muito bem eh notado. A gente tem um serviço de bombeiro civil aqui na casa. Eh, é um é um serviço que nós temos, salvo engano, se não me falha a memória, desde 2017, né? Então, já faz aí quase, acho que 9 anos. E o bombeiro civil, ele ele é um ele é um serviço que ajuda demais a mais a gente aqui, tanto nas emergências, tanto na organização para não haver aglomerações de pessoas nos corredores e e obstruir, né, corredores, saída de emergência. Então, eh, contribui demais com o nosso dia a dia da coordenadoria de segurança, né? Eh, hoje nós temos um bombeiro civil por turno na na casa aqui. Então, é um bombeiro 24 horas por dia, 7 dias por semana. E ele faz todo um trabalho aqui, além eh de acompanhamento também dos eventos e também um um trabalho prevencionista, onde ele identifica, por exemplo, situações de risco, ele já comunica num grupo nosso de manutenção falando, ó, telhado tá telha tá caindo, ó, tem uma situação de risco X ou Y para tomar providências para correção, né, e evitar assim um possível acidente e isso se tornar, né, eh, em pode começar leve, se tornar gravíssimo uma determinada situação. Então ele nós temos hoje nós temos a presença de um bombeiro aqui na casa. Vocês, né, eh podem estar nós nós vamos apresentar um pouco das atividades, vai poder falar um pouquinho, conhecer um pouquinho do trabalho. Vamos lá, então. OK. Vamos lá. Vamos lá. Pró aí. Troca o microfone. Isso. Nossa rotina de trabalho. Assim que assumimos plantão, eh, fizemos, fazemos uma ronda, eh, geral, eh, averiguando o sistema de APH, fazendo também os checklists de equipamentos de primeiros socorros, como eh macas, extintores, eh sistema de pranchamento, além dos sistemas de alarme de incêndio e também dos pictogramas, tudo que eh seja agregado ao combate incêndio e à prevenção. Fazemos toda todo dia averiguação dos todos os sistemas de combate a incêndio. Então o os extintores averiguamos todo mês. Uhum. E mangueiras, entre outros sistemas é diário a verão. Tem uma ronda mesmo, né, que vocês fazem. Positivo. E você encara esse trabalho como um desafio diário. Como que é para você? Ah, sempre, né, o o trabalho na coordenadoria de segurança é sempre um um desafio diário, porque cada evento ele é único, embora seja muito similares, por exemplo, reuniões, você tem toda o rito, né, por exemplo, das reuniões ordinárias, pequeno expediente, eh, grande expediente, eh, enfim, seria, mas cada evento é único e único em função do tema que se tem ali. a apresentar ou ser discutido. Alguns polêmicos, outros não. Então, nunca sabe, é, é, é no dia mesmo, né? No dia e na hora para saber como que vai ser essa energia. Exato. E tem que tá preparado para tudo, né, Romero. Exato. Então, a gente procura aí nos organizar quando a gente tem a informação de que o evento é um evento eh que vai ser polêmico, né? Eh, que vai poder inflamar as pessoas, a situação. A gente nos prepara com antecedência. solicita muit das vezes apoio da Guarda Municipal, certo, para vir até aqui ou da Polícia Militar, porque onde há aglomeração de pessoas, a a você tem às vezes públicos antagonistas Uhum que e desafetos conhecidos no meio desse povo que inflamam para as vezes até uma possível agressão ou violência, deixa de ser uma manifestação pacífica. Sim. E acaba eh indo para um grau de de violência. Então, o nosso papel enquanto coordenadoria de segurança é primeiro prevenir que chegue esse nível, né, de de situação e se eventualmente ocorrendo a gente poder intervir para desativar esse conflito entre as os manifestantes que estão aí, né? Porque a manifestação pacífica ela é bem-vinda, né? Mas a manifestação com violência não, infelizmente não é bem-vinda, né? Tá certo, Romero. Quero agradecer a sua participação. Muito obrigada por compartilhar. E agora a gente vai conhecer um pouquinho também do trabalho do pessoal em outras dependências aqui da câmera. Então, o as pessoas que estão aqui, quem participa das sessões, por exemplo, tem algum momento que vocês também direcionam esses conhecimentos para pro público em geral? Veja, dificilmente um evento negativo começa da forma mais grave, ele evolui. E essa evolução nós começamos desde a entrada do público com a devida observação e realização da inspeção para evitar que entre objetos que possam ferir as pessoas, certo? E a progressão disto a gente procura sempre minimizar para que a gente não tenha uma resposta negativa sempre, né? Uhum. E para lidar com massa, nós temos que entender uma coisa. A massa ela evolui, ou seja, a massa de pessoas ela começa normalmente com ânimo a se manifestar, que muitas vezes com uma conversa, com uma orientação, você consegue minimizar aquilo para que não vire um tumulto, não vire uma coisa desagradável. E assim vai. E dificilmente o evento já começa com confronto, ele evolui para um confronto. Perfeito. Então cabe a segurança desde a individualização que todas as pessoas que entram na Câmara são identificadas. Sim. Perfeito. Verificar o que essa pessoa está fazendo de errado, quer pelo sistema de câmaras, quer pela observação, para que ela possa responder pelo ato que ela venha cometer. Uhum. e a própria verbalização, a própria intervenção, que necessariamente não precisa ser uma intervenção negativa, pode ser desde uma orientação, um pedido para que cesse aquela coisa que está sendo feita aqui é um problema e se necessário for uma intervenção. E vocês têm que estar preparado para tudo, né? Sempre, porque cada evento é uma é uma novidade assim para vocês, né? Nunca não tem como saber exatamente o que vai acontecer, né? Nós lidamos com seres humanos e seres humanos são voláteis. Perfeito. Ou seja, o ânimo pode mudar de uma hora para outra por uma frustração, por não conseguir algo que ele acha que lhe é devido e isso pode agravar. Perfeito. Então nós dizemos normalmente que a gente sabe que hora começa e como começa, que hora termina e como termina. vai da evolução desse evento. Uhum. Do ânimo desse evento, do ânimo das pessoas nesse evento com suas frustrações e realizações. Perfeito. E essa a sua, o seu acompanhamento, né, com a presidência, eh, interno e também externo, né, em todos os eventos, em reuniões, tem esse acompanhamento diário, né? Nós temos que acompanhar tudo que se realiza, inclusive porque uma das fases de trabalhar com segurança, como a gente trabalha na Câmara Municipal, é ver o que a gente tem de histórico, né? Uhum. Ou seja, essa massa já teve problema como aonde essas pessoas já se manifestaram como e aonde sobre esse problema. Nós temos até uma coisa interessante, que muitas vezes a gente recebe pessoas que não tem nada a ver com a pauta da sessão que nós estamos fazendo. Uhum. Mas elas tiveram uma frustração de uma vontade, de uma necessidade, de um desejo delas. E elas vêm aqui por ser uma casa pública, por ser um poder público que mexe com a parte legislativa para manifestar e tentar procurar uma solução. Sim. Muitas vezes elas chegam numa num ânimo assim, como diríamos, eh, revoltadas. Uhum. achando até que a casa pode resolver tudo. Tem coisa que não é do poder do legislativo, é do judiciário, é do executivo. Então, cabe a gente ouvir essas pessoas, tentar esclarecê-las e até tentar auxiliá-las para que elas façam a reclamação a quem tem que ser feito, que detém esse poder para ajudá-las. E muitas vezes de conversar, de ouvir, nós já fazemos com que o ânimo dessa pessoa volte à normal. Uhum. Muitas vezes a gente vai, inclusive até o presidente falar: "Olha, nós temos um pessoal aqui que chegou que o problema deles é este, esse e esse, a insatisfação deles é esse e esse e esse." Uhum. Às vezes o presidente recebe até no intervalo ou depois das sessões e dá uma resposta a esse munícipe, quer dentro do que ele pode, quer encaminhando e apresentando aonde ele tem que ser ter sua frustração, vamos colocar assim, resolvida. Sim, sim. Mas nem sempre dá certo, né? Eh, nem sempre dá certo por vários critérios, né? Às vezes a vontade individual de um é aquilo que ele está vendo. Às vezes a legalidade daquilo que ele deseja não existe. E nós temos que primeiro, nós temos que poder resolver esse problema até dentro da nossa área de competência como legislativa, ver se é legal a resolução desse problema e encaminhá-los para a melhor solução possível. Melhor solução possível, não resolver o problema. Sim. pelo menos minimizar aquele momento, né, que a pessoa ouvir as pessoas já é fundamental, porque da pessoa ser ouvida, ela já pré-ordena os pensamentos que ela tem dentro dela. Uhum. Se ela não estiver, como diremos, severamente alterada, ela pode ser até esclarecida legalmente o que ela pode fazer. E quando nós temos essa pessoa severamente alterada, tentar fazer com que ela retorne à racionalidade para que ela possa entender como ela tem que agir legalmente para conseguir o que ela deseja. Isso é para evitar, né, um transtorno maior e também garantir a segurança de todos que estão aqui, né? Procurar a melhor solução legal e possível. E coronel, fala um pouquinho então quando que você chegou até a Câmara Municipal, como que foi o seu primeiro trabalho aqui. Eu, primeiro te diria que eu tirei 36 anos de Polícia Militar. Uhum. Aposentei na Polícia Militar. E após aposentar na Polícia Militar, cerca de 8 ou 9 meses depois, a presidência nos convidou, porque eles tinham alguns problemas que necessitava de uma gerência de segurança mais próxima. para que a gente pudesse auxiliá-los nisso. Isso já temos praticamente agora dia 1eo de novembro, 9 anos que nós fazemos isso. Uhum. Então é uma coisa que a gente já fazia junto à Polícia Militar, solução de conflitos. Sim. Onde eu trabalhava, era responsável pelos estádios, tudo de Campinas. Então a gente já lidava com massa, com pessoas. Uhum. Então nós adaptamos o que a gente já fazia à necessidade que havia da Câmara. Então estamos há 9 anos trabalhando com a presidência aqui. E qual que é o maior desafio? Qual que é a maior assim a a mais diferença, né, entre a massa mais num público externo e dentro do legislativo? Veja a a massa ela tem suas frustrações em tudo, quer num público externo, quer interno. Sim. A maior dificuldade que a gente tem é fazer com que a pessoa haja na racional, no racional. Uhum. E que consiga realizar dentro do que se pode ser feito a resolução do seu problema. Nós podemos falar que as massas são diferentes, sim. Uhum. Mas essas massas eh têm a mesma motivação. Se a gente pensar, são emoções pessoais que elas têm que foram frustradas e elas procuram uma solução para resolver essas emoções frustradas. É esse o e é essa a intenção de vocês enquanto, né, a toda a segurança da Câmara Municipal e e é claro, né, como lá fora e aqui também é prezar pelo bem-estar e pela segurança, né? É prezar pela forma integral das pessoas, é prezar pela ordem, é prezar pela razão da resolução dos problemas. Perfeito. Obrigada, viu, coronel, por ter participado do do programa e ter trazido todo o seu conhecimento aqui. Estamos à disposição. Muito obrigado. Obado. A nossa rotina de agente de segurança legislativa é o seguinte, começa com a agenda que o ser humanal nos manda pelo e-mail, que eu acho que vocês recebem também. Sim. E com todo o final do mês, o nosso coordenador de segurança faz uma escala separando todos os agentes de segurança. Tem que ter um agente de segurança na casa a partir das 8 da manhã. Uhum. Geralmente chegamos antes até acabar o evento. Se for 1 hora da manhã, por exemplo, se tiver o vereador com o evento, a gente tem que estar presente, certo? Porque eh tem o o contrato de de vigilância que a gente da cor de segurança eh faz parte. Eu sou um dos fiscais de contrato, né? Tem mais o Ginoels também e mais o meu coordenador, certo? Então tem que estar aqui um agente, pode ser evento no sábado, no domingo, temos que estar aqui também. É uma escala, então isso tem uma escala, mas sempre vai ter um a partir das 8 da manhã, certo? Entendeu? Então tem que tá aqui num evento, porque também tiver um evento aqui, o visitante ou o palestrante vai ser o que vai receber a honraria, eh, o amigos, parente deles, não tiver o documento para entrar, é essa parte. a gente liberar antes, se tiver chovendo, se tiver uma pessoa cadeirante ou eh tiver grav pessoa, a gente libera antes. A gente também hoje tá ficando por coisa de transporte, mas depois das 6 horas da tarde, sábado, domingo e feriados, fica com a gente, a gente que é responsável. Tem outra atribuição aí? Mais uma, mais uma das nossas atribuições, basicamente tem a gente faz a segurança pessoal e a patrimonial, certo? Como passa aqui, o fluxo de pessoas é bastante grande, então tem vereador, prefeito, autoridades em geral e e cabe a gente, não só os agentes de segurança que são seis, mais um coordenador. Então, totalizando são sete agentes de segurança no setor. a gente conta com o auxílio e a colaboração e a contribuição dos vigilantes patrimoniais terceirizados, que fazem um uma ajuda muito grande, contribui muito com a gente aqui no nosso serviço. Esses seis agentes de seguranças que que compõem o o quadro, ele foi é requisitado pela administração por conta de um incidente que ocorreu eh salvo engano em 2012, que foi a explosão de um caixa eletrônico que que não resultou em em e em dano físico de nem lesão corporal de ninguém, mas teve um prejuízo econômico grande e um susto muito grande. Então, por conta desse susto, a administração entendeu por bem eh em 2014 realizar um concurso público para eh que haja contratação e o e o de um de uma equipe que atuaria de uma forma híbrida, né, que a gente eh a parte preventiva, ostensiva, não é não é só ostensivo na parte de fiscalização e controle. E então essa é a parte eh pessoal, a patrimonial também, que é uma atribuição nossa, seria o o cuidado das da das aqui das dependências do do mobiliário, em vez de se ter algum prejuízo para eh do herário e do da pra administração pública. e de atribuição também que eu posso falar. Eh, não, na verdade assim, eh, por dois, dois motivos que que cham que que assim mais precisou dessa que precisou dessa equipe, que também havia não havia um controle muito efetivo. Então, assim, entravam pessoas para vender coisas diversas, assim, produtos e não tinha aquele aquele controle, aquela aquela aquela fiscalização. Aí com isso começou a a gerar um transtorno e eles pensando nisso falam: "Não, a gente precisa é instituir uma segurança para fazer esse esse cuidado". Então essa fiscalização também é de responsabilidade de vocês, né? Verificar quem vende, quem compra, porque é uma prática que não pode acontecer. éido, proibido que antes era, existem outros órgãos que é regulamentado, que é permitido, mas aqui na assim tem locais que que é tudo a critério da administração. Aqui é hoje, né, é vedado na mesma linha de raciocínio, a encomenda também ela é vedada no momento, a critério da administração, que num futuro pode sofrer alterações, mas hoje não. mesma na mesma linha que o que o que a venda de produtos aqui dentro. E Felipe, tem alguma outra atribuição, algo que você queira acrescentar, né, de importância e relevância para quem está nos assistindo, conhecer um pouquinho mais o trabalho? Eu acho que a principal é é a essa segurança pessoal e patrimonial, porque é é o é a essência do da área da segurança. É essa essência em conjunto com a segurança eh privada, terceirizada, que que desempenhou um excelente trabalho em conjunto com a gente. E eu acho que essa é a principal, sabe? Uhum. Que é que é o cuidado com com nosso bem maior, que é a vida e a integridade física dos vereadores, das autoridades que aqui estão, dos munícipes e e o controle dos eventos. Este foi o por dentro da Câmara. Obrigada pela companhia. Você pode acompanhar esse conteúdo na íntegra pelo portal tvcamaracampinas.com.br e também pelas redes sociais. Te espero na próxima edição. Até mais.